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Marines&Agiotas, não são o mesmo?

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qui Maio 13, 2021 1:10 am
Relembrando a primeira mensagem :

Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Takamoto Lisandro e Joseph Proudguard. A qual não possui narrador definido.

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Sex Set 17, 2021 4:43 pm


Marines & agiotas, não são o mesmo? - 012
17:05 / Shells Town



Quarteto marine

Agitados, os homens e mulheres que estavam à frente da marinha pareciam muito mais eriçados do que por pouco a mulher de cabelos azulados não perdeu o controle de tudo. Cada um exigia algo, os recrutas  também pareciam bem entusiasmados por conta da primeira missão à sua frente. Bum foi o primeiro a falar algo para a mulher que apenas negou com a mão esperando que o mesmo entendesse o que ela precisava fazer ali.

Seus olhos não desviavam dos copiosos lamentos -- Senhores, vamos resolver esse problema. Então preço por favor que voltem para suas casas.-- Joseph acabou se aproximando e assustando um pouco a mulher que estava concentrada entre responder Blum e responder os idosos naquele lugar - Descansar soldado.-- sua voz se manteve calma ainda -- E então, vão atrás do meliante? --

Quase milimetricamente cronometrado, Takamoto se aproximava e sua voz aliviava a tensão ali fazendo com que os idosos e os fazendo ir finalmente embora. O homem que outrora havia deixado Agnis como bode expiatório ainda estava parada no local, sua expressão era de medo e raiva visto que o mesmo tentou se dar bem mas acabou se dando muito mal. Um sorriso no rosto da Sargento acabou por surgir, mas a mesma negou sobre a garota dar uma surra no mesmo - Ele não vale a pena. Temos um peixe muito maior do que esse ai pra pegar --

Ela esperou por alguns minutos até poder finalmente conversar com os recrutas - Soldados, existem 3 lojas que foram furtadas por esse ou esses homens. Uma foi uma loja de roupas, a outra foi um Açougue e por fim uma loja de armas.- Ela pegou um pequeno mapa onde haviam três marcas azuladas -Preciso que conversem com as pessoas neste lugar, achem toda e qualquer informação. Após isso poderemos proceder com tudo. Alguma duvida?





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Estagiário
Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Sex Set 24, 2021 6:11 pm

Not Enough Shooting Stars
The burning will



Tentava ser otimista, mas a final de contas, toda essa ideia de se juntar a marinha já estava se mostrando frustrante. - Se arrependimento matasse. - Eu murmurei para dentro. Bem, quer saber o motivo de tal arrependimento? É muito simples! Me encontro agora em um cenário de investigação. Não possuo os exatos atributos para fazer essa investigação ser efetiva, mas mesmo sem as habilidades de detetive, algo parecia feder bem mais que esses casos de roubo. - Espera ai, senhora! - Eu lhe chamaria a atenção.  - Tem algo me incomodando e eu não consigo deixar isso de lado! Primeiro que é um absurdo acreditar que a marinha ainda não cuidou disso. Essa instituição enfrenta ameaças bem maiores diariamente, e considerando que praticamente toda semana chega uma nova leva de novatos, não creio que fosse impossível apenas intensificar o patrulhamento da região para evitar a revolta da população. Além disso, nós não temos nenhuma informação. A central de informações da marinha consegue encontrar uma agulha num palheiro, mas não consegue dizer nada sobre um bando de trombadinhas? Numa ilha onde o governo mundial tem tanta influência? Bom, considerando isso tudo, eu acho que deveríamos ir mais a fundo nesse assunto, antes de qualquer coisa, já que há uma chance de chegarmos a raiz do problema. - Pode parecer que eu simplesmente não queria ficar investigando, o que é verdade, mas isso vai um pouco além do que eu quero. A gente pode estar se metendo no meio de algum esquema de corrupção da marinha, ou os criminosos descobriram uma forma de enganar a suprema inteligência do governo mundial.

De qualquer forma, não acredito que tudo isso se alinhou e que tudo isso pode ser explicado apenas pela "incompetência da marinha”, por isso, sugeriria a sargento que consultasse a central de inteligência para esclarecer essas dúvidas. Se ela desse uma desculpa ou por algum motivo, quisesse priorizar a investigação, eu teria que confiar na minha intuição. Não me leve a mal, eu prefiro trabalhar seguindo uma lógica, então esse com certeza não é um método que eu gostaria de usar, mas em situações assim, todo e qualquer fartorzinho deve ser levado em conta até na hora de escolher que local visitar primeiro. Talvez  isso tudo envolva um plano mirabolante, e eles já estivessem esperando por nós no local, ou quem sabe, um desses locais é apenas uma distração, para perdermos tempo. Pode ser que o roubo do açougue seja um esquema milionário, já que, por algum motivo, a carne poderia ser um item de alta demanda no mercado negro. Bom, você entendeu! Resumidamente: Qualquer coisa pode tornar essa investigação caótica. Fora o fato que qualquer detalhezinho obtido ou qualquer coisa que deixarmos passar, pode afetar completamente o resultado da investigação. Por isso, ao meu ver, a decisão mais sensata é a aleatoriedade. Agnis, o que a nossa intuição diz? - Por que você não consulta por si mesma? - Oh, tens razão. Eu observaria o mapa e buscaria o local que mais agradasse, a partir daí, eu sugeriria para a líder do meu grupo o dito cujo.

Chegando lá, veria o que fazer, a final de contas, qualquer coisa pode acontecer.

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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Sex Out 01, 2021 8:29 pm

Marines&Agiotas, não são o mesmo?
 

Minhas palavras eram mais do que suficientes para apaziguar o povo, além do mais, eram as ditas do homem mais forte do mundo. Quem não acreditaria nas minhas juras? Somente um idiota ou louco, com ambos os punhos na cintura, ri alto e confiante. - Takakakaka! Pegarei os fugitivos antes do próximo amanhecer. - Cordialmente olhei para os arredores, não deixaria a arrogância subir, por mais que fosse o melhor dos melhores, não sabia a geografia da ilha e nem tinha pistas suficientes ficando ao acaso no solucionamento dos problemas apresentados pela população. A mulher de antes parecia ser algum tipo de superiora da marinha, se o que meu mestre havia dito, era que não fosse rude ou presunçoso quando aparecesse tais pessoas.

Ela tinha segurança nas minha capacidades, retirava um mapa e citava pontos estrategicos, porém nada ali tinha real proveito já que cartografia não era um dos meus conhecimentos alocados para sobrevivência. O grupo de novatos foi formado, a garota de cabelos grisalhos mostrou indignação e seus pensamentos direcionados a importância da organização eram claros, mas a ignorarei por agora, preciso focar em trocar de roupas e arranjar uma espada. - Certo, você.. - Apontaria para o homem coeso e normal dos demais. - Joseph! Eu irei com você, espere alguns minutos, irei me preparar. - O sujeito aparentou ter laços com a ilha, com nossa conversa na cafetaria, lembrei que até mesmo poderia ser sua ilha natal, se precisasse me localizar na cidade, teria de usá-lo.

Sem mais demoras, iria rumar aos alojamentos para tomar um banho e tirar toda a areia e suor, ficando limpo amarraria meus cabelos por um momento com finalidade de trajar o uniforme branco da justiça. - Espero que no final do dia continue com a mesma cor. - Era um desejo que talvez não fosse se realizar, tendo em vista que todos tem direito a um equipamento, iria para o estoque de armas e asseguraria de arranjar uma espada e voltaria para o Josi. - Pronto para o que der e vier.


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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qua Out 06, 2021 9:52 pm

Inicio de investigação, apresentação do caso!




A situação era um tanto estranha. Tínhamos em nossas mãos um mistério onde lojas de trabalhadores comuns estavam sendo assaltadas em uma frequência recorrente. Após me apresentar a minha superior, Sargento Almira, me matutava os pensamentos daquele rolo. “ O que de valor, além de dinheiro em espécie, guardavam essas lojas?... Roupas podem ser vendidas a preços baratos, então não faria sentido rouba-las para vender a um preço mais abaixo que o próprio mercado. O açougue agrega um valor um pouco maior, já que algumas carnes podem ter preços insustentáveis para certas classes econômicas, mas... ainda assim, não enxergo esse quadro geral onde valeria a pena. A loja de armas é a que faria mais sentido. Vendidas por um preço alto tanto no mercado convencional quanto num mercado... alternativo, fora que se não houvesse a intenção de venda, o uso delas também valeria a atenção causada pelo roubo.”

Neste meu devaneio, os outros recrutas também tinhas suas opiniões sobre o caso. A jovem de cabelos claros questionava a eficiência da marinha naquele período, onde vários dos mesmos atentados de agora se tornaram evidentes e recorrentes. Não podia deixar de concordar com tal pensamento, era se de esperar que a taxa de crimes numa ilha com uma força do governo tão forte como essa seria menor do que as demais, mas não parecia o caso. O jovem ruivo um pouco confiante demais em suas habilidades garantia a resolução dos problemas antes mesmo do sol do dia seguinte raiar no horizonte “ Também espero que esse problema se resolva tão facilmente...” pensava sobre tal afirmação. Ele me chamava para me avisar que iria me acompanhar, mas que era para espera-lo se arrumar, já que o mesmo ainda não trajava o uniforme, e imaginava que ele pegaria alguma arma para usar em combate – Tudo bem, não temos pressa. Precisamos de tempo para formular ideias, e preparar de acordo não é mesmo – Responderia com um sorriso fino.

Precisaria utilizar aquele tempo de espera de forma útil, investigar não era minha praia, mas poderia tentar resolver esse mistério como um leitor que tenta prever o final de seu livro. Perguntaria a Sargento Almira – Por acaso o dono ou alguém da loja de armas que foi roubada se encontra nessa multidão? – esperaria pela sua resposta.

Caso ela me apontasse alguém relacionado a loja, iria a tal pessoa para conseguir algumas informações – Bom dia, eu sou o Soldado Joseph e estou ajudando nas investigações dos roubos de algumas lojas. Qual o seu nome e, você trabalha na loja de armas, ou é dono dela, ou conhece o dono dela? – Perguntaria calmamente para a pessoa compreender que estava ali para ajuda-la e que ela teria espaço para responder conforme se sentia à vontade – Você poderia nos levar até lá para darmos uma olhada? – Esperaria que a resposta fosse afirmativa, já que se encontravam naquele local, aqueles que queria seus problemas resolvidos. Antes que a pessoa começasse a andar como forma automática ao meu pedido, seguraria ela por ali por mais alguns instante – Esperemos alguns minutos, pois meu parceiro ainda não está pronto. Enquanto isso, pode me responder mais algumas dúvidas? – Esperaria que a simpatia da pessoa a fizesse conceder o meu pedido e me responderia algumas perguntas enquanto o jovem ruivo tomava seu tempo, mas também, não forçaria se caso não estivesse de acordo. Caso aceitasse o meu pedido, perguntaria algumas questões simples -  Quantos anos você tem? A quanto tempo está trabalhando lá ou a quanto tempo você tem a loja? Qual é a reputação da sua loja com as pessoas que a frequentam e as que não frequentam? Tem muitas reclamações? Muitos elogios? Muitas recomendações? Você por algum acaso já ouviu falar de algum grupo de criminosos presentes na ilha? Não conheço muito aqui, aliás, cheguei hoje, e por isso, ainda estou me familiarizando. – Faria as perguntas num ritmo calmo e suave, com pausas entre elas para que a pessoa pudesse pensar e responder. Esperaria ganhar tempo o bastante para Takamoto retornar pronto para partirmos. Diria a pessoa que estávamos prontos para irmos, e acompanharia na mesma passada da dela. Observaria o caminho e todo o conjunto de lojas e casas da cidade. Precisava pegar mais informações se fosse me manter por ali.

Caso a Sargento Almira não conseguisse reconhecer alguém da loja de armas, teria que procurar chegar lá da minha própria forma. Enquanto o garoto se aprontava, alternaria entre o mapa e a paisagem, observando os relevos e caminhos para poder projetar o caminho certo até a loja. Faria o processo até estar confiante da informação, e mais uma vez assim que Takamoto retornasse. Partiríamos de imediato e esperava conseguir mais informações sobre a loja quando chegasse no destino.


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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Sex Out 08, 2021 11:53 pm

I - Aventura
Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Questionando por respostas

Roupas? Carne? Armas? A resposta estava clara como a neve, não havia dúvidas que nosso criminoso iria dar uma festa. Mas mal ela sabia que o fodão aqui iria acabar com a festa dele, essa frase foi tão boa que foi precisar usar ela quando achar esse pedaço de lixo.

- Que porra é essa?! - Encarava aquele ruivinho desgraçado, o maldito tinha coragem de dar as caras novamente aqui? Esse daí não tem medo da morte não. Embora esteja mais calmo, pois havia dado uma lição nesse pimenta ambulante.

Do nada o engomadinho do grupo tomava as rédeas e iniciava a questionar as pessoas, uma aura de liderança era exalado naturalmente que deixava-me surpreso e puto também. - Esse zé aí não se acha demais, não? - Cuspia no chão, enraivecido.

Por outro lado aquela gasosa havia conseguido passar pelo exame de alguma forma, talvez eu devesse falar com ela para mostrar como se faz o trabalho estilo Yakuza, porém vou aguardar o que esses otários vão fazer para chegar a minha hora de brilhar.

De alguma forma, a gente se tornava um grupo. O cabeludo seguia o certinho sem questionar muito, a Agnis seguia a maré do bonde, enquanto eu estava curioso com a treta que iria rolar. Cada tempo que passava sentia-me desconfortável com eles. Era incrível, como é que pode, todos ali haviam se reunidos e nenhum deles havia trocado ao menos algumas palavras ou simplesmente se apresentaram adequadamente uns aos outros. - Esses desgraçados ao menos sabe o que é educação básica?

Enfim, se chegássemos ao local do crime, rapidamente tomaria atitude básica para se resolver um caso. Questionar os envolvidos. - Antes de começar a inquisição, é melhor chamar todos funcionários. - Auxiliaria que todas as testemunhas tivessem perto da gente para começar o show de perguntas.

Quando o parlema do nosso grupo terminasse de fazer as perguntinhas bestas, enfim começaria o serviço de verdade. - Sai do mei. - Entraria na frente do marujo e seguraria a testemunha pela gola da blusa e faria uma careta perversa. - BORA FELA! NÃO TENHO MUITO TEMPO PRA ESSA PALHAÇADA! DESEEMBUHCAAAA TUDO!!! E não vá mentir pra mim! E diz uma coisa, você sabe de alguma FESTA?! - Se o infeliz tivesse a audácia de questionar algo ou demorasse para responder, meteria um. - HÃÃÃÃÃÃN?! - Rangeria os dentes e emputeceria ainda mais minha cara.

A ideia era que jogasse toda verdade para fora e fizesse o entrevistado de exemplo, porque quando questionassem ou outros funcionários(se existissem) eles já ficariam ciente de como o sistema funciona. E aqui o sistema é bruto!


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Eae, qual foi?

#cc99ff - Pensamento
#ffffff - Fala

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Civil
Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qui Nov 11, 2021 8:16 pm


Marines & agiotas, não são o mesmo? - 013
17:31 / Shells Town



Enquanto Takamato, com a pressa de uma grávida prestes a dar a luz ao seu primeiro filho encontrava tempo para se banhar, a presteza de Joseph o levava a interrogar o grupo de denunciantes, mas sem sucesso em encontrar o dono ou um representante da loja de armas entre eles. — HUM! — Ante o questionamento do aspirante a marinheiro, o doutor Bartho resgatou de sua memória a imagem do seu colega e visivelmente consternado uniu os braços, com a mão destra na altura do antebraço esquerdo e vice-versa e pareceu soltar fumaça pelas narinas. — Aquele cabeça dura foi contra a nossa vinda até aqui. Ele é daqueles que acreditam que a força da marinha só serve para reprimir os fracos e coisas do tipo. — Constatou o representante do grupo. — Eu não esperaria dele mais do que um estorvo. — Complementou uma segunda. — Bem, vocês pretendem começar a investigação por lá? Se sim, nós podemos guiá-los e vocês podem aproveitar para fazer o reconhecimento pelo mapa. — Sugeriu o mesmo.

Após ter tomado todos os cuidados de higiene e segurança necessários, Takamoto retornava para onde estavam o grupo devidamente equipado com o uniforme branco da justiça e uma espada em mãos. O sempre extravagante Blumayden por sua vez se queixava da falta de apresentações do grupo e como essa nova formação havia se desenhado, mas ele também não fez nenhum esforço para conhecer melhor seus novos companheiros, o que colocava em dúvida o seu movimento. — Certo, por favor, nos sigam. — Indicava Bartho, dando inicio ao trajeto até a loja de armas com o consentimento de todos.

Durante o percurso, o aspirante de cabelo vermelho poderia testemunhar que uma senhora que pertencia ao grupo, na casa dos sessenta anos de idade, o azarava descaradamente, ao ponto de quase tropicar sem conseguir tirar os olhos de cima dele. Sem mais conseguir aguentar, ela se aproximou ombro a ombro de Takamoto e disse:

— Olá, baby! O que você acha de uma garota mais velha, bem resolvida e trabalhadora? Que tal? — Mostrava toda sua autoestima.
— Deixe o rapaz em paz, Rosa, ou você se esqueceu que é casada? — Interferiu Bartho assim que tomou conhecimento daquela cena.

A chegada ao destino não demorou mais do que quinze minutos de caminhada. — Estão fechados?! Isso não é normal. — Constatou Bartho, aproximando-se da porta de vidro que trazia uma placa mostrando a palavra "Fechada" e tentando enxergar atrás das frestas da cortina. — Eu sei que você está ai, Abraham, não se faça de idiota. Abra logo ou o homem do topete de bigorna vai derrubar a porta. — Do lado de fora, parecia ser uma construção simples e tradicional. Construída com tijolos cinzentos ela possuía em sua fachada itens diversos como espingardas, coletes e espadas para a apreciação dos eventuais clientes. As janelas curtas e largas que iluminavam a loja, assim como a porta estavam todas cobertas com cortinas.

Bartho aguardou por não mais do que dois minutos e então se voltou para Blumayden, a quem tinha zero de intimidade ou propriedade para dar ordens. — Tudo bem, marinheiro, pode derrubar a porta. Acredite, se minhas costas me permitissem eu mesmo o faria. — Mas antes que o aspirante pudesse considerar a ideia a maçaneta se moveu e a porta abriu. De dentro dela saíram um senhor da mesma faixa de idade de Bartho, ele utilizava uma jaqueta quadriculada na cor verde-oliva alguns números maiores do que o seu corpo pedia e ia até à altura dos joelhos, sua fiel companheira era uma espingarda gasta em sua destra empunhada na vertical. Junto dele dois homens, ambos usavam terno de veludo preto e camisa social branca. Eles eram distinguidos pelas cores diferentes de cabelo e gravatas, o de cabelo azul usava uma gravata na cor azul e o de cabelo cinza uma gravata roxa. — Foi um prazer fazer negócios com o senhor. — Acenava o homem de cabelo cinza, com uma completa mesura antes de se despedirem. Os homens também faziam questão de mostrarem simpatia aos marinheiros da mesma forma e com um sorriso no rosto.

Agora reunidos, todos teriam a atenção do dono da loja. — Vocês todos são patéticos, quem autorizou que dessem queixa por mim? — O idoso atirou para o alto como uma forma de aviso. — Marinheiros não se interessam em resolver pequenos crimes como esses, eles querem estar dentro de um navio, ir para o mar, lutar contra piratas em ascensão e conhecer novas ilhas. Deixem-me adivinhar, eles mandaram recrutas novamente, assim como da última vez, não foi? — Desabafava. — Olhem, eu acredito de verdade na vontade da sargento Almira em resolver esses casos e ela já mostrou o seu valor para todos nós, mas sinceramente eu estou esgotado em ter que reviver esse episódio uma, duas, três vezes sem o comprometimento da marinha. Sigam o meu exemplo e cuidem de seus próprios negócios. — Ele então voltava para dentro de sua loja e trancava a porta, novamente.  



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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Sex Nov 19, 2021 9:37 pm

Dois velhos amigos, dois doidos amigos!


Aproveitava o tempo em que o jovem Takamoto ia preparar-se para partir e interrogava alguns indivíduos daquela multidão, sem obter muito sucesso de imediato. Aparentemente, o dono da loja de armas mesmo tendo sido roubado, ainda era contra pedir ajuda à marinha, tinha a organização com maus olhos, cujo o único propósito era o de oprimir os fracos, explicava um civil com certo tom de indignação ao colega lembrado. Outra civil confirmava tal afirmação, como se fosse uma opinião popular dividida por muitos de tal indivíduo. Ainda que relutante, o civil ainda se dispunha a nos levar a loja de armas para começarmos por lá a investigação.

No meio tempo, o topetudo jovial questionava nossa sintonia, como poderíamos seguir com tais problemas se nem sabíamos os nomes uns dos outros? Em minha mente, só podia me lembrar do golpe covarde ao ruivo Takamoto efetuado pelo mesmo ao fim da prova de combate. Não atoa o rapaz perdeu tempo para poder se aprontar devidamente para o cargo, já que estava desacordado pelo seu próprio ‘companheiro’. Não deixava de ser verdade aquela afronta, devíamos nos conhecer melhor se iriamos ficar no mesmo pelotão.

O ruivo chegava com suas roupas vestidas e sua espada em mãos, e partíamos com o civil de antes como nosso guia. Uma senhora parecia criar uma cena um tanto icônica. Com um charme apaixonante ela se oferecia a Takamoto, exibindo suas qualidades para atrair o sangue novo – hehe....- Não conseguia segurar o baixo riso que me escapava. Aquela cena certamente me faria dar boas risadas no futuro. O senhor logo segurava as rédeas da coroa que recuava no seu avanço ao ruivinho.

Chegamos na tal loja e armas e o senhor Bartho, nosso guia até o local se surpreendia com a placa de fechado que o local apresentava “ Mas isso não é normal? Afinal ele acabou de ser roubado, quem iria abrir normalmente com a tal onda de crimes que está rolando por aí?” Pensei enquanto observava o velho resmungar em alto tom para a porta, enquanto o mesmo tentava enxergar através das cortinas um sinal do proprietário. Ele ameaçava derrubar a porta, mais precisamente, ele proferia que o ‘rapaz do topete de bigorna’ iria derrubar a porta “ Calma lá né senhor, não estamos aqui para causar mais problemas para o dono da loja....”. Esperamos por alguns minutos antes que o velho endoidasse e realmente queria que o topetudo botasse tudo a baixo. Antes mesmo que eu pudesse interferir e dizer para o senhor se conter na agitação, a porta se abria e de dentro saiam três indivíduos. O mais distinto deles era um velho que aparentava ter a mesma idade do nosso guia Bartho. Com um uniforme peculiar e portando uma arma de fogo que já viu dias melhores, o velho era acompanhado de dois engravatados. Um de cabelo azul e o outro de cabelo cinza. Homens de negócios reconhecem homens de negócios, e eu sentia que aqueles ali haviam feito o dia deles com algum acordo, suas caras alegres e o tom cortês na despedida eram indícios dessa teoria.

Os engravatados saiam e o velho armamentista se direcionava a nós. Com raiva explodindo em seu semblante, ele questionava o que raios marinheiros faziam em sua porta. Valia destacar seu descontentamento conosco, com um disparo de sua velha espingarda mirando aos céus como um gesto de intimidação. Aquela situação ia de zero a mil em poucos segundos e tudo o que eu podia pensar era em como não dar merda naquele momento. A paciência daquele sujeito parecia estar a uma gota de se esvair, e ele provavelmente nos mostraria como aquela arma ainda continuava boa mesmo naquela situação. Porém, o que se sucedia daquela raiva era a decepção. Com um tom mais aflito e baixo, ele nos esclarecia seu desgosto para com a marinha. Em sua fala, ele dizia o quão desgastante aquelas investigações eram, e como não haviam resultados satisfatórios. Sempre recebia recrutas inexperientes para lidar com aquela situação, que acabava não dando em nada. E como podia estar errado? Nós estávamos ali, novos recrutas designados para resolver aquele rolo todo.

Ele voltava para dentro da loja e o som da porta se trancar deixava a crer que não éramos bem vindos naquele local. “ Ótimo, nossa primeira missão, e já temos um caso difícil como esse... um problema que passou de mãos em mãos por varias pessoas e sem ser resolvido. Consigo entender a sua frustação, se tivesse que repetir tudo de novo sabendo exatamente como vai acabar, eu ficaria insano como ele...” Parava para observar os arredores para aprender um pouco do local e memorizar para termos um pouco de referencia em viagens futuras. “ Ele não vai nos receber e nem querer trocar nenhum tipo de informação...” suspirava, ao perceber que começar por ali tinha sido um erro.

Me viraria aos dois companheiros, Takamoto e ‘topetudo da bigorna’, e lhes falaria o que vinha a mente – Sinceramente, acho que isso é tudo o que iremos conseguir aqui. Ele não vai querer ver a nossa cara por perto, e nem se pedirmos com jeitinho iria adiantar de algo – Pausava para checar se os dois estavam acompanhando – Sugiro irmos à outra loja onde conseguiremos ao menos começar devidamente a investigação. Qual seria a mais próxima daqui? – Diria a última parte direcionada ao guia , velho Bartho. Qualquer que fosse o local, apenas seguiria com o raciocínio – Seguiremos até o lugar e conversaremos com o dono ou a dona do estabelecimento. Ver o que foi roubado nesses últimos roubos, a frequência, o período tanto do dia em que são efetuados, quanto do começo dessa onda. Se a pessoa tem alguns indivíduos em mente para uma lista de suspeitos e se alguma atividade fora do normal, além dos roubos é claro, vem acontecendo ou está para acontecer... bem, acho que isso é tudo o que a gente consegue perguntar. Estamos de acordo? – Perguntaria para ver se estávamos na mesma página. Continuar ali seria uma perda de tempo, e claramente não iria levar a lugar nenhum, esperava que eles compreendessem isso e fossem adiante com o meu plano, mas estaria disposto a ouvir e trocar ideias com ambos se assim preferirem.

Se tudo ocorrer como planejado, pediria a Bartho que nos guie até o próximo estabelecimento da nossa lista. Mesmo com um mapa em mãos, seria bom ter o ponto de vista de um morador local, aprender os atalhos e um pouco de como funciona a cidade no dia a dia. Talvez algum detalhe ajudasse naquela investigação. Chegando ao local, localizaria o(a) dono(a) do estabelecimento e lhe apresentaria como os marinheiros que vieram investigar os recentes roubas, realizando o mesmo questionário debatido anteriormente com meus companheiros. Estaria sempre de olhos abertos para observar e imaginar como os ladrões invadiam e roubavam.


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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Dom Dez 05, 2021 2:05 pm

Marines&Agiotas, não são o mesmo?
 

De uniforme e cheirando como um cravo, o homem mais forte do mundo estava preparado para o que der e viesse, todos poderiam esperar o melhor de mim, eu, Takamoto Lisandro, segurando minha espada e sem vestígios de areia pelo cabelo segui em frente com os demais marinheiros que justamente trilhavam o mesmo caminho até a tal loja de armas. No decorrer da caminhada, não pude de ficar alerta contra uma senhora de idade, seus olhos eram afiados e agressivos, pareciam ter uma sede incessante como de uma fera examinando sua presa.

Não pude deixar de cruzar os olhos com ela, sorri suavemente, se ela quisesse me enfrentar, teria de enfrentar o homem mais forte do mundo, eu afirmo que não seria uma tarefa fácil mesmo se eu não usasse minhas verdadeiras habilidades assim como fiz no teste de combate da marinha. A movimentação da senhora era direta, sua mão vinha a meu encontro, um leve toque no ombro foi o bastante para virar meu torso e encarar a sujeita. Sua intenção era diferente do que eu imaginei, mas não muito já que a mesma queria me devorar, segundo Bartho, a senhora era comprometida e eu não era nenhum comedor de casadas. - Fico lisonjeado, mas não posso corromper seu matrimonio.

Tinha um assunto muito mais importante a resolver do que flertar com uma senhora casada, tinha dado minha palavra que resolveria o crime proposto pelos cidadãos desta ilha. - O homem mais forte do mundo deve cumprir suas promessas. - Chegando a tal loja de armas, depois de uma demorar para abrir a porta, cheguei a cogitar que o arrombado de cabelo de bigorna iria derrubar a porta, porém de lá sai dois sujeitos suspeitos, feições argilosas assim como a de uma raposa. A vítima por sua vez agitava sua arma e disparava para cima, ele tinha certo receio da marinha já que não era o primeiro roubo e parecia não ser o último, sua feição não era de raiva, apenas de descontentamento, ele acreditava mesmo no fundo que a marinha ainda buscava a justiça.

O estalar da fechadura após o bater de porta denotava que a conversa chegava ao fim, o velho tinha se trancado e não queria mais papo, Joseph desde que conheci mostrou sagacidade e suas palavras eram guiadas pela racionalidade, suas ideias eram boas, porem.. - Você tem a razão, melhor seguir seu plano, por hora, eu vou ficar aqui. - Sorria confiante, ele até poderia ficar confuso. - Tem um ditado de onde eu vim. “A paciência é a fortaleza do débil, e a impaciência a debilidade do forte”, também tem outros ditados, mas como homem mais forte do mundo, essa é a que mais gosto.

Sentaria ao lado da porta da loja de armas. - Eu vou dá um jeito de falar com o velhote. Vocês devem seguir para o plano B. - De pernas cruzadas no chão e colocando a espada sobre minhas coxas, fitaria os marinheiros. - Vão lá!



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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Seg Dez 06, 2021 3:22 pm

I - Aventura
Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Visão de criminoso

Sabe de uma coisa, até me identifico com esse velhote. Também no meu tempo a parada não era tão diferente. Essa turma de farda nunca conseguiam resolver os problemas dos cidadãos comuns até chegar em ponto que perdiam a confiança. Logo o serviço sobrava para Yakuza, assim ganhávamos respeito conseguindo resolver casos não terminados por esses otários. - OOoh, seu velhacoo! - Berraria. - Vou te mostrar o que um Yakuza de verdade pode fazer! Vou meter a porrada nesse ladrão, então é bom preparar uma boa recompensa. Tá me ouvindo?! - Batia meu punho na palma esquerda.

Logo em seguida, o engomadinha expressava sua ideia de qual seria o próximo o passo. - E quem você pensa que é pra ir dando ordens?! - Antes que pudesse dar seguimento, percebi a fisionomia desse comédia. Ele aparentava ser um cara bem experiente com a vida e possuía uma aura destemida e pude compreender que esse homem na minha frente queria tanto como eu resolver esse caso. Então, mudando um pouco a compostura, continuaria. - Sorte a tua. Até que não é uma má ideia o que você falou. Então simbora, bora parar de perder tempo aqui!

Após isto, iria junto com o soldado para o local indicado e ver a interrogação do boa vida. Enquanto conversavam, analisaria melhor o local e veria se tinha algum item incomum no estabelecimento, achando-o guardaria em meu bolso.  Além disso, constataria se havia algum tipo de segurança no local. Olharia para cada canto daquele local e enxergaria como um criminoso, passando na minha cabeça perguntas como: “Se eu fosse um ladrão, qual local seria mais apropriado de entrar? Onde posso me esconder? Quando você poderá pegar na minha?(Trolado rsrsrs)”

Coçando a orelha, seguiria com o show do interrogatório. - Blá, blá, blá. Quero é saber se você tem inimigos, tem algo a mais que está escondendo da gente? Deixa te dizer uma coisa, melhor, falar logo tudo antes que as coisa comessem a esquentar, se é que você me entende… - Aproximaria a minha cara da testemunha, enquanto abaixaria lentamente meus óculos maneiros. - HÃÃÃN?!

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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qua Fev 09, 2022 11:44 pm


Narração - 01
17:35 / Shells Town

Em meio aos problemas aparentes que os jovens em questão estavam tendo, uma leve brisa pairava por todos naquele instante. Era um ar doce que até parecia lembrar bons momentos, momentos de paz, até que um idiota careca, que se vestia de uma forma bem estranha, cheirando uma calcinha vermelha, enquanto viajava em seus pensamentos meio tarados, se aproximava dos três jovens que estavam de prontidão atrás de executar uma missão.

Ow, quem é esse palerma aí cheirador de calcinhas? Hahaha! – Gargalhou sem pestanejar. Nesse mesmo instante o careca virou sério para o mesmo: – Err.. qual o seu nome, guri? – Questionou em um firme ar de superioridade, como se, em alguns instantes, sequer estivesse cheirando calcinhas. – E por que motivos eu tenho que te dar satisfação, hein?! Não tá vendo? Eu sou um marinheiro! – O careca parecia não entender do que o bonitão falava. – Er... – Mas quando pensou em retrucar alguma coisa, o Bartho sequer pensou duas vezes e logo foi firme: – Isso mesmo, seu bosta! Fique sem palavras diante de mim! Hehehe. – O homem que acabara de ser completamente esculachado e ficado sem palavras logo virou-se a Blumayden e Takamoto: – Com licença, pequenos, ele é amigo de vocês?

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Questionou como se, pelo menos eles pudessem dar alguma resposta direta. – Eu sou.. – Não deu nem tempo dele concluir sua fala, pois, dessa vez, ele foi, de fato, aparado. Para falar a verdade, tomou um socão diretaço no queixo que o mandou para longe dali. – Porque eu queria que depois alguém fosse avisar para ele que ele não faz mais parte da Marinha! Eu sou o Sargento Smith, o herói mais... – Em meio de sua apresentação, ele desapareceu e logo estava próximo por ali a uma mulher loira, tentando, provavelmente xavecá-la de alguma forma. Mas, em pouco, logo voltava caminhando em lentos passos e mostrando sua bochecha meio inchada, aliada à marca de uma mão no seu rosto que deveria ter sido devido a um tapa.

Ah, continuando, fui designado para dar suporte a vocês nessa missão., principalmente pelo fato de que podem haver problemas maiores além... Talvez tenha, entre esses ladrões um peixe mais chato. – Insinuou, apontando uma remota possibilidade, mas, de todo modo, já teriam o suporte de um Sargento em meio à simples tarefa de investigar um roubo. – Então, a parada é a seguinte, mudança de planos. Fui designado por ordens superiores para vir aqui, e agora a nossa relação vai ser diferente! Aquele batata não era nada além de um soldado experiente, afinal, sequer já ouvi falar dele.Suspirou e coçou um pouco a cabeça. – Não sei como foi passada a missão à vocês, mas estaremos lidando agora com uma investigação e busca de procurados bem problemáticos aqui na ilha: O Puri Puri Team. São uns bombados aí que tão fazendo zona na ilha. Primeiro vamos no bar! – Pontuou.

Caso embarcassem de cabeça na ideia, em poucos minutos, logo estariam em frente a um exuberante estabelecimento, e se entrassem, ainda poderiam ver um bar cheio de muitos homens que pareciam estar enchendo a cara com força em boas canecadas de cerveja. Além disso, ainda valia notar que havia uma única mulher que também estava a beber com vigor em uma mesa com muitos homens, e, a tal mulher parecia ser bem musculosa. Mas de todo modo, havia um careca de cavanhaque como barman do citado estabelecimento, mas o que os jovens fariam? Seguir mesmo nesse bar ou procurar outros caminhos e estratégias diferenciadas para caçar o tal grupo de bombados? Eis uma pergunta que apenas Blum e Taka poderiam responder.








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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Seg Fev 14, 2022 4:58 pm

I - Aventura
Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Tensão no bar

- Puri Puri? Careca? Bar? Que diabos tá acontecendo aqui?! - Do nada uma avalanche de informações destroem toda a minha linha de pensamento que estava tendo na resolução do caso. Bem, mas de qualquer forma, não tínhamos evoluído muito mesmo.

O cabeça de ovo já chegava botando moral na parada, instintivamente percebia que o corno era diferenciado. Afinal de contas, não é toda pessoa que faz um marmanjo voar e leva um tapa da gostosa em alguns mínimos instantes. Sinceramente, jamais imaginaria um marujo fazendo tal ato…É meio estranho, mas meio que fazia-me lembrar repentinamente dos meus tempos de Yakuza - Ah, tanto faz! Vamo lá, bola de cristal! - Cuspiria no chão e iria até o referido bar.

Agora as coisas começaram a ficar interessantes, os culpados tinham rosto e nome. Assim facilitava ainda mais o trabalho, faltando apenas encontrar esses otários e fazerem conhecer a Marreta do Gorila e o Coice de Jumento.


Chegando no referido bar, chutaria a porta do mesmo e, após isto, daria uma encarada ameaçadora naqueles boa vida. Em seguida, andaria silenciosamente até o barman, sentaria-me na cadeira e cuidadosamente ajeitaria o meu penteado. - Ooh, chefia! Arranja uma bebida das boa aí. - Quando chegasse a bebida, tomaria a em um único gole. - Sabe de uma coisa… Eu odiaria que esse barzinho acabe sendo detonado... Seria legal você me falar o que sabe sobre esses tal de Puri Puri sei lá das quantas, careca dois. - Abaixaria os óculos e olharia diretamente em seus olhos. Se alguém se incomodasse com a pergunta, responderia. - Que foi? Apenas quero resolver as coisas civilizadamente.

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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qua Mar 23, 2022 1:58 pm

Marines&Agiotas, não são o mesmo?
 

Poucas situações poderiam ser tão estranhas quanto aquela, foi instintivo, não havia como desviar o olhar, aquele brilho e suavidade, a careca do sargento Smith era inconfundível. Tirando sua grandiosa falta de cabelo, a missão parecia voltar aos trilhos, levantei do chão batendo nas minhas calças sujas e voltei a atenção ao presente. O velho não queria passar informações e Smith tinha uma ideia de abrir caminho sobre o Team Puri Puri, antes não havia alguma coisa e agora temos um nome para os ladrões. Sinto que até gostei de Smith, mandar para longe o soldado arrogante e seu jeito rápido de importunar mulheres, sua demostração de força e coragem não eram nada comuns.

Sou Takamoto Lisandro, o homem mais forte do mundo. - Diria sorrindo apresentando diretamente meu majestoso título. - Vamos pegar os Puri Puri. - Afirmaria com determinação enquanto seguiria nosso superior. Não seria sensato entrar em um bar anunciado seus reais objetivos, o plano teria que ser bem estruturado, mas notava a face insana do topetudo, ele tinha a cara de alguém que iria quebrar a porta da frente e quebraria todas as pessoas que apareceriam em seu caminho. A questão é porque não aproveitar de tal engajamento?

O homem mais forte de tudo deve visualizar sempre a vantagem no pior dos casos, derrotar o pessimismo e superar obstáculos foi o que me fez ser o mais forte. Não sabia ao certo como Smith reagiria toda a situação, mas eu criaria uma chance de prosseguir com a missão. Aproveitaria de todo o balbucio de Blum e iria logo atrás, ergueria os braços em sinal de calma. - Não traremos problemas, podem aproveitar a bebida em paz. - Acompanharia o maluco ao se sentar no bar, o idiota perguntava sem preliminares sobre os ladrões, já eu, esperava que sua voz fosse alta o bastante para todos ouvirem.

Buscaria reações adversas em todos os clientes do bar, se houvesse algum membro do grupo criminoso ou qualquer um com relação a eles, fisgar um olhar torto ou medroso não seria tão difícil e criar uma lista de suspeitos poderia facilitar o trabalho.



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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qua Mar 30, 2022 11:13 pm


Narração - 01
17:35 / Shells Town



A frustração do pensamento de um caso que parecia resolvido, mas não estava, tomava conta de Blum; mas era logo esvaído pela careca monumental daquele superior. O sentimento era compartilhado com Takamoto, o homem mais forte do mundo, que havia ficado admirado com os maneirismos da Bola de Cristal, seu jeito de tratar soldados inoportunos e a maneira como importunava mulheres de maneira respeitosa eram como ideais a serem seguidos, colocando a dupla de marinheiros de volta aos rumos daquela missão um tanto quanto confusa.

Andando pelas ruas de Shells Town, com a liderança de seu novo líder, não demorava até que encontrassem o bar citado pelo Sargento Smith onde encontrariam pistas sobre os Puri Puri Team, cujo nome se estendia gloriosamente em sua fachada: Death Dance. Blumayden, como sempre, entrava fazendo barulho: chutando a porta frontal e atraindo a atenção do bar inteiro, inclusive do careca sentado degustando sua bebida. A expressão no seu rosto, no entanto, continuava inalterada. Após a sua entrada chamativa, aos poucos o bar ia retomando sua vida, até que voltasse à normalidade quando o ex yakuza sentava no balcão e pedia por sua bebida.

Enquanto o careca limpava os copos e enchia um desses para entregar ao marinheiro, o último fazia um questionamento que não deveria ao barman. Sua expressão se tornava um pouco mais odiosa, e antes que sua boca abrisse, Takamoto chegava para acalmar o ânimo do homem. Sentava-se, então, ao lado de Nakamura, analisando o bar inteiro que ouvia os questionamentos indevidos de seu parceiro. Sua intenção, no entanto, poderia ser quebrada assim que Blum terminava sua frase em uma expressão soberba. Nesse momento, todos do bar olhavam para eles como se houvesse cometido um grande crime. Sargento Smith, enquanto isso, tratava de paquerar a única mulher naquele recinto, rodeada por homens e musculosa igual ele.

— Olhem só rapazes, esse homenzinho aqui quer mamar e não sabe como pedir! — nesse momento, todos desabaram em gargalhadas, demonstrando que não possuíam respeito nenhum pelo rapaz que estava ali. Soubessem ou não que ele era um marinheiro, daquela forma ele não iria encontrar as informações que queria, muito menos terminar a missão da maneira que necessitava. — Pense muito bem antes de vestir essa farda nojenta e entrar no nosso bar. — dizia o homem, agora com uma expressão mais sólida e rancorosa enquanto estralava seus punhos. Se ele quisesse briga, então briga ele teria.


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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qua Abr 06, 2022 1:51 am


Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Post 15°




Opa, opa, opa. Eita, eita, eita. Pode parando aí! - Falei apontando o dedo para o semblante de um homem furioso, cada estralo ocasionado pelo palpitar de violência era o insumo de uma briga, dado ao que sei sobre o Topeteman, dispensar uma briga não era de seu feitio. - Me permita dizer, não queremos lutar. Muito pelo contrário, queremos ajuda. Sou Takamoto Lisandro, o homem mais forte do mundo! - Sorriria. - Serei honesto, tem pessoas que foram prejudicadas, senhores que tiveram seus esforços jogados no chão. Para mim, não existe nada pior do que gozar dos esforços de alguém. - Apertaria meus punhos os jogando no ar e abrindo a mão em direção aos clientes do bar. - Eu prometi as vítimas que pegaria os criminosos, um homem nunca deve quebrar suas promessas, então imagine o poder da palavra do homem mais forte do mundo.

Compreenda, irei capturar os infratores e cumprir com meu pacto. - Tinha honestamente exposto a conclusão final, o destino já foi traçado e se ele ditar algo diferente, bastaria apenas quebra-lo em pedaços. - O Team Puri Puri verá seu fim, é uma das certezas do mundo. - Não atacaria ninguém, buscaria acabar com toda a moral do grupo de piratas, minhas falácias atingiriam o ego dos criminosos se ali estivessem presentes, porém nada adiantaria se não houvesse honra para ferir.

Profetizando possíveis maneiras de escapar de uma luta desnecessária, não adiantaria nada se o que eu falasse servisse apenas para colocar lenha na fogueira. - Se tiver que brigar, que briguem então. - Se este fosse o caso, deixaria o maldito topetudo acabar com os loucos dispostos a atacar a marinha, sentaria no banco do bar e olharia para o barman. - É melhor falar enquanto aquele ali ta ocupado, se ele desocupar, se pá sobre pra tu mais tarde. - Olharia para o copo vazio. - Uma dose de sorte.

Teria de prestar atenção nos clientes, algum deles poderia denunciar uma movimentação estranha ou uma pista, a saída dos fundos seria o plano A em uma fuga. - O bar se encontra cercado, somos apenas a infantaria, a porta dos fundos está destrancada? Esperamos por isso. Bem.. Se você tiver qualquer envolvimento com os criminosos, é melhor falar agora, eu não posso te livrar de nada. Sou o novato, o homem mais forte do mundo, mas um novato na marinha. Mas aquele cara ali. - Apontaria para a ilustre careca do meu superior. - Ele pode te salvar. - Uma meia mentira? É uma mentira bondosa, se o barman facilitasse seria bem melhor do que voltar ao poço escuro da ignorância.








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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Sab Abr 09, 2022 4:11 pm

I - Aventura
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Briga de bar

- Quem aqueles bandos de mariquinhas pensam quem são? Ah, meu amigo. De hoje eles não passam. - Apertava os punhos e rangia os dentes. Se eles queriam me irritar, conseguiram. Antes que pudesse tomar uma atitude, o ruivo atrapalhava-me novamente com os papos de não quer confusão e um monte de baboseira…

- Sai da frente, mané! - Iria me pôr na frente de Takamoto, em seguida, retrucar a provocação anterior. - É verdade, quero mamar … A TUA MÃE, FELA! - Rodaria meus ombros para esquentá-los para batalha feroz. - Que foi? Tá com cara de que mamou na égua! BUSHIBABABABABA! - Caso percebesse algum sinal de avanço para briga, indagaria imediatamente. - Opa, opa… Tá mesmo a fim de acabar com um bar tão bom? Vamos fazer a parada mais interessante aqui, que tal… Decidirmos isso em uma quebra de braço? - Caso recusasse, induziria ainda mais. - Tá com medinho? E essa cara aí te que tirou leite do boi? Vai ou racha?

Você deve estar se perguntando dessa súbita mudança de atitude, porque eu não quis quebrar a cara desses elementos de uma vez só. Bem, é verdade que nem tudo o que o cabeça de pimenta disse estava errado, tínhamos falado que resolveríamos o caso, então não poderia acabar com esse único rastro de pista que conseguimos. Olharia para os marinheiros e moveria minha cabeça levemente para baixo, demonstrando o sinal que deixassem o resto com eles. Bem, em todo caso, não vou mentir, ainda quero arrebentar a cara desses otários e quebrando o braço dele nessa brincadeira, seria uma sensação ótima.

Caso aceitasse, gritaria. - BOOOORAA LAAÁ! É melhor não se arrepender. - Desse modo, já começaria com meu plano para ganhar daquele infeliz. Caso eles indicassem a mesa que haveria o confronto, diria. - Opa, como eu posso saber se essa mesa não foi alterada por algum de vocês, por acaso querem me enganar? Acho justo eu escolher… Aquela mesa ali, está boa. - Escolheria a mesa que pudéssemos disputar sentados. Após isto pegaria uma cadeira e demoraria um tempo para averiguar se estava tudo ok e então iniciaria o confronto com o infeliz.

- É melhor você não chorar. - Colocaria o cotovelo sobre a mesa e encararia meu adversário. Dada iniciado o embate, seguraria o punho do oponente e forçaria todo o meu corpo e meu braço para tentar ganhar do mesmo, impulsionando meu centro de gravidade para acabar com a raça daquele cuzão. Enquanto a disputa rolasse, começaria a insultar de várias maneiras envolvendo piadas de MAMAR, que por algum motivo ficou na moda ali.

Ah, você deve está se perguntando porque escolhi duelar em uma mesa que ficássemos sentado e ficar xingando ele, é bem simples o motivo: para poder trapacear. É como no Kung Fu, nem tudo é força, mas também malandragens. O objetivo era que a plateia só olhassem para os braços, dessa forma, não focando a atenção nas minhas pernas. Se sentisse que ia perder ou ficasse bastante disputado, gritaria para ficarem a atenção ainda mais no embate, então em um movimento rápido, tentaria quebrar uma base da mesa com um chute, de modo que a gravidade derrubasse o oponente com tudo.

Ganhando ou não a disputa, saberia que havia ganhado um tempo para os patetas conseguirem achar alguma nova pista.

Na hipótese de não aceitar o desafio, então analisaria quantos oponentes haviam no bar para meter a surra neles.

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