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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
Relembrando a primeira mensagem :

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiro Thorkell Dragnar Godheim. A qual não possui narrador definido.

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 3 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Koji
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Koji
Avaliador


Alvorada dos Monstrorines - 05
18:01 ~ 18:36 / Flevance


 
Detective

O detetive sênior, que entregava sua mente sem receios naquele caso, parecia se admirar com Lara. Sua profissionalidade era algo digno de louvor, e a maneira como descobria os fatos que compunham a cena do crime criava um certo júbilo em Detective. Não só isso, como também sua aparência física que se mostrava exuberante, no mínimo, saltava aos olhos treinados do homem que comandava a investigação.

Após a análise profunda entregue pela Srta. Hëzil, Detective se pôs a falar rapidamente. Como havia dito anteriormente, era um homem que gostava de tagarelar, mas diferentemente do que é inferido por essa frase, suas palavras eram repletas de conhecimento e análise profunda referente ao caso em questão.

— Concordo com o fato de que eles deveriam ser mais cuidadosos. Provavelmente estamos perdendo algo importante aqui. Não consigo aceitar que isso foi deixado propositalmente. — ela retrucava um tanto pensativa. Após mais um tempo fazendo sua massa cinzenta trabalhar, Detective fazia uma constatação que eles, eventualmente, deveriam cogitar.

— Certamente... não é nada inteligente anular possibilidades nessas situações. — falava convencida de que deveriam levar isso em questão.

O detetive seguia então por analisar mais a fundo o próprio convite. Utilizando seu olfato aguçado, fazia uma análise no pedaço de papel, inteligentemente eliminando o odor de sangue, frutos-do-mar e maré. O restante se mostrava configurando um típico odor de festa. Um pouco de álcool, carne e molho eram sentidos pelos sentindo aguçados do homem, que retornava à listagem feita por Lara, deixando escapar até mesmo um elogio, que a deixava lisonjeada, mas não esboçava muita reação.

— Vamos olhar o caso em sua totalidade. Realmente seria um serviço mal-feito levá-lo e depois asfixiá-lo, para só então cortar sua garganta. Como o senhor disse, ele foi asfixiado antes de tudo. Porém, um fato que deve ser levado em questão aqui é que ele não possuía nenhum indício de tortura. Seu corpo estava intacto, tirando, é claro, os ferimentos já conhecidos. — ela pausava como se quem estivesse esperando uma reação para novamente iniciar seu argumento. — Porém, o que temos aqui são meliantes que tiveram o cuidado de amordaçar o homem, mesmo ele estando inconsciente. Claro, há a possibilidade de ele ter sido amordaçado em outra ocasião, mas o ato em si, demonstra um certo cuidado. Realmente não há sentido algum em não revistar o corpo olhando por essa óptica. — ela finalizava pensativa, como quem estivesse procurando por uma resposta para essa questão. — Corrija-me se estiver errada, senhor, mas em minha opinião há algo mais nessa história. — ela finalizava seu argumento.

Novamente, então, o detetive abria sua boca, indicando o próximo passo para essa famigerada investigação.

— Concordo, a única forma de descobrirmos o que está acontecendo é cavando mais fundo nesse mistério. — apesar de preocupada, podia-se ver um certo brilho nos olhos delas ao ver o caso misterioso em sua frente. Ela então olhava para o Sargento Smith, que estava ali apenas observando os dois. — O senhor poderia informar a localização da residência dos Johannes? — ela o perguntava, sendo imediatamente respondida.

— Não sei a localização de cabeça. Voltem para o QG e peçam para alguém ajudá-los com isso. Eu vou checar os soldados enquanto isso. Eu peço que reportem caso haja uma evolução no caso. — ele parecia voltar para si imediatamente, enquanto mandava a dupla para um próximo destino.

Bartolomew

Barto finalmente percebia haver algo de errado no local. Onde deveria estar lotado de pessoas, estava, na verdade, completamente vazio. Como se subitamente a cidade tivesse virado um grande lugar abandonado. Pensando mais sobre isso, ele voltava sua atenção no detetive, porém, com a guarda baixa, o inimigo se fez presente e tomou essa oportunidade.

Claro que, pela sua raça, o dano era menor. Ainda mais para alguém cheio de vitalidade como Bartolomew. A dor que sentia era similar a de um arranhão, logo, apenas deixou isso de lado e proferiu suas palavras contra o oponente, que não esboçava reação. Em uma luta, os sentidos se aguçavam, e a concentração chegava em seu pico. Um combatente não deveria se dar o luxo de se distrair, e talvez, perder a sua própria vida.

Não perdendo tempo, o inimigo começava sua arrancada. Barto não perdia tempo e começava a movimentar seu corpo, configurando um ataque. Enrijecendo seus músculos, e pouco a pouco se colocando na posição correta, ele preparava um ataque que utilizaria toda sua força, somada à movimentação de seu tronco, deveria atordoar seriamente o oponente, senão acabar com a luta ali mesmo.

Vendo que se ele continuasse a correr desenfreadamente, acabaria por se ferir, começou então a desacelerar seus passos e se preparar para o que estava vindo. Porém, era tarde de mais. ele levantava seu machado para se defender contra a clava que possuía quase seu tamanho, e no processo, conseguia defender-se do ataque. A força da investida, porém, se dissipava totalmente em seu corpo. Seus pulsos, que seguravam firmemente sua arma, passaram a doer como nunca, e seu corpo era jogado para trás com uma velocidade incrível. Ele caía no chão atordoado com o que havia acontecido, grunhindo um pouco enquanto pegava sua arma novamente.

O meio-gigante não perdia essa oportunidade, e avançava contra o inimigo no chão. Utilizando de seu tronco, ele iniciava o movimento para um ataque que esmagaria o oponente no chão. Ciente disso, o homem rapidamente rolava seu corpo para os lados, ainda tentando colocar sua mente no devido lugar. O ataque que era direcionado a ele batia no chão, e, pelo peso da clava, causava um pequeno tremor.

Ele rapidamente se colocava em pé e ouvia as palavras absurdas dos gigante, enquanto aproveitava a guarda baixa e ia atacá-lo.

— Tá desistindo, é? — em meio a sua investida, ele tentava quebrar o orgulho do homem a sua frente, enquanto com o seu machado lançava uma frenesi de ataques cortantes. Primeiramente, mirava em suas pernas e coxas, acertando golpes que cortavam profundamente a carne robusta do meio-gigante. Barto, ao invés de defender ou retaliar, apenas ficava parado no lugar, aparentemente aceitando tudo aquilo.

O inimigo logo subia para o abdômen e desferia um golpe potente nessa localização, que adicionava mais um corte ao corpo agora ensanguentado de Barto. Descendo novamente, ele começava a mirar na panturrilha, anteriormente atacada. Acertando quatro golpes repetidamente na mesma localização, ele era capaz de abrir um corte extremamente profundo no músculo do homem, debilitando seus movimentos até que o ferimento seja tratado.

Após os ataques frenéticos mirados em Barto, o homem parecia cansado, somando ao seu atordoamento, que parecia estar passando, ele assumia uma postura defensiva e parecia tentar provocar Barto.

— Parece que você não pode me ignorar, não é? — ele dizia enquanto observava Barto, que liberava sangue pelos seus cortes, especialmente aquele feito na panturrilha.

Pippos

Ao procurar e não encontrar ninguém, nem mesmo moradores, Pippão havia se decidido. Ele iria ajudar seus companheiros. O problema estava na volta, quando encontrou sua inimiga. Inicialmente, ele não via que se tratava de uma guerreira, mas de qualquer forma, gênero não faria diferença para o gigante, que agora se mostrava irritado com as palavras que saíram da boca dela.

Ele rapidamente defendia sua honra, mas não importava mais para ela, que apenas assistia silenciosamente as palavras de Pippos, sem esboçar reação alguma. Ao cruzar por baixo de suas pernas, ele logo preparava um ataque com seu martelo recém-montado. Ele esticava seu braço, e, com ela em direção as suas pernas, realizava um movimento que cobria uma área de 120º na direção da investida.

A assassina, utilizando de toda sua velocidade, abaixava e deslizava na terra para desviar da massa de ferro que seguia para sua cabeça, fazendo com que o poderosso martelo passasse raspando em seus longos cabelos. O triunfo parecia não durar muito, pois o gigante preparava sua próxima ofensiva. Pulando no ar e realizando uma investida descendente, ele esperava acertar a garota em cheio, porém, não era esse o caso.

Ela rapidamente tentava realizar uma cambalhota para evitar que o ataque pegasse em cheio, porém, apenas conseguia fazer com que o ataque não fosse mortal. Pippos havia conseguido marcar claramente a posição da mulher e lançou um ataque certeiro. O martelo atingia sua perna esquerda, amassando os ossos de seu pé, especialmente os dedos.

Ela, em um estado de atordoamento, liberava adrenalina sem parar em seu sistema sanguíneo, cobrindo um pouco da dor que a acertava como uma tora de madeira em sua cabeça. Porém, sua determinação não morria. Tentando aguentar a dor que sentia, ela se colocava de pé novamente, observando com a cabeça erguida totalmente o gigante em sua frente. Enquanto mancava, ela se aproximava mais e mais dele, acelerando cada vez mais, colocando totalmente seu peso no pé que não estava machucado.

Como um grito de desespero, ela desferia um ataque cortando que acertava a canela de Pippos, um corte profundo que, apesar de não oferecer perigo para o homem, naturalmente doeria. Ela preparava mais um ataque direcionado ao mesmo corte anterior. Um. Dois. Três. Quatro. Acertava diversos golpes na mesma posição com seus machados duplos, dilacerando a carne e cortando veias até se cansar e ir ao chão novamente. Se colocando em posição defensiva e pronta para esquivar de qualquer coisa, ela esperava por uma reação do gigante

Thorkell

Assim como seus parceiros gigantes, Thorkell sentia algo de errado ali. Por que o número de civis havia diminuído drásticamente? Não só isso, mas ele também se perguntava sobre a presença de turistas na praia. Ele não estava errado, afinal, Flevance parecia ser uma cidade que não atraia muitos turistas. Pelo momento, ele deixava isso de lado e agradecia o pequeno pedaço de informação que a anciã havia lhe dado.

Disposto a seguir o que a senhora havia falado, seus planos foram subitamente paralisados pela presença do humano que viria a se tornar seu oponente. Ele tentava matar a senhora com suas adagas, porém, Thorkell a protegia. Utilizando o cabo da sua nova Naginata, ele usava sua agilidade para empurrar o inimigo para longe, sacrificando um pouco do dano da arma em troca de rapidez. Esse ataque acertava em cheio a barriga do inimigo, que não esperava que a naginata acertasse tão rapidamente, sendo lançado para trás e colidindo com o solo logo após. Ele ficava sem ar por um tempo, o suficiente para o gigante cravar sua arma no chão e salvar a pobre idosa.

— Obrigada, meu querido! — ela agradecia alegre por ser salva pelo homem.

Enquanto seu oponente levantava, Thorkell respondia suas palavras, o que fazia com que um sorriso de canto se formasse no homem agora em pé. Isso fora tempo suficiente para que o gigante pegasse sua arma cravada com uma mão, enquanto segurava a senhora com a outra.

— Tô ansioso para isso! — parecia se animar ao ouvir as palavras daquele lutador colossal, enquanto era encarado e interrogado pelo mesmo logo na sua frente. — Vença a luta e eu te falo! Tem que merecer a informação, não é? — ele iniciava sua investida antes do gigante. Seu alvo não era mais a mulher, agora na mão colossal de seu oponente, e sim o meio-gigante em si.

Diminuindo a distância entre os dois, o inimigo parecia mirar no pé e nas pernas do gigante, talvez tentando desestabilizar sua base. Porém, Thor já esperava tal ação, e por isso, agia de acordo, primeiramente largando sua lança. Ao mesmo tempo que afastava sua perna alvo, fazia seu braço descer em uma velocidade estonteante, sem que o inimigo percebesse isso, uma vez que estava muito focado em apenas atacar.

Descendo como um meteoro na cabeça do homem, o ataque fazia com que o oponente cambaleasse. Suas pernas haviam sofrido grande pressão, não demorando muito para que ele caísse, ficando no chão sem entender o que acontecia. A senhora, observando tudo isso, ficava admirada com a maestria do golpe que derrubava o inimigo rapidamente, o deixando totalmente atordoado.

O inimigo tentava levantar, porém, o pé do gigante havia sido mais rápido, o prendendo naquela posição para um interrogatório.

— Argh... — grunhia ao entender sua posição, deixando seu corpo solto ao sofrer mais pressão ainda do pé do gigante. — Okay! Okay eu respondo para você. — ele gritava, quase implorando pela sua vida. — O chefe mandou atrasar todo mundo que viesse investigar a morte daquele nobre. A gente nunca encontrou O Chefe, só recebemos ordens de cima! Eu juro! — ele explicava desesperadamente, tornando tudo aquilo extremamente convencível.

Toda aquela situação havia feito o sangue de Thorkell ferver. Ele lembrava de épocas passadas, onde agia violentamente, pensando até no caso de tortura para esse infrator.

— Eu te conto o que você quiser mais saber... S-só me deixa vivo! — implorava mais uma vez, deixando soltar um grunhido.

Klaus

Klaus havia chegado na cena do crime, mas nada parecia levá-lo para um caminho promissor. Aparentemente, pegar aquele procurado não seria tão fácil quanto ele havia pensado ser. Quando suas esperanças estavam lá em baixo, uma pessoa misteriosa apareceu, e, incrivelmente, ela levava para outra pessoa misteriosa. Seriam eles a sua chance, ou apenas uma armadilha?

É claro, as chances de ser uma armadilha eram bem altas, mas isso não parecia amedrontar Klaus, que sabia bem cuidar de si mesmo. Ele prosseguia até o beco onde o senhor encapuzado estava, e ao invés de ficar intimidado, tentava intimidar.

— Se eu quisesse você derrubado, você já teria caído há muito tempo, visto que não percebeu a minha subordinada poucos minutos atrás. — respondia rispidamente o jovem rapaz, que apenas era cauteloso. — Enfim, te chamei aqui pois é impossível falar sobre isso no meio das multidões. Quando se trata desses caras, temos que ter cuidado onde quer que estejamos. — eles continuava sem se importar com o comportamento de Klaus, que ia direto ao ponto.

— Eu tenho uma ideia de quem fez isso. Mais especificamente, o chefe deles. O homem que você me mostrou no cartaz. — ele respondia a dúvida de Sunwizer. — Eu estou seguindo seus movimentos faz um tempo já, e ultimamente ele tem estado bem ativo, por algum motivo. — adicionava enquanto pensava em algo. — De qualquer forma, tenha mais cuidade da próxima vez. Como disse, ele tem vários subordinados. Infelizmente, não é tão fácil encontrá-lo. Pelo pouco que sei, apenas 4 subordinados sabem sua identidade, o resto chama ele de "O Chefe". — como se tivesse lendo a mente de Klaus, ele respondia a pergunta principal. O senhor rapidamente continuava contando a informação que tinha sobre o assassinato. — Eu e alguns de meus subordinados estávamos na cola de alguns de seus capangas ontem de madrugada, no que parecia ser uma espécie de festa para nobres. — dizia para ele, com uma expressão de interrogação, como se não soubesse o porquê da festa. — Continuando, 4 desses capangas sequestraram um nobre, tinham mais alguns, porém, apenas seguimos esses 4. Quando estavam para matar o homem e pilhar seu corpo, nós aparecemos, mas já era tarde de mais. A adaga de um deles havia cortado a garganta do homem e eles fugiram sem olhar para trás. — finalizava o pequeno resumo para contextualizar o homem.

— Eu gostaria de saber quem eram os outros nobres da festa, então pensei em primeiro passar na casa do Sr. Johannes, o pai do falecido. — terminava de falar e apontava para a multidão e o corpo, voltando os olhos profundos pouco tempo depois para Klaus. — Talvez consigamos pistas sobre o porquê dessas ações estranhas, e quem sabe, descobrimos onde O Chefe está. — finalizava tocando sua barba, antes de voltar a falar uma última vez.

— Como você está interessado nesse homem, imaginei que fosse interessante te chamar como um ajudante, o que me diz? — ele estendia a mão como se estivesse fechando um negócio, e um negócio extremamente atraente.



Log de combate:

Informações sobre a investigação:

Histórico:

Legenda / Npc's:

Considerações:

   Code by Arthur Lancaster

     
    


Última edição por Koji em Qui Maio 27, 2021 9:56 pm, editado 1 vez(es) (Motivo da edição : Editando alguns erros na gramática e histórico com algumas atualizações que eu havia esquecido)

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 3 HOpKYkQ


Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
Denki
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Denki
Soldado

O orgulho e a honra o precedem
E o seu nome é maior que todas as nações
Bartolomew - Post 6


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~ Flashback ~

A última vez:

A luta se desenrolava de maneira brutal, era alvejado uma vez após a outra, sem cessar. Meu corpo, que desconhecia limites mantinha-se forte e intocável, mesmo que minha cabeça já havia perdido. A criatura gigante e com a aparência de salamandra era roxa, e dilacerava meus músculos com seus serrilhados e enormes dentes. E meu péssimo hábito de desprezar meus oponentes, continuava a tona, mesmo que estava ali a beira da morte.

— É, devo dizer que faz tempo que não encontro uma luta justa, e com você, irei revelar todo o meu poder. - Bartolomew fincava ambas as pernas no chão, do meio do seu estômago - perfurado - nascia uma forte vontade, a vontade de se manter forte, mesmo em tempos difíceis. Sua pele ficava corada, inteira, e nessa situação, coberto de sangue algo nascia dentro do meio-gigante. Não era algo palpável, mas era esmagador, não fazia sentido, mas mudou tudo dentro do corpo do enorme bárbaro.

Ali, com tudo de sí, foi capaz de superar as adversidades, alcançou o seu potencial máximo, dentro do que seria possível, enquanto ainda era uma criança.

Atualmente

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— Ho Ho Ho. Então você é digno? - Aquela mesma vontade contra a salamandra roxa voltava a tona. Meus olhos carregavam-se de morte, meus músculos - alguns dilacerados pelo golpe do outro bárbaro - enrijeciam até o limite. A dor, que não era traduzida da forma usual por mim, não passava de leves formigamentos e calor local. A minha região frontal, perto da barriga e abdômen foi perfurada em um ponto, e recebi corte em um outro lateralmente. Minha panturrilha, cortada de forma profunda, e meu orgulho? Este sim, ainda estava inabalável.

— Eu, Bartolomew, te considero como um oponente digno. Que os Deuses abençoem este embate, que será tratado de forma justa. - Com a mão esquerda enrolava meu bigode, e com a direita empunhava minha clava de madeira, que seria posta apoiada em meu ombro direito, enquanto caminhava mancando em direção ao outro bárbaro. — Eu te avisei pra se render espero que não peça por misericórdia. - Enquanto andava, olhava fixamente para o humano, curvando levemente meu pescoço.

No primeiro passo: — Eu
No segundo: — Te
No terceiro: — Avisei
No quarto: — Smash.
No quinto um silêncio veio à tona, todos os músculos de Barto, aquela enorme massa de músculos se moveu com uma única disposição: Esmagar o oponente bárbaro

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 3 2b1e0051cd5f9e4c9b692e74bab2f07710c43aa1v2_00

A configuração muscular, era única e trabalhava como um todo, os músculos danificados pelo oponente claro mudavam toda a mecânica. A minha energia vital seria disposta quase totalmente para o combate, evitava pensar, agia brutalmente por instinto. Com a mão esquerda dando trajetória e a mão direita impulsão e força, tentei um golpe de cima para baixo como uma finta, mirava o oponente bárbaro, mas a real motivação era partir o solo e fazer com que os destroços subissem para abrangir uma zona ainda maior de impacto. HURRRRRRRRGGGHHHHHHHHH - emitia um grunido que representava minha frustração e força infusa aos meus músculos.

O outro ataque seria um combo para o primeiro, esperando com que o oponente tentasse desviar dos destroços, e aproveitando-me da minha maior envergadura e corpo anormalmente grande, tentaria intercepta-lo com um agarrão enquanto supria a desvantagem de locomoção causada pelo corte na panturilha usando a minha clava, que seria fincada no chão como um apoio enquanto avançava com o movimento dos pés para frente, afim de facilitar a manobra de imbolização. Em seguida também numa espécie de combo, iria lança-lo para o ar, tomando cuidado para amassar-lo antes com minha mão e causar um dano estrondante. Em seguida, aproveitaria-me da situação criada para tirar a clava do chão e tentar um golpe da direita para a esquerda, mantendo o apoio das duas pernas no chão, rotacionando apenas o quadril, com as pernas levemente flexionadas. A intenção era pega-lo e deixa-lo em mais lençois, batendo e mantendo a clava com contato direto com seu corpo, guiando para o solo e tentando esmagá-lo contra o chão do local.

Caso ataques viessem a minha direção, agora respeitando devidamente o oponente trataria de realizar bloqueios em junção com movimentos evasivos, limitados pela condição do meu corpo. A clava seria o instrumento de bloqueio, tentaria interceptar o ataque daquele machado, independende de como viesse, se pelo alto, por baixo, lateralmente. No processo, além de bloquear iria tentar empurrá-lo e tomar distância, olhando fixamente para o oponente, sem ao menos piscar, uma vez se quer.




Legenda:


Importante:
Thanks Tess


Última edição por Denki em Qui Maio 20, 2021 9:38 pm, editado 1 vez(es)
Kira
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Kira
Pirata





Alvorada dos Monstrorines!

O que parecia ser uma armadilha, se mostrava nada além de uma mera conversa. De fato o velhote queria me dar informações sobre quem eu procurava, e certamente eu o ouvi, e prestei bastante atenção em cada detalhe do que ele dizia, até que finalmente parecia ter terminado de dizer tudo o que tinha.

O homem havia deixado claro que já estava atrás de quem eu procurava, e que já seguia seus rastros, mas ninguém parecia saber seu nome, nem mesmo o velhote, algo como só os homens mais próximos a ele que sabiam, e ninguém mais teria essa informação. O homem contava sobre sua incursão atrás dos capangas do procurado, que no final não parecia ter tido êxito algum.

Ao final de tudo, o homem estendia sua mão em busca de uma espécie de acordo entre nós, parece que ele queria uma parceria para acharmos o tal “Chefe”, eu o olhava de forma séria e logo estendia minha mão para firmar tal acordo.-Bom, vamos caçar esse cara então… Mas diz aí, quem é você e porque o interesse em um criminoso como ele? Vingança? Já foi uma de suas vítimas? Olharia para o homem de forma um tanto desconfiada, mas de fato mostrando interesse em sua resposta, afinal ele poderia ter algo muito mais importante do que eu para ir atrás dele.

Me manteria esperando uma resposta, afinal, era bom saber os motivos que o levavam a caçá-lo, para que eu pudesse me unir a ele sem nenhuma dúvida, o ouviria caso respondesse e prestaria bastante atenção em tudo o que seria dito, mas caso ele simplesmente não quisesse falar sobre aquilo, me colocaria em movimento novamente, e antes de me afastar dele, faria outra pergunta.-Se você foi até seus subordinados e quase os pegou, você deve saber quem são certo? Olharia por cima do ombro em direção ao homem com um olhar afiado e desafiador como os de alguém que tinha em mente que algo poderia estar sendo escondido.

Esperaria uma resposta e caso ela fosse positiva e o homem soubesse de fato quem eram seus seguidores, um sorriso se abriria em meu rosto, um sorriso malicioso de quem parecia saber o que fazer para chegar até o homem em questão.-Bom, então o que estamos esperando? Vamos pegar um deles! Precisamos de informações. Me colocava um passo mais distante do homem e esperava uma resposta do mesmo, sobre quem eram os aliados do chefe, e como chegar até eles.

Ouviria tudo e cada detalhe, como eram, como se portavam e como se pareciam, tentava manter o máximo de informações vindas do velho guardada comigo, e como agora éramos uma espécie de time, nada mais justo do que ele dividir informações comigo, ouviria tudo, e quando finalmente tivesse o suficiente para agir, eu o faria, porém, esperando o momento propício para isso, sem sair por aí fazendo algazarra ou algo do tipo para não chamar atenção.




Histórico:

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Pensamento
Fala
Extras
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Blindao
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Tenente
Cagada monstruosa do monstro:


Última edição por Blindao em Ter Maio 25, 2021 12:08 am, editado 3 vez(es)

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Gaiden
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»» La sorpresa!! ««

~ La muerte no está lejos. ~



O diálogo com Lara tornara-se uma conclusão sensata. O fim daquela conversa nos levara a convir que nosso próximo passo seria ir à localidade da dita festa, para, de lá, procurar Sir Arthur e, prontamente, interrogá-lo sobre a situação ~ Necessitamos da lista ~ Reforçava em pensamento. A próxima parada seria, pelo que se parecia, o quartel general, já que nos faltava ideia de onde seria a residência do nobre. Smith, diligente como se mostrava, preocupava-se com os gigantes, não tardando assim a se dar o trabalho de checá-los, dispensando-nos de prontidão - Bem, é isto mademoiselle - Expressava à Srta. Hëzil - Não nos resta outra alternativa senão voltarmos ao nosso ponto de partida - Exalava, indiferente. Prester a partir, contudo, algo estranho era ouvido ao longe ~ O quê? Ele encontrou um dos capangas? E o Capturou? ~ Surpreendía-me com o que ouvira ao longe, em parte pelo grito e em parte pela audição detetivesca aguçada. Me retratando pelo que anteriormente disse, reformularia para a secretária - Senhorita!! Mudança de planos. Acho que não necessitaremos mais da informação quartelar - Indicaria satisfatoriamente.

Thorkell eventualmente viria ao nosso encontro e, caso as palavras proferidas por seus gritos não fossem de loucura ou brincadeira, traria consigo o indivíduo que certamente nos levaria ao local da festa - O senhor é muito competente!! - Diria ao gigante, logo então me pondo a escutar toda o conversar entre ele e o sargento. Fazendo breves considerações sobre o momento, após escutar tudo o que era dialogado no recinto, sem mais delongas, me poria a intervir - Senhor Thorkell, saiba que provavelmente encontrará outros como ele. Se o que este homem relata é verdade, provável é que Pippos e Bartolomew já estejam em apuros. - Considerava minuciosamente - Contudo, nada é certo. Só peço que tome o devido cuidado... que obviamente sei que tomará. - Terminava a fala ao gigante, me virando então para o meliante que se encontrava no local - Poucas vezes, dentro de nossa profissão, temos a oportunidade de facilitar nosso processo investigação de tal maneira - Exprimia ao aberto, tanto para Lara, quanto para o suspeito, em seguida referenciando só a este último - Senhor. É de uma inépcia anormal achar que seria possível parar uma investigação conduzida pela presteza da marinha - Indicava, seriamente - Não tenho habilidades linguísticas pertinentes à extração de informações, o que, infelizmente, se vê como um revés em minha profissão. Contudo, hei de lhe falar a verdade e somente a verdade nesta situação que lhe aflige. Caso queira nos dar as informações que precisamos, posso fazer um parecer que, bem detalhado do jeito que pode ser, teria a capacidade de lhe dar uma delação premiada, alegando ter sido imprescindível sua ajuda para a resolução do caso. - Falava, sem arrodeios, esperando a reação do acusado - Primeiramente, para que tal hipótese se conclua, necessito que confesse tudo o que fez da maneira mais sucinta possível. Segundamente e, não menos importante, quero que nos dê  sua identidade e a de seus capangas, nos explicando didaticamente como se deu toda a prática do delito. E em terceiro lugar, para que possamos concluir toda esta trama, quero que nos explique qual é a relação do assassinato com o Sir Arthur Flamesworth, com o Sir Johannes e com os mineradores, caso haja alguma.

Na condição dele falar algo positivo, que nos fizesse chegar mais perto de nosso objetivo, o agradeceria com um aceno e olharia assim para o Sargento Smith. Na hipótese do possível infrator não nos dar informações determinantes para a resolução completa do caso, me poria ao trabalho de fazer mais uma ínfima pergunta ao mesmo - O senhor poderia dizer onde fica a casa do senhor Flamesworth, por obséquio? - Perguntaria em tom cortês, dada a situação já desconfortável do homem.

Indo pelo roteiro mais longo, não tendo sido resolvido o caso em sua completude, me prontificaria a ir com Lara para a casa do nobre festeiro, sendo este o caso, claro, se o suposto bandido nos tivesse falado onde esta se encontraria, senão, partiríamos, logicamente, para o quartel, para então requisitar a devida informação a qualquer ente que nos pudesse ajudar - Vamos, madame? - Indagaria, em ambos os casos, numa tonalidade laboratorial e retida, em direção a Lara.

Em meio à jornada, usaria deste tempo que nos seria reservado para adquirir um pouco de intimidade para com Lara. Sua juventude, radiante como se mostrava, me fazia lembrar de meus tempos áureos como detetive, ainda iniciando tal prática como hobby - Estaria orgulhoso se tivesse uma filha como você, Srta. Hëzil. Linda, profissional, bem quista e de boa índole. Tomara que encontre um homem ou mulher a sua altura, quando for casar. Caso o queira, é claro... - Dizia, pressupondo coisas, explicitando o velho que era e esboçando certa felicidade em meu rosto. Sem mais atraso, chegando à casa tão esperada, observaria ao meu redor qualquer tipo de anormalidade. Afinal, toda a situação era estranha e, se já fora atacado Thorkell, eu e Lara poderíamos muito bem sermos os próximos.

Tocando a campainha da moradia, ou batendo à porta, que fosse, esperaria ser atendido o mais rápido possível. Na possível recepção, falaria sem espera - Olá, caríssimo!! Poderíamos conversar com o digníssimo Arthur? - Enunciava com pompa. Se não se encontrasse o referido anfitrião, ou mesmo que sim, a fala seria a seguinte, logo a seguir - Gostaria de pedir, em nome da Marinha de Flevance, resguardada assim por suas atribuições legitimadas pelo grandissíssimo Governo Mundial, que se pusesse falar sobre a festa de ontem, como também me prover de sua lista de convidados e relatar sobre a situação em que se encontrava o Sir Thales Johannes - Concluiría, à espera da réplica.




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Pippos
Sargento




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Combate entrando em seu auge!


1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
Convenhamos. Estava claro de que eu havia conseguido causar bons danos, mas, certamente, poderia ter feito melhor. Sei que é quase impossível supor isso vindo de mim, mas como sou eu quem falo, ainda é aceitável, VITATA. Estava claro que eu terminei contando demais com minha extraordinária força, e acreditando que poderia, facilmente, finalizar o combate com uma única martelada. É, esse martelo ainda é aceitável, mas, se fosse uma arma fabricada por mim, já teria encerrado a luta. A minha antagonista estava bem machucada, óbvio, então, nesse atual momento, ela já não tinha tanta mobilidade, porque eu amassei uma de suas pernas. Todavia, eu precisava tomar muito mais cuidado, e, considerando  que ela havia tomado uma distância, eu analisaria bem quão grave estava o ferimento de minha perna.

Tudo bem que eu ainda não possuía bons conhecimentos que envolviam tratamentos ou qualquer anatomia, mas já tinha bons planos para mais à frente focar nisso. Falando do que eu, facilmente, poderia perceber, é que estava doendo e muito. Tudo bem que eu tinha vigor e uma força divina para saber que meu dever seria segurar firme todas as minhas dores e continuar firme e forte enfrentando essa fracassada para inseri-la dentro de um julgamento divino, tendo eu como executor, claro. Eu sabia que precisava usar de todos os meus divinos fatores físicos para aguentar firme e superar todos esses pífios ataques que tentavam me subjugar. Mas quando eu parava pra pensar que havia menosprezado essa mera humana e sofrido sérias lacerações em meu corpo, sentia um forte desconforto, pois estava claro que os deuses que implicaram sua vontade perante mim, estariam decepcionados.

Erguendo, firmemente o impecável martelo que possuía em minhas mãos, estava claro qje decepção resume o mínimo de meus sentimentos. - Deuses, perdão! Eu menosprezei a vontade dessa fracassada… mas não se preocupem. Em nome da justiça, eu darei um fim a esse mal! - Meu notório olhar agora seria direcionado a ela. - Você! - Apontava minha gloriosa arma para minha doce antagonista. Eu estava com muita raiva. Óbvio. Mas agora eu deveria pensar muito bem antes de cada movimento que fosse realizar. Não por mim, claro, meu corpo era impecável, mas pela vergonha a qual eu já sentia da vontade divina que deveria me olhar dos céus. - Claramente merece a morte! Mas, se cooperar, posso não matá-la em minha punição. Posso ser justo se você confessar seus crimes e esclarecer tudo o que houve e a razão de terem assassinado o Johannes. - A dor que eu podia sentir em minha perna era chata, mas ainda suportável, e, sem dúvidas, estava doendo menos do que a dor que ela sentia.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 3 Screen10

Convicto de minhas palavras, eu havia dado uma unica chance dessa mulher ficar viva. Ela sabia que não mais teria tanta mobilidade para tentar ir em cima de mim com muita precisão. Mas, se parar para analisar, ela havia me causado esses sérios danos já depois de eu ter amassado sua perna. Mas tudo foi tolice minha, eu havia menosprezado quão forte era sua vontade de me eliminar e sair viva dali. Fui tolo. Erro este que, com certeza, eu não cometeria mais. Ela estava muito bem ouvindo o que eu havia falado. Se ela achava estar em condições de me enfrentar assim, acabada e com uma mobilidade fracassada? Ela tinha uma única chance de ficar viva.

Caso ela concordasse com os meus termos, eu esperaria ela contar toda a história, a razão e o porquê de tudo ter acontecido. Mediante sua fala, eu continuaria: - Eu estou sentindo que você tem uma forte vontade em viver. Você pode mudar. Os céus me falam isso. Você vai querer seguir sua vida fazendo algo errado?! Vai querer que seus filhos sigam esse caminho?! Eu confio em você e você pode sair daqui viva e pode mudar. Basta falar tudo o que sabe, pois eu ainda acho que você está me escondendo algo. - Eu havia jogado as cartas na mesa, ela tinha a única chance de ficar viva em mãos. Inclusive, com uma perna naquele estado e uma mpbilidade não muito produtiva, ela saberia que meu próximo 'meteoro' seria fatal.

Caso, desde o começo de minha fala, eu pudesse sentir que ela, orgulhosa, não estivesse nem um pouco interessada na minha proposta; eu não poderia fazer nada por sua tola e mísera vida. Neste caso: - Eu, o Vitaminado Pippão, a sentencio à morte! - Era tudo o que eu mais queria. Segurando firme qualquer dor que pudesse sentir em meu corpo, com meu imponente vigor, claro, eu, sem pestanejar, avancei. Em um impecável salto, mais uma vez, almejava aplicar um golpe impecável e descendente para impor toda a minha força contra o solo na região em que a mulher estivesse. Sua fuga seria esperada, pois bloquear minha força e peso, acrescida da gravidade era idiotice, mas se ela tentasse se esquivar, era bem provável que sua perna, antes atingida a atrasasse, e se eu a acertasse novamente, era bem provável que que arrancasse fora de vez esse resto de perna.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 3 Screen11

Por outro lado, conseguindo esquivar-se, ou não, qualquer tipo de contra-ataque já era esperado, e, deste modo, eu tinha de tomar cuidado com minhas pernas, afinal, eram o único lugar o qual parecia conseguir atingir em meu corpo. Em qualquer aproximação de minhas pernas, eu tentaria utilizar de todo o meu vigor físico e reação inata de um semideus da Terra para saltar para trás e aproveitar esse tempo para rebater com meu marteli em um golpe ascendente, alvejando atingir a cabeça dela. Caso eu acertasse o contra-ataque, ou em qualquer investida anterior, estava claro que eu queria finalizar o embate, pois daria sequencia a meus ataques, cogitando continuar utilizando meu glorioso Martelo de Combate até vê-la ensanguentada e sem mais reações no solo.

Caso, de alguma forma, ela conseguisse alcançar alguma parte de meu corpo acima da cintura, meu único modo de defender seria colocar meu vigorado e corpulento braço esquerdo à frente, para receber qualquer forma de ataque e tentar deixá-la, brevemente, ocupada enquanto contra-atacaria em um golpe direto com o meu imponente martelo, disposto em minha mão direita.




Histórico:
Objetivos:
Personagem:


Vitaminado Pippos

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Narração
Pensamento
Fala

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Avaliador


Alvorada dos Monstrorines - 06
18:36 ~19:01 / Flevance


 
Thorkell

Ao cair do Sol e a chegada da noite, Thorkell realizava sua primeira "prisão", ironicamente, sob seus pés. Seu inimigo não passava de um peixe pequeno, e isso se mostrou na luta sem emoção dos dois. Em um único golpe, o homem que estava imponente foi subjugado pelo gigante, que sem piedade, colocou toda a pressão de seus enormes pés no peito do meliante.

Thorkell, nessa posição, via familiaridade naquela situação. O homem, como qualquer criminoso sem reputação, se mostrava uma maçã podre. Ele delatava sem nenhuma hesitação seus planos e informações que seriam valiosas para a investigação que era liderada por Smith e seu assistente Detective.

Logo após fazer essa constatação, ele aproximava a senhora em suas mãos de seu próprio rosto, o que fazia ela corar um pouco. Perguntando se ela estava bem, logo ouvia-se uma resposta.

— Sim, estou bem sim! Meu herói. Muac. — a senhorinha, como um agradecimento, dava um pequeno beijo na bochecha daquele gigante, logo ouvindo seu pedido. — Claro! Vá em frente. — ela rapidamente tampava seus ouvidos com toda a força que seu corpo ancião oferecia, apenas para se admirar ao ver a voz imponente que saía da boca daquele meio-gigante.

Ao súbito grito direcionado ao Sargento Smith, podia-se ver aves saindo de suas moradias nos galhos de árvores, pedestres na distância ficando confusos e até mesmo pequenos animais correndo de medo. Infelizmente, a voz de Thorkell não era o suficiente para chegar aos ouvidos de seu superior, mas os ouvidos treinados de um certo detetive eram capazes de captar aquele som estrondante.

O criminoso nos pés do homem arregalava os olhos, não só pelo conteúdo da mensagem, mas também pela altura do som, que poderia facilmente ser chamado de tortura para ele que não possuía nada protegendo sua audição. Rapidamente após o grito acabar, pequenas gotas de sangue se viam sair pelos ouvidos do homem, que apenas fechava seus olhos pedindo para que tudo aquilo acabasse, perdendo sua consciência pouco a pouco enquanto o sargento e o detetive chegavam.

O gigante que imprisionava aquele assassino proferia algumas palavras de intimidação para o homem, que agora não podia ouví-las, uma vez que estava fora de si. De qualquer forma, a mensagem já havia sido passada anteriormente, e o homem faria de tudo para poder nunca mais enfrentar a cólera daquele guerreiro massivo.

Detective

A conversa com Lara, sua nova acompanhante profissional, havia chegado a um grande resultado. Os próximos passos daquela missão tomavam forma na mente genial daquele homem de meia-idade, que logo se expressava à Lara quanto a isso.

— Certamente. — ela o respondia também indiferentemente, absorta em seus próprios pensamentos.

Nesse momento, os ouvidos treinados e super sensíveis de Detective captavam um grito. O conteúdo do mesmo era um certo "bingo" para o investigador, que poderia descobrir em primeira mão algumas informações valiosas, caso, é claro, o prisioneiro colaborasse. Se mostrando empolgado, rapidamente retirava suas palavras anteriores.

— Não entendo. O que houve? — finalmente retirando o olhar apático e gélido de seu lindo rosto, ela perguntava genuinamente confusa, fato que levava Sgt. Smith à conversa.

— Eu ouvi algo vindo da direção de Thorkell. — se colocava pensativo no momento em que as palavras jorravam de sua boca. — Entretanto, não pude ouvir completamente, se eram palavras ou apenas um grito. De toda forma, parecia ter articulação. Vamos todos ao seu encontro. — ele estufava o peito e dizia imponentemente, como se já estivesse esperando por algo.

Thorkell e Detective

A dupla, que nada se igualava, voltavam a se encontrar na presença de Smith e Lara. O criminoso no chão havia retornado de sua breve perda de consciência, apenas para ficar mais aterrorizado ainda logo que sua ficha caía. Não só o gigante de antes, como também uma mulher, um homem e um sargento da marinha estavam no recinto, todos secando o criminoso em busca de respostas.

O primeiro a falar era Smith, enquanto Thorkell aliviava o peso sob o corpo do capturado. O detetive aproveitava a chance para parabenizar o marine, e pedia para ele tomar o devido cuidado caso fosse em busca de seus outros colegas gigantescos.

— Desembucha tudo o que sabe! — Smith primeiro dizia imponentemente, seguido das palavras de Detective que, pelas suas palavras requintadas, mais confundia o criminoso do que lhe ordenava algo. Apesar disso, ele começava a falar desesperadamente.

— Eu sou apenas um capanga, eu juro! Tudo o que eu faço é seguir as ordens de meus superiores, e eu nem sei a identidade deles! — ele falava arregalando os olhos, os quais rapidamente se enchiam de lágrimas, mas não fazia o criminoso mudar de postura. — Minha missão era só atrapalhar quem viesse investigar o máximo possível. Alguns capangas do meu superior fizeram merda, e nós viemos aqui pra arrumar isso! Acreditem em mim!!! — ele implorava, obviamente com medo de perder sua vida. — Tudo o que sei é que fizeram o serviço mal-feito, a gente só tinha que vir aqui e atrasar o inevitável. É o único pedaço de informação que eu tenho! Eu juro! — ele novamente parecia desesperado com sua própria ignorância. — Como eu disse, só sigo ordens... senhor. — ele ficava cabisbaixo, como se sua vida estivesse em perigo no momento. Seus olhos rapidamente se esbugalhavam, como se ele houvesse lembrado de algo. — Sim! Sim! Lembrei de algo! Eu ouvi por cima, mas tenho certeza! Ultimamente, os chefes têm se preocupado muito com os nobres! Eu não sei por qual motivo, mas tenho certeza que terão mais vítimas como esse aí! — agora animado, ele falava a única coisa que poderia ser útil para os homens naquele momento. Lara, usando suas habilidades no ramo da psicologia, denotava algo.

— Esse homem... Aparenta estar falando a verdade. Alguém raramente mentiria em uma situação como essa. — constatava olhando para o pé de Thorkell, que ainda parecia esmagar o pequeno corpo do "delator". Detective via que havia poucas informações que parecessem úteis, então perguntava algo que deveria ajudá-lo em sua própria investigação.

— Desculpe, não sei dizer. — ele dizia preocupado.

O próximo a se pronunciar era Smith, que ouvia as palavras de Thorkell e rapidamente tomava uma atitude.

— Como o criminoso não deu nenhuma informação que se deve seguir no momento, você pode ficar encarregado de seguir o paradeiro de seus colegas. Vou levá-lo ao quartel e conduzir um interrogatório pessoalmente. — ele dava as ordens enquanto colova as algemas nas mãos e pés do meliante, eventualmente o levando para o QG.

Thorkell logo também se retirava, ficando apenas uma decisão, se deveria seguir a pista dada pela senhora ou checar seus colegas.

Detective

Conformado com o fato de não obter tantas informações assim, o detetive logo se via na necessidade de se direcionar até o QG, assim como Smith o fizera alguns minutos antes. De lá, poderia obter informações de como chegar na residência de Sir Arthur e assim poder continuar com sua investigação.

No caminho, o detetive tentava obter um pouco de intimidade com a dama que caminhava silenciosamente ao seu lado, conversando um pouco com a mesma.

— Até o presente momento, não me vejo em um relacionamento, senhor detetive. Porém, fico extremamente lisonjeada ao receber elogios por parte de alguém que admiro profissionalmente. — ela respondia ao detetive de forma serena e um pouco gélida, porém, não se mostrava desconfortável com as súbitas palavras do homem.

Sem muitas demoras após a pequena interação, os dois chegavam à marinha, pegavam as informações necessárias e se direcionavam à casa de Sir Arthur, onde procurariam por respostas. O caminhar era tranquilo naquela noite especialmente estrelada. A luz do luar era refletida no mar que se encontrava próximo aos dois e produzia uma cena digna de uma pintura. Diversos casais apaixonados andavam pelas ruas brancas da cidade, aparentemente destruindo a impressão anterior de que todos eram tristes ou ressentidos. As luzes das ruas eram acesas, e o ambiente se mostrava confortável para uma pequena caminhada.

Passado algum tempo, os dois chegavam em seus destinos. A residência Flamesworth. Sua fachada era impressionante, fugindo um pouco da arquitetura que utilizava apenas a cor branca por motivos óbvios. A casa possuía um largo jardim logo em frente, fazendo o verde adicionar uma cor mais agradável ao ar monótono que o lugar passava. As fontes que jorravam simétricamente pelo lugar apenas tornava o jardim mais bonito. No meio de tudo, uma escada circular levava alguém até a porta, feita de uma madeira fina e escura, chamando a atenção em meio ao branco. Os pilares que seguravam uma sacada em cima da entrada possuiam alguns detalhes em cor de ouro, e seus entalhes eram, no mínimo, de apreciadores de uma fina arquitetura.

Deixando as aparências de lado, o detetive logo batia na porta da grande casa. Não muito tempo depois, um mordomo com um bigode de se invejar aparecia. Seu requinte combinava com o lugar, obviamente, já que trabalhava nessa inestimável casa.

— Por favor, entrem. Ele os espera no salão principal. — ele dizia ao curvar sua coluna, colocando uma de suas mão sob o peito e a outra apontando, com a palma aberta, para dentro da residência, que era ainda mais estonteante por dentro. Várias obras de arte cobriam as paredes, enquanto entalhes em gesso eram vistos na parte de cima, no encontro do teto. O que cobria suas cabeças, possuía diversos lustres elegantes e caros, aparentemente feitos especialmente para o local em que estavam. A casa, como esperado de qualquer um, era massiva. Logo após entrar pela porta da frente, parecia que os dois investigadores haviam entrado em um novo mundo. O chão reluzia os lustres pelo caminho que faziam até o dito salão principal, onde encontravam uma mesa oval e dois sofás em lados opostos. Sob a mesa, se encontrava uma carta aberta e um pires com uma xícara de um líquido que fumaçava, e, sentado no sofá, estava o homem que parecia ser Arthur Flamesworth.

— Antes que pudesse lhes entregar as informações, como poderiam me garantir que são da marinha? — ele dizia ao pegar seu chã e tomar delicadamente, esperando por uma resposta daquele homem que havia se pronunciado. — Um homem como eu possui diversos inimigos, espero que entenda. — colocava a xícara que ainda fumaçava na mesa, cruzava as pernas e entrelaçava seus dedos, na altura de seu queixo, esperando uma resposta.

Bartolomew

Toda aquela luta, que mais parecia um espancamento, havia acendido uma antiga memória de Bartolomew. A vez em que ele sentiu uma grande vontade em seu âmago e finalmente reconheceu um oponente. Assim como aquela salamandra roxa, Barto novamenta encontrava alguém que poderia chamar de oponente, e rapidamente fazia-o reconhecer esse fato, falando mais coisas após seu súbito revivamento.

— Vamos ver, então. — ele dizia, encarando profundamente o gigante, que carregava um olhar mortal e dobrava seu bigode.

Enquanto caminhava para seu inimigo, Barto proferia palavras de intimidação a cada passo. Seu oponente parecia não se importar com isso, mas antes mesmo que percebesse, um ataque estava sendo preparado. Utilizando todos os seus músculos, Barto erguia a sua mão que carregava a gigantesca clava e descia ela em direção ao oponente, que desviava utilizando uma cambalhota para o lado. Mal sabia ele que a verdadeira intenção do gigante era levantar destroços.

Assim que a arma massiva se encontrava com o chão, o mesmo tremia. Vários destroços, porém, se tratavam de pequenas pedras. Para não falar que o golpe havia sido infundado, uma grande nuvem de poeira se ergueu, debilitando os sentindos do oponente que já se encontrava um pouco cansado. Enquanto isso, Bartolomew emitia um grunhido ensurdecedor, que mostrava toda sua raiva e frustração, além da força que ele colocava em cada um de seus músculos.

Em seguida, como havia planejado, realizava um outro ataque. Esse possuía a intenção de agarrar o inimigo e o imobilizar. Porém, por conta da poeira, não conseguia ver exatamente onde ele estava, ou seja, os dois se encontravam no escuro. Fincando sua clava no chão para suprir a sua necessidade de um apoio, já que sua panturrilha estava dilacerada, o gigante passava a mão pelo local onde o inimigo deveria estar e tentava o agarrar. Porém, sua ideia não parecia ir como planejava. Os seus dedos passavam perto de pegar o homem que lentamente entendia sua situação, porém, não o agarravam. Nesse momento, sem perder tempo, ele pegava seu machado e saía pela nuvem de poeira, agora instável, uma vez que o gigante passara sua gigantesca mão pela mesma.

Em um surto de velocidade, ele direcionava a lâmina de seu machado até o meio-gigante, que pegava a clava fincada no chão e para o ataque que tinha como alvo o abdômen. Infelizmente, como estava fazendo a clava de apoio, ele havia perdido o mesmo, tendo seu equilíbrio debilitado. Antes que pudesse fazer alguma coisa, porém, Barto empurrava o inimigo e tomava uma certa distância do mesmo, estando agora a menos de três metros de separação.

Pippos


Pippos havia pagado o preço pela sua negligência. Sua perna agora doía como nunca pelo ataque da mulher que fora bem suscedido, e seu orgulho havia se transformado, em partes, em vergonha. Ele sentia isso consigo mesmo, ao imaginar o que os deuses, os seres divinos que deram a ele uma missão, imaginariam ao ver essa cena. É claro que sentiriam decepção. Vendo isso, ele rapidamente se desculpava com os seres que acreditava firmemente que existiam, proferindo palavras para os mesmos.

A mulher que antagonizava com o mesmo não podia fazer nada senão se sentir com dúvidas. O que este homem estava falando e fazendo? Esses pensamentos rapidamente saíam da cabeça dela e voltavam para a dor que sentia em seu pé esmagado. Ela ainda podia se mover, é claro, mas sua mobilidade estava severamente debilitada, e isso se tornaria um fator decisivo para a batalha.

Pippos, porém, ainda se mostrava de certa forma misericordioso, dando uma chance para aquela mulher se redimir e delatar tudo o que precisava dizer para o andar da investigação, contando, é claro, sobre a morte de Thales Johannes. A moça, porém, se mostrava irredutível.

— Se vai me matar, então vem logo! — ela falava, não demorava muito para que Pippão a sentenciasse a morte. O algoz estava vindo, será que ele conseguiria vencer aquela batalha?

Disposta a encontrar essa resposta, o soldado vitaminado começava sua ofensiva. Com um glorioso salto, ele procurava atacar a mulher com um golpe descendente. Seu martelo passava pelo ar que rapidamente se encontrava com o solo, porém, não com sua inimiga. A mulher misteriosa já esperava algo do tipo, uma vez que sofrera com a mesma investida anteriormente, logo, ela, antes mesmo que o martelo começasse sua queda, havia saído da trajetória de impacto à tempo. Como o gigante havia analisado, seu movimento era atrasado, logo, mesmo que previsto, o ataque a afetava.

Ao encontrar o chão, aquela grandiosa arma levantava alguns detritos e poeira, principalmente. A visão da mulher era tomada pela nuvem que cobria a mão e os braços de Pippos, assim como a própria combatente. Sem perder tempo, ela atacava o que estava mais próxima da mesma. O último herói da Terra imaginava que este iria ser a perna, porém, sua mão agora também se encontrava na altura da garota, e ela aproveitava essa chance.

Colocando seus dois machados em mão, ela, mirava um ataque para os dedos de Pippos que entrelaçavam o cabo do martelo de combate. Ela era capaz de acertar dois dedos antes que ele levantasse sua mão em um ataque descendente, fazendo toda aquela poeira se dissipar em instantes. A reação fazia que o cabo da arma pegasse diretamente em seu queixo, o que fazia a mulher levantar um pouco antes de cair no solo. Ela parecia estar em maus lençóis, porém, ainda estava em condições de combate. Pippos agora possuía uma chance de ouro para derrubá-la de vez, e finalmente alcançar a aprovação dos deuses.

Klaus


Klaus finalmente encontrava alguém que o poderia ajudar, e diferente do que ele achava ser uma armadilha, se tornava uma fonte de informações e ajuda muito valiosa. O homem sabia várias informações sobre quem ele caçava, e ainda assim, sabia pouco. Apesar de tudo, seria um ótimo aliado caso ele apertasse aquela mão. E assim Sunwizer o fez. Ele olhava seriamente para o senhor a sua frente e fazia uns questionamentos.

— Me chamo Robert Kant. E sim, já fui uma de suas vítimas. Há alguns anos atrás ele cometeu um crime contra eu e minha família, e desde então minha vida se resuma a caçar esse monstro. Finalmente, ele mostrou suas caras e voltou a matar, então temos uma chance de enfim capturar ele. — ele dizia com sinceridade. Agora que possuía um aliado, deveria manter a confiança entre ele. Apesar disso, Klaus novamente o olhava com olhos desafiadores e o questionava — Abaixe a guarda, garoto. Eu sei quem são dois dos capangas abaixo dele, o outro não faço ideia... ainda. — ele respondia imediatamente. — Apenas esses três conseguem contato com O Chefe, então, é atrás deles que devemos ir.

O homem ouvia as palavras de Klaus, vendo que havia conseguido sua confiança finalmente. Seus olhos brilhavam ao ver que ele estava mais próximo do que nunca de sua vingança que demorava anos para ser alcançada. Sua diligência seria recompensada, finalmente. Pensando nisso, ele imediatamente divida as informações.

— A primeira das "cabeças" se chama Clara Müller. Ela é uma mulher elegante, charmosa e um pouco vulgar. Sua idade é por volta dos trinta, mas ela possui um vigor inigualável. Ela comanda cerca de quinze capangas. — parava por um momento e logo recomeçava. — O segundo eu não sei seu nome, então apenas o chamo de Sombra. Ele possui uma grande cicatriz em seu olho direito e anda sempre encapuzado. Usa um grande sobretudo onde esconde todo tipo de lâmina que você pode pensar, e é um ótimo estrategista. Ele comanda o mesmo tanto de tropas que Clara. — mais uma vez pausava, e dessa vez, era acompanhado por um suspiro. — O terceiro é desconhecido por todos. Aparentemente, ele é um dos mais confiáveis, e dentre o trio, o que possui mais poder. Infelizmente, não posso falar muita coisa sobre ele. — dizia de certa forma cabisbaixo, sua voz falhava uma vez ou outra. — De qualquer forma, eu juntei algumas pessoas que têm a vontade de se vingar dele também, gostaria de nos acompanhar até o esconderijo? — ele oferecia à Klaus a proposta, agora que confiava no jovem. — Antes de agirmos, devemos interceptar o seu próximo movimento. Conhecendo eles, em breve tentarão arrumar o serviço de ontem a noite ou tentar impedir o inevitável. — com fé, sua voz agora saía forte e imponente, acompanhada de uma vontade intensa que queimava em seu peito. — Quando for a hora certa, iremos descobrir onde esses canalhas se escondem através de um deles e iremos nos infiltrar lá. O que acha do meu plano? — o homem perguntava esperando uma resposta positiva. Ele gostaria de apresentar um possível novo membro para seus companheiros de luta. Ele estava próximo de acabar com isso tudo, e finalmente poder contra-atacar a tirania do Chefe.



Informações sobre a investigação:

Histórico:

Legenda / Npc's:

Considerações *leia*:

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 3 HOpKYkQ


Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 3 Shuuma10

Embate severo…
Mas ja estava mais do que na hora de acabar!


1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
Agora era óbvio que apenas o magnífico estaria no controle, ou seja, eu, claro. Minha vontade divina era absoluta, e isso era óbvio VITATATATA! Se não fosse pela ferida chata que ainda dói em minha perna… eu estaria em perfeitas condições. Arf. Era óbvio que um ser impecável como eu agora não estaria mais disposto a ter cordialidades e tentar ser pacífico. Eu já havia tentado fazer tudo o que podia para evitar espancá-la, mas ela não cooperou com minha boa atitude… e ainda faz questão de tentar me confrontar. Puff! De acordo com tudo o que havia acontecido, estava claro que eu precisava ser bem cuidadoso com cada uma das minhas investidas, pois até mesmo sem muita mobilidade, ela conseguia ser bem ágil para esquivar de meus ataques. Sim, eu precisava admitir que ela era bem persistente e determinada, mas estava na hora disso acabar, ou que pelo menos ela decidisse tornar-se uma seguidora minha e, talvez, até entrar para a marinha.

Mas, no atual momento, eu precisava ser realista, ela não parecia nem estar perto de pensar em fazer o bem. Mas, por outro lado, eu ainda teria informações dela a tirar. E, analisando bem suas condições, eu ainda deveria me precipitar em relação à meus movimentos, afinal, estava claro de que ela ainda estava disposta a lutar. Convicto dos movimentos dela os quais eu aprendi nesse pequeno tempo, mais uma vez peguei o maior impulso que podia para saltar e, mais uma vez aplicar, mas dessa vez seria o mais forte golpe descendente que podia. Mas, analisando todos os pontos, eu sabia que ela conseguiria se esquivar, ou ao menos se complicaria para tal, mas esse não era o verdadeiro alvo de meu ataque, mas sim o chão. Com um golpe potente em toda a força que poderia dispor, eu já, facilmente, conseguia elevar a poeira desse terreno, mas com toda a minha força, além de talvez quebrar parte do solo, agora almejava causar um leve tremor além da poeira, tremor esse que talvez atrapalhasse a movimentação de todos que por ali estivessem.

Eu sabia, também, que não importava a poeira ou o chão trêmulo por ali, mas ela tentaria me atacar, de forma que até, sem querer, conseguiu atingir meus dedos. Desse modo, logo depois de desferir meu impecável golpe no solo, eu recuaria para tentar esquivar de qualquer ataque dela em meio à toda a poeira, e, partindo desse ponto, aproveitaria meu recuo defensivo para, em seguida pegar impulso e desferir um extraordinário giro para acertar em um ângulo de 180 graus mediante toda a poeira para, obviamente tentando acertar todo o seu corpo nesse ataque horizontal com, aproximadamente, uns 3 metros de alcance.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 3 MeatyFocusedIvorybilledwoodpecker-size_restricted

Depois de aplicar o golpe supracitado, acertando ou não o meu ataque, seria sensato supor que essa poeira erguida abaixo de minha cintura se dissipasse ou fosse lançada para frente, caso eu tivesse acertado o meu ilustre acometimento houvesse acertado, era bem provável que já causasse qualquer tipo de atordoamento em minha antagonista, algo que, inclusive, facilitaria o meu golpe final, que resultaria de mais um avanço e tentativa de efetuar mais um golpe descendente, com intuito de acertar todo o tórax dela e tentar transformá-la em resto de gente.

Por outro lado, caso meu primeiro ataque não a acertasse, ao menos era bem provável que a poeira erguida, ao menos, fosse lançada de uma forma mais precisa contra minha adversária, e, partindo desse ponto, tentaria pegar impulso para proceder dois ataques, um ascendente em seu tórax, ou ao menos tentando pegar essa parte de seu corpo e lançá-la para cima para eu ter um melhor acesso a continuidade de meu ataque e finalizar com um ataque descendente, também alvejando essa parte do corpo e quebrá-la contra o solo.

Era óbvio que eu poderia ter causado vários golpes horizontais de forma mais firmes e imponentes para finalizar o combate. Mas era óbvio que, mediante meu tamanho divino e superior, eu, agora como marinheiro, precisava tomar cuidado para não acabar destruindo as residências ao meu redor, então busquei sempre aplicar ataques para cima ou para baixo. Mas, convicto de que finalmente a luta havia finalizado, eu checaria entre o 'resto de adversária' se ela ainda estaria viva, pois caso isso acontecesse, eu a levaria para tentar dar alguma explicação sobre o crime contra Johannes a alguém que soubesse tirar essa informação melhor do que eu: - Eu sou o Vitaminado Pippão, e você está presa! - Terminaria esperando ter finalizado minha primeira missão de capturar um dos criminosos responsáveis por um assassinato.


Mas caso, em algum momento, eu pudesse perceber que meus planos não tivessem ocorrido conforme o planejado e eu estivesse a receber qualquer tipo de contra-ataque, antes de fazer os meus referidos movimentos ofensivos procuraria recuar e tentar rebater quaisquer que fosse o ataque direcionado a mim, tanto para bloquear como tentar causar algum dano em meio à minha defesa. Tudo para em seguida efetuar os movimentos acima citados e dar a devida procedência em meus ataques que almejava. Finalizar a luta e depois levar o corpo vivo até o ponto de encontro para que pudessem tentar tirar informações dela, mas caso eu acreditasse que ela estivesse morta, faria questão de aplicar mais um ataque descendente para dar certeza à minha crença, pois não estava disposto a me precipitar e dar as costas para um oponente que ainda estivesse vivo.

Caso eu estivesse com um corpo vivo e firmemente seguro em minha mão esquerda, entregaria para o sargento e para o DT, pois, com muita certeza, eles saberiam tirar informações melhor do que eu, que apenas era benevolente e tentava ser piedoso. Mas caso eu eu houvesse finalizado meu alvo, bastava informá-los de meu feito, e, caso duvidassem, mostraria o sangue em meu belo martelo: - Tentei trazê-la viva… mas ela não cooperou em me dar informações e nem em se render, foi persistente em lutar do início ao fim, até mesmo quando amassei sua perna. - Apontei os fatos que evitaram trazê-la viva, mas se qualquer questionamento extra surgisse, eu ficaria puto com essas duvidas perante mim, um ser divino: - Então vá lá olhar! - Apontaria para a direção de onde eu tinha vindo.

Mas eu precisava me certificar se apenas eu havia tido problemas com os adversários, pois realmente havia sido uma luta complicada. - Conseguiram algo ou capturar algum prisioneiro? Eu tive problemas enfrentando a minha e até… - Mostrei minha perna sangrando e todos os danos em meu corpo. - Tem algum médico para me ajudar com isso aqui? - Finalizaria.



Histórico:
Objetivos:
Personagem:


Vitaminado Pippos


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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 3 Zx5fIGC

Narração
Pensamento
Fala

Kira
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Kira
Pirata





Alvorada dos Monstrorines!

O homem deixava claro todas as suas intenções, e claro, o fato de ele me parecer bastante sincero no que dizia me fazia então ceder a ajudá-lo, meu olhar se tornava um pouco mais tranquilo, e meu semblante mais amigável, e com isso eu o respondia.-Sim! Eu ajudarei vocês, com tudo... Dava uma pequena pausa enquanto claramente me preparava para deixar claro as minhas intenções e condições.-A única coisa que eu quero, é a recompensa pela cabeça dele! Eu o olhava de forma mais séria, porém, sem demonstrar desprezo nem nada do tipo, apenas afirmando que minhas condições não eram brincadeira e eram bastante reais.-Eu não tenho um motivo nobre para ir atrás deles como vocês tem, na verdade meu motivo é o mais sujo possível… Eu apenas quero o dinheiro e não me importo com quem ele seja ou com o que fez, mas, também não posso deixar de ser justo quanto aos seus sentimentos, e por isso estou dizendo meus reais interesses nessa união, não sei o que vão decidir em fazer com ele quando o pegarmos, mas espero que me deixem entregá-lo a marinha e assim recolher sua recompensa.

Eu observava a face do homem e o olhava diretamente nos olhos, aquilo de fato era o que eu era, e não via motivo nenhum para esconder isso daquele que se propunha a me ajudar a conseguir o que eu queria, esperava por uma resposta do mesmo e quando a recebesse, dependendo de qual fosse, a minha resposta poderia ser negativa ou positiva.

Talvez para ele aquilo era ser alguém cruel e sem escrúpulos, e era talvez o que eu realmente fosse, mas eu não me importava em como os outros me viam, contanto que eu conseguisse o que eu estava buscando, e com isso, caso o homem me dissesse que não poderia fechar um acordo comigo, eu o olharia ainda sériamente enquanto mudava meu semblante para um leve sorriso e então o diria.-Imaiginei que diria isso… Mas bom, então é isso, seguirei sozinho como estive até agora, e obrigado pelas informações. Terminaria acenando para o homem enquanto caminhava em direção a saída do beco, dando as costas para o mesmo.

Porém, se sua resposta fosse positiva, eu me colocaria à total disposição para capturar aquele que causou tanto mal às pessoas que o queriam preso.-Bom, se é assim então… Acho que agora trabalhamos juntos, pelo menos até capturarmos esse verme! Estenderia minha mão para o homem aceitando o acordo, o observando em cada detalhe de seu rosto e roupas, afinal ele parecia ter uma aparência similar a do terceiro homem que ele disse ter contato com o chefe, pelo menos o capuz, só me restava saber se ele tinha a cicatriz no olho direito.

Caso tudo estivesse entendido e não tivesse nenhum problema até ali, e claro, ele não fosse o tal suspeito que ele mesmo havia dito, eu o esperaria dizer as instruções da missão que executaremos, e claro, esperava conhecer o restante daqueles que o ajudariam, estaria disposto a cooperar com o homem, contanto que tudo pudesse me levar ao meu objetivo final, a obtenção do dinheiro que seria entregue por sua cabeça, sendo assim, seguiria com o homem para onde ele decidisse ir, esperando pelas instruções de como faríamos aquilo.

Porém, caso ele fosse realmente aquele que ele não dizia o nome por dizer não o saber, eu o seguiria da mesma forma e o auxiliaria naquilo, afinal, eu estava curioso para saber que motivos o levaram a trair o seu chefe, porém, me manteria atento, afinal eu poderia estar sendo levado para uma emboscada, então, estaria esperando para me defender caso fosse preciso.




Histórico:

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Pensamento
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Extras
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Denki
Soldado

O orgulho e a honra o precedem
E o seu nome é maior que todas as nações
Bartolomew - Post 7


1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 3 389d5372d403a93570c09c90026f00dc

- Chegou a hora. - Respirava fundo, o sentimento estava a flor da pele e toda a minha força de vontade e orgulho seria expresso ali: sem abreviações ou hiatos, todo o meu poder. - THE ONE. - ali tentava exalar o poder e imponência que minha aparência extravagante proporcionava, mesmo com os sangramentos, levava o fortalecimento muscular ao último estágio, com toda a resistência que pudesse alcançar, que inclusive deixaria muitos body builder com inveja. Meus pelos, todos eles - ainda que poucos - arrepiaram-se com a situação, e tentava deixar meu próprio corpo em um pico de adrenalina para uma reação com grande magnitude. Em uma explosão de movimento tentava suprimir a desvantagem da minha panturrilha mudando a postura: antes uma postura equilibrada com uma boa distribuição de peso para agora uma disposição de 80 pra 20, colocando maior parte do peso para a perna sadia, em uma postura inovadora e que mudaria tudo, inclusive a forma em que minha arma iria ser empunhada.

- Verme insolente - O orgulho, antes expresso com desprezo e olhares carregando-o, seria exposto de uma forma completamente diferente, como se houvesse transformado-me na sua própria personificação. Em uma postura forte e imponente, soltando o peso na minha perna esquerda iria soltar todo o peso do meu corpo lançando-me em um jogo de cintura para tentar esmagar meu oponente em um ataque de cima para baixo, com toda a força que pudesse alcançar, e aproveitando da postura diferente para lançar-me sobre ele, parando o movimento com a perna ruim enquanto que com a boa, acabaria de dar a sustentação para que não caísse. Olhando fixamente para o dito cujo.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 3 Ac7e8c0fd509cf503cc5c521894ece50

- Bartolomew não espera que tenha desmaiado só com isso, e por isso cavalheiro, vou continuar até que haja um campeão entre nós - Respirando fundo, continuaria na ofensiva. - Tatakae - Um outro ataque seria desferido, mesmo que tivesse errado o primeiro, de forma rápida, com uma técnica bárbara impecável e uma força avassaladora, seria posto de forma brutal, de cima para baixo, empunhando a arma com ambas as mãos, mantendo sempre os olhos fixos naquele mesmo ponto. Esperava que, como antes, subisse poeira.

Caso a poeira do solo subisse, giraria minha clava de forma horizontal em meia lua, da esquerda para direita, novamente apostando numa postura de 80 para 20, com um único pé forte, e um quadril e glúteo bem encaixado esperava pega-lo nesse movimento. Caso o dito cujo tentasse escapar, apostaria num ataque ascendente novamente, apoiando a clava com ambas as mãos, para tentar jogar o oponente para cima, e tentar diminuir suas oportunidades de esquiva, que era o que o bárbaro inimigo estava apostando desde o começo.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 3 36ab652a8d0186bdde2c64b7572078a1

Apontaria para o alto, em direção ao astro vigente, que provavelmente seria a lua, e iria continuar seguidamente, tentando golpes descendentes, de cima para baixo, com uma postura intocável. Com força investiria pesado no ataque, mas não abrindo mão da defesa, caso necessário, tentando defender com minha clava para bloquear e jogar longe o oponente, mantendo uma distância segura. Caso percebesse que o oponente estivesse nas últimas, ou muito machucado iria olhar bem para o mesmo, esperando que pedisse clemência, e se assim fosse, diria: - Barto lhe perdoa, humano inútil. Deite-se e solte sua arma, precisamos acertar algumas coisas.



Legenda:


Importante:
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Blindao
Tenente



O Dragão Indomável


Ora, esse dia está sendo deveras produtivo. Afinal de contas, não só havia possuído êxito em capturar um dos suspeitos do crime ocorrido, como também salvado um civil. Inclusive, o beijo da velha senhora como forma de agradecimento certamente fez meu coração arder em chamas, pois, ainda que sua vida estivesse próxima do fim, graças a mim, ela ainda poderia aproveitar como vem quisesse, diferente de ser assassinada por um rato de esgoto.

Durante o tempo que aguardaria a chegada do sargento e detetive, coagindo um pouco o desgraçado que estaria acuado embaixo de meus pés, notava que a face vertendo em medo e confusão, junto a seus ouvidos que cotejavam sangue, me fariam perceber que o sujeito estaria possivelmente surdo. ~ Ei, ei, ei! Vê se não perde a sanidade seu bunda mole. Havia-me aproximado enquanto proferia para o criminoso, desferindo alguns tapas de leve em seu rosto para que sua sanidade continuasse sã e sua mentalidade permanecessem consciente.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 3 BiHz9Pc

A chegada de Detective e Sargento Smith enfim procedia. Após explicar de forma resumida o que haveria ocorrido, o detetive não deixava de elogiar meu sucesso. ~ Héh! Havia expressado um sorriso bastante largo, deixando bem amostra os dentes serrilhados e a satisfação do elogio. Era óbvio o comentário do Detective, mas não imaginava que viria falar abertamente de forma tão casual. Porém, apreciava seu gesto e sua sinceridade. ~ Thororororo. Seus elogios são apreciados por mim, meu jovem. Mas não a necessidade de exaltar um combate que se quer chegou a ser um. Proferia de forma convicta e resoluta, durante o tempo que cruzaria os braços e deslizaria os dedos pela barba. O humano parecia ser eficiente em seus raciocínios, poderia afirmar isso após ouvir suas informações, tanto antes quanto atualmente. ~ Hum, entendo. Realmente havia pensado de que poderiam ter mais deles, se você também concorda... então é certo presumir que mais estão a assolar essa ilha. Mas não se preocupe, novato, esses músculos me darão todo apoio possível! Diria enquanto expressaria dessa vez um rosto um tanto empolgado. “Será que um adversário digno surgirá?” Pensava comigo por alguns míseros instantes, mas logo centralizava minha atenção na real situação.

Durante um breve devaneio, o sargento e o detetive começavam a extorquir informações do criminoso; por sinal era pouco uteis, mas melhor que nada. Ele poderia estar mentindo, talvez fosse mais sábio fazer um pouco mais de pressão para ver se algo a mais sairia. Entretanto, uma mulher que até então desconhecia viria afirmar que as palavras do meliante eram verídicas.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 3 SW64amy

~ Ora, ora..., mas que bela jovem atraente, este dia está cada vez melhor. Proferia ao expressar um rosto amigável ao mesmo tempo que esticaria o braço para cumprimentar a jovem moça. ~ Prazer em lhe conhecer, garota. Soldado Thorkell Dragnar Godheim a seu dispor. Pronunciaria tentando ser um pouco educado, ainda que não fosse minha especialidade. ~ Sinceramente, não sei dizer se as palavras dele procedem a verdade. Mas se você está disposta a afirmar a autenticidade da verdade nesse pedaço de lixo, confiarei em seu julgamento. Não era minha função interrogar ou averiguar a fonte da verdade, minha função era de fazer uma varredura na região com propósito de achar algo suspeito, que por fim, encontrei esse meliante e executando a detenção do mesmo. Exatamente por isso deixava a cargo do detetive e da mulher acharem, ou não, estarem certo das informações obtidas.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 3 8Xp5m2w

Após digerir as informações do suspeito, junto as explicações por minha parte, o sargento decretava de que seria minha função averiguar os paradeiros dos outros marines. “Certo, certo! A função de um líder é sempre estar consciente da localização de seus subalternos.” Pensava comigo após ouvir as palavras do sargento. ~ Sim senhor. Viria então retirar meu pé de cima do criminoso e começar a caminhar, mas não antes de parar por um breve instante. ~ Sargento! Falaria um pouco mais alto, sem virar o rosto permanecendo de costas para o superior.

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~ Me é permitido usar toda minha força? Não querendo me enobrecer, mas acredito que se usar toda ela possa acabar matando os meliantes. No decorrer de minhas palavras, viraria a cabeça para fintaria brevemente o criminoso, impondo um pouco mais de terror nele. ~ Não que eu esteja tencionado a matar esses lixos... Inclinaria a cabeça para olhar diretamente nos olhos do sargento, expressando segurança e coragem. ~... todavia, teríamos problema caso acontecesse? Questionaria o marine para ter certeza de que não haveria infrações caso ocorresse alguma morte se preciso, em visto da situação que encontrávamos. Após ouvir a resposta do sargento, apenas acenaria com a cabeça e moveria meu corpo. Me dirigiria pelo mesmo caminho feito até aqui, visando o lado contrario de que haveria peregrinado.

Aceleraria um pouco os passos, mas nada muito afobado. Algo estava me incomodando, já fazia um tempo. Não sabia ao certo dizer o que era exatamente, porém, aquela sensação era incessante. Tentaria utilizar meus sentidos ao máximo com objetivo de escutar, ver ou sentir algum cheiro que pudesse revelar onde estariam os outros marines. Possivelmente minha visão ou audição seriam mais proficientes nessa situação devido à estatura avantajada; talvez visualizar a altura dos homens, ou quem sabe escutar um eclodir de lâminas. Enfim, buscaria imediatamente correr assim que conseguisse captar a localização de algum aliado.

Na hipótese de conseguir avistar ambos os marines, soldado Vitaminado e soldado Bartolomew, tentaria presumir o melhor combate entre eles. Averiguando o pior cenário entre eles e indo imediatamente dar apoio. Conhecendo bem Pippos, certamente ficaria enfurecido caso atrapalhasse seu embate, bom... quem sou eu para dizer o contrário, já que, também sou do mesmo tipo. Entretanto, não era uma situação que pudesse dar o luxo de uma luta justa e honrosa. Afinal, tínhamos um peixe grande para caçar. Seria só perda de tempo dar atenção para esse cardume.

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Certamente não seria fácil encontrar os marines, mas por outro lado difícil também não. Minha estatura seria bastante benéfica. Mas não depositaria toda confiança nela, visaria usufruir de todos meus sentidos em busca de averiguar toda a extensão da orla. Caso ainda pertencesse difícil avistar alguém deles, recorreria a uma ação um tanto quanto... divergente. ~ Acho que não temos muita escolha, não é mesmo Smash e Baki. Diria ao empunhar minha lança, retirando-a com destreza e perícia, assegurando a arma ao lado do corpo.

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Recrutando um Pump monstruoso nos Bíceps, junto aos quadríceps, começaria a correr por alguns metros e então, com ambas as mãos revestindo a enorme haste da lança, desferia a lâmina da arma contra o chão com proposito de me lançar com extrema força para o alto, aproveitando o embalo e movimento com intuito de alcançar o dobro de minha altura; trazendo junto a arma, naturalmente. ~ Relaxa que o pai tá on!!! Diria empolgado com o peculiar salto. Nesse momento abrangia uma área ainda maior devido a elevada, e possível, altura que conseguiria atingir. Seria rápido, mas talvez suficiente para avistar os marines e imediatamente decretar qual viria ajudar em primeiro lugar.

Supondo que haveria avaliado ambos os soldados, obviamente, Bartolomew estaria em más lençóis. Sem delongas, após colidir contra o chão, explodiria os pés sobre o solo revestido de areia com objetivo de me impulsionar com força até alcançar agilidade máxima em direção a Bartolomew. Sinceramente conhecia muito pouco do jovem homem, mas o suficiente para notar que estaria precisando de ajuda. Desconhecia seus ideais, mas seria uma boa hora para qualificar seus princípios. A arrancada seria poderosa e desenfreada, até que por fim, chegaria na zona de combate de Bartolomew.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 3 FwGf1NE

Caso notasse o marine estar na defensiva, avaliando assim que chegasse mais perto, viria então empunhar a lança com a mão dominante e antes que meus pés fossem usados para frenar minha corrida, nesse exato instante, arremessaria a arma em direção ao criminoso diante do soldado. Executaria um arremesso carregado de força sobre a haste. ~ Ora, ora vejam só. Espirrei com tanta força que a mão acabou possuindo reflexo de arremessar a minha lança. KEKEKEKE. Seria sardônico meu comentário ao mesmo tempo que mostraria os músculos do braço ao erguer por alguns instantes. ~ Acabei interrompendo seu divertimento, soldado Bartolomew? Perguntaria de forma extrovertida, mesmo que a aparência do homem estivesse bastante lastimável. Me aproximaria do marine lentamente, ainda que estivesse antenado do criminoso; fitando de momentos em momentos.

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~ Você parece um pouco cansado, soldado. Indagaria com uma expressão despreocupada com a situação, ainda que não fosse o caso. ~ Parece que esse pequeno peixe aí, faz parte de um cardume. Pararia próximo do marine poucos metros de seu lado enquanto explicaria o motivo de minha inusitada chegada. ~ Caçar esse peixe é perda de tempo, mas ainda assim vital. Gostaria de não me envolver na sua batalha, mas se demorar mais terei que intervir. Afinal, ordens são ordens. Terminaria de falar para Bartolomew agilizar sua luta, pois, seu estado estava bastante precário, tentaria não diminuir seu ego ao comentar sobre estarmos atrasados para localizar o chefão dos bandidos. ~ Hoo. Estes músculos são bem reforçados em. Proferia para dar um incentivo ao jovem marine enquanto cruzaria os braços e me atentaria a seu combate. Era uma boa oportunidade para avaliar suas habilidades físicas, pois, quem sabe pudesse ser um valoroso companheiro quando viesse a alcançar uma alta patente na marinha.





  • Posts: 07
  • Ganhos: Naginata;
  • Perdas: ~x~
  • Players/NPCs:
    Pippos Vitaminado;
    Bartomolew;
    Detective;
  • Localização: Flevance ~ North Blue
  • Objetivos:
    ~ Obter uma Naginata/Lança;
    ~ Conhecer Gaiden, Denki & Drake.
    ~ Concluir 3 missões;
    ~ Subir de Patente;
    ~ Treinar Ambidestria;
    ~ Ganhar boa Fama;



PdV: 360 +21%= 435
STA: 100

Força: 12 [+6 Raça] [+3Edc] [+1 Arma]= 22
Destreza: 0
Acerto: 1  [+6 Raça] [+3Edc]= 10
Reflexo: 1
Constituição: 6 [+6 Raça]= 12

Agilidade: 5
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 5

Qualidades:

Defeitos:

BrigaCotoveladas, cabeçadas, garrafadas, mordidas e dedo no olho. Você faz os movimentos necessários para sobreviver e derrotar o inimigo, sem se importar com estilos ou movimentos rebuscados.

SobrevivênciaVocê é capaz de encontrar água, comida e abrigo em ambientes hostis, se existentes.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

NadoVocê domina diversos estilos de natação e é capaz de controlar sua respiração com maestria para não perder o fôlego.

PersuasãoVocê é capaz de convencer os outros através de argumentos lógicos e racionais, ao contrário de lábia, os efeitos de persuasão são duradouros.

Profissão:
Ofício ~x~

Bônus: ~x~



Arma: NaginataDescrição: Um tipo de lança com um comprimento de 10 metros, havendo 7 metros de haste e mais 3 metros de lâmina. Seu diâmetro é de um metro e meio. Alguns entalhes pode ser visto sobre sua haste. A Lâmina é curvada possuindo duas ondas sobre a parte de cima. Imagem da Lança.
Tipo da Arma: Naginata
Qualidade: Clássica.
Durabilidade: Baixa.
Dano: +1 em força.
Estado: Nova

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Gaiden
Imagem :
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Créditos :
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~ The key is the pressure ~



Palavras e mais palavras eram postas à mesa. Muito se sucedera desde o início da investigação; coisas que, na verdade, só me mostravam que apesar de toda a experiência e assiduidade para com o trabalho, ainda me restavam crassas falhas de desempenho em minha função ~ Tenho desconsiderado um universo de hipóteses ao longo deste inquérito. Como também, e não menos importante, assumido coisas que revelaram-se meras suposições descabidas ~ Refletia, decerto aflito, mas não o transparecendo. A primeira assunção fora a de que o capanga, ali, soubera "onde", "como" e "sob que comando" se lograra o crime. A segunda, tão exagerada quanto, se mostrava no estabelecimento da premissa de que a casa e a festa eram sinônimos, no contexto do assassinato, o que, ainda que possível, vejo agora ser uma correlação um tanto ingênua em primeira ordem, ao não se cogitar sequer o fato de haver possibilidade diversa.

Sem mais arrodeios, finalizava minha maturação intrapessoal para comentar sobre os ditos do homem - Desculpe, senhor. Acho que isso não rende uma delação premiada - Dizia ao criminoso, esboçando um falso sorriso que, caso analisado minuciosamente por um perito facial, certamente denotaria infelicidade ou desprezo em seu modos mais discretos de subterfúgio. Dali em diante, o caminho era o anteriormente pretendido, o quartel e, logo assim, a casa do nobre. Passávamos no primeiro local rapidamente, utilizando-nos do tempo necessário somente  para recolher a informação demandada, e então partir. A caminhada fora rápida, mal terminava e, ainda atordoado sob meus pensamentos autocríticos, desprovia-me da atenção que mereciam os detalhes locais, contudo, não por completo, ainda conseguindo, ao chegar à porta, conceber a imensidão da riqueza exposta. Quem nos atendia era um mordomo, como de praxe seria. Seu bigode era evidente, um cliché aprazível. A pompa a que era submetida nossa introdução, ao meu ver incoerente com a realidade de um detetive e de uma secretária, de certo modo agradava. Naquele momento, só me atravessava o pensamento de que dificilmente alguém com tamanho apreço por etiqueta recorreria a métodos sujos e, ainda por cima, tão malogrados para uma execução daquele feitio.

Arthur nos esperava em seu sofá ~ Nos esperava? ~ Pensava, em questionamento. Estranho era, de fato, o ver à espera de algo como aquilo. Aparentemente, ao que se notava pelas palavras do doméstico, ele já estava preparado para o momento; no entanto, poderia ser apenas fruto, o estranhamento, da tamanha casualidade interpretada de seus dizeres. Voltando à ambientação. O trajeto até o salão principal era algo magnífico, deveras, detendo uma beleza que me fazia esquecer, por um mínimo momento, do porquê de estar naquele local. Recobrando os sentidos pouco antes de chegar aos sofás cruzados, ali me mirava o homem de tal requinte - Sir Arthur!! Prazer em conhecê-lo, finalmente!! - Expressava-me cordialmente, o assumindo como tal.  

Requinte era realmente o vocábulo. Líquido fumaçantes recepção formal, de certa forma, tudo ali parecia intencionalmente planejado. A carta à mesa chamava-me a atenção, contudo, não poderia ir com sede ao pote, afinal, convidado como era, seria de descortesia enorme simplesmente botar a mão onde não tivera sido devidamente autorizado. Ouvindo o nobre, logo então via sua insegurança, plausível, dado seu estilo de vida. Eu teria de provar algo difícil naquele momento - Deveria ter pedido o contrato físico no R.H. do quartel. Shershersherlock!! - Exprimia, na intenção de quebrar o gelo. Sentando no sofá à frente do homem, também chamando Lara para se alocar, eu não tardava a me apresentar de maneira mais formal para o anfitrião, alongando a fala para explicá-lo da situação - Senhor, pode me chamar de "Detective", ou detetive, ou investigador... ou qualquer sinônimo que lhe convenha. Estou aqui com a senhorita Hëzil, nossa competente assistente, para solucionar o caso do assassinato do Lord Thomas Johannes, não sei se sabe - Pausava curiosamente, para assimilar sua reação, contudo, já não esperando uma mudança significativa de expressão. - Lara, tem algo consigo que prove nosso vínculo com a marinha? - Perguntava honestamente, me pondo em posição passiva. Caso a diligente secretária respondesse negativamente, logo então me veria na obrigação de bolar algo. De toda forma, não deixando o vácuo do momento se suceder, neste caso, logo soltaria - Temo que eu não possa lhe persuadir de forma tão fácil. Além do mais, não tenho perícia para este tipo de coisa - Confessava, em tom aconchegante - Mas posso dizer coisas sobre o senhor que, talvez, aticem seu raciocínio lógico e o façam perceber que não somos ameaça - Relatava, em seguimento - Encontramos o senhor Johannes morto à beira mar. Corte profundo, incisivo, limpo. Algumas escoriações nos pulsos, o que mostra que foi segurado, provavelmente enquanto carregado para algum lugar - como nos relatou uma testemunha ocular - foi visto desacordado, ao encarrego de quatro sujeitos, ainda não identificados, um deles era alto, bem alto, pela descrição. O senhor realizou uma festa, e Thales Johannes tinha um dos convites em um de seus bolsos, o que é completamente estranho. Primeiro cogitei a teoria de quererem incriminá-lo, contudo, após um ataque a um de nossos agentes, seguido da prisão de um outro capanga que nos relatou que teria sido intruído a retardar a investigação pois o grupo responsável pelo assassinato tivera cometido um erro crasso, entendi que, na verdade, o erro pode ter sido justamente não terem revistado o sujeito, logo, deixando o senhor, neste exato momento, como suspeito número "1" do assassinato do homem. Caso acredite em minhas palavras, a atitude lógica seria tentar provar, o mais rápido possível, que tinha um álibi, uma desculpa para nao o fazer, ou, na melhor hipótese, uma razão para protegê-lo, ao invés de mazelá-lo. No final das contas, o senhor poderia ter alguma richa com o pai do morto, talvez ele quisera desatar os laços ríspidos que tivera com os mineradores e, com medo de perder seu poderio, o senhor o deu um aviso. Não sei, são muitas possíveis conjecturas. Mas o que me diz, posso voltar ao QG? Ou quer tentar a sorte antes que o Sargento Smith comece a espremer a verdade do preso que pegamos? Uma hora ou outra as pistas levarão a algo. - Terminaria, indicando firmemente.

Na situação de Arthur permitir, pegaria a carta em cima da mesa, assumindo ser algo relevante, e a leria, me atendo a toda informação que se revelasse ali. Caso o cenário fosse favorável, perguntaria, enquanto a ler o item, ou até mesmo não o lendo - O que pode dizer sobre a festa que organizara, senhor? - A aposta fora feita. Talvez pressionar o homem não fosse a melhor das decisões, contudo, Lara estava ali para me dizer, posteriormente se ele realizara alguma expressão de desespero ou não, com sua proficiência à psicologia - O que acha, madame? - Indagaria  ao término de tudo. Se alguma tentativa absurda de ofensiva fosse lograda, puxaria Lara pelo pulso e correria o mais rápido possível para uma possível porta ou janela, de preferência próxima e aberta para me atirar para fora.




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Alvorada dos Monstrorines - 07
19:01 ~ 20:12 / Flevance


 
Thorkell

O dia até agora parecia ir muito bem para Thorkell. Ele havia efetuado uma prisão e, com ela, a investigação andava um pouco. Além de tudo, salvara uma vida inocente e ganhara um pequeno beijinho de agradecimento. A recompensa em si não era seu objetivo, muito pelo contrário. Como um soldado, ele tinha que fazer isso, porém, a sensação de impedir a morte de alguém era gratificante para o gigante.

Não demorava muito até que Sgt. Smith, Detective e sua nova assistente aparecessem em vista. À primeira vista, eles se cumprimentava, e o soldado logo notava a beleza exuberante daquela moça. Ela carregava um tom de vulgaridade, mas não o suficiente para se tornar um problema. Sua aparência era realmente desafiadora por si só, e ele fazia questão de denotar isso em seu cumprimento.

— Agradeço os elogios, Sr. Thorkell. — ela calmamente respondia abaixando um pouco sua cabeça e arqueando levemente sua coluna. O tal elogio seguia por um comentário sobre a análise feita em cima da veracidade - ou falta dela - nas palavras daquele homem que já podia se encontrar em uma condição de prisioneiro.

Ele aceitava o rumo das coisas após o pequeno interrogatório que não levava a nada e logo o grupo se separava. O sargento se locomovia até o QG novamente, enquanto Detective e sua parceira de profissão seguiam para desvendar as pistas deixadas para trás. Seu serviço ali era o averiguar o estado de seus colegas, pois, como denotado anteriormente pelo detetive, eles poderiam estar em uma situação igual.

Thorkell concordava com essas palavras, e para ele elas já eram verdade. Isso se dava pelo fato de seu instinto estar apitando sem parar desde que chegara nesse lugar mais cedo no mesmo dia. Ele sabia haver algo de errado, e o seu superior também, colocando essa responsabilidade em suas mãos.

Porém, pouco tempo depois da separação, ele chamava por Smith.

— Lembre-se Soldado, sua proteção e a proteção dos civis estão em primeiro lugar. Se solte se for necessário. Mate se for necessário. Aceite o fardo da morte. Você não terá problemas com a marinha, mas tome cuidado para isso não te corroer por dentro. — Smith sabia que estava falando com alguém que poderia ser mais velho até mesmo que ele, mas isso não importava. Era claro que uma pessoa normal se sentiria mal após tirar a vida de alguém - ou assim pensava o oficial da marinha. — Eu peço, que se possível, traga o inimigo inconsciente ou com vida apenas. Se pudermos tirar a verdade deles, já é meio caminho andado. — ele continuava sem tardar para voltar sua caminhada até o quartel-general.

De qualquer forma, ele iniciava a procura pelos seus colegas. Primeiro tentava se apoiar em seus sentido e estatura, porém, não era de grande ajuda. Seus parceiros estavam longe de mais para que seus grandes sete metros pudessem ajudar, não ajudando sua audição, olfato ou até mesmo sua visão. Com isso não funcionando, uma ideia um tanto quanto perigosa passava por sua cabeça. Sendo julgada como uma ideia necessária, ele rapidamente a colocava em ação. Recrutando os músculos necessários em seu corpo, ele começava por tomar velocidade. Assim que a inércia era suficiente, ele agarrava firmemente sua Naginata pela haste, e assim a fincava no chão. Como um verdadeiro ginasta, ele, desajeitadamente, conseguia realizar o movimento. Sua altura aumentava rapidamente, e de cima, podia ver os dois soldados.

A visão de cima era um tanto privilegiada. Ele conseguia enxergar grande parte da orla de Flevance apenas batendo os olhos, e a imagem da lua sendo refletida pelo mar salgado era algo que se via diversas vezes em uma vida, mas não daquela maneira. Apesar disso, o homem não se ateve as belezas carnais. Ele imediatamente avaliava quem estava na situação mais precária. Sendo esse Pippos, aquele mais perto dele, ou Bartolomew, o que se encontrava em uma distância maior.

Seus olhos, membros que acompanhavam Thorkell por mais de cinquenta anos, estavam acostumados com uma boa luta, e, ao pegar o mínimo traço da mesma, poderia tirar grandes informações. Esse era o caso agora. Durante o breve tempo em que se encontrava no ar, podia determinar e julgar quem necessitava de ajuda ali. Pippos sofrera grandes danos, mas ainda estava em pé, assim como Barto. Apesar disso, o último parecia ter tomado banho em sangue. Seu corpo era coberto pelo líquido vital, muito provavelmente sendo dele. O julgamento do meio-gigante era rápido, e assim que ele pousava no chão, iniciava uma corrida até o local, que durava apenas alguns minutos.

Um fato que deve ser denotado durante esse processo todo, era sobre a durabilidade de sua arma. A mesma não fora feita para suportar aquele peso completo, muito menos em um movimento como aquele. Era possível ver sua haste rachando levemente no meio, não chegando a se partir. A lâmina se mantinha intacta, então, uma breve visita aos ferreiros deveria tomar conta do assunto.

De qualquer maneira, não demorava muito até ele chegar em Barto, que estava prestes a iniciar o embate de vontades e pura força uma terceira vez.

Thorkell e Bartolomew

Bartolomew enfim chegava ao seu ápice. Após um último confronto que não levava a muita coisa, ele começava a se focar. Os músculos de seu corpo enrijeciam, e o seu equilíbrio corporal mudava subitamente para diminuir as consequências de sua panturrilha ferida. Nesse momento, Thorkell chegava ao recinto. Ele estava preparado para agir caso visse seu colega na defensiva, porém, esse não era o caso. Barto parecia estar iniciando algo que finalmente acabaria com a luta.

Respeitando seu orgulho e ego, Thorkell preferia não comentar muito sobre a condição do soldado, ou até que ajudaria se necessário. Ele apenas olhava a luta e alertava o gigante ruivo para ser um pouco mais rápido. Analisando aquela cena, até mesmo liberava um elogio para os músculos de Barto, que naquele momento pareciam estonteantes para qualquer amante.

Iniciando sua ofensiva, Barto utilizava de sua nova postura de uma maneira incrível para lançar um ataque avassalador, é claro, se conectasse com seu oponente. A clava descendente era prevista pelo homem, que prontamente rolava pelo chão para desviar. Novamente, o ataque levantava poeira e pequenos detritos. Barto proferia algumas palavras, mas elas eram ignoradas. O oponente estava totalmente focado em uma luta. Logo que o ataque havia caído no chão, porém, um outro se sucedeu sem delongas.

Este último movimento levantava uma nuvem de poeira maior e mais espessa ainda, o que confundia os sentidos do inimigo. Sem perceber, logo uma clava de madeira lisa se aproximava de seu corpo em uma velocidade exorbitante, realizando um movimento em arco que varria por toda a névoa que determinava as sobras de um outro ataque. O oponente, para desviar, prontamente saltava acima da altura da clava, porém esse era seu grande erro. Com a neblina dissipada por conta da varredura, ele agora estava no ar e exposto.

Barto não demorava para, com um ataque ascendente, lavantar o inimigo mais ainda no ar. Ele aproveitava essa chance para alinhar sua clava com o astro antagonista do rei dos céus, a Lua. Preparando mais um ataque descendente, ele rapidamente descia com sua clava pesada no corpo do inimigo, que nesse ponto, já havia fechado os olhos e aceitado a derrota. A arma batia em seu corpo não tão frágil e o jogava para o chão, o fazendo colidir com a terra. Seus olhos se arregalavam e sua boca abria em desespero. Ele quase cortava sua língua ao mordê-la com força sem a intenção, mas até isso não era possível de segurar sua consciência. Seus olhos eram rapidamente fechados, marcando seu desmaio temporário.

Barto prontamente falava algumas palavras para o caído, mas esse não o podia ouvir. No final das contas, sua própria situação não se mostrava nem um pouco agradável também. Seu corpo ensanguentado mostrava sinais de fatiga e esgotamento, sendo necessário um médico e uma boa comida no momento para que o gigante não viesse a ter o mesmo rumo do recém derrotado.

Pippos

Pippos, por incrível que pareça, conseguia admirar sua oponente. Ele era certo de sua vitória, mas, mesmo assim, conseguia ver que a força de vontade dela era acima da média, e sua agilidade, mesmo estando com um membro - praticamente - a menos, era algo a se denotar. Ele pensava em até mesmo levá-la para o bom caminho, mas teria que ser realista ali. Ela havia jogado fora toda e qualquer possibilidade de uma aliança entre os dois, e tudo o que faltava para o combatente naquela situação era utilizar da força para espremer a verdade daquela jovem mulher.

E assim o fazia. Tomando impulso novamente, dessa vez ele pegava mais força do que nunca para realizar um salto no ar. A inimiga já havia visto isso pelo menos umas três vezes, logo, sabia como agir. Porém, ela subestimou uma coisa. O ataque não visava exclusivamente acertá-la, e sim, levantar a poeira do solo. Dito e feito. Pippos descia com seu martelo ferozmente até o chão, utilizando a gravidade e a própria força de seus incontáveis músculos para colidir com o chão. A mulher havia rolado para o lado como um rolo, evitando assim o ataque, que levantava uma fina névoa e causava um pequeno tremor. A quantidade de resíduo que formava a nuvem era suficiente para tampar a visão da oponente, que deixava de enxergar em um raio de cinco metro a sua frente.

Como resultado dessa visão embaçada, por assim dizer, ela levantava sua guarda e aumentava seu foco. Ela estava cansada e machucada, mas não se deixava desesperar. Quando seus sentidos notaram algo de estranho, ela prontamente cruzava os dois machados em sua frente para absorver o dano que vinha da arma de Pippos, que realizava um arco de 180º horizontalmente. A poeira que subiu alguns momentos atrás era logo dissipada por essa varrida que o martelo massivo realizava. As duas armas se chocavam e faziam barulho de ferro em contato. Porém, a força da mulher não era suficiente e sua base estava comprometida. Ela saía voando por cerca de quatro metros até se chocar contra uma árvore, caindo de bruços no chão.

Sua aparência agora parecia estar desabando, e seus longos cabelos eram encharcados por sangue e suor. Da sua boca saía um líquido vermelho familiar por qualquer um nesse mundo, junto de alguns resíduos rosados. Ela tentava se levantar em posição de flexão, mas seus braços não mais a ajudavam, deixando-a na mão. Ela então depositava seu corpo no chão e esperava por um golpe final. De seus olhos saíam algumas gotas de lágrimas, mas sua expressão parecia não mudar enquanto o gigante se aproximava dela com o martelo de combate em mãos.

Sem piedade, ele novamente erguia a arma e realizava uma descida até encontrar suas costas, na altura do peito. Assim que o corpo caído fez contato com o objeto de batalha, alguns barulhos de ossos se partindo e rachando eram ouvidos, e sua conciência finalmente se esvaía. Sua respiração se tornava dura, forçada e batalhada, o que indicava que aquela mulher precisava de atendimento urgente caso quisesse viver.

Vitaminado Pippão havia terminado sua primera missão e capturado - quase - viva, a inimiga que estava definitivamente atrelada ao assassinato de Thales Johannes. Ele ouvia sua respiração pesada e determinava como se ela estivesse com vida, mas isso estava um pouco longe de ser verdade. Ela poderia morrer, e com ela, toda a informação que poderia ter.

De qualquer forma, ele a carregava em sua mão esquerda, à procura do sargento ou do detetive para entregar o corpo desmaiado a algum deles. Porém, mesmo que voltasse ao local de origem do grupo principal, nada se encontraria. Cada um havia ido para o seu canto, e estavam separados. Se ele fosse à procura de seus colegas, encontraria muito menos ainda no local que Thorkell seguira, porém, caso fosse até onde Barto estava, encontraria seus conterrâneos, também, no fim de uma grandiosa luta. Com eles, poderia fácilmente procurar por uma ajuda adequada.

Detective

O detetive havia finalmente chegado à residência Flamesworth. Sua beleza o encantava, e, por um momento, até o fazia esquecer de seus objetivos, fato esse que era rapidamente extinguido pela mente profissional, e em certos aspectos, anciã, daquele buscador de mistérios. Algo naquele lugar o intrigava, e não era apenas a súbita cordialidade com meros membros de classes sociais distintas, mas também a escolha interessante de palavras daquele mordomo.

Seguido pelo encontro com o anfitrião, novamente, aquela situação inteira parecia extremamente planejada com antecedência. O líquido esfervecente que era consumido por Sir Arthur, a disposição daquele que os recebera na entrada e até mesmo, a expressão indiferente do homem ao ver aqueles dois. Com isso em mente, Detective ansiava por ver o conteúdo da carta que era exposta sobre a mesa. Ela estava aberta e seu envelope rasgado. O conteúdo estava lá dentro, mas obviamente fora lido.

O detetive então não tardava a se apresentar ao homem da casa, que prontamente o respondia.

— O prazer é inteiramente meu. — um sorriso que alguns classificariam como sombrio se espalhava pela face daquele homem, que prontava questionava sobre as identificações. Obviamente, o detetive não possuía alguma, já que não o pedira também. Ele rapidamente tentava quebrar o gelo com o homem a sua frente, que nesse momento se mostrava irredutível.

Como um choro em uma guerra, Detective tentava amenizar a situação e se apresentava mais formalmente. Ele explicava sua profissão, a de Lara e seu objetivo naquela reunião. Ao citar a morte de Thales, como esperava, a expressão do nobre não mudara sequer um centímetro, estando, por outro lado, mais interessado ainda no investigador a sua frente. Lara se punha a procurar por algo, a pedido do detetive, enquanto Sir Flamesworth retornava a falar.

— É de minha ciência a morte de meu honorável amigo. Que Deus, onde quer que esteja nessa maldita cidade, o tenha. — falava, mas dessa vez sua expressão mudava drasticamente a cada palavra proferida, como uma atuação mal-feita.

Antes que Detective pudesse falar algo, Lara puxava de sua bolsa um pedaço de papel. Ele mostrava o contratato trabalhista assinado entre ela e o Sargento Smith alguns anos atrás. Esse era entregado ao Arthur, que se colocava a ler imediatamente.

— Ó sim. Claro. Sgt. Smith, um homem verdadeiramente honrado. — expressava de modo que fazia entender que ele o conhecesse. Seu olhar rapidamente revirava para Detective, que começava a falar com seu vocabulário extendido.

O começo do breve monólogo feito por Detective instigava, como havia dito, o racionínio lógico do homem, tanto quanto sua curiosidade. Porém, com o passar das palavras, aquilo parecia se tornar uma acusação e até mesmo uma ameaça ao Arthur. Sua expressão que mostrava conforto e curiosidade, agora mostrava traços de raiva e desgosto. Sua face se resumia a algo sombrio no momento, o que fazia Lara, mesmo que de maneira furtiva, engolir em seco. Suas mãos, majestosamente apoiadas no braço do sofá, se mexiam em ansiedade, e seus dedos tocavam uns aos outros eventualmente.

— O senhor veio até minha residência apenas para jogar acusações difamatórias em mim? — ele esbravejava. — Eu vou cooperar com essa investigação pois Thales era um querido amigo. Porém, aja dessa forma comigo novamente e estará em maus lençóis. — avisava sem medo algum da marinha, que estava por trás de Detective. — A festa de ontem era uma reunião de negócios. Eu estava reunido com aqueles que me ajudam, ou ajudavam, no caso das minas. — respondia de modo seco. — Caso seja um investigador tão bom quanto aparenta ser, sua cabeça já deve ter ligado os pontos. Não faz sentido eu enfraquecer o meu próprio lado. Quanto ao álibi, eu estava no local da festa no provável horário do assassinato. — dizia indiferentemente ao receber o pedido para analisar a carta. Arthur apenas concordava com um aceno de cabeça, sua expressão mais carrancuda do que nunca.

A carta anunciava brevemente o assassinato. Em seu destinatário, estava naturalmente Arthur Flamesworth, quanto ao remetente, uma verdadeira incógnita.

Morte de Thales Johannes:

Enquanto lia e segurava a carta em suas mãos, Detective questionava o homem com má vontade.

— Como disse anteriormente, foi uma festa realizada para reunir aqueles colaboradores contra os donos atuais das minas. Seus nomes são: Thales Johannes, Keith Carter, Alexander Volkov, Ada Smith, Diana Winston e Rupert Zimmermann. — ele respondia com um nome de todos os integrantes da festa. Lara diligentemente escrevia todos os nomes em seu caderninho, e aguardava por mais informações. — Satisfeito agora, senhor detetive? — ele "provocava" o homem que o havia tirado do sério.

Hum Hum. — ele pigarreava, tentando tirar os sentimentos negativos de si mesmo. — Temo que está ficando muito tarde para que eu possa comportar os dois em minha casa. Se precisarem de algo, me contactem. — ele respondia de forma contraditória as suas ações passadas, que demonstravam pouco conforto com o detetive.

Caso os dois se retirassem imediatamente, detetive perguntaria a Lara pela veracidade das palavras de Arthur, uma vez que era estudada no âmbito da psicologia, e poderia analisar suas ações durante e após a conversa.

— Arthur se mostrou interessado até o senhor citar ele como um suspeito número 1. Sua cara fechou, tenho certeza que notou isso também. Ele parecia ansioso de certa forma, ao mesmo tempo que passava ou "tentava" passar uma expressão de seriedade, nervosismo, talvez até mesmo assombrosa. — dizia ao lembrar o momento em que ele tinha um olhar quase sombrio. — Após falar, ele parecia ter melhorado, mas ainda estava inquieto. Quando falou da morte de Thales, não pareceu realmente se importar, não passando de uma atuação. — explicava ao detetive.

Klaus

Klaus havia tido uma boa conversa com aquele homem misterioso no beco. Esse lhe informara o que sabia sobre o caçado, sua organização e paradeiro. Explicava também sobre um pouco da sua história, por qual motivo caçava aquele criminoso e com quem, até o convidando para seu esconderijo. Klaus via uma bela oportunidade ali, já que sentia a sinceridade do homem a sua frente. Ele não tinha motivos para não confiar nele, então, abria logo o jogo por seus reais motivos. A expressão do ancião não mudava enquanto ele revelava seu objetivo.

— Tudo bem. Você é jovem, eu só espero sua humilde contribuição. Quando a hora for correta, lhe entregaremos ele. — respondia sem hesitar um pouco. Ele precisava apenas de ajuda no momento, não importava o que poderia perder no processo. Ouvindo a resposta positiva de Sunwizer, ele acenava positivamente com a cabeça, de cima para baixo, em um movimento rápido e fluido.

Nesse momento, os dois haviam fechado um acordo. Klaus parecia suspeitar dele pois sua aparência era bem igual ao terceiro subordinado que o homem mesmo descrevera. Porém, a sua preocupação tinha pouca fundação. O homem possuía um capuz apenas para esconder sua aparência, talvez bem conhecida pelos capangas do homem procurado. Além disso, seus olhos agora bem expostos não mostravam cicatriz nenhuma, e seus cabelos eram em partes grisalho.

Nesse momento, a figura que havia abordado Klaus na multidão anteriormente aparecia de modo furtivo. Ela rapidamente abordava seu chefe, o contando notícias animadoras para ele.

— Chefe, avistei um dos capangas a algumas centenas de metros daqui. Eles estão fechando as ruas que dão acesso ao corpo. É a nossa chance de capturar esse! O sargento com alguns detetives estão pertos de chegar aqui. Vamos aproveitar isso. — ela dizia animadamente ao homem, que parecia responder da mesma forma.

— Ótimo! Jovem, mudança de planos. Vá com ela até esse capanga e capturem ele vivo. Ela vai te guiar para a base depois. Vamos usá-lo como isca. Rapaz, essa é a primeira missão que eu te dou. Certamente, nossos objetivos estarão mais próximos de um fim quando ela for cumprida. — ele propunha para Klaus, que seguia suas palavras.

Os dois então partiam para o encontro de uma batalha feroz que desencadearia uma possível reviravolta nos planos do homem procurado. Sabendo disso, a seguidora estava empolgada, e seus passos pareciam apertados enquanto ela levava Klaus pelas ruas e avenidas, até chegar em uma espécie de parque. Ao redor, ao invés do branco usual, se via bastante verde. Esse verde era composto por diversas tonalidades, que variavam da grama do solo até a copa das maiores árvores. Mesmo com o cair do dia próximo, aquelas folhas ainda mostravam vida em abundância.

O parque estava curiosamente vazio. Aqueles capangas haviam feito algo para dispersar os civis da área, que naturalmente estaria cheia, porém, isso não era preocupação agora. De trás de uma das grandes árvores, saía um vulto negro que prontamente se colocava em posição de combate ao observar Klaus e a seguidora. Ele parecia forte, mais ainda do que os capangas normais que ela havia abatido algumas vezes. Seus olhos cresciam em uma mistura de medo, ansiedade, determinação e esperança enquanto a distância entre os dois era diminuída passo por passo. De sua cintura, o inimigo puxava duas lâminas curvadas, e as segurava firmemente em mãos enquanto se aproximava da dupla. Os dois em breve estariam no combate que mudaria a situação para o bem ou para o mal.



Informações sobre a investigação:

Histórico:

Legenda / Npc's:

Considerações *leia*:

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 3 Shuuma10



1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
Mostrava-me imponente com minha rival, e, por sorte, ela ainda estava viva. Lógico, eu não havia pego tão pesado com ela, mas segurando-a desmaiada eu não demorei para chegar em nosso ponto de encontro. Surpreso me mantive. Óbvio que eu era incrível e deveria ter sido o primeiro a vencer minha luta e derrotar minha oponente VITATATA! Mas, o que me mantinha confuso era o fato de não encontrar o DT ou o sargento. que estranho… Será que aconteceu alguma coisa? - Me questionei. Mas estava claro de que eu não poderia perder muito tempo se ainda esperava tirar respostas da minha adversária.

Tempo era algo que eu não tinha nesse exato momento, se querer deixá-la viva ainda fosse a minha intenção. Tá… tá. Minha força é acima da média comum. Tenho que tentar controlar o meu vigoroso poder antes de aplicar ataques, se a intenção for deixar meus alvos vivos. Enfim, eu não tenho tempo para ficar perdido em meus pensamentos, não adianta ir agora atrás dos outros, pelo que vi, o único que poderia ter algum tipo de conhecimento específico nessa área é o DT ou sua assistente. E, falando nisso, onde eles foram parar? De qualquer modo, agora tenho de pensar em meu ferimento e em minha prisioneira. Partindo desse ponto, só havia uma escolha plausível, voltar para o QG, e, claro que, em largos passos acelerados, para chegar o quanto antes.

Convicto de que não demoraria para chegar em minhas largas passadas. Não demoraria para estar dentro do lugar especificado. Dentro, não demoraria para voltar à área o qual eu já estava acostumado por ser possível ao meu divino tamanho. - RÁPIDO! Preciso de um médico! - Gritei. Mas, pra falar a verdade, não precisava de toda essa urgência no tratamento de um criminoso, afinal, ela havia tentado, com todas as suas forças, me matar. Mas eu estava ciente de que sua persistência, dedicação e fidelidade, faziam-me entender que ela tinha uma personalidade forte e que persistia em seus objetivos com garras e dentes,até disposta a sacrificar sua vida para tal. Talvez ela não fosse assim uma pessoa tão fracassada. Eu, desde o começo, podia sentir que ela tinha condições de ser uma seguidora do Super Pippão. Bastava aprender com seus erros e parar de fazer coisas erradas, talvez entrar na marinha, quem sabe.

Mas era claro que, isso seria um plano para futuro se ela realmente mudasse, porque agora a única verdade absoluta era que ela precisava continuar viva para ser interrogada. Continuando minha excepcional e grave dicção diante de quem estivesse para ouvir ali na área mais aberta dentro da marinha: - Ela está morrendo! Ainda preciso salvá-la, pois ela teria um bom futuro se trabalhasse para o bem. Eu só preciso de um tratamento para minha perna e em dois dedos meus. - Colocaria à frente minha perna machucada, deixando-a bem à mostra também os meus dedos que estavam machucados e seguravam também meu imponente martelo. - Mas foquem no tratamento dela! Só cuidado, e algemem-na porque ela é perigosa. E quero que a interroguem sobre a morte de Johannes! E outra coisa, se estiver me ouvindo, vê se não morra agora, hein, a gente se vê por aí. VITATATA! - Terminaria. Focando agora mais em respirar bem e manter a calma enquanto aguardava meu tratamento, pois seria fundamental manter a calma e já procurar pelo sargento com meus olhos.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 3 Screen12

Caso o Sargento Smith ou qualquer superior bem informado aparecesse, eu o cumprimentaria e faria questão de fazer uma fundamental pergunta à medida que meu tratamento seria efetuado. - Senhor - Expressaria meu respeito com a continência. - sabe me dizer onde está o DT, ou vulgo, o Detective, pois ele não estava em nosso ponto de encontro. Já os outros grandões, eles dão conta de si mesmos. Estava curioso porque o nosso investigador sumiu e se tiver alguma informação sobre seu paradeiro, eu posso procurá-lo. - Encerraria minha fala, já aguardando alguma resposta frutífera, pois, dependendo dela, eu iniciaria minha busca pelo DT ou apenas voltaria para o 'ponto de encontro' em busca de todos para entender melhor o que havia acontecido.




Histórico:
Objetivos:
Personagem:


Vitaminado Pippos


Última edição por Pippos em Qua Maio 26, 2021 9:16 pm, editado 1 vez(es)

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 3 Zx5fIGC

Narração
Pensamento
Fala

Kira
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Kira
Pirata





Alvorada dos Monstrorines!

Tudo aquilo parecia estar começando a se desenrolar, e até mesmo minha dúvida sobre quem era o velhote parecia respondia, já que o mesmo mostrava seu rosto e nenhuma cicatriz era vista em seu olho, com isso, parecia que finalmente tudo começava a andar bem, até que a mulher de antes, aquela que havia me avisado sobre o velhote em meio a multidão, aparecia, e com ela uma notícia sobre o paradeiro de um dos capangas do chefe.

A mulher parecia de certa forma desesperada, sua feição era confusa e perturbada, mas eu entendia o motivo daquele alvoroço e antes que o velhote pudesse me pedir para ir junto dela para capturá-lo, eu tomava a dianteira.-Vamos, eu vou com você! Me diz o caminho e vamos pegá-lo. Enquanto o velhote me dizia exatamente a mesma coisa, eu olhava e balançava minha cabeça em confirmação, e assim, me colocava em deslocamento junto da pessoa que havia visto o homem.

Junto a mim, a mulher se posicionava em alguns arbustos, tentando nos mesclar a paisagem que verdes distintos enquanto analisavamos a situação, todo o parque parecia vazio, como se de alguma forma os homens tivessem conseguido fazer todos ali se dispersarem, o que parecia realmente estranho e que poderia se tornar um problema.”Tudo deserto não é? Parece bastante propício para um assassinato sem que ninguém consiga saber quem foi…” E antes que eu pudesse completar meu raciocínio, um vulto negro surgia das árvores, rapidamente se colocando em combate, como se já esperasse por nós naquele lugar, ou será que já havia nos visto quando chegamos?

Ao perceber a situação, rapidamente olhava para o homem, me preparando igualmente para uma luta, eu dava alguns passos à frente enquanto estalava o pescoço e estalava os dedos das mãos.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 3 Tenor

Meu olhar então se fixava no homem, enquanto eu olhava em seguida meus punhos ao ver que o mesmo sacava duas facas, minha feição era de surpresa e talvez de pena daquele homem que precisava daquele tipo de armas para lutar.-Parece que eu trouxe meus punhos para uma briga de facas… Pobres facas! Meu olhar se tornava tão afiado quanto as próprias lâminas que o homem empunhava, e meus passos eram tão firmes e determinados que demonstravam em totalidade a minha personalidade, e o quanto eu gostava de brigas.

Caminharia em direção ao homem enquanto dizia a mulher.-Tente cobrir a retaguarda… Pode ser um problema se ele resolver chamar os amiguinhos dele para a brincadeira. Ainda mantendo meus olhos fixados nos movimentos do homem, a espera de qualquer brecha que fosse para uma investida veloz colocando um soco direto no centro de seu peito. Esse seria meu movimento inicial caso uma brecha fosse vista, mas ainda assim, me manteria atento a uma possível investida inimiga.

Encurtar a distância contra um homem com duas facas poderia ser um problema, afinal ele tinha duas armas que facilmente podem ferir meu corpo, porém, encurtar a distância contra um homem que não precisava daquele tipo de armas para causar um estrago, isso sim poderia ser um problema, mas não para mim e sim para ele, afinal, eu tenho quatro armas e uma distância bem interessante para um combate direto.

Quando finalmente estivéssemos a uma distância na qual meus braços e pernas só precisassem de um simples movimento para acertá-lo, rapidamente eu investiria contra o corpo do homem, buscando manter a distância mínima o possível, de forma a dificultar os movimentos de suas mãos e braços enquanto manuseava as facas, dessa forma, buscando sempre manter meu corpo tão próximo a ele, que seus braços não poderiam se mover tão livremente para usar suas facas. Me posicionando na parte externa de seus braços, buscava movimentos velozes, entre investidas e golpes curtos, aproveitando bastante do gingado do boxe e da agilidade nas pernas provindas pelo taekwondo, para gerar pequenos espaços entre mim e ele, que me fornecesse golpes curtos, velozes e construtivos contra seu corpo.

Iniciaria com uma investida rápida, enquanto abaixava meu corpo levemente flexionando os joelhos, conectando socos velozes em suas costelas e abdômen, usando toda a minha força disponível para de fato causar algum dano ou dor, para assim debilitar seus movimentos com os braços e suas facas.

Estaria observando seus braços, e enquanto o golpeava, faria um pequeno gingado com o corpo, ainda aproveitando o flexionar os joelhos, me movendo para a extremidade externa de seu braço esquerdo, evitando que o mesmo conseguisse ter uma reação melhor com aquele braço e me afastando do outro, girando levemente enquanto me movia para assim sair de sua zona de ataque frontal, logo levantando meus joelhos enquanto ainda estivesse por baixo do braço do mesmo, o jogando para cima e abrindo uma brecha para golpes mais precisos e impactantes, e com isso, golpearia sua costela com o máximo de força que eu tivesse, e giraria para golpear suas costas em seguida com ainda mais força, o fazendo sentir alguns golpes e talvez conseguir um pequeno espaço entre nós dois.

A cada movimento meu, eu estaria de olho em seus golpes com facas, dessa forma buscando me esquivar, em zig zag, movendo meu corpo para a diagonal de seus golpes, e sempre que tivesse a oportunidade, golpearia seu corpo, mesmo que com golpes mais fracos, porém em pontos importantes, sempre abaixo de seus braços, buscando debilitar os movimentos livres do mesmo.

Porém, caso apenas me esquivar não fosse o suficiente e seus movimentos finalmente fossem conseguir encontrar meu corpo com as pontas ou as lâminas de suas facas, eu buscaria bloqueá-lo, sempre segurando seu pulso para não ter contato com as lâminas das facas, ao segurar, caso eu conseguisse ter êxito no movimento, eu o giraria de forma veloz o jogando para longe e assim mantendo uma certa distância para que pudesse investir novamente contra seu corpo e causar algum dano.

Caso mesmo assim, o homem conseguisse conectar algum golpe em meu corpo, o que era de fato algo bastante possível de ocorrer, eu não me deixaria abalar, e buscaria diminuir o máximo o contato entre a parte do meu corpo e a lâmina que fosse me acertar, para pelo menos reduzir o corte e não se tornar um estrago completo, dessa forma, estaria sempre atento a seus movimentos e estaria preparado para continuar a atacar seu corpo como se fosse um saco de pancadas.

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