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Kenshin
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Imagem : 1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 2 XqxMi0y
Créditos : 10
KenshinDesenvolvedor
https://www.allbluerpg.com/t360-agatha-harkness https://www.allbluerpg.com/t386-prologo-frenesi-da-raposa#1165
Relembrando a primeira mensagem :

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiro Thorkell Dragnar Godheim. A qual não possui narrador definido.

_________________

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 2 J09J2lK

Denki
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Imagem : 1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 2 CunQdWd
Créditos : 00
DenkiSoldado
https://www.allbluerpg.com/t369-bartolomew#1127 https://www.allbluerpg.com/

O orgulho e a honra o precedem
E o seu nome é maior que todas as nações
Bartolomew - Post 2


Bartolomew, se deslocou e alocou-se no pátio de treinamento muito cedo, e por horas estimulou seu corpo batendo em seu próprio estômago afim de fortalecer sua parede abdominal. Manteve sua respiração em uma concentração monstruosa, inspirava ao levantar o tronco e expirava a medida em que esse mesmo tronco batia contra seu abdômen, sua face, entretanto, manteve-se normal. Não demonstrava quaisquer indícios de dor ou sofrimento, nem do trabalho isométrico de manter o tronco suspenso no ar, nem das pancadas que eram desferidas com toda a sua força. Percebeu que enquanto treinava, dois outros seres igualmente grandes, se não maiores que ele próprio, apareceram e pareceram trocar papos, como se fossem amigos, e isso se resumiria em suas atitudes mais tarde.

O Sargento daquele QG Marine se aproximava, prontamente mantive uma postura impecável de sentido. Não demorou muito para receber dispensa, depois de ver a compostura de Pippos para com seu superior, mantive olhando-o de canto de olho, com um ar de superioridade. "Ele por acaso se acha melhor que o próprio sargento? Ambicioso. Talvez Bartolomew goste disso, é bom ter companheiros que pensem alto." Observava, e quando recebi e pude voltar para uma postura mais tranquila arrumei o bigode, enrolando-o com meus dedos indicador e polegar. Era pouco menor que os outros meio-gigantes, estipulava que as nossas alturas se divergiam em pouco mais de um metro.

— Senhor Thorkell, sou Bartolomew! É um prazer conhece-lo meu caro e insubstituível companheiro de farda - com a mão direita iria cumprimenta-lo apertando firme sua mão, enquanto com a esquerda tentava enrolar o bigode com a mão esquerda, não era minha mão boa, mas provavelmente em uma tarefa tão simples, fosse tranquilo realizar. O cumprimento seria regado de muito respeito e um olhar penetrante, olhando bem ao meio de sua testa, entre um olho e o outro fixamente. Não o olharia nos olhos, como um sinal de respeito, mas da mesma forma iria focar em um ponto sensível, mostrando-me tão dominante quanto a presença do outro gigante.

     — Prazer, como disse meu nome é Bartolomew, e devo chama-lo de ... Ninguém? Você não se apresentou. -  Meu orgulho inabalável entrava em combate contra a personalidade do outro meio-gigante, olhando para ele de uma forma bem menos receptiva do que para com o seu outro compatriota. O clima de tensão criado e mantido por mim, logo foi quebrado pela maldita risada de Pippos, era hilário. — Ho Ho Ho Ho - Logo aceitei que não deveria leva-lo a sério. — Se me dão licença. Vou conversar com alguns dos ferreiros para que possam confeccionar minha arma, é um prazer conhecer os dois. Bartolomew os reconhece como iguais, e a partir de agora, são igualitariamente importantes quanto a própria vida de Barto! Defender-lhe-ei com honra e cortesia.

Viraria as costas para os rapazes, procurando pelo tal ferreiro do lugar, e se o encontrasse, diria: — Bartolomew precisa de uma clava de pedra, madeira ou ferro, bem pesada e lisa, para ataques devastadores e uma capacidade de bloqueio razoável. - No mais ficaria na posição de prancha ali, como parte do treino para aumentar minha própria resistência muscular, realizando toques no ombro, mantendo o corpo extremamente rígido e contraído, faria um treino básico enquanto esperava a arma. Depois do exercício, faria mais testes de resistência socando o próprio solo para aumentar a resistência dos meus punhos, com ambas as mãos, sequencialmente.

Quando me entregassem a arma, iria pega-la com a mão direita, balançando a clava de um lado pro outro para adequar-me ao seu peso e logo apoiá-la-ia no ombro, esperando para que todos estivessem prontos para sair dali e ir para a missão, tentaria novamente enrolar o bigode com a mão esquerda, enquanto olhava a reação dos meus colegas soldados. E se todos estivessem prontos diria: — Vamos então?




Legenda:
Falas e Links
Pensamentos


Importante:
Post: 02
Proficiências: Briga / Sobrevivência / Nado / Persuasão / Anatomia.

Qualidades: Vigor / Corpulento / Renome / Hipoalgia / Duro de Matar / Resistência a Venenos / Destemido
Defeitos: Exótico / Sob-Medida / Orgulhoso / Misericordioso / Justo / Extravagante.

Patente: Soldado
Ganhos: ~x~
Perdas: ~x~

Npcs/Players: ~x~
Ferimentos: ~x~

Missões Concluídas: ~x~
Objetivos da Aventura:
► Conseguir um machado de uma mão;
► Conhecer Gaiden, Thorkell, Drake e Pippos Vitaminado;
► Concluir 3 missões;
► Subir de Patente;
► Começar o aprendizado de Ambidestria;
► Aumentar e expandir a qualidade Renome;
Thanks Tess
Gaiden
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Imagem : ...
Créditos : 00




»» Conclusions about work ««

~ A new job right off the bat ~



~ Como queria estar chupando um pirulito ~ Pensava, quase que esboçando um semblante de perda. Minha reação ao ouvir as palavras do oficial foi apática e, por esta razão, me dei o luxo de sair para pensar... contudo, não havia realmente nada para ser pensado ~ Onde eu estou com a cabeça? Era pra eu ter aceitado logo a segunda opção ~ Matutava irredutível. O Sol, pelo menos, dado o céu completamente aberto, se mostrava em seu total resplendor - Bem, Mon cheri - Falava para a minha lupa - Acho que teremos um emprego, afinal de contas - Finalizava em uma breve risada - Shershershershersherlock!! - Dali em diante, faria o que deveria ter feito antes. Indo ao encontro do Marinheiro que tivera me proposto o acordo, logo falaria - Lord Marine, meu caro senhor. Como pode ver, este descolado civil que vos fala não serve para integrar o grupo aos moldes na corporação. O senhor me dá uma ótima notícia me dando a segunda opção. Após pensar um pouco... se pensar realmente fora necessário, cheguei à conclusão de que ser um detetive pessoal desgarrado da hierarquia estrutural da organização é o melhor para mim. Caso vossa senhora queira me testar, o que acho plenamente plausível, poderá o fazer na própria missão... ou trabalho, como prefiro chamar. Mas, de toda sorte, saiba que está evidente o meu profissionalismo a partir do momento em que demonstro ter uma lupa!! Artigo de luxo hoje em dia, cerca de 100 mil berries... maldita inflação - Terminaria o diálogo mostrando a lupa, em tom irônico, porém, de verdade. Me dirigiria assim, caso não encontrasse o referido proponente, ao marinheiro mais imponente que visse no recinto.

Ali esperaria as ordens emanadas da autoridade competente, quaisquer que fossem. Caso pedissem para seguir algum caminho, o faria. Na hipótese de ter que encontrar alguma pessoa com quem tivesse que trabalhar, o faria de tal modo - Olá, companheiro(s). Não sou da mesma laia que você(s), entretanto, adicionarei minhas perspectivas à empreitada. Pode(m) me chamar de "Detective". - Terminaria em tom de ânimo, enquanto os analisáva minuciosamente, prestando atenção em cada detalhe de seus corpos. Caso não me fosse apresentado nenhum homem ou mulher específico, logo então indagaria para qualquer responsável ali - Caso possamos, por obséquio, peço que não deixe este simplório detetive à espera. Às informações do trabalho, por favor! - Indicaria cncretamente, já me direcionando à finalidade da função. Ainda que não fosse de tamanha estranheza, ainda sim, pensaria sobre a risada que o ofical dera ao falar sobre a possibilidade de trabalho ~ Reação deveras estranha, meu caro. Quando o visse novamente, iria o investigar do pé à cabeça, tentando lembrar dos mais ínfimos detalhes em seu visual, para logo, também, entender qual era sua patente, seu estilo de combate, sua forma de andar, sua intenção, seus trejeitos e sua confiança em mim ~ Aliás, acho que esse local precisa de uma corzinha.

Ao final de tudo, me portaria de maneira ereta e curiosa, vasculhando os locais que pudesse com os olhos. Afinal, um detetive sempre está trabalhando. Caso alguém tivesse algo a falar, me colocaria a ouvir o dito de maneira atenciosa, para não perder uma palavra que fosse




1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 2 QHIbW7W
Histórico:
Post: 2
Proficiências: Disfarce - Furtividade - Arrombamento - Investigação - Lógica
Qualidades: Visão aguçada - Olfato aguçado - Audição Aguçada - Memória Fotográfica - Impassível
Defeitos: Pacifista - Sororidade (não ataca nem agride mulher) - Obcecado por mistérios e mais um que esqueci
Ganhos : -x-
Perdas: -x-
NPCs/Players:
Koji
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Imagem : 1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 2 2ee8bbb0bd647e96edf58ee7c1fa21bd
Créditos : 03
Localização : Sirarossa
KojiEstagiário
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Alvorada dos Monstrorines - 02
10:30 ~ 13:21 / Flevance


 
Bartolomew, Thorkell e Pippos

Após o longo tempo de espera de todos aqueles meio-gigantes, eles finalmente conseguiram se encontrar com um dos oficiais daquele QG. Apesar de um deles esperarem pelo Tenente, o fato do sargento ser diretamente comandado pelo "cabeça" do local passava uma confiança, respeito e cordialidade - da maioria deles, pelo menos. O péssimo comportamento de Pippos direcionado a um de seus superiores era fruto de uma mentalidade orgulhosa e confiante, acreditando ser o ser mais poderoso daquele lugar, até mesmo estava confuso, acreditando que o sargente deveria ser forte e imponente. Talvez estivesse subestimando o sargento de mais, ao invés de superestimar as missões que estavam por vir. Apesar disso, entendia o posicionamento de Smith referente a pequena bronca, e esperava um dia ser tratado com respeito também.

Vendo essa situação se desenrolar, o outro gigante de bigode apenas olhava de canto de olho com um ar de superioridade. Aparentemente, seus orgulhos, ambições e auto confiança eram maiores até mesmo que suas alturas combinadas. Juntar todos os três em apenas um lugar era uma bomba-relógio prestes a ser explodida.

Thorkell, por outro lado, parecia amenizar o comportamento de seu amigo e ir direto ao ponto com o Sgt. Smith, descobrindo assim que seriam enviados para uma missão em breve, e mais, receberiam suas armas sob medida para suas alturas avantajadas.

Ao fim da conversa com o superior, Thorkell iniciava a interação com o colega desconhecido. Um aperto de mão firme, uma encarada não direta aos olhos e uma apresentação demonstrava respeito, e até mesmo cordialidade, que apesar de não ser tão refinada no gigante mais experiente, ainda era valorizada e utilizada.

Pippos, mais uma vez, era a exceção. O soldado Vitaminado tomava a iniciativa, porém, não se apresentava para o membro de sua raça. As memórias e experiências ruins que sofreu em Elbaf ainda marcavam presença em suas ações do dia-a-dia. Isso não se mostrava muito, uma vez que gigantes e seus derivados eram raros nos dias atuais, porém, quando finalmente conhecia um - talvez - conterrâneo, imediatamente se tornava vigilante, em casos únicos se tornando um amigo, assim como Thorkell. O alvo de tal desconfiança direcionava sua fala para o homem, porém, vendo suas ações, decidia que aquilo não iria levar ninguém a lugar algum, e tentava se separar do grupo. Não conseguia, porém, uma vez que suas direções eram todas as mesmas: os ferreiros.

Chegando todos aos seus respectivos locais, os pedidos e demonstrações começavam. Pippos imediatamente chegava em um dos ferreiros, um homem grande, com corpo robusto e marcas de queimaduras por todo o braço. Várias cicatrizes profundas e calos grossos marcavam a mão do trabalhador, que aparentemente dava a vida - e talvez até seu corpo - por aquele trabalho. Sua expressão séria não era abalada com a chegada do meio-gigante, que pedia por um martelo de combate. Imediatamente, sinalizava para um tipo de equipe de ferreiros espelhados atrás de si. Uma arma maior necessitava de um time maior, e essa ideia iria agilizar, e muito, todo o processo de fabricar aquela arma massiva. Enquanto isso, como os seus colegas fizeram anteriormente, começava a praticar seu treinamento muscular, utilizando os troncos soltos pelo campo de treinamento da marinha. Não parava até sua arma estar completa.

Bartolomew, ao mesmo tempo, fazia uma descrição detalhada do que gostaria de receber, dessa vez para uma ferreira. Seu corpo suado e musculoso brilhava com a luz do sol, enquanto olhava atentamente e seriamente para o meio-gigante em sua frente. Seus braços cruzados e imponência, mesmo em frente de alguém 3 vezes mais alto que si mesma, passavam uma aparência respeitosa, aumentando a moral de seus subordinados nas suas costas. Os calos e cicatrizes, novamente, mostravam sua dedicação com o trabalho, que para si era mais que um ganha-pão. Suas mãos rapidamente sinalizaram ao final da fala daquele homem massivo, mostrando o início do trabalho.

— Bora pessoal! Quem ficar de moleza agora vai me pagar uma bebida no fim do serviço! — encorajava seus ajudantes com uma voz que, ao mesmo tempo que mostrava certa amizade, era imponente e colocava todos para trabalhar. Barto permanecia por perto, novamente treinando seus músculos e resistência. Em posição de prancha, ele contraía e praticava aquele sistema importante especialmente para ele, enquanto esperava pela sua arma.

Thorkell, por outro lado, parecia não fazer seu pedido. O ferreiro designado para ele ficava confuso, enquanto ele silenciosamente pegava uma arma similar a sua no local onde todas eram guardadas. Sua qualidade não era boa, mas também não era ruim, caso que era rapidamente explicado para o meio-gigante enquanto ele fazia seus testes e até mesmo pedia a opinião de Pippos, que era um renomado ferreiro.

— Senhor, essa arma é apenas um teste que fizemos para podermos treinar, com o objetivo de fazer uma arma boa para você. Tem certeza que quer essa aí? — na sua fala, expressão corporal e facial, não se via nenhum traço de hesitação, mesmo falando com aquele grande homem em sua frente. Seu rosto era bronzeado, e sua mão, cheia de calos. Diferentemente dos outros dois ferreiros, possuía menos pessoas na equipe, e cicatrizes em seu corpo eram raras, indicando que era um ferreiro que havia começado na profissão há pouco tempo - ou apenas se cuidava.

De uma forma ou outra, estava claro que aquele rapaz estava disposto a fazer uma arma decente para o Sr. Thorkell, e caso o mesmo pedisse, assim o profissional faria, trabalhando igualmente os seus colegas nas outras forjas ao lado.

Após - quase - todos fazerem seus pedidos, apenas espera os esperava. O som dos ferreiros trabalhando e suando ecoava pelas proximidades, enquanto o fogo das fornalhas estralava, água borbulhava e finalmente o martelo de forja cantava. Tang! Tang! Tang! O barulho parecia ser música nos ouvidos daqueles profissionais, que agiam como se estivessem em seu próprio mundo enquanto martelavam o aço e ferro das armas em pedido.

Depois de muito se ver e ouvir esse processo cansativo, ele finalmente parava. Uns mais rápidos que os outros, mas a diferença de tempo não era tão grande. À Pippos, seu martelo de guerra foi entregado em mãos, com a ajuda de todos os ferreiros do local para levantar aquele martelo massivo. À Bartolomew, o seu ferreiro entregava, igualmente o time ao seu lado, com a ajuda de seus colegas para levantar aquela clava gigante.

— A clava foi feita com essa madeira oca. Em seu interior, foi preenchido com ferro maciço e fechado. Dessa forma, seu peso aumenta junto com a destruição. — o profissional da criação explicava orgulhosamente à Barto, que pegava sua arma e a testava por ali mesmo.

Todos pareciam estar prontos para imediatamente partir para a missão, esperando apenas por uma ordem e visita do Sargento Smith.

Detective

Após o pequeno diálogo que tivera com o Sgt. Smith, Detective finalmente tomava consciência da realidade. Mesmo que aquele homem parecesse incrivelmente apressado - talvez até ansioso - para algo, não era melhor apenas aceitar a segunda opção sem hesitar o mínimo? Infelizmente, o homem não o fizera, lamentando um pouco depois.

Mesmo sob essas circuntânceas, não se deixava abalar. Como um bom detetive faz e como ele fazia como um hábito há tempos, rapidamente olhava o lugar e até mesmo o tempo fora do grande estabelecimento da marinha, "mineirando" informações.

Alguns podem dizer que uma boa mente sempre possui um traço exótico. Muitos diriam que era apenas boato, mas aqui estava ele, conversando com sua lupa agora, e até mesmo rindo sozinho. As pessoas que estavam em seu lado o olhavam com um olhar de reprovação, alguns até mesmo curiosidade - talvez fossem psicólogos ávidos para estudar aquela mente misteriosa. De qualquer forma, ele não parecia se importar. Celebrava o fato de finalmente encontrar um emprego com o objeto que, nesse ponto de sua idade e experiência, possivelmente já era familiar como um membro de seu próprio corpo.

À procura do homem que conversou anteriormente, o detetive se direcionava para aquele que parecia mais imponente no recinto, porém, ninguém o podia ajudar com as ordens. Teria que esperar diligentemente pelo Sargento, que havia desaparecido do local.

Uma, duas ou até mesmo três horas depois sua espera acabava, e para sua felicidade, Sgt. Smith voltava para o recinto. Seu rosto parecia vermelho e em sua farda parecia existir uma pequena mancha de molho, causada por um provável acidente, possivelmente em uma cozinha.

Sem demoras, Detective ia em direção daquele cavalheiro, que nesse momento não parecia tão apressado assim. Sem demoras, ele o abordava e começava a falar confiantemente.

— Ho Ho Ho! Então posso te testar em missão? Ótimo. — seu rosto que havia, por um momento, contraído seus músculos de risada após o comentário sobre o preço da lupa, rapidamente "escurecia". — Se você fizer qualquer coisa possa machucar eu e meus soldados, vou te prender sem hesitar. Esteja avisado. Ganhe minha confiança então, detetive! — a expressão medonha que fizeram no começo da frase desaparecia como se nunca tivesse existido. Ele havia deixado claro que, mesmo que tivesse o empregando, não confiava nele ainda. Tal sentimento seria ganhado com o tempo e serviço.

— Hum Hum. — pigarreava para voltar a normalidade. — Me siga, vou passar os detalhes da missão para você e meus soldados. — e assim fazia o detetive.

Bartolomew, Thorkell, Pippos e Detective

Ao chegar no campo de treinamento, a visão dos meio-gigantes treinando e praticando com suas novas armas era quase impossível de não se notar. A cada passo mais pesado, o chão tremia, e com o balançar de suas armas, o ar se deslocava.

A visão do Sgt. finalmente retornando se misturava com os sentimentos e vontades de finalmente começar aquela tão esperada missão. Thorkell e Pippos deixavam claro suas vontades de prevalecer.

O Sargento, por outro lado, parecia desapontado com outra coisa.

— Espero não ter que cobrar uma continência toda vez que eu ver os senhores, estamos entendidos? — ele dizia em alto e bom som, enquanto encarava de cabeça erguido e peito estufado cada um daqueles ali presentes. — Todos que estão na organização devem respeitar os seus superiores, e eu acima de tudo prezo por disciplina. — continuava sua frase com um pequeno suspiro no fim da sentença.

— Enfim, senhores, esse ao meu lado é meu detetive particular, que vai nos acompanhar na missão. Detective, esses são os soldados Pippos, Thorkell e Bartolomew. Ouvi dizer que o último realizou um grande ato de coragem, estou ansioso para vê-lo em batalha! — o superior falava primeiramente direcionado ao detetive, depois mudando seu foco para Bartolomew, que anteriormente ajudara a marinha em uma batalha feroz.

Sem muitas delongas, o homem explicava a missão para seus soldados e novo empregado.

— Essa manhã recebi uma notícia, que infelizmente tem ficado mais usual nos últimos meses. Um homem da nobreza foi assassinado, e seu corpo posto perto da costa da ilha. Ainda não sei sua identidade, mas uma coisa eu posso dizer: algo não está certo nessa série de assassinatos. — parava por um tempo para ver a expressão de cada um. — Como vocês devem, ou não, saber, nossa ilha está passando por um conflito interno entre os donos das minas e a nobreza que retornou para cá. Ambos querem controlar a mineração, e isso desencadeou esse conflito. — mais uma vez suspirava, mostrando que o próprio não estava tão esperançoso com o futuro do lugar. — De qualquer forma, eu não acho que os mineradores chegariam nesse ponto. Colocando os achismos pessoais de lado, tenho medo que futuramente tenha que lutar contra um exército. Eu posso ser forte, mas sou apenas um, por isso peço o apoio de vocês hoje. — agora olhava para Detective. — O cavalheiro aqui vai me ajudar a pegar o manda-chuva desses crimes, e talvez desacobertar a verdade oculta por trás de tudo isso. — finalizava, agora parecendo um pouco distante, preso em seus próprios pensamentos. Detective não jogava fora sua oportunidade, e com seus sentidos treinados, investigava todo o seu arredor, inclusive as pessoas; especialmente Smith.

— Antes de sairmos, pedi que os cozinheiros fizessem uma comida para vocês. A missão vai ser longa, e eu não quero meus guarda-costas morrendo de fome. Vamos, partiremos imediatamente após a comida. — com isso finalizava e partia para chamar alguns soldados que estavam avulsos pelo campo. Novamente, o tamanho daqueles homens era muito superior para comportá-los dentro do prédio principal, e sabendo disso, o Sgt. mandava seus subordinados pegar o almoço. A missão começaria em breve, e ao invés de estarem amedrontados, aqueles guerreiros se mostravam empolgados.

Klaus

O jovem rapaz que havia chegado na ilha há pouco tempo, rapidamente ia em busca de um novo sonho; talvez até mesmo uma nova perspectiva de vida. Ele foi sem hesitar até o QG da marinha para encontrar uma forma de fazer isso.

Diferente do que muitos poderiam ter achado primeiramente, ele não estava ali para se alistar na marinha. Falando de fatos, ele até veria isso como uma certa "heresia". Apenas queria informações, tais como, maneiras para ganhar dinheiro e se sustentar nesse lugar, que em primeira impressão, parecia triste e sem vida assim como essa cidade não possuía cores.

Visando seu objetivo, ele vai até a moça no balcão, que até o momento, parecia apática. Sem demoras, tomava iniciativa na conversa.

— Certo, cavalheiro, o que deseja? — os olhos da atendente pareciam brilhar ao ver o homem em sua frente. Seus sinais de apatia e tédio desapareciam como se nunca haviam existido. Esboçando um lindo e radiante sorriso, ela esperava por uma resposta.

— Felizmente, você tem esse tipo de liberdade por aqui sim! — ela respondia rapidamente às necessidades de Klaus, antes de voltar a falar. — Você, sendo um civil, pode ganhar um dinheiro ao capturar procurados. Mais especificamente, ganha a recompensa total deles. — com um sorriso, ela continua a falar, dessa vez quase sussurando. — Ouvi boatos que haverá uma missão em breve. Por que não tenta encontrar alguém por ali? — com uma pequena piscadela, ela elegantemente olhava para o rapaz, que agradecia pelas informações e retornava para encontrar um lugar para ficar.

Saindo daquele estabelecimento, ele começava a busca por alguma estadia. Sendo ela boa ou não, precisava de um lugar para ficar e se instalar até poder pegar suas primeiras recompensas. O jovem Klaus sonhava alto com o objetivo de fazer seu nome conhecido pelos mares, e sua jornada estava apenas começando. Tudo daqui para frente dependeria de sua diligência, e acima de tudo, coragem.


Histórico:
Thorkell:
N° de posts: 02
Ganhos:
Naginata (post - 02)
Perdas: -
Ferimentos: -
Pippos:
N° de posts: 02
Ganhos:
Martelo de combate (post - 02);
Perdas: -
Ferimentos: -
Vício: Alcoolismo [01/15]
Detective:
N° de posts: 02
Ganhos: -
Perdas: -
Ferimentos: -
Bartolomew:
N° de posts: 02
Ganhos:
Clava de madeira com o interior de ferro (post - 02)
Perdas: -
Ferimentos: -
Klaus:
N° de posts: 02
Ganhos: -
Perdas: -
Ferimentos: -

Legenda / Npc's:
Marines
Sargento Smith - Aparência
NPCs aleatórios
Barulhos

Considerações:

Marci, não encontrei em nenhum lugar falando que tu tinha encomendado a naginata, então, pra não te deixar sem nada, coloquei essa temporária. A proposta de criação dos ferreiros ainda ta de pé, então aproveita hueheuheuhe

Caso tenham uma sugestão, feedback ou algo para pedir, sabem onde me encontrar, boa aventura!

   Code by Arthur Lancaster

     
    
Pippos
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Imagem : 1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 2 UMpCLB3
Créditos : 00


1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 2 Shuuma10



1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
Era óbvio que eu queria encontrar um excepcional Ferreiro, pra falar a verdade, o melhor por ali, afinal, tinha que ser alguém digno de fazer uma deslumbrante arma que se conecte a mim, claro. Tudo bem, eu sei que nenhum desses ferreiros fará uma arma tão boa quanto eu trabalhando nela, mas eu precisava começar respeitando esse grupo exemplar que estava a dispor de pessoas qualificadas para criar nossas armas. Lógico, mais uma vez ressalto que nenhuma dessas armas seria tão boa quanto qualquer uma que eu criasse… mas tenho que ser a humilde pessoa que sempre sou... VITATATATA!

Não demorando muito para encontrar o Ferreiro mais digno de poder fabricar minha arma, ao meu ver, logo comecei a falar com ele sobre toda essa burocracia para pedir uma arma, mas eu já estava muito acostumado a trabalhar com martelos, e pedir por um de combate seria uma decisão bem pensada. Lógico que demoraria, não seria fácil fazer uma arma digna de mim, e, principalmente vindo de um único ferreiro dentre esses meros mortais, mas assim que vi que o trabalho seria feito por várias pessoas, me tranquilizei um pouco mais e fui treinar meus músculos.

Treinando meus músculos, incansavelmente, além de ter um peso bem proporcional à minha força e ao meu tamanho, claro. Por pouco eu não levantava toda essa ilha com a palma de minhas mãos, mas, humilde, como sempre, eu tinha de ser 'parecido' com esses seres comuns… VITATA. A cada momento que terminava uma série de exercícios, antes de começar a próxima, exclamava em um alto e bom tom com o imponente som de minha voz grave por ali: - Sou o super Pippão! O último herói da Terra, e quem vai salvar esse mundo de todo o mal! - Para que, posteriormente, eu pudesse dar a continuidade em outro tipo de exercício para treinar uma diferente região de meu corpo, mas em meio a essa boba reflexão, logo analisei: Até que pode ser interessante depois encontrar alguma forma de estudar sobre os músculos e qualquer fator interessando sobre um corpo… - Pensei, mas logo dei continuidade à levantar pesos e flexionar alguns músculos de meu corpo.

Agora, com muita convicção, esperava que maioria dali saberia meu nome, ou que, ao menos, saberia me chamar pelo aumentativo de meu nome, o que, para mim, era tranquilo. Até mesmo aquele bigodudo que agora saberia, firmemente, quem era o Pippão. O aumentativo, para mim, mostrava imponência e também grandiosidade, tanto referente a tamanho como em força. Mas se bem que, mesmo que me chamassem de Pippinho, eu sempre seria reconhecido pela minha impecável força, não importa como me chamassem… VITATATATA! Com esse passar de tempo treinando, já devia ter passado o tsmpp suficiente para minha barriga roncar se foma, e, partindo desse ponto, como fomos orientados, deveria haver algum refeitório para os marines, mas um impecável semideus como eu não cabia nesses recintos, então eu esperaria no campo se treinamento algum sinal de comida para sustentar meus bem acentuados músculos.

Notando qualquer tipo de sinal que envolvesse a merenda dos marinheiros ou algum alimento em grande proporção para o último Herói do North Blue, eu seguiria para comer e nutrir meu corpo. Nesse tempo, incluindo o treino e a refeição, esperava que a minha arma já estivesse pronta, mas claro que não era um trabalho fácil, pois uma arma digna de aguentar meu poderio, deveria ser muito bem trabalhada. Quando alguns homens trouxeram o imponente martelo até mim, e eu pude senti-lo em minha mão direita, consegui checar bem como seria o potencial dessa arma. Se eu tivesse feito, seria melhor, mas posso sentir que foi muito bem feita e é uma arma concentrada, tudo bem que não tem muito alcance, mas, pelo seu peso, posso notar um dano bem concentrado. - Analisei. - Muito obrigado! -

Com o martelo empunhado, e com cuidado para não acertar ninguém em minha volta, logo utilizei o impulso em um semi-giro horizontal, atingindo somente as ondas de vento que estavam ao meu redor. Hmm… girando com firmeza e imponência, já consigo sentir as leves vibrações do ar que está ao meu redor. Era uma ideia bem interessante, mas que, a longo prazo, eu poderia entender melhor e trabalhar um pouco mais com essa tensão provocada pelo impulso. Trabalhando com isso, talvez eu possa até intensificar a velocidade e a força do meu ataque. - Pensei.

Era provável que, agora, todos já estivessem prontos e 'armados' para que pudéssemos dar continuidade e verdadeiro início a nossa missão. Mas foi aí que o nosso superior, o Smith, se aproximou para instruir como seria, de fato, a missão. Mas, dessa vez, não demorei para mostrar meu respeito e exibir a continência para o sargento. Ele parecia estar apresentando um detetive com o nome de detetive?! Seu nome era muito esquisito, mas seu olhar fixo já tornava uma expectstiva bem ampla de todo o seu potencial, e para não me confundir, logo falei: - Ei, vou te chamar de detetive DT para não me confundir VITATA! - Mas, em sequência, logo avistei que todos estavam armados, e, gostando de brincar com o Thorkell, logo comecei: - Ei, mano Thork, tu pediu para eles um palito de dentes? VITATATATA! - Tirei brincadeiras, porque ele fazia questão de querer se comparar a mim, um ser divino e inigualável. Mas precisava dar uma resposta positiva ao Sargento: - Pode contar comigo, senhor! Darei todo o suporte que você precisa, e talvez até mais VITATATATA! - Terminei, tentando repassar um pouco de minha confiança para nosso superior.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 2 372dda6aec9fd171043158525df698e07833ae05_hq





Histórico:

Informações

  • Posts: 3
  • Ganhos:
    Martelo de Combate

  • Perdas:


  • Extras:


  • Ofício: (Além de impecável semideus desse mundo, claro)
    Ferreiro

Objetivos:

Meta

  • Arrumar um Martelo de Combate
  • Completar 3 missões pela Marinha e upar minha patente
  • Conhecer toda a rapaziada
  • Aprender Anatomia
  • Começar a treinar para ganhar a Qualidade Ambidestria



Personagem:


Atributos

PdV: 326

STA: 100

Força: 12 (+6 Racial) (+3 EDC) = 21 ~ Hábil ~
Destreza: 0
Acerto: 3 (+6 Racial) (+3 EDC) = 12 ~ Regular ~
Reflexo: 1 ~ Regular ~
Constituição: 4 (+6 Racial) = 10 ~ Regular ~

Agilidade: 6
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano:

Conhecimentos



Proficiências:

Engenharia Mecânica
Você sabe produzir, projetar e desenvolver projetos mecânicos.
Física
Você conhece a natureza e as suas leis, sendo capaz de realizar cálculos para prever fenômenos.
Forja
Você é capaz de moldar metais para transformá-los em armas e objetos úteis, além de conseguir reconhecer as propriedades dos metais que tem em posse.
Mineração
Você é capaz de extrair metais da natureza, com os instrumentos necessários obviamente. Além disso, conhece uma infinidade de metais e suas propriedades, podendo reconhecê-los facilmente.
Mixologia
Você é um especialista em bebidas, sendo elas alcoólicas ou não, inovadoras ou extremamente tradicionais. Você é capaz de criar e reproduzir bebidas.

Qualidades e Defeitos:

Qualidades

  • Vigor (Racial)
    Os meio-gigantes possuem uma resistência física superior, assim sendo, reduzem todas as condições negativas relacionadas à exaustão em uma categoria.

  • Corpulento (Racial)
    Os meio-gigantes possuem uma estrutura óssea e muscular superior, assim sendo, são uma raça extremamente resistente. Em termos de atributos, os meio-gigantes recebem uma redução de dano de 5%.

  • Afinidade com Haki (3 Pontos)
    Por algum razão, você tem uma facilidade natural para compreender a manipulação e o conceito de Haki, por conta disso, você pode escolher aprender o Haki do Armamento ou Haki da Observação no nível oito, aprendendo o Haki seguinte normalmente no nível dez.

  • Mestre em Haki (4 Pontos)
    Assim que você desbloquear a especialização do Haki da Observação ou do Haki do Armamento, você pode escolher seguir dois caminhos de especialização simultaneamente. Nesse caso, os efeitos narrativos se acumulam, mas os bônus de atributo concedidos não. Nessa hipótese, o melhor atributo entre os dois será considerado sempre.



Defeitos

  • Exótico (Racial)
    Você não sofre preconceito devido a sua aparência ser similar a de um ser humano comum, entretanto, você ainda é capaz de fascinar ou espantar alguns e possui um alto valor pelo seu corpo no mercado de escravos, o que é sempre um problema.

  • Sob medida (Racial)
    Você possui grande dificuldade para encontrar itens e consumir serviços que sejam apropriados para sua espécie, muitas vezes tendo que encomendar itens sob medida. Todo serviço comprado ou item consumido tem seu custo multiplicado por um valor entre quatro e dez vezes a depender da situação.

  • Compulsivo (1 Ponto)
    Eu, o incrível Pippos Vitaminado, tenho a necessidade de sempre querer me apresentar como o insano ser que, de fato, sou. O mais forte, o mais impecável e, claro, melhor ferreiro do North Blue.

  • Dependente (1 Pontos)
    Saciando minha vontade de beber, com o tempo, desenvolvi um vício e preciso ingerir qualquer tipo de bebida alcoólica para manter minha sanidade. Caso não sacie minha dependência em três páginas, começo a sentir os efeitos da abstinência, equivalente ao estado da condição Intoxicado.

  • Extravagante (1 Ponto)
    Eu, fortemente, chamo a atenção por onde quer que passo. Sou monstruosamente forte, tenho músculos incomparáveis com esses meros mortais e um peitoral bem visível e desenhado. Sim, se eu não for reconhecido, preciso me apresentar como o próximo grande herói da Terra. Eu sempre causo uma impressão difícil de esquecer, hehe. E frequentemente gosto de me apresentar.

  • Ambição (2 Pontos)
    Almejo fortemente algum dia ser reconhecido pela minha força e subindo à patente mais alta possível, dentro da marinha, afinal, quero ser reconhecido como o marinheiro mais forte destes mares!

  • Louco (2 Pontos)
    Eu, o Vitaminado Pippão, acredito ser fruto de uma vontade divina para dar um fim no mal da Terra. Algo que acreditam que não sou, tolos, mas com muita certeza eu mostrarei a esses ignorantes e todo esse mundo, para ser reconhecido como tal.




Vitaminado Pippão




Última edição por Pippos em Seg Maio 17, 2021 6:50 pm, editado 12 vez(es)

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 2 7k7RaWZ

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 2 Zx5fIGC

Narração
Pensamento
Fala

Kira
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Imagem : 1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 2 CTfWi4D
Créditos : 05





Alvorada dos Monstrorines!

A mulher parecia bastante gentil enquanto falava, e não parecia em nada se preocupar com minha pergunta, me dando até algumas dicas de onde eu poderia encontrar algo que me pudesse ser útil, ao término de suas explicações sobre minhas dúvidas, eu a agradecia e logo seguia para o quadro de missões, que aparentemente parecia ser um aberto para civis, ao analisar, buscaria por um cartaz de procurado e pegaria algum com um valor interessante, nada muito alto, mas também nada de valor baixo.

Tentava encontrar um entre três milhões e cinco milhões de berries, porém caso encontrasse um de 5 milhões, o pegaria e levaria comigo enquanto seguia para buscar por algum lugar para passar a próxima noite, que se aproximava mais e mais a cada minuto.

Guardava o cartaz em um de meus bolsos para que assim ninguém visse o mesmo em minhas mãos, afinal, o próprio procurado poderia acabar cruzando comigo em meu trajeto na busca de uma estadia, com isso feito, eu teria mais tranquilidade em seguir, sem que minha presa acabasse por fugir, e logo começaria caminhar pelas ruas, buscando por algum hotel que me parecesse mais em conta.

Caminharia o necessário e caso eu encontrasse um, o adentraria perguntando quanto ficaria a estadia naquele lugar.-Bom dia! Quanto tá ficando o aluguel de um quarto nessa espelunca? Eu olhava para a pessoa que me atendesse com um olhar um tanto arrogante, mas sem intenção, aquele era realmente o meu jeito de agir e falar em alguns momentos. Esperaria a resposta da pessoa, e caso fosse um valor aceitável, eu o pagaria, e iria até o quarto para conhecê-lo e deixar tudo organizado.

E no mesmo pé em que eu entrava, seria feita a minha saída, agradecia a pessoa de antes, buscando não parecer tão filho da puta quanto pareci antes, e assim saía do local seguindo pela cidade, analisando algumas lojas e o que poderiam vender, caso encontrasse comida, compraria uma porção e comeria, assim como algo para beber, e assim, estando alimentado e preparado, estava na hora de buscar por aquele que me faria iniciar meu nome no mundo, e além de tudo, me dar mais dinheiro para poder viver.

Pegaria o cartaz de forma sorrateira e analisaria bem o rosto estampado nele, e assim, seguia pela cidade conversando com algumas pessoas tentando buscar alguma informação útil para encontrá-lo.

Histórico:
Nome: Klaus Sunwizer
Número de Posts: 3
Ganhos:
N/A
Perdas:
N/A
NPC's:
N/A
Ferimentos:
N/A
Objetivos:
Conseguir algum dinheiro.
Encontrar alguma forma de ganhar dinheiro.
Encontrar uma local para estadia barato.

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 2 V5YJKwL

Pensamento
Fala
Extras
Blindao
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Imagem : 1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 2 QeFyscc
Créditos : 05
Localização : North Blue ~ Flevance



O Dragão Indomável


“Ora, ora. Quanta educação para um meio gigante, surpreendente de fato.” Pensava comigo após apertar a mão do novato retribuindo com a mesma força e respeito mostrados a mim. Sua presença era perceptível, ele deixava bem notável isso. Seus olhos emanavam paixão, orgulho e vigor. Havia visto muitos olhares durante minhas longas décadas, mas poucos que carregassem tamanho peso. ~ Soldado Bartolomew, um homem como você em minha equipe certamente será de grande ajuda. Falava como se a equipe fosse minha, apesar de isso não ter ficado claro. Porém, a confiança estava sempre entrelaçada em minhas palavras.

O soldado haveria falado com Pippos, bastante atrevido e zombeteiro. ~ THORORORORORO! Riria em alto som. ~ Parece que hoje não é seu dia em Vitaminado. Seria extrovertido com o soldado amenizando assim a situação entre eles, mediando o assunto. ~ Certo, certo. Gigantes tem seu orgulho, sozinhos somos fortes! Juntos imbatíveis! Não concordam? Proferia de forma persuasiva, seguida colidindo com a palma da mão em meu peitoral, frisando minhas palavras de forma máscula.

Após seguirem até o ferreiro, os soldados Pippos e Bartolomew faziam seu pedido especificando sobre o tipo de arma que desejariam e enquanto isso, testaria uma das armas do local. No entanto, o ferreiro a serviço do quartel comentava sobre ainda estar disponível a minhas ordens para criar uma Naginata especifica para mim. ~ Hum, o que você acha Saitama? Perguntaria para meu punho, ao mesmo tempo que ergueria por alguns instantes, retornaria proferir instintivamente o que mais seria agradável para mim em uma lança. ~ O melhor em uma Naginata seria o balanço de peso nela, medindo entre leveza e densidade. Não sendo muito pesada, mas contendo durabilidade em sua haste até sua lâmina. Havendo a facilidade no manuseio entre as mãos e agressividade em seu corte. O tamanho da haste pode ser até 7 metros e mais 3 de lâmina, possuindo um diâmetro circular da largura de um metro e meio. Expressaria um rosto pensativo ao longo do contexto das palavras, tentando não ser complexo na ideia da lança, mas especificando o ideal da lança que almejaria. ~ E uma bainha para a lâmina dela junto a um suporte para carrega-la.

Após efetuar meu pedido para o pequeno humano, viria sentar no chão como se fosse um buda. Cruzava os braços e lá permaneceria durante todo tempo. Enquanto descansava, parecendo estar meditando, estaria simplesmente pensando. “Seria por acaso que encontrei outros meios gigantes? Afinal, se fazia tempos que não avistava um. Hoje tenho dois a meu lado.” Matutava tais pensamentos enquanto ouviria o som do martelo ecoar a todo vapor. Antes que percebesse, acabaria adormecendo sentado mesmo.

Viria acordar quando o ferreiro terminasse o trabalho, algo quase sobre-humano, quase como se meus instintos me alertassem para abrir os olhos. ~ Hum? Já acabou, isso foi bem rápido. Havia parecido para mim pelo menos, já que, o passar do tempo adormecido era extremamente rápido; uma piscadela. ~ Vejamos o que você forjou, ferreiro. Terminaria de falar ao tempo que me ergueria e apanharia a arma ainda quente. Sentindo a essência esculpida em toda sua proporção. ~ Sim! Isso parece muito promissor. Proferia ao movimentar suavemente a Naginata, sentindo toda sua extensão. O corte no ar era bastante fácil de realizar, mostrando o duro trabalho do forjador. ~ Seu trabalho é muito bom. Quando eu criar meu reino, venha me visitar, lhe encarregarei de incontáveis trabalhos. Thororororororo! Terminava de falar mostrando satisfação pelo serviço do humano. Apesar de que talvez ele não entendesse minhas palavras, por hora.

Para criar o reino que havia em mente isso viria demorar. Demandaria tempo, esforço, alianças e dinheiro, muito dinheiro. Porém, para facilitar tudo isso seria necessário influencia, e para tal, haveria adentrado na marinha para conquistar fama e respeito. “Um homem deve empunhar seu desejo, enquanto houver folego em seu peito.” Era uma frase que carregava comigo a um bom tempo. O significado por trás dela realmente era extraordinário, não era a toa que o criador desse ditado não era ninguém menos que... um dos gigantes primordiais, segundo as histórias que haveria lido a muitas décadas atrás. Mas deixamos de lado essa história por enquanto, pois, o sargento haveria retornado para o campo de treinamento.

~ Certo, certo Sargento. Mas espero que entenda, se todas as vezes que viermos a bater continência para você, vamos acabar danificando as estruturas do quartel, o senhor não concorda comigo? Proferia de forma lógica e persuasiva, até mesmo um pouco egocêntrica devo dizer. Afinal de contas, eu possuía razão. Não estava tentando ludibria-lo, não fazia parte do meu perfil. Entretanto, viria me impor para expressar o motivo de não seguirmos as regras do quartel tão correto como os outros. Aceitando-o ou não, os gigantes eram especiais.

O sargento marinheiro apresentava um outro humano ao lado dele, só então fintaria o jovem rapaz. Não trajava vestes da marinha, então logo conclui de que não era um soldado novato. ~ E aí garoto, pronto para uma aventura? Thorororo! Gesticularia com a mão acenando para o humano, expressando um sorriso bastante peculiar. Logo em seguida, movimentaria a lança para deixa-la acoplada em minhas costas. “Vai ter que carregar minha Naginata, Atlas.” Pensaria comigo mesmo, apesar de não ser o momento mais propicio para tais devaneios.

O sargento se referia a Bartolomew, frisando sobre a reputação devido algum ato de bravura do soldado. Pelo visto eu estava certo quanto ao espirito do rapaz. ~ Ora, ora! Pelo visto temos um homem experiente aqui além de mim, já que o soldado Vitaminado é um recém nascido. Kekekekeke! Falaria de forma extrovertida mexendo com os soldados. Apesar de ter conhecido Bartomolew recentemente, esperava que o homem não se importasse com tal gracejo.

Durante o tempo que o sargento viria explicar a nossa missão, frisando certa importância pela morte de um nobre, típica coisa que parece ter muita relevância em toda parte que eu vá, continuaria ouvindo atentamente. Sinceramente, não havia entendido o motivo da morte do nobre ter algo de errado. Uma morte é uma morte, qual ponto que muda aqui? O assassino, isso é logico. Mas porque esse drama todo? Talvez algo estivesse sendo acobertado, pelo menos era isso que meus instintos e músculos estremeciam junto ao meu pensamento. Por hora, irei alimentar este abençoado corpo esculpido através das décadas, pensar demais só faria eu perder peso, Thorororo.
Após seguir até o refeitório, permanecendo fora dele, apesar de não gostar de tal situação já estava acostumado.

~ Uma comida antes de um serviço sempre é bem-vinda. Diria ansioso pela refeição, não recusando nada que me fosse disponibilizado. Seja carne, legumes ou verduras, tudo seria mastigado, engolido e apreciado. “O que a terra oferece, deve-se ser consumido como forma de agradecimento.” Pensava comigo enquanto a boca estaria cheia, junto das mãos e os olhos já visando os próximos a serem abatidos, me refiro a comida é claro. Apesar de minha linhagem ser da realeza e ninguém saber de tal fato, meus modos não faziam jus a minha descendência.

Após a refeição, sentindo a energia percorrer todas as fibras musculares, unificando a uma sensação de estomago cheio, perceberia Pippos vir falar comigo de forma extrovertida como sempre. ~ Thorororo claro. Testarei ela lhe empalando vivo, o que acha? Kekekeke. Após ouvir as ordens do sargento, viria então enfim, seguir junto dele e de todos até o local. Caso ele não fosse junto, ouviria o nome do local em Flevance e caminharia até lá.





  • Posts: 03
  • Ganhos: Naginata;
  • Perdas: ~x~
  • Players/NPCs: Pippos Vitaminado;
    Bartomolew;
  • Localização: Flevance ~ North Blue



PdV: 360 +21%= 435
STA: 100

Força: 12 [+6 Raça] [+3Edc]= 21
Destreza: 0
Acerto: 1  [+6 Raça] [+3Edc]= 10
Reflexo: 1
Constituição: 6 [+6 Raça]= 12

Agilidade: 5
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 5

Qualidades:

VigorOs meio-gigantes possuem uma resistência física superior, assim sendo, reduzem todas as condições negativas relacionadas à exaustão em uma categoria.

CorpulentoOs meio-gigantes possuem uma estrutura óssea e muscular superior, assim sendo, são uma raça extremamente resistente. Em termos de atributos, os meio-gigantes recebem uma redução de dano de 5%.

IntuitivoVocê possui uma intuição forte e quase sobrenatural, praticamente um sexto sentido que pode lhe salvar de algumas enrascadas.

HipofalgiaVocê tem uma tolerância alta a dor, essa qualidade não o torna incapaz de sentir dor, mas o torna extremamente capaz de resistir a ela. Em situações onde outras pessoas simplesmente desmaiariam, você é capaz de resistir. Essa qualidade não o torna de qualquer forma resistente aos danos, no entanto você se torna capaz de aguentar muito bem a dor e pode passar a idéia de ser muito mais resistente do que verdadeiramente é. Em termos mecânicos, você não reduz de forma alguma o dano que recebe.

Duro de matarVocê continua consciente mesmo ao atingir uma porcentagem negativa de PdV, entretanto, ainda morrerá normalmente ao alcançar -21% de seus PdV.

DestemidoVocê tem uma coragem distinta e não se deixa abalar diante de grandes desafios ou provações, mesmo que tudo esteja contra você e as condições não sejam favoráveis você ainda é capaz de enfrentar seus desafios de cabeça erguida, sem se sentir intimidado. Em termos mecânicos, a aplicação da condição amedrontado em você sempre é reduzida em uma categoria.

Defeitos:

ExóticoVocê não sofre preconceito devido a sua aparência ser similar a de um ser humano comum, entretanto, você ainda é capaz de fascinar ou espantar alguns e possui um alto valor pelo seu corpo no mercado de escravos, o que é sempre um problema.

Sob medidaVocê possui grande dificuldade para encontrar itens e consumir serviços que sejam apropriados para sua espécie, muitas vezes tendo que encomendar itens sob medida. Todo serviço comprado ou item consumido tem seu custo multiplicado por um valor entre quatro e dez vezes a depender da situação.

AmbiçãoThorkell tem como objetivo final criar um novo reino digno para ele e seus seguidores; um reino justo e imaculado. Um império para honrar as lendas dos gigantes primordiais, cravando seu nome na história. Mas para fazer isso ele sabe que dinheiro, Status e pessoas confiáveis são necessários.

LoucoThorkell acredita que sua linhagem ancestral provém dos gigantes Primordiais; os primeiros da raça e que sua força e espirito foram abençoados pelos seus ancestrais

DeligenteThorkell entende que para conseguir atingir sua ambição, antes de tudo, será necessário que seu nome ecoe por todos os mares, adquirindo assim mérito e fama. Exatamente por isso ele decidiu adentrar para a marinha para conquistar respeito, dinheiro, Status e autoridade.

ExtravaganteThorkell tem hábito de falar com seus músculos, seja por qualquer razão, como forma de expressar quando estiver pensativo, ou mostrar sua masculinidade. A origem desse hábito veio como forma de homenagear as batalhas mais árduas que ele já enfrentou. Poucos foram os que obtiveram tal privilégio por parte de Thorkell e ele ainda mantém esse costume.
• Peitoral - Pride.
• Bíceps direito - Smash.
• Bíceps Esquerdo - Baki.
• Dorsal - Atlas.
• Punho direito - Saitama.
• Punho esquerdo - Greedy.

BrigaCotoveladas, cabeçadas, garrafadas, mordidas e dedo no olho. Você faz os movimentos necessários para sobreviver e derrotar o inimigo, sem se importar com estilos ou movimentos rebuscados.

SobrevivênciaVocê é capaz de encontrar água, comida e abrigo em ambientes hostis, se existentes.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

NadoVocê domina diversos estilos de natação e é capaz de controlar sua respiração com maestria para não perder o fôlego.

PersuasãoVocê é capaz de convencer os outros através de argumentos lógicos e racionais, ao contrário de lábia, os efeitos de persuasão são duradouros.

Profissão:
Ofício ~x~

Bônus: ~x~



Arma:Descrição: ~x~
Tipo da Arma: ??
Qualidade: ??
Durabilidade: ??
Dano: ??
Estado: ??


Última edição por Blindao em Seg Maio 17, 2021 2:00 pm, editado 5 vez(es)

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 2 SNb8dAV
Denki
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Imagem : 1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 2 CunQdWd
Créditos : 00
DenkiSoldado
https://www.allbluerpg.com/t369-bartolomew#1127 https://www.allbluerpg.com/

O orgulho e a honra o precedem
E o seu nome é maior que todas as nações
Bartolomew - Post 3


Demorou um tempo e logo algumas pessoas vinham entregar minha arma, agradeceria a dona daquele minucioso projeto, curvando-me com o braço esquerdo no peitoral e outra mão em cortesia: - Muito obrigado, pelo ótimo trabalho e comprometimento. Bartolomew irá fazer bom proveito dela, mademoiselle. - Logo que peguei, pude sentir o peso da arma. Era realmente muito pesada, seu preenchimento com metal deixava a clava com golpes bem mais precisos e potentes. A empunhadura de madeira, tornava o balanço da arma excepcional e a resistência, pela madeira em combinação com o metal, tornava perfeita para bloqueios e defesa. A ferreira com certeza fez um ótimo trabalho com aquela arma.

- Ow ... Desculpe senhor, Bartolomew pede por perdão. - A medida em que o sargento chegava esquecia de prestar continência, e faze-lo agora seria uma falta de respeito sem tamanho. Com isso, tentei ficar a minha arma no chão, soltando todo o seu peso sobre o solo do local, com o peso, esperava que a terra tremesse em uma demonstração de poder. - Barto despir-se-á de toda o luxo, e cordialmente, fará quantas flexões for necessário. - Dito isso, iria prontamente colocar-me em disposição de prancha preparando-me para pagar as flexões, até que o sargento liberasse da minha punição. O movimento era uniforme, travava as escápulas em todo o movimento, encaixando o quadril da mesma forma que o glútil em uma posição que beirava a perfeição. O deslocamento de ar decorrente da quantidade de massa que tinha, provavelmente faria bolsões de ar enquanto meu corpo colava ao solo e se erguia novamente, provavelmente, até conseguiria balançar o solo do local, em movimentos poderosos.

Quando fosse liberado, agradeceria em cordialidade e honra para com o meu superior: - Obrigado Senhor, farei questão de retribuir e fazer a frente desse grupo! Nenhum ataque irá passar, enquanto Bartolomew estiver de pé, isso eu consigo garantir. - Pegava novamente minha clava apoiando-me nela, esperando o almoço apoiado e quieto para que pudesse escorrer e secar todo o suor. Quando o alimento chegasse iria alimentar-me com força, comendo tudo o que me fora oferecido até que acabasse. Após isso, sentaria-me em algum lugar do campo de treinamento, esperando com que fosse dado o Start para a missão, falando em alto tom: - Starto! Ho Ho Ho!. -



Legenda:
Falas e Links
Pensamentos


Importante:
Post: 03
Proficiências: Briga / Sobrevivência / Nado / Persuasão / Anatomia.

Qualidades: Vigor / Corpulento / Renome / Hipoalgia / Duro de Matar / Resistência a Venenos / Destemido
Defeitos: Exótico / Sob-Medida / Orgulhoso / Misericordioso / Justo / Extravagante.

Patente: Soldado
Ganhos: ~x~
Perdas: ~x~

Npcs/Players: ~x~
Ferimentos: ~x~

Missões Concluídas: ~x~
Objetivos da Aventura:
► Conseguir um machado de uma mão;
► Conhecer Gaiden, Thorkell, Drake e Pippos Vitaminado;
► Concluir 3 missões;
► Subir de Patente;
► Começar o aprendizado de Ambidestria;
► Aumentar e expandir a qualidade Renome;
Thanks Tess

Gaiden
Ver perfil do usuário
Imagem : ...
Créditos : 00




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~ Los hombres de la ley  ~



A espera era algo desconfortável, há de se convir, entretanto, desocupado do jeito que estava, não via ali problema em passar um pouco mais de tempo comigo mesmo. A vida já fora tão corrida e, velho como estava, apesar de não demonstrar em aparência, já sentia o peso da idade em meus ombros, cansados, mas ainda vigorosos. O sargento chegava e logo então toda a conversa ocorria. Sua feição, de cuidado e intimidação, era algo que, em minha perspectiva, se via usual para alguém que detinha tamanha responsabilidade - Sim, senhor - O respondia, já seguindo à diligência. O que via dali em diante era de um fascínio indescritível ~ Gigantes!! ~ Pensava, aturdido, ainda que aparentemente fleumático. Criaturas como aquelas não eram comuns nas ilhas do norte, o que me causava, obviamente, um certo ânimo. O mistério sempre se mostrava nas mais graves inequações. Aquele momento, como percebido, era decerto uma destas. Ouvindo a réplica do ruivo para comigo, só conseguia abaixar a cabeça em concordância, em sinal de apreço pela boa recepção. Vira que, apesar de aparentemente desconexos de certa noção de força e capacidade, dada a aura pertubadoramente pabulosa, ainda se denotava ali um determinado respeito à hierarquia, o que, confortantemente, me dava uma alívio, visto que com eles que manteria relações de trabalho.

O ruivo e o moreno eram parecidos, ambos realmente grandes, do mesmo tamanho, com uma massa corporal relativamente similar e cabelos sedosos. O terceiro, já mais baixo, entretanto, aparentando ser ainda mais robusto, detinha um bigode que, dada a magnitude, era digno de respeito. Eu chegara ali num momento de produção de endorfina, ou seja, deveriam estar alegres, ou, ao menos, cansados. O próximo passo seria um banquete ~ Eu precisava disso ~ Matutava em regozijo. Contudo, antes do sargento partir, necessitava eu fazer algumas petições - Senhor! Por favor, antes de ir. Queria pedir-lhe para apressar algumas informações... uma planilha ou pasta, talvez. - Pausava, em uma breve leitura da reação da autoridade - Se pudesse me enviar um secretário(a) com alguns nomes, digo, os mais relevantes para o caso, como também alguns relatórios sobre o contexto da situação, o local do assassinato, etc. Seria de prestreza magnífica para o trabalho. - Findaria a fala, o deixando pensar sobre o requerido.

No jantar, me portaria atônito, posto a pensar. O corpo fora encontrado, sabe-se que o defunto, ainda que desprovido de nome, detém (ou detinha, para adequações temporais) o status de nobre ~ Duas opções: 1) A informação é muito fresca, ainda não tiveram tempo de vasculhar o nome do indivíduo, mas por algo em sua posse logo entenderam sua natureza abastada; 2) O alvo fora desfigurado, rosto irreconhecível, não conseguiram, ainda a este tempo, alguma forma para efetivamente destinguí-lo, apesar de algum instrumento em sua posse vender a ideia de que era um nobre ~ Refletia, analisando as minúcias. Minha mente apostava na primeira hipótese, dado o fato de que a fala do capitão não dera, a priori, o entendimento de tamanha gravidade, que estaria, obviamente, incrustrada no segundo cenário ~ Ele falou que não achava possível serem os mineradores os responsáveis - Shershersher... - Ria baixinho, enquanto a mirar a refeição, na realização da inocência do marinheiro. Minha jornada, longa e repleta de reviravoltas, me dera uma vasta experiência. Sempre soube que as coisas mais claras eram, geralmente, as erradas, como também adquiri, de rebote, a tendência de duvidar dos sujeitos mais induvidáveis.

Bem... - Começaria em bom tom, me dirigindo aos olhos dos gigantes - Pessoal!! Como já devem perceber, não sou marinheiro - Pausava à espera da atenção alheia - Logo, há de se inferir, e muito corretamente, caso o façam, que não estou dentro de qualquer ordem hierárquica, assim como de qualquer nivelamento grupal de autoridade ou de qualquer outro tipo de status de subordinação. Dito isso, espero que trabalhemos da forma mais equitativa, equilibrada, isonômica, balanceada, comedida e moderada possível... independente de nosso tamanho - Parava brevemente, em tom levemente risonho - Dito isso, deixo como sugestão irmos inicialmente para o local do assassinato, já que todas as investigações começam no cenário do ilícito cometido... - Terminaria em semblante de cordialidade, buscando o apreço dos seres ali presentes.

Independente da decisão grupal, eu sabia que minha próxima parada deveria ser o local do assassinato. Caso não aceitassem a proposta, iria logo então partir para tal lugar, mesmo que sozinho. Todavia, a hipótese anterior só poderia se lograr com as informações passadas por Smith ou pelo eventual secretário ou secretária que viesse. Se nada do que pedi fosse realizado, faria questão de agir proativamente e perguntar para qualquer pessoa - Ei, você ouviu algo sobre esse assassinato de que estão falando? - Fosse marinheiro ou não. Na rua ou no quartel. No caso das informações chegarem, eu daria meus agradecimentos e já começaria a folheá-las ou escutá-las, sendo por qualquer que fosse o canal de comunicação.




1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 2 QHIbW7W
Histórico:
Post: 3
Proficiências: Disfarce - Furtividade - Arrombamento - Investigação - Lógica
Qualidades: Visão aguçada - Olfato aguçado - Audição Aguçada - Memória Fotográfica - Impassível
Defeitos: Pacifista - Sororidade (não ataca nem agride mulher) - Obcecado por mistérios e Misericordioso
Ganhos : -x-
Perdas: -x-
NPCs/Players:
Koji
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Créditos : 03
Localização : Sirarossa
KojiEstagiário
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Alvorada dos Monstrorines - 03
13:21 ~ 16:47 / Flevance


 
Bartolomew, Thorkell, Pippos e Detective

Thorkell, que ainda não havia feito um pedido de arma, não hesitou em fazê-lo assim que soube que a proposta ainda estava de pé. Suas especificações para a Naginata se mostravam exatas e precisas, como se ele fosse um mestre na arma. Sem demoras, o ferreiro tratou de fazer as anotações para não errar em nada, começando o serviço talvez um pouco mais atrasado, mas sem muitas delongas. A arma era então entregue diretamente para Sr. Thorkell, que ficava encantado com o serviço produzido pelo jovem ferreiro. Ainda em suas ambições de ter um reino, tratou de chamar o profissional para visitar algum dia, uma vez que seu potencial era promissor.

Pippão, por outro lado, mostrava sua força para todos aqueles que estavam no campo de treinamento. Com os troncos de madeira, ele levantava aqueles pesos como se não fosse muita coisa, e gritava frases que o exaltavam. Como queria, todos os soldados do recinto passaram a conhecer o super Pippão, porém, alguns até chegavam ao ponto de chamarem o homem de louco, enquanto faziam a cara de interrogação mais sincera já vista.

Após a encomenda de suas armas e as sessões de treinos - e soneca - dos meio-gigantes, Sargento Smith finalmente se mostrava, trazendo as informações da missão e um humano um tanto quanto diferenciado. Trazia consigo, ainda, a comida. A alimentação era importante para um soldado na ativa, principalmente se esse soldado possui de cinco a sete metros de altura e um corpo tonificado.

Nesse contexto de encontros, as primeiras interações entre os grupos começava. Detective ficava particularmente mesmerizado com a presença daqueles seres massivos em sua frente, enquanto era tratado cordialmente por um deles. Pippos, por outro lado, nem ao menos se identificava, apenas anunciava como iria tratar aquele senhor. Bartolomew, como se estivesse alheio a essa situação, prontamente se desculpava com o sargento pela falta de continência, e se colocava em posição de exercício como forma de punição.

— Descansar, soldado! — falava ele após a 25.ª flexão. Mais uma vez Barto falava, e recebia um aceno com a cabeça de Smith em aprovação.

Para sua surpresa, era agora Thorkell que abria sua boca.

— Aprenda a controlar sua força! Eu tenho certeza que você consegue fazer isso, não é soldado? — ele respondia meio rispidamente enquanto lançava um olhar de reprovação.

Quebrando um pouco da situação anti-climática, Detective aborda Smith e faz alguns pedidos que julgava necessários para o bom desenrolar dessa investigação.

— Certo, farei questão de pedir que alguém vá com essas informações prontas para o senhor. Já até tenho alguém em mente. — terminava a frase de modo pensativo, mas não se prendendo muito nessas questões.

Sem muitas delongas, todos eles iam degustar de seus respectivos almoços. Dispostos pelo campo de treinamento, os alimentos cozinhados eram em grande parte carnes dos mais variados tipos, saladas e até mesmo sucos. A mesa era colorida de início, e quanto mais tempo passava, mais essa cor ia se esvaindo conforme cada um pegava seu prato. Ninguém ficava de fora, e logo a comida se acabava. Enquanto comiam, Detective não podia deixar de pensar nesse crime. Organizando as informações já contidas em sua mente, chegava à conclusão de que a notícia era fresca, porém, por algum fator - como um pertence - o haviam identificado como nobrezia. Os outros soldados, por outro lado, estavam animados para a missão, e vendo isso, Smith logo os convoca para a mesma, seguido por uma introdução mais formal feita pelo próprio detetive.

— Certo homens, vamos partir agora. — ele falava alto, demonstrando sua autoridade e imponência.

~X~

Após algum tempo de caminhada, alguns olhos de estranheza e outros de admiração, voltados, é claro, para os meio-gigantes, a trupe finalmente chegava em seu destino. A orla de Flevance, onde estava o corpo. Parecia mais calma do que nunca, apesar da cena mórbida que podia-se ver. Aparentemente, a população havia se acostumado com esse tipo de coisa desde a chegada das antigas famílias abastadas que comandavam os serviços de mineração em tempos mais remotos.

Ao redor do corpo, que estava de bruços coberto por uma manta branca em certas partes ensanguentada, havia algumas autoridades analisando a situação minuciosamente, mas todos aparentavam ter a mesma expressão: uma mistura de dúvida, espanto e até mesmo medo. No chão em que o corpo descansava, uma poça de sangue era vista cobrindo grande parte do solo, restringindo o caminhar perto do corpo - se você não quisesse sujar suas botas, é claro. Ainda ao redor deles, uma faixa amarela parecia conter alguns olhos curiosos que passavam constantemente pelo local, mas logo continuavam com suas vidas tristes e sem cor.

As autoridades que estavam no local logo notaram a chegada do Sgt. Smith e seus soldados, não hesitando em se aproximar e prestar a continência.

— Descansar. Me passem as informações que vocês tem até agora. — ele rapidamente pedia enquanto ajustava seu quepe. — A Lara já chegou? — acrescentava.

— Não senhor, mas ela estará aqui em breve. Quanto às informações, pudemos descobrir sua identidade, mas nada melhor que isso... — reportava cabisbaixo por conta das más notícias. — Se trata de Thales Johannes, o primogênito da família Johannes e herdeiro dos negócios de seu pai. — continuava após a pequena má notícia.

O Sargento parecia pensativo após o pequeno pedaço de informação.

— Algo mais? — questionava esperançoso.

— Colhemos um depoimento de uma testemunha ocular do prédio afrente. — o soldado apontava para um pequeno prédio de no máximo três andares. Sua aparência não era das melhores, porém, isso servia como um lugar perfeito para testemunhar um crime. — A senhora disse exatamente assim: "Um homem alto, com três parceiros mascarados, apareceu por volta das três da manhã carregando um corpo que parecia estar desacordado. O corpo foi posto no chão, porém não sei o que houve depois, fiquei com muito medo para olhar o resto." — Terminava de ler o pedaço de papel que puxara de seu bolso.

— Estive esperando os senhores chegar aqui, então não realizamos uma coleta no corpo da vítima, nem uma investigação mais a fundo. Sinceramente, essa situação não é boa. — o soldado mais uma vez se mostrava cabisbaixo com o desenrolar de tudo aquilo.

— Ótimo. Vou deixar meu detetivo particular cuidar dessa parte aqui. — terminando sua fala, virava para os meio-gigantes em suas costas. — Vocês, peço que chequem cada parte desse perímetro para ver se encontramos algum inimigo. Eu tenho um sentimento ruim sobre tudo isso. — comandava o sargento, seguido por um comentário desconfortável. Nesse momento, a rua parecia ficar vazia, enquanto um vento forte batia contra os rostos de cada um presente no lugar. Junto com essa ventania, nuvens começavam a cobrir o Sol que brilhava elegantemente no céu vespertino.

— Soldado Carrie, pode voltar ao QG junto com seus colegas, deixe que eu assumo por aqui. Se vir Lara, apresse-a. — dispensava os soldados que haviam reportado a situação.

Nesse clima subitamente obscuro se iniciava a missão daqueles soldados. O Sargento parecia preocupado enquanto tratava de acompanhar Detective em sua missão de analisar a cena do crime que fora perfeitamente limpa pelos crimosos. Se encontrassem inimigos ou não, apenas o tempo diria, porém, uma coisa é certa: todos ali estavam dispostos a acabar com qualquer um que tentasse impedir as ações de seus colegas ou de Smith.

Klaus

Klaus havia feito o pedido para a jovem atendente, que conversou com ele de modo extremamente gentil. Não se importando em passar certas informações, ela ajudara o jovem que acabava de chegar em Flevance em muitas maneiras. Ele, sem perder essa oportunidade, logo pega um cartaz de procurado para iniciar sua caçada. Estampada em sua face, se via o nome do criminoso, e em baixo, sua recompensa: 4.000.000 de Berries. Se tratava de Devon Ordin, o qual Klaus não possuía muita informação se não seu rosto judiado pelo tempo, exibindo uma enorme cicatriz e seus cabelos perto do grisalho.

Escondendo o pedaço de papel e saindo daquele QG, ele imediatamente procurava por um estabelecimento para se acomodar. Andando pelas ruas da cidade, ele podia perceber uma certa agitação da população, quase perdendo a suposta estalagem de vista. Ela se encontrava entre duas lojas, uma de armas e outra de comidas. Sua aparência deixava - e muito - a desejar. O letreiro que deveria dizer "Merigu's", agora faltava um "S", além da porta de entrada extremamente desgastada pelo tempo. Em algumas janelas dos quartos, podia-se ver pequenos buracos de bala, cerca de três ao total, levando à dúvida sobre o que ocorrera para chegar nesse ponto.

Adentrando o estabelecimento, as coisas não pareciam muito melhores também. Nos cantos das paredes desbotadas e desgastadas, se viam várias teias de aranha, sendo impossível de contabilizar todas presentes apenas naquele ponto. O chão se via extremamente rachado e sujo, como se uma manutenção ou limpeza não tenha sido feita há anos. Logo na sua frente, um senhor parecia roncar enquanto se deleitava nos sonhos, apenas para acordar para a realidade assim que o jovem Klaus o abordava.

— Certo, certo. Deixe-me ver. 150.000 para ficar uma semana, senhor. — com uma cara de desgosto, mesmo recebendo um cliente, o senhor voltava para seu sono após receber o pagamento.

Klaus, após arrogantemente "dialogar" com o idoso, subia as escadas para seu quarto. As escadas rangiam cada passo que o rapaz dava, enquanto a visão do primeiro andar se tornava cada vez mais preocupante. Adentrando em seu quarto, podia-se ver logo de cara uma janela que mostrava o lado de fora da rua, ao lado, uma cama de solteiro um tanto quanto baixa e desgastada. O colchão estava rasgado, liberando um pouco da espuma presente dentro do objeto. Deixando suas coisas para trás e descendo, Sunwizer agradecia o homem de antes, mas sem sucesso, já que o homem já estava adormecido novamente.

Logo ao sair, entrava no restaurante ao lado, que contrário à estalagem que estava, parecia de certa forma mais "arrumado". A porção de comida e a bebida lhe custara cerca de 70.000 berries, e logo ao sair do lugar de alimentação, iniciava sua aventura em busca do criminoso, e acima de tudo, dinheiro.

Depois de algumas conversas com os cidadãos agitados, não conseguia nenhuma informação sobre o homem procurado, porém, viera a ter conhecimento sobre um assassinato que ocorrera na Orla, alguns quilômetros de seu local atual.


Informações sobre a investigação:
Vítima(s): Thales Johannes
Suspeitos: ???
Local do crime: Orla de Flevance
Arma do crime: ???
Constatação de testemunhas oculares: "Um homem alto, com três parceiros mascarados, apareceu por volta das três da manhã carregando um corpo que parecia estar desacordado. O corpo foi posto no chão, porém não sei o que houve depois, fiquei com muito medo para olhar o resto."

Histórico:
Thorkell:
N° de posts: 03
Ganhos:
- Naginata (post - 03)
Perdas: -
Ferimentos: -
Pippos:
N° de posts: 03
Ganhos:
- Martelo de combate (post - 02);
Perdas: -
Ferimentos: -
Vício: Alcoolismo [02/15]
Detective:
N° de posts: 03
Ganhos: -
Perdas: -
Ferimentos: -
Bartolomew:
N° de posts: 03
Ganhos:
- Clava de madeira com o interior de ferro (post - 02)
Perdas: -
Ferimentos: -
Klaus:
N° de posts: 03
Ganhos: -
Perdas:
- 150.000 Berries (post 03 - estalagem)
- 70.000 Berries (post 03 - comida)
Ferimentos: -

Legenda / Npc's:
Marines
Sargento Smith - Aparência
NPCs aleatórios
Barulhos

Considerações:

~X~
Caso tenham uma sugestão, feedback ou algo para pedir, sabem onde me encontrar, boa aventura!

   Code by Arthur Lancaster

     
    

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 2 9uIPM5X


"Assume the position to get down on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 2 Jpu3OmR
Pippos
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Créditos : 00




1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 2 Shuuma10

Iniciar da missão…
Vamos nos separar e encontrar pistas!


1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
Finalmente estávamos todos prontos e preparados, quando o Sargente nos apresentou, cordialmente, o npsso amigo DT. Ele parecia ser um senhor muito inteligente, e, sem dúvidas, bem informado das coisas. Enquanto começava a ouvi-lo falar, até coloquei a mão no queixo para me concentrar em suas palavras, pois ele usava expressões bem intelectuais e, às vezes, até soltava algumas que eu sequer conhecia muito bem. - Ow - Chamei a atenção do Thorkell, cutucando seu braço: - Esse DT fala muito engraçado VITATATATA! - Sussurrei para ele. Mas era bem provável que minha imponente voz ou até mesmo a minha gargalhada chamasse um pouco a atenção no momento, mas caso acontecesse. Pediria desculpas e voltaria a dar foco no que estivesse sendo apresentado.

Mas prestando atenção na sequência da conversa, pude ver o Thork tomando uma bronca por besteira, segurei meu riso, mas, qualquer um que olhasse para o meu rosto, poderia ver que eu já parecia estar me estourando com uma vontade de rir presa em meu feitio. Mas, ao sentir que estava muito visível, procuraria me acalmar e respirar fundo para controlar essa vontade. Encerrando essa primeira conversa, fomos direcionados a ter uma pausa para comer e descansar um pouco. Perfeito, não é? Acho que esses mortais ficaram sabendo que eu precisava ter meu satisfatório descanso de herói depois de comer. Ótimo. Teve até soldados que tiraram um cochilo nesse tempo, VITATATA! Dormir eu não precisaria, apenas descansar um pouco meus tão tonificados músculos, e, era bem provável que, eu não conseguiria dormir com tanta empolgação em partir na minha primeira missão. Era esta em que eu começaria a ser reconhecido como o super Pippão, mais forte marine do North Blue! Pode ter certeza.

Depois do tão esperado descanso, estávamos todos armados e no aguardo do Sargento, mas assim que ele chegou, logo estávamos prontos para sair, mas, antes disso, eu precisava falar algo antes para todo o grupo: - Então, homens, é um prazer estar hoje junto a vocês. Mas antes de sair, preciso informá-los, para quem ainda não sabe… eu me chamo Pippos Vitaminado, ou, se preferir, Vitaminado Pippão! O último herói criado pelos deuses para salvar a terra do mal! E podem contar comigo. Mas não se preocupem, que, no fim da escuridão, sempre vai ter o Super Pippão. Vamos nessa! - Não sabia bem se o Smith ficaria furioso com isso, mas eu precisava ter meus companheiros - todos eles - sabendo quem, de fato, eu era, estou certo? Claro!

Não demorando muito, logo estávamos na orla de Flevance. Era óbvio que todos os olhares eram para mim, claro. Mas eu estava ocupado em uma missão, então, nesse caso, não poderia perder tempo com essas coisas, mas, em um humilde gesto de carinho com esses meus fãs, apenas faria as melhores poses, que podiam deixar à mostra os meus bem alinhados músculos para o meu público ver. Lógico, seria algo rápido, pois eu já estava ocupado, e assim logo dei continuidade em meus passos atrás do Sargento. Em pouco, logo estaríamos em frente a um corpo levemente ensanguentado. Tudo bem que não deu pra visualizar em si o corpo, mas estava claro o que era, e algumas manchas de sangue deixavam claro o que havia acontecido Esse crime contra um 'nobre' era inaceitável, pois estava claro que esses daí eram os mais próximos a se tornar um ser impecável como eu. Tudo bem que nunca se equiparavam a mim, claro, mas eram os mais próximos VITATATA!

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Ao redor do corpo que estava no chão, haviam algumas pessoas que pareciam mais confusas do que tudo, será que esses homens realmente eram pagos para isso? Puff. E,  - Vai lá e tenta resolver isso, DT. Esses caras parecem mais perdidos do que estrelas numa noite tentando brilhar mais do que eu. - Encerrei, esperando que o DT ajudasse aqueles fracassados, mas antes de qualquer coisa, já começaram a repassar todas as informações ao meu superior, mas ouvindo bem, parecia ser algo realizado por três carinhas, mas quando o Sargento assumiu o controle do caso e nos designou papéis na análise daquele perímetro, nos separar seria o melhor.a se fazer. - Saldados, a melhor coisa a se fazer agora é nos separarmos. Assim poderemos encontrar qualquer tipo de suspeito mais rápido! Vamos nos separar e rondar a área de forma triangular, cada um vasculha por uma ponta. - Pausava para suspirar em um instante e logo continuar: - Mas lembrem-se que precisamos ser rápidos. Pois se um de nós três não encontrar nada ou ninguém suspeito, é bem provável que outro irá encontrar. Mas não se preocupem, tentarei emanar um pouco de minha essência para proteger cada um de vocês. Vamos! - Terminaria, dando minha brilhante sugestão.

Caso fosse aceita por todos, logo seguiria pelo ângulo triangular que designaria minha área, caso surgisse alguma outra proposta melhor aceita pela maioria, a seguiria conforme fosse indicado. E, dando continuidade ao que fosse escolhido, eu faria questão de analisar bem todo o caminho que, aparentemente, havia ficado deserto por ali, mas caso eu visualizasse alguém suspeito pelas redondezas, logo começaria: - Ei! Você mesmo! - Apontaria, já deixando claro com quem eu estava a direcionar o grave som de minha imponente voz: - Tá conseguindo enxergar esse brilho radiante que sai de mim? Eu, o Super Pippão não quero ter que usar de minha força incomparável para amassar você. Me conta o que você sabe da morte que aconteceu ali atrás! - O questionaria. Mas caso eu não conseguisse encontrar nada suspeito, faria questão de acelerar meus largos passos para seguir até outro caminho, para auxiliar alguém nessa incessante busca.





Histórico:

Informações

  • Posts: 4
  • Ganhos:
    Martelo de Combate

  • Perdas:


  • Extras:


  • Ofício: (Além de impecável semideus desse mundo, claro)
    Ferreiro

Objetivos:

Meta

  • Arrumar um Martelo de Combate
  • Completar 3 missões pela Marinha e upar minha patente
  • Conhecer toda a rapaziada
  • Aprender Anatomia
  • Começar a treinar para ganhar a Qualidade Ambidestria



Personagem:


Atributos

PdV: 326

STA: 100

Força: 12 (+6 Racial) (+3 EDC) = 21 ~ Hábil ~
Destreza: 0
Acerto: 3 (+6 Racial) (+3 EDC) = 12 ~ Regular ~
Reflexo: 1 ~ Regular ~
Constituição: 4 (+6 Racial) = 10 ~ Regular ~

Agilidade: 6
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano:

Conhecimentos



Proficiências:

Engenharia Mecânica
Você sabe produzir, projetar e desenvolver projetos mecânicos.
Física
Você conhece a natureza e as suas leis, sendo capaz de realizar cálculos para prever fenômenos.
Forja
Você é capaz de moldar metais para transformá-los em armas e objetos úteis, além de conseguir reconhecer as propriedades dos metais que tem em posse.
Mineração
Você é capaz de extrair metais da natureza, com os instrumentos necessários obviamente. Além disso, conhece uma infinidade de metais e suas propriedades, podendo reconhecê-los facilmente.
Mixologia
Você é um especialista em bebidas, sendo elas alcoólicas ou não, inovadoras ou extremamente tradicionais. Você é capaz de criar e reproduzir bebidas.

Qualidades e Defeitos:

Qualidades

  • Vigor (Racial)
    Os meio-gigantes possuem uma resistência física superior, assim sendo, reduzem todas as condições negativas relacionadas à exaustão em uma categoria.

  • Corpulento (Racial)
    Os meio-gigantes possuem uma estrutura óssea e muscular superior, assim sendo, são uma raça extremamente resistente. Em termos de atributos, os meio-gigantes recebem uma redução de dano de 5%.

  • Afinidade com Haki (3 Pontos)
    Por algum razão, você tem uma facilidade natural para compreender a manipulação e o conceito de Haki, por conta disso, você pode escolher aprender o Haki do Armamento ou Haki da Observação no nível oito, aprendendo o Haki seguinte normalmente no nível dez.

  • Mestre em Haki (4 Pontos)
    Assim que você desbloquear a especialização do Haki da Observação ou do Haki do Armamento, você pode escolher seguir dois caminhos de especialização simultaneamente. Nesse caso, os efeitos narrativos se acumulam, mas os bônus de atributo concedidos não. Nessa hipótese, o melhor atributo entre os dois será considerado sempre.



Defeitos

  • Exótico (Racial)
    Você não sofre preconceito devido a sua aparência ser similar a de um ser humano comum, entretanto, você ainda é capaz de fascinar ou espantar alguns e possui um alto valor pelo seu corpo no mercado de escravos, o que é sempre um problema.

  • Sob medida (Racial)
    Você possui grande dificuldade para encontrar itens e consumir serviços que sejam apropriados para sua espécie, muitas vezes tendo que encomendar itens sob medida. Todo serviço comprado ou item consumido tem seu custo multiplicado por um valor entre quatro e dez vezes a depender da situação.

  • Compulsivo (1 Ponto)
    Eu, o incrível Pippos Vitaminado, tenho a necessidade de sempre querer me apresentar como o insano ser que, de fato, sou. O mais forte, o mais impecável e, claro, melhor ferreiro do North Blue.

  • Dependente (1 Pontos)
    Saciando minha vontade de beber, com o tempo, desenvolvi um vício e preciso ingerir qualquer tipo de bebida alcoólica para manter minha sanidade. Caso não sacie minha dependência em três páginas, começo a sentir os efeitos da abstinência, equivalente ao estado da condição Intoxicado.

  • Extravagante (1 Ponto)
    Eu, fortemente, chamo a atenção por onde quer que passo. Sou monstruosamente forte, tenho músculos incomparáveis com esses meros mortais e um peitoral bem visível e desenhado. Sim, se eu não for reconhecido, preciso me apresentar como o próximo grande herói da Terra. Eu sempre causo uma impressão difícil de esquecer, hehe. E frequentemente gosto de me apresentar.

  • Ambição (2 Pontos)
    Almejo fortemente algum dia ser reconhecido pela minha força e subindo à patente mais alta possível, dentro da marinha, afinal, quero ser reconhecido como o marinheiro mais forte destes mares!

  • Louco (2 Pontos)
    Eu, o Vitaminado Pippão, acredito ser fruto de uma vontade divina para dar um fim no mal da Terra. Algo que acreditam que não sou, tolos, mas com muita certeza eu mostrarei a esses ignorantes e todo esse mundo, para ser reconhecido como tal.




Vitaminado Pippos


Última edição por Pippos em Seg Maio 17, 2021 7:36 pm, editado 1 vez(es)

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Pensamento
Fala