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Kenshin
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Imagem : 1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 XqxMi0y
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KenshinDesenvolvedor
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Relembrando a primeira mensagem :

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiro Thorkell Dragnar Godheim. A qual não possui narrador definido.

_________________

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 J09J2lK

Koji
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Imagem : 1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 2ee8bbb0bd647e96edf58ee7c1fa21bd
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KojiEstagiário
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Alvorada dos Monstrorines - 05
18:01 ~ 18:36 / Flevance


 
Detective

O detetive sênior, que entregava sua mente sem receios naquele caso, parecia se admirar com Lara. Sua profissionalidade era algo digno de louvor, e a maneira como descobria os fatos que compunham a cena do crime criava um certo júbilo em Detective. Não só isso, como também sua aparência física que se mostrava exuberante, no mínimo, saltava aos olhos treinados do homem que comandava a investigação.

Após a análise profunda entregue pela Srta. Hëzil, Detective se pôs a falar rapidamente. Como havia dito anteriormente, era um homem que gostava de tagarelar, mas diferentemente do que é inferido por essa frase, suas palavras eram repletas de conhecimento e análise profunda referente ao caso em questão.

— Concordo com o fato de que eles deveriam ser mais cuidadosos. Provavelmente estamos perdendo algo importante aqui. Não consigo aceitar que isso foi deixado propositalmente. — ela retrucava um tanto pensativa. Após mais um tempo fazendo sua massa cinzenta trabalhar, Detective fazia uma constatação que eles, eventualmente, deveriam cogitar.

— Certamente... não é nada inteligente anular possibilidades nessas situações. — falava convencida de que deveriam levar isso em questão.

O detetive seguia então por analisar mais a fundo o próprio convite. Utilizando seu olfato aguçado, fazia uma análise no pedaço de papel, inteligentemente eliminando o odor de sangue, frutos-do-mar e maré. O restante se mostrava configurando um típico odor de festa. Um pouco de álcool, carne e molho eram sentidos pelos sentindo aguçados do homem, que retornava à listagem feita por Lara, deixando escapar até mesmo um elogio, que a deixava lisonjeada, mas não esboçava muita reação.

— Vamos olhar o caso em sua totalidade. Realmente seria um serviço mal-feito levá-lo e depois asfixiá-lo, para só então cortar sua garganta. Como o senhor disse, ele foi asfixiado antes de tudo. Porém, um fato que deve ser levado em questão aqui é que ele não possuía nenhum indício de tortura. Seu corpo estava intacto, tirando, é claro, os ferimentos já conhecidos. — ela pausava como se quem estivesse esperando uma reação para novamente iniciar seu argumento. — Porém, o que temos aqui são meliantes que tiveram o cuidado de amordaçar o homem, mesmo ele estando inconsciente. Claro, há a possibilidade de ele ter sido amordaçado em outra ocasião, mas o ato em si, demonstra um certo cuidado. Realmente não há sentido algum em não revistar o corpo olhando por essa óptica. — ela finalizava pensativa, como quem estivesse procurando por uma resposta para essa questão. — Corrija-me se estiver errada, senhor, mas em minha opinião há algo mais nessa história. — ela finalizava seu argumento.

Novamente, então, o detetive abria sua boca, indicando o próximo passo para essa famigerada investigação.

— Concordo, a única forma de descobrirmos o que está acontecendo é cavando mais fundo nesse mistério. — apesar de preocupada, podia-se ver um certo brilho nos olhos delas ao ver o caso misterioso em sua frente. Ela então olhava para o Sargento Smith, que estava ali apenas observando os dois. — O senhor poderia informar a localização da residência dos Johannes? — ela o perguntava, sendo imediatamente respondida.

— Não sei a localização de cabeça. Voltem para o QG e peçam para alguém ajudá-los com isso. Eu vou checar os soldados enquanto isso. Eu peço que reportem caso haja uma evolução no caso. — ele parecia voltar para si imediatamente, enquanto mandava a dupla para um próximo destino.

Bartolomew

Barto finalmente percebia haver algo de errado no local. Onde deveria estar lotado de pessoas, estava, na verdade, completamente vazio. Como se subitamente a cidade tivesse virado um grande lugar abandonado. Pensando mais sobre isso, ele voltava sua atenção no detetive, porém, com a guarda baixa, o inimigo se fez presente e tomou essa oportunidade.

Claro que, pela sua raça, o dano era menor. Ainda mais para alguém cheio de vitalidade como Bartolomew. A dor que sentia era similar a de um arranhão, logo, apenas deixou isso de lado e proferiu suas palavras contra o oponente, que não esboçava reação. Em uma luta, os sentidos se aguçavam, e a concentração chegava em seu pico. Um combatente não deveria se dar o luxo de se distrair, e talvez, perder a sua própria vida.

Não perdendo tempo, o inimigo começava sua arrancada. Barto não perdia tempo e começava a movimentar seu corpo, configurando um ataque. Enrijecendo seus músculos, e pouco a pouco se colocando na posição correta, ele preparava um ataque que utilizaria toda sua força, somada à movimentação de seu tronco, deveria atordoar seriamente o oponente, senão acabar com a luta ali mesmo.

Vendo que se ele continuasse a correr desenfreadamente, acabaria por se ferir, começou então a desacelerar seus passos e se preparar para o que estava vindo. Porém, era tarde de mais. ele levantava seu machado para se defender contra a clava que possuía quase seu tamanho, e no processo, conseguia defender-se do ataque. A força da investida, porém, se dissipava totalmente em seu corpo. Seus pulsos, que seguravam firmemente sua arma, passaram a doer como nunca, e seu corpo era jogado para trás com uma velocidade incrível. Ele caía no chão atordoado com o que havia acontecido, grunhindo um pouco enquanto pegava sua arma novamente.

O meio-gigante não perdia essa oportunidade, e avançava contra o inimigo no chão. Utilizando de seu tronco, ele iniciava o movimento para um ataque que esmagaria o oponente no chão. Ciente disso, o homem rapidamente rolava seu corpo para os lados, ainda tentando colocar sua mente no devido lugar. O ataque que era direcionado a ele batia no chão, e, pelo peso da clava, causava um pequeno tremor.

Ele rapidamente se colocava em pé e ouvia as palavras absurdas dos gigante, enquanto aproveitava a guarda baixa e ia atacá-lo.

— Tá desistindo, é? — em meio a sua investida, ele tentava quebrar o orgulho do homem a sua frente, enquanto com o seu machado lançava uma frenesi de ataques cortantes. Primeiramente, mirava em suas pernas e coxas, acertando golpes que cortavam profundamente a carne robusta do meio-gigante. Barto, ao invés de defender ou retaliar, apenas ficava parado no lugar, aparentemente aceitando tudo aquilo.

O inimigo logo subia para o abdômen e desferia um golpe potente nessa localização, que adicionava mais um corte ao corpo agora ensanguentado de Barto. Descendo novamente, ele começava a mirar na panturrilha, anteriormente atacada. Acertando quatro golpes repetidamente na mesma localização, ele era capaz de abrir um corte extremamente profundo no músculo do homem, debilitando seus movimentos até que o ferimento seja tratado.

Após os ataques frenéticos mirados em Barto, o homem parecia cansado, somando ao seu atordoamento, que parecia estar passando, ele assumia uma postura defensiva e parecia tentar provocar Barto.

— Parece que você não pode me ignorar, não é? — ele dizia enquanto observava Barto, que liberava sangue pelos seus cortes, especialmente aquele feito na panturrilha.

Pippos

Ao procurar e não encontrar ninguém, nem mesmo moradores, Pippão havia se decidido. Ele iria ajudar seus companheiros. O problema estava na volta, quando encontrou sua inimiga. Inicialmente, ele não via que se tratava de uma guerreira, mas de qualquer forma, gênero não faria diferença para o gigante, que agora se mostrava irritado com as palavras que saíram da boca dela.

Ele rapidamente defendia sua honra, mas não importava mais para ela, que apenas assistia silenciosamente as palavras de Pippos, sem esboçar reação alguma. Ao cruzar por baixo de suas pernas, ele logo preparava um ataque com seu martelo recém-montado. Ele esticava seu braço, e, com ela em direção as suas pernas, realizava um movimento que cobria uma área de 120º na direção da investida.

A assassina, utilizando de toda sua velocidade, abaixava e deslizava na terra para desviar da massa de ferro que seguia para sua cabeça, fazendo com que o poderosso martelo passasse raspando em seus longos cabelos. O triunfo parecia não durar muito, pois o gigante preparava sua próxima ofensiva. Pulando no ar e realizando uma investida descendente, ele esperava acertar a garota em cheio, porém, não era esse o caso.

Ela rapidamente tentava realizar uma cambalhota para evitar que o ataque pegasse em cheio, porém, apenas conseguia fazer com que o ataque não fosse mortal. Pippos havia conseguido marcar claramente a posição da mulher e lançou um ataque certeiro. O martelo atingia sua perna esquerda, amassando os ossos de seu pé, especialmente os dedos.

Ela, em um estado de atordoamento, liberava adrenalina sem parar em seu sistema sanguíneo, cobrindo um pouco da dor que a acertava como uma tora de madeira em sua cabeça. Porém, sua determinação não morria. Tentando aguentar a dor que sentia, ela se colocava de pé novamente, observando com a cabeça erguida totalmente o gigante em sua frente. Enquanto mancava, ela se aproximava mais e mais dele, acelerando cada vez mais, colocando totalmente seu peso no pé que não estava machucado.

Como um grito de desespero, ela desferia um ataque cortando que acertava a canela de Pippos, um corte profundo que, apesar de não oferecer perigo para o homem, naturalmente doeria. Ela preparava mais um ataque direcionado ao mesmo corte anterior. Um. Dois. Três. Quatro. Acertava diversos golpes na mesma posição com seus machados duplos, dilacerando a carne e cortando veias até se cansar e ir ao chão novamente. Se colocando em posição defensiva e pronta para esquivar de qualquer coisa, ela esperava por uma reação do gigante

Thorkell

Assim como seus parceiros gigantes, Thorkell sentia algo de errado ali. Por que o número de civis havia diminuído drásticamente? Não só isso, mas ele também se perguntava sobre a presença de turistas na praia. Ele não estava errado, afinal, Flevance parecia ser uma cidade que não atraia muitos turistas. Pelo momento, ele deixava isso de lado e agradecia o pequeno pedaço de informação que a anciã havia lhe dado.

Disposto a seguir o que a senhora havia falado, seus planos foram subitamente paralisados pela presença do humano que viria a se tornar seu oponente. Ele tentava matar a senhora com suas adagas, porém, Thorkell a protegia. Utilizando o cabo da sua nova Naginata, ele usava sua agilidade para empurrar o inimigo para longe, sacrificando um pouco do dano da arma em troca de rapidez. Esse ataque acertava em cheio a barriga do inimigo, que não esperava que a naginata acertasse tão rapidamente, sendo lançado para trás e colidindo com o solo logo após. Ele ficava sem ar por um tempo, o suficiente para o gigante cravar sua arma no chão e salvar a pobre idosa.

— Obrigada, meu querido! — ela agradecia alegre por ser salva pelo homem.

Enquanto seu oponente levantava, Thorkell respondia suas palavras, o que fazia com que um sorriso de canto se formasse no homem agora em pé. Isso fora tempo suficiente para que o gigante pegasse sua arma cravada com uma mão, enquanto segurava a senhora com a outra.

— Tô ansioso para isso! — parecia se animar ao ouvir as palavras daquele lutador colossal, enquanto era encarado e interrogado pelo mesmo logo na sua frente. — Vença a luta e eu te falo! Tem que merecer a informação, não é? — ele iniciava sua investida antes do gigante. Seu alvo não era mais a mulher, agora na mão colossal de seu oponente, e sim o meio-gigante em si.

Diminuindo a distância entre os dois, o inimigo parecia mirar no pé e nas pernas do gigante, talvez tentando desestabilizar sua base. Porém, Thor já esperava tal ação, e por isso, agia de acordo, primeiramente largando sua lança. Ao mesmo tempo que afastava sua perna alvo, fazia seu braço descer em uma velocidade estonteante, sem que o inimigo percebesse isso, uma vez que estava muito focado em apenas atacar.

Descendo como um meteoro na cabeça do homem, o ataque fazia com que o oponente cambaleasse. Suas pernas haviam sofrido grande pressão, não demorando muito para que ele caísse, ficando no chão sem entender o que acontecia. A senhora, observando tudo isso, ficava admirada com a maestria do golpe que derrubava o inimigo rapidamente, o deixando totalmente atordoado.

O inimigo tentava levantar, porém, o pé do gigante havia sido mais rápido, o prendendo naquela posição para um interrogatório.

— Argh... — grunhia ao entender sua posição, deixando seu corpo solto ao sofrer mais pressão ainda do pé do gigante. — Okay! Okay eu respondo para você. — ele gritava, quase implorando pela sua vida. — O chefe mandou atrasar todo mundo que viesse investigar a morte daquele nobre. A gente nunca encontrou O Chefe, só recebemos ordens de cima! Eu juro! — ele explicava desesperadamente, tornando tudo aquilo extremamente convencível.

Toda aquela situação havia feito o sangue de Thorkell ferver. Ele lembrava de épocas passadas, onde agia violentamente, pensando até no caso de tortura para esse infrator.

— Eu te conto o que você quiser mais saber... S-só me deixa vivo! — implorava mais uma vez, deixando soltar um grunhido.

Klaus

Klaus havia chegado na cena do crime, mas nada parecia levá-lo para um caminho promissor. Aparentemente, pegar aquele procurado não seria tão fácil quanto ele havia pensado ser. Quando suas esperanças estavam lá em baixo, uma pessoa misteriosa apareceu, e, incrivelmente, ela levava para outra pessoa misteriosa. Seriam eles a sua chance, ou apenas uma armadilha?

É claro, as chances de ser uma armadilha eram bem altas, mas isso não parecia amedrontar Klaus, que sabia bem cuidar de si mesmo. Ele prosseguia até o beco onde o senhor encapuzado estava, e ao invés de ficar intimidado, tentava intimidar.

— Se eu quisesse você derrubado, você já teria caído há muito tempo, visto que não percebeu a minha subordinada poucos minutos atrás. — respondia rispidamente o jovem rapaz, que apenas era cauteloso. — Enfim, te chamei aqui pois é impossível falar sobre isso no meio das multidões. Quando se trata desses caras, temos que ter cuidado onde quer que estejamos. — eles continuava sem se importar com o comportamento de Klaus, que ia direto ao ponto.

— Eu tenho uma ideia de quem fez isso. Mais especificamente, o chefe deles. O homem que você me mostrou no cartaz. — ele respondia a dúvida de Sunwizer. — Eu estou seguindo seus movimentos faz um tempo já, e ultimamente ele tem estado bem ativo, por algum motivo. — adicionava enquanto pensava em algo. — De qualquer forma, tenha mais cuidade da próxima vez. Como disse, ele tem vários subordinados. Infelizmente, não é tão fácil encontrá-lo. Pelo pouco que sei, apenas 4 subordinados sabem sua identidade, o resto chama ele de "O Chefe". — como se tivesse lendo a mente de Klaus, ele respondia a pergunta principal. O senhor rapidamente continuava contando a informação que tinha sobre o assassinato. — Eu e alguns de meus subordinados estávamos na cola de alguns de seus capangas ontem de madrugada, no que parecia ser uma espécie de festa para nobres. — dizia para ele, com uma expressão de interrogação, como se não soubesse o porquê da festa. — Continuando, 4 desses capangas sequestraram um nobre, tinham mais alguns, porém, apenas seguimos esses 4. Quando estavam para matar o homem e pilhar seu corpo, nós aparecemos, mas já era tarde de mais. A adaga de um deles havia cortado a garganta do homem e eles fugiram sem olhar para trás. — finalizava o pequeno resumo para contextualizar o homem.

— Eu gostaria de saber quem eram os outros nobres da festa, então pensei em primeiro passar na casa do Sr. Johannes, o pai do falecido. — terminava de falar e apontava para a multidão e o corpo, voltando os olhos profundos pouco tempo depois para Klaus. — Talvez consigamos pistas sobre o porquê dessas ações estranhas, e quem sabe, descobrimos onde O Chefe está. — finalizava tocando sua barba, antes de voltar a falar uma última vez.

— Como você está interessado nesse homem, imaginei que fosse interessante te chamar como um ajudante, o que me diz? — ele estendia a mão como se estivesse fechando um negócio, e um negócio extremamente atraente.



Log de combate:

Bartolomew:

HP: 310
- Ataque despercebido vindo da retaguarda (-19) - 5% pelo efeito de corpulento
- Três ataques causando 18 de dano (-54) - 18 pela retirada de 10% dos efeitos de corpulento e atordoamento I
- Quatro ataques críticos mirados na mesma posição (-144)
- sangramento (-33,6 arredondados para 33)
HP do inimigo: 228
- Ataque defendido (-2 + Condição atordoado I)
Condições:
- Sangramento Categoria III: Perda de 6% dos PdV por post com limite de perda de 150 PdV.
Ferimentos:
- Pequeno corte no lado esquerdo da barriga [1/7]
- Corte profundo na região da coxa esquerda [0/12 - não tratado]
- Corte muito profundo na panturrilha direita, movimentos limitados [0/15 - não tratado]
- Corte profundo no abdômen, abaixo da costela [0/12 - não tratado]

Pippos:

HP: 140
- Corte na canela esquerda (-20) -5% de dano pelo corpulento
- Cortes sucessivos na canela esquerda, proporcionando dano crítico (4 x 40 = 160) - 5% de dano pelo corpulento
- Sangramento I (-6,52 arredondado para 6)
HP do inimigo: 219
- Ataque descendente (-21 + atordoamento II)
Condições:
- Categoria I: Perda de 2% dos PdV por post com limite de perda de 50 PdV.
Ferimentos:
- Corte extremamente profundo na canela esquerda [0/15 - não tratado]

Thorkell:

HP: 435
HP do inimigo: 258
Golpe em queda livre causando dano crítico (-42 + atordoamento 3)
Condições:
Ferimentos:

Critério de aplicação de dano:

Dano = Força/Destreza bruto
Defesa = 80% do dano bruto | Se a escala de acerto for 1 acima do Reflexo, muda para 40% de dano, e assim por diante
Acerto = Antagoniza com reflexo
Esquiva = Mesma escala entre reflexo e acerto, depende da narração totalmente
1 escala acima você tem uma dificuldade maior, narração tem que ser mais concisa
2 escalas acima fica perto do impossível de desviar, narração tem que ser perfeita
3+ escalas acima impossível

Crítico aplicado quando:
- Dano em pontos vitais, como coração, cabeça e pescoço, adicionando condições como sangramento e atordoamento mais altos
- Ataques sucessivos em um mesmo lugar ou ataques em cima de ferimentos já abertos anteriormente
- crítico aplica o dobro do dano bruto

Informações sobre a investigação:
Vítima(s): Thales Johannes
Suspeitos: ???
Local do crime: Orla de Flevance
Arma do crime: Uma lâmina, mais provável uma adaga.
Constatação de testemunhas oculares: "Um homem alto, com três parceiros mascarados, apareceu por volta das três da manhã carregando um corpo que parecia estar desacordado. O corpo foi posto no chão, porém não sei o que houve depois, fiquei com muito medo para olhar o resto."
Anotações sobre o corpo:

1 - Primeiramente, deve-se notar as marcas no pulso do falecido. Tais marcas levam ao indicativo de mãos humanas as segurando com força. Talvez tenha sido puxado, mas tal análise se torna obsoleta ao observar o segundo pulso, com marcas similares, mas menores. *Após olhar os pés, ficou clara a situação. O corpo foi carregado a uma grande distância. Muita força foi feita nos quatro membros e isso deixou marcas.
2 - O grande corte feito em sua garganta demonstra um ferimento causado por lâmina. Pelo tamanho e profundidade, arriscaria ser uma adaga. O fato mais interessante nessa parte se dá pelos hematomas mais leves ao redor do corte, me levando ao pressuposto de que esse homem foi asfixiado até perder a consciência.
3 - Em sua boca, se vê hematomas similares que se estendem da bochecha e até passam mais sutilmente pelas orelhas. Uma mordaça talvez? Queriam impedir que ele gritasse? Os hematomas possuem um formato muito particular para se tratar de um espancamento, portanto, as chances de uma mordaça são altas.
4 - Os bandidos não se importaram em revistar o corpo, provavelmente não possuiam essa motivação, mas por qual motivo?

Histórico:
Thorkell:
N° de posts: 05
Ganhos:
- Naginata (post - 03)
Perdas: -
Pippos:
N° de posts: 05
Ganhos:
- Martelo de combate (post - 02);
Perdas: -
Vício: Alcoolismo [3/15]
Detective:
N° de posts: 05
Ganhos: -
Perdas: -
Bartolomew:
N° de posts: 05
Ganhos:
- Clava de madeira com o interior de ferro (post - 02)
Perdas: -
Klaus:
N° de posts: 05
Ganhos: -
Perdas:
- 150.000 Berries (post 03 - estalagem)
- 70.000 Berries (post 03 - comida)

Legenda / Npc's:
Marines
Sargento Smith - Aparência
Lara Hëzil -Aparência
Homem do Capuz - Aparência aproximada
NPCs aleatórios
Inimigos
Barulhos

Considerações:

Klaus está cerca de 1 hora atrasado +/- em relação ao grupo principal.

Caso tenham uma sugestão, feedback ou algo para pedir, sabem onde me encontrar, boa aventura!

   Code by Arthur Lancaster

     
    


Última edição por Koji em Qui Maio 27, 2021 9:56 pm, editado 1 vez(es) (Motivo da edição : Editando alguns erros na gramática e histórico com algumas atualizações que eu havia esquecido)

_________________

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 9uIPM5X


"Assume the position to get down on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 Jpu3OmR
Denki
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Imagem : 1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 CunQdWd
Créditos : 00
DenkiSoldado
https://www.allbluerpg.com/t369-bartolomew#1127 https://www.allbluerpg.com/

O orgulho e a honra o precedem
E o seu nome é maior que todas as nações
Bartolomew - Post 6


1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 D99a7a3a6995b91f7d5705497c1c8ba3--titan-online-raw-manga

~ Flashback ~

A última vez:

A luta se desenrolava de maneira brutal, era alvejado uma vez após a outra, sem cessar. Meu corpo, que desconhecia limites mantinha-se forte e intocável, mesmo que minha cabeça já havia perdido. A criatura gigante e com a aparência de salamandra era roxa, e dilacerava meus músculos com seus serrilhados e enormes dentes. E meu péssimo hábito de desprezar meus oponentes, continuava a tona, mesmo que estava ali a beira da morte.

— É, devo dizer que faz tempo que não encontro uma luta justa, e com você, irei revelar todo o meu poder. - Bartolomew fincava ambas as pernas no chão, do meio do seu estômago - perfurado - nascia uma forte vontade, a vontade de se manter forte, mesmo em tempos difíceis. Sua pele ficava corada, inteira, e nessa situação, coberto de sangue algo nascia dentro do meio-gigante. Não era algo palpável, mas era esmagador, não fazia sentido, mas mudou tudo dentro do corpo do enorme bárbaro.

Ali, com tudo de sí, foi capaz de superar as adversidades, alcançou o seu potencial máximo, dentro do que seria possível, enquanto ainda era uma criança.

Atualmente

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 Af4501f52de1f5064accd0797acaaa22

— Ho Ho Ho. Então você é digno? - Aquela mesma vontade contra a salamandra roxa voltava a tona. Meus olhos carregavam-se de morte, meus músculos - alguns dilacerados pelo golpe do outro bárbaro - enrijeciam até o limite. A dor, que não era traduzida da forma usual por mim, não passava de leves formigamentos e calor local. A minha região frontal, perto da barriga e abdômen foi perfurada em um ponto, e recebi corte em um outro lateralmente. Minha panturrilha, cortada de forma profunda, e meu orgulho? Este sim, ainda estava inabalável.

— Eu, Bartolomew, te considero como um oponente digno. Que os Deuses abençoem este embate, que será tratado de forma justa. - Com a mão esquerda enrolava meu bigode, e com a direita empunhava minha clava de madeira, que seria posta apoiada em meu ombro direito, enquanto caminhava mancando em direção ao outro bárbaro. — Eu te avisei pra se render espero que não peça por misericórdia. - Enquanto andava, olhava fixamente para o humano, curvando levemente meu pescoço.

No primeiro passo: — Eu
No segundo: — Te
No terceiro: — Avisei
No quarto: — Smash.
No quinto um silêncio veio à tona, todos os músculos de Barto, aquela enorme massa de músculos se moveu com uma única disposição: Esmagar o oponente bárbaro

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 2b1e0051cd5f9e4c9b692e74bab2f07710c43aa1v2_00

A configuração muscular, era única e trabalhava como um todo, os músculos danificados pelo oponente claro mudavam toda a mecânica. A minha energia vital seria disposta quase totalmente para o combate, evitava pensar, agia brutalmente por instinto. Com a mão esquerda dando trajetória e a mão direita impulsão e força, tentei um golpe de cima para baixo como uma finta, mirava o oponente bárbaro, mas a real motivação era partir o solo e fazer com que os destroços subissem para abrangir uma zona ainda maior de impacto. HURRRRRRRRGGGHHHHHHHHH - emitia um grunido que representava minha frustração e força infusa aos meus músculos.

O outro ataque seria um combo para o primeiro, esperando com que o oponente tentasse desviar dos destroços, e aproveitando-me da minha maior envergadura e corpo anormalmente grande, tentaria intercepta-lo com um agarrão enquanto supria a desvantagem de locomoção causada pelo corte na panturilha usando a minha clava, que seria fincada no chão como um apoio enquanto avançava com o movimento dos pés para frente, afim de facilitar a manobra de imbolização. Em seguida também numa espécie de combo, iria lança-lo para o ar, tomando cuidado para amassar-lo antes com minha mão e causar um dano estrondante. Em seguida, aproveitaria-me da situação criada para tirar a clava do chão e tentar um golpe da direita para a esquerda, mantendo o apoio das duas pernas no chão, rotacionando apenas o quadril, com as pernas levemente flexionadas. A intenção era pega-lo e deixa-lo em mais lençois, batendo e mantendo a clava com contato direto com seu corpo, guiando para o solo e tentando esmagá-lo contra o chão do local.

Caso ataques viessem a minha direção, agora respeitando devidamente o oponente trataria de realizar bloqueios em junção com movimentos evasivos, limitados pela condição do meu corpo. A clava seria o instrumento de bloqueio, tentaria interceptar o ataque daquele machado, independende de como viesse, se pelo alto, por baixo, lateralmente. No processo, além de bloquear iria tentar empurrá-lo e tomar distância, olhando fixamente para o oponente, sem ao menos piscar, uma vez se quer.




Legenda:
Falas e Links
Pensamentos


Importante:
Post: 06
Proficiências: Briga / Sobrevivência / Nado / Persuasão / Anatomia.

Qualidades: Vigor / Corpulento / Renome / Hipoalgia / Duro de Matar / Resistência a Venenos / Destemido
Defeitos: Exótico / Sob-Medida / Orgulhoso / Misericordioso / Justo / Extravagante.

Patente: Soldado
Ganhos: Clava de madeira com o interior de ferro (Post 2)
Perdas: ~x~

Npcs/Players: ~x~
Condições: - Sangramento Categoria III: Perda de 6% dos PdV por post com limite de perda de 150 PdV.
Ferimentos: - Pequeno corte no lado esquerdo da barriga [1/7]
- Corte profundo na região da coxa esquerda [0/12 - não tratado]
- Corte muito profundo na panturrilha direita, movimentos limitados [0/15 - não tratado]
- Corte profundo no abdômen, abaixo da costela [0/12 - não tratado]

Missões Concluídas: ~x~
Objetivos da Aventura:
► Conseguir um machado de uma mão;
► Conhecer Gaiden, Thorkell, Drake e Pippos Vitaminado;
► Concluir 3 missões;
► Subir de Patente;
► Começar o aprendizado de Ambidestria;
► Aumentar e expandir a qualidade Renome;
Thanks Tess


Última edição por Denki em Qui Maio 20, 2021 9:38 pm, editado 1 vez(es)
Kira
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Imagem : 1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 CTfWi4D
Créditos : 05





Alvorada dos Monstrorines!

O que parecia ser uma armadilha, se mostrava nada além de uma mera conversa. De fato o velhote queria me dar informações sobre quem eu procurava, e certamente eu o ouvi, e prestei bastante atenção em cada detalhe do que ele dizia, até que finalmente parecia ter terminado de dizer tudo o que tinha.

O homem havia deixado claro que já estava atrás de quem eu procurava, e que já seguia seus rastros, mas ninguém parecia saber seu nome, nem mesmo o velhote, algo como só os homens mais próximos a ele que sabiam, e ninguém mais teria essa informação. O homem contava sobre sua incursão atrás dos capangas do procurado, que no final não parecia ter tido êxito algum.

Ao final de tudo, o homem estendia sua mão em busca de uma espécie de acordo entre nós, parece que ele queria uma parceria para acharmos o tal “Chefe”, eu o olhava de forma séria e logo estendia minha mão para firmar tal acordo.-Bom, vamos caçar esse cara então… Mas diz aí, quem é você e porque o interesse em um criminoso como ele? Vingança? Já foi uma de suas vítimas? Olharia para o homem de forma um tanto desconfiada, mas de fato mostrando interesse em sua resposta, afinal ele poderia ter algo muito mais importante do que eu para ir atrás dele.

Me manteria esperando uma resposta, afinal, era bom saber os motivos que o levavam a caçá-lo, para que eu pudesse me unir a ele sem nenhuma dúvida, o ouviria caso respondesse e prestaria bastante atenção em tudo o que seria dito, mas caso ele simplesmente não quisesse falar sobre aquilo, me colocaria em movimento novamente, e antes de me afastar dele, faria outra pergunta.-Se você foi até seus subordinados e quase os pegou, você deve saber quem são certo? Olharia por cima do ombro em direção ao homem com um olhar afiado e desafiador como os de alguém que tinha em mente que algo poderia estar sendo escondido.

Esperaria uma resposta e caso ela fosse positiva e o homem soubesse de fato quem eram seus seguidores, um sorriso se abriria em meu rosto, um sorriso malicioso de quem parecia saber o que fazer para chegar até o homem em questão.-Bom, então o que estamos esperando? Vamos pegar um deles! Precisamos de informações. Me colocava um passo mais distante do homem e esperava uma resposta do mesmo, sobre quem eram os aliados do chefe, e como chegar até eles.

Ouviria tudo e cada detalhe, como eram, como se portavam e como se pareciam, tentava manter o máximo de informações vindas do velho guardada comigo, e como agora éramos uma espécie de time, nada mais justo do que ele dividir informações comigo, ouviria tudo, e quando finalmente tivesse o suficiente para agir, eu o faria, porém, esperando o momento propício para isso, sem sair por aí fazendo algazarra ou algo do tipo para não chamar atenção.




Histórico:
Nome: Klaus Sunwizer
Número de Posts: 6
Ganhos:
N/A
Perdas: - 150.000 Berries (post 03 - estalagem)
- 70.000 Berries (post 03 - comida)
N/A
NPC's:
N/A
Ferimentos:
N/A
Objetivos:
Conseguir algum dinheiro.
Encontrar alguma forma de ganhar dinheiro.
Encontrar uma local para estadia barato.
Encontrar com Marciano, Pippos e os demais companheiros.

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 V5YJKwL

Pensamento
Fala
Extras
Blindao
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Imagem : 1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 QeFyscc
Créditos : 05
Localização : North Blue ~ Flevance
Cagada monstruosa do monstro:
Seguinte amado avaliador... eu fiz merda. Era pra ter copiado o code do post anterior e colocado na nova pagina para entao efetuar as alteraçoes e postar. Entretanto, estava conversando com a mulher e perdi a linha do que estava editando e acabei postando em cima desse post aqui. Infelizmente meu word nao tem historico pq, como maioria dos pobres, é pirateado. Koji, meu querido narrador, está comprovando de que o post anterior tava foda pra caralho e cheio das ilustraçoes. Mas após conversar com Bjarke, ele permitiu que eu explicasse dessa forma para deixar evidente a prova da minha merda e de foi me dado voto de confiança para amenizar a situaçao; situaçao minha de que to puto igual cachaceiro sem a pinga do dia. Eu até iria fazer um novo, mas como tava com post atual fresco na memoria, não lemrando do ultimo pq postei dias atras e etc, iria perder a linha do que tava fazendo. Peço que se achar viavel, para nao haver más lingua entre o forum, penalize os ganhos dessa pagina se achar justo. Agradeço sua compreensão.


Última edição por Blindao em Ter Maio 25, 2021 12:08 am, editado 3 vez(es)

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 SNb8dAV
Gaiden
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Créditos : 00




»» La sorpresa!! ««

~ La muerte no está lejos. ~



O diálogo com Lara tornara-se uma conclusão sensata. O fim daquela conversa nos levara a convir que nosso próximo passo seria ir à localidade da dita festa, para, de lá, procurar Sir Arthur e, prontamente, interrogá-lo sobre a situação ~ Necessitamos da lista ~ Reforçava em pensamento. A próxima parada seria, pelo que se parecia, o quartel general, já que nos faltava ideia de onde seria a residência do nobre. Smith, diligente como se mostrava, preocupava-se com os gigantes, não tardando assim a se dar o trabalho de checá-los, dispensando-nos de prontidão - Bem, é isto mademoiselle - Expressava à Srta. Hëzil - Não nos resta outra alternativa senão voltarmos ao nosso ponto de partida - Exalava, indiferente. Prester a partir, contudo, algo estranho era ouvido ao longe ~ O quê? Ele encontrou um dos capangas? E o Capturou? ~ Surpreendía-me com o que ouvira ao longe, em parte pelo grito e em parte pela audição detetivesca aguçada. Me retratando pelo que anteriormente disse, reformularia para a secretária - Senhorita!! Mudança de planos. Acho que não necessitaremos mais da informação quartelar - Indicaria satisfatoriamente.

Thorkell eventualmente viria ao nosso encontro e, caso as palavras proferidas por seus gritos não fossem de loucura ou brincadeira, traria consigo o indivíduo que certamente nos levaria ao local da festa - O senhor é muito competente!! - Diria ao gigante, logo então me pondo a escutar toda o conversar entre ele e o sargento. Fazendo breves considerações sobre o momento, após escutar tudo o que era dialogado no recinto, sem mais delongas, me poria a intervir - Senhor Thorkell, saiba que provavelmente encontrará outros como ele. Se o que este homem relata é verdade, provável é que Pippos e Bartolomew já estejam em apuros. - Considerava minuciosamente - Contudo, nada é certo. Só peço que tome o devido cuidado... que obviamente sei que tomará. - Terminava a fala ao gigante, me virando então para o meliante que se encontrava no local - Poucas vezes, dentro de nossa profissão, temos a oportunidade de facilitar nosso processo investigação de tal maneira - Exprimia ao aberto, tanto para Lara, quanto para o suspeito, em seguida referenciando só a este último - Senhor. É de uma inépcia anormal achar que seria possível parar uma investigação conduzida pela presteza da marinha - Indicava, seriamente - Não tenho habilidades linguísticas pertinentes à extração de informações, o que, infelizmente, se vê como um revés em minha profissão. Contudo, hei de lhe falar a verdade e somente a verdade nesta situação que lhe aflige. Caso queira nos dar as informações que precisamos, posso fazer um parecer que, bem detalhado do jeito que pode ser, teria a capacidade de lhe dar uma delação premiada, alegando ter sido imprescindível sua ajuda para a resolução do caso. - Falava, sem arrodeios, esperando a reação do acusado - Primeiramente, para que tal hipótese se conclua, necessito que confesse tudo o que fez da maneira mais sucinta possível. Segundamente e, não menos importante, quero que nos dê  sua identidade e a de seus capangas, nos explicando didaticamente como se deu toda a prática do delito. E em terceiro lugar, para que possamos concluir toda esta trama, quero que nos explique qual é a relação do assassinato com o Sir Arthur Flamesworth, com o Sir Johannes e com os mineradores, caso haja alguma.

Na condição dele falar algo positivo, que nos fizesse chegar mais perto de nosso objetivo, o agradeceria com um aceno e olharia assim para o Sargento Smith. Na hipótese do possível infrator não nos dar informações determinantes para a resolução completa do caso, me poria ao trabalho de fazer mais uma ínfima pergunta ao mesmo - O senhor poderia dizer onde fica a casa do senhor Flamesworth, por obséquio? - Perguntaria em tom cortês, dada a situação já desconfortável do homem.

Indo pelo roteiro mais longo, não tendo sido resolvido o caso em sua completude, me prontificaria a ir com Lara para a casa do nobre festeiro, sendo este o caso, claro, se o suposto bandido nos tivesse falado onde esta se encontraria, senão, partiríamos, logicamente, para o quartel, para então requisitar a devida informação a qualquer ente que nos pudesse ajudar - Vamos, madame? - Indagaria, em ambos os casos, numa tonalidade laboratorial e retida, em direção a Lara.

Em meio à jornada, usaria deste tempo que nos seria reservado para adquirir um pouco de intimidade para com Lara. Sua juventude, radiante como se mostrava, me fazia lembrar de meus tempos áureos como detetive, ainda iniciando tal prática como hobby - Estaria orgulhoso se tivesse uma filha como você, Srta. Hëzil. Linda, profissional, bem quista e de boa índole. Tomara que encontre um homem ou mulher a sua altura, quando for casar. Caso o queira, é claro... - Dizia, pressupondo coisas, explicitando o velho que era e esboçando certa felicidade em meu rosto. Sem mais atraso, chegando à casa tão esperada, observaria ao meu redor qualquer tipo de anormalidade. Afinal, toda a situação era estranha e, se já fora atacado Thorkell, eu e Lara poderíamos muito bem sermos os próximos.

Tocando a campainha da moradia, ou batendo à porta, que fosse, esperaria ser atendido o mais rápido possível. Na possível recepção, falaria sem espera - Olá, caríssimo!! Poderíamos conversar com o digníssimo Arthur? - Enunciava com pompa. Se não se encontrasse o referido anfitrião, ou mesmo que sim, a fala seria a seguinte, logo a seguir - Gostaria de pedir, em nome da Marinha de Flevance, resguardada assim por suas atribuições legitimadas pelo grandissíssimo Governo Mundial, que se pusesse falar sobre a festa de ontem, como também me prover de sua lista de convidados e relatar sobre a situação em que se encontrava o Sir Thales Johannes - Concluiría, à espera da réplica.




1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 QHIbW7W
Histórico:
Post: 6
Proficiências: Disfarce - Furtividade - Arrombamento - Investigação - Lógica
Qualidades: Visão aguçada - Olfato aguçado - Audição Aguçada - Memória Fotográfica - Impassível
Defeitos: Pacifista - Sororidade (não ataca nem agride mulher) - Obcecado por mistérios e Misericordioso
Ganhos : -x-
Perdas: -x-
NPCs/Players:
Pippos
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Imagem : 1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 UMpCLB3
Créditos : 00




1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 Shuuma10

Combate entrando em seu auge!


1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
Convenhamos. Estava claro de que eu havia conseguido causar bons danos, mas, certamente, poderia ter feito melhor. Sei que é quase impossível supor isso vindo de mim, mas como sou eu quem falo, ainda é aceitável, VITATA. Estava claro que eu terminei contando demais com minha extraordinária força, e acreditando que poderia, facilmente, finalizar o combate com uma única martelada. É, esse martelo ainda é aceitável, mas, se fosse uma arma fabricada por mim, já teria encerrado a luta. A minha antagonista estava bem machucada, óbvio, então, nesse atual momento, ela já não tinha tanta mobilidade, porque eu amassei uma de suas pernas. Todavia, eu precisava tomar muito mais cuidado, e, considerando  que ela havia tomado uma distância, eu analisaria bem quão grave estava o ferimento de minha perna.

Tudo bem que eu ainda não possuía bons conhecimentos que envolviam tratamentos ou qualquer anatomia, mas já tinha bons planos para mais à frente focar nisso. Falando do que eu, facilmente, poderia perceber, é que estava doendo e muito. Tudo bem que eu tinha vigor e uma força divina para saber que meu dever seria segurar firme todas as minhas dores e continuar firme e forte enfrentando essa fracassada para inseri-la dentro de um julgamento divino, tendo eu como executor, claro. Eu sabia que precisava usar de todos os meus divinos fatores físicos para aguentar firme e superar todos esses pífios ataques que tentavam me subjugar. Mas quando eu parava pra pensar que havia menosprezado essa mera humana e sofrido sérias lacerações em meu corpo, sentia um forte desconforto, pois estava claro que os deuses que implicaram sua vontade perante mim, estariam decepcionados.

Erguendo, firmemente o impecável martelo que possuía em minhas mãos, estava claro qje decepção resume o mínimo de meus sentimentos. - Deuses, perdão! Eu menosprezei a vontade dessa fracassada… mas não se preocupem. Em nome da justiça, eu darei um fim a esse mal! - Meu notório olhar agora seria direcionado a ela. - Você! - Apontava minha gloriosa arma para minha doce antagonista. Eu estava com muita raiva. Óbvio. Mas agora eu deveria pensar muito bem antes de cada movimento que fosse realizar. Não por mim, claro, meu corpo era impecável, mas pela vergonha a qual eu já sentia da vontade divina que deveria me olhar dos céus. - Claramente merece a morte! Mas, se cooperar, posso não matá-la em minha punição. Posso ser justo se você confessar seus crimes e esclarecer tudo o que houve e a razão de terem assassinado o Johannes. - A dor que eu podia sentir em minha perna era chata, mas ainda suportável, e, sem dúvidas, estava doendo menos do que a dor que ela sentia.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 Screen10

Convicto de minhas palavras, eu havia dado uma unica chance dessa mulher ficar viva. Ela sabia que não mais teria tanta mobilidade para tentar ir em cima de mim com muita precisão. Mas, se parar para analisar, ela havia me causado esses sérios danos já depois de eu ter amassado sua perna. Mas tudo foi tolice minha, eu havia menosprezado quão forte era sua vontade de me eliminar e sair viva dali. Fui tolo. Erro este que, com certeza, eu não cometeria mais. Ela estava muito bem ouvindo o que eu havia falado. Se ela achava estar em condições de me enfrentar assim, acabada e com uma mobilidade fracassada? Ela tinha uma única chance de ficar viva.

Caso ela concordasse com os meus termos, eu esperaria ela contar toda a história, a razão e o porquê de tudo ter acontecido. Mediante sua fala, eu continuaria: - Eu estou sentindo que você tem uma forte vontade em viver. Você pode mudar. Os céus me falam isso. Você vai querer seguir sua vida fazendo algo errado?! Vai querer que seus filhos sigam esse caminho?! Eu confio em você e você pode sair daqui viva e pode mudar. Basta falar tudo o que sabe, pois eu ainda acho que você está me escondendo algo. - Eu havia jogado as cartas na mesa, ela tinha a única chance de ficar viva em mãos. Inclusive, com uma perna naquele estado e uma mpbilidade não muito produtiva, ela saberia que meu próximo 'meteoro' seria fatal.

Caso, desde o começo de minha fala, eu pudesse sentir que ela, orgulhosa, não estivesse nem um pouco interessada na minha proposta; eu não poderia fazer nada por sua tola e mísera vida. Neste caso: - Eu, o Vitaminado Pippão, a sentencio à morte! - Era tudo o que eu mais queria. Segurando firme qualquer dor que pudesse sentir em meu corpo, com meu imponente vigor, claro, eu, sem pestanejar, avancei. Em um impecável salto, mais uma vez, almejava aplicar um golpe impecável e descendente para impor toda a minha força contra o solo na região em que a mulher estivesse. Sua fuga seria esperada, pois bloquear minha força e peso, acrescida da gravidade era idiotice, mas se ela tentasse se esquivar, era bem provável que sua perna, antes atingida a atrasasse, e se eu a acertasse novamente, era bem provável que que arrancasse fora de vez esse resto de perna.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 Screen11

Por outro lado, conseguindo esquivar-se, ou não, qualquer tipo de contra-ataque já era esperado, e, deste modo, eu tinha de tomar cuidado com minhas pernas, afinal, eram o único lugar o qual parecia conseguir atingir em meu corpo. Em qualquer aproximação de minhas pernas, eu tentaria utilizar de todo o meu vigor físico e reação inata de um semideus da Terra para saltar para trás e aproveitar esse tempo para rebater com meu marteli em um golpe ascendente, alvejando atingir a cabeça dela. Caso eu acertasse o contra-ataque, ou em qualquer investida anterior, estava claro que eu queria finalizar o embate, pois daria sequencia a meus ataques, cogitando continuar utilizando meu glorioso Martelo de Combate até vê-la ensanguentada e sem mais reações no solo.

Caso, de alguma forma, ela conseguisse alcançar alguma parte de meu corpo acima da cintura, meu único modo de defender seria colocar meu vigorado e corpulento braço esquerdo à frente, para receber qualquer forma de ataque e tentar deixá-la, brevemente, ocupada enquanto contra-atacaria em um golpe direto com o meu imponente martelo, disposto em minha mão direita.




Histórico:

Informações

  • Posts: 6
  • Ganhos:
    Martelo de Combate

  • Perdas:


  • Extras:


  • Ofício: (Além de impecável semideus desse mundo, claro)
    Ferreiro

Objetivos:

Meta

  • Arrumar um Martelo de Combate
  • Completar 3 missões pela Marinha e upar minha patente
  • Conhecer toda a rapaziada
  • Aprender Anatomia
  • Começar a treinar para ganhar a Qualidade Ambidestria



Personagem:


Atributos

PdV: 326

STA: 100

Força: 12 (+6 Racial) (+3 EDC) = 21 ~ Hábil ~
Destreza: 0
Acerto: 3 (+6 Racial) (+3 EDC) = 12 ~ Regular ~
Reflexo: 1 ~ Regular ~
Constituição: 4 (+6 Racial) = 10 ~ Regular ~

Agilidade: 6
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano:

Conhecimentos



Proficiências:

Engenharia Mecânica
Você sabe produzir, projetar e desenvolver projetos mecânicos.
Física
Você conhece a natureza e as suas leis, sendo capaz de realizar cálculos para prever fenômenos.
Forja
Você é capaz de moldar metais para transformá-los em armas e objetos úteis, além de conseguir reconhecer as propriedades dos metais que tem em posse.
Mineração
Você é capaz de extrair metais da natureza, com os instrumentos necessários obviamente. Além disso, conhece uma infinidade de metais e suas propriedades, podendo reconhecê-los facilmente.
Mixologia
Você é um especialista em bebidas, sendo elas alcoólicas ou não, inovadoras ou extremamente tradicionais. Você é capaz de criar e reproduzir bebidas.

Qualidades e Defeitos:

Qualidades

  • Vigor (Racial)
    Os meio-gigantes possuem uma resistência física superior, assim sendo, reduzem todas as condições negativas relacionadas à exaustão em uma categoria.

  • Corpulento (Racial)
    Os meio-gigantes possuem uma estrutura óssea e muscular superior, assim sendo, são uma raça extremamente resistente. Em termos de atributos, os meio-gigantes recebem uma redução de dano de 5%.

  • Afinidade com Haki (3 Pontos)
    Por algum razão, você tem uma facilidade natural para compreender a manipulação e o conceito de Haki, por conta disso, você pode escolher aprender o Haki do Armamento ou Haki da Observação no nível oito, aprendendo o Haki seguinte normalmente no nível dez.

  • Mestre em Haki (4 Pontos)
    Assim que você desbloquear a especialização do Haki da Observação ou do Haki do Armamento, você pode escolher seguir dois caminhos de especialização simultaneamente. Nesse caso, os efeitos narrativos se acumulam, mas os bônus de atributo concedidos não. Nessa hipótese, o melhor atributo entre os dois será considerado sempre.



Defeitos

  • Exótico (Racial)
    Você não sofre preconceito devido a sua aparência ser similar a de um ser humano comum, entretanto, você ainda é capaz de fascinar ou espantar alguns e possui um alto valor pelo seu corpo no mercado de escravos, o que é sempre um problema.

  • Sob medida (Racial)
    Você possui grande dificuldade para encontrar itens e consumir serviços que sejam apropriados para sua espécie, muitas vezes tendo que encomendar itens sob medida. Todo serviço comprado ou item consumido tem seu custo multiplicado por um valor entre quatro e dez vezes a depender da situação.

  • Compulsivo (1 Ponto)
    Eu, o incrível Pippos Vitaminado, tenho a necessidade de sempre querer me apresentar como o insano ser que, de fato, sou. O mais forte, o mais impecável e, claro, melhor ferreiro do North Blue.

  • Dependente (1 Pontos)
    Saciando minha vontade de beber, com o tempo, desenvolvi um vício e preciso ingerir qualquer tipo de bebida alcoólica para manter minha sanidade. Caso não sacie minha dependência em três páginas, começo a sentir os efeitos da abstinência, equivalente ao estado da condição Intoxicado.

  • Extravagante (1 Ponto)
    Eu, fortemente, chamo a atenção por onde quer que passo. Sou monstruosamente forte, tenho músculos incomparáveis com esses meros mortais e um peitoral bem visível e desenhado. Sim, se eu não for reconhecido, preciso me apresentar como o próximo grande herói da Terra. Eu sempre causo uma impressão difícil de esquecer, hehe. E frequentemente gosto de me apresentar.

  • Ambição (2 Pontos)
    Almejo fortemente algum dia ser reconhecido pela minha força e subindo à patente mais alta possível, dentro da marinha, afinal, quero ser reconhecido como o marinheiro mais forte destes mares!

  • Louco (2 Pontos)
    Eu, o Vitaminado Pippão, acredito ser fruto de uma vontade divina para dar um fim no mal da Terra. Algo que acreditam que não sou, tolos, mas com muita certeza eu mostrarei a esses ignorantes e todo esse mundo, para ser reconhecido como tal.




Vitaminado Pippos

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 7k7RaWZ

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 Zx5fIGC

Narração
Pensamento
Fala

Koji
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Créditos : 03
Localização : Sirarossa
KojiEstagiário
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Alvorada dos Monstrorines - 06
18:36 ~19:01 / Flevance


 
Thorkell

Ao cair do Sol e a chegada da noite, Thorkell realizava sua primeira "prisão", ironicamente, sob seus pés. Seu inimigo não passava de um peixe pequeno, e isso se mostrou na luta sem emoção dos dois. Em um único golpe, o homem que estava imponente foi subjugado pelo gigante, que sem piedade, colocou toda a pressão de seus enormes pés no peito do meliante.

Thorkell, nessa posição, via familiaridade naquela situação. O homem, como qualquer criminoso sem reputação, se mostrava uma maçã podre. Ele delatava sem nenhuma hesitação seus planos e informações que seriam valiosas para a investigação que era liderada por Smith e seu assistente Detective.

Logo após fazer essa constatação, ele aproximava a senhora em suas mãos de seu próprio rosto, o que fazia ela corar um pouco. Perguntando se ela estava bem, logo ouvia-se uma resposta.

— Sim, estou bem sim! Meu herói. Muac. — a senhorinha, como um agradecimento, dava um pequeno beijo na bochecha daquele gigante, logo ouvindo seu pedido. — Claro! Vá em frente. — ela rapidamente tampava seus ouvidos com toda a força que seu corpo ancião oferecia, apenas para se admirar ao ver a voz imponente que saía da boca daquele meio-gigante.

Ao súbito grito direcionado ao Sargento Smith, podia-se ver aves saindo de suas moradias nos galhos de árvores, pedestres na distância ficando confusos e até mesmo pequenos animais correndo de medo. Infelizmente, a voz de Thorkell não era o suficiente para chegar aos ouvidos de seu superior, mas os ouvidos treinados de um certo detetive eram capazes de captar aquele som estrondante.

O criminoso nos pés do homem arregalava os olhos, não só pelo conteúdo da mensagem, mas também pela altura do som, que poderia facilmente ser chamado de tortura para ele que não possuía nada protegendo sua audição. Rapidamente após o grito acabar, pequenas gotas de sangue se viam sair pelos ouvidos do homem, que apenas fechava seus olhos pedindo para que tudo aquilo acabasse, perdendo sua consciência pouco a pouco enquanto o sargento e o detetive chegavam.

O gigante que imprisionava aquele assassino proferia algumas palavras de intimidação para o homem, que agora não podia ouví-las, uma vez que estava fora de si. De qualquer forma, a mensagem já havia sido passada anteriormente, e o homem faria de tudo para poder nunca mais enfrentar a cólera daquele guerreiro massivo.

Detective

A conversa com Lara, sua nova acompanhante profissional, havia chegado a um grande resultado. Os próximos passos daquela missão tomavam forma na mente genial daquele homem de meia-idade, que logo se expressava à Lara quanto a isso.

— Certamente. — ela o respondia também indiferentemente, absorta em seus próprios pensamentos.

Nesse momento, os ouvidos treinados e super sensíveis de Detective captavam um grito. O conteúdo do mesmo era um certo "bingo" para o investigador, que poderia descobrir em primeira mão algumas informações valiosas, caso, é claro, o prisioneiro colaborasse. Se mostrando empolgado, rapidamente retirava suas palavras anteriores.

— Não entendo. O que houve? — finalmente retirando o olhar apático e gélido de seu lindo rosto, ela perguntava genuinamente confusa, fato que levava Sgt. Smith à conversa.

— Eu ouvi algo vindo da direção de Thorkell. — se colocava pensativo no momento em que as palavras jorravam de sua boca. — Entretanto, não pude ouvir completamente, se eram palavras ou apenas um grito. De toda forma, parecia ter articulação. Vamos todos ao seu encontro. — ele estufava o peito e dizia imponentemente, como se já estivesse esperando por algo.

Thorkell e Detective

A dupla, que nada se igualava, voltavam a se encontrar na presença de Smith e Lara. O criminoso no chão havia retornado de sua breve perda de consciência, apenas para ficar mais aterrorizado ainda logo que sua ficha caía. Não só o gigante de antes, como também uma mulher, um homem e um sargento da marinha estavam no recinto, todos secando o criminoso em busca de respostas.

O primeiro a falar era Smith, enquanto Thorkell aliviava o peso sob o corpo do capturado. O detetive aproveitava a chance para parabenizar o marine, e pedia para ele tomar o devido cuidado caso fosse em busca de seus outros colegas gigantescos.

— Desembucha tudo o que sabe! — Smith primeiro dizia imponentemente, seguido das palavras de Detective que, pelas suas palavras requintadas, mais confundia o criminoso do que lhe ordenava algo. Apesar disso, ele começava a falar desesperadamente.

— Eu sou apenas um capanga, eu juro! Tudo o que eu faço é seguir as ordens de meus superiores, e eu nem sei a identidade deles! — ele falava arregalando os olhos, os quais rapidamente se enchiam de lágrimas, mas não fazia o criminoso mudar de postura. — Minha missão era só atrapalhar quem viesse investigar o máximo possível. Alguns capangas do meu superior fizeram merda, e nós viemos aqui pra arrumar isso! Acreditem em mim!!! — ele implorava, obviamente com medo de perder sua vida. — Tudo o que sei é que fizeram o serviço mal-feito, a gente só tinha que vir aqui e atrasar o inevitável. É o único pedaço de informação que eu tenho! Eu juro! — ele novamente parecia desesperado com sua própria ignorância. — Como eu disse, só sigo ordens... senhor. — ele ficava cabisbaixo, como se sua vida estivesse em perigo no momento. Seus olhos rapidamente se esbugalhavam, como se ele houvesse lembrado de algo. — Sim! Sim! Lembrei de algo! Eu ouvi por cima, mas tenho certeza! Ultimamente, os chefes têm se preocupado muito com os nobres! Eu não sei por qual motivo, mas tenho certeza que terão mais vítimas como esse aí! — agora animado, ele falava a única coisa que poderia ser útil para os homens naquele momento. Lara, usando suas habilidades no ramo da psicologia, denotava algo.

— Esse homem... Aparenta estar falando a verdade. Alguém raramente mentiria em uma situação como essa. — constatava olhando para o pé de Thorkell, que ainda parecia esmagar o pequeno corpo do "delator". Detective via que havia poucas informações que parecessem úteis, então perguntava algo que deveria ajudá-lo em sua própria investigação.

— Desculpe, não sei dizer. — ele dizia preocupado.

O próximo a se pronunciar era Smith, que ouvia as palavras de Thorkell e rapidamente tomava uma atitude.

— Como o criminoso não deu nenhuma informação que se deve seguir no momento, você pode ficar encarregado de seguir o paradeiro de seus colegas. Vou levá-lo ao quartel e conduzir um interrogatório pessoalmente. — ele dava as ordens enquanto colova as algemas nas mãos e pés do meliante, eventualmente o levando para o QG.

Thorkell logo também se retirava, ficando apenas uma decisão, se deveria seguir a pista dada pela senhora ou checar seus colegas.

Detective

Conformado com o fato de não obter tantas informações assim, o detetive logo se via na necessidade de se direcionar até o QG, assim como Smith o fizera alguns minutos antes. De lá, poderia obter informações de como chegar na residência de Sir Arthur e assim poder continuar com sua investigação.

No caminho, o detetive tentava obter um pouco de intimidade com a dama que caminhava silenciosamente ao seu lado, conversando um pouco com a mesma.

— Até o presente momento, não me vejo em um relacionamento, senhor detetive. Porém, fico extremamente lisonjeada ao receber elogios por parte de alguém que admiro profissionalmente. — ela respondia ao detetive de forma serena e um pouco gélida, porém, não se mostrava desconfortável com as súbitas palavras do homem.

Sem muitas demoras após a pequena interação, os dois chegavam à marinha, pegavam as informações necessárias e se direcionavam à casa de Sir Arthur, onde procurariam por respostas. O caminhar era tranquilo naquela noite especialmente estrelada. A luz do luar era refletida no mar que se encontrava próximo aos dois e produzia uma cena digna de uma pintura. Diversos casais apaixonados andavam pelas ruas brancas da cidade, aparentemente destruindo a impressão anterior de que todos eram tristes ou ressentidos. As luzes das ruas eram acesas, e o ambiente se mostrava confortável para uma pequena caminhada.

Passado algum tempo, os dois chegavam em seus destinos. A residência Flamesworth. Sua fachada era impressionante, fugindo um pouco da arquitetura que utilizava apenas a cor branca por motivos óbvios. A casa possuía um largo jardim logo em frente, fazendo o verde adicionar uma cor mais agradável ao ar monótono que o lugar passava. As fontes que jorravam simétricamente pelo lugar apenas tornava o jardim mais bonito. No meio de tudo, uma escada circular levava alguém até a porta, feita de uma madeira fina e escura, chamando a atenção em meio ao branco. Os pilares que seguravam uma sacada em cima da entrada possuiam alguns detalhes em cor de ouro, e seus entalhes eram, no mínimo, de apreciadores de uma fina arquitetura.

Deixando as aparências de lado, o detetive logo batia na porta da grande casa. Não muito tempo depois, um mordomo com um bigode de se invejar aparecia. Seu requinte combinava com o lugar, obviamente, já que trabalhava nessa inestimável casa.

— Por favor, entrem. Ele os espera no salão principal. — ele dizia ao curvar sua coluna, colocando uma de suas mão sob o peito e a outra apontando, com a palma aberta, para dentro da residência, que era ainda mais estonteante por dentro. Várias obras de arte cobriam as paredes, enquanto entalhes em gesso eram vistos na parte de cima, no encontro do teto. O que cobria suas cabeças, possuía diversos lustres elegantes e caros, aparentemente feitos especialmente para o local em que estavam. A casa, como esperado de qualquer um, era massiva. Logo após entrar pela porta da frente, parecia que os dois investigadores haviam entrado em um novo mundo. O chão reluzia os lustres pelo caminho que faziam até o dito salão principal, onde encontravam uma mesa oval e dois sofás em lados opostos. Sob a mesa, se encontrava uma carta aberta e um pires com uma xícara de um líquido que fumaçava, e, sentado no sofá, estava o homem que parecia ser Arthur Flamesworth.

— Antes que pudesse lhes entregar as informações, como poderiam me garantir que são da marinha? — ele dizia ao pegar seu chã e tomar delicadamente, esperando por uma resposta daquele homem que havia se pronunciado. — Um homem como eu possui diversos inimigos, espero que entenda. — colocava a xícara que ainda fumaçava na mesa, cruzava as pernas e entrelaçava seus dedos, na altura de seu queixo, esperando uma resposta.

Bartolomew

Toda aquela luta, que mais parecia um espancamento, havia acendido uma antiga memória de Bartolomew. A vez em que ele sentiu uma grande vontade em seu âmago e finalmente reconheceu um oponente. Assim como aquela salamandra roxa, Barto novamenta encontrava alguém que poderia chamar de oponente, e rapidamente fazia-o reconhecer esse fato, falando mais coisas após seu súbito revivamento.

— Vamos ver, então. — ele dizia, encarando profundamente o gigante, que carregava um olhar mortal e dobrava seu bigode.

Enquanto caminhava para seu inimigo, Barto proferia palavras de intimidação a cada passo. Seu oponente parecia não se importar com isso, mas antes mesmo que percebesse, um ataque estava sendo preparado. Utilizando todos os seus músculos, Barto erguia a sua mão que carregava a gigantesca clava e descia ela em direção ao oponente, que desviava utilizando uma cambalhota para o lado. Mal sabia ele que a verdadeira intenção do gigante era levantar destroços.

Assim que a arma massiva se encontrava com o chão, o mesmo tremia. Vários destroços, porém, se tratavam de pequenas pedras. Para não falar que o golpe havia sido infundado, uma grande nuvem de poeira se ergueu, debilitando os sentindos do oponente que já se encontrava um pouco cansado. Enquanto isso, Bartolomew emitia um grunhido ensurdecedor, que mostrava toda sua raiva e frustração, além da força que ele colocava em cada um de seus músculos.

Em seguida, como havia planejado, realizava um outro ataque. Esse possuía a intenção de agarrar o inimigo e o imobilizar. Porém, por conta da poeira, não conseguia ver exatamente onde ele estava, ou seja, os dois se encontravam no escuro. Fincando sua clava no chão para suprir a sua necessidade de um apoio, já que sua panturrilha estava dilacerada, o gigante passava a mão pelo local onde o inimigo deveria estar e tentava o agarrar. Porém, sua ideia não parecia ir como planejava. Os seus dedos passavam perto de pegar o homem que lentamente entendia sua situação, porém, não o agarravam. Nesse momento, sem perder tempo, ele pegava seu machado e saía pela nuvem de poeira, agora instável, uma vez que o gigante passara sua gigantesca mão pela mesma.

Em um surto de velocidade, ele direcionava a lâmina de seu machado até o meio-gigante, que pegava a clava fincada no chão e para o ataque que tinha como alvo o abdômen. Infelizmente, como estava fazendo a clava de apoio, ele havia perdido o mesmo, tendo seu equilíbrio debilitado. Antes que pudesse fazer alguma coisa, porém, Barto empurrava o inimigo e tomava uma certa distância do mesmo, estando agora a menos de três metros de separação.

Pippos


Pippos havia pagado o preço pela sua negligência. Sua perna agora doía como nunca pelo ataque da mulher que fora bem suscedido, e seu orgulho havia se transformado, em partes, em vergonha. Ele sentia isso consigo mesmo, ao imaginar o que os deuses, os seres divinos que deram a ele uma missão, imaginariam ao ver essa cena. É claro que sentiriam decepção. Vendo isso, ele rapidamente se desculpava com os seres que acreditava firmemente que existiam, proferindo palavras para os mesmos.

A mulher que antagonizava com o mesmo não podia fazer nada senão se sentir com dúvidas. O que este homem estava falando e fazendo? Esses pensamentos rapidamente saíam da cabeça dela e voltavam para a dor que sentia em seu pé esmagado. Ela ainda podia se mover, é claro, mas sua mobilidade estava severamente debilitada, e isso se tornaria um fator decisivo para a batalha.

Pippos, porém, ainda se mostrava de certa forma misericordioso, dando uma chance para aquela mulher se redimir e delatar tudo o que precisava dizer para o andar da investigação, contando, é claro, sobre a morte de Thales Johannes. A moça, porém, se mostrava irredutível.

— Se vai me matar, então vem logo! — ela falava, não demorava muito para que Pippão a sentenciasse a morte. O algoz estava vindo, será que ele conseguiria vencer aquela batalha?

Disposta a encontrar essa resposta, o soldado vitaminado começava sua ofensiva. Com um glorioso salto, ele procurava atacar a mulher com um golpe descendente. Seu martelo passava pelo ar que rapidamente se encontrava com o solo, porém, não com sua inimiga. A mulher misteriosa já esperava algo do tipo, uma vez que sofrera com a mesma investida anteriormente, logo, ela, antes mesmo que o martelo começasse sua queda, havia saído da trajetória de impacto à tempo. Como o gigante havia analisado, seu movimento era atrasado, logo, mesmo que previsto, o ataque a afetava.

Ao encontrar o chão, aquela grandiosa arma levantava alguns detritos e poeira, principalmente. A visão da mulher era tomada pela nuvem que cobria a mão e os braços de Pippos, assim como a própria combatente. Sem perder tempo, ela atacava o que estava mais próxima da mesma. O último herói da Terra imaginava que este iria ser a perna, porém, sua mão agora também se encontrava na altura da garota, e ela aproveitava essa chance.

Colocando seus dois machados em mão, ela, mirava um ataque para os dedos de Pippos que entrelaçavam o cabo do martelo de combate. Ela era capaz de acertar dois dedos antes que ele levantasse sua mão em um ataque descendente, fazendo toda aquela poeira se dissipar em instantes. A reação fazia que o cabo da arma pegasse diretamente em seu queixo, o que fazia a mulher levantar um pouco antes de cair no solo. Ela parecia estar em maus lençóis, porém, ainda estava em condições de combate. Pippos agora possuía uma chance de ouro para derrubá-la de vez, e finalmente alcançar a aprovação dos deuses.

Klaus


Klaus finalmente encontrava alguém que o poderia ajudar, e diferente do que ele achava ser uma armadilha, se tornava uma fonte de informações e ajuda muito valiosa. O homem sabia várias informações sobre quem ele caçava, e ainda assim, sabia pouco. Apesar de tudo, seria um ótimo aliado caso ele apertasse aquela mão. E assim Sunwizer o fez. Ele olhava seriamente para o senhor a sua frente e fazia uns questionamentos.

— Me chamo Robert Kant. E sim, já fui uma de suas vítimas. Há alguns anos atrás ele cometeu um crime contra eu e minha família, e desde então minha vida se resuma a caçar esse monstro. Finalmente, ele mostrou suas caras e voltou a matar, então temos uma chance de enfim capturar ele. — ele dizia com sinceridade. Agora que possuía um aliado, deveria manter a confiança entre ele. Apesar disso, Klaus novamente o olhava com olhos desafiadores e o questionava — Abaixe a guarda, garoto. Eu sei quem são dois dos capangas abaixo dele, o outro não faço ideia... ainda. — ele respondia imediatamente. — Apenas esses três conseguem contato com O Chefe, então, é atrás deles que devemos ir.

O homem ouvia as palavras de Klaus, vendo que havia conseguido sua confiança finalmente. Seus olhos brilhavam ao ver que ele estava mais próximo do que nunca de sua vingança que demorava anos para ser alcançada. Sua diligência seria recompensada, finalmente. Pensando nisso, ele imediatamente divida as informações.

— A primeira das "cabeças" se chama Clara Müller. Ela é uma mulher elegante, charmosa e um pouco vulgar. Sua idade é por volta dos trinta, mas ela possui um vigor inigualável. Ela comanda cerca de quinze capangas. — parava por um momento e logo recomeçava. — O segundo eu não sei seu nome, então apenas o chamo de Sombra. Ele possui uma grande cicatriz em seu olho direito e anda sempre encapuzado. Usa um grande sobretudo onde esconde todo tipo de lâmina que você pode pensar, e é um ótimo estrategista. Ele comanda o mesmo tanto de tropas que Clara. — mais uma vez pausava, e dessa vez, era acompanhado por um suspiro. — O terceiro é desconhecido por todos. Aparentemente, ele é um dos mais confiáveis, e dentre o trio, o que possui mais poder. Infelizmente, não posso falar muita coisa sobre ele. — dizia de certa forma cabisbaixo, sua voz falhava uma vez ou outra. — De qualquer forma, eu juntei algumas pessoas que têm a vontade de se vingar dele também, gostaria de nos acompanhar até o esconderijo? — ele oferecia à Klaus a proposta, agora que confiava no jovem. — Antes de agirmos, devemos interceptar o seu próximo movimento. Conhecendo eles, em breve tentarão arrumar o serviço de ontem a noite ou tentar impedir o inevitável. — com fé, sua voz agora saía forte e imponente, acompanhada de uma vontade intensa que queimava em seu peito. — Quando for a hora certa, iremos descobrir onde esses canalhas se escondem através de um deles e iremos nos infiltrar lá. O que acha do meu plano? — o homem perguntava esperando uma resposta positiva. Ele gostaria de apresentar um possível novo membro para seus companheiros de luta. Ele estava próximo de acabar com isso tudo, e finalmente poder contra-atacar a tirania do Chefe.



Informações sobre a investigação:
Vítima(s): Thales Johannes
Suspeitos: ???
Local do crime: Orla de Flevance
Arma do crime: Uma lâmina, mais provável uma adaga.
Constatação de testemunhas oculares: "Um homem alto, com três parceiros mascarados, apareceu por volta das três da manhã carregando um corpo que parecia estar desacordado. O corpo foi posto no chão, porém não sei o que houve depois, fiquei com muito medo para olhar o resto."
Anotações sobre o corpo:

1 - Primeiramente, deve-se notar as marcas no pulso do falecido. Tais marcas levam ao indicativo de mãos humanas as segurando com força. Talvez tenha sido puxado, mas tal análise se torna obsoleta ao observar o segundo pulso, com marcas similares, mas menores. *Após olhar os pés, ficou clara a situação. O corpo foi carregado a uma grande distância. Muita força foi feita nos quatro membros e isso deixou marcas.
2 - O grande corte feito em sua garganta demonstra um ferimento causado por lâmina. Pelo tamanho e profundidade, arriscaria ser uma adaga. O fato mais interessante nessa parte se dá pelos hematomas mais leves ao redor do corte, me levando ao pressuposto de que esse homem foi asfixiado até perder a consciência.
3 - Em sua boca, se vê hematomas similares que se estendem da bochecha e até passam mais sutilmente pelas orelhas. Uma mordaça talvez? Queriam impedir que ele gritasse? Os hematomas possuem um formato muito particular para se tratar de um espancamento, portanto, as chances de uma mordaça são altas.
4 - Os bandidos não se importaram em revistar o corpo, provavelmente não possuiam essa motivação, mas por qual motivo?

Histórico:
Thorkell:
N° de posts: 06
Ganhos:
- Naginata (post - 03)
Perdas: -
Pippos:
N° de posts: 05
Ganhos:
- Martelo de combate (post - 02);
Perdas: -
Ferimentos:
- Corte extremamente profundo na canela esquerda [0/15 - não tratado]
- Cortes nos dedos: indicador e médio [0/12]
Vício: Alcoolismo [6/15]
Detective:
N° de posts: 06
Ganhos: -
Perdas: -
Bartolomew:
N° de posts: 06
Ganhos:
- Clava de madeira com o interior de ferro (post - 02)
Perdas: -
Ferimentos:
- Pequeno corte no lado esquerdo da barriga [2/7]
- Corte profundo na região da coxa esquerda [0/12 - não tratado]
- Corte muito profundo na panturrilha direita, movimentos limitados [0/15 - não tratado]
- Corte profundo no abdômen, abaixo da costela [0/12 - não tratado]
Klaus:
N° de posts: 06
Ganhos: -
Perdas:
- 150.000 Berries (post 03 - estalagem)
- 70.000 Berries (post 03 - comida)

Legenda / Npc's:
Marines
Sargento Smith - Aparência
Lara Hëzil -Aparência
Arthur Flamesworth - Aparência
Homem do Capuz AKA Robert Kant - Aparência aproximada
NPCs aleatórios
Inimigos
Barulhos

Considerações *leia*:

Klaus está cerca de 1 hora atrasado +/- em relação ao grupo principal.

Infelizmente, não poderei usar esse pequeno sistema que eu montei pois descobri que tem um próprio para o fórum. Foi um erro meu não ter visto isso, então vou apenas apagar a parte de HP e danos sofridos, continuando apenas com os ferimentos já que são condições mais narrativas.

Caso tenham uma sugestão, feedback ou algo para pedir, sabem onde me encontrar, boa aventura!

   Code by Arthur Lancaster

     
    

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 9uIPM5X


"Assume the position to get down on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 Jpu3OmR
Pippos
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Créditos : 00




1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 Shuuma10

Embate severo…
Mas ja estava mais do que na hora de acabar!


1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
Agora era óbvio que apenas o magnífico estaria no controle, ou seja, eu, claro. Minha vontade divina era absoluta, e isso era óbvio VITATATATA! Se não fosse pela ferida chata que ainda dói em minha perna… eu estaria em perfeitas condições. Arf. Era óbvio que um ser impecável como eu agora não estaria mais disposto a ter cordialidades e tentar ser pacífico. Eu já havia tentado fazer tudo o que podia para evitar espancá-la, mas ela não cooperou com minha boa atitude… e ainda faz questão de tentar me confrontar. Puff! De acordo com tudo o que havia acontecido, estava claro que eu precisava ser bem cuidadoso com cada uma das minhas investidas, pois até mesmo sem muita mobilidade, ela conseguia ser bem ágil para esquivar de meus ataques. Sim, eu precisava admitir que ela era bem persistente e determinada, mas estava na hora disso acabar, ou que pelo menos ela decidisse tornar-se uma seguidora minha e, talvez, até entrar para a marinha.

Mas, no atual momento, eu precisava ser realista, ela não parecia nem estar perto de pensar em fazer o bem. Mas, por outro lado, eu ainda teria informações dela a tirar. E, analisando bem suas condições, eu ainda deveria me precipitar em relação à meus movimentos, afinal, estava claro de que ela ainda estava disposta a lutar. Convicto dos movimentos dela os quais eu aprendi nesse pequeno tempo, mais uma vez peguei o maior impulso que podia para saltar e, mais uma vez aplicar, mas dessa vez seria o mais forte golpe descendente que podia. Mas, analisando todos os pontos, eu sabia que ela conseguiria se esquivar, ou ao menos se complicaria para tal, mas esse não era o verdadeiro alvo de meu ataque, mas sim o chão. Com um golpe potente em toda a força que poderia dispor, eu já, facilmente, conseguia elevar a poeira desse terreno, mas com toda a minha força, além de talvez quebrar parte do solo, agora almejava causar um leve tremor além da poeira, tremor esse que talvez atrapalhasse a movimentação de todos que por ali estivessem.

Eu sabia, também, que não importava a poeira ou o chão trêmulo por ali, mas ela tentaria me atacar, de forma que até, sem querer, conseguiu atingir meus dedos. Desse modo, logo depois de desferir meu impecável golpe no solo, eu recuaria para tentar esquivar de qualquer ataque dela em meio à toda a poeira, e, partindo desse ponto, aproveitaria meu recuo defensivo para, em seguida pegar impulso e desferir um extraordinário giro para acertar em um ângulo de 180 graus mediante toda a poeira para, obviamente tentando acertar todo o seu corpo nesse ataque horizontal com, aproximadamente, uns 3 metros de alcance.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 MeatyFocusedIvorybilledwoodpecker-size_restricted

Depois de aplicar o golpe supracitado, acertando ou não o meu ataque, seria sensato supor que essa poeira erguida abaixo de minha cintura se dissipasse ou fosse lançada para frente, caso eu tivesse acertado o meu ilustre acometimento houvesse acertado, era bem provável que já causasse qualquer tipo de atordoamento em minha antagonista, algo que, inclusive, facilitaria o meu golpe final, que resultaria de mais um avanço e tentativa de efetuar mais um golpe descendente, com intuito de acertar todo o tórax dela e tentar transformá-la em resto de gente.

Por outro lado, caso meu primeiro ataque não a acertasse, ao menos era bem provável que a poeira erguida, ao menos, fosse lançada de uma forma mais precisa contra minha adversária, e, partindo desse ponto, tentaria pegar impulso para proceder dois ataques, um ascendente em seu tórax, ou ao menos tentando pegar essa parte de seu corpo e lançá-la para cima para eu ter um melhor acesso a continuidade de meu ataque e finalizar com um ataque descendente, também alvejando essa parte do corpo e quebrá-la contra o solo.

Era óbvio que eu poderia ter causado vários golpes horizontais de forma mais firmes e imponentes para finalizar o combate. Mas era óbvio que, mediante meu tamanho divino e superior, eu, agora como marinheiro, precisava tomar cuidado para não acabar destruindo as residências ao meu redor, então busquei sempre aplicar ataques para cima ou para baixo. Mas, convicto de que finalmente a luta havia finalizado, eu checaria entre o 'resto de adversária' se ela ainda estaria viva, pois caso isso acontecesse, eu a levaria para tentar dar alguma explicação sobre o crime contra Johannes a alguém que soubesse tirar essa informação melhor do que eu: - Eu sou o Vitaminado Pippão, e você está presa! - Terminaria esperando ter finalizado minha primeira missão de capturar um dos criminosos responsáveis por um assassinato.


Mas caso, em algum momento, eu pudesse perceber que meus planos não tivessem ocorrido conforme o planejado e eu estivesse a receber qualquer tipo de contra-ataque, antes de fazer os meus referidos movimentos ofensivos procuraria recuar e tentar rebater quaisquer que fosse o ataque direcionado a mim, tanto para bloquear como tentar causar algum dano em meio à minha defesa. Tudo para em seguida efetuar os movimentos acima citados e dar a devida procedência em meus ataques que almejava. Finalizar a luta e depois levar o corpo vivo até o ponto de encontro para que pudessem tentar tirar informações dela, mas caso eu acreditasse que ela estivesse morta, faria questão de aplicar mais um ataque descendente para dar certeza à minha crença, pois não estava disposto a me precipitar e dar as costas para um oponente que ainda estivesse vivo.

Caso eu estivesse com um corpo vivo e firmemente seguro em minha mão esquerda, entregaria para o sargento e para o DT, pois, com muita certeza, eles saberiam tirar informações melhor do que eu, que apenas era benevolente e tentava ser piedoso. Mas caso eu eu houvesse finalizado meu alvo, bastava informá-los de meu feito, e, caso duvidassem, mostraria o sangue em meu belo martelo: - Tentei trazê-la viva… mas ela não cooperou em me dar informações e nem em se render, foi persistente em lutar do início ao fim, até mesmo quando amassei sua perna. - Apontei os fatos que evitaram trazê-la viva, mas se qualquer questionamento extra surgisse, eu ficaria puto com essas duvidas perante mim, um ser divino: - Então vá lá olhar! - Apontaria para a direção de onde eu tinha vindo.

Mas eu precisava me certificar se apenas eu havia tido problemas com os adversários, pois realmente havia sido uma luta complicada. - Conseguiram algo ou capturar algum prisioneiro? Eu tive problemas enfrentando a minha e até… - Mostrei minha perna sangrando e todos os danos em meu corpo. - Tem algum médico para me ajudar com isso aqui? - Finalizaria.



Histórico:

Informações

  • Posts: 7
  • Ganhos:
    Martelo de Combate

  • Perdas:


  • Extras:


  • Ofício: (Além de impecável semideus desse mundo, claro)
    Ferreiro

Objetivos:

Meta

  • Arrumar um Martelo de Combate
  • Completar 3 missões pela Marinha e upar minha patente
  • Conhecer toda a rapaziada
  • Aprender Anatomia
  • Começar a treinar para ganhar a Qualidade Ambidestria



Personagem:


Atributos

PdV: 326

STA: 100

Força: 12 (+6 Racial) (+3 EDC) = 21 ~ Hábil ~
Destreza: 0
Acerto: 3 (+6 Racial) (+3 EDC) = 12 ~ Regular ~
Reflexo: 1 ~ Regular ~
Constituição: 4 (+6 Racial) = 10 ~ Regular ~

Agilidade: 6
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano:

Conhecimentos



Proficiências:

Engenharia Mecânica
Você sabe produzir, projetar e desenvolver projetos mecânicos.
Física
Você conhece a natureza e as suas leis, sendo capaz de realizar cálculos para prever fenômenos.
Forja
Você é capaz de moldar metais para transformá-los em armas e objetos úteis, além de conseguir reconhecer as propriedades dos metais que tem em posse.
Mineração
Você é capaz de extrair metais da natureza, com os instrumentos necessários obviamente. Além disso, conhece uma infinidade de metais e suas propriedades, podendo reconhecê-los facilmente.
Mixologia
Você é um especialista em bebidas, sendo elas alcoólicas ou não, inovadoras ou extremamente tradicionais. Você é capaz de criar e reproduzir bebidas.

Qualidades e Defeitos:

Qualidades

  • Vigor (Racial)
    Os meio-gigantes possuem uma resistência física superior, assim sendo, reduzem todas as condições negativas relacionadas à exaustão em uma categoria.

  • Corpulento (Racial)
    Os meio-gigantes possuem uma estrutura óssea e muscular superior, assim sendo, são uma raça extremamente resistente. Em termos de atributos, os meio-gigantes recebem uma redução de dano de 5%.

  • Afinidade com Haki (3 Pontos)
    Por algum razão, você tem uma facilidade natural para compreender a manipulação e o conceito de Haki, por conta disso, você pode escolher aprender o Haki do Armamento ou Haki da Observação no nível oito, aprendendo o Haki seguinte normalmente no nível dez.

  • Mestre em Haki (4 Pontos)
    Assim que você desbloquear a especialização do Haki da Observação ou do Haki do Armamento, você pode escolher seguir dois caminhos de especialização simultaneamente. Nesse caso, os efeitos narrativos se acumulam, mas os bônus de atributo concedidos não. Nessa hipótese, o melhor atributo entre os dois será considerado sempre.



Defeitos

  • Exótico (Racial)
    Você não sofre preconceito devido a sua aparência ser similar a de um ser humano comum, entretanto, você ainda é capaz de fascinar ou espantar alguns e possui um alto valor pelo seu corpo no mercado de escravos, o que é sempre um problema.

  • Sob medida (Racial)
    Você possui grande dificuldade para encontrar itens e consumir serviços que sejam apropriados para sua espécie, muitas vezes tendo que encomendar itens sob medida. Todo serviço comprado ou item consumido tem seu custo multiplicado por um valor entre quatro e dez vezes a depender da situação.

  • Compulsivo (1 Ponto)
    Eu, o incrível Pippos Vitaminado, tenho a necessidade de sempre querer me apresentar como o insano ser que, de fato, sou. O mais forte, o mais impecável e, claro, melhor ferreiro do North Blue.

  • Dependente (1 Pontos)
    Saciando minha vontade de beber, com o tempo, desenvolvi um vício e preciso ingerir qualquer tipo de bebida alcoólica para manter minha sanidade. Caso não sacie minha dependência em três páginas, começo a sentir os efeitos da abstinência, equivalente ao estado da condição Intoxicado.

  • Extravagante (1 Ponto)
    Eu, fortemente, chamo a atenção por onde quer que passo. Sou monstruosamente forte, tenho músculos incomparáveis com esses meros mortais e um peitoral bem visível e desenhado. Sim, se eu não for reconhecido, preciso me apresentar como o próximo grande herói da Terra. Eu sempre causo uma impressão difícil de esquecer, hehe. E frequentemente gosto de me apresentar.

  • Ambição (2 Pontos)
    Almejo fortemente algum dia ser reconhecido pela minha força e subindo à patente mais alta possível, dentro da marinha, afinal, quero ser reconhecido como o marinheiro mais forte destes mares!

  • Louco (2 Pontos)
    Eu, o Vitaminado Pippão, acredito ser fruto de uma vontade divina para dar um fim no mal da Terra. Algo que acreditam que não sou, tolos, mas com muita certeza eu mostrarei a esses ignorantes e todo esse mundo, para ser reconhecido como tal.




Vitaminado Pippos


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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 7k7RaWZ

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 Zx5fIGC

Narração
Pensamento
Fala

Kira
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Imagem : 1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 CTfWi4D
Créditos : 05





Alvorada dos Monstrorines!

O homem deixava claro todas as suas intenções, e claro, o fato de ele me parecer bastante sincero no que dizia me fazia então ceder a ajudá-lo, meu olhar se tornava um pouco mais tranquilo, e meu semblante mais amigável, e com isso eu o respondia.-Sim! Eu ajudarei vocês, com tudo... Dava uma pequena pausa enquanto claramente me preparava para deixar claro as minhas intenções e condições.-A única coisa que eu quero, é a recompensa pela cabeça dele! Eu o olhava de forma mais séria, porém, sem demonstrar desprezo nem nada do tipo, apenas afirmando que minhas condições não eram brincadeira e eram bastante reais.-Eu não tenho um motivo nobre para ir atrás deles como vocês tem, na verdade meu motivo é o mais sujo possível… Eu apenas quero o dinheiro e não me importo com quem ele seja ou com o que fez, mas, também não posso deixar de ser justo quanto aos seus sentimentos, e por isso estou dizendo meus reais interesses nessa união, não sei o que vão decidir em fazer com ele quando o pegarmos, mas espero que me deixem entregá-lo a marinha e assim recolher sua recompensa.

Eu observava a face do homem e o olhava diretamente nos olhos, aquilo de fato era o que eu era, e não via motivo nenhum para esconder isso daquele que se propunha a me ajudar a conseguir o que eu queria, esperava por uma resposta do mesmo e quando a recebesse, dependendo de qual fosse, a minha resposta poderia ser negativa ou positiva.

Talvez para ele aquilo era ser alguém cruel e sem escrúpulos, e era talvez o que eu realmente fosse, mas eu não me importava em como os outros me viam, contanto que eu conseguisse o que eu estava buscando, e com isso, caso o homem me dissesse que não poderia fechar um acordo comigo, eu o olharia ainda sériamente enquanto mudava meu semblante para um leve sorriso e então o diria.-Imaiginei que diria isso… Mas bom, então é isso, seguirei sozinho como estive até agora, e obrigado pelas informações. Terminaria acenando para o homem enquanto caminhava em direção a saída do beco, dando as costas para o mesmo.

Porém, se sua resposta fosse positiva, eu me colocaria à total disposição para capturar aquele que causou tanto mal às pessoas que o queriam preso.-Bom, se é assim então… Acho que agora trabalhamos juntos, pelo menos até capturarmos esse verme! Estenderia minha mão para o homem aceitando o acordo, o observando em cada detalhe de seu rosto e roupas, afinal ele parecia ter uma aparência similar a do terceiro homem que ele disse ter contato com o chefe, pelo menos o capuz, só me restava saber se ele tinha a cicatriz no olho direito.

Caso tudo estivesse entendido e não tivesse nenhum problema até ali, e claro, ele não fosse o tal suspeito que ele mesmo havia dito, eu o esperaria dizer as instruções da missão que executaremos, e claro, esperava conhecer o restante daqueles que o ajudariam, estaria disposto a cooperar com o homem, contanto que tudo pudesse me levar ao meu objetivo final, a obtenção do dinheiro que seria entregue por sua cabeça, sendo assim, seguiria com o homem para onde ele decidisse ir, esperando pelas instruções de como faríamos aquilo.

Porém, caso ele fosse realmente aquele que ele não dizia o nome por dizer não o saber, eu o seguiria da mesma forma e o auxiliaria naquilo, afinal, eu estava curioso para saber que motivos o levaram a trair o seu chefe, porém, me manteria atento, afinal eu poderia estar sendo levado para uma emboscada, então, estaria esperando para me defender caso fosse preciso.




Histórico:
Nome: Klaus Sunwizer
Número de Posts: 7
Ganhos:
N/A
Perdas: - 150.000 Berries (post 03 - estalagem)
- 70.000 Berries (post 03 - comida)
N/A
NPC's:
N/A
Ferimentos:
N/A
Objetivos:
Conseguir algum dinheiro.
Encontrar alguma forma de ganhar dinheiro.
Encontrar uma local para estadia barato.
Encontrar com Marciano, Pippos e os demais companheiros.

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 V5YJKwL

Pensamento
Fala
Extras
Denki
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Imagem : 1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 CunQdWd
Créditos : 00
DenkiSoldado
https://www.allbluerpg.com/t369-bartolomew#1127 https://www.allbluerpg.com/

O orgulho e a honra o precedem
E o seu nome é maior que todas as nações
Bartolomew - Post 7


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- Chegou a hora. - Respirava fundo, o sentimento estava a flor da pele e toda a minha força de vontade e orgulho seria expresso ali: sem abreviações ou hiatos, todo o meu poder. - THE ONE. - ali tentava exalar o poder e imponência que minha aparência extravagante proporcionava, mesmo com os sangramentos, levava o fortalecimento muscular ao último estágio, com toda a resistência que pudesse alcançar, que inclusive deixaria muitos body builder com inveja. Meus pelos, todos eles - ainda que poucos - arrepiaram-se com a situação, e tentava deixar meu próprio corpo em um pico de adrenalina para uma reação com grande magnitude. Em uma explosão de movimento tentava suprimir a desvantagem da minha panturrilha mudando a postura: antes uma postura equilibrada com uma boa distribuição de peso para agora uma disposição de 80 pra 20, colocando maior parte do peso para a perna sadia, em uma postura inovadora e que mudaria tudo, inclusive a forma em que minha arma iria ser empunhada.

- Verme insolente - O orgulho, antes expresso com desprezo e olhares carregando-o, seria exposto de uma forma completamente diferente, como se houvesse transformado-me na sua própria personificação. Em uma postura forte e imponente, soltando o peso na minha perna esquerda iria soltar todo o peso do meu corpo lançando-me em um jogo de cintura para tentar esmagar meu oponente em um ataque de cima para baixo, com toda a força que pudesse alcançar, e aproveitando da postura diferente para lançar-me sobre ele, parando o movimento com a perna ruim enquanto que com a boa, acabaria de dar a sustentação para que não caísse. Olhando fixamente para o dito cujo.

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- Bartolomew não espera que tenha desmaiado só com isso, e por isso cavalheiro, vou continuar até que haja um campeão entre nós - Respirando fundo, continuaria na ofensiva. - Tatakae - Um outro ataque seria desferido, mesmo que tivesse errado o primeiro, de forma rápida, com uma técnica bárbara impecável e uma força avassaladora, seria posto de forma brutal, de cima para baixo, empunhando a arma com ambas as mãos, mantendo sempre os olhos fixos naquele mesmo ponto. Esperava que, como antes, subisse poeira.

Caso a poeira do solo subisse, giraria minha clava de forma horizontal em meia lua, da esquerda para direita, novamente apostando numa postura de 80 para 20, com um único pé forte, e um quadril e glúteo bem encaixado esperava pega-lo nesse movimento. Caso o dito cujo tentasse escapar, apostaria num ataque ascendente novamente, apoiando a clava com ambas as mãos, para tentar jogar o oponente para cima, e tentar diminuir suas oportunidades de esquiva, que era o que o bárbaro inimigo estava apostando desde o começo.

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Apontaria para o alto, em direção ao astro vigente, que provavelmente seria a lua, e iria continuar seguidamente, tentando golpes descendentes, de cima para baixo, com uma postura intocável. Com força investiria pesado no ataque, mas não abrindo mão da defesa, caso necessário, tentando defender com minha clava para bloquear e jogar longe o oponente, mantendo uma distância segura. Caso percebesse que o oponente estivesse nas últimas, ou muito machucado iria olhar bem para o mesmo, esperando que pedisse clemência, e se assim fosse, diria: - Barto lhe perdoa, humano inútil. Deite-se e solte sua arma, precisamos acertar algumas coisas.



Legenda:
Falas e Links
Pensamentos
The ONE


Importante:
Post: 07
Proficiências: Briga / Sobrevivência / Nado / Persuasão / Anatomia.

Qualidades: Vigor / Corpulento / Renome / Hipoalgia / Duro de Matar / Resistência a Venenos / Destemido
Defeitos: Exótico / Sob-Medida / Orgulhoso / Misericordioso / Justo / Extravagante.

Patente: Soldado
Ganhos: Clava de madeira com o interior de ferro (Post 2)
Perdas: ~x~

Npcs/Players: Pippos, Thorkell, Detective. Sargento da Marinha;
Condições: - Sangramento Categoria III: Perda de 6% dos PdV por post com limite de perda de 150 PdV.
Ferimentos: - Pequeno corte no lado esquerdo da barriga [2/7]
- Corte profundo na região da coxa esquerda [0/12 - não tratado]
- Corte muito profundo na panturrilha direita, movimentos limitados [0/15 - não tratado]
- Corte profundo no abdômen, abaixo da costela [0/12 - não tratado]

Missões Concluídas: ~x~
Objetivos da Aventura:
Conseguir um arma de uma mão;
► Conhecer Gaiden, Thorkell, Drake e Pippos Vitaminado;
► Concluir 3 missões;
► Subir de Patente;
► Começar o aprendizado de Ambidestria;
► Aumentar e expandir a qualidade Renome;
Thanks Tess