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Kenshin
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KenshinDesenvolvedor
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Relembrando a primeira mensagem :

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiro Thorkell Dragnar Godheim. A qual não possui narrador definido.

_________________

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 6 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Gaiden
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»» Mientras la pelea ocurre!! ««

~ Quédate Aquí!! ~



Tudo ocorria como o planejado. Bem, quase tudo, mas já dava pro gasto ~ Pelas barbas do profeta, onde estão meus retentores num momento desses? ~ Matutava, recolhendo-me a olhar para trás enquanto corria por minha vida. O gigante parecia zangado, mandando os capangas me capturarem. Eu subiria o mais rápido possível, seguindo o caminho que Lara percorrera anteriormente. Fora daquela espécie de "porão", continuaria minha escapada em velocidade, contudo, o faria, sobretudo, com furtividade ~ Não posso ser pego... não, não, não ~ Mentalizava, em hiperfoco, colocando em prática toda a minha competência ladina desenvolvida por entre as décadas. Enquanto verificando se os pápeis ainda estavam em minhas vestes, buscaria os marinheiros usando meus sentido  aguçados, num anseio imensuável de não ter mais qualquer razão para me esquivar, correr ou... lutar (como se eu o fizesse...).

Minha velocidade era invejável para um velho, deveras, mas não iria tomar isso por vantagem e desconsiderar a magnânima força do gigante. Por razões supracitadas, não iria fazer muito barulho, tentanto despistar os guardas e o grandão que me seguiam. Caso encontrasse Smith, Pippos, Thorkell ou Bartholomew, não pararia a fuga, e correria para no mínimo 10 metros depois de suas costas, e enquanto passando-os, diria - COMPANHEIRO(S), QUE BOM VÊ-LO(S)!! TEMOS UM DE VOSSA RAÇA POR AQUI, SERÁ QUE NÃO PODE(M) CONVERSAR COM ELE!!? - Falaria em bom tom, não esboçando medo ou desespero qualquer, mas uma animosidade digna de um besteirol humorístico. No caso de não encontrar ninguém, simplesmente correria para qualquer lugar, já que não me poria a esperar por meus captores. Encontrando Pippos, em especial, diria - Estou bem!! Obrigado por perguntar, magnífico Pippão. - Para Thorkell, por outro lado - Sim, companheiro, estou em apuros, e espero que não continue - Expressaria, em tom de humor. Já na hipótese de encontrar Smith, falaria, em alarde - Senhor, Tenho muitas informações pertinentes. Flamesworth é o culpado de tudo, e não só de tudo, como de muito mais - Pausaria, já entendendo que, na situação que se sucedia, era de óbvio que o Oficial já tinha uma clara noção de que Arthur fora o autor de todos os crimes, contudo, não sobre todo o Trâmite de Odin. Eventualmente chegaria a contá-lo o resto, no entanto, ali não se via momento para tal.

Me pondo do lado de fora de todo o trâmite da porradaria, torceria para o lado da justiça (o meu), apesar de que, em minha perspectiva, não há situação cabível para nenhum tipo de agressão ~ Bem, eu meio que estou do lado dos marinheiros, mas se bem que todos poderiam parar e conversar, não é mesmo? Esse mundo está cheio de maldade... ~ Refletia, em um conceito mais do que ingênuo sobre resolução de conflitos ~ É... acho que não vai dar ~ VAI GRANDISSÍSSIMO THORKELL!! VAI FORTÍSSIMO PIPPOS!! E... BARTO!! MAS NÃO BATAM MUITO NELES!! MODERAÇÃO, GAROTOS!! - Relatava, alertando-os, gritando, mas ainda de forma conposta e não tão desesperada.

Caso qualquer coisa fosse a caçar-me, ainda que bem longe de todo o tumulto, me faria desviar das maneiras mais fáceis possíveis, com breves rolamentos, recuos, pulos e corridas. Já no âmbito da reflexão do caso, pensaria, para além de tudo ~ Onde será que Lara está? ~ A garota deveria ter chegado no recinto, mas se não chegou, algo não se encaixava. Caso ainda estivesse preso às algemas, tentaria de todo modo tirá-las de mim. Se conseguisse, as guardaria em algum compartimento de minha roupas. No final das contas - HASHTAGTEAMMARINE!!.

Vendo Lara, a abraçaria fortemente, perguntando se estava bem e, o que acontecera até ali. Não sabia o que nos reservava aquilo tudo, mas estava inclinado a descobrir.




1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 6 QHIbW7W
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Koji
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Alvorada dos Monstrorines - 13
23:21 ~ 23:52 / Flevance


 
Thorkell e Pippos

Aquela grandiosa batalha em frente a imponente casa de Arthur Flamesworth chegava a um fim, e com ela, o tão merecido descanso dos soldados que davam suas vidas e seus sangues pelo resgate de Detective e a imposição da justiça. Diversos capangas morreram em ferozes e eficazes ataques do trio de gigantes que invadia a localização, alguns viveram, porém, a maioria se via estirada ao chão, formando um só com a grandiosa poça de sangue que ia gradativamente aumentando de profundidade naqueles ladrilhos antes brancos como a neve. A lua não mais iluminava o céu noturno, muito menos refletia sua bela face no vicioso sangue derramado. Um fato é que toda causa requer sacrifícios, e durante o curso da humanidade isso jamais se contradisse. O resultado dessa batalha mais uma vez refletia a regra quase diabólica que regia aquele mundo.

Os soldados, porém, não pareciam se deixar levar pelo ar de morte que impregnava aquela localização. Seja por experiência em batalha, ou até mesmo por não ter esse tipo de distinção, eles ficavam animados, de certa forma alegres por terem finalmente vencido uma batalha de muitas que marcariam a noite. Na cabeça daqueles treinados oficiais da justiça, apenas uma coisa importava: salvar o civil, e colega deles; e realizar o encarceramento da fonte de tudo isso, Flamesworth.

Pippos, nesse contexto, tinha que lidar não apenas com a fadiga extrema e diversos machucados, mas também com sua dependência em álcool. A substância sem dúvidas fizera parte da vida do meio-gigante, e com o tempo ele se via necessitado da mesma. Passado o tempo certo, os sintomas começariam a aparecer finalmente. Tremedeira e inquietação eram apenas o início, logo evoluindo para o baixo rendimento, e em casos extremos, alucinações. Óbvio que ele não queria isso, portanto, logo estabeleceu seu objetivo, algo que alcançaria com sua força de semideus. Ele deveria resgatar Detective e retornar para o QG. Esse plano era mais que apenas algo nascido da vontade de um alcoólico, mas sim da certeza de justiça, e do delator que acabara de convencer, o chamado por ele "pai de família". Se ele conseguisse assegurar esse homem, toda a verdade seria enfim descoberta, e com toda certeza, Flamesworth passaria o resto de sua vida vendo o astro-rei nascer por uma janelinha quadrada.

Thorkell não pensava muito diferente de seu colega em relação a salvar quem fosse necessário, portanto, como se não estivesse lutando com toda a sua força na última hora, ele novamente se colocava em prontidão para um novo combate. Seu alvo agora era aquele gigante que aparecera mais cedo. De alguma forma, ele sabia que se derrotasse aquele colosso, poderia salvar seus colegas e levar um fim a tudo isso. Expandindo seus sentidos, como sempre fizera, o homem procurava utilizando até mesmo sua audição por sinais de batalha, ou qualquer coisa que o levasse para o desastre ambulante. Da fábrica, ou estabelecimento chamado "Atlas", ele podia ouvir alguns gritos que ecoavam e desvaneciam na noite escura, assim como barulho de chibatas e choque entre ferros, até mesmo disparos de armas de fogo. Sem dúvida, era para lá que ele deveria ir.

Apoiando em seu trapézio a gloriosa Naginata, que após a batalha se via em maus lençóis, ele prontamente começava sua marcha até aquele inimigo poderoso. A altura do gigante não o amedrontava em hipótese alguma, até mesmo achava irônico chamar alguém de grande, quando ele havia sido o gigante a sua vida toda. Em Elbaff, sua terra natal, esse tipo de vista era mais do que comum, portanto, Dragnar, em toda sua experiência e sabedoria, não se deixava levar pelo medo e pelo receio em lutar contra o homem que era aproximadamente três metros mais alto que ele mesmo. Ele andava em passos agitados e largos até aquela fábrica, Pippos parecia fazer o mesmo, empunhando firmemente o martelo de combate que fora seu companheiro durante a gloriosa batalha. O último, porém, parecia querer derrubar aquele estabelecimento, sendo parado apenas pela noção de que Detective e Smith poderiam estar por lá.

Soldado Vitaminado parecia procurar pelos dois, mas nada, nem ninguém, respondia pelos seus chamados. Se ele seguisse Thorkell adentrando a grandiosa fábrica, que era ao menos duas vezes maior do que ele mesmo, veria uma cena um tanto quanto familiar, se igualando ao cenário do qual eles acabaram de sair. Dois grupos se chocavam, capangas e aparentemente civis dos mais variados tipos, formas e estilos. Corpos se viam estirados ao chão, e uma batalha sangrenta se desenrolava entre inúmeros indivíduos. Talvez fossem caçadores de recompensa, ou até mesmo pessoas normais que gostariam de vingança. Isso não importava muito para o meio-gigante, que com seus sentidos apurados, seguia por um túnel escuro, onde podia-se ouvir uma voz distante, mas grossa e imponente comandando alguém. Ele a seguia, descia alguns degraus e finalmente encontrava a luz no fim do túnel.

O grande local que se mostrava ao fim daquele corredor com péssima iluminação era no mínimo estonteante. Diversas celas eram vistas, uma das quais possuía alguns humanos nela. O gigante estava bem em sua frente, comandando dois capangas lanceiros que corriam atrás de um homem de certa idade. O gigante não ficava parado, e em sua grandiosidade, ele se levantava e passava a perseguir a presa, que logo desaparecia e uma longa escada espiral, que o levava para um cômodo superior. Aquele senhor se tratava de Detective, e os colegas mal puderam se cumprimentar, com o ambiente já esquentado para um combate de colossos.

Caso Pippos houvesse seguido seu companheiro de profissão, estaria agora empunhando sua arma e se apresentando para aquele formidável inimigo. Ele não resistia a tentação de cada vez mais mostrar sua beleza incomparável, e a imponência de seus músculos tonificados. Suas palavras iriam cativar a atenção do gigante, que jamais em sua vida estendida havia visto alguém agir daquela forma. Ele queria salvar seu amigo, e nesse contexto, asseguraria àquele homem que rapidamente subia as escadas da sua segurança, dizendo para ele que iria protegê-lo de qualquer mazela.

Thorkell não parecia ser tão exibido quanto seu parceiro, e logo partia para o combate. Empunhando a sua gloriosa lança, como fizera incontáveis vezes, ele arrumava sua postura e oficialmente se colocava em combate. Começava o mesmo atirando aquela grandiosa haste com lâmina na direção do gigante, que agora apenas olhava para eles em desdém. Algumas palavras saíam da boca de Dragnar, mas elas sequer abalavam o espírito do inimigo, que com uma risada respondia a afirmação pretensiosa de Godheim.

— Veremos então, de quem será a cova, conterrâneo. — logo após proferir essas breves palavras, sua expressão se distorcia como nunca, e ele parecia entrar em hiper foco. Seus grandiosos olhos estavam atentos à lâmina que diminuía a distância entre a mesma e seu corpo tonificado. Quando esta estava para lhe acertar, ele movimentava sua mão em um arco preciso, e agarrava a haste da arma como se fosse brinquedo. Em um ato que tentava mostrar a superioridade dele, o gigante pegava o item e o jogava para o canto como se fosse nada.

Thorkell não deixava barato, e como um búfalo, ele marchava em velocidade e força até seu inimigo. Ele protegia seu peito com seus braços cruzados em força de X, e logo diminuía a distância entre ele e seu adversário, que mesmo nesse momento, parecia não esboçar emoção alguma senão desprezo e excitação de estar em uma luta. O soldado logo colidia contra aquela "muralha", a mesma sendo arrastada alguns metros para trás com a força do choque. A posição de seu corpo diminuía o impacto causado por essa ofensiva, mas mal sabia ele que estava na posição desejada pelo homem da lei.

Utilizando de uma finta, ele agachava seu tronco e agarrava os calcanhares daquele ser monstruoso, utilizando de sua força extrema para levantá-lo do chão. A quantidade de poder necessário para realizar tal ato era imensa, e Thorkell realmente lutava contra a gravidade para levantar o colosso. As veias de seu corpo saltavam e seus músculos gritavam, mas ele não parava com sua ofensiva. Porém, por mais que isso parecesse triunfante no momento, não passava de um passatempo para o adversário que o superava tanto em força quanto tamanho. Juntando suas duas mãos como se formasse uma bola de demolição, o gigante as levantava até acima da sua cabeça, e com a ajuda da força gravitacional, fazia-a descender como um meteoro nas costas do agente da marinha. Com o impacto, ele soltava os calcanhares do inimigo e caía no chão de bruços, levemente atordoado com o grandioso choque.

— Entenda a diferença entre mim e você, pequenino. KUKUKUKUKU!!! — gargalhava o oponente desrepeitoso, em uma tentativa que dependeria apenas de Dragnar para determinar se era falha ou não, de deixar o adversário com a moral baixa.

Detective


A homem que prezava pela justiça e adorava um grande mistério, agora corria por sua vida, sendo perseguido por um gigante de dez metros e dois capangas armados. "A curiosidade matou o gato", já dizia um antigo sábio. Porém, tais perigos nunca foram limitadores para o investigador, que durante toda a sua vida correra atrás de mistérios e tivera que encarar desafios talvez até piores do que esse. Nessas mesmas provações, ele adquirira experiência e habilidades que durante todo o período de sua vida seriam de grande importância.

Com sua velocidade invejável apesar do corpo quase ancião, ele desviava das investidas daqueles capangas diligentes, colocando até o colosso em sua captura. Cada vez que aquele homem gigante dava uma passada, um mini terremoto ocorria dentro daquele recinto, ainda mais agora que ele estava acelerando. De vez em quando, Detective parecia até mesmo perder o equilíbrio em sua corrida apenas com o caminhar daquela verdadeira monstruosidade, mas o velocista não parecia parar por nada. Ele não deveria ser pego. Ele não iria ser pego, de maneira alguma. O hiper foco em que ele entrava meditando essas palavras em sua mente o ajudavam a chegar até a escadaria em que Lara passou anteriormente.

Nesse momento, uma surpresa aparecia diante de seus olhos. Seus grandiosos colegas, os quais ele tanto estimava, principalmente agora pelo fator proteção, apareciam no lado oposto da sala. Thorkell, o gigante mais velho e experiente, passava pelo corredor escuro e chegava até aquela espécie de porão, encarando profundamente o gigante que perseguia o investigador. Da sua boca logo saíam palavras provocativas, as quais chamavam imediatamente a atenção do perseguidor. Eles logo começavam a batalha que causaria estrondos por todo o recinto, e sem perder tempo, se colocando fora das lutas, Detective começava sua fuga novamente, agora que os capangas estavam novamente distraídos. Ele gritava palavras de apoio para seus colegas grandalhões, que ali estavam para garantir a segurança de sua própria pele.

Sem delongas, ele iniciava a ascensão pelas escadarias que levavam até um local misterioso. Apenas Lara e os residentes sabiam para onde a porta no final da escada espiralada levaria, e Detective estava a alguns passos de desvendar mais esse mistério. Os capangas que antes estavam distraídos pela súbita aparição de Thorkell, agora voltavam a atenção para o investigador novamente, não descansando sequer um segundo para alcançar o senhor de meia idade. As lanças dos lacaios eram arremessadas assim que ambos percebiam que jamais alcançariam a presa, o que fazia elas sibilarem pelo ar ao lado de Detective, mas nem isso mais poderia parar o homem, que tanto ansiava pela sua liberdade daquela prisão mal gerenciada.

Ele então, nas pressas, abria a porta, o que revelava um corredor com algumas lamparinas servindo como fonte de luz. Ele não conseguia ver um fim para aquela extensão, mas isso provavelmente não o intimidaria agora. Primeiramente, ele se livrava de suas algemas com as chaves anteriormente adquiridas, e rapidamente as guardava no interior de suas calças, única peça de roupa que estava vestindo agora. Ele desejava encontrar Lara, e acabar com tudo aquilo, sem sequer ver um pingo de violência. Apesar de sua idade, ele mostrava uma inocência proveniente de seus ideais. Nem tudo poderia se resolver na conversa, assim como nem tudo se resolveria com derramamento de sangue.

Voltando para a realidade nem um pouco ideal para ele, se o homem seguisse aquele corredor, se daria com mais uma porta. Essa, se pressionada em qualquer dos lados, viraria, revelando uma passagem secreta que levava até o escritório de Arthur Flamesworth, o lugar mais do que familiar para ele. Nesse momento, gritos femininos poderiam ser ouvidos do andar de cima, juntamente com um barulho de móveis caindo e itens se quebrando com o choque de algo. O destino de alguém estaria nas mãos de Detective, até onde os ideais do homem poderiam ajudar aqueles que são próximos dele?



Informações sobre a investigação:

Histórico:

Legenda / Npc's:

Considerações:

   Code by Arthur Lancaster

     
    

_________________

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 6 EE4OUIx


"Assume the position to get back on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
Blindao
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BlindaoSargento
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Dragão Indomável


Apesar da adrenalina ter refreado, a expectativa em desfrutar de um combate extraordinário contra o gigante por um momento até mesmo havia-me feito esquecer o foco da missão: salvar Detective. Naturalmente seria minha prioridade resgatar o civil. Mas por outro lado, negligenciar o pensamento de um possível combate com aquele ser seria algo ao qual não evitava. Já havia batalhado contra muitos e poucos puderam ter seu nome cravados em minha memória. Entretanto, aqueles que obtiveram o meu respeito foram os que permitiram meu espirito encontrar verdadeiros combates.

Elbaff era uma terra de guerreiros orgulhosos, pouco ortodoxos e bastante primitivos. Lutar era quase como se estivesse dando um bom dia a um conhecido. Apesar que aquele tempo era muito menos desenvolvida que atualmente. Porém, algo que posso afirmar com toda certeza era que faltava inteligência naqueles músculos. Claro que a força sobrepuja quase tudo, mas sem um pingo de intelecto jamais poderá alcançar o verdadeiro poder! Aquele que os primeiros gigantes conquistaram. Talvez por isso, não! Certamente por isso que os gigantes perderam bastante Status com passar das Eras.

Um reflexão de minha antiga vida na minha terra natal emergiria tão rápido quanto dissiparia. “Thororororo! O que mais esperar de um homem que foi agraciado pelos Gigantes Primordiais, os mais ferozes e orgulhosos guerreiros dos mares. A guerra queima em minha alma e o sangue ferve para com o ecoar das armas.” Divaga enquanto buscava encontrar alguma entrada.

“Falando em armas.” Ouvirá o som de berros, chibatadas e o choque das lâminas ao impactarem uma com a outra; era quase uma sinfonia aos meus ouvidos. ~ Kekekeke... parece que alguém está me chamando. Proferia para mim mesmo enquanto seguia em direção aos sons.

Os estrondos me guiavam até uma fábrica que lá existia. Logo ao chegar, notava um combate entre humanos bastante acirrado, além de corpos para todo lado e sangue por toda parte. ~ Huh... parece que as coisas estão interessantes aqui também. Indagaria durante o tempo que os olhos percorreriam todo local em busca de achar Detective, ou alguém semelhante. ~ Tsch! Ele não está aqui. Expressava um rosto brevemente irritado, devido não encontrar o civil e muito menos o gigante.

Em outra situação, viria interditar aquele combate com objetivo de proteger os civis. Porém, não só meus instintos, mas também estava bastante obvio que aqueles humanos eram mercenários ou caçadores de recompensa atrás de algo, talvez atrás do proprietário. Enfim, minha missão não estava entrelaçada com a vida daqueles a minha frente. Em todo caso, provavelmente notariam minha chegada. ~ Certo, certo! Não se preocupem comigo, podem continuar sua brincadeira, não vou atrapalhar. Proferia ao gesticular com a mão solta de forma negativa para ignorarem minha breve presença lá.

Havia percebido um túnel no local durante a varredura facial entre os indivíduos em busca de achar o detetive. Algo dizia para eu seguir por lá e, naturalmente, seguiria meus instintos. Durante a ida pelo túnel descendo alguns degraus com cuidado, conseguia ouvir uma voz que ficava mais alta conforme chegava próximo do fim do túnel.

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Existem muitas coisas que me irritam, mas poucas que realmente me tiram do sério. Me deparar com aquele local que apresentava ser uma prisão domiciliar, inclusive com humanos ainda presos, certamente é uma das que me enfureceriam. Não sabia se aqueles humanos eram criminosos, inocentes, seja lá o que forem, mas nada dava o direito de cometer tal injustiça! Afinal de contas, a marinha existia exatamente como símbolo de justiça e assim aplicar de forma apropriada. ~ Filho de uma cadela sarnenta! Vocês pagaram por essa injustiça! Fala em um tom baixo, cerrava os dentes enquanto a testa enrugava de raiva.

Apesar da luminosidade estar péssima, conseguia avistar o gigante e seus capangas caçando um humano. A mão que antes estava relaxada na parte da haste a fechava com força. Notava que o gigante viria perseguir alguém, apesar de não conseguir distinguir quem seria exatamente.

Se notasse Pippos se aproximando de mim, seria inevitável ele ver o semblante furioso ao qual estava estampado em minha face. ~ Ruurghh! Expressaria um urro recheado de ódio. Aquela cena reforçava ainda mais minha ambição, ratificava meu ideal em almejar um reino puro e digno. ~ Eu vou te matar! Mas não antes de decepar seus braços e pernas, arrombado! Proferia encarnando a fúria que a tempos estava enclausurada.

Não tardava para o combate começar, após lançar a Naginata que por sua vez era defletida com destreza. “Seu merda!” Avançava como um touro em busca de chifrar o toureiro. A debandada ocorria como planejado, mesmo com tamanho e peso não conseguir derruba-lo era impressionante, mas esperado. Exatamente por isso estava um passo a frente para atacar novamente.

Apesar de minha sagacidade que fora conquistada com passar dos anos e minha raiva fortalecida no decorrer de atos maliciosos, infelizmente, não fora suficiente para evitar o ataque do gigante. A verdade era que meu avanço geraria frutos, porém, a demora acabava queimando o caule. ~ GUHHRRRRRR! O impacto era forte, disso não havia dúvidas. Por outro lado, a dor havia abandonado este corpo.

Quanto tempo havia se passado em que tamanha força poderia ser experenciada por mim? Muito tempo, isso era certo. “Thororororo! Thororororo! Eu sabia! Ele é um adversário digno de uma batalha... senão fosse é claro suas atrocidades desonrosas!” Divaga comigo enquanto a visão turva começava a retornar ao normal. A poeira do chão ainda era fresca, mas nem um pouco irritante.

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~ KEKEKEKE! A risada meio diabólica emergiria ainda que naquela situação junto de uma face destemida e até mesmo avida pelo combate. ~ Diferença? Questionava o gigante enquanto ergueria um pouco do corpo. ~ A única diferença que eu quero agora é saber se você prefere ser empalado pelo cú ou pela boca?! Apesar de que no fim... vai dar no mesmo! Soltaria um grande suspiro tentando centralizar meus sentidos e recrutar minhas forças novamente.

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~ Esperava um gigante mais digno, mas talvez fosse expectativas demais. Proferia enquanto o joelho apoiaria no chão junto da mão esquerda, já o punho destro já haveria sido direcionado aos bagos daquele repugnante homem. ~ Não merece um combate justo. Finalizaria as palavras com um soco rápido e forte, se possível. Talvez não conseguisse usar toda força, mas ainda assim, o mínimo seria suficiente para fazer-lhe recuar e dar um tempo para me por de pé de forma mais adequada.

Havia a possibilidade do soco não afetar o gigante, ou talvez ele conseguir defender o golpe. Possuindo em mente essa situação, alternaria a posição que estaria com a mão e joelho no chão ao me deitar de costas e com as mãos apoiadas próximo da cabeça viria encolher as pernas e então jogá-las para cima com intuito de atingirem, ou pelo menos empurrar, o tronco do gigante para trás.

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Buscava apanhar minha lança enquanto estalava o pescoço brevemente. ~ Ora, ora... Indagaria ao levar a mão aos cabelos e mexer neles. ~...acho que fui picado na cabeça por um mosquito dos grandes. Comentaria de forma sarcástica, atiçando o gigante para vir atacar. Caso ele caísse na provocação, algo que era bastante comum entre eles, buscaria movimentar a arma para lateral e posicionar meu corpo para o impacto a seguir.

Haveria posicionado meu corpo num ângulo mais baixo, buscando utilizar da fraqueza do gigante ao qual eu conhecia muito bem. Não me refiro a fraqueza em si desse gigante, mas de todos. Apesar de estar ciente da vantagem de envergadura, por outro lado, ataques em ângulos baixo sempre foram difíceis e irritantes de lidar. Exatamente por isso buscaria atacar assim que o gigante começasse a correr em minha direção.

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Apoiando a mão esquerda a frente enquanto os joelhos flexionados, fortificaria os músculos das pernas ao máximo para acelerar em uma arrancada a toda velocidade enquanto empunharia a lança com a mão direita. Assim que ele se aproximasse, dentro do alcance de minha Naginata, efetuaria um giro preciso com objetivo de recrutar maior força de penetração para atingir o tronco do gigante. Estaria atento durante os passos como também controlando a arma para não a perder. Não havia nenhuma tática, estava apenas seguindo meus instintos como sempre. Esperar pela colisão por parte dele seria um erro ao qual não cometeria, exatamente por isso contra-atacaria antes dele.

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Produziria uma rotação com corpo para aumentar a força de impacto, podendo possibilitar um descuido por parte do gigante, pois, haveria chance de se confundir ou talvez esperando outro tipo de ataque. Todavia, caso ele não viesse a tomar a iniciativa, acabaria eu indo até ele. ~ Caí pro pau, seu lixo! Vociferaria com um sorriso expressando o anseio pelo derramamento de sangue, seja por qual parte for.

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Conseguindo ferir ou não o gigante, não permitiria que ele pensasse muito e estimularia meu próximo ataque. Estava obstinado no ataque e destemido na defesa, isso estava ficando cada vez mais claro para o oponente a minha frente; mostrando que se ele achasse que poderia gerar medo em mim, seria perda de tempo. Viria me aproximar de forma rápida ao mesmo tempo que trocaria a pegada na haste para uma supinada e tracionaria a lança para trás , logo em seguida desferiria uma lançada reta novamente no tronco do gigante, buscando atingir mesmo local de antes se possível. Arrecadaria a força dos músculos das pernas e tronco, bem como braço direito, para liberar um golpe ainda mais forte se possível. O objetivo era atravessar o inimigo, mesmo que não viesse ocorrer.

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Seguida do segundo ataque, percebendo que a arma não atravessaria o oponente, visaria largar agilmente a haste para alternar para pegada pronada habitual e com a mão esquerda agarrando com força a haste, efetuaria um giro pela lateral com intuito de mudar o ângulo do ataque, havendo a possibilidade também de desgarrar a lança do inimigo caso ficasse grudada ou fosse apanhada, e por fim... redirecionaria um corte pela diagonal de baixo para cima.

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Caso o gigante conseguisse bloquear a lâmina da haste ou desviar dos ataques, utilizaria meus reflexos e instintos para alocar meus pés adequadamente uma distancia entre eles e assim esperar pelo ataque do gigante, nesse momento, utilizaria uma sequência de giros com a lança com o proposito de bloquear seu ataque e avanço contra mim.






  • Posts: 13
  • Ganhos: Naginata;
  • Perdas: ~x~
  • Players/NPCs:
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    ~ Treinar Ambidestria;
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Força: 240   [+120 Raça] [+60Edc] [+20 Arma]= 440 ~ Hábil ~
Destreza: 0 ~ Incompetente ~
Acerto: 20  [+120 Raça] [+60Edc]= 200 ~ Regular ~
Reflexo: 10 ~ Regular ~
Constituição: 130 [+120 Raça]= 250 ~ Regular ~

Agilidade: 105
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 5%

Qualidades:

Defeitos:

BrigaCotoveladas, cabeçadas, garrafadas, mordidas e dedo no olho. Você faz os movimentos necessários para sobreviver e derrotar o inimigo, sem se importar com estilos ou movimentos rebuscados.

SobrevivênciaVocê é capaz de encontrar água, comida e abrigo em ambientes hostis, se existentes.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

NadoVocê domina diversos estilos de natação e é capaz de controlar sua respiração com maestria para não perder o fôlego.

PersuasãoVocê é capaz de convencer os outros através de argumentos lógicos e racionais, ao contrário de lábia, os efeitos de persuasão são duradouros.

Profissão:
Sentinela Os sentinelas são guerreiros espirituosos que dominam o conceito de vigia, seja dentro do navio durante as viagens e fora deles, excelentes seguranças em terra firme, eles são de suma importância para missões de proteção, patrulha, escolta, rastreio e guarnição, seja de itens, pessoas e etc. São guerrilheiros por natureza, excepcionais quando se trata em defender sua tripulação incluindo eles, quando deparados com hostilidade e/ou situações desfavoráveis. Carregados com um alto vigor físico, são aptos, versáteis e incansáveis em cumprir sua função sobre diversos territórios inimigos, com objetivo em defender o navio, o navegador ou tripulação de eventuais ameaças durante combates marítimos/terrestres.

Bônus: O jogador quando estiver em serviço protegendo algum aliado, navio, carga ou item e for infligido por algum status negativo, durante esse tempo ele consegue ignorar os efeitos narrativos(não será neutralizado, os efeitos viram pós-término de sua função). Esses efeitos variam entre envenenamento, lentidão, sangramento e etc. Situações desfavoráveis que exigem ficar sem dormir, comer ou descansar, o jogador consegue permanecer o dobro do tempo.



Arma: NaginataDescrição: Um tipo de lança com um comprimento de 10 metros, havendo 7 metros de haste e mais 3 metros de lâmina. Seu diâmetro é de um metro e meio. Alguns entalhes pode ser visto sobre sua haste. A Lâmina é curvada possuindo duas ondas sobre a parte de cima. Imagem da Lança.
Tipo da Arma: Naginata
Qualidade: Clássica.
Durabilidade: Baixa.
Dano: +20 em força.
Estado: Rachadura na haste e lâmina

DinheiroBerries: 5.250.000 ฿S

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 6 2uAvx3T_d
Gaiden
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»» Matar!! ««

~ O Morir ~



Encontrava os companheiros gigantes, falava o que queria e, logo então, me punha a continuar pelo caminho que Lara seguira. A escada se via mais uma vez como via necessária. Dali em diante, mais um mistério se fazia ~ Las cosas son más bellas cuando nosotros no conocemos sus naturalezas... ~ Treinava, em mente, meu espanhol, concebendo a incerteza à frente. Thorkell ficara com o gigante, mas a mim restara a atenção dos capangas. Lanças eram jogadas, contudo, quase não me necessitava arredio - sua pontarias eram aparentemente péssimas - dali em diante, só uma única coisa me aguardava... a obscuridade.

Lamparinas iluminavam o caminho sinuoso. Em um toque de esclarecimento, pensava ser a melhor alternativa pegar uma delas, caso possível fosse. A corredor se estendia infindo aos olhos. A essência sombria do lugar me atordoava levemente, como se a mim prestasse a participação em um bestseller de terror. Talvez fosse a mente, pregando peças, ávida, mas não achava que era... ou simplesmente não achar era tudo o que podia, já que só fruto da razão isto poderia ser.

Finalmente me libertava das desconfortáveis algemas. As colocava no bolso e continuava a andar. Algum tempo andando era tomado, tempo este que guardava os gritos vindouros que viriam a me assustar ~ Não, não... NÃO!!! ~ Reagia, em êxtase, apressando o passo em orientação à fonte. A voz era feminina, e com certeza eu a conhecia - Não, senhorita!! - Soltava, ao ar, como em uma súplica aos Deuses da investigação.

Chegando à porta, a abrindo sorrateiramente para enxergar o que me esperava. Caso fosse o que temia - Sir Arthur na posse de Lara - então começaria meu plano de escapada - Senhor Flamesworth... - Falaria, em tom sério e sombrio - Não ouse fazer algo que não lhe trará benefício futuro. Não temos que ir por este caminho. O senhor terá de fugir deste recinto, de todo modo ou, indepentemente do resultado aqui logrado, irá ser preso - Pausava brevemente, pegando meu canivete e trancando a porta por onde entrara, enquanto a segurar a lamparina em uma das mãos - tudo era parte do plano - Temos alternativas saudáveis para ambos. O senhor poderia ganhar uma redução de pena!! Eu sei advogar pelos réus de meus casos, posso lhe garantir isso!! - Me colocava a rodar a sala para ver se mais alguma saída se via presente no recinto. Caso sim, puxaria o canivete e buscaria fechá-la, também, mantendo Arthur e Lara no meio do cômodo.

De ali em diante, estaria tudo "settado". Com um semblante de desconforto, concluiria para Arthur em um exprtessão de rigidez - Caro nobre... que de nobre nada tem. Venho lhe dizer que sempre tive duas coisas bem claras em minha vida. O apreço por minha conduta pacifista e o amor de pai pelas mulheres do mundo. Nunca irei deixar minha ética de lado. Não pense que irei bater no senhor ou, pior... matá-lo. - Olhava abaixo, como em uma encruzilhada de emoções - Eu poderia tentar lutar, poderia... mas não acho que seja condizente com minha personalidade. A moça está em apuros e, com certeza, pode ser que o senhor a mate só porque "sim". Mas encontro uma possibilidade para pará-lo. Sim!! Uma possibilidade que não dependeria de minhas mãos, mas sim dos efeitos físicos da natureza - Enquanto falava, quebraria a lamparina no chão ou de preferência em algo inflamável no local, sendo um tapete, madeira, ou até em pedaços de pano de minha roupa, que resgaria com o canivete. O intuito era fazer com que o fogo se alastrasse. Enquanto isso acontecesse, meus olhos fitariam Lara, para que sua alma fosse apaziguada. Não deixaria nada acontecer a ela - Então, senhor arthur. Só eu tenho a chave do quarto... e estou disposto a morrer com vocês dois, aqui. O que diz? Prefere morrer a ser preso? O que peço é que solte ela, e poderemos sair daqui... preferencialmente vivos - Finalizaria, em tom impassível.

Na hipótese de Lara não estar sendo refém (ou até também neste caso), eu me colocaria na análise do ambiente, sempre notando os detalhes que cercavam o local. Caso Arthur se visse, em buscaria não confrontá-lo diretamente, afinal, eu não sou lutador, nem qualquer coisa do tipo. Dali em diante, só duas coisas poderiam ser feitas. Esperar a reação alheia e esperar o fogo se alastrar...

Se Arthur a deixasse (na hipótese de seu cárcere), colocaria rapidamente as algemas no homem e o perguntaria - Quem é Dervon Odin? E o que ele tem a ver com tudo, senhor?




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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 6 Shuuma10



Inimigo maior do que eu?!
Quem ele pensa que é?
Para tentar se impor contra mim?




1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
Acompanhando os passos de meu parceiro, nossa busca pelo DT ainda era insana. Procedente à fantástica exibição meu ser tremendamente impecável, eu apenas estava a me manter de olhar fixo à reação de meu oponente. Lógico. Ele até havia ficado sem palavras, e, talvez, aproveitando de meu feito, o Thork tentou atacar, procurando alguma abertura no grandalhão. Exatamente. Em toda a minha vida eu nunca havia encontrado alguém maior do que eu... algo que chegava até a ser bem desafiador. Algo, deveras, bem empolgante. E, enquanto me mantive analisando cada fato em meus pensamentos, acabei me mantendo parado e fitando tudo o que estaria para ocorrer naquele início de confronto. Thork demonstrou uma magistral maestria e persistência em seus ataques. O domínio com sua lança era bem admirável, e, até mesmo sem ela, pude enxergar bem um vigoroso confronto de força entre o ser de meu tamanho e entre o maior do que eu. Será que esse grandão também é de Elbaf?! Em minha jovialidade, não consegui encontrar nenhum garoto maior do que eu.Pensava.


Tratáva-se de uma luta incrível, mas, mesmo com toda a força e persistência de Thork, estava claro que o outro grandão estava na vantagem. Utilizar meu vigoroso companheiro parecia a melhor maneira de pegar o nosso adversário desprevenido. Continuaria imóvel, analisando cautelosamente todos os movimentos de ambos. Vamos, Thork... confio em você!Ele era essencial em minha estratégia rapidamente elaborada. Mas em meio a meus planos... Ah... eu até estou de boca seca. O que eu não faria por um gole de álcool agora?Me desconcentrava um pouco, mas em um momento rápido, logo voltando ao foco na luta que estava a ocorrer na minha frente.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 6 Tenor

Analisando precisamente, eu precisava checar quando que os ataques do Thork me gerariam uma abertura, e, enquanto não estivesse acontecendo, eu começaria a me aproximar em passos lentos, passos de quem sequer estar pensando em entrar numa luta agora, justamente para não levantar suspeitas. – Acabe com ele, Thork! Prove que é mais forte do que eu! VITATATATA!Mais forte do que eu? Puff... VITATATA. Só rindo diante desse meu blefe para aliviar a tensão, mas em meio a meus passos, eu ainda estava a analisar qualquer ofensiva que me permitisse uma abertura. Neste meio tempo, já começaria a rotacionar meu bravo martelo, adquirindo assim uma formidável energia mecânica a partir do movimento.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 6 Screen15

Caso eu pudesse notar, em meio a seus hábeis movimentos com a lança, do Thorkell, que o inimigo fosse atingido ou se mantivessem dentro de um choque em que ambos estivessem dentro de um confronto de força e ficassem imóveis, eu avançaria, firmemente, com toda a minha graciosa compostura para inserir-lhe um golpe rotacionado horizontal em uma de suas pernas, pois era essa a sua base, e se eu conseguisse enfraquece-la, meu companheiro teria melhores condicoes de encontrar o grandão mais enfraquecido.

Por outro lado, caso eu conseguisse notar algum ataque do marine que houvesse dado certo, estaria claro que uma abertura seria convencionada. Nesse momento, aceleraria fortemente os meus passos e saltaria para efetuar um extraordinário ataque vertical, de cima para baixo, claro, alvejando atingir a cabeça do tal grandalhão de uma forma mais rápida com o auxílio da gravidade. Tudo bem que eu não estava muito acostumado a enfrentar seres maiores do que eu, mas pegando o impulso de um firme salto, estaria claro que eu conseguiria alcancar as proporções desejadas.

Caso acontecesse uma situação fora do esperado, onde meu companheiro que estivesse sendo pressionado e atacado de uma maneira em que seus movimentos apenas se resumissem a bloqueios, estaria claro que eu precisava fazer alguma coisa. Nessa situação hipotética, era óbvio, que o nosso inimigo precisaria se concentrar precisamente para conseguir chegar perto de ultrapassar a defesa do meu digno companheiro. Então, partindo desse princípio, eu sabia que ela não estaria prestando tanta atenção em mim, 'o egocêntrico que estava apenas a assistir a luta'. Puff, se é isso que ele achou, é um completo tolo. Acelerando minha velocidade e me concentrando em me aproximar do nosso antagonista e pegá-lo desprevenido, executaria, com auxílio de toda a energia rotacional adquirida, um ataque horizontal, almejando atingir as costelas do grandão em um golpe horizontal direto.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 6 20%2BGifs%2BThor%2B20

Mas claro, ainda valia destacar que, em qualquer uma de minhas possíveis ofensivas, se o nosso opositor tentasse me bloquear ou se esquivar, seria convicto que tornar-se-ia uma abertura para o Thork, e, lógico que a força, principalmente a minha, da justiça sempre deveria se prevalecer contra o mal, e se o confronto é dois contra um, tínhamos uma repleta vantagem. Sempre tomando muito cuidado para também não ser acertado ou infligir algum dano no meu parceiro. Voltando ao ponto de que eu também poderia tornar-me um possível alvo, faria questão de tentar bloquear rebatendo seu ataque para cima, e, obviamente, já tentando deixar uma abertura, tanto para ataques meus como do Dragnar, para que assim eu pudesse continuar com os movimentos descritos acima. Por outro lado, se fosse possível, para mim, o impecável, notar que o ataque não seria possível de bloquear a partir de uma rebatida, tentaria saltar para trás em um sagaz ato de esquiva. Mas tudo para que, em sua procedência, eu pudesse avançar e fazer o que tinha de fazer.




Histórico:

Objetivos:

Personagem:





Vitaminado Pippos

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Narração
Pensamento
Fala

Koji
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Alvorada dos Monstrorines - 14
23:52 ~ 00:12 / Flevance


 
Thorkell e Pippos

A batalha do lado de fora da casa de Flamesworth acabava, mas isso não significava de maneira alguma que o combate havia acabado. Pippos estava machucado de várias formas e prestes a entrar em abstinência, mas mesmo assim seguia diligentemente seus objetivos. Ele tinha que salvar Detective a todos os custos, pois era isso que significava ser forte, o que significava ser marine. O gigante seguia Thorkell pela fábrica e seu campo de batalha, além dos corredores escuros, até encontrar o seu oponente final, o colosso de dez metros.

Dragnar estava em uma situação semelhante, mas nem um tanto crítica quanto o seu colega, que sangrava e tremia de forma ininterrupta. Aquela batalha deveria ser rápida e sem rodeios, afinal, eles deveriam salvar Detective, e em segundo lugar, suas próprias vidas, afinal, assim que o sangue deles esfriarem, a dor viria para aqueles aptos a senti-la. Os homens da marinha, com isso em mente, passavam direto pelos civis lutadores anteriormente e seguiam diretamente para o que parecia ser um inferno da justiça. Uma prisão clandestina, e para piorar, em uso. O algoz: ninguém menos do que aquele habitante de Elbaff que viram anteriormente.

Com essa visão, Thorkell estremecia e se enfurecia. Seu senso de justiça jamais deveria permitir isso, principalmente ele que sonhava em montar o próprio país um dia. Soldado vitaminado, que estava logo atrás, poderia não só ver, como também sentir o intento vindo de seu amigo e colega, que logo decolava para cima daquele inimigo, apenas para ser subjugado momentaneamente. A força daquele descendente de Elbaff não era algo a se menosprezar, e ambos os combatentes viam isso, inclusive Pippos que entrara em transe ao ver o exímio uso da Naginata de Godheim.

Porém, agora não era momento para devaneios, e sim para seriedade, e ambos sabiam disso. Vitaminado ficava atrás, enquanto caminhava lentamente em direção aos dois esperando por uma abertura, enquanto Thorkell, em seu acesso de ódio, tentava algo ousado. Levantando do chão que beijara por um breve período, ele se colocava de joelhos e desferia um poderoso ataque ao inimigo, este que balançava a estrutura daquele lugar com sua força e poderio. Porém, tamanha potência não era sentida pelo gigante, que apenas gargalhava com o acontecimento.

— KUKUKUKUKUKUKUKU!!! Isso não é uma briga de bar, rap... UGH! — ele terminava sua risada e proferia algumas palavras direcionadas à Thorkell, que não perdia tempo e se reposicionava de tal forma que lhe permitia usar seus dois pés para um chute ao tórax do gigante, sendo cortado em meio a frase pelo golpe que o desestabilizava momentaneamente. Seu grunhido simbolizava tanto a surpresa, quanto a raiva que ele sentia no momento. — Não sabe que é desrespeitoso interromper as pessoas?! — indagava ironicamente enquanto se reposicionava para voltar a atacar. Sua fúria não o deixava cego, porém, o permitindo ver Pippos nas costas de Thorkell.

O meio-gigante Vitaminado era sagaz, e via a abertura que Thorkell dera com aquele chute seguido de recuperação. Ele não hesitava em momento algum ao correr e saltar para acertar aquele inimigo com seu poderoso martelo, que até agora estava recrutando energia. Este, porém, estava esperto com sua presença, e o notava no meio do ar. Com um poderoso soco direcionado ao estômago de Pippão, o seu corpo indefensável em meio do ar era jogado alguns metros distância, colidindo contra a cela onde estavam os prisioneiros. Essa colisão era poderosa o suficiente, devido ao corpo colossal de Pippos, para abrir uma das barras de ferro que seguravam os detentos, os quais estavam aterrorizados e grogues demais para sequer se levantarem. Durante o choque entre os dois, o martelo que girava ferozmente acertara a mão do inimigo, amassando alguns ossos. Ele grunhia com a dor, mas logo voltava a ser atacado por Thorkell. Enquanto isso, Sangue saía da boca de Vitaminado com o impacto, e a dor se mostrava um tanto inevitável. Os emprisionados se amedrontavam ainda mais por causa da visão aterrorizante que se desdobrava na frente deles, porém, o combate os dava esperança de sair daquela situação indesejada.

Estava longe de acabar aquela luta, porém. Thorkell, enquanto seu amigo cometia o pequeno sacrifício, era capaz de pegar sua Naginata e desferir algumas palavras para o gigante, tais que o enfurecia de maneira jamais vista. Porém, era tarde demais. O homem agarrava sua lança com uma força esplêndida, e utilizava de toda sua técnica para realizar um golpe de estocada contra o tórax daquele execrável oponente. Em sua fúria, ele nada podia fazer senão colocar a mão na frente, atitude essa que lhe custava o membro. A lâmina atravessava sua palma como se não fosse nada e perfurava o peito direito do homem, mas não o suficiente para ser fatal. Sangue espirrava de ambos ferimentos, e logo inundava parte do chão que estava danificado pela luta.

O soldado obstinado, porém, não deixava o seu adversário sequer respirar. Com toda sua força ele desalojava sua arma daqueles ferimentos, e modificando a pegada na haste, ele a puxava para trás e soltava rapidamente, deferindo um ataque reto no tórax do homem. Nesse momento, ele sentia raiva além da compreensão, e sua habilidade de aguentar a dor era maior do que a de Thorkell. Ele grunhia de tempos em tempos pelo buraco feito em sua mão e tórax, mas aquela luta estava longe de acabar. Quando a lâmina novamente chegava perto de seu peito, ele a parava com seu antebraço. Dessa vez, ele evitava a parte perfurocortante, e mirava na haste, parando completamente aquele movimento que era empoderado por Dragnar e seu movimento impecável. Uma luta de forças começava, e nela era óbvio que Godheim perderia.

Seguindo esse senso-comum, o marine era colocado na defensiva, enquanto o vicioso adversário aproveitava cegamente a situação que ocorria. Com seus largos antebraços, ele aparava a poderosa Naginata, e com a abertura, desferia um soco quase ascendente no tórax de Thorkell, que era lançado para trás instantaneamente. O homem tentava rotacionar sua arma defensivamente, mas esse esforço não era efetivo com a velocidade que tudo ocorrera. Nesse momento, a luta entrava no fim de um primeiro round, ambas as partes feridas, mas com o inimigo indiscutivelmente mais machucado, possuindo ambas as mãos avariadas e seu peito perfurado.

Detective



O investigador finalmente saía das garras daqueles perseguidores e atacantes, apenas para entrar em mais uma onda de "novo". A escada parecia ser um obstáculo somada aos lanceiros, mas logo era conquistada pelo homem que escapava com a chegada de seus amigos. Ele abria aquela porta, revelando um corredor escuro, iluminado por algumas lamparinas, enquanto recitava sua língua codificada mentalmente. Ele não tinha medo da novidade, muito pelo contrário, essencialmente isso o atraía, porém, era sempre um desafio.

Ele não deixava isso o acanhar, de forma alguma. Em um lapso de iluminação, ele pegava uma das lamparinas que faziam parte do sistema de iluminação daquele corredor sombrio, e seguia seu caminho, aproveitando e livrando suas mãos daquelas algemas, guardando-as em suas calças imediatamente após. Ele se via naquele ambiente familiar que era a casa de Flamesworth, se tornando mais conhecido ainda aquele escritório em que ele fora sequestrado diversas horas atrás. Mas o que realmente o amedrontava no meio daquilo tudo era o grito feminino muito bem conhecido. Lara estava em apuros, e isso se tornava um pesadelo para alguém como ele.

O homem não media esforços em correr pela casa e apressadamente subir os incontáveis degraus da mansão. Seus sentidos captavam barulhos e vibrações fortes vindo do porão onde ele estava, mas isso não era importante agora. Ele deveria salvar Lara. Ele iria salvar Lara. Cruzando os incontáveis corredores que formavam aquela casa, ele rapidamente chegava à fonte do que ouvira. No quarto principal, uma visão assustadora se desdobrava na frente dele, mas que já era esperada pelo detetive. Virado com as costas para Detective, estava Arthur, segurando Lara em seus braços sujos de sangue enquanto a dama tentava fugir daquele abraço de morte. Ele não conseguia ver na frente, mas instintivamente poderia notar que o "nobre" segurava uma faca. Na frente do sequestrador, estava Smith com suas duas espadas em posição de combate, inapto para fazer algo por conta da refém.

Os olhos do sargento praticamente brilharam ao ver Detective chegando, mas logo essa luz desaparecia ao ver que o investigador não resolvia as coisas com violência. Sua mente era capacitada, e rapidamente mecanizava uma saída daquele lugar, que ironicamente, começava trancando todos os acessos ao cômodo. Sua cabeça se acalmava e mostrava a experiência dos anos que tivera resolvendo casos. Ele se tornava frio, mas não deixava de ser empático. Seu senso de justiça e pacificidade se mantinham, mas ele agora era assertivo. E em toda a sua precisão, iniciava seu plano improvisado, conversando com Flamesworth.

— A prisão para mim é como a morte. A perda da liberdade para quem teve esse benefício a vida toda vai me matar de qualquer forma! — ele respondia, enquanto o investigador trancava a porta e caminhava até a janela, circundado o recinto e consequentemente o causador de todo o caos. — Eu cometi diversos males, mas não é assim que quero terminar! — ele continuava, sua voz parecendo mais nervosa, enquanto ele aumentava a força de seu aperto em Lara, gerando um pequeno grunhido da mulher. Detective prosseguia para fechar a janela do recinto, utilizando seu canivete. Ele aproveitava e continuava sua tentativa de convencimento. — Palavras vazias não vão me parar agora, senhor detetive. — retrucava quase imediatamente. Smith também intervinha na situação. — Isso não é nada mais do que o resultado da sua própria ganância, Arthur. Não acha que é justo a perda da liberdade para alguém que ia cometer atos tão odiosos como o seus planos? — ele indagava cerrando seus olhos e aumentando a força que segurava suas espadas. Nesse momento, silêncio se alastrava pela sala, e Detective se colocava a falar novamente.

Seu monólogo era ouvido atentamente por todos os integrantes daquele recinto, e Lara parecia captar sua ideia ao ver o que o homem carregava em mãos. Seu olhar parecia mais meigo e doce assim que soube que ele estava lá para salvá-la a qualquer custo, e nesse momento, lágrimas escorriam pelo seu rosto, mas não de dor ou de medo, e sim de felicidade. Ele terminava o discurso e soltava a lamparina a óleo cair no chão. Os poucos segundos em que ela estava no ar pareciam eternidades para o vilão e o sargento, que ficavam estupefatos com a audácia daquele mero investigador. O fogo logo se alastrava pelo carpete que cobria a madeira fria daquele quarto, passando quase imediatamente para a cama king-size, e então para o resto do quarto. A fumaça se acumulava tão rápido quanto, o que fazia o senhor Arthur, mais velho do recinto, começar a decair em saúde.

Em meio às suas tosses, Lara aproveitava a oportunidade para lhe dar um pisão no pé. A dor o fizera gritar, porém, a faca nas mãos do homem adentrava um pouco mais profundamente a garganta da moça, que não esperava para empurrar o seu raptador e se ver livre de suas mãos nojentas. Sua garganta sangrava, bastante, mas isso não continha sua alegria enquanto ela corria aos braços de Detective, que apaziguava a alma da moça apenas com seu olhar. Smith era mais cirúrgico ainda, e aproveitando o tempo ganho, cortava os dois braços de Flamesworth e o pegava no ombro, seguindo por arrombar a porta do quarto com sua força que era igual, se não maior, que a dos gigantes. Ele olhava por cima do ombro e, como sempre, proferia algumas palavras.

— Essa casa vai desabar em pouco tempo, vamos sair logo daqui. — anunciava usa última ordem da noite para o homem que contratara mais cedo no mesmo dia, enquanto saía com o nobre em estado de choque e derramando cada gota de sangue que restava em seu corpo. — Assim que saírem daqui, chamem algum médico, precisamos tratar dos gigantes e desse imundo aqui. — apontava para Flamesworth ao proferir tais palavras sem remorso algum. A longa noite estava enfim acabando, e o grande vilão foi aprisionado.


Informações sobre a investigação:

Histórico:

Legenda / Npc's:

Considerações:

   Code by Arthur Lancaster

     
    

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 6 EE4OUIx


"Assume the position to get back on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 6 Shuuma10



Confronto problemático?!
Salvando civis...
Eu ainda anseio por bebida...




1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
Minha situação física era deplorável! Nunca, em toda a minha excepcional história de vida, eu havia chegado a ficar em condições parecidas com a qual eu me mantinha agora. Além de acabado, fisicamente, eu sequer estava em condições de lutar com toda a minha devida maestria, pois o meu corpo parecia implorar por um pouco de álcool. Qualquer tipo de birita que fosse... eu sequer conseguia parar para pensar em quão ruim estava o meu corpo na referida situação, sim, eu estava sangrando horrores, havia me machucado um monte, mas tudo isso não parecia nada, diante do meu crescente desejo de poder tomar alguma bebida alcoólica. Em minha atual situação, eu havia sido lançado pouco para longe do embate. Parecia que eu havia sido lançado em algumas grades de ferro ou algo do gênero, talvez uma cela.

Mas, em minhas atuais condições, eu não estava nem aí para onde quer que eu estivesse, parecia estar dentro . Também pude sentir a presença de algumas pessoas, talvez prisioneiros: – Ei! Se algum de vocês tiver qualquer tipo de bebida alcoolica ou birita de qualquer tipo, eu compro por um valor acima da média! Vamos, pago até 50 mil Berris só por uma garrafinha ou qualquer fonte de álcool.Sim, eu estava desesperado! Não importava quem quer que estivesse por ali, talvez presos com seus pertences escondidos numa pequena prisão. – Ei! Você mesmo! Se você me arrumar agora qualquer bebida com álcool, eu te pago 50.000 Berris! Não, para você, eu pago até 100.000 Berris! Aliás, quer saber, eu te liberto daqui! Vamos, me da a garrafa que eu arrebento isso aqui, tua chance de sair!Não importava o que eu estivesse a falar eu precisava tentar fazer de tudo para ter um gostinho do meu desejo em meu paladar, em minhas situações atuais, eu estaria disposto a utilizar até mesmo todo o meu dinheiro para poder ter acesso a uma boa dose de álcool. E caso me fornecessem a devida bebida tão almejada, eu faria questão de logo quebrar a jaula daquele lugar, pois se estavam presos em uma jaula de meu inimigo, talvez fossem algum tipo de aliado, mas arrebentaria apenas se me fornecessem a bebida desejada.

Mal tive tempo de me expressar com as pessoas que por ali estavam atrás de uma biritinha, e logo pude ouvir algumas palavras do maldito Thork. Quem ele pensava que eu era?! Que eu ia ceder para esse monte de lixo que estávamos enfrentando? Arf. Mas se bem que, um tempinho para eu poder saciar minha dependência seria formidável, depois eu voltava para acabar com esse heroísmo ridículo diante de um super Pippão. – VITATATA! Quem você pensa que é para colocar ordens em mim, seu maldito?! Eu só vou fazer isso agora porque tenho alguns assuntos a resolver...Terminando minha ousada resposta, virar-me-ia para os indivíduos atrás de mim, e era óbvio que eles já teriam me respondido sobre a bebida alcoólica. – Tá, tá. Venham comigo! Só se afastem o máximo que puderem das grades.Com, possivelmente, minha mão trêmula e todo o meu corpo em um estado de desespero, era óbvio que eu pediria para que se afastassem um pouco, pois, pelo visto, eram pobres civis que por ali estavam presos.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 6 Hellclub1389523220402

Em um preciso e firme ataque, vindo de mim, o incrível, o impecável, o trêmulo... e adicto ao álcool, faria questão de tentar libertar todos por ali o mais rápido que pudesse. Era claro que o meu corpo estava envolto a danos severos, mas, para mim, não pareciam nada diante do meu desejo ao consumo de álcool.

Em uma visão ampla, era possível entender que minhas pernas ainda pareciam estar numa condição eficiente. – Vamos!Gritaria, de forma agitada. Eu mal podia me aguentar naquele lugar sem qualquer tipo de álcool. Em minha mente, o gosto de bebidas mais populares pareciam permear os meus lábios. Rum... Cachaça... Vodka... Vinho...Não conseguia parar de pensar nos doces sabores que permeariam minha mente, e a demora dos tais indivíduos precisaria ser acelerada, senão eu demoraria ainda mais para saborear qualquer tipo de bebida. E se não houver, eu mesmo faço! – Vamos logo! A Marinha garantirá segurança e cuidados a todos!Exclamaria. Mas, caso eu notasse alguma pessoa em condição ferida de modo a não conseguir se mover mais rápido, ou alguns idosos, eu logo me prontificaria para que se segurassem em mim, pois o foguete Pippos, estaria pronto para decolar ao QG da marinha. – Segure(m) firme!Pontuaria.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 6 O-doce-sabor-da-musica-11455334-281220172226

Olharia novamente para o Thork: – Vou confiar em você, seu azedo. Apenas tente segurá-lo! Irei resgatar estes civis e resolver alguns assuntos meus. Se você não conseguir vencê-lo, daqui a pouco irei vir resgatá-lo e mostrar para esse Zé quem que sou eu. O Super Pippão! O fruto de uma vontade divina e futuro ser mais forte destes mares! Se você perder para este fracassado, eu não te deixarei ser um de meus mais honrados seguidores!Mas, como todos já sabiam, eu não poderia perder mais muito tempo por ali. Caso algum tipo de guarda inferior me atrapalhasse no salvamento dos civis ou em minha radiante jornada até o Quartel, eu não seguraria meus esforços para lhe golpear em uma marretada frontal sem nem pensar duas vezes. O caminho do Foguete Pippão não poderia parar! Parar agora, só dentro do Quartel General. VITATATA! Era facilmente perceptível que em minhas largas passadas, eu não deveria demorar muito para chegar até o meu referido destino, mas lógico que, caso eu notasse qualquer tipo de pessoa caindo, caso eu estivesse realmente a carregar alguém, tentaria, apoiá-la para que ficasse da maneira mais segura possível. – Falei para segurar firme. VITATATATA!Finalizaria uma última vez antes de minha chegada ao QG.

Sem dúvidas, eu não demoraria tanto para chegar, meu olhar, inclusive já palpitava pelo álcool. Meu corpo parecia clamar, possíveis tremedeiras evidenciariam isso. Dentro do conhecido espaço que melhor se adaptava a mim, o espaço aberto que cabia todo o meu revigorado corpo. – Rápido! Precisamos de ajuda e tratamento! Principalmente os civis, pois vem acontecendo muitas coisas na casa do Flamesworth...Suspirava ofegantemente, tanto devido ao cansaço de minha corrida como ao meu estado físico deplorável. – Rápido!! Me arrumem Rum, Vodka, Cachaça... Qualquer merda que tenha álcool! E se não houver, me arrumem até o álcool mesmo que eu mesmo fabrico meu medicamento, VITATA!Terminaria, abatido e bem desgastado. Esperando, claro, não ver aquela pequenina que, se antes já parecia bem enfurecida comigo, imagina agora... VITATATATA! E, caso ela ou alguém estivesse disposto a me negar minha preciosidade, eu ainda exclamaria: – Eu assumo o risco! Mas, por favor, me dê o que pedi!Concluiria.

Recebendo qualquer tipo de bebida em mãos, eu faria questão de virar o gargalo adentro de meu corpo. Sedento e escrupulosamente dependente daquilo, eu não mediria esforços para logo colocar essa substância em meu corpo. Por outro lado, caso não me dessem algum tipo de bebida já pronto, mas os ingredientes necessários para a elaboração, eu faria questão de logo dar uma pitadinha de álcool puro em minha boca, apenas para já aliviar a tensão de meu corpo. Ah...Palpitaria dentro de um prazer interno o qual eu sentisse no interior de meu corpo. Depois disso eu não mediria esforços para logo iniciar o preparo da melhor e mais bem elaborada que eu, o Super Pippão, o melhor fabricador de bebidas do North Blue, poderia fazer! Claro, a bebida dependeria de quais ingredientes me fossem fornecidos, para que, depois de fabricada, eu pudesse contemplar o doce e amargo gosto da melhor bebida deste mundo.

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Depois de ingerir a salvação da minha vida, eu, provavelmente, deitaria no solo daquele lugar. Meu corpo, provavelmente, já mal se aguentaria de pé, e meu desgaste precisava urgentemente de tratamentos e, principalmente, de um descanso. Talvez eu caísse no solo depois de saciar minha insana vontade de ingerir álcool, e, a partir daí estaria disposto a receber os necessários tratamentos. Eu sabia que o Thork conseguiria vencer aquele fracassado lá. E, obviamente, ele estaria plenamente satisfeito em querer vencê-lo para poder ser declarado como um dos mais fiéis seguidores do Super Pippão! Nossa... Tá tão escuro.Diria enquanto analisava analiticamente as estrelas em meio àquele céu bem negro da noite, e, provavelmente, não demoraria muito para que o meu corpo cedesse ao sono. Tanto pela boa quantidade de álcool ingerida, como ao descanso que, abruptamente, meu corpo exigia. E, dormindo, talvez, eu estivesse passível ao tratamento da melhor maneira possível.



Histórico:

Objetivos:

Personagem:





Vitaminado Pippos



Última edição por Pippos em Seg Jun 28, 2021 9:14 pm, editado 1 vez(es)

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 6 Zx5fIGC

Narração
Pensamento
Fala

Blindao
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Créditos : 47
Localização : North Blue ~ Flevance
BlindaoSargento
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Dragão Indomável


A batalha contra o gigante parecia empolgante, senão fosse é claro minha fúria para com o cárcere dos civis dentro daquela fabrica. Mas devo confessar que a força do oponente certamente instigava meus sentidos e instintos para desfrutarem do combate.

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Os movimentos defensivos do gigante deixavam a desejar, mas por outro lado, seu ataque era bastante obstinado e poderoso. O impacto do soco, além de me jogar para trás, causava um desconforto bastante pertinente. Qualquer um poderia ter sucumbido para a força do homem, mas não eu obviamente. ~ Nada mal camarada! KEKEKEKE! Proferia com um olhar bastante determinado e destemido junto a um sorriso bastante ameaçador.

Por outro lado, apesar de estar em pé de igualdade com o gigante, Pippos havia sido arremessado e estava bastante ferido. Nesse momento que havia notado ele ser arremessado nas grades da prisão. Estava com um mau pressentimento sobre aquelas pessoas presas, se viessem a ser usados como escudo contra nós, isso poderia ser bastante problemático. ~ Ei beterraba desnutrida! Chamaria por Pippos de forma despojada, mas com certo nível de amizade. ~ Ache o detetive e tire todos os civis daqui, agora! Frisaria para o soldado Vitaminado enquanto andaria alguns passos à frente. ~ Eu vou derrotar esse pedaço de lixo! A convicção não seria abalada em nenhum momento. Na verdade, estava convencido de que venceria aquele combate, era só questão de tempo.

Apontaria a lança para o gigante. ~ A grandeza de um homem não está em seu tamanho..., mas sim em suas ações! Indagaria uma sábia frase com objetivo de mostrar para Pippos que naquele cenário seria muito mais benéfico sua ajuda em resgatar os civis; sejam inocentes ou não. ~ Não há necessidade de perder tempo com ele, deixe que eu resolvo isso! Ratificaria com palavras a confiança em minha força e sagacidade. Conhecendo bem o soldado Vitaminado, ele certamente desejaria lutar ao meu lado. Porém, isto faríamos perder tempo. Permitindo ao nobre sua fuga e deixando aqueles humanos presos no raio de alcance do gigante.

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Assim que Houvesse terminado de proferir, começaria avançar com uma arrancada veloz e com objetivo de desferir um corte de cima para baixo. ~ Não que você entenda o que é ser um nobre guerreiro, frango de merda! Vociferaria durante o tempo que estenderia o máximo a lança pela lateral do ombro e então desferiria um pesado corte. Havia abusando do comprimento da lança para deixar uma distância entre nós e evitar qualquer contra-ataque se possível por parte do inimigo.

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Após desferir o primeiro ataque, havendo ou não êxito nele, possuía em mente usufruir da defesa do inimigo, ou estado ferido dele, com intuito de desferir outro ataque em sequência. No entanto, esse seria um soco em seu tórax. Durante meu avanço onde havia descarregado a lança por cima do adversário, causando danos ou não, agilmente largaria por um breve instante a haste e rotacionaria o corpo para frente com uma longa passada de pernas para encurtar nossa distância e assim desferir um poderoso soco no corpo do gigante para tentar agravar ainda mais seus ferimentos, visando o local dos danos logicamente.

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Seguida do soco, retornaria a mão na haste a apanhando com destreza, ainda no ar, e giraria o corpo para correr pela lateral e buscar quase que simultaneamente ir atrás do gigante, caso ele tivesse sido empurrado. Caso não, apenas rotacionaria o corpo para embalar a lança na lateral e, abaixando um pouco o centro de gravidade do meu corpo, atingiria um corte na horizontal visando a parte de baixo dos joelhos; usando o próprio tamanho dele contra ele mesmo afinal, devido nossa diferença de tamanho isso ainda poderia ser uma vantagem. Se pudesse decepar seus pés seria uma boa vantagem, mas já havia notado a resistência do meliante, um corte desse ângulo provavelmente não seria fatal. Porém, seria um ataque bastante nocivo.

Um homem vivido como eu, já havia enfrentando muito esses tipos de ataques e não só era irritante, mas terrivelmente prejudicial se atingido com maestria. Dificultaria a mobilidade como também sua capacidade de manobras complexas. Já havia experienciado esse tipo de golpe e era bastante desagradável.

Travaria a mão na haste da Naginata, agilidade na movimentação dela e em nenhum momento hesitaria em usar minha força contida em meus monstruosos músculos para decepar aquele ordinário gigante. ~ É tudo que tem seu merda? Acho que não deveria ter esperado tanto de um bandido como você! Falaria expressando um rosto aborrecido devido a zanga pelo criminoso.

Caso ele tentasse agarrar a minha Naginata com a intenção de tira-la de mim, ou como forma de defesa dele, seria uma boa oportunidade para usar ela como distração e assim atingir um soco em seu queixo como forma de defesa e desestabilizar seu corpo com impacto. Caso ele tentasse me agarrar, empurrar ou chutar as minhas pernas, estaria atento a isso devido meus instintos e defenderia com um contra-ataque redirecionando a ponta da haste da lança como forma de bloqueio, impedindo assim o avanço do inimigo.

Se o gigante tentasse usar sua vantagem de envergadura com um ataque por cima, sabendo bem dessa capacidade dos gigantes, usaria a lança como forma de defesa ao cravar sua haste no chão e permiti-la empalar as mãos, ou antebraços, do gigante. ~ O que acha de provar um pouco da sua própria força, Kekeke! Proferia caso tivesse feito a lâmina penetrar os membros do gigante durante seu ataque. Não só seria uma forma de defesa excelente, mas como também serviria para prejudicar ainda mais os danos nas mãos do bandido. Era uma ótima forma de fazer a própria força dele se voltar contra ele mesmo.

A verdade era que já havia enfrentando muitos oponentes, gigantes principalmente durante os anos que morei em Elbaff. Claro que temos diversas vantagens, mas se não estiver ciente deles e não usar de forma esperta, será apenas uma montanha de músculos sem direção. Talvez a força dele estivesse equivalente a minha ou até mesmo superior. Entretanto, isso não significava que a vitória era certa para ele. Na verdade... talvez eu fosse o pior adversário possível para ele. “Até mesmo uma baleia teme uma orca, mesmo havendo uma diferença colossal em seus tamanhos.”






  • Posts: 14
  • Ganhos: Naginata;
  • Perdas: ~x~
  • Players/NPCs:
    Pippos Vitaminado;
    Bartomolew;
    Detective;
  • Ferimentos: Cortes profundos no tórax [0/12 - não tratado]

  • Localização: Flevance ~ North Blue
  • Objetivos:
    ~ Obter uma Naginata/Lança;
    ~ Conhecer Gaiden, Denki & Drake.
    ~ Concluir 3 missões;
    ~ Subir de Patente;
    ~ Treinar Ambidestria;
    ~ Ganhar boa Fama;



PdV: 7400
STA: 100

Força: 240   [+120 Raça] [+60Edc] [+20 Arma]= 440 ~ Hábil ~
Destreza: 0 ~ Incompetente ~
Acerto: 20  [+120 Raça] [+60Edc]= 200 ~ Regular ~
Reflexo: 10 ~ Regular ~
Constituição: 130 [+120 Raça]= 250 ~ Regular ~

Agilidade: 105
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 5%

Qualidades:

Defeitos:

BrigaCotoveladas, cabeçadas, garrafadas, mordidas e dedo no olho. Você faz os movimentos necessários para sobreviver e derrotar o inimigo, sem se importar com estilos ou movimentos rebuscados.

SobrevivênciaVocê é capaz de encontrar água, comida e abrigo em ambientes hostis, se existentes.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

NadoVocê domina diversos estilos de natação e é capaz de controlar sua respiração com maestria para não perder o fôlego.

PersuasãoVocê é capaz de convencer os outros através de argumentos lógicos e racionais, ao contrário de lábia, os efeitos de persuasão são duradouros.

Profissão:
Sentinela Os sentinelas são guerreiros espirituosos que dominam o conceito de vigia, seja dentro do navio durante as viagens e fora deles, excelentes seguranças em terra firme, eles são de suma importância para missões de proteção, patrulha, escolta, rastreio e guarnição, seja de itens, pessoas e etc. São guerrilheiros por natureza, excepcionais quando se trata em defender sua tripulação incluindo eles, quando deparados com hostilidade e/ou situações desfavoráveis. Carregados com um alto vigor físico, são aptos, versáteis e incansáveis em cumprir sua função sobre diversos territórios inimigos, com objetivo em defender o navio, o navegador ou tripulação de eventuais ameaças durante combates marítimos/terrestres.

Bônus: O jogador quando estiver em serviço protegendo algum aliado, navio, carga ou item e for infligido por algum status negativo, durante esse tempo ele consegue ignorar os efeitos narrativos(não será neutralizado, os efeitos viram pós-término de sua função). Esses efeitos variam entre envenenamento, lentidão, sangramento e etc. Situações desfavoráveis que exigem ficar sem dormir, comer ou descansar, o jogador consegue permanecer o dobro do tempo.



Arma: NaginataDescrição: Um tipo de lança com um comprimento de 10 metros, havendo 7 metros de haste e mais 3 metros de lâmina. Seu diâmetro é de um metro e meio. Alguns entalhes pode ser visto sobre sua haste. A Lâmina é curvada possuindo duas ondas sobre a parte de cima. Imagem da Lança.
Tipo da Arma: Naginata
Qualidade: Clássica.
Durabilidade: Baixa.
Dano: +20 em força.
Estado: Rachadura na haste e lâmina

DinheiroBerries: 5.250.000 ฿S

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Alvorada dos Monstrorines - 15
00:12 ~ 00:54 / Flevance


 
Thorkell e Pippos

A tão esperada luta chegava a um empasse. A força daquele gigante inimigo se mostrava um fator de surpresa para Thorkell, que fora vítima de um de seus poderosos ataques, mas não baqueava. Pippos, por outro lado, era a prova viva do que aquele monstro poderia fazer, estando com seu corpo praticamente inutilizável após tanto sangramento e machucados que só seriam capazes de se curar completamente após um tratamento bem feito no quartel-general. Este, além de ter que lidar com todas essas "pedras em seu sapato", também sofria as consequências por não ingerir sua bebida preferida e necessária: o álcool. Ele podia sentir seu corpo perder parte de seus aguçados sentidos, e a força ia se esvaindo de seu âmago, sobrando apenas a esperança e o desespero. Em meio a sua epifania na procura pelo líquido, até mesmo tentava barganhar a liberdade dos pobres civis por uma gota de bebida, esquecendo seus deveres como um soldado da marinha.

As faces já assustadas daquelas pessoas ali presas já era algo mais do que notável, mas a cada palavra do gigante eles iam acordando e ficando amedrontados pela possibilidade de serem machucados novamente por um daqueles seres colossais. Eles não entendiam o que acontecia naquele porão, portanto, em um momento até mesmo consideravam o último herói da Terra como um vilão, antagonizando seu cerne. Essa impressão logo se desfazia, porém, quando ele voltava para seu "natural". Suas mãos ainda trêmulas esmagavam a jaula que estavam os prisioneiros, e os mesmos se afastavam à ordem da voz de Pippos, que pensava na segurança deles. Os pobres se viam assustados e não entendiam o que acontecia, até Thorkell abrir a boca, sabendo que a prioridade seria a vida dos humanos.

Ele pedia para que Pippos assegurasse aquelas pessoas no QG, enquanto ele batalhava com o colosso que cada vez mais se mostrava imponente. Claro, a proposta era vista negativamente à princípio, porém era logo avaliada como necessária vendo a situação. Seu corpo estava fraco e em frangalhos, e naquela posição, ele seria mais um estorvo do que ajuda no campo de batalha. Assumindo essa responsabilidade, então, ele pedia que os prisioneiros subissem em si mesmo para que ele os transportasse. Cada um deles segurava com a maior força que possuíam, agora entendo a posição daqueles dois cavalheiros por conta da pequena conversa que tiveram. As esperanças em suas faces eram claras, agora que sairiam desse pesadelo. Pippos, após carregar cada um deles, partia para o corredor escuro, deixando Thorkell só naquela luta.

— Você realmente acha que consegue me derrotar sozinho? KUKUKUKUKU! — o oponente gargalhava com toda a cena que os dois adversários fizeram. Ele podia estar ferido de maneiras fatais e irrecuperáveis, mas ainda havia força restante naquele amontoado de músculos. Thorkell de certa forma admirava seu oponente pela força superior que ele demonstrara, mas suas ações manchavam toda uma raça, e isso zangava o soldado de uma forma que ele nunca havia visto. Sabendo disso, ele não perdia tempo até ir de encontro com o seu inimigo, em uma arrancada que era um presente para alguém com a idade que ele tinha.

A Naginata do homem se mostrava forte e imponente em mais um ataque e mais uma investida. Ele a colocava atrás do ombro, e no momento certo, desferia um golpe ascendente poderoso contra aquele adversário formidável, mas nem um pouco honrável. Em toda sua experiência, aquele gigante não se deixaria acertar por um golpe óbvio como esse. Com sua mão saudável, ele pegava a haste da longa lança e tentava tirar de Thorkell, que já estava preparado para essa possibilidade, e em um ímpeto, ele desferia um soco contra o maxilar de seu alvo, que ao receber o poderoso choque, ficava levemente atordoado e soltava a arma de Thorkell, que a segurava firmemente como nunca antes.

Sem perder seu tempo de vantagem, o homem retornava seu corpo e o rotacionava para se posicionar atrás do gigante, que lentamente recobrava seus sentidos. A sua recuperação, porém, não era rápida o bastante, e novamente era atingido pela lâmina que cortava a carne de seus membros inferiores como se fosse nada, partindo o tendão de um dos pés e danificando a panturrilha do outro. Um grunhido de dor era ouvido, baixinho pela alta compatibilidade daquele ser com danos, mas ainda era algo que marcava a eficácia do movimento. A adrenalina em seu corpo começava a entrar em loucura, e nesse processo, os seus sentidos se aguçavam ainda mais. Um predador nunca seria presa, mas será que essa ordem iria se alternar hoje? Ele jamais iria deixar isso.

Quando Dragnar estava prestes a decepá-lo com sua poderosa lança, aquele homem segurava a haste, agora com sua mão danificada. A força de segurança era dada mais pelo seu antebraço do que pelos seus dedos, já que mal conseguia os mover. Nesse momento, Thorkell tentava novamente desferir um golpe contra o queixo do homem, que era agora parado pela mão saudável do inimigo, que se mostrava igual a uma muralha naquela situação. Um sorriso vicioso aparecia na boca do gigante, e dela saíam algumas palavras de escárnio.

— Você deveria saber que eu não caio em algo duas vezes! — dito isso, sua expressão distorcia, e sua cabeça inteira ia para trás como se estivesse carregando um ataque. Dito e feito, ele a impulsionava para frente novamente, desferindo um poderoso golpe com seu membro direto no nariz de Thorkell, que se quebrava com o choque. Sangue escorria de suas narinas e de seu nariz deformado, passando pelos seus lábios e finalmente caindo até seus pés, após a tontura e desorientação que o golpe lhe proporcionara.

O oponente não descansava de maneira alguma após o sucesso em seu golpe, já que ele reconhecia a força de seu adversário. O homem juntava novamente suas duas mãos, em um formato de bola de demolição, como havia feito antes, e as posicionava acima de sua cabeça, antes de proferir seu ataque descendente para seu adversário que se recuperava do impacto. Os seus membros superiores desciam como meteoro até atingir a cabeça de Thorkell, que se ajoelhava, não pela dor, mas pela força do golpe. Não satisfeito, novamente ele subia com suas mãos, e nesse momento, Godheim preparava sua armadilha. O processo, mesmo que simples, se mostrava lento pelo seu estado de atordoamento por conta de dois poderosos choques em seguida. A simplicidade do que ele fazia o permitia prosseguir com seu plano, que mesmo parecendo ingênuo, se mostrava muito eficaz.

Enquanto os punhos desciam vorazmente, Thorkell posicionava sua lâmina na trajetória do ataque, virada para cima, prendendo a haste do armamento no chão. Como resultado disso, os membros do adversário eram empalados naquela armadilha, que juntava suas duas mãos como um prego junta madeira. Ele não mais conseguia segurar a dor e a frustração, e um grito gutural saía de sua boca, tremendo todo o local enquanto Godheim se recuperava de seu estado. A raiva de seu inimigo, o inimigo da marinha e do povo, voava até o céu como um foguete, como um grito de guerra. O estado de seu corpo não estava bom, mas ele não desistia, se mantendo sempre focado. Com a sua boca e voracidade, o homem, em um ato de loucura e desespero, agarrava a lâmina que atravessara sua carne e a puxava de seu corpo, pedaço por pedaço. No final, restava apenas a haste de ferro em seus poderosos dentes, que a amassavam e partiam a Naginata já frágil ao meio. Os pedaços, cortados ao meio, caíam no chão na frente dos dois gigantes, ambos recuperados daquele embate poderoso, prontos para iniciarem um último round.

Pippos


Ele saía daquele campo de batalha sangrento com seu colega Thorkell, e seguia pelo corredor que viera anteriormente, apenas para encontrar outra visão sanguinária. Na fábrica, diversos corpos eram empilhados no chão, enquanto um pequeno grupo de pessoas chorava a morte de um senhor. No canto, mais ao lado, um jovem de cabelos ruivos imobilizava um homem de meia-idade no chão, muito focado no que estava fazendo para ver Pippos passando pelo local. Os corpos empilhados se tratavam dos capangas mercenários com os quais ele lutara o dia todo, mas essa informação se mostrava inútil e desnecessária para o meio-gigante que estava no ápice de sua abstinência, e seu corpo à beira da falha.

Ele continuava seu caminho diligentemente, e até mesmo encontrava Bartolomew, seu companheiro, deitado no chão desacordado. Os inimigos que eles derrotaram estavam lá, sangrando ainda e formando uma piscina do líquido rubro, que agora refletia a luz das incontáveis estrelas no céu. Ele via a mansão Flamesworth em chamas, e dela saíam Detective, em uma espécie de transe, sendo carregado por Lara, que era liderada por Smith, também carregando um senhor com os membros decepados. O sargento carregava suas lâminas em sua bainha, e elas pingava sangue pelo solo enquanto analisava toda aquela situação que desdobrava nos seus olhos.

Soldado Vitaminado, porém, não tinha tempo para perder. Se demorasse mais um pouco, isso poderia custar a vida de seus colegas e sua própria sanidade, e esses eram preços que ele não estava disposto e nem podia pagar. Em seus passos acelerados e largos, ele rapidamente chegava até o QG da marinha de Flevance, e se direcionava até o local que muito bem conhecia, aquele que havia o acomodado e único lugar que poderia ficar, por conta de seu tamanho. Alguns soldados já esperavam ele e o sargento, por isso, prontamente se colocaram a alertar os médicos e os soldados disponíveis dentro do QG. Sem rodeios, uma equipe saía do lugar apressados e caminhava até Pippos.

— Sargento Smith nos mandou ficar em espera! — eles se apresentavam, enquanto cada um pegava um dos prisioneiros e os levava até o QG, ouvindo os pedidos desesperados de Pippos. Poucos segundos depois, um deles voltava com uma grande garrafa de Rum, e a entregava para o gigante, que parecia necessitar mais daquilo do que a recuperação de seus machucados horrendos. Ele pegava a bebida em mãos trêmulas, e sua boca já salivava, recebendo o estímulo poderoso do álcool. Em um movimento só, ele virava tudo na sua garganta, tremendo como nunca, e lentamente parando as consequências da sua abstinência. Seu corpo relaxava e seus membros se acalmavam, além de suas pálpebras ficarem extremamente pesadas.

O homem deitava naquele campo e observava o céu estrelado, enquanto pegava no sono esperando pela médica que viria ao seu resgate. Com a sua visão embaçada por conto do sono, ele podia ver alguns soldados saindo em direção à mansão de Flamesworth, e atrás deles, uma profissional zangada que ele conhecia bem. No fundo, ele esperava que não fosse ela, mas não teria chances de sequer reclamar, pois seus olhos se fechavam e seu corpo todo relaxava. O descanso era primordial, e isso era algo que o gigante precisava mais do que qualquer coisa após tantas lutas e conflitos. Seus ouvidos captavam ainda um pouco da voz da moça, antes de completamente cair na maldição de Hypnos.

— Eu não falei que não era boa ideia?! EU AVISEI! — a pequena berrava vindo ao tratamento do soldado, antes de perceber que seu paciente estava dormindo e descansando o descanso dos merecedores. Ela balançava a cabeça e apoiava sua testa em uma das palmas, em desaprovação para com aquela situação toda, mas não podia fazer muito. Ela prontamente repetia todos os passos básicos de primeiros socorros, e com sua maestria em medicina, logo tratava de todos os incontáveis ferimentos que Pippos possuía em seu grandioso corpo, evitando acordar o grandalhão.



Informações sobre a investigação:

Histórico:

Legenda / Npc's:

Considerações:

   Code by Arthur Lancaster

     
    

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 6 EE4OUIx


"Assume the position to get back on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
Pippos
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PipposSargento
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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 6 Shuuma10



Sonho maravilhoso...
Até acordar num desespero!!




1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
Mal pude começar a ouvir a voz daquela baixinha invocada, sorri. Apesar de nossas diferenças, ela é uma pessoa boa, muito boa na verdade. Talvez até meio engraçada, VITATATA, não queria que fosse ela... Arf. Ela reclama demais...Pensei, pouco antes de adormecer diante daqueles belos astros do céu.

~ Sonho ~

Estava eu, o radiante e impecável, Super Pippão dentro de uma grande sala fechada. Estranho. Mas que merda eu estou fazendo aqui?! Não demorei para utilizar a impecável força de meus bem revigorados músculos para empurrar facilmente o grande portão à minha frente. Essa portão pode ter duas vezes o meu tamanho, mas não importa, podia até ter 15 vezes! Se eu vou conseguir abrir? Lógico! VITATATATATA!Brinquei com minha confiança, mas era claro que tudo o que eu almejava, eu, facilmente, conseguia. Eu era o fruto de uma vontade divina, o mais belo, mais forte e mais honrado ser destes mares! VITATATA! Como não se impressionar comigo?! Também não sei. E, ao abrir a enorme porta, pude notar uma bela paisagem em um charmoso fim de tarde. Um revigorado pôr do sol parecia acobertar toda a região, e, por estranho que parecesse, não havia ninguém por ali, éramos apenas eu, a linda natureza em meio a esse clima bem reconfortante e um curioso lago.

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Perfeito!Não havia melhor palavra para descrever toda a minha emoção de paz em meio a esse âmbito abundantemente agradável. O doce som de pequenos pássaros a cantar descreviam um som de fundo ainda mais esbelto e agradável dentro desta situação. Já que não tem ninguém aqui...Começava a tirar a leve faixa branca que cobria parcialmente a parte superior de meu corpo. Agora deixando à mostra os meus impecáveis e bem definidos músculos! Eu podia sentir uma agradável brisa percorrer por todo o meu corpo. Eu parecia estar num paraíso... ah, quer saber, todo mundo merece um pouco de alegria as vezes, não é? E, falando em alegria, acho que vou tirar toda a minha roupa para entrar nessa água! O clima já está bom aqui fora, e não tem ninguém para bisbilhotar por aqui, não há problemas em ficar pelado, não é? Não vai haver nenhum tipo de fracassado para bisbilhotar o meu gigante guerreiro.Pensava, enquanto começava a tirar todas as minhas roupas e era moldado por minha inigualável confiança.

Estando da mesma forma de como cheguei a esse planeta, não demorei para pegar um belo impulso e me jogar naquele cristalina e pacífica lagoa. Mergulhando dentro de uma água límpida e que não me fazia afundar, já que eu não sei nadar. Essas águas pareciam ter a altura do meu ombro. De pé, estava tudo tranquilo. Mas quando menos pude notar, esse mar parecia ter um aroma especial. Era doce e bem convidativo... não... essa água não é...Não demorei para enfiar o rosto e dar um bom gole dessas águas. – É rum?!Mergulhei novamente meu rosto para ter certeza, mas não demorei para tirar novamente. – Cachaça?!Eu agora entrava em um conflito mental. O sabor era extremamente delicioso... eu só não sabia bem o que era. – Um toque de...Olhei para os céus. – Toque?!Meu olhar começou a entrar em desespero. – Thork!!

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~ Fim ~

Despertando mais assustado do que um fracassado fazendo um crime na minha frente. Era bem isso o que estava acontecendo. Eu, provavelmente, já tratado ou ainda sendo tratado, não sabia bem quanto tempo havia passado, mas eu precisava salvar meu companheiro: – Onde está o Thork?!!Levantar-me-ia, mais atordoado do que qualquer coisa. – Eu preciso salvar o Thork!!Gritaria, já torcendo para vê-lo bem, e ao meu lado quando eu gritasse, mas eu sabia que nada se resolveria assim tão fácil. Olharia bem ao meu redor para pegar o meu deslumbrante Martelo de combate para poder, em sequência, ir atrás do meu companheiro. E, caso alguém surgisse querendo evitar que eu saísse ou qualquer tipo de situação por motivos médicos: – Perdão, mas o meu companheiro precisa de mim! E se ele não está aqui, eu tenho de ir resgatá-lo!Argumentaria como num basta, pois ninguém, absolutamente ninguém, agora seria capaz de me parar.

Desenfreado como nunca, iniciei uma corrida mais acelerada do que qualquer fracassado querendo fugir quando me vê. Eu já sabia as direções exatas, eu precisava chegar próximo, novamente, a casa do Flameswoth. Isso mesmo, a casa que já estava em chamas e num maior problemão, talvez agora eu conseguisse analisar melhor tudo o que estava acontecendo ao meu redor, talvez pessoas ainda se machucando, mas caso eu pudesse checar civis sendo machucados, eu não pensaria duas vezes antes de abarrotar o meu martelo sob força divina contra qualquer delinquente que estivesse aplicando o mal. Lógico que, um simples golpe, já seria mais do que o suficiente, pois eu estava bem apressado e não poderia parar de correr. Eu só precisava chegar até aquele caminho sanguinário para checar cada um dos que ainda por ali estivesse, mas o meu verdadeiro objetivo era alcançar minha anterior posição.

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Caso eu pudesse visualizar o Thork e aquele gigante esquisito, ambos ainda de pé, eu teria certeza de que havia chegado na hora certa. Lógico que meu corpo não estaria totalmente recuperado, mas já seria mais do que o suficiente para amassar esse grande fracassado. – Então vocês ainda estão lutando?! Puts, essa paquera aí vai dar em namoro, hein.Suspirei. – Ei, Zé, eu não sei teu nome, mas vou te chamar de Beralto. Porque tu se acha o altão poderoso, mas só faz berrar feito uma cabra.Sorriria um pouco da graça de minha piada, mas logo me prepararia para começar a rodar o martelo em minhas mãos e me preparar para pegar nosso adversário desprevenido: – Abaixa a cabeça, Thork!Finalizaria, alvejando golpear na altura da cabeça de meu companheiro, para que, assim, pudéssemos pegar o Beralto completamente desprevenido, mas caso eu pudesse notar que o meu companheiro ainda não havia compreendido o meu recado quando já estivesse bem próximo a efetuar o golpe, eu precisaria saltar para redirecionar o ataque em um ponto pouco maior, e um golpe meu com energia cinética acumulada já seria mais do que o suficiente para liquidar com esse palerma, pois um golpe na altura da cabeça do meu companheiro, seria equivalente a um golpe direto na altura do peito desse fracassado, e um na altura da cabeça dele, provavelmente o deixaria atordoado e, no mínimo, sem dentes ou com um maxilar bem abalado. Se um ataque já destruiu sua mão, no peito faria um estrago bem maior, imagina na cabeça?

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Por outro lado, eu não conseguia imaginar o Thork, um de meus melhores seguidores, se rendendo ou desistindo duma luta contra esse outro fracassado, então, se eu não conseguisse encontra-los dentro desta situação, talvez o lugar em chamas tivesse cedido até o subsolo, e, desta forma, eu talvez precisasse vasculhar meu companheiro e esse fracassado de escala maior dentre os destroços, pois faria questão de tentar carregar ambos, ou ao menos dar apoio ao Thork para que ele seguisse ao meu lado, pois eu ainda acreditaria que ele poderia estar acordado. Partindo deste princípio, alvejava seguir em longos passos calmos, para terminar não me descuidando e derrubando meu companheiro nesse solo imundo, pois isso é lugar apenas para fracassados. Assim que chegasse ao QG, pediria novamente por tratamento, mais para o Thork do que para mim, mas talvez também voltasse a receber algum cuidado médico também.



Histórico:

Objetivos:

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Vitaminado Pippos



Última edição por Pippos em Sex Jul 02, 2021 7:06 pm, editado 5 vez(es)

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Narração
Pensamento
Fala

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BlindaoSargento
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Dragão Indomável


~ Certo, certo! Vá de uma vez! Pode deixar que eu vou arrebentar a cara desse babaca. Responderia para Pippos logo após ouvir seu comentário. Estava confiante, apesar de meus ferimentos. Entretanto, o inimigo também possuía os seus. O combate não seria desigual, mesmo que ainda residisse uma certa diferença em nossas forças, isso apenas engatilhava a chama de minha alma que queimava em prol do colidir de nossos corpos.

O gigante tentava me provocar ao falar sobre eu estar convicto de minha vitória, certamente não cairia em sua tática juvenil, mas por outro lado responderia com um pouco de audácia. ~ Ora meu jovem... o que os mais velhos devem fazer é ensinar os mais novos a ter respeito, Kekekekeke. O rosto provia uma hostilidade a tempos encarcerada, mas libertada como um escravo após a morte de seu patrão. ~ Mas não se preocupe... eu sou mais do que suficiente para lhe por um pouco de juízo. Terminaria de proferir ao expressar um sorriso largo enquanto os olhos permaneceriam hostis.

Dessa vez buscava a ofensiva, diferente de antes que mais centrado na defensiva. No entanto, o avanço frenético não era por impulso ou simplesmente irracionalidade, apesar de minha fúria espontânea, possuía uma tática e confiava nesse corpo que fora abençoado, esculpido e doutrinado ao longo dos anos para concretizar minha meta.

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Os primeiros ataques possuíam êxito, mas inesperadamente o gigante demonstrava grande vigor físico para suportar e ainda defender meus golpes. ~ Hoo! Isto que eu chamo de “perseverança!” Proferia em seguida a ter minha lança e punho parados pelo inimigo.

Ainda surpreso pela capacidade de resistir aos meus ataques, mesmo que já soubesse da vantagem dos gigantes, ainda sim estava atônico pela forma que o gigante conseguia não só defender, mas também atacar ferozmente. “É como diz o ditado: quando se tem a presa encurralada... ou ela foge ou ataca.” O impacto do ataque fazia a visão escurecer ao mesmo tempo que uma enxurrada de sangue espirrava para os lados. Se fosse qualquer outro, ter seu peito perfurado, nariz quebrado certamente causaria grandes dificuldades durante o combate.

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Todavia, seja por azar ou destino, a verdade era que o inimigo havia sido amaldiçoado pelos deuses. Afinal, estava eu diante dele, alguém cuja resiliência, persistência e determinação eram inabaláveis. ~ Thororororo. Thorororororo. Expressava uma risada eufórica em um tom baixo que viria aumentar gradativamente. ~ Agradeço... estava com uma maldita coceira no nariz já algum tempo, mas as mãos estavam ocupadas com a Naginata. Proferia de forma máscula enquanto carregaria um belo catarro e cuspiria ao chão em frente ao adversário.

O sangue escorria pelo nariz como uma cachoeira em cascata. Já havia perdido bastante sangue e prolongar aquele combate só dificultariam as coisas, possuía uma boa noção devido os princípios da anatomia humana.

Outro ataque era direcionado a mim enquanto tentava centralizar meus sentidos. O golpe era poderoso, selvagem e parecia que o gigante nem estava ferido. Qualquer um poderia já ter morrido, desmaiado ou sucumbido pela dor ao enfrentar a força de um gigante de Elbaff. No entanto, para mim era como se estivesse voltando no tempo. Naqueles dias em que sobrevivia na ilha de Elbaff. Quantas lutas enfrentei? Incontáveis. Quantas vitorias obtive? Poucas, mas cá ainda estou... vivo. Se a derrota marcasse o fim, como para muitos orgulhosos gigantes, certamente eu seria excluído de tal crença. Entretanto, sempre detive um pensamento que: “a derrota se encontra na morte! E a vitória na sobrevivência.”

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A dor era algo que já havia sofrido tanto, por tanto tempo, que hoje se quer me afetava. Usar isso ao meu favor para abalar meus inimigos sempre foi uma boa tática de guerrilha. Na verdade qualquer um que olhasse para mim poderia dizer até mesmo que haveria certa tendência ao sadismo, pois, a expressão estampada deixava um certo mal-entendido. ~ Kekeke! O que foi!? Acha que só isso vai me deter? Proferia estando um tanto atordoado, visando fintar nos olhos do gigante enquanto ele estava prestes a atacar novamente. ~ Já recebi tapas mais fortes de mulheres em bordeis, Thororororo! Provocaria ele, com uma voz um pouco ofegante, para atacar sem qualquer receio com objetivo de fazer o próprio ataque dele se voltar contra ele mesmo; obtendo êxito.

O gigante havia sido ferido tanto quanto eu, mas confesso que não esperava estar nesse estado lastimável. ~ Uffs, Uffs, Ufsss. O fôlego estava turbulento, porém, pouco-a-pouco o oxigênio entrava lentamente para o corpo e gradativamente a respiração retornaria ao normal. ~ Fiiiuu! Você é um desgraçado durão mesmo em tenho que admitir... qual seu nome? Perguntaria enquanto tentaria ficar de pé. ~ Nem me lembro qual foi ultima vez que este corpo foi severamente punido como está agora. Não que estivesse tentando conquistar algum tipo de elo amigável com aquele traste, mas por outro lado, a persistência dele havia sim conquistado o merecido respeito.

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Caso o gigante tivesse perguntado meu nome, responderia em seguida a passar a parte de cima da mão pelo nariz com intuito de retirar o excesso de sangue. ~ Dragnar! Thorkell Dragnar! Preferia não expor o sobrenome Godheim que havia me sido dado pela descendência por parte do pai, poucas vezes revelava esse sobrenome. ~ Antes de continuarmos, me responda uma coisa... Questionaria o gigante enquanto movia a haste de uma lado para o outro até retornar para a mão dominante. ~... qual propósito de manter essas pessoas aqui? Porque está servindo um nobre burguês de meia tigela? Seja meu carisma natural ou minha excelente persuasão, talvez fosse uma boa oportunidade para entender o motivo de um gigante estar sendo feito de capacho ao questionar ele mesmo durante um combate. A verdade era que já havia brigado tantas vezes, que era até normal conversar com os inimigos, principalmente os que conquistavam meu respeito; ainda que aquele gigante fosse bastante desonrado.

Havia a possibilidade de ele ser um pirata em busca de ouro, talvez mercenário como os outros, seja como for, agora ele estava ciente de minha força e estaria disposto a arriscar sua vida? Apesar de ser algo natural aos gigantes, nem todos possuem fibra para aguentar ou resistir a longos combates sem um pilar base de determinação.

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Caso percebesse que o gigante não queria muito dialogar ou estivesse ansioso pela continuação do combate, cerraria o punho em volta da haste com força e então posicionaria para a batalha. ~ Entendo... vamos desfrutar um pouco mais dessa batalha, antes que um de nós tombe de vez! Faria um gesto com a mão chamando-o com intuito de provocar e o gigante tomar a iniciativa.

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Assim que ele começasse a avançar, já com meu folego em melhor estado assim como o dele, começaria a girar rapidamente a haste circularmente e com um passo para trás ao mesmo tempo que rotacionaria o corpo, contra-atacaria o golpe dele através de um ataque com a ponta da haste e o que tivesse sobrado da lâmina. Usaria ambas as mãos para maior destreza no manuseio bem como maior velocidade no ataque com objetivo de atingir ele antes de ser atingido. Aproveitaria da distancia da arma, sentidos e instintos para antecipar meu golpe e assim possuir maior êxito no final.

Todavia, o primeiro contra-ataque seria para desestabilizar o avanço do gigante e assim possibilitar uma maior chance no meu próximo ataque; por sinal, seria uma arrancada assim que a haste tivesse colidido com corpo do oponente.

Caso o gigante conseguisse bloquear a haste durante a movimentação, seja com seus punhos ou corpo, tentaria diversificar a circulação da haste para as laterais e diagonais com intuito de desferir um golpe imprevisível; para dar entrada no meu combo de golpe a seguir.

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Com uma arrancada tão rápida quanto possível, visaria inclinar o corpo para frente e assim estabilizar ainda mais meu tronco enquanto aproveitaria o embalo da corrida durante o tempo que alinharia a haste para a lateral e assim que me aproximasse do gigante desferiria um golpe na lateral do estomago. Aplicaria força ao rebater o tronco do gigante enquanto pisaria firme no chão para tracionar os músculos das pernas, tórax e braços com a finalidade de empurrar o inimigo para trás; ou pelo menos ter certeza de que foi um poderoso choque entre a arma e as costelas.

Caso o desgraçado tentasse contra-atacar, mesmo naquela situação, tentaria resistir ao seu ataque para priorizar o meu poder durante o golpe da haste, pois, tinha como objetivo destruir suas costelas laterais para ocasionar sérios danos junto a possibilidade de diminuir a mobilidade e força do inimigo em seguida.

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Após atingir o corpo do gigante, possuindo êxito ou não, saltaria para trás para ficar alguns metros de distância e, sem delongas, almejaria novamente o ataque. Tracionaria os músculos das pernas enquanto dobraria os joelhos para centralizar a força de impulsão e explodiria em um salto frontal com o intuito de colidir por cima. ~ RÁHHH! Urraria coma força recrutada logo ao saltar, centralizando a força nos braços, tronco ao mesmo tempo que levaria a haste para trás da cabeça e flexionaria ao máximo os membros do corpo e usufruir de meu peso, força e gravidade para gerar um golpe devastador, se possível.

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~ O que foi!? Parece estar cansado! Kekekeke! Eu por outro lado... posso fazer isso o dia todo! Proferia de forma audaciosa enquanto expressaria um sorriso bastante aterrorizador, o que era acontecia uma vez que outra em uma luta em razão da empolgação e sede por sangue, não me orgulhava muito disso, mas era um mau hábito.







  • Posts: 16
  • Ganhos: Naginata;
  • Perdas: ~x~
  • Players/NPCs:
    Pippos Vitaminado;
    Bartomolew;
    Detective;
  • Ferimentos: - Cortes profundos no tórax [0/12 - não tratado]
    - Nariz quebrado [0/14 - não tratado]
    - Corte na cabeça devido à pressão e força [0/12 - não tratado]

  • Localização: Flevance ~ North Blue
  • Objetivos:
    ~ Obter uma Naginata/Lança;
    ~ Conhecer Gaiden, Denki & Drake.
    ~ Concluir 3 missões;
    ~ Subir de Patente;
    ~ Treinar Ambidestria;
    ~ Ganhar boa Fama;



PdV: 7400
STA: 100

Força: 240   [+120 Raça] [+60Edc] [+20 Arma]= 440 ~ Hábil ~
Destreza: 0 ~ Incompetente ~
Acerto: 20  [+120 Raça] [+60Edc]= 200 ~ Regular ~
Reflexo: 10 ~ Regular ~
Constituição: 130 [+120 Raça]= 250 ~ Regular ~

Agilidade: 105
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 5%

Qualidades:

Defeitos:

BrigaCotoveladas, cabeçadas, garrafadas, mordidas e dedo no olho. Você faz os movimentos necessários para sobreviver e derrotar o inimigo, sem se importar com estilos ou movimentos rebuscados.

SobrevivênciaVocê é capaz de encontrar água, comida e abrigo em ambientes hostis, se existentes.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

NadoVocê domina diversos estilos de natação e é capaz de controlar sua respiração com maestria para não perder o fôlego.

PersuasãoVocê é capaz de convencer os outros através de argumentos lógicos e racionais, ao contrário de lábia, os efeitos de persuasão são duradouros.

Profissão:
Sentinela Os sentinelas são guerreiros espirituosos que dominam o conceito de vigia, seja dentro do navio durante as viagens e fora deles, excelentes seguranças em terra firme, eles são de suma importância para missões de proteção, patrulha, escolta, rastreio e guarnição, seja de itens, pessoas e etc. São guerrilheiros por natureza, excepcionais quando se trata em defender sua tripulação incluindo eles, quando deparados com hostilidade e/ou situações desfavoráveis. Carregados com um alto vigor físico, são aptos, versáteis e incansáveis em cumprir sua função sobre diversos territórios inimigos, com objetivo em defender o navio, o navegador ou tripulação de eventuais ameaças durante combates marítimos/terrestres.

Bônus: O jogador quando estiver em serviço protegendo algum aliado, navio, carga ou item e for infligido por algum status negativo, durante esse tempo ele consegue ignorar os efeitos narrativos(não será neutralizado, os efeitos viram pós-término de sua função). Esses efeitos variam entre envenenamento, lentidão, sangramento e etc. Situações desfavoráveis que exigem ficar sem dormir, comer ou descansar, o jogador consegue permanecer o dobro do tempo.



Arma: NaginataDescrição: Um tipo de lança com um comprimento de 10 metros, havendo 7 metros de haste e mais 3 metros de lâmina. Seu diâmetro é de um metro e meio. Alguns entalhes pode ser visto sobre sua haste. A Lâmina é curvada possuindo duas ondas sobre a parte de cima. Imagem da Lança.
Tipo da Arma: Naginata
Qualidade: Clássica.
Durabilidade: Baixa.
Dano: +20 em força.
Estado: Rachadura na haste e lâmina

DinheiroBerries: 5.250.000 ฿S

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Gaiden
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~ Late ~



Arthur flamsworth - o nobre assassino. Talvez fosse assim que as manchetes dos jornais de Flevance se referissem ao homem dali em diante. O abraço de Lara me confortava, e correndo para fora do recinto com Smith - que detinha Arthur - eu finalmente via um simplório fim naquele enigma. Mas coisas ainda deveriam ser esclarecidas, e o próximo passo seria interrogar o grande mandante de todo o circo armado. Contudo, me atendo a Lara por alguns instantes, eu poria a perguntar - Senhorita!! Está bem? Desculpe-me por tudo. Nunca pretendi ferí-la, de qualquer forma. - Após ouvir as palavras da menina, sorriria, em complacência, e me voltaria ao chefe.

- Smith, temos que conversar - Indicava, rígido. Não sabia se permaneceríamos do lado de fora esperando algum tipo de ajuda de eventuais bombeiros (e enfermeiros, para Flamesworth) ou se iríamos nos dirigir ao Q.G.. Deixaría as medidas seres tomadas pelo oficial, já que me faltava autoridade e vigor para agir naquele momento. Estava cansado, e isso era reflexo do dia estressante que fora.

Chegando aonde quer que fosse - de preferência num local onde pudesse alcançar diretamente Arthur - eu falaria a Smith - Temos de interrogá-lo... - Pausaria brevemente, enquanto retirava os documentos que delatavam condutas criminosas ainda mais densas do que prevíamos - Este homem. Um mercenário. Não sabemos quantos trabalhos foram feitos por estas bandas, mas Monsieur Flamesworth tem uma relação direta com ele, dados os papéis encontrados. - Esperava a reação do chefe e, sem mais delongas, me punha a falar novamente - Necessito de sua permissão para fazer perguntas ao apenado. Não sou ótimo em interrogatórios, não é uma proficiência muito desenvolvida em mim, mas acho que sei falar verdades e colher frutos de conversas... Caso possa me ajudar, melhor ainda, senhor.

No caso de aceite de Smith, eu não tardaría a começar. Pegando o papel do contrato, o que fora recolhido do estranho cômodo na prisão, eu o colocaria à vista de Arthur e olharia profundamente em seus olhos, enquanto me poria a falar a Lara, mas não desfixando o direcionamento da mirada - Lara, por favor, será que poderia me arranjar uma camisa? - Em composição detetivesca. Atendo-me somente a Arthur, então, começaria meu discurso - Senhor Flamesworth, quero aqui pedir perdão por algumas coisas. Primeiramente, seus braços. Não acho que esse tipo de conduta seja justa ou sequer humana. Homens e mulheres não deveriam ser maculados a esse ponto. Não. - Exprimia, impassível, reprovando a conduta de Smith ao ofender a integridade física do homem. - Mas o que temos aqui, monsieur, é um assunto muito mais profundo. Quem é o mercenário que contratou com vossa senhoria? Onde o encontramos? O que ele fez anos atrás? Temo que essas perguntas necessitam de respostas... que só o senhor pode nos prover - Pausando em desatino, caso notasse que não havia profissionais da saúde auxiliando o homem, protamente pediria a Smith - Por favor, senhor, coloquemos alguém para cuidar dos ferimentos deste pobre rico. A "Dignidade da Pessoa Humana" é princípio irrevogável no meio dos que prezam por justiça. - Terminaria, já reemendadndo o outro assunto. - E é isso, senhor Flamesworth, que temos de prezar. A dignidade dos que faleceram nas mãos de um assassino. Sei que o senhor fez o que fez por ambição. Mas há de convir comigo que morte sem necessidade não é algo romântico, é algo doente. Morte, em si, já é algo abominável, mas quando se trabalha com ela, como esse homem, ela transcende a abominação e se torna uma ideologia antivida. Esse tipo de coisa não pode permanecer, não pode. Esse homem, tenho plena convicção de que ele trabalha com a morte pois a tem como ideologia. O ponto não é dinheiro, pois, se existem outros meios, logo, ser mercenário é questão de escolha. - Pararia por uns instantes, esperando smith findar sua parte do interrogatório. Não havia muito o que fazer por minha parte, mas caso Flamesworth não me ajudasse, torceria para que o oficial fosse mais efetivo.

Caso Lara chegasse com minhas vestes, eu as poria em felicidade falando - Obrigado, minha querida. Você, como sempre, se mostra prestativa demais!! - Continuando a folhear os papéis do jornal e do contrato antes encontrados.

No final de tudo, esperaria que alguma informação fosse relevante para o caso. Diria a Smith, logo então - Senhor Smith. Temos que saber onde estão os gigantes. Eles vão ter que me ajudar nesta empreitada. Um mercenário... - Na hipótese de terem chegado, falaria -  Amigos!! Que bom vê-los saudáveis... ou pelo menos, vivos. Tenho algo para contá-los... - Prosseguiria falando para os mesmo sobre toda a história da prisão e dos papéis, como também de Odin.




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Koji
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Alvorada dos Monstrorines - 16
00:54 ~ 01:12 / Flevance


 
Pippos

Pippos finalmente chegava ao seu destino: o QG de Flevance, o lugar que temporariamente o acolhia. Seu objetivo lá era simples e direto, porém, carregava um peso maior do que a explicação dava. Ele precisava recrutar ajuda para seus colegas Detective, Thorkell e Bartolomew, porém, em meio de tantas problemáticas, seu corpo mostrava a maior quantidade delas. O homem estava coberto em sangue e cortes, sem contar os hematomas distribuídos por todo o corpo musculoso. A causa disso fora, sem dúvidas, os capangas da organização criminosa, porém, os créditos já não ajudariam ninguém nessa ocasião. Ele então era tratado, bebia para eliminar os efeitos de sua abstinência, e enfim descansava seu corpo para mais um round de batalhas. Essa era uma resposta natural se visse o cansaço que o homem carregava, e mesmo em seus sonhos, ele não esquecia de suas obrigações.

Assim que ele adormecia, a sua mente criativa tomava conta dele e criava, talvez, o que o gigante chamasse de "o mundo perfeito". Os rios e águas eram álcool, onde ele se esbanjava como quisesse. A maravilha não durava muito, como já dito antes, ele lembrava de seu amigo que, sozinho, cuidava do inimigo muito mais poderoso que ele mesmo. Ele era colocado em um senso de urgência assim que acordava, perguntando freneticamente sobre o paradeiro de Thorkell, mas não medindo esforços para procurá-lo pessoalmente. Os médicos e soldados que estavam lá em sua chegada não eram mais presentes, e parecia haver uma certa agitação do interior do Quartel. Não havia ninguém para impedi-lo, e assim se sucedia sua tentativa de salvamento. O corpo do meio-gigante protestava a cada passo que se passava, mas lentamente ia se acostumando com a dor, e seus músculos, tendões e nervos se soltavam para praticar mais da justiça divina que Vitaminado proporcionava.  

O caminho para aquela casa enorme era do conhecimento do rapaz, logo, chegar lá em velocidade não se mostrava um desafio e tanto, tirando o fato de seu corpo em decadência. Suas feridas, agora tratadas, realmente doíam menos, porém, ele não era capaz de operar em sua capacidade total, ainda mais pelo tanto de sangue que escapara de suas veias durante todo o processo doloroso que ele passara. De qualquer forma, ele chegava até o local, imponente como sempre. A mansão, que antes se mostrava suntuosa, agora estava em chamas, e iluminava o céu noturno ainda mais do que a Lua, que estava prestes a se esconder nessa madrugada. Os corpos no chão foram recolhidos, e alguns marinheiros estavam no local falando com o grupo que Pippos avistara na fábrica anteriormente. Detective, Smith e Lara não se encontravam lá.  

Porém, tudo isso não fazia parte de suas preocupações. Ele não hesitava sequer um segundo em se direcionar até o local onde estava seu amigo e companheiro, pronto para a batalha, não importando o status de seu corpo mortal.  

Thorkell e Pippos
 

A luta durava ainda mais do que esperado pelos dois conterrâneos. Sangue era espalhado por todo o local, principalmente inimigo, uma vez que seus ferimentos eram mais sérios. Porém, a vitalidade do homem acompanhava seu tamanho, e sua resiliência o mantinha em pé. Contrário ao que todos poderiam achar, ainda em meio às suas circunstâncias e ferimentos, ele batia em Dragnar, e seus golpes não eram leves, mais pesados como o soldado nunca antes vira em seu meio século de experiência.

Uma coisa era fato, apesar de tudo: eles queriam acabar logo com aquele embate. E para acelerar as coisas, fumaça proveniente da queimada da mansão começava a invadir aquele local, ocasião essa que pouco a pouco transformaria o campo de batalha sangrento em um verdadeiro inferno. Se enganaria, porém, quem dissesse que o valente soldado ficava para trás nessa troca. Seu vigor e força eram comparados aos de seu inimigo, e mesmo após ataques destrutivos, ele mostrava seu rosto como um verdadeiro combatente, ainda mais do que isso, seu senso de humor se mostrava afiado em meio a tudo o que acontecia, tentando desestruturar seu oponente. O seu nariz quebrado jorrava sangue, lhe dando um senso de urgência, mas a sua curiosidade ainda falava alto antes do embate final dos dois colossos.  

O homem então se levantava de sua posição e estado deplorável, e começava uma pequena conversa com seu adversário. Este, que estava coberto de ódio e antecipação, relaxava um pouco sua postura de imponência e respondia o combatente, exprimindo respeito por ele.  

— Você é um lutador digno, me deixando em uma situação dessas... não vai doer te contar umas coisinhas, já que daqui você não sai hoje KUKUKUKU" — ele dizia certo de sua vitória, escondendo as respostas naturais de seu corpo em meio a todo esse sangue derramado e ferimentos sentidos. — Me chamo Hannibal Ordin. Filho bastardo de uma mãe gigante e um pai criminoso. — rapidamente ele mostrava uma saudação rápida e forçada, arqueando sua coluna após a resposta como uma reverência. — E o seu nome, nobre guerreiro? Te darei um enterro digno assim que acabarmos isso aqui. — novamente expressava sua certeza de vitória, mesmo respeitando a força de seu adversário. Ele nunca havia perdido uma luta na vida, logo, não sabia o significado de derrota, nem o seu sabor. — Certo! Mais alguma questão? — ele agora se preparava para a luta novamente, antes de ouvir novas palavras saindo da boca de Thorkell, que não revelava seu nome completo. — KUKUKUKU! Deus me livre servir àquele homem. Eu sirvo o meu irmão, e ele serve o dinheiro. Fomos contratados por ele apenas. — ele respondia enquanto Thorkell pegava a haste do que restara de sua Naginata. — Devon... meu irmão, me deu tudo o que tenho hoje. Acredito que você deve saber o que é uma casa e comida para se empanturrar em meio a essas ilhas que nem ao menos nos oferecem um lugar para dormir. — respondia, de certa forma nostálgico. — Depois de salvar minha vida, onde estava jogado pelas ruas dos Blues, só havia uma coisa que eu poderia fazer por ele, então eu jurei lealdade ao meu salvador. — explicava parte de sua caminhada até ali, e voltava a falar após uma pequena pausa. — Confesso que muitas vezes não gosto do que faço, mas eu jurei há muitos anos atrás, e a última coisa que faço é quebrar minha palavra. Antes eu tinha frio, fome e feridas. Hoje tenho poder, família e fartura. Um pequeno preço a se pagar, eu creio. — terminava sem mais rodeios. A fumaça logo tomaria conta do lugar, e o homem parecia estar com pressa. — Vamos terminar isso de uma vez por todas. — entrava em posição de combate e se preparava para combater o homem em sua frente.  

Thorkell não ficava para trás, e serrava seus punhos, logo em seguida sinalizando para o gigante vir até ele em uma provocação óbvia. A conversa entre os dois de maneira alguma havia deixando qualquer um dos lados mais suave, mas o ódio de antes não era mais sentido no gigante, apenas uma determinação mais forte ainda ao se lembrar da jura que fizera ao seu irmão. Ele então iniciava a ofensiva, da qual Thorkell já estava preparado. Seu corpo corria como nunca antes, chacoalhando toda a arena que já estava prestes a se desestruturar, seu braço direito ia para trás de sua cabeça como se estivesse aproveitando de toda a energia de seu corpo para produzir um soco massivo.

Thorkell respondia à ameaça com o resto de Naginata que encontrara. Se tratava da haste, agora a parte inferior da mesma, já que a lâmina fora jogada fora de seu alcance. Com ela, o homem a girava habilmente como fizera a vida toda, e assim tentava contra atacar o poderoso ataque que vinha até sua direção utilizando a ponta da haste, mas não era o suficiente. O punho do gigante era acertado pelo projeto de arma, e a força impulsionava Dragnar para trás, arrastando seus pés pelo chão molhado de sangue e suor. Ambos não estavam satisfeitos naquela ocasião, e iniciaram novamente suas investidas. Godheim corria como nunca, assim como seu adversário. Os dois corpos perdiam distância tão rápido como um raio, e quando o gancho de Ordin iria acertar o maxilar do soldado, o mesmo se abaixava para desferir seu poderoso ataque contra as costelas do inimigo.  

O punho do mercenário passava por cima da cabeça do Soldado da marinha e agitava o vento com a pura força que ele desferia. Com técnica e movimentação, o marinheiro desviava e acertava em cheio um poderoso golpe contra as costelas do inimigo, que faziam o barulho característico de quebra, fazendo o corpo do mesmo cambalear, mas não falhar. A dor, como sempre, não era sentida pelo mesmo, o que lhe dava uma gigantesca vantagem. Dragnar não ficava parado, e logo iniciava uma nova ofensiva. Ele se afastava e novamente iniciava uma corrida, antes de flexionar os músculos de suas pernas e saltar ferozmente. No ar, os olhos dos dois se encontravam, ambos carregando sorrisos assustadores provenientes de seus espíritos de luta inabaláveis.  

Thorkell flexionava seus músculos poderosamente e posicionava o pedaço de haste atrás de sua cabeça, carregando o ataque, liberando-o para acertar a cabeça de seu inimigo. Seus planos eram frustrados pelo homem que estava atento, e, portanto, cruzava seus antebraços para se defender desse poderoso golpe capaz de partir ossos. Os dois novamente entravam em uma batalha de forças, essa que parecia mais equilibrada agora por conta das avarias sofridas nos membros do gigante mercenário. O fato indiscutível nessa briga era o peso totalmente diferente dos dois, e fazendo uso magistralmente dessa vantagem, o inimigo tomava a dianteira da batalha, expelindo com sua força e peso a haste que pressionava seu corpo.

Com a abertura criada, ele não hesitava em desferir um poderoso golpe em seu inimigo. Movimentando todo o seu tronco para frente, ele impulsionava o que restava de seu braço e punhos mirando nas costelas de Thorkell. O momento parecia em câmera lenta para ele, como se a batalha fosse acabar ali. Seus sentidos estavam totalmente depositados naquela situação, não o permitindo assim ouvir a chegada de Pippos e sua piada infame. Seria triste para ele não ter uma plateia rindo de sua brincadeira, mas a diversão vinha depois, quando ele atacasse o inimigo para acabar com as coisas.  

Soldado vitaminado corria freneticamente até o homem que atacava seu amigo, sem medo, apesar de todos os seus ferimentos espalhados pelo corpo. Ao seu lado, ele podia ver Thorkell sendo arremessado pela força do soco que ele recebera nas costelas. Tamanha fora a intensidade, que de sua boca saía sangue e saliva expelidas, e seu corpo era arremessado para trás em uma velocidade nauseante, enquanto seu companheiro avançava diligentemente em direção ao gigante distraído. O mesmo só percebia seu fim quando era muito tarde. Ele tentava esconder sua cabeça, o ponto vital do ser vivo, mas não era sucedido vendo o pouco tempo que tinha até o poderoso martelo de Super Pippão acertar poderosamente sua cabeça.  

Chegando o impacto, o mesmo produzia um som alto e tremia a arma de Pippos, fazendo até pior com o corpo do adversário. Ele se ajoelhava, mostrando uma tontura extrema, antes de olhar para o gigante atacante com um olhar de raiva. O mesmo não era sustentado por muito tempo, seu olho, agora avermelhado, perdia a luz e seu corpo desistia da batalha, caindo para o lado, demonstrando a derrota iminente proveniente da ajuda oferecida por Pippos no final da batalha. Nesse momento, o fogo que antes estava na casa começava a se alastrar pela porta de cima, onde fugira Detective, e a fumaça se intensificava pelo local, onde diversas rachaduras iam se abrindo pouco a pouco. Aquele lugar ia desabar logo, junto com a vida de quem estivesse embaixo daquele amontoado de concreto e rochas.  

Detective
 

Aquele pesadelo em que Lara e o detetive estavam era finalmente findado, e com ele, a adrenalina, trazendo o cansaço típico de tal reação corporal. No final, tudo ocorrera bem, graças a intervenção de Detective dando uma brecha para o agir de Smith. O homem de mistérios não aprovava a conduta do oficial da marinha, mas não o confrontava quanto a isso também. De qualquer forma, o sargento o levava nas costas e estancava as incisões precisas com alguns pedaços de pano, atrasando o sangramento imparável do corte limpo.  

Para alguém que presava a integridade de qualquer homem, esta garantida por lei, aquilo poderia ser uma afronta, porém, seu real objetivo pairava sobre o interrogatório de Flamesworth, mas antes disso, ele falava com seus colegas. Lara era a primeira, esbanjando toda a preocupação que tinha sobre a garota.  

— Está tudo bem, Senhor Detetive! — falava calmamente fazendo uso do apelido que dera ao homem sem um nome aparente. — No final das contas, eu devo minha vida a você, por corajosamente enfrentar a morte daquele jeito... — ela abaixava a cabeça e se punha a pensar em um momento. O sentimento de impotência e falta de habilidade mastigava seu cérebro em um surto de emoções que faziam a mulher pensativa. Detective não tinha a chance de consolar ela, pois a mesma disparava na frente em direção ao QG, para onde eles já iam. O investigador então partia para abordar o impassível Smith.

— Ótimo trabalho investigativo, detetive. Sabia que não estaria errando ao contratar o senhor... — ele dizia apaticamente, mas pensativo, matutando o conteúdo que acabara de receber do investigador. — Devon Ordin... há alguns anos atrás essa organização se mostrou, agora eu me lembro bem. E pensar que ele se mostraria em um caso como esse... — ele abaixava a cabeça e ofegava um pouco com tudo o que acontecia, ainda mais pelo desgaste físico de carregar Flamesworth desacordado em suas costas. Novamente, o homem ouvia a proposta de interrogação de Detective. — Claro, creio que o trabalho de um investigador abrange essas áreas também. O caso não está encerrado até que tudo esteja nos conformes. — ele falava em aprovação, após testemunhar o serviço profissional feito por Detective. — De qualquer forma, temo que esse homem não irá falar muito nesse estado. Vamos nos apressar para salvar ele logo. — ele colocava um olhar determinado no rosto, e partia para o QG junto com Detective.  

O caminhar era rápido, devido à urgência, e logo chegavam ao quartel, que estranhamente estava ativo, independente do horário. Ao chegar na área aberta, viam uma equipe médica, liderada por uma pequenina doutora, cuidar de um dos parceiros, Pippos, que se mostrava desacordado com uma garrafa de álcool na mão. Seus incontáveis ferimentos finalmente faziam o sargento exprimir algum tipo de sentimento, talvez configurando pena, ou respeito. — Pobre garoto... ele lutou bravamente, não posso imaginar como estão os outros... — ele falava, ao mesmo tempo em que uma pessoa ia o cumprimentar com a familiar continência. Lara não podia ser vista no meio daquela multidão de médicos e soldados saindo até a mansão de Flamesworth para prestar ajuda.  

— Sargento! Que bom que o senhor está bem. — um jovem médico aparecia e firmemente prestava respeito ao homem, logo colocando os olhos no corpo que ele carregava nas suas costas. O diálogo era curto, mas claro, como um verdadeiro líder ele dava ordens. — Esse homem é uma peça importante na investigação. Por favor, cuide bem dele. Eu fiz uma atadura rápida para impedir o sangramento, mas temo que isso não seja capaz de segurar por muito mais tempo. — ele falava, logo passando o corpo do "nobre" para uma maca que era trazida rapidamente com um sinal do médico. Ele cumprimentava novamente os dois homens e se retirava para o interior, sendo seguido por Smith.  

Detective, ciente de toda a situação viciosa que estavam inseridos, perguntava de seus colegas, em preocupação para Smith. — Eu sei que Bartolomew está desacordado, assim como Pippos. Eu imagino que Thorkell esteja lutando agora também. Só temos que ter fé para que tudo acabe bem. — ele respondia, pensativo novamente. O homem podia sentir o peso em seus ombros, o peso da vida de seus colegas e subordinados. Ele lembrava do convite que recebera anteriormente de um dos gigantes, para beber após tudo isso acabar, e nessa lembrança, uma determinação mais forte ainda. Pensando nisso, ele partia novamente para a mansão em chamas, deixando Detective sozinho com o paciente, que era cuidadosamente tratado pelos médicos profissionais.  

Se o homem não desistisse de seu interrogatório, e falasse com o nobre após ele acordar, a conversa se desenrolaria normalmente.    

— Fico lisonjeado... com seus ideais padecendo... desse nobre homem... — falava ofegante. Sua aparência era horrível, parecendo mais um morto do que um ser vivente. A perda de sangue fizera sua pele embranquecer mais ainda do que as marcas da idade. Seus lábios se misturavam com a pele, e seus olhos eram profundos. Em suas veias, soro contendo os nutrientes necessários eram aplicados, e o mantinham vivo pelo momento. — Devon Ordin... é um incógnita... eu o encontrei... através de alguns contatos... — falava pausadamente pela inabilidade de conversar nessas condições. — Esse nem é seu nome verdadeiro... mas a sua marca de crime... a sua organização é extremamente... forte e ajustada... enraizadas nas terras de Flevance... escondidas pelo submundo desse paraíso alvo... — continuava com dificuldades, revelando o pouco que conhecia. Detective novamente se aprofundava em um monólogo, falando sobre a morte a busca pela mesma. A reação de Flamesworth era apenas um pequeno sorriso, incapacitado de fazer mais. — tenho certeza que você sabe... que morte vai além... da perda do corpo e da consciência... alguns morrem em acontecimentos... outros em traumas... alguns se aprofundam em sua ganância... e matam sua essência... eu não o julgo sem saber... seu passado e tudo o que... lhe ocorrera anteriormente... — dizia o nobre, que ao falar sobre a morte da alma, percebia seu próprio erro, caçoando de si mesmo mentalmente. — Quem trabalha com a morte... já abraçou ela... e não a teme mais... sua essência é corrompida... e de seu Eu verdadeiro... sobre só carne e osso... às vezes nem isso... — finalizava com uma reflexão que refletia sua própria existência, ao perder tudo na busca pelo poder.  

Após o pequeno e arrastado diálogo, uma figura importante passaria pela porta. Lara estava de volta, e antes que Detective pudesse abrir a boca para falar com ela, a moça diria apressadamente, expressando urgência digna de tal situação.    

— Detetive! Alguns sobreviventes da batalha vieram! Eles trouxeram Devon Ordin desacordado e alguns capangas! O nome da pessoa que o trouxe é Klaus Sunwizer! — a moça diria sem perder um segundo sequer. Ela dizia o nome do capturador na esperança de ser familiar para o seu companheiro, mas Hëzil mesma achava isso improvável.



Informações sobre a investigação:

Histórico:

Legenda / Npc's:

Considerações:

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 6 EE4OUIx


"Assume the position to get back on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
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Dragão Indomável


Apesar das ações maliciosas do gigante, qual se chamava Hannibal, pelo menos existirá um pouco de cordialidade por parte dele. Suas respostas eram claras e diretas, sem rodeios, bem como eu preferia ouvir. ~ Hunf, sonhar faz bem. Expressava sarcasmo logo ao ouvir as palavras ameaçadoras de Ordin. ~ Talvez você possa se redimir na próxima vida, quem sabe. Mas não se preocupe, serei homem suficiente para encarar seu irmão e dizer para ele que serei o autor de sua morte. Terminaria de proferir apreciando o breve dialogo.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 6 Y5KbN7Q

A história de Hannibal era bastante comum, viajei muito por esses mares e já havia visto muitos semelhantes a ele, exatamente por isso poderia confirmar que seus motivos e sua lealdade possuíam sentido para mim. Apesar que era ainda mais comum pessoas sem ambições viverem servindo outros. ~ Uma pena mesmo. Proferia ao mesmo tempo que cheirava o odor de madeira queimada, percebendo com clareza a mansão em chamas.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 6 EqTZw7L

~ Concordo, vamos pôr um fim nisso... Ordin! Kekeke! Anunciaria com um tom de voz forte, resoluto e animado. Já até mesmo havia esquecido de Pippos, Bartolomew, detetive, os civis presos. A excitação pela luta, o desejo pelo sangue e o prazer de segurar a arma eram as únicas coisas que residiam em minha mente agora.

O combate estava acirrado, prazeroso e extremamente intenso. A troca de golpes estavam equiparáveis, mas a diferença de alcance e peso certamente permitiam o gigante ter uma puta vantagem. Ordin havia conseguindo explorar uma brecha em meio aos meus ataques, seja pela determinação em servir seu irmão agora refrescada em sua mente graças a mim ou pela vontade em sobreviver, ele havia acelerado seu ritmo.

Mesmo com ferimentos graves, isso apenas lhe impulsionava para derrotar-me. Pelo fato de os ferimentos começarem a surtir efeito, devido ao acumulo e tempo já passado, não conseguia usar todo potencial e vigor que normalmente residia em meus músculos. Apesar de não sentir a dor como os outros, isso não significava que o corpo seria imune aos danos e colaterais.

O golpe nas costelas havia-me arremessado para longe, perdendo de vista Hannibal e por um momento todo ambiente, devido o atordoamento. Mas logo retornava os sentidos e notava a chegada do soldado Pippos intervindo no confronto. “Aquele frango desgraçado, eu ia acabar com ele.” Pensava comigo enquanto tentava me por de pé, usaria o que havia sobrado da haste da Naginata para auxiliar se necessário, sentindo os músculos exercerem grande esforço só para tal ação básica.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 6 P2oiCxt

~ Tsk, já não está na hora de criança estar na cama!? Porque voltou, seu vegetal do caralho. Admito que estava irritado com o final do combate, embora me agradasse o fato de Pippos ter feito um imenso esforço para vir me ajudar. Afinal, estava ciente de seu estado. ~ Tá, tá... vambora daqui, senão vamos virar churrasco. Responderia ao mesmo tempo que começaria a andar para fora daquela fábrica. Porém, antes de sair, olharia o corpo caído de Ordin e largando o pedaço de pau que havia se tornado a lança, viria a pegar a parte do tronco e por em cima de meu ombro para carregar aquele desgraçado para fora. ~ Eu sei, eu sei... Falaria caso o soldado Vitaminado me olhasse com desdém ou questionasse o propósito de minha ação. ~ Vou dormir melhor se dar um enterro mais apropriado para esse maldito. Indagaria usando o restante de minhas forças para sair do local. Se necessário, aceleraria os passos e recrutaria ainda mais força nos músculos para não dar chance da fabrica desabar em cima de nós.

Assim que houvéssemos saído do interior da fábrica, largaria o corpo do gigante enquanto desabaria junto dele, mas sentando no chão sem qualquer formalidade. – Uffs. Que saco. Expressaria desgosto com a situação, mas não me prenderia nisso por muito tempo. ~ E então Pippos, levou os civis para o quartel? E o detetive... achou ele? Perguntaria enquanto deitaria de costas, apoiaria os braços na cabeça como se fosse um travesseiro, e olharia o céu noturno por algum tempo.

Durante a pausa que haveria feito para descansar, dialogando com o soldado Vitaminado, esperava que todos os civis estivessem bem junto do sargento Smith e Detective. ~ Nice job. Falaria de forma positiva caso fosse confirmado por Pippos a situação, não evitaria uma gorfada de sangue novamente devido os ferimentos. ~ Mas pera aí! E o arrombado do nobre? Até mesmo havia esquecido desse pedaço de lixo, mas inesperadamente ele viria em minha mente, tanto que falaria logo que recordaria dele. ~ Bom, não vamos esquentar muito com isso. Já fizemos mais do que a missão em si exigia, bora voltar pro quartel. Soltaria um suspiro e em seguida levantaria.

~ Eu sei Atlas, tu está cansado, mas aguenta aí que ainda não acabou. Proferia para mim mesmo dialogando com meus músculos devido cansaço que sentirá neles. Enquanto isso, levantaria parte do tronco do gigante e apoiaria em meus ombros. Caso Pippos viesse ajudar, deixaria que ele pegasse parte do tronco e apoiasse o braço do gigante em seus ombros, fazendo exatamente igual a ele.

Levaria algum tempo até chegada no Q.G. Afinal de contas, o cansaço estava alto para mim, provavelmente para Vitaminado também. Carregar ainda aquele gigante seria uma tarefa árdua e desnecessária. Porém, seguia meus instintos e como Hannibal havia-me presenteado com um estupendo combate que a Eras não desfrutava, o mínimo que poderia fazer ela levar sue corpo para o quartel e ratificar sua morte junto a um enterro digno, mesmo que ele não merecesse muito, faria isso por mim como forma de honrar nosso duelo.

Estava tão cansado que nem conversaria muito com o soldado Pippos, o que era raro, mas compreensível devido nossa situação. Concentraria minhas forças no objetivo: chegar no quartel.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 6 H8V5MkA

Assim que chegássemos no local, tendo em mente que nossa entrada não seria possível, largaria o corpo de Ordin próximo a entrada do Q.G. e avisaria os guardas no local. ~ Pode fazer um gentileza meu rapaz!? Proferia para o marine mais próximo, deixando visível um rastro de sangue escorrer pelo nariz, boca e tórax. ~ Estamos voltando da missão do Sargento Smith, avise ele de nossa chegada.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 6 Gk3zS6q

Sem mais delongas, aguardaria o marine chegar para reportar a ele. ~ Este é Hannibal Ordin. Pelo que pude entender, ele e seu irmão estão a serviços de Flamesworth. Acredito que sejam piratas, mas não pude confirmar isso da boca dele. Enfim, se me der licença, preciso descansar um... cambalearia apoiando as mãos no chão e sentindo o corpo perder completamente o vigor que tanto me orgulho, além de cuspir demasiadamente sangue chão. ~... puta merda. Esse desgraçado realmente deu trabalho. Então desabaria para trás, devido toda tensão recebebida e acumulada se ir, restando apenas o sono tomar conta da mente e corpo.






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  • Ganhos: Naginata;
  • Perdas: ~x~
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    Detective;
  • Ferimentos:
    - Cortes profundos no tórax [0/12 - não tratado]
    - Nariz quebrado [0/14 - não tratado]
    - Corte na cabeça devido à pressão e força [0/12 - não tratado]
    - 2 Costelas quebradas [0/14 - não tratado]

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  • Objetivos:
    ~ Obter uma Naginata/Lança;
    ~ Conhecer Gaiden, Denki & Drake.
    ~ Concluir 3 missões;
    ~ Subir de Patente;
    ~ Treinar Ambidestria;
    ~ Ganhar boa Fama;



PdV: 7400
STA: 100

Força: 240   [+120 Raça] [+60Edc] [+20 Arma]= 440 ~ Hábil ~
Destreza: 0 ~ Incompetente ~
Acerto: 20  [+120 Raça] [+60Edc]= 200 ~ Regular ~
Reflexo: 10 ~ Regular ~
Constituição: 130 [+120 Raça]= 250 ~ Regular ~

Agilidade: 105
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 5%

Qualidades:

Defeitos:

BrigaCotoveladas, cabeçadas, garrafadas, mordidas e dedo no olho. Você faz os movimentos necessários para sobreviver e derrotar o inimigo, sem se importar com estilos ou movimentos rebuscados.

SobrevivênciaVocê é capaz de encontrar água, comida e abrigo em ambientes hostis, se existentes.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

NadoVocê domina diversos estilos de natação e é capaz de controlar sua respiração com maestria para não perder o fôlego.

PersuasãoVocê é capaz de convencer os outros através de argumentos lógicos e racionais, ao contrário de lábia, os efeitos de persuasão são duradouros.

Profissão:
Sentinela Os sentinelas são guerreiros espirituosos que dominam o conceito de vigia, seja dentro do navio durante as viagens e fora deles, excelentes seguranças em terra firme, eles são de suma importância para missões de proteção, patrulha, escolta, rastreio e guarnição, seja de itens, pessoas e etc. São guerrilheiros por natureza, excepcionais quando se trata em defender sua tripulação incluindo eles, quando deparados com hostilidade e/ou situações desfavoráveis. Carregados com um alto vigor físico, são aptos, versáteis e incansáveis em cumprir sua função sobre diversos territórios inimigos, com objetivo em defender o navio, o navegador ou tripulação de eventuais ameaças durante combates marítimos/terrestres.

Bônus: O jogador quando estiver em serviço protegendo algum aliado, navio, carga ou item e for infligido por algum status negativo, durante esse tempo ele consegue ignorar os efeitos narrativos(não será neutralizado, os efeitos viram pós-término de sua função). Esses efeitos variam entre envenenamento, lentidão, sangramento e etc. Situações desfavoráveis que exigem ficar sem dormir, comer ou descansar, o jogador consegue permanecer o dobro do tempo.



Arma: NaginataDescrição: Um tipo de lança com um comprimento de 10 metros, havendo 7 metros de haste e mais 3 metros de lâmina. Seu diâmetro é de um metro e meio. Alguns entalhes pode ser visto sobre sua haste. A Lâmina é curvada possuindo duas ondas sobre a parte de cima. Imagem da Lança.
Tipo da Arma: Naginata
Qualidade: Clássica.
Durabilidade: Baixa.
Dano: +20 em força.
Estado: Rachadura na haste e lâmina

DinheiroBerries: 5.250.000 ฿S

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 6 Shuuma10



Um fim radiante!
Lógico que eu era necessário.
Sou o Vitaminado Pippão!




1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
Minha fadiga era imensurável, eu mal devo ter tido algum tempo para descanso, mas meus instintos eram claros! Óbvio que eu não poderia abandonar um companheiro meu e deixa-lo arcar sozinho e ficar livre para se divertir solitariamente. Eu estava ciente que minhas condições físicas não eram, nem um pouco, as melhores, mas eu não estava sozinho, pois a medida que me aproximava do casalzinho, podia ter certeza de que estavam num estado tão ruim quanto eu. Cof.. Cof. E eu achava que estava nas piores condições... VITATATA!Analisei ligeiramente com minha cordial astúcia invejável. Eu sabia que minhas condições não eram boas, mas, talvez, por eu ter ainda recebido, pelo menos um medíocre tratamento, ainda teria mais condições de realçar mais talento e poder do que ambos nesse confronto meia boca. Pareciam até estar conversando sobre alguma coisa. Que merda é essa, Thork?! Fazendo amizades com um ser decadente?

O grandalhão parecia ter mais força e estar em condições menos abaladas do que o Thork. Sim, uma vergonha para quem deseja ser um seguidor e fazer parte dos heróis da Terra! Um companheiro do Super Pippão! Não adiantava o que eu aclamasse para ter sua cooperação vindo de um ataque surpresa, o soldado Godheim aparentava já estar no automático e nem conseguiria entender algo que viesse de fora de sua peleja. Tanto faz. Eu, como o mais empenhado, o incomparável, o último herói desse planeta coberto de imundos, precisava fazer algo. Sequer tive muito tempo para analisar alguma coisa, e à medida que eu me aproximava, Thork era golpeado e lançado para longe. Tempo este mais do que perfeito para mim, eu consegui me aproximar precisamente e afrontar o grandalhão, aplicando-lhe um ataque mais do que preciso. Ataque este que, provavelmente abalou e deve ter quebrado sua face por inteiro. Para falar a verdade, esse daí vai ficar vendo estrelas até a semana que vem, VITATATATA!Ri um pouco enquanto examinava meus pensamentos.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 6 Screen18

Quando olhei, rapidamente, para o Thork, ele parecia apresentar um ar de frustração. Óbvio né? Ele queria ter vencido a luta sozinho, mas, eu, como o ser mais imponente e fruto de uma vontade divina, precisava dar um fim a este inacabado confronto. Meu companheiro sequer tinha forças para se levantar bem sozinho. Minhas condições não eram tão melhores, e era possível que, na aplicação de meu ataque final, talvez algumas de minhas feridas pudesse abrir novamente, esperava que não. Precisava contar com mais um forte auxílio dos céus. – Motivo para eu ter voltado?! VITATATA! A tua vida talvez, não? Tu estava tomando um pau aí.Eu sabia que ele, realmente não estava tomando uma surra do modo que falei, afinal, estava sendo uma excelentíssima luta de se assistir, mas já estava mais do que na hora de chegar a seu fim. – Agradeça mais, seu maldito! Não é sempre que, eu, o Vitaminado Pippão, vou estar aqui para salvar tua pele!Mas lógico precisávamos sair dali o quanto antes mesmo, ninguém ia querer torrar naquele fogo miserável! – Mas se bem que, mesmo que eu fosse bem assado aqui, um espetinho de Vitaminado Pippão, com uma carne de primeira, seria espetacular, VITATATA!Finalizei, enquanto logo começaria a tentar arrastar o nosso grande adversário por sua perna, o mais rápido que pudesse, para fora daquele recinto. E, se necessário, também faria questão de ir até o Thork para dar-lhe um ombro amigo em sua caminhada.

Arrastando nosso oponente, para fora daquele recinto, talvez com a ajuda de meu companheiro, fosse até mais fácil. Mas, mais uma vez, eu seria o centro de tudo, VITATATATA. O irrepreensível, quem foi, de fato, necessário para o fim desse confronto. – Tanto você, como eu, precisamos de um bom descanso... e, eu, posso ter aberto algum de meus ferimentos, hmmpf...Suspirava, torcendo para a melhor situação de meu corpo. – Mas uma das melhores soluções, é um bom descanso mesmo... e quem sabe, também, mais uma birita para comemorar a vitória! VITATATATA!Pontuava, na brincadeira, enquanto saboreava, em minha mente, o doce aroma de mais uma bebida alcoólica. Ainda arrastando o grandão, esperava acelerar bem os nossos passos, para que, o quanto antes chegássemos ao Quartel General da Marinha, afinal, hoje já havia sido um dia turbulento demais, e o descanso de agora já era mais do que necessário.

Pouco depois de saírmos daquele estabelecimento em chamas, o Thork parecia estar muito exausto mesmo. Parando para descansar, devido a seu longo confronto até então, e, talvez até largando o grandalhão que carregava comigo, deixando, agora, todo o peso do maluco para mim. – Ei?!Me questionei, afinal, hora de descanso seria apenas quando chegássemos no nosso destino. – VITATA! Como você sabe, eu sou fenomenal. Levei todos os reféns que pude em meu musculoso e bem estruturado corpo. Mas, sobre o DT... eu tenho uma leve impressão de que o vi com o Sargento Smith enquanto vim correndo aqui te salvar. VITATATATA!Gargalhei, pois gostaria de deixar bem claro que eu o havia ‘salvo’, e, talvez, agora, ele pudesse me reconhecer como o divino e extraordinário ser que eu sei que sou. – Mas eu não sou de ter instintos errôneos. Vamos confirmar a presença deles agora no QG!Apontaria, demonstrando orgulho de tudo o que havia feito até então.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 6 71476093c75fe63f01e082fbbc0b50d0f93ee8ba_hq

Sobre o nobre?! VITATA! Não me faça perguntas difíceis. Isso devemos conferir com o Smith e o DT mesmo. Agora vamos voltar a levar o grandalhão, não é? Eu quero voltar logo ao QG para ter um verdadeiro descanso.Finalizaria, para que déssemos amis foco no nosso objetivo e não perdêssemos tanto tempo ali parados, afinal, tratamento e descanso seriam ainda minha maior prioridade. À medida que voltávamos a seguir nosso respeitado caminho, pude ouvir o Thork falar com um tal de Atlas. – Oi?Relutei, afinal, não tinha noção alguma de quem era este indivíduo. Até olhar bem e lembrar que ele havia dado nomes diferentes a partes do seu corpo. Deve ser doido! VITATATA!Sorri, enquanto meditava em meus pensamentos e continuava a proceder em nossa caminhada.

Caso o corpo do Thork já estivesse fraquejando, eu deveria fazer o papel central de ser fabuloso que eu sei que sou. Talvez fosse necessário parar um pouco para me deixar o lugar certo que eu sempre estivesse. O Centro. Assim, eu, por um lado, daria um ombro amigo e apoio ao meu companheiro e, por outro, ainda arrastaria o grandalhão por uma de suas pernas, afinal, o peso deste daí, não seria nada fácil levar em condições normais. Mas na caminhada envolta de largas passadas pelo nosso inigualável tamanho, esperava que logo estivéssemos dentro do tão almejado recinto. Talvez nesse restante de caminhada o silêncio reinasse. Bom. Guardar fôlego de fala seria mais um ponto positivo para que não nos depredássemos em um cansaço imponente.

Quando chegássemos ao Quartel General, no devido espaço em que cabíamos, né? À medida que nos colocávamos no tão esmerado lugar, Thork logo puxou algum soldado para solicitar a presença do Smith, e, esperava que o DT estivesse com ele, então logo esbravejaria em um audível tom de voz, para me certificar da presença dele: – DT! Você está aí?!Meu cansaço e fadiga ainda eram intensos, talvez até mesmo por toda a minha correria até o recinto de antes, mas descansar e, talvez, ser novamente tratado seriam minhas opções. Não importava, minha situação física ainda não era boa, e, talvez o descanso fosse minha verdadeira prioridade. Eu não sabia ao certo se, novamente, aquela pequenina invocada chegaria para reclamar, VITATATA, mas dessa vez eu não havia me machucado, ao menos esperava não ter aberto nenhuma cicatrização, mas fui mais do que necessário para o fim da missão! Antes mesmo de ver o Thork terminar de falar com o tal soldado ali, eu já estava exausto demais para prestar atenção em alguma coisa, então, sem pensar duas vezes, logo me deitei, ali mesmo, no chão e descansar meus músculos impecáveis agora seriam meu propósito. Talvez fosse tratado novamente? Não sabia ao certo, mas o descanso, agora, deveria ser digno! Em meio àquele céu negro que eu podia ver, cada um de meus fenomenais músculos pedia por um fundamental descanso.

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Última edição por Pippos em Qua Jul 14, 2021 5:15 pm, editado 1 vez(es)

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