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Um RPG narrativo baseado no universo de One Piece, obra criada por Eiichiro Oda.
 
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 [Narrada/Aberta] Lia, a Guerreira do Mar

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MensagemAssunto: [Narrada/Aberta] Lia, a Guerreira do Mar   [Narrada/Aberta] Lia, a Guerreira do Mar EmptyTer Mar 12, 2024 11:41 pm

Lia, a Guerreira do Mar

Participantes: Australia / Rarity Bell
Localização: Swallow - North Blue
Modalidade: Narrada
Invasão Livre: Ligada


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Última edição por ~ºLiaº~ em Qua Mar 20, 2024 5:33 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [Narrada/Aberta] Lia, a Guerreira do Mar   [Narrada/Aberta] Lia, a Guerreira do Mar EmptyQua Mar 13, 2024 12:18 am

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Já era de praxe ser a maior dentre os demais, mas se sentia até um pouco constrangida em chegar na base da Marinha de Swallow e ver todos aqueles marinheiros, prezados guerreiros, cada um com suas histórias pessoais de procura e captura de frotas piratas, combates épicos em alto mar, lutas em que deveriam proteger civis enquanto os covardes os ameaçavam, dilemas morais e sempre focados na justiça. Ok, talvez houvesse um ou outro que não fosse assim tão majestoso e fizesse o mínimo, porém isso já era um patamar muito acima de uma mera civil que lia quadrinhos e o máximo que fazia para ajudar a população era uma eventual ajuda no campo.

Juntou os joelhos e limpou o suor frio de nervosismo, precisava tomar coragem para ingressar... Não, dar o primeiro passo para a conquista de seu sonho e prender todos os Príncipes dos Piratas. O uniforme dos marinheiros eram tão legais e eles estilizavam como conseguiam, porém sempre se mantinha o padrão azul e branco, meio formal. Queria um daqueles, queria ser como eles, a motivação tinha, mas sentia uma trava para ir até lá.

Alta, rechonchuda e de ritmo fraco, não tinha fôlego ou vontade para se esforçar. E se fizessem um teste físico? Teria que correr ao redor da base? Algum teste de força com outros marinheiros mais capacitados e treinados? Seu estômago roncava, a provocando para sair dali e ir comer alguma coisa. Para castigar sua barriga, agarrou suas gordurinhas pelas laterais como se punisse uma criança bochechuda, mas só sentiu mais vontade de preencher o nervosismo com algum lanche rápido. Precisava ser forte e não cair na tentação da desistência se queria ser uma tal qual Sora.

Com o passo decidido, o olhar desafiador escondido pela franja, aproximou-se dos portões da Marinha, olhou para os guardas e não disse coisa alguma, apenas se abaixou, abraçando o ventre enquanto o mesmo fazia sons de fome. Com a voz arranhada pelo choro e pela vergonha, ditou com bem menos convicção que queria:

- Marinheira, moço. Como posso me tornar uma e prender piratas, ajudar os Blues e me tornar uma integrante de valor com aventuras incríveis pelos mares? - Havia mais um ronco e era como se alguém viesse por trás e a encostasse com um metal gelado, pois dava um grito (estridente e rápido, quase como um ratinho fazendo "squick") espantado, arregalando o olhar que talvez fosse visto entre os fios da franja que balançavam.

Sem jeito, se levantava na totalidade de seu tamanho, mas curvava um pouco as costas, se encolhendo e pedindo desculpas com as bochechas rubras.

Parecia fraca e tímida, não exatamente mostrando a imagem que almejava em sua cabeça, usando a bandeira da Marinha como capa, usando um uniforme legal e devastando frotas piratas apenas com um relance do seu olhar oculto. Precisava mostrar mais firmeza para os guardas, então manteve a postura e colocou as mãos na cintura, olhando para cima, procurando a bandeira de gaivota e apontando para a mesma, mas não sabendo exatamente o que fazer em seguida, paralisando e suando frio, esperando uma reação dos marinheiros para que pudesse seguir com a inscrição.

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MensagemAssunto: Re: [Narrada/Aberta] Lia, a Guerreira do Mar   [Narrada/Aberta] Lia, a Guerreira do Mar EmptyQua Mar 20, 2024 4:49 pm

Rarity tinha chegado à ilha no dia anterior e se instalando junto aos demais soldados do Quartel da Marinha G-12, apenas mais uma cama e um baú em um beliche em uma sala grande que servia como dormitório para os marinheiros de baixa patente. A novata apenas fez o possível para se familiarizar com a nova base e com os horários do que seria sua nova rotina de agora em diante, desconhecendo a ilha e ainda não tendo recebido ordens ela fez questão de dormir cedo e acordar antes do raiar do dia e com antecedência para com o resto dos soldados a fim de tomar um banho, colocar seu uniforme o mais arrumado possível e estar preparada para o início do dia com vários lenços dobrados e separados nos bolsos para que pudesse se limpar sempre que fosse necessário durante o dia.
Se fosse haver um treinamento matinal antes do café da manhã, a mesma tentaria dar seu melhor para seguir com o grupo, mas também tentaria não exagerar para não ficar cansada antes do serviço, ela faria o mesmo se fosse haver o treino depois do café, mas talvez até ficando um pouco mais atrás no grupo por estar querendo evitar qualquer indigestão.
Independentemente ela tinha acordado cedo o bastante para conseguir se arrumar e ainda tomar o café da manhã sendo esse antes ou depois de qualquer possível treinamento e tentava se controlar para não ficar se limpando toda hora com os lenços, principalmente economizando-os para os momentos mais necessários.
E por fim ela se apresentaria ao dever esperando para receber as orientações e seu respectivo trabalho, o qual pretendia realizar assim que pegasse uma arma no arsenal.
Rarity não conhecia nem um de seus colegas e superiores ainda e não fez mais do que as interações obrigatórias, mas educadas com os mesmos em um primeiro momento visto que estava desconfiada de todos desde que quase acabou presa por ter confiado na pessoa errada.

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MensagemAssunto: Re: [Narrada/Aberta] Lia, a Guerreira do Mar   [Narrada/Aberta] Lia, a Guerreira do Mar EmptyDom Mar 24, 2024 3:22 am





NARRAÇÃO




Australia

As manhãs de Swallow eram como nenhuma outra: o sol raiava lindamente no horizonte, acordando todos os vários pássaros que viviam nas florestas da ilha e fazendo com que estes criassem uma bela sinfonia que todos na ilha podiam ouvir. No meio daquela sinfonia, uma jovem garota caminhava até o Quartel General da Marinha, atravessando pela parte mais aberta da grande floresta. Em pouco tempo ela avistava o quartel, sendo uma grande estrutura sendo protegida por um muro que o envolvia completamente. Era um lugar fácil de se localizar, especialmente com a quantidade de marinheiros que passavam correndo pelo caminho, indo e vindo.

Australia sonhava com aquele uniforme e cada soldado que passava a moça sentia ainda mais necessidade de se alistar na Marinha. Seria a busca por uma melhora pessoal? O que importava é que ela tinha conseguido coragem para chegar até a entrada, onde dois guardas estavam esperando. Os dois homens carregavam consigo lanças, que poderiam até ser grandes, mas perto dos homens de pelo menos 1,90m não pareciam tanto. A reação de Lia ao ver os homens era se abaixar de forma estranha, abraçando a barriga que fazia sons altos de fome, fazendo os marinheiros ficarem preocupados:
- Tá tudo bem, mocinha? Você está perdida? Com fome? Tem algo que a gente possa fazer? — um deles se abaixava, tentando socorrer a moça que parecia estar passando dificuldades em sua frente. "Quero me tornar uma marinheira", ela dizia. Os guardas se levantavam, levemente confusos, encarando um ao outro. Australia fazia um barulho estranho em seguida, depois tomou uma postura mais confiante e apontou para a bandeira, majestosa e imponente, no topo do quartel. O grande símbolo da marinha.

Após fazer um sinal de "um momento", um dos guardas foi até o quartel o mais rápido que podia, e após alguns minutos retornava.
- Uh, é o pedido mais estranho de recrutamento que eu já vi, mas tudo bem, a vontade de ser um marinheiro é sempre digna. Você pode entrar. Tem uma cantina para saciar sua fome. Ah, fique a vontade para olhar ao redor, mas lembre-se de estar aqui próximo da entrada daqui 30 minutos e um instrutor estará esperando para realizar os procedimentos.

Se decidisse entrar no quartel como foi instruída, Australia veria que após passar pelo muro o quartel tinha uma área bem aberta por ali, com bastante areia no chão, alguns equipamentos de treinamento e diversos locais para corridas e combate. Era possível observar diversos marinheiros fazendo seus exercícios matinais como corridas ao redor do quartel, alguns lutavam entre si, outros praticavam bater forte em alguns troncos de madeira que serviam como boneco alvo.

Rarity Bell

A manhã de Rarity começava mais organizada que a maioria das pessoas, até mesmo mais organizada que a maioria dos soldados. A garota parecia levar a sério seu estado atual como recruta. Tendo acordado antes do sol, ela infelizmente não podia ouvir o canto dos pássaros como primeira coisa da manhã, porém não era de todo mal, ela podia tomar um belo banho quente sem interrupções ou ter que esperar por alguém e em seguida colocava seu uniforme.

Andando pelo quartel, ela podia ver os outros soldados levantando e começando os trabalhos, alguns mais animados do que os outros. Rarity tinha vindo no dia anterior para Swallow e ainda não conhecia muito do local, mas tinha ouvido falar bastante sobre como era um local agitado e marinheiros estavam o dia todo indo e voltando da cidade para proteger os civis e cumprir seus serviços. Será que a ilha era tão perigosa assim? A marinheira ainda sem nenhum chamado oficial seguia direto para a cantina para ter seu café da manhã. O local era espaçoso, um grande espaço pintado de branco com mesas e pratos metálicos. Os pratos eram bem diversos para uma organização militar, tendo variedades de pães, arroz, feijão, carnes e até mesmo alguns pratos vegetarianos. Bem inclusivo. A garota se servia ali sozinha, mas parecia que o dia estava realmente começando pela quantidade de soldados que agora começavam a aparecer.

Tendo terminado de comer ela resolvia ir para um treino matinal, passando no arsenal antes para pegar com permissão uma soqueira de metal. Nesse momento um dos guardas passou pela garota, correndo rapidamente na direção da sala dos superiores. Provavelmente algo importante tinha acontecido. Ao chegar no campo de treinamento ela fazia as coisas básicas para se manter em forma como correr, fazer algumas leves flexões, exercícios de cárdio e até mesmo algumas trocas de socos com um boneco de madeira. Apenas uma rotina padrão. Antes de seguir seu caminho, ela via uma situação engraçada: Uma garota gordinha estava na entrada, fazendo uma pose confiante, apontando para a bandeira da marinha, enquanto seu estômago roncava altamente. O guarda que ela tinha visto mais cedo tinha retornado, e Bell conseguia ouvir ele falando sobre um recrutamento, provavelmente para a garota loira.




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MensagemAssunto: Re: [Narrada/Aberta] Lia, a Guerreira do Mar   [Narrada/Aberta] Lia, a Guerreira do Mar EmptyTer Mar 26, 2024 4:35 pm

[Narrada/Aberta] Lia, a Guerreira do Mar YLVsPmp

O soldado pediu um tempo e saiu dali rapidamente, deixando-a a esmo enquanto o aguardava. Talvez fosse uma situação simples, pois ele só iria tirar dúvidas com seus superiores ou pegar alguma folha para preencher, mas para Lia, ela estava ali na frente igual uma boba, então mesmo que desnecessário, colocou as palmas sobre o muro e se alçou para ver o outro lado, mesmo que seu forte não fosse o físico, tentaria ficar o maior tempo possível ali olhando o interior da Marinha.

Demorou menos do que o esperado e o marinheiro reaparecia. Estava envolvida em simplesmente ser sapeca ou ele fora realmente rápido, mas ouvir sua voz quando nem ao menos tivesse concluído o seu objetivo era como uma ladra sendo pega no flagra e soltou um "nyargh" arranhado enquanto o coração batia rapidamente, pensando estar encrencada com o marinheiro, este que provavelmente daria um grito e um xingamento por ela estar subindo muros.

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Soltou as beiradas do muro e como uma ginasta, caiu com os pés juntos e ergueu as mãos, graciosa para uma garota de mais de dois metros, mas que logo um calafrio subia como um terremoto, da ponta do pé, subindo a perna, passando pelo quadril e pegando uma linha reta pela coluna até que seu cabelo sacudisse e ela se virasse aos poucos, realmente ouvindo o que o marinheiro tinha a dizer e não era nenhuma represália.

Ele anunciava a cantina, mas já não estava nervosa (e consequentemente, com fome), então sua primeira reação foi de saltar girando para ficar cara-a-cara com o soldado e juntando os joelhos, curvava-se levemente para agradecer a bondade do futuro colega.

- Hehihaha... - Estava entusiasmada e soltou um riso frouxo com a voz desafinada. Não sabia se era permitido abraçar alguém como ele, então apenas abriu os braços e sem o tocar, insinuava o que que queria, porém estava tão feliz que fora aceita e que em meros trinta minutos, começaria o treino, deu dois passos para a frente e agarrou o homem, envolvendo-o na medida em que se erguia (com ele junto, mas que não deveria ser mais que vinte centímetros do chão) e rindo sonoramente. - GAGAGAGA! Obrigada, soldado-san, obrigada! GAGAGAGA!

Colocou-o de volta ao chão e fez um carinho no topo de sua cabeça, se despedindo da mesma forma que um dono de cachorro o faria antes de sair, adentrando na Marinha.

Seu primeiro passo fora forte e poderoso, queria deixar uma marca na areia, algo mais como uma conquista. Olhou para o chão logo em seguida, insatisfeita, mas tanto fazia, queria já estar no local antes do tempo, mostrar que estava séria com aquilo, então ficaria vendo os soldados correndo. Vê-los dava uma sensação boa de trabalho bem feito, quase dava vontade de se juntar a eles, mas mesmo que quisesse, havia uma preguiça do tamanho de um Rei-dos-Mares sobre si, então era mais fácil se entregar e com isso, escorou-se contra o muro enquanto, ao menos, se imaginava fazendo as voltas com eles.

Não deve ter passado dois minutos e já estava entediada, deslizando pela pedra e caindo de bunda no chão, abraçando as pernas e encostando a cabeça no próprio ombro e usando as cortinas da franja para fechar os olhos um pouco.

Um som incessante de espancamento a incomodou, e sem perder a pose, viu outros soldados se combatendo, testando sua força tanto contra outros colegas, quanto contra o inanimado.

- Ahh... Eu queria ser um tronco de madeira... - Divagou um pouco ao vê-los recebendo golpes dos marinheiros, mas não era nisso que focava e sim, no fato deles estarem ali estáticos, tinham esse momento de treino em que a única coisa que faziam era ficar parados e receber os golpes e depois, sabe-se lá quanto tempo de descanso teriam. - Talvez num local mais sombreado...

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MensagemAssunto: Re: [Narrada/Aberta] Lia, a Guerreira do Mar   [Narrada/Aberta] Lia, a Guerreira do Mar EmptyTer Mar 26, 2024 5:49 pm

Tudo foi como ela tinha planejado e bem regrado, ela estava muito focada em ter certeza de estar pronta para o trabalho, bastante focada na ideia de que logo estaria sendo chamada para uma missão, nem que seja para vigiar uma porta, mas seria uma missão e se ela não tivesse a refeição correta, arrumasse o uniforme corretamente e realizasse o exercício correto ela iria acabar tendo algum desconforto ou problema durante a tarefa que poderia ser qualquer coisa, dito isso ela não pode deixar de notar aquela garota fazendo gracinha ali no portão deixando-a confusa e um pouco frustrada com sua falta de disciplina, de início Rarity tentou ignorar aquela garota preguiçosa, mas não teve jeito, seu altruísmo entrou em ação e logo estava marchando para lá.
-Ei! Você ai, olhando pro nada. Garota, você acabou de se alistar? Você tem que correr pro almoxarifado para pegar um uniforme, quem começa em baixo tem que usar o uniforme completo. E você tem que passar no arsenal para pegar uma arma. Anda logo, levanta que eu te levo lá se não vai levar uma bronca do recrutador. Vem, eu te levo lá.

Então ela esta pronta para guiar a novata aos devidos lugares para ficar pronta para o recrutador antes dos 30 minutos momento para o qual ela mesma estava esperando, pois tão logo entrasse em formação com os outros soldados iria receber a missão do dia, no fundo ela estava bem empolgada por isso, afinal a mesma tinha um desejo por viver os contos de heroísmo que tanto tinha lido, mas Rarity era muito mais sóbria sobre isso e deixava transparecer muito menos do que a garota nova.

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MensagemAssunto: Re: [Narrada/Aberta] Lia, a Guerreira do Mar   [Narrada/Aberta] Lia, a Guerreira do Mar EmptyDom Abr 07, 2024 2:46 pm





NARRAÇÃO




Os trejeitos de Australia eram um pouco mais fortes do que ambos os guardas estavam esperando e a garota fazia questão de mostrar a eles seu afeto e sua determinação, ao ponto de agarrar o soldado e balançar ele enquanto agradecia de forma sincera. As emoções da garota pareciam tão genuínas que nenhum dos dois soldados tinha sequer vontade de reprimir ela e apenas riram um pouco de toda a situação. A garota colocava o guarda no chão e dava um pequeno cafuné no mesmo, que não sabendo como responder apenas soltou um pequeno e bem baixo - Boa sorte e...tenha cuidado

Após isso Australia finalmente entrava dentro do quartel para poder ver como provavelmente seria sua rotina dali em diante como uma oficial orgulhosa da Marinha. Porém, antes de entrar, ela pisou o mais forte que podia na areia para deixar suas primeiras marcas naquele lugar. O pisão foi o suficiente para subir areia e chamar a atenção de alguns soldados ao redor que pareciam pensar em como os novos recrutas eram diferentes. No mais, para a tristeza de Australia, seu pé não foi capaz de deixar nenhuma marca significativa ali na entrada e provavelmente seria apagada em poucos minutos. O esperado era aquele não ser o mesmo destino da recruta.

Não deu muito tempo também e ela já estava lá sentada próxima a um muro, quase fechando os olhos e tendo grandes sonhos sobre seu futuro. Ao mesmo tempo, Rarity Bell, a marinheira que havia acabado de chegar ao local e sair para seu treinamento matinal se dava de cara com a recruta preguiçosa, e claro, não parecia levar isso como algo bom para um soldado. Caminhando em sua direção ela soltava diversas perguntas que deixariam Australia um pouco preocupada, especialmente sobre coisas como uniformes e armas. Se impondo e, com grandes chances de Australia não ser contra, elas adentravam no prédio do QG em busca de tudo que a nova recruta precisava.

Vários soldados olhavam as duas passando, uma basicamente arrastando a outra, indo até a sala de almoxarifado para pegar seus uniformes. Ao chegar na sala eram capazes de ver os vários tipos diferentes de uniformes e de todos os tamanhos possíveis, além disso ali na sala estava uma outra oficial que parecia cuidar dessa parte do serviço. A mulher era alta, cabelo de cor preta, e usava roupas que pareciam um pouco mais extravagantes que as disponíveis ali, apesar de ainda ser um uniforme da Marinha.
- Ora ora, soldada Bell, como vai? Já se acostumando com o local? Quem é essa sua nova amiga, alguma nova recruta? Não lembro de ter visto ela antes, mas não se preocupe, eu tenho um uniforme perfeito para ela! – a mulher caminhava pela sala, procurando por algo em especifico, até finalmente encontrar um dos maiores uniformes femininos ali disponíveis e entregava para a dupla, logo se virava para atender outro soldado que tinha chegado por ali.

Tendo saído dali com um uniforme novo de Australia, ambas paravam pelo arsenal de armas que mais lembrava um porão, mas estava cheio de equipamentos uteis para qualquer bom soldado utilizar. Talvez tinha alguém ali que cuidava regularmente das armas? Não importava no fim do dia, pois elas entravam ali e rapidamente saíam. Australia não parecia necessariamente interessada em nenhuma das armas ali disponíveis.

Tendo acabado essa pequena aventura, um homem alto e mais velho, com belos cabelos brancos e um uniforme da marinha bem cuidado se aproximava das duas e questionava:
- Olá, senhoritas. Rarity, quero que você e sua amiga façam um trabalho pra mim. Vai chegar um carregamento de comida do porto, e um restaurante pediu para assegurarem a carga e o restaurante. Eles dizem que é algo muito especial, mas eu não entendo dessas coisas hahaha – após dar a risada ele daria uma leve tossida e continuaria – E então, aceitam a missão dada por esse velho Sargento?





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MensagemAssunto: Re: [Narrada/Aberta] Lia, a Guerreira do Mar   [Narrada/Aberta] Lia, a Guerreira do Mar EmptyQua Abr 10, 2024 4:04 am

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Estava "pescando" quando finalmente uma marinheira chamou sua atenção. Seria ela a pessoa que iria fazer os ritos iniciais? Parecia bem mandona, mas não esperava nada menos, afinal, em muitos quadrinhos, seu herói tinha que lidar com superiores que eram duros, mas também justos, apenas pressionados por estresses de suas posições que os levavam a ter pouca tolerância com a comodidade. Olhou-a com o olhar escondido atrás das cortinas de fios dourados e não conseguiu negar a expressão de nojo quando ela falou "correr". Tinha seu próprio passo e não era exatamente muito fã de corridas. Havia real pressa? Qual seria a urgência?

Agora era solicitado que levantasse (realmente precisando que a outra a chamasse, pois não via exato motivo para tal) e entendia que ela não era recrutadora, mas uma colega de profissão, cuidadosa e rígida em seus detalhes, evitando problemas para si e para os outros. Sorriu para ela e achou uma graça a diferença de alturas, porém se segurou para não fazer nenhuma gracinha e incomodá-la, afinal, até dado momento, era sua superior.

Ia atrás da garota de madeixas roxas, marchando o mais dura possível, não sabendo se estaria fazendo certo. Teria que fazer isso? Seu olhar era invisível, mas as bochechas rechonchudas estavam infladas enquanto ela mantinha um biquinho e a testa franzida. Não havia maldade em suas ações, como um deboche, mas uma pequena demonstração que tentava levar a sério e não queria errar com a outra, afinal, a primeira impressão é a que fica.

Adentraram no almoxarifado e parecia já haver alguém que disponibilizava os uniformes para todos, mesmo que o seu fosse totalmente estilizado. Não conseguiu conter o olhar iluminado ao vê-la, afinal, poderia manter seu estilo, mesmo que gostasse do uniforme padrão, mas ele parecia um pouco... Apertado.

- Sou Lia! Australia, a Guerreira do Mar! Muito prazer, senpai! Hoje é meu primeiro dia e minha outra senpai já está me guiando pela instalação. Eu preciso- - Não precisava realmente falar, pois logo tinha o uniforme em mãos, onde agarrou com ambas e a outra marinheira não tinha tempo, parecia muito apressada e nem deu tempo de trocar de roupa, então como a parte superior era aberta e tinha botões, seguiu andando (sem marcha e nem nada, apenas querendo acompanhar o ritmo da outra) e vestiu como se fosse uma jaqueta, deixando aberto no peito (onde estava o lenço? Provavelmente caiu e nem percebeu) e como sua blusa já era branca, não houveram assim tantos problemas com um multicolorido. As calças seriam um problema, então deixou-as no antebraço direito e ficaria de shortinho mesmo, por enquanto.

Desceram até o arsenal e este estava atolado de coisas, principalmente espadas e rifles, mas carregava sua soqueira amarrada no quadril e era toda arma que precisava. Não queria fazer feio diante da outra que deixou claro que um marinheiro tem que portar e realmente era uma ignorante naquele lugar e ao invés de querer ensinar o trabalho para a outra, era melhor ser humilde e seguir suas orientações. Pegou uma espada qualquer, mas que para seu tamanho, parecia uma curta e nem ao menos sabia manejá-la, segurando na ponta do cabo, como se tivesse nojo de tocá-la (ou medo de se cortar). Saíram dali com Australia balançando a espada duas vezes e pela maneira que a manejava, a bainha se soltou levemente e a arma caiu no chão, onde soltou um gemido roco pela vergonha, mas logo se abaixou para pegar o item, fechando com força e agora, segurando pelo meio como se fosse um galho.

Enquanto estava juntando seu armamento, um homem mais velho se aproximava e chamava a atenção da loira, que o via como um velho importante. Seria um almirante a cumprimentando? Mas que honra. Era merecedora? Possivelmente não, então aquele homem deveria ser um capitão ou marechal, soldado raso com certeza não era. Sua mente deu uma volta inteira em sua cabeça e ela pegou a história pela metade e o homem ria, fazendo com que Lia o seguisse, entusiasmada e nervosa ao ter que perguntar novamente o que ele queria de ambas.

- C-claro, senhor. Sim, senhor, senhor! - Batia continência com o braço esquerdo, mas se lembrava que era com o direito, portanto perdia a compostura e erguia o outro com a mesma precisão de uma balança, esquecendo que tinha uma calça ali pendurada e a jogando no próprio rosto, enrolando como um cachecol. Mas havia seriedade, pois agora tinha dado certo e não demonstrou o olhar petrificado (mas que poderia ser visto entre as falhas). Talvez eles também não percebessem o seu erro.

Queria muito sair dali e falar a sós com a... Bell Rarity? Lembrava que fora chamada de soldada Bell e o homem agora falava em Rarity, então queimava seus últimos neurônios pifados para deduzir que seu nome era esse. Mesmo tendo batendo continência para o homem, ainda assim se curvou como faria com seu pai ao pedir licença para sair e agora quem conduzia a outra era a própria loira, que a puxava pela manga e insinuava que precisava sair dali.

Andando alguns metros, o suficiente para que o homem as perdesse de vista, virando uma esquina ou simplesmente o sargento indo para sua sala, ficaria de frente para a marinheira e mostraria seu olhar assustado enquanto sua voz arranhada e desafinada subia e descia algumas notas.

- Bell Rarity senpai! O que o sargento pediu de você? De nós! De nós! - Colocaria ambas as mãos no rosto, as bochechas coradas e subitamente, já mostrava que não mais sentia medo, mas sim uma sensação quase como se estivesse sido cortejada e soltou um gemido miado. - Hehihaha... Minha primeira missão, dada diretamente por um superior honrado e ao lado de uma colega esforçada e renomada. Eu tenho real muita sorte. - Dava as costas para Rarity como se soubesse para onde tinha que ir, mas a boa verdade é que já estava acostumada com o cachecol de calça e agora queria voltar para o almoxarifado, afinal, lá deveria ter algum provador que pudesse ajeitar o uniforme.

O que o sargento pediu, não precisava ser feito agora.

...Né?

De qualquer maneira, iria seguir Rarity para onde quer que ela a levasse. Inclusive, agora que parou para pensar, parando com as mãos nos quadris como se lembrasse de algo muito importante. Sentia um pouco de fome, talvez desencadeada pela correria pelo quartel em busca da arma e do uniforme. Soltou alguns "hmm, hmm", tentando lembrar do que o marinheiro no portão houvera dito sobre uma cantina. Rarity deveria saber, mas não queria mais causar problemas para ela, então simplesmente parou o que estava fazendo e virou-se para a outra.

- Senpai, estou em suas mãos. Não prestei atenção no que o sargento pediu, tenho fome e estou cansada. - Limpava um suor imaginário (apesar um pouco de drama) com uma das pernas da calça, deixando a espada escorada na parede por simplesmente ter cansado de ficar carregando-a por aí (tinha que ter um jeito mais fácil, ou pelo menos, alguma arma mais leve, como sua luva, por exemplo). Se aproximou da outra antes que ela protestasse, afinal, não era a primeira vez que acabava sendo uma cabeça-de-vento, regulando sua voz para que parecesse mais calma. - Eu não quero realmente fazer algo agora, mas se o dever chama, eu o farei, porém me prometa que me guiará e eu farei meu melhor para não atrapalhá-la e ser de ajuda, no que eu puder fazer, mas... Eu sou meio desengonçada, mas não é por mal, eu só... Hehihaha. - Ficava vermelha novamente, colocando uma palma na nuca e a outra abanava sua frente, sentia-se se declarando para a outra. Sua risada era forçada, os olhos giravam em redemoinhos e não sabia como sair daquela situação em que houvera se colocado.

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MensagemAssunto: Re: [Narrada/Aberta] Lia, a Guerreira do Mar   [Narrada/Aberta] Lia, a Guerreira do Mar EmptySáb Abr 13, 2024 6:07 pm

A beldade de cabelos roxos achou um pouco esquisito a forma como a menina muito maior andava e fazia uns rostos, mas se manteve sem comentarios sobre isso.
Rarity levou a novata para pegar seu uniforme, quando chegou lá foi saudada pela responsável de forma amigável e respondeu a mesma com igual nível da oficial.
-vou bem, obrigada, me acostumando aos poucos, essa garota nova acabou de acabar de se alistar, então pensei em ajudar, afinal nós duas somos novas aqui.
Rarity não pode deixar de se incomodar com a forma como Australia se apresentou.
-Você ao menos já foi para o mar? não se dê títulos, por favor, é arrogante, se você se destacar vamos ter problemas.

Rarity não pode deixar de se contorcer com as trapalhadas que a mulher maior estava fazendo com a espada, como uma praticante de artes marciais ver aquela garota trar tão mal uma espada a deixou com uma careta, mas antes que a elegante garota tivesse a presença de espírito para repreender a Australia e literalmente agir como uma mãe vestindo uma filha pequena para uma aula de kendo, o sargento apareceu e pediu para aceitarem uma missão simples, então a soldada certinha fez uma saudação completa e aceitou a missão com prazer:
-Sim senhor, aceitamos a missão sargento, vai ser um prazer senhor. Agora, se você puder dar alguns detalhes para que possamos encontrar o navio, o carregamento certo e o restaurante vamos partir o mais rápido possível.

Rarity estava até um pouco feliz com aquele pedido, não parecia nada demais, mas também não iria pintar meio fio ou capinar mato, já era muito bom na opinião dela, mas logo Australia estava puxando-a pelo braço para o lado e demonstrava-se completamente perdida e animada.
-Que? Preste atenção, se você ficar se distraindo vai acabar sendo atingida por um tiro ou algo pior, essa profissão é perigosa.
A soldada certinha colocou as mãos nos quadris e um suspiro longo todas aquelas brincadeiras da novata.
-Meu nome é Rarity Bell, soldada Rarity Bell. Nos duas temos que ir no porto e escoltar uma encomenda. Olha, veste o uniforme e vamos, não dá mais tempo de comer e ficar descansando, missão dada é missão cumprida, anda novata, ou vai acabar sendo demitida no primeiro dia.

Vendo que Australia iria acabar fazendo besteira com aquela espada a soldada certinha pegou a mesma da parede e colocou no próprio cinto e as próprias soqueiras que tinha pego antes nas mãos.
-eu carrego isso pra você, se precisar eu te dou, mas parece que se eu deixar na sua mão vai acabar se cortando.

Então dando tempo para a novata se vestir, Rarity perguntou a mesma se sabia o caminho do porto e depois independente se soubesse ou não as duas iriam partir para o mesmo procurar o barco que continha o carregamento que estava encarregada de escoltar.

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-fala
-pensamento

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