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Kenshin
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KenshinDesenvolvedor
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Relembrando a primeira mensagem :

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiro Thorkell Dragnar Godheim. A qual não possui narrador definido.

_________________

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Gaiden
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»» The continuing ««

~ Late ~



Lara respondia de maneira afirmativa, tudo estava bem com a garota, e ela se sentia grata por minha ação ~ Ainda bem ~ Pensava, feliz por não ser tomado por impulsivo ou negligente. Smith me dava sua aprovação quanto à continuação da investigação. Quanto ao reconhecimento do nome Dervon Odin, o oficial expressava lembrança de uma organização que se fazia presenta na cidade a muito tempo. Bartolomew estava desacordados, tinha lutado bravamente, de acordo com Smith. Flamesworth logo era colocado em uma maca para tratamento, a pedido do mesmo.

Eu teria de esperar. Falar com o nobre seria necessário e, como todos sabemos, um interrogatório pode muito bem nos deixar mais perto de nossos objetivos. O Estado de Arthur era deplorável, mas algum tempo depois, numa situação digna de pena, ele conseguia responder... o que infelizmente não me dava frutos. Eu simplesmente acenava a cabeça e continuava em meios devaneios ~ Seu nome é falso... não deve haver registro. ~ Refletia. Depois de todo o monólogo triste do nobre e de toda a consideração que firmara sobre o caso, Lara, que outrora correra dali, voltava com uma informação extremamente inusitada. Um Klaus sunwizer veio com nosso prêmio... E ela não trouxe minha camisa.

Vendo Pippos e Thorkell, eu falaria - Grandes homens!! Saudades de vossas presenças, caros!! - Expressava regozijo. - Então, temos conosco o dito Devon Ordin. O que será que podemos tomar por isso? - Fazendo sinal de vinda, para que trouxessem-no até mim, falaria ao seu ouvido - Senhor, quem é o senhor? - Em um sussuro macabro, que logo se dissiparia na mente do senhor. Jogando aos céus, eu falaria para os que tivessem no recinto - Cvalheiros, por favor, me deixem a sós com o senhor Devon... devidamente preso, por favor. - Pausando por um breve instante, me voltaria a Thorkell, Pippos e Lara - Não precisam se ausentar, amigos, podem chegar e me contar tudo o que houve com vocês? - Inquiriria, buscando ouví-los atentamente.

Me sentando em qualquer local pertinente, eu me comporia, ainda que sem camisa (triste), para continuar a prosa com Ordin - Tenho algumas perguntas para fazer a você, senhor. - Falaria incisivamente, buscando céleres respostas - Primeira. Qual é o seu relacionamento com Arthur Flamesworth? sabemos que tem conexões crimonosas com o mesmo. Segunda. Me falaria sobre sua organização criminosa, por favor? O sir Arthur já nos informou que suas raízes são profundas dentro de Flevance. Terceira. Qual é sua origem, senhor? Foi-me sabido que o nome Devon Ordin é nada mais nada menos que uma farsa. Um Alias. Um codinome... - Depois de perguntar, esperaria Thorkell e Pippos apresentarem suas ações. Esperaria mais um pouco para realmente começar os questionários difíceis. Fazendo, logo então, um sinal para Lara me dar uma camisa, caso pudesse.




1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 QHIbW7W
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Koji
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Alvorada dos Monstrorines - 17
01:12 ~ 01:37 / Flevance


 
Pippos e Thorkell

A luta entre dois gigantes acabava, não como os protagonistas do embate esperavam, mas por um terceiro membro: Pippos. O soldado se intrometera na luta em preocupação com seu colega e amigo, sendo efetivo logo em sua entrada triunfal, derrubando o bastardo que causava aflição em Thorkell. Logo após um soco devastador que acertava o gigante nas costelas, Soldado Vitaminado acertava o inimigo com uma poderosa martelada, a qual o derrubava sem muitas delongas. Dragnar parecia insatisfeito com o desfecho, afinal, fora uma esplêndida luta de um contra um, até seu amigo entrar, porém, julgando pelas suas condições, ele só podia aceitar. Pippos, igual a ele, não estava com seu corpo em sua potência total, mas ainda assim sacrificara o pouco que lhe restara para ajudar um colega.    

Com o término daquilo tudo, os resultados da luta chegavam. Fumaça tomava conta daquela área, enquanto as estruturas desabavam. Pippos ajudava seu amigo a se levantar, mas para sua surpresa, o homem levava também Hannibal. Apesar dos feitios daquele gigante, Thorkell parecia entender ele, e sua mente ficaria leve dando um enterro digno para sua alma descansar desse mundo cruel. Com isso em mente, uma formação era montada, possuindo Pippos no meio, segurando, quase desabando, os dois incapacitados em cada lado. Ele os acompanhava até a porta da fábrica, onde Dragnar se sentava e descansava seus poderosos músculos, repousando Ordin igualmente. Os dois marinheiros, nessa jornada, trocavam algumas palavras de companheirismo, porém, ambos estavam terrivelmente cansados. Nada os restaria senão irem até o QG de Flevance, onde seriam tratados e recuperariam a montanha de energia perdida.  

Assim o fizeram, então. Utilizando da mesma formação, eles andavam pelas ruas de uma cidade calma e escura, com inúmeras estrelas iluminando o céu noturno. O som dos metais se batendo e contatos físicos não eram mais ouvidos, mas sim a respiração ofegante que cada um deles dava a cada passo para a salvação. Pippos, que já possuía seus ferimentos fechados, começava a sangrar por alguns, não sendo fatal, mas demonstrando o grito do próprio corpo ao ver o que seu dono fazia. Ambos os homens recrutavam tudo de si naquela simples tarefa, que de maneira alguma era párea para a resiliência dos dois. Com muito suor, grunhido e dor, eles chegavam ao familiar local onde passaram grande parte do dia: QG da marinha.

Alguns soldados estavam de guarda pelo local, enquanto outros conversavam entre si sobre os ocorridos na mansão de Flamesworth. Sargento Smith e DT não eram visíveis, porém, ao fundo, poderiam ver Bartolomew e a pequena médica juntos. A mulher chorava de tristeza e culpa, enquanto ficava em pé no peito sarado e tonificado do gigante ruivo. Este subia e descia lentamente, caracterizando respiração, porém, seus olhos não se abriam, e seu corpo mal reagia aos estímulos. Aparentemente, toda aquela batalha havia sido tão cruel para ele quanto para os demais.  

Não demorava muito desde a chegada dos dois soldados, alguns outros marinheiros começavam a observá-los. A palavra de boca é facilmente espalhada, portanto, todos sabiam dos feitos daqueles meio-gigantes agora. Thorkell, cansado em sua totalidade pelas suas façanhas, chamava um soldado de canto e pedia para que o mesmo avisasse Smith da chegada deles.  

— Hmm... claro? — o homem se indagava ao ouvir o pedido de alguém com a mesma patente que si mesmo. Porém, ele não era arrogante e pensava no bem dos outros, indo sem rodeios até o interior do QG. Não demorava muito até que o marinheiro saísse pelas grandes portas e se dirigisse até eles. Nesse momento, Thorkell reportava aquilo que tinha de ser reportado, e com suas palavras, um brilho no olho de Smith surgia.  

— Ordin, huh? — ele indagava pensativo, com uma de suas mãos no queixo. Nesse momento, O gigante perdia se equilíbrio e se apoiava no chão, onde se deitava e ali ficava, até seus olhos lentamente serem fechados. Pippos não demorava e fazia o mesmo, este, porém, se mantinha acordado o tempo todo. Vendo a situação dos homens, Sargento não demorava a se pronunciar. — Descansem, soldados, vocês fizeram um excelente trabalho hoje. — ele falava, os cumprimentando com um aceno, antes de virar as costas e andar rapidamente até o interior novamente.  

Seguido do oficial, saía um médico, diferente agora da pequena mocinha reclamona, que ainda estava ao lado de Barto. Ele possuía cerca de 3 metros, e se agachava ao passar pela porta do estabelecimento. Seu cabelo era semi calvo, e em seus olhos se encontravam dois óculos redondos que refletiam as luzes das estrelas e da lua que se escondia no horizonte. Ele se apressava para ir ao encontro de Pippos e Thorkell, atendendo primeiramente o último, vendo que estava em uma situação deplorável. Suas mãos eram habilidosas o suficiente para cuidar do ser massivo, e costurar todos seus cortes. Com maestria, ele tratava dos ossos quebrados e enrolava algumas faixas pelo corpo do homem, que jazia imóvel no chão. A sua concentração era tamanha que sequer dera atenção para Pippos ao lado, mesmo quando tratava de seus ferimentos abertos. No fim de todo seu processo, sentava no chão frio e úmido e esperava por lá até que seus pacientes acordassem, pois caso algo dê errado, o homem já estaria de prontidão. Seu olhar escaneava toda a área, mas via-se focado na cena de sua colega chorando ao lado de seu paciente ruivo.  

Detective
 

Com o fim de todos os eventos que certamente marcariam a vida de Lara e de Detective, ambos partiam para o quartel general, eventualmente se separando. O detetive não perdia um pingo de seu tempo, independente do horário, e ia interrogar o mandador de todo o caso. De lá, ele esperava alguma informação que lhe fosse útil, mas tanto a personalidade do "nobre" quanto seu estado o impediam de falar algo. No lugar, ele apresentava um monólogo que refletia seus anos de experiência, ainda mais sendo o ponto de vista para uma vida que transcendia a barreira entre obstinação e empatia.  

No final daquela conversa, no entanto, uma surpresa lhe espantava. Era Lara, e infelizmente ela não o entregava a camiseta ainda. Ele ficava chateado com esse fato, porém, ouvia atentamente à mulher, apenas para mais um momento de êxtase ao ter a chance de poder falar diretamente com um dos mandantes de toda a operação. Devon Ordin, aquele que, apesar de usar esse nome falso, comandava o que supostamente era uma força criminosa enraizada na cidade de Flevance. Aqueles mercenários ajudavam a pintar as ruas brancas da cidade alva de uma cor rubra e avermelhada, familiar para todos os mais vividos.  

O homem se encontrava preso em uma sala, algemado às mesas e cadeiras, portanto, ele não poderia se dirigir até o investigador. Vendo a hesitação do homem, Lara tomava a iniciativa.  

— Me siga que eu te levo até ele. — dizia, logo virando suas costas para a porta e deixando o recinto. Se o homem a seguisse, andaria alguns metros até uma sala à sua esquerda, onde a mulher entraria primeiro e se sentaria em um dos bancos que ficavam ao lado da porta. Dos dois lados, haviam esses assentos, virados diretamente para uma pesada mesa de ferro. Uma cadeira se via nessa mesa, e diretamente afrente dela, a cadeira do condenado era posta. Lá estava Devon Ordin, o famigerado comandante da organização criminosa causadora de todo o reboliço e mortes.  

Astuto como era, Detective não perdia a sua chance, mesmo não vendo Thorkell e Pippos pelo recinto. Começava uma série de perguntas para o homem que se punha a sua frente. Este olhava diretamente nos olhos do senhor de meia idade, sem ser intimidade, mas procurando olhar além da aparência do homem. Cada um dos questionamentos e linhas de raciocínio do investigador passava batido pela sua expressão sarcástica que o criminoso estampava a todo o momento. No final, um pequeno sorriso se formava no seu rosto, e de sua boca algumas palavras saíam.

— Detetive, detetive... você me deu um certo trabalho, viu? Se orgulhe! HAHAHAHA! — o homem gargalhava mesmo não havendo piada alguma, e retornava para sua fala. — Mas agora você me decepcionou... já deveria saber que para ter algo de um mercenário, é necessária uma troca. — sua expressão facial novamente mudava, abrindo um sorriso vicioso agora em sua boca. Como se estivesse se preparando para uma guerra, Detective fazia um sinal para Lara lhe entregar a camisa que estava em sua posse. Ela rapidamente entendia a mensagem, e de sua bolsa, retirava um pedaço de pano carinhosamente dobrado, que ao se esticar, mostrava a camisa um pouco suja do investigador. Ali era seu campo de batalha, e sua língua era sua maior arma.



Informações sobre a investigação:

Histórico:

Legenda / Npc's:

Considerações:

   Code by Arthur Lancaster

     
    

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 EE4OUIx


"Assume the position to get back on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
Pippos
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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 Shuuma10



Um fim radiante!
Lógico que eu era necessário.
Sou o Vitaminado Pippão!




1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
Cansaço; Eis uma palavra de fácil compreensão. Todos sabem o que é, mas jamais o querem. Para toda uma ação, sempre há uma reação, VITATATA, isso é uma lógica física bem básica, e, sem dúvidas, o meu impecável desgaste teria suas severas consequências. É. Eu ainda me mantinha lúcida, apreciando algumas estonteantes estrelas no céu. Brilhos impecáveis, tão intensos e formosos como eu. Ah... então é assim que as pessoas me admiram?! VITATATA! Concordo, não tem como não admirar toda essa formosura e radiância.Mantive toda a minha confiança, como de costume, o mais alto que os céus podiam chegar, ou ao menos o quanto eu podia ver, não é? VITATATA. Mas em meio a todas essas reflexões, depois de um longo dia de trabalho e desgaste, agora eu, finalmente, poderia tirar o meu tão almejado descanso, e já fechei os olhos com água na boca, esperando apreciar, novamente, um maravilhoso mar alcoólico.

Sonho

Meus ilustres olhos abriam em meio à uma grande arena com um palco em seu centro. Estranho. Onde eu estou?! E cadê toda a bebida? Arf.Pensei rapidamente, acobertado em uma doce decepção, pois estava esperando um paraíso mágico envolto de muita bebida em um lugar amplo, e aberto. Onde que eu fui parar?! Agora eu parecia fazer parte de uma arquibancada coberta de pessoas, realmente um lugar muito cheio, mas havia um espaço para um impecável ser divino e grande como eu. Pelo menos isso, VITATA. Era noite, a visibilidade era apenas possível por causa de alguns bons iluminadores que refletiam bem a luz, de forma que essa luz continuava a se mover por toda a arquibancada. Puff... Tão querendo criar algo que brilhe mais do que eu? VITATA. Basta prestarem atenção em mim.Brinquei a partir de meus pensamentos, enquanto continuava a prestar atenção no que é que esses iluminadores apontassem.

Mas, em um piscar de olhos, todos os iluminadores que rodeavam a arena agora se concentravam no centro desse estonteante espaço. Num fatídico palco, para ser específico. – Ué?! Quem vai fazer um discurso? VITATATATA!Me questionei de forma retórica, afinal, sequer imaginava que alguém fosse me responder algo. Em meio à minha eufórica gargalhada, um pequeno senhor de idade logo tocou uma de minhas pernas. – Opa?O questionei, afinal, não era qualquer um que tinha permissão para entrar em contato com minha pele divina VITATA. – Err.. V-vo..cê não o con..nhece se..nhor?Perguntou-me aquela voz velha e bem desgastada. Tanto que se eu não me esforçasse sequer conseguiria entender o que foi dito. – Conhecer quem, ué? VITATATA!Questionei com minha muito bem audível e grave voz.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 4496522_200x130

E..Ele é o.. T..hork...ell God..O interrompi. – Oi?! Você tá falando que o Thork tá ali, como alguém muito importante e vai fazer algum discurso para todos?!Parando bem para analisar, aos que estavam próximos à mim, dava para checar a farda em todos. Ou seja, todos dessa grandiosa arena eram marinheiros. Mas por que motivos aquele maldito estava em seu centro?! E ainda mais... pronto para fazer alguma espécie de discurso para os marinheiros. Cara, depois de entender o que estava acontecendo, logo questionei o velho para que ele ficasse em silêncio e eu pudesse ouvir o que o Thork estaria a proferir em seu ‘discurso’ VITATATA. – Ok.. ok.. Valeu. Agora faz um silêncio aí por favor. Temos que prestar atenção no discurso!Terminei, deixando o tal velho, levemente, com raiva, mas, ao menos, em silêncio.

Com a luz encaminhada ao tal centro da arena, era possível ver o rosto daquele safado. Olha que maldito... então quer dizer que ele conseguiu alcançar uma patente de respeito na marinha? VITATA... Parabéns!O parabenizava em meio a meus esbeltos pensamentos, mas agora deveria focar em entender o que ele estaria disposto a dizer em seu discurso. ~ Boa noite, meus amigos e companheiros! Gostaria de agradecer a todos que fizeram parte de toda essa minha garra e dedicação. Como todos sabem... A grandeza de um homem não está em seu tamanho..., mas sim em suas ações! Tenho certeza que dentro do peito de cada um de vocês, se vocês quiserem crescer e ser alguém dentro da marinha, o seu empenho mostrará o seu alcance! E logo poderão atingir uma patente tão convicta como a minha!E num é que ele realmente parecia estar acima de todos por aqui? VITATA. É... um bom discurso, VITATA, mas acho que se fosse eu aí na frente talvez conseguisse usar de toda a minha divina capacidade de ser explêndido para fazer algo melhor, VITATATATA!Imaginei.

Mas ele logo pigarrou e voltou a falar. ~ Eu ainda preciso ratificar que eu não conquistei tudo o que consegui sozinho. Precisei da ajuda de muitos de vocês, e, principalmente do Vitaminado Pippão!A plateia se impressionou. Se não fosse por essa beterraba desnutrida... eu sequer estaria vivo aqui hoje, THORORORORO!Eu logo abri um sorriso em minha face. Inclusive, eu até queria chama-lo aqui... pois tenho certeza de que ele merece tudo isso aqui mais do que eu! Sou um fã desse cara.Terminou, enquanto eu, cresci numa empolgação incontável, esta que mal podia ser medida diante de meu rosto completamente animado, e logo fiz questão de iniciar uma sagaz corrida até onde ele havia me chamado.

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Não demorando, com minhas largas passadas, eu logo estava diante do fabuloso palco, que inclusive era um pouco menor do que a gente, e, por esse motivo, não havia a necessidade de subir em nada. – Vamos, pode me dar o microfone.O tomaria à força antes mesmo que ele me desse de forma calma. – Saudações, nessa bela noite, meus sagazes companheiros.Suspirava enquanto a luz era totalmente levada a mim e eu estaria, agora, brilhando mais do que qualquer estrela em meio àquela escuridão. – Sim, meus camaradas! Dedicação é tudo aquilo o que precisamos! Eu...Começaria a caminhar pela arena, caminho este que, evidentemente, seria acompanhado pela iluminação, afinal, agora eu era o centro de tudo. – Me dediquei até demais para conseguir tudo o que já tenho hoje. Como podem ver, eu, o Super Pippão, sempre precisei agir de forma a acreditar, pois a crença, dentro de uma batalha é tudo! O que somos em meio à uma luta sem a confiança?! NADA!Suspirava.

Olharia para o Thork. – Ei, me traz uma bebida... com álcool, hein.Eu quem agora seria o centro da arena, então, ao menos, precisaria de um assistente para deixar minha boca bem hidratada, de modo em que eu não tivesse problemas para falar. E, depois de tomar um belo copo de água trazido até minha mão, eu deveria continuar: – Voltando ao assunto... persistência é tudo! Dando sempre o seu máximo, você tem fortes chance de conseguir superar seus limites! E se não for para superar e vencer seus obstáculos, você precisa se dedicar ao máximo, pois se você fraquejar, ainda vai fazer o seu companheiro do lado também achar que tem liberdade para isso! Você precisa ser forte tanto em força, mas como em espírito! Em um desafio, seja ele qual for, eu sigo meus princípios, que se não der para conseguir, irei morrer tentando, pois eu sei que eu consigo! Minhas confiança já está além de meus limites, e se eu conseguir passa-los, estarei pronto para enfrentar qualquer mal! E, juntos, poderemos fazer a paz, a justiça e a harmonia crescer por entre esses mares! Eu conto com vocês!Finalizaria, enquanto que a iluminação logo começaria a rodar novamente por toda aquela arena, e seria visível muitos de boca aberta, mas o que não demorou para se ouvir era uma salva de palmas intensa e bem firme.

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Fim

Ainda deitado no chão e entre meus belíssimos sonhos divinos, eu ainda parecia estar dormindo, mas deixai sair algumas palavras: – Err.. Isso... Batam palmas pra mim..Mas, logo pude voltar a consciência e ouvir o que havia falado, então apenas fingi que não havia falado nada, e prestei bem atenção ao meu redor para checar se o Thork já havia acordado ou se havia o Smith ou sei lá, algo importante acontecendo. Mas, caso o Thork ainda estivesse dormindo, eu precisava aprontar uma com ele. O vendo dormir plenamente, eu faria questão de dar o tapa mais forte que eu pudesse em seu rosto, e logo voltar a deitar no solo e fingir que estava dormindo, afinal, o tempo de reação de alguém acordando depois de um tapa ainda seria bem demente, ou seja, ele apenas acordaria no susto e não teria noção do que aconteceu, VITATATATA! E quando se passasse alguns segundos, eu me sentaria, me espreguiçando e bocejando. – Bom dia, Thork. Tu já acordou?Perguntaria na cara mais cínica do mundo, VITATA.

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Histórico:

Objetivos:

Personagem:





Vitaminado Pippos


_________________

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 Zx5fIGC

Narração
Pensamento
Fala

Blindao
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Imagem : 1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 OdRR37N
Créditos : 47
Localização : North Blue ~ Flevance
BlindaoSargento
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Dragão Indomável


Após notificar o sargento Smith, com resquício das energias ao ponto de ter esgotado até a última gota, havia tombado devido a exaustão. A força de vontade e determinação em cumprir minha missão sem dúvidas agregavam e ungiam as engrenagens para garantir energias ao corpo, tal qual, estava esgotado após o confronto contra Ordin.

Não sou um homem que tende a sonhar muito durante as noites de sono, mas por outro lado, há noites que a mente prega peças risórias além de cenários bastantes peculiares; já outras vezes algumas memórias do meu passado tendem a retornar com bastante intensidade. E com certeza não haveria sonhado agora, uma vez que, o corpo e mente estavam tão extenuados que não conseguiriam proporcionar nada além de um apagão total; só perceberia ter adormecido quanto houvesse aberto os olhos.

Ergueria o tronco e olharia ao redor ao mesmo tempo que passava a mão nos olhos para retirar qualquer remela se houvesse. Coçaria a cabeça e logo em seguida o saco, demonstrando despreocupação até notar o soldado Pippos próximo a mim.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 9LnMeQj

Olharia para o marine, enquanto estalava a língua ao mesmo tempo que sentava de forma bastante despojada. Notava que o corpo estava costurado, enfaixado e com fome. ~ Ora, ora... esperava que uma enfermeira sexy estaria ao meu lado quando acordasse. Mas o que encontro é um rabanete coberto de faixas. Thororororo! Mexeria com Vitaminado como de costume.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 UmE25wb

Após soltar um bocejo e espreguiçar um pouco o corpo, ignorando qualquer desconforto que viesse a alfinetar meus músculos, retornaria a falar. ~ Huum, que rolou? Nem sei quanto tempo já passou... tô mais perdido que um imaculado em um bordel. Proferia um pouco mais sério. Afinal de contas, toda merda de antes havia ocorrido pela imprudência do civil em invadir a propriedade do nobre. “Bom... no fim tudo deu certo. Pude desfrutar de um combate milenar e nenhum civil morreu, isso é um ótimo desfecho. Apesar da intromissão do Pippos, senão fosse por ele, acabaria me perdendo na luta e não focado na missão.” Claro que havia aborrecido o fato de Vitaminado ter se intrometido da luta contra Ordin.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 RwlTrU2

A verdade era que havia mergulhado tão fundo no combate contra o gigante, que o feroz prazer na troca de golpes havia me engolido, raios! Até havia esquecido o motivo de estar lá. “Talvez um agradecimento para o paspalho não seja uma má ideia.” Pensava comigo enquanto colocava a mão sobre o rosto e ficava um tanto pensativo até notar a cara de pau de Pippos e seus comentários. “Quer saber, deixa pra lá.” Viria me irritar por um breve instante e logo esquecer no favor que o moleque havia feito para mim.

A barriga emitiria alguns sons, uns mais elevados que outros, devido a maldita forme que se alastrava em razão do esforço e ferimentos da missão. ~ Ahh!!! Enalteceria o tom de voz como forma de expressar o apetite monstruoso que estava passando. ~ Que fome danada. Indagaria um tanto entediado, mas que logo dissiparia o sentimento devido alguns fragmentos da batalha contra o gigante vierem a tona.

~ Ah propósito... como Detective está e o soldado Bartolomew? Sabendo de algo? Além de que parece um frango avermelhado que passou do ponto. Falaria com um tom de voz calmo unido a uma face debochada, nada mais do que provocar o marine de forma amigável e carismática.

Enquanto proseava com Pippos, chegaria o momento que acabaria falando. ~ Ei, ei, ei! Agora que minha lança tá destruída, bem que tu podia cumprir sua promessa de fazer uma boa Lança pra mim! Se lembra que me prometeu né? Promessa é dívida em! Sinceramente não me lembro se Pippos havia feito isso mesmo, mas jogaria um verde na maior cara dura.

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Usar a sagacidade de minha idade era uma das minhas habilidades desenvolvidas com o tempo. ~ O ferreiro lá até que fez uma arma razoável, mas eu sei que tu é um forjador que almeja criar uma obra prima e tem talento pra isso! Uma arma digna que não se quebre durante uma batalha! E então? O que acha que podemos usar pra criar uma Lança épica! Além de persuadir um pouco ele com algum elogio para dar uma enfatizada no conteúdo e não focar na lembrança da promessa, mas sim na arma e em como produzir ela.  

Caso o sargento viesse nos ver, só no caso dele mesmo, então voltaria minha atenção ao marine. ~ Saudações Srg. Smith. Será que vai rolar uma boia pra nós? Este corpo aqui está clamando por proteínas, carboidratos e gordura animal! Só espero não levar o quartel a falência, Thorororororo! Acabaria falando de forma extrovertida, apesar da face e personalidade ríspida do marine, talvez houvesse conquistado um pouco de seu respeito. ~ Talvez até uma boa cachaça pra acompanhar, senão formos já alocados para outra missão, não seria uma má ideia. Expressaria estar pensativo quanto a desfrutar de uma boa pinga; apesar de que haviam minhas dúvidas quanto a existência de uma boa bebida alcoólica no Q.G.






  • Posts: 18
  • Ganhos: Naginata;
  • Perdas: ~x~
  • Players/NPCs:
    Pippos Vitaminado;
    Bartomolew;
    Detective;
  • Ferimentos:
    - Cortes profundos no tórax [1/12 - tratado]
    - Nariz quebrado [1/14 - tratado]
    - Corte na cabeça devido à pressão e força [1/12 - tratado]
    - 2 Costelas quebradas [1/14 - tratado]

  • Localização: Flevance ~ North Blue
  • Objetivos:
    ~ Obter uma Naginata/Lança;
    ~ Conhecer Gaiden, Denki & Drake.
    ~ Concluir 3 missões;
    ~ Subir de Patente;
    ~ Treinar Ambidestria;
    ~ Ganhar boa Fama;



PdV: 7400
STA: 100

Força: 240   [+120 Raça] [+60Edc] [+20 Arma]= 440 ~ Hábil ~
Destreza: 0 ~ Incompetente ~
Acerto: 20  [+120 Raça] [+60Edc]= 200 ~ Regular ~
Reflexo: 10 ~ Regular ~
Constituição: 130 [+120 Raça]= 250 ~ Regular ~

Agilidade: 105
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 5%

Qualidades:

Defeitos:

BrigaCotoveladas, cabeçadas, garrafadas, mordidas e dedo no olho. Você faz os movimentos necessários para sobreviver e derrotar o inimigo, sem se importar com estilos ou movimentos rebuscados.

SobrevivênciaVocê é capaz de encontrar água, comida e abrigo em ambientes hostis, se existentes.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

NadoVocê domina diversos estilos de natação e é capaz de controlar sua respiração com maestria para não perder o fôlego.

PersuasãoVocê é capaz de convencer os outros através de argumentos lógicos e racionais, ao contrário de lábia, os efeitos de persuasão são duradouros.

Profissão:
Sentinela Os sentinelas são guerreiros espirituosos que dominam o conceito de vigia, seja dentro do navio durante as viagens e fora deles, excelentes seguranças em terra firme, eles são de suma importância para missões de proteção, patrulha, escolta, rastreio e guarnição, seja de itens, pessoas e etc. São guerrilheiros por natureza, excepcionais quando se trata em defender sua tripulação incluindo eles, quando deparados com hostilidade e/ou situações desfavoráveis. Carregados com um alto vigor físico, são aptos, versáteis e incansáveis em cumprir sua função sobre diversos territórios inimigos, com objetivo em defender o navio, o navegador ou tripulação de eventuais ameaças durante combates marítimos/terrestres.

Bônus: O jogador quando estiver em serviço protegendo algum aliado, navio, carga ou item e for infligido por algum status negativo, durante esse tempo ele consegue ignorar os efeitos narrativos(não será neutralizado, os efeitos viram pós-término de sua função). Esses efeitos variam entre envenenamento, lentidão, sangramento e etc. Situações desfavoráveis que exigem ficar sem dormir, comer ou descansar, o jogador consegue permanecer o dobro do tempo.



Arma: NaginataDescrição: Um tipo de lança com um comprimento de 10 metros, havendo 7 metros de haste e mais 3 metros de lâmina. Seu diâmetro é de um metro e meio. Alguns entalhes pode ser visto sobre sua haste. A Lâmina é curvada possuindo duas ondas sobre a parte de cima. Imagem da Lança.
Tipo da Arma: Naginata
Qualidade: Clássica.
Durabilidade: Baixa.
Dano: +20 em força.
Estado: Rachadura na haste e lâmina

DinheiroBerries: 5.250.000 ฿S

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Alvorada dos Monstrorines - 18
09:07 - 09:15 / Flevance


 
Pippos e Thorkell

A noite de terror acabava, e ambos os guerreiros estavam desacordados. Seus corpos gritavam por descanso, e sentiam dor em cada parte, sentimento esse proveniente das gloriosas batalhas que ambos participaram. A mais notável era a de Thorkell, que mesmo enfrentando um inimigo mais forte e maior que si mesmo, não desistira, entregando seu corpo e alma para aquele embate que para sempre estaria marcado na sua mente, e no seu físico. Seus olhos, assim como o de Pippos, se fechavam sem ao menos se dar conta. A fadiga era extrema, e como ele denotava, só perceberia que havia caído no sono quando acordasse. Tamanho era seu cansaço, que seu subconsciente não se dava ao luxo de criar as maravilhosas ou tenebrosas imaginações que chamamos sonhos. Esse, porém, não era o caso de Pippos, que aproveitava do fenômeno, mas esse diferia do da última vez.

Ao invés de mares de álcool e rios de rum, ele se imaginava em um estádio, porém o centro das atenções agora era Thorkell. Aparentemente, havia sido promovido, e, portanto, estava discursando para a plateia eufórica de marinheiros. O gigante não perdia sua chance, e na primeira oportunidade que via para aparecer, o fazia. Sua vontade pela atenção parecia insaciável, mas suas ações eram justificadas pelo discurso que dava sobre coragem e não fraquejar. A plateia se mostrava animada após o pequeno monólogo, e era aí que ele acordava. Seu corpo não estava tão deteriorado como o de Thorkell, logo, ele acordava de seu poderoso descanso, recebendo o ar de uma manhã. O Sol brilhava no horizonte e esquentava seu corpo, que estava envolto em um grande cobertor colocado provavelmente pela equipe de médicos preparados.  

Apesar de tudo, alguns de seus primeiros pensamentos era aprontar com seu amigo, Thorkell, que estava profundamente entretido em seu sono. Com uma forte bofetada, ele acertava o marine e voltava para a cama, fingindo estar dormindo. Mesmo não sendo o melhor ator, convencia seu amigo que acabava de acordar e se deparava com a vista. Um cobertor também envolvia seu corpo flagelado, e a grama envolta deles estava esbranquiçada, com algumas gotículas refratando a luz do Astro Rei. Alguns soldados diligentes acordavam cedo para treinar, enquanto pássaros cantavam suas mais belas canções. Tudo estava calmo, diferindo totalmente do que presenciara algumas horas atrás. No horizonte distante, uma fumaça escura e fraca subia para os ares, provavelmente proveniente da mansão em chamas.  

O gigante então levantava seu tronco. A tarefa seria difícil para qualquer um, mas sua resistência à dor se mostrava um fator que ajudava nas melhores horas. Ele limpava seus olhos e coçava seu saco, enquanto sentava de maneira qualquer. Seu corpo, imponente e robusto, se mostrava enfaixado e repleto de curativos e suturas provenientes da equipe médica experiente do QG. Em primeiro momento, suas expectativas eram quebradas ao ver o seu amigo do seu lado, e não uma bela enfermeira, mas isso não passava muito pela sua cabeça, que ainda tentava assimilar tudo o que ocorrera, e que horas eram principalmente.  

Após se espreguiçar um pouco e externalizar sua situação, ele relembrava um pouco da noite/madrugada anterior. Sua mente estava tão entretida no glorioso combate que tivera com Ordin, que ele até havia se esquecido da missão. Graças ao soldado vitaminado, seu transe fora quebrado e ele conseguira terminar tudo de maneira satisfatória. Obviamente havia um pouco de aborrecimento, porém, o homem experiente decidia agradecer, ao invés de exortar o soldado, que apenas fizera seu trabalho. Um pouco do sentimento era quebrado ao ouvir as palavras sínicas de Pippos, porém, ele não se deixava prender a tais coisas banais.  

Com seu despertar, começava a vir as necessidades fisiológicas, que eram ainda maiores para ele. Com seu grandioso tamanho e tudo o que passara, seu corpo necessitava imediatamente de nutrientes e proteínas, o fazendo resmungar um pouco para Pippos, com quem ele amigavelmente conversava naquela localidade. Em um dado momento, até mesmo pedia por uma Naginata nova, vendo que a sua havia se partido na luta contra o outro gigante. O homem lembrava de uma promessa que Pippos possivelmente havia feito, e usava isso ao seu favor. Afinal, a sagacidade da idade realmente chegava um dia, ele usava isso com exímio.  

Não passava muito tempo daquele momento de descontração, e o marinheiro superior a eles chegava. Sgt. Smith caminhava lentamente com ambas as mãos atrás das costas e conversava com o gigante faminto.  

— Após tudo o que vocês fizeram, uma refeição digna é o mínimo que eu posso oferecer a vocês. — falava amigavelmente mencionando a missão anterior. — Fizeram muito mais do que foi pedido a vocês e salvaram incontáveis vidas. É realmente uma honra poder trabalhar com os senhores. — parabenizava ambos pelos feitos anteriores e continuava com sua fala, afinal, ele estava lá por um motivo. — Podem ir para o mesmo local de antes que em breve uma refeição será servida para vocês. Aliás, como estão seus machucados? Ouvi falar que a luta foi brutal. — apesar de seu cargo superior, ele mostrava preocupação com seus homens. — De qualquer forma, uma missão não vai surgir tão cedo, principalmente por causa da situação de vocês. Vou direto ao assunto que queria chegar. Ontem nós interrogamos Devon Ordin e Arthur Flamesworth, os dois cabeças de tudo aquilo. — dava uma pequena pausa para garantir a atenção dos homens. — Descobrimos que a organização deles era maior do que esperávamos, por isso pode surgir alguma situação em breve. Conhecendo bem esses caras, eu imagino que a cabeça de vocês esteja em prêmio por causa das suas conquistas. O aprisionamento de Ordin foi um grande baque para o mundo criminoso daqui de Flevance. — jogava as informações que conseguira com esforço na noite passada. Seus olhos estavam com uma tonalidade preta embaixo, indicando pouco descanso. — Por isso descansem bem, por que em breve uma guerra pelo poder pode começar. — denotava seu ponto em ir até os dois além de checar a situação deles. Finalizando tudo, ele dava meia volta e retornava até o quartel. Seu serviço não estava acabado, e o dia seria longo.



Histórico:

Legenda / Npc's:

Considerações:

   Code by Arthur Lancaster

     
    

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"Assume the position to get back on your knees"



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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 Shuuma10


Um merecido descanso!



1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
Brincadeiras à parte, mas um belo dia parecia se iniciar. Um descanso conveniente finalmente havia se concretizado, e, eu, o majestoso e incrível ser mais Vitaminado dessas terras, literalmente, precisava descontrair um pouco dando uma bofetada no rosto desse Thork maldito. Apenas para ele saber quem é que realmente mandava, quando o meu sonho pareceu mostrar-me o contrário. Sínico como nunca, apenas fingi de que não havia feito nada, e ele parecia sequer entender o que havia acontecido. Ainda bem. – Puts, cara. Verdade, hein! O que realmente estamos precisando agora é de uma boa refeição, VITATATATATA!Ri um pouco, também estando convicto de que minha barriga estaria, firmemente, também pedindo por comida. Ele me questionou sobre o DT e o “Bigodin”, e, pra falar a verdade, ele realmente estava sumido. – Olha, tinha visto o DT com o Smith, então, por céus, ele está bem!Pausaria abrindo um sorriso em meu rosto e levantando ambos os meus braços para o céu, como se agradecesse a alguma prece divina. – Mas, por outro lado, juro ter visto o do bigode respirando, mas abatido no chão, ao lado daquela pequenina médica invocada...Suspirei. – Mas ela parecia estar bem abalada, como se a situação dele não fosse muito boa.Concluiria.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 Screen20

De fato, ainda não tinha nenhum tipo de conhecimento médico, de modo que pudesse fornecer qualquer tipo de informação adicional. Talvez o clima da conversa ficasse mais tenso, mas, por sorte, ele logo acalmou a situação fugindo do assunto, o que, de fato, foi bom. – VITATATATA! Eu falei que essas armas comuns não eram tão boas quanto qualquer tipo de ferramenta que eu fabricasse.Cessaria a prosa em um rápido instante, onde eu sorriria, mas sem mostrar meus dentes, apenas como um ato de confiança e superioridade, afinal, eu era um ser divino, nenhum mero mortal seria capaz de se igualar em qualquer que fosse a minha fabricação. – Eu não me lembro de ter te prometido nada, seu cabeçudo. VITATA! Mas, de boa fé, eu posso utilizar de todo o meu esplendor para fabricar algumas armas interessantes.Eu sabia que, obviamente, poderia fazer instrumentos melhores, e encarava tudo isso como um desafio.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 B0ed240b839f6f02bdf294fff53fcac7

A partir de um pedido solene e bem estruturado, eu até comecei a me sentir mais fabuloso frente ao Thork, era lógico que eu sabia que era, mas ser reconhecido me deixava muito alegre. – Tá... tá. Ganhamos umas armas até que razoáveis mesmo, mas é ÓBVIO que eu consigo fazer melhor! Eu, sou impecável! Assim como qualquer uma de minhas criações, VITATA. Vou te dar uma lança muito boa! Pra falar a verdade, a melhor que você já segurou, seu malandro.Deixaria claro, afinal, minhas criações não se comparavam a qualquer que fosse a forja desses esforçados marinheiros. – Mas, primeiro, vamos comer, não é?! VITATATA! Estou faminto.Precisava deixar claro os pontos, mas uma refeição agora já era mais do que necessária. Não demorou muito até que o Smith chegasse até nós, com muito orgulho, claro, afinal, havíamos feito um trabalho excepcional, principalmente eu, VITATA! Thork não demorava para pontuar que estávamos famintos, e o nosso superior logo apontou que teríamos uma refeição digna. Não esperava por menos, não é? VITATATA!

Sobre essa refeição digna, eu concordo demais, VITATA!Quando pude ouvir ele falar em uma ‘batalha brutal’, eu não pestanejaria em pontuar: – Com certeza, nosso amigo aqui teve uma dura batalha contra aquele Beralto, VITATA. Mas, preciso pontuar de que, se eu não aparecesse, não teríamos vencido. E, claro, eu, o Vitaminado Pippão, fui responsável pelo golpe final!Diria em alto e bom tom, de modo que ele pudesse ter certeza de quem foi o salvador da pátria. – Sobre isso de descansar, você também está precisando, hein, VITATATATA! Mas, realmente iremos ter um repouso, porém, outra coisa, eu também vou querer aproveitar esse tempo e fabricar novas armas, tanto para mim, como para o Thork!Apontaria para o meu companheiro. – Por, acaso, depois de termos nossa devida refeição, será que vocês poderia me fornecer o material necessário para que eu consiga fabricar algumas armas excepcionais? Não é nada contra o trabalho do ferreiro de vocês, ele fez um bom trabalho, mas eu tenho a intenção de mostrar como é o meu! Ah, e outro detalhe, vou querer muita bebida para acompanhar a minha refeição de café da manhã, VITATATA!Terminaria.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 Screen19

Quando a nossa ‘boia’ chegasse, como o meu parceiro havia falado, estava claro de que não pensaríamos duas vezes antes de começar a ingerir toda aquela fonte de nutrientes para o nosso corpo. Sem dúvidas estávamos precisando de uma boa dose de nutrientes para ter condições de repor as nossas energias de forma plena. E, a eufórica vontade de comer tudo, talvez me fizesse comer nas pressas, algo que até poderia me complicar e me entalar um pouco, mas, esperava já ter a fonte de todo o meu prazer contínuo, a bebida alcoólica! E, desse modo, daria umas boas goladas para desentupir minha garganta e voltar a ingerir todos aqueles alimentos de forma tranquila.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 Luffy-comendo-300x159

Ao fim de minha sagaz refeição de bom dia, obviamente respeitosa e com muitos nutrientes favoráveis à meu divino corpo, eu ainda permanecia curioso e interessado em saber melhor a respeito da saúde de meu companheiro, aquele o qual não parecia estar em boas condições. Terminando minha alimentação, faria logo questão de me levantar e analisar bem ao meu redor. Talvez ainda conseguisse ver o “Bigodin”, com sua respiração ofegante, deitado ao solo, ou, até mesmo, aquela pequenina que estava ao seu lado. Isso caso ele houvesse sido trazido até o Quartel General, algo que eu não tinha muita certeza, mas precisava saber melhor. Então, caso eu visualizasse algum outro soldado por perto, logo o questionaria: – Ei, companheiro! Tudo tranquilo? Olha, eu queria te perguntar uma coisa. Sabe aquele meu parceiro, um do bigode... err. Como era mesmo o nome dele?As vezes costumo chamar tanto as pessoas pelos seus apelidos que acabo me esquecendo, afinal, apelidos, para mim, eram muito mais fáceis de decorer. – Acho que era Bartô, algo assim. Ele era grande, lógico que menor do que eu, né?Erguia o meu peito para tentar impor minhas características físicas superiores. – Mas ele é maior do que todos vocês... Tinha o visto desacordado no caminho até aqui.Pausava para suspirar bem e dar continuidade cordialmente.

Ah, eu o tinha visto ao lado daquela médica. Uma baixinha bem furiosa, VITATATA! Sabe me falar onde algum deles está? Apesar de esperar que esteja tudo bem com ele, também gostaria de saber de onde essa médica está. E se não for ela, também gostaria muito de pedir um apoio seu para me falar onde posso entrar em contato com algum médico. Muito obrigado!Suspirava. – Sei que temos patentes iguais e eu não tenho direito algum de querer te pedir algo, mas, como sabe, meu tamanho é meio extravagante demais, para que eu possa entrar assim dentro do QG, VITATATA!Tentaria. Caso fosse um indivíduo de bom caráter e socialmente legal, provavelmente, eu não teria problemas, mas caso eu acabasse encontrando algum homem mais arrogante e que não cooperasse comigo, eu entenderia a inferioridade deste ser: – Ok, amigão, você é o cara.E assim continuaria atrás de algum outro soldado de forma que eu diria as mesmas palavras, tudo para que eu conseguisse, posteriormente, saber melhor a respeito da situação de nosso companheiro e depois ter acesso a um médico.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 Tenor



Histórico:

Objetivos:

Personagem:





Vitaminado Pippos

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Narração
Pensamento
Fala

Blindao
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Dragão Indomável


Havia despertado de meu sono, logo visualizando os raios solares refletirem sobre o campo de treinamento do Quartel General. Afinal, era o único local que poderia servir de descanso para mim e para Pippos. Havia sentido algo em meu rosto, logo ao acordar, talvez fosse alguma picada de mosquito ou algum fragmento tivesse voado devido o local que encontrávamos, mas sinceramente não ligava.

O garoto, soldado Pippos, estava próximo a mim com um rosto bastante descarado. Apesar disso, haveria falado e provocado ele como de costume. Conversa vem e conversa vai, Pippos havia respondido sobre o paradeiro do civil e do outro marine. Tal qual, o rabanete confirmava que ambos estariam bem. Apenas soltei um suspiro e relaxei com as falas do marine. Me preocupar agora com o outro gigante seria desnecessário, pois, os médicos do quartel eram doutrinados e especialista para lidar com todo tipo de ferimentos devido as missões perigosas dos marinheiros; ficou claro para mim ao notar que estava com meu corpo tratado e remendado, apesar dos terríveis danos, este corpo era experiente e bastante acostumado com isso. Ainda assim, há tempos não terminava neste estado lastimável.

Após jogar conversa fora com Vitaminado, instigando-o a fazer uma arma para mim, havia conseguido persuadir de boa fé o garoto. ~ Thororororo. Não esperava menos de você! Se precisar, eu tenho uma grana guardada para comprar os materiais, falando nisso... temos que receber nosso pagamento, apesar de que não lembro quem é que faz o pagamento. Indagaria referente a termos obtido êxito nas missões consecutivas fornecidas por Smith. ~ Há! Ouvi falar que a mina tem o material chamado de “Chumbo Branco”, o minério de Flevance que dizem ser único. Proferia com a mão no queixo expressando estar pensativo quanto a informação que teria ouvido a algum tempo atrás, mas não conseguindo relembrar onde exatamente.

Enquanto o moleque ficava se gabando e falando abobrinhas, estava pensativo quanto ao valor que viramos a receber em recompensa as nossas missões concluídas. “Será que devemos exigir pagamento? Ou temos que esperar? Eu sei que o Tenente do quartel é o líder do quartel, será que ele é responsável por isso?!” Logo então dissipava o pensamento do dinheiro mesmo sendo algo importante para mim, uma vez que, terei que juntar uma quantidade astronômica para criar meu tão almejado reino, todo e qualquer valor será útil, mesmo com a miséria que um soldado seria remunerado. “Preciso parar de gastar com besteiras.” Pensava por alguns instantes até olhar novamente para Vitaminado e escutar ele falar sobre comida e concordar com o cabeça de rabanete.

Não tardou para o Sgt. Smith vir averiguar nosso estado. Havia puxado assunto com o marine de forma amigável e persuasiva como sempre. Havia sido sincero, apesar das palavras audaciosas, este era meu jeito de ser. Admito que as palavras em respostado marine eram bastante inesperadas. “Jurava que ele ia dizer algo do tipo: era mais que a obrigação de vocês. Ou: deveriam ter trazido o principal culpado.” Mas o fato era que, Smith demonstrava mais pose de superior do que em si era na verdade. Sua humildade agora estava visível e isso havia me agradado bastante.

~ Ei, ei, ei! Não fala assim sargento que o Pippinhos aqui vai até se emocionar e chorar de tanta alegria, THORORORORORORORO! Terminaria a frase com uma bela gargalhada ao mesmo tempo que atingiria o soldado Vitaminado com um tapa em seu braço de forma calorosa.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 5qXIkkh

Smith havia perguntado sobre os ferimentos e, naturalmente, demonstraria uma pose de durão, não que não fosse, mas apenas para assegurar de que a batalha havia valido apena. ~ Tirando a fome infernal, estou novo em folha! Se liga no Pump do Smash e Baki! Levantaria do chão e ao juntar as mãos faria os músculos dos braços ficarem tensionados e aumentarem de tamanho. ~ Se você comer bastante Pippos, um dia você alcança essa divindade muscular. Thororororo! Mexeria com soldado enquanto voltaria a relaxar o corpo.

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O soldado Pippos não perdia tempo em me provocar, devido a ele ter interferido no combate e deixar bastante claro isso para Smith. ~ Hoo! Parece que você está buscando descobrir se será enviado para céu ou inferno, não é mesmo seu frango despenado! Expressaria um face bastante diabólica para o marine de forma a enfatizar o quanto ele havia me aborrecido com isso. ~ Sargento Smith... permissão para empalar vivo esse legume de uma figa?! Cerrava os dentes pontiagudos e rangia-os em razão da petulância do moleque. Mas logo deixando para lá, os mais velhos devem ignorar certas insolências.

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Parando com as brincadeiras, o Sgt. Smith havia falado sobre a situação atual dos criminosos e sobre a possibilidade de sermos caçados. ~ Tsk. Isso significa que existe a chance de haver mais civis escravos? Questionaria o marinheiro já expressando um rosto sério e um tanto irritado. ~ Huum, se esse nobre Arthur não é o cabeça da organização, então seria bom conseguirmos descobrir o Manda-Chuva e enfiar a porrada nele para dar um ponto final nesses desgraçados! Frisaria meu pensamento de forma clara e objetiva, não escondendo a vontade de surrar esses arrombados que se aproveitavam dos mais fracos. ~ Então enquanto cuidam do interrogatório, eu e o garoto vamos fazer uma boquinha. Diria ao colocar a mão sobre a testa demonstrando continência; visivelmente um tanto desleixada.

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Após o diálogo com o sargento, andaria junto de Pippos até o local de antes que havia sido preparado para servir de refeitório ao Q.G. Sentaria e então aguardaria os alimentos chegarem. Seria impossível evitar a baba escorrendo pelo canto da boca, já que, o cheiro do rango estava mais gostoso que uma jovem de fio dental. ~ Ahhhh, mas que cheiro divino! Passaria a mão na boca para retirar o excesso de saliva.

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Após a comida ser servida, obviamente não faria desfeita e nem cerimonia. Começaria pegando as carnes. Pegaria os pedaços grandes de pernil com uma mão, costelas com a outra. Não seria nem um pouco educado, quase parecendo uma besta em busca de comida durante uma nevasca.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 Original

Carne após carne e frango após frango, acabaria soltando um comentário bastante revigorado. ~ Inchirel!!! A boca ainda estaria cheia, mas não evitaria de enfatizar estar apreciando demasiadamente o banquete. ~ Pode trazer mais comida, chefe! Proferia empolgado e com ímpeto. Retornaria a apanhar mais comida, sem dar descanso para sentir a boca vazia. Caso houvesse massas, molhos, batatas, semelhantes, apanharia seguida um do outro para acompanhar a carne ou costela que estaria agarrada em uma das mãos. Tanto as mãos como a boca, nenhum deles estaria vazio ou descansaria.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 B28

~ Istu ka muxo goxtosu! Diria para Pippos enquanto a boca estaria completamente cheia de carne, molho e bebida. Sentiria o corpo ser energizado, seja pelo prazer em desfrutar de um bom banquete ou pelos nutrientes que estaria inundando o corpo. O importante era que estaria aproveitando enquanto houvesse comida. Talvez pudesse parecer um esfomeado, mas para alguém como eu que apreciava combates e comida, eram duas coisas ao qual não expressava qualquer formalidade.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 ExhaustedAbleCottontail-max-1mb

Após terminar o banquete, se caso tivesse faltado comida, viria a ofegar devido tanta comida ter sido absorvida além de parecer extremamente empanturrado. ~ Uffs, Uffss, Uffs... caramba! Acho que comi o suficiente pelos próximos dez anos! *Bwurrrp. Diria ao soltar um belo arroto no final da frase. Sentia o corpo pesado, além do normal. Mas por outro lado, a fome pelo menos havia sumido. Sentia as feridas se regenerarem completamente, apesar de que seria apenas uma sensação mesmo devido a quantidade de nutrientes imposta ao corpo.







  • Posts: 19
  • Ganhos: Naginata;
  • Perdas: ~x~
  • Players/NPCs:
    Pippos Vitaminado;
    Bartomolew;
    Detective;
  • Ferimentos:
    - Cortes profundos no tórax [2/12 - tratado]
    - Nariz quebrado [2/14 - tratado]
    - Corte na cabeça devido à pressão e força [2/12 - tratado]
    - 2 Costelas quebradas [2/14 - tratado]

  • Localização: Flevance ~ North Blue
  • Objetivos:
    ~ Obter uma Naginata/Lança;
    ~ Conhecer Gaiden, Denki & Drake.
    ~ Concluir 3 missões;
    ~ Subir de Patente;
    ~ Treinar Ambidestria;
    ~ Ganhar boa Fama;



PdV: 7400
STA: 100

Força: 240   [+120 Raça] [+60Edc] [+20 Arma]= 440 ~ Hábil ~
Destreza: 0 ~ Incompetente ~
Acerto: 20  [+120 Raça] [+60Edc]= 200 ~ Regular ~
Reflexo: 10 ~ Regular ~
Constituição: 130 [+120 Raça]= 250 ~ Regular ~

Agilidade: 105
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 5%

Qualidades:

Defeitos:

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AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

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PersuasãoVocê é capaz de convencer os outros através de argumentos lógicos e racionais, ao contrário de lábia, os efeitos de persuasão são duradouros.

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Bônus: O jogador quando estiver em serviço protegendo algum aliado, navio, carga ou item e for infligido por algum status negativo, durante esse tempo ele consegue ignorar os efeitos narrativos(não será neutralizado, os efeitos viram pós-término de sua função). Esses efeitos variam entre envenenamento, lentidão, sangramento e etc. Situações desfavoráveis que exigem ficar sem dormir, comer ou descansar, o jogador consegue permanecer o dobro do tempo.



Arma: NaginataDescrição: .... Imagem da Lança.
Tipo da Arma: ...
Qualidade: ...
Durabilidade: ...
Dano: ...
Estado: ...

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Alvorada dos Monstrorines - 19
09:15 ~ 09:32 / Flevance


 
Os soldados acordavam no QG após um merecido descanso. A noite anterior fora um grande sucesso, e a missão estava completa. Mas será que tudo era um mar de rosas? Barto estava desacordado e Detective ausente, além do mais, Sargento Smith chegava com novidades que talvez fossem negativas para os gigantes. Os mesmos, porém, possuíam sua cabeça no lugar. Uma coisa de cada vez, e o que queriam agora, era uma bela refeição, afinal, precisavam de toda energia que pudessem ingerir após sofrerem tanto nas lutas. Colocavam a conversa em dia entre si e falavam um pouco com o seu superior, o qual aparentava estar extremamente cansado por tudo o que ocorrera. Pippos, que prometia uma bela arma para Thorkell, até perguntava para Smith sobre materiais de forja, o qual retornava com uma resposta positiva.¹

Findada então a conversa, com uma continência o gigante mais velho se despedia, logo indo caminhar com Pippos até a prometida refeição. O campo de treino era um lugar grande, porém, para eles, era mais um lugar como todos os outros. No meio do caminho, já podiam sentir o glorioso odor da majestosa comida preparada com afinco pelos melhores chefes do quartel-general. Aquele cheiro levava até uma grande mesa, e nela, estavam expostas todas as sortes de comidas, rendendo um banquete colorido. Carnes, verduras, legumes e até mesmo frutas estavam presentes por ali, aguçando ainda mais a fome de Vitaminado e Thorkell. A baba no canto da boca começava a juntar, enquanto aquela vista do paraíso se desenrolava. Para a alegria dos dois, bebida alcoólica era servida em barris; rum da melhor qualidade, oferecida especialmente por Smith.

Não demorava muito para o banquete ser servido. Thorkell devorava tudo, esquecendo-se de etiqueta ou qualquer coisa que o parasse no momento. Sua fome era insaciável, e de segundo em segundo alimento descia por sua monstruosa garganta. Carnes eram as primeiras, logo frangos e depois molhos, massas e batatas, acompanhadas de uma bela bebida. Enquanto ele elogiava a comida, sua boca estava cheia dela. Os olhos dos chefes se arregalaram e brilharam ao ver alguém comendo suas comidas com tanto gosto.

Nessa empreitada Pippos não ficava atrás. Igual ao seu colega, ele comia tudo rapidamente, e logo ia se sentindo revigorado. Todo aquele banquete era uma bomba de vitaminas e nutrientes para seus corpos em recuperação, portanto, nada era ignorado. Se a comida entalasse em sua garganta, uma golada de bebida ajudava na descida, e isso se repetia até o fim dos pratos. A mesa parecia ter sobrevivido a um ataque de feras famintas, pois as comidas estavam em falta, e a bagunça era notável. Não demorava muito para algumas pessoas pegarem as talheres e pratos e levarem de volta para o refeitório, limpando assim a mesa. Os recrutas atrás dos dois gigantes, que também se alimentavam, os olhavam com olhares de espanto e até admiração, ao ver aquela cena se desenrolar.

Acabando tudo, os dois podiam sentir até mesmo as suas feridas se regenerando. A sensação se dava pela quantidade de nutrientes e proteínas ingeridas, causando a sensação de energização e disposição. A fome havia ido embora, e eles estariam saciados por um bom tempo. Thorkell soltava um grande arroto enquanto proferia algumas palavras, as quais provavam tais fatos. Pippos, por sua vez, não ficava parado. Levantando-se um pouco, ele analisava toda a região a procura de seu amigo "bigodudo", mas daquele ângulo não o encontrava. Não satisfeito, perguntava para um dos rapazes que admirava os dois gigantes. Eles o ouviam atentamente, antes de um deles logo responder.

— Hmm, eu sei quem é... acho. — falava, após um tempo pensativo. Todos os seus colegas olhavam atentamente para ele, inclusive Pippos. — Ele e essa médica estão ao leste desse lugar aqui, embaixo das árvore onde pega sombra... ele tá bem mal. — assim que proferia essas palavras finais, seus amigos balançavam as cabeças em concordância. — Nós ouvimos alguns rumores sobre a missão de vocês e... espero que ele esteja bem. — dizia, colocando uma expressão de preocupação em seu rosto, antes de voltar para a sua refeição. Seus amigos faziam o mesmo, como se simpatizassem com o gigante.



Histórico:

Legenda / Npc's:

Considerações¹:

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 EE4OUIx


"Assume the position to get back on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 Shuuma10


Descansar pós-refeição?!
Foco e determinação!
Vamos aos estudos...



1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
Logo depois de tracejar uma excelentíssima refeição, esta que, devidamente, havia me deixado de barriga cheia, eu não demoraria para logo começar a fazer algumas poses para exibir e realçar a magnificência de meus inquestionáveis músculos, mesmo depois de bater um baita rango. Isso porque pude ver, facilmente alguns soldados nos apreciando, ou seja, mais fãs para fazer parte da minha legião de Pipponautas! Mas, apesar de minha tremenda vontade de continuar me achando e me amostrando para esses pequeninos, eu logo tive que os questionar para saber mais a respeito de meu companheiro, o ‘Bigodinho’ atrevido. Os tais admiradores não demoraram para logo me apostar uma direção a seguir, para que eu pudesse tentar entrar em contato com o Bigode ou com quem quer que também estivesse com ele, e, provavelmente, aquela pequena médica invocada.

Suposições ainda eram suposições, mas segui no caminho apontado pelos cordiais soldados, vulgo, futuros Pippianos. Em pouco, eu não deveria demorar para logo alcançar a supracitada árvore, afinal, minhas passadas eram bem abrangentes, hehe. À sombra de uma árvore, vasculhei até que pudesse ver ou sentir a pesada respiração do Bigodin. – Opa! Como está, pequenina? Como está o nosso campeão aí?Pausaria, dando-lhe um espaço para fala e, evidentemente reposta à minha pergunta, pois eu tinha certeza e esperança de que a situação física de meu companheiro não iria demorar para melhorar. Confiança é tudo, não? Claro! Mas depois de ouvir tudo o que ela tivesse a me dizer, eu sabia que, provavelmente, não seriam boas notícias, e, inclusive ela também demonstrava estar bem abalada com isso. Dentre todo o grupo, o Bigode era o mais próximo a ela. – Sei que as notícias não são boas, mas fica calma.Agarraria-a puxando delicadamente para tentar abraça-la. – Fica tranquila, pequena. Você não conhece o Bigodin tão bem. Pelo pouco tempo que passei ao seu lado, pude ver o quão forte, persistente e incrível ele é! Fica tranquila, ele vai sair dessa. VITATATATA!Precisava animá-la e restaurar toda a sua conduta de antes.

Falando de tudo isso, quer ajuda para que eu o carregue até o Quartel General? Olha, tenho certeza de que quando ele acordar, vai querer estar numa cama macia e fofinha, VITATATATA!Pontuei. – Além de que, tenho certeza que lá ele será melhor tratado da forma que precisar.Acrescentei. Provavelmente ela também concordaria com minha ideia de ajuda ao propor carrega-lo ao QG, e, desse modo, logo usaria de meus imponentes músculos já revigorados por uma boa alimentação para levantar o bigodudo pelo seu tronco e tentar carrega-lo em meus ombros. – Uff...Logo soltaria ao colocá-lo em meus ombros, pois apesar de meu maior tamanho, esse cara parecia pesar até mais do que eu. – Vamos lá!... Uhh..Minhas falas ofegantes e bem complicadas ainda estariam a me acompanhar. – Vem com a gente, pois eu ainda preciso da sua ajuda.Finalizava, chamando-a, mas a cada passada minha, eu parecia já suar cada vez mais.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 LRVnPYqM8DLag

A cada passada, os meus músculos pareciam tremer cada vez mais, mas isso não me faria desistir. Nada mais era do que um simples desafio para o futuro ser mais forte desse planeta, e desistir de desafios? Isso não era comigo. Depois de muito esforço, empenho e dedicação, não demoraríamos para chegar até a área de treinamento, o espaço mais habitado por nós, pois permite nosso tamanho colossal. Não sabia ao certo se haveria alguma cama para o seu tamanho, ou algum colchão para melhor garantia de sua saúde, mas, exausto, eu precisaria logo colocá-lo com cuidado no chão daquele espaço. E mantê-lo, na paz, descansando, enquanto ainda pudesse ouvir sua ofegante respiração. – Olha aí.Tocaria suavemente em seu peito com alguns tapinhas. – Daqui a pouco ele acorda. Ele tá bem, VITATATATA!Finalizaria, enquanto logo voltaria minha atenção à pequenina.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 Tenor

Aproximando-me da mesmo, logo começaria: – Uff.. Estou exausto.. Arf.Suspiraria. – Perdão, pequenina, mas qual é mesmo o seu nome?Aguardaria sua resposta para logo começar: – Muito prazer! Não sei bem se você não já me conhece, mas eu sou o Vitaminado Pippão!Faria uma pose, enquanto exibia meus bem musculosos e definidos músculos. – Mas, falando sério, eu quero aprender mais sobre a anatomia do corpo dos seres. Talvez alguma hora até pense em melhor trabalhar na medicina, mas seria de muita utilidade para mim ter um melhor conhecimento a respeito dos corpos de qualquer inimigo que eu possa vir a enfrentar, ou até mesmo de um aliado, no qual eu poderia ajudar.Aguardaria alguma rápida resposta dela. – Então você poderia me ajudar nisso? VITATA.Encerraria.

Aprendizado ~ Anatomia

Em primeiro lugar, eu precisaria ouvir e dar total atenção a cada uma das informações que essa pequenina fonte de informações estaria disposta a me fornecer. Seriam muitas informações, básica a respeito de corpos, tanto humanos como de qualquer forma humanoide. Apesar de todas as minhas pequenas intrigas com essa pequenina, ela realmente demonstrava a razão de estar nesse cargo. Ela começava falando dos diversos tipos de corpos, incluindo o de seres humanoides. – Wow! Você já tratou alguma espécie diferente desse tipo?!Minha curiosidade era intensa, mas ela olhou para mim com aquela cara de raiva de “foca no que eu tô falando, e só tire dúvidas referentes ao assunto...”, deu pra entender facilmente, VITATATA! – Certo.. Certo. Pode continuar.Ela parecia me mostrar passo a passo, talvez ela estivesse me julgando como algum ingênuo na medicina, logo eu, o futuro melhor médico do North Blue?! VITATA. Mas ela tinha razão, de fato, eu não sabia de muita coisa.

A invocadinha, inclusive, começou com uma informação fundamental: a de que a Anatomia é um dos pontos mais fundamentais da medicina, algo que, logo me impulsionou a prestar ainda mais atenção em suas palavras. – Uau!Exaltei, mas logo continuei focado. Ela, primeiramente começou a me falar dos ossos de um corpo. Era incrível! Realmente haviam muitos, alguns bem maiores do que outros, e outros que apenas era responsáveis por coligar os grandes ossos. Esses que, inclusive, era responsáveis pela movimentação de cada um dos membros. Entre cada osso, haviam os músculos. Momento esse que eu não perdi, para logo erguer meus braços bem flexionados e demonstrar toda a minha maestria muscular. Ela, por outro lado, não gostou muito quando o fiz, e, por pouco não cancelou a aula. Os músculos e os ossos representam um único fundamento, inclusive a flexão de um músculo representa a movimentação de um osso. E, sim, eu me segurei para não exibir novamente os meus belos braços quando ela falou disso.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 8a6ae6fcf5b05b9bc2bb1ef78755dcd68b9acd7e

Dentro de toda a musculatura corporal, e, protegido pelos ossos, existem os fundamentais órgãos para estabelecer um bom funcionamento de todo o corpo. Nesse momento, eu até coloquei uma de minhas mão esquerda em meu queixo, enquanto analisaria, fundamentalmente, cada umas das aprofundadas informações que me eram inseridas. – Então, basicamente, a função das costelas é proteger os órgãos vitais de nosso corpo, não é? Como o coração... os pulmões... e por aí vai.Proferi com toda a certeza, a partir das informações que antes ela havia me ensinado. Ela também começou a me pontuar a respeito das veias e toda a sua responsabilidade dentro de um corpo pela importantíssima circulação de sangue, e a forma o qual a circulação é importante e o quanto ela acelera em momentos de ação, ou qualquer tipo de combate, no caso. Sem contar de que também haviam algumas veias maiores e mais importantes, com um fluxo sanguíneo ainda maior e essenciais em todo o corpo, as artérias. E assim continuei aprendendo e me dedicando nesse conhecimento com a pequenina invocada e sabichona, por algo que demorou várias horas. Talvez agora eu até a considerasse mais astuta do que apenas uma medíocre médica que só faz reclamar, VITATATA! – Muito obrigado pelos seus ensinamentos, pequenina! Você não sabe como eu estou agradecido, VITATATATA!Finalizaria.

Fim

Era lógico que minha cabeça agora devia estar quase explodindo e palpitando de tanto conhecimento que eu acabara de receber. De fato, foi muita coisa, e eu precisava desopilar um pouco. Todo esse estudo era bem desgastante, não para a parte física de meu corpo, mas minha cuca estava exausta, VITATATA. Agora eu seguiria pelo caminho antes me ensinado pelo Sargento Smith, afinal, eu ainda estava devendo uma arma para o maldito Thork. A medida que eu começava a pensar nisso, ali pelo Quartel General, logo procuraria tentar enxergar o meu companheiro. Talvez não fosse difícil, pois o menino Thork comeu tanto na hora do almoço que, possivelmente, eu até deveria conseguir enxerga-lo rolando pelo chão da área externa do QG. Mas, como já havia passado algumas horas, talvez eu já conseguisse vê-lo de maneira mais ‘normal’, VITATATA! – E aí, tubarão baleia, conseguiu digerir o rango de hoje? VITATA!Perguntaria na brincadeira, porque esse menino, literalmente, hoje almoçou até ficar redondo.

O desprezando por alguns instantes, agora eu pretendia seguir o caminho designado pelo Sargento, para que assim pudesse entrar em contato com algum ferreiro ou quem quer que pudesse me disponibilizar o material necessário, pois, de Ferreiro, eu já tô aqui, VITATA. Caso eu não conseguisse chegar até nenhum responsável pela área supracitada, procuraria algum daqueles soldados que, futuramente, se tornariam parte dos meus fãs e seguidores, um Pippiano. – E aí, meu(s) bom(ns), tudo tranquilo no mamilo? VITATATA! É o seguinte, preciso da ajuda de algum de vocês. Vocês poderiam falar com o responsável ou apenas me trazer um material para que, eu mesmo, possa fabricar as armas gigantes para mim e para o meu companheiro? Eu ficaria grato. Não sei se vocês têm desse Chumbo Branco também, mas se tiver, agradeceria muito.Perguntaria.

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Histórico:

Objetivos:

Personagem:





Vitaminado Pippos


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Narração
Pensamento
Fala

Blindao
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BlindaoSargento
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Dragão Indomável


~ Huffs. Soltava outro suspiro com alivio da fome. Confesso que havia comido tanto, mas tanto, que o estômago estava empanturrado ao extremo. Por outro lado, isso havia propulsionado minha capacidades regenerativas, o que era uma boa coisa. Se quer havia notado a saída de Pippos, uma vez que, havia deitado ali mesmo enquanto fechava os olhos e apenas descansava.

A brisa era agradável, tirando o fato da barulheira constante do quartel, estava aproveitando o máximo a folga que havia recebido do sargento. “Não sei por quanto tempo vamos ficar nessa moleza, mas seria útil aproveitar esse tempo de folga para treinar minhas habilidades.” Em meus devaneios, percebia que ainda faltava lapidar minhas maestrias de combate. Afinal de contas, a luta contra Ordin havia mostrado que oponentes perigosos ainda rondavam os mares. “Para fundar meu reino, além de Status e dinheiro, preciso de “poder” para proteger o que é meu.” Coçava a cabeça enquanto me dava conta de que apesar de tantas décadas que havia vivido, ainda não havia alcançado o cume de minhas habilidades físicas.

Após um tempo deitado no local, ignoraria qualquer reclamação dos soldados que estivessem pela volta, apesar de que duvidaria muito se teriam colhões para me provocar. Sou um homem amigável e carismático, apesar de minha aparência, mas não me tire pra trouxa que será um grande erro. Erguer-me-ia do chão e logo notava que Pippos havia sumido. ~ Hãh? Não é a toa que parecia que ele estava muito quieto. Thorororo! Já conhecia bem o marine, permanecer em silêncio por mais de dois minutos e não se gabar de algo seria um momento épico. Apesar de que não me importava muito com sua personalidade, mesmo que uma vez que outra ele me provocasse, já estava habituado. Afinal, devolvia na mesma moeda ao zombar dele.

Havia caminhado pelo quartel, ou melhor dizendo, pela parte que possibilitava ser percorrida: o campo de treinamento. Seguiria para parte onde os marines estariam desenvolvendo suas capacidades físicas e então pararia para estalar o pescoço e mãos.

~~ Aprendizado Escudista ~~

Logo de cara notava um homem de porte mais velho, para um humano é claro, e maneja não só sua espada, mas como também um escudo circular. “Hoo! Ele parece ser bem proficiente com o escudo.” Pensava por alguns instante enquanto viria me aproximar e então sentar de forma despojada. Cruzava os braços enquanto a mão segurava o queixo demonstrando estar pensativo e analítico, não que fosse algo de costume.

– P-Posso l-lhe ajudar? O velho homem viria proferir enquanto apresentava estar um tanto receoso para com minha presença. ~ Thorororo! Não quis atrapalhar seu treino, amigo. Percebi que você é bastante hábil com escudo, já faz um bom tempo que não uso um. Não seria ruim aprender alguns macetes se você estiver disposto a ensinar um velhote como eu. Falava amigavelmente enquanto persuadia o marine para me dar algumas dicas.

– Hohohoho. Ouvi alguns boatos dos terríveis gigantes que haviam entrado no quartel, mas você não parece nem um pouco com o que disseram. Pois bem! Posso sim lhe dar algumas dicas, mas seria melhor se você utilizasse um escudo também. O marine proferia enquanto olhava ao redor. – Ali! Pode usar aquilo mesmo já que é apenas um exercício básico. Então o velho homem apontava para um banco que possuía forma irregular, mas que poderia servir para mim como um escudo. “Aquilo? Hum, nunca pensei em usar um banco de escudo.” Pensava comigo ao mesmo tempo que me levantava e seguia até o local e apenhava o banco feito de madeira.

A forma do objeto não era exatamente um escudo, mas se for categorizar um escudo pela forma seria difícil determinar se seria redondo, quadricular, triangular e etc. existiam diversos designers para se forjar um. Talvez usar aquele banco não fosse tão ruim assim. Até porque... era a única coisa que poderia servir devido meu tamanho.

– O senhor já deve estar ciente para que serve o escudo, naturalmente. Ele é uma base fixa e ao mesmo tempo maleável. Falando de forma simples... o escudo pode servir tanto para defesa como para o ataque, dependendo das circunstancias. Ainda que em essência, sua natureza é a defesa. A explicação do marine era clara e objetiva, o que facilitava o entendimento de seu enredo. – Alguns utilizam o escudo, outro armaduras, até mesmo armaduras compostas ou unidas a um escudo. Seja como for, a arte da defesa está em sua capacidade de defender sem receber danos, o que o escudo e similares ajudam e muito. Ele dizia enquanto manejava o escudo de um lado para o outro. Já eu? Permanecia quieto e observando seus movimentos.

– Sempre que utilizar o escudo, o interessante é você usar seu corpo como um pilar para sustentar a defesa. A real diferença em “usar” um escudo para “saber” usar um escudo, está na capacidade de doutrinar seu corpo para se tornar “um” com o escudo. Indivíduos que usam escudo para apenas defender, tendem a ser empurrado, franqueado ou impedido de contra-atacar. Ele então manejava o escudo de forma extraordinária, apesar de já ter visto muitos guerreiros, aquele homem certamente se destacava quando o assunto era escudista. – Entende o que digo?!

Após acenar com a cabeça conforme ele ia instruindo, o marine continuava. – Sempre quando for manejar o escudo para defender um golpe, seus pés e quadris devem ser usados para sustentar o impacto. Dessa forma. A pose defensiva era mostrada, frisando um pé a frente do outro, quadril levemente abaixado e o escudo em seu braço estando a frente do corpo como ponto central de sua defesa. – A ideia é, ter o escudo como foco, mas usar seu corpo como um todo! Unificando ao armamento de forma e gerar harmonia e até mesmo, em alguns casos, refletir o golpe do inimigo. O homem apresentava outras formas, tais quais, sinceramente nem lembrava que havia visto. “Hooh, existe um diferença alta quando se sabe usar um escudo de verdade.” Pensava comigo enquanto tentava copiar a base e movimentos do velho marine.

– Isso mesmo, sua base é boa e seus movimentos bastante efetivos. Sempre lembre de usar o escudo para defender, para aproveitar o máximo sua arma em um contra-ataque. Bom, isso a maioria tem em mente. Entretanto, se você usar sua arma para defender, dependendo das circunstâncias, o escudo pode vir a servir de arma ao colidir contra o inimigo. Não será tão efetivo quanto uma boa lâmina cortando a carne, mas dependendo de sua força a colisão pode ser brutal. O homem então efetuava um movimento com sua espada para defender e com o escudo, próximo de seu, numa rápida explosão viria para frente como se houvesse impactado com a sombra de seu adversário; ao qual ele tinha em mente.

– O senhor parece estar pegando jeito, não é a primeira vez que segura um escudo não é mesmo? O marine questionava devido estar manipulando o banco com sagacidade. ~ Não, já havia usado antes. Porém, admito que sua explicação me deu um entendimento muito profundo em como usar um escudo. Havia dito enquanto viria a manejar o banco/escudo para frente, lado e por fim como arma de ataque.

– Se viessem me perguntar qual é o segredo em usar um escudo eficientemente, durante todo tempo que carreguei um, eu responderia o seguinte: o escudo serve como arma de defesa e ataque, mas antes de tudo... ele sempre será a primeira defesa de um ataque vital. Tenha isso em mente. O velho marine então terminaria de dizer, já estando suado e bastante cansado. ~ Thororororo! Fascinante! Agradeço muito pelas suas dicas, amigo. Agradeceria o marine que havia disponibilizado tempo e esforço para instruir os macetes de escudista. – Pois bem, irei descansar esta carcaça de corpo, já que você parece acostumado com escudo. Mais alguns movimentos e você dominará totalmente a arte do escudista. Pois bem, tenha um bom treino. Ele diria durante o tempo que viria me cumprimentar respeitosamente.

~~ Fim do Aprendizado ~~

Após agradecer e retornar o cumprimento do marine, viria treinar mais um pouco com o banco que serviria de escudo. Manejaria ele para frente e para os lados, como se estivesse sendo atingido pelo inimigo. Usaria o braço como se estivesse carregando uma lança e a fixaria para frente como se houvesse defendido um golpe, direcionando o escudo em um ataque frontal.

~ Fiuss... nada mal, gastei um pouco das calorias em excesso que ingerir. Thorororo! Proferia para mim mesmo enquanto notava os ferimentos gerarem um leve desconforto, provavelmente pelo tempo que já estava me exercitando. ~ Bora dar uma relaxada. Falaria durante o tempo que viria soltar o banco no mesmo local de antes.

“Hum, aquele banco foi bem desconfortável para servir de escudo. Poderia pedir para o soldado Pippos fazer, mas como já pedi uma Lança, ele com certeza vai encher o saco.” Recordaria do egocentrismo dele posteriormente. “Acho que vou ir na loja da cidade ver se tem algum escudo descente, se não houver que seja, pelo menos dou uma caminhada.” Pensaria comigo enquanto começaria a caminhar para fora do quartel general da marinha.

Sinceramente não me lembrava onde exatamente era a loja de armas, mas não seria difícil encontrar já que a visão de cima me privilegiaria. ~ Loja de armas... loja de armas... Falava comigo mesmo enquanto olharia para os estabelecimentos em busca do que procurava. Se avistasse alguns civil próximo, não hesitaria em pedir por informações. ~ Olá Sr(a). Estou procurando pela loja de armas de Flevance, não me lembro onde fica... poderia me mostrar? Apesar de minha aparência em grande parte assustar e intimidar as pessoas, meu carisma e minha capacidade em persuadir me salvavam quase sempre.

Após ser mostrado o local, ou caso encontrasse por mérito próprio, caminharia até a loja e, com os joelhos flexionados, agacharia em frente a porta e bateria suavemente para ser atendido pelo dono. ~ Saudações amigo, sou Thorkell soldado do quartel general de Flevance. Anunciaria meu nome e de que era um marine para não intimidar o proprietário. ~ Estou aqui para ver se por acaso tem algum escudo propicio ao meu tamanho. O quartel está com recursos escassos e iria demorar demais para fazerem um escudo para mim, já que pode ver... até a farda da marinha estão demorando pra entregar. Thorororororo! Proferia gentilmente enquanto expressava uma risada despojada.

Caso ele possuísse o que buscava, questionaria valores. ~ Hooh, que ótimo! Qual valor dos escudos? Caso fosse me indicado a ir próximo da loja para ver, ou o dono trouxesse o escudo, analisaria o armamento enquanto empunharia sobre o braço esquerdo. Testaria o escudo para ser se era agradável ao corpo como também seu material.






  • Posts: 20
  • Ganhos: Perícia Escudista;
  • Perdas: ~x~
  • Players/NPCs:
    Pippos Vitaminado;
    Bartomolew;
    Detective;
  • Ferimentos:
    - Cortes profundos no tórax [3/12 - tratado]
    - Nariz quebrado [3/14 - tratado]
    - Corte na cabeça devido à pressão e força [3/12 - tratado]
    - 2 Costelas quebradas [3/14 - tratado]

  • Localização: Flevance ~ North Blue
  • Objetivos:
    ~ Obter uma Naginata/Lança;
    ~ Conhecer Gaiden, Denki & Drake.
    ~ Concluir 3 missões;
    ~ Subir de Patente;
    ~ Treinar Ambidestria;
    ~ Ganhar boa Fama;



PdV: 7400
STA: 100

Força: 240   [+120 Raça] [+60Edc] [+20 Arma]= 440 ~ Hábil ~
Destreza: 0 ~ Incompetente ~
Acerto: 20  [+120 Raça] [+60Edc]= 200 ~ Regular ~
Reflexo: 10 ~ Regular ~
Constituição: 130 [+120 Raça]= 250 ~ Regular ~

Agilidade: 105
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 5%

Qualidades:

Defeitos:

BrigaCotoveladas, cabeçadas, garrafadas, mordidas e dedo no olho. Você faz os movimentos necessários para sobreviver e derrotar o inimigo, sem se importar com estilos ou movimentos rebuscados.

SobrevivênciaVocê é capaz de encontrar água, comida e abrigo em ambientes hostis, se existentes.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

NadoVocê domina diversos estilos de natação e é capaz de controlar sua respiração com maestria para não perder o fôlego.

PersuasãoVocê é capaz de convencer os outros através de argumentos lógicos e racionais, ao contrário de lábia, os efeitos de persuasão são duradouros.

Profissão:
Sentinela Os sentinelas são guerreiros espirituosos que dominam o conceito de vigia, seja dentro do navio durante as viagens e fora deles, excelentes seguranças em terra firme, eles são de suma importância para missões de proteção, patrulha, escolta, rastreio e guarnição, seja de itens, pessoas e etc. São guerrilheiros por natureza, excepcionais quando se trata em defender sua tripulação incluindo eles, quando deparados com hostilidade e/ou situações desfavoráveis. Carregados com um alto vigor físico, são aptos, versáteis e incansáveis em cumprir sua função sobre diversos territórios inimigos, com objetivo em defender o navio, o navegador ou tripulação de eventuais ameaças durante combates marítimos/terrestres.

Bônus: O jogador quando estiver em serviço protegendo algum aliado, navio, carga ou item e for infligido por algum status negativo, durante esse tempo ele consegue ignorar os efeitos narrativos(não será neutralizado, os efeitos viram pós-término de sua função). Esses efeitos variam entre envenenamento, lentidão, sangramento e etc. Situações desfavoráveis que exigem ficar sem dormir, comer ou descansar, o jogador consegue permanecer o dobro do tempo.



Arma: NaginataDescrição: .... Imagem da Lança.
Tipo da Arma: ...
Qualidade: ...
Durabilidade: ...
Dano: ...
Estado: ...

DinheiroBerries: 5.250.000 ฿S

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 2uAvx3T_d
Koji
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Localização : Sirarossa
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Alvorada dos Monstrorines - 20
09:32 ~ 11:21 / Flevance


 
Pippos

Acordando em um novo dia no Quartel General de Flevance, Pippos e Thorkel conversavam um pouco antes de irem participar de um verdadeiro banquete. Os feitos deles haviam trazidos valiosos frutos dentro da organização conhecida pelo seu prestígio, e isso era apenas o começo de uma caminhada repleta de sucessos. Continuando com o dia, não demorava para que todo o alimento acabasse, afinal, eles estavam famintos e necessitando de todos os nutrientes e vitaminas possíveis. Após a alimentação, o soldado vitaminado então partia para o encontro com seu amigo Bartolomew, que estava desacordado após tanto tempo.  

Não demorava para que, caminhando pelo grandioso local, o soldado vitaminado enxergasse o grande homem nas sombras de gigantescas árvores. Ao seu lado, a fiel médica que até agora não revelara seu nome, parecendo estar devastada pela situação daquele gigante. Enquanto o colega se aproximava, seu olhar continuava a repousar sobre o homem diversas vezes maior que si mesma, falando com ele não da maneira costumeira, mas calmamente e até mesmo com um ar de tristeza e decepção.    

— Desacordado... — proferia em baixo som, sem fazer contato visual, apenas abaixando sua própria cabeça. Ela ouvia Pippos por mais um pouco, até novamente abrir sua boca. — Eu sei que ele é forte e possui coragem como ninguém... mas é exatamente por isso que ele está aqui. — dizia, pegando um lenço de dentro de seu jaleco e desdobrando-o. Sua voz falhava em sua próxima fala, indicando as lágrimas que viriam inevitavelmente. — Antes de sair daqui ele pediu por minha companhia, mas eu recusei. Isso é culpa minha, gigante. Minha e de mais ninguém. — finalmente externava seus sentimentos, indicando sentir culpa por não estar lá por ele e ajudá-lo.  

Antes que percebesse, as grandiosas mãos e dedos de Pippos a envolviam em um poderoso abraço. Ela não conseguia reagir, apenas aceitar a generosidade do colega Marine, que não muito após se voluntariava para carregar o pesado corpo até a área onde os gigantes convivem. Levantando-o então, com muito esforço, ele era capaz de andar com o rapaz pelo caminho completo. Olhos o fitavam, analisando a cena e marcando ela para dizer aos seus amigos a raridade que viram: um gigante carregando outro gigante. A médica seguia atrás, tentando acompanhar Vitaminado, que cambaleava a cada passada. Seus músculos gritavam de dor e fadiga, mas ele não desistia até colocá-lo no chão do local desejado.  

Ele brincava um pouco, encorajando a recuperação de Barto, o que fazia a pequenina sorrir um pouco. Ela imediatamente chamava uma equipe médica para tratar bem do meio-gigante, que vinha de prontidão não muito tempo depois. Pippos, por outro lado, suspirava profundamente e respirava como nunca havia antes. O peso daquele trabalho havia sido grande, mas o desafio fora cumprido, eliminando mais uma montanha de sua grande jornada para a vitória. Quando se recuperava, não tardava a se apresentar da maneira familiar e costumeira. Os olhos que antes o fitava, já começavam a se acostumar com a forma de comunicação diferenciada, enquanto a médica se apresentava.  

— Sou Vivian, prazer. — retornava um pouco melhor. A proposta que vinha do gigante imediatamente após, porém, a pegava de surpresa, estampando um rosto condizente com sua emoção que passava lentamente para tristeza, remorso e determinação, respectivamente. Não demorava para que ela respondesse à solicitação de Pippos. — Eu te ensino, mas me prometa que vai utilizar meus conhecimentos para salvar soldados como Bartolomew! — talvez estivesse retornando para as suas verdadeiras cores, enquanto esperava por uma resposta.

Dando a resposta positiva, a aula começava. Ela explicava detalhadamente diversos aspectos medicinais importantes, iterando pelo corpo humano experientemente e ensinando seu aluno da melhor forma que podia. Durante o passar das horas e minutos, ela explicava mais sobre os músculos, ossos, órgãos e até mesmo veias e artérias. Nada escapava de seu vasto oceano de conhecimento, que agora era passado para a frente, acompanhado de uma missão nobre. Acabando então toda a aula pelo dia, ela partia para um merecido descanso, lançando para Pippos um olhar por cima do ombro que dizia muita coisa mesmo não verbalmente: "lembre-se do que eu disse."  

Assim que terminava, o soldado vitaminado entendia a razão por ela estar naquele cargo. Ele não se prendia naqueles pensamentos, e imediatamente saía à procura das forjas, afinal, havia de estruturar uma arma para seu colega, Thorkell. Com o caminho ensinado por Smith, ele conseguia chegar até o local, porém, acabava por não encontrar o gigante que fizera o pedido para ele, afinal, esse estava fora do QG no momento. Esquecendo desses rodeios, ele partia para o que interessa para o ferreiro que o ajudara no dia anterior, recebendo uma resposta logo em seguida.  

— Temos tudo aqui. — nesse momento, ele levantava a mão e estralava um de seus dedos no ar, imediatamente fazendo com que aquela trupe fosse até o interior do quartel e trouxesse os materiais necessários, inclusive Chumbo Branco. — Eu não gosto de negar serviço para ferreiros, portanto, prove ser um. — falava, não como um desafio, mas como um requisito para se estar naquela forja.  

Thorkell
 

Após se empanturrar naquele glorioso banquete, Thorkell se encontrava cheio e quase redondo. Ele precisava daquela comida toda, afinal, seus ferimentos estavam recém-tratados, e proteínas, vitaminas, carboidratos e nutrientes sempre seriam bem-vindos para um grande apreciador e necessitado. Terminando a degustação, ele se deitava e partia para o descanso, apenas sentindo a brisa da manhã e ouvindo o barulho dos soldados e superiores pelo Quartel-General que andava ocupado. Ele não se importava muito com isso, mas percebia o silêncio de Pippos, vendo sua ausência apenas com seu levantar.

Thorkell, como um gigante esperto e experiente, percebia que deveria usar seu tempo de maneira sábia. Mesmo com seus anos de vida, não havia dominado todas as técnicas e perícias, e essa era uma hora perfeito para essa atividade. Procurando então a área de treinamentos corpo-a-corpo, ele encontrava um homem com uma idade próxima de avançada que treinava habilmente com seu escudo. Querendo aprender mais sobre escudismo, ele perguntava para aquele homem se poderia treiná-lo, sendo prontamente respondido de forma positiva.  

Iniciando então a atividade, Thorkell pegava um banco de madeira que estava disposto pelo local. Ele serviria de escudo para treinar a habilidade em questão. Assim que o velhote iniciava sua aula, o gigante percebia se tratar de um exímio escudista. Esse senhor ensinava tudo o que sabia sobre a prática, incluindo postura, posições, defesas e ataques. Juntamente de todos esses, vinha uma explicação teórica sobre o escudo como um todo. Ele poderia ser uma arma nas mãos certas, uma defesa mais do que excelente, e uma chance de sobreviver a um ataque letal. Apenas com alguns movimentos, poder-se-ia realizar diversas coisas, como um contra-ataque bem posicionado.  

Algum tempo se passava até que o treinamento terminava, com o aluno vitorioso. Era óbvia sua dedicação à perícia, e isso trouxe frutos, com ele eventualmente conseguindo a tão dita harmonia entre corpo e armamento. Ele continuava sua prática mesmo após o término da aula, balançando aquele banco de madeira de um lado, para outro, realizando um som que não parecia cortar o vento, mas bater de frente com o mesmo. Provando esse fato, ele logo cravava o "escudo" no chão e avançava como um só, trazendo consigo a sua proteção. O movimento visto era definitivamente bem feito, mesmo precisando de mais prática.    

O soldado se mostrava satisfeito com os feitos do dia, se jogando para mais um relaxamento enquanto pensava em seu próximo escudo. Podia pedir para Pippos fazer, porém, sabia que ele podia reclamar pelo "abuso da boa vontade", portanto, decidia que o melhor seria ir até uma loja própria para isso. Levantando-se, ele começava a caminhar para fora do QG, não se preocupando com a localização da dita loja, afinal, possuía uma visão avantajada de cima. Enquanto passava pelas ruas, era impossível não atrair certos olhares curiosos na procura pelo seu objetivo.  

A tarefa imposta por si mesmo logo vinha para sua completude, ao achar uma loja que se mostrava boa. Na vitrine, três escudos estavam expostos ao lado de espadas e soqueiras. O estabelecimento ficava em uma esquina, portanto, na outra vitrine adjacente havia mais três escudos acompanhados de manguais, lanças e bordões. O brasão daquele comércio era bem visível, estampado de maneira chamativa acima da porta de aproximadamente três metros; tratava-se de um grande escudo coberto por armas de todos os tipos. Na frente dessa proteção, havia um corvo estampado, mostrando a "mascote" da loja. Abaixo desse logotipo, estava escrito em letras modificadas: Valhalla Equipamentos.  

Quando o gigante chamava por alguém daquele lugar de maneira simpática, várias pessoas pela rua viravam-se para olhar o causador daquela enorme voz, não demorando para o dono em pessoa chegar até a sua calçada e ver a cena. Seus olhos pareciam brilhar ao ver aquele enorme corpo em frente a sua loja, enquanto proferia algumas palavras.  

— Um gigante! De verdade! — inicialmente se mostrava admirado, mas logo lembrava de sua profissão. Aham... sim senhor, aqui temos esses escudos dispostos nas vitrines. — apontava para os escudos mostrados atrás daquela parede de vidro. — Todos estão por um preço de 500 mil berries! — falava empolgado com a venda, prontamente indo até o interior da loja para pegar os equipamentos visados e entregá-los para o cliente experimentar.



Histórico:

Legenda / Npc's:

Considerações¹:

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Última edição por Koji em Qua Jul 28, 2021 11:15 am, editado 1 vez(es)

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 EE4OUIx


"Assume the position to get back on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 Shuuma10


Aprendizado concluído...
Vamos olhar os materiais para Forja.



1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
Entendendo bem o único requisito apontado para que a ‘invocadinha’ me ensinasse à respeito da Anatomia, eu não poderia pestanejar na hora de responde-la: – Pode contar comigo, pequena! Tenho planos de aprender muito mais, tanto por mim, como por ajudar meus companheiros! Pode ter certeza, VITATATATA!Gargalhei, colocando minha meta acima de qualquer coisa, afinal, minha metas sempre estão além dos céus! Tivemos uma fantástica tarde de aprendizado e ganho de conhecimentos. Chega até senti minha cuca arder um pouco de tanto conhecimento entrando, VITATA! Mas, sem dúvidas, foi uma tarde muito bem proveitosa, afinal, eu adquiri conhecimentos fantásticos à respeito do corpo, e, além disso, tive a honra de poder provar a alguém o quanto sou especial, afinal, havia jurado uma promessa a uma jovem fabulosa. Isso mesmo, aquela baixinha que, era mais incrível do que eu imaginava, VITATA.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 F05cbcb8a9da1a5d7181c252f03fb727eb61be80_hq

Depois de uma insana tarde focada em um incrível ensinamento, eu pude dar tudo de mim com minha impecável mente que, cai entre nós, é demais! Tudo bem que eu talvez tenha demorado mais tempo do que eu imaginava, mas serviu para desopilar um pouco de meu cansaço, e descansar o corpo para cansar mais a mente. Bem, pra falar a verdade, eu acho que cansar a mente é pior do que o corpo. Arf. Tudo bem que conhecimento faz bem para qualquer um, mas acho que sou mais o tipo que age, sabe? Nah, de qualquer modo, cumprirei a promessa que fiz a essa pequenina. Os Deuses estão de prova, e, eu, como o inquebrável titã e semideus mais honrado deste mundo, terei de fazer a minha parte.

Ao fim do trabalhado aprendizado, pude ver em seu feitio toda a sua intimação para que eu, de fato, cumpra com o prometido. – Pode ficar tranquila, pequena! Eu sou um homem de honra, VITATATA!Finalizei, enquanto logo tentei embaraçar um pouco seus cabelos para tentar deixa-la um pouco irritada. – Bem, vou indo nessa, tenho que ver o Thork e cumprir outra promessa.Afirmei, primeiramente para deixar claro que eu cumpria minhas promessas, e logo saindo de perto, antes que sua raiva estourasse para cima de mim novamente, pois eu até já havia me acostumado um pouco com ‘A invocação do mal’ – Vulgo nome da pequena.

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Aproximando-me de minha próxima meta, arrumar bons materiais para forja, eu comecei a pensar que, talvez, agora sequer fosse a hora de elaborar a arma para o Thork, talvez aprender mais e melhorar ainda mais meus conhecimentos e força, onde, posteriormente, eu, sem dúvidas, teria melhor capacidade de elaborar uma arma mais magnífica do que a que Thork tinha em mãos. A que havia quebrado, VITATATA. Mas, o Ferreiro apareceu querendo me confrontar, como se ele fizesse armas dignas de elogios. Puff. Que ferreiro chato. Mas, apesar de chato, ao menos deu pra ver que ele tinha uma relevante influência com os soldados que por ali estavam. – Hmm, e por que motivos você tem tanta moral assim com os soldados? VITATATA. Prometeu fazer arminhas em troca dessa moral? Ou você tem alguma patente superior por aqui?O questionei. Mas, no fundo, esperava que ele não tivesse nenhuma patente acima mesmo, senão eu também teria que babar seu ovo, VITATA.

O olharia fixamente, independentemente de sua resposta. – Seu trabalho é bom, não tenho nada a reclamar.Ergueria meu martelo, para confirmar toda a minha teoria, mas eu ainda precisaria salientar alguns pontos. – Meu martelo está super bem, firme e forte, mas, isso apenas com quem tem uma maestria excepcional e utiliza mais a força do que a agilidade. Seu trabalho realmente é bom. Mas, meu companheiro, com movimentos mais ágeis e focados na velocidade, o suporte de sua arma não aguentou.Fechei meus olhos, como quem está se sentindo superior, afinal, eu sou. Fecharia meus olhos e abriria um sorriso, como quem está se achando, mas eu pude ver que ele já estava me desafiando, como se quisesse me ver fazendo uma arma melhor, VITATATA! Fácil.

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Eu tinha certeza de que o tal ferreiro ficaria me cobrando, depois de todo esse meu jeito egocêntrico de falar. – Eu até que poderia, mas não tem necessidade para isso agora, afinal, ainda estamos tirando um descanso de todo o trabalho pesado que tivemos até então. Ah, e eu não precisaria te provar nada, VITATATA!Mas eu falei já tendo certeza de que ele iria me provocar ou dizer que eu só estaria falando demais e que não provava o que falava. – Tá... tá. Eu fabrico uma arma impecável e melhor do que a sua como uma aposta. Vamos lá, se eu fizer uma arma melhor do que a sua, você vai ter que me pagar me entregando mais material para que, posteriormente, eu possa fazer algumas armas quando quiser, e, se não for, eu mesmo te pago o mesmo valor em material para Ferragem... e aí, topa?Caso ele fraquejasse e negasse a proposta, eu continuaria: – Ah, foi mal! Achei que você estivesse querendo provar que era um bom ferreiro... não um frangote. VITATATATA! Có có có.. VITATA.Finalizaria.

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Estava claro de que eu conseguiria o que queria, mas era óbvio que eu precisaria dar tudo de mim nesse trabalho de agora. Utilizar de todos os meus conhecimentos como um Ferreiro excepcional que eu sei que sou. Faria questão de utilizar o martelo que tinha em mãos para executar cada uma de minhas atividades de ofício. Utilizaria de todos os meus conhecimentos, tanto a Forja, como Física e Mineração, pois dentre todos os materiais que me foram fornecidos, somente com a última proficiência que eu saberia escolher melhor o que usar nesse processo. Conciliando a Física e a Forja, eu poderia executar movimentos mais precisos e espetaculares, para cumprir o trabalho que me era proposto. Tendo em vista o nosso tamanho colossal, eu sabia que precisava elaborar uma arma mais pesada e com uma mais larga estrutura, tanto para aguentar mais impacto quanto para permitir uma melhor mobilidade de seus movimentos, ou seja, no segundo ponto, deveria ter uma boa extenção na haste que a segura. 5 metros de Haste e 2 de lâmina, para ser preciso. Utilizaria todo o metal que me fosse fornecido para elaborar a haste em questão e utilizaria apenas o formoso Chumbo branco para construir a sua lâmina. Me concentraria em cada martelada para garantir a minha total maestria no que estava a fazer, pois além de provar para esse ferreiro que eu era melhor do que ele, ainda poderia fazer o Thork apreciar minhas habilidades.

Assim que concluísse a elaboração de minha fantástica arma, faria questão de olhá-la bem e garantir que o fio de sua lâmina estivesse o mais afiado e resistente possível. Caso, em algum momento, o Thork aparecesse por ali, faria questão de chama-lo para avaliar a situação a qual estávamos. – Thork?! Venha cá, meu bom. Estamos aqui avaliando quem tem a sutil capacidade de fabricar a melhor arma. Quero que você teste essa lança. Fabricação minha. A ET, Estruturada Tiamat!Não queria me gabar tanto, mas minhas fabricações eram insanas. Eu havia produzido uma fantástica lança, lança esta que já estaria longe de quebrar como havia acontecido anteriormente em seu embate contra aquele grandalhão lá. – Essa arma foi criada para você! Até o nome dela combina contigo, cara. VITATATA!Finalizaria.

ET (Estruturada Tiamat):




Histórico:

Objetivos:

Personagem:





Vitaminado Pippos

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 Zx5fIGC

Narração
Pensamento
Fala

Blindao
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Créditos : 47
Localização : North Blue ~ Flevance
BlindaoSargento
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Dragão Indomável


Após sair do quartel general da marinha de Flevance, seja por sorte ou benção, conseguirá encontrar uma loja de armamentos no centro da cidade. Não havia demorado muito, independe de não haver pressa, encontrá-la rápida de certa forma havia-me agradado. ~ Ora, ora... parece o local certo. Proferia para mim mesmo durante o tempo que observava os itens que já estariam amostra na vitrine.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 6otwzo0

“Parece que eles já tem escudos de porte grande a venda, o que é díficil de possuirem, mas devem comercializar pouco devido haverem poucos gigantes nessa ilha. Apesar de que já encontrei 3 até agora, Thorororo.” Pensava comigo ao expressar um sorriso bastante enfatizado, logo ao perceber o proprietário vir pessoalmente me atender. ~ Thorororo! Não precisa me bajular, caro amigo. Mas de fato! Sou um descendente dos gigantes primordiais. Huum... apesar de que duvido que você conheça essa história. Comentaria em resposta as palavras do vendedor. “Até mesmo para meio-gigantes e gigantes essa história é bastante antiga, para um humano então conhecer seria alguém muito sábio.” Não deixava de refletir sobre a própria indagação que haveria dito.

Os escudos eram bastante chamativos, mesmo não conhecendo nada sobre forja, era perceptível pelos detalhes esculpidos nos escudos junto ao material usado que o ferreiro que havia forjado era bastante dedicado. ~ Hoo... Hoo... nada mal. Diria enquanto coçava o queixo enquanto reclinava o corpo para aproximar o rosto da vitrine. ~ Esse tem até mesmo nome da marinha esculpida, além de possuir um designer muito interessante. Okay! Será esse mesmo, mas antes gostaria de empunhar o escudo para analisar sua estrutura no braço. Proferia ao apontar para o escudo que havia um símbolo semelhante a um dragão como também o nome da marinha estampado.

“Talvez algum ferreiro tenha feito forjado na esperança de vender para o quartel ou para algum veterano da marinha. Seja como for, se eu gostar irei levar imediatamente!” Assim que me fosse disponibilizado o escudo, empunharia ele com o braço esquerdo, após apanhar o escudo com a mão direita e aloca-lo devidamente sobre o antebraço esquerdo. ~ Bom, muito bom. Indagaria mexendo o braço para cima e para baixo. Logo em seguida, deslizaria a perna para trás e deixaria o escudo em frente ao corpo, uma posição defensiva assim como havia aprendido anteriormente. ~ Certo! Irei levar ele mesmo, amigo. Proferia durante o tempo que pegaria o dinheiro do bolso, contando brevemente e pagando o vendedor.

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“Não é muito grande, mas encaixa bem no braço. Ainda por cima é leve, o que possibilita mais agilidade para move-lo. Sem contar que sua estrutura facilita apoiar a lança entre ele e atacar enquanto defende, sem dúvidas foi feito para mim! Esse escudo junto de uma lança será muito eficiente, poderei desfrutar por mais tempo de uma luta, Kekekekeke!” Esboçaria um sorriso um tanto medonho, mas que logo desapareceria ao olhar para o proprietário. ~ Boas vendas, até mais garoto. Acenaria amigavelmente enquanto fixaria o escudo sobre o antebraço, apertando bem a cinta de couro que servirá de utensilio para anexar o escudo no braço.

Havia-se passado um tempo, tanto pelo fato de ter aprendido como manejar um escudo adequadamente como também pelo fato de ter ido até o centro da cidade para comprar o armamento. Mas enfim, teria retornado ao quartel. Não havia pressa, apesar de que a vontade para encher a cara estava começando a me atentar. ~ Fiuss, um barril de Hidromel seria divino agora. Soltaria um suspiro enquanto relaxava o corpo. Não sabia quantas horas teria passado, mas possuía a sensação de que Pippos já teria terminado de forjar minha arma. Eu confiava em meus instintos e raramente me equivocava.

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Assim que viesse chegar no Q.G., avistaria o soldado Pippos e caminharia até ele. ~ E aí lombriga, terminou? Falaria assim que avistasse o marine. O soldado já havia terminado de criar a arma e havia perguntado sobre a qualidade do mesmo logo ao mostrar a lança para mim. ~ Huh, pela aparência, parece que foi bem forjada. Proferia ao observar a arma e em seguida empunhar ela. “Apesar de possuir um bom aspecto, não da pra afirmar de que é realmente boa para usar. É como diz o ditado: só experimentando uma puta para dizer se o preço pago valeu apena. Thorororo.”

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Apesar da aparência, antes de tudo, o importante estava no balanceamento da criação. E para testar isso, a melhor forma seria manejando a lança entre os dedos para testar seu equilibro, sua lâmina e, por fim, sua essência. Após mobilizar a arma de um lado para o outro, deixando os dedos movimentarem a lança como se já fizesse parte do corpo, perceberia que a arma havia sido muito bem criada; quase me aceitando como seu mestre de cara. ~ Hoooo! Parece que eu não me enganei, afinal de contas, você realmente é talentoso como ferreiro soldado Pippos! Thororororo! Proferia enquanto movimentaria a arma para todas as direções como se já tivesse dominado ela completamente; o que seria o caso, uma vez que, ser lanceiro estava cravejado neste corpo e espirito.

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“Apesar de que para por nome na arma, você é um Naba.” Pensava comigo após ouvir o nome imposto pelo criador. ~ Enfim, deixa de disputas mesquinhas Pippos! Se você realmente se acha um bom ferreiro, não precisa de nenhum avaliador para lhe dizer isso. Relaxa esse faixo aí! Responderia, por fim, após desferir uma lançada em direção a cabeça de Pippos, mas errando propositalmente para atingir apenas o vazio ao lado de seu crânio, deixando o vento emitir um impacto devido a força de emissão que a lâmina geraria.

O berinjela havia feito a arma rapidamente só para vencer uma disputa contra o ferreiro do quartel, não nego que isso foi vantajoso para mim, mas seria uma boa oportunidade para expressar um pouco da experiência que possuía e manifesta-la através de palavrar para amenizar, e ao mesmo tempo, massagear o ego do garoto.

~ Muito bem! Hoje a bebida é por minha conta, bora ir numa taverna. Diria ao mesmo tempo que finalizaria o evento teste de manuseio da lança. ~ Huum, mas antes acho que tomar um banho seria melhor... sinto que estes músculos exigem ser limpados. Comentaria enquanto cheiraria parte do corpo. “Que catinga do inferno.” Expressaria um rosto de nojo, mas logo retomando um sorriso carismático. ~ Vambora na orla! Da pra dar um mergulho, limpar o corpo e usar a água salgada para melhorar a cicatrização das feridas. Daria um tampa no ombro do marine. ~ Só não vai chorar se a água salgada for demais para esse seu corpo de donzela, Thororororo! Para variar, não perderia a oportunidade de mexer com o Vitaminado.







  • Posts: 21
  • Ganhos: Perícia Escudista;
    Escudo;
    Lança ET;
  • Perdas: 500 mil berries;
  • Players/NPCs:
    Pippos Vitaminado;
    Bartomolew;
    Detective;
  • Ferimentos:
    - Cortes profundos no tórax [4/12 - tratado]
    - Nariz quebrado [4/14 - tratado]
    - Corte na cabeça devido à pressão e força [4/12 - tratado]
    - 2 Costelas quebradas [4/14 - tratado]

  • Localização: Flevance ~ North Blue
  • Objetivos:
    ~ Obter uma Naginata/Lança;
    ~ Conhecer Gaiden, Denki & Drake.
    ~ Concluir 3 missões;
    ~ Subir de Patente;
    ~ Treinar Ambidestria;
    ~ Ganhar boa Fama;



PdV: 7400
STA: 100

Força: 240   [+120 Raça] [+60Edc] [+20 Arma]= 440 ~ Hábil ~
Destreza: 0 ~ Incompetente ~
Acerto: 20  [+120 Raça] [+60Edc]= 200 ~ Regular ~
Reflexo: 10 ~ Regular ~
Constituição: 130 [+120 Raça]= 250 ~ Regular ~

Agilidade: 105
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 5%

Qualidades:

Defeitos:

BrigaCotoveladas, cabeçadas, garrafadas, mordidas e dedo no olho. Você faz os movimentos necessários para sobreviver e derrotar o inimigo, sem se importar com estilos ou movimentos rebuscados.

SobrevivênciaVocê é capaz de encontrar água, comida e abrigo em ambientes hostis, se existentes.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

NadoVocê domina diversos estilos de natação e é capaz de controlar sua respiração com maestria para não perder o fôlego.

PersuasãoVocê é capaz de convencer os outros através de argumentos lógicos e racionais, ao contrário de lábia, os efeitos de persuasão são duradouros.

Profissão:
Sentinela Os sentinelas são guerreiros espirituosos que dominam o conceito de vigia, seja dentro do navio durante as viagens e fora deles, excelentes seguranças em terra firme, eles são de suma importância para missões de proteção, patrulha, escolta, rastreio e guarnição, seja de itens, pessoas e etc. São guerrilheiros por natureza, excepcionais quando se trata em defender sua tripulação incluindo eles, quando deparados com hostilidade e/ou situações desfavoráveis. Carregados com um alto vigor físico, são aptos, versáteis e incansáveis em cumprir sua função sobre diversos territórios inimigos, com objetivo em defender o navio, o navegador ou tripulação de eventuais ameaças durante combates marítimos/terrestres.

Bônus: O jogador quando estiver em serviço protegendo algum aliado, navio, carga ou item e for infligido por algum status negativo, durante esse tempo ele consegue ignorar os efeitos narrativos(não será neutralizado, os efeitos viram pós-término de sua função). Esses efeitos variam entre envenenamento, lentidão, sangramento e etc. Situações desfavoráveis que exigem ficar sem dormir, comer ou descansar, o jogador consegue permanecer o dobro do tempo.



Arma: NaginataDescrição: Medindo 7 metros total, divididos entre: 5 metros de haste unificados a 2 metros de lâmina. Imagem da Lança.
Tipo da Arma: Lança
Qualidade: ...
Durabilidade: ...
Dano: ...
Estado: ...

DinheiroBerries: 5.250.000 ฿S

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Créditos : 12
Localização : Sirarossa
KojiAvaliador
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Alvorada dos Monstrorines - 21
11:21 ~ 13:53 / Flevance


 
Pippos

Terminada a grande refeição, Pippos passava por um extensivo e cansativo aprendizado. Com a pequena médica em angústia, ele aprendia os aspectos da anatomia e a ordem do próprio corpo, estando apto agora a até mesmo se sair melhor em batalha. Uma promessa fora feita, uma ameaça seguida por ela e uma brincadeira, que encerrava a interação entre os dois seres de tamanhos tão distintos. Pippos, não perdendo tempo e indo cumprir outro trato, mostrando sua lealdade, rumava para a forja onde encontrava os ferreiros de anteriormente. Seu objetivo era simples: confeccionar uma arma para Thorkell.

No lugar, porém, alguém atiçara seu espírito competitivo e desejo por aprovação. O forjador que controlava aquele estabelecimento o provocava para acabar com o marasmo do dia-a-dia. Mal ele esperava a maneira como o Soldado Vitaminado reagiria à provocação, ficando mais animado ainda. Ele o questionava sobre a questão de sua liderança, e era claramente respondido com apenas uma palavra.

— Respeito. — falava, abrindo os braços e olhando em volta. — Não é o motivo de todos seguirem algo ou alguém? — indagava quase soando como deboche. Pippos, ouvindo a resposta, não demorava a continuar, elogiando o trabalho do homem ao levantar sua marreta e expô-la. Toda essa bajulação acabava por deixar o profissional lisonjeado, mas o balde de água fria vinha depois, quando revelava que uma de suas armas havia quebrado. A reação negativa era quase imediata; sua face distorcia em mudanças rápidas e contrastadas, antes de respirar fundo e abrir a boca.

— Esse não foi um trabalho meu! — preferia negar que aceitar a realidade. Seu ego nunca o deixaria ver outra coisa. Partindo desse ponto, Pippos explorava essa fraqueza do homem, o convidando para uma aposta entre ferreiros. Caso a arma do gigante fosse melhor que a do forjador, ele ganharia uma certa quantia de materiais, caso contrário, pagaria os metais. As condições pareciam boas para ele, que fechava o acordo com um firme aperto de mãos - apesar da discrepância entre tamanhos. Não pestanejava em ir ao interior de sua forja e trazer alguns materiais, junto de seu avental e martelo preferidos.

Com ambos os ferreiros em posição, a competição começava. Pippos sabia que deveria usar todos os seus conhecimentos para um bom resultado, incluindo até mesmo seu martelo de combate como ferramenta de forja. Não demorava para ambos os metais derreterem, e os profissionais começavam a martelar. O som único e familiar para todos ali soava como música pelo ar, e era seguido pelo protótipo de arma se resfriando na água para mais marteladas e sessões na fornalha. O metal que brilhava ao calor era batido em sequência, mesmo que o músculo deles gritasse de dor ou fadiga; seus corpos, tonificados ao máximo pelo trabalho extremo, suavam como nunca haviam, devido ao Sol e à energia térmica gerada na forja. Todo o processo durava um bom tempo, antes que todos acabassem o que haviam feito.

Do gigante Pippos, saía a grandiosa Estruturada Tiamat, uma lança que usava metais comuns para seu incrível cabo de cinco metros e o famoso chumbo branco para a grande lâmina de dois. Nesse momento, saía da mesma forja o outro homem participante da aposta. De seu trabalho nascia uma adaga com tonalidade esverdeada e escura, com um cabo artesanal. O veredito dessa batalha viria alguns minutos depois...

Thorkell

Igual ao seu parceiro, Pippos, o sênio Dragnar saía em uma pequena jornada procurando por conhecimento, e o encontrava no corpo de um homem de idade que o ensinava a perícia de escudista. Mesmo sendo novo na área, treinava sem parar até se sentir satisfeito com o próprio progresso, não hesitando sequer um minuto em ir comprar um novo escudo para utilizá-lo em combate. Ele caminhava até o centro da cidade de Flevance, onde encontrava um vendedor que possuía os itens que desejava, logo engajando em uma conversa com o mesmo para fazer a compra tão desejada.

— De fato, não conheço... — parava um pouco para refletir nas suas próprias palavras, enquanto fazia o mesmo Thorkell. — Mas meu avô me contava diversas histórias de gigantes quando eu era menor... — dizia, retomando a venda antes de se esquecer da sua própria profissão pela excitação. O soldado marinheiro analisava os escudos expostos naquela loja e apreciava seus detalhes, porém, um acabava por lhe chamar a atenção; ele possuía um dragão exposto na frente, com o logo dos Marines estampado logo acima. Esse era o escolhido, e ele não tardava a voltar para o Quartel-General após um pequeno teste com a valiosa peça. — Adeus! Volte sempre senhor gigante! — ele exclamava em empolgação, antes de virar suas costas e voltar para o estabelecimento.

A caminhada fora como todas as anteriores: tranquila. Não demorava para que com suas passadas largas ele chegasse ao grande campo onde habitavam, desejando por um grande barril de hidromel para adocicar sua boca. A vontade do álcool porém, sumia quase instantaneamente ao ver Pippos com a nova arma que produzira, o chamando logo em seguida para testar a lâmina que prometia ser uma das melhores.

Thorkell e Pippos

Ao ver o grande gigante Dragnar, Pippos logo o chamava para testar o novo produto que nascera de seu suor e esforço. O homem ia sem reclamações além do nome da mesma, testando a grandiosa lança recém-nascida. A ligação fora imediata, sentindo o pedaço de metal como se fosse parte de seu próprio corpo. O corte, equilíbrio e peso da arma eram ideias, rendendo à Vitaminado um elogio. Esse momento não durava muito, porém, ao recerber uma exortação pela parte do mais velho, indicando para ele parar de seguir com competições sem sentido.

Durante a reunião dos dois gigantes, o ferreiro competidor apenas ficava boquiaberto ao ver o escudo que produzira ser finalmente comprado, agora nas mãos de Thorkell, não se mexendo nem um momento. O transe continuava até Godheimm fazer o convite para um banho na orla, sentindo a inhaca que saía de seus corpos. Nesse momento, ele abordava Pippos, assumindo a derrota.

— Eu desisto... — ele dizia, apesar da derrota, com o ego inflado. — Agora que seu companheiro comprou meu escudo, eu posso dizer que minha criação é boa também! A vitória ou derrota é insignificante! — exclamava, um pouco ferido pela qualidade de sua adaga em comparação com a obra de Pippos, mas certo que havia se sobressaído na "guerra". Sem deixar que qualquer um falasse algo, virava suas costas e dizia algumas palavras para o gigante. — Vem pegar seus materiais depois do banho. — não parava seu caminhar até desaparecer pela porta, sem fazer contato visual.



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"Assume the position to get back on your knees"



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Até que um banho seria bom...
Mas não vou me esquecer da bebida!



1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
Puff... Dizer que o motivo era respeito era uma pura fuga de não querer assumir a realidade, VITATATATA! Mas, depois de um excelentíssimo trabalho, eu consegui provar o meu valor como um Ferreiro. Lógico que levaram algumas horas para a conclusão do trabalho, mas esse pequeno astuto realmente tentou se comparar a mim quanto ao trabalho em minhas obras. Louco. Eu sou um semideus celestial! Praticamente todos os meus feitos possuem um toque divino, VITATA. Quem seria esse mero mortal diante de mim? Dediquei-me como nunca, mesmo já tendo quase certeza de que o resultado seria óbvio, mas, de qualquer modo, o resultado seria óbvio justamente por causa de meu empenho e dedicação.

Concluído o meu trabalho, dei uma rápida olhada na arma fabricada pelo meu adversário. É, um punhal, visualmente, bem atrativo, mas antes mesmo de pensar em falar alguma coisa, logo pude visualizar o Cara de Abacaxi. Não demorei para chamá-lo para avaliar meu radiante trabalho. Quando pude ouvir ele falar bem de minha gloriosa criação, era óbvio que minha alegria seria tamanha. Ser reconhecido por meus feitos era parte de todo o meu propósito de vida, além de, claro, também vencer desafios, VITATA! Thork, agora, parecia possuir um escudo diferenciado. Bonito, mas estranho, se eu soubesse que ele também queria um escudo, me exibiria ainda mais em minhas criações. Mas quando eu já ia começar a me exaltar e me exibir para o outro ferreiro, pude vê-lo ser humilde o suficiente para reconhecer a derrota. – Apesar de ser orgulhoso demais e não assumir alguns erros, eu ainda te acho uma boa pessoa. Foi um prazer ter esse duelo com você.Finalizaria tentando colocar alguns dedos em seu ombro.

Mas logo na hora em que eu queria abrir um sorriso de orelha a orelha para requisitar o meu prêmio, o Thork logo ficou falando um monte de baboseira, e que, eu não deveria querer competir dentro de uma organização com um outro membro. Isso até fazia sentido. Maldito Thork, vai acabar com os meus materiais para fazer próximas armas... É bom que ele me pague então!Desopilando de toda essa situação ele logo me chamou para ir tomar um banho em algum lugar em Flevance. Falando nisso, era uma boa, hein. Eu já deveria estar fedendo há uns tempos, por todo o suor e tempos envolvidos em muito sangue e batalha. – Nah... Maldito Thork, vai me fazer ficar sem materiais... Enfim, mas foi um bom duelo.Analisei minha remota situação, mas realmente um banho agora seria a melhor coisa para limpar toda a tensão em meus gloriosos músculos.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 Top-21

Mas quando logo comecei a dar alguns passos, o Ferreiro chamou minha atenção, o escudo que Thork havia comprado havia sido obra dele. Ao menos a sua arte era bonita e admirável, agora para um escudo, ao menos, esperava que fosse mais resistente. – Belo escudo! Mas para cria-lo, no porte de um grandão assim, como nós, você deve ter tido um trabalhão, hein? VITATATA!De qualquer modo, o banho agora seria minha prioridade, mas ele logo chamou minha atenção falando sobre a dívida que tinha comigo. – Opa! VITATATA! Eu até estava para ignorar esses materiais, mas já que você está me falando, eu vou aceitar com muito prazer para próximas obras, VITATA! Você é um cara bem gente boa. Qual é o seu nome? Se não me conhece, eu sou o Vitaminado Pippão, fruto de uma vontade divina, ah, e, claro, futuro ser mais forte desse planeta, VITATATATATA! Muito prazer.Concluiria, mas logo seguiria para a direção em que o meu companheiro já havia ido, pois eu ainda queria saber onde que poderíamos tomar um bom banho por ali. A caminho do meu parceiro, faria questão de tentar me cheirar, pois se até aquele ferreiro falou do meu banho, talvez eu realmente estivesse precisando de um. Puta merda! Tô mesmo precisando de um banho, VITATATA!Pensei.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 7 Tenor

Aceleraria um pouco os meus passos para logo alcançar o meu companheiro. – Ei, Cabeça de Abacaxi, vamos para a orla, não é?Eu já sabia da resposta, mas não custava nada falar. Suspirei, enquanto continuei meu caminho seguindo até a praia. Em longas passadas, não deveríamos demorar muito para chegar e logo dar de cara com aquele grandioso mar. – Eu me lembro bem que tu vai pagar umas rodadas de bebida para mim né? Vamos ver até onde o teu dinheiro vai aguentar, VITATATATA!Provoquei, pois, por minha longa história de vida e vício em álcool, não seriam poucas biritas para aliviar a minha sede. – Tu acha que eu vou ter problemas com água salgada, seu palerma?! Só cuidado pra não se assustar na hora de mergulhar. Se você ver uma criatura colossal na água, não se assuste, não é nenhum rei dos mares, só o meu gigante guerreiro, VITATATATA!Brincaria. Mas eu não mediria esforços para, assim que chegar, tirar minhas roupas, deixar à beira da praia, abaixo de meu martelo, pois ele já era pesado demais para qualquer fracassado qualquer vir mexer nele ou nas minhas roupas abaixo dele, e daí, poder entrar na água para me banhar e limpar qualquer tipo de impureza em meus supremos músculos.

Enquanto me banhasse, faria questão de me manter sempre atento às minhas primorosas roupas deixadas na praia. Depois de banhar meu esbelto e magnífico corpo, mergulharia mais uma vez a cabeça dentro da água para banhar uma última vez os meus belos cabelos. Ao fim, não demoraria para logo acelerar meus passos até a praia para me vestir e ficar logo preparado para qualquer imprevisto. – Vamos logo, Thorkaxi! Sinto que a gente já descansou demais e que pode haver ainda mais algo a se fazer por aqui em Flevance, VITATATA!Pontuaria, pois crescer na Marinha era o meu propósito e ninguém consegue crescer descansando. – Ah, mas ainda vale ressaltar que tu ta me devendo usar todo o teu dinheiro pra me dar o que tiver de cachaça, VITATATATA!Finalizaria com minha acentuada risada.

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Vitaminado Pippos


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