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Kenshin
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KenshinDesenvolvedor
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Relembrando a primeira mensagem :

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiro Thorkell Dragnar Godheim. A qual não possui narrador definido.

_________________

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Gaiden
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»» Tentativa... ««

~ Será?? A tática de morte ~



Após ler a carta, o propósito de estar ali se concluía. Enquanto Arthur se expressava, da maneira mais nervosa e inconsistente que já vira, eu retia e permanecia calado, já tinha tudo o que queria, e não ganharia nada em uma conversação... pelo menos não naquele momento. Agradecendo o convite à parte interna da casa, faria breve sinal com a cabeça, fechando os olhos em cortesia e apreço. Com a carta de Salazzar em bolso, me poria com Lara à parte externa o mais brevemente possível. O faria velozmente, mas sem alarde, tentando me indispor a qualquer tipo de ofensiva. Caso algo absurdo ocorresse, driblaria os problemas e correria à menor percepção de mácula. Em minha mente, estávamos em perigo.

Chegando à parte de fora e, após ouvir a senhorita Hezil, tudo o que eu pensara ganhava ainda mais forma. Ainda à porta da mansão, em sussurros, eu falava à companheira - Lara, não se mova bruscamente - A avisava de antemão, sacando minha lupa e os dois papéis que estavam em meu bolso - Provavelmente já resolvemos este mistério, mas temo que ainda estejamos sendo observados - Dizia em êxtase, analisando minuciosamente as cartas. Segurando ambas com uma mãos, buscaria avaliar traços comuns entre elas, fosse o tipo de papel, tipo de caligrafia, cor da tinta, similaridade sintática da construção das frases e até sinais de envelopamento e dobra semelhantes. Caso achasse algo, teríamos ali a prova cabal para fundamentar a veridicidade da tese de que Sir Arthur flamesworth, o rico nobre, fora o responsável pelo assassinato de Sir Thales Johannes. A razão para pedir que Lara não se movesse era simples. Me posicionaria à sua frente, de maneira tão próxima que seria até desconfortável para a moça, em certo grau. Tudo isso para que, caso estivéssemos sendo vistos, não vissem qualquer tentativa de comparação - Este convite sempre fora o cerne da questão. Se por ele que lutaram, com certeza por ele irão padecer - Continuava, ainda por entre sussurros. Na hipótese de não achar nada, ainda sim não descartaria Sir Arthur como assassino, já que, dada toda sua performance, validada por minha colega como mera "atuação", não teria como desvê-lo como tal.

Independente do que houvera, pediria para Lara que fosse para o QG, sozinha, levando ambas as cartas com uma breve anotação minha dizendo: "Com base na investigação feita até o momento, com todos os fatos expostos e diretrizes recolhidas, peço encarecidamente ao nobre Sargento Smith que determine a prisão preventiva, com fundamento legal baseado em autos a serem postos posteriormente por este detetive que o roga. Caso eu morra ou me encontre em estado vegetativo (o que, por favor, espero que não aconteça), saibam que com total certeza, não só conjectura indiciosa, Sir Arthur fora o responsável por tudo." - Por favor, entregue isto a quem puder. Ficarei aqui, ainda faltam perguntas a serem respondidas pelo suspeito - Diria em súplica, logo me direcionando e batendo novamente à porta para, dessa vez articulando em alta voz - Sir Arthur, me desculpe!! Acho que esqueci de algumas perguntas de protocolo!! Se me perdoa, é coisa rápida e de seu interesse!! - Esperando alguém, me portaria de forma composta, com um sorriso largo esboçado e com as mãos na cintura. Caso me fosse negada a entrada, diria em desencanto a quem quer que fosse - Por favor, por favor, digníssimo. Há necessidade de se falar o que tenho  guardado. Isso pode e deve facilitar a vida de todo mundo!! - Expressava de maneira enérgica, buscando esboçar uma feição de esperteza. Caso não deixassem-me entrar, não haveria problema. Com Lara já tendo ido, esperaria mais um tempo e continuaria batendo até que me fosse dada outra palavra, mesmo que mais grossa. Na terceira tentativa, buscaria arrodear a mansão de maneira furtiva e adentrar a casa com minha proficiência de arrombamente, em uma amálgama mais furtiva. Tudo o que queria era falar com Arthur, e se aquilo não pudesse ser feito facilmente, iria tentar de todo modo.

Na hipótese de conseguir falar com o homem, chegando à sua vista, não tardaria a expor - Lord, venho aqui desculpar-me pela intrusão, novamente. - Me abaixaria, como um subaterno - Só queria dizer que não temos como terminar nossa conversa se eu não perguntas algumas coisas simples, contudo, ainda sim muito importantes - Prosseguia, já mirando na altura de sua cabeça - Deixe-me dizer as hipóteses que me vieram à cabeça para lhe atribuir tal crime, e me entenderá - Explanava em tom risonho e enérgico, soltando um - Shershershersherlock!! - Ao final de tudo. Pausando por algum tempo, voltaria à idéia - O senhor é muito inteligente. Me dar uma carta com um remetente aleatório que, eventualmente, poderia fazer justamente o que lhe viria a calhar, é muito perspicaz - Me atentava a sua reação para continuar - A teoria aqui é, o senhor já planeja ou planejava matar os outros nobres que se encontravam em sua festa. Eu sei, o senhor pode argumentar dizendo "Eu daria os nomes dos que iria matar simplesmente para me safar? Não seria mais inteligente não dizer nada ou lhe dar uma lista falsa para lhe atrasar?". Digo que não, monsieur, já que descobriríamos tal coisa e logo o pegaríamos rapidamente. O que acho que fez foi, simplesmente, dar o nome de todos que quería matar para se safar momentaneamente e logo então pedir ajuda da marinha, alegando ser um dos ameaçados, com estes já a sete palmos do chão. Isso resultaria logo na suspeição dos mineradores, inimigos número 1 do vossa senhoria. Caso isso acontecesse, com certeza plantaria alguma coisa para incriminá-los. Uma outra hipótese, entretanto, é o senhor estar confabulando com os próprio mineradores contra seus similares, ou até, não sendo impossível, ser um complô de todos os nobres contra o infeliz Thales, que jaz morto - Falaria em tom firme e casual, de maneira lenta para que os reforços chegassem.

Caso alguma resposta fosse se dar, a escutaria com cuidado, em avaliação tênue. No final de tudo o fecharia em conclusão - O senhor será preso preventivamente, tudo já está certo para com Lara, até nós investigarmos completamente sua situação... que com certeza não é boa. - Pausaria brevemente, analisando o ambiente - Entretanto, podemos resolver de outra maneira, caso queira. Ultimamente eu tenho tido problemas com dinheiro, caso o mister possa me abonar, faço tudo isso desaparecer com minha eloquência investigativa. O que diz? - Proporia simplesmente para ganhar tempo, já que nunca iria acobertar crime algum. A qualquer momento, se algo ou alguém procurasse me machucar, esquivaria rapidamente com um rolamento para a direção diagonal oposta, falando - Calma! Não estava preparado para isso.




1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 QHIbW7W
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Blindao
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BlindaoSargento
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O Dragão Indomável


A luta entre o soldado Bartolomew e o meliante, por fim, encerraria. Sem antes é claro, eu presenciar uma batalha esplendida, tanto quanto acirrada. O sangue havia borbulhado em minhas veias, mais do que o misero combate que anteriormente haveria digladiado; se é que poderia ser classificado como um combate. ~ Thorororororo! O que não te mata, só te fortalece. Expressaria uma risada calorosa depois de uma frase motivacional em respeito do vigor e determinação do marine.

Após acomodar a lança em minhas costas, retornaria dizer. ~ Vejo que seu suor foi satisfatório, soldado. Cruzava os braços e preservaria a faceta amigável. ~ Parece estar cansado, acha que consegue retornar para o quartel? Questionaria o meio gigante para avaliar seu estado mental, não que eu quisesse rebaixar o garoto, muito pelo contrário! Exatamente pelo seu nobre combate e esforço, um descanso seria merecido. ~ Não estou a par de tudo, mas parece que alguns criminosos estão tentando abafar o caso. Contando comigo e com você, já conseguimos prender dois deles. Viria então aproximar de Bartolomew. ~ Seria de grande ajuda sua presença permanecer na missão, mas seu estado não é dos melhores. Se ainda possuir um resquício de energia... poderia levar esse meliante para o quartel e já cuidar desses ferimentos lá. Proferia ao colocar a mão em seu ombro de forma amistosa.

~ Irei retornar e informar o sargento Smith da situação, apesar de que seria melhor ir até o soldado Vitaminado e avaliar suas condições. Diria com a mão do queixo enquanto olharia em direção ao local onde Pippos se encontraria, relembrando o paradeiro dele após ter visto outrora. Talvez Bartolomew ainda quisesse ajudar na missão permanecendo na orla ou indo comigo até o local do outro soldado. Entretanto, havia a situação de que seria necessário escoltar o meliante para prisão. Naturalmente, o mais adequado a esse tipo de serviço seria eu. Todavia, deixar a cargo de Bartolomew para ir até Pippos e ajudar seria algo árduo devido suas condições; além de desnecessário. Afinal de contas, onde quer que eu esteja, a vitória será meramente um obstáculo a ultrapassar-se.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 KydYQpT

~ Eu entendo o desejo arder em sua alma, Bartolomew! Porém, entre nós dois é mais eficiente que eu vá ao auxilio do soldado Vitaminado. Além de que, se houverem mais informações desse criminoso, que possam ajudar o caso, só você poderá dizer. O sorriso enfatizaria minhas palavras. ~ Confie nesse gigante aqui! O Thorkzao levará esses músculos para uma expedição: porrada na fuça de bandido. Kekeke! Falaria após dar um leve tapa no ombro do soldado. Minhas palavras seriam lógicas, persuasivas e convictas. Quase dizendo: relaxa no quartel que agora eu resolvo o resto.

“Realmente devo dar os créditos para perseverança dele, realmente pode ser um ótimo aliado para se ter ao meu lado quando criar meu reino.” Meus instintos raramente erravam, mas eu conseguia prever que Bartolomew se tornaria um promissor aliado. Poucos são os que tem sua determinação testada ao extremo, chegando no ponto de avistarem a foice da morte diante suas gargantas. Ainda mais poucos aqueles que permanecem resolutos em suas convicções, mesmo diante do abraço da morte.

Durante minha ida até o local onde estaria Pippos, aproveitando que estava fresco na memória, divagaria durante os passos sobre minha ambição em fundar meu próprio reino. Algo que seria difícil, pois, primeiro muitos fatores seriam necessários, como por exemplo: dinheiro, status, fama e etc. Exatamente por isso, estava destinado a expandir meu nome e reputação com objetivo de criar laços e conquistar meu desejo. ~ Ufs. Um passo de cada vez, um passo de cada vez. Não se dorme lagartixa e se acorda crocodilo, Thorororo! Proferia comigo mesmo uma metáfora que muito ouvi durante minhas viagens.

Logo após chegar no local onde presumiria estar o soldado Vitaminado, notaria que sua presença já não mais estaria lá. ~ Hum, aquele legume voltou para o quartel?! Perguntava para mim mesmo durante o tempo que avaliaria o estado do cenário. Percebendo os vestígios de combate, não que fosse um perito para notar coisas obvias como destroços e buracos na areia, poderia presumir que o soldado retornaria para o quartel com objetivo de levar o criminoso para cadeia; assim como havia sugerido para Bartolomew.

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~ Héh. Pelo jeito não tenho outra alternativa. Coçava a cabeça duvidoso sobre onde ir, pois, havia a possibilidade de retornar para o Quartel, retornar para o local onde o sargento Smith e Detective haviam me encontrado e, por fim, o beco que a velha mulher haveria escutado rumores. Sinceramente, pensar muito não me agradava. Entretanto, dentro das três opções a melhor e mais viável seria voltar para o quartel, uma vez que, a missão designada pelo sargento a minha pessoa haveria sido concluída; sem contar que já era de noite.

Após optar por retornar ao quartel, pelo mesmo trajeto feito até a orla, estaria com meus sentidos alertas como de costume, ainda que minha expressão corpórea e facial não apresentasse. “O que será que terá de rango? Talvez frango, carne... legumes não, pelas barbas dos gigantes primitivos! Este corpo precisa de alimentos dignos.” Divagando até o quartel, sobre as possibilidades da janta, as pupilas percorreriam todos os becos, casas e etc. qualquer coisa que parecesse suspeito.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 87uapsv

Devido minha estatura, poderia abranger uma vasta área, mesmo que a visão estivesse um tanto quanto prejudicada pelo breu da noite. Sorte que a luz da lua poderia vir auxiliar durante minha. Na hipótese de encontrar alguma movimentação ou dialogo suspeito, viria me aproximar. ~ Hoo... gostariam de compartilhar comigo também? Claro que eu não fazia ideia do que estariam fazendo, mas se meus sentidos me alertassem de que ali teria frango despenado, naturalmente viria intervir. Não me preocuparia muito com espanto deles em me ver ou por ser nada furtivo, até porque ser silencioso seria uma tarefa extremamente difícil para mim. Exatamente por isso haveria tomado a frente e pisado com um pouco mais de forte para dar um certo “baque” em quem estivesse presente.





  • Posts: 08
  • Ganhos: Naginata;
  • Perdas: ~x~
  • Players/NPCs:
    Pippos Vitaminado;
    Bartomolew;
    Detective;
  • Localização: Flevance ~ North Blue
  • Objetivos:
    ~ Obter uma Naginata/Lança;
    ~ Conhecer Gaiden, Denki & Drake.
    ~ Concluir 3 missões;
    ~ Subir de Patente;
    ~ Treinar Ambidestria;
    ~ Ganhar boa Fama;



PdV: 360 +21%= 435
STA: 100

Força: 12 [+6 Raça] [+3Edc] [+1 Arma]= 22
Destreza: 0
Acerto: 1  [+6 Raça] [+3Edc]= 10
Reflexo: 1
Constituição: 6 [+6 Raça]= 12

Agilidade: 5
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 5

Qualidades:

Defeitos:

BrigaCotoveladas, cabeçadas, garrafadas, mordidas e dedo no olho. Você faz os movimentos necessários para sobreviver e derrotar o inimigo, sem se importar com estilos ou movimentos rebuscados.

SobrevivênciaVocê é capaz de encontrar água, comida e abrigo em ambientes hostis, se existentes.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

NadoVocê domina diversos estilos de natação e é capaz de controlar sua respiração com maestria para não perder o fôlego.

PersuasãoVocê é capaz de convencer os outros através de argumentos lógicos e racionais, ao contrário de lábia, os efeitos de persuasão são duradouros.

Profissão:
Ofício ~x~

Bônus: ~x~



Arma: NaginataDescrição: Um tipo de lança com um comprimento de 10 metros, havendo 7 metros de haste e mais 3 metros de lâmina. Seu diâmetro é de um metro e meio. Alguns entalhes pode ser visto sobre sua haste. A Lâmina é curvada possuindo duas ondas sobre a parte de cima. Imagem da Lança.
Tipo da Arma: Naginata
Qualidade: Clássica.
Durabilidade: Baixa.
Dano: +1 em força.
Estado: Rachadura na haste;

_________________

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 2uAvx3T_d
Denki
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Imagem : 1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 CunQdWd
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DenkiSoldado
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O orgulho e a honra o precedem
E o seu nome é maior que todas as nações
Bartolomew - Post 8


1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 Tumblr_pb90k6WNjQ1ue68o1o1_540

— Ho Ho Ho. Eu realmente não achei que ele fosse um campeão a altura. - Colocava os braços na cintura rindo com o corpo sujo de sangue. Thorkell havia chego de imediato, e logo depois do embate, pegaria o machado do meu oponente e empunha-lo-ia em minhas costas amarradas por trapos velhos de roupa. — Ho. O que aconteceu é que Barto precisava ganhar algumas cicatrizes, que bom guerreiro não possui cicatrizes? - Mostrava algumas novas cicatrizes feitas pelo machado do meu inimigo, que inconsiente, mantinha-se desacordado.

— Ho Ho. Tudo bem. Barto tinha esquecido de como era sangrar, preciso de ajuda médica então? - Quando o outro meio gigante batesse contra minhas costas, repetiria na mesma intensidade olhando para o lado contrário enquanto com a mão direita o cumprimentava. Quando despediu-se falei: — Thorkell? Por favor, cuide do Detective, sinto que ele vai entrar em problemas, e com esses ferimentos, não vou ser capaz de ajuda-lo. Preciso salvar esse maldito bárbaro também, ele querendo ou não, foi um bom oponente. - Visto isso, pegaria o oponente com a mão direita e olhando bem pra ele diria de forma incisivamente estrondosa, em voz alta: — Alguém por acaso sabe algo para ajudar ele? - Esperaria que em um lugar tão afastado um médico ou alguém pra cuidar das pessoas mais carentes, deveria existir.

Caso alguém se prontificasse, colocaria-o no chão e esperaria o tratamento: — Eu não preciso de cuidados, curando só ele, já está bom. - Mesmo fisicamente esgotado colocaria o bem estar do próximo a frente do meu próprio, e sentando-me olharia bem o processo. Depois que o oponente estivesse cuidado, mesmo se ainda estivesse desmaiado pegaria-o com a mão fechada, sem sua arma não seria um problema. Andando com dificuldade, e tentando suprir a falta de sangue, iria andejar pela cidade, com passos lentos e controlados, indo em direção ao quartel general da marinha, aonde gritaria: — Coloquem o bárbaro em cárcere, vamos interroga-lo. Preciso de um médico também, se não for incomodo. HO HO HO - Sentaria naquele local, esperando suporte.


Legenda:


Importante:
Thanks Tess
Koji
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Alvorada dos Monstrorines - 08
20:12 ~ 20:56 / Flevance


 
Detective

Após a última interação, as reações do anfitrião e os fatos se encaixando, Detective possuía uma certeza quase absoluta que Arthur Flamesworth era o comandante de toda essa operação. Sua mente maquinava as possíveis ocorrências e logo percebia haver uma grande chance de estar em perigo, tanto ele como Lara. Ele então pedia para sua "assistente" agir discretamente e sem alardes. A reação da mulher ao ouvir aquelas palavras era simples, mas dizia muita coisa. Ela concordava com os pensamentos do homem, e o admirava ainda mais.  

Como quem tivesse tentando descobrir mais coisas ainda naquela história embaraçada, Detective pegava a carta que achara anteriormente na mesa de Arthur, e comparava todos os seus aspectos com o convite encontrado no corpo do falecido Thales. Por fim, acabava que as semelhanças que as duas compartilhavam não poderiam dizer muita coisa. A cor da tinta se mostrava similar, porém, o resto que o detetive analisava diferia quase totalmente. Isso não era o bastante para tirar a corda do pescoço do nobre, porém. Detective estava certo que aquele convite o levaria para a sua derrota. Ouvindo essas palavras, Lara, que se mostrava um pouco desconfortável com a situação e posição do detetive em relação a ela, ansiosamente perguntava sobre seus próximos passos.

— O que faremos agora, Sr. Detetive? — a assistente esperava por uma resposta do homem que comandava a investigação magistralmente. Recebendo-a logo em seguida, ela hesitava por um momento ao entender o que ele queria fazer, mas logo partia em sua direção. Ao olhar por cima do ombro um tempo depois, via a porta da grande casa abrindo ao chamado de Detective, uma figura familiar emergia da porta junto a uma luz, e ele logo adentrava ao lugar. A figura que abriu a porta checava os arredores e seus olhos se encontravam com o de Lara, que tentava disfarçar e acelerava o passo. A expressão do homem na porta não poderia ser mais assustadora. Um sorriso, que junto ao seu par de olhos sanguinários, parecia dissecar a mulher mentalmente. Ele prontamente fechava a porta da casa e desaparecia.

~X~


Detective novamente adentrava a luxuosa casa de Flamesworth. Nada na visão dele diferia da primeira impressão que tivera anteriormente. Ele era acompanhado pelo mordomo, que o levava diretamente para Arthur, agora em seu escritório. Chegando no dito cômodo, ele podia ver duas grandes estantes em cada lado da parede, ou seja, opostamente. No centro, recuada, havia a mesa fabricada a partir de uma madeira luxuosa, que reluzia a luz do lustre caro que repousava sobre a cabeça dos senhores no recinto. Atrás da mesa estava a cadeira, e atrás da cadeira uma janela coberta por cortinas finas, que dançavam ao receber o toque do vento que vinha da porta da frente aberta. Arthur prontamente ouvia as palavras do corajoso detetive que voltara à toca do leão após escapar dela com vida. Com um pequeno sorriso no seu rosto, e uma expressão de satisfação, ele respondia o homem despretensiosamente.

— Prossiga então, senhor detetive. — ele pedia ao ver o homem se curvando para ele. As palavras seguintes que saíam da boca de Detective não pareciam afetar o homem nem um pouco. Sua expressão continuava a mesma daquela que ele havia feito quando vira Detective em seu escritório pela primeira vez. As palavras daquele homem a sua frente pareciam não o afetar externamente, sequer um minuto. Ao fim do monólogo, ele retrucava.

— Como imaginei, o senhor é um homem perspicaz, detetive. — as suas mãos se batiam rapidamente e repetidamente, formando algumas palmas enquanto o homem se levantava de sua cadeira de couro e caminhava até Detective. — Com todas as suas acusações, ainda teve coragem de vir até aqui? Claro que está tentando ganhar tempo para aquela sua amiga lá fora, não é? — ele abria um largo sorriso sádico. Ele estava gostando daquela situação. O acusador abria sua boca novamente, apenas para deixar a expressão de Flamesworth mais aterrorizante. — HAHAHAHAHAHA! Deixa eu te ensinar algo, de uma pessoa com vivência para outra. — ele coloca uma de suas mãos sobre o ombro do homem e aproximava seu rosto até uma distância preocupante. — Se for tentar negociar, tenha certeza de não estar sob desvantagem. — novamente seu sorriso se alargava. Com a outra mão, ele realizava um movimento e estalava seus dedos. Repentinamente, algumas figuras surgiam da porta que estava aberta. Eles eram grandes e suas expressões eram duras. Seus corpos eram esculpidos em músculos extremamente tonificados. Em suas mãos, um carregava um par de algemas e outro um saco preto. Arthur segurava Detective para que esse não se movesse, enquanto os homens que adentraram o recinto colocavam o saco preto no rosto do homem da lei até este desmaiar. Suas mãos então eram limitadas pelas gélidas algemas de metal.

Pouco tempo se passava até que sua consciência voltasse ao normal. Sua visão não estava mais escurecida pelo saco preto, e ele se via sendo arrastado até o que parecia ser um porão. Ele era totalmente iluminado, se tratava de um hall grande, espaçoso e alto. Nas paredes, algumas celas se viam, porém, diretamente afrente da entrada, outro corredor do mesmo tamanho se abria e levava para a escuridão, possuindo uma largura igualmente massiva. Quase nenhuma cela estava ocupada, exceto uma delas, a que estavam arrastando o detetive para. Dentro dela, estava uma mulher um tanto quanto familiar para ele. Lara. Ela havia sido capturada logo após a entrada do Detetive. Suas roupas estavam rasgadas e seu cabelo bagunçado. Em seu rosto, o pouco de maquiagem que passava se mostrava borrada, e do canto da sua boca uma pequena linha de sangue descia até seu queixo.

— Perdão, detetive, eles me pegaram desprevenida logo após o senhor entrar na mansão... — ela se desculpava cabisbaixa, apesar de não se mostrar preocupada. Logo após a reunião, ele era jogado como lixo lá dentro, juntamente Hëzil, e a porta pesada da cela se fechava. O barulho das chaves trancando a fechadura mostrava um mau agouro: talvez eles nunca mais vissem a luz do Sol.

Era então que uma figura aparecia no horizonte, verticalmente cortada pelas barras de ferro da cadeia. Era Sir Arthur. Seu caminhar parecia tranquilo, suas mãos se escondiam atrás de suas costas e o sorriso sádico ainda se mostrava lá. Ele rapidamente olhava para Detective e falava com ele.

— Tenho que admitir, sua inteligência me fascina... — ele pausava para olhar a expressão dos dois habitantes da cela. — Mas ainda assim, você está onde eu queria que você estivesse. E para melhorar, eu tenho certeza que em breve seus companheiros irão chegar aqui! — ele falava ansiosamente enquanto montava uma expressão alegre. — Já posso ver nos jornais amanhã. "Agentes da lei se sacrificam para salvar a vida dos nobres." Não é empolgante?! — novamente olhava para os dois após escapar de seus pensamentos perversos. — Com seus amigos aqui, eu posso matar eles e os nobres que faltam! É óbvio que vou me colocar em uma situação de refém, quando encontrarem eu e os corpos, eu estarei como vítima, e sairei com tudo no final. HAHAHAHAHA! — ele gargalhava após contar seu plano. — E tudo graças a você, Sr. Detetive. Muito obrigado. — ele arqueava sua coluna e colocava uma de suas mãos sobre o seu abdômen, em um profundo cumprimento. Logo após, se retirava do local, acompanhado dos dois guardas que sequestraram o detetive.

Bartolomew e Thorkell


Thorkell chegava no final da luta e apenas assistia a bela performance de Bartolomew. Ele derrotava seu inimigo, e logo os dois colegas se colocavam a interagir. Apesar das grandes feridas e cortes da batalha, Barto se mantinha orgulhoso como sempre, mostrando as suas novas cicatrizes para Thorkell. Para ele, um guerreiro devia as ter, servindo como um troféu de batalha, aparentemente.

Barto então se via preocupado com Detective. Era claro que aqueles gigantes sabiam - e muito bem - como se cuidarem. Isso era facilmente provado pelas suas contribuições na missão, cada um derrotando um inimigo. Porém, o detetive e sua assistente não eram lutadores, muito pelo contrário, era de certa forma pacifistas. E mesmo assim o homem se colocava na linha de frente daquela guerra de interesses. Pensando nisso, Bartolomew pedia para Thorkell cuidar do homem, uma vez que seu estado não era nem um pouco agradável.

O maior gigante daquela reunião então se prontificava. Em termos de orgulho e poder, ele não ficava atrás de Barto. O desejo de pegar todos os bandidos era grande, e ele adoraria completar essa missão de uma vez por todas, reportando tudo para Smith de volta no QG. Mas sua preocupação voltava para Pippos, que não se encontrava na presença dos dois. Após um pouco de pensamento, ele determinava seu caminho. Primeiramente checaria o soldado Vitaminado, e logo voltaria ao QG.

Enquanto Thorkell estava absorto em seus pensamentos, Barto falava alto e imponentemente procurando por um médico. Naquele fim de mundo, e principalmente nesse horário, estava mais do que óbvio de que não encontraria algum. Dito isso, o próximo destino dos dois estava marcado. Barto voltaria para o QG procurara assistência médica para ele e o bárbaro que carregava em suas mãos, enquanto Thorkell procuraria por Vitaminado e voltaria ao QG também.

Thorkell


O meio gigante admirava a coragem e perseverança do rapaz que acabara de se separar dele. Era realmente difícil encontrar alguém que pudesse ser da mesma maneira que aquele homem era, portanto, Thorkell cogitava chamar ele para o seu tão ansiado reino. O pensamento de fundar um país que ele governasse sempre passava pela cabeça do meio-gigante, e encontrar futuras promessas que nem Barto em suas aventuras significava que seu sonho estava um pequeno passo mais próximo de se tornar realidade. De qualquer forma, mesmo que sonhasse alto, ele ainda era pé no chão, e caminhava lentamente até seu destino final.

Voltando de seus pensamentos, o gigante, agora onde vira Pippos anteriormente, não o encontrava lá. No lugar, apenas via pequenos sinais de luta, resquícios da batalha feroz que o soldado vitaminado tivera contra uma capanga. A mente de Thorkell maquinava a razão desse fenômeno, para chegar à conclusão de que ele havia retornado para o QG, assim como ele anteriormente dissera para Barto fazer. Era a coisa óbvia, até para ele, uma vez que as missões chegaram ao fim, e a noite finalmente dominara a terra de Flevance.
 
Terminando sua linha de raciocínio, então ele partia para o QG pela orla, assim como o caminho que fizera no começo do dia para a missão. As pessoas da rua não se mostravam mais no local, apenas postes de iluminação e alguns pequenos edifícios residenciais eram vistos por ele, sem contar, é claro, o mar.  O caminho se mostrava tranquilo, mesmo assim, o homem insistia em manter seus sentidos em alerta e pronto para ação. Conforme andava, porém, não encontrava nada de suspeito. Sua mente facilmente se deslocava para o assunto principal: comida. Um guerreiro voltando de uma batalha deveria receber uma alimentação boa para que se mantivesse em forma, e Thorkell esperava isso. Ele pensava o que estaria disponível no jantar, enquanto se aproximava do grande estabelecimento que era o QG de Flevance. Se seguisse mais adiante, veria Pippos e Barto no campo de treinamento, familiar para eles, já que é onde estiveram a manhã toda.

Bartolomew


Bartolomew, apesar de seu orgulho exacerbado, havia sofrido uma grande perda de sangue naquela luta, além de ganhar vários ferimentos. Nem o seu grandioso orgulho o prevenia disso, mas ele continuava a quebrar seus próprios limites. O homem caminhava pela cidade de volta para o QG com dificuldades, afinal, estava levando o inimigo em sua mão e carregando o peso do próprio corpo que estava repleto de ferimentos e sangue. Sua perna machucada se mostrava um dos principais fatores para a sua dificuldade, uma vez que o corte feito nela afetava diretamente seu músculo.

Apesar das pedras em seu caminho, o homem não parava até chegar ao QG. Logo após sua chegada, ele se dirigia até o campo de treinamento, onde via Pippos após receber seu tratamento. Os dois estavam feridos, mas de longe qualquer um poderia ver que os ferimentos de Barto eram mais sérios, assim como sua atual condição. Ele gritava por atendimento enquanto sentava no chão do lugar esperando por alguém. Alguns dos médicos do local viam a situação do homem em suas mãos e rapidamente o pegavam, primeiramente o algemando, e depois lavando ele com uma maca para dentro do estabelecimento.

Enquanto alguns médicos saíam, outra entrava. Ela era baixinha, possuía olhos cor de âmbar e cabelos escuros, mas não negros, que desciam até um pouco abaixo de seus finos ombros. Seu temperamento era igualmente único, mostrado pela interação dela com o gigante.

— Sinceramente! Já é o segundo de hoje, eu não aguento mais! Isso é abuso de autoridade, Smith!!! — ela gritava e puxava os cabelos enquanto se aproximava de Bartolomew com um kit médico em mãos. — Vê se tenha mais cuidado da próxima vez! — exclamava ao ver todos os cortes espalhados pelo corpo do gigante. Com uma certa dificuldade, ela conseguia alcançar todas as partes para realizar o tratamento adequado. Ela primeiro desinfetava a região do corte e cauterizava o mesmo, costurando o tecido logo após. Ela repetiu o mesmo procedimento algumas vezes até ter certeza de que tudo estava devidamente fechado. A panturrilha era a parte mais fácil de acessar, porém, se mostrava a ferida mais complicada de se tratar, porém, ela eventualmente conseguia terminar tudo.  

— A próxima vez que aparecer com ferimentos desse jeito eu mesma te mato!!! — exclamava para o gigante enquanto saía do recinto batendo o seu pé. Um fato curioso é que o campo agora se mostrava aceso com algumas tochas em mastros, fato esse que não apenas iluminava o lugar, como também o esquentava. Ao centro, uma grande mesa capaz de suportar os gigantes fora posta, e algo dizia que em breve eles iriam se servir ali.

Pippos


A batalha contra a oponente fora realmente letal. Ele havia conseguido vencer ela, mas seu corpo sofrera com isso. Um corte em suas pernas e alguns em seus dedos eram as marcas que provavam isso. Pippos, mesmo sendo egocêntrico, mostrava um certo respeito pela garota que conseguira lutar frente a frente com ele. Ele pensava na sua vida, e como deveria, daqui para a frente, maneirar nos ataques para não matar os inimigos de uma vez. Portanto, com sua mente nisso, ele determinava que a melhor escolha seria voltar ao QG e pedir assistência médica.

Vale ressaltar que nem o sargento nem o Detective se encontravam no ponto de encontro, logo, ele pensava no que poderia ter acontecido aos dois. Sargento Smith era forte, e seus companheiros também eram, então o único alvo de preocupação se mostrava como o detetive. Ele não possuía habilidades de luta, porém, seu cérebro trabalhava como nenhum outro. De qualquer forma, ele deixava para pensar nisso uma outra hora, já que deveria voltar para o QG e resolver certas coisas.  

A caminhada de volta era tranquila e serena. O meio-gigante rapidamente encontrava o QG e adentrava o seu perímetro, indo diretamente para a área que era bem conhecida para ele e seus colegas. A área de treinamento havia sido arrumada com uma mesa e algumas tochas para aquecimento e iluminação. Ninguém se encontrava no lugar atualmente, claro, pelo horário, mas isso não era problema, uma vez que ele chegava no local fazendo um certo alarde, que até mesmo ele sabia que não era tão necessário. A sua oponente estava morrendo em suas mãos, porém, o grande coração do soldado vitaminado via que ela poderia vir para o lado do bem e se juntar à Marinha, talvez até mesmo ser uma seguidora sua. Ele queria salvar a vida dela por esses motivos, e acima de tudo, para que ela pudesse ser devidamente interrogada e julgada.  

Não demorava muito até que uma pequena mulher aparecesse imponentemente pela porta do QG que levava ao campo. Ela batia os pés e possuía uma cara de raiva, enquanto era seguida por uma equipe que carregava uma maca. Ela possuía olhos com cor âmbar e cabelos escuros que se alongavam até a região da patela.

— Pelo amor de Deus! Olha seu estado! Aprende a lutar e para de se ferir assim, olha o tanto de trabalho que eu vou ter! Que saco! — ela vinha nervosa por ter que trabalhar em seu tempo livre. A verdade é que há muito tempo ninguém se feria seriamente naquele quartel, portanto, ela se acostumara à vida boa. — E da próxima vez não chegue gritando tão alto! — esbravejava mais uma vez enquanto cuidava dos pequenos ferimentos de Pippos, eventualmente indo para o grande ferimento em sua perna. Seu trabalho era feito magistralmente, enquanto ela desinfetava o ferimento, cauterizava ele e o costurava. Enquanto tudo isso acontecia, a mulher que Pippos trouxera na mão era posta em uma maca e era levada urgentemente até o QG, onde seria tratada e eventualmente interrogada. Ele gritava algumas palavras para ela, mas não era ouvido, já que se mostrava inconsciente após a pancada que sofrera. — Sinceramente, duvido muito que ela seja um perigo para alguém nesse estado. — respondia rispidamente a médica que cuidava dos ferimentos de Pippos, após ouvir suas palavras.

Eventualmente, ela ia embora após tratar os ferimentos do guerreiro, e enquanto desaparecia pela porta do QG, por ela aparecia uma figura familiar, que ao chegar mais perto, se mostrava ser o Sargento Smith. Pippos rapidamente o cumprimentava com uma continência.

— Descansar! — com uma mão atrás das costas, ele liberava Pippos de sua formalidade. O mesmo continuava a falar, mostrando uma preocupação com o investigador.

— Achei que ele já estivesse com vocês... — ele respondia pensativo. — Bom, ele foi até a casa de Arthur Flamesworth. Veio até o QG pegar o endereço mais cedo e se dirigiu até lá. Parecia uma parte importante da investigação. Agora que eu penso, é curioso que ele ainda esteja por lá. — agora ele parecia mais ainda absorto em seus pensamentos. — Se quiser ir atrás dele, pode ir, mas vá com seus colegas, se algo tiver acontecido realmente, eu temo que você não seja o suficiente para tirá-lo de uma enrascada. — Smith agora olhava profundamente nos olhos do gigante e acenava com a cabeça como um cumprimento dizendo "adeus". Ele virava as costas e lentamente andava até a porta do grande estabelecimento, deixando Pippos sozinho no campo, até a chegada de Bartolomew alguns minutos depois.

Klaus


Ouvindo a voz da mulher que anunciava uma nova missão, Klaus, antes mesmo que o senhor na sua companhia pudesse dizer algo, se empolgava para ir até o inimigo. Essa seria sua primeira missão, apesar de sua indiferença para com a causa deles, com ele sendo um aliado daquele grupo misterioso. A disposição e proatividade do jovem Klaus impressionava Sr. Kant, que abria um pequeno sorriso e mostrava um olhar aconchegante morno. Sem pensar duas vezes então, os dois saíam.

Klaus chegava na cena enquanto sua parceira parecia ser mais sorrateira. O inimigo então rapidamente se mostrava, saindo de trás de uma árvore. Klaus pedia para a moça lhe ajudar na retaguarda, enquanto ele lutava com o inimigo sozinho. Ela acenava para ele em concordância, porém, ainda pensava que o rapaz estava sendo muito ganancioso e leviano. As palavras apenas não saíram de sua boca, pois, mesmo que ele conseguisse vencer aquela pessoa em uma luta, isso seria de grande ajuda para todos do grupo que segue Robert.

Começando então a luta, Klaus mantêm a confiança em seus punhos e pernas, enquanto o inimigo pega suas duas lâminas e as posiciona em formato de X na frente de seu corpo, as cruzando. Seus joelhos pareciam flexionados enquanto eles lentamente se aproximavam. Klaus notava o fato de ele usar uma lâmina, e isso ser uma profunda desvantagem para si mesmo, mas ele não se importava no fim das contas. Em suas próprias palavras, a chance das lâminas se machucarem era maior do que ele mesmo acabar se machucando.

Eliminando a tensão do embate, o inimigo começava a diminuir a distância mais rapidamente, em uma corrida que em alguns segundos cobria a distância entre ele e Klaus. Sunwizer não se deixava abalar, e também se aproximava do oponente, flexionando seus joelhos e aplicando um poderoso golpe às costelas e a abdômen do inimigo. Ele, por outro lado, não se dava por vencido, e após cuspir um pouco de sangue, flexionava seus joelhos e realizava um movimento giratório e descendente direcionado às pernas de Klaus. O atacado tentava mudar sua posição, mas o movimento do oponente fazia com que aquilo não surtisse o efeito desejado. Como Klaus estava totalmente atento à luta, percebia que iria se ferir, e procurava minimizar o dano em si mesmo. Quando a lâmina fria tocava sua pele da perna, ele se movimentava para trás para diminuir o contato físico entre a arma e seu membro.

A luta novamente entrava em estagnação, e o oponente se mostrava impiedoso ao rapidamente atacar Sunwizer. Suas lâminas realizavam arcos verticais e horizontais diretos mirados em Klaus, que falhavam em atingir seu oponente por alguns milímetros, devido aos movimentos impecáveis do rapaz, que diagonalmente se esquivava e realizava diversas evasões. Toda vez que era possível, ele atingia o corpo de seu oponente em um contragolpe feroz, dano esse que ia se acumulando até deixar algumas áreas abaixo dos braços do inimigo repletas de hematomas e escoriações. O objetivo do rapaz era limitar seus movimentos livres, porém, isso não acontecia ainda. O inimigo se mostrava cada vez mais nervoso e repleto de fúria ao sentir aquela frustração por não poder sequer encostar um dedo em Klaus de maneira satisfatória.

Enfurecido, ele tomava distância para mais uma vez ir para cima. Ele realizava um ataque agora horizontal, que com as duas lâminas, cobria um total de 180º da área a sua frente. Klaus desviava e via uma chance para contra atacar, porém, esse era o desejo do inimigo, que maquinava formas de "enganar" Sunwizer. No momento em que o punho do caçador se direcionava para uma parte qualquer de seu corpo, ele realizava uma evasão com tamanha perfeição, que até mesmo parecia que ele treinava esse movimento sua vida toda. Aproveitando essa oportunidade, ele atacava o braço do seu oponente, cortando-o até que ele pegasse distância do ataque cortante.

Porém, sem perceber, Klaus dançava na mão de seu inimigo, que analisara seu comportamento passado e aprimorara suas técnicas. Ao realizar o afastamento para diminuir o dano, o espadachim prontamente saltava para mais perto de seu inimigo e realizava um golpe novo em seu arsenal. Utilizando seus pés, um chute alto era desferido, acertando em cheio o queixo de seu alvo. Como resultado, ele levantava um pequeno voo antes de cair estirado no chão. Nesse momento, o inimigo não perdia tempo e levantava uma de suas espadas contra o peito de Klaus, em um ataque feroz que deveria perfurar seu coração. Como o rapaz lidaria com isso?


Informações sobre a investigação:

Histórico:

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Considerações:

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Última edição por Koji em Sab Maio 29, 2021 1:38 am, editado 1 vez(es) (Motivo da edição : Correção ortográfica)

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 EE4OUIx


"Assume the position to get back on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
Kira
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Alvorada dos Monstrorines!

A batalha se iniciava, e seu início era tão feroz que parecíamos dois animais demarcando território, logo em seu início, tudo se mostrava complexo, afinal facas eram armas um tanto complicadas de se lidar, e logo que ele teve a oportunidade, as mesmas começavam a fazer seu show, e entre golpes dados e recebidos, seus brinquedinhos me davam olá! Sim, o desgraçado havia conseguido me ferir na perna com sua lâmina.

Porém, a luta não parava por aí, e logo meus movimentos começavam a encontrar seu contato, meus punhos acertavam o alvo, e pareciam estar felizes com o que acontecia, e assim, a luta se estendia até seu ápice repentino. O espadachim já tinha seu corpo bastante danificado, afinal meus punhos eram armas tão letais quanto suas facas, e com isso, o homem parecia entrar em um frenesi, mas não era apenas um excesso de raiva, o maldito conseguia manter um certo controle e seus movimentos mudavam, e com isso eu era pego de surpresa.

Em um movimento para pegá-lo na execução de sua movimentação e ataque, o homem conseguia se esquivar, e com isso eu sentia agora a lâmina cortar meu braço, e ao observar o sangue escorrendo pelo punho, era hora de começar a lutar a sério.-Ora, ora! Não é que você conseguiu mesmo me ferir? Fiquei bastante surpreso, mas acho que agora eu vou ter que te machucar pra valer! Meus olhos se afiavam, e meu sorriso era estampado no rosto, mas não era comum, um olhar penetrante e um sorriso diabólico, é, parece que algo estava por vir.

Em um movimento de investida, o homem se mostrava inteligente, e assim conseguia executar seu contra golpe, e dessa forma me derrubava no solo, ao cair, eu olhava para cima e focava meus olhos diretamente nos dele e em seus movimentos, e na queda, surgia.-HAHAHAHA! Muito bom rapaz! O homem se aproximava com sua espada apontada para meu peito, e ele provavelmente desceria a mesma de encontro a meu coração, com isso, eu já tinha meu movimento em mente.

Desde o início até o atual estado, eu buscava prever seus padrões de movimento, analisando o tempo que ele levaria para executá-los e seu tempo de resposta, e usando do auxílio da minha precisão temporal, eu buscava encontrar mais brechas para ataques, com isso, era hora de agir, ou aquele maldito atravessaria sua lâmina em meu peito, e não era isso o que eu queria, não na minah primeira missão.

Em um movimento sujo, com uma das mãos eu pegava um punhado de terra no chão, e logo tavaca em seus olhos, girando meu corpo para o lado direito, e quando tivesse saído de sua frente de ataque, colocaria minha palma direita no solo, como se fosse um tapa e assim eu forçava meu corpo para o alto, e logo em meio a execução do movimento, um giro veloz em meu eixo, enquanto estendia uma de minhas pernas para assim passar uma rasteira no homem com a maior força possível, meu intuito ali era não só derrubá-lo, mas também tirá-lo de seu apoio para que não conseguisse responder a meu movimento seguinte com o contato do solo.

Caso o movimento fosse certeiro e eu conseguisse passar uma banda no homem, meu movimento seguinte seria ainda mais veloz, utilizando o flexionar dos joelhos para me impulsionar, eu avançaria em sua direção enquanto ainda estivesse no ar, e assim seguraria sua mão mais próxima a puxando para o lado, dessa forma abrindo o sua guarda, e logo um soco direto com toda a potência da impulsão seria colocado na junção do seu ombro com seu braço, e executando o puxão junto, buscaria fazer com que seu ombro deslocasse de forma brutal.

Porém, eu estava atento a sua segunda mão, e não deixaria que ela me acertasse, então em uma junção de movimentos, após o soco eu jogaria meu corpo para trás buscando esquivar de uma possível facada que viesse de encontro a meu corpo, e tentaria segurar seu punho assim, aproveitando do movimento que o mesmo havia feito para puxá-lo para a mesma direção na qual ele já ia, o fazendo girar no ar e cair de bruços com o rosto virado para o solo.

Aproveitaria daquilo, para imobilizá-lo no chão, girando seu punho agarrado para dentro e o puxando para cima, o colocando no meio das costas, mas só pararia de puxar quando ouvisse o estalo de que o mesmo estava quebrado, sim, era cruel e brutal, mas era um jeito rápido de impedir que ele usasse suas lâminas novamente.

Porém, em caso das movimentações iniciais não funcionassem, eu aproveitaria de sua falta de chão para se apoiar e mover, e quando o mesmo estivesse no ar, ainda com areia nos olhos, esse seria o momento que eu começaria um massacre literal, me ergueria de forma voraz, segurando seus dois braços para que não pudesse me golpear com suas lâminas, e então daria uma cabeçada com força em sua testa, soltando seus braços enquanto seu corpo caía no chão. Mas, quando o mesmo tocasse o solo com suas costas, eu montaria em cima do mesmo, e colocaria os joelhos por cima de seus braços, o prendendo no chão e então começaria com uma sequência de socos em sua face nada amigáveis.

Mandíbula, nariz, maçãs do rosto, olhos, tudo o que estivesse na minha frente seria golpeado com soco após soco, cada um mais forte que o outro, e enquanto o fizesse, estaria sorrindo.-HAHAHA! Olha só pra essa cara, tá implorando por mais socos! O golpearia até que não sentisse mais reação de seu corpo e que sua face estivesse completamente ensanguentada.-Calma, eu não vou matar você, preciso de você vivo!... Por inquanto! E assim o levantaria, enquanto golpeava seus dois ombros, buscando tirá-los do lugar para que não pudesse mais manusear as lâminas.

Porém, tudo isso poderia dar errado, e eu sabia bem disso, e por isso estava ligado, e logo que ele tentasse fincar sua espada em meu peito, eu giraria veloz mente para o lado, e então aproveitando do giro, pegaria um punhado de areia no chão, e ao terminar o movimento de evasão, jogaria aquilo em seus olhos, e assim o passaria uma rasteira rápida e precisa, logo levantando meu corpo após o giro em meu eixo, enquanto avançava em direção ao homem e aproveitaria da sua visão prejudicada para investir com um golpe direto em sua face.

Aproveitaria da força gerada pelo giro, e da impulsão, para golpear a face do homem em direção ao solo, um golpe central e potente, jogando sua cabeça contra o chão com toda a força possível, a fim de amassar sua face e deixá-lo atordoado, com isso rapidamente seguraria suas duas mãos, para que assim não pudesse usar suas facas contra mim.-Não adianta ficar irritado! Aqueles movimentos foram bonitos, mas eu vou acabar com você! Ao segurá-lo, o imobilizaria, aproveitando ainda de seu possível atordoamento, prendendo seus braços e então chamando minha companheira.-Ei, tira essas espadas das mãos dele! Não queremos mais problemas, não é? Olharia para ela enquanto dava um leve sorriso e a esperaria tirar suas lâminas de suas mãos.-A sua sorte é que queremos você vivo, se não eu certamente te mataria!Com isso, buscaria golpear sua cabeça, tentando o fazer desacordar, e assim poder amarrá-lo para levar até onde tiraríamos as informações dele.




Histórico:

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
Minha radiante chegada ao Quartel General fora nada como o esperado, principalmente pelo fato de eu estar a, subitamente, me importar com a vida de uma persistente fracassada. Bem, grandioso e humilde como sei que sou, acredito que ela pode melhorar e trabalhar para o bem, sendo uma excelente seguidora do Vitaminado Pippão. Lógico que ainda teríamos que trabalhar bem nisso, mas sua persistência e empenho a fizeram ser menos fracassada. Por que motivos não pensar em dar uma chance e mudar a vida dela? Sou radiante e benevolente como o brilho de um sol. Mas, parando pra analisar bem esse ponto, olhava para cima e notava o entardecer ecoando por aquele âmbito. Tal análise foi feita por mim enquanto eu era tratado por uma pequena mulher que, aparentemente, parecia revoltada com alguma coisa, mas não consegui prestar muita atenção no que ela me falou.

Admito, ela parecia estar bem zangada, eu não entendi bem o que ela havia falado por estar pensando em outras coisas mais importantes. - Ei, pequena, você é tão fofinha! Mas eu tô bem ocupado pensando nos meus companheiros. Desculpa, não consegui prestar muita atenção no que você estava reclamando pra mim… VITATATATA - Terminarinha acariciando levemente sua cabeça com alguns toques, mas era bem provável que ela voltasse a reclamar mais e criar um baita fuzuê por ali: - Ei! - Encostaria levemente em sua cabeça. - Gostei de você. Você é engraçada. VITATATATA! - Terminaria e agradeceria por todo o impecável tratamento, mas eu ainda precisava saber mais sobre o paradeiro do DT, e quando pude ver a chegada do Smith, logo o questionei e compreendi sua sugestão. Tudo bem que era importante ter um bom trabalho em equipe, mas eu claramente estava acima dos outros. Eu era um ser divino.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 95b442f840c15eb12015e82cd3602fab2bfcb896_00

Metade de mim acreditava que eu poderia resolver tudo sozinho e deveria… mas também podia esperar os outros dentro de um bom senso vindo do conselho de um superior, pois realmente nossos inimigos eram perigosos. Lógico que eu poderia pensar numa possibilidade de esperar, mas o DT era bem vulnerável sem a devida proteção. Como daríamos procedência sem o nosso detetive? E, segundo o Smith, ele havia pego o endereço, mas teria sido loucura ele ir sozinho, mas sera que os outros dois estão com ele? Deve ser.

Mas quando menos esperei, logo pude avistar o bigode se aproximando. - Sargento Smith, por acaso o senhor pode me passar o endereço?! - Apontaria para o Bartô, indicando que ele já estava chegando, mas parecia estar sozinho, saber o endereço seria importante. Caso Smith me passasse o endereço ou nos acompanhasse, estaríamos mais tranquilos com toda a situação, mas seria importante manter a calma e se manter firme diante de qualquer situação. - Ei, Bigode! Você sabe do DT?! Eu não o encontrei… ao menos você sabe se o Thork tá com ele? - Eu precisava questioná-lo e tirar algumas dúvidas, mas caso acabasse por ver seu corpo bem degradado, logo: - Eu queria logo sair, mas acho que você precisa de tratamento, hein! VITATATA! - Apontaria para a baixinha que havia me tratado. - Ela é bem divertida e muito eficiente, conversa com ela! - Aguardaria que todo o tratamento fosse efetuado para que pudéssemos logo partir em busca do nosso DT. Lógico que, ou com as coordenadas, ou acompanhados pelo Smith.

Mas caso o Thork terminasse surgindo sem o nosso DT por ali pelo Quartel general, eu ficaria ainda mais preocupado. - Puta merda, Thork! Cadê o DT?! - Nosso detetive era a parte mais importante da missão, como que havíamos o perdido?! Era lógico que eu estava com muita raiva, mas não é querendo falar nada não, mas... a culpa principal, até onde eu me lembro, era do Smith, pois todos havíamos saído para rondar a área a buscar informações e os próprios criminosos, já o Sargento ficou em guarda do DT. Quem era o culpado dessa merda toda?! Óbvio né? Mas por causa dessa merda de patente, não podíamos bater de frente contra o Smith. - Vá logo se tratar! Nós temos que sair em busca do DT! Eu realmente estou preocupado com ele. - Analisaria bem o corpo de todos, para poder me gabar de que eu havia sido o melhor em combate, pois, provavelmente, eu teria sido o soldade com menos danos... VITATATATA!

Mas não demoraria para, logo depois de tratado(s), seguíssimos firme com o endereço ou acompanhados do Smith, dependendo de como fosse sua interação comigo. Com passos ágeis, dentro de meu envoltoso e musculoso corpo, logo esperava não demorar para, aceleradamente, estar novamente na cidade. Era óbvio que quanto mais tarde naquelas redondezas, mais perigoso seria, mas independentemente da situação, logo pestanejaria para todo o grupo: - Não se preocupem, irmãos! No fim da escuridão, sempre vai ter o brilho do Vitaminado Pippão! Mantenham-se próximos à mim, que nada de errado irá acontecer! - Terminaria.



Histórico:
Objetivos:
Personagem:


Vitaminado Pippos

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O Dragão Indomável


Havia chegado ao quartel general de Flevance logo me direcionando ao campo de treinamento, uma vez que, era o único local qual poderia me estabelecer. A noite estava bela, uma lua tão magnifica quanto uma pintura que, o mar expressava toda sua dádiva no ápice noturno, quanto a estrelas que rodeavam e harmonizavam diante o breu junto as ondas. “Será que o soldado trouxe o meliante sem problemas?!” Divagava sobre Bartolomew, já que, seu estado físico estava bastante precário. Mas por outro lado, possuía fé de que sua força de vontade sobrepujaria qualquer cansaço.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 98de487f4cc54190bdde0c9eb28e59af

Apesar daquela linda noite, cuja entre muitas outras se quer se equiparavam, estranhamente não sentia nenhuma brisa ou vento, o que me causava um pouco de desconforto. Principalmente por novamente surgir, e sentir, um pressentimento ruim; algo equivalente a um mau agouro. ~ Tsk. Tem algo de errado! Indagaria ao mesmo tempo que coçaria a cabeça.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 RLGbx2b

Logo que haverá adentrado no campo de treinamento, já avistado o soldado Pippos ao lado de Bartolomew, percebia que ambos estariam bem; exceto alguns ferimentos em Bartolomew. ~ Ora, ora! Estão de romance, soldados? Ou isso tudo é saudades! Proferia de forma extrovertida ao mesmo tempo que me aproximaria com os braços cruzados. ~ Espero que o Pimentão aí não esteja lhe aporrinhando, soldado Bartolomew! Thorororororo! Falaria de forma carismática, ignorando aquele maldito pressagio de momentos atrás. Havia mexido com Pippos, durante o tempo que descruzaria os braços e daria um tapa em suas costas amigavelmente.

Seguida Pippos veria questionar sobre DT, me deixando um pouco pensativo para com a sigla. Mas logo lembraria que o jovem teria denominado o Detective por tal alcunha. ~ Hummm... última vez que me recordo ele estava junto do Sargento Smith. Colocaria a mão no queixo pensando no civil. ~ Ainda não retornou ao Q.G.? Arquearia uma sobrancelha pelo fato de que, já era tarde e o jovem ainda estaria sumido. ~ Isso não está me cheirando bem. Qual última localização do garoto? Questionaria Pippos, ou sargento caso estivesse lá, para entender melhor a situação.

Após ouvir a explicação, avaliando a situação de certa forma, viria me pronunciar usando uma metáfora bem compreensível. ~ Considerando que fomos atacados na praia por algumas maçãs podres, ao qual fazem parte de uma árvore ainda mais podre, talvez seja diligente de nossa parte averiguar o ultimo paradeiro do rapaz, só por via das dúvidas. Ponderaria de forma lógica e persuasiva para com os soldados e o sargento. Já que o soldado Bartolomew estava com ferimentos, havia certeza de que só eu e Pippos seria suficiente para realizar a busca.

Considerando a presença do Sargento continuaria a falar. ~ Já que sou perito em proteção... Devido minha vasta experiência e meu ofício de Sentinela, certamente mais adequado para averiguar e escoltar o civil até o quartel seria minha pessoa. ~... eu e o soldado Vitaminado seremos mais do que suficiente para ir até o local que Detective esteve. Não concordar, senhor? Falaria com um esboço de sorriso e fortificando o bíceps com um gesto confiante. Caso Bartolomew viesse querer ir junto, devido seu estado, acabaria repreendendo o jovem gigante. ~ Certo, certo! Relaxa aí guerreiro! Deixa comigo que eu resolvo antes de você sentar para descansar. Thorororo! Seria amigável durante o tempo que transpareceria convicção e determinação. Após ouvir as falas de Smith, em resposta, apenas acenaria com a cabeça de forma positiva e então viria andar para fora do quartel.

~ Vambora caniço vermelho! Anunciaria para o soldado Pippos durante o tempo que os pés já estaria seguindo para o local indicado. Se necessário, deixaria o vareta(Pippos) mostrar o caminho caso ele soubesse uma rota melhor. “Parece que aquele pressentimento estava certo. Apesar que é raro me equivocar.” Divagava comigo enquanto havia compreendido de que talvez, mesmo que uma possibilidade mínima, o detetive poderia estar em apuros. ~ Ei legume... Dialogaria provocando Pippos para variar. ~...Vamos chegar metendo o pé na porta? Ou vamos buscar um dialogo primeiro? Coçaria a barba ao mesmo tempo que fintaria o marine nos olhos. Algo estava suspeito, e algo me dizia que esse sumiço do civil a essa hora só cheirava a “uma merda grande”.

Sinceramente, confiava extremamente em meus instintos. Mas isso não significa que estavam totalmente certos, apesar de raramente estarem errados. Na minha concepção era mais fácil enfiar a porrada do que fazer perguntas, mas isso é claro um pensamento antiquado ao qual tento evitar. Já não sou mais aquele jovem selvagem e irresponsável de outra época. Para conquistar fama, respeito e Status... poder era só um dos meios, mas não o principal. Mesmo sendo o primórdio da ordem natural; o mais forte sobrevive e o mais fraco morre. Na era em que vivemos saber usar palavras e os meios eram ferramentas extraordinárias, mas não a única forma.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 TLEtUkS

Eu possuía um ditado cravado em minha mente que era originalizado dos gigantes primordiais: “O mundo é vasto demais! Tão vasto que a força é um meio; a palavra uma sentença e a determinação a chave!” Sem dúvidas, essa frase significa tudo. Pelo menos para alguém vivido como eu. Essa frase foi dita por um dos primeiros gigantes que percorreram esses mares, obviamente a frase reside grande experiência. Refletindo por alguns momentos, viria acumular uma grande quantidade de secreção da saliva e cuspir toda carga do cuspo direto no chão - Pfft - Não me importando muito com barulho ou modos.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 4O1mOH5

Durante nossa ida até o local, prevalecendo alerta apesar de não mostrar na expressão facial e corpórea, tentaria estar atento a qualquer semblante na sombra ou se meus sentidos me alertasse de algo suspeito para com o cenário a minha frente e redor, se possível. Independente, viria a dialogar novamente com Vitaminado. ~ Parece que você também sofreu com o criminoso que batalhou. Apontaria meu argumento baseado nos leves ferimentos do soldado. ~ Ufs, acho que esses músculos são poderosos demais para ter um oponente digno. Soltaria uma frase melancólica, apesar que era mais só para germinar inveja no marine do lado. ~ Acho que talvez você seja um oponente digno... quem sabe você consegue tirar a poeira dessas robustas fibra, o que me diz!? Kekekekeke. Expressaria um sorriso animado e malicioso.





  • Posts: 09
  • Ganhos: Naginata;
  • Perdas: ~x~
  • Players/NPCs:
    Pippos Vitaminado;
    Bartomolew;
    Detective;
  • Localização: Flevance ~ North Blue
  • Objetivos:
    ~ Obter uma Naginata/Lança;
    ~ Conhecer Gaiden, Denki & Drake.
    ~ Concluir 3 missões;
    ~ Subir de Patente;
    ~ Treinar Ambidestria;
    ~ Ganhar boa Fama;



PdV: 5000
STA: 100

Força: 240   [+120 Raça] [+60Edc] [+20 Arma]= 440 ~ Hábil ~
Destreza: 0 ~ Incompetente ~
Acerto: 20  [+120 Raça] [+60Edc]= 200 ~ Regular ~
Reflexo: 10 ~ Regular ~
Constituição: 130 [+120 Raça]= 250 ~ Regular ~

Agilidade: 105
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 5%

Qualidades:

Defeitos:

BrigaCotoveladas, cabeçadas, garrafadas, mordidas e dedo no olho. Você faz os movimentos necessários para sobreviver e derrotar o inimigo, sem se importar com estilos ou movimentos rebuscados.

SobrevivênciaVocê é capaz de encontrar água, comida e abrigo em ambientes hostis, se existentes.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

NadoVocê domina diversos estilos de natação e é capaz de controlar sua respiração com maestria para não perder o fôlego.

PersuasãoVocê é capaz de convencer os outros através de argumentos lógicos e racionais, ao contrário de lábia, os efeitos de persuasão são duradouros.

Profissão:
Sentinela Os sentinelas são guerreiros espirituosos que dominam o conceito de vigia, seja dentro do navio durante as viagens e fora deles, excelentes seguranças em terra firme, eles são de suma importância para missões de proteção, patrulha, escolta, rastreio e guarnição, seja de itens, pessoas e etc. São guerrilheiros por natureza, excepcionais quando se trata em defender sua tripulação incluindo eles, quando deparados com hostilidade e/ou situações desfavoráveis. Carregados com um alto vigor físico, são aptos, versáteis e incansáveis em cumprir sua função sobre diversos territórios inimigos, com objetivo em defender o navio, o navegador ou tripulação de eventuais ameaças durante combates marítimos/terrestres.

Bônus: O jogador quando estiver em serviço protegendo algum aliado, navio, carga ou item e for infligido por algum status negativo, durante esse tempo ele consegue ignorar os efeitos narrativos(não será neutralizado, os efeitos viram pós-término de sua função). Esses efeitos variam entre envenenamento, lentidão, sangramento e etc. Situações desfavoráveis que exigem ficar sem dormir, comer ou descansar, o jogador consegue permanecer o dobro do tempo.



Arma: NaginataDescrição: Um tipo de lança com um comprimento de 10 metros, havendo 7 metros de haste e mais 3 metros de lâmina. Seu diâmetro é de um metro e meio. Alguns entalhes pode ser visto sobre sua haste. A Lâmina é curvada possuindo duas ondas sobre a parte de cima. Imagem da Lança.
Tipo da Arma: Naginata
Qualidade: Clássica.
Durabilidade: Baixa.
Dano: +20 em força.
Estado: Rachadura na haste;

DinheiroBerries: 5.250.000 ฿S

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Denki
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DenkiSoldado
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O orgulho e a honra o precedem
E o seu nome é maior que todas as nações
Bartolomew - Post 9


- Ho Ho Ho. Desculpe, na realidade eu fiquei um tempo sem nem suar em combate, já estava na hora de sangrar um pouco. Bartolomew pede por perdão, e agradece pela atenção, minha cara. - Virava para pequena mulher, que mais parecia uma criança e cuidava tanto de mim, quanto do outro soldado.  - Dizem que o humor é a cura de tudo. Só de ver aquele figurão. Todos os meus ferimentos pararam e se auto curaram! Ho Ho Ho. - Dizia olhando para Pippão, não para que o homem ouvisse, mas para socializar com a médica enquanto ela cuidava dos meus ferimentos. Olhava novamente para a mulher. - Barto lhe agradece, prometo que nunca mais vou precisar dos seus serviço. Apesar que seria uma honra poder contar com você novamente, grato pela sua enorme sabedoria, salvou Bartolomew! - No mais, após alguns minutos sentado levantava-me olhando para tudo a volta.

- Ho Ho Ho. Desculpe, na realidade eu fiquei um tempo sem nem suar em combate, já estava na hora de sangrar um pouco. Bartolomew pede por perdão, e agradece pela atenção, minha querida. - Ajoelharia com um joelho de apoio, como um sinal de imenso respeito para com a minha salvadora. - Cuide do rapaz que Barto trouxe, infelizmente, depois de tomar aqueles golpes parado, Bartolomew teve que dar cabo nele. A intenção não era machucar muito, mas infelizmente aconteceu. Não deixe-o morrer, tudo bem? Ho Ho Ho. Pois agora, vou ter que ir atrás do Detective, tomara que Thorkell tenha achado ele. - Levantar-me-ia e iria em direção ao outro soldado gigante.

- Ow Rapaz, devo lhe dizer que o estado de saúde de Barto é bem melhor que o teu. Infelizmente, vou ter que intervir, Detective é minha responsabilidade. Quanto a Thorkell, ele chegou quando terminei minha luta, mas não tenho sua localização atual. Sei que ele estava procurando por você, mas você estava muito ocupado limpando seu trazeiro. Ho Ho Ho. - Daria risada da sua situação, enquanto esperava com que a mulher que cuidou de nós tentasse intervir minha volta pra missão, e iria aborda-la dizendo: - Infelizmente não posso lhe prometer que vou ficar aqui, Barto tem obrigações que transcendem esses ferimentos, um companheiro pode estar em apuros, e isso é a única coisa que preciso pra saber que devo agir. Caso não se sinta confortável me deixando ir, venha com Barto. É a única forma que você terá de acompanhar o meu caso. - Indagaria, esperando resposta da menina.

Thorkell, depois de algum tempo, chegava ao local, desacompanhado de Detective. Logo, levantaria e depois das falas de Thorkell mudaria de feição. - Como igual, solicito meu direito de agir. Não vou ficar parado quando um companheiro precisa de ajuda. E não é você que vai me impedir, ou vai? Soldado. - Daria um sorriso orgulhoso com o canto da boca, seguia os enormes gigantes, mesmo que meus ferimentos atrapalhassem um pouco meu movimento, segurando a clava apoiada nos ombros, mantinha-me alerta para responder com força, qualquer investida inimiga, com um golpe descendente com uma postura impecável e um encaixe de quadril tão perfeito quanto pudesse encaixar, recuando, mantendo a atenção dobrada, esperando que inclusive, estivéssemos cercados e que tentassem ganhar de nós em desvantagem numérica. - Mete o pé na porta, tempo é um bem muito precioso para se desperdiçar. -  Caso não tivesse sido atacado e precisasse abrir alguma estrutura, tomaria distância, e fechando a postura lançar-me-ia sobre o lugar, para destruir a entrada.




Legenda:


Importante:
Thanks Tess
Gaiden
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»» Juntitos los dos ««

~ El señal del perdedor ~



A porta havia se fechado para mim - metaforicamente, é claro - de uma vez por todas. Nós provavelmente estaríamos no subsolo. Meu semblante, imppassível como era, escolhia ali não se reter. Enxergando Lara daquela maneira, depois de saírem os brutamontes e o miserável Flamesworth, eu soltava verbo de cuidado - Senhorita, está bem? Não a machucaram muito, não é mesmo? Estes... estes... estes PILANTRAS!! - Exagerava, para logo então me recompor. A situação podia ser ruim, mas não iria deixar que tudo abalasse o andamento da investigação - Querida - Falava à menina, abordando-a como pai - Me desculpe por todo o plano. Tudo fora um desastre!! - Me retia desatinado, como em uma tristeza que, apesar de não querer transparecer, era necessária para a ocasião, e a deixava expor-se de propósito. Já analisando se estava algemado pelas costas, tentaria, nesta hipótese, passar o arco de minhas mãos por minha pernas. Apesar de velho, era um tanto atlético.

Não tardando a continuar o apaziguamento da companheira, que eu supunha estar realmente abalada com a situação, eu prosseguia - Mademoiselle... não se preocupe. - Tentava estimular a calma - Não obstante estarmos em um infortúnio, ainda nos resta demasiada esperança. Se não estou errado, crimonosos como estes tendem a fazer seus trabalhos sempre pela metade, como já o fizeram com o Maister Johannes - Pausava em brevidade para procurar como podia em meus bolsos por meu canivete, já que não havia sentido toques ou vasculhações em minhas roupas até então. O pegando, logo assim, pararia para refletir meu próximo passo de maneira estática, já que aquilo envolveria, decerto, um aspecto meu a que estaria me dispondo. Com toda a calma do mundo, rasgaria minha camiseta em duas fitas, bem em seu meio, preferencialmente com a lâmina do utensílio, mas se não o encontrasse, seria com as mãos. Com uma destas, eu anseiaria passar no rosto de lada, no intento de desborrar sua maquiagem e reavivar seu ânimo - Uma mulher tão profissional não deve borrar sua maquiagem - Sussuraria, atento. Ainda na prosa, me poria a dizer - Senhorita. Verá agora que sou um detetive que não teme o desconhecido, mas que na verdade o ama. Por toda a nossa vida passamos pela experiência do novo, do misterioso. O que nos rodeia a todo momento muda e, com um toque de percepção, podemos reter e conceber as melhores facetas da realidade que nos cerca - Me expressava, ressaltando o toque artístico, mas não o colocando em enfoque, para deixar que a mensagem falasse mais que a forma - Me conte sua história... o que sabe? O que procura? O que quer ser? Como quer ser? - A inquiría como se fosse um dos belos mistérios que tive ao longo de minha vida. Com minhas mãos ainda atadas, eu sentaria e a pediria, em gestos, para fazer o mesmo. Aquele era um momento para se descansar e rever os conceitos. Logo logo eu iria nos tirar dali, tinha convicção disso.

Caso Lara se revelasse para mim, a escutaria de maneira atenciosa, sempre me atendo aos mínimos detalhes de sua história. No caso dela perguntar qualquer coisa sobre mim, logo a diria, dando de coração as palavras mais claras que a fizessem entender tudo - Não sou ninguém, não vim de nenhum lugar, não tenho pais, não tenho filhos, não tenho amantes. Só me tenho. Você já me conhece, sou seu detetive, madame.- Falaria com um sorriso no rosto, enquanto a fechar os olhos em sinal de lembrança, já esperando sua reação pelo dito. Dali não mentira, para mim, eu não era ninguém, e isso fora sempre em toda minha vida. O único mistério que tive, o mais importante de todos, nunca pude desvendar, apesar das incessantes tentativas ~ Talvez eu nunca seja alguém, de fato ~ Refletia, em desencanto, contudo, não me deixando partir à tristeza.

Lembrando de algo que havia talvez lembrado sobre ela, dali entre todas as falas ao longo do dia, eu me dirigia novamente à moça - Você sabe criptografia e psicologia, não é? Me lembrei de algo relacionado, acho que ouvi de relance. Será que podería me ensinar alguma coisa sobre? - Exprimia, como um feliz urso interessado em um mel - analogia horrível, mas verdadeira. No caso dela questionar todo o contexto, invalidando a possibilidade de aprendizagem, diria logo então - Não tema, acho pertinente para nós um tempo como esse. Me ensine algo. Afinal, teremos de esperar um pouco para que fujamos à cabeça dos captores. Eles tem muito a se preocupar. Inclusive, acho que consigo fazer a gente sair daqui. - Me lembraria subitamente, naquele momento, de minha lupa, que procuraria apalpar na intenção de sentir alívio na sua não retenção ou quebra por parte dos capangas de Arthur.

No cenário de Lara concordar em me ensinar algo, qualquer que fosse a proficiência que pudesse ali, eu me poria alerta a tudo, sempre tomando anotações mentais, como também me propondo a responder o que lhe fosse perguntado e a repetir o que fosse como tática de memorização. No caso dela não concordar sobre ser um momento oportuno, pediria novamente, em tom de favor - Vamos, senhorita, caso queira, posso te ensinar algo depois - Expressaria de maneira lúdica, mas falando sério. Caso lhe fosse pertinente, lhe ensinaria furtividade, já que seria bom para ela sair de lugares - Aliás, poderíamos aproveitar a criptografia para criarmos uma língua, imagine só o quanto seria interessante? Hahaha. Bem... não sei, talvez seja trabalho demais para pessoas que possivelmente irão se departar eventualmente, mas não seria curioso? - Caso fosse possível, proporia na construção da língua algo só nosso, que fosse de extrema dificuldade para os inimigos compreenderem.




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Alvorada dos Monstrorines - 09
20:56 ~ 22:15 / Flevance


 
Bartolomew, Thorkell e Pippos

Os três soldados que compartilhavam da mesma raça enfim chegavam ao QG. A missão deles havia terminado, e diga-se de passagem, fora um sucesso. Não só capturaram seus inimigos - quase - com vida, como também conseguiram determinar várias coisas e arrancar uma confissão. O único problema, e o pior possível, fora o desaparecimento de Detective. O civil que acompanhava os marinheiros e desfrutava do prazer de descobrir as motivações por trás daquele crime, sendo acompanhado por uma bela companheira e ajudante, não havia chegado ainda ao quartel-general.

Pippos, que estava sendo cuidado pela pequena médica, era o primeiro a se preocupar com isso. Ele colocava a culpa em Smith, que não o vigiara corretamente. A verdade, porém, tende a ser um pouco diferente, uma vez que por livre e espontânea vontade o detetive entrou na toca dos leões, que sem hesitar o colocaram em suas bocas.

Pensando nisso, o soldado Vitaminado esquecia o que acontecia ao seu redor. A mini médica cuidava dele aos gritos, e mesmo assim sua consciência não saía daquele devaneio. Apenas após a chegada de Bartolomew ao local que ele pode agir normalmente, falando com a médica e "brincando" um pouco com ela. Ele colocava as suas grandes mãos na inversamente pequena cabeça da mulher, que começava sua enxurrada de xingamentos.

— Olha aqui, quem você pensa que é?!? UGGHHH!!! — esbravejava enquanto o gigante gargalhava da sua maneira um tanto quanto única. Nesse momento Bartolomew chegava ao local, sua aparência em trapos. Era sua vez de ser cuidado pela pequena.

Nesse momento, ela novamente esbravejava, mas diferente de Pippos, ele não era indiferente ou caçoava. Para falar a verdade, ele parecia entender o lado da mulher que cuidava agora dele. Suas palavras a encorajavam a continuar, e até mesmo amansavam seu coração raivoso. No momento em que ele ajoelhava em respeito à profissional da saúde, ela corava e respondia o gigante.

— C-certo... — respondia envergonhada. — É BOM NÃO SE MACHUCAR MESMO! — gritava mais uma vez, escondendo a pequena vergonha que crescia em seu ser. Ela continuava por ali, na esperança de encontrar mais um soldado ferido, mas o que encontrara foi mais um gigante. Esse, porém, não apresentava sequer um arranhão. Percebendo isso, ela começava sua caminhada até o prédio do QG novamente.

Enquanto isso, como usual, Bartolomew, Thorkell e Pippos trocavam piadas e provocações. Apesar da competitividade entre eles, a amizade era existente ainda mais forte. Os três rapidamente colocavam a conversa em dia enquanto todos ficavam sabendo do desaparecimento repentino de Detective. Thorkell finalmente entendia o mau sentimento que sentira um pouco antes de chegar ao local, enquanto faziam um plano para resgatar o senhor que comandava a investigação do caso. Eles gostariam de chegar no local que fora avistado pela última vez e já arrombar as portas. A outra opção menos agressiva seria o diálogo, mas eles já estavam cientes que usariam a força nessa missão. De qualquer forma, o descendente dos gigantes primordiais não era mais o tipo de homem que resolvia tudo com a força de seus punhos. Ele havia amadurecido, e agora possuía ciência de que poder era apenas um dos meios para se alcançar respeito e status.

Um fato que parecia unânime para os dois maiores gigantes, porém, era que Bartolomew não deveria ir até lá. A condição dele era bem pior do que a condição de seus colegas, e no pensamento dos mesmos, levar o homem até o local só seria prejudicial. Barto, sem hesitar sequer um segundo, defendia sua honra ao confirmar sua participação na missão de resgate, indo contrário à vontade de todos ali. Vendo isso, a pequena médica logo se pronunciava, novamente nervosa, assim como o ruivo esperava.

— O QUE? Você por acaso ficou louco em ir pra batalha nesse estado? Você acha que eu vou deixar?! — sua sobrancelha arqueava e suas mãos se posicionavam em sua cintura enquanto ela olhava para o alto nos olhos do bigodudo. A resposta veio sem delongas. Ele não deixaria de ir para aquela missão nem se isso lhe custasse mais algumas cicatrizes em seu corpo. Ele até mesmo pedia para que ela o acompanhasse nessa nova jornada, mas ela não poderia.

— Não vou para o campo de batalha nem ferrando! E se alguém precisar de mim?! Olha o meu tamanho! Qualquer coisa e eu fico em um estado pior que o seu! — ela respondia, seguido por um suspiro. sigh... Certo, pode ir, mas se você se machucar de novo, eu vou fica brava! — ela virava as costas e saía batendo os pés. Nada naquele momento poderia para o soldado Bartolomew.

Ansioso para sair em seu resgate, Pippos chamava por Smith, mas ninguém respondia. Ele havia se retirado há um tempo do local, e não dera as informações que Detective solicitara anteriormente. Aqueles soldados queriam, e muito, salvar seu companheiro que poderia estar em grande apuros no momento, mas sem um endereço, isso não seria possível. Foi aí que as coisas pareciam esquentar. Como se estivesse ouvindo a conversa dos soldados, Sargento Smith aparecia pela porta andando a passos largos em direção aos três. Em sua mão, um papel podia-se ver, e na outra uma caneta azul. Ele se aproximava dos gigantes sem arrodeio e lhes entregava a informação que necessitavam.

— Vamos atrás do detetive. — ele dizia imponentemente, enquanto memorizava o endereço no papel e entregava para seus subordinados. — A próxima missão de vocês começa agora. Me acompanhem até o local e me ajudem a resgatar o meu contratado. — ele olhava profundamente no olho de cada um daqueles titãs sem o menor medo, e acenava a cabeça para eles. A jornada até a mansão Flamesworth começava, e com ela, a maior batalha de suas carreiras até o momento estava por vir.

No caminho até lá, Thorkell se mantinha, como sempre, apático no exterior, mas atento aos seus instintos e seu arredor. Nada passava por aquele gigante sem que ele percebesse, e essa era a ideia. Ele brincava com seus colegas e descontraía o ambiente, até chegarem na grande casa. Ela ficava próxima das montanhas de Flevance, e a rua parecia ser pouco povoada, afinal, pouco se via nela. A construção que chamava a atenção, fora a casa luxuosa do homem, era uma espécie de fábrica fechada. Ela se chamava Atlas, e poderia facilmente alocar os gigantes que estavam em missão.

A casa de Flamesworth era igualmente grande, porém, não comportava os soldados. A sua fachada em mármore e chumbo branco chamava a atenção de qualquer um, somados aos entalhes e detalhes que compunham cada centímetros quadrado daquela residência. A entrada da frente possuía cerca de cinco metros, contando os pilares que seguravam a sacada da parte de cima, provavelmente ligada ao quarto principal. A porta de madeira luxuosa se mostrava do tamanho do Sgt. Smith, não comportando, é claro, os tamanhos dos homens que o seguiam.

Como se também estivesse ansioso, o Sargento não perdia tempo e caminhava até a porta principal. Ele batia na madeira luxuosa algumas vezes até que alguém o atendia. O próprio Arthur Flamesworth. Ele olhava admirado para a figura que aparecera em seu quintal, e logo após olhava para os monstros da altura que esperavam em suas costas. Seus olhos arregalavam por um momento, mas sua atenção logo se voltava para o "convidado".  

— Onde está o detetive?! — sua voz saía clara como nunca, mas ainda assim, passava uma certa autoridade que os gigantes jamais viram sair daquele homem. Sua resposta era logo dada, e a expressão do nobre pouco mudava. Ah! Ele passou por aqui mais cedo, mas não encontrou o que queria. Posso perguntar do que tudo isso se trata? — indagava curioso. A paciência do oficial acabava, e ele mudava sua atitude em um piscar de olhos. — Onde está o detetive? — seu dente rangia de raiva e sua voz era gutural. A mão grossa e pesada do homem encontrava com o pescoço do nobre e o levantava no ar. As pernas de Flamesworth se debatiam enquanto ele perdia seu chão, mas sua expressão passava outra ideia. Seu sorriso ia de uma orelha até outra enquanto ele olhava determinado para o agressor. Ele levantava uma de suas mãos e com um simples estalar de dedos, diversos capangas apareciam. Eles pareciam estar escondidos nas sombras, e a maioria deles vinha da direção da fábrica.

Em um piscar de olhos, cerca de dez capangas apareciam nas visões daqueles gigantes. Seus olhares pareciam mortais, enquanto eles seguravam suas armas ou até mostravam suas posições de combate após uma preparação. Cada um deles parecia determinado para matar aquela noite. Smith, vendo a situação, pegava Arthur e o jogava na grama que cobria a parte da frente da mansão. O homem logo se levantava e corria para os fundos da casa enquanto tossia e tentava recuperar o ar que perdera alguns segundo atrás. A voz de Smith chegava aos ouvidos de cada um dos indivíduos naquele lugar, e ela parecia mais impiedosa do que nunca.

— Soldados! Lutem! Mostre a glória da marinha para esses criminosos! — ele levantava uma de suas duas espadas, agora desembainhadas, e tentava aumentar a moral de seus soldados, enquanto partia para a luta inevitável.

Detective
 

Detective, sem perceber, havia caído em uma armadilha. A sua liberdade lhe fora tomada sem piedade alguma, e junto dele, estava sua mais nova assistente, Lara. Ela parecia ter sofrido com a cólera daqueles criminosos e havia caído na mesma prisão em que Detective agora estava. Como ele dizia para ela, o plano havia falhado, e miseravelmente. Apesar de tudo, ele parecia ter uma carta na manga. A sua vida era facilitada no final das contas, uma vez que os criminosos fizeram a boa ação de não o revistarem. Sua lupa e seu canivete ainda se encontravam em sua posse.

Apesar de sua mente trabalhar rápido na coleta dos fatos, ele pensava mais em Lara naquele momento, afinal, seu descuidado havia custado a ela a sua liberdade, pelo menos por enquanto. O homem agia como um "pai" para a mulher, afinal, tinha a idade para tal. Ele perguntava como ela estava e se desculpava.

— Estou bem, obrigada. — acalmava o coração do detetive. — A culpa não é sua... O plano teria dado certo se eu não tivesse sido pega. — ela sentava em posição fetal e abraçava os próprios joelhos, afundando seu rosto no vão que sobrava. Era a primeira vez que ela mostrava sinais de algum sentimento desde que Detective a conhecera.

O homem também parecia expor sua tristeza, porém, Lara não conseguia ver no momento. Ela se retraía naquela situação, como se ela se culpasse por todo aquele ocorrido que viera a importunar a vida dos investigadores. Apesar disso, Detective ainda mantinha sua compostura. Ele rapidamente analisava a sua situação, e via que suas algemas se encontravam nas suas costas. O homem podia ser sênior, mas ainda possuía certa flexibilidade. Formando um arco com sua mão, ele passa ambas as pernas pelo vão que aparecia, com o objetivo de posicionar as algemas na parte frontal de seu corpo. O seu ato era bem sucedido, com uma certa dificuldade, mas bem sucedido. Suas algemas agora estavam localizadas em sua fronte, e a movimentação de seu corpo se tornara mais fluída e possível.

Com um pouco mais de esperança, ele tentava acalmar Lara. Suas palavras chamavam a atenção dela com suas serenidades e cavalheirismos, e acalmavam seu coração aflito. Seu rosto corava um pouco e ela se acalmava finalmente, até abrir a boca para uma análise no fim da fala de Detective.

— Não os subestime, Sr. Detetive. — ela o alertava, e continuava. — Lembre-se que mesmo que eles tenham cometido um erro com Thales, Arthur foi capaz de reverter a situação e nos colocar aqui. Ele é um homem que sabe jogar com as cartas que tem. — comentava com o detetive após analisar todos os atos do inimigo até o presente momento.  

Detective seguia por pegar, com dificuldades, seu canivete. Seu objetivo era rasgar uma parte de sua vestimenta para limpar a maquiagem borrada de Lara, gentilmente, é claro. E assim o fazia. Com seu objeto cortante, ele rasgava um pedaço da regata que vestia. Essa ação mostrava um corpo parcialmente danificado pelo tempo, mas que manteve sua glória e parte de seus músculos tonificados. Ele usava o retalho para delicadamente passar no rosto macio de Hëzil, que olhava para ele com uma expressão simpática e grata ao mesmo tempo. A mão gelada da mulher pegava na mão do investigador, e ela o agradecia.

— Obrigada, Detective. — ela sorria e mostrava seus dentes alvos como a neve. Seus olhos se contraíam nos cantos formando um sorriso genuíno. As mãos da mulher soltavam a dele, e ela pegava o pedaço de pano, não hesitando para limpar seu rosto e lábios. Detective prosseguia por sentar no chão úmido e frio da cela, enquanto abria sua boca para falar com Lara novamente. Suas palavras soavam como sabedoria infinita nos ouvidos atentos da assistente, que não perdia sequer um segundo daquele pequeno monólogo, que soava, quiçá, como um poema. A pergunta que seguia a oração do homem a afetava por um segundo, mas ela logo se recompunha com uma resposta. Ela, ao fazer isso, sentava assim como Detective, e percebia a intenção do homem. Eles iriam descansar, rever seus conceitos, conhecer melhor um ao outro e sair daquela situação em conjunto. Lara começava:  

— Sou a filha caçula de 7 irmãos e irmãs. Sempre fui desprezada em casa, já que todos os meus consanguíneos eram bons em cada coisa. Meus pais nunca esperavam que eu pudesse superar eles. — ela começava, enquanto olhava para o horizonte em pensamento profundo. As palavras apenas saíam de sua boca como uma cachoeira. — Eu trabalhava duro e cada dia mais diligentemente. Mas eu não poderia ser melhor na esgrima do que Robert, ou uma boa política como Paul. Jamais poderia pintar quadros que nem Jasmine ou escrever poemas e livros como Michael. Eu não poderia me formar na academia mais renomada que conhecíamos como os gêmeos Matt e Natt, muito menos me tornar uma grande pessoa como minha irmã mais velha, Victoria. — pausava por um momento para poder se acalmar. Seus olhos se enchiam de lágrimas e se tornavam um pouco avermelhados, mas ela não se deixava vencer. — Olhando agora com outros olhos, eu vejo que aprendi bastante apenas observando eles, mas na época, eu tinha imbuído em meu ser o fato de que jamais poderia superá-los... em nada. — continuava um pouco aflita após uma pausa de alguns segundos, que pareciam eternidades. — Bom, uma coisa em que eu superava eles era minha curiosidade. Eu acabei com a maioria dos livros da biblioteca de minha casa. Aprendi várias coisas, algumas incomuns como criptografia e psicologia. Também se tornou de meu conhecimento as matérias de lábia e leitura labial, até mesmo anatomia humana. — ela falava nesse momento com um certo orgulho. — Enquanto crescia alheia à família, uma paixão pela justiça e por conhecimento passou a tomar meu coração. Nunca tive amantes, ou até mesmo grande amigos. Tive apenas a mim mesma e meus sonhos. E foi nessa época que conheci Smith. Ele me acolheu e me deu um emprego. — ela parecia pensativa nesse momento, mas continuava a falar. — Nessa época eu aprendi sobre o bem e o mal. Sobre as mazelas do mundo, mas também sobre suas bondades... — ela agora olhava no fundo dos olhos do homem que estava em sua frente. — Quando cheguei a esse ponto, eu me decidi. Eu nunca mais iria me diminuir, nem mesmo me subestimar. Eu iria seguir meu caminho, até que este não fosse mais o suficiente para mim, e então eu buscaria por mais. Não descansaria até que me tornasse um corpo de conhecimento e sabedoria. — ela se tornava determinada, e toda a tristeza que antes se via em seus olhos desaparecia em instantes. Sua ganância quase quebrava o senso-comum da palavra, e aplicava algo positivo para seu significado. — Passei por muitas coisas desde então, e cá estou. Me tornei fria, talvez um pouco apática, mas não me arrependo da jornada. — concluía, olhando profundamente nos olhos do investigador. — E você, Sr. Detetive? Qual a sua hstória? — indagava curiosa, para receber uma resposta que a princípio lhe parecia decepcionante, mas depois via que se tratava de fatos.  

— Para alguém tão amante de mistérios, viver sua vida deve ser um grande privilégio eterno... — comentava para o homem, que dissera o pouco que sabia sobre si mesmo: o que ele não era. De fato, sua própria existência era o mistério que o senhor nunca resolvera, e esse fato martelava a cabeça do detetive. Seu desencanto parecia óbvio, mas isso não o levava para a tristeza.

Assim como aquele momento começava, ele acabava: de forma rápida. Detective visava aproveitar o tempo de prisão da melhor maneira possível, e para isso, queria aprender algumas coisas com Lara. Como ele já havia ouvido antes e há alguns segundos atrás, ela possuía conhecimento em criptografia e psicologia, áreas que ele se mostrava deveras interessado. Ele então pedia para a moça lhe lecionar.

— Você tem certeza que aqui e agora formam um bom lugar para aprendizado? — ela questionava o erudito, que a respondia logo após a dando uma resposta. — Bom, se é assim, então não vejo problemas. — dizia Lara enquanto Detective procurava por sua lupa em seu bolso. Como se tivesse feito um grande achado, ele se aliviava ao ver que ela estava em sua posse ainda. — Creio eu que na atual situação, começar com criptografia seja o melhor. Preste atenção em minhas palavras, e guarde-as. — ela dizia para ele e começava sua "aula". — Criptografia se trata de um conjunto de várias maneiras distintas de esconder uma mensagem em baixo do nariz de uma pessoa, sem que ela consiga entender seu conteúdo. As únicas pessoas que conseguem compreender o que uma cifra quer dizer são aquelas que possuem a "chave" ou aquelas que conhecem o código, ou nessa mesma analogia, a fechadura. — ela o introduzia para a matéria. Detective se mostrava um exímio aluno, prestando atenção a cada uma das palavras que saía da boca de Lara. Ele tomava anotações mentais e as guardava dentro de sua mente esperta. — Como eu disse, existem diversas formas de se fazer isso. Grande parte das criptografias já foram ensinadas e quebradas com o tempo, porém, novas sempre nascem, assim como maneiras de quebrá-las. Isso é um processo natural, e só existe uma maneira de se aperfeiçoar: estudando. — tratava mais uma parte da matérias que parecia ser densa, mas na realidade não era tanto. Ela logo passava para a próxima parte. — A grande vantagem em se ter esse conhecimento, é criar sua própria cifra e compartilhar a chave para a mesma com seu destinatário. Foque nos padrões, nos detalhes, nas dicas e até nas entrelinhas. — ela finalmente o introduzia para os "básicos" dessa matéria. O próximo passo? Um exemplo prático. Lara tirava do bolso de suas vestimentas um caderno com uma caneta, familiares para Detective. Ela prontamente começava a escrever de maneira extremamente concentrada.

— Essa, é a Cifra de César. — ela mostrava para ele o caderno que estava escrevendo até alguns segundos atrás. — Não sei quem é esse Sr. César, mas essa é uma cifra básica, apenas para te dar uma ideia de como elas funcionam. — ela começava sua explicação, dando o caderninho na mão do homem. — Como pode ver, ela utiliza do alfabeto e uma chave para quebrar seu código. A chave representa o tanto de letras que irão ser adiantadas quando comparado um alfabeto com o outro. Aqui, você pode ver a chave sendo igual a três. — ela dizia apontando para as partes importantes do caderno.

Caderno:
 

— Essa é uma criptografia simples, mas apenas com a chave alguém pode quebrá-la, entendeu? — com uma expressão animada no rosto, ela lecionava seu primeiro aluno. Detective se mostrava animado com o assunto, tanto que fazia uma proposta para Lara, que imediatamente reagia. — Ótimo! Seria algo curioso, realmente. O que tem em mente, Sr. Detetive? — ela indagava olhando inocentemente para o homem que fizera a proposta.  

Klaus


A primeira luta de Klaus nas novas terras se iniciavam, e com ela, a emoção do rapaz vinha à tona. Seu coração batia mais forte, e a adrenalina corria pelas suas veias, fazendo-o atingir o ápice de sua performance. O oponente, que não parecia ser qualquer um, não ficava para trás. Ele reagia e conseguia alguns golpes em Sunwizer, que não reagia a tempo de um outro contragolpe e finalmente caía no chão. Estaria totalmente errado, porém, quem dissesse que ele havia perdido aquele embate. Não. Para o rapaz, aquilo estava apenas em seu início. Ele proferia palavras de parabenização para seu inimigo, que não reagia a essas frases, estando agora totalmente focado naquela luta que poderia determinar o seu futuro.

Enquanto a espada do homem descia no peito de Klaus, ele já havia preparado sua reação. O jovem havia, desde o começo daquele embate, analisado cada movimento do homem e seus padrões temporais, analisando o "timing" de cada um de seus ataques. Tais conhecimentos o fizeram aprender mais sobre seu oponente, e um contra-ataque que se mostraria perfeito para a tal ocasião. Sem delongas, ele iniciava sua reação.

Pegando um punhado de areia em suas mãos, o jovem combatente realizava um truque literalmente sujo, e jogava a massa nos olhos de seu oponente, o deixando temporariamente cego. O rapaz, que já estava na metade de seu movimento, não conseguia pará-lo agora. Com uma das mãos limpando o olho e a outra espada descendo ferozmente até o chão agora vazio, ele não conseguia reagir a uma rasteira que Klaus preparava logo após sua recuperação. As pernas de Sunwizer passavam varrendo o solo, encontrando os membros do inimigo, o fazendo cair de bruços no chão, com uma das espadas fincadas no solo o dando apoio.  

Aproveitando o tempo de cegueira que o inimigo tinha, Sunwizer tentava um soco em seu ombro enquanto ainda estivesse no ar após a rasteira, porém, isso não se tornava possível, uma vez que o inimigo caía muito próximo do chão. Ele se recuperava dos seus olhos tampados parcialmente e começava seu contragolpe. Com suas duas pernas, ele realizava uma espécie de tesoura em Sunwizer, colocando um de seus membros inferiores de um lado, e o outro em um lado oposto. Fechando suas pernas, Klaus perdia equilíbrio e caía com o rosto no chão. Seu inimigo rapidamente levantava de sua posição e se colocava em posição de combate, iniciando uma outra investida.  

Sunwizer não era leigo no combate, portanto, rapidamente apoiava sua mão direita no solo e a impulsionava para se reerguer rapidamente. Ele tomava nota da lâmina que vinha em sua direção ferozmente e sem demoras agia. Ele desviava do corte e segurava o pulso de seu inimigo, o puxando para a mesma direção a qual ele já vinha. O momentum extra que seu corpo em aceleração ganhava o deixava sem equilíbrio, e essa era a motivação de Klaus. Com seu inimigo caindo de bruços no chão, ele aproveitava o pulso que estava preso em seu aperto para torcê-lo e puxá-lo contra as costas daquele meliante. O jovem não parava de puxar para cima até que ouvia um estalo. Crack! Um alto som era ouvido, seguido por um alto grunhido de dor de um rato cercado. Com isso, ele havia inutilizado uma das mãos do inimigo, porém ainda havia a outra.  

Como um último pingo de esperança, ele segurava firma a espada da sua mão esquerda, e direcionava ela até a coxa de Klaus, que estava exposta naquele momento. Porém, como já dito anteriormente, ele não era um amador no combate. Novamente, o rapaz segurava o pulso do homem e o torcia igualmente naquela posição. Ele imobilizava ambas as mãos do home, que agora não possuía esperanças de uma vitória, e talvez nem mesmo de ver o próximo nascer do Sol. Sua determinação estava quebrada, e mesmo que ele se debatesse ali, não possuía chances de ele sair vitorioso desse embate.
 
Klaus chamava a sua "parceira" para desarmar o homem, e com um sorriso no rosto, o elogiava antes de nocauteá-lo. Com um golpe forte e direto, um soco era desferido contra a cabeça do meliante, que "quicava" chão antes de ficar totalmente imóvel. Sua respiração ficava calma e serena conforme seus olhos negros se fechavam lentamente. A mulher que estava com ele tirava uma pequena corda de sua cintura e amarrava as mãos estraçalhadas do inimigo, que não podia mais relutar no momento, nem se quisesse.

Nesse momento, era hora de levar ele para a base e conhecer o resto do pessoal. — Vamos para o esconderijo. — a voz serena enchia os ouvidos de Klaus, que parecia ansiar por esse momento, antes de sair andando, virando as costas para o mesmo. Caso ele aceitasse a seguir, eles andariam por alguns bons minutos pela Cidade Branca. A luz do luar iluminaria a grande cidade, os abrindo caminho para enxergar até mesmo os lugares mais obscuros daquele lugar. Eles seguiam por ruas e avenidas, até chegarem em um beco nada luminoso. Seu interior possuía um mau odor, que fazia alguns olhos até mesmo lacrimejarem. Poças de água eram encontradas por todo o lugar, e ratos, juntos de alguns insetos, se banhavam e matavam suas sedes nesses locais. Eles não possuíam medo dos humanos que confiantemente andavam pela escuridão até uma porta de ferro no fim sem saída do beco. Aquela porta marcava a entrada da base dos seguidores de Robert. Dentro dela, Klaus via a esperança de encontrar sua tão sonhada caça, enquanto outros viam a esperança de se vingar de um criminoso maquiavélico.



Informações sobre a investigação:

Histórico:

Legenda / Npc's:

Considerações:

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"Assume the position to get back on your knees"



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Alvorada dos Monstrorines!

O combate agora parecia ter o seu fim, o espadachim havia tentado de todas as formas conseguir me derrubar e me vencer, porém, a vitória era minha, finalmente conseguia o imobilizar deixando seus braços sem função por algum tempo, até que alguém consertasse, ou não, não é mesmo? Após a ajuda da minha companheira, e o homem estar amarrado, a mesma dizia para seguirmos ao esconderijo, eu a olhava calmamente e terminava de prender bem firme o que amarrava o homem, e então a seguia.-Claro! Vamos logo antes que mais deles cheguem.

Com isso, a mulher tomava a dianteira, e eu a seguia colocando o homem sob meus ombros o carregando após o mesmo estar apagado, o caminho era de certa forma sombrio, afinal a noite já havia caído sobre nós, porém, a luz da lua iluminava a nossa caminhada até uma espécie de beco, sujo, fedido e que parecia estar abandonado, ratos por todos os lados, um cheiro horrível e poças de águas estavam naquele buraco.-Parece que deixaram alguém morrer por aqui... Dizia enquanto caminhava seguindo a mulher, buscando quem sabe quebrar o gelo.

Logo chegamos ao final do beco, um portão de ferro era visto, e logo o mesmo se abria, tendo todos os seguidores do velhote lá dentro, eu entraria calmamente e quando estivesse dentro, jogaria o corpo do homem no chão.-Não se preocupe que ele não tá morto, só com os dois braços quebrados… Esse porra deu um pouco de trabalho, mas conseguimos resolver. Olharia para a menina que havia ido comigo, e logo direcionava meus olhos ao velhote, agora em um ar mais sério e um olhar mais afiado.-Espero que tenham alguém pra tirar informações dele… Preciso comer e beber algo, vou deixar isso com vocês, velhote! Assim, tomava meu caminho indo até algum local que tivesse coisas para comer e para beber, sendo ali dentro ou não, afinal, eu não sabia se deixavam coisas de comer em seu esconderijo.

Minha parte do acordo havia sido cumprida, e agora era com eles a retirada de informações daquele homem, porém, antes de eu seguir, eu olhava diretamente para todos ali, e pronunciava algo que se o homem finalmente estivesse acordado, poderia ouvir, porém, se não estivesse não teria problema, afinal eles mesmos poderiam dizer a ele quando acordasse.-Se ele não colaborar… Eu volto para matá-lo, alguém sem um uso não pode viver solto por aí, não é mesmo? Espero que consigam algo dele, se não eu vou voltar para buscar a alma dele, podem avisar quando ele acordar! Ah, já ia esquecendo, tem alguém que possa cuidar desses cortes pra mim? Estou indo comer, se tiver alguém por favor venha até mim. E com isso saía caminhando calmamente para onde quer que tivesse comida e bebida.




Histórico:

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 Shuuma10

Que venham inimigos...
Meu martelo grita com vontade!
De eliminar fracassados, claro.


1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
Não demorava muito até que os meus parceiros chegassem, mas, sem dúvidas, aquela pequena era uma ‘figura’. Não pestanejei para logo apresenta-la ao Barto, claro, ele estava acabado! VITATATATATA! O único fato estranho que me deixava, parcialmente perplexo era o fato de que o Thork não demonstrou sequer um arranhão. Lógico que eu estava confuso, mas tudo só tinha uma explicação! O oponente dele deve ter sido o mais fraco e patético de todos. Não é querendo menosprezar meus parceiros, mas eu era o melhor e mais forte dentre nós, claro. Não importava o que eu analisasse ou permanecesse meditando, mas essa pequena não parava me ficar braba comigo e gritando por qualquer motivo, mas quando ela perguntou quem eu era... – Calma, pequenina, já que você faz tanta questão de saber quem eu sou... Eu sou o super Pippão! Fruto de uma vontade divina. O mais belo e mais forte guerreiro do North Blue!Terminaria, claro, com uma pose bem eventual no momento, até tirando a faixa que cobria meu peitoral no atual momento.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 7c5b00ad37aea94762c60096f7a78fe87697727a_00

Óbvio que eu impressionaria tudo e todos naquele momento com o meu peitoral muito bem definido e esplendoroso, mas não era hora para show, precisávamos ir atrás do DT! Mas, depois de gritar, chamando a atenção do Smith, e não ter resposta, estava quase cogitando uma ida às cegas, afinal, nosso companheiro estava em perigo e nós não poderíamos deixar isso passar. Mas quando estava perto de começar a falar algo para o grupo e cogitar nossa ida, o Smith apareceu, como se estivesse se achando o cara. Puts... olha esse cara. Atrasado. E desapareceu do nada sem dar respostas quando exclamei com minha imponente voz. Ele parece ser bém patético...Vamos, pessoal! O DT precisa de nós!Pautei, olhando para o Thork, em seguida, da cabeça aos pés. – E você...Suspirei. – Tá precisando treinar um pouco com pessoas mais fortes! Enfrentando fracassados, você vai terminar não conseguindo chegar em lugar nenhum, puff. Alguma hora vamos duelar e eu te mostrarei o que é um oponente digno.Terminaria, cogitando um duelo futuro onde eu, evidentemente, estraçalharia o respectivo lanceiro.

Enfim, precisávamos seguir e parar de perder tempo, afinal, o DT poderia estar correndo um risco de vida. Apesar do meu bom tempo morando por aqui e impondo o meu respeito nessa região, esses malditos nobres pareciam não ter conseguido mudar nada. Nós não demoramos muito para chegar e nossos perspicazes largos passos. Talvez o Smith tivesse sofrido um pouco mais para tentar nos acompanhar, mas é da vida.

Chegando até o estabelecimento de um nobre famoso daquela região, logo pude ver bem o Sargento Smith mudar um pouco de minha concepção à seu respeito, afinal, ele conseguiu se impor fortemente contra um Nobre por aquelas redondezas. Mas agredir dessa forma sufocando e estendendo não era meio demais? A não ser que ele já tivesse algumas provas para esse ato, mas, como não sei, nada posso indagar, apenas analisar bem e obedecer. Arf, patente de Soldado é isso. Mas em meio à meus pensamentos por fora da parte daquele estabelecimento que, evidentemente, não cabíamos, pude entender que o Smith estaria enforcando o Nobre e o interrogando, afinal, sua voz era bem imponente. Mesmo não podendo ouvir respostas interessantes nesse rápido interrogatório, era evidente que ele estava escondendo alguma coisa, e um grupo fortemente armado de homens nos cercou, apenas comprovando que o Nobre estava escondendo algo sobre os crimes que acontecendo estavam.

Era certo de que problemas não paravam de surgir e um embate já estava prestes a acontecer, mas, sem as ordens do Sargento eu nada poderia fazer, mas já matinha firme e empunhado o meu sagaz martelo de combate. Quando pude ouvir o sinal: - Já era hora! VITATATA!Concluí, já começando a vibrar minha marreta de empolgação. Estava claro de que haviam, aproximadamente, dez homens armados ao nosso redor, provavelmente tentando se impor contra meus companheiros, porque, contra mim... para tentar se impor contra mim, deveriam ser uns cem, só para mim, para tentar me atrasar em alguma coisa, porque me vencer? Puff, nem com mil. Eu não tenho nem muito esforço para derrotar fracassados.

Minha arma clamava por luta, por derramamento de sangue, por ossos de fracassados sendo estraçalhados! Eu apenas precisava seguir conforme a música tocava, e não estava disposto a ser atacado por esses incompetentes. – Esses quatro são meus!Eu não sabia ao certo quantos estariam passíveis de receber ataques provenientes de mim na supracitada situação, mas era claro que eu estava fielmente disposto a acabar com a maioria, e, executando um perspicaz salto, estava plenamente disposto a executar um claro ataque executável com princípios da física. Em um perspicaz conhecimento meu, estava bem claro que, em um salto, eu teria fiéis condições de voltar ao solo com mais força e impacto, proveniente da gravidade, e, convicto disso, o fiz sem pestanejar. Não pude ver claramente quais eram suas armas, mas à medida que eu me impunha em saltar, comecei a vibrar meu martelo no ar, enquanto, com o braço esquerdo, me sobrepus em proteger as partes mais sensíveis de meu corpo, copo rosto, por exemplo, mas à medida que a gravidade começasse a me puxar para baixo, utilizei de toda a minha maestria com meu martelo para impactar o solo em um golpe digno de um ser divino. Sim! Eu não alvejei inimigos diretamente, mas óbvio que quem não conseguisse se esquivar à tempo, seria fortemente amassado.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 Screen16

O meu verdadeiro alvo era um solo. Solo este que, depois do impacto, entraria em um tremor proveniente de uma imponente vibração. Esta que, obviamente, atrapalharia qualquer um dos fracassados que por ali estivesse, talvez até os desconcertando ou até mesmo os desequilibrando. Momento, este, perfeito para que eu pudesse, rapidamente, executar meus verdadeiros ataques. Talvez em um giro horizontal, com minha impecável marreta, conseguisse acertar até mais de um, quem sabe, mas meu propósito seria dar conta de, pelo menos quatro, não só me guiando em um único ataque horizontal, pois à medida que tentei fazê-lo, era provável que alguns tentasse e, possivelmente, conseguissem se esquivar, mas ainda era possível que a tentativa fosse meio desnorteada pelas vibrações implantadas no referido lugar. Mas calma, eu estaria disposto a efetuar mais golpes horizontais, ou até mesmo um vertical descendente, para eliminar um alvo único restante. Mas claro que se, em algum determinado momento, eu pudesse notar algum ataque sendo alvejado contra mim no momento pós-golpe contra o solo, eu, obviamente tentaria combar o ataque horizontal com uma defesa, mas como assim, Pippão? Óbvio, no lugar de pensar em me esquivar, minha defesa seria rebater, pois, além de improvável, eu não conhecia alguém que conseguia bater de frente com a minha força, e, deste modo, possivelmente conseguir bloquear qualquer que fosse o ataque, testando, claro, a força de meu antagonista, pois, se estava disposto a me atacar, deveria também estar disposto a receber um golpe! E que vença o mais forte VITATATATA!

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 Screen15

Após meus impecáveis e destruidores ataques singulares, eu ficaria bem atento à qualquer fala de meus companheiros, pois era evidente que precisávamos também auxiliar o Smith, já que, porventura, era nosso superior. Escutando qualquer tipo de alarde favorável para que eu parasse de focar nos fracassados que ao nosso redor estavam, isso se eu já não tivesse acabado com todos eles, eu estaria disposto a avançar contra todo aquele estabelecimento. Pautando minha inigualável e sagaz força em um único golpe contra todo o teto de cinco metros que nos barrava de entrar no referido lugar. Em um golpe preciso, pretendia arrancar todo o teto, se não já arrancar um grande pedaço e deixar uma visível rachadura em todo o resto, para poder possibilitar nossa visão adentro do referido estabelecimento. Mas claro que não faria esse movimento em uma região próxima ao Sargento, afinal, não tinha planos de, acidentalmente, acertar o Smith: – Onde está o DT!! Sucumbam, malditos!Pausei minha fala com mais um golpe contra a casa de Flamesworth.Um golpe horizontal, sempre alvejando quebrar e lançar vestígios de meu ataque como telhas ou cimento para os lados e não no lugar, pois eu não tinha planos de acabar prendendo o Smith.


Histórico:
Objetivos:
Personagem:


Vitaminado Pippos



Última edição por Pippos em Qua Jun 02, 2021 6:44 pm, editado 1 vez(es)

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 Zx5fIGC

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~ Pontos ~



Me intrigava, sua história. A garota crescera em meio a uma miríade de familiares. Ali via que nem tudo é flores; há sempre um problema por trás da sorte que nos é dada em vida. Sua realidade era inimaginável para mim, que tão novo fora despejado ao mundo. ~ Pobre garota. ~ Refletia, encantado, no entanto, triste por sua narrativa - Somos bem diferentes, senhorita. - Assertava, esboçando sorriso leve. - Seu conto é uma das coisas mais interessantes que já tive a oportunidade de ouvir. Tenha como um elogio. Um dia, caso queira, talvez a fale sobre a vez que descobri uma misteriosa raça, um anão ladino, que roubava frutas de uma feira no East Blue. Obrigado por confiar em mim. - Concluía, em gratidão sincera.

Não tardávamos a nos ater ao aprendizado da tão aguardada perícia que almejava - Criptografia - Que ótimo que aceitou!! - Me punha a dizer, expressando ainda mais gratidão que antes. O processo parecia algo complexo. A menina, cujo profissionalismo era cristinalino, entretanto, fazia-o parecer palpável e compreensível. - Entendo, entendo. - Assinalava por entre os seu ensinamentos. Sua didática era boa, tinha propriedade no que falava e, para além de tudo, esboçava eloquência no curso do ensinamento. Apresentando-me à prática da arte, logo me dava um pequeno teste... um desafio, por assim dizer. ~ Quem será esse César ~ Ponderava inutilmente, sabendo que era um mistério muito aquém de oportuno.

Me compunha. Apesar de tudo, aquele era o momento para me ater realmente ao esforço - esforço mental - que me faria internalizar de uma vez por todas esta proficiência. Meu cérebro, ao longo dos anos, se habituara ao raciocínio lógico sequencial. A criptografia, contudo, causava um estímulo consideravelmente diferente. Passava momentos intensos com o problema em vista. Usando de minha lógica, minha experiência e dos saberes passados por Lara, eu finalmente conseguia, eu entendia tudo. Na resolução do percalço, eu diria felicidade.- Vamos sair daqui, madame? - Fitando-a de forma esperta e engraçada, para brincar com o fato de ter desvendado o anagrama.

Ao referir-me à língua secreta, logo a senhorita H (apelido carinhoso) respondia-me em semblante de curiosidade. - Vou te dizer o que eu pensei! - Relatava criativo. - Seria uma língua parecida com a nossa, mas não igual, mudaríamos os artigos e pronomes, refaríamos os verbos mais usuais, para dar-los um toque mais pessoal, alocaríamos perífrases para enlargecer o idioma e o fazê-lo ainda mais difícil de se entender. - Concluiría, já mudando minha tonalidade vocal para dar uma amostra do que seria a língua. - Esta es la lengua que yo creé. Una versión al menos, a tu te gusta? - Perguntava, enquanto puxando seu caderno e seu lápis para anotar suas nuances, não esperando que entendesse, mas já pronto para a dar todas as informações pertinentes para que o fizesse.

Depois de passá-la o seu caderno, eu me levantaria e iria para o próximo passo. - Agora irei fazer algo para que possamos sair daqui, mademoiselle. - Pausava e pegava novamente meu canivete, o direcionando à fechadora. Com minha proficiência de arrombamento, algo que desenvolvi ao longo dos anos de forma altiva - dadas as muitas situações de fuga e invasão que enfrentei - achava totalmente possível sair daquele recinto. Caso não conseguisse, sentaria em desalento e deitaria logo após. Caso conseguisse, falaria - Ótimo, agora... furtivamente, vamos adentrando. - Com um gesto, ainda algemado, pediria para Lara seguir meus passos. Entraria por entre os corredores até o local mais barulhento. Caso não houvese barulho, continuaria em passadas mais rápidas. - Nossa preocupação será, agora, achar provaas cabais de que Arthur realmente fez o que fez, senhorita - Exprimia para a moça, já vasculhando o que pudesse no caminho. Fosse de uma caneta que se parecesse com a que tinha a tinta das cartas ou qualquer outra coisa. Caso visse algum brutamontes, tentaria me por furtivo, escondendo Lara, caso não visse, ou visse qualquer coisa, continuaria na vasculha, até achar algo que fosse sensatamente bom para mostrar a Smith.




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O Dragão Indomável


A chegada a então residência de Flamesworth, cujo local estava explicito que a nobreza lá residia, seria impossível não desfrutar daquele terreno repleto de regalias. “Huuh, esqueço que os nobres tem mania de ostentar.” Pensava comigo enquanto observava o sargento tomar a frente.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 CtQwMOr

Não tardou para o marine ser atendido pelo burguês que lá habitava. Sinceramente, desconhecia quem viria receber nossa chegada. Entretanto, era notório o cagaço que aquele homem viria a tomar com a nossa inusitada visita. ~ Heeh! Parece que alguém ta devendo no cartório! Proferia em um tom baixo enquanto permanecerá alerta para com os nossos arredores.

O sargento Smith estava ansioso e um pouco nervoso, antiprofissional de sua parte, mas infelizmente não poderia culpa-lo. Afinal de contas, se algo realmente viera acontecer com um civil, é sua cabeça que está em jogo. Dito e feito, o sargento perdia a total compostura e apanhava o sujeito como se fosse um saco de bosta. “Ei, ei, ei! Isso lá é jeito de tratar alguém que nem sabemos se é o culpado?” Divaga comigo por alguns instantes, permanecendo em silencio e apenas analisando.

Logo pressentia que a situação terminaria em sangue; justo e obvio dizer que seria o sangue daqueles a nossa volta. Dito e feito! Estávamos cercados por humanos, precisamente dez deles. ~ Ora, ora... proferia com tranquilidade, apesar de já estar atento a um possível ataque a um bom tempo. ~ ...os que desejarem a morte, podem dar um passo à frente! Já os que preferirem a prisão, lhes permito a rendição! Kekekeke. As palavras seriam claras, sarcásticas e um pouco sádicas; o sorriso frisaria bastante isso.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 Fgbgsud

A voz do sargento ecoava pelo pátio e seria tão clara quanto a neve. A mão que antes estava relaxada, eclodia em uma tensão bastante avida. Os dedos escorregando pela haste da Naginata, como se fosse uma dama virgem, a empunhava com tanta destreza quanto sede por empalar aqueles diante de nós. ~ Hoo. Sua coragem é louvável, camaradas! Indagaria olhando para os guardas enquanto a lança seria levemente direcionada a lateral, deixando a ponta da haste descansar sobre solo.

Olhava para o soldado Pippos que estava tão empolgado e frenético quanto um touro com suas bolas apertadas. “Ufs, essa geração mais jovem é tão impaciente.” Soltava um suspiro ao mesmo tempo que divagava por alguns instantes. ~ Certo, certo... ficarei com esses atrás de mim. Responderia o soldado Vitaminado enquanto viraria de costa para os marines e andaria alguns passos em frente.

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A expressão dessa vez seria um tanto mais séria, mas não antes de expressar um boa risada para provocar os humanos diante de mim. ~ Thororororo! Estão esperando o que? PODEM VIR PRO PAU!!! Vociferaria ferozmente enquanto ergueria para o alta a Naginata, empunhando com a mão dominante, e começaria a gira-la com habilidade e astucia.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 1c8K9Oj

Assim que o primeiro avançasse, ou mais de um, almejaria utilizar o próprio ataque do guarda(s) contra ele(s) mesmo(s). Aproveitando da força centrifuga ao qual a haste estaria recebendo, jogaria pela lateral a lâmina com objetivo de cortar tudo e a todos em sua frente. Lançando um contra-ataque simples, direto e eficaz em meu conceito. Considerando a evasão ou bloqueio por parte dos inimigos, sem dar descanso a eles, soltaria a haste, por uma fração de segundo, devido estar utilizando uma pegada supinada para então inverter a pegada para pronada e retornar o ataque aproveitando a ponta da haste para atacar com uma ofensiva lateral novamente, mas dessa vez invertendo o lado.

Era natural enfrentar oponentes menores, principalmente humanos. Já estava adaptado e habituado a ajustar os ângulos dos golpes, exatamente por isso que os golpes com a lança seriam regulados para ter uma queda no momento que fosse executada. Aproveitando boa parte do comprimento da arma com intuito de ter um contra-ataque bastante eficiente.

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Ainda que pudessem ter escapado do meu contra-ataque, ou alguns tivessem resistido para com o corte, viria então inverter novamente a pegada na haste e usar a lança com objetivo de bloquear o ataque dos inimigos, caso viessem a atacar em seguida. Os instintos afiados como minha lâmina e a experiência esculpida em meus músculos só acrescentariam durante o combate, que obviamente seria desfrutado por mim. Usaria qualquer parte da Naginata para defender o ângulo que fosse direcionado o ataque inimigo. ~ Nada mal jovem. Mas te falta muitos anos de treinamento ainda para ferir esses monstruosos músculos! Diria com uma expressão levemente aquilatar, determinando seu valor.

Sem delongas, ergueria para o alto a lâmina da lança e deixaria despencar como uma guilhotina prestes a tomar a vida do opositor. Agregando minha sublime força que percorre este corpo abençoado como também com auxilio da gravidade, propagando assim um corte vertical devidamente poderoso como fatal, se bem exercido e possivelmente atingido.

Naturalmente estaria atento aos inimigos a minha frente quanto os aliados atrás. Caso algum deles fossem arremessados contra mim, tonificaria os músculos do corpo pisando com o pé um pouco mais a frente para então centralizar a força do corpo e receber a colisão. Não deixando o aliado perder a compostura ou equilibro. Considerando os seus ataques, tentaria não entrar no raio de alcance deles, bem como também consideraria o oposto; eles não entrarem no meu. Apesar de que se viesse ocorrer... nada melhor do que um bom impacto de lança para deixá-los espertos.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 Fn9YE9V

Caso obtivesse êxito em derrubar um ou mais dos adversários, e notasse a persistência por parte deles, acabaria sendo benevolente. ~ Por mais que seus espíritos desejem a vitória, aqui vocês não encontraram. Ponderaria com um pouco de carisma e tentando persuadir os que estivessem de pé. ~ Só a prisão ou a morte lhes aguardam! Estão dispostos a seguir em frente? Por esses nobres que provavelmente nem sabem seus nomes! Sinceramente não precisava perder tempo tentando dialogar com esses guardas. Entretanto, era perda de tempo lutar contra eles, uma vez que, aquele quem deveria responder era ninguém menos que o dono dessa mansão.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 0FldPPH

Caso eles permanecessem quietos ou negassem minha generosa oferta, soltaria um suspiro e então viria falar para os aliados atrás de mim. ~ Soldados Pippos e Bartolomew! Rugiria de forma autoritária. ~ Deem prioridade ao Detetive! Sigam em frente! Eu cuidarei dos que sobraram! Minhas palavras seriam convictas e obstinadas. Afinal de contas, aquele que estava em melhores condições era eu! Justamente por isso seria mais adequada eu segurar e finalizar esses lixos. Se todos nós permanecessem ali, não só seria perda de tempo como também desnecessário. Apesar da personalidade do meio gigante Vitaminado ser bastante egocêntrica e obstinada, sua inteligência não desapontava. Seria fácil ele entender a situação bem como confiar em mim para lidar com os que ainda persistiam em negligenciar sua derrota. ~ VÃO! DEIXEM QUE EU VOU ENSINAR ESSES GAROTINHOS QUE A VIDA NÃO É UM MAR DE ROSAS! Viria novamente a balançar a lança até a acoplar sobre a lateral e direcionar ela num ângulo inclinado.






  • Posts: 10
  • Ganhos: Naginata;
  • Perdas: ~x~
  • Players/NPCs:
    Pippos Vitaminado;
    Bartomolew;
    Detective;
  • Localização: Flevance ~ North Blue
  • Objetivos:
    ~ Obter uma Naginata/Lança;
    ~ Conhecer Gaiden, Denki & Drake.
    ~ Concluir 3 missões;
    ~ Subir de Patente;
    ~ Treinar Ambidestria;
    ~ Ganhar boa Fama;



PdV: 5000
STA: 100

Força: 240   [+120 Raça] [+60Edc] [+20 Arma]= 440 ~ Hábil ~
Destreza: 0 ~ Incompetente ~
Acerto: 20  [+120 Raça] [+60Edc]= 200 ~ Regular ~
Reflexo: 10 ~ Regular ~
Constituição: 130 [+120 Raça]= 250 ~ Regular ~

Agilidade: 105
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 5%

Qualidades:

Defeitos:

BrigaCotoveladas, cabeçadas, garrafadas, mordidas e dedo no olho. Você faz os movimentos necessários para sobreviver e derrotar o inimigo, sem se importar com estilos ou movimentos rebuscados.

SobrevivênciaVocê é capaz de encontrar água, comida e abrigo em ambientes hostis, se existentes.

AnatomiaVocê conhece o funcionamento e estrutura do corpo dos humanóides, sabendo identificar órgãos, artérias, veias, músculos e todo o resto.

NadoVocê domina diversos estilos de natação e é capaz de controlar sua respiração com maestria para não perder o fôlego.

PersuasãoVocê é capaz de convencer os outros através de argumentos lógicos e racionais, ao contrário de lábia, os efeitos de persuasão são duradouros.

Profissão:
Sentinela Os sentinelas são guerreiros espirituosos que dominam o conceito de vigia, seja dentro do navio durante as viagens e fora deles, excelentes seguranças em terra firme, eles são de suma importância para missões de proteção, patrulha, escolta, rastreio e guarnição, seja de itens, pessoas e etc. São guerrilheiros por natureza, excepcionais quando se trata em defender sua tripulação incluindo eles, quando deparados com hostilidade e/ou situações desfavoráveis. Carregados com um alto vigor físico, são aptos, versáteis e incansáveis em cumprir sua função sobre diversos territórios inimigos, com objetivo em defender o navio, o navegador ou tripulação de eventuais ameaças durante combates marítimos/terrestres.

Bônus: O jogador quando estiver em serviço protegendo algum aliado, navio, carga ou item e for infligido por algum status negativo, durante esse tempo ele consegue ignorar os efeitos narrativos(não será neutralizado, os efeitos viram pós-término de sua função). Esses efeitos variam entre envenenamento, lentidão, sangramento e etc. Situações desfavoráveis que exigem ficar sem dormir, comer ou descansar, o jogador consegue permanecer o dobro do tempo.



Arma: NaginataDescrição: Um tipo de lança com um comprimento de 10 metros, havendo 7 metros de haste e mais 3 metros de lâmina. Seu diâmetro é de um metro e meio. Alguns entalhes pode ser visto sobre sua haste. A Lâmina é curvada possuindo duas ondas sobre a parte de cima. Imagem da Lança.
Tipo da Arma: Naginata
Qualidade: Clássica.
Durabilidade: Baixa.
Dano: +20 em força.
Estado: Rachadura na haste;

DinheiroBerries: 5.250.000 ฿S

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Denki
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Créditos : 00
DenkiSoldado
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O orgulho e a honra o precedem
E o seu nome é maior que todas as nações
Bartolomew - Post 10


- Ho Ho Ho. Acham que com desvantagem numérica vocês vão chegar onde? Cada homem aqui pode lidar com dez de vocês, não é grande coisa. - Imediatamente após ver os combatentes com intenção assassina nas portas do local, segurando armas - de fogo (ou não) - pegaria o machado das minhas costas e logo iria lançar-lo girando para tentar destruir a formação dos que estavam ali e permitir o avanço, era claro que dois gigantes conseguiriam cuidar muito bem daquela luta, então iria cumprir meu papel e ir atrás do Detective. — Barto vai atrás do peixe grande. CUMBRAM-ME! - Claro que minha intenção era mostrar-me superior e incapacitar alguns combatentes no processo, mesmo com a panturilha machucada, recolheria meu corpo para trás e começaria a correr em uma investida brutal contra os portões do local, colocando minha clava a frente, para bloquear eventuais golpes que viessem em minha direção.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 6708911e8b516bd4bb2c4bf91a10986e

Com uma postura de corrida distribuindo o peso desigualmente, e mantendo o equilibrio todo nos músculos do quadril, tanto inferior quanto superior, iria em debandada tentar arrastar alguns combatentes comigo, pisoteando-os enquanto corria, iria tentar inclusive, pegar o machado que outrora joguei para que continuasse com uma arma para arremesso. Continuaria correndo e no lugar gritaria com todas as minhas forças: - DETECTIVE, AONDE VOCÊ ESTÁ? - Como um ato de coragem e para balançar toda a estrutura do local iria num dos alicerces do lugar e daria um golpe ascendente com minha clava, seguidamente, para balançar o lugar e que nosso companheiro entendesse que estavamos ali para resgatá-lo. Tinha indicios fortes de que o homem estivesse ali, ou ao menos, passou por ali. Nesse segundo caso, iria derrubar cada centímetro de construção, e pisar em quantos fosse necessário, até que me falassem aonde o nosso companheiro estaria.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 4 Giphy

Depois do meu primeiro ataque, mantive-me atento para eventuais emboscadas dentro do território inimigo, manteria uma postura completamente defensiva, enquanto esperaria resposta - ou não - do meu companheiro. Respiraria fundo e caso fosse necessário iria defender-me com minha clava, tentando interceptar ataques fisicos ao bater contra o inimigo e afasta-lo com o impacto, inclusive aturdindo-o. Caso o ataque viesse de longa distância, apenas bloquearia, quanto pudesse olhando fixamente para o transgressor de lei, indo como um enorme animal para seu encontro, tentando pisar no individuo, em seguida dando um ataque de clava de cima para baixo, enquanto mantinha uma postura de peso mal destribuido, para compensar o defit na minha panturrilha. No mais, manteria uma postura de defesa, e em caso de canhões ou morteiros, iria tentar esquivar, e se não conseguisse, miraria a bala para tentar defleti-la.

— Barto veio lhe salvar amigo! Saia para fora!




Legenda:


Importante:
Thanks Tess