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Kenshin
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KenshinDesenvolvedor
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Relembrando a primeira mensagem :

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiro Thorkell Dragnar Godheim. A qual não possui narrador definido.

_________________

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Koji
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Alvorada dos Monstrorines - 10
 22:15 ~ 22:34 / Flevance


 
Bartolomew, Thorkell e Pippos

Desesperados para salvarem seu amigo detetive, os três soldados não tardaram a sair do QG, na companhia de seu superior, Sargento Smith. Em pouco tempo eles fizeram o caminho até a casa de Arthur Flamesworth, atentos e esperando o pior desde já. A visão da casa e daquela fábrica misteriosa só não era melhor que a montanha que cobria parte lua, localizada logo a frente daquela localização. Poucos raios de luz ainda chegavam até os olhos e paisagem que se estendia por ali, mas isso não impedia os gigantes obstinados.

Apesar da vontade por justiça que queimava no peito de cada um deles, o primeiro a dar um passo era Sargento Smith. Ele ia até a porta da casa e começava um pequeno interrogatório com o nobre que atendia. Ele não possuía escrúpulos algum ao, perdendo a paciência, começar a levantar Arthur pelo pescoço, o enforcando no processo. Smith sabia que se ele hesitasse nem sequer um segundo, poderia acabar mal para ele. Nesse momento, Sir Flamesworth mostrava sua verdadeira face, e em questão de segundos, convocava uma tropa de 10 capangas para subjugar os marinheiros. Ele era jogado de canto pelo Sargento, que prontamente anunciava o início da batalha, enquanto Arthur fugia para os fundos de seu grandioso quintal.

Os gigantes, que algum tempo atrás poderiam duvidar do homem, viram que ele sabia ser imponente nos momentos adequados. Porém, passava principalmente na cabeça deles a indagação: "Ele não passou dos limites?". Smith havia, anteriormente, ouvido a proposta de Detective sobre Arthur ser um dos principais suspeitos do caso, e logo depois, chegou ao seu conhecimento de que o investigador havia ido até o atual endereço acompanhado de Lara. Seu sumiço não poderia ser nem um pouco coincidência, e sabendo disso, o oficial tomava a ação que julgava ser adequada para o momento.

De qualquer forma, no exato momento em que ele marcava o início da luta, podia-se ouvir vibrações daqueles que estavam ávidos por sangue e batalha, além, é claro, do resgate do homem que ajudara no processo investigativo até o momento. Nesse contexto, Pippos rapidamente tomava a iniciativa da luta, enquanto Bartolomew proferia palavras orgulhosas e Thorkell já preparava seus grandiosos músculos para a luta. A sua Naginata fazia zumbir o ar enquanto entrava em posição de combate, mirando em seus inimigos.

Vitaminado, com seu ataque familiar, saltava no ar para atingir seus inimigos e o chão utilizando a força da gravidade como intensificador. Seu corpo monstruoso fazia uma grande sombra no chão, que era parcialmente iluminado pela Lua. Os inimigos se amedrontavam, mas não perdiam a compostura. Alguns capangas escapavam da área de ataque do grandioso martelo, visando os outros dois meio-gigantes, enquanto cerca de três deles apenas desviavam para os lados e para trás, recuando. Estes que fizeram o movimento evasivo, prontamente preparavam suas armas para combater a montanha de músculos em suas frentes. O que recuava para trás saltava com suas duas espadas, ele possuía cerca de três metros e meio, e se encontrava na mesma altura de Pippos. Seu parceiro, sem pestanejar pegava seu rifle e disparava alguns tiros contra o homem que agora descia do céu em suas direções. Algumas balas passavam raspando nas suas orelhas e cabelos, enquanto uma delas atingia em cheio seu braço, que protegia seu rosto.

O ataque do gigante finalmente atingia em certeiro o chão, causando um pequeno tremor e levantando alguns detritos de chumbo branco, que compunham os ladrilhos daquela rua. Dois dos capangas que miravam nele perdiam parte de seu equilíbrio, porém, era tudo isso que Pippos necessitava. Levantando sua arma, ele preparava um ataque horizontal mirado naqueles inimigos em sua frente. Vendo também que um dos oponentes estava em uma investida contra o soldado, ele fazia seu golpe horizontal bater de frente contra o ataque inimigo. A força dos dois se igualavam, enquanto faíscas se criavam com o choque dos metais. O oponente que estava no ar não possuía apoio, portanto, logo começava a sentir o efeito da gravidade. Ele caía no chão graciosamente, sem sentir o impacto e já preparado para bloquear mais uma daquelas marteladas do oponente, que inevitavelmente vinha ao seu encontro. Cruzando suas espadas e ajeitando seu corpo para aguentar a batida, o rapaz rapidamente sentia a força daquele gigante, a qual não podia ser ignorada. Ele rapidamente tirava sua espada do caminho e se abaixava o máximo que podia para não ser atingido, esperando seus colegas o cobrirem. Porém, isso não era possível. O seu companheiro que segurava a adaga não era capaz de desviar da massa de aço que se aproximava rapidamente, e era atingido em cheio no canto do braço, fazendo com que seu corpo frágil viajasse pelos ares até encontrar um muro que defendia a casa de Flamesworth. O inimigo caía atordoado, enquanto mantinha seu olho mal aberto.

O atirador e o espadachim mostravam mais da sua fúria enquanto viam seu amigo ser atingido daquela maneira. O homem que carregava as espadas rapidamente iniciava sua investida, apenas para ser parado por Pippos e seu grande martelo novamente. Ele segurava aquela monstruosidade com suas duas espadas cruzadas, igualando o marinheiro em força. Porém, o peso se mostrava um fator determinante nesse duelo. Quando estava prestes a perder na força, ele defletia a arma com suas lâminas e rapidamente se realocava, esperando seu amigo atirador recarregar o rifle para voltar para o embate.

~X~


Ao mesmo tempo em que tudo isso ocorria, Thorkell iniciava o seu show com sua Naginata. A arma que se assemelhava com uma lança, mas que carregava uma lâmina em sua ponta, se mostrava como uma companheira de vida para o gigante ancião, que a manuseava com tamanha maestria jamais vista. Erguendo-a sobre sua cabeça, ele começava a girar a arma com habilidade, enquanto proferia algumas palavras para seus inimigos. Thor estava confiante de que venceria esse embate contra os três, e já começava a preparar seu contra-ataque, esperando a investida do outro combatente. Quando ela vinha, via se tratar de um lanceiro também. Ele parecia imponente, enquanto estufava seu peito e corria em direção ao seu Golias. O meio-gigante não perdia tempo e lançava sua lança horizontalmente em direção ao rapaz, em forma de contra-ataque, porém, o inimigo estava esperto.

Usando sua própria lança, ele defletia a Naginata de Thorkell, a direcionando para o chão enquanto tomava impulso com o mesmo movimento. O gigante não era um noviço qualquer, porém. Ele estava preparado para essa situação, e mudando a posição da sua arma em sua mão e a forma de agarrar sua haste, ele repetia o movimento, porém com a direção oposta. A lâmina agora vinha na direção do lanceiro, que prontamente a bloqueava agarrando seu armamento com as duas mãos e a posicionando de forma que segurasse o golpe. Apesar de ela conseguir defender, seu corpo era muito leve, e logo era jogado e arrastado para trás.

Os outros dois capangas que apenas assistiam até o momento, prontamente se movimentavam para investir no homem também. A adaga de um, junto com o montante de outro, reluziam com a luz do luar tocando em suas lâminas, mostrando um momento de coragem e exuberância. Eles corriam até o gigante que acabara de lançar seu colega para trás, quanto o atacante se preparava para mais um golpe contra os dois. Ele erguia sua Naginata para o céu e a descia furiosamente como uma guilhotina. A lâmina descia zumbindo enquanto cortava o ar, até se encontrar com o montante de um dos inimigos. Seu pé afundava no chão enquanto ele segurava aquele ataque, ganhando tempo para seu amigo ladino chegar até o corpo de Thorkell. Ele não perdia tempo e saltava até a altura do peito do gigante, liberando um ataque horizontal e giratório contra o mesmo. A lâmina das adagas pegava duas vezes no mesmo lugar, uma vez que empunhava duas delas. A carne de Thor era dilacerada de um lado para o outro, enquanto o autor desse golpe caía com o efeito da gravidade. Ele entrava em posição de defesa ao mesmo tempo, já esperando um contragolpe.

O soldado via a persistência desse grupo, e se colocava a falar com os mesmos, tentando não perder o tempo lutando com meros capangas. Suas colocações faziam sentido, porém, os guerreiros ali possuíam uma motivação maior: dinheiro. O homem que ele havia lançado alguns minutos atrás se levantava com certa dificuldade e prontamente o respondia.

— E quem disse que trabalhamos para o nobre? — ele respondia com um certo deboche, enquanto colocava um rosto de imponência em sua face. Ele estava com alguns arranhões e talvez alguns machucados internos, porém, não se deixava vencer, enquanto se colocava em posição de combate defensivo.

O descendente dos gigantes primordiais via que não teria diálogo, portanto, pedia para seus colegas focarem na recuperação de Detective, mas não obtinha respostas. Aparentemente, cada um deles estava focado em seus combates. Barto parecia ser o único que ouvia as palavras do homem, deixando sua posição para ir em busca de seu amigo.

Ele pegava o machado de dois gumes que ganhara como um espólio de sua luta anterior e o usava como uma arma de arremesso, mirando-a em alguns inimigos que jaziam em sua frente, buscando quebrar a formação dos mesmos para avançar sem ser interrompido. Ao lançar o grande machado, ele quase atingia certeiramente um espadachim, que em um movimento ágil e habilidoso, se esquivava e parava o item arremessável. Ela caia no chão e cortava parte do solo, antes de se "deitar" sobre o mesmo lugar. Apesar de não conseguir acertar ninguém de forma significativa, Barto havia ganhado tempo suficiente para iniciar sua corrida. Como um touro, ele penetrava a linha de quatro inimigos que estava em sua frente, sem piedade alguma tentava até mesmo acertar alguns infelizes pelo caminho, mas ninguém ousava ficar na frente de seus massivos pés e pernas. Apesar de estar em déficit pelo seu grande machucado, ainda era um perigo para aqueles inimigos.

Porém, eles se mostravam um passo a frente. Uma das capangas, com seu chicote, notava que sua corrida era irregular por conta de seu grande machucado na panturrilha. Ela prontamente pegava sua arma e agarrava a perna deficiente do gigante, que nada podia fazer naquela ocasião. Ele, sem demoras, descia como um meteoro e encontrava o chão frio e branco de Flevance, um pouco atordoado pela queda repentina. Seus oponentes não desperdiçavam a ocasião, e uma delas pegava seu rifle e lentamente se aproximava do gigante. Ela apontava sua arma de fogo para a cabeça do mesmo, e dava uma risada maléfica antes de puxar o gatilho.

O tiro, porém, nunca veio. Seu salvador, Smith, chegava no local no momento exato e cortava a cabeça da atiradora antes que ela pudesse realizar seu tiro. Ele abria sua boca e gritava para que todos os combatentes do local ouvissem.

— Eu estou indo atrás de Arthur. Não morram! — ele virava as costas e voltava para a mansão, deixando um tempo até que Barto pudesse se levantar. Um pouco depois, ele virava sua cabeça em um ângulo até que pudesse ver o soldado por cima do ombro. — Eu não estarei aqui para te salvar da próxima vez, soldado. — desvirava sua cabeça e continuava rapidamente até a mansão, sem olhar para trás; ele confiava em seus subordinados.

Antes mesmo que os capangas pudessem chorar pela morte horrível de uma de suas companheiras, um tremor leve era sentido pelo campo de batalha que lentamente se tornava avermelhado. Ele ia se tornando mais forte e mais alto conforme o tempo passava, até que todos no recinto pudessem claramente sentir esse fenômeno. O causador disso tudo logo se mostrava. Um gigante de exatos dez metros aparecia no horizonte, carregando em seus ombros o que pareciam ser cinco pessoas desacordadas. Ele olhava para a cena com olhos apáticos, mas sua boca se contraía levemente ao ver os meio-gigantes naquela batalha. Seus olhos rapidamente se mostravam assertivos e imponentes como os de um caçador, e ele colocava um sorriso maléfico naquela face que parecia ter sido destruída pelo tempo. Logo após, ele virava suas costas para a luta e adentrava a grande fábrica Atlas. As grandes portas abriam como se não fossem nada após o toque daquele gigante, e de mesma maneira se fechavam para os combatentes.

Detective


Detective havia ficado preso em uma cela abaixo da mansão Flamesworth com Lara. Eles passaram um tempo juntos, porém, apesar de ser breve, foram capazes de conhecer mais um sobre o outro. A moça contava sua história para o homem, que se sentia mal por ela após perceber que mesmo entre os lares mais abastados e sortudos, nem tudo era flores. Ele mesmo não podia dizer muita coisa, pois o mundo o rejeitou em uma idade muito precoce, porém, ele podia ver que os acontecimentos de vida da Srta. Hëzil eram inoportunos. Ele a olhava com olhos de admiração e gratidão, por ter compartilhado algo tão pessoal com alguém que conhecera no mesmo dia. No contexto desses sentimentos, ele abria sua boca e falava com ela.

— A gratidão é toda minha, Sr. Detetive. — ela empregava o pequeno termo que ela havia dado para Detective, e logo continuava em sua oração. — Eu adoraria um dia ver o senhor desvendar seu maior mistério. — comentava com uma aparência simpática estampada em sua face, que agora estava mais vívida do que nunca.

Eles conversavam e logo Lara aceitava educar Detective nas artes da criptografia. Ela parecia entender bastante do assunto, enquanto transmitia o conhecimento de forma objetiva, palpável e compreensível. Ao fim de sua aula, ela passava uma pequena atividade prática para o homem. Uma criptografia para que o mesmo pudesse desvendar naquele momento. Nela, uma pequena mensagem escondida, que escondia os desejos da mulher. Detective tinha dificuldades à princípio, porém, após colocar seu cérebro para trabalhar e repassar todo o conhecimento compartilhado por Hëzil, ele conseguia desvendar aquele pequeno mistério, brincando um pouco ao mostrar que havia conseguido.

— Eu gostaria de ter certeza que você entendesse antes de sairmos daqui. — ela segurava uma risada atrás de suas palmas, que foram prontamente levadas a sua boca elegantemente para esconder o estímulo natural de seu corpo. Sem perder muito tempo, Detective a fazia uma proposta verdadeiramente interessante, que deixara a moça intrigada e curiosa. Ele, vendo sua reação, a respondia e falava mais sobre a língua que "criara", explicando em detalhes como foi concebida e até mesmo utilizando-a em uma sentença.

— Muito interessante! E soou bem também. Que nome o senhor dará para essa língua? — prontamente perguntava enquanto o investigador anotava no caderno de Lara todos os pontos principais da sua "criptografia". Ele passava um tempo naquela atividade, até entregar para a mulher o bloco de notas cheio de conteúdo. — Certamente lerei quando tiver tempo! — exclamava, mais ansiosa com a fuga do que com qualquer coisa.

Nesse momento, os ouvidos aguçados do Detective poderiam captar algo vindo de cima. Aparentemente, tremores e gritos eram ouvidos e sentidos, de vez em quando até mesmo barulhos de aço se chocando. Tais acontecimentos pareciam ser sutis e captados apenas por alguém que possuísse as mesmas qualidades que homem, já que Lara não parecia perceber, enquanto ele usava seu canivete para arrombar a porta da cela.

Ele parecia ter dificuldades com a tarefa, uma vez que estava com suas algemas o tempo todo. Porém, os anos de prática que tivera anteriormente não foram em vão. Ele conseguia abrir aquela fechadura antes de perder a esperança, e ele saía daquela prisão com um objetivo claro em mente: procurar por provas que pudessem incriminar Arthur e apontá-lo como autor daqueles crimes vis antiéticos. Ao sair da jaula, ele sinalizava para Lara o seguir, sendo imediatamente respondido com um aceno de cabeça. A expressão da mulher parecia contida e séria, mais do que nunca.

O detetive analisava sua situação e decidia seguir pelo corredor da frente do bloco de celas. Aquele parecia ser o corredor que trouxe ele, inconsciente, até aquele porão gigantesco. Ele explicava seu plano para Hëzil, que novamente acenava com a cabeça em concordância. Eles seguiam em passos apertados pelo corredor escuro, aceso apenas por alguns pequenos focos de luzes pendurados nas paredes, apesar de estarem perto de se apagar. O barulho de uma grande batalha era ouvido seguindo diretamente afrente do túnel, e era por ali que o investigador decidia seguir.

Eventualmente, o homem se deparava com uma grande escadaria. Ela se encaracolava e subia até o que parecia ser uma porta, e guardando esta, dois brutamontes segurando duas lanças ao todo. Eles pareciam diligentes e focados em seus trabalhos, não esboçando nenhuma expressão sequer por um segundo. Detective prontamente agia e escondia Hëzil, agindo furtivamente logo após, mas para sua surpresa, mais um fator entrava na jogada.

Do salão em que estavam apenas alguns minutos atrás, tremores e grandes sons eram ouvidos e sentidos regularmente, e cada vez mais fortes. Eles pareciam se assemelhar com passos, e estavam se aproximando. Se Detective tentasse analisar melhor cada elemento separadamente, poderia ver e ouvir que ele vinha daquele grande e escuro corredor que se encontrava ao lado de sua cela.

Klaus


Klaus havia terminado sua batalha e saído vitorioso. A mulher que o acompanhava não esboçava nenhuma reação, diferentemente de mais cedo quando ele investia contra o inimigo. De qualquer forma, os dois amarravam o corpo inconsciente do inimigo e o carregavam até seu QG, onde descansaria e arrancaria qualquer pedaço de informação possível do homem. Sunwizer partia atrás da moça sem hesitar, cruzando a cidade escura e um pouco fria até chegar no beco nojento e principalmente fedorento.

Vendo a situação, Klaus comentava sobre, tentando quebrar o gelo entre os dois, apenas para receber uma resposta rápida e curta.

— O chefe diz que ajuda no disfarce. — revelava ainda apática. Aparentemente, fazia parte do disfarce daquela base secreta. Aqueles corajosos o suficiente para entrar em um beco escuro e suspeito, eram repelidos pelo mau odor e higiene precária. Quem ainda sobrevivesse àquelas condições extremas, não veriam nada de interessante no beco e dariam meia volta.

A mulher então prosseguia para a porta, onde realizava um código secreto de batidas para poder adentrar o lugar. Dois toques rápidos, um devagar, um rápido e dois devagar. Barulhos de diversas trancas sendo destrancadas eram produzidos quase simultaneamente às batidas, enquanto eles esperavam do lado de fora. Quando a porta se abriu, aquele que os recebeu era nada mais nada menos que Robert em pessoa. Seus olhos pareciam brilhar ao ver o corpo inconsciente daquele que trabalha com o homem que acabara com a vida dele.

Os dois que caçaram aquela vítima entravam então, e isso revelava um lugar totalmente diferente para Klaus. Logo afrente, uma grande mesa redonda esbanjava beleza e fartura, possuindo alguns lanches e comidas para ingestão. Três portas levavam para outras salas, que pareciam ser tão grandes quanto essa, que se assemelhava a um local para se realizar reuniões. Algumas pessoas estavam sentadas naquela grande mesa que parecia ser de mogno, e olhavam atentamente e com certo receio Sunwizer, que pegava o corpo e o jogava no chão, proferindo algumas palavras logo após. Aqueles que ouviram pareciam menos preocupados, e qualquer resquício desse sentimento veio a desaparecer após a introdução de Robert.

— Rapazes, esse homem está trabalhando temporariamente com a gente para nos vingarmos d'O Chefe. Como podem ver, ele já foi de grande ajuda! — anunciava enquanto apontava para Klaus. Um homem grande e que possuía uma grande cicatriz que descia de seu olho esquerdo - que não possuía cor - até seu queixo, levantava da mesa e caminhava até Sunwizer. Aquela pessoa era muito grande, possuindo 1,5x o tamanho do rapaz, pelo menos. Seus músculos eram tonificados, e sua expressão era séria e amarga como jamais havia visto antes. Quebrando a expectativa de alguns, o homenzarrão apenas cumprimentava o noviço com um forte e firme aperto de mão. Klaus era capaz de sentir a aspereza da mão daquele gigante, o que indicava trabalho manual ou até mesmo empunhadura em combate.

— Sou Timothy, prazer em conhecer um guerreiro como você. — mantinha a mesma expressão de sempre e prontamente se apresentava para o rapaz ali. Fora ele, a moça que trouxera Klaus e o chefe deles, haviam mais três pessoas naquela sala. Uma menininha careca e igualmente fria, uma mulher que parecia alegre, apesar de usar uma grande bandana que tampavam seus olhos, e um rapaz de cabelo curto e olhos puxados. Todos pareciam cumprimentar Sunwizer de suas maneiras e jeitos.

Nesse momento, Klaus falava mais uma vez, e Robert tomava a vez de responder.

— Certo, certo. Kat, chame Clover e fale para ele vir comigo até a sala de interrogatório. — ele exclamava, enquanto sem pestanejar, a garotinha emburrada saía da sala e se direcionava para a porta da direita. Sr. Kant, por sua vez, ia até a porta da esquerda, após acenar como "adeus" para todos que estivessem naquela sala. Não tardava muito até que Klaus falasse novamente.

— Me deixe ver seus ferimentos. — falava o misterioso rapaz de olhos puxados, enquanto Sunwizer caminhava e se sentava na mesa para se alimentar um pouco. A variedade de alimentos não era tão grande, mas ainda era o suficiente. Um pouco de peixe e pão se encontravam em uma cesta, enquanto vinho era visto no meio da grande mesa. Maionese, manteiga e queijo estavam disponíveis também, mas próximos de um fim. Para finalizar, uma pequena torta de limão em seu último pedaço se escondia no meio daquelas cestas.

Enquanto ele comia, todos os outros se mantinham em silêncio e também enchiam suas barrigas. O silêncio algumas vezes parecia ensurdecedor, mas para eles era algo normal. Aquelas pessoas haviam sido unidas por um infortúnio do destino, e esse infortúnio causado por alguém em comum. Suas vidas se resumiram a essa miséria e desejo ardente por vingança. O único som que se ouvia pela sala era do rapaz que parecia ser médico, enquanto ele rasgava alguns pedaços de gaze e algodão para colocar com esparadrapo sobre os cortes de Klaus, que apesar de inofensivos, pareciam feios.

Em um certo momento, aquele que parecia ser Clover passava pela porta e entrava na da esquerda, onde Robert o chamara. Não demorava trinta minutos e alguns rounds de gritos ensurdecedores para que eles voltassem com boas notícias. Suas mãos pareciam ensanguentadas, enquanto ambos seguravam um pano igualmente carmesim e limpavam suas palmas. Kant abria a boca primeiro.

— Conseguimos uma informação importante! Ele disse que todas as tropas, inclusive O Chefe, estarão em uma mansão ao norte daqui. Aparentemente, esperavam uma luta contra a marinha ou algo assim. Antes de apagar, ele soltou a palavra "Atlas", apesar de eu não saber o que isso significa. Alguma ideia? — ele perguntava para seus seguidores, mas não obtinha resposta alguma. Eles pareciam animados com as boas novas, e já estavam se preparando para sair do lugar. — Certo! Então, o que estamos esperando? Vamos sair daqui imediatamente. — o homem terminava sua frase da maneira mais feliz que podia, direcionando seu olhar para cada um daqueles presentes no local. Uma vitória em alguns anos, e finalmente possuíam a chance de destruir aquele que destruiu a vida deles. — Isso acaba hoje! — direcionava seu olhar agora para Klaus, estendendo-lhe a mão para um aperto, firmando aquele acordo de mais cedo.



Informações sobre a investigação:

Histórico:

Legenda / Npc's:

Considerações:

   Code by Arthur Lancaster

     
    

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 EE4OUIx


"Assume the position to get back on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
Kira
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Créditos : 30
KiraPirata
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Alvorada dos Monstrorines!

Tudo finalmente parecia estar se encaminhando, a situação estava a nosso favor e agora ficava nas mãos deles conseguir alguma informação. Quanto a mim, apenas me preocupava em cuidar dos cortes que havia recebido, e claro, comer e beber algo, já que eu podia aproveitar o tempo livre, logo, tudo se desenrolava e tomava seu rumo.

Um dos homens naquela sala, que mais parecia um gigante diante de mim, se levantava de sua cadeira e vinha em minha direção, eu o observava caminhar até mim, e da mesma forma séria com que ele demonstrava seu rosto, eu o retribuia, olhando para o mesmo de forma tão séria quando o mesmo, e antes que ele chegasse a é mim, eu me levantava e me colocava de pé diante do mesmo, que apesar do tamanho, não me intimidava.

O homem estendia sua mão em cumprimento a mim, e eu o olhava estendendo a minha igualmente, apertando tão forte quanto ele e o encarando olho no olho, até que o mesmo proferia suas palavras, eu as ouvia e logo retribuia.-É um prazer para mim também… Timothy! Me chamo Klaus! Meu semblante mudaria suavemente de um sério intenso, a uma seriedade mais amigável, e assim, deixava espaço para o que vinha a seguir.

Na mesma sala, um homem de cabelos curtos e olhos puxados parecia se prontificar em olhar meus ferimentos, o mesmo os analisava e logo começava com seus procedimentos, rasgando gases e esparadrapos, ele conseguia cuidar de forma tranquila os ferimentos, e assim eu estava pronto para  o que mais viesse. Enquanto isso, no quarto ao lado, o velhote e um ajudante cuidavam de tirar informações do capturado, os sons de seus gritos podiam ser ouvidos do lado de fora, e de certa forma interrompiam o silêncio ensurdecedor que se propagava pela sala onde todos os outros junto a mim se encontravam.

Não demorava muito, e o velho surgia da sala junto de seu ajudante, os dois com suas mãos ensanguentadas, limpando com um pano que já tava tão vermelho quanto o próprio sangue, o os olhava e logo comentava.-É parece que não foi tão difícil assim tirar coisas dele… Mas e então, o que vão fazer com ele? Não podemos mandá-lo de volta assim, ele seria um problema… Se quiserem, posso levá-lo junto do chefe pra prisão, talvez eu consiga uma recompensa adicional pelos dois, claro, se vocês quiserem. Meu olhar era afiado e um tanto, como um homem ardiloso, porém, era algo que eu realmente queria, então, não podia deixar a chance passar.

Com isso, os dois revelavam as informações tiradas do capanga, e de acordo com eles o chefe estaria em uma mansão com seus homens, e se preparavam para uma possível luta contra a marinha.”Espero que não atrapalhem minha captura… fardados idiotas! Pensava comigo enquanto terminava de ouvir o que mais tinham a dizer sobre as ações que tomaríamos depois daquilo.

O gigante parecia bastante empolgado com tudo o que tinha ouvido, mas parecia um tanto impulsivo, o que não era bom para um plano de ação, afinal, já sabíamos que ele não estaria sozinho, e que possivelmente teria uma luta entre eles e a marinha.-Calma lá grandão! Velhote, como acha que devemos agir? Sabemos que ele não tá sozinho e que a marinha está lá provavelmente… Seria um problema agir sem um plano e ter de enfrentar os dois grupos, não acha? Olharia fixamente para o velhote, e o deixaria explicar o plano para todos ali, caso ele tivesse um é claro, e com isso ouviria tudo atentamente, pensando comigo mesmo em como agir.

Enquanto ouvia a explicação, algo me vinha a mente e eu então dizia.-Poderíamos usar a marinha como auxílio… não sei, uma espécie de escudo talvez? Entrar lá assim que tudo estivesse acontecendo, acho que isso pode ser muito bom pra gente, não precisaríamos ir de frente contra eles e acabar sendo vistos como bandidos pelo outro lado, o que acha? Olharia para o velho e para todos ali em volta, e caso concordassem, seria o momento de seguir.

Porém, caso não concordassem com a situação, deixaria que alguém com mais experiência e que conhecesse mais do que eu sobre estratégias pudesse nos orientar nessa situação, e assim planejar tudo bem certinho em como agir, e ao final, quando uma decisão fosse tomada e todos tivessem em suas cabeças como agir, eu seguiria com o plano e me juntaria a incursão planejada para finalmente pegar o meu prêmio.




Histórico:

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 V5YJKwL

Pensamento
Fala
Extras
Denki
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Imagem : 1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 CunQdWd
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DenkiSoldado
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O orgulho e a honra o precedem
E o seu nome é maior que todas as nações
Bartolomew - Post 11


1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 Maxresdefault

— Vocês realmente acham, que vão derrubar Bartolomew, e ficará por isso mesmo? A partir de agora, vocês foram julgados, e sentenciados, e não encontrarão nada, se não a própria morte. Desculpe por apressar, vocês são tão jovens. Em qualquer momento na luta, caso queiram render-se, irei aceitar de bom grado, deitem-se no chão e larguem as armas. Eu sou a própria personificação do Sol, e vocês, lacaios, nada terão ao meu lado, se não a incineração! - No mesmo instante que proferia meu discurso orgulhoso para com os meus oponentes, tive a oportunidade de tentar recobrar os sentidos afetados durante a queda ao dar tapinhas com a mão esqueda em minha cabeça.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 6b7b263c9f50b870be4b67eac5d3e95536b31b8a_hq

— Lutem como se quisessem matar Barto. Eu responderei com a mesma ferocidade. - Cada momento que passava, o tempo agia como o Deus-Rei. Os meus machucados, pouco a pouco, iam cicatrizando e me permitiam lentamente, voltar ao meu potencial inicial. Potêncial tomado pela minha própria arrogância e desprezo para com meus oponentes. Depois de pouco pensar, em uma situação extremamente rápida, iria começar o embate. Primeiramente meus instintos diziam para tentar desequilibrar os meus adversários: era a melhor chance que tinha para tentar recuperar meu machado, e com isso, aumentar ainda mais meu poder de combate.

Logo, fazendo base, para evitar ser parado novamente pelo chicote dos meus adversários, iria atacar seguidamente, colocando todo o vigor e força que pudesse alcançar, para me manter em alto desempenho. Respirava fundo e começava a tentar balançar a terra, com ataques seguidos, que não visariam o contato de um inimigo, diretamente, mas causar tremores, ou quaisquer coisas que tirassem o angulo de tiro dos meus oponentes. Enquanto o faria, observava o lugar em que meu machado havia pousado, e se tanto eu, quanto o machado estavamos perto de algum grupo de inimigos.

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Caso estivesse muito perto de um grupo, iria atacar em forma cônica a minha frente, aproveitando-me da minha grande envergardura para atingir a maior quantidade de inimigos que pudesse, e bagunçar sua formação, prestando atenção também no usuário de chicotes que havia percebido a minha panturrilha exposta, novamente, iria propositalmente deixar exposta a minha perna, para que se ele tentasse novamente me agarrar com sua arma, iria puxa-lo com força para trás, e se ele fosse puxado, chutaria-o tentando tira-lo do combate rapidamente, e nisso correria para pegar minha outra arma que seria lançada contra um grupo que estivesse sem combatentes, não interferiria nos combates dos meus colegas.

Lançaria de frente, e caso ela encontrasse algum corpo, ficar-se-à nele, mas lançaria com a intenção de parti-lo ao meio. Aonde meu machado fosse lançado, iria tentar pular, com o joelho bem flexionado para - com o auxilio da gravidade - tentar um golpe descendente contra o solo, tentando atingir com miunha clava e com o meu próprio corpo todos na região de contacto. Caso algum deles tivesse a capacidade de esquviar-se ou bloquear-se indo para trás, reto ou na diagonal, seguraria o machado e lançaria-o na sua direção, continuando o combo ao girar minha clava em formato de meia lua, para pegar todos que pela resposta mais óbvia, optaram por pular e tentar-se afastar do lugar.

Se alguem fosse tonto o suficiente para tentar bloquear o golpe, continuaria macetando com a minha clava para afuda-lo no solo do local. Caso me atacassem com tiros, flexas e arremessáveis, iria tentar bloquear com a minha clava, ou totalmente, ou parcialmente, defletindo os projéteis. Caso fosse alvejado por golpes meelee, iria tentar disputar força e massa muscular com o homem - ou mulher - que tentasse. Nesse mesmo caso, iria tentar subjulgar o meu oponente de corpo-a-corpo com seguidos golpes descendentes, com o intuito de afunda-lo no solo. Nesse meio tempo, bloquearia golpes que fossem endereçados a mim com a enorme massa de músculos, ou com qualquer coisa que pudesse por a frente para não tomar o golpe em sua totalidade.


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O Dragão Indomável


O primeiro inimigo a avançar em minha direção, ou deveria dizer em direção a morte, não expressava qualquer medo. Um verdadeiro lanceiro quando está com sua lança não tem o que temer, afinal de contas, entre todas as lâminas a lança em particular quando direciona para combate domina vários metros de distância, direções e ângulos. Ainda que o oponente fosse jovem, sua bravura era louvável. ~ Bela defesa moleque! No colidir das armas ao ponto de fazer o inimigo refletir minha Naginata, falava de forma serena, ainda que o sangue estivesse começando a esquentar e as fibras aquecerem.

Apesar da iluminação no local estar precária, por sorte ou benção, a luz estupenda da lua permitirá visualizar os inimigos diante de mim. Independente da luminosidade, poderia confiar em meus instintos para lidar com qualquer eventualidade. “Quando uma fera é desprovida de seus sentidos... nesse ponto do abismo, ela desperta com suas verdadeiras raízes.” Lembrava de um velho ditado, mais velho que eu por sinal, ao qual ouvirá durante minhas viagens.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 RFyso9i

Com o recuo de um dos adversários, não tardou para os outros dois avançarem. Apesar de ter conseguido impedir o ataque de um deles, o outro, o ladino se aproveitava da fragilidade de seu aliado para atacar-me com toda sua garra. Não fornecendo auxilio para seu comparsa, mas sim tentando finalizar-me o quanto antes. “Huum. Atacar antes de ser atacado, uma boa tática mesmo.” Divagava comigo enquanto tentará acompanhar o avanço furtivo do ladino; falhando miseravelmente.

O golpe duplo das adagas era feroz e penetrante, fazendo o sangue jorrar para fora de meus grandiosos músculos. Devido a força do ladino, reconhecida agora por mim uma vez que conseguirá me causar tal ferimento, havia tentando argumentar com os humanos com objetivo de obter sua rendição e evitar suas inevitáveis mortes; falhando também miseravelmente.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 NOUBGPs

A resposta do homem era ousada e bastante inesperada. ~ THORORORORO! Expressaria uma risada bastante ávida, sem se quer mostrar dor ou rancor pelo ataque do homem a frente. ~ Entendo, entendo. Nada mal! No fim, o dinheiro sempre fala mais alto para algumas pessoas. Esqueço que existe essa laia de gente. Proferia ainda com um rosto calmo e pensativo. “Ufs, parece que eles estão bastante envolvidos também.” Pensava comigo após, brevemente, olhar de relance para o combate dos outros soldados.

A preocupação que possuía, mesmo não apresentado, era o bem estar do civil Detective. Mas Smith havia retornado e avisado que ele viria ir atrás do civil, o que acabaria me causando um pouco de alivio. ~ Certo sargento! Se conseguir salvar o garoto, a rodada de breja é por minha conta! Rugiria em resposta ao marine, tentando amenizar as preocupações alheias.

~ Onde estávamos mesmo!? Proferia para os inimigos a minha frente, apesar de ser retorico, mas logo viria ser interrompido pelo estrondo que meus pés, e meus instintos, viriam ressoar. ~ Huh? Logo então perceberá um enorme gigante diante do local com um semblante bastante maléfico. ~ Mas que porra é essa! De onde surgiu esse desgraçado? Passaria os dedos na barba enquanto a outra mão ainda empunhava a lança. Os olhos viriam ser direcionados para cima, analisando o gigante. “Quanto tempo faz que não encaro alguém maior que eu?” Pensava comigo mesmo, chegando a ter um flash dos gigantes da ilha de Elbaff que a décadas não recordava. Sinceramente, não sou um homem que guarda muito rancor, mas ver aquele gigante certamente atiçou um pouco da ira que contida estava a um bom tempo.

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O semblante em minha face que outrora estava carismático e benévolo, agora se tornava uma face irada e irritada. ~ KEKEKE! Parece que hoje terei um oponente bastante digno! Diria para mim mesmo, após perceber a saída do gigante do local. ~ Opa, quase esqueci de vocês aí. Proferia ao notar os inimigos novamente, durante o tempo que empunharia a lança com a mão dominante e deslizando o pé para trás e tracionando os músculos das pernas com objetivo de recrutar maior força para então desferir meu ataque.

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A expressão se tornava um pouco mais séria enquanto um pouco de sangue era golfado, devido ataque de antes, mas não seria suficiente para fazer-me expressar dor. Já havia me desvinculado de tal sentimento a tanto muito tempo, apesar de apreciar o calor da batalha, seria necessário um turbilhão desses ataques para me derrubar. Afinal de contas... um descendente dos gigantes primordiais deve carregar consigo sua nobreza.

Não saberia dizer se o ferimento dificultaria o combate, mas meu ímpeto agora não seria neutralizado por um mero arranhão. O sangue borbulhava como um caldeirão em alta temperatura. O coração batia rápido, como uma trepada entre coelhos. A força direcionado a mão, agarrada na haste da lança, seria intensificada ao ponto de as veias começarem a saltar. ~ Agora é minha vez! Proferia tão ao mesmo tempo que avançaria tão rápido quanto pudesse.

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Impulsionando a perna de atrás para frente, ao mesmo tempo que posicionaria a lança em diagonal deslizando a mão pela haste, exerceria um ataque circular com objetivo de atingir os três inimigos a frente. Seja com a parte da haste ou lâmina, dessa vez o que importava era agilidade e força para com o ataque. Durante o movimento, o proposito de abusar da capacidade de distancia bem como força centrifuga que o corpo geraria, seria para golpear lateralmente tudo que estivesse diante de mim, quase como se fosse um breve tufão.

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Sem dar descanso para os inimigos, e para mim, após o primeiro ataque viria imediatamente desferir um segundo golpe. Aproveitando da força que viria causar pelo giro, tentaria segurar a Naginata no alto retraindo-a com toda força para retornar ela de cima para baixo buscando um ângulo diagonal novamente. Visando colidir com quem estivesse a frente, ou todos se possível.

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Havendo êxito ou não durante meus ataques, não cessaria por aí, pois, visaria outro balanço tão forte, rápido e preciso como os outros. Mas esse dessa vez, teria proposito de ser ainda mais intenso, em razão de caminhar alguns passos a frente para buscar uma maior proximidade e gerar maior força de impulsão para com o balançar da haste. Diferente dos ataques diagonais, por fim, o ultimo buscaria atingir e cortar na horizontal. Seria bruto, feroz e sem qualquer piedade.

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Não almejaria tanta precisão quanto antes, pois, tentaria abusar da envergadura, sobrepeso e proximidade para atingir dentro da área de alcance; ao qual seria bastante benéfica para mim. Todavia, se conseguisse notar uma brecha entre meu primeiro ataque e segundo, durante uma esquiva ou bloqueio por parte do inimigo, acompanharia com os olhos o alvo que tentasse se aproximar e, nesse momento, mudaria a pegada na haste invertendo ela para permitir girar meu eixo corpóreo e assim atingir o alvo com um soco, movimentando o braço ao alto, pela lateral em declínio com intuito de pegar desprevenido com um ataque coporal inesperado e arremessar o alvo para longe.

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Caso os oponentes tentassem buscar alguma brecha, durante meus golpes, tentaria reclinar ou inclinar o corpo para evitar a investida; ou diminuir parte dele. Se possível, tentaria evitar recuar, pois, isso proporcionaria certa vantagem para os inimigos. Caso visassem buscar me atingir após efetuar meus balanços com a Naginata, que seriam largos, já estaria ciente de tal movimentação e tentaria antecipar e redirecionar a haste a manejando giratoriamente com objetivo de bloquear o golpe do adversário; seria semelhante a um escudo circular devido ao giro da haste em alta velocidade.

Não só meu rosto estaria destemido, mas os movimentos bastante ávidos e atrozes. Queria mostrar meu poder, minha força e a sagacidade contida em cada fibra muscular. Quem sabe até mesmo o ímpeto percorrido pelo corpo, ignorando os danos e apresentando a voracidade pela vitória. Parecia que aqueles homens estavam acostumados a enfrentar dificuldades por dinheiro, talvez muitos combates permitiram chegar a esse ponto. Entretanto, duvidava muito de que haveriam encontrado uma montanha de músculos experientes e ardiloso como eu. ~ Sua ambição me convenceu de sua força. No entanto, sua vontade é frágil demais! Falaria caso tivesse conseguido atingir em cheio um, ou mais, dos oponentes. Só poder qualquer um poderia ter, até mesmo eu que fui abençoado pelos gigantes primordiais detenho tamanha força. Porém, se só isso fosse necessário para sobreviver, reinos não ruiriam; Cidades não queimaria; nobres almas guerrilheiras não quebrariam.

A verdade é que sem uma ideal, uma vontade inabalavel consigo mesmo, uma causa para se agarrar tão forte quanto uma Tsunami despencando... jamais conseguirá realizar seus sonhos. “E, eu irei criar um reino jamais antes visto nesses mares! Estou destinado a essa grandeza!” Isso estava cravado em meu espirito e entrelaçado em cada fôlego e em cada músculo do meu corpo.





  • Posts: 11
  • Ganhos: Naginata;
  • Perdas: ~x~
  • Players/NPCs:
    Pippos Vitaminado;
    Bartomolew;
    Detective;
  • Localização: Flevance ~ North Blue
  • Ferimentos: Dupla perfuração no tórax; não tratado (Recuperação ??)
  • Objetivos:
    ~ Obter uma Naginata/Lança;
    ~ Conhecer Gaiden, Denki & Drake.
    ~ Concluir 3 missões;
    ~ Subir de Patente;
    ~ Treinar Ambidestria;
    ~ Ganhar boa Fama;



PdV: 5000
STA: 100

Força: 240   [+120 Raça] [+60Edc] [+20 Arma]= 440 ~ Hábil ~
Destreza: 0 ~ Incompetente ~
Acerto: 20  [+120 Raça] [+60Edc]= 200 ~ Regular ~
Reflexo: 10 ~ Regular ~
Constituição: 130 [+120 Raça]= 250 ~ Regular ~

Agilidade: 105
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 5%

Qualidades:

Defeitos:

BrigaCotoveladas, cabeçadas, garrafadas, mordidas e dedo no olho. Você faz os movimentos necessários para sobreviver e derrotar o inimigo, sem se importar com estilos ou movimentos rebuscados.

SobrevivênciaVocê é capaz de encontrar água, comida e abrigo em ambientes hostis, se existentes.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

NadoVocê domina diversos estilos de natação e é capaz de controlar sua respiração com maestria para não perder o fôlego.

PersuasãoVocê é capaz de convencer os outros através de argumentos lógicos e racionais, ao contrário de lábia, os efeitos de persuasão são duradouros.

Profissão:
Sentinela Os sentinelas são guerreiros espirituosos que dominam o conceito de vigia, seja dentro do navio durante as viagens e fora deles, excelentes seguranças em terra firme, eles são de suma importância para missões de proteção, patrulha, escolta, rastreio e guarnição, seja de itens, pessoas e etc. São guerrilheiros por natureza, excepcionais quando se trata em defender sua tripulação incluindo eles, quando deparados com hostilidade e/ou situações desfavoráveis. Carregados com um alto vigor físico, são aptos, versáteis e incansáveis em cumprir sua função sobre diversos territórios inimigos, com objetivo em defender o navio, o navegador ou tripulação de eventuais ameaças durante combates marítimos/terrestres.

Bônus: O jogador quando estiver em serviço protegendo algum aliado, navio, carga ou item e for infligido por algum status negativo, durante esse tempo ele consegue ignorar os efeitos narrativos(não será neutralizado, os efeitos viram pós-término de sua função). Esses efeitos variam entre envenenamento, lentidão, sangramento e etc. Situações desfavoráveis que exigem ficar sem dormir, comer ou descansar, o jogador consegue permanecer o dobro do tempo.



Arma: NaginataDescrição: Um tipo de lança com um comprimento de 10 metros, havendo 7 metros de haste e mais 3 metros de lâmina. Seu diâmetro é de um metro e meio. Alguns entalhes pode ser visto sobre sua haste. A Lâmina é curvada possuindo duas ondas sobre a parte de cima. Imagem da Lança.
Tipo da Arma: Naginata
Qualidade: Clássica.
Durabilidade: Baixa.
Dano: +20 em força.
Estado: Rachadura na haste;

DinheiroBerries: 5.250.000 ฿S

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Pippos
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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 Shuuma10

Confronto digno?!


1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
Natural como a luz do dia, minha impecabilidade era surpreendente. Claro! Tolos os fracassados que discordassem comigo VITATATA! Eu jamais perderia um embate para um grupo tão ineficiente. Eu era o super Pippão, o último e mais forte herói da Terra! Tinha que admitir, o Smith me surpreendeu um pouco, mas agora seria o meu momento de brilhar, minha hora de fascinar tudo e todos com a minha incessante luz interior. Óbvio que minha meta sempre forapassar um pouco de minha essência para todos ao meu redor, né? Claro! Se meus companheiros tivessem, pelo menos, só um pouco de minha confiança, já seriam mais do que o suficiente para enfrentar qualquer inimigo.

Com meu extraordinário salto e eficaz impacto contra o solo, eu até esperava ter causado um impacto maior, mas eu sabia que precisava pensar nas pessoas de bem, então uma leve vibração para desnortear um pouco os meus adversários já era mais do que o suficiente. Feito, como planejado, acabei liquidando um dos meus oponentes, mas ainda haviam dois adversários que estavam me atrapalhando. Um atirador sendo um pé no saco com essa arminha a tentar penetrar o meu divino corpo, puff. Foquei em proteger o meu rosto com o meu braço esquerdo, e isso até me ajudou na proteção contra os disparos dessa arminha safada, e um espadachim com duas espadas tentando se igualar à minha incomparável força. Quem ele estava pensando que era?!

Estava claro, se não fosse por esse atirador chato, eu poderia ter um extraordinário combate até mais interessante para, verdadeiramente, mostrar para esse espadachim fracassado quem que tinha mais força! Mas com um atirador atrapalhando a luta… arf. Talvez até fosse mais sensato focar em eliminá-lo primeiro. - Pensei. Depois de uma rápida análise, eu estava pronto para novamente entrar em combate. Quer dizer, amassar esses fracassados, não é? Eu não entro em combate, eu me imponho e mostro que sou o fruto de uma vontade divina nesse planeta!

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 Screen14

Convicto de que depois do choque de forças comigo, o espadachim parecia notar um pouco de que minha força era inigualável, e, por isso, seqyer aguentou disputar muito tempo comigo em um confronto de força, mas assim que a breve luta de força se disfez, pude notar que o atirador já estava recarregando seu rifle. Agora! - Era o momento perfeito para cair em cima dele! Iniciando uma perspicaz corrida e aproveitando o recuo do espadachim, foquei o atirador enquanto estava recarregando sua arma, depois de meu avanço, o alvejei em um golpe descendente de forma horizontal, pois assim, esperava diminuir suas chances de sair ileso de meu ataque. Acertando-o, ou não, ainda alvejaria desferir mais um ataque, dessa vez horizontal, tentando aplicar um ataque da direita para a esquerda, esperando acertar para finalizá-lo ou até mesmo para diminuir ainda mais suas chances de esquiva, pois se ele houvesse se esquivado de um ataque vertical, as chances de também conseguir de um horizontal eram mínimas.

Mas claro, que sempre considerando e tomando cuidado com o fato dele ter conseguido recarregar sua arma e, assim, colocaria meu grande e musculoso braço esquerdo à frente do meu rosto quando seu rifle estivesse apontado, pois pretendia utilizar toda a acentuada massa de meu corpo bem estruturado. E também precisaria sempre ficar analítico e com muita atenção no espadachim, pois eu não poderia menosprezar o fato de que ele poderia ser um fracassado do tipo que tenta pegar o adversário desprevenido, pois eu estaria dando atenção ao seu parceiro atirador. Caso isso estivesse para acontecer, à medida que eu estivesse executando uma martelada horizontal contra o atirador, tentaria utilizar toda a minha força para alavancar o seu corpo e tentar girar 180 graus para terminar o ataque lançando-o em cima do espadachim, e, evidentemente, atrapalhando qualquer que fosse seu ataque contra mim, caso fosse realmente acontecer.

De todo modo, eu, o extraordinário semideus desse mundo, o último fruto de salvação do planeta, o impecável, precisava ter certeza e atenção em todos os antagonistas que estava a enfrentar, mais especificamente ao espadachim, pois nele eu precisava me impor e mostrar o meu magnífico poder, além de, claro, testar fielmente minha capacidades. Caso eu tivesse conseguidi me livrar do atirador que só fazia atrapalhar a verdadeira luta de força, abriria um sorriso: - Você! Pensa que consegue se comparar a mim?! VITATATA! Mostre-me do que é capaz! Talvez seja digno de conhecer o verdadeiro poder do meu martelo. VITATATA! - Encerrei, convicto e confiante numa luta extraordinária que poderia acontecer de modo a eu poder fluir e, dignamente, testar minha força quando um fracassado qualquer tentava superar.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 Screen13

Preponente e resoluto com minha capacidade física, estava claro de que eu estava ansioso para testar minha capacidade física contra um parvo humano que, mesmo sendo um diminuto, ainda tentava se comparar a mim. Lógico que eu estava feliz, talvez expressando fielmente a minha alegria em meio à minha vontade de expressar minha força e meus músculos divinos acima de um pobre coitado. Suspirei, em meio a toda essa situação.

Ccomeçando a fazer alguns giros circulares com a minha extraordinária marreta, em movimentos hábeis provenientes de um sagaz ferreito, mal conseguia conter minha animação: - Vamos nessa! VITATATATA! - Ao concluir minha gargalhada, seria a hora perfeita para avançar contra o meu impetuoso adversário. Talvez não fosse tão fracassado assim, cogitando me enfrentar no mano a mano, sem pestanejar. Se ele estiver vivo no final do embate, talvez receba a chance de ser um de meus fãs e seguidores.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 E6775e11

Avançando com proeza e determinação, depois de incontáveis giros, era provável que o meu sagaz martelo já houvesse adquirido energia mecânica o suficiente para amassar o crânio de um delinquente que não sabe diferenciar a força de um urso comparada à de um cachorro. Sabe-se que tem alguns cachorros bravos que não cederiam em uma derrota certa, mas o final já era certo. Avançando, e disposto a concretizar um ataque preciso contra todo o corpo do espadachim, eu aproveitei toda a exímia combinação física provenientes do giro para avançar e tentar desferir um ataque direto auxiliado de uma pura combinação entre energia cinética e energia potencial. Era provável que o espadachim mais uma vez tentasse bloquear meu inigualável ataque cruzando suas espadas, mas nesse caso, era diferente, com as inertes e plausíveis vibrações de meu martelo, em noções de física, seria possivel supor que o impacto também surtisse em algumas vibrações que poderiam atrapalhar a firmeza e segurança do espadachim.

Notando qualquer tipo de incerteza ou descontrole no momento do bloqueio do espadachim, faria questão de tentar usar minha extraordinária força, acompanhada de meus belos músculos, para sobrepor o impacto equivalente entre suas espadas e meu martelo, tentando infligir uma continuação no ataque de forma ascendente e lançá-lo, nem que fosse um pouco, para cima. Mas como assim, Pippão? Almejava tirar os pés do chão e tirar todo o seu ponto de apoio para segurar, minimamente, meus ataques. E, desta forma, eu teria um controle muito melhor para efetuar um ataque, além de dificultar qualquer defesa dele sem seu apoio no chão, e, caso tudo ocorresse conforme o planejado, apoiaria meu braço esquerdo no chão para apoiar e começar a realizar um giro formidável e pegar o impulso para executar um golpe horizontal com toda a minha força para lançar o espadachim contra as paredes da casa do Flamesworth, talvez até destruindo mais um pouco do referido estabelecimento.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 Screen12


Histórico:
Objetivos:
Personagem:


Vitaminado Pippos

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 Zx5fIGC

Narração
Pensamento
Fala

Gaiden
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»» Sweet Escape ««

~ If I could escape... I would but first of all let me say ~



Lara gostava da ideia da lingua, e respondendo sua pergunta sobre o nome, logo soltava - Porquê não chamamos este esquema linguístico de E.S.P.A.N.H.O.L.? Esquema Secreto Por Amálgama Neolinguística Harmônica Objetivando Locução. Acho que seria um ótimo nome. - Não tardava a dar prosseguimento à missão. Sequer tentara retirar as algemas com o canivete, pois, ao meu ver, tal feito seria de difícil execução... e não tinha todo o tempo do mundo. Lara, furtivamente, seguia como eu o caminho planejado. Corredores para um lado, escadas para o outro, e chegávamos em algum lugar. Escondendo-a, eu logo notava o que me cercava.

~ Acho que teremos dificuldades tanto à frente quanto por nossas costas ~ Realizava, em atenção. Notava-se que alguma batalha ocorria pelas redondezas. So de metal ecoavam para meus ouvidos como o som de um rato soterrado chegava às orelhas de uma raposa da neve. Teríamos de agir logo, não poderíamos perder mais tempo. Os tremores ouvidos do sentido de onde tínhamos vindo eram assustadores, principalmente no contexto em que nos encontrávamos. ~ Pensemos, pensemos, pensemos! ~ Me estimulava a planejar algo, enquanto com a mão direita ao queixo. Não nos restava espaço para erros ou súplicas, a qualquer momento poderíamos morrer. Pouco se passava e não demorava a me vir uma idéia, arriscada, talvez, mas uma idéia que era um tanto criativa.

Primeiramente, tentaria o que não fizera antes, retirar as algemas que me limitavam. Caso conseguisse de maneira veloz, então passaria ao passo seguinte, senão, iria de mesmo modo... minhas mãos atadas não fariam tanta diferença. Eu, com toda a certeza, não iria tentar brigar com os brutamontes lanceiros, minha vida não fora feita pra este tipo de situação. Correr seria uma possibilidade, contudo, com a senhorita ao lado, numa tarefa estupidamente difícil isto se tornaria. Ficar parado estava fora de cogitação, já que não seria um bom plano esperar para saber o que vinha causando os tremores internos. Chegando a Lara, falaria - É isto, senhorita. Não temos muito a fazer, mas tenha certeza de que esta é uma solução inteligente. Primeiro, eu chamo a atenção dos que estão na porta, isto nos dará um pequeno espaço de tempo para agir. Isso é uma escada espiralada, logo, não se tem uma visão boa do que está em seu fim. Você ficará escondida pouco abaixo da base. Quando me seguirem, eu correrei de volta em sentido à cela e você sobe como se não houvesse amanhã. Está bem? - Indagava à garota - Uma vez livre, corra!! Corra e ache quem está lutando... pelo que prevejo, a marinha já deve estar lá em algum lugar.

Não costumava correr riscos, simplesmente não gostava. Aquele momento me era inoportuno em diversos graus, porém, apesar de tudo, seria uma linda oportunidade para minha companheira sair sem ser perseguida ou machucada. Dando prosseguimento ao plano, faria exatamente o que dissera, chamando atenção dos guardas com um simples - Hey, senhores. Acho que estão fazendo um trabalho muito mal feito. Estou livre. - Exprimiria com as algemas rodando em meus dedos, caso as tivesse aberto com o canivete.

Correndo em direção oposto à da saída, eu logo olharia para trás, para ver se Lara conseguia sair enquanto me caçavam. Vendo minha sobrevivência como principalidade naquele momento, eu colocaria tudo o que podia nos meus pés, armando a algema, caso a tivesse tirado, para que no caso de encontrar qualquer ser à minha frente, desse uma rasteira - não para atacá-lo, mas para prender seus pés e continuar correndo de volta para a cela que estava após driblá-lo. Se a alcançasse, eu primeiro pensaria ~ Será que tenho mais lugares para correr por aqui? Algum compartimento secreto ou sala? ~ Se sim, usaria de minha velocidade para percorrer o local, senão, sacaria o canivete e tentaria fechar rapidamente a cela comigo dentro, para que ninguém me matasse. Se tentasse me espetar com as lanças, antes ou depois, daria passos para frente, trás, esquerda e direita, no intuito de não recepcioná-las. Ao se suceder o primeiro caso, eu buscaria analisar onde poderia me esconder. Se adentrasse alguma sala que possivelmente pudesse fechar, o faria. Se achasse um cofre, uma gaveta, um armário, ou qualquer coisa que pudesse analisar, o faria. Se encontrasse mais gente atrás de mim, tomaria por pesar minha mísera vida e tentaria esquivar de tudo do jeito que pudesse, com cabalhotas para o ar, para baixo, mortais, rasteiras de desvio, bloqueio com objetos que visse ou qualquer outro tipo de defesa digna de gente que não gosta de briga - sempre sem machucar qualquer um.




1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 QHIbW7W
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Alvorada dos Monstrorines - 11
 22:34 ~ 22:58 / Flevance


 
Thorkell

A luta contra os capangas envolvidos com Flamesworth se intensificava e logo chegava a um clímax. O gigante elogiava a bravura e coragem daqueles combatentes, que sem pestanejar sequer um pouco, atacavam ele com toda técnica e ferocidade que possuíam em seus repertórios, lhe causando uma ferida significativa. Porém, no final das contas, aquelas pobres almas eram motivadas apenas pela ganância humana e a vontade de sempre ter mais. Eles recebiam dinheiro em troca de arriscar a própria vida por uma causa que nem concordavam.  

Deixando esses pensamentos de lado, ele voltava a se preocupar com a vida do civil e colega, Detective. Logo, porém, essa preocupação se tornava obsoleta ao ouvir as palavras de Smith, que anunciava abertamente que iria procurar por ele e pelo nobre causador de todo esse caos. Não demorava muito e mais uma distração aparecia em seu vasto campo de visão. Um gigante de aproximadamente dez metros aparecia e logo se retirava do campo de batalha. Não só Thorkell, mas todos os combatentes ali pareciam perder o foco da batalha ao ver aquela pessoa massiva que mais parecia uma muralha. O meio-gigante se animava com a ideia de batalhar com um conterrâneo de Elbaf, antes de se focar novamente onde sua atenção deveria estar desde o começo daquilo: no campo de batalha.  

O sangue do descendente dos gigantes primordiais fervia. Adrenalina era solta em sua corrente sanguínea como nunca visto, e suas veias saltavam em sua pele irrigando seus músculos com o oxigênio que trazia vida e vitalidade. Ele estava pronto para se soltar contra aqueles oponentes que se mostraram imponentes diante da montanha chamada Thorkell. O homem contraía e recrutava todos os músculos de seu corpo, enquanto intensificava ainda mais o grip em sua Naginata. Aquele lanceiro a movimentava recrutando energia potencial antes de soltar um ataque totalmente carregado contra os oponentes em guarda alta. O barulho do ar de encontro com a lâmina criava um pequeno zunido, enquanto uma pequena massa de ar era movimentada pelo tamanho daquela arma e a força atribuída ao seu ataque.  

Os oponentes, no entanto, se mostravam espertos em relação aos movimentos daquele homem. Alguns pulavam para trás para evitar a lâmina massiva que se aproximava de suas carnes, enquanto outro buscava bloquear com seu próprio ataque. Se tratava do lanceiro de anteriormente, que apesar de ter se ferido levemente com o embate passado, não se deixava ganhar. Fazendo um movimento rotatório similar, ele conflitava sua arma com a de Thorkell, choque esse que gerava diversas faíscas de luz ao encostar metal com metal. Surpreendentemente, aquele rapaz conseguia se equiparar com a força do meio-gigante.  

O oponente com quem ele lutava, porém, era esperto. Dragnar não hesitava nem um pouco ao levantar sua arma para o céu, e em um ataque descendente, encontrava com a haste frágil da lança do combatente, que depois de muito tempo mostrava uma expressão de medo e confusão após sua arma ser partida ao meio. Ele tentara parar aquele poderoso ataque colocando sua lança em posição horizontal, porém, por azar, ela se partia. O que restava eram dois pedaços de madeira e uma lâmina em um deles. Sua situação piorava ainda mais quando percebia que a Naginata que causara isso tudo rasgava sua carne de cima para baixo. Do seu tórax, até um pouco antes do começo da virilha, um grande corte se abria e sangue jorrava como nunca, antes dele se ajoelhar ofegante, tentando não pensar muito no pouco tempo de vida que lhe restava.  

Thorkell percebia o desenrolar dos acontecimentos que o favoreciam, e nesse momento, invertia a pegada de sua arma para retornar um outro golpe horizontal. Quando este estava prestes a acertar o lanceiro ajoelhado no campo de batalha, seus amigos finalmente aproveitavam a chance e se posicionavam para combater o homem. O ladino que empunhava duas adagas as cruzava em frente a poderosa investida de Dragnar, fazendo com que as duas se chocassem e novamente o som familiar de metal encontrando metal fosse ouvido. Mais faíscas saíam e desapareciam no ar da noite. O corpo do defensor era arrastado firmemente por alguns centímetros, antes de se estabilizar no chão, sem sinais de fraqueza ou brechas.  

Nesse momento, o espadachim que empunhava a grande lâmina não hesitava e se aproximava de Godheim em toda velocidade. Ele soltava um grito de guerra que apagava qualquer medo de sua mente, e tudo o que ele queria era derrotar aquele gigante que causara danos aos seus amigos. O soldado, porém, não demorava muito e retornava a lança para uma outra posição. Seu corpo se inclinava para trás no momento em que o dono daquele montante realizava um poderoso salto e encontrava a altura de sua cabeça, realizando um ataque horizontal limpo e sem defeitos. Tal investida, porém, não era bem sucedida. O movimento evasivo evitava o dano, e o movimento calculado com a Naginata, que refletia anos de experiência, defendiam o corpo de ferro do soldado, além de atacar o oponente. Aquele poderoso giro acertava em cheio a nuca do rapaz, que como um meteoro encontrava o chão frio e rígido de Flevance. Sua consciência se esvaía, enquanto seus colegas que empunhavam a adaga e os pedaços quebrados daquela lança se levantavam mais uma vez para enfrentar aquele Golias.  

A situação se desenrolava em favor do gigante, que agora proferia palavras que faziam a expressão de seus inimigos se endurecer. O olhar furioso do dono das adagas que perfuraram o corpo do descendente dos gigantes primordiais caía sobre o homem, enquanto este levantava seu amigo ensanguentado. Aquele ferimento em seu corpo era sério, mas não fora tão profundo para causar morte imediata. Sua determinação o mantinha vivo, enquanto sua mente maquinava formas de derrubar o monte de músculos que lhe trouxera dor.  

Pippos
 

A luta de Pippos se mostrava igualmente feroz e voraz. Golpes eram trocados e guerreiros caíam sem muitas conquistas, mas aquele soldado se mostrava obstinado e radiante. Ninguém iria tomar sua glória, nem mesmo ofuscar seus ensinamentos. O último herói da Terra se mostrava imponente naquele campo de batalha ensanguentado pelo líquido vital de companheiros e inimigos, e não mediria esforços para vencer aqueles que ele chamava de fracos e fracassados.  

Mesmo com seu tamanho e massa, porém, ele encontrava dificuldades contra aquele atirador inimigo. Ele havia feito um buraco em uma de suas mãos, e isso parecia enfurecer o meio-gigante, que não pensava duas vezes até perceber que a melhor opção no momento seria derrotar o atirador. Ele o atrapalharia para sempre se não fosse cuidado logo e de maneira rápida. Porém, outro muro se mostrava em sua frente, e era aquele espadachim. A força dos dois se igualavam, porém, o fator peso era maior nos ataques de Vitaminado, o que causava o desequilíbrio nessa balança. Sua mente de guerreiro não tardava a maquinar maneiras de derrotar aqueles dois e se impor no campo de batalha.  

No momento em que o homem que Pippoos chamava de fracassado dava desengage daquela luta de forças, o tão irritante atirador mostrava o defeito de qualquer arma de fogo: seu recarregamento. No momento em que o som característico de cada arma em recarregamento se dava, Pippos, sem delongas, corria até o homem que lhe causara alguns danos desnecessários. O tempo de resposta do espadachim não se mostrava em seu ápice, uma vez que ele não esperava tal desenrolar dos eventos, mas ele não tardava para seguir o meio-gigante em alta velocidade. Uma corrida até o homem que recarregava sua arma.  

Os grandes passos de Pippos se mostravam efetivos para cobrir aquela grande distância, e em questão de segundos ele estava na frente do rapaz com o rifle. Seu martelo se mostrava alto no céu, preparado para descender como nunca antes e esmagar aquele inimigo. Os olhos do espadachim que o acompanhava se esbugalhavam ao entender a situação, mas um sorriso aparecia na face do atirador, insolentemente. Antes que o grandioso martelo de combate pudesse acertar o chão, o ágil atirador rolava para o lado e saltava em seguida, conseguindo, por um fio, realizar a evasão. Ele rapidamente abaixava um de seus joelhos e realizava um último movimento em sua poderosa arma de fogo. Ela estava pronta para atirar.

Sem arrodeio, ele mirava na cabeça do gigante, que por sua vez estava protegida pelo seu braço esquerdo. Cerca de dois tiros eram disparados contra o braço do gigante, antes que o atirador saísse de sua posição com uma expressão ávida e obstinada. Porém, a realidade tendia a ser um tanto quanto diferente. Pippos estava preparado para tal movimento do homem, e por isso realizava uma passada com seu martelo poderosamente em um movimento vertical, que em cheio acertava o rosto do inimigo.

Além desse valioso acerto, o meio-gigante se mostrava atento ao espadachim atrás de si mesmo, e por isso havia preparado um golpe para este. Vendo que o inimigo mirava em sua canela e calcanhar, a fim de limitar seus movimentos, ele rapidamente estendia seu ataque horizontal, que carregava o atirador inconsciente e a beira da morte. Tal movimentação fazia com que o inimigo quase morto atingisse o espadachim em uma espécie de arremesso. Ambos voavam para trás com a força e energia aplicada, porém, não causando danos sérios ao lutador de esgrima.

O meio-gigante estava animado. Ele estava em uma batalha de vida ou morte contra um oponente poderoso, e isso seria uma escada para o seu caminho de sucesso. Suas palavras saíam de sua boca com uma animação tremenda, mas nada era ouvido como retorno. O inimigo estava nervoso, com ódio e ardendo por vingança. Seus olhos emitiam uma aura assassina que arrepiava apenas ao encarar, e não demorava para esses dois monstros se chocarem. Pippos começava a gargalhar, e esse ato afrontoso só atiçava ainda mais o lado bárbaro daquele espadachim.

O martelo do ferreiro começava a girar em uma órbita esférica, nas mãos do mesmo. Seu objetivo com isso era recrutar energia cinética e potencial o suficiente para esmagar o inimigo sem muita demora. Porém, o oponente não era qualquer um e logo percebia a ideia daquele gigante monstruoso. Ele sabia que, se bloqueasse com sua espada ali, o peso e a velocidade daquilo estraçalharia a sua lâmina e o mataria em um piscar de olhos, portanto, ele não caía na armadilha. Ao invés disso, sua ideia era fazer o gigante dançar em suas mãos.

Agindo como se fosse cair naquele truque, ele avançava sem pensar duas vezes, e no momento em que estava próximo do martelo em suas numerosas revoluções, ele desviava, desviando a atenção de Pippos. Seu alvo era nada menos do que as mãos do gigante, ou seja, se atingisse os alvos corretos, poderia inutilizá-las por um tempo. Utilizando sua posição de combate, ele segurava firme suas espadas com uma expressão odiosa no rosto, enquanto alvejava o braço do soldado. Sangue espirrava a cada corte que era feito, sendo esses pequenos e grandes. Antebraço, mãos e bíceps foram os principais alvos dessa chacina em um membro só.  

Após a bateria de golpes, o espadachim firmava seu pé no chão e se colocava em posição de defesa. Sua respiração ofegante se misturava ao seu corpo ensanguentado, junto de sua lâmina banhada em vermelho. O chão do lugar não era mais branco, mas agora escarlate, e refletia a luz da Lua criando uma cena caótica no local, onde uma batalha fervorosa se seguia.  

Bartolomew



Barto iniciava sua batalha mortal com o pé esquerdo. Em uma tentativa frustrada de ir atrás de seu companheiro, ele acabava por ia à lona, evento esse que desencadeou um salvamento por parte de Smith, que matara um dos oponentes e preservara a vida do gigante ruivo. É claro que diante de tal situação, o ser mais orgulhoso dos Blues não iria ficar apenas parado. Ele se levantava imponentemente e sem delongas discursava para seus inimigos. O embate entre eles seria mortal, e a paixão pela luta seria recíproca. Ele deixou essa mensagem muito clara para aqueles três capangas.  

Começando sua investida mortal, ele recrutava os músculos de seu corpo, e com vários ataques alvejantes utilizando sua clava, mirava os inimigos, mas com o real objetivo de atingir o chão. Ele queria causa alguns tremores para desestabilizar aquelas pessoas, porém, ainda lhe faltava força. Os ataques à terra levantaram alguns detritos, mas nada além disso saía daquele chão extremamente rígido. Como resultado, ficava vulnerável a qualquer tipo de investida inimiga, e assim seus oponentes aproveitaram a chance de ouro.  

A base de Barto estava firme no chão, porém, ele propositalmente deixava sua perna machucada à mostra para que pudesse instigar um ataque inimigo. Seus planos, porém, foram por água abaixo ao ver que a chicoteadora mirava em sua clava desenfreada. Com a sua arma de couro, ela prendia o armamento do ruivo, impossibilitando ataques. Para terminar sua investida, puxava com toda a sua força, a qual excedia a do gigante, aquele pedaço de madeira na mão dele, o que o fazia se desequilibrar levemente. Nesse momento, o espadachim aparecia e mirava na perna exposta do homem. Sua lâmina estava prestes a tocar a pele quente de Barto, porém, ele fora mais esperto. Com um chute em direção ao inimigo que avançava, o homem o jogava para longe e o fazia desmaiar com o impacto. Suas armas de metal fincavam no chão próximo a ele, indicando uma baixa por enquanto.  

Vendo essa cena, a chicoteadora afrouxava seu agarrão e Barto usava essa oportunidade para pegar seu machado de arremesso, que estava entre elas e ele. Ele corria até a localização do armamento e sem hesitar o utilizava no capanga que estava em choque, mas com a guarda alta. A pistoleira mal podia reagir no momento em que o machado chegava próxima de sua face, apenas instintivamente tentava desviar, porém, era tarde demais. A lâmina que cruzava o ar atingia sua mão que carregava uma de suas pistolas, desmembrando o referido membro. A dor de grito dela era estridente, porém, a adrenalina em seu sangue tomava conta de parte do sofrimento. Ela recuperava parcialmente seus sentidos, apenas para ver Bartolomew no ar, caindo em sua direção com a grande clava.  

Sua reação imediata era atirar como se não houvesse amanhã - e não tinha -, tentando vencer daquele grande monte de músculos. Os tiros saíam em seguida de sua pistola semiautomática, algumas atingindo a clava do homem, e outras sua pele dura, o que fazia certa quantidade de sangue jorrar pela ferida. O sangue vívido manchava a pele alva daquela combatente, que sem hesitar desviava diagonalmente com uma rolagem da clava descendente. O pouso do meio-gigante fazia, com seu peso, o chão tremer levemente, mas isso parecia não afetar seriamente a moça, que novamente apontava a arma para Barto após um rápido recarregamento.  

O alvo dos tiros não ficava para trás, e pegava seu machado para novamente realizar um arremesso. Sua velocidade superava a de carregamento de projétil da mulher, que desesperadamente mirava e colocava o dedo no gatilho. Porém, era tarde demais. A lâmina voava em direção a sua cabeça, e antes que a bala saísse do tambor, o machado a acertava em cheio na testa. Sangue caía lentamente pelos lados de sua cabeça e formava uma pequena poça nos ladrilhos da rua, enquanto a inimiga restante olhava para a cena em descrença. Ela estava chocada, mas ao mesmo tempo determinada a matar o meio-gigante. Seu ódio era visto facilmente por qualquer um, enquanto ela lançava um olhar ameaçador para o homem e se colocava em posição de combate.

Detective
 

Detective havia finalmente conseguido sair daquela cela de prisão, mas os verdadeiros desafios começavam agora. Em sua frente, guardas bloqueavam a passagem para a mansão, e em suas costas, um novo inimigo ainda mais assustador aparecia para compor seus pesadelos. Sua mente potente maquinava maneiras de deixar aquele lugar, mas nela só uma se destacava, e nela existiam sacrifícios. Apesar de parecer um plano maluco, era apenas nisso que eles podiam se agarrar no momento, sendo esse a sua luz no fim do túnel.

Primeiramente, o investigador tentava se livrar de suas algemas. Seu plano não necessariamente precisava das mãos livres, mas estar sem elas era um grande passo para a sua tão admirada liberdade. Quando tentava, porém, realizar a técnica para abertura da dita fechadura, a mesma parecia não se abrir. Diversos fatores entravam em consideração nesse momento, como o tamanho da lâmina que ele utilizava para uma pequena algema e a posição desfavorável de suas mãos. Porém, esse minúsculo fracasso não pararia aquele homem da lei em momento algum.

Chegando lá, ele contava para Lara, sua companheira, o seu plano "infalível". Ele consistia em ser usado como isca para que a moça pudesse avançar até a casa e ganhar conhecimento dos acontecimentos da superfície. Lara, em um primeiro momento, parecia chocada com a tal proposta, pronta para se recusar. Mas ela era inteligente, e via que nada mais podia ser feito a não ser arriscar suas vidas para um bem maior. Ela logo aceitava, e com um sorriso no rosto, proferia algumas palavras.

— Fique vivo! ESPANHOL... é uma ótima nomeação. — ela declarava após algum tempo de silêncio desconfortante. Não demorava muito para que a moça se escondesse nas sombras do lugar onde os guardas não pudessem ver na pressa, e logo o plano se iniciava. Detective subia aquelas escadas espiraladas e escuras para encontrar, no final da mesma, dois homens de armadura e lanças em suas mãos. Atrás deles, uma porta, que apenas Flamesworth e os próprios capangas poderiam saber para onde levava, e em breve, Lara. Da boca daquele senhor saíam algumas palavras que, não apenas atiçava a curiosidade dos homens, mas sobretudo suas iras e cóleras.  

Huh?! Como voc... EI! Quer morrer? — gritava imponentemente um deles, enquanto em uníssono e em um movimento perfeitamente sincronizado, os dois apontavam as hastes com lâmina na ponta para o detetive, que ainda com suas algemas, não podia fazer nada senão correr do local como combinado. Ele descia os lances de escada rapidamente, e quando estivesse livre naquele pátio, olhava para checar Lara em sua retaguarda. A moça conseguira fazer como combinada, e sem ser notada, subia as escadas de forma mais do que apressada para enfim conseguir alguma inteligência da situação.  

Detective, agora, precisava focar em sua própria conjuntura. Os dois lanceiros o perseguiam em velocidade, porém, não conseguiam alcançar direito o detetive, que apesar da idade, era bem ágil. A armadura pesada que funcionava como um invólucro de defesa nos corpos sarados daqueles homens atrasava a marcha dos mesmos, que tinha que usar a vantagem da lança em suas caçadas: seu tamanho. Com estocadas e cortes, eles tentavam atingir o corpo magro do investigador, mas pareciam nunca obter sucesso pela forma covarde de embate que o homem adotava, ou seja, evasão e bloqueio ininterruptos.

Durante sua fuga cansativa, o homem procurava por um lugar ou compartimento secreto onde pudesse estar além de sua cela para sobreviver. Ele não queria morrer ali, óbvio, e a única maneira que coincidisse com seus ideais era a fuga, e nesse sentido, ele não hesitava em procurar por uma rota. Sem demorar muito e consumir muito de sua estamina, o homem tomava nota de uma porta de ferro fechada na parede ao lado do grande corredor, por onde os barulhos contínuos de passos eram ouvidos. Ele não pestanejava antes de correr até aquele local, e com seu canivete, abrir rapidamente e se trancar no lugar. O timing daquela ação precisava ser muito correto, e os anos de experiência em arrombamento lhe trouxeram diversos frutos. Seu coração, que provavelmente disparava, poderia descansar por alguns segundos agora.

Em sua frente, um novo cômodo se mostrava. Uma escada que girava em um formato quadrangular se estendia por alguns lances até chegar a uma outra porta, essa sendo de madeira, uma bem familiar aos olhos de Detective, que já estive na residência de Sir Arthur. Quando ele adentrasse aquele local, veria uma espécie de escritório. Jornais sobre um criminoso procurado e um crime se estendiam sobre a parede, que era decorada com alguns projetos em taxidermia. Uma mesa simples, ao canto, era iluminada por uma vela em cima de um pires, e sobre ela, papéis sobre um contrato entre Devon Ordin e Arthur Flamesworth. Aparentemente, o nobre havia contratado os serviços de assassinato, espionagem e mercenarismo. Os jornais na parede, citados anteriormente, eram colocados como forma de troféu com o rosto daquele mercenário estampado nele, e um crime ocorrido há alguns anos atrás nas terras de Flevance. Para finalizar, uma janela pequena se abria discretamente e mostrava, em integridade, aquele pátio no qual ele sobrevivera alguns minutos atrás.

Nesse momento, os passos e tremores ficavam mais fortes do que nunca, e finalmente o catalisador daquele fenômeno aparecia. Se tratava de um gigante de cerca de dez metros de altura, e em seus ombros, cinco pessoas eram levadas como mudas de roupas. Os capangas que Detective "enfrentara" anteriormente olhavam assustados e aterrorizados ao tomarem nota daquela visão, e eles sabiam seus destinos assim que aquele gigante soubesse que eles haviam perdido não só um, como dois prisioneiros valiosos.  

Os civis nos ombros do gigante eram jogados como lixo na cela onde anteriormente estavam Detective e Lara, e logo após isso, o colosso sentava com suas pernas cruzadas e olhava atentamente para o corredor de onde viera anteriormente. Ele parecia não se importar com os capangas urinando de medo ali, apenas esperando algo, ou alguém, aparecer diligentemente.

Klaus


Klaus estava mais próximo do que nunca de finalmente resgatar seu prêmio por aquela caçada. Ele no momento se encontrava na base dos aliados, e nela, parecia se dar bem com todos os membros seguidores de Robert. Ele podia ver que, no coração daqueles jovens e mais velhos, a vingança queimava forte, e com ela, a impulsividade não podia ser sequer controlada.  

Assim que ele cuidava de seus ferimentos, cumprimentava aqueles que estivessem ali e se alimentava, os investigadores, ou torturadores, finalmente saíam de sua sala. As mãos e instrumentos de limpeza que eles carregavam se viam manchados em sangue, e não era pouco. A expressão no rosto deles, porém, mostrava que isso parecia ser algo normal no cotidiano daquelas pessoas, uma vez que nenhum deles sequer esboçou uma reação controvérsia quanto à cena que se desenrolava ali. Não demorava muito para o senhor que "recrutara" Klaus abrir a boca. Ele explicava tudo o que havia ganhado com a sessão de tortura, e realmente, eram informações valiosas. Porém, Sunwizer, astuto como era, parecia questionar algumas coisas inicialmente, como a procedência com o corpo da vítima naquele momento.

— Claro! Sem problemas. Deixe-o aí, e pegue o corpo assim que voltarmos da missão. Afinal, ele não vai a lugar algum mesmo... — uma expressão sombria e maligna tomava conta de sua face naquele momento, mas logo se desfazia para continuar aquela reunião. Naquele momento, a emoção da vitória antes da hora tomava conta de Timothy, que se precipitava por um momento, sendo "repreendido" por Klaus, que questionava mais sobre a suposta missão dos senhores ali. Sua ideia de que os fardados poderiam acabar com a caçada e vingança eram corretos, porém o homem já havia pensado nisso. Sem pestanejar um segundo, Robert iniciava a sua fala.

— Meu plano é simples. A marinha está provavelmente lutando contra os incontáveis capangas do Chefe antes de chegar nele, tudo o que precisamos fazer é chegar antes deles no mandachuva. — ele falava seguramente, como se sua verdade fosse absoluta. — O Chefe luta com seus capangas, apenas em casos extremos ele irá duelar. Teremos que procurar por ele enquanto os oficiais cuidam dos peixes pequenos. — ele dizia, novamente de forma segura. Durante sua fala, Klaus pensava em algo que realmente poderia ajudar, e prontamente colocava em pauta. — Realmente, seria bom, jovem. Essa era a minha ideia, afinal. Mas vamos aos fatos. Não seremos taxados como criminosos, se nos apresentarmos como civis em busca de uma recompensa. — ele dizia e esbanjava um sorriso no rosto, olhando nos olhos de cada um dos integrantes da reunião. — Qualquer ajuda vai ser bem-vinda na situação deles, que eu aposto ser complicada. Nós temos a vantagem, e finalmente, vamos conseguir nossa tão sonhada justiça. — ele anunciava, antes de virar as costas e caminhar até um cômodo. Todos os outros sabiam o que isso significava e foram junto dele. Eles estavam se preparando para o combate. Alguns minutos depois, todos eles apareciam vestidos com suas armaduras e empunhando suas armas, se dirigindo, animadamente, até a porta da frente.  

A caminhada não duraria muito, e o tempo passaria rápido. A noite de Flevance parecia tão quieta como nunca, e a única coisa que agora parecia soar era o som de metal se chocando e gritos de dor. A visão que aparecia sobre os combatentes era quase surreal. Chão coberto de sangue e três gigantes lutando contra três capangas cada um. Ao fundo, uma montanha tampava parte da visão da Lua e prejudicava a iluminação da tão esperada batalha. No canto, a mansão Flamesworth se mostrava imponente como dito anteriormente pelas informações de Robert, e no fundo, na frente da dita montanha, uma grande fábrica com o nome "Atlas" estampado em sua fachada era visto. Nesse momento, as peças se encaixavam e o líder do grupo anunciava para seus subordinados.

— Vamos até aquela fábrica! Ali teremos nossas respostas. — ele falava o mais baixo possível para não chamara a atenção dos marines, e andavam de modo furtivo para não serem descobertos. Eles finalmente chegavam lá, e em breve teriam o doce sabor da vitória, isso é claro, se subjugassem seu antigo inimigo.


Informações sobre a investigação:

Histórico:

Legenda / Npc's:

Considerações:

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 EE4OUIx


"Assume the position to get back on your knees"



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Pippos
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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 Shuuma10

Ápice da luta!
O que vai acontecer?!


1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
Animação, Convicção e Realização; Eis palavras que definiam, fielmente, o meu ser no atual momento. Minha animação já era eventual desde a chegada e a expectativa de um possível confronto contra oponente que, deveras, poderiam ser dignos, mas a maioria deles sequer deu para o cheiro. Sempre me mantive convicto durante toda a procedência até então, inclusive sempre tive a certeza de que iria liquidar todos os meus oponentes, até mesmo um problemático aturador. Puts, a possibilidade de ter que enfrentar um inimigo à longa distância era horrível, mas, sendo o último herói da Terra, eu, obviamente, não poderia ceder para um fracassado atirador. Mas, por fim, eu pude ter o prazer de me sentir realizado no instante em que o espadachim antecedeu meus sábios movimentos... é, talvez eu tenha encontrado um antagonista que valha a pena.

Ele havia previsto ou cogitado uma possível reação minha. Interessante. Apesar de tudo, eu podia, facilmente, notar que ele estava exausto. Perceptível, não é? Quem seria o homem neste mundo que não ficaria impotente me enfrentando? O fruto de uma vontade divina! – Boa! VITATATA! Você é bom.Suspirei, talvez demonstrando respeito enquanto respiraria de modo pouco mais ofegante do que o habitual. – Acho que poderemos nos divertir um pouco agora. Somente eu e você... VITATATATA!Gargalhei. Estava claro que o combate, agora, entraria em seu ápice, e seria uma verdadeira batalha entre homens, onde apenas o mais forte deveria sair vivo, o mar vermelho abaixo de nós confirmava minha teoria.

É, era o pensamento mais sensato a se presumir, mas ele seria um bom homem para se tornar meu seguidor se não estivesse agindo como um fracassado e atuando contra a verdadeira justiça. – Então, pequenino, hoje é o seu dia de sorte! Eu, o Super Pippão, fruto de uma vontade divina e futuro ser mais forte desse planeta, te dou a chance de abrir mão desse caminho de fracassado! Trabalhar em nome da justiça e ser até digno de me seguir! VITATA!Terminaria, mas sempre atento se ele não cogitaria me atacar antes da conclusão de meu monólogo, pois, caso isso acontecesse, eu deveria automaticamente cessar o meu discurso.

Cessando-o, eu me prepararia eficazmente para tentar bloquear qualquer ataque em uma rebatida ascendente com meu perspicaz martelo. Em meu rápido movimento de rebater, em um confronto de força, ele parecia já saber quem levaria a melhor... por isso foge. VITATATA! De qualquer modo, é um ato esperto. Tolo seria o humano fracassado se achando em condições de enfrentar um ser divino. Voltando ao assunto... Considerando a recepção de meu ataque com uma rebatida, até mesmo o espadachim deveria saber que para conseguir bater de frente contra mim, ele deveria utilizar suas duas espadas, pois, caso contrário, ele conseguiria me atacar com uma de suas espadas, tudo bem, mas a outra que tentaria confrontar meu martelo não teria condições de suportar o golpe, então, evidentemente, ele seria jogado para o alto. Partindo desse princípio em que ele fosse jogado para o alto, eu tentaria segurar a dor do golpe sofrido, fazendo força em meus músculos, para aproveitar o pequeno tempo sem reação em que ele saísse do solo, nem que fosse um pouco, para fazer um giro de 360 graus e utilizar todo o meu impulso em um giro, concretizando um complexo ataque.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 Fanfiction-capitao-america-a-agente-gravidade--2-temporadas-5429607-060420162244

Caso, ele encontrasse algum meio de fugir de meu contra-ataque, mesmo meu alcance sendo bem expressivo, eu sabia que ele não teria tanto fôlego para fugir tanto assim, óbvio, o confronto estava sendo bem intenso. Eu saltaria em sua busca, de modo a utilizar a gravidade para elevar minha força em conjunto do peso de toda a ofensiva, pois, dessa maneira, era improvável até mesmo que usando suas duas espadas ele conseguisse conter meu esplêndido ataque. E mesmo que conseguisse segurar um único ataque, depois de minha ofensiva descendente, eu ergueria novamente meu martelo para continuar, repetidamente a fazer um golpe vertical, de cima para baixo, mais duas vezes.

Por outro ângulo, caso ele estivesse pleno para ouvir tudo o que eu tinha a dizer, eu ainda salientaria: - Trabalhar para um cara que faz esse tipo de coisa ruim e não está nem interessado em seus companheiros? VITATA! Você acha que o Arthur Flamesworth está preocupado com a vida de vocês?!Suspirei, pausando mais uma vez minha fala para recuperar um pouco mais de minhas energias. – Se dinheiro e um lugar para morar com refeições e pessoas que realmente se preocupam com você é o que você busca, a Marinha é o lugar certo! E há uma imensidão nesse mundo para se descobrir acompanhando o Super Pippão!Pontuei. – Mas se você não tiver interesses em fazer o que é certo e ainda deseja continuar lutando por um motivo inconveniente... sinto muito, mas vou matá-lo, porque você está em meu caminho!Finalizei.

Considerando o fato de que eu havia terminado minha fala e não havia o convencido a mudar para o lado da verdadeira justiça, eu logo empunharia, firmemente meu íntegro martelo para ir rapidamente na direção do meu adversário, lógico, tentando vibrar um pouco meu martelo, com o tempo plausível entre minha caminhada, talvez fluísse de algum modo e adquirisse, nem que seja mínima, um pouco de energia mecânica e assim bater de frente contra meu adversário, que, aparentemente, estava por esperar que eu iniciasse a ofensividade por agora. Quando meu alcance já era passível de acertar o espadachim de dupla espada, eu não demoraria, para, mais uma vez fazer um giro de 360 graus, com minha robusta marreta.

Lógico que minha ofensividade, evidentemente, teria uma reação, ninguém ficaria parado esperando receber um ataque, e, dessa forma, haviam duas possibilidades, ele tentaria se esquivar ou bloquear. Sabendo de sua evidente exaustão, eu tinha certeza que depois de uma rápida fuga, ele não estaria propício para fugir novamente, e, a partir daí, eu saltaria para fazer como o golpe supracitado acima que acabou não acontecendo. Assim como uma tentativa de bloqueio, pois eu sabia que ele não suportaria um salto, e se suportasse, não aguentaria muito. Utilizaria de meu salto para aumentar a intensidade de meu ataque com a força peso e, tentar evitar alcança-lo em uma possível fuga, pauteando sua visível exaustão, ou tentar quebrar seu bloqueio com o meu ataque descendente. Depois disso, executaria mais dois ataques descendentes, para, dar certeza à finalização do embate.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 MeatyFocusedIvorybilledwoodpecker-small

Caso minhas honestas e plausíveis palavras houvessem, de fato, convencido ou até mesmo mudado a concepção de vida desse homem, seria justo supor que ele já estava a um passo de deixar de ser um fracassado. E, bem próximo, de tornar-se um evoluído ser, à ponto de ter fiéis chances de seguir o Super Pippão. – Poxa, cara, ufa. Eu já estava pronto para afundar esse teu crânio na terra. VITATATATA!Suspirava, brevemente aliviado de que ele havia tomado a decisão certa. – Vamos, rápido. Você precisa nos contar o paradeiro de Flamesworth e as verdadeiras intenções dele!Pautaria. Mas lógico, que sempre bem atento no fato dele estar me enganando para tentar acabar me pegando desprevenido. Em qualquer chance disso acontecer, não pensaria duas vezes antes de executar os movimentos tracejados acima.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 S2YNYzg



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Objetivos:
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Vitaminado Pippos


Última edição por Pippos em Sex Jun 11, 2021 11:30 pm, editado 1 vez(es)

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 Zx5fIGC

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Dragão Indomável


O ecoar das lâminas certamente acalmava o anseio pela guerra. O brandir da Naginata era prazeroso, havendo ainda mais gosto ao partir o oponente quase ao meio. ~ Agradeço pelo combate, meu jovem. Havia dito enquanto a lâmina descerá pelo corpo do humano, partindo a carne ao meio sem dó ou piedade. Apesar de que partir uma casca vazia não era lá tão gratificante. Afinal de contas, um homem movido apenas por dinheiro é nada mais que um misero sujeito sem propósito. Parafraseando: uma casca vazia.

Não me entenda mal, dinheiro é sim importante e move os mares. Entretanto, se a cobiça for maior que seus sonhos, não passará de um reles simples mortal. Exatamente como esse mercenário a minha frente, estava visível em seus olhos o arrependimento de ter negado minha clemencia. Todavia, esse não era o primeiro a recusar minha generosidade e nem será o último. Minha ambição em criar meu reino e meu desejo em criar fama atroavam minha mente, porém, minha honra permitirá ser justo. Tanto que a propósta de antes havia sido clara e benevolente. Até mesmo os gigantes primordiais que eram bárbaros e atrozes, também eram generosos e honrosos.

Ainda que aquela pobre alma estivesse vazia, não seria digno deixa-lo sofrendo por mais tempo. Como recompensa por ter me permitido desfrutar do combate, estava prestes a dar o golpe de misericórdia, senão fosse é claro os outros mercenários intervirem. ~ Ora, ora. Talvez até mesmo entre sua laia ainda haja algum tipo de apreço pelos seus. Proferia enquanto exercia força na haste para empurrar o adversário, que com bastante empenho conseguirá parar meu ataque.

Era evidente que o outro, ainda vivo, dos capangas viria atacar. Apesar de estar precavido, ainda havia um tanto de dificuldade para antecipar o movimento e contra-atacar. No entanto, conseguirá fazer com maestria e atingir em cheio o inimigo. Estava visível a incapacidade do espadachim, por outro lado, ainda restava o gatuno e o lanceiro. ~ Thororororo! Ainda conseguem ficar de pé? Expressaria um pouco de surpresa ao perceber o inimigo se por de pé, muita dificuldade por sinal. ~ Mas vejam só! Quanta resiliência, nada mal. Sua cobiça é admirável! Proferia enquanto moveria a lança de uma mão para a outra, quase como se estivesse brincando com uma faca.

Aquela batalha já havia perdurado demais, realmente estava na hora de por um fim nela mesmo que estivesse me deleitando. Havia um sentimento, algo irritante, que aflorava pouco a pouco. Meus instintos me alertavam de que a aparição daquele gigante dificultaria as coisas, principalmente para Smith. ~ Já está na hora de terminarmos, não concordam?! Falaria ao mesmo tempo que empunharia a haste com as duas mãos. Rígido como rocha as mãos seriam atríbuidas, mas sem perder a versatilidade na empunhadura, ergueria até o topo da cabeça a lança e posicionando os pés adequadamente, enquanto recrutaria toda a força contida nos músculos do braço, pernas, tronco, tudo para desferir um ataque devastador.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 ScentedClutteredCockatiel-max-1mb

O primeiro golpe seria visando o chão com objetivo de criar um pequeno tremor para desestabilizar as evasões e bloqueios dos inimigos; além é claro de aproveitar a cortina de fumaça e destroços que possivelmente emergiria. Assim que a Lâmina atingisse o solo com força, aproveitando do peso e gravidade para reforçarem o impacto, havendo quebrado ou não a Naginata, avançaria sem delongas com intuito de atingir ferozmente os que ainda resistiam diante de mim.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 72966779e0eb85886dd87faac3371511

O próximo golpe seria um duplo corte buscando alongar a arma até as costas e em seguida desferir de cima para baixo redirecionando pela diagonal. Assim que a arma terminasse de colidir ou não com os alvos, aproveitando do embalo, visaria utilizar o próximo corte de baixo para cima, unificando ao primeiro movimento, locomovendo o tronco com harmonia e naturalidade. Deixando a envergadura, ângulo e força fazerem um belo estrago durante a investida.

Sem dar descanso para o gatuno e lanceiro, havendo êxito ou não nos primeiros ataques, terminaria buscando posicionar os pés para frente para encurtar ainda mais nossa distancia com objetivo de ter total certeza de que conseguiria maior chances de atingir os adversários com meu próximo ataque.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 68747470733a2f2f73332e616d617a6f6e6177732e636f6d2f776174747061642d6d656469612d736572766963652f53746f7279496d6167652f455257576d2d443053704f7233413d3d2d3833313030303436312e313565636162396537666233323631323734323731333834363431372e676966

Durante o tempo que a haste da Naginata seria posicionada para trás em toda sua extensão pelas costas, tracionando todos os músculos do corpo e deixando fluir toda força necessária, rangendo os dentes em função do Pump muscular, havendo certo tempo para recrutar todo poder contido, por fim, descarregaria um golpe de lança extremamente largo que começaria caindo de cima pela diagonal até subir pela vertical, gerando assim um corte divergente do comum. ~ Adeus mercenários! Expressaria um olhar resoluto e um tom de voz bastante imponente. “Se estão dispostos a continuar mostrando sua Lâmina para o leão... ele retribuirá mostrando suas presas.” O pensamento surgiria tão rápido quanto a lâmina pudesse atingir os alvos.

A força da rotação que o corpo naturalmente criaria seria brutal e bastante violento, para possibilitar ainda mais devastação quando impactasse com os adversários. Se a lança não partisse eles ao meio, pelo menos mandaria eles para bem longe com impacto. Afinal, não só minha força, envergadura, mas como o sobrepeso influenciando a rotação, haveria propósito de causar um possível golpe aniquilador.

Apesar do inesperado golpe contra o chão com intuito de distrair os inimigos, a silhueta do meu corpo acabaria possivelmente revelando minha posição. Exatamente por isso, estaria atento aos possíveis ataques dos adversários. Uma vez que fossem buscar a ofensiva pelas laterais, ou costas, posicionaria a lança para rotácionar entre as mãos e dançar pelo corpo com a finalidade de bloquear os ataques do inimigo; possivelmente até mesmo impedindo eles de avançar contra mim devido a mobilidade e alcance defensivo que a arma proporcionaria.

Caso houvesse algum empecilho como por exemplo a arma ter quebrado ou estilhaçado parte da lâmina, se ainda houvesse pelo menos a haste da arma, usaria para atingir os inimigos mesmo que não pudesse lhes cortar, possuía em mente que uma colisão com bastão seria tão destrutiva quanto um corte; em alguns casos até mesmo pior.





  • Posts: 11
  • Ganhos: Naginata;
  • Perdas: ~x~
  • Players/NPCs:
    Pippos Vitaminado;
    Bartomolew;
    Detective;
  • Localização: Flevance ~ North Blue
  • Objetivos:
    ~ Obter uma Naginata/Lança;
    ~ Conhecer Gaiden, Denki & Drake.
    ~ Concluir 3 missões;
    ~ Subir de Patente;
    ~ Treinar Ambidestria;
    ~ Ganhar boa Fama;



PdV: 7400
STA: 100

Força: 240   [+120 Raça] [+60Edc] [+20 Arma]= 440 ~ Hábil ~
Destreza: 0 ~ Incompetente ~
Acerto: 20  [+120 Raça] [+60Edc]= 200 ~ Regular ~
Reflexo: 10 ~ Regular ~
Constituição: 130 [+120 Raça]= 250 ~ Regular ~

Agilidade: 105
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 5%

Qualidades:

Defeitos:

BrigaCotoveladas, cabeçadas, garrafadas, mordidas e dedo no olho. Você faz os movimentos necessários para sobreviver e derrotar o inimigo, sem se importar com estilos ou movimentos rebuscados.

SobrevivênciaVocê é capaz de encontrar água, comida e abrigo em ambientes hostis, se existentes.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

NadoVocê domina diversos estilos de natação e é capaz de controlar sua respiração com maestria para não perder o fôlego.

PersuasãoVocê é capaz de convencer os outros através de argumentos lógicos e racionais, ao contrário de lábia, os efeitos de persuasão são duradouros.

Profissão:
Sentinela Os sentinelas são guerreiros espirituosos que dominam o conceito de vigia, seja dentro do navio durante as viagens e fora deles, excelentes seguranças em terra firme, eles são de suma importância para missões de proteção, patrulha, escolta, rastreio e guarnição, seja de itens, pessoas e etc. São guerrilheiros por natureza, excepcionais quando se trata em defender sua tripulação incluindo eles, quando deparados com hostilidade e/ou situações desfavoráveis. Carregados com um alto vigor físico, são aptos, versáteis e incansáveis em cumprir sua função sobre diversos territórios inimigos, com objetivo em defender o navio, o navegador ou tripulação de eventuais ameaças durante combates marítimos/terrestres.

Bônus: O jogador quando estiver em serviço protegendo algum aliado, navio, carga ou item e for infligido por algum status negativo, durante esse tempo ele consegue ignorar os efeitos narrativos(não será neutralizado, os efeitos viram pós-término de sua função). Esses efeitos variam entre envenenamento, lentidão, sangramento e etc. Situações desfavoráveis que exigem ficar sem dormir, comer ou descansar, o jogador consegue permanecer o dobro do tempo.



Arma: NaginataDescrição: Um tipo de lança com um comprimento de 10 metros, havendo 7 metros de haste e mais 3 metros de lâmina. Seu diâmetro é de um metro e meio. Alguns entalhes pode ser visto sobre sua haste. A Lâmina é curvada possuindo duas ondas sobre a parte de cima. Imagem da Lança.
Tipo da Arma: Naginata
Qualidade: Clássica.
Durabilidade: Baixa.
Dano: +20 em força.
Estado: Rachadura na haste;

DinheiroBerries: 5.250.000 ฿S


Última edição por Blindao em Sab Jun 12, 2021 3:45 am, editado 1 vez(es)

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 2uAvx3T_d
Denki
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Imagem : 1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 CunQdWd
Créditos : 00
DenkiSoldado
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Estava no auge de todo o poder que conseguia maximizar. Exalava energia enquanto fazia cada movimento, e com certeza, podia sentir o terror dos inimigos enquanto parecia dançar ao campo de combate, a luz dos meus olhos deixava um fio de luz, e minha respiração - pausada e controlada como era - era um dos segredos para o sucesso de todo o meu combo. Pouco a pouco, neutralizava um a um.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 IPBsy6d

O meu machado ia de encontro com a cabeça da atiradora, abrindo-a no meio e jorrando sangue, criando uma poça daquele líquido rubro. Observava que, o oponente que havia tomado um chute desacordou, mas ainda não estava completamente derrotado. Respirava fundo e contra o chicoteador, investiria em uma posição posturada, firme e forte, andando lentamente, botando força nos meus passos, para que não pudesse ter a postura tomada pelo meu combatente, iria em direção do mesmo, pegaria o meu machado, puxaria da cabeça da atiradora desmembrada, — Não se bate em cachorro morto, quando ele levantar, cuido dele. - Ao pegar o machado, iria começar uma luta de um contra um. Lançava o machado contra ele, esperando com que tentasse ou pegar minha arma de lançamento, ou tentasse defleti-lo.

Iria com força contra o chicoteador, correndo em uma postura mais dura quanto pudesse, antes de chegar no range da minha clava, pisaria mantendo uma boa base e dando um golpe de baixo pra cima contra o corpo do oponente, de frente. Tentaria neutraliza-lo nisso, mas caso o oponente tentasse desviar ou segurasse minha arma iria da-lo um chute para tentar deixa-lo inconciente. Caso algum dos meus outros companheiros precisasse de ajuda pegaria meu machado e lançaria-o contra o oponente, dando um joinha e um sorriso para o outro companheiro. Caso fosse atacado, defenderia com minha clava tentando esquivas para trás, mantendo minha perna bem firmada ao chão para que conseguisse manter uma boa postura durante todos os movimentos.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 RrsfjHK

BARTOLOMEW
O orgulho e a honra o precedem, e o seu nome é maior que todas as nações.




Legenda:


Importante:
Gaiden
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»» Eu nasci!! ««

~ A dez mil anos atrás!! ~



Nunca gostei de perigo, contudo, por duas coisas se valia corrê-lo. A primeira, como se é de imaginar, é o mistério. Toda investigação é perigosa, das mais simples às mais complexas. Havia me acostumado com a sensação há tempos... afinal, não há detetive se não há caso. A segunda, não por simples ego, mas sim pela ética que deve reger os homens de bom coração, é a segurança de uma mulher. Claro que eu nunca fui de bater em ninguém, nem mesmo por mulheres, mas usaria quaisquer outros artifícios para que as visse safas. Tudo ocorrera como o planejado. Ao ver Lara lograr êxito na escapada, eu finalmente me atentava a salvar a outra coisa mais importante no recinto - a minha bunda.

Esquivas aqui, estocadas ali, e tudo dava certo. Um cômodo secreto - ou pelo menos desconhecido por mim -, pelo que se aparentava ~ Escada... ~ Refletia, em atenção, enquanto seguia e já chegava à ilustre porta. Aquile tipo já me era familiar. A arquitetura de Flamesworth era peculiar, um misto de rico esnobe e... bem, só um rico esnobe mesmo. Arrombar sempre fora uma competência útil, ali, mais do que sempre. Fechara a porta logo após a entrada, ainda desconfortável pelas mãos atadas ~ Bem, ao menos eu vou ganhar algumas algemas... ~ Satirizava em pensamento. Naquele lugar que, para além de tudo, eu enxergaria coisas que realmente me ocasionariam um sorriso.

- Elementar, caro detetive!! - Me falava, em comemoração solene. Ali estava a prova de que Arthur era o culpado de todas as atrocidades. Um contrato se via sobre a simples mesa. Mesa que de fato era estranha para a suntuosidade costumeira do nobre. Jornais se destacavam nas paredes, expostos como que por algum tipo de regozijo, um sinal de vitória. Um deles me chamava a atenção. Um assassinato antigo nas terras de Flevance. ~ Devon Ordin... esse nome! Terei de reunir todas as provas que puder, mas, antes disso, tenho que ver se algo nesse ambiente pode livrar minhas mãos. ~ Planejava, já buscando incessantemente por algum artefato cabível. Não seria incomum encontrar uma chave mestra ou qualquer outro utensílio ali, afinal, penso que, num contexto prisional, aquele seria o melhor local para se guardar algo do feitio. Caso não encontrasse, me faria por (in)satisfeito e continuaria a saga de dobrar e guardar os papéis. De preferência, se encontrasse alguma maleta ou bolsa que pudesse colocar nas costas, seria de muita vantagem. Senão, só enfiaria tudo em minhas vestes inferiores, já que estava sem camisa. - Tenho que fazer a marinha me dar uma camisa. Não posso andar assim. - Relatava em prosa autônoma, triste por ter destruído minha belíssima roupa.

Dali em diante eu via algo assustador. ~ Que homem... grande. ~ Concebia, assustado pelo fato de Thorkell e Pippos ainda serem, de primeira vista, menores do que a criatura que se mostrava. Os guardas que me seguiam permaneciam em sua frente, pasmos, como se em um medo tão intenso quanto o que tive quando percebi que Lara estivera ferida. O gigante, bruto, jogava 5 sujeitos na cela em que outrora eu me depositava. Aquilo tudo era de outro mundo - Será que eu não tenho sorte? - Sussurrava, atônito, enquanto organizava meu próximo passo.

O que não podia fazer, naquele momento, era me dar por assustado. Sempre fui uma pessoa impassível, apesar de sentir sim as coisas que me cercavam. Acho que, no mais, se podia traduzir tal característica como "controle reacional de sentimento latente" - nunca tive muitos problemas em ser discreto, a não ser quando não queria. Indo direto ao ponto. Com a força que me restava, eu arrastaria a simples mesa em direção à porta, para que, além de emperrada pelo meu trancamento, mais um percaço dificultasse a entrada dos guardas, que eventualmente viriam ao meu encontro. Via que o gigante se sentava, logo, não teria de me preocupar com ele por algum período de tempo. O fato daquela sala não parecer comportal o seu tipo também me tranquilizava. Nada como um homem de uns 10 metros para acalorar um cenário já quente. Caso os guardas aparentassem estar conseguindo adentrar a sala, faria um absurdo. Com total discrição, eu tentaria abrir a janela (de qualquer jeito que fossem mas furtivamente) que dava para a visão do gigante e, num lapso de loucura, buscaria me pendurar e fechá-la, deixando-os vaculhar o perímetro e torcendo para o gigante não olhar para cima, enquanto permaneceria encolhido e não fazendo sons.

Se o gigante me visse ou se os guardas se tocassem de que um velho estava pendurado ali, eu então saltaria para a nuca do gigante e, numa velocidade tremenda (por amor a minha vida), eu tentaria descer por suas costas e sair correndo pelo correr. Esperando, também, que pelo tamanho, ele fosse lento. Na hipótese de não notarem minha presença e com minha audição aguçada eu entedesse que estariam saindo do cômodo, eu abriria a janela novamente e de maneira furtiva entraria no quarto. Ali me depositando à espera de salvamento, que era só o que podia fazer, em última instância.




1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 QHIbW7W
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Kira
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Alvorada dos Monstrorines!

Finalmente era hora de seguir para a missão que me daria uma boa renda, assim como devolveria a aquelas pessoas, suas dignidades e assim conseguiriam pôr um fim no seu ciclo de vingança. Após as explicações do velhote, finalmente era hora de seguir e iniciar o plano dito por ele, e claro, eu seguia juntamente aos demais sem questionar.

A caminhada não demorava muito e assim chegamos no que seria o campo de batalha, no horizonte, pareciam haver gigantes lutando contra alguns homens, e aquilo de certa forma era inesperado, mas bastante animador.-Oh! Parece que isso vai ser melhor do que o esperado, será que vou enfrentar algum gigante como aqueles? Falava enquanto caminhava, apenas deixando o comentário no ar, demonstrando minha empolgação.

Com tudo, continuava seguindo meu caminho que parecia ser diferente de onde se encontravam os gigantes, de certa forma um caminho que levaria diretamente ao chefe, o que era bom, e assim sem perguntar ou questionar o caminho tomado, apenas seguia junto do grupo até finalmente chegarmos ao nosso destino.

Em todo o caminho eu estaria atento a tudo o que pudesse acontecer, e a possíveis ataques que poderíamos receber, dessa forma, teria uma resposta imediata para o que quer que fosse. O velhote nos mandava seguir até a fábrica que havia a frente, e assim o faziamos em modo furtivo, sem chamar a atenção dos marines que estavam ali por perto, e assim seguiríamos até que finalmente chegamos ao local, o que dava um certo sabor de vitória.

Porém, agora vinha a parte principal, que era ter que vencer o homem ao qual estávamos procurando, e claro, isso seria bastante difícil, afinal, ele era o chefe. Após acharmos o homem, eu estaria preparado para o que viesse, e claro, esperaria por um combate contra o homem, já que certamente ele não se deixaria ser capturado assim, então analisaria toda a situação e tudo a nossa volta assim que entrássemos no local, desta forma, eu poderia tomar as iniciativas certas e nos momentos certos, agora, era só esperar para agir quando fosse necessário.




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Alvorada dos Monstrorines - 12
22:58 ~ 23:21 / Flevance


 
Thorkell

Aquela cansativa peleja agora se direcionava para um fim vitorioso, mas um tanto quanto sangrento para o lado daqueles capangas, que mesmo após sofrerem tantas baixas, perdas e ferimentos, continuavam lutando contra o inimigo. A determinação deles poderia até fazer alguém pensar que eles eram agentes que não eram movidos pelo dinheiro e pela ganância, cobiça, porém, isso era verdade. Além do mais, naquela luta havia se mostrado mais de uma vez que aqueles homens possuíam um senso de camaradagem, e esse fato sozinho fazia com que Thorkell admirasse, mesmo que um pouco, aqueles rapazes. A força de vontade deles estava em um nível completamente diferente, mas infelizmente, eles haviam recusado a oferta do gigante, que mesmo ao parecer rude e bárbaro, se mostrava honroso e misericordioso.

Mesmo que os capangas se mostrassem imparáveis e com uma vontade de ferro, a fadiga que cairia sobre eles não era mentira. As reações naturais do corpo se mostravam uma grande desvantagem, já que limitava cada indivíduo, mesmo preservando a vida e qualidade de vivência de alguém. Thorkell sabia desse fato, e não tardava para deslanchar em seus ataques poderosos novamente. Recrutando seus músculos e segurando a Naginata com suas duas mãos, ele a posicionava atrás das costas e rapidamente soltava momentum, fazendo com que a mesma, como um foguete, descendesse em um arco que atingia o chão depois de míseros segundos.  

Os oponentes não eram bestas, portanto, trataram-se de desviar daquele ataque, que por incrível que pareça, não estava destinado a eles. O meio-gigante gostaria que, com esse ataque, novamente tremores, poeira e detritos se alastrassem pelo campo impedindo a visão de cada um dos inimigos ali e os fazendo se distrair. Para a infelicidade do mesmo, porém, apenas algumas coisas se concretizaram. O chão duro e maciço feito de chumbo daquela região se mostrava inflexível, e rachava em diversas partes com o contato da grandiosa lâmina, levando alguns detritos e sangue proveniente daquela batalha. A lâmina da lança de Dragnar rachava em algumas partes, mas não se partia com o choque, e a grandiosa haste que estava em suas mãos tremiam como nunca. A silhueta do homem ainda era completamente visível, mas o efeito do ataque dele demorava pouco tempo, período esse que os inimigos se mostravam distraídos.

Ele não hesitava em momento algum ao trazer sua lâmina na beira de um colapso para trás de suas costas novamente, criando uma força elástica com seus músculos, que logo se soltavam em uma força imensa, trazendo a lança em um golpe vertical que cortava o ar em um zumbido ensurdecedor. Os olhos daquele ladino se arregalaram, mas o lanceiro se mostrava mais aberto para a morte, e da sua boca um pequeno sorriso se via. Ele fechava os olhos enquanto aquela lâmina monstruosa perfurava seu pescoço e sem dificuldades passava pela sua cabeça como se não houvesse nada no lugar. O olhar desesperançoso do usuário das adagas não mostrava suas ações de agora, já que ele tentava parar aquele golpe com suas pequenas lâminas entrelaçadas entre si, formando um X.  

O poder daquele gigante não era brincadeira, porém. Os pulsos firmes daquele mercenário fraquejavam, e nesse pequeno erro, eles viravam com um som característico daqueles que quebram seus ossos. O olhar de desespero na face dele sobrepujava a dor que ele estava sentindo no momento, em sem mesmo que visse, ele era pego pela subida vertical da Naginata de Thorkell, ataque esse que o levantava para ar, sem paraquedas para amortecer sua descida. O homem aceitava seu destino, e como seu companheiro, fechava seus olhos e aproveitava o momento no ar, como se fosse um pássaro, voando com sua liberdade, saindo daquela ilha maldita. Não muito tempo depois, seu corpo colidia com o chão, e sua vida se esvaía em um piscar de olhos.

Pippos


Assim como seus colegas, a batalha que Pippos protagonizava também se mostrava acirrada. Finalmente ele havia encontrado um inimigo digno, que fosse capaz de suportar sua barragem de ataques e ainda se impunha contra a grandiosidade de seu ser. Dizer que ele estava animado se mostrava pouco diante dessa situação, e em suas palavras, ele até demonstrava respeito pelo seu oponente. Ele de fato era bom, e talvez o gigante pudesse retirar de lá um pouco de diversão para ele mesmo.

Antes de tudo, porém, o soldado tentava abrir os olhos daquele capanga. Ele gostaria de seguidores fortes e que não fossem fracassados que lutassem pelo mal, mas sim que pelejassem pelo bem mutual e felicidade da sociedade. Pippos começava seu monólogo um tanto familiar para quem já tivesse o ouvido, e essas palavras pareciam tocar o coração do espadachim, que mesmo que estranhas, ainda traziam um raio de esperança para o rapaz que estava encurralado no momento. Ele rapidamente observava o campo de batalha, e via aquele banho de sangue em seu lado e ao lado dos outros gigantes soldados. Seus companheiros estavam mortos, inconscientes ou até aleijados, e só ele estava de pé. Será que aquele seria seu fim, depois de tanta luta? Ele em um momento parava para ouvir as palavras do soldado Vitaminado, e observando isso, o mesmo continuava seu monólogo. Ao ouvir o mesmo, o inimigo abaixava a cabeça e começava a falar.

— Eu não trabalho para Flamesworth... — começava a falar com uma declaração que quebrava as expectativas do gigante. — O chefe me prometeu segurança, dinheiro e fartura. Você entende o que é isso em uma cidade podre como Flevance? — continuava a contar seus motivos e anseios. — Como eu poderia cuidar de minha esposa e minhas filhas com um mísero salário das minas? — nesse momento, lágrimas começavam a cair de seus olhos e escorregar pelas suas bochechas, antes de atingirem o chão, elas brilhavam com a luz do luar, fazendo toda a cena, embora triste, parecer mágica. — Eu não gosto de fazer o que faço, mas não tive escolha! — com seus olhos vermelhos e encharcados, ele agora olhava para Pippos e o afrontava, continuando seu monólogo logo após. — Lute comigo. Prove que a marinha pode cuidar de mim e da minha família, e eu sem hesitar farei tudo o que me pedirem. — ele dizia, finalizando sua frase e pegando firmemente suas duas espadas.  

Pippos, ao ver a teimosia do homem, não hesitava em preparar sua marreta para o embate. O espadachim avançava primeiro e ferozmente contra o homem, se mantendo firmemente no chão e saltando assim que estivesse próximo do gigante. Seu pulo era um reflexo de seus poderosos músculos, alcançando facilmente a faixa do tórax do soldado vitaminado. Nesse momento, como se estivesse preparando um estilingue, ele movimentava ambos os braços para trás recrutando força para aumentar o dano de seu golpe, o liberando logo depois um ataque diagonal para baixo. As duas espadas se cruzavam em um X, destinadas a encontrar a pele rígida do peitoral do meio-gigante.

Esse encontro nunca fora sentido, porém. O martelo de combate de Pippos era mais rápido, e sem delongas subia de encontro com o espadachim, que se mostrava indefeso no ar livre. Ele cruzava suas espadas desfazendo seu golpe, na tentativa de amenizar o ataque da impetuosa marreta. O dano que ele sofreria, porém, não era seu maior inimigo, e sim a gravidade. Com o ataque ascendente de Pippos, o corpo diminuto do homem fora jogado no ar assim que os metais se chocaram, e para ele apenas sobrava a queda. Ele já se preparava para amortecer o inevitável, porém, Pippos possuía outros planos para o homem.  

Recrutando todos os músculos de seu corpo dolorido pela batalha, o meio-gigante vitaminado preparava um golpe que abrangeria 360°. Como um jogador de Baseball, ele rebateria o corpo em queda livre do espadachim indefeso, finalizando assim a batalha. Colocando então seu plano em ação, ele esperava o corpo estar na altura correta, e finalmente balançava horizontalmente seu martelo de combate massivo. O homem que havia masterizado o combate com lâminas, não mais se preparava para a queda, mas agora para o choque que viria através daquele golpe devastador. Ele novamente cruzava suas lâminas em X, e evitava danos maiores da marreta, porém, seu corpo era lançado horizontalmente pelo campo de batalha. Não demorava muito até que ele atingisse uma das muretas da mansão Flamesworth, quebrando algumas costelas no processo. Da sua boca, sangue e alguns pedaços não identificados eram expelidos, além do seu nariz que apenas despejava o líquido rubro.

Sem dar tempo algum para o homem, que agora se levantava, Pippos saltava até a direção do mesmo já preparando um ataque descendente, que pelo fenômeno que ocorria agora, não se mostrava necessário. O homem que sofrera o ataque despejava suas armas no chão e se ajoelhava diante da figura em aproximamação que era aquele gigante. Ele estava cumprindo sua palavra, agora que vira que sua vida e da sua família poderiam ser boas se estivesse debaixo das asas da marinha.  

— Eu me rendo. Poupe minha vida, e ouça minhas palavras. — ele dizia, esperando não ser morto pelo soldado. — Você provou que é capaz de manter meus queridos seguros. Por favor, ouça minha súplica e salve eles da fome e miséria! — lágrimas caíam de seu rosto e um sorriso se abria em sua face. Ele não mais chorava de tristeza, mas agora de felicidade e esperança ao ver que poderia sair da vida do crime e ainda sustentar sua moradia. — Se quer informações, junte todos os seus colegas e eu direi tudo. De acordo com os planos, vocês ainda têm tempo... — ele dizia para o soldado Vitaminado, esperando que sua vida não fosse ceifada pela cólera do último herói da Terra.

Bartolomew
 

O orgulhoso gigante, Bartolomew, assim como seus colegas, superava suas dificuldades e contratempos. Suas feridas iam sarando de pouco em pouco enquanto ele batalhava não só pela sua vida, mas como a vida de seus colegas também. No ápice de sua forma física, com adrenalina correndo pelas suas veias e energia movimentando cada músculo de seu enorme corpo, ele não hesitava nem um pouco nessa altura do combate. Suas atitudes eram claras assim como seu orgulho monstruoso e esmagador. Sua clava se tornaria o algoz de seus inimigos, que um a um iam caindo.

Chegava a hora para a luta final, e sua mente determinava exatamente o que deveria fazer para lutar contra aquele oponente. Sua postura se tornava rígida e sua base forte como uma pedra. Seus pés se acoplavam no chão como se houvessem garras em suas solas, para que ele não mais caísse naquele golpe desestruturador da mulher que o levara ao chão anteriormente. A expressão de sua oponente não mudava enquanto ele calmamente caminhava até o machado que partira a cabeça de sua companheira, na realidade, ela avançava contra ele.  

Assim que ele pegava a arma de arremesso, a jogava contra a mulher, que apenas olhava a cena atenta. Quando o machado estava na posição correta, ela realizava um golpe que refletia seus anos de experiência com aquele chicote em suas mãos. A mulher balançava sua arma de tal forma que fizesse com que a mesma se prendesse no cabo em movimento da lâmina voadora. Vendo que o flagelo estava devidamente preso na arma arremessada, ela girava seu corpo em uma velocidade altíssima, estendendo o cabo do relho e revertendo o momentum adquirido pelo arremesso. Em um piscar de olhos, aquela lâmina estava voando de volta para o remetente.

Barto rapidamente levantava sua clava para se defender da lâmina que vinha em sua direção, e no processo, conseguira salvar sua vida. O machado de dois gumes penetrava até a parte maciça do armamento do gigante, após cair deixando uma marca na madeira que revestia o ferro. O meio-gigante, porém, não se amedrontava. Ele iniciava sua ofensiva, erguendo a poderosa clava que descendia logo após buscando sua oponente. A mesma não hesitava em desviar da massa que caía e atingia o solo, mas sem perceber, ela caía na armadilha do homem, que agora desferia um chute contra a mesma.

A reação da mulher era mais rápida, e novamente utilizando sua arma, ela saltava sobre o chute e a utilizava para se prender ao braço musculoso do homem. Como um verdadeiro Tarzan, ela se balançava experientemente até encontrar, no auge da força centrípeta, a parte de trás do joelho direito do mesmo. O chute carregado pela força proveniente da física por trás do movimento era grande o suficiente para abalar a perna de Barto, que caía com um de seus joelhos no solo. Ela não demorava para se soltar, e lançar alguns ataques na pele do mesmo, que apesar de não parecerem danosos, ainda rasgavam a derme do gigante.

Detective


Aquele honrado detetive nunca havia sido um fã de perigo. Sua vida fora baseada em solucionar mistérios, e claro, ele passou por muitos, e até dizia valar a pena em certas ocasiões. No porão da casa de Flamesworth, ele teve que experimentar essa adrenalina nem um pouco adorável novamente. Sua vida correra risco diversas vezes no mesmo dia, mas ele acabava por sobreviver o inevitável. Sua mente trabalhava em máxima velocidade para que pudesse terminar logo aquele caso que se mostrava ser complicado em diversos sentidos.

Agora no escritório do que parecia ser um dos chefes daquela operação toda, ele tratava de fazer o que era melhor: investigar. Seus olhos escaneavam o local, e aqueles cartazes e jornais pendurados na parede em regozijo chamavam sua atenção. O nome estampado nos mesmos não era familiar para ele, ou ao menos não deveria ser, porém, o crime que ele cometera há anos se parecia prender Detective. Ele se livrava desses pensamentos no momento, procurando algo que pudesse lhe dar acesso às portas e celas daquela prisão. Sua linha de pensamento novamente se mostrava correta, ao mexer na mesa que parecia sair do padrão faustoso de Sir Arthur, ele encontrava um molho de chaves que se diferiam entre si. Cada uma deveria abrir uma porta diferente naquele lugar, portanto, era um artefato insubstituível na dada situação.  

Após seu grande achado, ele voltava para o garimpo das provas. Pegando todos aqueles papéis e documentos, ele os dobrava e guardava em suas roupas inferiores, pela falta da sua "bonita" camisa, que havia sido rasgada não há muito. Ele também dava falta de uma maleta ou pasta onde pudesse armazenar todos aqueles papéis, mas isso não o impediria agora que estava tão próximo de sair de lá.  

Como se o universo estivesse odiando sua onda de sorte, um novo inimigo aparecia. Um gigante, que a primeira vista parecia ser maior ainda do que Pippos e Thorkell, os colossos que acompanhavam ele na jornada de prisão de Arthur Flamesworth, aparecia com algumas pessoas em suas costas, apenas para jogar cada uma delas na cela como se fossem lixos. O homem, em sua altura massiva, amedrontava os dois guardas que estavam na prisão naquele momento, os fazendo esquecer por um momento o objetivo que os aguardavam.  

Após algum tempo, os dois tomavam de volta a consciência que havia saído do corpo dos dois por um período de amedrontamento, e rapidamente se recompunham para capturar Detective. A porta de ferro que dava acesso à escadaria era facilmente arrombada pelos dois soldados peso-pesado, que agora que possuíam acompanhamento do maior de seus soldados, nada mais temiam. Suas forças eram rapidamente correspondidas, e a massiva entrada era derrubada, faltando apenas a porta de madeira para que eles chegassem até o investigador.

O alvo daquela caçada não se deixava amedrontar, muito menos caía em seus próprios sentimentos. Como um verdadeiro ancião, ele os controlava e evitava o pior cenário possível para sua vida, que nesse momento poderia ser ceifada por um erro qualquer. Sem hesitar, e com dificuldades, ele arrastava a mesa que outrora se encontrava repleta de papéis e documentos. O homem a colocava como barricada na porta de madeira, que apesar de estar trancada, não iria durar muito. Em seu momento de maior loucura - ou sabedoria - ele furtivamente abria a janela que dava acesso para a sala das celas. O barulho dos passos dos capangas ia crescendo cada vez mais enquanto ele se pendurava pelo vão da abertura, ficando diretamente acima do colosso. Agora para a última parte de sua ideia perigosa, ele tentava fechar aquela janela. A tensão no ambiente ia crescendo, agora que os soldados viravam a maçaneta e chutavam freneticamente a porta do escritório. Um deles, cansado de esperar, utilizava sua lança para perfurar a madeira e abrir uma passagem para eles.

Assim que os dois minions conseguiram adentrar o escritório, se espantaram com a falta do Detective. As portas das janelas se mostravam fechadas, e seu plano havia sido um sucesso. Porém, por quanto tempo ele iria aguentar seu corpo suspenso? Isso era algo que ele não teria tempo de responder, tendo que confiar apenas em sua estamina. Os lanceiros, indignados, investigavam a sala de ponta a ponta em busca do homem, que não se via em qualquer lugar. Um deles puxava o colega para fora novamente, como se estivesse certo de que aquilo seria uma perda de tempo, apenas para calar sua boca no meio da sentença.

Os dedos e os pés cansados de Detective não foram capazes de se ajustar de maneira correta à parede, e no processo, um pequeno barulho de pedra quebrando e caindo era ouvido, tanto pelo gigante, quanto pelos soldados que rapidamente viravam seus rostos para aquela janela fechada. Em um primeiro momento, eles não acreditavam que aquilo poderia ter acontecido, mas se convenciam de que era a única explicação para o desaparecimento repentino do homem em sua meia-idade. Seus olhos focavam atentamente a janela, enquanto com sua furtividade, eles se aproximavam da mesma.  

O detetive percebia a movimentação dos cavalheiros com seus sentidos aprimorados, e novamente tratava de fazer uma loucura. Reunindo toda a coragem que ele possuía, realizava um pequeno salto e caía certeiramente nas costas carnudas e peludas do gigante assentado na sala, fazendo guarda. No momento em que ele se lançava no ar, a janela onde ele se escondia se abria violentamente, e o olhar atônito de um dos capangas atingia sua nuca. Os mesmos, sem hesitar, saíam correndo da sala para perseguir o prisioneiro, que estava apenas a alguns passos de se libertar.

A sua queda, por atingir o gigante, não poderia ser mais suave. Porém, ele acordava o colosso, que apesar de ter uma agilidade reduzida, era mais forte do que ele pelo menos dez vezes. Sem hesitar, aquele grandalhão levava sua mão até as suas costas, como quisesse se livrar de um inseto. Detective, como se estivesse em um toboágua, descia pelo hominídeo, que mesmo que quisesse fazer algo, levaria algum tempo, suficiente para o investigador fugir. Ele atingia o chão e rapidamente corria pela sua vida, se direcionando novamente para a escada, onde Lara havia fugido.

Aquela cena toda havia enfurecido o gigante, que utilizando de todo seu poder vocal, soltava um brado retumbante em repreensão daqueles capangas que falharam em uma tarefa mais do que simples.  

— Idiotas! Peguem ele imediatamente ou vocês não vão acordar para ver o dia de amanhã! — ameaçava os dois. Sua voz alta, gutural e profunda chacoalhava aquela sala e ecoava pelos corredores do complexo que tinha como fachada a casa do nobre.

Klaus

Aval Kira:



Informações sobre a investigação:

Histórico:

Legenda / Npc's:

Considerações:

   Code by Arthur Lancaster

     
    


Última edição por Koji em Sex Jun 18, 2021 3:38 am, editado 4 vez(es) (Motivo da edição : Adicionando a aval do Kira no post 12)

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 EE4OUIx


"Assume the position to get back on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 Shuuma10

Confronto impecável!
Tremedeiras e sintomas de dependência?!
Como seria bom beber algo...


1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
Convicto de que eu, o incrível, havia desempenhado o confronto mais épico dentre meus companheiros. Sem contar que , ainda havia uma recompensa por trás, afinal, o guerreiro em questão havia dado o seu primeiro passo para se tornar um Herói e poder, quem sabe, algum dia andar lado a lado com o Super Pippão! Mas, em primeiro lugar, precisava garantir sua segurança, pois as paredes têm ouvidos, e se qualquer um que não tivesse honra, faria questão de tentar eliminá-lo para antecipar sua revelação sobre todo o referido crime. – Você não trabalha para o Flamesworth?!Lógico que seria uma surpresa não só para mim, mas também para os meus companheiros, afinal, fora o Flamesworth quem criou toda essa confusão... ou será que não? Realmente era algo que eu ficava a questionar em minha cabeça. – Mas se não é culpa do Flamesworth, por que motivos ele revidaria à marinha dessa forma contra o Sargento Smith?!Pensei rapidamente.

Como analisado anteriormente, eu sabia que a parede tinha ouvidos, e, dessa forma, era bem provável que alguém poderia aparecer para tentar eliminá-lo, e, desta forma, eu faria questão de tentar protege-lo caso isso acontecesse. Considerando que fosse alguma espécie de ataque de corpo-a-corpo, eu tentaria juntar e impor toda a minha força que ainda restava para tentar rebater o ataque e, inclusive levar o atacando para longe. Por outro lado, caso eu conseguisse fitar alguém apontando arma ou qualquer barulho referente à arma de fogo, eu até saltaria, se necessário, para entrar na frente do pai de família, para assim acobertá-lo com toda a massa semidivina de minhas costas muito bem definidas. Claro que meu corpo poderia estar bem ensanguentado, mas eu ainda tinha um bom porte físico e resistência corporal para aguentar mais um pouco de dano, já o homem que estava próximo a mim, provavelmente não.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 Tumblr-ny86ajojwj1qz64n4o1-500

Para ser sincero, a única coisa que precisávamos era resgatar o DT para poder voltar ao Quartel General da Marinha, estávamos muito cansados, e, eu, provavelmente, o mais ensanguentado por ali, ao menos era o que eu achava, mas eu também sabia que havia sido o único a enfrentar um oponente digno. Ao menos, minha intuição dizia que meus companheiros sequer seriam capazes de ser impecáveis como eu e tornar um inimigo um aliado. E caso fosse verídico que algum inimigo tentasse eliminar o meu protegido, eu seria único em qualquer oportunidade que ele cessasse os disparos para empunhar firmemente meu radiante martelo de combate e tentar desferir um ataque frontal, de modo a procurar acertar a parte acima de minha marreta contra o meu alvo, até mesmo se ele estivesse dentro do estabelecimento fechado e apenas o meu braço conseguisse entrar para penetrar em um choque frontal usando minha ampla envergadura. Mas caso fosse alguém também de fora do estabelecimento, apesar de eu acreditar que estavam todos desacordados, eu executaria mais um ataque vertical para tentar amassar o referido atirador.

Porém, caso não houvesse ninguém para atacar, parecíamos já estar supostamente ‘seguros’, mas estava claro de que minha situação não era nem um pouco favorável, e, muito menos do meu novo companheiro. De qualquer modo, a medida que o tempo passava, eu podia sentir minha boca mais seca e uma leve tremedeira em meu corpo. Puta merda! Como seria bom tomar uma birita agora...Pensei, já sentindo a falta do álcool em meu corpo. Estava claro que uma bebida agora além de me fazer esquecer levianamente da dor, já me faria sentir-me deveras melhor, VITATATATA!

Eu tinha certeza agora de que minha meta seria voltar até o QG e conseguir qualquer tipo de forma de álcool dentro do Quartel General, mas tinha plena certeza de que ainda precisávamos resgatar o DT. – Mas que merda, DT, cadê você, ô maldito?!Eu sabia que me questionar dessa forma, não mudaria nada, mas, por outro lado, caso meu desejo e as minhas preces fossem atendidas divinamente, eu seguiria para o QG acompanhado de todos, afinal, seria esse o nosso propósito, e eu já tinha o ‘pai de família’ para ser minha testemunha chave. E, mesmo sentindo uma falta obsessiva pela bebida, talvez tendo até alguns sintomas de tremedeira ou algo do gênero, eu ainda precisava me impor e mostrar a todos quem era o verdadeiro Super Pippão! Onde está o DT?! Será que o Smith teve alguns problemas lá dentro? Eu não quero ter que destruir todo esse âmbito com minha força divina... mas se for necessário, terei de ir atrás de ambos dessa forma.Analisei agilmente.

Quando, prontamente, posicionei minha gloriosa marreta em mãos, preparando para iniciar uma sequência de impactos contra aquele estabelecimento, faria questão de checar antes qualquer sinal do Smith e, principalmente, do DT, pois ele era fundamental em toda a missão! Mas, lógico, eu sabia que, dificilmente, ele apareceria fácil assim, a não ser que os deuses estivessem ouvindo as preces de um belo semideus. E, caso isso acontecesse, eu checaria com muita atenção como estaria sua situação, pois, se ele estivesse, supostamente, bem, eu precisaria utilizar de minhas belas e musculosas pernas, que ainda não haviam sofrido sequer um arranhão para dar largas passadas e levá-lo à segurança para se tratado ou sabe-se lá o que ele precisaria. Mas, por outro lado, caso eu pudesse ver que ele estaria com problemas envolvendo inimigos ou algo do gênero, eu precisaria me impor e usar de toda a minha força divina para ir contra quem quer que fosse seu perseguidor.

Ei, fracassado imundo! Deixe o DT em paz! Você não vai querer sentir a ira do meu amigo aqui...Olhei sorridentemente para meu impecável martelo de combate. – Mas eu não estou falando do meu magnífico músculo!Claro que, enquanto segurava minha bela arma, faria visível força para deixar à mostra o imponente músculo em ascensão do meu braço direito. Eu sei que quase todos os seres se impressionam com meus músculos fenomenais e astutos... só tem alguns seres que tentam fingir não se impressionar, mas claro que todos me invejam. – Ei, DT, cadê aquela tua amiga médica?! Sabe me dizer se ela tem álcool? Preciso para cuidar de uma ferida minha. Se tiver por aí, agradeço muito.Falaria em meio à doce tentação de saborear nem que fosse um pouco dessa meticulosa substância.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 GoodBlondErne-size_restricted

Faria questão de tentar proteger o DT, não importava quem estivesse tentando atacá-lo. – Fique atrás de mim! Ninguém irá tentar mexer com você. E se tentar... tenho pena dele.Não importava quem quer que tentasse se impor contra o meu detetive, eu estaria disposto a utilizar meu martelo com toda a minha força em um choque horizontal, para rebater qualquer tipo de investida contra o meu companheiro. E ai de quem tentasse se impor contra minhas entonações.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 Screen17


Histórico:
Objetivos:
Personagem:


Vitaminado Pippos



Última edição por Pippos em Sab Jun 19, 2021 11:44 pm, editado 1 vez(es)

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 Zx5fIGC

Narração
Pensamento
Fala

Blindao
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Créditos : 47
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Dragão Indomável


Há um ditado que ouvi a muitos e muitos anos atrás: “A ganância enriquece o ego e empobrece a alma.” Casualmente lembraria dessa frase cuja origem provem de um velho senhor bêbado em uma taverna a qual haveria estado por algumas horas. Seja por acaso ou idade, lembrar daquele ditado certamente condizia bem com a eventual situação.

Enquanto os olhos acompanhavam o inimigo voar devido a força exercida em minha lança, essa por sinal que estava bastante avariada, o fim da batalha se concretizava. Pelo menos contra aqueles mercenários. ~ Ai ai, morrer jovem é algo trágico. Deveria ter aceitado minha oferta... garoto. Comentaria enquanto a lança seria alocada sobre o ombro deixando a ponta da lâmina em direção ao céu noturno estrelado. “Tenho que pensar em uma punição adequada para esse tipo de laia quando criar meu reino, matar por matar é uma sentença fácil demais.” Pensava comigo durante o tempo que olharia brevemente para a lua despojada sobre o breu.

Apesar do leve momento de descontração, tal qual relaxei inconscientemente, novamente me colocava de prontidão ao perceber os aliados terminarem seu combate. ~ Ora, ora. Você até mesmo parece cansado, isso aí é falta de carne! Dá pra ver a falta dela em você, Thororororo! Gracejaria para o soldado Pippos enquanto analisava a situação em que encontrávamos. Por outro lado, o mais ferrado entre nós era sem duvidas Bartolomew, o que seria lógico já que o marine não havia descansado adequadamente. Todavia, o jovem rapaz demonstrava garra para ajudar Detective e finalizar a missão. ~ Huh! Seu vigor é admirável, soldado Bartolomew. As palavras seriam sinceras e diretas, acompanhado um sorriso amigável.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 OaHBZ1f

Após um breve dialogo, o semblante ficaria um pouco mais sério. ~ Parece que a diversão final está lá dentro, e ele é bem grande por sinal. Frisaria relatar o aparecimento do gigante, apesar de todos já estarem ciente. Seria meio cômico chamar alguém de grande, uma vez que eu poderia ser considerado uma delas. Entretanto, para alguém que viveu na ilha de Elbaff, já havia visto gigantes que eram pequenos em vista de outros. ~ Vambora! Proferia enquanto apoiaria o antebraço na haste da Naginata que ainda estaria sendo sustentada pelo trapézio.

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Caso alguns dos marines viessem questionar meu ferimento no peito, tal qual até mesmo haveria esquecido, soltaria um riso. ~ Thorororororo! Isso? Colocaria a mão sobre o ferimento retirando um pouco do excesso de sangue, caso houvesse. ~ Não queria deixar vocês solitários sendo o único intocado. Brincaria com os marines apesar da situação, destemido e determinado, faziam parte da minha essência como um homem de verdade.

Independe se um dos soldados viessem retornar para o quartel general, seja por qual motivo, continuaria buscando alguma entrada que pudesse me levar para dentro da residência. Afinal de contas, se aquele gigante havia adentrado, certamente eu também poderia.

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Na hipótese de conseguir entrar na mansão do nobre, tentaria achar o detetive ou pelo menos ouvir sua voz. Caso ouvisse estrondos de combate, ou equivalente, seguiria meus instintos e me moveria até o local. Talvez Detective esteja trancado ou em combate, possuindo isso em mente agilizaria meus passos. Se viesse a me pechar com o gigante, não deixaria passar a oportunidade de empunhar minha Naginata com sede de sangue. ~ Hó! Expressaria uma face de anseio ao mesmo tempo que deslocaria a lança para o lado; com a mão dominante é obvio.

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~ Você me ignorou antes, mas acredito que agora seria imprudente de sua parte fazer de novo. Kekekeke! Bateria com a parte da haste no chão com objetivo de salientar ainda mais o tom da voz junto a minha presença. Seria um bom momento para distrair e chamar a atenção do gigante caso estivesse caçando o detetive. ~ Parece que você está em apuros, Detective. Mas relaxa que o pai chegou! Kekekeke! Proferia deixando evidente que estaria lá para salvar a bunda do civil.

~ Está esperando um buque de rosas? Provocaria o gigante, caso ele permanecesse me olhando ou tentando ainda pegar o civil. ~ Okay! Diria ao mesmo tempo que deslocaria o pé para frente e o outro para trás. ~ Me ignorar uma vez é aceitável, mas duas será sua cova! Comentaria de forma irritada durante o tempo que exerceria força na mão, pés e tronco com objetivo de jogar a Naginata contra o gigante com toda a força.

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Após arremessar a arma ainda que houvessem boas chances de acertar, conseguindo ou não, pisaria com força sobre o chão para acumular força de impulsão e então arrancaria com violência. Correria desenfreadamente em direção ao homem com intuito de colidir de frente contra o adversário; igual um tanque de guerra passando por cima.

As mãos e braços fariam um ‘X’ a frente do meu corpo para intensificar o impacto contra o inimigo e, talvez, proteger o ferimento. Seguida da trombada, buscaria rapidamente mover o tronco para baixo e agarrar com ambas as mãos cada um dos calcanhares, ou parte de trás dos joelhos, para efetuar acrescentar e efetuar uma derrubada. Haveria finalidade de retirar toda sua estabilidade; algo que era bastante ruim para gigantes, pois, meus anos de experiência e vivencia haviam me ensinado que isso era um ataque padrão para os que eram mais baixo.

Apesar do peso e tamanho do homem, confiava extremamente em minha força, tanto que jamais duvidaria de que poderia dar errado a tentativa. Assim que conseguisse derrubar o inimigo, buscaria apanhar a lança caso estivesse jogada em algum lugar, e empunhar adequadamente. Caso estivesse fincada no corpo do gigante, após arremessar contra ele, seria uma oportunidade ainda melhor para socar a ponta da haste da arma e fazer a lâmina penetrar ainda mais no corpo do inimigo.

Seguida ao soco, agarraria com força e puxaria ao mesmo tempo que chutaria contra o corpo para não trazer ligado o corpo do oponente, retornando a arma para mão dominante. ~ Será que vão criar um feriado hoje? Afinal de contas... já é raro ver um gigante, imagina quatro num único dia. Thororororo! Proferia com um sorriso largo carregado de hostilidade.






  • Posts: 12
  • Ganhos: Naginata;
  • Perdas: ~x~
  • Players/NPCs:
    Pippos Vitaminado;
    Bartomolew;
    Detective;
  • Ferimentos: Cortes profundos no tórax [0/12 - não tratado]

  • Localização: Flevance ~ North Blue
  • Objetivos:
    ~ Obter uma Naginata/Lança;
    ~ Conhecer Gaiden, Denki & Drake.
    ~ Concluir 3 missões;
    ~ Subir de Patente;
    ~ Treinar Ambidestria;
    ~ Ganhar boa Fama;



PdV: 7400
STA: 100

Força: 240   [+120 Raça] [+60Edc] [+20 Arma]= 440 ~ Hábil ~
Destreza: 0 ~ Incompetente ~
Acerto: 20  [+120 Raça] [+60Edc]= 200 ~ Regular ~
Reflexo: 10 ~ Regular ~
Constituição: 130 [+120 Raça]= 250 ~ Regular ~

Agilidade: 105
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 5%

Qualidades:

Defeitos:

BrigaCotoveladas, cabeçadas, garrafadas, mordidas e dedo no olho. Você faz os movimentos necessários para sobreviver e derrotar o inimigo, sem se importar com estilos ou movimentos rebuscados.

SobrevivênciaVocê é capaz de encontrar água, comida e abrigo em ambientes hostis, se existentes.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

NadoVocê domina diversos estilos de natação e é capaz de controlar sua respiração com maestria para não perder o fôlego.

PersuasãoVocê é capaz de convencer os outros através de argumentos lógicos e racionais, ao contrário de lábia, os efeitos de persuasão são duradouros.

Profissão:
Sentinela Os sentinelas são guerreiros espirituosos que dominam o conceito de vigia, seja dentro do navio durante as viagens e fora deles, excelentes seguranças em terra firme, eles são de suma importância para missões de proteção, patrulha, escolta, rastreio e guarnição, seja de itens, pessoas e etc. São guerrilheiros por natureza, excepcionais quando se trata em defender sua tripulação incluindo eles, quando deparados com hostilidade e/ou situações desfavoráveis. Carregados com um alto vigor físico, são aptos, versáteis e incansáveis em cumprir sua função sobre diversos territórios inimigos, com objetivo em defender o navio, o navegador ou tripulação de eventuais ameaças durante combates marítimos/terrestres.

Bônus: O jogador quando estiver em serviço protegendo algum aliado, navio, carga ou item e for infligido por algum status negativo, durante esse tempo ele consegue ignorar os efeitos narrativos(não será neutralizado, os efeitos viram pós-término de sua função). Esses efeitos variam entre envenenamento, lentidão, sangramento e etc. Situações desfavoráveis que exigem ficar sem dormir, comer ou descansar, o jogador consegue permanecer o dobro do tempo.



Arma: NaginataDescrição: Um tipo de lança com um comprimento de 10 metros, havendo 7 metros de haste e mais 3 metros de lâmina. Seu diâmetro é de um metro e meio. Alguns entalhes pode ser visto sobre sua haste. A Lâmina é curvada possuindo duas ondas sobre a parte de cima. Imagem da Lança.
Tipo da Arma: Naginata
Qualidade: Clássica.
Durabilidade: Baixa.
Dano: +20 em força.
Estado: Rachadura na haste e lâmina

DinheiroBerries: 5.250.000 ฿S

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 5 2uAvx3T_d