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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

Marines&Agiotas, não são o mesmo?

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Kenshin
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Kenshin
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Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qui 13 Maio 2021 - 1:10
Relembrando a primeira mensagem :

Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Takamoto Lisandro e Joseph Proudguard. A qual não possui narrador definido.

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

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Civil


Marines & agiotas, não são o mesmo? - 013
17:31 / Shells Town



Enquanto Takamato, com a pressa de uma grávida prestes a dar a luz ao seu primeiro filho encontrava tempo para se banhar, a presteza de Joseph o levava a interrogar o grupo de denunciantes, mas sem sucesso em encontrar o dono ou um representante da loja de armas entre eles. — HUM! — Ante o questionamento do aspirante a marinheiro, o doutor Bartho resgatou de sua memória a imagem do seu colega e visivelmente consternado uniu os braços, com a mão destra na altura do antebraço esquerdo e vice-versa e pareceu soltar fumaça pelas narinas. — Aquele cabeça dura foi contra a nossa vinda até aqui. Ele é daqueles que acreditam que a força da marinha só serve para reprimir os fracos e coisas do tipo. — Constatou o representante do grupo. — Eu não esperaria dele mais do que um estorvo. — Complementou uma segunda. — Bem, vocês pretendem começar a investigação por lá? Se sim, nós podemos guiá-los e vocês podem aproveitar para fazer o reconhecimento pelo mapa. — Sugeriu o mesmo.

Após ter tomado todos os cuidados de higiene e segurança necessários, Takamoto retornava para onde estavam o grupo devidamente equipado com o uniforme branco da justiça e uma espada em mãos. O sempre extravagante Blumayden por sua vez se queixava da falta de apresentações do grupo e como essa nova formação havia se desenhado, mas ele também não fez nenhum esforço para conhecer melhor seus novos companheiros, o que colocava em dúvida o seu movimento. — Certo, por favor, nos sigam. — Indicava Bartho, dando inicio ao trajeto até a loja de armas com o consentimento de todos.

Durante o percurso, o aspirante de cabelo vermelho poderia testemunhar que uma senhora que pertencia ao grupo, na casa dos sessenta anos de idade, o azarava descaradamente, ao ponto de quase tropicar sem conseguir tirar os olhos de cima dele. Sem mais conseguir aguentar, ela se aproximou ombro a ombro de Takamoto e disse:

— Olá, baby! O que você acha de uma garota mais velha, bem resolvida e trabalhadora? Que tal? — Mostrava toda sua autoestima.
— Deixe o rapaz em paz, Rosa, ou você se esqueceu que é casada? — Interferiu Bartho assim que tomou conhecimento daquela cena.

A chegada ao destino não demorou mais do que quinze minutos de caminhada. — Estão fechados?! Isso não é normal. — Constatou Bartho, aproximando-se da porta de vidro que trazia uma placa mostrando a palavra "Fechada" e tentando enxergar atrás das frestas da cortina. — Eu sei que você está ai, Abraham, não se faça de idiota. Abra logo ou o homem do topete de bigorna vai derrubar a porta. — Do lado de fora, parecia ser uma construção simples e tradicional. Construída com tijolos cinzentos ela possuía em sua fachada itens diversos como espingardas, coletes e espadas para a apreciação dos eventuais clientes. As janelas curtas e largas que iluminavam a loja, assim como a porta estavam todas cobertas com cortinas.

Bartho aguardou por não mais do que dois minutos e então se voltou para Blumayden, a quem tinha zero de intimidade ou propriedade para dar ordens. — Tudo bem, marinheiro, pode derrubar a porta. Acredite, se minhas costas me permitissem eu mesmo o faria. — Mas antes que o aspirante pudesse considerar a ideia a maçaneta se moveu e a porta abriu. De dentro dela saíram um senhor da mesma faixa de idade de Bartho, ele utilizava uma jaqueta quadriculada na cor verde-oliva alguns números maiores do que o seu corpo pedia e ia até à altura dos joelhos, sua fiel companheira era uma espingarda gasta em sua destra empunhada na vertical. Junto dele dois homens, ambos usavam terno de veludo preto e camisa social branca. Eles eram distinguidos pelas cores diferentes de cabelo e gravatas, o de cabelo azul usava uma gravata na cor azul e o de cabelo cinza uma gravata roxa. — Foi um prazer fazer negócios com o senhor. — Acenava o homem de cabelo cinza, com uma completa mesura antes de se despedirem. Os homens também faziam questão de mostrarem simpatia aos marinheiros da mesma forma e com um sorriso no rosto.

Agora reunidos, todos teriam a atenção do dono da loja. — Vocês todos são patéticos, quem autorizou que dessem queixa por mim? — O idoso atirou para o alto como uma forma de aviso. — Marinheiros não se interessam em resolver pequenos crimes como esses, eles querem estar dentro de um navio, ir para o mar, lutar contra piratas em ascensão e conhecer novas ilhas. Deixem-me adivinhar, eles mandaram recrutas novamente, assim como da última vez, não foi? — Desabafava. — Olhem, eu acredito de verdade na vontade da sargento Almira em resolver esses casos e ela já mostrou o seu valor para todos nós, mas sinceramente eu estou esgotado em ter que reviver esse episódio uma, duas, três vezes sem o comprometimento da marinha. Sigam o meu exemplo e cuidem de seus próprios negócios. — Ele então voltava para dentro de sua loja e trancava a porta, novamente.  



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Dois velhos amigos, dois doidos amigos!


Aproveitava o tempo em que o jovem Takamoto ia preparar-se para partir e interrogava alguns indivíduos daquela multidão, sem obter muito sucesso de imediato. Aparentemente, o dono da loja de armas mesmo tendo sido roubado, ainda era contra pedir ajuda à marinha, tinha a organização com maus olhos, cujo o único propósito era o de oprimir os fracos, explicava um civil com certo tom de indignação ao colega lembrado. Outra civil confirmava tal afirmação, como se fosse uma opinião popular dividida por muitos de tal indivíduo. Ainda que relutante, o civil ainda se dispunha a nos levar a loja de armas para começarmos por lá a investigação.

No meio tempo, o topetudo jovial questionava nossa sintonia, como poderíamos seguir com tais problemas se nem sabíamos os nomes uns dos outros? Em minha mente, só podia me lembrar do golpe covarde ao ruivo Takamoto efetuado pelo mesmo ao fim da prova de combate. Não atoa o rapaz perdeu tempo para poder se aprontar devidamente para o cargo, já que estava desacordado pelo seu próprio ‘companheiro’. Não deixava de ser verdade aquela afronta, devíamos nos conhecer melhor se iriamos ficar no mesmo pelotão.

O ruivo chegava com suas roupas vestidas e sua espada em mãos, e partíamos com o civil de antes como nosso guia. Uma senhora parecia criar uma cena um tanto icônica. Com um charme apaixonante ela se oferecia a Takamoto, exibindo suas qualidades para atrair o sangue novo – hehe....- Não conseguia segurar o baixo riso que me escapava. Aquela cena certamente me faria dar boas risadas no futuro. O senhor logo segurava as rédeas da coroa que recuava no seu avanço ao ruivinho.

Chegamos na tal loja e armas e o senhor Bartho, nosso guia até o local se surpreendia com a placa de fechado que o local apresentava “ Mas isso não é normal? Afinal ele acabou de ser roubado, quem iria abrir normalmente com a tal onda de crimes que está rolando por aí?” Pensei enquanto observava o velho resmungar em alto tom para a porta, enquanto o mesmo tentava enxergar através das cortinas um sinal do proprietário. Ele ameaçava derrubar a porta, mais precisamente, ele proferia que o ‘rapaz do topete de bigorna’ iria derrubar a porta “ Calma lá né senhor, não estamos aqui para causar mais problemas para o dono da loja....”. Esperamos por alguns minutos antes que o velho endoidasse e realmente queria que o topetudo botasse tudo a baixo. Antes mesmo que eu pudesse interferir e dizer para o senhor se conter na agitação, a porta se abria e de dentro saiam três indivíduos. O mais distinto deles era um velho que aparentava ter a mesma idade do nosso guia Bartho. Com um uniforme peculiar e portando uma arma de fogo que já viu dias melhores, o velho era acompanhado de dois engravatados. Um de cabelo azul e o outro de cabelo cinza. Homens de negócios reconhecem homens de negócios, e eu sentia que aqueles ali haviam feito o dia deles com algum acordo, suas caras alegres e o tom cortês na despedida eram indícios dessa teoria.

Os engravatados saiam e o velho armamentista se direcionava a nós. Com raiva explodindo em seu semblante, ele questionava o que raios marinheiros faziam em sua porta. Valia destacar seu descontentamento conosco, com um disparo de sua velha espingarda mirando aos céus como um gesto de intimidação. Aquela situação ia de zero a mil em poucos segundos e tudo o que eu podia pensar era em como não dar merda naquele momento. A paciência daquele sujeito parecia estar a uma gota de se esvair, e ele provavelmente nos mostraria como aquela arma ainda continuava boa mesmo naquela situação. Porém, o que se sucedia daquela raiva era a decepção. Com um tom mais aflito e baixo, ele nos esclarecia seu desgosto para com a marinha. Em sua fala, ele dizia o quão desgastante aquelas investigações eram, e como não haviam resultados satisfatórios. Sempre recebia recrutas inexperientes para lidar com aquela situação, que acabava não dando em nada. E como podia estar errado? Nós estávamos ali, novos recrutas designados para resolver aquele rolo todo.

Ele voltava para dentro da loja e o som da porta se trancar deixava a crer que não éramos bem vindos naquele local. “ Ótimo, nossa primeira missão, e já temos um caso difícil como esse... um problema que passou de mãos em mãos por varias pessoas e sem ser resolvido. Consigo entender a sua frustação, se tivesse que repetir tudo de novo sabendo exatamente como vai acabar, eu ficaria insano como ele...” Parava para observar os arredores para aprender um pouco do local e memorizar para termos um pouco de referencia em viagens futuras. “ Ele não vai nos receber e nem querer trocar nenhum tipo de informação...” suspirava, ao perceber que começar por ali tinha sido um erro.

Me viraria aos dois companheiros, Takamoto e ‘topetudo da bigorna’, e lhes falaria o que vinha a mente – Sinceramente, acho que isso é tudo o que iremos conseguir aqui. Ele não vai querer ver a nossa cara por perto, e nem se pedirmos com jeitinho iria adiantar de algo – Pausava para checar se os dois estavam acompanhando – Sugiro irmos à outra loja onde conseguiremos ao menos começar devidamente a investigação. Qual seria a mais próxima daqui? – Diria a última parte direcionada ao guia , velho Bartho. Qualquer que fosse o local, apenas seguiria com o raciocínio – Seguiremos até o lugar e conversaremos com o dono ou a dona do estabelecimento. Ver o que foi roubado nesses últimos roubos, a frequência, o período tanto do dia em que são efetuados, quanto do começo dessa onda. Se a pessoa tem alguns indivíduos em mente para uma lista de suspeitos e se alguma atividade fora do normal, além dos roubos é claro, vem acontecendo ou está para acontecer... bem, acho que isso é tudo o que a gente consegue perguntar. Estamos de acordo? – Perguntaria para ver se estávamos na mesma página. Continuar ali seria uma perda de tempo, e claramente não iria levar a lugar nenhum, esperava que eles compreendessem isso e fossem adiante com o meu plano, mas estaria disposto a ouvir e trocar ideias com ambos se assim preferirem.

Se tudo ocorrer como planejado, pediria a Bartho que nos guie até o próximo estabelecimento da nossa lista. Mesmo com um mapa em mãos, seria bom ter o ponto de vista de um morador local, aprender os atalhos e um pouco de como funciona a cidade no dia a dia. Talvez algum detalhe ajudasse naquela investigação. Chegando ao local, localizaria o(a) dono(a) do estabelecimento e lhe apresentaria como os marinheiros que vieram investigar os recentes roubas, realizando o mesmo questionário debatido anteriormente com meus companheiros. Estaria sempre de olhos abertos para observar e imaginar como os ladrões invadiam e roubavam.


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Takamoto Lisandro
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Marines&Agiotas, não são o mesmo?
 

De uniforme e cheirando como um cravo, o homem mais forte do mundo estava preparado para o que der e viesse, todos poderiam esperar o melhor de mim, eu, Takamoto Lisandro, segurando minha espada e sem vestígios de areia pelo cabelo segui em frente com os demais marinheiros que justamente trilhavam o mesmo caminho até a tal loja de armas. No decorrer da caminhada, não pude de ficar alerta contra uma senhora de idade, seus olhos eram afiados e agressivos, pareciam ter uma sede incessante como de uma fera examinando sua presa.

Não pude deixar de cruzar os olhos com ela, sorri suavemente, se ela quisesse me enfrentar, teria de enfrentar o homem mais forte do mundo, eu afirmo que não seria uma tarefa fácil mesmo se eu não usasse minhas verdadeiras habilidades assim como fiz no teste de combate da marinha. A movimentação da senhora era direta, sua mão vinha a meu encontro, um leve toque no ombro foi o bastante para virar meu torso e encarar a sujeita. Sua intenção era diferente do que eu imaginei, mas não muito já que a mesma queria me devorar, segundo Bartho, a senhora era comprometida e eu não era nenhum comedor de casadas. - Fico lisonjeado, mas não posso corromper seu matrimonio.

Tinha um assunto muito mais importante a resolver do que flertar com uma senhora casada, tinha dado minha palavra que resolveria o crime proposto pelos cidadãos desta ilha. - O homem mais forte do mundo deve cumprir suas promessas. - Chegando a tal loja de armas, depois de uma demorar para abrir a porta, cheguei a cogitar que o arrombado de cabelo de bigorna iria derrubar a porta, porém de lá sai dois sujeitos suspeitos, feições argilosas assim como a de uma raposa. A vítima por sua vez agitava sua arma e disparava para cima, ele tinha certo receio da marinha já que não era o primeiro roubo e parecia não ser o último, sua feição não era de raiva, apenas de descontentamento, ele acreditava mesmo no fundo que a marinha ainda buscava a justiça.

O estalar da fechadura após o bater de porta denotava que a conversa chegava ao fim, o velho tinha se trancado e não queria mais papo, Joseph desde que conheci mostrou sagacidade e suas palavras eram guiadas pela racionalidade, suas ideias eram boas, porem.. - Você tem a razão, melhor seguir seu plano, por hora, eu vou ficar aqui. - Sorria confiante, ele até poderia ficar confuso. - Tem um ditado de onde eu vim. “A paciência é a fortaleza do débil, e a impaciência a debilidade do forte”, também tem outros ditados, mas como homem mais forte do mundo, essa é a que mais gosto.

Sentaria ao lado da porta da loja de armas. - Eu vou dá um jeito de falar com o velhote. Vocês devem seguir para o plano B. - De pernas cruzadas no chão e colocando a espada sobre minhas coxas, fitaria os marinheiros. - Vão lá!



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I - Aventura
Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Visão de criminoso

Sabe de uma coisa, até me identifico com esse velhote. Também no meu tempo a parada não era tão diferente. Essa turma de farda nunca conseguiam resolver os problemas dos cidadãos comuns até chegar em ponto que perdiam a confiança. Logo o serviço sobrava para Yakuza, assim ganhávamos respeito conseguindo resolver casos não terminados por esses otários. - OOoh, seu velhacoo! - Berraria. - Vou te mostrar o que um Yakuza de verdade pode fazer! Vou meter a porrada nesse ladrão, então é bom preparar uma boa recompensa. Tá me ouvindo?! - Batia meu punho na palma esquerda.

Logo em seguida, o engomadinha expressava sua ideia de qual seria o próximo o passo. - E quem você pensa que é pra ir dando ordens?! - Antes que pudesse dar seguimento, percebi a fisionomia desse comédia. Ele aparentava ser um cara bem experiente com a vida e possuía uma aura destemida e pude compreender que esse homem na minha frente queria tanto como eu resolver esse caso. Então, mudando um pouco a compostura, continuaria. - Sorte a tua. Até que não é uma má ideia o que você falou. Então simbora, bora parar de perder tempo aqui!

Após isto, iria junto com o soldado para o local indicado e ver a interrogação do boa vida. Enquanto conversavam, analisaria melhor o local e veria se tinha algum item incomum no estabelecimento, achando-o guardaria em meu bolso.  Além disso, constataria se havia algum tipo de segurança no local. Olharia para cada canto daquele local e enxergaria como um criminoso, passando na minha cabeça perguntas como: “Se eu fosse um ladrão, qual local seria mais apropriado de entrar? Onde posso me esconder? Quando você poderá pegar na minha?(Trolado rsrsrs)”

Coçando a orelha, seguiria com o show do interrogatório. - Blá, blá, blá. Quero é saber se você tem inimigos, tem algo a mais que está escondendo da gente? Deixa te dizer uma coisa, melhor, falar logo tudo antes que as coisa comessem a esquentar, se é que você me entende… - Aproximaria a minha cara da testemunha, enquanto abaixaria lentamente meus óculos maneiros. - HÃÃÃN?!

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Pippos
Sargento


Narração - 01
17:35 / Shells Town

Em meio aos problemas aparentes que os jovens em questão estavam tendo, uma leve brisa pairava por todos naquele instante. Era um ar doce que até parecia lembrar bons momentos, momentos de paz, até que um idiota careca, que se vestia de uma forma bem estranha, cheirando uma calcinha vermelha, enquanto viajava em seus pensamentos meio tarados, se aproximava dos três jovens que estavam de prontidão atrás de executar uma missão.

Ow, quem é esse palerma aí cheirador de calcinhas? Hahaha! – Gargalhou sem pestanejar. Nesse mesmo instante o careca virou sério para o mesmo: – Err.. qual o seu nome, guri? – Questionou em um firme ar de superioridade, como se, em alguns instantes, sequer estivesse cheirando calcinhas. – E por que motivos eu tenho que te dar satisfação, hein?! Não tá vendo? Eu sou um marinheiro! – O careca parecia não entender do que o bonitão falava. – Er... – Mas quando pensou em retrucar alguma coisa, o Bartho sequer pensou duas vezes e logo foi firme: – Isso mesmo, seu bosta! Fique sem palavras diante de mim! Hehehe. – O homem que acabara de ser completamente esculachado e ficado sem palavras logo virou-se a Blumayden e Takamoto: – Com licença, pequenos, ele é amigo de vocês?

Marines&Agiotas, não são o mesmo? - Página 6 3PTiAhT

Questionou como se, pelo menos eles pudessem dar alguma resposta direta. – Eu sou.. – Não deu nem tempo dele concluir sua fala, pois, dessa vez, ele foi, de fato, aparado. Para falar a verdade, tomou um socão diretaço no queixo que o mandou para longe dali. – Porque eu queria que depois alguém fosse avisar para ele que ele não faz mais parte da Marinha! Eu sou o Sargento Smith, o herói mais... – Em meio de sua apresentação, ele desapareceu e logo estava próximo por ali a uma mulher loira, tentando, provavelmente xavecá-la de alguma forma. Mas, em pouco, logo voltava caminhando em lentos passos e mostrando sua bochecha meio inchada, aliada à marca de uma mão no seu rosto que deveria ter sido devido a um tapa.

Ah, continuando, fui designado para dar suporte a vocês nessa missão., principalmente pelo fato de que podem haver problemas maiores além... Talvez tenha, entre esses ladrões um peixe mais chato. – Insinuou, apontando uma remota possibilidade, mas, de todo modo, já teriam o suporte de um Sargento em meio à simples tarefa de investigar um roubo. – Então, a parada é a seguinte, mudança de planos. Fui designado por ordens superiores para vir aqui, e agora a nossa relação vai ser diferente! Aquele batata não era nada além de um soldado experiente, afinal, sequer já ouvi falar dele.Suspirou e coçou um pouco a cabeça. – Não sei como foi passada a missão à vocês, mas estaremos lidando agora com uma investigação e busca de procurados bem problemáticos aqui na ilha: O Puri Puri Team. São uns bombados aí que tão fazendo zona na ilha. Primeiro vamos no bar! – Pontuou.

Caso embarcassem de cabeça na ideia, em poucos minutos, logo estariam em frente a um exuberante estabelecimento, e se entrassem, ainda poderiam ver um bar cheio de muitos homens que pareciam estar enchendo a cara com força em boas canecadas de cerveja. Além disso, ainda valia notar que havia uma única mulher que também estava a beber com vigor em uma mesa com muitos homens, e, a tal mulher parecia ser bem musculosa. Mas de todo modo, havia um careca de cavanhaque como barman do citado estabelecimento, mas o que os jovens fariam? Seguir mesmo nesse bar ou procurar outros caminhos e estratégias diferenciadas para caçar o tal grupo de bombados? Eis uma pergunta que apenas Blum e Taka poderiam responder.








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I - Aventura
Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Tensão no bar

- Puri Puri? Careca? Bar? Que diabos tá acontecendo aqui?! - Do nada uma avalanche de informações destroem toda a minha linha de pensamento que estava tendo na resolução do caso. Bem, mas de qualquer forma, não tínhamos evoluído muito mesmo.

O cabeça de ovo já chegava botando moral na parada, instintivamente percebia que o corno era diferenciado. Afinal de contas, não é toda pessoa que faz um marmanjo voar e leva um tapa da gostosa em alguns mínimos instantes. Sinceramente, jamais imaginaria um marujo fazendo tal ato…É meio estranho, mas meio que fazia-me lembrar repentinamente dos meus tempos de Yakuza - Ah, tanto faz! Vamo lá, bola de cristal! - Cuspiria no chão e iria até o referido bar.

Agora as coisas começaram a ficar interessantes, os culpados tinham rosto e nome. Assim facilitava ainda mais o trabalho, faltando apenas encontrar esses otários e fazerem conhecer a Marreta do Gorila e o Coice de Jumento.


Chegando no referido bar, chutaria a porta do mesmo e, após isto, daria uma encarada ameaçadora naqueles boa vida. Em seguida, andaria silenciosamente até o barman, sentaria-me na cadeira e cuidadosamente ajeitaria o meu penteado. - Ooh, chefia! Arranja uma bebida das boa aí. - Quando chegasse a bebida, tomaria a em um único gole. - Sabe de uma coisa… Eu odiaria que esse barzinho acabe sendo detonado... Seria legal você me falar o que sabe sobre esses tal de Puri Puri sei lá das quantas, careca dois. - Abaixaria os óculos e olharia diretamente em seus olhos. Se alguém se incomodasse com a pergunta, responderia. - Que foi? Apenas quero resolver as coisas civilizadamente.

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Marines&Agiotas, não são o mesmo?
 

Poucas situações poderiam ser tão estranhas quanto aquela, foi instintivo, não havia como desviar o olhar, aquele brilho e suavidade, a careca do sargento Smith era inconfundível. Tirando sua grandiosa falta de cabelo, a missão parecia voltar aos trilhos, levantei do chão batendo nas minhas calças sujas e voltei a atenção ao presente. O velho não queria passar informações e Smith tinha uma ideia de abrir caminho sobre o Team Puri Puri, antes não havia alguma coisa e agora temos um nome para os ladrões. Sinto que até gostei de Smith, mandar para longe o soldado arrogante e seu jeito rápido de importunar mulheres, sua demostração de força e coragem não eram nada comuns.

Sou Takamoto Lisandro, o homem mais forte do mundo. - Diria sorrindo apresentando diretamente meu majestoso título. - Vamos pegar os Puri Puri. - Afirmaria com determinação enquanto seguiria nosso superior. Não seria sensato entrar em um bar anunciado seus reais objetivos, o plano teria que ser bem estruturado, mas notava a face insana do topetudo, ele tinha a cara de alguém que iria quebrar a porta da frente e quebraria todas as pessoas que apareceriam em seu caminho. A questão é porque não aproveitar de tal engajamento?

O homem mais forte de tudo deve visualizar sempre a vantagem no pior dos casos, derrotar o pessimismo e superar obstáculos foi o que me fez ser o mais forte. Não sabia ao certo como Smith reagiria toda a situação, mas eu criaria uma chance de prosseguir com a missão. Aproveitaria de todo o balbucio de Blum e iria logo atrás, ergueria os braços em sinal de calma. - Não traremos problemas, podem aproveitar a bebida em paz. - Acompanharia o maluco ao se sentar no bar, o idiota perguntava sem preliminares sobre os ladrões, já eu, esperava que sua voz fosse alta o bastante para todos ouvirem.

Buscaria reações adversas em todos os clientes do bar, se houvesse algum membro do grupo criminoso ou qualquer um com relação a eles, fisgar um olhar torto ou medroso não seria tão difícil e criar uma lista de suspeitos poderia facilitar o trabalho.



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Narração - 01
17:35 / Shells Town



A frustração do pensamento de um caso que parecia resolvido, mas não estava, tomava conta de Blum; mas era logo esvaído pela careca monumental daquele superior. O sentimento era compartilhado com Takamoto, o homem mais forte do mundo, que havia ficado admirado com os maneirismos da Bola de Cristal, seu jeito de tratar soldados inoportunos e a maneira como importunava mulheres de maneira respeitosa eram como ideais a serem seguidos, colocando a dupla de marinheiros de volta aos rumos daquela missão um tanto quanto confusa.

Andando pelas ruas de Shells Town, com a liderança de seu novo líder, não demorava até que encontrassem o bar citado pelo Sargento Smith onde encontrariam pistas sobre os Puri Puri Team, cujo nome se estendia gloriosamente em sua fachada: Death Dance. Blumayden, como sempre, entrava fazendo barulho: chutando a porta frontal e atraindo a atenção do bar inteiro, inclusive do careca sentado degustando sua bebida. A expressão no seu rosto, no entanto, continuava inalterada. Após a sua entrada chamativa, aos poucos o bar ia retomando sua vida, até que voltasse à normalidade quando o ex yakuza sentava no balcão e pedia por sua bebida.

Enquanto o careca limpava os copos e enchia um desses para entregar ao marinheiro, o último fazia um questionamento que não deveria ao barman. Sua expressão se tornava um pouco mais odiosa, e antes que sua boca abrisse, Takamoto chegava para acalmar o ânimo do homem. Sentava-se, então, ao lado de Nakamura, analisando o bar inteiro que ouvia os questionamentos indevidos de seu parceiro. Sua intenção, no entanto, poderia ser quebrada assim que Blum terminava sua frase em uma expressão soberba. Nesse momento, todos do bar olhavam para eles como se houvesse cometido um grande crime. Sargento Smith, enquanto isso, tratava de paquerar a única mulher naquele recinto, rodeada por homens e musculosa igual ele.

— Olhem só rapazes, esse homenzinho aqui quer mamar e não sabe como pedir! — nesse momento, todos desabaram em gargalhadas, demonstrando que não possuíam respeito nenhum pelo rapaz que estava ali. Soubessem ou não que ele era um marinheiro, daquela forma ele não iria encontrar as informações que queria, muito menos terminar a missão da maneira que necessitava. — Pense muito bem antes de vestir essa farda nojenta e entrar no nosso bar. — dizia o homem, agora com uma expressão mais sólida e rancorosa enquanto estralava seus punhos. Se ele quisesse briga, então briga ele teria.


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Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
Takamoto Lisandro
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Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Post 15°




Opa, opa, opa. Eita, eita, eita. Pode parando aí! - Falei apontando o dedo para o semblante de um homem furioso, cada estralo ocasionado pelo palpitar de violência era o insumo de uma briga, dado ao que sei sobre o Topeteman, dispensar uma briga não era de seu feitio. - Me permita dizer, não queremos lutar. Muito pelo contrário, queremos ajuda. Sou Takamoto Lisandro, o homem mais forte do mundo! - Sorriria. - Serei honesto, tem pessoas que foram prejudicadas, senhores que tiveram seus esforços jogados no chão. Para mim, não existe nada pior do que gozar dos esforços de alguém. - Apertaria meus punhos os jogando no ar e abrindo a mão em direção aos clientes do bar. - Eu prometi as vítimas que pegaria os criminosos, um homem nunca deve quebrar suas promessas, então imagine o poder da palavra do homem mais forte do mundo.

Compreenda, irei capturar os infratores e cumprir com meu pacto. - Tinha honestamente exposto a conclusão final, o destino já foi traçado e se ele ditar algo diferente, bastaria apenas quebra-lo em pedaços. - O Team Puri Puri verá seu fim, é uma das certezas do mundo. - Não atacaria ninguém, buscaria acabar com toda a moral do grupo de piratas, minhas falácias atingiriam o ego dos criminosos se ali estivessem presentes, porém nada adiantaria se não houvesse honra para ferir.

Profetizando possíveis maneiras de escapar de uma luta desnecessária, não adiantaria nada se o que eu falasse servisse apenas para colocar lenha na fogueira. - Se tiver que brigar, que briguem então. - Se este fosse o caso, deixaria o maldito topetudo acabar com os loucos dispostos a atacar a marinha, sentaria no banco do bar e olharia para o barman. - É melhor falar enquanto aquele ali ta ocupado, se ele desocupar, se pá sobre pra tu mais tarde. - Olharia para o copo vazio. - Uma dose de sorte.

Teria de prestar atenção nos clientes, algum deles poderia denunciar uma movimentação estranha ou uma pista, a saída dos fundos seria o plano A em uma fuga. - O bar se encontra cercado, somos apenas a infantaria, a porta dos fundos está destrancada? Esperamos por isso. Bem.. Se você tiver qualquer envolvimento com os criminosos, é melhor falar agora, eu não posso te livrar de nada. Sou o novato, o homem mais forte do mundo, mas um novato na marinha. Mas aquele cara ali. - Apontaria para a ilustre careca do meu superior. - Ele pode te salvar. - Uma meia mentira? É uma mentira bondosa, se o barman facilitasse seria bem melhor do que voltar ao poço escuro da ignorância.








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I - Aventura
Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Briga de bar

- Quem aqueles bandos de mariquinhas pensam quem são? Ah, meu amigo. De hoje eles não passam. - Apertava os punhos e rangia os dentes. Se eles queriam me irritar, conseguiram. Antes que pudesse tomar uma atitude, o ruivo atrapalhava-me novamente com os papos de não quer confusão e um monte de baboseira…

- Sai da frente, mané! - Iria me pôr na frente de Takamoto, em seguida, retrucar a provocação anterior. - É verdade, quero mamar … A TUA MÃE, FELA! - Rodaria meus ombros para esquentá-los para batalha feroz. - Que foi? Tá com cara de que mamou na égua! BUSHIBABABABABA! - Caso percebesse algum sinal de avanço para briga, indagaria imediatamente. - Opa, opa… Tá mesmo a fim de acabar com um bar tão bom? Vamos fazer a parada mais interessante aqui, que tal… Decidirmos isso em uma quebra de braço? - Caso recusasse, induziria ainda mais. - Tá com medinho? E essa cara aí te que tirou leite do boi? Vai ou racha?

Você deve estar se perguntando dessa súbita mudança de atitude, porque eu não quis quebrar a cara desses elementos de uma vez só. Bem, é verdade que nem tudo o que o cabeça de pimenta disse estava errado, tínhamos falado que resolveríamos o caso, então não poderia acabar com esse único rastro de pista que conseguimos. Olharia para os marinheiros e moveria minha cabeça levemente para baixo, demonstrando o sinal que deixassem o resto com eles. Bem, em todo caso, não vou mentir, ainda quero arrebentar a cara desses otários e quebrando o braço dele nessa brincadeira, seria uma sensação ótima.

Caso aceitasse, gritaria. - BOOOORAA LAAÁ! É melhor não se arrepender. - Desse modo, já começaria com meu plano para ganhar daquele infeliz. Caso eles indicassem a mesa que haveria o confronto, diria. - Opa, como eu posso saber se essa mesa não foi alterada por algum de vocês, por acaso querem me enganar? Acho justo eu escolher… Aquela mesa ali, está boa. - Escolheria a mesa que pudéssemos disputar sentados. Após isto pegaria uma cadeira e demoraria um tempo para averiguar se estava tudo ok e então iniciaria o confronto com o infeliz.

- É melhor você não chorar. - Colocaria o cotovelo sobre a mesa e encararia meu adversário. Dada iniciado o embate, seguraria o punho do oponente e forçaria todo o meu corpo e meu braço para tentar ganhar do mesmo, impulsionando meu centro de gravidade para acabar com a raça daquele cuzão. Enquanto a disputa rolasse, começaria a insultar de várias maneiras envolvendo piadas de MAMAR, que por algum motivo ficou na moda ali.

Ah, você deve está se perguntando porque escolhi duelar em uma mesa que ficássemos sentado e ficar xingando ele, é bem simples o motivo: para poder trapacear. É como no Kung Fu, nem tudo é força, mas também malandragens. O objetivo era que a plateia só olhassem para os braços, dessa forma, não focando a atenção nas minhas pernas. Se sentisse que ia perder ou ficasse bastante disputado, gritaria para ficarem a atenção ainda mais no embate, então em um movimento rápido, tentaria quebrar uma base da mesa com um chute, de modo que a gravidade derrubasse o oponente com tudo.

Ganhando ou não a disputa, saberia que havia ganhado um tempo para os patetas conseguirem achar alguma nova pista.

Na hipótese de não aceitar o desafio, então analisaria quantos oponentes haviam no bar para meter a surra neles.

Histórico:

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Eae, qual foi?

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Pirata


Narração - 01
17:35 / Shells Town



Takamoto Lisandro, mesmo sem muita habilidade com as palavras, tentava forjar um caminho em que não houvesse conflito. Dizia palavras bonitas e inspiradoras, sobre ajudar os mais fracos, cumprir promessas e acabar com o Team Puri Puri. Aos poucos, seu carisma contagiava as pessoas no Death Dance, quase fazendo aqueles bandidos imundos acreditarem que a justiça existia. - Sai da frente, mané! - O detestável Nakamura Blumayden jogava o herói para trás, quebrando completamente o momento. - É verdade, quero mamar … A TUA MÃE, FELA!

A mulher musculosa se levantava, raivosa, sem dar tempo para que ele pudesse falar qualquer outra coisa. - Não se atreva a falar assim da Dona Belmira. - Rangia os dentes e cerrava o punho, despejando um soco na direção do rosto de Blumayden.

Entretanto, Smith puxava o seu recruta para trás, recebendo, ele mesmo, o soco no rosto.

Se mantinha inerte, com o punho pressionado contra a sua bochecha. - É. Foi um bom soco. - Dizia de pé. A tensão se espalhando como gás inflamável.

Se fosse algum outro marinheiro, talvez até pudessem pensar que foi um ato heróico. Contudo, tratando-se de Smith, a realidade era evidente. - Se-seu... SEU TARADO! - A musculosa gritava, e todos os outros bombados se levantavam para espancar Smith.

O marinheiro tomou diversos socos dela, um atrás do outro. Apesar da manzorra e de toda a potência daqueles socos, o marinheiro parecia estar no céu.

- Ei, o Team Puri Puri não vai deixar isso barato. - Três homens musculosos, que estavam à mesa com a mulher, já estavam se dirigindo ao Sargento. Nesse momento, entretanto, ele segurava a mão da sua algoz. - Ei, ei, ei... Não me entendam mal. Eu não tolerarei apanhar de homens. - Seu tom era sério e mortal. E em um instante o tom sumia, ao tomar o soco seguinte no estômago, voltando a sorrir como se deitado em um mar de rosas.

Agora que todos os homens haviam se levantado, era possível ver o corpo menor de uma moça franzina na mesma mesa, que provavelmente estava tapada pelo Team Puri Puri e seus membros gigantescos. Ela usava uma boina e fumava um cachimbo, calada, assistindo à luta.

Seus olhos encaravam Takamoto, mas logo uma silhueta monstruosa a cobriu novamente. Era um dos monstrengos, acompanhado por outro amigo, tão grande quanto.

Um terceiro ia na direção de Blumayden. Além disso, segurando uma cadeira de bar fechada como arma, o garçom careca também se dirigia ao topetudo com intenções malévolas.

O Sargento em comando da missão estava muito ocupado apanhando de uma mulher bonita. Os dois teriam de se virar para conseguir as pistas e sair daquela situação bizarra.

- Isso mesmo. Nós, do Team Puri Puri, praticamos os roubos. Mas agora vamos espancar vocês até esquecerem que dissemos isso! - Um dos musculosos falava. A garota ao fundo do bar, ainda serena e séria, fumava seu cachimbo e apoiava os dois pés cruzados na mesa. Quem era ela? E o que fazia cercada do time de halterofilistas?

Garota Misteriosa:


Histórico:

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Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Post 16°




A cena foi do jeito que imaginei, as vezes não se pode domar um touro que ver uma capa vermelha a sua frente, use isso ao seu favor e quem sabe um dia se tornará alguém tão forte quanto eu. - Vamos ver o desfecho. - Não acho que o topetudo precisaria de ajuda, tinha mostrado sua força carregando os caixotes no teste de entrada da marinha, enquanto ele os distraia, teria que completar nosso real objetivo.

Não tinha como saber quem poderia ser afiliado ao grupo de criminosos, tinha que elevar minha percepção, rapidamente vi um vulto se mexer em direção a mulher musculosa que por sua vez se ofendeu pelos palavreados do valentão lhe desferindo um soco. A sombra veloz era nada mais, nada menos que Smith, nosso sargento salvando o topetudo de levar um direto na cara, a primeira impressão que deixou lhe considerei um homem forte e agora poderia confiar nele, ao menos se ele não tivesse com um sorriso safado ao receber o ataque da moça.

É um tarado. - Conclui batendo um punho fechado na palma da outra mão, e para facilitar, parece que os piratas resolveram se apresentar, um grupo de marmanjos musculosos, senti um certo desconforto, isso tudo não foi fácil demais? Na mesa ao qual o auto denominado Team Puri Puri surgiu, uma figura inerte permanecia sentada, tragava seu cachimbo com calma encarando toda a situação como um filme assim como eu. Levantei de súbito, iria me dirigir em direção a mulher até que um par de peitos surgiu em frente ao meu rosto, olhei para cima e podia jurar que nunca vi mais feios. - Licença. - Encostei a mão na lateral do sujeito e inclinei para o lado, a mulher continuava lá, mas com as pernas na mesa aproveitando o show com desdém.

Fiz um beicinho encarando sua presença, o musculoso abria a boca para falar algumas asneiras, não se pode confiar em tudo que se ver ou ouve, para acreditar em algo se deve ver e ouvir, nunca os dois separados. - Rapazes, cavalheiros, caras.. Se não me ouviram bem, sou Takamoto Lisandro, o homem mais forte do mundo. Não acho que devam desafiar a mim, mas para se crer devem visualizar a realidade, que seja assim então. - Não direcionaria minha mão a espada embainhada, iria fazer o correto, virar as costas e correr para o bar.

Dois contra um é praticamente apanhar de graça. - Falaria olhando para o sargento e seu prazer bizarro de apanhar, buscaria pular sobre o balcão do bar e se possível atingir qualquer sujeito que tentasse me impedir com a espada embainhada, se o barman fosse hostil, teria que desnorteá-lo com um golpe horizontal na cabeça ou pegar uma de suas bebidas e sem hesitação atingir seu coco.

Não podia deixar os dois musculosos ditarem o ritmo da luta, teria que dividir e conquistar. - Tão lentos quanto uma lesma. - Pegaria mais algumas garrafas e jogaria contra os sujeitos, não queria necessariamente feri-los, mas ao menos deixar o cheiro de álcool ainda mais forte e atrasa-los um pouco. - Melhor não serem fracos pra bebida. - Quebraria uma garrafa e pegaria de forma sorrateira alguns cacos de vidro, viraria para correr para longe deles um pouco mais. - Tentem me pegar se forem capazes, quero ver me agarrarem pela gola. - Daria a língua para eles e voltaria minha atenção para fugir, passaria por cima de mesas, balcões, cadeiras se fosse preciso.

De forma oportuna, pegaria os cacos de vidro e os colocaria na minha boca, poderia até cortar minha toda a boca, mas era preciso para o que tinha teria de vir. Queria os deixar enfileirados, se ambos me cercassem seria o fim, pegaria a espada em mãos quando fosse o momento, e buscaria derrubar o primeiro mirando na junta de suas pernas em um movimento sagaz.

Derrubando o primeiro, queria poder finaliza-lo, mas o segundo fisiculturista estava no meu encalço, talvez ser veloz não fosse o bastante, ele poderia me desferir um golpe ou me segurar, tentaria desviar com bloqueio da espada em um golpe direto, já agarrões seriam difíceis de em ambientes fechados, essa seria minha perdição ou poderia ser isso que achariam.

Durante o enfoque de ser preso a qualquer momento, acreditaria que as garrafas de álcool jogadas anteriormente disfarçassem o cheiro de bebida em mim também, juntaria folego e cuspiria com força os cacos de vidro nos olhos do sujeito. Um sorriso marcante e louco viria em seguido em conjunto com a beleza da minha espada, um corte limpo vertical na cabeça do inimigo, a lâmina embainhada não o mataria, mas seria perfeito se ele desmaiasse. - Takakakakaka! - Riria alto, mostraria a eles, o poder do homem mais forte do mundo!

Tomaria distância, passaria a mão nos meus lábios rubros e apontaria a espada para a mulher misteriosa e depois em direção aos inimigos restantes. - Não tema! Não fuja! Não desista! - Pegaria com o cabo da espada com ambas as mãos, mesmo ferido ou cansado de toda a confusão, sorriria determinado. Sem minhas armas especiais, não teria como utilizar a estilo marcial do homem mais forte do mundo, teria que recorrer ao básico evitando golpes diretos e desviar, evitando ficar contra a parede.








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I - Aventura
Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Briga, briga, briga!

- BUSHIBABABABABA!!! Agora que a feeestaaa começoouuuu! - Um ânimo preenchia todo meu corpo e um sorriso se desabrochava do meu rosto, finalmente começava a sentir-me como eu das antigas. Essa sensação maravilhosa de estar em desvantagem em uma briga deixava-me em êxtase, agora podia mostrar para eles quem que era o fodão da parada.

Dois contra um, não podia ser melhor. Esses marmanjos iriam conhecer meus dois melhores amigos, o Chi e o Bata! A dupla infalível.

Meu compadre, eles realmente pensam que eu vou ficar aqui desesperado aguardando eu ser atacado? Não conhecem meu estilo, um verdadeiro Yakuza sempre ataca primeiro.

Você já deve imaginar quem eu iria atrás, era aquele merdinha que tinha que apelar para uma cadeira. Seguinte, esse gorila das montanhas merecia nada mais e nada menos que um... - ATAAAQUEEE DAAA… - Em uma investida rápida, efetuaria um soco em direção a cadeira, como você bem me conhece, fazia tal atitude para o oponente recuar a cadeira e me dar tempo de aplicar a conhecida técnica da... - ANAAACOOONDAAAAAAA! - Aproveitando a impulsão do soco, abruptamente giraria meu corpo, enquanto abaixava-me para poder aplicar uma rasteira giratória.

Acertando ou não, levantaria-me e continuaria com a perseguição atrás do carecudo das bebidas. - Aproveita e dar uma provada aqui no drink que criei… - Pularia na direção do infeliz e tentaria me aproximar o máximo possível, com a mão direita agarraria alguma parte de sua vestimenta e gritaria. - ACOOOORDAA COORNOOO! - Daria um chute longo nas partes baixas do infeliz. Caso errasse o lendário golpe, faria um salto com a perna que estava livre, e aproveitando que a perna a qual ataquei o marmanjo estava em prontidão, tentaria dar uma voadora nos peitos do corno manso, se é claro, ele estivesse na minha frente. Caso estivesse ao lado, faria um chute giratório em direção ao homem alce.

Agora, independente do otário, iria ao inquilino mais próximo para ensinar mais ataques do nosso adorado Kung Fu. - Diretamente patrocinado dos irmãos CHI e BATA, aí vem o ataque do TIGREEEEE RAIVOSOO CHEIO DE RAIVAAAA!!! - Flexionando os dedos feitos garras, faria dois golpes simultâneos, um em direção a região um pouco abaixo do peito e outro nos olhos. Segundo meu mestre, um soco bem dado na região dos peitos ou como ele gosta de chamar nexo soldar, sei lá qual é o nome dessa porra, enfim, irá reduzir a capacidade do cara respirar, seguidamente, um dano nos olhos prejudicará… Ah, quer saber? Isso não precisa explicar.

Não podia deixar de esquecer os casos de defesa. Se viessem com ataque na parte superior do corpo, tentaria dar um salto para trás a fim de esquivar-me, caso não fosse possível, posicionaria meus braços em forma de cruz para poder bloquear o ataque. Caso percebesse alguma brecha na defesa do oponente, por exemplo, deixar a região do estômago exposta ou parte do peito, chegaria rapidamente com uma joelhada, seguido de um soco na cabeça do inimigo.

Se ocorresse algum atentado contra mim na região inferior do corpo, saltaria e espertamente tentaria aplicar um chute giratório no infeliz.

É claro que tinha a hipótese da galera se emputecer logo comigo, afinal de contas eu era o maioral de lá, então poderiam me cercar. Por isso, fugazmente pegaria uma cadeira e executaria. - FURACÃAAAOO DA GAAARÇAAA!!! - Rodaria juntamente com a cadeira para afastar os palermas para longe de mim, caso conseguisse, jogaria a cadeira ao alto na direção de algum dos criminosos, em seguida saltaria para poder chutar a cadeira no ar, fazendo um movimento de cima para baixo. O alvo? a cabeça do ladrão escolhido. - ARRAAANCAAA PERUUUCAAAA!!!

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Narração - 02
17:40 / Shells Town



O careca usando a cadeira como arma se aproximava do Yakuza. - ATAAAQUEEE DAAA… - Delirante e como se estivesse em mundo paralelo, Nakamura acertava a cadeira, desequilibrando o garçom. - ANAAACOOONDAAAAAAA! - Sua rasteira tinha tamanha potência que fazia o careca girar duas vezes no ar, caindo de nuca no chão de madeira do bar.

Com uma expressão de pavor e já completamente arrependido de ter se metido com alguém tão insano, o deficiente capilar parecia implorar com os olhos, conforme era pego pela camisa e levantado do chão. - ACOOOORDAA COORNOOO!

As bolas do coitado soavam como um sino de combate, e seu pescoço se esticava como se a cabeça fosse saltar. Desfalecido como uma bexiga esvaziada, ele caía no chão.

O homenzarrão musculoso que estava também desafiando Blumayden encarava aterrorizado, mordendo as unhas com os tríceps gigantescos encostados à barriga, completamente apavorado. - Diretamente patrocinado dos irmãos CHI e BATA, aí vem o ataque do TIGREEEEE RAIVOSOO CHEIO DE RAIVAAAA!!!

Os dois punhos de Blum iam na direção do gigantesco e...

....Um som de impacto poderia ser ouvido. Era o Sargento Smith apanhando. Neste momento, sua perna direita fraquejava e ele caía de joelhos. A mulher do Puri Puri Team, completamente enojada, acertava mais um soco em seu rosto, e o homem pendia para trás, com o olhar de alguém que estava tonto e o sorriso de alguém no ápice do prazer. - Doce dama...

- ....Rapazes, cavalheiros, caras.. Se não me ouviram bem, sou Takamoto Lisandro, o homem mais forte do mundo. Não acho que devam desafiar a mim, mas para se crer devem visualizar a realidade, que seja assim então. - Saía correndo e pulava por sobre o balcão por pouco, quase tropeçando.

Os homens iam atrás dele, ao que respondia lançando garrafas. Apesar dos alvos enormes, não conseguia acertar nenhuma deles, apenas atrasá-los um pouco.

Em uma fuga que era um completo fiasco, Takamoto Lisandro tropeçava por cima de mesas, se batia contra cadeiras e quase caía algumas vezes. - Tentem me pegar se forem capazes, quero ver me agarrarem pela gola. - Dava língua para eles e, nesse momento, tinha uma péssima ideia, que apenas alguém com uma mentalidade louca e destemida seria capaz: colocava cacos de vidro na própria boca e saía correndo.

Continuava correndo planejando fazer um inimigo ficar na frente do outro, de forma que aquele à sua frente servisse como escudo humano para ataques daquele atrás dele.

Neste momento, usando suas habilidades acima da média com a arma, Takamoto acertava o joelho do halterofilista, fazendo com que o corpo do inimigo fosse seu próprio algoz, uma vez que a perna machucada tinha que sustentá-lo. O homem caía e então, aquele logo atrás dele, tentava segurar Lisandro, que cuspia cacos de vidro em seu rosto, tendo a possibilidade de acertar com a arma embainhada no meio do seu rosto, fazendo-o cair.

Logo após isso, percebia que sua língua e a parte interna de suas bochecas estavam bastante feridas, tanto devido à corrida quanto à pressão necessária para cuspir o vidro.

No mesmo instante, Blumayden lançava seu outro adversário longe com o soco duplo.

E o Sargento Smith caía no chão, completamente ensanguentado, mas como se estivesse no paraíso.

Os outros musculosos no bar estavam de pé, cercando os marinheiros, mas a mulher misteriosa de outrora se levantava. Com um gesto de mão, ela fazia todos os outros pararem.

Caminhava um pouco, recostava-se na mesa. Se movia de maneira fria e calculista, com bastante classe, piscando devagar e de forma sedutora. Sua boina recobria seu rosto com uma sombra, a deixando ainda mais misteriosa.

Levava o cachimbo à boca.

Com um isqueiro prateado, começava a acendê-lo.

Mas o isqueiro se apagava. Então, tentava acendê-lo de novo, mas o isqueiro se apagava novamente. Piscava duas vezes, bastante chateada. Chacoalhava o isqueiro mais uma vez. Tentava acendê-lo. O conteúdo dentro do cachimbo começava a soltar fumaça, e então o fogo morria novamente. Suspirava fundo. Aquilo havia acabado com a sua entrada estilosa.

Desistia de fumar.

- Pode parar, Johanna. - Dizia para a mulher musculosa do Team Puri Puri. Então, olhava para o marinheiro ruivo. - Você disse algo que me interessou. Takamoto Lisandro, hã? O homem mais forte do mundo. Aquele que nunca quebra as suas promessas. Imagino que você deva se achar um herói, não é? - Sua forma de olhar era penetrante. Levava o cachimbo de volta à boca, e Johanna pegava um fósforo para acendê-lo. O fumo finalmente era aceso. Ela dava uma longa tragada, soltando a fumaça logo após. - Você compreende que o que o Sargento Smith, essa poça de sangue imunda no chão, acabou de fazer com a Johanna é assédio, hã? Me pergunto como você, um dito herói, se permite ser comandado por um traste assim, sem se sentir um completo hipócrita. - Levava o cachimbo à boca mais uma vez.

A fumaça saía de sua boca novamente. Sargento Smith permanecia com sua expressão de tarado. Provavelmente não conseguiria se mover tão cedo.

- Bom, você disse que nós somos criminosos. Está enganado. - Olhava nos olhos de Takamoto. - Bom, na verdade, nem tanto. Mas não somos muito diferentes de vocês. Eu me chamo Tammy, Tammy Purity. Sou a líder por trás do Team Puri Puri. Nós somos... Como se pode dizer... Investidores de pequenos negócios. As lojas que nós roubamos, na verdade, não foram roubadas. Apenas pegamos o que já havíamos investido de volta, pois eles estavam nos devendo. As lojas só prosperaram, para começo de conversa, por causa da nossa ajuda. Do meu ponto de vista, são vocês que estão protegendo os bandidos. - Voltava a tragar o charuto. Cruzava as pernas. - Se alguém houvesse roubado dinheiro de outra pessoa, vocês, marinheiros, iriam atrás de prender os ladrões, hã? Por que eu não posso fazer os meus homens recuperarem meus investimentos? Fazer as minhas próprias cobranças? - Desdobrava as pernas, dessa vez, as dobrando em ordem invertida, com uma por cima da outra. - Marinheiros e agiotas não são tão diferentes. - Olhava também para Blumayden dessa vez, deixando o seu fito percorrer todo o bar.

- Eu não quero problemas com a justiça. Se realmente acreditam que eu sou culpada, me levem. Eu não irei resistir. - Apagava o charuto, o guardava no bolso da camisa e estendia os pulsos, como se estivesse se permitindo ser algemada. - Ainda falta bastante para vocês entenderem essa cidade...




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Idiotas vs Imbecis

Ai, ai, isso me deixava bastante puto. Rodaria meu pescoço, enquanto o massagearia com minha mão direita. Não podia acreditar naquele fato, tudo que a gente estava fazendo até agora era apenas lutar com um bando de otários. - Muito bem, sua reclamação foi anotada e enviada para o departamento do foda-se! - Sorriria com os olhos esbugalhados, para deixar a gasosa em choque.

Então é isso que chamam de Yakuza nutella, hein. Ao meu ver, eles não passavam de um bando de amadores no qual não sabiam executar o seu serviço direito. - Marinheiros e agiotas são quase a mesma coisa? Não me faça rir, um agiota de verdade nem se dar ao trabalho de realizar as cobranças, os próprios proprietários sabem o que devem e pagam devidamente. - Com uma risada sarcástica, continuaria. - Como vocês esperam que os donos paguem o que devem se você tirar os pertences da loja deles? HÃAAAN?!!! Se eles não te pagam, é porque você não tem moral alguma, nunca sequer construiu uma relação com eles e veem vocês como algoz. Não te respeitam, apenas temem você. Não é à toa que eles foram procurar os mariquinhas da marinha. - Ajeitando o meu incrível topete, indagaria. - Vocês não passam de vermes, do mesmo tipo que corrompeu a verdadeira Yakuza! A Dona Belmira sentiria vergonha. - Enfim, daria a cartada final. - Eu não sei bem o que significa a palavra Justiça, mas para mim acabar com a raça de um bando de cuzões é bastante justo. E o que vocês acham? - Perguntaria ao taradão e ao ruivo, já aquecendo os punhos.

- Então o homem mais forte do mundo depois de mim concorda também. - Estranho pela primeira vez sentia o ar de companheirismo vindo do zé colmeia. - Mas… Que porra é essa? Esse arrombado realmente comeu vidro? Acho que nunca vi alguém tão louco assim. - Olhava de cara feia para o maníaco, pois a dor que ele estava sentindo devia ser horrível e olha que passei por muita coisa.

Em seguida aquele doido das ideias chamava por um apelido e isso deixava-me logo puto. - Vai se FERRAR! Me chame de BLUM, seu cuzão. - Após isto, aproximava-me e começava a falar sobre um tal de um plano o qual ele tinha elaborado. - Nem precisava pedir, já ia fazer isso mesmo. - Realmente aquele homem era insano, mas meio que gostava um pouco da coragem dele.

Então vamos lá, rapidamente pegaria uma mesa de bar que estivesse próxima. - Ainda não é natal, mas pode ficar com um presentinho. - Rodaria a mesa no meu próprio eixo a fim de conseguir impulso, por fim jogaria a mesa na direção da líder do vândalos. - Vaaaai que é tuuuaaaaa, TAAAAFAAREEL!!!

Bem, se esse tal de plano não funcionar estamos é ferrados. - BUSHIBABABA! - A tensão que ocorria animava ainda mais o espírito. Não tinha muita escolha a não ser bater em tudo que se movia.

Correria selvagemente em direção ao infeliz mais próximo e daria um soco em sua face, seguido de uma cotovelada para dar uma apagão logo no futuro careca. - HUUUOOO! - Na sequência, seguiria com meu golpes a quem estivesse ao meu alcance. - HAAIAAA! - Um pequeno salto seguido de uma joelhada, errando ou acertando, astutamente o ataque se tornaria em um chute. Para o próximo embate, faria um chute baixo na direção dos joelhos do canalha e surpreenderia o inquilino com ataque do tigre nos peitos do oponente. Enfim, me tornaria uma máquina de Kung-Fu, sairia metendo a porrada em todos.

Para ataques altos, tentaria bloquear com a antebraço e em seguida dar o soco no estômago do adversário. Ataque baixo, tentaria pular e aplicar um chute reto na fuça do infeliz, errando ou acertando, completaria com um chute na horizontal de cima para baixo.

Histórico:

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Eae, qual foi?

#cc99ff - Pensamento
#ffffff - Fala

Marines&Agiotas, não são o mesmo? - Página 6 Qcj2Qdg