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Kenshin
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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! Dom Jan 23, 2022 1:31 am
4º Capítulo: Gigantorines em Altai!

Aqui ocorrerá a aventura dos Marinheiros Pippos Vitaminado. A qual não possui narrador definido.

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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
Pippos
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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! Shuuma10

Onde paramos?
Vamos continuar!


4º Capítulo: Gigantorines em Altai!
Vivenciando a brisa do momento, que por ali pairava, ao final de meu incomparável e bem planejado treinamento, estava claro de que aquela pequenina loirinha era bem sagaz e astuta. Com muita certeza, eu ainda teria muito a aprender com a mesma, e, de verdade aprender esses tipos de técnica! Com muita certeza eu julgava já estar pronto. Mas depois de finalizar o primeiro passo de meu treinamento, pude facilmente perceber que o Thork estava próximo a nós, também treinado com outra jovem guerreira que, obviamente, também demonstrava ser espetacular em combate.

Em uma breve análise, pude facilmente tirar minhas conclusões: Com muita certeza eu não quero ficar para trás! Essas jovens são fascinantes, e, tão novas, já tem tanto conhecimento e força... Cara, ainda bem que já estou na Grand Line, esse lugar, com certeza, será os primeiros andares dessa escada que só irá fazer minha força e habilidades crescer! VITATATA VITATA!Com esse pensamento em mente, um bom sorriso abrir-se-ia em meu rosto, pois minha confiança parecia transbordar em alegria e convicção.

Estava claro de que tanto eu quanto meu irmãozão de outra mãe estávamos dispostos a crescer e nos desenvolver, tanto na força como no espírito , pois, acredito que a meta dela seja crescer na marinha e tornar-se digno de criar um bom reino. Eu, por outro lado, preciso me desenvolver à ponto de ser bem reconhecido por todos, admirado pelo meu poder e, assim, trazer orgulho aos céus que me moldaram em meu crescimento para que eu conseguisse crescer e me desenvolver sozinho.

Mas, observando bem o Thork, eu não poderia deixar de destacar alguns pontos que me pareciam engraçados: – Poxa, Thork, dá pra ver que você está bem empenhado, cara. Manda a ver mesmo! Mas até treinar a bochecha? VITATATATA!Brincaria com o fato dessa parte do corpo do meu amigo já estar bem mais vermelha do que o habitual, eventualmente traduzindo de que ele havia recebido o bom soco nessa área.

Mas, brincadeiras à parte, eu precisava voltar a minha atenção à Reines e me concentrar na continuação de nosso treinamento. – Então, Reines, com você, eu pude aprender tudo a respeito dessas fascinantes habilidades.Suspirei e logo abri um belo sorriso: – Mas quando que poderemos começar a treiná-las? VITATA! Eu não vejo a hora para aprender, principalmente, essa habilidade de tornar o corpo mais duro, aquela se voar e, ainda, a outra de velocidade que funciona quase como um teleporte.Claro que não seriam habilidades nada fáceis de se aprender, e que requiririam mais um bom tempo de treinamento, mas, para mim, isso não importava! Eu sabia que, com muito esforço e dedicação, conseguiria.

Eu sei que você pode achar que eu estou cansado, mas isso não é nada demais, VITATA. Com meu empenho e confiança as coisas facilmente caminham bem.E, para falar a verdade, depois do belo gole que tomei de rum, o álcool parecia despoluir todo aquele meu cansaço. – Eu havia descansado um pouco, e uma bela golada de Rum já me deixou novo, VITATA!Demonstrava toda a minha vontade de me tornar mais forte, sempre bem confiante e determinado.

4º Capítulo: Gigantorines em Altai! Giphy-confiante-1


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Vitaminado Pippão


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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! Zx5fIGC

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“Nenhuma lâmina pode deter minha Vontade.”
Tank Blindado
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A médica havia sido simpática e honesta. Revelando até mesmo a fome insaciável de Lily por querer ficar mais forte. “Hoo. Parece que essa pirralha tem sangue nos olhos mesmo, não é a toa que cativou meu respeito.” Pensei comigo por alguns instantes, logo me despedindo da enfermeira.

Estava seguindo para ir até o refeitório, afinal, precisava repor minhas energias. ~ Aquela garota me fez gastar uma boa quantidade de calorias, Thororororo! Proferia comigo mesmo durante o tempo que viria avistar Vitaminado.

O moleque não perdia tempo e viria me zoar, pois, o rosto estaria um tanto avermelhado devido as porradas de Lily. ~ Háh! Isso foi meramente uma massagem, estava precisando desfadigar estes músculos. Responderia na mesma moeda para Pippos, não precisando dizer para ele que havia tomado um sufoco para a garota, mesmo não possuindo vergonha disso, ele certamente viria encher meus ouvidos. ~ Ah propósito... enquanto tu estava coçando o saco, eu pude aprender uns macetes dos Rokushikis, seu mané! Thororororo! Gargalharia, pois, a luta além de ter me proporcionado uma prazer estupendo, havia também me elucidado muito sobre os Rokushikis.

Pippos falava com outros dos marines lá e parecia disposto a treinar, talvez tivesse ficado vidrado em minha luta contra a marinheira e não tivesse feito nada até agora; e eu não culparia ele, afinal, foi uma excelente batalha feroz e muito instrutiva. ~ Bom, eu vou comer algo que a fome está devorando meu estômago. Nos vemos depois, cabeça de tomate. Terminaria de falar já caminhando e acenando com a mão.

Chegando no refeitório, começaria a pegar frutas junto de legumes, precisava repor vitaminas, aminoácidos, frutose primeiro. Enfim, optaria por carnes brancas agora, pois, eram mais fáceis de digerir. “Vou precisar treinar para dominar o Tekkai, melhor não encher demais o estomago.” Refletia por um breve instante, concluindo que sempre comia demais nessas ocasiões.

Após mandar pra dentro os alimentos mais tranquilos de digerir, pegaria arroz e massa para dar um gás nas fibras e no estoque de glicídio e, por fim, tomaria litros e mais litros de água para hidratar o corpo. ~ Uffs. Agora assim to de boa. Comentaria após bater o jarro de água vazio.

Dado algum tempo, como não havia comido muito, em seguida viria me retirar do cenáculo e voltaria até o campo de treinamento, pois, seria um bom lugar para descansar. Buscaria alguma arvore ou local que possuísse sombra para então sentar e dar uma relaxada enquanto o corpo processaria os alimentos e reporia as energias.

Cravaria as lanças no chão, desacoplaria o escudo próximo das armas e então deitaria de lado apoiando a cabeça sobre o braço enquanto coçaria o saco de forma bem despojada. ~ Huum. Esqueci de perguntar pro cabeça de repolho qual Rokushiki ele vai treinar primeiro. Será que ele vai aprender a mesma que eu? O que você acha Saitama?! Proferia como se estivesse dialogando com um velho conhecido, mas era somente meu punho. Era um velho hábito, por sinal, tinha que perder ele.

~ Nah! Provavelmente aquela técnica que saltitava no ar igual uma gazela na selva, ele havia ficado bem impressionado com aquela, além de ser bem útil por sinal. Thorororororo! Riria de forma extrovertida enquanto falava com meus próprios músculos.



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Narração


Thor, após seu longo treino precisava repor as forças e portanto, dentro do refeitório, ainda que tivesse de esperar, tinha aquilo como um passo não só necessário como vital, não demorou muito para que ele pudesse sentir um aroma de carne bem forte, vendo vários cozinheiros carregaram porções bem grandiosas de pratos de  carne assada com batatas, além disso também vinha bastante macarrão, de modo que o gigante poderia se servir a vontade.

Para beber? Ele poderia encontrar um suco de limão ou  de  abacaxi ou água em abundancia, as filas não eram tão longas e não demoraria pra que ele pudesse encher o bucho enquanto quisesse.

Enquanto isso Pippos teria a resposta de Reines - Por que não começa a se aquecer? Dê algumas voltas em torno do campo de batalha e já podemos começar. - A loira teria sorrido, dando a ele a oportunidade de aprender o Rokushiki que ele dissesse que tinha interesse.

Histórico:


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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! WN4Utd7

Blindao
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“Nenhuma lâmina pode deter minha Vontade.”
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Após dar uma boa relaxada, sentindo o corpo recuperado e bem disposto, havia se passado algum tempo. Não sabia exatamente quanto, mas isso também não importava, afinal, estava focando em descansar. Era necessário, pois, logo começaria a treinar o Tekkai.

~~ Aprendizado Rokushiki: Tekkai ~~

Avistava Lily de longe, fazendo sinal com a mão para a marinheira enquanto aos poucos viria me por de pé. ~ Ei, ei, ei! Exclamaria animado ao ver a menina. ~ Já tá de pé, garota!? Como está se sentindo? Questionava, pois, sabia que poucos detinham uma capacidade de recuperação tão boa quanto a minha. – Já sim! A médica me vetou de fazer esforço, mas vim ver se você estava por aqui. Ela diria ao mesmo tempo que mostrava alguns bandagens pelo corpo, mesmo que ela parecesse estar bem, ainda precisava descansar mais.

~ Háh! Um gladiador não fica muito tempo longe do coliseu, não é mesmo!? Thorororororo! Riria amigavelmente, usando uma referencia sobre mim e Lily. – Pois é, Heheheh. Então, eu vou ficar aqui descansando por aqui, aquela ala médica é muito depre Hahahah! Vi que tinha ficado interessado na habilidade de reforçar os músculos do corpo, posso te dar umas dicas daquela, o que acha? A marinheira diria logo sentando de pernas cruzadas próximo de mim.

~ Tirou as palavras da minha boca! Estava prestes a treinar o que experimentei em nossa luta, se puder me dar umas dicas vai facilitar muito! Comentaria ao apontar para a garota de forma positiva e carismática.

Enquanto Lily expressava um sorriso acolhedor, começaria sua explicativa. – Se liga então, senhor bombadão! Vou te falar alguns pontos importantes, apesar de ter visto e sentido a sobre eles para que entenda bem como a habilidade do Tekkai ocorre. Ela pontuava ao gesticular com as mãos.

Lily então continuava sua narrativa sobre Rokushiki. - O Tekkai é uma técnica que permite endurecer os músculos como ferro! À fim de anular o dano recebido de ataques, ou diminuir seu total. No entanto, ele pode ser quebrado por ataques fortes o suficiente. Num primeiro momento, você permanecerá imóvel até dominar por completo, então atente-se na postura que for utilizar. Após você pegar o jeito da coisa, vai notar a facilidade no uso dele e mobilidade também, havendo outras variações e fusões entre os Rokushikis. Mas vamos nos centrar nesse em questão. A explicativa da marinheira estava clara e direta, facilitando a compreensão.

- A força do Tekkai pode variar de pessoa pra pessoa, pois, diferentes condições físicas atribuem em sua performance. Alguém, como por exemplo você, com um maior nível de vigor muscular tem um melhor uso do Tekkai. Além disso, apesar da densidade física aumentada que se ganha ao ativa-lo, deve-se lembrar que o corpo do usuário ainda é de carne e osso. Melhor exemplo pra você comparar é nossa luta, você conseguiu ainda me machucar apesar do uso dele, Hehehe. Ela parecia um pouco sem jeito pra falar, mas parecia orgulhosa de nosso árduo duelo.

- Assim, a sua resistência tem os seus limites. Além disso, Tekkai não pode endurecer o corpo contra ataques não físicos, fazendo com que o usuário seja tão vulnerável como o normal para certos ataques. Um exemplo seria usuários de Akuma elementais; envenenamento e por vai. A teoria sobre ele é bem simples, apesar de na pratica ser outra história. Ela finalizava sua explicativa ao apontar para mim. – Dúvidas? Senão, pode praticar a vontade. Ela terminava de falar ao expressar um rosto um pouco cansado, apesar de não dar o braço a torcer naquele momento.

O Tekkai era bastante sugestivo em sua teórica, pois, endurecer o corpo ao ponto de se tornar ferro, isso sim era uma habilidade útil em combate. ~ Não, acho que deu pra entender bem. Você não ficou e rodeios, sua explicação foi curta e clara. Thororororo! Proferia expressando um sorriso amistoso. ~ Vambora então! Vamos por em pratica, professora Lily! Brincava com a garota, pois, ela havia ganhado meu apreço.

Afastando alguns passos da marinheira, começaria a usar a postura antes mostrada por ela. – Isso aí bombadão! Se usar essa postura verá que conseguirá endurecer mais fácil todos seus músculos. Lily acrescentaria ao mesmo tempo que observava a forma que estava mostrando.

Começava a por em pratica as palavras da marinheira, assumindo uma pose com eixo mais baixo e em seguida a exercer força sobre o corpo, enrijecendo ao máximo a musculatura. Era mais fácil agora, já que, havia visto muitas vezes durante nosso duelo, além de que a explicação dela havia sido muito boa. Num primeiro momento nada acontecia, logo vindo a relaxar o corpo soltando a respiração. ~ Héh, parece mais difícil do que imaginei. Thorororo! Riria de forma despreocupada, pois, sabia que se Lily havia aprendido, para mim era só questão de tempo; e esforço.

Conforme foi passando o tempo, tencionando os músculos e relaxando em seguida, começava a entender que quanto mais vezes fazia isso, mais tempo conseguia permanecer com os músculos rígidos. Não era somente uma questão de forçar a musculatura, mas sim explodir uma tensão num único momento. “É meio difícil tencionar todo corpo, sempre alguns músculos enrijecem primeiro. Mas quanto mais eu tento gerar essa pressão em todo corpo, mais perto de chegar no pico máximo dela me aproximo.”

Dado algum tempo, o Tekkai começava a se moldar. Afinal de contas, após tantas falhas é inevitável chegar ao sucesso. – Não basta causar esforço nos músculos, você precisa centrar sua energia em todo corpo! Lily salientava o segredo para alcançar o ápice do Rokushiki. ~ Oshi! Podia ter dito isso antes, hein! Proferia meio indignado, pois que, estava tentando já algum tempo.

Após tantas tentativas de tencionar os músculos, cada vez mais intenso e por mais tempo, o suor escorreria pelos músculos, as veias saltariam e a raiva começaria a ajudar na explosão da força. ~ Raaaarrrhh!!! Vociferaria após recrutar o máximo de tensão possível e explodi-la num único instante. ~ TEKKAI! Nesse instante, sentiria o corpo enrijecer de tal maneira que seria como se houvesse revestido todo corpo por uma massiva quantidade de aço líquido.

Era questão de segundos até que o corpo relaxava completamente. ~ Háh! Acho que saquei agora! Comentaria e em seguida, assumiria a posição e reuniria minha energia junto de tencionar todo corpo, para em um único momento, forçar todas as fibras se unificassem de tal forma que se tornariam uma massa de ferro interligada. Lily estava quase dormindo, pois, depois de um tempo observando e vendo as falhas quase pegou no sono.

Contudo, de tempos em tempos, a marinheira pontuava alguns erros meus, ela havia notado que eu estava começando a doutrinar o corpo a exercer a ativação da habilidade de forma mais natural. Quando a marinheira notou que havia obtido êxito na execução, ela havia se posto de pé enquanto fechava o punho esperando que eu viesse a ativar novamente para dar seu bote furtivo.

Quando a garota notou que eu estava prestes a usar o Rokushiki, avançou em um Dash para desferir um golpe na ponta do meu estômago. ~Tekkai! Proferia expelindo tudo que havia entendido e treinado para que viesse a ativar o Rokushiki. Em seguida, o golpe de Lily colidia em cheio e era totalmente neutralizado. – Parabéns bombadão! Você aprende rápido, Heheheh. Parece que soquei uma montanha. Ela expressava um sorriso durante o tempo que havia me parabenizado.

Lily balançava o punho e em seguida soltava um bocejo. – Ah não! Já tá na hora de eu ir falar com Tenente. Depois eu volto pra nós continuar grandão! Quem sabe no próximo duelo eu te faça comer poeira, Heheheh! Lily era carismática assim como eu, além de honesta e sincera. ~ Hoo! Gosto de pessoas determinadas, Thororororo! Estarei ansioso por isso, pequenina! Prometo não lhe causar muitas dores da próxima vez. Responderia amigavelmente enquanto acenaria para a marinheira que caminhava de volta ao interior do quartel.

~~ Fim do Aprendizado ~~

Estalava o pescoço, mãos e costas. Depois de tanto tempo forçando os músculos havia sentido muito tensos. ~ Uffs. O que será que o cabeça de tomate ta fazendo, hein? Falava comigo mesmo durante o tempo que tentava avistar ele pelo campo de treinamento.

Caso houvesse encontrado Pippos, apanharia minhas armas e escudo, posicionando-os em seu devido lugar e caminharia até o garoto. ~ Ora, ora... você parece o bagaço de uma laranja, Thororororo! Provocaria Vitaminado como de costume enquanto observaria o que ele estava fazendo, caso estivesse treinando algum dos Rokushiki, ponderaria. ~ Héh! Vê se não se esforça de mais moleque... com esses músculos finos pode se machucar, hein! Expressava um rosto debochado, durante o tempo que mexeria com Vitaminado.



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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! 2uAvx3T_d
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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! Shuuma10

Treinamento difícil...
Mas que habilidade... Fascinante!


4º Capítulo: Gigantorines em Altai!
Depois de todo o nosso bem elaborado treinamento, ela ainda fez questão de pedir um aquecimento. Tudo bem que eu não faria questão de fazer isso, mas ela, como uma superior muito esclarecedora e quem vem me ensinando formidáveis habilidades, eu sequer teria condições de questioná-la, VITATATA! – Sim, senhora! Pode contar comigo.Bastaria aquecer um pouco mais os meus belos músculos que, aparentavam sempre querer mais. Mediante meus leves monólogos mentais, acabei por começar a fazer poses exibicionistas de meus músculos inconscientemente, mas logo me dei conta de que deveria começar a me aloganr como solicitado. – Eita, VITATA.Ri.

Aprendizado: ~ Rokushiki Soru ~

Em cada um de meus astutos passos, sempre me considerei impecável e imponente, porque, todos sabem, eu sou, VITATA! Todavia, em um piscar de olhos, a pequena Pivot estava me acompanhando e em uma velocidade quase que divina. Que merda! Eu preciso aprender essa habilidade! Soru, não é?Questionei-me mentalmente. – Reines, por favor, me ensine essa habilidade! Eu, apesar do meu grande tamanho e peso, preciso muito compensá-lo com a agilidade.Fiz o pedido de forma honesta e sincera, o que, provavelmente a fez me apoiar, pois, ela deve ter percebido que sou digno!

Acompanhando-me com maestria, a pequena logo suspirou um instante e se sentou bem próximo ao campo de treinamento. Obviamente eu fiquei confuso e parei a minha corrida com a maior cara de batata, pois, qual era a razão dela ter parado? – Mas você continue! Preciso que você aqueça bem suas pernas, pois essa técnica é mais trabalhosa do que você imagina. Pode dar mais duas voltas e a gente pode continuar.Ela foi mais clara do que toda a luz e brilho que emanam de mim, VITATA. – Pode contar comigo!Respondi sem nem pestanejar.

Com os músculos de meus quadríceps e de minhas panturrilhas bem alavancados ao fim das destacadas voltas no campo, eu estava o mais pronto e ansioso possível. Tá bem, vamos começar.Em mais uma singela piscada, ela surgia ao meu lado. Cara, preciso muito aprender isso!Pensei, estando o mais impressionado possível.

A jovem garota parecia bem determinada e focada em me ensinar, deu para ver bem em seu olhar sereno e bem convicto. – A técnica de Rokushiki gira em torno de você conseguir aplicar impulsões com os seus pés no solo. Impulsões estas que podem vir a se repetir, mas que precisam ser tão ágeis a ponto de sequer conseguirem ser visíveis ao olho nulo.ELa parou um instante para suspirar e eu aproveitei para dizer: – Agora entendo o quão difícil será esse treinamento, puts...Me debrucei na lamentação, mas eu sabia que, não importava o quão difícil fosse o treinamento, mas com muita garra e dedicação eu conseguiria!

Prosseguiu: – Pippos, essa foi a primeira razão de eu querer treinar bem suas pernas, pois, você precisa ser firme e treinar bastante a sua impulsão. Isso mesmo, não vai ser um treinamento fácil.Mais uma vez ela pontuava sobre isso de facilidade ou não, mas eu sequer me importei com isso. – Vamos lá! Primeiro quero ver como anda sua impulsão, ou seja, dê agora um salto com toda a sua força.E assim o fiz, mas claro que o primeiro salto ainda poderia ser melhorado, então uni toda a força em minhas pernas para dar o mais imponente salto que podia. Tudo bem que havia atingido uma marca de altura pouco maior do que o anterior, mas não fora muita coisa.

Em um rápido instante, ela até tentou concordar que eu saltava bem, mas que ainda me faltava mais agilidade nos pés. – Então, para melhorar isso, eu vou querer que você treine a sua impulsão. Sim, mas não para cima, e sim para a frente. Falo de tentar dar uma impulsão para a frente, e depois outra e mais outra, assim sucessivamente.Entendo, irei tentar.Não parecia nada fácil, mas a determinação seria fundamental.

De fato não era uma tarefa fácil. Além de cansativa, pegar impulso no meio de uma corrida, era uma tarefa bem árdua. Mesmo mediante a dificuldade, eu persisti e assim continuei até melhor me adaptar a pegar impulsos no meio de uma corrida. Lógico que ainda não era a técnica em si, pois eu ainda era visível e bem perceptível pelo grande tamanho dessa grande massa muscular, VITATA. É a massa, né? Dificilmente não irão me notar.

Considerei, passando dessa primeira fase de meu treinamento, a Pivot não demorou para logo chamar minha atenção em outro detalhe que poderia vir a ajudar. – Um dica que pode vir a te ajudar na execução dessa técnica é você redirecionar seus movimentos de forma diagonal, por exemplo, se você quiser seguir um caminho reto utilizando essa técnica, no lugar disso, busque utilizar os impulsos treinados para fazer trajetos diagonais com mais impulsos.A pequena sorriu um pouco. – Mas, claro, a longo prazo, quando você ficar hábil e veloz o suficiente, as vezes pode nem precisar mais realizar essas últimas indicações, mas até lá, vamos treinar, não é?Ela sorriu e me deu conselhos fantásticos sobre toda a execução em si desta habilidade, e eu continuei a treinar os movimentos indicados por quanto tempo me fosse necessário até eu realmente aprender a executar essa técnica.

Fim

Ao fim de todo o sagaz treinamento, eu só teria a agradecê-la por toda a dedicação em me ensinar de forma plena: – Muito obrigado, Reines! Você é incrível, e eu tenho muita certeza de que ainda posso aprender muito com você, VITATA.Mas já era bem provável que o meu estômago estivesse borbulhando em fome, principalmente agora, depois de todo esse rigoroso treinamento que envolveu muita mobilidade. – Falando nisso, to precisando encher o bucho, VITATATA! Até acredito que você também deveria, a não ser que já tenha comido em algum momento que não vi, VITATA VITATATA! Talvez ela tivesse comido alguma marmita na hora em que se sentou e descansou um pouco enquanto eu estava me exercitando, não pude prestar muita atenção.

Seguindo a caminho do refeitório, antes de voltar ao QG, pude ouvir esbeltas provocações do Thork, e, claro que eu não podia deixar barato: – Se eu pareço o bagaço de uma laranja, é porque enfrentei um treinamento divino, VITATATA! Mas ele não parecia se aguentar e me provocar era o mínimo de sempre. – Sobre eu me machucar? VITATA. Meus músculos podem parecer magros, mas são mais concisos e concentrados do que o teu, VITATATA! Quem devia tomar cuidado é você, meu brilho pode acabar ofuscando tua visão no meio do treinamento e te atrapalhar, recomendo até tu usar um óculos escuro, VITATATA! Vaim vou nessa.Despedir-me-ia para seguir de forma tranquila ao QG.

Já dentro do QG, mesmo longe, o cheiro daquela comida bem preparada já era forte. Só de entrar no Quartel, eu já estava salivando com o belo odor que me convinha. Adentrando o refeitório, talvez até já estivesse mais vazio, porque acreditava que todos já haviam tido suas refeições, mas, eu sabia que eu havia passado um bom tempo treinando, só não tinha plena certeza se já não seria horário de almoço ou ainda o fim do café da manhã, mas não importava, eu estava ali pronto para saborear uma refeição que, além de saborosa, seria, serenamente, nutritiva. Até cogitei em pegar alguma garrafa de bebida alcoólica para tomar agora, mas, já que estou focado em meu treinamento, melhor não, então tomaria um suco, acompanhado de uma esplêndida quantidade de macarrão e carnes para saciar, verdadeiramente, minha fome acumulada. Ao fim, ainda faria questão de me aproximar do balcão e perguntar: – E, aí, meus bons? Por acaso vocês poderiam me arrumar alguma garrafa de bebida, dessas grandonas aí. A minha de rum está acabando, VITATATA!Ate elevaria um pouco para mostrar minha garrafa de grande porte, para mostrar-lhes, mas, jamais, os daria, pois minhas bebidas era sagradas.

Ao fim de saciar minhas plenas necessidades matinais, logo faria questão de voltar ao espaço de treinamento, onde até ficaria um pouco ofegante, pois havia ficado de barriga cheia. – Uff...Analisaria bem o espaço, primeiramente buscando fitar o meu irmão e ver se ele já estaria treinando, e, estando ou não, soltaria um: – Que vadiagem é essa?! Vamos, quero ver empenho. Força, abacaxi!Depois disso, logo voltaria meu olhar à Pivot, suspiraria um pouco para tentar estabilizar ainda minha refeição, mas logo: – E aí, estamos prontos? VITATA.A questionaria, já aparentando estar pronto para continuar nosso impecável treinamento.


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Última edição por Pippos em Qui Jan 27, 2022 7:57 am, editado 2 vez(es)

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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! Zx5fIGC

Narração
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Narração

Pippos e Thor começaram seus treinos para superar o limite de seus próprios corpos e alcançar um novo patamar, ainda que muito similares em seus treinamentos o fato de terem pessoas diferentes os lecionando poderiam dar a eles figurinhas para trocar sobre suas experiências e não pareceu que as coisas terminariam por ali, ou pelo menos é o que se esperava.

- É, realmente você tem razão.- Concordou Reines, já anunciando em voz alta - Galera, pausando por hoje, não adianta vocês se arrebentarem hoje e faltarem amanhã, xo xo, todo mundo pro refeitório, pro chuveiro e cama. - Ela teria dito, ela mesma indo também procurar um descanso, ela não teria ido junto ao refeitório mas, tudo dava a entender que ela foi comer em algum lugar.

Enquanto Thor E Pippos se encontraram, enquanto conversavam, teriam visto a aproximação de uma Morena muito bonita de olhos verdes de tapa-olho Era inevitável de tão distinta que era sua beleza que outros marinheiros solteiros e até mesmo os mais danadinhos não acabassem observando a formozura da moça que ao se aproximar teria dito - Thorkell e Pippos, né?- Ela teria dito, esperando uma confirmação, como gigantes, não era muito difícil achá-los.

- Quando terminarem a refeição podem vir na minha sala? Tem algo que eu preciso conversar com vocês dois, antes de vocês irem dormir, sobre o futuro de vocês na organização. Sala 73s.- Ela aguardou um pouco a ambos e o que teriam a dizer, antes de seguir seu caminho.

Histórico:


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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! Shuuma10

Hora de descansar...
E num é que estamos sendo sempre bem procurados?!
VITATATA!


4º Capítulo: Gigantorines em Altai!
A própria Reines, colocava moral em todo o campo e nos instruía melhor a respeito de que treinar demais não seria muito produtivo. Justo. Eu, inclusive, já havia me desgastado bastante com todo esse treinamento de Soru, e, de fato, é um tipo de técnica bem complexa e que requer muita concentração e empenho. Concordando com todo o seu pensamento e seguindo meus princípios, eu já havia optado pela bela ideia de pausar para ir comer alguma coisa, mas sequer havia pensado muito em descansar. É, acho que ela está certa... hoje o dia já foi bem desgastante, VITATATA!Analisei. É, melhor apenas descansar por hoje e saciar uma boa refeição para satisfazer esse músculos divinos, VITATA.

Ao ouvir as palavras da dama em questão, eu me questionei por um instante, sobre ela ter ido descansar, mas será que havia algum tipo de refeitório para as patentes superiores? VITATATA! Não dava para ter certeza, mas era o que eu imaginava, VITATA, espero que logo eu também seja digno de poder ir nesse outro refeitório. Por um lado, parecia tudo ser parte de minha imaginação fértil, mas e se fosse verdade? VITATA.

Enquanto saciava meus belos músculos com boas doses de proteínas e uma massa formidável que tinha tudo para nutrir fortemente os carboidratos de meu corpo. Thork parecia estar próximo a mim, não sei se também comendo, pois ele até que havia comido antes de ir treinar, VITATA . Mas nosso treina fora, bem desgastante, mas é previsível supor que ele pretenderá comer mais do que eu, mas algo impossível, repensando que ele já havia comido há menos tempo do que eu e, logo eu, um semideus na Terra, que estava com muita fome e tinha planos pra devorar quase que toda a carne daquele lugar. Enquanto estávamos no refeitório, uma bela jovem se aproximou interessada em mim e no Thork. – Oi? Somos nós.Logo respondi, mesmo ainda estando meio confuso.

A bela morena apenas indicou que precisaríamos nos reunir com a mesma logo depois de finalizar nossa refeição na sala “73s”. Pareciam instruções bem sérias a respeito do nosso futuro na Marinha. Estranho, mas precisávamos concordar porque ela parecia estar falando de uma forma bem séria e eram sinais que pareciam ser de ordens superiores. – Ok! Mas, poderia, ao menos, nos dar instruções de como chegar nessa tal sala?A questionei, afinal, boas instruções seriam bem úteis, considerando que éramos novos nessa ilha, e em todo esse espaço do QG.

De todo modo, focaria mais em minha bela bacia de que continha toda a comida de que eu precisaria para nutrir bem os meus músculos, tudo para logo poder me alimentar suficientemente para nutrir bem os meus músculos com eficiência. Ao fim de minha bem estruturada refeição, analisei alguns pontos, e, unindo os fatos de que eu não treinaria mais hoje, e que estaria em um momento de descanso, faria questão de logo ir até a parte em que estivessem fornecendo bebidas, talvez sucos, mas eu procurava por outra coisa.

Chegando no supracitado espaço, rapidamente faria questão de me aproximar do balcão e perguntar: – E, aí, meus bons? Por acaso vocês poderiam me arrumar alguma garrafa de bebida, dessas grandonas aí. A minha de rum está acabando, VITATATA!Até elevaria um pouco para mostrar minha garrafa de grande porte, para mostrar-lhes, mas, jamais, os daria, pois minhas bebidas eram sagradas. Nesse caso, caso me arrumassem uma maneira de me deixar segurado de meu amável vício, eu faria questão de dar uma boa golada em minha garrafa de rum mais antiga, afinal, eu já teria uma nova para melhor suprir minhas necessidades, VITATA. Mas, caso contrário, apesar de eu estar bem a fim de relaxar depois de um treinamento árduo, seria melhor tomar então antes de dormir, quando eu já estivesse deitado e, verdadeiramente, descansando.

Seguindo até a indicada sala de antes, a ‘73s’, era esperado que a tal morena bonitona estivesse por lá, então eu seria o primeiro a logo indagar: – Opa, olá, nós estamos aqui, como solicitado. Mas, e aí, o que estão precisando, vindo de um ser divino como eu, aliado a esse abacaxi ambulante?Brinqeui para descontrair, mas ficaria bem atento à todas as palavras que fossem expressadas para nos indicar a razão de nossa presença nessa tal sala, sobre algo que,supostamente, iria definir algo sobre nosso futuro.


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Última edição por Pippos em Qui Jan 27, 2022 8:08 am, editado 1 vez(es)

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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! Zx5fIGC

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“Nenhuma lâmina pode deter minha Vontade.”
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Para variar Vitaminado estava sempre cheio de si, falando sobre me ofuscar e essa baboseiras de adolescente castro. ~ Thororororororo! Me ofuscar? Gargalharia enquanto olhava para Pippos. ~ Tu sofre de pau ansioso né, garoto? Provocaria de forma extrovertida e um pouco grosseira. ~ Vai ter que comer muito feijão pra ofuscar esses musculoso! Concluiria ao fazer uma pose máscula próximo de Pippos.

Durante o papo no refeitório entre mim e Vitaminado, uma bela mulher de pele negra nos abordaria inesperadamente. O garoto respondia tão rápido quanto um raio atingia uma árvore em dia de tormenta. “Hoo... será que o pivete ta a fim de afogar o ganso nessa morena?! Thorororo!” Pensava comigo mesmo durante o tempo que finalizar de me alimentar.

Após passar a mão para limpar a boca e apoiar as costas na cadeira, fintava a bela marinheira e então ouviria Vitaminado questionar o local para irmos. “Ei seu arrombado! Pelo menos tenta ser um pouco mais cordial.” Chutava a perna do garoto com intuito de lhe dar um olhar sanguinário, apesar de que provavelmente ele não entenderia.

~ Thororororo! Com certeza até mesmo um retardado deve saber onde fica a sala de uma mulher tão linda! Não é mesmo, Vitaminado?! Faria um sinal com a sobrancelha de forma sugestiva, mas que provavelmente ele não compreenderia. Eu, por outro lado, já estava acostumado a falar com mulheres e sempre me expressava de maneira máscula e carismática; as vezes sendo galante demais. ~ Pode deixar, logo mais estaremos lá. Indagaria para a marinheira de forma clara e direta.

Logo que a morena se afastaria de nós, lançaria uma indireta no pivete. ~ Ei, ei, ei! Se você almeja o pico da cordilheira, deve-se calcorrear o pé! A forma de dizer seria meio peculiar, mas havia um sentimento de sagacidade por trás. ~ Esqueça, vambora! Proferia caso Vitaminado ainda permanecesse confuso. “Jovem... muito jovem. Thorororo!” Pensei comigo enquanto notava ele indo buscar bebida no balcão.

~ Héh. Que cara de pau. Thororororo! Diria em um tom baixo durante o tempo que expressava um sorriso no rosto. ~Vamos seu frangolino! Ainda tenho que treinar mais um dos Rokushikis, só estou dando uma pausa. Comentaria para Pippos, pois, sabia que o motivo de ter nos chamado certamente era para ser convocado a uma missão. “Deve ser algo relacionado a capitã Scarlet. Afinal, ela ficou de esclarecer sobre algo que estava ocorrendo em Altai.”

Após irmos até a sala, observando as placas que sugeririam o nome das salas ou se a marinheira houvesse dito o local exato, assim que chegássemos eu bateria na porta com um dos dedos. *TOC *TOC. ~ Sargento Dragnar e Sargento Vitaminado, estamos entrando! Sinceramente eu nunca fui muito educado ou cortês, mas fazia meu melhor.

Havia adentrado na sala sem formalidades e era provável que exigisse um pouco de esforço para se acomodar num cômodo pequeno, mas não era nenhuma novidade e apesar de incomodar um pouco, já estava habituado. “Não é a toa que as feras enlouquecem em jaulas.” Pensava comigo enquanto passava os olhos por todo gabinete. ~ Ah propósito... a senhorita nos convocou, mas não se apresentou e nem falou nada sobre o motivo, apesar de eu ter uma vaga sensação de que pode ser haver com a capitã Scarlet. Coçava a barba enquanto falaria de forma objetiva, pois, havia uma intuição de que algo grande estava vindo.



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Narração



- Saindo do refeitório, siga em frente até a terceira bifurcação, entre pela direita e siga reto até a enfermaria, da enfermaria, suba a escada ao lado que você vai chegar no andar onde há as salas destinadas a reuniões, a escritórios particulares, desse ponto procure pelos números na porta em ordem crescente.- A moça teria dado instruções bem claras, não sendo difícil para que conseguissem chegar até lá se seguissem direitinho.

Eles poderiam chegar lá, sem muita dificuldade e encontrariam uma sala grande para alguém de seu tamanho e uma cadeira ao qual ambos poderiam se aconchegar sem dores de cabeça, a perna da moça estava cruzada e ela teria dito - Capitã Valvatore e sim, sua suposição esta correta quando pensa em Scarlet.- Ela teria dito tecendo um sorriso em seu rosto.

- Vou ser direta, já esta tarde e tenho certeza de que já devem estar cansados.- Ela apoiou-se sobre a mesa se debruçando de modo que o leve decote tinha um destaque no momento enquanto uma de suas mãos pareceu ter ido até uma gaveta que ela usou para levar uma espécie de… Fruta? Acizentada para cima da mesa. - Os piratas estão cada vez mais poderosos, o mal a cada dia ganha novas forças… Precisamos de pessoas fortes do nosso lado, tendo seu poder potencializado.- Ela comentou olhando com seu lindo único olho verde a Thor.

- Esta é a Shiro Shiro no mi, uma fruta ao qual recentemente recuperamos para o governo, é capaz de tornar alguém em uma fortaleza humana, uma base movel por assim dizer e porque não logo dizer um verdadeiro titã?- Ela comentou empurrando para mais perto do gigante, recuando na cadeira e respirando antes de continuar. - Comer uma Akuma no mi, te dará poderes como nenhum outro mas, você nunca mais poderá nadar… Precisamos que você dê um próximo passo se esta for a sua escolha. - Ela teria dito, dando tempo para que ele falasse.

- Pippos, o plano era que esta oferta fosse feita com duas dessas em mãos… Estamos trabalhando para que isso aconteça… Enquanto isso, peço para que se prepare, para que treine o seu corpo pois já há planos pra você- Ela teceu um sorriso cheio de malícia, sedução e perigo, esperando pelo que fariam e diriam.

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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! WN4Utd7

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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! Shuuma10



4º Capítulo: Gigantorines em Altai!
Meu pedido de instruções havia sido mais útil do que a coroa em um abacaxi, e depois das instruções dadas, quando estivéssemos a sós, eu faria questão de jogar na cara desse Thork cabeça oca. – Agora me diz aí se tu ia acertar esse caminho se eu não tivesse perguntado, seu azedo. VITATA VITATATA!Salientei, pois, de fato, havia sido um caminho previamente mais difícil do que esparávamos. E a referência de azedo seria porque costumo chamar o Thork de Abacaxi, VITATA.

----------

Assim que houvéssemos chegado à suposta sala 73s, era possível ver que aquele espaço já era bem preparado para grandes seres como nós. Não é querendo falar nada demais, mas era como se a Marinha já houvesse previsto o futuro e já esperava a chegada de um ser divino como eu nesse QG, VITATA. Em pouco ela se apresentou de forma precisa, indicando sua patente, o que era, de fato, impressionante. Puts, então ela também é uma capitã... Realmente tem pessoas fortes por aqui. Estamos finalmente na Grand Line.Pensei. – Muita prazer, Capitã Valvatore.Prestaria continência, mesmo talvez sabendo que não haveria a necessidade, mas eu pretendia impor meu respeito acima de tudo.

À princípio eu entendi que o assunto estaria relacionado com a Capitã Scarllet, mas a conversa fugiu um pouco do foco e girou em torno de uma fruta, supostamente, mágica. Uma tal de Shiro Shiro no Mi que tornaria o Thork uma fortaleza. Por que motivos o Thork?Cruzei os braços meio inconformado, mas tentando não ser notado. Mas o estranho era que ela falou sobre a pessoa que come perder a habilidade de nado. VITATATATA! Impossível! O Thork é um nadador impecável e, inclusive, foi ele quem me ensinou a nadar.

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Mediante minha insatisfação talvez até bem perceptível, a Capitã logo retrucou tentando diretamente falar comigo a respeito de agora não ser o momento certo, mas que haviam planos futuros para mim. Em uma exótica e inquestionável confiança de minha parte, tudo só havia um ponto. Talvez fosse alguma fruta que se fundamentaria melhor no Abacatxeba. Obviamente, eles teriam planos de conseguir algo mais forte para mim, mais forte do que do Thork. Eu havia entendido. – Eu entendo, Capitã, obviamente, quando chegar o meu momento eu terei minha hora de brilhar, VITATATA!Falei, com uma expressão facial sínica e bem safada, como se realmente estivéssemos escondendo do Thork que a minha seria melhor.

4º Capítulo: Gigantorines em Altai! EXiaqTSU4AAW1ab

Com ela entendendo ou não a razão da minha expressão, eu daria uma piscada para ela como se estivéssemos escondendo algo do meu companheiro. Mas, não podia parar para pontuar um detalhe: – Sim, vem cá, Capitã. Eu achei que essa reunião seria para indicar algum planejamento de missão, VITATATA, não é isso?Questionei, tentando melhorar um pouco a nossa fama por ali em Altai, pois a minha meta principal era a de crescer na Marinha, e, acredito eu, que seria melhor reconhecido, da melhor maneira, depois de fazer uma bom número de missões.

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Independente da resposta quanto à missão, eu prestaria bastante atenção no que ela tivesse a nos fornecer, talvez informações mais precisas a respeito da missão, ou apenas não roalria, VITATA. De todo modo, ao fim da reunião, eu logo me despediria: – Obrigado, Capitã, boa noite e bom descanso.Bocejaria. – Puts, hoje o dia foi bem cansativo mesmo, VITATA! Bem, vou indo nessa, to precisando descansar.Depois de me despedir, faria questão de logo seguir até o dormitório para poder descansar bem os meus fiéis músculos divinos.


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“Nenhuma lâmina pode deter minha Vontade.”
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O garoto viria me provocar sobre ter questionado a localização, e apesar de ser duro, o moleque estava certo. ~ Hunf, tá bom garanhão. Comentava um pouco encabulado, mas logo esquecendo esse assunto.

Logo em que havíamos adentrado na sala da Capitã Valvatore, indagava de forma intuitiva o motivo de ter-nos chamado. “Háh! Meus instintos nunca erram... quase nunca, Thororororo!” Pensava comigo durante o tempo que viria, por fim, me sentar. ~ Prazer lhe conhecer capitã! Espero que possamos nos dar bem. Acenaria de forma amistosa para a marinheira mostrando um pouco de respeito, apesar de que só aqueles que eu reconhecia mesmo ganhavam meu total apreço. Todavia, a patente da mulher era inegável seu poder e influencia na marinha, obviamente deveria propor um pouco de cordialidade.

A marinheira viria a proferir de forma direta, o que facilitava o diálogo. ~ Cansado? Thorororororo! Único cansaço que tenho é do tédio, senhorita Capitã. Responderia de forma amigável, tentando criar um pouco de vinculo sem nenhum motivo em especifico, era somente a empolgação falando mais alto em razão de estarmos para iniciar uma nova missão.

A mulher começava a falar sobre algo mais sério e evidentemente meu semblante mudaria um pouco, pois, conhecia de perto o que ela estava falando. “De fato! Esses mares estão corrompidos por lixos que desprezam toda e qualquer ordem. Claro que sou um amante pela guerrilha, pelo fato de brandir minha lança em prol de meu jubilo. Entretanto, jamais mancharia minha honra ou dignidade através de meios ordinários e ações malignas.” Refletia por um instante, expressando um rosto um pouco mais sério e centrado no assunto. Afinal, lazer e extroversão tem seus limites.

Durante o momento que a marinheira viria a apanhar uma fruta de sua gaveta, logo expressava um sorriso carismático. ~ Opa! Aceito um tira gosto, nada como uma frutinha pra aliviar a sensação de pança chei... Proferia achando que Valvatore iria oferecer como forma de cortesia para nós. Obviamente, dava nem chance pro garoto provar aquela peculiar fruta. “Puta que pariu! Mas que merda de sabor é esse?” Após mastigar, enquanto a marinheira continuava falando, o gosto simplesmente era mais horrível que lamber a bunda do próprio diabo.

“Devia ter deixado esse Jaguara comer, porque o gosto disso é uma droga!” Claro que eu não iria reclamar, até porque, era uma cortesia da marinheira nos dar algo, seria rude da minha parte reclamar; apesar de já ter sido rude e não mostrar qualquer formalidade ao pegar antes mesmo de ser oferecido adequadamente. ~ Comu nhé? Proferia ainda mastigando aquela fruta com gosto de podre, expressando um pouco de desgosto na face, mas tentando evitar ao máximo. ~ Pera aí! Engoliria tudo numa única vez, logo sentindo uma ardência no estomago bastante incomum. ~ O QUÊ??! Isso era uma Akuma no Mi? Os olhos se arregalariam espantado por ter comido algo tão raro de forma tão espontânea.

Ainda estava atônico, sem me mexer e nem falar. Então viria me dar um soco no rosto para ver se isso não era um sonho, pois, poderia ainda estar dormindo no campo de treinamento. A força seria intensa e a colisão um estrondo. Atingirá a lateral do rosto e... para a maior surpresa de todos, a porra de algo ainda mais estranho acontecia. ~ Ei! Ei, ei, ei, ei, ei! Isso é algum tipo de piada? Diria ao observar, e todos ao redor vendo, uma porta aberta próximo do tórax. ~ Pippos! Tu também tá vendo isso? Ficava ainda mais perplexo com aquilo que parecia ser um tipo de ponte-levadiça.

Então só para ter total certeza absoluta de que não era um sonho, desferia outro soco do outro lado do rosto e dessa vez seria ainda mais forte chegando ao ponto de me jogar para o lado e eu cair com a mão apoiada no chão. ~ Eita, que sopapo hein! Comentaria ao tocar no rosto e novamente ver outra ponte levadiça, mas dessa vez do outro lado do peitoral. ~ Huh! Thororororororo! Realmente não é um sonhos, Thororororororo! Gargalharia desenfreadamente, sem um motivo em especifico.

~ Isso aqui fica assim ou fecha? Proferia e no mesmo instante a ponte viria se fechar. ~ Ora, ora. Isso realmente é uma Akuma no Mi, mas que fantástico. Comentaria olhando todo meu corpo para ver se não havia mais nenhuma outra ponte. Foi logo então que as palavras da capitã ecoariam em minha mente, pois, apesar de ela ter dito antes, estava muito aturdido, mesmo que houvesse escutado, não havia processado ainda.

~ Shiro Shiro no Mi?! Então isso significa que eu me tornei uma... Fortaleza-Humana??? Viria então apoiar as mãos na cintura e respirar fundo enchendo o peito de ar. ~ THORORORORORORRORORORORO! ROROROROROROROROROROROROR! Soltava uma trovejante risada. ~ Não existe poder que seja mais adequado a mim, parece que os Gigantes Primordiais seguem me abençoando! Estava risonho, admirado, fascinado e bastante alegre.

Só então me ligaria de que havia feito um rebuliço na sala da capitã, logo olhando para ela que talvez não apreciasse muito minhas ações. ~ Heeh? Olhava para ela e para Vitaminado, logo retomando minha compostura; não que existisse muita. ~ Peço desculpas pelo alvoroço, Capitã Valvatore. Mas infelizmente quando um homem recebe um presente dos céus tão inesperado, até mesmo um velho próximo da morte ruge em extrema alegria! Thorororororo! Voltaria a me sentar e olhar para Vitaminado. “Ponte descendo!” E então a porta viria descer. “Ponte subindoooo!!” Faria a ponte subir, faria isso algumas vezes para provocar Pippos, apesar de talvez não agradar muito a marinheira. Entretanto, eu era um homem que não escondia meu humor.

Aquela Akuma no Mi era tão especifica para mim que chegava ser estranho. “Poder me tornar uma fortaleza! Um castelo móvel, ou seja, poderei ser meu próprio reino! Ter meus próprios aliados, súditos e serviçais sempre comigo. Poderei desfrutar de meu lazer sempre que precisar e onde estiver, isso sim é um dom divino! Mas tenho que me acalmar, preciso entender melhor isso. Por hora... vou me centrar no assunto principal da conversa.”

Foi então que uma epifania viria em minha mente. ~ Pera aí! Se vocês estão disposto a nos dar algo tão raro assim, significa que não é uma missão qualquer. É algo muito sério para essa cidade e a marinha. Tanto que até mesmo Scarlet decidiu não abrir a boca com medo de vazar informações. Então o que é, afinal? Retornaria a focar no assunto, pois, sentia que alguma tempestade furiosa cairia em Altai e, eu e Vitaminado, estariámos bem no meio dessa tormenta.




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Última edição por Blindao em Sab Jan 29, 2022 2:24 pm, editado 1 vez(es)

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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! 2uAvx3T_d
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Narração


Apesar da capitã ter sido bem sensível de certo modo para que não pudesse ferir os sentimentos de Pippos ao entregar o recurso que eles tinham em um primeiro momento para Thor, seria impossível que qualquer um não tivesse se surpreendido, não só com o fato do titã simplesmente em meio a explicação ter pego a fruta e comido como não se fosse nada, como o fato de ele ter começado a socar a própria cara, erguendo-se ao apoiar com ambas as mãos na mesa a capitã bradou achando que tinha algo de errado - HEY VOCÊ ESTA BEM?- Era possível ver seu único olho bem arregalado e uma sensação de que até mesmo um suor frio teria lhe escorrido.

Quando ela viu então o efeito da Akuma e que ele não havia se engasgado e estava morrendo ela então abaixou a cabeça deixando escapar uma grande quantidade de ar, aliviada - Caralho cara, não me mata não, tenho histórico de cardíaco na família.- Ela se jogou na própria cadeira acolchoada tomando um ar, levando a mão próxima dos seios como quem realmente se preocupou de ter matado alguém indevido ali e pior ainda…. COM TESTEMUNHAS.

A situação acalmou-se e então ela teria dito - tá perdoado… Ta perdoado… Mas enfim Gaham - Ela limpou a garganta e então diria - Nós levamos em consideração a sua ficha, o relatório de seus superiores e pareceu que isso poderia alinhar os seus interesses com o da organização, você ficar satisfeito era esperado Kyahaha! E então ela teria puxado alguns papeis explicando a situação.

- Nós faremos uma operação de cerco, contra um dos principais homens, responsáveis pelos problemas na ilha Ogedai Bumbugur… Até então a percepção de Andras Quogar, nos tem atrapalhado a avançar e encerrar suas operações… Pois sabendo de seus grandes números, temos que ter uma força considerável equivalente. - Ela teria dado um tempo para que eles pudessem chegar a resposta do motivo disso sozinhos e caso tivessem ou não sucesso ela diria - Essa fruta é a chave pro sucesso mas, muito além disso precisávamos de alguém novo… Ainda desconhecido pela rede de informações destes piratas, alguém em que pudéssemos contar para aprender em pouco tempo o suficiente para fazer a operação um sucesso.-

Comentou a morena deixando os termos bem claros, repassando alguns detalhes a mais - Vocês vão concluir o treinamento de vocês, até que seus corpos gravem suas novas técnicas… Thor, a você eu tenho a missão de entender como seu novo corpo funciona, eu quero que você entenda o que você pode fazer agora, temos mais três dias até a operação e junto a vocês, duzentos homens e mulheres se juntarão.- Ela concluiu, dando espaço para perguntas ou até mesmo para que pudessem fazer o seu caminho pelo horário até a cama ou a qualquer coisa que a eles fosse conveniente fazer, o futuro dependeria da dupla.



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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! Shuuma10

Akuma no Mi...
Puff, não parece nada demais.
Vamos focar na missão!


4º Capítulo: Gigantorines em Altai!
Claro que eu fiquei com uma leve inveja no memnto que pude presenciar uma espécie de premiação apenas para o meu companheiro, mas eu sabia que, algum dia, chegaria o meu momento. De todo modo pude vê-lo devorar aquela fruta equisita com firmeza. Não consigo imaginar o que uma frutinha esquisita teria condições de fazer...Pensei. Até hoje, sequer pude entender o que era esse negócio todo de Akuma no Mi, e, até soava como uma espécie de fantasia. Como assim uma frutinha pode tornar alguém com poderes divinos?! Nasci com o meu dom de ser impecável!

Análises a parte, mas eu não acreditava muito em toda essa complexidade corporal que uma fruta teria condições de fazer à um humano, VITATATA! Claramente era algum tipo de falácia, não fazia algum sentido... a não ser que fosse frutas criadas pelos deuses. Nessa última análise, até comecei a acreditar mais um pouco no potencial dessas frutas, e refleti colocando minha mão esquerda em meu queixo, dando um sinal pensativo.

Pela expressão facial do Thork que parecia demonstrar muito desgosto e insatisfação, eu, já meio revoltado, dar-lhe-ia dois firmes tapas nas costas: – Para de fazer essa cara de bunda, ô maldito. Engole tudo direitinho e depois tem que dar um sorriso de satisfação, VITATA!Destaquei. Mas, em pouco, a tal fruta parecia ter algum pífio efeito no qual o Thork maldito não conseguia parar de me atormentar com uma espécie de ponte que descia e subia: – Você é retardado, VITATATA!Relacionei a idiotice dele com a vontade de querer ficar me provocando com uma pontezinha mágica.

Ignorando um pouco as bobeiras do Thork e voltando minha atenção ao que era, verdadeiramente, importante, logo: – Ilha de Ogedai? Então partiremos para outro lugar quando? Sei que nós dois temos muitos deveres aqui para fazer, mas estamos bem empenhados em um treinamento com a Reines e a Lily, afinal, estamos no meio de um bom planejamento de treino de Rokushiki.Suspirei, tentando já voltar a colocar alguns pontos interessantes em pauta. – Sei que talvez elas já estejam bem ocupadas, mas, por acaso, elas poderiam nos acompanhar nessa viagem? Para que possamos continuar nosso treinamento, sabe? Quero fazer de tudo para ficar mais forte a cada dia e, assim, poder ajudar mais a justiça!Destacaria os pontos necessários para alguém que queria, de toda forma, tornar-se mais forte e ser reconhecido pelos demais.

Mas ela não demorou para logo colocar em pauta o fato de que continuaríamos o nosso treinamento e que ainda teríamos mais três dias até que a missão estivesse para se iniciar. – Entendido!Logo pudemos ouvir mais um pouco a respeito de nosso próximo trabalho, e, de fato, seria um árduo trabalho, tanto que haveria a necessidade da presença de mais duzentos homens e mulheres. – Caraca... mas isso não chamaria muita atenção no cerco?! Para o embarque de um navio com suporte para tanta gente, ou até mesmo vários navios para permitir este feito...Era algo que, definitivamente, chamaria muita atenção. – A não ser que essa Akuma no Mi que o Thork comeu tenha algo a ver com isso e possa ajudar...Mas, à princípio, eu não conseguia ver utilidade no poder de ver uma ponte subindo e uma ponte descendo.

Mas tudo bem, ela, com sua clareza e conhecimentos, deveria já ter alguns planos em mente. E eu ouviria atentamente tudo o que viesse a responder meus questionamentos. De toda forma, eu também sabia que havíamos tido um dia bem cansativo e, o descanso seria o primeiro ponto a ser resolvido no atual momento. – YAWN...Bocejei. – Acho que precisamos mesmo descansar. Relaxa a mente um pouco, Thork, amanhã a gente vai precisar estar com os músculos preparados para aguentar mais, e, além disso, tu vai poder aprender um pouco mais sobre os gloriosos poderes dessa ‘Ponte Descendo e dessa Ponte Subindo’, VITATATA!Diria, já demonstrando o meu cansaço e mostrando um pouco os meus sonolentos olhos que já pareciam querer fechar mais do que tudo.

Depois de chamar o Thork, tendo esclarecido as nossas dúvidas, esperava que ele me acompanhasse, para que assim pudéssemos seguir até o dormitório de maneira tranquila. Deitaria em uma cama, já com o martelo bem posicionado ao meu lado, pois qualquer sinal de eu sentir o Thork aprontando comigo, sentar-lhe-ia uma marretada na cabeça sem dó. Esperaria para que ele deitasse em sua cama para que logo pudesse soltar: – Ow, cuzão, ouvi falar que agora tu vai virar um homem castelo, VITATA!Riria um pouco para descontrair a admiração dele que agora se consideraria ainda mais uma muralha. – Mas eu já to ligado em uma coisa, o que vai ser um pontinho vermelho em cima de um Thork?O que eram? – Pimenta do Reino, VITATA VITATATATA!Brinquei com o fato de agora ele ser um castelo.

Mas, brincadeiras à parte, eu sabia que precisaríamos muito descansar e se preparar para uma longa jornada de treinamentos amanhã. E, também sabia que ele até teria mais trabalho do que eu, pois também teria de lidar melhor com os poderes adquiridos sobre essa idiotice de Ponte Descendo e Subindo, VITATA. – Boa noite e bom descanso aí, Thorcaxi!Descansaria com empatia, afinal, sabia bem que os meus músculos precisavam disso, mas, bem próximo a minha mão esquerda, estaria o cabo de meu martelo colossal, já pronto para sentar uma porrada em um idiota brincalhão.


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Vitaminado Pippão


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4º Capítulo: Gigantorines em Altai! Zx5fIGC

Narração
Pensamento
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Blindao
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Imagem : 4º Capítulo: Gigantorines em Altai! OdRR37N
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BlindaoSargento
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“Nenhuma lâmina pode deter minha Vontade.”
Tank Blindado
Sargento
Hasagt Altai

Havia ficado admirado com o que conseguirá fazer com a Akuma até então, apesar de que isso era apenas uma amostra. ~ Thororororo! Confessa que você ficou com inveja, se liga no Modo Pride-levadiço! Proferia o nome que chamava meu peitoral ao mesmo tempo que fundia com a palavra ponte-levadiça. ~ Thororororo! Beleza então, vamos focar no assunto. Após dito isso, voltaria a dialogar com a marinheira Valvatore.

A capitã começava a explicar o motivo de ter nos chamado e inclusive o motivo da capitã Scarlet ocultar maiores informações de nós, pois, era uma tática para não vazar as informações dos planos. ~ Huum, esse Andras é algum tipo de Pirata? Ou revolucionário? Perguntaria sem um motivo especifico, só para saber com qual laia estaríamos lidando. “De qualquer forma, parece que será uma batalha com muitos peões dos dois lados. Kekekeke! Ótimo, ótimo! Quanto mais, melhor.” Pensava comigo enquanto portava um sorriso bastante largo.

Vitaminado viria enfatizar sobre nosso treinamento e sobre as marinheiras que estavam nos instruindo. ~ Ei cabeça de repolho! Temos 3 dias para finalizar o treinamento, isso é mais do que suficiente. Sem contar que, pela quantidade de marinheiros que iram mandar provavelmente deve ser quase todo quartel. Então é provável que elas também sejam escaladas. Ponderaria para o garoto de forma sábia e lógica, já que, bastasse ouvir com atenção as palavras ditas anteriormente por Valvatore.

Contudo, Vitaminado levantava uma questão bastante óbvia. ~ Realmente, essa cambada de marinheiros com certeza vai chamar atenção até do outro lado da ilha. Confirmava junto das palavras de Pippos, enquanto coçava a barba de forma pensativa. “Então pelo visto essa Akuma tem algo a ver com o motivo da capitã ter frisado a importância dela.” Refleti por alguns instantes, não sabendo exatamente do que se tratava, mas meio que instintivamente compreendendo o quadro geral.

Foi então que Vitaminado comentou sobre a Shiro Shiro no Mi ter algo haver com a missão. “Isso já não é meio obvio?” Pensava comigo ao olhar de relance para o garoto. ~ Exatamente por isso a capitã enfatizou para que eu me adaptasse aos poderes da Akuma no Mi. Destaquei minha palavras em razão da importância que Valvatore havia posto sobre minha cabeça. ~ Relaxa que eu dou conta! Afinal, agora sou uma Fortaleza movível! Thorororo! Acentuei minhas falas com uma expressão calma e risonha, sem um pingo de preocupação. Afinal de contas, não há nada que esses músculos não possam aprender.

Logo após falar com Vitaminado, rompia uma escuridão por completo. ~ Hã? Tudo estava escuro e um notável silêncio. ~ Eita! Eu estava recém na reunião com a capitã sentando numa cadeira com iluminação na sala?! Onde diabos vim parar? Começava a falar com tom de voz alto, mas não faria diferença nenhuma. ~ Não tem uma luz nesta merda??! Diria com os braços a frente do corpo buscando alguma parede, algo que pudesse gerar luz ou até mesmo uma iluminaria. Foi então que luzes surgiram por todos os lados, luminárias e lustres ostentavam sobre o teto e paredes.

~ Hoo! Estava novamente surpreso. ~ Pera aí... isso aqui parece um interior de um castelo! Comentava, pois que, diversas estruturas de rochedo revestiam todo lugar. ~ Huum... se eu pedi por luz, elas vieram então se eu... Diria cruzando os braços e logo apontando com dedo para frente. ~ Quero um trono de um rei, tipo aqueles chiques e confortáveis, de preferência bem másculo! Logo então um trono grande surgia no meio do nada. ~ Háh! Thororororo! Isso é impressionante! Eu posso criar o que desejar aqui? Perguntava para mim mesmo durante o tempo que caminharia até vir a me sentar no trono.

Dado alguns minutos pensando, começaria novamente a alinhar o ambiente a minha volta. ~ Que surja uma enorme mesa no centro! Janelas compridas e largas pelas laterais, havendo uma boa distância sobre o centro e uma ótima entrada para iluminar ainda mais o salão! As coisas começavam a seguir conforme eu ordenava, o que era realmente incrível. ~ Algumas estátuas das mulheres mais belas que vi em minha toda minha vida! Após as mobílias serem criadas, mesa e cadeiras, obras começariam a surgir por toda parte. Belos monumentos femininos bem encorpados enfeitando e decorando todo ambiente. Nada chamativo demais, mas por outro lado bastante atrativo aos olhos.

Olhava para o teto e achava um pouco baixo, só de pensar que desejava ele maior, imediatamente ele aumentava sua proporção. ~ Ora, ora. Então não preciso nem falar, basta pensar?! Que fascinante! Thorororororo! Olhava todo cenário em volta e apreciava demasiadamente. ~ Que lanças surjam sobre o teto e canhões acoplado nos pilares! Foi então que nada ocorreu, mostrando que havia um certo limite do que eu poderia fazer. ~ Então armas não são possíveis de criar? Talvez só mover elas para dentro de alguma câmara arsenal. O que significa que os poderes se envolve mais sobre a construção e sobre objetos que constituem um castelo. Indagava retoricamente enquanto compreendia um pouco mais das capacidades de meus poderes.

Sentado naquele estupendo trono de um verdadeiro rei, logo me ocorreu uma ideia! “Se os poderes dessa Akuma se assemelham a um castelo, significa que eu literalmente sou uma fortaleza ambulante!?”A ideia aflorou ainda mais intensa, em razão de que, havia aprendido sobre Alvenaria e compreendia bem sobre construções, mesmo as mais antigas como castelos. ~ Se eu sou uma fortaleza, equivalente a um castelo-móvel, significa que posso abrigar... pessoas, objetos, armas, tudo o que eu quiser? Logo então cairia minha ficha, quando entenderia o motivo de Valvatore ter oferecido essa Akuma no Mi em especifico.

“Então posso mover todos os marinheiros sem ninguém saber! Héh, isso sim é um potencial de guerra alto. Thororororo!” Apesar de gostar de apreciar minha lutas individualmente, já havia desfrutado de lutas em equipes durante o tempo que havia ingressado na marinha.

Passado alguns minutos, eu já havia entendido parte dos meus poderes. ~ Primeiro: eu havia me tornado um forte de guerra ambulante. Segundo: eu conseguia acessar essa fortaleza estando dentro do meu próprio corpo; o que é bem estranho de se pensar, mas era um fato. Terceiro: eu detinha total controle dentro e fora dele. Quarto: eu podia criar tudo que compõem um castelo, seja moveis, decoração, e etc. Quinto: eu possuía controle de tudo que havia criado, podendo moldar ou recriar e até mesmo destruir. Explorava tudo que havia feito e testado com intuito de melhorar meu conhecimento sobre a Akuma no Mi.

Enquanto raciocinava e ponderava o que já havia analisado dos meus poderes, usufruía de meus desejos para ir confirmando o que já havia entendido e aprendido até o momento, moldando as mobílias, movimentando as estatuas de baixo para cima, a mesa e cadeiras destruindo e recriando, e por fim, centrando todo cenário em algo que viria me agradar e estabelecer um salão confortável a mim.


4º Capítulo: Gigantorines em Altai! JelvD6K


~ Acho que assim está bem foda! Thororororo! Comentava ao observar as estatuas acopladas nos pilares; a longa mesa no centro com diversas cadeiras; as enormes janelas que deixavam as luzes externas entrar; o enorme lustre, as lamparinas e luminárias que geravam a iluminação do ambiente e o enorme trono sobre um estrado que permitia que a voz fosse ouvida com melhor clareza; além de proporcionar certa importância. “Afinal, aqui será o inicio do meu futuro e grandioso reino, nada mais justo que um local propício a um Rei! Thorororo!”

Devaneios a parte, logo me vinha a mente como poderia sair de lá.~ Agora é saber como eu saiu daqui? Proferi comigo mesmo e, como um flash de luz, voltava a ver a capitã e Pippos ao lado. Talvez a bela marinheira estivesse falando comigo, mas não havia ouvido nada em razão de estar dentro da minha fortaleza. ~ Huh?! Expressava estar surpreso, mas logo soltando uma gargalhada. ~ Thororororororo! Se eu te dissesse o que eu estava fazendo, será que achariam que eu estou ainda mais louco? Colocava a mão na testa enquanto falava, abismado e ao mesmo tempo extasiado com o potencial dos poderes que havia conquistado.

Logo um sorriso tenebroso surgiria na minha face quando olharia para Vitaminado e logo pensei. “É tu mesmo que vai ser minha cobaia, seu pentelho!” Uma ponte levadiça surgiria em meu ombro e nesse instante diria. ~ Chega mais! Tu vai curtir o salão de festa do teu irmãozão aqui! Kekeke! Riria embevecido, contando que pudesse fazer com que Vitaminado adentrasse no interior da Fortaleza.

Caso houvesse conseguido isso, olharia para a Capitã e diria. ~ Acho que to pegando o jeito, chega mais capitã! Ergueria a ponte do ombro e abriria outra no meio do tórax fazendo com que a marinheira avistasse seu interior e, caso aceitasse, adentrasse seguida de Pippos.

Assim que houvessem entrando no salão do trono, logo eu surgiria num lampejo sentando no trono central do castelo. ~ E aí, parceiro! Fiz uma geral aqui e deu nisso! Thorororororo! Podem sentar, fiquem à vontade. Faria com que as cadeiras se mexessem e se direcionassem para que os convidados viessem sentar. ~ Huum, acho que uma banheira talvez fosse uma boa ideia, mas talvez numa outra hora. Não achou que isso poderia acontecer, não é mesmo? Falaria para Pippos expressando um baita sorriso empolgado e animado. ~ Fala aí, o que vier na mente... vamos ver se consigo criar! Thororororo! Perguntaria ao mesmo tempo que estava sentando de forma despojada.



PdV: 53770
Sta: 600

Historico:

Build:

Shiro Shiro no Mi:

Técnicas:



Última edição por Blindao em Dom Jan 30, 2022 6:00 am, editado 1 vez(es)

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