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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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Marines&Agiotas, não são o mesmo?

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Kenshin
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Kenshin
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Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qui Maio 13, 2021 1:10 am
Relembrando a primeira mensagem :

Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Takamoto Lisandro e Joseph Proudguard. A qual não possui narrador definido.

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Gyatho
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Sab Maio 22, 2021 1:35 am

Burros de (des)carga


Como planejado, um pequeno formulário me era entregue, e conforme havia planejado, respondia os espaços conforme eram requisitados. Terminava de responder o ultimo campo em poucos minutos e como muitos, me pus a esperar. Podia observar os outros homens e mulheres que estavam ali dispostos a tentar a entrada para a organização “Espero que todos passem... mas se houver um numero limitado de vagas, bom... espero que eles não se desanimem para uma próxima oportunidade” Pensava enquanto aguardava.

Um marinheiro com uma feição mais impositora soltava num tom bastante notável as seguintes instruções do processo seletivo. Era uma peneira para checar a lealdade para com a organização “ Hum, uma dinâmica em grupo. Estou surpreso, mas acho que é o que se esperaria de tal processo, principalmente para a organização que estamos nos aplicando.” Coçava o meu queixo ao finalizar o pensamento. De fato, não esperava tal evento, mas que o usaria para destacar as diferenças entre mim e os concorrentes, usando de minhas qualidades para ajudar a montar uma boa imagem e um bom desempenho.

- Começando com a primeira missão [...] – Já esperava uma dinâmica onde a liderança seria um forte traço positivo para passar para a próxima fase, mas mal sabia eu que era apenas um achismo errôneo. Era uma simples descarga de suprimentos que haviam chegado no exato momento do teste “ Isso é sério?” Pensava ainda indignado com tal premissa “ Bem... acho que seria um teste físico para separar o pessoal que consegue acompanhar a dinâmica do dia-dia pesado de marinheiro... não é? “ Pensava, tentando achar o lado positivo daquele teste, mas por mais que pensava, esse era o único motivo plausível, além de ter uma mão de obra gratuita para uma tarefa cotidiana...

O marinheiro mostrava o caminho, enquanto mantinha certeza que os candidatos o seguiriam sem erro. Faria questão de me manter próximo ao marinheiro em questão, sendo um dos primeiros numa possível fila. Acompanharia conforme instruído, minha mentalidade para aquela tarefa era simples. PUXAR PESO! Era engraçado como se invertiam os papéis se for parar para pensar, um empresário acostumado a tabelas, gráficos e estratégias de negócio agora tinha que fazer o trabalho braçal que seus empregados faziam diariamente.

Chegando ao local de execução, prestaria atenção aos detalhes do descargue, como local e forma, e claro, como nos interagiríamos uns com os outros naquele processo “Entendo agora...” Pensaria em meio a tarefa, na qual tentaria executar com o máximo de esforço possível “ Imagino que tenha sido difícil assim no começo também Pai” refletia no tempo em que o projeto Joseph não passava de um sonho. O tempo em que meu pai havia fundado o negócio que eu dirigia até semana passada, esses deviam ser tempos difíceis. Muito esforço físico e mental, fazendo o que muito tempo depois seria executado diariamente por meros trocados “ Vou lembrar desse momento e dessa lição com toda certeza...” Continuaria a pensar, usando minha mente para manter-me distante do pensamento de cansaço, dor e exaustão.

Esperaria manter um desempenho digno de um filho de ex-comodoro. Em minha vida nunca tive que exercer tamanho esforço, mas sempre me mantive saudável e forte por meio de uma boa alimentação e alguns exercícios físicos. Esperaria passar para a próxima fase sem problemas aparentes.



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Kylo
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Kylo
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Sab Maio 22, 2021 6:05 am
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Marines&Agiotas, não são o mesmo?



Talvez o início da jornada de marinheiro fosse bem mais monótona e burocrática que o pequeno imaginasse ser uma vez que, em seu imaginário meninil, o início profissional de marinheiro seria o sinônimo para perseguições épicas e combates contra os mais condenáveis dos criminosos para se provar o mais forte a cada instante e no entanto, ao invés disso ele se encontrava com uma papelada burocrática de admissão em mãos. Tá, é óbvio que aquilo se tratava de apenas um processo primário e compreendível de admissão que se é realizada em qualquer organização que se preze, mas para Kylo aquilo era intragável de tão maçante e cansativo que era. Fila? Papéis? Formulários? C-H-A-T-O. No entanto, apesar dos pesares, ele estava lá pela Marinha e, além disso, havia uma circunstância decisiva e de caráter determinante para que ele concluísse aquela admissão o mais rápido possível — o seu estômago roncava.

- Qualquer coisa me coloca no paredawnn.. - Susurrou de cara feia enquanto preenchia o formulário sem que prestasse a mínima atenção aos detalhes. É, confesso que até responder o formulário sem ater-se a quase nada fora uma terefa bem cansativa de ser executada. - Beleza. - Se espreguiçou ao erguer os braços e esticar as articulações do pescoço; estalando-o. Já naquele momento a fila de alistamento já começava a ganhar um certo corpo que chamava a atenção do pequeno principalmente pelas figuras que lá estavam. Já sentia-se uma arômata não usual naquele espaço, mas ao deparar-se com o semblante de náusea de alguns daqueles que frequentavam a área, o pequeno concluiu que não era um aroma de ambiente, e sim de algo que estava nele. Até que fede mesmo. Não demorou até que o culpado fosse encontrado; era um rapaz de cabelos acerejados e pés descalços. - HAHAHAHAHA! - Apoiou as mãos no abdômem e gargalhou quase que tão alto que suas pernas começaram a esbambear-se umas às outras. Aquele episódio extemporâneo que estava causando um nítido incômodo em grande parte dos presentes pelo bálsamo emanado era, na realidade, oriundo de um chulé. A parte mais cômica da história era que o chulezento mal se importava com a reação dos outros ou ao menos mal sabia o incômodo que estava causando. A segunda opção era a mais engraçada. - Você é muito engraçado! Vamos ser amigos! - Sorriu despretenciosamente para ele e o estendeu a mão. Em verdade que o chulé não o havia feito sentir nenhum incômodo, mas a reação dos presentes havia sido a cereja do bolo para o pequeno.

Próximo do rapaz de madeixas afogueadas o noviço o perscrutou dos pés à cabeça para conhecê-lo através de mais proximidade. Aquele fato havia sido engraçado demais, não havia mais escapatória — ele seria seu amigo independente de qualquer resposta. - Me chamo Kylo e você? - Apresentou-se com um sorriso dinâmico no rosto, de maneira que esperava-se que o seu novíssimo amigo fizesse o mesmo e contasse o porquê dele encontrar-se ali. - É? Que demais! - Seriam explícitos seus olhos sobressaltados e entusiasmados dados em respostas à uma apresentação dada pelo chulezento. Pra ser sincero, ainda que já se externasse de maneira notória, existia um empolgamento em crescência em seu âmago. - Eu vou ser o lutador mais forte! - Afirmou com naturalidade por detrás de um semblante travesso e animado, afinal de contas para o pequeno aquele reconhecimento seria apenas questão de tempo e nada mais. Antes que investisse em mais questionamentos o pequeno era interrompido pelas instruções dadas pelo marinheiro que aparentava ser o encarregado por aquela recepção. Em dúvida sobre os próximos procedimentos, o pequeno alçaria a mão esquerda para cima, ao passo que executava pequenos pinchos às adjacências até que fosse notado. - Que horas é o almolço? - Questionaria-o com as mãos sobre a barriga. Ainda que obtivesse uma resposta esclarecedora seu estômago entenderia como se fosse demorar-se uma eternidade. Ainda assim, acompanharia o orientador até a área em que ele os instruía com as falanges entrelaçadas por detrás da cabeça; despreocupado e sereno, mantendo-se propínquo ao seu recém-conhecido.

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Blum
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Blum
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Sab Maio 22, 2021 4:07 pm

I - Aventura
Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Encarregado de carregar

Rangia os dentes, enquanto aquecia meu punho. - Odeio caras metidos! Entrando nessa joça, não irá ser considerado crime quando eu meter o socão na cabeça dessa besta, certo? - Aquele maluco estava brincando com minha cara e não sabia o perigo em que estava se metendo. - Espera só!

Enquanto estava distraído era interrompido por uma mulher de olhos azuis.- Hãan?! Brincar de soldado? Olha só, eu só vim aqui porque meu aniki pediu e agora tô afim de bater em um desgraçado. E é isso. - Eu não havia nada a esconder, por isso era direto com aquela moça que veio bater um papo comigo.

Antes que pudesse dar continuidade a conversa recebia novas instruções do alistamento. - Que mamata é essa? Se alistar só pra carregar umas caixinhas, esses bando de engomadinhos não sabem o que é trabalho de verdade. - Estralaria o pescoço e rodaria meus ombros a fim de alongá-los. - Não gosto de me gabar, mas eu ganhei na quebra de braço com o Tonhão da Marreta, um dos membros mais musculosos da Yakuza. Essa vai ser fácil! - Daria aquela ajustada rápida nos cabelos seguido de um pequeno sorriso.

Com entusiasmo iria até o local indicado e pegaria o máximo de peso possível e faria a descarga no ponto correto. Trabalho era trabalho e não podia me dar o luxo de não conseguir entrar na Marinha, além é claro que isso era os céus comparada ao treinamento infernal do carecão.

- Pera aí, não é apenas eu que estou lutando para ingressar aqui, há vários outros participantes. Eu preciso me destacar e carregar mais coisas que eles pra ser aceito. Foi mal, galerinha, mas promessa é divida. - Dessa forma, tive uma brilhante ideia de levar a carga o mais rápido possível.


Se as mesmas estivessem guardada em caixas ou algo parecido, carregaria uma com os braços até metade do caminho e então a colocaria no chão e meteria uma sequência de chutões até chegar o ponto chave rapidamente. - Perfeito! - Diria, enquanto esfregava minhas mãos. Meu plano não havia falhas e eu seria o mais rápido a levar aqueles suprimentos.

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Última edição por Blum em Sab Maio 22, 2021 6:57 pm, editado 1 vez(es)

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Eae, qual foi?

#cc99ff - Pensamento
#ffffff - Fala

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Takamoto Lisandro
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Sab Maio 22, 2021 4:09 pm

Marines&Agiotas, não são o mesmo?
 

Encontrei o tal homem na mesa, ele tinha a mesma farda que muito outros marinheiros e mal sabia que estava de frente com o homem mais forte do mundo, até mesmo ficou incrédulo, era uma reação normal para as pessoas, pedia as repostas das perguntas dadas pelo papel. - Sem lutar com o guerreiro mais poderoso? - Indaguei, este país é bem mais pacifico do que o lugar ao qual vim e das ilhas as quais passei na jornada para ser o mais forte, o nome e idade respondidos com exatidão, vou até mesmo colocar uma vírgula depois do meu nome e especificar de quem se trata minha pessoa. - O homem mais forte do mundo.. - Sincronizei minha escrita com meu sussurro, não sei se muitas pessoas vão conhecer Pimtombeira já que é quase uma ilha sem habitantes com ambiente hostil, quase nunca éramos visitados por pessoas de bem.

Meus objetivos na marinha? - Só havia um em mente. - Derrotar o rei dos piratas. - É a função do homem mais forte do mundo, derrotar o símbolo que assola medo e impõe maldade em tudo que faz, além que as pessoas poderiam finalmente compreender a imensidão da minha força, por agora já havia finalizado o questionário podendo relaxar mais. - Que beleza. - Movimentava meus dedos com rapidez, ar fresco sempre era o melhor, uma sombra veio de súbito de cima, uma mão estendida e o portador dela era um rapaz de olhos azuis e cabelos prateados, ele tinha um bom sorriso. De fato, era estranho sua aproximação tão rápida, mas não tinha o porquê de recusar um amigo, levei minha mão a dele e apertei confirmando o simples gesto com um os lábios esticados de ponta a ponta. - Claro.

Sou Takamoto Lisandro, o homem mais forte do mundo. É um prazer Kyolo. - Havia subitamente falado o nome errado sem querer. - Quis dizer, Kylo, takaka.. - Soltaria uma gargalhada fraca envergonhada, tropecei sem querer nas letras do seu nome, porém isto não desanimou o rapaz que falava abertamente seu objetivo, seria ele o lutador mais forte? Só o tempo diria, colocaria as botas onde deveriam estar, todos aqui estavam tentando se tornarem marinheiros, Kylo não era uma exceção, o representante do recrutamento anunciava o que deveríamos fazer para passar.

Fácil demais! - Teria de carregar alguns caixotes de produtos? Essa ilha é realmente diferente da minha terra natal, meu mestre como teste faria eu passar três dias no deserto de Zartana com somente as roupas do corpo tendo que me alimentar de escorpiões. E isto foi considerado uma tarefa fácil para ele, levar alguns pesos do porto para cá não seria uma tarefa complicada, porém a escadaria seria a maior adversária para o êxito da tarefa. - Isso não é nada. - Fixei um sorriso no rosto e seguiria o marinheiro, chegando ao local, procuraria uma gama de informações visuais sobre os mantimentos da embarcação.


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Estagiário
Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Sab Maio 22, 2021 5:23 pm

A nova safra de novatos parecia muito boa. Tinha um moleque que mais parecia um turista, mas tenho quase certeza que ele preencheu o mesmo formulário que eu; Um engomadinho, com cara de bebe, que parecia extremamente fora de lugar; Um ruivo desmiolado; Uma anã bombada e o topetudo aqui. Se todos passarmos, tenho certeza que vai ser uma aventura e tanto me juntar a esses carinhas. Me aproximei do topetudo, e aparentemente ele não estava nem um pouco feliz de estar ali. Eu também não estaria se soubesse que teria de ficar assinando papel e fazendo um monte de nada por um bom tempo. Só que pelo o que eu entendi… Ele foi obrigado a ir pra lá por alguém chamado “aniki”… Deve ser alguém muito foda pra ele só aceitar. Não foi uma conversa tão produtiva como esperado, mas o que ele disse no final me agradou. Ele parecia não se importar muito com a autoridade dos homens ali, e só queria socar a cara de um maluco. Me parece uma pessoa muito divertida, talvez a Agnis dois estivesse certa e seria uma boa eu andar junto desse cara.

-Tudo bem. Então não tem problema se eu colar contigo, né? Ah, eu já sei que não, então não precisa responder! Me chamo Agnis, Agnis Cyrielle. Na verdade, só Agnis já tá ótimo. Se tiver alguma sugestão de um apelido bom, eu aceito também, numa boa. - Respondi ao topetudo.

Enquanto conversava com o cabeludo emburrado, um dos marinheiros se aproximou para dar procedência ao processo. Já estava na hora! O que vai ser agora? Lutas um contra um? Um jogo de captura? Talvez um um contra todos com um dos oficiais do QG! Tantas possibilidades e-...! Carregar peso…? Mas que merda, eu esqueci o que a Agnis dois disse… Vou tentar conter os meus ânimos para não me decepcionar mais, parece que essa vida de marinheira vai ser mais chata do que o esperado. Talvez isso seja só um truque pra testar a nossa paciência… Seja o que for, eu vou só me concentrar na tarefa e terminar logo isso.

A propósito… A Agnis dois tem estado bem quieta… Cê tá bem? Agnis dois? AGNIS DOOOOIS?!? Eh, deve estar dormindo. Mais tarde eu chamo. De qualquer forma eu acompanharia o recrutador e carregaria o máximo de caixas que pudesse para o QG. Eu sou bem grandinha e estive me alimentando muito bem, por isso eu devo adiantar bastante o trabalho. Assim que terminasse, aguardaria mais instruções.  
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Handa
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Handa
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Seg Maio 24, 2021 1:54 am
Dúvidas?

Infelizmente minha busca não deu bons frutos, rapidamente me deparei com um homem que não parecia nada com o que eu havia imaginado, porém ainda tinha algumas características mínimas de autoridade. Pelo menos era o que eu sentia.

Em pouco tempo após minha apresentação o homem parecia falar de uma forma incrédula do que eu acabei de contar, e pior, dizia que haviam outros mais fortes do mundo.
- Como assim "Mais um dos mais fortes do mundo"? Só por eu ser a pessoa mais forte de Shells Town eu sou a mais forte do mundo? Que decepção! Melhor voltar para casa então, não vou encontrar nada de muito bom lá fora... - eu dizia, realmente triste com aquilo, afinal de contas, só queria entrar na Marinha para enfrentar pessoas fortes e se eu já for a mais forte do mundo, não vai ter ninguém nem nada capaz de me dar uma boa luta, porém foi nesse momento que tive a realização - Espera, você disse "mais um"? Então por aqui também existem outros recrutas que se dizem serem os mais fortes do mundo?! Não posso perder essa oportunidade então! Preciso ver se os mais fortes do mundo conseguem me dar pelo menos uma boa luta, nem que seja dois contra um, ou até mesmo cinco contra um. Preciso ver isso! - diria enquanto rapidamente assinava o papel que o homem me entregava e aguardava ansiosamente.

Logo após isso ele começou a anunciar um tipo de teste estranho para entrar na Marinha. Aparentemente sobre um navio de mantimentos, mas não entendo muito bem sobre como isso iria ajudar a testar minha lealdade para com a Marinha. A parte interessante eram as pessoas ali ao redor, os vários recrutas, que pareciam pessoas bem diferentes por algum motivo. Tinha de tudo ali. Pensava se não seria normal isso, no entanto, eu já havia visto vários marinheiros e eles não eram tão diferentes do padrão. No mais, iria seguir o homem para saber do que realmente se tratava aquele teste.
Koji
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Koji
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Seg Maio 24, 2021 11:22 pm


Marines & agiotas, não são o mesmo? - 03
13:21 / Shells Town


 
A parte burocrática do recrutamento havia acabado, e todos pareciam empolgados com suas próximas tarefas. Uma luta? Uma caçada? Ou até mesmo uma queda de braços? Não. Apenas carregamento de peso, descarregando suprimentos de um navio. A grande maioria dos seis indivíduos naquele lugar pareciam extremamente insatisfeitos com o desenrolar da situação. De qualquer forma, o que eles poderiam fazer? Eles tinham que, a todo custo, entrar naquela instituição. Cada um possuía seu próprio objetivo em mente, e esse era inabalável.

Durante o tempo que estavam ali em espera, no entanto, novas amizades foram feitas. O lutador mais forte do mundo encontrava o homem mais forte do mundo e tinham uma pequena conversa, enquanto a mulher com duas personalidades encontrava o homem com a personalidade mais forte do mundo. Como esperado, esse encontro havia sido menos amigável, tendo um interesse unilateral por parte de Agnis. Mas isso definitivamente não era problema, já que a moça continuava pressionando ele.

O homem de negócios ficava em seu canto relembrando seu pai ex-comodoro, e isso lhe dava motivação. Se seu pai passou por tudo isso, ele também passaria, e daria o seu melhor. Além disso, como pensava, era um tanto irônico um homem de escritório como ele subitamente fazer trabalhos braçais. Deixando isso de lado, uma nova recruta passava pela porta e fazia o alistamento. Não muito tempo depois, o recrutador anunciava a missão e rapidamente os chamava para o porto, descendo todos os níveis e degrais que separavam a Alta Shells Town e a Baixa Shells Town.

Kylo, em sua ingenuidade, rapidamente perguntava sobre o horário do almoço, enquanto ouvia claramente sua barriga roncar de fome. O desejo dele seria eventualmente o desejo de todos, uma vez que trabalhar no sol logo após o meio-dia deixaria qualquer um extremamente cansado.

Humpf... — ele bufava com a questão do garoto. — Todos vão comer ao fim desse serviço. Deem tudo de si! — ele respondia e os encorajava.

Ao chegar no porto, o recrutador se posicionava na frente de um navio da marinha, aparentemente, era aquele que deveria ser descarregado. Ele rapidamente explicava:

— Todos vocês devem carregar ao menos cinco caixas até o QG. Subam as escadas nesse sol ardente e provem serem dignos de entrar na marinha! Após terminarem, venham até mim aqui em baixo para receber novas instruções. — ele anunciava a pequena missão e rapidamente sentava-se para olhar os resultados. O objetivo daquela atividade era ver como cada recruta lidaria com as ordens, além, é claro, de observar sua força física e estamina. Acima de tudo, em uma organização como a marinha, hierarquia era tudo, e o respeito com os cargos superiores era algo que não deveria ser subestimado.

Voltando para os novos recrutas, ao entrarem no barco, cada um podia ver diversas caixas empilhadas uma em cima da outra. Algumas possuíam um rótulo de fragilidade, enquanto outras não. De qualquer forma, cada caixa aparentava ter o mesmo peso, apenas diferenciando seu conteúdo. O primeiro a se mexer era Nakamura, que pegava rapidamente uma caixa em suas mãos e subia metade do caminho, onde não era mais visto pelo homem. Ele começava a chutar a caixa para adiantar o serviço e chegar logo lá. Algumas caixas faziam um barulho de quebrado, eram as caixas que possuíam o rótulo de fragilidade, mas Nakamura parecia não se importar. Com essa técnica, ele chegava rapidamente nas cinco caixas necessárias para terminar a tortura.

O próximo que ia ao trabalho era Takamoto. Ele não possuía muita força, sendo mais adepto à destreza, porém, ele conseguia lentamente carregar algumas caixas até a localização. Infelizmente, essa prova era um nêmesis para o homem mais forte do mundo, uma vez que sua resistência era baixa. O Sol eventualmente queimava seus cabelos flamejantes, e suor saía por cada um de seus poros ainda na quarta caixa. Ele eventualmente conseguia chegar, mas era um dos últimos, e claramente, um dos mais cansados.

Joseph, por outro lado, podia ser um homem de escritório, mas possuía uma força razoável e uma resistência boa. Ele conseguia terminar sua missão ainda mais rápido que Takamoto, que estava, na hora de seu término, morrendo com a quarta caixa em mãos. As memórias de seu pai lhe davam forças para continuar. Algum dia, ele subiria ao cargo mais alto dessa organização e cumpriria a promessa de sua esposa.

Agnis era claramente uma das mais afetadas ali. Sua segunda personalidade e mentora estava aparentemente dormindo, e não havia nada que a mulher pudesse fazer. Ainda por cima, odiava esse trabalho, e como os outros, esperava por algo melhor. Infelizmente, não havia jeito de sair dessa enrascada, portanto, ela trabalhava duro como os outros naquele local. Sua força era extraordinária, assim como a de Blumayden. Porém, sua resistência era igual a de Takamoto, o que acabava por deixar as coisas interessantes. Ao finalizar a última entrega no Sol ardente, ela estava em uma condição um pouco melhor que a de Lisandro, porém, ainda se mostrava, de certa forma, acabada.

Por fim, restavam dois recrutas, que não faziam o que lhes era pedido. Erina e Kylo, os dois pareciam ser os mais jovens, mas essa não era a realidade. Erina poderia facilmente ser a mais velha do recinto, até. Kylo, porém, estava no auge de sua adolescência. Vendo a situação, o recrutador rapidamente chamava a atenção dos dois.

— Façam logo seu trabalho! Como penalidade pela preguiça dos dois, seus colegas aqui ficarão sem comer até vocês terminarem tudo! — ele dizia imponentemente, parecia estar gostando daquilo, mesmo que saísse de sua rotina diária. — Vocês devem entender que aqui, somos uma equipe! Se um colega faz algo de errado, todo sofrerão! — anunciava abertamente. Afinal, aquele serviço trazia aprendizados para quem participava.

— Descansem, o próximo desafio de vocês vai ser limpar o salão de treinamento. E depois todos irão usá-lo! — ao terminar a frase, seus olhos brilhavam apenas pela ideia de assistir a uma bela luta.


Histórico:

Legenda / Npc's:

Considerações:

   Code by Arthur Lancaster

     
    

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Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
Takamoto Lisandro
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Ter Maio 25, 2021 3:05 pm

Marines&Agiotas, não são o mesmo?
 

O porto! - Coloquei ambas as mãos na cintura apreciando o cheiro intenso do mar, a maresia nunca deixava de ser tão doce, apesar que o fedor de peixe também ser bem presente, a tarefa era levar cinco caixotes para o quartel da marinha, já havíamos descido todas as escadas, tinham muitas pessoas fazendo o mesmo teste, fico contente em saber que a disputa seria acirrada. - Será que todos conseguirão concluir a missão? - Indaguei, o jovem de cabelos brancos me veio à mente, sua animação lhe ajudaria a seguir em frente mesmo nos piores perrengues assim espero. Foi ao entrar no navio, observei as demandas, símbolos de fragilidade e caixotes empilhados, muitos deles, certamente tinha o suficiente para testar toda a prole de novos marinheiros.

Por hora, vamos testar o peso delas. - Fitava os caixotes e erguia as mangas, não existia nada mais fácil para o homem mais forte do mundo, iria levar todos os caixotes se existissem pessoas que não conseguissem cumprir a demanda, é uma promessa, levantei a primeira colocando força nos meus braços e quadril, perdi meu ar. - Pesado demais! - Quase me caguei, mesmo sendo o homem mais forte do mundo, o caixote era bem opressivo fazendo meu corpo todo pender para baixo e ter que arrastar meus pés. Rangendo os dentes, coloquei um sorriso no rosto, saindo do navio fitei todo o caminho que teria que percorrer naquele sol quente. - Takaka.. Mamão com açúcar. - Tinha pessoas bem mais excepcionais que facilmente pegavam duas a três caixas de uma vez, não consegui pegar mais que uma, teria de usar todo meu ser para efetuar a entrega de todas as cinco caixas. - Não vou desistir.

Cada passo, meus músculos pulavam e gritavam de dor, mas isso não era o suficiente para tirar o sorriso do meu rosto, o suor escorria e meus braços pareciam que cairiam a qualquer momento, porém não podia recuar, não iria desistir jamais. - Que beleza de céu azul! - Se tivesse que sofrer, sofreria olhando para frente encarando e sabendo que não hesitaria e muito menos daria um passo para trás. Muitos completaram a tarefa antes de mim, assim como eles, por mais que demorasse, também finalizaria a missão com minhas próprias mãos, mesmo padecendo a cada caixote.

O último foi o mais demorado, minhas pernas tremulavam subindo as escadas, qualquer passo em falso me derrubaria, até mesmo o vento podia se tornar um inimigo, porém senti a brisa nas costas me empurrando para cima. - Ai, ai.. A sorte nunca sai do meu lado ein. - Completado a missão, desabei encarando o chão, meus joelhos cederam e ficaram descansando no concreto quente, os calos de minhas mãos se afloraram e queimavam, não podia deixar de bufar, se tivesse comido de manhã, teria vomitado aqui mesmo. - Takaka.. Isto não foi nada! - Tinha certeza que fui um dos últimos, mas tinha feito o que o recrutador havia pedido, portanto, eu não perdi!

Haviam alguns que não haviam terminado, o marinheiro falava abertamente sobre nossa situação, precisava descansar um pouco antes de ir ajudar, afinal de contas, o homem mais forte do mundo nunca deixa uma tarefa pela metade e muito menos quebra uma promessa. - Uma por uma, vou lhe ajudar. - Mesmo suado e vermelho feito um tomate, iria carregar ainda mais caixotes. Após o término, descansaria e prepararia meu corpo para a próxima fase, efetuaria as ordens e limparia o que fosse a sujeira.


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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Ter Maio 25, 2021 8:31 pm
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Marines&Agiotas, não são o mesmo?



- Sério mesmo? O homem mais forte do mundo? - Alçou as mãos até às maçãs do rosto em uma condição de estupefação, esticando suas pálpebras inferiores para baixo com o auxílio das mãos; completamente surpreso. Não é como se Takamoto fosse a síntese daquilo que o pequeno contemplava como o “homem mais forte do mundo” entretanto, seja por um excesso de imaturidade ou seja pela convicção empregada nas palavras de Takamoto, o pequeno aparentou comprar essa narrativa. Aquilo foi como uma grandíssima refeição com a quinta-essência dos melhores doces do mundo, uma vez que o pequeno poderá observá-lo agora com uma minúcia bem mais refinada visando, quem sabe, evoluir e aprender com aquele que se diz ser o homem mais forte do mundo.

Vuf..Vuf..Vuf.. Eram os sons dos soquinhos que rasgavam o ar a cada nova investida. Sua guarda estava alta, de maneira que fosse possível se defender e por outra parte passar à ofensiva, em uma configuração que oferecesse o máximo de segurança e de eficácia. Após adequar a sua frequência cardíaca para manter o seu pêndulo corporal em estado de equilíbrio, executaria um belíssimo uppercut seguido de um rápido right cross que romperiam mais uma vez o ar; sua energia parecia não conhecer nenhum limite. Isso era, evidentemente, fruto de uma imaginação fértil que borbulhava como água vulcânica escaldante, afinal de contas ele agora era amigo do homem mais forte do mundo e, com toda a certeza, sua ascendência de evolução alcançaria marcas estratosféricas se ele aprendesse e superasse seus limites com Takamoto. Recordou-se das Ilhas Gecko, sua terra natal, onde era orientado exaustivamente por Magna para superar os seus limites físicos e psicológicos a todo momento; seja na chuva, no inverno ou no verão. Se Kylo realmente desejasse ser reconhecido como o mais forte ele não poderia em hipótese alguma desistir ou ceder nenhum passo para trás.

Em um primeiro momento o garoto sentiu que alguém estava chamando a sua atenção, mas a voz ainda era fragmentada e longínqua, confundindo-se com a entonação firme de Magna. - Mais forte! Mais rápido! - Vociferava o ermitão que o instruía ao esbravejar por mais resiliência e por mais persistência. Naquele momento, Kylo estava imparável e seus oponentes eram deixados para trás enquanto ele aproximava-se cada vez mais rápido do topo do mundo. A voz que chamava a sua atenção ficava mais forte e mais audível. - Supere seus limites! Agora! - A força de seus punhos e a voz de Magna o empurravam cada vez mais para cima até que o antes inalcançável topo do mundo se encontrasse visível e plenamente alcançável. A voz agora era completamente audível e despregada da voz de Magna. - Preguiça? Trabalho? - Incrédulo, queixou-se sem entender o significado por detrás daquelas palavras que eram sopradas no seu ouvido. Não deu muita bola para aquilo, uma vez que era só questão de esticar-se um pouquinho para alcançar o topo que sempre sonhara. Estava tão perto, tão perto..

Bluft! A bolha que saía de seu nariz estorava fazendo com que a sua consciência retornasse com o cada vez mais audível alarido ao fundo do instrutor da Marinha. Não recordava-se ao certo em que momento havia caído no sono desde que chegara ao porto de Shells Town para o início das atividades, mas o fato é que ele deixou que a sua imaginação fluísse demais. - AAAAAAAAAAAA!!! - Despertou com a cabeleira esbranquiçada completamente emaranhada e, ainda que procurasse compreender de maneira mais apropriada o contexto aonde estava inserido, Kylo não demoraria para situar-se e localizar as caixas que restavam para dar início a sua missão. Se fosse possível buscaria carregar o tanto de caixas que o seu físico suportasse para que aquela tarefa fosse concluída da maneira mais rápida possível, enfrentando quaisquer adversidades que aparecessem sem que ameaçasse retroceder um centímetro que fosse. Ele não poderia desistir em hipótese alguma. Assim sendo, o noviço negaria qualquer auxílio mesmo se suas mãos ficassem trêmulas demais, mesmo que suas pernas bambeassem e mesmo que o seu corpo pedisse por ajuda. Não.

Uma vez concluída a missão Kylo procuraria por alguma área aonde pudesse assentar-se e que pudesse se aproveitar de qualquer fio de sombra que estivesse disponível. Se o seu corpo não aguentasse mais, ainda que fosse visível para todo mundo, o noviço abafaria com um sorriso despreocupado. - Descupem fazê-los esperar.. Eu viajei um poquinho, né? - Riu de si mesmo por toda aquela conjuntura que havia sido criada por ele próprio que era, no mínimo, cômico. Ainda assim, mesmo se estivesse sentindo dores em várias partes do seu corpo, Kylo não abalaria-se, tampouco deixaria que essa impressão fosse notada pelos outros e, com um sorriso farto em seu semblante, apenas faria um "V" de vitória com os seus dedos. Não tardou para que avançasse para a próxima etapa do exame de admissão da Marinha e que executasse suas obrigações com o mesmo afinco, à vera dessa vez. Agora é sem bobear!

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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qua Maio 26, 2021 8:09 pm

I - Aventura
Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Limpando até o talo

Somos todos uma equipe? Hãn, me impressiona ouvir isso desses bunda moles, eles até que falam coisas que fazem sentido, mas quero é ver na hora do vamo ver, se isso ainda se sustenta... - Ajeitava os óculos e punha as mãos no bolso, enquanto observava aqueles lerdos apanhando para levar algumas caixinhas.

E o que diabos aquela mina estava vindo falar comigo tão casualmente? Por acaso ela estava afim de mim. Bem, eu não podia negar o fator que minha aparência e os meus feitos deixavam as garotas querendo um pedacinho de mal caminho, sorria, arrumando descuidadamente o penteado. - Que pena, mas ela não faz meu tipo. - Além disso, preciso me focar em outras assuntos, se eu vacilar agora não vou ter a oportunidade de quebrar o maldito marinheiro.

Bem, mas não poderia deixar de responder a guria, pois não seria nada cool deixar uma garota esperando uma resposta. - Iae Agnis, pode me acompanhar, apenas não tente me atrapalhar. Olhe e aprenda como é que faz! - Daria o recado para moça gamada por mim.

Esses caras realmente estão me subestimando, até parece que nunca limpei um banheirozin. Era conhecido como o demônio alvejante, uma mancha suja jamais escapou de minha visão, esmagando cada germe com frieza e sem dor. Não estou querendo me gabar, mas sabe, uma vez "O cara de Cão" foi tomar banho lá e saiu 30 anos mais novo, a parada foi tão violenta que o chamam até hoje de "O cara de Bebê", por algum motivo nunca mais consegui falar com ele, vai ver que tinha vergonha de me agradecer.

Enfim, arregaçaria as mangas e esfregaria cada canto do banheiro estilo miyagi, treinando e limpando, de fato estava transcendendo.

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Eae, qual foi?

#cc99ff - Pensamento
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qui Maio 27, 2021 6:37 pm

Uma pequena pausa


Nos juntávamos em um grupo de candidatos e seguíamos o marinheiro instrutor até o porto. Descemos varios degraus, passamos da parte alta da cidade e fomos descendo até chegar ao porto. No caminho, um jovem de cabelos claros perguntava ao marinheiro em que momento haveríamos uma pausa para o almoço “ Hm... Estou tão focado nas coisas que desconhecia que esqueci de algo tão trivial quanto a hora do almoço” Observava o garoto enquanto ouvia a resposta do marinheiro “ Bom, espero que a comida daqui seja boa, embora não possa esperar nada muito acima do que é simples e barato”.

Chegávamos ao porto e encontramos o navio já pronto para ser descarregado. As ordens do avaliador eram simples, pegar cinco caixas e levar até o QG “ Parece fácil...” parei para pensar, mas havia esquecido dois pequenos detalhes que contrariavam tudo aquilo. O primeiro, era o horário, já era a hora do almoço, então o sol estaria em seu ponto mais alto, e consequentemente, mas quente. E outro e mais dificultador, era a localização. Havíamos descido até o porto, mas teríamos que subir novamente outras cinco vezes carregando as caixas. Já podia sentir o calor do sol e a sensação de amolecimento apenas imaginando o esforço no final da prova. O marinheiro se sentava por ali enquanto observava nós, aspirantes a marinheiro na nossa tarefa.

No navio, podíamos ver todas as caixas que precisávamos carregar, algumas tinham detalhes como símbolos para avisar da fragilidade do conteúdo, porem isso não influenciava no peso de nenhuma delas, todas aparentavam ter o mesmo peso, o que significava que para quem quisesse escolher as mais leves para carregar teria os planos jogados por água abaixo. Um homem com um corte de cabelo bem peculiar e característico era o primeiro a se mexer. Logo em seguida um garoto ruivo bastante determinado seguia a deixa e pegava uma caixa, porem não podia deixar de notar a sua dificuldade para executar a tarefa “ Será que eu deveria dar uma mãozinha a ele? “ Pensei enquanto carregava o meu peso escadas acima. Nesse vai e vem, subindo e descendo, tinha tempo para notar os outros participantes e suas características distintas. Tínhamos dois jovens aparentemente adolescentes sendo o primeiro o ruivo que sofria para carregar as caixas e o ‘jovem do almoço’. Uma moça com belos dotes e uma força que não condizia muito com sua aparência delicada e bela. Um homem que aparentava estar na minha faixa de idade porem não se deixava envelhecer com seu penteado único e jovial e uma... é... uma garotinha? “ É sério que eles aceitaram a admissão de uma garotinha para o processo seletivo?” Me espantava enquanto a observava ligeiramente confusa sem ter certeza do que fazer “ Eu deveria falar com ela para saber o que ela está fazendo aqui” a observava de longe, ainda carregando o meu peso, enquanto ela recebia algum aviso do marinheiro.

Terminava de descarregar a minha parte e tive tempo de observar o garoto ruivo se esforçando para carregar o que seria a sua ultima caixa. Ele parecia detonado, e duvidada que estaria apto para a próxima ‘prova’. Descia até o porto novamente para receber as novas ordens do marinheiro e podia ver que o homem do topete havia terminado antes mesmo de mim “ Não estou surpreso, ele deve ter uma rotina mais agitada e pesada do que eu para terminar antes”. Podia ouvir claramente o marinheiro falar da situação dos jovens ali presente. O ‘jovem do almoço’ e a garotinha não haviam se quer começado a fazer as suas partes “ Será que eu devia ajudar eles? “ hesitava, afinal aquilo era uma prova, e se eles não pudessem se quer fazer algo tão simples, quem dirá confiar as vidas no campo de batalha a eles “ Mas são só crianças” Ainda questionava se devia ou não intervir, porem o pensamento anterior ainda barrava minha iniciativa “ Não, eles devem fazer isso sozinhos, eles têm que aprender que para que confiem neles, eles devem conquistar isso. Devem mostrar que são capazes e que podem se virar ao ponto de ajudar aqueles que precisam como marinheiros que almejam ser”.

Esperaria os outros terminarem de fazer suas respectivas partes, enquanto observava ao longe. Aguardaria que a jovem garotinha terminasse a sua prova para que eu pudesse falar com ela – Hey – Diria calmamente para chamar sua atenção – você não é um pouco nova demais para estar aqui? – Diria suavemente para manter o tom amistoso da conversa. Ouviria toda a explicação, que deveria ser muito boa por sinal para aquela garotinha estar fazendo tal teste.

No meio tempo da espera, podia ouvir o marinheiro falar que teríamos que limpar o salão de treinamento, e que o usaremos logo em seguida “ Limpeza? E logo em seguida uma demonstração de ação? Acho que não será problema, mas estou ficando com fome e ainda temos que esperar todos terminar para podermos comer”.


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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qui Maio 27, 2021 9:23 pm

MAS VOCÊ TÁ DE SACANAGEM?!?!? É ISSO! JÁ CHEGA! ACABA AQUI A PORRA DA MINHA CARREIRA COMO MARINHEIRA! EU VOU MATAR ESSE FILHO DA PUTA NA PORRADA! NEM QUE SEJA A ÚLTIMA COISA QUE EU FAÇA! - Sossega Agnis! - Ah, olha só Agnis, você finalmente apareceu. Ele quer que a gente fique andando por aí agindo como empregadinhas dele. - É, eu notei isso. Também notei que você ignorou tudo que eu te disse quando te contei o plano. Isso é apenas um meio para o nosso bem dito fim. Quando estivermos lá na frente, isso daqui não ira ter sido nada além de uma memória vaga em sua cabeça. - É… Eu faço ideia, mas isso aqui é tãããão chato! Não tem como você trocar de lugar comigo? - … - O que foi? - Nem você e nem eu sabemos como essa coisa funciona. Então larga de choro e se concentra na tarefa. Sei que você consegue. - Tá certo. Espero que isso tudo realmente valha a pena. A propósito! Falei com o topetudo como você mandou, e ele parece um cara legal. Só que não é o meu tipo e… AH! Eu vi os novos recrutas e todos parecem bem interessantes do seu próprio jeito e tem muita criança por aqu-... Em meio a minha faladeira, Agnis dois começou a rir. Parecia que finalmente havíamos enlouquecido. O que foi agora, Agnis? - É que mesmo frustrada, você não cala a matraca… Às vezes me esqueço dos seus trejeitos.

Uhg! Bem, depois de ouvir esse comentário um pouco desagradavel, eu aproveitaria o pouco tempo que tenho para descansar. Aquele maldito com certeza ficara na nossa cola se a gente der mole nesse recrutamento, e isso não seria uma boa se quisesse fazer as coisas do jeito do Flapjack. Ah~... Se eu soubesse que a morte do capitão daria nisso… Eu não teria fugido… Teria lutado até o meu amargo fim! - Awwwn… Que fofa. Subordinação por amor não iria te levar a lugar algum. Só aceita e segue em frente! - Uhg! Eu queria seguir o nosso plano e falar com o resto dos recrutas, mas eu não fui muito com a cara do tiozão de cabelo arrumadinho, além do ruivo aparentar ser um doido varrido e eu não me dou muito bem com crianças. Acho que vou só terminar essa merda de tarefa. - Dessa vez, só faça o mínimo. Seu esforço carregando as caixas deve compensar a sua performance no geral. - Bah, tudo bem. Assim será feito. Assim que terminasse a nossa pausa para o descanso, eu seguiria para o tal “local de treinamento” e auxiliaria os outros a limpar, com o mínimo de esforço o possível. Agora que parei pra pensar, ele não deve ligar para o quanto eu me dedico para uma tarefa, mas sim se acatarei suas ordens ou não. Então só vamos acabar logo com essa tarefa maçante.
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Avaliador
Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Dom Maio 30, 2021 3:08 pm


Marines & agiotas, não são o mesmo? - 04
14:01 / Shells Town



A tarefa de carregar aquelas pesadas caixas finalmente chegavam ao seu fim, se não fosse, é claro, por Kylo e Erina, que aos olhos do instrutor, estavam fazendo corpo mole. Aquela atitude era inadmissível para ele, portanto, como um exemplo e punição, fez com que todos ficassem no sol olhando até que os dois terminassem seus serviços. Erina parecia incomodada, afinal, havia vivido quase 40 anos e ainda era obrigada a fazer esse tipo de coisa.

Kylo, por outro lado, utilizava de sua imaginação um tanto quanto fértil para superar seus limites. Ele tinha agora como base o "homem mais forte do mundo", e faria qualquer coisa para alcançá-lo e juntos ficarem mais poderosos ainda. Ele lembrava de se benfeitor, Magna, que o treinara e o levara para o caminho certo, até que um fenômeno o acordava de seu grande devaneio. O instrutor havia o repreendido, e ele terminaria logo sua tarefa magistralmente para que isso nunca mais ocorresse. Ele iria caminhar o caminho tortuoso dos marinheiros em busca de se tornar o lutador mais forte.  

Sem delongas, o moleque começava a carregar suas caixas. Essa tarefa era especialmente difícil para o mesmo, já que sua força não era seu domínio, muito menos sua resistência. Um teste que priorizava essas duas características se mostrava seu nêmesis, ou uma montanha a ser conquistada em sua jornada. Ele carregava, mesmo que com dificuldades, aquelas caixas pesadas. Sua musculatura gritava e suor caía desenfreadamente de sua testa, encharcando seus cabelos alvos como a neve e seu rosto que ainda não conhecera a ação do tempo. Ele começava a sentir as dificuldades já na segunda caixa. Takamoto tentava o ajudar, porém, o rapaz era determinado e resiliente. Ele nunca deixaria que alguém o auxiliasse naquele momento. Ele não queria retroceder, mesmo que suas mãos se tornassem trêmulas e suas pernas bambeassem. Seu corpo pedia ajuda, mais sua mente se mostrava mais forte. Passado algum - bom - tempo, ele terminava sua tarefa.

Erina terminava bem antes do garoto, já que sua força era até mesmo maior do que a de alguns participantes naquele recinto. Ela com certa dificuldade carregava todas as caixas até onde deveria carregar e se colocava a descansar, esperando o almoço que o instrutor prometera. Joseph, que estava remoendo em sua cabeça se deveria ajudar o menino que se matava para carregar as caixas, finalmente chegava a conclusão que aquilo deveria ser feito sem auxílios. Sua mente retornava para o presente momento, onde via Erina, a "garotinha", que acabara de terminar seu carregamento. Ele logo indagava a ela sobre sua idade, mas recebia uma resposta improvável da mulher.

— Eu posso ser até mais velha que você, rapaz. — ela logo retrucava sem pensar duas vezes. Ela mantinha uma aparência apática e atitude de certa forma arrogante, enquanto olhava para o jovem que se esforçava para terminar aquele treinamento, que para ela, parecia ridículo. Ela queria uma luta, provar sua força e se estabelecer como a mais forte daquela organização.

Enquanto todos esperavam o menino terminar, mais interações surgiam naquele grupo improvável. Blum finalmente respondia Agnis, não a deixando esperar, já que para ele, isso se mostrava uma como algo "bad". Ele dizia para a moça que ela podia seguir ele, mas dizia para não o atrapalhar. Qualquer um que visse isso rapidamente diria ser presunçoso, porém, isso nem passara pela cabeça de Blum, que após ouvir as palavras do instrutor sobre a nova tarefa, relembrava da época em que era chamado de "Demônio Alvejante". Ele poderia sair da Yakuza, mas as lembranças e sentimentos jamais sairiam dele.

Agnis, por outro lado, parecia não se importar com as palavras do homem de cabelo estranho. Ela estava muito ocupada esbravejando mentalmente contra aquele instrutor que aparentava a fazer de "empregadinha", reclamando logo em seguida. Nesse momento, sua segunda personalidade que estava adormecida vinha à tona. Agnis 2 novamente colocava a cabeça de Agnis 1 nos eixos, a direcionando para o caminho certo. Como sempre, as duas tinham uma boa conversa mental, e até pode-se dizer uma boa relação. A personalidade briguenta relembrava de seu antigo capitão e sentia saudades, como sempre. Se ela soubesse que a marinha seria assim, talvez até mesmo tivesse dado sua vida naquele barco e lutado até o fim. Irônico pensar que morrer seria melhor que se tornar uma marinheira.

Ao final de tudo, o instrutor finalmente se pronunciava. Era aproximadamente 14:00, e Astro Rei não queimava tanto quanto antes.

— Certo! Vocês agora irão para o refeitório, e de lá, irão para o campo de treinamento. Comam, pois vocês vão precisar esse fim de tarde! HAHAHAHA! — ele exclamava com ambas as mãos nas cinturas e gargalhava ao final. Ele havia tomado nota de alguns participantes promissores, e logo gostaria de ver a habilidade de luta de cada um. Seus olhos brilhavam com o pensamento disso.

Contrário do pensamento de cada um, o instrutor os levava para um grandioso almoço. Ele gostaria que todos eles lutassem e desse tudo de si, e sabia que a maioria ali estava de barriga vazia. Seus planos não dariam certo se aqueles rapazes - e garotas - não estivessem devidamente alimentados. Pensando nisso, ele levaria todos para a área em que comeriam. A caminhada até o local não se mostrava tão cansativa, agora que eles haviam terminado uma tarefa de certa forma intensa. Eles viam novamente aquelas centenas de soldados e alguns oficiais pelo caminho, até adentrar o refeitório, que se mostrava um mundo totalmente novo. Ao fundo, diretamente afrente da porta de entrada, uma grande mesa se estendia de uma ponta a outra do recinto. Nela, estavam diversos tipos de comida, carne, frutos-do-mar, saladas, legumes e afins. Uma fila se estendia para aqueles que estivessem pegando os alimentos, e com rapidez ela andava. Cada vez que isso acontecia, um marinheiro ou marinheira se direcionava para uma das quatro grandes mesas que enchiam o refeitório. Alguns grupos conversavam e enchiam suas barrigas, enquanto alguns lobos solitários comiam quietamente. Não era preciso sequer um olho treinado para determinar que aquele lugar estava impecável. Talvez alguns recrutas tivessem limpado antes deles? Não era importante no momento. O cheiro que emanava era o suficiente para atiçar os instintos primitivos do homem.

As quatro mesas se encontravam praticamente vazias agora, uma vez que a maioria dos Marines já havia almoçado. Apenas um número inferior a cem se encontrava lá, o que deixava um grande espaço para que cada um do grupo de recrutas pudesse se acomodar confortavelmente. Nesse momento, o instrutor os chamava novamente.

— Terminem aqui e me encontrem no local onde vieram pela primeira vez, na local onde recolhi suas fichas. Vocês tem 45 minutos! Eu ainda tenho uma rotina grande pela frente programada para vocês. — ele exclamava, observando a expressão de cada um dos seis indivíduos. Sem demorar muito em sua observação, ele virava as costas e eventualmente desaparecia pelo grande QG de Shells Town.


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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Seg Maio 31, 2021 11:10 pm

I - Aventura
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Tirando a barriga da miséria

Para o inferno isso aqui, esse povo só está me enrolando e encurtando minha paciência, quando é que vamos para a hora da verdade, hein? Os marinheiros até agora só me mandaram fazer coisas sem sentido algum, tarefas ínfimas a qualquer Yakuza. Quando cheguei aqui já me apresentei pronto para serviço e só agora que eles vão pedir para descer a porrada. Sei não aniki, o jeito que esse povo faz as coisas aqui são totalmente diferente do que estou acostumado, só não quebrei a cara de nenhum infeliz ainda, porque o socão está empacotado especialmente àquele marinheiro de merda.

Além disso, aqueles bandos de maricas que fizeram só atrapalhar ainda mais vão ser recompensados? Minha cabeça tá um caldeirão por conta desses palhaços. Fiquei parado nesse sol estralando a tarde inteira, olha, eu vou ter meu troco.

Rapidamente iria até a gigantesca mesa de guloseimas e colocaria minha refeição, preencheria com todos tipos de comidas possíveis e, principalmente, proteína. Meu corpo devia se fortalecer após quase perder minhas forças no calor infernal.

Também havia outro motivo para chegar logo no banquete, eu devia fazer com que algum daqueles infelizes pagassem pelo que fizeram comigo e com os outros que tiveram que esperar. Então furtivamente ficaria pegando minha comida lentamente, então quando avistasse um deles saindo com algum prato na mão, correria na pontas do pés e "acidentalmente" colocaria um dos meus pés na sua frente, enquanto bateria o cotovelo no prato do inquilino, a fim de fazê-lo cair no chão. - Cuidado por onde anda, frangote!

Após realizar um pequeno ato de justiça, colocaria a comida no mesa e gritaria com todas forças. - Obrigado pela refeição! - Fecharia minhas palmas da mão e então me alimentaria para a próxima fase do processo.

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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qua Jun 02, 2021 5:28 am
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Superação. Seus músculos doíam e pesavam gradativamente a cada passo que era dado, mas não haviam adversidades que não pudessem ser superadas pelo pequeno. Demorou, mas a missão havia sido concluída. Agora era o momento de restabelecer suas forças e preparar-se para os próximos desafios que estavam por vir.

Durante o percurso até o refeitório da Marinha o pequeno não pôde se negar de se aproximar de Takamoto, afinal de contas além de ser o homem mais forte do mundo ele era, ao menos esperava-se, o seu mais novo amigo. Não obstante se sua amizade fosse aceita, ou se ainda houvesse desconfiança, o pequeno de cabeleira albugínea correria atrás da oportunidade que aparecera em sua frente — aprender novas técnicas com o mais forte do mundo. - Takamoto, certo? - Apertou seu mesófrio, resoluto. Não há o porquê de se adotar um semblante que não seja esse; um extenuado cenho de seriedade e intransigência. Ele é o cara mais forte do mundo eu preciso parecer obstinado. É, mas verdade seja dita, Takamoto também não foi tão bem no carregamento das caixas. Pensou, mas balançou a cabeça, em negação. Não, não.. Ele só estava se segurando! Sim, é isso. Xeque-mate. Afastou os pensamentos que emergiam e atrapalhavam o seu discernimento, reestruturando-os para que volvesse sua atenção novamente para a conversa. - Nós agora somos amigos, então.. - Ao final recuperou o fôlego, estufavando o peito para frente e buscando forças do fundo do seu âmago, atestando o seu coração pueril e cheio de ingenuidade.  - VOCÊ PODERIA ME AJUDAR A SER MAIS FORTE? - A voz saiu em um grandíloquo alarido pela garganta aos ares. Encarou Takamoto, o homem mais forte do mundo, de frente, se fazendo claro o seu desígnio de superar os seus próprios limites, mas, mais do que isso, de superar Takamoto.

Manteria as palavras que fossem proferidas por Takamoto em circulação em seu subconsciente, maturando-as enquanto aproximava-se do refeitório da Marinha. No entanto, antes de qualquer decisão, era necessário encher a barriga primeiro. Já sabia que estava no refeitório da Marinha quando a arômata advinda da cozinha ascendeu às suas narinas, entornarndo a saliva que acumulava-se em sua boca sem que ao menos tivesse provado qualquer coisa. Já era de dar água na boca e de deixá-lo em completo vislumbro, e sequer havia conferido se haviam doces na exposição. - Hehe! - Sorriu efusivamente já com a bandeja em mãos, encaminhando-se até a fila para montar o seu prato. Preferencialmente procuraria por doces e sobremesas, mas não prenderia-se somente à isso e acabaria por fazer uma combinação de quase tudo que estivesse disponível. - Cara.. Eu ainda preciso conhecer o resto do grupo, né? - Confidenciou à si mesmo, uma vez que só havia feito contato com Takamoto e com mais ninguém. Assim sendo, se aproveitou do momento em que estivessem na fila do refeitório para procurar por aquele que estivesse mais próximo à ele. Espera! Aquele cara do topete é engraçado, né? Vou lá conversar com ele. Pensou ao esquadrinhar a área à procura do baderneiro. - Hum? - Alçaria a sobrancelha ao notar que, estranhamente, ele também vinha em seu encontro. Que ótimo! Ele também deve estar querendo conversar comigo. Eles já estariam muitíssimos próximos até que, talvez por pura má sorte, seu garfo esparramaria-se contra o assoalho, o coagindo a ir até ele e pegá-lo. Ops! Afastaria-se da direção do baderneiro ao ir buscar pelo garfo que caiu em direção contrária à Nakamura, deixando que quem viesse da fila de trás dele assumisse a sua posição em frente a Nakamura e que fosse de encontro à ele; deixando que o ex-yakuza se resolvesse com as cenas dos próximos capítulos.

- Que desastrado! - Queixou-se consigo mesmo e, assim como uma criança que acaba de ganhar um brinquedo novo, esqueceu-se que havia priorizado fazer novas amizades e só andou até uma área vazia aonde pudesse se acomodar sem nenhuma encheção de saco, deixando Nakamura e qualquer coisa que tivesse se sucedido daquilo para trás. Só restava cair de boca naquele pratão.

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