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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!

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Kenshin
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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! Ahri
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Kenshin
Desenvolvedor
1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiro Thorkell Dragnar Godheim. A qual não possui narrador definido.

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
Blindao
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Blindao
Tenente




O Dragão Indomável

Já faziam algumas semanas que havia chegado em Flevance, mas devo dizer que essa ilha é bastante chamativa e ao mesmo tempo nebulosa. Aos olhos dos visitantes e turistas que veem uma vez que outra para essa região, essa linda e peculiar ilha certamente não insinua nada de errado, muito pelo contrário! Podem dizer que ela é ate mesmo extraordinária. No entanto, após conviver um tempo no quartel e analisar as diversas intrigas e conflitos para com o passado, e atualmente, qualquer um chegaria a conclusão de que essa cidade está sem qualquer esperança em prosperação.

Seja destino, sorte ou acaso, Flevance agora possuía minha presença, aquele que foi abençoado pelos gigantes primordiais e isso certamente gerará esperança aos desesperançosos. Perido em meus devaneios, estava me dirigindo ao quartel general local da marinha, como de costume, após uma caminhada matinal pelas redondezas da ilha. Não havia um destino em especifico, apenas caminhava para analisar e averiguar os arredores.

Não sabia ao certo se os habitantes já estariam acostumados com minha presença. Afinal de contas, minha raça é rara por esses mares. Isso era o que eu possuía em mente, até conhecer o soldado Vitaminado, que devo dizer... um jovem bastante intrigante. Havia encontrado outro meio gigante, faziam quantas décadas que não encontrava um?! Se quer me lembro. Apesar dele ser da mesma raça, nada era igual a mim, é claro, mas um homem determinado e obstinado. Afinal, haveria outro abençoado pelos gigantes primordiais? Difícil acreditar. Mas suas qualidades eram notórias e apreciadas por mim, naturalmente.

Após chegar no quartel, cumprimentando os companheiros marinheiros. ~ Como vai, jovem!? Proferia durante o tempo que ergueria o braço para acenar aos soldados e finta-los de baixo para cima, como de costume. As vezes acontecia de ficarem intimidados, apesar de não apresentar hostilidade, infelizmente os gigantes sempre eram vistos como armas mortais de guerra; não que eu seja diferente nesse aspecto, mas ao mesmo tempo sou muito mais que isso. Se existia algo naquela ilha que me aborrecia, isso sem dúvidas era o tamanho do Q.G. pois, o máximo que conseguia me locomover por lá era só no pátio de treinamento. Por sinal, lá onde ficava por horas. Haviam alguns troncos de árvores que usavam para puxar, mas para mim? Oras, serviam para exercitar meus bíceps.

~ Parece que hoje será um dia pacato, não concorda comigo Smash? Falaria comigo mesmo enquanto moveria o tronco para cima e para baixo, durante o tempo de pausa, trocaria o tronco de mão para exercitar o outro braço. ~ O que você me diz, Baki? Talvez hoje role uma missão mais interessante. Após algum tempo dando um Pump nos músculos dos braços como forma de passar o tempo, caso viesse encontrar o outro meio gigante, cravaria o tronco no solo e passaria a mão na testa para retirar o excesso de suor. ~ Ufs, parece que você dormiu mais que a cama hoje em soldado Vitaminado. Thororororo! Seria carismático, talvez um pouco folgado, mas exclusivamente por já conhecer o outro marine.

Caso algum superior viesse a nos encontrar, ou superior do quartel o tenente Dickens, viria a alinhar minha postura e cumprimentar formalmente. ~ Saudações Tenente! Sinceramente alguns diriam que seria ridículo da minha parte mostrar respeito por um superior, apesar de não ser qualquer um, pois, o tenente era um marinheiro bastante conhecido. Cumprimentar de forma tradicional seria apenas por já conhecer aquele homem desde minha chegada a essa ilha. Mas o orgulho que carregava comigo era voltado para outra coisa, não para inflar meu ego; apesar de algumas vezes acabar demonstrando um pouco de egocentrismo.

Já havia ouvido falar do Tenente Dickens e sobre alguns de seus feitos, como principalmente ser descendente de uma das famílias que passaram pelas guerras da Cidade Branca. ~ O que temos para hoje? Estou ansioso para testar esses músculos forjados durante as décadas, espero que tenha um desafio para mim, Tenente Dickens. Expressaria um sorriso amigável ao mesmo tempo que seria persuasivo como de costume. Não querendo expressar arrogância, mas sim confiança em minha convicção e força de vontade. Afinal de contas... para construir meu reino, antes de tudo, será necessário construir minha reputação pelos mares.




Histórico:


Última edição por Blindao em Qua Maio 12, 2021 8:54 pm, editado 2 vez(es)

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! 2uAvx3T_d
Pippos
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Pippos
Sargento


1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! Shuuma10

Início de minha ascensão…
O impecável Vitaminado Pippos!


1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
Mediante o ilustre e fabuloso céu, uma alma nasceu para ser guiada e guiar o mundo em um mundo coberto de fracassados. É, a vida desse carinha não foi nada fácil. E quem é ele? Como o único capaz de guiar esse mundo em uma verdadeira paz, eu sou o cara. Sim, sabemos que eu sou o cara de qualquer modo, porque sou incrível, certo? Mas, convenhamos, eu também fui o ser enviando em uma vontade divina para resolver os problemas aqui. Lógico que não vai ser nada fácil. Até, novo, em Elbaf, eu já fui vítima de chacotas completamente desnecessárias. Aí você pensa comigo: 'Nossa, mas como esse cara incrível e radiante era vítima de bullying?' É, também acho que é loucura, mas em minha história de vida, eu sempre fui muito amado pelos meus pais e era o magrelo mais alto da turma. Taí, o 'Mimoso Girafeta'. Nem eu gosto de relembrar dessa história, arf. Mas a vida que segue. E eu precisava te contar um pouco sobre mim, não é?

Questionando-me feito um louco nos meus monólogos pensamentos, eu precisava me questionar, como sempre. Um dia eu sei que vou ser reconhecido como o impecável, o incrível, estonteante também, salvador da Terra. Claro! Não se preocupem, pessoas, basta segurar em meus incríveis braços - Os ergui fazendo uma pose para quem estivesse passando próximo a mim, por ali em Flevance. É claro, ninguém precisa se preocupar com o mal, pois basta saber que no fim de escuridão, sempre vai haver o Super Pippão, hehe. Basta se segurar em meus músculos muito bem estruturados, que salvarei todos os fiéis. Tá, admito que ainda podem haver alguns ingênuos idiotas que não entendem bem o que eu digo ou que até costumam tentar me chamar de fraco ou magrelo, mas sabe, isso só por trás, porque ninguém é louco de falar isso na minha cara, eu com meys impecáveis 7 metros de pura força e brilhantismo. Mas tanto faz, qualquer um que não me entende ou que sequer tenta me entender, é um puro fracassado.

Aqui em Flevance eu me desenvolvi e ganhei muito conhecimento ali nas minas, mas não demorei muito para querer utilizar todo o meu aprendizado em algo maior, claro. Afinal, o céu é meu limite! VITATATATA! Com todo o conhecimento que adquiri em minha vida, aprimorei minhas habilidades e consegui utilizar meus conhecimentos em materiais mais rígidos e consegui me adaptar como um exemplar ferreiro. Convenhamos, sou demais, não é? De qualquer forma, até sendo um impecável ferreiro, ainda era pouca coisa para mim. Estava claro que eu queria algo a mais, e foi daí que consegui me alistar na Marinha, jornada boa, não? De fato, mas nada demais, hehe, pois é agora que ela vai realmente começar! Estava claro que minha raça era primordial e superior a todos daquele lugar, óbvio, eu sou um gigante primordial, aquele quem irá salvar o planeta de fracassados. Estranhamente, conheci um grandalhão, como eu, por essas redondezas, mas claro que ele era mais fraco e menos radiante do que eu, mas era, sem dúvidas, um cara gente boa. Thorkell me fez rever meus conceitos a respeito dos gigantes de Elbaf, pois eu, antes, odiava a todos.

Erradicando e transparecendo todo o radiante brilho de meu ser, eu estava muito disposto a caminhar pelas belas ruas de Flevance, e, na primeira pessoa que aparecesse na minha frente, abriria um sorriso e faria a pose divina do Vitaminado Pippão. Erguendo ambos os meus braços, deixaria bem à mostra os músculos contraídos quando formasse um ângulo de 60 graus entre meu braço e meu antebraço: - Eu sou o Vitaminado Pippão! O mais belo, mais forte e melhor Ferreiro do North Blue. Fruto de uma vontade divina, e estou aqui para eliminar imundos fracassados desse planeta! Gostou? VITATATATA! - Era óbvio que minha impecabilidade talvez fosse demais para esses pobres humanos, mas, transbordando minha essência talvez pudesse evoluir a autoestima de qualquer um. E, caso fosse uma mulher, terminaria inserindo-lhe uma piscadela. Mas, de qualquer modo, o meu rumo agora seria o Quartel General da Marinha. Talvez não demorasse, graças a meus largos passos, e eu até deveria tomar muito cuidado enquanto caminhava, para terminar não pisando ou amassando alguma coisa.

Diante de minha extraordinária chegada ao QG supracitado, eu, o estonteante e mais forte Ferreiro daquelas redondezas, não demoraria para cumprimentar quem estivesse na entrada e fizesse parte de meu referido grupo. - Opa! Tudo certinho, pequeno? Hoje eu, o incrível, o mais mais, já cheguei para cumprir com meu trabalho, VITATATATA!. - Terminaria, analisando fielmente, o referido indivíduo, para certeza de que não era alguém de uma patente maior, mas, independente do caso, acenaria, encerrando com uma exemplar continência. Depois disso, tentaria encontrar algum espaço possível para meu alvoroçado tamanho, talvez algum campo mais aberto ou algo do gênero, pois minha raça divina não passava por pequenas entradas comuns. Caso eu conseguisse encontrar algum espaço e visualizasse o Thorkell em algum lugar, era óbvio que me impor seria a primeira coisa: - Olha só quem eu estou vendo… Ei, tô te achando mais magro, hein. Acho que você tá precisando treinar mais. - Brinquei. - Se eu me atrasei, acho que foi transferindo minha essência para alguns fracos que algum dia pensam em crescer na vida. Mas não se preocupe, agora estou aqui para te ajudar. VITATATA! - Terminaria fazendo qualquer pose que deixasse bem à mostra os músculos do meu tórax, afinal, a faixa branca que cobria meu peitoral, não conseguia cobrir muita coisa. Minhas brincadeiras com o Thorkell eram saudáveis e bem tranquilas, afinal, em pouco tempo já havíamos desenvolvido uma intimidade legal.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! Lubuvs10

Mas já estava na hora de iniciar minha ascensão, e, acredito que toda a marinha já sabia que, devido ao nosso tamanho incomparável, não seria possível ir atrás de procurar um superior a dentro daquele estabelecimento. Afinal, se tinha algo que eu tinha certeza nesse pouco tempo em que eu havia ingressado na Marinha, é que eu queria ser reconhecido por qualquer um por ali. E na chegada de algum superior… - Olá, senhor! Estava justamente esperando por sua chegada. VITATA. Como sabe, somos novos na aqui nesse grupo, e, eu, quero poder impor toda minha força e poder em uma missão digna. - Pusei, enquanto logo comecei a exibir meu tórax e os músculos muito bem definidos de meus braços, erguendo-os. Mas não demorei para prosseguir: - Pra ele, pode dar uma mais fácil… VITATATATA! - Mas brincadeiras à parte, caso eu notasse que fosse um momento mais sério, manteria postura digna para assim seguir cordialmente: - Mas não haveria problemas em alguma missão em que trabalhássemos juntos. Com certeza. Obrigado pela atenção. - Encerraria com louvor, aguardando a resposta de nosso referido superior.



Histórico:
Objetivos:
Personagem:


Vitaminado Pippos





Última edição por Pippos em Sex Maio 14, 2021 7:52 am, editado 3 vez(es)

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! Zx5fIGC

Narração
Pensamento
Fala

Gaiden
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~ A new job right off the bat ~



~ Como queria estar chupando um pirulito ~ Pensava, quase que esboçando um semblante de perda. Minha reação ao ouvir as palavras do oficial foi apática e, por esta razão, me dei o luxo de sair para pensar... contudo, não havia realmente nada para ser pensado ~ Onde eu estou com a cabeça? Era pra eu ter aceitado logo a segunda opção ~ Matutava irredutível. O Sol, pelo menos, dado o céu completamente aberto, se mostrava em seu total resplendor - Bem, Mon cheri - Falava para a minha lupa - Acho que teremos um emprego, afinal de contas - Finalizava em uma breve risada - Shershershershersherlock!! - Dali em diante, faria o que deveria ter feito antes. Indo ao encontro do Marinheiro que tivera me proposto o acordo, logo falaria - Lord Marine, meu caro senhor. Como pode ver, este descolado civil que vos fala não serve para integrar o grupo aos moldes na corporação. O senhor me dá uma ótima notícia me dando a segunda opção. Após pensar um pouco... se pensar realmente fora necessário, cheguei à conclusão de que ser um detetive pessoal desgarrado da hierarquia estrutural da organização é o melhor para mim. Caso vossa senhora queira me testar, o que acho plenamente plausível, poderá o fazer na própria missão... ou trabalho, como prefiro chamar. Mas, de toda sorte, saiba que está evidente o meu profissionalismo a partir do momento em que demonstro ter uma lupa!! Artigo de luxo hoje em dia, cerca de 100 mil berries... maldita inflação - Terminaria o diálogo mostrando a lupa, em tom irônico, porém, de verdade. Me dirigiria assim, caso não encontrasse o referido proponente, ao marinheiro mais imponente que visse no recinto.

Ali esperaria as ordens emanadas da autoridade competente, quaisquer que fossem. Caso pedissem para seguir algum caminho, o faria. Na hipótese de ter que encontrar alguma pessoa com quem tivesse que trabalhar, o faria de tal modo - Olá, companheiro(s). Não sou da mesma laia que você(s), entretanto, adicionarei minhas perspectivas à empreitada. Pode(m) me chamar de "Detective". - Terminaria em tom de ânimo, enquanto os analisáva minuciosamente, prestando atenção em cada detalhe de seus corpos. Caso não me fosse apresentado nenhum homem ou mulher específico, logo então indagaria para qualquer responsável ali - Caso possamos, por obséquio, peço que não deixe este simplório detetive à espera. Às informações do trabalho, por favor! - Indicaria cncretamente, já me direcionando à finalidade da função. Ainda que não fosse de tamanha estranheza, ainda sim, pensaria sobre a risada que o ofical dera ao falar sobre a possibilidade de trabalho ~ Reação deveras estranha, meu caro. Quando o visse novamente, iria o investigar do pé à cabeça, tentando lembrar dos mais ínfimos detalhes em seu visual, para logo, também, entender qual era sua patente, seu estilo de combate, sua forma de andar, sua intenção, seus trejeitos e sua confiança em mim ~ Aliás, acho que esse local precisa de uma corzinha.

Ao final de tudo, me portaria de maneira ereta e curiosa, vasculhando os locais que pudesse com os olhos. Afinal, um detetive sempre está trabalhando. Caso alguém tivesse algo a falar, me colocaria a ouvir o dito de maneira atenciosa, para não perder uma palavra que fosse




1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! QHIbW7W
Histórico:


Última edição por Gaiden em Sex Maio 14, 2021 9:42 pm, editado 2 vez(es)
Denki
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Denki
Soldado

O orgulho e a honra o precedem
E o seu nome é maior que todas as nações
Bartolomew - Post 1


O caminho até o QG foi tranquilo, fui antes mesmo do amanhecer, antes das luzes divinas se ascenderem e antes dos galos e pássaros começarem sua sinfonia. Fui antes que o mal se levantasse, antes que alguém pudesse sofrer nas mãos de alguém, fui antes, antes de tudo. Andava sem camisa, e meus músculos extremamente firmes e fortes pareciam pedras quando andava: imóveis. — Bartolomew não precisa dos companheiros de alistamento. Aqueles malditos ainda devem estar dormindo! Será que o que me falaram naquela fogueira foram palavras jogadas fora? - minha voz extremamente grossa ecoava pelo silêncio da cidade, provavelmente, acordando os que tinham sono leve. Tomei o cuidado de parecer imponente e soberano enquanto caminhava, mantinha as mãos na minha cintura.

Quando conseguisse chegar até o pátio do QG da marinha, iria pegar alguns troncos de arvore e sentaria em algum dos cantos do local, batendo sem parar no meu abdômen, enquanto o manteria em uma contração absurdamente forte, como quem quisesse treinar sua própria resistência. Esperei, até que algo chamasse minha atenção ou até que um superior aparecesse para que pudesse pegar uma missão, era complicado ser meio-gigante em uma cidade de humanos de tamanho normal, não conseguiria entrar no QG, e por isso, me mantive ali fora. Caso um superior aparecesse, levantaria e prestaria continência dizendo em voz alta: — Bom dia senhor, se for possível gostaria de uma missão!

No mais, ficaria atento a figuras relevantes perto de escanor, homens e mulheres tão honrosos quanto o próprio gigante, companheiros de farda.


Legenda:


Importante:
Thanks Tess
Kira
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Kira
Pirata





O início de um futuro Rei

Após algumas viagens pelos mares e ilhas que rodeiam minha vida, naquela que seria a busca para me tornar uma dos homens mais famosos e poderosos do mundo, finalmente chegava em um lugar novo, novas paisagens, novas pessoas e até então sem minks para lidar, o local de chegada era Flevance, uma ilha de primeira impressão triste, mas que poderia carregar novidades e coisas interessantes.

Toda a ilha parecia ter apenas uma cor predominante, o branco, o que era algo um tanto estranho, já que eu não estava acostumado a algo do tipo, porém, nada que me fazia perder mais do que alguns segundos divagando sobre tal fato, e logo que terminava de pensar sobre, já com meus pés sobre terra firme, era hora de seguir rumo para o que quer que me esperasse.

Começaria caminhando, de forma bem tranquila e descontraída, analisando tudo a minha volta, desde lojas e construções, a até pessoas, afinal aquele era um novo lugar, com uma nova perspectiva, continuaria caminhando até certo ponto, e então me aproximaria de um vendedor de alguma loja, caso houvesse algum por onde eu estava passando.-Olá! Você poderia me dizer onde fica o quartel general da marinha por aqui? Eu sou novo por aqui, tenho alguns assuntos a tratar por lá, talvez você pudesse me ajudar com isso. Observaria a pessoa de forma bem tranquila, com um olhar de dúvida, como o de alguém que certamente estava um tanto perdido no lugar e assim esperaria por uma resposta que pudesse ou não me ajudar.

Após a resposta da pessoa ter sido dada, caso tenha sido positiva, eu seguiria pelo caminho dito, porém, caso a pessoa não pudesse me ajudar ou apenas não quisesse, e caso fosse a segunda opção, apenas o diria uma obrigado de forma bem irônica assim seguindo meu caminho buscando por mais informações que pudessem me levar até meu destino.

O que eu faria por lá? Ainda não me vinha nada em mente, mas talvez fosse bom eu ter um rumo inicial para minha estadia naquele lugar, e talvez conseguir algum dinheiro de alguma forma, e bom, a marinha poderia me auxiliar com isso, pelo menos é o que eu espero.



Histórico:

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! V5YJKwL

Pensamento
Fala
Extras
1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! NuoND3c
Koji
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Koji
Avaliador


Alvorada dos Monstrorines
05:00 ~ 10:30 / Flevance


 
Bartolomew

A grande Cidade Branca. Flevance, lar de mistérios encobertos, ambições, ganâncias, e no meio de tudo isso, a bondade e vontade por justiça. Bartolomew levantava antes mesmo dos galos cantarem para iniciar seu dia produtivo. Se direcionando diretamente ao QG da marinha da do local, ele não deixava de pensar - em voz alta - sobre seus colegas, os quais havia encontrado anteriormente em uma roda de fogueira. Será que as palavras que saíram de suas bocas eram realmente verdadeiras? Isso teria que ficar para confirmação depois.

Caminhando pelas ruas da cidade adormecida, em alguns pontos era possível ver mercadores se preparando para abrir seus comércios, feirantes varrendo a parte da rua designada para suas bancas e donas(os) de casa saindo para uma caminhada matinal. No horizonte podia-se ver resquícios de luz provenientes do astro-rei prestes a dar suas caras no céu quase iluminado de um lado, e escuro do outro.

As pessoas pelo caminho não deixavam de olhar e encarar o grande Bartolomew. Seus músculos bem tonificados e seu andar confiante e imponente passavam uma sensação diferente nos moradores do local, que quase esqueciam de se impressionar pelo simples fato de ele ser um meio-gigante.

Chegando ao QG da marinha, ele se dirigia sem hesitar para os campos de treinamento. Infelizmente, o prédio não era nem um pouco adaptado para outras raças que ultrapassavam o tamanho do senso comum. Por esse motivo, o orgulhoso Bartolomew eram limitados aos locais abertos que eram oferecidos pela marinha, como o campo em que ele estava agora.

Pegando alguns troncos que estavam disponíveis pelo local, ele apenas sentava no chão e esperava por um oficial sair. O gramada do campo de treinamento era verde vívido, e agora o sol começava a esquentar a frieza do lugar. Nesse meio tempo de espera, nenhum momento seria perdido. Decidindo-se a treinar e aquecer seus músculos, ele começava a bater em seu próprio abdômen enquanto o concentrava excessivamente, como forma de aumentar a resistência do mesmo.

Poucas horas após chegar no local, Bartolomew podia ver outro meio gigante se aproximando do lugar de treinamento. Sua altura era consideravelmente maior, e, assim como ele, seus músculos eram imponentes e tonificados. Acima de tudo, um colega de farda.

Thorkell

Thorkell já havia passado um tempo em Flevance. Tempo o suficiente para chegar à conclusão que: essa cidade não possuía uma perspectiva para o futuro. O passado determinava o presente e os conflitos pelos quais os moradores e oficiais dessa ilha passavam diariamente. Em sua cabeça, era um milagre ele ter aparecido por ali, um descendente dos gigantes primordiais, trazendo esperança para o povo que "estava desesperançoso".

Em meio aos seus devaneios, ele retorna para sua consciência presente. No caminho para o quartel-general, era possível ver agora as ruas se enchendo de pessoas e mercadores, especialmente trabalhadores, em especial os mineradores. Enquanto a classe trabalhadora iniciava suas contribuições, Thorkell podia ver rostos interrogativos ou até mesmo admirados o fitando. Ele não sabia disso, mas esse já era o segundo meio-gigante que haviam avistado hoje. Outros, apenas olhavam impressionados os músculos chamativos do grande homem, que não ligava de mostrar aquilo que havia ganhado com o tempo e esforço.

Sob o Sol agora aparente no céu azul, o meio-gigante chegava ao seu destino. Os seus colegas do QG já estavam acostumados com sua presença, porém ainda assim não deixavam de recuar um pouco ao ver aquele tamanho e imponência, que apesar de não parecer, era bem amigável.

— Opa Sr. Thorkell, como vai? — os fardados respondiam o cumprimento do homem após a passagem da primeira impressão. Já estavam começando a se acostumar com aquele homem por ali.

A felicidade, porém, não durava muito. Era um fato que a maioria dos estabelecimentos não eram adaptados para os gigantes, porém ainda era algo ruim e discriminatório. Um dos únicos lugares que poderia agora comportar a grande estrutura gigântica era o campo de treinamento. Uma área com grama verde e ao ar livre. Alguns bonecos de teste estavam espalhados pelo lugar inteiro, e próximos a eles, soldados testavam suas armas e ataques como forma de prática. Algo interessante que vira no caminho para os troncos era outro meio-gigante, que diferente do que poderia pensar logo de cara, não era o soldado Vitaminado.

Sem muita demora, continuava seu caminho e pegava um tronco para treinar seus bíceps. Enquanto treinava e causava a contração dos músculos, sua personalidade meio louca vinha à tona, e ele começava a dialogar com Baki e Smash, os alvos de seu treino um tanto quanto pesado.

Passado algum tempo, ele podia avistar o Soldado Vitaminado se aproximando. Cravando o tronco no chão e limpando o suor de sua testa, ele rapidamente cumprimentava o homem que havia virado um amigo após entrar para a marinha. O fato de outro meio-gigante com a mesma paixão pelos músculos existir o fazia pensar até mesmo se vitaminado era um descendente dos "gigantes-primordiais", assim como ele mesmo.

Os dois brincavam e se descontraíam pelo local, esperando por um oficial aparecer e lhes dar uma missão. A grande liberdade entre os dois se dava pelo fato de eles já serem conhecidos, e isso se mostrava em momentos como esse, onde os dois mostravam a amizade sem muitos problemas.

Pippão Vitaminado

Em meio ao caos que era agora a Cidade Branca, o gigante Pippos passava despreocupadamente pelos trabalhadores e comerciantes do local, direcionando-se ao QG. Em sua cabeça, palavras de auto-suficiência, memórias e planos para o futuro desabrochavam e jorravam como uma fonte. É verdade que, no passado, ele havia sofrido nas mãos de seus conterrâneos, porém, isso já não era mais verdade. Desde que chegou em Flevance, deu duro nas minas e aprendeu seu ofício de ferreiro, se tornando um ótimo profissional, quebrando seu antigo apelido, "Mimoso Girafeta".

Deixando o passado para trás e certo de que mudaria o futuro do mundo, o auto proclamado herói da terra não escondia o orgulho que sentia por seus músculos, os contraindo ali mesmo em meio a multidão. Os olhos arregalados do povo e dos trabalhadores não podia ser escondido e muito menos disfarçado. "Mais um gigante? Tá acontecendo um evento?" era o que passava na cabeça deles. Era senso-comum que essa era uma raça um tanto quanto rara, ainda assim, era o terceiro que viam em uma só manhã. Os boatos não demoravam nem um pouco para se espalharem.

Nesse tempo, mais uma vez ele mostrava sua imponência. Parando agora na frente de uma mãe e sua pequena filha, ele fazia a pose que considerava como sendo a sua pose divina. Erguendo ambos os braços, ele flexionava seus músculos e proferia palavras que empoderavam ele mesmo. Sua voz ecoava pelas ruas e entrava no ouvido de tods em um raio de 100 metros. Finalizando, ele soltava um pequena piscadela para a mulher em sua frente, que apenas tampava os olhos de sua e saía em passos apertados. Seu rosto parecia estar ainda admirada e espantada com a sequência de eventos, mas isso não parecia importar para Vitaminado.

Seu objetivo era o QG, e iria diretamente para lá. O lugar o fazia lembrar de seu amigo, Thorkell, um gigante, e assim como ele, amante de músculos e treinamento. Ambos gostariam de se destacar e provar que eram os melhores, e assim uma grande amizade surgiu, aliança essa que fez até mesmo que Pippos, que antes odiava o povo de Elbaf, mudar de ideia.

Chegando no grande estabelecimento, o soldado procurava por outra pessoa e mais uma vez o saudava. O rosto do alvo do cumprimento parecia meio constrangido com toda a situação, mas sem demorar muito ele retornava a saudação sincera dada por Pippos, que se dirigia para uma área aberta, onde poderia se locomover livremente por causa de seu tamanho.

Não era difícil encontrar seu amigo, Thorkell, que também estava lá já em seu treinamento. Seus olhos focados até mesmo perdiam o outro meio-gigante que estava presente no local, apenas esperando por um oficial assim como eles.

Os dois amigos se cumprimentavam e trocavam brincadeiras. O ambiente saudável e amigável era bom para os dois, que cada vez mais cultivavam essa amizade titânica.

Foi quando estavam distraídos que o oficial finalmente veio. Sargento Smith estava indo na direção dos dois gigantes, que vieram a notar apenas algum tempo depois.

Thorkell, Pippos e Bartolomew

Com a chegada do Sargento, o ambiente parecia se tornar mais sério e focado. Sem hesitar, Bartolomew e Thorkell prestavam seus devidos respeitos ao homem que se aproximavam dos gigantes, enquanto Pippos, que gostaria de ser notado por todos do quartel, imediatamente se posicionava como disponível para uma missão.

— Descansar, soldados! — com uma voz firme e atitude imponente, ele mostrava sua hierarquia e permitia que os gigantes descansassem. — Não se esqueça da saudação, soldado Pippos. — com uma voz fria e olhar penetrante, ele avisava vitaminado, que esquecera da importância de uma saudação ao superior.

Percebendo que o clima era mais sério, ele ajustava seu tom e mostrava mais uma vez sua disposição para fazer a missão, mesmo sendo em conjunto.

— Ótimo, bom saber que vocês estão dispostos! — ele parecia satisfeito com a resposta positiva dos soldados. — Eu recebi uma missão do Tenente, e irei levar vocês comigo para apoio. — com um sorriso meio enigmático no rosto, ele olhava a fundo cada um dos gigantes em sua frente, até abrir novamente sua boca. — Pedi para que nossos ferreiros construíssem uma arma para cada um, então procurem eles aqui no campo de treinamento e digam como querem cada uma. — ele rapidamente virava suas costas, e continuava andando de volta para o prédio, até parar e virar sua cabeça um pouco. — Tratem de se conhecer, se foram na missão, precisam estar familiarizados. — voltava para seu caminho após o aviso, que parecia em um tom mais sério do que o usual.

Detective

Ao ver a Cidade Branca, rapidamente as palavras de seu antigo mestre lhe viam na cabeça. Realmente, esse lugar era repleto de mistérios e segredos. Tal situação era considerada um prato cheio para o homem, que só buscava isso agora em sua meia idade. Se enganaria, porém, que o subestimasse apenas pelo seu tempo de vida. A vontade que queima em seu peito por um caso para resolver é grande e o move sem parar.

Voltando de seus davaneios voltados a essa grande e misteriosa cidade, ele rapidamente se dirige ao objetivo principal. Comprar alguns pirulitos. Procurando por uma pequena vendinha pela cidade, ele andava pelas ruas repletas de pessoas desconhecidas e trabalhadores se dirigindo aos seus respectivos empregos. As ruas alvas da cidade refletiam a luz do sol, que agora parecia estar mais visível no horizonte, iluminando toda aquela terra repleta de segredos.

Para a sua infelicidade, porém, ele não chegava a encontrar um lugar que vendesse os seus preciosos pirulitos. Triste, se direcionava ao seu segundo objetivo: QG da marinha.

A sua ideia era simples: pegar informações para finalmente mergulhar a fundo nos problemas sem soluções da cidade, seus mistérios, segredos e casos que apenas esse detetive poderia solucionar. Começando sua jornada, ele perguntava para os transeuntes e moradores onde se localizava o grande quartel general da marinha.

Após questionamentos e agradecimentos sucessivos, o homem finalmente chega ao lugar destinado. Adentrando o estabelecimento principal, sua visão capturava o interior - também completamente branco - do QG. Os detalhes nas paredes e pinturas que aumentavam a moral dos soldados e marines eram presentes em todo o lugar. Pequenos focos de conversa se ouviam e dissipavam logo após com a chegada do Sargento Smith no local. Felizmente, era essa pessoa que Detective parecia estar procurando.

Se aproximando do homem que calou a boca de seus subordinados apenas com a presença, o detetive finalmente se apresentava.

— Um detetive então, certo? Se quiser entrar para a organização e trabalhar para nós, terá que fazer alguns testes antes. Se não quiser, eu estaria disposto a te contratar como detetive pessoal, pois, como já deve saber, coisas estranhas parecem estar acontecendo pela cidade ultimamente. Preciso apenas que você prove o seu valor. — conforme a frase ia saindo da boca do superior, seu sorriso ia alargando, enquanto seus olhos firmes e penetrantes pereciam cada vez mais ávidos. — Caso esteja se perguntando, os testes são pequenos serviços que você fará pelo QG, e uma batalha para determinar sua aptidão em uma luta. Procure por mim quando obtiver uma resposta, estou ocupado agora. — apressado para sair, ele apertava os passos e passava por uma porta. Não conseguia esconder uma certa felicidade em seu rosto, aparentemente, seus desejos estavam se concretizando.

Sentando-se então em um dos bancos do lado do grande hall, ele começava a observar a beleza e características da cidade, até mesmo em seu clima atual e tempo, já que isso se tornara um hábito para o detetive. De manhã, o sol ardia na cabeça dos trabalhadores obstinados e dos soldados ávidos por um treinamento. A diligência deles não os deixava parar mesmo que suas cabeças estivessem cozinhando. As nuvens não tampavam o astro rei, muito pelo contrário, não estavam presentes no céu no momento. Aparentemente, a grande cidade estava passando pela sua época de quentura.

Klaus

Nova vida, novas perspectivas, novos horizontes. Era isso que Flevance significava para Klaus, que acabara de chegar na Cidade Branca. Seus olhos comtemplavam a beleza do local e todo o seu arredor por alguns segundos, fazendo o reconhecimento da cidade que viria a ser seu novo lar. É impossível não notar a estranheza inicial que a impressão causou, afinal, um local todo branco é algo que aparece apenas em sonhos.

Porém, isso estava longe de ser apenas um devaneio da mente humana. Era real e físico, e percebendo isso, Klaus começa sua caminhada. Ele queria uma estadia, dinheiro e uma talvez uma vida nova. Em seu caminho, observava atentamente as construções e pessoas daquele local. As construções eram também brancas, possuindo detalhes em cor marrom escuro feitos de madeira, além do telhado que, por sua cor diferente do branco usual, se destacava do resto da construção. Nas janelas e sacadas de alguns lugares, donas de casa e moradores mais velhos eram vistos olhando para o horizonte como se quisessem um futuro diferente, uma mudança imediata, mas a esperança era baixa. Nas ruas, trabalhadores dominavam o espaço, sejam eles mineradores - que estavam em grande maioria - ou até mesmo pequenos vendedores e comerciantes. Suas expressões também não eram nada boas, como se estivessem passando pela mesma coisa que as pessoas nas janelas e sacadas estivessem. Como pensado por Klaus em sua chegada, essa cidade parecia um pouco triste.

Passado o momento das segundas impressões, ele se dirigia para um vendedor qualquer.

— Claro meu filho, siga essa rua por 3 blocos, depois vire a esquerda e ande mais 4 blocos e você estará lá. — respondia o senhorzinho já curvado, cuidando das frutas frescas que estava vendendo.

Percebendo a resposta positiva do homem em sua frente, ele imediatamente seguia pelo caminho que lhe fora designado. Sem muitas demoras ele chega ao prédio da marinha. Assim como o resto da cidade, seu exterior era completamente branco, porém, a mágica começava no interior.

Ultrapassando a porta, uma visão um pouco diferente dessa cidade inteira se mostrava. Apesar da cor principal ainda ser branca por causa dos fatores históricos, o QG possuía diversos detalhes e pinturas entalhadas nas paredes, fato esse que não só dava vida ao local, como também aumentava a moral de todos os marines. Os soldados e patentes mais altas se juntavam em pequenas rodinhas de conversa, onde pouco podia-se ser ouvido além das risadas constantes, diferentemente da expressão triste e cansada do povo da cidade. Na frente de Klaus, um balcão simples escondia o corpo de uma bela moça, que parecia apenas observar aquela cena apaticamente. Na frente estava escrito em letras garrafais "alistamento". Se virasse para o lado, um homem que aparentava ter uns 50 anos estava sentado em uma espécie de banco enquanto observava o ambiente e parecia estar absorto em seus pensamentos.

Klaus buscava encontrar aqui um novo começo, nem ele sabia o que iria fazer, porém isso apenas o seu futuro "eu" responderia.


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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! HOpKYkQ


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Kira
Pirata





O começo de um futuro Rei.

Minha pergunta era respondida pelo senhor de uma das barraquinhas sem mais problemas, e com isso, eu não parecia precisar ser tão arrogante quando deveria, e apenas o agradecia, assim, tomando rumo a meu destino, o quartel general da marinha.

Seguindo as explicações do homem, não foi difícil a chegada ao local, mas certamente eu poderia ter me perdido caso não tivesse perguntado, afinal, eram bastante ruas até chegar onde queria. Ao finalmente me deparar com o Q.G, em primeira impressão não parecia nada muito diferente das demais construções da cidade, toda a sua fachada e seu exterior eram brancos, porém, seu interior era o que guardava talvez a maior diferença das construções naquela cidade.

Quando pusera meus pés sob o solo do quartel general, era como se eu estivesse cometendo um sacrilégio, afinal, aquele não era o caminho que eu desejava seguir para minha vida, ser um marinheiro. Analisaria tudo a volta e percebia que alguns marinheiros conversavam juntos como se fossem uma turminha de escola, em círculos formados onde podiam debater ou falar sobre o que quisessem, em primeira impressão, não era nada que me chamava a atenção do quão unidos eles eram, e então apenas seguia até o balcão a minha frente.

Em uma plaquinha havia escrito “Recrutamento” eu não dava a mínima para a placa e apenas queria algumas informações, pois ao contrário do que muitos poderiam achar, eu não estava ali para me tornar um marinheiro, queria apenas algumas informações, que me levariam a cooperar com a marinha em alguns casos, claro, se isso me fornecesse alguma espécie de retorno financeiro.

Me aproximaria do balcão e logo iria me apresentando.-Bom dia! Meu nome é Klaus e queria algumas informações... A olharia de forma tranquila, enquanto esperaria por uma resposta, e quando ela me respondesse, eu então continuaria.-Bom, sei que aqui talvez seja onde aqueles que querem se alistar na marinha precisam vir, mas não é por isso que estou aqui. Dava uma pequena pausa, apenas para pegar um pouco de ar antes de continuar a pergunta e então retomava o assunto.-Bom, eu vim até aqui para fazer uma espécie de parceiria com a marinha… Não vim me tornar um membro da organização, gostaria de saber se algo assim seria possível? Eu sou um civil e sou novo nessa cidade, então achei que vir aqui seria o ideal para conseguir algum trabalho em troca de algum dinheiro, apenas preciso de alguma coisa para ter ao menos onde dormir. Continuaria a olhando e deixaria que a mulher pudesse me responder referente a minha dúvida.

Minha idéia no local era apenas conseguir um trabalho, na verdade minha idéia de trabalho era a de capturar alguns bandidos, e se isso poderia me lucrar algum dinheiro e então eu a esclarecia tudo o que deveria.-Como eu posso te explicar! Hum… Ah, já sei… Eu pretendo capturar algum bandido pela cidade, e queria saber se esse feito seria recompensado de alguma forma pela marinha! Não pretendo me tornar um caçador de recompensas e nem um marinheiro, apenas quero conseguir dinheiro para iniciar uma vida nesta cidade. A olharia firmemente, com o olhar de quem estivesse analisando sua própria alma, demonstrando em meu semblante a convicção de que eu faria aquilo.

Por fim, esperava uma resposta da mulher, fosse me direcionando para algum outro setor do quartel general, ou que ela mesma pudesse me sanar essas dúvidas. Minha idéia era a de um free lancer para a marinha, alguém que certamente poderiam precisar, afinal, eu não iria gastar quaisquer recursos deles, e apenas faria tudo aquilo com o que eu tinha em mãos, ou melhor dizendo, com minhas próprias mãos, meu nome não estaria vinculado a eles, e nem a nenhum outro tipo de organização, seria apenas um trabalho voluntário de alguém que esperava receber alguns trocados.

E após receber a resposta da mulher, eu ficaria grato, sendo ela positiva sobre o assunto tratado, e quando fosse totalmente elucidada a questão, eu me colocaria a caminho da busca por uma hospedagem, a mais barata que tivesse na cidade e que estivesse dentro do meu orçamento, e assim, quando estivesse finalmente instalado eu iria em busca de algum criminoso perdido pela cidade.

Porém, em caso de ser negativa, e a marinha não fizesse nenhum acordo com civis sobre captura de bandidos ou piratas, eu apenas e olharia com um olhar mais intenso, levantando minha cabeça e a olhando de cima.-Bom, se é assim… Obrigado! E assim tomaria meu rumo para conseguir um quarto para dormir e pensar em alguma forma de ganhar dinheiro que fosse digna de mim, e não seria aceito trabalhos de limpeza ou coisas do tipo, afinal, o mundo um dia seria conhecedor dos meus feitos pelos mares.




Histórico:

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Tenente




O Dragão Indomável

A chegada do soldado Vitaminado era carregada de jubilo, como sempre. Suas palavras extrovertidas certamente faziam meus músculos estremecerem em resposta. ~ Mais magro, eu? Thororororororo. Estou achando que você tá com problema de visão. Por via das dúvidas, podemos resolver isso numa queda de braço, o que me diz?! Kekekeke. Frisaria minhas palavras ao demonstrar uma pose Bodybuilder com os músculos cheios de Pump.

~ Hãn? Expressaria duvida ao notar a presença de outro ser no campo de treinamento. Particularmente, os pequenos humanos raramente instigavam minha atenção. Mas ao notar outro meio-gigante, além de mim e Vitaminado, sem dúvidas haveria causado impacto. ~ Ei palito de fósforo. Falaria de forma folgada com Pippos como de costume, seguida a fintar o outro meio gigante. ~ Desde quando tem outro meio gigante no quartel? Não estou ciente, será a idade afetando minha memória?! Coçaria o queixo expressando estar pensativo, enquanto continuaria a encarar o soldado. ~ Thororororo! Não que eu seja tão velho assim. Diria para mim mesmo seguida de uma risada descontraída.

Era claro que eu possuía muitas décadas sobre esse robusto corpo, minha experiência era vasta, mas não suprema. Para as outras raças isso poderia ser chamado de “estagio” da meia-idade. Porém, para os gigantes era apenas... o começo de uma vida. Era evidente que alcançar a idade adulta não divergia muito das outras espécies, mas enquanto a velhice? Bom, isso para um gigante demoraria centenas de anos. Vivendo muito mais que as outras, não era a toa que os gigantes eram temidos e idolatrados por muitos.

Havia-me perdido por alguns instantes em meus pensamentos quando notava a chegada do sargento. Havia visto ele alguns vezes, talvez. A memoria não estava cem por cento nos últimos dias, provavelmente culpa das bebedeiras das últimas noites. Após cumprimentar o superior, Pippos acabava sendo alfinetado pelo humano. ~ Pufh. Expressaria um pequeno esboço, quase explodindo para soltar uma risada da cara do garoto. ~ Certo, certo sargento! Acho que o garoto aqui não está acostumado aos hábitos da marinha, dá um desconto por ele ainda ser um moleque. Bateria nas costas de Pippos de forma amigável ao mesmo tempo que tentaria ser persuasivo e carismático com marine para aliviar a tensão sobre o soldado.

Havia notado a seriedade no semblante do humano, mas não que fosse algo a me preocupar. Talvez já imaginasse o que ele estaria pensando: “Que futuro haveria para ele ali naquele Quartel em uma cidade abandonada pelos Deuses.” Flevance talvez fosse amaldiçoada pela sua beleza, ou talvez pela cobiça. Seja o que for, poucos são aqueles que expressavam felicidade naquela ilha. Isso estava claro para mim desde minha chegada aqui.

Após o homem proferir sobre estar a serviços do Tenente, incluindo uma missão para nós, o sargento indagaria sobre as armas que estavam fazendo para nós, devido fato da necessidade de serem maiores que as normais. ~ Ohhh! Então terminaram de fazer minha Naginata! Agradeço seu apoio, sargento. Expressaria um pequeno sorriso, não escondendo a animação por receber uma arma digna para mim.

Havia usado uma lança a alguns anos atrás, mas com decorrer do tempo seu desgaste fora tanto que num conflito acabou despedaçada. A escassez de dinheiro para comprar uma boa arma sempre fez falta, mas sempre pude contar com este corpo para resolver qualquer problema. Mas minha zona de conforto sempre esteve enraizada em uma lança. ~ Acho que vou ter que dar um bom nome para ela. Falaria comigo mesmo ao tempo que cruzaria os braços e olharia ao redor buscando o suporte de armamentos.

Mas antes de ir até o local, caso avistasse, viria notar novamente a presença do outro meio gigante. ~ Parece que não nos conhecemos ainda, garoto. Me aproximaria lentamente. ~ Me chamo Thorkell Dragnar Godheim, prazer. Estenderia a mão para cumprimentar o soldado. ~ Pode me chamar só de senhor Thorkell. Transpareceria gentileza, mesmo desconhecendo-o marine. Apesar da cordialidade não ser meu ponto forte, não significa que não manifestava.

Após dialogar um pouco com o novo marine, viria então caminhar até o local de armamento para empunhar minha Naginata. Logo ao pôr a mão sobre sua haste, deslizaria suavemente sobre suas esculturas como um amante deslizando sua mão sobre o corpo esbelto de uma donzela. ~ Nada mal! Parece ser simples, mas vai ser útil. Não acha soldado Vitaminado? Perguntaria para Pippos, pois, sabia sobre suas aptidões de ferreiro.

Me afastaria um pouco dos outros e então começaria testar a versatilidade da arma durante o tempo que giraria de forma circular o cabo da lança, como um redemoinho através do vento. ~ Hum... seu corte parece impreciso, mas ainda sim dá pro gasto. Sinceramente, não possuía nenhum conhecimento sobre como criar uma arma, sobre os matérias ou muito menos suas propriedades. No entanto, instintivamente conseguia sentir a qualidade da lança quando empunhada em minhas mãos.

Após gira-la para os lados e cima, viria finalizar seu movimento ao colidir com a ponta da haste sobre o solo. ~ Thorororo! Sinto que hoje verei sangue cobrindo meu corpo! Terminaria de falar com uma expressão um tanto sádica, mas que logo dissiparia. ~ Sargento! Não vamos mais desperdiçar tempo. Diga-me a fonte do problema, que irei parti-la ao meio! Manifestaria minhas palavras confiante, resoluto e inspirado. Seria hoje que viriam me por como líder? Afinal de contas... existiria alguém mais apto, experiente e destemido como eu?




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Pippos
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Pippos
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Primeira missão?!
Só se for agora! VITATATATA!


1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
Tratava-se de um desconforto completamente desnecessário, e, deveras, inaceitável. Quem o que aquele maldito sargento pensava que eu era? Logo eu, o imponente, o impecável, o quase um divino ser nesse mundo coberto de fracassados?! Tudo bem que eu ainda precisava aceitar esse tipo de desaforo e cumprir com as obrigações designadas por ele, afinal, eu ainda estava na base das patentes desse perfeito grupo que combate o mal. Lógico que estarei disposto a dar tudo de mim, pois assim, sei que conseguirei ser reconhecido. Sim, eu serei! Nesse sentido, mantive minha postura firme e logo correspondi conforme o necessário, concluindo com uma continência. Sim, sabia que a hierarquia dentro deste grupo era formidável. Apesar de eu não me interessar muito nesse fato, eu sabia que quando a minha hora chegasse, também seria bom ter outros marinheiros me respeitando dessa mesma maneira.

Ao ouvir que seríamos uma espécie de 'força de apoio' para o Sargento, por um lado me animei, afinal, estaríamos inseridos em uma missão do nível de um sargento, VITATA. Agora, por outro, fiquei meio confuso, pois os sargentos deveriam tratar-se de uma patente mais imponente e com mais força, não? Mas está claro que, qualquer um que me veja, eu estou em um nível acima desses meros mortais, então até mesmo quem não precisaria de ajuda, solicitaria, apenas para ter uma melhor certeza, VITATATA! - Pode contar comigo, senhor! - Diria, já agradecendo pela confiança depositada em nós, e em mim principalmente. Para cumprir com esse suposto dever, à princípio, me parecia algum tipo de escolta desse dele. Puff, esse cara é fraco? Tudo bem que ninguém consegue se comparar a mim, claro. Mas acredito que eu conseguiria lidar com qualquer problema nessa ilha sozinho… VITATATATA! - Pensei rapidamente.

Dando sequência à devida conversa, logo pude perceber que a Marinha estava realmente disposta a fornecer potenciais armas a seus soldados, até mesmo algumas em um porte maior, como o nosso tamanho levemente diferenciado VITATA. Thorkell sabia que eu era, sem dúvidas, mais forte do que ele, mas tentava ser algo perto de mim. VITATA! - se tem alguma coisa que eu não tenho, é problema de vista. VITATATA! Quer resolver agora numa queda de braço? Só cuidado para não ficar aleijado, porque posso, acidentalmente, arrancar seu braço fora! VITATATATA! - Mas em meio às nossas brincadeiras, era perceptível de que além de mim e do Thorkell, também havia mais um de tamanho acima da média desse lugar, e, pra falar a verdade, lembrava um pouco os indivíduos de minha cidade natal. De qualquer modo, à princípio, eu o estranhei. Pois não tinha boas histórias sobre os garotos da minha idade quando fugi de Elbaf. - Ow, do bigode, quem é você? - Apontei e chamei a atenção do gigante que não conhecia, e que ainda era quase da metade do nosso tamanho. - Só não atrapalhe o brilho se manifestar de meu corpo… VITATATA! - Era óbvio que eu não conhecia esse bigodudo e que ele poderia ser gente boa, mas pela minha trágica história do passado, não era assim tão fácil para confiar em outros grandões, como eu. Mas, de qualquer modo, eu era o super Pippão, um ser divino, o último salvador da Terra neste mundo!

De qualquer maneira, como analisei previamente, a grandiosa Marinha tinha ferreiros que deviam ser bons profissionais, afinal, estavam dispostos a fabricar armas fundamentais de um porte físico maior e bem mais trabalhado, como o meu. Como ele.sabia de que não conseguiríamos entrar na Marinha, já deveria ter algum(ns) ferreiros por ali: - Opa! Quem é Ferreiro por aqui?! - Exclamei, já chamando a atenção por aquele lugar, e assim que notasse qualquer que fosse a resposta de algum ferreiro por ali, já puxaria para conversar. - Olá, pequeno(a), tudo bem? Pelas ordens do Sargento Smith, alguns ferreiros estariam dispostos a fabricar armas para a gente, e eu tenho certeza que você é a pessoa certa para fazer a minha. Eu confio em você, e sei que, com todo o seu potencial, você tem condições de fabricar um martelo de combate para mim. Vou aguardar. VITATATA! - Terminei.

Já confiando em quem havia falado e me preparando para dar continuidade à missão. Lógico que o Smith ainda não havia sido claro sobre como seria a procedência da missão, mas, era provável que o(a) ferreiro(a) levaria um pouco a mais de tempo, ou não, para fabricar minha tão esperada arma. É lógico que qualquer tipo de Martelo fabricado por mim seria melhor, mas, certamente não havia tempo para isso no atual momento, e eu preciso aquecer um pouco os meus músculos. - Pensei. Mas logo parti para me alongar e procurar alguns troncos que talvez já estivessem soltos por ali, afinal, alguns dos grandões já estavam se aquecendo quando eu cheguei, e treinar meus músculos seria essencial, tanto flexionar meus meus braços com peso, como subir e descer o tronco acima de meu peitoral para tonificar ele ainda mais. Lógico que eu ainda tinha certas dúvidas sobre como seria essa tal missão de dar suporte ao Sargento, mas caso o visse, logo o questionaria mais à fundo sobre como ela seria: - Ei, senhor Smith, por favor, me explique mais afundo sobre como será essa missão. Eu, com certeza posso lidar com qualquer tipo de malfeitor, inclusive… - Ergueria um pouco o minha bem trabalhada arma. - Posso amassar qualquer um que atrapalhe o nosso serviço. VITATA. - Termimaria abrindo um belo sorriso no rosto, enquanto, com a outra mão, que não empunhava o martelo, alisava suavemente meus longos cabelos.

Martelo de Combate:



Histórico:
Objetivos:
Personagem:


Vitaminado Pippos





Última edição por Pippos em Sab Maio 15, 2021 1:25 pm, editado 2 vez(es)

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! Zx5fIGC

Narração
Pensamento
Fala

Denki
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Denki
Soldado

O orgulho e a honra o precedem
E o seu nome é maior que todas as nações
Bartolomew - Post 2


Bartolomew, se deslocou e alocou-se no pátio de treinamento muito cedo, e por horas estimulou seu corpo batendo em seu próprio estômago afim de fortalecer sua parede abdominal. Manteve sua respiração em uma concentração monstruosa, inspirava ao levantar o tronco e expirava a medida em que esse mesmo tronco batia contra seu abdômen, sua face, entretanto, manteve-se normal. Não demonstrava quaisquer indícios de dor ou sofrimento, nem do trabalho isométrico de manter o tronco suspenso no ar, nem das pancadas que eram desferidas com toda a sua força. Percebeu que enquanto treinava, dois outros seres igualmente grandes, se não maiores que ele próprio, apareceram e pareceram trocar papos, como se fossem amigos, e isso se resumiria em suas atitudes mais tarde.

O Sargento daquele QG Marine se aproximava, prontamente mantive uma postura impecável de sentido. Não demorou muito para receber dispensa, depois de ver a compostura de Pippos para com seu superior, mantive olhando-o de canto de olho, com um ar de superioridade. "Ele por acaso se acha melhor que o próprio sargento? Ambicioso. Talvez Bartolomew goste disso, é bom ter companheiros que pensem alto." Observava, e quando recebi e pude voltar para uma postura mais tranquila arrumei o bigode, enrolando-o com meus dedos indicador e polegar. Era pouco menor que os outros meio-gigantes, estipulava que as nossas alturas se divergiam em pouco mais de um metro.

— Senhor Thorkell, sou Bartolomew! É um prazer conhece-lo meu caro e insubstituível companheiro de farda - com a mão direita iria cumprimenta-lo apertando firme sua mão, enquanto com a esquerda tentava enrolar o bigode com a mão esquerda, não era minha mão boa, mas provavelmente em uma tarefa tão simples, fosse tranquilo realizar. O cumprimento seria regado de muito respeito e um olhar penetrante, olhando bem ao meio de sua testa, entre um olho e o outro fixamente. Não o olharia nos olhos, como um sinal de respeito, mas da mesma forma iria focar em um ponto sensível, mostrando-me tão dominante quanto a presença do outro gigante.

     — Prazer, como disse meu nome é Bartolomew, e devo chama-lo de ... Ninguém? Você não se apresentou. -  Meu orgulho inabalável entrava em combate contra a personalidade do outro meio-gigante, olhando para ele de uma forma bem menos receptiva do que para com o seu outro compatriota. O clima de tensão criado e mantido por mim, logo foi quebrado pela maldita risada de Pippos, era hilário. — Ho Ho Ho Ho - Logo aceitei que não deveria leva-lo a sério. — Se me dão licença. Vou conversar com alguns dos ferreiros para que possam confeccionar minha arma, é um prazer conhecer os dois. Bartolomew os reconhece como iguais, e a partir de agora, são igualitariamente importantes quanto a própria vida de Barto! Defender-lhe-ei com honra e cortesia.

Viraria as costas para os rapazes, procurando pelo tal ferreiro do lugar, e se o encontrasse, diria: — Bartolomew precisa de uma clava de pedra, madeira ou ferro, bem pesada e lisa, para ataques devastadores e uma capacidade de bloqueio razoável. - No mais ficaria na posição de prancha ali, como parte do treino para aumentar minha própria resistência muscular, realizando toques no ombro, mantendo o corpo extremamente rígido e contraído, faria um treino básico enquanto esperava a arma. Depois do exercício, faria mais testes de resistência socando o próprio solo para aumentar a resistência dos meus punhos, com ambas as mãos, sequencialmente.

Quando me entregassem a arma, iria pega-la com a mão direita, balançando a clava de um lado pro outro para adequar-me ao seu peso e logo apoiá-la-ia no ombro, esperando para que todos estivessem prontos para sair dali e ir para a missão, tentaria novamente enrolar o bigode com a mão esquerda, enquanto olhava a reação dos meus colegas soldados. E se todos estivessem prontos diria: — Vamos então?




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Thanks Tess
Gaiden
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~ A new job right off the bat ~



~ Como queria estar chupando um pirulito ~ Pensava, quase que esboçando um semblante de perda. Minha reação ao ouvir as palavras do oficial foi apática e, por esta razão, me dei o luxo de sair para pensar... contudo, não havia realmente nada para ser pensado ~ Onde eu estou com a cabeça? Era pra eu ter aceitado logo a segunda opção ~ Matutava irredutível. O Sol, pelo menos, dado o céu completamente aberto, se mostrava em seu total resplendor - Bem, Mon cheri - Falava para a minha lupa - Acho que teremos um emprego, afinal de contas - Finalizava em uma breve risada - Shershershershersherlock!! - Dali em diante, faria o que deveria ter feito antes. Indo ao encontro do Marinheiro que tivera me proposto o acordo, logo falaria - Lord Marine, meu caro senhor. Como pode ver, este descolado civil que vos fala não serve para integrar o grupo aos moldes na corporação. O senhor me dá uma ótima notícia me dando a segunda opção. Após pensar um pouco... se pensar realmente fora necessário, cheguei à conclusão de que ser um detetive pessoal desgarrado da hierarquia estrutural da organização é o melhor para mim. Caso vossa senhora queira me testar, o que acho plenamente plausível, poderá o fazer na própria missão... ou trabalho, como prefiro chamar. Mas, de toda sorte, saiba que está evidente o meu profissionalismo a partir do momento em que demonstro ter uma lupa!! Artigo de luxo hoje em dia, cerca de 100 mil berries... maldita inflação - Terminaria o diálogo mostrando a lupa, em tom irônico, porém, de verdade. Me dirigiria assim, caso não encontrasse o referido proponente, ao marinheiro mais imponente que visse no recinto.

Ali esperaria as ordens emanadas da autoridade competente, quaisquer que fossem. Caso pedissem para seguir algum caminho, o faria. Na hipótese de ter que encontrar alguma pessoa com quem tivesse que trabalhar, o faria de tal modo - Olá, companheiro(s). Não sou da mesma laia que você(s), entretanto, adicionarei minhas perspectivas à empreitada. Pode(m) me chamar de "Detective". - Terminaria em tom de ânimo, enquanto os analisáva minuciosamente, prestando atenção em cada detalhe de seus corpos. Caso não me fosse apresentado nenhum homem ou mulher específico, logo então indagaria para qualquer responsável ali - Caso possamos, por obséquio, peço que não deixe este simplório detetive à espera. Às informações do trabalho, por favor! - Indicaria cncretamente, já me direcionando à finalidade da função. Ainda que não fosse de tamanha estranheza, ainda sim, pensaria sobre a risada que o ofical dera ao falar sobre a possibilidade de trabalho ~ Reação deveras estranha, meu caro. Quando o visse novamente, iria o investigar do pé à cabeça, tentando lembrar dos mais ínfimos detalhes em seu visual, para logo, também, entender qual era sua patente, seu estilo de combate, sua forma de andar, sua intenção, seus trejeitos e sua confiança em mim ~ Aliás, acho que esse local precisa de uma corzinha.

Ao final de tudo, me portaria de maneira ereta e curiosa, vasculhando os locais que pudesse com os olhos. Afinal, um detetive sempre está trabalhando. Caso alguém tivesse algo a falar, me colocaria a ouvir o dito de maneira atenciosa, para não perder uma palavra que fosse




1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! QHIbW7W
Histórico:
Koji
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19
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Sirarossa
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Koji
Avaliador


Alvorada dos Monstrorines - 02
10:30 ~ 13:21 / Flevance


 
Bartolomew, Thorkell e Pippos

Após o longo tempo de espera de todos aqueles meio-gigantes, eles finalmente conseguiram se encontrar com um dos oficiais daquele QG. Apesar de um deles esperarem pelo Tenente, o fato do sargento ser diretamente comandado pelo "cabeça" do local passava uma confiança, respeito e cordialidade - da maioria deles, pelo menos. O péssimo comportamento de Pippos direcionado a um de seus superiores era fruto de uma mentalidade orgulhosa e confiante, acreditando ser o ser mais poderoso daquele lugar, até mesmo estava confuso, acreditando que o sargente deveria ser forte e imponente. Talvez estivesse subestimando o sargento de mais, ao invés de superestimar as missões que estavam por vir. Apesar disso, entendia o posicionamento de Smith referente a pequena bronca, e esperava um dia ser tratado com respeito também.

Vendo essa situação se desenrolar, o outro gigante de bigode apenas olhava de canto de olho com um ar de superioridade. Aparentemente, seus orgulhos, ambições e auto confiança eram maiores até mesmo que suas alturas combinadas. Juntar todos os três em apenas um lugar era uma bomba-relógio prestes a ser explodida.

Thorkell, por outro lado, parecia amenizar o comportamento de seu amigo e ir direto ao ponto com o Sgt. Smith, descobrindo assim que seriam enviados para uma missão em breve, e mais, receberiam suas armas sob medida para suas alturas avantajadas.

Ao fim da conversa com o superior, Thorkell iniciava a interação com o colega desconhecido. Um aperto de mão firme, uma encarada não direta aos olhos e uma apresentação demonstrava respeito, e até mesmo cordialidade, que apesar de não ser tão refinada no gigante mais experiente, ainda era valorizada e utilizada.

Pippos, mais uma vez, era a exceção. O soldado Vitaminado tomava a iniciativa, porém, não se apresentava para o membro de sua raça. As memórias e experiências ruins que sofreu em Elbaf ainda marcavam presença em suas ações do dia-a-dia. Isso não se mostrava muito, uma vez que gigantes e seus derivados eram raros nos dias atuais, porém, quando finalmente conhecia um - talvez - conterrâneo, imediatamente se tornava vigilante, em casos únicos se tornando um amigo, assim como Thorkell. O alvo de tal desconfiança direcionava sua fala para o homem, porém, vendo suas ações, decidia que aquilo não iria levar ninguém a lugar algum, e tentava se separar do grupo. Não conseguia, porém, uma vez que suas direções eram todas as mesmas: os ferreiros.

Chegando todos aos seus respectivos locais, os pedidos e demonstrações começavam. Pippos imediatamente chegava em um dos ferreiros, um homem grande, com corpo robusto e marcas de queimaduras por todo o braço. Várias cicatrizes profundas e calos grossos marcavam a mão do trabalhador, que aparentemente dava a vida - e talvez até seu corpo - por aquele trabalho. Sua expressão séria não era abalada com a chegada do meio-gigante, que pedia por um martelo de combate. Imediatamente, sinalizava para um tipo de equipe de ferreiros espelhados atrás de si. Uma arma maior necessitava de um time maior, e essa ideia iria agilizar, e muito, todo o processo de fabricar aquela arma massiva. Enquanto isso, como os seus colegas fizeram anteriormente, começava a praticar seu treinamento muscular, utilizando os troncos soltos pelo campo de treinamento da marinha. Não parava até sua arma estar completa.

Bartolomew, ao mesmo tempo, fazia uma descrição detalhada do que gostaria de receber, dessa vez para uma ferreira. Seu corpo suado e musculoso brilhava com a luz do sol, enquanto olhava atentamente e seriamente para o meio-gigante em sua frente. Seus braços cruzados e imponência, mesmo em frente de alguém 3 vezes mais alto que si mesma, passavam uma aparência respeitosa, aumentando a moral de seus subordinados nas suas costas. Os calos e cicatrizes, novamente, mostravam sua dedicação com o trabalho, que para si era mais que um ganha-pão. Suas mãos rapidamente sinalizaram ao final da fala daquele homem massivo, mostrando o início do trabalho.

— Bora pessoal! Quem ficar de moleza agora vai me pagar uma bebida no fim do serviço! — encorajava seus ajudantes com uma voz que, ao mesmo tempo que mostrava certa amizade, era imponente e colocava todos para trabalhar. Barto permanecia por perto, novamente treinando seus músculos e resistência. Em posição de prancha, ele contraía e praticava aquele sistema importante especialmente para ele, enquanto esperava pela sua arma.

Thorkell, por outro lado, parecia não fazer seu pedido. O ferreiro designado para ele ficava confuso, enquanto ele silenciosamente pegava uma arma similar a sua no local onde todas eram guardadas. Sua qualidade não era boa, mas também não era ruim, caso que era rapidamente explicado para o meio-gigante enquanto ele fazia seus testes e até mesmo pedia a opinião de Pippos, que era um renomado ferreiro.

— Senhor, essa arma é apenas um teste que fizemos para podermos treinar, com o objetivo de fazer uma arma boa para você. Tem certeza que quer essa aí? — na sua fala, expressão corporal e facial, não se via nenhum traço de hesitação, mesmo falando com aquele grande homem em sua frente. Seu rosto era bronzeado, e sua mão, cheia de calos. Diferentemente dos outros dois ferreiros, possuía menos pessoas na equipe, e cicatrizes em seu corpo eram raras, indicando que era um ferreiro que havia começado na profissão há pouco tempo - ou apenas se cuidava.

De uma forma ou outra, estava claro que aquele rapaz estava disposto a fazer uma arma decente para o Sr. Thorkell, e caso o mesmo pedisse, assim o profissional faria, trabalhando igualmente os seus colegas nas outras forjas ao lado.

Após - quase - todos fazerem seus pedidos, apenas espera os esperava. O som dos ferreiros trabalhando e suando ecoava pelas proximidades, enquanto o fogo das fornalhas estralava, água borbulhava e finalmente o martelo de forja cantava. Tang! Tang! Tang! O barulho parecia ser música nos ouvidos daqueles profissionais, que agiam como se estivessem em seu próprio mundo enquanto martelavam o aço e ferro das armas em pedido.

Depois de muito se ver e ouvir esse processo cansativo, ele finalmente parava. Uns mais rápidos que os outros, mas a diferença de tempo não era tão grande. À Pippos, seu martelo de guerra foi entregado em mãos, com a ajuda de todos os ferreiros do local para levantar aquele martelo massivo. À Bartolomew, o seu ferreiro entregava, igualmente o time ao seu lado, com a ajuda de seus colegas para levantar aquela clava gigante.

— A clava foi feita com essa madeira oca. Em seu interior, foi preenchido com ferro maciço e fechado. Dessa forma, seu peso aumenta junto com a destruição. — o profissional da criação explicava orgulhosamente à Barto, que pegava sua arma e a testava por ali mesmo.

Todos pareciam estar prontos para imediatamente partir para a missão, esperando apenas por uma ordem e visita do Sargento Smith.

Detective

Após o pequeno diálogo que tivera com o Sgt. Smith, Detective finalmente tomava consciência da realidade. Mesmo que aquele homem parecesse incrivelmente apressado - talvez até ansioso - para algo, não era melhor apenas aceitar a segunda opção sem hesitar o mínimo? Infelizmente, o homem não o fizera, lamentando um pouco depois.

Mesmo sob essas circuntânceas, não se deixava abalar. Como um bom detetive faz e como ele fazia como um hábito há tempos, rapidamente olhava o lugar e até mesmo o tempo fora do grande estabelecimento da marinha, "mineirando" informações.

Alguns podem dizer que uma boa mente sempre possui um traço exótico. Muitos diriam que era apenas boato, mas aqui estava ele, conversando com sua lupa agora, e até mesmo rindo sozinho. As pessoas que estavam em seu lado o olhavam com um olhar de reprovação, alguns até mesmo curiosidade - talvez fossem psicólogos ávidos para estudar aquela mente misteriosa. De qualquer forma, ele não parecia se importar. Celebrava o fato de finalmente encontrar um emprego com o objeto que, nesse ponto de sua idade e experiência, possivelmente já era familiar como um membro de seu próprio corpo.

À procura do homem que conversou anteriormente, o detetive se direcionava para aquele que parecia mais imponente no recinto, porém, ninguém o podia ajudar com as ordens. Teria que esperar diligentemente pelo Sargento, que havia desaparecido do local.

Uma, duas ou até mesmo três horas depois sua espera acabava, e para sua felicidade, Sgt. Smith voltava para o recinto. Seu rosto parecia vermelho e em sua farda parecia existir uma pequena mancha de molho, causada por um provável acidente, possivelmente em uma cozinha.

Sem demoras, Detective ia em direção daquele cavalheiro, que nesse momento não parecia tão apressado assim. Sem demoras, ele o abordava e começava a falar confiantemente.

— Ho Ho Ho! Então posso te testar em missão? Ótimo. — seu rosto que havia, por um momento, contraído seus músculos de risada após o comentário sobre o preço da lupa, rapidamente "escurecia". — Se você fizer qualquer coisa possa machucar eu e meus soldados, vou te prender sem hesitar. Esteja avisado. Ganhe minha confiança então, detetive! — a expressão medonha que fizeram no começo da frase desaparecia como se nunca tivesse existido. Ele havia deixado claro que, mesmo que tivesse o empregando, não confiava nele ainda. Tal sentimento seria ganhado com o tempo e serviço.

— Hum Hum. — pigarreava para voltar a normalidade. — Me siga, vou passar os detalhes da missão para você e meus soldados. — e assim fazia o detetive.

Bartolomew, Thorkell, Pippos e Detective

Ao chegar no campo de treinamento, a visão dos meio-gigantes treinando e praticando com suas novas armas era quase impossível de não se notar. A cada passo mais pesado, o chão tremia, e com o balançar de suas armas, o ar se deslocava.

A visão do Sgt. finalmente retornando se misturava com os sentimentos e vontades de finalmente começar aquela tão esperada missão. Thorkell e Pippos deixavam claro suas vontades de prevalecer.

O Sargento, por outro lado, parecia desapontado com outra coisa.

— Espero não ter que cobrar uma continência toda vez que eu ver os senhores, estamos entendidos? — ele dizia em alto e bom som, enquanto encarava de cabeça erguido e peito estufado cada um daqueles ali presentes. — Todos que estão na organização devem respeitar os seus superiores, e eu acima de tudo prezo por disciplina. — continuava sua frase com um pequeno suspiro no fim da sentença.

— Enfim, senhores, esse ao meu lado é meu detetive particular, que vai nos acompanhar na missão. Detective, esses são os soldados Pippos, Thorkell e Bartolomew. Ouvi dizer que o último realizou um grande ato de coragem, estou ansioso para vê-lo em batalha! — o superior falava primeiramente direcionado ao detetive, depois mudando seu foco para Bartolomew, que anteriormente ajudara a marinha em uma batalha feroz.

Sem muitas delongas, o homem explicava a missão para seus soldados e novo empregado.

— Essa manhã recebi uma notícia, que infelizmente tem ficado mais usual nos últimos meses. Um homem da nobreza foi assassinado, e seu corpo posto perto da costa da ilha. Ainda não sei sua identidade, mas uma coisa eu posso dizer: algo não está certo nessa série de assassinatos. — parava por um tempo para ver a expressão de cada um. — Como vocês devem, ou não, saber, nossa ilha está passando por um conflito interno entre os donos das minas e a nobreza que retornou para cá. Ambos querem controlar a mineração, e isso desencadeou esse conflito. — mais uma vez suspirava, mostrando que o próprio não estava tão esperançoso com o futuro do lugar. — De qualquer forma, eu não acho que os mineradores chegariam nesse ponto. Colocando os achismos pessoais de lado, tenho medo que futuramente tenha que lutar contra um exército. Eu posso ser forte, mas sou apenas um, por isso peço o apoio de vocês hoje. — agora olhava para Detective. — O cavalheiro aqui vai me ajudar a pegar o manda-chuva desses crimes, e talvez desacobertar a verdade oculta por trás de tudo isso. — finalizava, agora parecendo um pouco distante, preso em seus próprios pensamentos. Detective não jogava fora sua oportunidade, e com seus sentidos treinados, investigava todo o seu arredor, inclusive as pessoas; especialmente Smith.

— Antes de sairmos, pedi que os cozinheiros fizessem uma comida para vocês. A missão vai ser longa, e eu não quero meus guarda-costas morrendo de fome. Vamos, partiremos imediatamente após a comida. — com isso finalizava e partia para chamar alguns soldados que estavam avulsos pelo campo. Novamente, o tamanho daqueles homens era muito superior para comportá-los dentro do prédio principal, e sabendo disso, o Sgt. mandava seus subordinados pegar o almoço. A missão começaria em breve, e ao invés de estarem amedrontados, aqueles guerreiros se mostravam empolgados.

Klaus

O jovem rapaz que havia chegado na ilha há pouco tempo, rapidamente ia em busca de um novo sonho; talvez até mesmo uma nova perspectiva de vida. Ele foi sem hesitar até o QG da marinha para encontrar uma forma de fazer isso.

Diferente do que muitos poderiam ter achado primeiramente, ele não estava ali para se alistar na marinha. Falando de fatos, ele até veria isso como uma certa "heresia". Apenas queria informações, tais como, maneiras para ganhar dinheiro e se sustentar nesse lugar, que em primeira impressão, parecia triste e sem vida assim como essa cidade não possuía cores.

Visando seu objetivo, ele vai até a moça no balcão, que até o momento, parecia apática. Sem demoras, tomava iniciativa na conversa.

— Certo, cavalheiro, o que deseja? — os olhos da atendente pareciam brilhar ao ver o homem em sua frente. Seus sinais de apatia e tédio desapareciam como se nunca haviam existido. Esboçando um lindo e radiante sorriso, ela esperava por uma resposta.

— Felizmente, você tem esse tipo de liberdade por aqui sim! — ela respondia rapidamente às necessidades de Klaus, antes de voltar a falar. — Você, sendo um civil, pode ganhar um dinheiro ao capturar procurados. Mais especificamente, ganha a recompensa total deles. — com um sorriso, ela continua a falar, dessa vez quase sussurando. — Ouvi boatos que haverá uma missão em breve. Por que não tenta encontrar alguém por ali? — com uma pequena piscadela, ela elegantemente olhava para o rapaz, que agradecia pelas informações e retornava para encontrar um lugar para ficar.

Saindo daquele estabelecimento, ele começava a busca por alguma estadia. Sendo ela boa ou não, precisava de um lugar para ficar e se instalar até poder pegar suas primeiras recompensas. O jovem Klaus sonhava alto com o objetivo de fazer seu nome conhecido pelos mares, e sua jornada estava apenas começando. Tudo daqui para frente dependeria de sua diligência, e acima de tudo, coragem.


Histórico:

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Considerações:

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Pippos
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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! 350x120
Créditos :
16
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Dragora
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Pippos
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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! Shuuma10



1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
Era óbvio que eu queria encontrar um excepcional Ferreiro, pra falar a verdade, o melhor por ali, afinal, tinha que ser alguém digno de fazer uma deslumbrante arma que se conecte a mim, claro. Tudo bem, eu sei que nenhum desses ferreiros fará uma arma tão boa quanto eu trabalhando nela, mas eu precisava começar respeitando esse grupo exemplar que estava a dispor de pessoas qualificadas para criar nossas armas. Lógico, mais uma vez ressalto que nenhuma dessas armas seria tão boa quanto qualquer uma que eu criasse… mas tenho que ser a humilde pessoa que sempre sou... VITATATATA!

Não demorando muito para encontrar o Ferreiro mais digno de poder fabricar minha arma, ao meu ver, logo comecei a falar com ele sobre toda essa burocracia para pedir uma arma, mas eu já estava muito acostumado a trabalhar com martelos, e pedir por um de combate seria uma decisão bem pensada. Lógico que demoraria, não seria fácil fazer uma arma digna de mim, e, principalmente vindo de um único ferreiro dentre esses meros mortais, mas assim que vi que o trabalho seria feito por várias pessoas, me tranquilizei um pouco mais e fui treinar meus músculos.

Treinando meus músculos, incansavelmente, além de ter um peso bem proporcional à minha força e ao meu tamanho, claro. Por pouco eu não levantava toda essa ilha com a palma de minhas mãos, mas, humilde, como sempre, eu tinha de ser 'parecido' com esses seres comuns… VITATA. A cada momento que terminava uma série de exercícios, antes de começar a próxima, exclamava em um alto e bom tom com o imponente som de minha voz grave por ali: - Sou o super Pippão! O último herói da Terra, e quem vai salvar esse mundo de todo o mal! - Para que, posteriormente, eu pudesse dar a continuidade em outro tipo de exercício para treinar uma diferente região de meu corpo, mas em meio a essa boba reflexão, logo analisei: Até que pode ser interessante depois encontrar alguma forma de estudar sobre os músculos e qualquer fator interessando sobre um corpo… - Pensei, mas logo dei continuidade à levantar pesos e flexionar alguns músculos de meu corpo.

Agora, com muita convicção, esperava que maioria dali saberia meu nome, ou que, ao menos, saberia me chamar pelo aumentativo de meu nome, o que, para mim, era tranquilo. Até mesmo aquele bigodudo que agora saberia, firmemente, quem era o Pippão. O aumentativo, para mim, mostrava imponência e também grandiosidade, tanto referente a tamanho como em força. Mas se bem que, mesmo que me chamassem de Pippinho, eu sempre seria reconhecido pela minha impecável força, não importa como me chamassem… VITATATATA! Com esse passar de tempo treinando, já devia ter passado o tsmpp suficiente para minha barriga roncar se foma, e, partindo desse ponto, como fomos orientados, deveria haver algum refeitório para os marines, mas um impecável semideus como eu não cabia nesses recintos, então eu esperaria no campo se treinamento algum sinal de comida para sustentar meus bem acentuados músculos.

Notando qualquer tipo de sinal que envolvesse a merenda dos marinheiros ou algum alimento em grande proporção para o último Herói do North Blue, eu seguiria para comer e nutrir meu corpo. Nesse tempo, incluindo o treino e a refeição, esperava que a minha arma já estivesse pronta, mas claro que não era um trabalho fácil, pois uma arma digna de aguentar meu poderio, deveria ser muito bem trabalhada. Quando alguns homens trouxeram o imponente martelo até mim, e eu pude senti-lo em minha mão direita, consegui checar bem como seria o potencial dessa arma. Se eu tivesse feito, seria melhor, mas posso sentir que foi muito bem feita e é uma arma concentrada, tudo bem que não tem muito alcance, mas, pelo seu peso, posso notar um dano bem concentrado. - Analisei. - Muito obrigado! -

Com o martelo empunhado, e com cuidado para não acertar ninguém em minha volta, logo utilizei o impulso em um semi-giro horizontal, atingindo somente as ondas de vento que estavam ao meu redor. Hmm… girando com firmeza e imponência, já consigo sentir as leves vibrações do ar que está ao meu redor. Era uma ideia bem interessante, mas que, a longo prazo, eu poderia entender melhor e trabalhar um pouco mais com essa tensão provocada pelo impulso. Trabalhando com isso, talvez eu possa até intensificar a velocidade e a força do meu ataque. - Pensei.

Era provável que, agora, todos já estivessem prontos e 'armados' para que pudéssemos dar continuidade e verdadeiro início a nossa missão. Mas foi aí que o nosso superior, o Smith, se aproximou para instruir como seria, de fato, a missão. Mas, dessa vez, não demorei para mostrar meu respeito e exibir a continência para o sargento. Ele parecia estar apresentando um detetive com o nome de detetive?! Seu nome era muito esquisito, mas seu olhar fixo já tornava uma expectstiva bem ampla de todo o seu potencial, e para não me confundir, logo falei: - Ei, vou te chamar de detetive DT para não me confundir VITATA! - Mas, em sequência, logo avistei que todos estavam armados, e, gostando de brincar com o Thorkell, logo comecei: - Ei, mano Thork, tu pediu para eles um palito de dentes? VITATATATA! - Tirei brincadeiras, porque ele fazia questão de querer se comparar a mim, um ser divino e inigualável. Mas precisava dar uma resposta positiva ao Sargento: - Pode contar comigo, senhor! Darei todo o suporte que você precisa, e talvez até mais VITATATATA! - Terminei, tentando repassar um pouco de minha confiança para nosso superior.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! 372dda6aec9fd171043158525df698e07833ae05_hq





Histórico:
Objetivos:
Personagem:


Vitaminado Pippão




Última edição por Pippos em Seg Maio 17, 2021 6:50 pm, editado 12 vez(es)

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! Zx5fIGC

Narração
Pensamento
Fala

Kira
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Créditos :
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Kira
Pirata





Alvorada dos Monstrorines!

A mulher parecia bastante gentil enquanto falava, e não parecia em nada se preocupar com minha pergunta, me dando até algumas dicas de onde eu poderia encontrar algo que me pudesse ser útil, ao término de suas explicações sobre minhas dúvidas, eu a agradecia e logo seguia para o quadro de missões, que aparentemente parecia ser um aberto para civis, ao analisar, buscaria por um cartaz de procurado e pegaria algum com um valor interessante, nada muito alto, mas também nada de valor baixo.

Tentava encontrar um entre três milhões e cinco milhões de berries, porém caso encontrasse um de 5 milhões, o pegaria e levaria comigo enquanto seguia para buscar por algum lugar para passar a próxima noite, que se aproximava mais e mais a cada minuto.

Guardava o cartaz em um de meus bolsos para que assim ninguém visse o mesmo em minhas mãos, afinal, o próprio procurado poderia acabar cruzando comigo em meu trajeto na busca de uma estadia, com isso feito, eu teria mais tranquilidade em seguir, sem que minha presa acabasse por fugir, e logo começaria caminhar pelas ruas, buscando por algum hotel que me parecesse mais em conta.

Caminharia o necessário e caso eu encontrasse um, o adentraria perguntando quanto ficaria a estadia naquele lugar.-Bom dia! Quanto tá ficando o aluguel de um quarto nessa espelunca? Eu olhava para a pessoa que me atendesse com um olhar um tanto arrogante, mas sem intenção, aquele era realmente o meu jeito de agir e falar em alguns momentos. Esperaria a resposta da pessoa, e caso fosse um valor aceitável, eu o pagaria, e iria até o quarto para conhecê-lo e deixar tudo organizado.

E no mesmo pé em que eu entrava, seria feita a minha saída, agradecia a pessoa de antes, buscando não parecer tão filho da puta quanto pareci antes, e assim saía do local seguindo pela cidade, analisando algumas lojas e o que poderiam vender, caso encontrasse comida, compraria uma porção e comeria, assim como algo para beber, e assim, estando alimentado e preparado, estava na hora de buscar por aquele que me faria iniciar meu nome no mundo, e além de tudo, me dar mais dinheiro para poder viver.

Pegaria o cartaz de forma sorrateira e analisaria bem o rosto estampado nele, e assim, seguia pela cidade conversando com algumas pessoas tentando buscar alguma informação útil para encontrá-lo.

Histórico:

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