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Marines&Agiotas, não são o mesmo?

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qui Maio 13, 2021 1:10 am
Relembrando a primeira mensagem :

Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Takamoto Lisandro e Joseph Proudguard. A qual não possui narrador definido.

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Gyatho
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qui Jun 03, 2021 9:39 am

Hora do rango!




Após terminar minha parte no trabalho, tive que esperar até que a jovem garotinha e o rapaz do almoço terminassem suas respectivas provas, já que ambos ficaram parados confusos quanto a tarefa enquanto os outros a executavam. Ficamos um bom tempo ali, apenas observando, debaixo daquele sol quente do meio dia. Ao fim, pude arrancar uns minutinhos de conversa com a garotinha, o que me surpreendia a resposta dada pela mesma “M-Mais velha?” pensei chocado e bastante confuso “ Isso deve ser uma pegadinha, não é? Eu já estou com medo do nascimento de fios brancos na minha cabeça, e ela acha que é mais velha? Essas crianças de hoje em dia viu...” pensava soltando um leve riso e balançando a cabeça em desacordo com aquela informação.

O instrutor nos guiava até o refeitório, onde pudemos ter o vislumbre do ambiente e da variedade de comidas dispostas para os marinheiros. Era uma mesa enorme com tudo o que se podia pensar, se era de comer, com certeza você acharia ali. Aquela era uma boa oportunidade para conversar com os outros candidatos e conhecer aqueles com potencial para passar, mas também, aqueles que se mostravam fortes mesmo as chances estando contra o seu sucesso... “Eu imagino o que aquele jovem busca na marinha, mesmo não estando preparado para ela...” Me referia ao ruivo que tinha pouca força em seus braços.

Pegaria um pouco de comida, um pouco de grãos, carne e salada e iria procurar me sentar ao lado do garoto ruivo, tinha que conhece-lo melhor para entender seus motivos. Se ele já estivesse sentado em uma mesa, me aproximaria até o mesmo e tentaria sentar próximo a ele – Então... – pausaria para notar se sua atenção se focava a mim – Carregar caixas né? Eu não pensei que a primeira prova fosse algo assim – Pausava novamente, concentrando em manter um contato visual ao referido – Joseph Proudguard, prazer – Estenderia minha mão para cumprimenta-lo e esperaria que o mesmo se apresentasse de tal forma – Não pude deixar de notar que você teve um pouco dificuldade em carregar as caixas, talvez força não deva ser o seu forte... – Terminaria a frase diminuindo a tonalidade da voz em respeito ao defeito do rapaz – Mas acredito que tenha qualidades melhores que simples força bruta, não? – Voltaria com um sorriso vívido e um ‘joinha’ camarada – O que o traz a marinha? – Perguntaria inocentemente os motivos do rapaz e o ouviria sem interrupção. É claro que em algum momento ele poderia perguntar a mesma coisa, e como o meu motivo é algo bastante pessoal e de difícil explicação, responderia de forma rápido – Estou mantendo uma promessa a minha esposa – E pararia por ali. Trocaria o tema da conversa para que ele não insistisse nos detalhes – Então... acha que teremos muitas provas nesse processo seletivo? O quão confiante você está para o teste no campo de treinamento? – Ouviria sua resposta.

Já havíamos feito uma espécie de teste de força, então não teria motivo para repetir um teste com o mesmo propósito, logo teria que ser algo diferente na próxima prova   “ Se for um teste com manuseio de equipamento acho que posso me sair bem, mas tem a chance de ser um teste de combate...” refletia sobre essa condição “ Eu nunca tive que lutar numa briga, no máximo um debate sobre economia, direitos, negociações complicadas e afins corporativistas...” aquilo era o que minha história contava, um corpo forte e sadio que não conhecia a dor e o cansaço. O combate me preocupava, mas sabia que eventualmente teria que passar por essa etapa, agora ou num futuro próximo “ Bom, o máximo que posso fazer, é dar o meu melhor para passar” era a minha mentalidade para o que vinha a seguir. Também seria a minha resposta, caso o ruivo me fizesse a mesma pergunta que o fizera.

Terminaria de comer sem muita pressa e procuraria despejar a louça vazia em algum local que parecia o correto – Bem, estou indo para a recepção, esperarei vocês lá – Diria antes de me levantar para dispor a louça. Iria até o local que o instrutor havia dito, o local que havíamos preenchido os papeis de início. O aguardaria lá e o seguiria, ouvindo todas as instruções dadas por ele no caminho.



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Takamoto Lisandro
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Sex Jun 04, 2021 5:17 pm

Marines&Agiotas, não são o mesmo?
 

Minha ajuda era recusada, se assim queria, assim seria, sentei e descansei de todo o esforço físico efetuado no levantamento e transporte das mercadorias, o marinheiro que estava nos testando parecia satisfeito o suficiente para render algum benefício aos novatos. O horário de almoço enfim chegava, estava faminto, não tinha comido desde que acordei na praia desta ilha e muito menos deixei isto me abalar, assumia a frente na fila agarrando aqueles momentos de espera escolhendo mentalmente os pratos para forrar o estômago. - Nada de frutos do mar, já tive o suficiente de água salgada por hoje. - Todo o restante ainda iria para o prato, o homem mais forte do mundo não evitaria qualquer alimento, pois o que não mata me torna forte.

Quando menos esperava, aquele garoto animado estava ao meu lado fitando minha pessoa com convicção, olhei para o lado para ter certeza se ele me encarava mesmo já que seus olhos continham uma chama ardente, a clareza desceu a mim, ele admirava o homem mais forte do mundo e sua pergunta apenas afirmava este fato. - Ser o mais forte que é atualmente? Você veio a pessoa certa. Um homem deve ter seus objetivos claros feito a água, senti sua determinação, irei lhe ajudar a se tornar mais forte. - Sorri confiante, me lembrei das palavras de meu mestre quando me ensinou a ser o mais forte do mundo. - Se quiser ser forte, sorria para o desespero!

Não sei ele entenderia, poderia até mesmo explicar, porém não acho que seja a hora, espero que as minhas palavras consigam se desdobrar em seu coração. Aquele que sorri mesmo contra a parede, nunca vai perder a esperança e sendo assim nunca perderá, ele parecia refletir sobre o ensinamento, voltei minha atenção a comida e por descuido acabei por lotar meu prato com comida. - Eita. - Teria de devorar tudo, não podia desperdiçar, porém não acho que ficarei bem depois de comer tanto.

Um assento livre era o essencial, sentava na mesa e não havia pessoas ao meu redor, poderia comer tranquilo apesar de gostar de uma boa conversa, após colocar uma colherada na boca alguém se sentava próximo, olhei para o lado com as bochechas cheias feito um esquilo se alimentando na primavera, apenas concordei levemente com a cabeça as palavras sobre o teste, pensei que teria que ganhar do guerreiro mais poderoso. Terminei de engolir e já me apresentava. - Takamoto Lisandro, o homem mais forte do mundo. - Com um sorriso simpático daria meus cumprimentos. - Força? Não, tenho bastante força. - Carregar as caixas foi difícil, mas completei a tarefa, como poderia eu não ser forte? Joseph não tinha conhecimento do que é a força.

Eu vim derrotar o rei dos piratas. - Falava tomando o caldo da carne. - E você? - Ele era um homem casado, uma promessa é algo importante e sério. - O quão confiante? O homem mais forte do mundo deve ser destemido, não há nada que possa me derrotar. - Bati no peito depois de finalizar a frase e a refeição, estava preparado para ir em busca do teste final.


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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Sex Jun 04, 2021 11:32 pm

O sol quente estava de matar. Talvez nem estivesse, mas eu tava muito cansada para até mesmo saber o que eu tava sentindo. Aos poucos segurava cada vez menos minha vontade de voar no pescoço desse oficial de merda. Aos poucos, as palavras de Agnis dois se tornaram um monte de blá blá blá blá blá… Não que eu não quisesse dar ouvidos a ela, é claro! Mas eu não conseguia focar em mais nada além da minha possível tentativa de estrangular aquele escroto até a morte. O pivete e a anãzinha enrolavam cada vez mais e aquele idiota achava que aquilo tinha que ser nosso problema. Eu vou mostrar pra ele quem manda! ELE VAI VER SÓ! -Agnis… - O QUE FOI, AGNIS!? - Você não ouviu? É hora do rango. - Meu deus! Me apressei e segui, atenciosa e apreensiva a galera até o refeitório. Não é que eu seja gulosa, mas não se deve rejeitar quando alguém oferece comida de bom grado, e mesmo que fosse um almoço mixuruca, era comida de graça, então eu to aceitando numa boa.

Ao entrar no refeitório, me deparei com uma visão abençoada pelos próprios deuses, se houver algum. Tudo de bom e do melhor, pilhas de comida que me trouxeram um sentimento nostálgico dos bons tempos que passei com a tripulação do Flapjack. Agnis… - O que foi, Agnis? - Você sabe que horas são? - Eu não faço a menor ideia. - Tá na hora de dar preju! - Meu deus do céu… E aquela vontade de matar o instrutor, cadê? - Hã?! - Ah, deixa pra lá. - Após ouvir as belas palavras de apoio de mim mesma, agora só me restava correr para o abraço. Correria para a fila e aguardaria minha vez, com toda a disciplina, porém, ao chegar na mesa, eu provaria uma pequena porção de tudo e jogaria no prato o que fosse mais gostoso. AH! ISSO! EU TAMBÉM EMPILHARIA UM MONTE DE CAMARÃO E DE LAGOSTAS! FARIA UMA PILHA GIGANTESCA DE LAGOSTAS E CAMARÃO PRA EU DEVORAR! - Meu deus, Agnis. Se controla! - NÃO AGNIS! EU TENHO QUE FAZER ISSO!

Por fim! Eu me sentaria sozinha, obviamente, para poder me concentrar melhor na comida. AH! Claro! Eu tomaria cuidado no caminho pra não derrubar o meu prato e/ou o conteúdo dele. Comeria rapidamente, mas mastigando bem para ter uma boa digestão, como a mãe Leyla havia ensinado. Tentaria comer o mais rápido que pudesse, pois quanto mais rápido eu conseguisse comer, mais tempo eu teria pra descansar e digerir o rango. Assim que terminasse, eu me encostaria em um canto e tiraria uma rápida soneca. Se fosse chamada para a tarefa e ainda estivesse cansada depois de tanto comer, eu gentilmente pediria por um pouco mais de tempo para o oficial que nos instruia. Caso fosse negado ou o pedido fosse aceito de forma sarcástica, eu me levantaria e o encararia, demonstrando todo meu descontentamento. - Você tem sorte deu estar muito grata pela comida, se não ia ouvir umas poucas e boas. -  e em seguida os seguiria.

Após o rango, teríamos que voltar para as tarefas. Por isso, eu dessa vez, me focaria em dar o máximo nessa daqui, já que a comida renovou minhas energias. Se ainda estivesse baqueada do rango de mais cedo, eu inicialmente ajudaria com a tarefa, mas pararia bem no meio e buscaria um canto onde não fosse encontrada ou incomodada para tirar uma soneca, provavelmente iria para a enfermaria, com a desculpa de que estava passando mal ou algo do tipo.

Bom, blá blá blá, limpeza e arrumação e carregar caixa e blá blá blá. Só espero que realmente tenha alguma ação depois disso tudo, se não vou perder a cabeça.
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Koji
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Koji
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Seg Jun 07, 2021 2:20 pm


Marines & agiotas, não são o mesmo? - 05
14:31 / Shells Town



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¹

A prova do carregamento das caixas finalmente terminava. Para a tristeza da maioria, alguns haviam atrasado o grupo todo, e aparentemente aquele instrutor levava o trabalho em equipe a sério. Grande parte do novo time de novatos havia ficado parado no Sol forte enquanto outros atrasados terminavam seus trabalhos, e isso acabou por enfurecer alguns. Sentimentos de vingança e justiça floresciam nos corações de alguns como Nakamura Blumayden, e ele não deixaria aquilo de lado. Continuando a jornada do dia, a hora do almoço chegava. Nesse momento, eles iriam descansar seus corpos desgastados pelo carregamento e exercício excessivo, para algum tempo depois colocar a mão na massa novamente.

Ao chegar no refeitório, os olhos de alguns brilhavam enquanto suas bocas salivavam apenas pela vista do banquete. Diversos alimentos dispostos por ali era uma visão dada pelos deuses, assim como se passou pela cabeça de Agnis. Kylo, o menino de madeixas alvas como a neve, tirava os doces da prioridade por um momento, mas ainda assim os procurava, encontrando-os logo depois no canto extremo da mesa. Brownies e pudins se mostravam abundantes, enquanto geleias e gelatinas estavam em menor número, espalhadas pela área.

O grupo não demorava para pegar a pequena fila e já abocanharem o alimento. Nesse lugar, mais algumas interações entre o grupo de noviços eram feitas, sendo negativas ou não. Takamoto e Kylo, os autoproclamados mais fortes, trocavam uma pequena conversa sobre como se tornar mais forte. O garoto queria mais poder e iria buscá-lo com o rapaz de cabelos ruivos, que após pensar um pouco em seu passado e seu mestre, prontamente o respondia. A resposta? Determinação afiada como lâmina, objetivos claros e um sorriso na cara do desespero. Tais ensinamentos circulavam no subconsciente e consciente do garoto, enquanto o mesmo maturava as ideias e pegava sua bandeja para alimentação.

Ao mesmo tempo, Blumayden lentamente pegava a fila e eventualmente seus alimentos. Seus olhos estavam atentos nos atrasados que o fizeram ficar preso naquele Sol quente grande parte do dia. Assim que a oportunidade de vingança veio, ele começava seu plano. Indo em direção à Kylo, o garoto que pensava em conversar com o rapaz de cabelos engraçados, subitamente se animava com a visão do mesmo se aproximando dele, e acabava deixando seu garfo cair pelo chão frio e sujo do lugar. Ele imediatamente se virava para Nakamura e se agachava perpendicularmente ao homem vingativo. Este, sem perceber o movimento do garoto e já adiantando suas pernas para o fazer tropeçar, acabava por cair em seu próprio golpe. Seus pés enroscavam no menino agachado, e acabava caindo no chão. Um marinheiro que estava no lugar segurava seu prato repleto de comida e evitava sujeiras maiores, mas o estrago estava feito. Nakamura estava no chão, e provavelmente, nervoso. Quando levantasse, o Marine que estava com seu prato imediatamente o devolveria e continuaria na fila para o alimento.

O garoto que iria ser vítima de um ato odioso, acabava por esquecer seu objetivo e voltava para as mesas para se alimentar. Ao mesmo tempo, o resto do sexteto pegava sua comida após a fila e se assentava. Takamoto era seguido por Joseph, que o perguntava e indagava algumas coisas, visto que o "homem mais forte do mundo" tivera dificuldades com o teste das caixas. Lisandro logo negava a afirmação do rapaz, que questionava a força daquele ruivo, e seguia por conversar sobre seus objetivos. Proudgard possuía um passado um tanto nebuloso, e respondia brevemente sobre o trato com sua esposa, enquanto Takamoto deliberadamente falava sobre suas grandes e altas ambições de derrotar o rei pirata. A conversa logo acabava, após o mais velho falar sobre as próximas provas. Seriam mais testes de força? Habilidades gerais ou até mesmo lutas? A realidade é que ele nunca havia saído muito de seu escritório, e seu próprio corpo não era acostumado a esses tipos de atividade. O que lhe restava era dar o seu melhor com a promessa em mente.

Agnis, por outro lado, se deleitava com a visão do refeitório repleto de comida e gostosuras. Mesmo que já tivesse se alimentado, seu estômago era um saco sem fundo e nada mais poderia pará-la, nem mesmo sua personalidade que de segundo em segundo reclamava de algo. Ela pegava a fila e imediatamente em sua vez, enchia seu prato com tudo o que tivesse pela frente. Em sua mente, nada seria desperdiçado, enquanto ela colocava comida para um total de três pessoas no recipiente e saía para se assentar. Ela engolia a comida em uma velocidade que não refletia no tamanho da refeição. Aproximadamente 10 minutos sobravam até o momento em que ela tivesse que sair de lá, e a moça aproveitava o tempo da melhor maneira possível. Uma soneca no canto do lugar era obrigatória para ela, e assim o fazia. Seus olhos fechavam e a comida que pesava em seu estômago intensificava o sono, dando uma sensação incrível até o momento de partida do grupo.

Chegado o momento em que todos sairiam para ver o instrutor, Erina se aproximaria de Agnis e a acordaria.

— Ei, acorda, a gente tem que ir. Eu to cansada desses caras fazendo merda. — se referia aos "mais fortes do mundo" e ao homem do cabelo engraçado. Eles possuíam uma atitude um tanto quanto diferenciada, e a pequena estava, de certa forma, cansada disso. Ela tentaria encontrar esperança na única mulher, fora ela, daquele grupo.

Eles então partiriam até o local indicado pelo instrutor, ou seja, onde eles foram primeiramente. O lugar antes cheio, agora se mostrava levemente mais vazio. Novatos estavam saindo em suas primeiras missões e oficiais/instrutores estavam em seus trabalhos. Chegando no local, o homem que os guiava estaria lendo um jornal. Na face que o grupo podia ler, uma notícia sobre um grupo pirata na vizinhança se destacava, até que o homem fechava o grande papel ao notar seus "pupilos".

— Ótimo! Espero que tenham se alimentado bem. — se colocava de pé imediatamente e logo retornava a falar. — Me sigam até o local em que farão as próximas tarefas. — anunciava em alto tom enquanto virava as costas e partia pela porta da frente. Eles novamente cruzavam aquele grande estabelecimento até chegarem no dito campo de treinamento. O tamanho do lugar era massivo e diversos marinheiros estavam por lá, seja lutando contra seus colegas ou treinando com um oficial superior. Vários corpos suados, de vários gêneros, eram vistos, junto de rostos vermelhos, músculos tonificados e ferimentos abertos. Ao lado, alguns ficavam sentados vendo os treinos ou lendo algo, outros até conversavam com colegas e amigos. Nesse ponto da tarde, porém, o campo estava meio bagunçado. Instrumentos de guerra e equipamentos se viam jogados no chão ou até mesmo danificados. Roupas, uniformes e utensílios se mostravam como nada, visto que a maioria estava jogada de lado sem ter um dono aparente. Antes mesmo que pudessem ter uma primeira impressão sólida, o instrutor abriria sua boca.

— Tudo o que tiver fora do lugar aqui, seus trabalhos vão ser arrumar isso. Itens quebrados no lixo, armamentos no lugar dos armamentos e roupas no armário ao lado. — falava como a simples tarefa que isso era. — Depois de tudo pronto, quero que vocês vão até o lugar onde estão os equipamentos e utensílios de batalha e escolham aquilo que vocês precisem. Eu vou colocar cada um de vocês para lutar assim que terminarem. — anunciava e voltava para o seu jornal, sentando em um lugar tampado próximo dali para se esconder do Sol que queimava a sua cabeça.


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Legenda / Npc's:

Considerações¹:

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Última edição por Koji em Seg Jun 07, 2021 2:23 pm, editado 2 vez(es)

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Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Seg Jun 07, 2021 2:52 pm

Marines&Agiotas, não são o mesmo?
 

Chegada a hora do combate, ao menos era o que esperava, homens e mulheres espalhados treinando e aprimorando seus corpos e mentes, não tinha nada melhor do que sentir aquela vibração se dirigindo ao meu peito, a essência do esforço e trabalho duro, duas coisas que me fizeram ser o que sou hoje, o homem mais forte do mundo. - Demais. - Observei os ringues e as pessoas lutando entre si, no chão diversos utensílios e peças reutilizáveis, o recrutador abria o bico e falava a próxima tarefa.

Mais um trabalho fácil, depois do almoço preferia descansar o bucho, mas o examinador não tinha planos para deixar nosso sangue esfriar. Teríamos que colocar objetos no lugar e jogar velharias e objetos danificados fora, eu poderia os juntar para fabricar algum armamento que me ajudasse posteriormente, porém ao observar tudo, não acho que ia conseguir desenvolver o projeto ideal. - Não há problema. - Já baixava rapidamente para filtrar todos os materiais, teria só dificuldade onde encontrar os armários, procuraria e faria conforme o ordenado, se tivesse alguém prestes a jogar alguma coisa no chão, a pegaria com cuidado perguntando se poderia guardar. - Licença, vou guardar isto aqui. - Ergueria o objeto com a mão.

Não poderia ficar parado, os olhos iam de um marinheiro ao outro, era questão de tempo para que todos percebessem que seus esforços iriam ser recompensados, afinal de contas, eu sou a prova viva que nunca desistir de ficar mais forte funciona, sou o homem mais forte do mundo, somente eu apenas. - Terminado. - Concluiria a tarefa e pegaria qualquer coisa que servisse como uma espada, poderia ser uma de madeira ou até mesmo nem possuir o formato de uma, por exemplo um cano.

Não usaria o estilo de combate ensinado e aperfeiçoado por mim no teste, a arte marcial do homem mais forte do mundo não poderia ser usada levianamente e muito menos tinha todos os requisitos para usá-la aqui, não fabriquei meus apetrechos.. Se fosse para ir ao combate, preferia apenas usar o estilo primário da arte marcial, só iria ser um simples espadachim e venceria a luta e meu oponente.


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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Seg Jun 07, 2021 9:28 pm

I - Aventura
Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Limpando para lutar!

Mam, até onde esse cara vai ficar me enrolando?! - Rangia os dentes, enquanto encarava aquele bando de marinheiros lutando entre si. Meu desejo era entrar o quanto antes naquela briga e mostrar como é que se faz.

Depois de tudo o que passei ao entrar nesse quartel, meu ânimo estava as alturas. Tinha tanta gente que queria socar que apenas um verdadeiro combate acalmaria um pouco essa energia armazenada.

Dessa forma, com um sorriso demoníaco acalmaria o fôlego e começaria a guardar as roupas e os materiais de combate na brutalidade. Pegaria as vestes e jogaria de qualquer jeito dentro do armário, equipamentos quebrados jogaria no lixo e caso não coubesse meteria um chutão para caber dentro da lixeira, e sobre os armamentos guardaria no local indicado sem se preocupar muito de como ele deveria está organizado.

Terminando o desafio da limpeza, então esticaria cada parte do meu corpo. - Não preciso dessas coisas de equipamento! Só usa arminha quem não se garante no soco, rapá. E ai? Quem vai ser o alvo? - Questionaria o organizador do alistamento.

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Eae, qual foi?

#cc99ff - Pensamento
#ffffff - Fala

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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qui Jun 10, 2021 4:47 am
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Sorrir para o desespero? Suas íris cerúleas, então, ainda que um tanto quanto meândricas, exaltaram um lumaréu ardente que externava o seu profundo êxtase por Takamoto aceitar ajudá-lo a se tornar mais forte com aquele conselho. Era difícil compreender de antemão o significado por detrás daquelas palavras, mas, de alguma forma, o pequeno sentia que o conteúdo daquelas palavras não demorariam para serem reveladas à ele no momento em que mais precisasse e, com toda a certeza, esse momento tão logo chegaria. Sorrir para o desespero...  

Não demorou para que devorasse o seu almoço em pouquíssimos minutos, em especial os doces. Suas energias haviam sido recarregadas ao máximo para enfrentar os próximos desafios que seriam impostos à ele. Ao final da sua última garfada, o aspirante a marinheiro estava esquecendo-se de alguma coisa que havia ficado para trás e não havia sido concluída por ele, mas, ainda assim, mesmo que esforçasse-se para se recordar, suas memórias não se clareariam bem o suficiente. Nakamura? Até refletiu, mas não o via desde que havia deixado a fila do refeitório para trás, e abnegou com a cabeça. É, deixa pra lá.

Quando se deu por vencido já estaria acompanhando o instrutor da Marinha para a próxima fase do exame de admissão da organização e, pelo que aparentava, seria umas das últimas etapas restantes para que o recrutamento fosse concluído. - Ahhhh! Vamos lá então! - Espriguiçou-se, alongando suas articulações e enrijecendo seus músculos. Só guardar coisas? Puft! Fácil, muito fácil. E então, de súbito, quase que como uma bateria interminável, o pequeno apresentou-se em velocidade para concluir a tarefa que foi atribuída ao grupo; escrutinando toda a área para que nada fosse deixado para trás. Apresentaria-se como se fosse um relâmpago-vivo ao armazenar tudo que estivesse fora de ordem de volta ao seu respectivo local apropriado, e concluindo, talvez, mais rápido do que se pudesse conjecturar naquele momento. Quanto mais peso carregasse maior seria o seu êxtase e maior seria a sua determinação para concluir aquela tarefa, afinal de contas, aquilo era um treinamento para que o seu físico se refinasse cada vez mais — e, para ser reconhecido como o mais forte do mundo, é necessário ter o corpo tão sólido quanto uma rocha.

Após concluir a tarefa era chegado a hora do momento mais aguardado: o teste de combate. Vou superar os meus limites! Pensou em um expressível estado de ansiedade, cerrando os seus punhos e friccionando seus dentes. Direto! Gancho! Cruzado! Saltitante e replicando rápidos soquinhos no vácuo, o pequeno mal continha-se em seu bem-humorado sorriso. Sem preocupar-se muito com qualquer coisa, o puglista-mirim apenas apanharia qualquer equipamento que se adequasse com a sua técnica de combate; luvas, soqueiras ou manoplas, enfim, realmente qualquer coisa da categoria. Não fazia nenhuma questão. Na realidade, não se importava com quase nada, mas tão somente com uma única coisa: superar todos os seus limites.

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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Sab Jun 12, 2021 2:58 pm

El faxinero



O almoço passava e com isso o tema da nossa conversa. O ruivo e eu terminávamos nossas refeições e nos dirigíamos para a recepção, onde esperaríamos o marinheiro instrutor. O marinheiro em questão a estava pronto para a próxima rodada e nos aguardando com o seu jornal em mãos. Nos redirecionava ao campo de treinamento onde ele explicou brevemente os passos a serem feitos.

Não havia duvidas do que deveria ser feito e sem demora começaria a tarefa. As vestimentas deveriam ser guardadas em armários, pressupondo que cada uma delas seja de uma pessoa, colocaria em armários diferentes em sequência, para que fiquem de fácil acesso e busca pelos proprietários. As armas seriam postas em seus devidos eixos no local de armamentos, e itens que pareciam quebrados apenas descartados no lixo mais próximo. Executaria a tarefa sem muitos pensamentos em mente, já que ela não requeria tamanha atenção.

Concluindo a tarefa com meus outros colegas, me aprontaria para a próxima etapa. O combate não era meu forte e podia apenas recriar o que a minha imaginação sabia sobre o assunto. Não tinha qualquer destreza ou habilidade com armas únicas, sendo a mais pequena das adagas ainda perigosa para mim. Procuraria utilizar apenas o meu corpo como arma e escudo, já que era o máximo que estava habituado a fazer. Procuraria por luvas ou algo similar para minhas mãos, já que elas serão a estrela da minha performance. Retiraria minhas vestimentas da parte superior do corpo e meus sapatos juntamente com as meias. Se houvesse uma calça disponível para usar no campo, e trocaria pela que estava usando. Não queria sujar minha roupa limpa e de certa forma cara, porem se não houvesse uma calça para sujar, teria que ser a que eu tinha no corpo. Esperaria sentado em algum local próximo, enquanto observava o restante dos combatentes e pegando informações de como me portar no campo de batalha, focando especificamente naqueles que tinham um estilo de combate similar ao meu.


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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Sab Jun 12, 2021 11:33 pm

Uma sensação estranha correu pelo meu corpo. Uma escuridão me envolveu e lá mesmo eu fiquei. Achei que em meio a soneca eu teria a oportunidade de me encontrar com a Agnis dois e que depois soneca, poderia lutar um pouco ou seja lá o que for que aquele instrutor tapado estiver planejando. Só que, do nada- Isso ai. Do nada eu tomei conta. Pode deixar, Agnis, eu assumo daqui. - Ei, isso não é justo! - Eu sei, mas eu não faço as regras meu bem. -Bah! Tá! Se diverte ai no meu lugar. Eu não me importo. - Muito obrigado pela sua benção, Agnis.

Agora que a outra Agnis não está no volante, não haverá mais atrasos e nem mais dor de cabeça. A voz da pequena que nos acompanhava nesse processo seletivo dava a largada para a corrida do sucesso, que agora seguiria a todo o vapor, sem interrupções e nem desvios. - Não esquece de responder ela. - Oh, tem razão. Primeiro, eu me levantaria e ajustaria minhas vestes, fechando o ziper de minha jaqueta ao máximo, mexendo nas golas dela e etc. Tenho que estar apresentável se quero passar uma boa impressão, mesmo depois da lambança que a Agnis fez. - EI! - E então, assim que tivesse me arrumado, eu ajeitaria minha postura, projetaria ainda mais todos os meus 1,90 para cima dela, e empinaria meu nariz ao máximo para deixar bem claro a minha superioridade. - Não faz isso! - Porque? - Você não vai conseguir aliados se ficar agindo assim. - Tá bom. Então eu faria isso só um pouquinho, mas logo após  voltaria para a instância desleixada que a outra Agnis sempre esbanja.

- Não se preocupe, pequena. Essas meras distrações não passam de cascalhos em nossa estrada para a glória. Em nosso lugar no topo, não poderemos ver nem os rastros de toda essa sujeira. -  Fufu… Essa é a pegadinha… Esse nós a quem me referi se trata de mim e da outra Agnis, mas não tem como ela saber. - Prazer, Agnis. - Eu terminaria, me apresentando do jeitinho que havia sido ensinada. Visto que a conversa teria de terminar ali, já que havia uma tarefa a ser feita, eu partiria, finalmente, para limpar o bendito centro de treinamento. Teria que conservar minha energia no caso de ter que batalhar, então eu cumpriria a tarefa conservadoramente, deixando os meus outros companheiros assumirem a maior parte do trabalho sujo.

Ao fim da tarefa, eu me equiparia com grevas ou botas, e manoplas, as armas padrão de meu estilo, porém, pegaria algo extra. Pegaria uma arma extra, talvez uma espada , a mais leve que pudesse encontrar. Algo que me desse uma vantagem de alcance e que pudesse atrair a atenção de meu possível oponente. As grevas e as manoplas denunciam que eu tenho um estilo corpo a corpo, mas a presença da espada possivelmente causaria uma confusão em meu oponente, o que lhe faria agir com cautela, ou até mesmo tentar ser rápido e preciso em um ataque, mas ai é que tá a pegadinha. Nada que possuo denuncia meu ás na manga, e é assim que venceremos. Genial, não é, Agnis? - Ah sim! Do balacobaco! Manda ver Agnis! - Assim eu farei, Agnis… Assim farei.
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Ter Jun 15, 2021 10:45 am


Marines & agiotas, não são o mesmo? - 06
15:01 / Shells Town



O almoço enfim acabava, e a chegava a tão esperada hora da próxima tarefa. Enquanto todos os participantes saíam, Agnis e Erina ficavam para trás, após esta comer desenfreadamente e acabar cochilando. Durante seu breve sono, a personalidade que antes se mantinha em sua cabeça, agora vinha à tona e tomava controle do corpo esbelto da mulher. Seus hábitos e maneirismos mudavam de uma hora para outra, mas Erina não possuía maneiras de descobrir isso, portanto, não estranhava a súbita formalidade e requinte inesperado.

— Prazer, Erina. — a pequena se apresentava um pouco receosa pelas palavras motivadoras, mas um tanto suspeitas daquela moça. A mulher queria glória e buscava força, mas seu discurso definitivamente não era o mesmo de Agnis. — Pedras no sapato nunca impediram ninguém, não é mesmo? — respondia um pouco sem palavras, mas não tardava para chegar até onde estava combinado com aquele instrutor.  

A caminhada até o local era breve, e a marca da passagem do tempo naquele local se mostrava claro como o dia. Pessoas saíam em suas missões ou se acomodavam em suas casas ou dormitórios. Algumas descansavam após o almoço pesado e alguns treinavam seus corpos para ficarem aptos no combate ao crime. Diferente destas, porém, aqueles novatos que seguiam seus caminhos para se tornarem soldados marinheiros não descansavam sequer um minuto, e diligentemente seguiam o oficial até o campo de treinamento, após se encontrarem com ele na posição combinada.  

Chegando no lugar, a tarefa dada por ele era simples. Limpar aquele lugar que estava devastado pela sujeira e bagunça de soldados que treinavam e suavam seus corpos sem parar. Alguns momentos mais tarde, seriam eles naquela posição, e esse simples fato parecia animar alguns que até agora se mostravam entediados com toda aquele "rito" de passagem que não passava de trabalhos sem graça.  

Sem demorar muito, todos começavam. Takamoto, Kylo e Joseph rapidamente faziam o serviço sem reclamações, o último estando um pouco preocupado com o fato de não saber lutar tão apropriadamente, já que essa nunca fora sua área. Ele finalizava sua tarefa após seus colegas citados anteriormente, e logo partia para analisar pessoas que possuíam um conhecimento de luta e estilo comparados ao seu, e rapidamente enxergava alguns padrões. Bases firmes, posição corporal sempre determinada de acordo com a situação e tempo de resposta altíssimo. Suas vestimentas variavam muito, alguns apenas usando shorts com um tecido similar à seda. Porém, novamente, algo que parecia característico era o uso de luvas, soqueiras ou equipamentos que pudessem aumentar o dano de socos e chutes. Enquanto fazia essa análise, o homem também se preocupava com suas roupas caras, e procurava um substituto para as mesmas. Ele retirava seus calçados e meias, além de suas calças para trocá-la com uma mais apropriada. Agora ele estava pronto para o combate.

Igualmente, Kylo procurava por equipamentos que faziam parte de seu estilo de combate, encontrando soqueiras e luvas para o uso. O menino se aquecia com alguns saltos e socos no ar, como se estivesse lutando contra um inimigo invisível. Takamoto, por outro lado, era mais metódico, escolhendo não utilizar a sua arte marcial, se restringindo apenas às lâminas do homem mais forte do mundo. Aquele trio estava pronto para pelejar.

Nakamura era um caso à parte, e fazia rapidamente, de novo, seu serviço desleixado. Ele não se importava, e fazia parte do grupo que gostaria que tudo aquilo acabasse logo. Ele colocava as roupas nos armários sem se importar com a sua condição, e armas nos locais que provavelmente não eram apropriados. Não demorava para terminar tudo e finalmente perguntar ao instrutor com quem iria lutar. Sua frase denotava sua condição de espírito e tipo de mentalidade: ele lutaria no natural, sem qualquer tipo de apetrechos, e estava preparado para acabar com a raça de seu oponente. O instrutor não respondia sua pergunta ainda, pois esperava o resto do pessoal acabar, e deixava isso bem claro ao lançar um olhar fulminante para o rapaz.

— Espera eles acabarem, e eu com prazer vou dizer seu oponente. — lançava um sorriso para o rapaz, que nada podia fazer se não esperar.

Agnis era a última dentre os seis a terminar a prova. Com sua nova mentalidade mais focada e racional, ela notava que deveria guardar energias caso quisesse lutar de igual para igual, e nesse contexto, fazia questão de progredir com aquela tarefa de forma conservadora, reservada e nem um pouco danosa. Assim como os outros, porém, ela se colocava no objetivo de escolher suas armas e equipamentos, antes de o instrutor anunciar o oponente de cada um. Sua escolha refletia no seu estilo de combate: grevas e manoplas encaixavam em seus membros, indicando luta corpo à corpo. Qualquer pessoa com olhos e pensamento crítico notaria isso, portanto, a Agnis racional tratava de tentar confundir quem quer que fosse lutar contra ela, colocando uma espada em sua cintura também, guiando os pensamentos de quem ela fosse pelejar.

Todos estavam prontos, e vendo isso, o instrutor da marinha finalmente largava seus afazeres para matar tempo e guiava seu olhar para cada um daquelas pessoas. Sua boca se abria logo após ele esbanjar um sorriso que misturava felicidade com excitação, fazendo até mesmo seus olhos brilharem. Quando falava, o mesmo olhar se tornava afiado e profundo, indicando uma seriedade súbita apenas ao tocar no tema "combate".

— Certo... última fase do processo de admissão de cada um de vocês aqui. Um colega meu será encarregado de avaliar cada um de vocês individualmente. — ele dizia ao apontar para um homem que sentava na arquibancada despretensiosamente. Seus olhos estavam entretidos no jornal, mas ninguém realmente podia vê-los, já que seus óculos escuros tampavam a parte do rosto do indivíduo. — As regras são simples, e provavelmente o que vocês já esperam. A luta se acaba no momento em que o oponente estiver desabilitado ou inconsciente. Não será permitido matar, porém, podem usar qualquer artifício ao alcance de vocês. — falava calmamente, não demonstrando a ansiedade que crescia em seu âmago e que fora mostrada alguns minutos atrás. — Certo, para os oponentes de cada um, agora. Takamoto, você lutará contra Simon, aquele homem que está esbanjando seus músculos. — ele apontava para um rapaz de cerca de dois metros, sem camisa, e com músculos que se assemelhavam ao aço de tão densos. Era notável sua falta de cabelos, porém, mais ainda seu olhar penetrante e aparentemente determinado, talvez até raivoso.

— Kylo, sua luta vai ser contra aquela dama ali, Kat. — ele apontava para uma moça que possuía a altura de Takamoto, mas sua idade não passava dos vinte anos. Ela parecia entediada segurando uma espécie de soqueira na mão enquanto mascava um chiclete despretensiosamente. O instrutor não demorava para anunciar a próxima luta.

— Agnis, seu oponente será aquele artista marcial ali. — mostrava agora um homem que possuía uma bandana em seus olhos. Seus cabelos eram brancos, mas isso não refletia na sua idade, aparentemente, enquanto ele se mostrava empolgado, batendo um punho contra o outro.

— Joseph lutará com o Taekwondoca ali no canto. — indicava um homem vestindo um quimono, envolto por uma faixa preta, que incessantemente se preparava para a batalha ao, como Kylo, disparar alguns golpes contra o ar.

— Erina, sua oponente vai ser aquela garotinha ali. — seu dedo agora apontava para uma menininha de madeixas esverdeadas, que carregava em sua cintura uma lâmina similar a uma Katana. Seu olhar também parecia despretensioso, mas ainda assim cauteloso.

— Finalmente, Blumayden... seu oponente serei eu! — um sorriso malicioso era colocado em sua face, enquanto ele olhava atentamente para o ex-yakuza. Sua intenção parecia ser clara, e era destruir o homem que apesar de criminoso em tempos passados, tentava entrar para a organização de marinheiros. — Vou pegar leve, não se preocupe. HAHAHAHA! — gargalhava enquanto caminhava até a arena onde ele iria lutar. Ao mesmo tempo, cada um daqueles que ele indicou fazia o mesmo, e de forma súbita, como se já estivessem prontos para isso, aqueles que treinavam no campo anteriormente dava espaço para aquela batalha em larga escala.


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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Sab Jun 19, 2021 1:42 pm

Prova de combate!



Com a conclusão da limpeza, podia ter um breve momento para estudar a natureza do combate e como eu adaptaria aquilo para as minhas experiencias... no caso, eram nenhuma. Podia observar a base e as posturas que os lutadores corpo a corpo mantinham, isso me dava algumas ideias para utilizar na luta “ Entendo. Eles posicionam os pés desta forma para criar um equilíbrio tanto em relação aos golpes que eles tomam quanto para beneficiar os seus próprios golpes. Porém ainda estou confuso quanto aos braços... alguns os mantem ligeiramente mais abertos outros mais centrados, cada um tem um propósito ao que parece, um estilo por assim dizer. Alguns para golpes fracos, porem contínuos e rápidos, outros para golpes fortes porem desgastantes, outros para agarrões e etc...” Parava para embrulhar aquele pacote de novas informações enquanto continuava a absorver mais e mais com os olhos.

Observava brevemente Lisandro que havia terminado a tarefa antes de mim, e mentalizava lutar com o mesmo por algum tempo “ Ele é mais baixo e bem mais esguio, se lutássemos ele provavelmente usaria da sua agilidade e altura para desferir golpes rápidos e me derrubar com o tempo... Já eu teria que uma grande vantagem em tamanho, peso e provavelmente em força bruta, já que no teste de força eu me saí melhor...hm.... Eu poderia finalizar o combate o mais rápido possível com poucos socos focalizados ou garantir que eu o agarrasse para lança-lo de um lado para o outro, contra isso aqui que seu corpo menor não teria tanta durabilidade quanto o meu...hmm... Acredito que um estilo veloz não faça o meu tipo, vou me focar em golpes concentrados e agarrões, deve bastar para conter inimigos” Finalizava a reflexão, me levantando para trocar de roupa.

Nesse meio tempo perdido no meu pensamento, os outros restantes da prova terminavam a limpeza e logo o instrutor começava a atribuir os oponentes de cada um. Não me importava muito com o adversário dos outros, já que aquela etapa deveria ser passada sozinho. Pude então ouvir quem lutaria comigo, um praticante de Taekwondo que estava num canto desferindo golpes no ar. Podia notar em sua vestimenta uma faixa preta na cintura “ Hum?! Eu vou lutar com ele? “ Pensei um pouco espantado “ Se eu não me engano, essa faixa preta indica um alto grau de habilidade de combate na hierarquia desses combatentes...” A preocupação não ia embora e a ansiedade tomava conta da minha mente brevemente “ Calma, calma... Ele tem muito mais experiencia de combate, e provavelmente não irá pegar leve já que é um teste e não uma aula...” Respirava profundo e soltava para desacelerar a tensão no corpo “ Okay, vamos lá. Como ele é bem mais experiente, eu preciso terminar isso o mais rápido possível, ele vai explorar esse meu ponto fraco e abusar até ganhar de mim, por isso o tempo aqui é de uma bomba. Bom, ele deve usar bastante as suas pernas, o que torna o combate mais acelerado, já que ele as usa tanto para atacar quanto para se mover, não se preocupando necessariamente com o posicionamento para os braços, como eu, já que ele pode me usar de chão e passar por cima... Porém esse estilo tem um problema. Se eu neutralizar uma das pernas, fica comprometido tanto a habilidade de luta quanto a de locomoção, invalidando dois fatores com um tiro só... Certo, é isso que eu vou usar!” Finalizava minha estratégia previamente ao entrar no campo para lutar.

No campo assumiria minha postura para aquele combate. Corpo na lateral, mostrando minha frente para o lado da perna mais atrás do oponente. Pés firmes ao chão, pois precisava manter uma base solida para defender um golpe forte. Mão dianteira na diagonal, indo do meu cotovelo encontrando minha costela com um pouco mais de espaço, subindo e cruzando meu peito até parar no meu maxilar oposto a mão de escolha, mantendo-a semi aberta para aparar e agarrar possíveis golpes. Já a mão traseira se manteria abaixada num sentido horizontal, seguiria a linha da minha cintura com a calça, também semi aberta. Cada uma das mãos tinha um propósito especifico naquela luta contra aquele oponente em especifico. Como um lutador com as pernas não pode dar um ‘golpe de estocada’ com a perna em um nível superior ao tronco, mirando a cabeça por um exemplo, não havia necessidade para manter a guarda no rosto a frente, porem sim na lateral, onde a maioria dos golpes poderiam vir. Da mesma forma a mão traseira ficaria num nível abaixo, protegendo de possíveis golpes direcionados ao abdômen. O único ponto fraco em tese seriam minhas costas, porém era para isso que eu havia mantido minha posição espelhada com a perna traseira dele. Já que anatomicamente ele não poderia torcer sua perna para contornar o seu próprio corpo e acertar minhas costas, ele teria que vir pela minha frente, onde eu já havia minha linha de defesa preparada.

Para golpes do tipo estocada, tentaria desviar para os lados, visto que estes são problemáticos demais para defender com uma mão apenas. Para chutes horizontais ou diagonais, eu bloquearia com as duas mãos, e seguraria a perna, andando para trás a passos firmes para desequilibrar o oponente. Para uma rasteira ele teria que mover todo o seu corpo um nível abaixo, isso seria uma oportunidade para por o meu tamanho e peso como vantagem. Me atiraria para cima do mesmo com os braços abertos para agarrar qualquer parte de seu corpo ou vestimenta, assim que ele abaixasse para desferir a rasteira.

Para um caso pouco provável onde ele não tomasse a iniciativa, teria que faze-la eu mesmo. Avançaria devagar até um ponto de ação de suas pernas, dai em diante, daria passos ligeiros para encurtar a distancia e diminuir a efetividade das pernas. Com a mão traseira mais distante, desferiria um golpe potente no abdômen do adversário. Seguiria com a trocar de mão e desferiria outro golpe na mesma região e finalizaria com uma tentaria de agarra-lo em algum local. Os golpes no abdômen serviriam para limitar sua estamina, já que aquela era uma região importante para quem usa do ar frequentemente, fora que tinham uma certa responsabilidade para com as pernas, se aquela região fosse danificada, golpes mais estravagantes ou movimentações mais complexas estariam comprometidas para ele. Independente do momento em que conseguisse, ao agarra-lo, faria questão de segurar com as duas mãos no mesmo ponto e usando minha força, o rodaria e lançaria o mais longe possível, tentando no processo faze-lo perder controle do centro de gravidade e não conseguir ter um pouso agradável. Caso nenhum de meus golpes encaixasse, recuaria rapidamente sem dar brechar para uma punição.

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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Seg Jun 21, 2021 7:32 pm

Marines&Agiotas, não são o mesmo?
 

Enfim um embate, não haveria derramamento de sangue desnecessário, era somente o último teste para efetivar minha pessoa como um marinheiro, um passo para derrotar o rei dos piratas e cumprir meu papel como o homem mais forte do mundo. Meu adversário? Um homem tão grande quanto um pequeno navio, era desprovido de fios de cabelo, porém demonstrava ter um corpo tão esbelto quanto meus cachos vermelhos, formei um sorriso no rosto indo cumprimentar aquele que seria derrotado, não havia vergonha em perder para mim, quem no mundo poderia ganhar do homem mais forte do mundo? - Será um prazer enfrentá-lo, sou Takamoto Lisandro. - Colocando o fio da espada de madeira no ombro com a destra, estirei a canhota para cumprimentar aquele homem e concluir minha apresentação. - O homem mais forte do mundo!

A surpresa iria vim, muitos não conheciam a mim, apesar de ser o homem mais forte do mundo, não sou o mais famoso. - Utilizarei apenas esta espada de madeira e nada mais para nossa luta. - Não queria desonrar o sujeito, mas não poderia dar tudo de mim sem meus equipamentos, lutar com o meu estilo único não era uma possibilidade, teria que arrumar algum tempo para montar minhas ferramentas de combate.

Seria o primeiro a entrar no campo de batalha, uma pequena arena dado ao coliseu que batalhei durante minhas viagens pelas terras de Pimtombeira. - Quando estiver pronto. - Falaria esperando alguma reação, não poderia receber o luxo de levar o primeiro golpe achando que não faria nada contra mim, o sujeito deveria me jogar para fora com a capacidade muscular do seu corpo na primeira lapada. Seguraria a espada de madeira com força, era hora de fabricar o caminho para a vitória, se ele fosse audaz o suficiente para vim a mim, teria de passar por seu ataque, devo lembrar de quem aqui tinha o maior alcance. - Vamos lá! - Também correria na direção dele, ficaria a esquerda do sujeito para a espada ter o maior alcance possível erguendo meu braço deixando a mesma na altura da minha cintura, seria perspicaz, assim que entrasse no meu alcance, não iria para um confronto direto, fingiria espancá-lo em um corte em seu peito, porém desde o início queria cometer um deslize abaixando meu corpo e deslizando no chão para acerta-lo nas pernas.

Mesmo a maior das árvores deve cair se sua raiz for destruída, ele poderia não cair, mas ao menos o faria tropeçar e perder seu equilíbrio, retomaria a minha base ficando de pé e observando a dimensão do dano. - Não acho que vou poder usar disso de novo. - Queria estudar meu oponente, devo mantê-lo longe e analisar. Era a hora de investir em punhaladas em sua direção deixando que ele se aproximasse ao poucos casp montasse uma defesa, não sabia se ele havia tinha uma velocidade explosiva, porém deveria ter um avanço rápido, ficaria atento para desviar de golpes e reconhecer meu oponente.

Não continuaria com meras estocadas, faria minha guarda antes de cansar e usaria a lâmina para aparar golpes buscando uma esquiva efetiva, poderia somente desviar, porém aparar os golpes seria melhor para minha compreensão de Simon. - Pode vim!


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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Seg Jun 21, 2021 8:02 pm

I - Aventura
Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Botando pra lascar!

- Pegar leve? Não vá se arrepender depois… - Seria isso um milagre? Era tanta felicidade que não conseguia me conter, toda essa raiva que habitava dentro de mim poderia finalmente botar para fora, além disso, o otário da vez seria aquele marinheiro bunda mole, o qual encheu meu saco a tarde inteira. Meus olhos se afiavam como um leão olhando para sua presa.

Estalando os dedos das mãos, diria. - Não vá cair no primeiro soco, desgraçado. - O infeliz que estava a minha frente, aparentemente não usava nenhum tipo de arma, isso fazia-me deduzir que era também um lutador. Devia ser muito macho mesmo para encarar a força dos meus punhos, fortalecidos pelas ruas e por um árduo treinamento dos infernos. - Vou deitar esse cara na porrada.

AAAAAAHHHH! - Gritaria avançando contra aquele marujo imbecil, assim já o assustando, e o deixando em choque. Que foi? Achou que ia ter uma estratégia bonitinha, nos Yakuza nós movemos pela força do coração e cada sentido do meu corpo dizia-me para mandar esse maluco para contar carneirinhos.

Manteria os punhos fechados, e a mão direita acima da cabeça para juntar aquela força colossal, quando tivesse a 1 metro de distância do lutador, saltaria e daria um soco. - Aqui vaaaiii o leendáaariooooo… - Porém todo mágico tem seus truques e para um ex-fora da lei isso não seria diferente. Na verdade, minha intenção desde o início não era socá-lo, mas sim, usar a impulsão da soco para virar meu corpo no ar, de modo que minhas costas ficassem viradas para o oponente. - COOOIICEEE DE JUUUUULMEEEEENTOOOOOOO!!! - Flexionando os joelhos, daria um chute com as duas pernas no desgraçado, tentaria mirar nas parte inferior do infeliz, assim, inibindo que o mesmo desviasse para baixo. Arriscado? Talvez, mas um Yakuza sempre vive a vida se arriscando, se lembre disso.

Errando ou acertando, tentaria me recompor e sair à procura da presa. Chegando próximo o suficiente dela, efetuaria um soco com o braço direito em direção ao seu rosto. - Saiindoo do fornoooo... - Acertando ou não, aqui vinha mais uma de minhas artimanhas. - SUUUVAACAAADAAA DOOO MAAACAAACOOOO! - Meu objetivo real era dobrar o cotovelo e efetuar uma cotovelada em direção ao oponente, inclinando todo meu centro de gravidade para o golpe e sendo uma cotovelada poderia facilmente ir na direção na qual o inimigo se desviou. Ah, agora você me pergunta por que sovacada, bem, se tivesse êxito em desferir o golpe com o cotovelo, aproveitaria a movimentação para passar o suor do meu sovaco no infeliz. - Isso é por me fazer ficar queimando no sol, otário!

Para minha defesa, tentaria prestar atenção de onde viria o golpe para bloquear com os meus antebraços, na hipótese de um chute, usaria posicionaria meus braços em forma de cruz para uma maior proteção. Caso sentisse que poderia desviar, tentaria dar pequenos saltos para o lado, enquanto empurraria o golpe ao lado, se ele tivesse com muita sede de sangue, aproveitaria para dar um chute em suas pernas a fim de derrubá-lo. Para chutes baixos, pularia e rodaria no ar para manter distância e chutes altos, dobraria meus joelhos e inclinaria minha coluna na tentativa de desviar do ataque.

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Eae, qual foi?

#cc99ff - Pensamento
#ffffff - Fala

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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Seg Jun 21, 2021 11:37 pm

Eu me mantinha em silêncio. Finalmente haveria um pouco de diversão, mas não era o tipo de diversão moralmente correta que eu esperava da marinha. Surrar um maluco daqueles não me parecia ser a coisa certa a fazer. Talvez fosse um teste, mas mesmo que fosse, eu não me importo. Por mais que eu estivesse contida, também estava um pouco frustrada com toda aquela palhaçada de mais cedo, e se algum tipo de culpa cair sobre mim, eu posso apenas dizer que foi o instrutor que mandou.

De qualquer forma, eu não sei qual é a daquele cara, então temos que agir com cautela. Se ali não fosse o local da batalha, caminharia lentamente até a arena. De lá, eu sacaria a espada com minha mão não dominante, e apenas observaria o homem. Para estudá-lo, precisaria que ele tomasse a iniciativa, então eu me manteria calma e com a postura ereta enquanto ele não caísse em meu truque. Tentar assumir uma postura muito cedo seria problemático, já que ele aparentava ser um artista marcial muito bem treinado, então subestimá-lo não era algo muito inteligente a se fazer.

A minha estratégia seria bem simples e direto ao ponto: Já que eu não possuo uma defesa adequada para lidar com alguém bem treinado, tentaria atacar antes que ele preparasse seu ataque, mas não o atacaria da forma que ele esperasse. Tentaria manter uma distância considerável entre nós. Se a arena em que nós estivéssemos tivesse cordas ou algo do gênero e eu ficasse de costas para elas, eu a utilizaria para pegar impulso e saltar para o outro lado da arena, tentando escapar do encurralamento, caso contrário, eu rolaria. Caso executasse a manobra com sucesso, manteria os olhos e a distância para recuperar a energia usada.

Se em algum momento ele viesse correndo em minha direção, eu jogaria meu braço não dominante para trás, como quem fosse preparar um ataque com a espada e observaria brevemente o ataque. Se fosse um golpe muito aberto, onde o membro ficasse bastante esticado, eu saltaria para perto dele, me agachando durante a aproximação e ficando colada ao seu corpo, entrando na zona onde a golpes abertos como aquele não seriam efetivos. Em seguida, sem muita demora, eu o atingiria com um gancho com a minha mão livre, vindo de baixo, bem em seu queixo, para atordoa-lo. - Gazelle Punchi! - Gritaria para dar uma dramatizada. - Ooooooooohh! Gostei! - Obrigado, Agnis. Por último, mas não menos importante, eu montaria em seus ombros e envolveria sua cabeça em uma chave bem apertada. Largaria a espada e o acertaria bem sua face com uma sequência de socos rápidos utilizando as duas mãos, e faria isto até que esgotasse todas minhas forças, mesmo que ele se rendesse antes, mesmo que ele desmaiasse ou até mesmo que todos me pedissem para parar, afinal de contas, essa era a MINHA diversão.

Caso seu ataque fosse um ataque rápido e que não abrisse o espaço para eu me aproximar, eu o ameaçaria utilizando o alcance extra da espada, mas sem atacar, é claro. Não quero dar o disfarce logo de cara. Manteria minha distancia e o de sempre, enxágue e repita.

Espero que o rumo da batalha vá bem pra mim, pois se eu demorar muito, posso acabar trocando de lugar de novo com a Agnis, e ela não sabe lidar muito bem com esse tipo de oponente. - EI!
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Kylo
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Ter Jun 22, 2021 6:09 am
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Marines&Agiotas, não são o mesmo?



Finalmente uma luta! Àquela altura, a vitória era a única coisa que importava para que ele se certificasse de que estaria pronto para a Marinha. E então, antes que desse o seu próximo passo para o ringue, quase como se um relâmpago se desdobrasse dos céus, a rouca voz do seu mestre veio à tona pela força de um estrépito que o petrificou enquanto aquelas palavras ecoavam na sua cabeça. - Não tente! Faça... ou não faça. Não existe tentativa. - Disse a voz carregada por um ar de altivez e imponência. Nesse momento, mais do que nunca, ele entendeu o que era necessário ser alcançado — a vitória, e nada mais além dela.

Apresentou-se no tablado à frente com um aprazível sorriso no rosto, carregado por um êxtase e uma euforia que eram intrínsecos a sua vontade de enfrentar  a sua oponente. - Kat, né? Meu nome é Kylo! Espero que nós possamos satisfazer um ao outro! - Sorriu de maneira infante, entrelaçando os dedos por detrás da nuca ao apropinquar-se da marinheira. - Espera! Antes que eu me esqueça! Não preciso nem falar que é pra você vir com tudo, né? - Palreou enquanto revestia suas mãos com as luvas que encontrara momentos atrás, esboçando, como de praxe, seu semblante meninil com requintes de displicência para a adversária. Ele era, de fato, alguém que esbanjava carisma e afabilidade para com os outros mas, ainda assim, haviam dogmáticas seguidas por ele que não poderiam ser esquecidas. Qual é a graça de dar tudo de si se o seu adversário não fizer o mesmo? Exatamente! Nenhuma. Não sabia exatamente o porquê, mas sentia que a sua adversária era alguém à sua altura e por isso se prontificou a não abaixar a sua guarda em nenhum momento, sobretudo por ter se atentando naquele seu semblante despretensioso e desinteressado, o deixando em um estado de alerta. Ele havia acabado de convidá-la para vir com tudo, então a cautela era necessária e muito bem-vinda. Antes do início do confronto o pequeno enrijeceu os seus músculos inferiores — a égide do seu equilíbrio —, aumentando a sua estabilidade para deixá-lo em prontidão para executar quaisquer movimentos posteriores, sejam eles ofensivos ou defensivos. Não existe tentativa. Lembrou-se mais uma vez das palavras de Magna, acalorando os seus punhos.

Suas íris cerúleas, então, fixaram-se na sua oponente em sua frente. Agora, de carranca fechada e postura fleumática, sua expressão denotava um semblante taciturno, mais fechado, expressando, talvez, um aspecto até mais temível. Sua nova postura era completamente antagônica a sua de costume, pueril e inconsequente. Dessa vez, ele ao menos não externava mais uma postura oriunda da sua pouquíssima idade e falta de vivência, não, dessa ele estava encarando as coisas de maneira diferente. Está na hora de superar os meus limites, aqui e agora. Sua mão direita estaria na altura do seu queixo, o fornecendo a proteção necessária para deixar a mão esquerda flutuando, em adjacência ao seu rosto, desprendida para que pudesse golpeá-la. Assim sendo, avançaria em constante velocidade e em guarda alta para que se reduzisse a distância entre eles, mas não engajaria o combate. A estratégia seria explorar as brechas expostas pelas ofensivas da marinheira. No entanto, se quisesse que a plenitude do método fosse conquistada, além de ter que se manter uma curta distância entre eles para que fossem efetuados rápidos e efetivos contragolpes, ele havia de se arriscar ao fornecer falsas aberturas para que a adversária explorasse. Sua exímia velocidade, agregada ao seu rápido poder de reação, estorvariam quaisquer ataques de risco ao efetuar saltos para trás ou ao rolar na direção contrária dos golpes proferidos — concedendo espaço para a adversária e afastando-se. Entretanto, assim que enxergasse uma abertura deixada pela marinheira, que seria quando ela estivesse a não mais de um metro de distância, avançaria à frente com o corpo flectido e de pés entesados ao chão, dando-lhe equilíbrio necessário para apanhá-la em velocidade.

Neste momento, o pequeno girava o seu eixo para a direita, em sentido horário, efetuando um passo para trás para que a marinheira atingisse o vácuo enquanto ele se afastava pela esquerda. Agora, adjunto à esquiva, o pugilista preparava-se para o contragolpe; em período síncrono, ameaçou um jab de esquerda para que avançasse com a direita, mas não, socaria com a esquerda, depois com a esquerda de novo; atingindo-a no rosto como um trovão, enganando-a com o jab-duplo. Logo após, ao atentar-se no provável desnorteamento da marinheira, afetuaria apenas mais dois rápidos e incisivos movimentos, o primeiro de baixo para cima, contra o seu pé de apoio, utilizando o seu pé esquerdo para que ela caísse de joelhos por perder o equilíbrio de um dos seus alicerces corporais. Já na ação postrema, o pequeno projetaria um gancho em abóbada, em movimento lateral, com um braço curvado direcionado ao máxilar da adversária para nocauteá-la. Ainda assim, se manteria em movimentação constante, afastando-se com saltos para trás e ganhando distância para que pudesse estudá-la com os olhos, na vicissitude que ela ainda mantivesse-se de pé.

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