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Kenshin
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Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qui Maio 13, 2021 1:10 am
Relembrando a primeira mensagem :

Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Takamoto Lisandro e Joseph Proudguard. A qual não possui narrador definido.

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Marines&Agiotas, não são o mesmo? - Página 4 J09J2lK

Gyatho
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Hora do rango!




Após terminar minha parte no trabalho, tive que esperar até que a jovem garotinha e o rapaz do almoço terminassem suas respectivas provas, já que ambos ficaram parados confusos quanto a tarefa enquanto os outros a executavam. Ficamos um bom tempo ali, apenas observando, debaixo daquele sol quente do meio dia. Ao fim, pude arrancar uns minutinhos de conversa com a garotinha, o que me surpreendia a resposta dada pela mesma “M-Mais velha?” pensei chocado e bastante confuso “ Isso deve ser uma pegadinha, não é? Eu já estou com medo do nascimento de fios brancos na minha cabeça, e ela acha que é mais velha? Essas crianças de hoje em dia viu...” pensava soltando um leve riso e balançando a cabeça em desacordo com aquela informação.

O instrutor nos guiava até o refeitório, onde pudemos ter o vislumbre do ambiente e da variedade de comidas dispostas para os marinheiros. Era uma mesa enorme com tudo o que se podia pensar, se era de comer, com certeza você acharia ali. Aquela era uma boa oportunidade para conversar com os outros candidatos e conhecer aqueles com potencial para passar, mas também, aqueles que se mostravam fortes mesmo as chances estando contra o seu sucesso... “Eu imagino o que aquele jovem busca na marinha, mesmo não estando preparado para ela...” Me referia ao ruivo que tinha pouca força em seus braços.

Pegaria um pouco de comida, um pouco de grãos, carne e salada e iria procurar me sentar ao lado do garoto ruivo, tinha que conhece-lo melhor para entender seus motivos. Se ele já estivesse sentado em uma mesa, me aproximaria até o mesmo e tentaria sentar próximo a ele – Então... – pausaria para notar se sua atenção se focava a mim – Carregar caixas né? Eu não pensei que a primeira prova fosse algo assim – Pausava novamente, concentrando em manter um contato visual ao referido – Joseph Proudguard, prazer – Estenderia minha mão para cumprimenta-lo e esperaria que o mesmo se apresentasse de tal forma – Não pude deixar de notar que você teve um pouco dificuldade em carregar as caixas, talvez força não deva ser o seu forte... – Terminaria a frase diminuindo a tonalidade da voz em respeito ao defeito do rapaz – Mas acredito que tenha qualidades melhores que simples força bruta, não? – Voltaria com um sorriso vívido e um ‘joinha’ camarada – O que o traz a marinha? – Perguntaria inocentemente os motivos do rapaz e o ouviria sem interrupção. É claro que em algum momento ele poderia perguntar a mesma coisa, e como o meu motivo é algo bastante pessoal e de difícil explicação, responderia de forma rápido – Estou mantendo uma promessa a minha esposa – E pararia por ali. Trocaria o tema da conversa para que ele não insistisse nos detalhes – Então... acha que teremos muitas provas nesse processo seletivo? O quão confiante você está para o teste no campo de treinamento? – Ouviria sua resposta.

Já havíamos feito uma espécie de teste de força, então não teria motivo para repetir um teste com o mesmo propósito, logo teria que ser algo diferente na próxima prova   “ Se for um teste com manuseio de equipamento acho que posso me sair bem, mas tem a chance de ser um teste de combate...” refletia sobre essa condição “ Eu nunca tive que lutar numa briga, no máximo um debate sobre economia, direitos, negociações complicadas e afins corporativistas...” aquilo era o que minha história contava, um corpo forte e sadio que não conhecia a dor e o cansaço. O combate me preocupava, mas sabia que eventualmente teria que passar por essa etapa, agora ou num futuro próximo “ Bom, o máximo que posso fazer, é dar o meu melhor para passar” era a minha mentalidade para o que vinha a seguir. Também seria a minha resposta, caso o ruivo me fizesse a mesma pergunta que o fizera.

Terminaria de comer sem muita pressa e procuraria despejar a louça vazia em algum local que parecia o correto – Bem, estou indo para a recepção, esperarei vocês lá – Diria antes de me levantar para dispor a louça. Iria até o local que o instrutor havia dito, o local que havíamos preenchido os papeis de início. O aguardaria lá e o seguiria, ouvindo todas as instruções dadas por ele no caminho.



histórico:

Nº de post: 05
ganhos: N/A
Perdas: N/A

objetivos:

[] Entrar para Marinha
[] Pegar meu dinheiro do [Abastado]
[] Me juntar ao grupo
[] (OPCIONAL) Apender proficiência: Escudista
[] Não morrer de fome ou sede, não morrer no geral hehe




_________________

legenda:


" Pensamento "
- Fala -

Narração
Takamoto Lisandro
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Marines&Agiotas, não são o mesmo?
 

Minha ajuda era recusada, se assim queria, assim seria, sentei e descansei de todo o esforço físico efetuado no levantamento e transporte das mercadorias, o marinheiro que estava nos testando parecia satisfeito o suficiente para render algum benefício aos novatos. O horário de almoço enfim chegava, estava faminto, não tinha comido desde que acordei na praia desta ilha e muito menos deixei isto me abalar, assumia a frente na fila agarrando aqueles momentos de espera escolhendo mentalmente os pratos para forrar o estômago. - Nada de frutos do mar, já tive o suficiente de água salgada por hoje. - Todo o restante ainda iria para o prato, o homem mais forte do mundo não evitaria qualquer alimento, pois o que não mata me torna forte.

Quando menos esperava, aquele garoto animado estava ao meu lado fitando minha pessoa com convicção, olhei para o lado para ter certeza se ele me encarava mesmo já que seus olhos continham uma chama ardente, a clareza desceu a mim, ele admirava o homem mais forte do mundo e sua pergunta apenas afirmava este fato. - Ser o mais forte que é atualmente? Você veio a pessoa certa. Um homem deve ter seus objetivos claros feito a água, senti sua determinação, irei lhe ajudar a se tornar mais forte. - Sorri confiante, me lembrei das palavras de meu mestre quando me ensinou a ser o mais forte do mundo. - Se quiser ser forte, sorria para o desespero!

Não sei ele entenderia, poderia até mesmo explicar, porém não acho que seja a hora, espero que as minhas palavras consigam se desdobrar em seu coração. Aquele que sorri mesmo contra a parede, nunca vai perder a esperança e sendo assim nunca perderá, ele parecia refletir sobre o ensinamento, voltei minha atenção a comida e por descuido acabei por lotar meu prato com comida. - Eita. - Teria de devorar tudo, não podia desperdiçar, porém não acho que ficarei bem depois de comer tanto.

Um assento livre era o essencial, sentava na mesa e não havia pessoas ao meu redor, poderia comer tranquilo apesar de gostar de uma boa conversa, após colocar uma colherada na boca alguém se sentava próximo, olhei para o lado com as bochechas cheias feito um esquilo se alimentando na primavera, apenas concordei levemente com a cabeça as palavras sobre o teste, pensei que teria que ganhar do guerreiro mais poderoso. Terminei de engolir e já me apresentava. - Takamoto Lisandro, o homem mais forte do mundo. - Com um sorriso simpático daria meus cumprimentos. - Força? Não, tenho bastante força. - Carregar as caixas foi difícil, mas completei a tarefa, como poderia eu não ser forte? Joseph não tinha conhecimento do que é a força.

Eu vim derrotar o rei dos piratas. - Falava tomando o caldo da carne. - E você? - Ele era um homem casado, uma promessa é algo importante e sério. - O quão confiante? O homem mais forte do mundo deve ser destemido, não há nada que possa me derrotar. - Bati no peito depois de finalizar a frase e a refeição, estava preparado para ir em busca do teste final.


Controle
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[/quote]

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Marines&Agiotas, não são o mesmo? - Página 4 QTwF5xt
gmasterX
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Sex Jun 04, 2021 11:32 pm

O sol quente estava de matar. Talvez nem estivesse, mas eu tava muito cansada para até mesmo saber o que eu tava sentindo. Aos poucos segurava cada vez menos minha vontade de voar no pescoço desse oficial de merda. Aos poucos, as palavras de Agnis dois se tornaram um monte de blá blá blá blá blá… Não que eu não quisesse dar ouvidos a ela, é claro! Mas eu não conseguia focar em mais nada além da minha possível tentativa de estrangular aquele escroto até a morte. O pivete e a anãzinha enrolavam cada vez mais e aquele idiota achava que aquilo tinha que ser nosso problema. Eu vou mostrar pra ele quem manda! ELE VAI VER SÓ! -Agnis… - O QUE FOI, AGNIS!? - Você não ouviu? É hora do rango. - Meu deus! Me apressei e segui, atenciosa e apreensiva a galera até o refeitório. Não é que eu seja gulosa, mas não se deve rejeitar quando alguém oferece comida de bom grado, e mesmo que fosse um almoço mixuruca, era comida de graça, então eu to aceitando numa boa.

Ao entrar no refeitório, me deparei com uma visão abençoada pelos próprios deuses, se houver algum. Tudo de bom e do melhor, pilhas de comida que me trouxeram um sentimento nostálgico dos bons tempos que passei com a tripulação do Flapjack. Agnis… - O que foi, Agnis? - Você sabe que horas são? - Eu não faço a menor ideia. - Tá na hora de dar preju! - Meu deus do céu… E aquela vontade de matar o instrutor, cadê? - Hã?! - Ah, deixa pra lá. - Após ouvir as belas palavras de apoio de mim mesma, agora só me restava correr para o abraço. Correria para a fila e aguardaria minha vez, com toda a disciplina, porém, ao chegar na mesa, eu provaria uma pequena porção de tudo e jogaria no prato o que fosse mais gostoso. AH! ISSO! EU TAMBÉM EMPILHARIA UM MONTE DE CAMARÃO E DE LAGOSTAS! FARIA UMA PILHA GIGANTESCA DE LAGOSTAS E CAMARÃO PRA EU DEVORAR! - Meu deus, Agnis. Se controla! - NÃO AGNIS! EU TENHO QUE FAZER ISSO!

Por fim! Eu me sentaria sozinha, obviamente, para poder me concentrar melhor na comida. AH! Claro! Eu tomaria cuidado no caminho pra não derrubar o meu prato e/ou o conteúdo dele. Comeria rapidamente, mas mastigando bem para ter uma boa digestão, como a mãe Leyla havia ensinado. Tentaria comer o mais rápido que pudesse, pois quanto mais rápido eu conseguisse comer, mais tempo eu teria pra descansar e digerir o rango. Assim que terminasse, eu me encostaria em um canto e tiraria uma rápida soneca. Se fosse chamada para a tarefa e ainda estivesse cansada depois de tanto comer, eu gentilmente pediria por um pouco mais de tempo para o oficial que nos instruia. Caso fosse negado ou o pedido fosse aceito de forma sarcástica, eu me levantaria e o encararia, demonstrando todo meu descontentamento. - Você tem sorte deu estar muito grata pela comida, se não ia ouvir umas poucas e boas. -  e em seguida os seguiria.

Após o rango, teríamos que voltar para as tarefas. Por isso, eu dessa vez, me focaria em dar o máximo nessa daqui, já que a comida renovou minhas energias. Se ainda estivesse baqueada do rango de mais cedo, eu inicialmente ajudaria com a tarefa, mas pararia bem no meio e buscaria um canto onde não fosse encontrada ou incomodada para tirar uma soneca, provavelmente iria para a enfermaria, com a desculpa de que estava passando mal ou algo do tipo.

Bom, blá blá blá, limpeza e arrumação e carregar caixa e blá blá blá. Só espero que realmente tenha alguma ação depois disso tudo, se não vou perder a cabeça.
Histórico:

Post: 05
Nome: Agnis Cyrielle
Proficiências: Atletismo | Briga | Acrobacia | Estratégia | Lógica
Qualidades: Experiente em combate | Mestre em Haki | Intuitivo
Defeitos: Extravagante | Personalidade extra | Justo | Sádico | Orgulhoso

Ganhos: X ratão (Consumido)
Perdas: 25.000 ฿S
Localização: Shells town - East Blue

Objetivos:
- Aprender as proficiência Persuasão
- Entrar para a marinha
- Progredir para o Nível 2

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Falas de Agnis um
Falas de Agnis dois
Pensamento de Agnis um
Pensamento de Agnis dois
Marines&Agiotas, não são o mesmo? - Página 4 BvMx90e
Koji
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Créditos : 22
Localização : Sirarossa
KojiNarrador
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Marines & agiotas, não são o mesmo? - 05
14:31 / Shells Town



Rand personalidade Agnis:
Quantidade aleatória (1,6) : 3
Rand Nº Posts:
Quantidade aleatória (1,6) : 2
¹

A prova do carregamento das caixas finalmente terminava. Para a tristeza da maioria, alguns haviam atrasado o grupo todo, e aparentemente aquele instrutor levava o trabalho em equipe a sério. Grande parte do novo time de novatos havia ficado parado no Sol forte enquanto outros atrasados terminavam seus trabalhos, e isso acabou por enfurecer alguns. Sentimentos de vingança e justiça floresciam nos corações de alguns como Nakamura Blumayden, e ele não deixaria aquilo de lado. Continuando a jornada do dia, a hora do almoço chegava. Nesse momento, eles iriam descansar seus corpos desgastados pelo carregamento e exercício excessivo, para algum tempo depois colocar a mão na massa novamente.

Ao chegar no refeitório, os olhos de alguns brilhavam enquanto suas bocas salivavam apenas pela vista do banquete. Diversos alimentos dispostos por ali era uma visão dada pelos deuses, assim como se passou pela cabeça de Agnis. Kylo, o menino de madeixas alvas como a neve, tirava os doces da prioridade por um momento, mas ainda assim os procurava, encontrando-os logo depois no canto extremo da mesa. Brownies e pudins se mostravam abundantes, enquanto geleias e gelatinas estavam em menor número, espalhadas pela área.

O grupo não demorava para pegar a pequena fila e já abocanharem o alimento. Nesse lugar, mais algumas interações entre o grupo de noviços eram feitas, sendo negativas ou não. Takamoto e Kylo, os autoproclamados mais fortes, trocavam uma pequena conversa sobre como se tornar mais forte. O garoto queria mais poder e iria buscá-lo com o rapaz de cabelos ruivos, que após pensar um pouco em seu passado e seu mestre, prontamente o respondia. A resposta? Determinação afiada como lâmina, objetivos claros e um sorriso na cara do desespero. Tais ensinamentos circulavam no subconsciente e consciente do garoto, enquanto o mesmo maturava as ideias e pegava sua bandeja para alimentação.

Ao mesmo tempo, Blumayden lentamente pegava a fila e eventualmente seus alimentos. Seus olhos estavam atentos nos atrasados que o fizeram ficar preso naquele Sol quente grande parte do dia. Assim que a oportunidade de vingança veio, ele começava seu plano. Indo em direção à Kylo, o garoto que pensava em conversar com o rapaz de cabelos engraçados, subitamente se animava com a visão do mesmo se aproximando dele, e acabava deixando seu garfo cair pelo chão frio e sujo do lugar. Ele imediatamente se virava para Nakamura e se agachava perpendicularmente ao homem vingativo. Este, sem perceber o movimento do garoto e já adiantando suas pernas para o fazer tropeçar, acabava por cair em seu próprio golpe. Seus pés enroscavam no menino agachado, e acabava caindo no chão. Um marinheiro que estava no lugar segurava seu prato repleto de comida e evitava sujeiras maiores, mas o estrago estava feito. Nakamura estava no chão, e provavelmente, nervoso. Quando levantasse, o Marine que estava com seu prato imediatamente o devolveria e continuaria na fila para o alimento.

O garoto que iria ser vítima de um ato odioso, acabava por esquecer seu objetivo e voltava para as mesas para se alimentar. Ao mesmo tempo, o resto do sexteto pegava sua comida após a fila e se assentava. Takamoto era seguido por Joseph, que o perguntava e indagava algumas coisas, visto que o "homem mais forte do mundo" tivera dificuldades com o teste das caixas. Lisandro logo negava a afirmação do rapaz, que questionava a força daquele ruivo, e seguia por conversar sobre seus objetivos. Proudgard possuía um passado um tanto nebuloso, e respondia brevemente sobre o trato com sua esposa, enquanto Takamoto deliberadamente falava sobre suas grandes e altas ambições de derrotar o rei pirata. A conversa logo acabava, após o mais velho falar sobre as próximas provas. Seriam mais testes de força? Habilidades gerais ou até mesmo lutas? A realidade é que ele nunca havia saído muito de seu escritório, e seu próprio corpo não era acostumado a esses tipos de atividade. O que lhe restava era dar o seu melhor com a promessa em mente.

Agnis, por outro lado, se deleitava com a visão do refeitório repleto de comida e gostosuras. Mesmo que já tivesse se alimentado, seu estômago era um saco sem fundo e nada mais poderia pará-la, nem mesmo sua personalidade que de segundo em segundo reclamava de algo. Ela pegava a fila e imediatamente em sua vez, enchia seu prato com tudo o que tivesse pela frente. Em sua mente, nada seria desperdiçado, enquanto ela colocava comida para um total de três pessoas no recipiente e saía para se assentar. Ela engolia a comida em uma velocidade que não refletia no tamanho da refeição. Aproximadamente 10 minutos sobravam até o momento em que ela tivesse que sair de lá, e a moça aproveitava o tempo da melhor maneira possível. Uma soneca no canto do lugar era obrigatória para ela, e assim o fazia. Seus olhos fechavam e a comida que pesava em seu estômago intensificava o sono, dando uma sensação incrível até o momento de partida do grupo.

Chegado o momento em que todos sairiam para ver o instrutor, Erina se aproximaria de Agnis e a acordaria.

— Ei, acorda, a gente tem que ir. Eu to cansada desses caras fazendo merda. — se referia aos "mais fortes do mundo" e ao homem do cabelo engraçado. Eles possuíam uma atitude um tanto quanto diferenciada, e a pequena estava, de certa forma, cansada disso. Ela tentaria encontrar esperança na única mulher, fora ela, daquele grupo.

Eles então partiriam até o local indicado pelo instrutor, ou seja, onde eles foram primeiramente. O lugar antes cheio, agora se mostrava levemente mais vazio. Novatos estavam saindo em suas primeiras missões e oficiais/instrutores estavam em seus trabalhos. Chegando no local, o homem que os guiava estaria lendo um jornal. Na face que o grupo podia ler, uma notícia sobre um grupo pirata na vizinhança se destacava, até que o homem fechava o grande papel ao notar seus "pupilos".

— Ótimo! Espero que tenham se alimentado bem. — se colocava de pé imediatamente e logo retornava a falar. — Me sigam até o local em que farão as próximas tarefas. — anunciava em alto tom enquanto virava as costas e partia pela porta da frente. Eles novamente cruzavam aquele grande estabelecimento até chegarem no dito campo de treinamento. O tamanho do lugar era massivo e diversos marinheiros estavam por lá, seja lutando contra seus colegas ou treinando com um oficial superior. Vários corpos suados, de vários gêneros, eram vistos, junto de rostos vermelhos, músculos tonificados e ferimentos abertos. Ao lado, alguns ficavam sentados vendo os treinos ou lendo algo, outros até conversavam com colegas e amigos. Nesse ponto da tarde, porém, o campo estava meio bagunçado. Instrumentos de guerra e equipamentos se viam jogados no chão ou até mesmo danificados. Roupas, uniformes e utensílios se mostravam como nada, visto que a maioria estava jogada de lado sem ter um dono aparente. Antes mesmo que pudessem ter uma primeira impressão sólida, o instrutor abriria sua boca.

— Tudo o que tiver fora do lugar aqui, seus trabalhos vão ser arrumar isso. Itens quebrados no lixo, armamentos no lugar dos armamentos e roupas no armário ao lado. — falava como a simples tarefa que isso era. — Depois de tudo pronto, quero que vocês vão até o lugar onde estão os equipamentos e utensílios de batalha e escolham aquilo que vocês precisem. Eu vou colocar cada um de vocês para lutar assim que terminarem. — anunciava e voltava para o seu jornal, sentando em um lugar tampado próximo dali para se esconder do Sol que queimava a sua cabeça.


Histórico:
Takamoto:
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Kylo:
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Blum:
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Perdas:
50.000 (post 01 - X ratão do restaurante de segunda)
Ferimentos: -
Handa:
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Joseph:
N° de posts: 05
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Perdas: -
Ferimentos: -

Legenda / Npc's:
Figurantes
Marines
Erina loli - Aparência

Considerações¹:

Eu e o Gmaster nos confundimos em relação à mudança de personalidade e acabamos não rolando o dado no começo da aventura, então, no post 5, rolei um dado pra ver se mantinha a que ele tava inicialmente e por quantos posts. Peço perdão pelo erro 🙏

Caso tenham uma sugestão, feedback ou algo para pedir, sabem onde me encontrar, boa aventura!

   Code by Arthur Lancaster

     
    


Última edição por Koji em Seg Jun 07, 2021 2:23 pm, editado 2 vez(es)

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Marines&Agiotas, não são o mesmo? - Página 4 FObIUiu


"Assume the position to get down on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
Marines&Agiotas, não são o mesmo? - Página 4 Jpu3OmR
Takamoto Lisandro
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Marines&Agiotas, não são o mesmo?
 

Chegada a hora do combate, ao menos era o que esperava, homens e mulheres espalhados treinando e aprimorando seus corpos e mentes, não tinha nada melhor do que sentir aquela vibração se dirigindo ao meu peito, a essência do esforço e trabalho duro, duas coisas que me fizeram ser o que sou hoje, o homem mais forte do mundo. - Demais. - Observei os ringues e as pessoas lutando entre si, no chão diversos utensílios e peças reutilizáveis, o recrutador abria o bico e falava a próxima tarefa.

Mais um trabalho fácil, depois do almoço preferia descansar o bucho, mas o examinador não tinha planos para deixar nosso sangue esfriar. Teríamos que colocar objetos no lugar e jogar velharias e objetos danificados fora, eu poderia os juntar para fabricar algum armamento que me ajudasse posteriormente, porém ao observar tudo, não acho que ia conseguir desenvolver o projeto ideal. - Não há problema. - Já baixava rapidamente para filtrar todos os materiais, teria só dificuldade onde encontrar os armários, procuraria e faria conforme o ordenado, se tivesse alguém prestes a jogar alguma coisa no chão, a pegaria com cuidado perguntando se poderia guardar. - Licença, vou guardar isto aqui. - Ergueria o objeto com a mão.

Não poderia ficar parado, os olhos iam de um marinheiro ao outro, era questão de tempo para que todos percebessem que seus esforços iriam ser recompensados, afinal de contas, eu sou a prova viva que nunca desistir de ficar mais forte funciona, sou o homem mais forte do mundo, somente eu apenas. - Terminado. - Concluiria a tarefa e pegaria qualquer coisa que servisse como uma espada, poderia ser uma de madeira ou até mesmo nem possuir o formato de uma, por exemplo um cano.

Não usaria o estilo de combate ensinado e aperfeiçoado por mim no teste, a arte marcial do homem mais forte do mundo não poderia ser usada levianamente e muito menos tinha todos os requisitos para usá-la aqui, não fabriquei meus apetrechos.. Se fosse para ir ao combate, preferia apenas usar o estilo primário da arte marcial, só iria ser um simples espadachim e venceria a luta e meu oponente.


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I - Aventura
Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Limpando para lutar!

Mam, até onde esse cara vai ficar me enrolando?! - Rangia os dentes, enquanto encarava aquele bando de marinheiros lutando entre si. Meu desejo era entrar o quanto antes naquela briga e mostrar como é que se faz.

Depois de tudo o que passei ao entrar nesse quartel, meu ânimo estava as alturas. Tinha tanta gente que queria socar que apenas um verdadeiro combate acalmaria um pouco essa energia armazenada.

Dessa forma, com um sorriso demoníaco acalmaria o fôlego e começaria a guardar as roupas e os materiais de combate na brutalidade. Pegaria as vestes e jogaria de qualquer jeito dentro do armário, equipamentos quebrados jogaria no lixo e caso não coubesse meteria um chutão para caber dentro da lixeira, e sobre os armamentos guardaria no local indicado sem se preocupar muito de como ele deveria está organizado.

Terminando o desafio da limpeza, então esticaria cada parte do meu corpo. - Não preciso dessas coisas de equipamento! Só usa arminha quem não se garante no soco, rapá. E ai? Quem vai ser o alvo? - Questionaria o organizador do alistamento.

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Eae, qual foi?

#cc99ff - Pensamento
#ffffff - Fala

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Marines&Agiotas, não são o mesmo?



Sorrir para o desespero? Suas íris cerúleas, então, ainda que um tanto quanto meândricas, exaltaram um lumaréu ardente que externava o seu profundo êxtase por Takamoto aceitar ajudá-lo a se tornar mais forte com aquele conselho. Era difícil compreender de antemão o significado por detrás daquelas palavras, mas, de alguma forma, o pequeno sentia que o conteúdo daquelas palavras não demorariam para serem reveladas à ele no momento em que mais precisasse e, com toda a certeza, esse momento tão logo chegaria. Sorrir para o desespero...  

Não demorou para que devorasse o seu almoço em pouquíssimos minutos, em especial os doces. Suas energias haviam sido recarregadas ao máximo para enfrentar os próximos desafios que seriam impostos à ele. Ao final da sua última garfada, o aspirante a marinheiro estava esquecendo-se de alguma coisa que havia ficado para trás e não havia sido concluída por ele, mas, ainda assim, mesmo que esforçasse-se para se recordar, suas memórias não se clareariam bem o suficiente. Nakamura? Até refletiu, mas não o via desde que havia deixado a fila do refeitório para trás, e abnegou com a cabeça. É, deixa pra lá.

Quando se deu por vencido já estaria acompanhando o instrutor da Marinha para a próxima fase do exame de admissão da organização e, pelo que aparentava, seria umas das últimas etapas restantes para que o recrutamento fosse concluído. - Ahhhh! Vamos lá então! - Espriguiçou-se, alongando suas articulações e enrijecendo seus músculos. Só guardar coisas? Puft! Fácil, muito fácil. E então, de súbito, quase que como uma bateria interminável, o pequeno apresentou-se em velocidade para concluir a tarefa que foi atribuída ao grupo; escrutinando toda a área para que nada fosse deixado para trás. Apresentaria-se como se fosse um relâmpago-vivo ao armazenar tudo que estivesse fora de ordem de volta ao seu respectivo local apropriado, e concluindo, talvez, mais rápido do que se pudesse conjecturar naquele momento. Quanto mais peso carregasse maior seria o seu êxtase e maior seria a sua determinação para concluir aquela tarefa, afinal de contas, aquilo era um treinamento para que o seu físico se refinasse cada vez mais — e, para ser reconhecido como o mais forte do mundo, é necessário ter o corpo tão sólido quanto uma rocha.

Após concluir a tarefa era chegado a hora do momento mais aguardado: o teste de combate. Vou superar os meus limites! Pensou em um expressível estado de ansiedade, cerrando os seus punhos e friccionando seus dentes. Direto! Gancho! Cruzado! Saltitante e replicando rápidos soquinhos no vácuo, o pequeno mal continha-se em seu bem-humorado sorriso. Sem preocupar-se muito com qualquer coisa, o puglista-mirim apenas apanharia qualquer equipamento que se adequasse com a sua técnica de combate; luvas, soqueiras ou manoplas, enfim, realmente qualquer coisa da categoria. Não fazia nenhuma questão. Na realidade, não se importava com quase nada, mas tão somente com uma única coisa: superar todos os seus limites.

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Última edição por Kylo em Dom Jun 13, 2021 1:25 am, editado 1 vez(es)
Gyatho
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El faxinero



O almoço passava e com isso o tema da nossa conversa. O ruivo e eu terminávamos nossas refeições e nos dirigíamos para a recepção, onde esperaríamos o marinheiro instrutor. O marinheiro em questão a estava pronto para a próxima rodada e nos aguardando com o seu jornal em mãos. Nos redirecionava ao campo de treinamento onde ele explicou brevemente os passos a serem feitos.

Não havia duvidas do que deveria ser feito e sem demora começaria a tarefa. As vestimentas deveriam ser guardadas em armários, pressupondo que cada uma delas seja de uma pessoa, colocaria em armários diferentes em sequência, para que fiquem de fácil acesso e busca pelos proprietários. As armas seriam postas em seus devidos eixos no local de armamentos, e itens que pareciam quebrados apenas descartados no lixo mais próximo. Executaria a tarefa sem muitos pensamentos em mente, já que ela não requeria tamanha atenção.

Concluindo a tarefa com meus outros colegas, me aprontaria para a próxima etapa. O combate não era meu forte e podia apenas recriar o que a minha imaginação sabia sobre o assunto. Não tinha qualquer destreza ou habilidade com armas únicas, sendo a mais pequena das adagas ainda perigosa para mim. Procuraria utilizar apenas o meu corpo como arma e escudo, já que era o máximo que estava habituado a fazer. Procuraria por luvas ou algo similar para minhas mãos, já que elas serão a estrela da minha performance. Retiraria minhas vestimentas da parte superior do corpo e meus sapatos juntamente com as meias. Se houvesse uma calça disponível para usar no campo, e trocaria pela que estava usando. Não queria sujar minha roupa limpa e de certa forma cara, porem se não houvesse uma calça para sujar, teria que ser a que eu tinha no corpo. Esperaria sentado em algum local próximo, enquanto observava o restante dos combatentes e pegando informações de como me portar no campo de batalha, focando especificamente naqueles que tinham um estilo de combate similar ao meu.


histórico:

Nº de post: 06
ganhos: N/A
Perdas: N/A

objetivos:

[] Entrar para Marinha
[] Pegar meu dinheiro do [Abastado]
[] Me juntar ao grupo
[] (OPCIONAL) Apender proficiência: Escudista
[] Não morrer de fome ou sede, não morrer no geral hehe




_________________

legenda:


" Pensamento "
- Fala -

Narração
gmasterX
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Sab Jun 12, 2021 11:33 pm

Uma sensação estranha correu pelo meu corpo. Uma escuridão me envolveu e lá mesmo eu fiquei. Achei que em meio a soneca eu teria a oportunidade de me encontrar com a Agnis dois e que depois soneca, poderia lutar um pouco ou seja lá o que for que aquele instrutor tapado estiver planejando. Só que, do nada- Isso ai. Do nada eu tomei conta. Pode deixar, Agnis, eu assumo daqui. - Ei, isso não é justo! - Eu sei, mas eu não faço as regras meu bem. -Bah! Tá! Se diverte ai no meu lugar. Eu não me importo. - Muito obrigado pela sua benção, Agnis.

Agora que a outra Agnis não está no volante, não haverá mais atrasos e nem mais dor de cabeça. A voz da pequena que nos acompanhava nesse processo seletivo dava a largada para a corrida do sucesso, que agora seguiria a todo o vapor, sem interrupções e nem desvios. - Não esquece de responder ela. - Oh, tem razão. Primeiro, eu me levantaria e ajustaria minhas vestes, fechando o ziper de minha jaqueta ao máximo, mexendo nas golas dela e etc. Tenho que estar apresentável se quero passar uma boa impressão, mesmo depois da lambança que a Agnis fez. - EI! - E então, assim que tivesse me arrumado, eu ajeitaria minha postura, projetaria ainda mais todos os meus 1,90 para cima dela, e empinaria meu nariz ao máximo para deixar bem claro a minha superioridade. - Não faz isso! - Porque? - Você não vai conseguir aliados se ficar agindo assim. - Tá bom. Então eu faria isso só um pouquinho, mas logo após  voltaria para a instância desleixada que a outra Agnis sempre esbanja.

- Não se preocupe, pequena. Essas meras distrações não passam de cascalhos em nossa estrada para a glória. Em nosso lugar no topo, não poderemos ver nem os rastros de toda essa sujeira. -  Fufu… Essa é a pegadinha… Esse nós a quem me referi se trata de mim e da outra Agnis, mas não tem como ela saber. - Prazer, Agnis. - Eu terminaria, me apresentando do jeitinho que havia sido ensinada. Visto que a conversa teria de terminar ali, já que havia uma tarefa a ser feita, eu partiria, finalmente, para limpar o bendito centro de treinamento. Teria que conservar minha energia no caso de ter que batalhar, então eu cumpriria a tarefa conservadoramente, deixando os meus outros companheiros assumirem a maior parte do trabalho sujo.

Ao fim da tarefa, eu me equiparia com grevas ou botas, e manoplas, as armas padrão de meu estilo, porém, pegaria algo extra. Pegaria uma arma extra, talvez uma espada , a mais leve que pudesse encontrar. Algo que me desse uma vantagem de alcance e que pudesse atrair a atenção de meu possível oponente. As grevas e as manoplas denunciam que eu tenho um estilo corpo a corpo, mas a presença da espada possivelmente causaria uma confusão em meu oponente, o que lhe faria agir com cautela, ou até mesmo tentar ser rápido e preciso em um ataque, mas ai é que tá a pegadinha. Nada que possuo denuncia meu ás na manga, e é assim que venceremos. Genial, não é, Agnis? - Ah sim! Do balacobaco! Manda ver Agnis! - Assim eu farei, Agnis… Assim farei.
Histórico:

Post: 06
Nome: Agnis Cyrielle
Proficiências: Atletismo | Briga | Acrobacia | Estratégia | Lógica
Qualidades: Experiente em combate | Mestre em Haki | Intuitivo
Defeitos: Extravagante | Personalidade extra | Justo | Sádico | Orgulhoso

Ganhos: X ratão (Consumido)
Perdas: 25.000 ฿S
Localização: Shells town - East Blue

Objetivos:
- Aprender a proficiência Persuasão
- Entrar para a marinha
- Progredir para o Nível 2

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Falas de Agnis um
Falas de Agnis dois
Pensamento de Agnis um
Pensamento de Agnis dois
Marines&Agiotas, não são o mesmo? - Página 4 BvMx90e
Koji
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Localização : Sirarossa
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Ter Jun 15, 2021 10:45 am


Marines & agiotas, não são o mesmo? - 06
15:01 / Shells Town



O almoço enfim acabava, e a chegava a tão esperada hora da próxima tarefa. Enquanto todos os participantes saíam, Agnis e Erina ficavam para trás, após esta comer desenfreadamente e acabar cochilando. Durante seu breve sono, a personalidade que antes se mantinha em sua cabeça, agora vinha à tona e tomava controle do corpo esbelto da mulher. Seus hábitos e maneirismos mudavam de uma hora para outra, mas Erina não possuía maneiras de descobrir isso, portanto, não estranhava a súbita formalidade e requinte inesperado.

— Prazer, Erina. — a pequena se apresentava um pouco receosa pelas palavras motivadoras, mas um tanto suspeitas daquela moça. A mulher queria glória e buscava força, mas seu discurso definitivamente não era o mesmo de Agnis. — Pedras no sapato nunca impediram ninguém, não é mesmo? — respondia um pouco sem palavras, mas não tardava para chegar até onde estava combinado com aquele instrutor.  

A caminhada até o local era breve, e a marca da passagem do tempo naquele local se mostrava claro como o dia. Pessoas saíam em suas missões ou se acomodavam em suas casas ou dormitórios. Algumas descansavam após o almoço pesado e alguns treinavam seus corpos para ficarem aptos no combate ao crime. Diferente destas, porém, aqueles novatos que seguiam seus caminhos para se tornarem soldados marinheiros não descansavam sequer um minuto, e diligentemente seguiam o oficial até o campo de treinamento, após se encontrarem com ele na posição combinada.  

Chegando no lugar, a tarefa dada por ele era simples. Limpar aquele lugar que estava devastado pela sujeira e bagunça de soldados que treinavam e suavam seus corpos sem parar. Alguns momentos mais tarde, seriam eles naquela posição, e esse simples fato parecia animar alguns que até agora se mostravam entediados com toda aquele "rito" de passagem que não passava de trabalhos sem graça.  

Sem demorar muito, todos começavam. Takamoto, Kylo e Joseph rapidamente faziam o serviço sem reclamações, o último estando um pouco preocupado com o fato de não saber lutar tão apropriadamente, já que essa nunca fora sua área. Ele finalizava sua tarefa após seus colegas citados anteriormente, e logo partia para analisar pessoas que possuíam um conhecimento de luta e estilo comparados ao seu, e rapidamente enxergava alguns padrões. Bases firmes, posição corporal sempre determinada de acordo com a situação e tempo de resposta altíssimo. Suas vestimentas variavam muito, alguns apenas usando shorts com um tecido similar à seda. Porém, novamente, algo que parecia característico era o uso de luvas, soqueiras ou equipamentos que pudessem aumentar o dano de socos e chutes. Enquanto fazia essa análise, o homem também se preocupava com suas roupas caras, e procurava um substituto para as mesmas. Ele retirava seus calçados e meias, além de suas calças para trocá-la com uma mais apropriada. Agora ele estava pronto para o combate.

Igualmente, Kylo procurava por equipamentos que faziam parte de seu estilo de combate, encontrando soqueiras e luvas para o uso. O menino se aquecia com alguns saltos e socos no ar, como se estivesse lutando contra um inimigo invisível. Takamoto, por outro lado, era mais metódico, escolhendo não utilizar a sua arte marcial, se restringindo apenas às lâminas do homem mais forte do mundo. Aquele trio estava pronto para pelejar.

Nakamura era um caso à parte, e fazia rapidamente, de novo, seu serviço desleixado. Ele não se importava, e fazia parte do grupo que gostaria que tudo aquilo acabasse logo. Ele colocava as roupas nos armários sem se importar com a sua condição, e armas nos locais que provavelmente não eram apropriados. Não demorava para terminar tudo e finalmente perguntar ao instrutor com quem iria lutar. Sua frase denotava sua condição de espírito e tipo de mentalidade: ele lutaria no natural, sem qualquer tipo de apetrechos, e estava preparado para acabar com a raça de seu oponente. O instrutor não respondia sua pergunta ainda, pois esperava o resto do pessoal acabar, e deixava isso bem claro ao lançar um olhar fulminante para o rapaz.

— Espera eles acabarem, e eu com prazer vou dizer seu oponente. — lançava um sorriso para o rapaz, que nada podia fazer se não esperar.

Agnis era a última dentre os seis a terminar a prova. Com sua nova mentalidade mais focada e racional, ela notava que deveria guardar energias caso quisesse lutar de igual para igual, e nesse contexto, fazia questão de progredir com aquela tarefa de forma conservadora, reservada e nem um pouco danosa. Assim como os outros, porém, ela se colocava no objetivo de escolher suas armas e equipamentos, antes de o instrutor anunciar o oponente de cada um. Sua escolha refletia no seu estilo de combate: grevas e manoplas encaixavam em seus membros, indicando luta corpo à corpo. Qualquer pessoa com olhos e pensamento crítico notaria isso, portanto, a Agnis racional tratava de tentar confundir quem quer que fosse lutar contra ela, colocando uma espada em sua cintura também, guiando os pensamentos de quem ela fosse pelejar.

Todos estavam prontos, e vendo isso, o instrutor da marinha finalmente largava seus afazeres para matar tempo e guiava seu olhar para cada um daquelas pessoas. Sua boca se abria logo após ele esbanjar um sorriso que misturava felicidade com excitação, fazendo até mesmo seus olhos brilharem. Quando falava, o mesmo olhar se tornava afiado e profundo, indicando uma seriedade súbita apenas ao tocar no tema "combate".

— Certo... última fase do processo de admissão de cada um de vocês aqui. Um colega meu será encarregado de avaliar cada um de vocês individualmente. — ele dizia ao apontar para um homem que sentava na arquibancada despretensiosamente. Seus olhos estavam entretidos no jornal, mas ninguém realmente podia vê-los, já que seus óculos escuros tampavam a parte do rosto do indivíduo. — As regras são simples, e provavelmente o que vocês já esperam. A luta se acaba no momento em que o oponente estiver desabilitado ou inconsciente. Não será permitido matar, porém, podem usar qualquer artifício ao alcance de vocês. — falava calmamente, não demonstrando a ansiedade que crescia em seu âmago e que fora mostrada alguns minutos atrás. — Certo, para os oponentes de cada um, agora. Takamoto, você lutará contra Simon, aquele homem que está esbanjando seus músculos. — ele apontava para um rapaz de cerca de dois metros, sem camisa, e com músculos que se assemelhavam ao aço de tão densos. Era notável sua falta de cabelos, porém, mais ainda seu olhar penetrante e aparentemente determinado, talvez até raivoso.

— Kylo, sua luta vai ser contra aquela dama ali, Kat. — ele apontava para uma moça que possuía a altura de Takamoto, mas sua idade não passava dos vinte anos. Ela parecia entediada segurando uma espécie de soqueira na mão enquanto mascava um chiclete despretensiosamente. O instrutor não demorava para anunciar a próxima luta.

— Agnis, seu oponente será aquele artista marcial ali. — mostrava agora um homem que possuía uma bandana em seus olhos. Seus cabelos eram brancos, mas isso não refletia na sua idade, aparentemente, enquanto ele se mostrava empolgado, batendo um punho contra o outro.

— Joseph lutará com o Taekwondoca ali no canto. — indicava um homem vestindo um quimono, envolto por uma faixa preta, que incessantemente se preparava para a batalha ao, como Kylo, disparar alguns golpes contra o ar.

— Erina, sua oponente vai ser aquela garotinha ali. — seu dedo agora apontava para uma menininha de madeixas esverdeadas, que carregava em sua cintura uma lâmina similar a uma Katana. Seu olhar também parecia despretensioso, mas ainda assim cauteloso.

— Finalmente, Blumayden... seu oponente serei eu! — um sorriso malicioso era colocado em sua face, enquanto ele olhava atentamente para o ex-yakuza. Sua intenção parecia ser clara, e era destruir o homem que apesar de criminoso em tempos passados, tentava entrar para a organização de marinheiros. — Vou pegar leve, não se preocupe. HAHAHAHA! — gargalhava enquanto caminhava até a arena onde ele iria lutar. Ao mesmo tempo, cada um daqueles que ele indicou fazia o mesmo, e de forma súbita, como se já estivessem prontos para isso, aqueles que treinavam no campo anteriormente dava espaço para aquela batalha em larga escala.


Histórico:
Takamoto:
N° de posts: 06
Ganhos: -
Perdas: -
Ferimentos: -
Kylo:
N° de posts: 06
Ganhos: -
Perdas: -
Ferimentos: -
Blum:
N° de posts: 06
Ganhos: -
Perdas: -
Ferimentos: -
Agnis:
N° de posts: 06
Ganhos: -
Perdas:
50.000 (post 01 - X ratão do restaurante de segunda)
Ferimentos: -
Handa:
N° de posts: 06
Ganhos: -
Perdas: -
Ferimentos: -
Joseph:
N° de posts: 06
Ganhos: -
Perdas: -
Ferimentos: -

Legenda / Npc's:
Figurantes
Marines
Erina loli - Aparência

Considerações¹:

Eu e o Gmaster nos confundimos em relação à mudança de personalidade e acabamos não rolando o dado no começo da aventura, então, no post 5, rolei um dado pra ver se mantinha a que ele tava inicialmente e por quantos posts. Peço perdão pelo erro 🙏

Caso tenham uma sugestão, feedback ou algo para pedir, sabem onde me encontrar, boa aventura!

   Code by Arthur Lancaster

     
    

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Marines&Agiotas, não são o mesmo? - Página 4 FObIUiu


"Assume the position to get down on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
Marines&Agiotas, não são o mesmo? - Página 4 Jpu3OmR