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Sasha
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2° - De Dawn a Shells - Uma viagem para conhecimento.

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Diego Kaminari , Chloe Kaminari , Kuro Tempest  e SIlver D Saru. A qual não possui narrador definido.

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2° - De Dawn a Shells - Uma viagem para conhecimento. WN4Utd7

Diego Kaminari
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Diego KaminariEstagiário
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Eterno Compromisso







O vento começava a bater em meu rosto, sem a mata ou construções a liberdade era bem representada pela vastidão azul, a brisa poderia ir para onde quiser, assim como eu e meu bando. Por falar neles, mal podia esperar para vê-los acatando as ordens de navegação indo para lá e para cá... Está imagem era revigorante, afinal para quem não tinha expectativa nenhuma a alguns dias atrás e que agora está realizando um sonho... É uma conquista e tanto, ou melhor, o começo de uma conquista ainda maior.


Chloe minha irmã... Ela é a mulher que eu amo e poder realizar isso comigo era tão indescritivelmente emocionante, que não existia forma de expressar isso. Ela era um fantasma que me acompanharia em memória, mas agora está aqui em vida para espalhar liberdade pelo mundo. Meus olhos tremeram e vazaram lagrimas como um copo cheio até seu limite que precisava apenas um leva toque para derramar, eu não havia chorado até o momento, digo, não por felicidade, todavia ali... Eu me sentia livre para tal ato.


- Saru levante meia vela para pegarmos esse vento leste e entrarmos numa corrente marinha que pelos meus cálculos nos levará a próxima ilha rapidamente. – Disse para o jovem de cabelos brancos iguais aos meus. – Jacobi, o ajude! – Dei a ordem para o ladrão que recém havia decido entrar no bando.


- Kuro, fique de vigia na cesta da gávea, não queremos bater em corais ou nos deparar com uma rocha atrevida. – Falei para o outro membro e rapidamente coloquei minha atenção em Terra… Ainn Terra... – Terra segure firme o timão firme e mantenha nessa posição. – Instrui carinhosamente somente para então recair meus olhos em minha amada. - Chloe... ALMOÇO!!!! - Gritei tentando abafar os satisfatorios gritos de Zeno um pouco estressado pelo fato de termos "convertido" o neto dele, fico imaginando a cara do velho quando ele vir a primeira recompensa do bando.


Os dias se passaram rapidamente, afinal estavamos fazendo algo que gostavamos, navegando em águas misteriosas, tão misteriosas que acabei me perdendo e indo parar numa ilha festiva onde tive um momento de esclarecimento com minha irmã, rapidamente partimos para compensar o tempo perdido e voltamos a navegar. Chloe era excepcional com a administração de nossos recursos, isso sem falar na comida que ela fazia... Podia ser a fome e os grandiosos sentimentos que tinha por ela? Sim, mas os demais poderiam concordar comigo diante da quantidade de comida gasta. No último dia de viagem nao tinhamos mais nada na dispensa... Mas isso não importava porque pelos planos haviriamos logo de chegar em nosso destino. Sabendo disso me apressei para encontrar minha esposa… Espera, ela não era minha esposa ainda, problema tal que já passou do tempo de eu resolver.


- Chloe meu amor... Eu não tive a oportunidade para dizer o quão feliz estou por estar aqui. – Disse me aproximando e segurando suas mãos um pouco nervoso pelo que iria fazer. – Você foi um sonho para mim, eu realmente pensei que nunca mais a veria... Mas agora que está aqui, quero garantir que nunca mais tenha arrependimentos de coisas não ditas ou não expressadas. – Logo coloquei minha mão direita ao bolso de forma delicada como se buscasse algo com extremo valor, logo retirei uma pequena caixa e abri diante dela. Aqueles eram os anéis especiais que ganhai do cara dos caranguejos, ele disse ser um anel especial. – Esse anel tem uma singularidade, ele vibra e transmite o batimento cardíaco de quem o usa um para o outro. Dessa forma sempre poderei me lembrar que você está bem viva e perto de mim. – Falei tirando o par de anéis. – Mas este não é o único significado que quero para ele. – Dito isto me prostei em joelhos e estendi uma de minhas mãos com um dos anéis. – Chloe Kaminari, você gostaria de se casar comigo e tornar-se minha esposa?


Não sabia a reação de minha irmã e muito menos a dos outros tripulantes, mas ali o que importava era meu sentimento e como uma pessoa livre me senti na obrigação de fazer o que eu sentia ser o mais correto em meu coração.


Alianças Siritasticas:




Histórico:


Resumo da Ficha:





Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação ( x )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro ( x )







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Saru
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Teria entrado no barco, por fim poderia sair da ilha e explorar o mundo, não muito tempo após entrar no barco e ele começar navegar, eu me sentaria em cima do corrimao do barco, e ficaria olhando para a ilha, relembrando todas as coisas que vivi e memorias de todos. “Eu voltarei um dia, e contarei para todos no bar o que descobri no mar e farei uma festa”. Dizia rindo. Ouvia uma voz rouca ecoando pela ilha, de imediato quase me arrepiava todo, olhava com atençao para a ilha.


- Avô? Oiiiii Avoooooô estou indo navegaarr, nao se preocupa vou so dar uma volta pelo mundo, descobrir novas coisas, eles são legais, eu darei noticiaas. - Dizia acenando o braço. Acredito que ele não gostou do barco, mas ele parece navegar bem.


- Avoooooô Obrigadooooo por tudo, eu vou ser o melhor pira… Arqueologo de todooss, tal como tu me ensinou! Por favor, toma conta da ilha por mim, e dos animais tambem. -Dizia gritando. "Pera como eu vou dar notícias para todos depois? Sera que tem correios? Aff porque não pensei nisso antes?" Pensava sobre o assunto.
Olhando para atras e falaria - Oiiii vamos para... Para aonde mesmo? Alguém sabe como andar com isto? Alguem sabe ne? - Dizia para todos ouvirem e enquanto perguntava eu ouvia Diego a falar para cuidar das velas. “Como assim meia vela?” pensaria enquanto olhava para as velas, ele teria pedido para o Jacob me ajudar.


- É isso ai, ajuda. - Dizia apontando para a vela e segurando na corda, em seguida eu dava a mesma para Jacob. - Toma pega agora puxa, aproveita e faz exercicio. - Enquanto ele puxava eu pegava na outra ponta e prendia numa lateral do barco. - Pronto feito. - Olhava para Dawn e ela já parecia estar bem no horizonte se afastando mais e mais. - Hm sera que a próxima ilha é perto, para que lado vamos, já chegamos? - Falava olhando para o mar.


Varios dias se passaram, para variar o capitão não tem a capacidade de perder somente as botas, ele também conseguiu se perder no caminho. Todavia isto foi algo bom, afinal a ilha que parecia estar em festa e como e demostrado de maneira obvia, eu amo festas. Após isso ele pareceu pegar o jeito, pois não tivemos problemas, a comida da Chloe como de esperado era maravilhosa, acho que ela deveria ser o capitão é a parte mais importante do navio. Brincadeiras a parte para minha supresa Diego se mostrou bem na posição de liderança ensinando os manusear dos macanismos do navio e assim conseguimos navegar rumo ao horizonte sem fim.


No decimo dia, de acordo com o capitão haviamos de estar perto do destino, mas para ser sincero não imaginava que o mar era tão grande assim... Entre conversas e ansiedade pude ouvir o navegador se aproximando de nossa cozinheira e como uma pessoa bem informada que sou, decidi me aproximar. Ouvia Diego a falar com Chloe, o mesmo parecia que estava a declarar-se, e logo tirava uma caixa do bolso, curioso eu chegava bem de perto para olhar a objeto e observar o que tinha dentro e ao ver ele abrir e revelar aneis, eu reagia.


- Uuuuuu aneis, deixa eu ver. - Dizia meio que tentando chegar a mao perto. Parava por um segundo ao ouvir ele a pedir em casamento, olhava para Diego e depois para Chloe e vice-versa, enquanto ela não respondia. - Isso significa que vamos ter festa e comida?- Eu já me adiantava comemorando - Festaaaaa!



Histórico:
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Chloe Kaminari
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Chloe KaminariEstagiário
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Hora de Velejar
Primeira parte?
 FINALMENTE! Tudo está agora como deveria estar… meu coração sentia um conforto tão nítido que era difícil de compreender. Verdadeiramente se sentia completo.

Aquela Ilha deixaria muita saudade, isso era fato, havia conhecido boas pessoas lá dentro, mas agora precisava partir. E a dor que aquela partida poderia gerar seria tão grande que sequer poderia mensurar em palavras… pera? O que eu tô pensando? Aquele lugar nem era minha verdadeira casa! Eu sou um espírito livre! Não tenho casa certa. Minha casa é onde meu doce irmão está.

Enquanto os outros tentavam controlar o navio, eu iria arrumando o estoque de comida para que pudesse ficar tudo o mais simples e que desse até a próxima ilha — Frango…carne de porco… arroz… hortelã… — ia comentando os alimentos enquanto anotava de forma improvisada em um pedaço de madeira ou papel caso houvesse ali — Pimentão, maçãs e as mangas… e bastante comida… — ficava murmurando enquanto guardava nos armários e gavetas do local.

Entretanto, já naquele dia começaria a arrumar um almoço que pudesse alimentar a todos.

Pegava as facas dentro da mochila duas facas afiadas, uma colher e um garfo grande para que pudesse fritar a carne. A tábua de carne já estava colocada sobre a bancada, ao lado dela um pedaço da peça de porco, cebolinha, macarrão, ovos e alguns temperos para o prato. Junto a isso, seis bows (pote japonês) para caber todo o líquido e componentes do pequeno almoço.

Primeiramente encheria uma panela com água, ligaria o fogão em sua potência máxima e logo colocaria a água para aquecer até a temperatura correta. Com a água no fogo começaria a cortar gengibre e cebola em cubos; conforme cortava a cebola, sentia o olho arder e começar a marejar — Oh coisinha ardida — comentava tentando lavar as mãos na pia enquanto lutava contra a vontade de levar as mãos sujas pelo "gás" da cebola até os olhos — Porra… caralho… eu esqueço sempre do básico… Madame Kinds deve se revirar no túmulo toda vez que eu faço isso …. — fechava os olhos por várias vezes tentando espantar as lágrimas com ácido, mas aquela era uma batalha vencida pela cebola infelizmente.

Após a pequena batalha culinária, e um tanto irritada pela perda, continuaria o trabalho, a aquela altura a água já estava fervendo. Com cuidado para não me queimar (de novo) colocaria o macarrão na água, outras duas panelas dividem lugar com a primeira sob o fogão. Uma mais plana para a carne e outra redonda e menor, também cheia de água, para colocar os ovos ali dentro.  

Com carinho tentava dar o meu melhor naquela pequena e confortável cozinha. O perfume da carne sendo frita já parecia fazer seu efeito, sentia o estômago reclamar com o deleite de tal aroma. Fritei delicadamente o limbo na manteiga junto com sal e pimenta; depois de selar a mesma coloquei em uma assadeira que fosse grande o suficiente para que acomodar o porco junto com outros uma cabeça de alho cortada em seu topo, limão, tomilho e alecrim"Isso tá ficando melhor do que a encomenda." o sorriso se fez em meus lábios, mas ainda havia muito a se fazer ali dentro.

Macarrão escorrido… sake dentro da panela com outros ingredientes, lombo pronto e cortado… havia se passado tanto tempo ali dentro que nem havia percebido ao certo. Cozinhar para mim era uma arte tão delicada que se tornava uma terapia.

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Já no fim, próximo a hora do almoço, minha boca salivava vendo a preciosidade que havia montado naquele dia e quase como um relógio muito bem sincronizado, conseguia ouvir o grito de Diego falando sobre o almoço — Tá na mesa! — gritava, mas eu mesma levava um por um dos potes para fora sobre uma bandeja improvisada com a tábua de carne recém lavada — Espero que gostem. E vai devagar que tá quente — dizia com certa preocupação .

O almoço foi reconfortante. No jantar havia repetido o mesmo prato apenas para poupar os mantimentos que tínhamos. Não sabia o quanto aquela viagem iria durar, mas faria os alimentos durarem até a próxima ilha que fossemos atracar. Por algum motivo a ilha a qual havíamos encontrado não era parecida com nenhuma que havia escutado ou estudado. Havia festa, pessoas de várias raças… era uma curtição tão grande… maldita ilha.

O relaxamento me fez dizer tantas coisas para Diego que estavam guardadas… coisas que me senti arrependida de dizer após voltar a viajar no mesmo barco; porém aquilo pareceu nos aproximar ainda mais. Por dias senti que precisava conhecer … ou melhor, reconhecer meu irmão. Os anos haviam nós mudado em muitos aspectos, as batalhas e dificuldades criaram barreiras que precisavam ser quebradas e tentaria com afinco quebrar as mesmas.

Os dias passavam, os alimentos eram gastos, cada dia que podia me aproximava de Diego dizendo quanto ainda tínhamos de alimentos, não deixaria o capitão do navio sem informações tão vitais quanto aquelas, mesmo que ele não entendesse muito, precisava deixar sua mente ciente para um possível plano de fuga… ou de ataque.

Em um momento decidi esperar um pouco no convés do navio, sentir o vento e ver o mar ao invés de apenas ficar calada num canto. Havia um sorriso suave desenhado nos lábios, mas tal sorriso logo aumentou com o chamado de Diego. Ele se aproximava, parecia nervoso, meu coração saltou quando senti nossos dedos de tocarem " Ele ainda continua fofo. Como antes" o pensamento acabou tirando o foco. Minhas pernas bambearam quando o vi se ajoelhar, o mundo ao meu redor perdeu todo o foco e brilho, tendo em cena apenas nos dois —Chloe Kaminari, você gostaria de se casar comigo e tornar-se minha esposa?— Aquela frase me pegou com completa surpresa. Não que eu não esperasse pela mesma, apenas não esperava que viesse tão rápida e repentinamente.

Minha boca havia secado como o deserto. Os lábios antes luminosos agora perderam a cor levemente, meu coração bateu tão rápido que acabou perdendo o próprio compasso " Ele… ele tá esperando uma resposta" os pensamentos se aceleravam "Eu preciso abraçar ele… sentir seu calor nesse momento…. Mas porque eu não consigo me mover " não imaginava que tal momento havia de ser tão estressante para o corpo "Será que eu vou desmaiar agora?" meus lábios tentavam se entre abrir para sair o som — E…E…Eu — gaguejava pelo nervoso — Aceito. — havia saído.

Meu corpo despencou, as lágrimas começavam a sair, lágrimas de felicidade, alívio — E claro que eu aceito! — agora conseguia falar em alto e bom som pegando toda a força dos pulmões para tal ato.



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Subaé
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Uma viagem para conhecimento




Narração - 01

Naquela mesma noite, depois de terem roubado todo o dinheiro e a comida do bar de Ana, o grupo recém formado foi até o porto, roubaram o barco de Lúcio e partiram de Dawn Island sem se importar com aqueles que deixaram para trás.

Quer dizer, tirando Saru, que mesmo mal tendo partido já estava a sentir saudade de sua terra natal. O garoto aproveitou o momento para se despedir de seu avô, ex-marinheiro, que bradava incansáveis repreensões.

-EU AINDA VOU PEGAR TODOS VOCÊS PELA ORELHA PARA LHES ENSINAR UMA BOA LIÇÃO!!!!

Mas os gritos de ordem de Diego Kaminari, o capitão, superaram os gritos do velho que estava muito, muito, distante.

Jacob e Saru não perderam tempo, correram até as cordas presas ao mastro central -Você não sabe o que é meia vela? que isso Saruzinho… vem, faz o mesmo que eu to fazendo - Jacob falou antes de mostrar para Saru como é que se fazia. Depois de um certo esforço deixaram tudo em ordem para que o pequeno barco pudesse seguir viagem com o vento a toda popa.

Já Chloe foi até a cozinha onde começou a organizar os mantimentos em seus respectivos lugares; e logo em sequência iniciou o preparo da refeição daquele dia.

Enquanto isso, Diego apreciava o horizonte da madrugada com a companhia de Terra, que segurava o timão como o mesmo ordenou.

Os dias seguintes foram tranquilos sem nem mesmo uma chuva ou tempestade, apenas o céu limpo e azul, e as ondas dançantes do East Blue.

No terceiro dia de viagem Diego se perdeu e por isso o barco foi parar em uma ilhazinha minúscula que estava em clima de celebração (evento de carnaval) mas pela necessidade de seguir viagem não perderam muito tempo lá.

Graças às habilidades de Chloe, a comida conseguiu durar todos os dias e por isso, ao final do décimo dia de viagem todos estavam muito bem alimentados e animados, entretanto, as ondas fortes e o vento implacável haviam causado alguns pequenos danos nos cascos do navio e nas cordas.

Por fim, Diego chamou Chloe para fazer-lhe um pedido especial e todos os curiosos presentes no navio foram correndo ver a cena. Tirando Kuro Tempest, que dormia sem se importar com nenhum dos outros.

Diego pediu sua irmã em casamento e Chloe chorou de felicidade.

Saru também empolgava-se com a situação pois provavelmente uma festança iria acontecer.

-EBAAA!! - Jacob falou ao abraçar Saru e beijar seu rosto - A GENTE VAI TER UMA FESTA DE CASAMENTO!! AI QUE LUXO!!

Terra também estava muito animada com a situação e veio batendo palmas - Ai meu deus que empolgante!! eu adoro casamentos!!

O clima naquele pequeno barquinho estava delicioso, mas teriam que deixar a festa e os preparativos do casamento para depois. Afinal, uma silhueta surgiu no horizonte e conforme foi se aproximando lentamente da embarcação revelou-se uma bela ilha com torres azuis.

Depois de dez dias de viagem árdua finalmente chegaram ao seu destino. Aquela era Shells Town.
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histótico Narrador:

Ponto situação:





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Diego Kaminari
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Inicio de Um Grande Plano






Finalmente Shells Town, a ilha se apresentava imponente ao surgir e crescer no horizonte conforme o navio se aproximava. As torres azuis me diziam que as informações eram corretas, era a merda de uma ilha controlada pela marinha! Relembrei de meu passado e como aqueles cachorrinhos do governo mundial contribuíram para o incêndio em meu orfanato, o mundo poderia não saber, mas eu sabia a quantidade de sangue inocente que escorria pelas suas mãos.


No entanto, eu estava feliz visto que Chloe havia aceitado meu pedido e daquele instante em diante ela não era apenas minha irmã, como também era minha esposa. Minha mente alternava em pensamentos felizes de sua imagem com os planos que tinha para os próximos dias, eram tão variados quanto flores em um jardim chique. Logo iriamos atracar, comecei a preparar a mim e minha tripulação para tal ato dando as ordens necessárias para que o navio chegasse em segurança a costa. Claro, o mar não foi nem um pouco bom com nosso transporte isso somado que aquilo ainda não era o que queria, poderia dizer que o barco de nosso amigo Lucio não vai voltar para casa, ou pelo menos não da mesma forma que saiu. Apesar de tudo este pequeno guerreiro precisava aguentar mais um pouco, certamente que a marinha não iria querer comprar mercadoria quebrada então precisaremos chegar em Tequila ainda com esse navio...


Minha necessidade de conhecimento era obvia e meu objetivo pessoal havia sido definido. Rapidamente iria pegar um pedaço de papel e algo que pudesse escrever e faria uma lista de livros que eu iria querer para o futuro. Após isto, enquanto esperava a ilha se aproximar fiquei a procurar algum daqueles pássaros esquisitos que vendem jornais, criaturas interessantes e marcenarias elas, mas ficar bem informado era um preço que deveria que valia a pena ser pago. Caso encontrasse algum iria comprar a assinatura do jornal pagando-lhe a ave o valor estipulado. Dado que estivéssemos atracados iria chamar o pessoal e se reunir no meio do navio de forma que outras pessoas não pudessem ouvir o que iria falar.


- Pessoal, tenho uma missão para cada um de vocês. Durante o dia vamos fazer as coisas como qualquer civil, porque a noite teremos um plano a fazer. Chloe quero que vai comprar umas coisas para mim. – Disse passando-lhe uma lista das coisas que precisava, tal qual a pouco havia feito. – Além disso, será sua responsabilidade reabastecer o navio. – Terminei e então segui minha atenção o tripulante platinado. – Saru, pode fazer o que quiser... Mas preciso que você roube três uniformes da marinha sendo um feminino, preciso de suas identificações também se possível. – Cada um ali tinha uma parte essencial do plano. – Eu vou dar um jeito de conseguir pólvora e as plantas dos quartéis para não ter que ir em cada um deles. – Rapidamente me direcionei a Kuro o membro que mais dormia naquele bando. – Kuro, cuide do navio e não deixe que ninguém desconfie de nós, porque logo nós iremos explodir alguns quartéis da marinha!


Minha ideia era simples, pelo menos de momento. Iria andar pelas docas buscando alguém que pudesse me ensinar algo sobre escultura, seria algo interessante para construção do meu próximo navio, logo se achasse alguém ou algum livro que ensinasse iria perguntar o valor e se eu tivesse a devida quantia, iria pagar, por mais que reclamasse se o custo fosse bem alto. No entanto, aquilo iria valer a pena pela noite. Após isso iria tentar visualizar algum depósito ou mesmo navio sendo carregado de mantimentos, provavelmente ali teria pólvora e iria usar um pouco da sujeira da marinha a meu favor. Iria buscar o marinheiro que pareceria estar dando as ordens e marcando algo em algum tipo de prancheta, se desse sorte algum supervisor corrupto poderia me vender alguma quantidade, caso não conseguisse convencer ao menos iria descobrir a localização de armazenamento. Se encontrasse tal “supervisor” iria falar.


- Olá, bom dia marinheiro. Sou um viajante com um problema de saúde, meu navio sempre tem um estoque, no entanto… – Disse começando a lembrar do dia que pensei ter perdido Chloe e tentar tirar lagrimas de meus olhos. – Minha nitroglicerina acabou... E ela é tudo que faz com que meu coração continue batendo da maneira correta, sabe onde eu poderia conseguir? Se não tiver a substância pura eu poderia desmontar algumas dinamites para pegar meu medicamento. – Falava enquanto passava a mão em meu peito tentando expressar incomodo. – Eu pago, por ela... So preciso que me ajude.


No entanto, no caso de eu encontrar uma mulher supervisora... Aí seria diferente. Iria colocar um sorriso que aprendi em meu livro, me aproximar dela e falar respeitosamente. – Olá, senhorita marinheira, desculpe o incomodo. Sou um viajante, mas não consigo deixar de expressar a admiração pelo trabalho que exerce, e com toda sinceridade é mais difícil ainda ignorar quando alguém tão bela é que está trajando está farda honrosa. – Diria usando todos os meus gatilhos de sedução com intenções obvias. – Eu certamente não conheço esta cidade maravilhosa e de fato precisaria de uma ajuda para algumas compras que preciso, talvez um guia... A senhorita poderia me ajudar com as informações, garanto que vou ficar extremamente grato. – Disse está ultima parte com um tom mais sexualizado, não o suficiente para parecesse um assédio, mas o necessário para mostrar do que seria capaz de fazer se o dia terminasse da maneira correta. Se até este momento eu tivesse tido sucesso em minha empreitada eu então continuaria. – Tenho uma irmã doente e estou em busca de nitroglicerina, os médicos me disseram que somente esta sustância poderia fazer o corpo dela funcionar como deve e manter sua vida ainda firme no tempo que lhe caber viver. Depois que descobri abandonei meu trabalho de construtor para vir até aqui... Que lugar melhor para conseguir salvar alguém, do que com aqueles que dedicam sua vida a está causa? Mas devo dizer que sou suspeito de falar, pois, sempre admirei muito as edificações da marinha, juro que vocês são a minha inspiração para meus trabalhos. – Falaria rindo. – Espero um dia poder ver as plantas destes grandes mestres e heróis, ou mesmo pode ver pessoalmente estas maravilhas da engenharia.


Se por acaso eu não conseguisse achar nenhum navio, galpão, ou mesmo uma supervisora. Tentaria encontrar alguma marinheira que aparentava de alta patente pelas ruas da cidade buscando em simultâneo achar algum tipo de venda de explosivos, o que eu imagino que seria um problema a venda para civis, todavia ao menos eu saberia onde se encontrava a substância que eu queria. Também tentaria procurar algum informe sobre a matrícula de marinheiro, seria meu plano “b”, afinal uma vez dentro teria mais acesso às coisas que precisava.

Caso conseguisse localizar ou no caso de ter falhado, voltaria para o navio certificar do sucesso ou falha das tarefas que atribui a cada um.


Lista de Itens:



Histórico:


Resumo da Ficha:





Objetivos
● Proeficiencia Escultura (  )

● Proeficiencia Marcenaria (  )

● Preficiencia Discurdo (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )







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Saru
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Parecia que iria ter festa e eu comemorava muito antes de o "Sim" sair, so depois é que ouvia a tal confirmação da Chloe, jacob também comemorava, mas me abraçava por nenhuma razão. - Eii... Não sou eu que vou casar seu idiota, vai dar beijos a eles, me larga, não precisas comemorar tão perto. - Dizia me soltando do Jacob. Enquanto viajavamos eu corria pelo barco para explorar a extensao dele.

Parava um pouco -Ja chegamos....e agora ja chegamos? - Olhava para o mar e eu via a silhueta de uma ilha a aparecer.
-Ja chegamos, nao serio agora chegamos. Dizia apontando para a ilha.
. - Parece que sempre chegamos em algum lugar. - ao ver a silhueta da ilha melhor enquanto aproximavamos eu fiacava supreso.
- Uauuuu parece grande!


Observando as torres azuis logo comentava  -Legal, será que aquilo é um quartel só? - Assim que atracávamos eu logo já iria pular do barco, quando ouvia o Diego a chamar - Ahh, que foi agora, não é para irmos para a ilha? - Ouvia ele a falar sobre missao, mas eu ficava olhando a ilha para o lado, até ouvir o meu nome - Não fiz nada. - Mas ele falaria sobre uniformes e eu acenaria a cabeça conforme ele falava, apesar que “fazer o que quizer”, tenha entrado mais em minha mente.


Lembrei que Diego pedia para chloe pegar umas coisas, eu logo escrevia umas outras de igual maneira em um papel e dava para ela juntamente com uma bolsa de dinheiro tipo uma sacola. - Se puder pegue algo sobre estes temas. - Olhava para todos e logo falava -Preciso praticar um pouco o que li e aproveito e vou explorar a ilha, depois encontro vocês.


Inicio do Aprendizado Proficiencia: Acrobacia.

E para começar a praticar, eu ja dava um pulo do barco para a ilha, dando um mortal, caindo de pe.
Batia com o pe no chao um pouco -Hm quase tropecei. -
Eu logo coorria para a cidade e assim pudesse saltaria, e para um telhado, ou tentaria subir atraves de uma outra casa, quase como se fosse uma especie de escada, embora.

No livro eu teria viato varias imagens de atividades acrobáticas algumas delas parecia como se fosse corrida de obstaculos e todas tinham pequenas explicaçoes sobre o corpo, e de como deve ser feito, tambem tinha um pre aquecimento tal como alongamentos de pernas, o qual já era meio familiar para mim, devido ser lutador.
Eu me lembrava das dinamicas dos movimentos que tavam nas imagens  e assim começava a reproduzir para practicar, tentando fazer certo igual no livro, corria pelo telhado e pulava os obstáculos que teriam pela frente, chamine, muros, pulando de um predio para o outro e tentando aterrar direito sem meu corpo tropeçar, tudo isso eu ia fazendo um a seguir do outro ate puder sentir que os movimentos estariam melhor, tendo pratica no que fazia eu ja fazia sem pensar muito na movimentação.

- Acho que consegui pegar o jeito- Dizia enquanto ia correndo pelos telhandos, entrando mais e mais dentro da cidade.

Fim do Aprendizado Proficiência: Acrobacia.




Histórico:
Ficha Resumida:
Objetivos:
Lista para a Chloe:


Última edição por Saru em Sex 18 Mar 2022 - 16:39, editado 3 vez(es)

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Chloe Kaminari
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Reencontro de duas almas
Novamente somos um.
A emoção de toda aquela cena era muito maior do que havia imaginado, ver meu irmão prostrado com o par de anéis em uma caixinha tão delicada e bem feita. Saber a singularidade de tal objeto, saber que agora… agora éramos um novamente, como estávamos predestinados a ser desde o nascimento.

Minha mente passava todos os momentos que tivemos juntos na infância, desde as muitas brigas por comida para sobreviver, escapar de pessoas armadas por nossa simples existência até encontrar a doce madame Kinds. Seus cabelos negros e a postura rígida eram os traços que mais lembrava daquela mulher, mas sua sabedoria e paciência eram quase infinitas.

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"Talvez, em algum lugar, a senhora esteja orgulhosa de nós dois. Finalmente estamos no caminho para nossos sonhos… nossa verdadeira liberdade." Uma lágrima escorreu tímida junto a lembrança da única "mãe" que tivemos "Uma pena não ser você a me levar ao altar… mas talvez o "pai" ainda esteja bem."

Deixei que Diego colocasse o objeto em meu dedo e ao observar o mesmo, a pequena imagem de crustáceo estava paralisada, mas logo seu par começou a bater as pinças na mesma intensidade que sentia meu coração batendo naquele instante — Agora sempre saberei se você está bem ou não — comentei baixo em meio a animação dos outros que comentavam sobre a festa de casamento — Talvez depois meus amigos, precisamos abastecer o navio. Talvez em tequila possamos planejar tudo isso. E Jacobi, você vai ser minha madrinha. — ri sozinha esperando o comentário do loiro.

Enquanto não ouvia nenhum sinal sobre ilhas à vista, me propus a preparar uma alimentação um pouco mais fraca em questões calóricas, já que nossas provisões eram muito abaixo do que precisávamos naquele dia; O arroz simples feito apenas com alho e pedaços de cebola junto com um pouco de batata, cenoura e carne ensopados com molho de Curry. Servi a todos e me alimentei o melhor possível até ouvir o grito avisando sobre a ilha que surgia no horizonte. Aproveitei, enquanto os outros ajudavam a atracar o navio, para arrumar toda a bagunça da cozinha e dos meus pertences pessoais. Tinha muito a fazer na ilha antes de podermos voltar a navegar.

Segui para a pequena reunião logo ouvindo as diretrizes do capitão. A pequena lista tinha um total de onze ou doze livros — Vamos acabar tendo que montar uma biblioteca para todo o bando — comentei enquanto esperava para saber tudo o que seria feito. — Mais alguém tem alguma coisa que queira da parte comercial? Um livro, arma? Aproveitem que quando eu for vou numa só. E não se esqueçam do dinheiro, porque eu não vou pagar de ninguém, fora que ainda tem 10% de taxa pelos meus serviços. — a frase  pouco mais alta, talvez um pequeno reflexo do nervosismo que ainda sentia dado o pedido anterior. — E acho bom ninguém reclamar. O único que não paga, por razões óbvias, é o Diego. O resto de vocês pode passando os bellys que tem.

Caso alguém mais me entregasse um papel com lista de materiais, iria por ordem de prioridade. Primeiro, claro a minha lista pessoal. Iria de encontro a uma loja de roupas onde pudesse trocar aquele vestido antigo e surrado por uma roupa um pouco mais adequada, confortável e … sensual para um pirata de respeito.   Caso conseguisse achar tal loja, entraria sem qualquer intenção de roubar, ao menos num primeiro momento, caso fosse abordada por alguém, iria sorri e manter a postura leve e divertida — Oi, bom dia… ou tarde… eu tô a tanto tempo viajando que perdi a noção de tempo — riria despreocupada — Eu tô procurando algumas roupas de couro… algo bem sensual e firme no corpo. — confirme falava, passaria a mão pelas curvas a fim de demonstrar o que realmente desejava valorizar.  Esperaria uma resposta e caso a obtivesse de forma positiva, iria procurar as peças que mais valorizassem as curvas, mas por fim acabaria lembrando de outra coisa, Diego estava também sem roupas "descentes" — Você teria também roupas masculinas? —.

Caso não encontrasse de primeira a loja de roupa, iria buscar uma mercearia onde pudesse comprar mantimentos para encher o navio pelo menos duas vezes, estava com certo receio de que Diego perde o caminho novamente e a nossa viagem aumentar mais do que o nescessário.






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Subaé
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Uma viagem para conhecimento




Narração - 02

Preparos para desembarque

-EU, madrinha? AI QUE LUXO!! QUE AMOR!!! EU QUERO DEMAIS TER UM DIA DE PRINCESA!! AAAAAAAAAAAH! - Jacob chorava de felicidade ao responder o convite de Chloe.

O grupo estava deveras animado com a ideia de uma festa de casamento, mas teriam que deixar o planejamento da farra para depois, afinal, haviam chegado ao seu destino.

Aproveitaram o breve momento que antecede a chegada ao porto para organizar tudo. Jacob e terra escalaram o mastro para poder manusear as velas e suas cordas com mais domínio, Já Chloe foi para a cozinha onde preparou uma marmitinha de arroz temperado para que ninguém passasse fome durante a aventura.

Enquanto isso, uma gaivota trabalhadora do Seagull News -Kya…Kyaaaaa!! - berrou anunciando sua chegada.

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Diego foi até o pássaro e recolheu a última edição do jornal e pagou o valor solicitado pelo pássaro (que entregou um bilhete com o valor). Ao final da negociação o pássaro balançou a cabeça em agradecimento e levantou voo, rumo a sua nova entrega.

Por fim, quando chegaram ao porto, Terra amarrou o navio no cais e Jacob desceu a âncora para firmar o fim da viagem.

O porto ocupava toda a extensão do litoral noroeste da ilha e era provido de  quatro docas, sendo três delas grandes o suficientes para aportar um Galeão cada. A quarta doca era menor do que as outras, esta era usada pelas canoas das embarcações mercantes que não atracavam no porto.

No mar havia alguns navios ancorados. Um galeão mercante chamado “Vivácia” ostentava sua bandeira nas cores amarelo e roxo cativando mais atenção que as outras embarcações menores, brigues mercantes cujos nomes estavam escritos em letras tão minúsculas que não era possível ler. No convés do Vivácia haviam muitos marujos e marinheiros trabalhando árduamente para reparar os danos causados por uma grande batalha que aconteceu a alguns poucos dias atrás.

Já em terra firme, meretrizes gritavam seus preços e descontos com charme, seduzindo os marujos fedidos que carregavam caixotes cheios de mercadorias para dentro das carroças que levariam os itens ao seus respectivos compradores.

Antes de descer do barco, Diego reuniu todos os seus companheiros para dizer seu plano e definir alguns afazeres.

-Chloe… - Terra chamou a atenção da mulher - se você não se importar eu quero ir com você para te ajudar a carregar as compras.

-EU também vou com vocês duas! - Jacob afirmou - Não tô nem aí se vocês vão querer ou não! Duas damas lindas assim não podem carregar peso a toa!! - falou ao olhar torto para Diego, Kuro e Saru - Esses heteros aí são uns brutos sem senso de cavalheirismo! Vamos amigas… bora fazer compras!!

E então, cada um foi para um lado diferente.

Treinando acrobacias

Depois de saltar para o porto, Saru partiu para o interior de Shells Town treinando os movimentos acrobáticos que acabara de ler no livro.

O garoto quase caiu de cara algumas vezes, mas depois de um tempo treinando conseguiu pegar a manha de como fazer bons pulos e dar piruetas.

Mas ele sentia que precisava treinar bastante e por isso continuou ali pulando de telhado em telhado em busca do aperfeiçoamento de sua mais nova habilidade.

As horas se passaram e em certo momento já não haviam mais casas residenciais, apenas galpões de ferro-velho e alguns outros cheios de entulhos. O cheiro também não era nada agradável, uma mistura insuportável de almíscar, mijo e bosta circulava pelo ar quente, que, por conta das paredes altas, não havia um ventinho sequer.

Ao final do percurso, Saru se deparou com um galpão (o mesmo não tinha a parede frontal e por isso dava para ver o lado de dentro) diferente dos outros tantos de até então. Ao invés de entulhos ou sacolas cheias de lixo, estava organizado e relativamente limpo. Dentro dele haviam inúmeras mulheres e crianças em situação precária. Aquele era um abrigo de indigentes.

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-Ei irmãozinho, olha!! - Saru ouviu uma voz de criança lá embaixo, no chão. Era uma garoa de no máximo dez anos que estava acompanhada de seu irmão mais novo - é um homem pulador!!

A menina apontava para Saru com muita empolgação.

-Uau!! que legal!! - o garoto falou quando percebeu a presença do rapaz no telhado do galpão - Ei moço!! Qual é o seu nome?? - o garoto gritou para chamar a atenção de Saru - Eu quero aprender fazer esses pulos também!! Você me ensina?
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Uma tarde de compras

Chloe, Jacob e Terra seguiram pelas ruas de Shells Town em busca das lojas desejadas. Depois de alguns minutos de caminhada a leve brisa salgada com aroma de mariscos e pescados frescos já não era mais tão intensa, ao invés disso agora era possível também sentir um fedor impassível proveniente do dejeto dos mendigos que viviam nas vielas. Pouco a pouco a altura dos edifícios e das casas aumentava gradualmente, assim como o alto tráfego de pessoas. Enquanto isso, as vitrines exuberantes contrastavam com o fedor dos mendigos e a sujeira esquecida nos recantos das calçadas.

-E aí mona? vamos pegar logo esses mantimentos? - Jacob perguntou, mas foi surpreendido com a idéia inicial da albina - Você vai comprar roupas? Mas o capitão Dih falou outra coisa…MULHER, VOCÊ É TÃO INDEPENDENTE!! QUE TUDO!! - o afeminado sequer esperou as mulheres entrarem antes na loja, pegou-as pelos pulsos e foi correndo na frente, puxando-as para o interior da loja chamada “PoP’s Model” - Eu nunca vi uma loja de roupas assim!! não tem uma dessas lá em Foosha!! - Empolgava-se ao analisar cada peça pendurada no cabide.

Terra também não ficava para trás no quesito empolgação, gritava sem parar a cada cropped que via a venda - Amiga! eu vou recolher umas roupinhas pra você!! olha quanta coisa chique!! - dizia sorridente, perante a nova experiência.

Na porta da loja, no lado de dentro havia um segurança careca vestido com um terno roxo. O homem observava o trio com uma cara de poucos amigos e parecia estar ansioso, pois suas mãos estavam inquietas.

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Dentro da loja havia também um homem com cara de bebê e cabelo lambido para o lado, este era o vendedor, que não tardou em ir até o trio - Boa tarde! - Falou com um sorriso ganancioso estampado em seu rosto - Sejam bem-vindes ao PoP’s Model! Aqui nós temos os modelitos mais vendidos no East Blue. Vejam, Vejam! Temos croppeds e tops, calças de couro, tamancos, coturnos femininos, vestidos de gala, shorts e…Oh, vocês também querem roupas masculinas? sem problemas! Temos sobretudos, ternos, camisetas floridas, shorts esportivos, calças jeans… - o homem realmente parecia ter todo o catálogo gravado em sua mente - Venham, vou mostrar para vocês os nossos produtos.

2° - De Dawn a Shells - Uma viagem para conhecimento. 360

Então o vendedor juntou-se ao trio e apresentou as melhores peças de roupa.

Roupas em estoque:

-oh, essas combinam tanto com você!! - Dizia ao entregar as roupas para Chloe poder provar -e ai, o que vai querer??

Blefe no porto

Enquanto isso, as meretrizes chamavam o capitão - Ei xuxuzinho, seu cabelos brancos são tão sensuais!! Vamos lá no motel rapidinho, eu te faço um preço maravilhoso igual você - diziam em som sensual.
Diego rondou as docas em busca de algum carpinteiro mas não encontrou nenhum lá no cais, todos estavam no interior do Vivácia, trabalhando feito mulas para consertar a tal embarcação. Se Diego quiser conversar com os carpinteiros, deverá adentrar no galeão.

Entretanto, sua busca principal era motivada pela necessidade de encontrar algum oficial da marinha que pudesse lhe ajudar com algumas informações. Foi quando avistou uma mulher madura coordenando uma brigada de marinheiros na doca central. A julgar por sua aparência, a mulher provavelmente tinha mais de 35 anos e sua expressão era calma e impassível.

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Ela olhou com desdém para Diego quando o mesmo se aproximou - Quem é você, garoto? - perguntou sem mudar a expressão - Agradeço pelo elogio, mas não estou aqui para conversar então vá direto ao ponto!

A mulher não ficou corada e nem mesmo esboçou um sorriso ao ser elogiada pelo rapaz de cabelos alvos.

A mulher torceu a cara quando notou o som sensual de diego -Desculpe-me pela grosseria, mas eu tenho a idade para ser a sua mãe, além disso não sou guia turística, sou uma oficial da marinha e tenho um trabalho muito importante a fazer! Mas eu posso tirar sim as suas dúvidas, o que quer saber?

Diego mentiu então sobre a sua situação e perguntou sobre a nitroglicerina.

-Na rua de trás você certamente irá encontrar uma farmácia, lá deve ter algum remédio em pílulas feito à base desse material. Eu espero que a sua irmã fique bem! - Disse ao sorrir cordialmente pela primeira vez - Então você também acredita na justiça da marinha? Eu fico muito feliz em saber disso, meu jovem! Se quiser, aliste-se no quartel- general. Nós precisamos do maior número de recrutas possível para combater esta grande era dos piratas.
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Diego Kaminari
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Em Busca de Nitroglicerina
Perdida






Meu plano de "seduzencia" não deu muito certo, mas pela primeira vez eu fiquei feliz por isso... Eu queria informações por isso meus critérios estavam inexistentes, mas aquela marinheira parecia um cantor de Heavy Metal que come cabeças de morcegos. Portanto, não ter que passar uma noite com ela até que foi um final de bom agrado para mim, não me julguem, minhas partes íntimas têm princípios e dignidade a ser preservada. A oficial falou que poderia conseguir a substância em uma farmácia na rua de trás... Bem, se o farmacêutico for preparado ele pode ter uma boa quantidade da substância. Olhei ao redor, havia um grandioso navio que parecia ter passado por mal bocados e muitos marinheiros estavam trabalhando em sua reconstrução, explicando a ausência dos engenheiros...


Atrapalhar seu trabalho apenas iria chamar atenção indesejada para mim, bem... Chloe é meu plano “b” e espero que ela consiga comprar o livro que pedi. Rapidamente me coloquei para andar em direção a farmácia que me foi informado, se conseguisse chegar ao local sem problemas entraria e buscaria o farmacêutico para me atender.


- Olá, gostaria de falar com o farmacêutico sou um cliente querendo fazer uma boa compra. – Diria para quem me atendesse e se por acaso a pessoa se mostrasse ser quem eu procurava ou mesmo que alguém tivesse o chamado, eu continuaria. – Senhor, estou precisando completar o estoque de nitroglicerina de meu navio para a produção de medicamentos. Nosso farmacêutico me encarregou e pediu especificamente para que eu buscasse a matéria-prima para que ele mesmo produza... Sabe como é, so confia no próprio trabalho. – Diria rindo da situação. – Estou disposto a comprar seu estoque, mas se não há tiver eu posso dizer que sinto muito, mas ainda peço se poderia me informar onde posso conseguir isso nesta ilha. Então, está disposto a fazer negócio?


Por mais que a mulher tenha oferecido a oportunidade de adentrar a marinha creio que o processo burocrático seria maior que minha estadia pretendida naquele local... Minha situação havia sido dificultada, mas ainda sim, iria persistir. Se por acaso não encontrasse a substância naquele local, todavia obtivesse a informação de onde conseguir, iria para tal. Se ao chegar o acesso fosse livre faria a mesma pergunta usando o mesmo argumento. Mas se por acaso não descobrisse o paradeiro da nitroglicerina, iria andar de loja em loja observando tudo que era vendido e poderia servir de explosivos.



Histórico:


Resumo da Ficha:





Objetivos
● Proeficiencia Escultura (  )

● Proeficiencia Marcenaria (  )

● Preficiencia Discurdo (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )







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Chloe Kaminari
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Chloe KaminariEstagiário
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E vamos as compras!
Ou ao menos procurar nossos alvos
Na chegada ao porto uma grande embarcação sendo arduamente reparada, pela quantidade de pessoas que trabalhavam, o problema que havia enfrentado fora maior do que sua estrutura poderia aguentar. O comichão da curiosidade batia fortemente para que fosse em cima de tal mistério, mas naquele momento tinha outras coisas a resolver.

Não só você, mas a Terra também. Nós três teremos dias de princesas — brincava ao ver a felicidade do afeminado. Todos do barco deram listas com coisas para comprar, bellys para as compras, mas o que mais me surpreendeu foi a voz que chamava por mim. Por cima do ombro notei a imagem da mulher que a poucos dias era o foco de todo o meu ódio — Fala guria. — sorri para a mesma. Seu pedido inusitado me deixou um pouco feliz, poderia ter tempo para me desculpar melhor com a mesma por tudo que havia acontecido — Ai, assim eu me sinto tão amada por vocês dois. Da vontade de por num potinho e proteger para sempre. — brincava de forma animada abraçando o casal — E claro que podem ir comigo. Assim as compras ficam mais divertidas, e qualquer problema vocês podem voltar pro navio.

Segui a passos lentos esperando os irmãos. A cidade era bonita, mesmo que em muitos aspectos me desse um nervoso que não conseguia explicar de forma alguma; mas convenhamos, quem em sã consciência iria se envolver com os Revolucionários e depois iria pisar em uma ilha completamente cercada pela Marinha?  Deixando o sentimento de lado, havia comentado sobre as roupas que desejava comprar. Nem eu nem Diego estávamos devidamente vestidos, pareciamos dois maltrapilhos em uma embarcação e aquilo me deixava um tanto incomodada. Ver meus companheiros animados com a "independência" que tinha era quase cômico — Ele pode ser o capitão, mas eu sou a irmã mais velha. — comentei ante a fala do afeminado. Jacobi me puxava pra dentro da loja sem nem ao mesmo deixar que escolhesse o lugar — Calma mona, você tá mais animada que eu — brincava, mas sem demonstrar resistência para entrar na loja.


Diferente de outros locais, aquela loja parecia ser muito mais completa. Ao entrar na loja, fiz questão de olhar para todos os lados de forma discreta. Desejava observar todos os detalhes mais suaves, rotas de fuga para um possível roubo noturno, onde era a caixa registradora e o tamanho de seguranças que haviam ali dentro. Já na porta um homem de terno roxo, eu podia não ter muito conhecimento de psicologia, mas suas mãos inquietas haviam levantado ainda mais a "pulga da curiosidade" "Ou algo aconteceu na ilha… ou esse homem não pertence a essa loja…" o pensamento se formou, mas logo tentei dar lugar a outras coisas.

Meus amigos, calma. Vamos ter um pouco mais de sutileza no lugar — havia certa sensualidade enquanto falava — Vou deixar suas belíssimas mãos capazes escolher, minha doce Terra. — dizia sem tirar os olhos felinos da direção do vendedor com cara de bebê — O senhor disse roupas masculinas, isso e ótimo. Eu quero um par de cuturno número… 40? Jacobi acha que esse e o tamanho do Diego? — perguntei em dúvida olhando para o afeminado — E um sobretudo vermelho sangue masculino. As roupas femininas eu vou deixar com meus consultores de moda — brincava sozinha. Procurava um lugar onde pudesse me apoiar e observar a toda a loja, principalmente o homem de roxo e o vendedor — Será que os senhores podem me ajudar? Eu sou nova nessa ilha e tô com alguns problemas pra me localizar. Podem me informar onde haveria uma mercearia? Eu preciso abastecer o navio que faço parte… e também quando cheguei tinha uma belíssima embarcação bem detonada e demode — a última palavra saia com um pouco de nojo — Poderiam me dizer o que houve? Foi um ataque? Ela chegou assim na ilha?


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Saru
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Apos algum tempo pulando pelos predios eu notava que as casas se acabavam e parecia que o percurso estava no final, e sendo assim eu pararia no telhado na última casa. Parando um pouco eu notaria que o ambiente estaria meio diferente ate mesmo o cheiro era diferente.


- Onde eu vim parar? – Olharia um pouco pelo ambiente e dava para ver alguns galpoes. - Sera isto alguns armazéns? – Olharia para outro galpão que não parecia ter parede frontal e logo eu notava o interior apresentava-se limpo, via crianças e mulheres dentro e mostrava-se servir como abrigo ou algo do genero. De repente eu ouvia uma voz vindo de baixo, parecia duas crianças e uma delas parecia apontar para mim
- Eu? – dizia - O que tem eu? - Logo em seguida uma das crianças gritava perguntando meu, e parecia tentar chamar minha atenção, pois, em simultâneo, ele perguntava sobre ensinar a pular. Percebendo isso eu logo pulava para o chão, para poder interagir da melhor forma e para puder falar sem precisar gritar.


- Opa agora podem falar sem gritar. – Dizia sorrindo - Perdão me chamo Saru, e voces? – Eu meio que me inclinava um pouco para eles. - Ensinar a pular daquele jeito que fiz? Bom não tem como te ensinar a pular telhados, na tua idade e tamanho, mas penso que poderias praticas com umas caixas de cartao para começar e talvez quando fores grande consigas fazer igual eu fiz. – Ria e esperava eles responderem e depois me indireitava de volta, olhava em volta via a diferença do ambiente e logo falaria – Bom eu acho que me empolguei pulando pelos telhados, vocês sabem me dizer o que ah com este local, parece diferente da cidade e mais importante que ilha é esta?




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Subaé
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Uma viagem para conhecimento




Post - 03

Bem vindo a Shells Town

Como disse antes, Saru estava de frente para um monte de galpões em um lugar que fedia muito por conta do excesso de lixo e tralhas que estavam espalhadas por lá, entretanto as crianças não se importavam com aquela imundice, apenas olhavam com muita admiração para o acrobata que foi para perto deles em um salto.

-Oi Sr. Saru!! - Falou a irmã mais velha - Eu me chamo Tsuki, e esse aqui é o…

-EU ME CHAMO RYUMARU!! -o irmao mais novo interrompeu a irmã com um grito - MUITO PRAZER!! - e então, o garoto fez uma reverência militar igual à que os marinheiros costumam fazer.

Tsuki deu risada e afagou a cabeça de seu irmão mais novo.

-O sonho dele é…

-Deixe que eu mesmo falo o meu sonho, mana…EU VOU SER UM GRANDE CAPITÃO DA MARINHA!!

Saru advertiu as crianças de que praticar aqueles saltos nos telhados seria muito perigoso para eles, pois eram crianças. Então sugeriu que treinassem usando caixas. Os olhos de Ryumaru brilharam ao ouvir os primeiros ensinamentos de Saru.

-SIM MESTRE!!- gritou antes de sair correndo atrás de alguns caixotes que pudesse usar como base.

-Ele é muito empolgado né? - falou, Tsuki - hã? como assim, então você não sabe onde está? bom, o nome dessa ilha é Shells Town… Não é o melhor lugar do mundo, mas pelo menos temos marinheiros fortes que nos protegem dos piratas cruéis que acabaram com essa era…

-É!! - Ryumaru voltou com duas caixas velhas de madeira gasta em cima da cabeça - AQUI É A BAIXA-SHELLS! SÓ QUE NO LIMITE DA CIDADE!

-Isso mesmo, aqui é onde as pessoas pobres vivem…

Ryumaru arrumou as  caixas no chão de uma maneira que pudesse subir em uma e pular para a outra, e então começou a brincar e pular. Saru poderia notar que havia algo escrito nas caixas: “Propriedade da marinha. Não mexer.”
Dentro do PoP Model’s

Jacob e terra foram à loucura quando foram permitidos escolher o que Chloe iria levar. Recolheram tudo, inclusive o vestidinho e foram para junto da mulher. Enquanto isso, Chloe foi colher informações com o vendedor e com o segurança.

Diferente do vendedor que sempre estava sorrindo e falante, o segurança não lhe dirigiu uma só palavra. apenas a encarou com a cara fechada.
-Aquele é o Vivácia, um galeão mercante que costuma aportar aqui em shells por causa da nossa segurança militar, que é um exemplo a ser seguido no East Blue! Ouvi dizer que tentaram roubar a carga do navio mas os marinheiros impediram os ladrões em uma luta brutal! - O vendedor foi quem respondeu - Oh claro! Aqui na Média-Shells existem muitos armazéns por aqui!! Eu se indico ir no “Jari’s Food”, os preços de lá são um estouro!! HaHaHa!! Então quer dizer que vocês estão aqui de passagem, são comerciantes de que?

Chloe aproveitou para analizar a loja naquele momento. Havia apenas uma porta e não haviam janelas. Só a porta de entrada, e a caixa registradora ficava bem no fundo da loja.

Então os irmãos chegaram com um monte de roupas em mãos.

-Eu acho que esse look aqui vai combinar demaaais com você, amiga! - Terra falou ao entregar o cropped, a calça, o chapéu e os tamancos pretos - E esse vestidinho aqui vai ser um bafo de usar pra agradar o Dih!

-Ai meu deus mulheres, vocês só sabem falar desse bofe ai - Jacob falou debochando - esqueçam os rapazes um pouquinho e bora aproveitar essa tarde de princesas!!

O vendedor recolheu todas as roupas femininas que o trio escolheu, e depois pegou os coturnos e o sobretudo vermelho.

-Tudo bem…só um segundo…- Dizia enquanto observava os preços e anotava a conta -Ok, vai custar 2.5000.000 B$
Nota fiscal escreveu:
Coturno —- 200.000 B$
Sobretudo– 750.000 B$
Cropped—- 250.000 B$
Calça leg— 350.000 B$
Tamanco— 200.000 B$
Vestido—-– 100.000 B$
Chapéu—-- 650.000 B$

Total = 2.5000.000 B$

-Vai querer só isso mesmo?- o vendedor perguntou com as sacolas ainda em mãos.
Pharmacia & afins

Se tem alguem que não gosta de perder tempo, esse alguém é o Diego Kaminari. Mal chegou em Shells Town e já começou articular seu plano vigarista. Sem dar bola para o jornal recém adquirido ou para as meretrizes que clamavam por sua companhia, partiu em busca da tão desejada substância. Me pergunto o que ele pretende fazer com um estoque de nitroglicerina…

O capitão seguiu as instruções da marinheira, seguiu até a rua de trás onde encontrou uma farmácia de telhado azul
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Adentrou o local e foi logo procurando falar com o farmacéutico,

-Boa tarde meu jovem. Você já está falando com o farmacêutico. Tudo bom?

O farmacêutico era um homem velho com um belo bigode proeminente, seus olhos escondiam-se atrás das grossas lentes de seu óculos, e em seu ombro havia um filhote de gato. Mas o mais irônico era o fato dele estar fumando, mesmo estando dentro de uma farmácia.
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-Eu entendo o seu problema, garoto. Mas eu só tenho permissão para vender a matéria prima para quem tem licença - o velho parou de falar para respirar um trago de ar puro enquanto batia o cigarro no cinzeiro - e para ser sincero, não te venderia de qualquer maneira… Minha intuição está dizendo que você está escondendo algo… Mas não precisa se preocupar pois eu vendo comprimidos feitos à base de nitroglicerina. São ótimos para a saúde e não correm o risco de uma explosão indesejada!! A cartela com 5 comprimidos custa 300.000 B$, vai querer? Se preferir comprar a matéria prima, antes vai precisar de uma “licença de compra-venda” você pode conseguir facilmente isso apresentando seus motivos na prefeitura.
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Saru
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Eu teria esperado resposta inclinado e a irmã logo se apresentava, Tsuki ela ia falar o nome do irmao e o mesmo logo gritava seu nome me pegando de supresa quase dando um pulo. - Meu ouvido, não precisa gritar eu consigo te ouvir bem. - Ele fazia referência na qual eu reconhecia sendo igual à marinha, mas não falaria nada so ficava supreso, a Tsuki ela fazia cafune nele e logo falaria sobre sonho o qual do nada ele gritaria o sonho dele.


- Ohh capitão, isso é um sonho um tanto interessante, mas tu sabes que na marinha existem maneiras e uma delas "É não gritar perto das pessoas" tamos bem aqui ao pé. - Olharia para a irmã meio espantado com a empolgação dele, ele ia atras de caixotes, enquanto isso a Tsuki seguia falando “- Ele é muito empolgado né?” Na qual eu respondia - É da pra notar, anotação futura não de açúcar ou café para ele, ele não precisa, já tem empolgação a mais. - Dava um meio sorriso. Tsuki ficaria meio supresa e me questionava se eu não sabia onde eu estaria e na qual eu seguia reagindo -Bom eu me empolguei correndo por aí, achei fascinante a ilha quando cheguei e segui correndo para ver o maximo que dava.-


Ela contava sobre o nome da ilha e não só ela também contaria sobre a marinha. Ryumaru cheva com dois caixotes seguia gritando sobre que aqui era a baixa da cidade e o limite, na qual dava para notar quase me lembrava Dawn. - Hm entendi, sei bem como isso é. - Dizia olhando em volta. Ryumaru ele começaria a colocar as caixas de maneira que desse para pular de uma para a outra e eu notava um aviso da marinha nelas. - Belos caixotes, onde tu os encontraste, eles parecem bons para tu treinares, foi uma boa escolha.- Disfarçadamente me aproximava e tentaria descobrir o conteudo das caixas, afinal se a marinha diz para ninguém tocar a regra diz que eu devo olhar e ver o que é. Se fosse algo perigoso que oferecesse um perigo iminente a mim ou as crianças iria me afastar rapidamente levando as mesma comigo caso nao fosse nada de perigoso deixaria estar e mantinha os meus pensamentos sobre o conteudo para mim mesmo.
Depois olhava um pouco para os galopões e logo perguntaria - Estou curioso, qual a história deste lugar, desta ilha, esses galopões eles são abrigos tambem? – Eu esperaria alguma resposta, que provavelmente iria me surpreender com alguma coisa, pois mesmo que eu entendesse o local porque poderia me lembrar Dawn, existiram coisas diferentes.


- Entao temos a parte baixa, temos a parte alta e ali parece a marinha pela cor, na qual a estrutura dele parece bem destacável, aqueles dois edifícios são da marinha? Olhava para Ryumaru - Eii oh pequeno capitao, agora entendo seu sonho, achei aqueles predios bem legais são fascinantes as cores, mas, porque dois edificios, são coisas separadas? – Perguntava curioso porque em Dawn não eram dois edificios.



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Diego Kaminari
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A Burocracia Podia
Continuar Perdida






Que sorte a minha, não? Estava falando direto com o farmacêutico. Seria algo incrível caso ele não fosse um velho cuzão! “Ain, você tem segundas intenções!”, claro que eu tenho, mas fosse te prejudicar eu não estava querendo comprar eu so tomava de você velho escroto. Apesar destes pensamentos, guardei-me os tais, afinal não queria chamar a atenção e cortar a língua do homem não seria uma maneira discreta de lidar com a situação.


- Acredito que uma pessoa formada e intelectual como o senhor não deveria julgar as outras pelas aparências, seria muito ruim caso alguém chegasse em você e dissesse que está caquético demais para realizar seu ofício. – Diria sorrindo para o mesmo. – Espero não ser mais acusado pelo senhor, principalmente quando me faz uma vítima de seu achismo sem fundamento. – Proclamei logo me virando para a porta. – Irei conseguir a permissão, voltarei em breve senhor farmacêutico.


Bem, meu plano se alongou e não teria muitas escolhas. Iria caminhar até achar alguma placa que me indicasse o caminho para a prefeitura, caso não a encontrasse iria parar algum marinheiro ou comerciante para perguntar tal coisa. – Com licença, perdão pelo incómodo, mas poderia me ajudar e me indicar o caminho para a prefeitura?


Caso conseguisse de alguma forma chegar ao local, iria me aproximar de quem mais parecia poder me ajudar, uma secretaria ou atendente. Pegaria a fila que tivesse com toda vontade do mundo de pôr tudo a baixo, mas respirava fundo e imaginava o sucesso de meu plano para tentar me tranquilizar… BORACRACIA DE MERDA!!! Caso me fosse questionando no atendimento explicaria que buscaria a permissão para compra de nitroglicerina e se me fosse perguntado os motivos, falaria. – Sou um mercador de matérias-primas farmacêuticas além de que produzimos nossos próprios medicamentos para serem distribuídos de maneira gratuita as ilhas com pouco ou nenhum acesso a medicamentos... – Diria me emocionando. – Como é um serviço social sem lucros, produzimos nossos próprios medicamentos para diminuir os custos dos mesmos. Mas vale cada esforço... Os olhos das crianças vendo que não perderão sua mãe tão cedo... – Comecei a lacrimejar ao me forçar lembrar de momentos ruins de minha vida. – Desculpe me deixar levar por esses sentimentos... – Falaria limpando as lagrimas. – É por isso que eu preciso da permissão, este trabalho não pode parar.


Se por acaso eu não conseguisse chegar a prefeitura voltaria ao navio para então replanejar minhas ações, no entanto, se conseguisse a lisença iria voltar a maldita farmacia e tentar comprar novamente o inferno da nitroglicerina. Não se explodem mais predios como antigamente...


- Pronto senhor farmaceutico, agora o senhor se sente confiante para me vender o produto que desejo? - Falaria reprimindo toda raiva que eu conseguia.



Histórico:


Resumo da Ficha:





Objetivos
● Proeficiencia Escultura (  )

● Proeficiencia Marcenaria (  )

● Preficiencia Discurdo (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )








Última edição por Diego Kaminari em Ter 22 Mar 2022 - 15:10, editado 1 vez(es)

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