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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
Relembrando a primeira mensagem :

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Marinheiro Thorkell Dragnar Godheim. A qual não possui narrador definido.

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Blindao
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Blindao
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~~ Dragão Indomável ~~


“Você só é derrotado quando desistir.”

A inquietação era familiar, mas nada agradável. Ainda que fosse menos irritante que um soco nos bagos, diferente desse ponto de vista, o soco eu sabia de onde e de quem viria. Entretanto, sentir algo sem saber seu significado me deixava angustiado. “Bolas! Que desgraça de sensação dos infernos. Grrr...” Refletia comigo enquanto aquele por de sol unido as ondas do oceano, semelhante a uma obra de arte, não eram apreciados por mim como de costume.

Aquele belo por de sol trazia tranquilidade e conforto à todos, exceto a mim. Um verdadeiro homem deve confiar em seus músculos, mas é em seus instintos que reside sua totalidade. Afinal de contas, a carne tende a enfraquecer com cansaço. Porém, seus instintos que são ascendentes, polidos e nutridos em prol de sua sobrevivência, nunca descansam. Nem mesmo durante o sono.

Dito e feito! O motivo desse formigamento muscular, dessa ansiedade irregular, significavam que nosso navio acabariam sendo atacado, uma vez que, meus olhos avistavam três navios a uma certa distância. “Eu não odeio quando estou certo. Mas não era como se sentisse prazer também.”

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Após anunciar alguns navios próximos a nós, enfatizando o tom de voz para mostrar relevância, diversos soldados emergiriam como piranhas atrás de carne macia. “Hééh! Parece que eles tem colhões, afinal. Tão com sangue nos olhos essa cambada! Kekekeke!” Pensava para mim mesmo enquanto as pupilas vislumbravam os marines ao mesmo tempo que expressava um rosto bastante empolgado.

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~ Opa, foi mal. Não prestei atenção no que falou. Thororororo! Responderia Vitaminado, mesmo que tivesse lhe ouvido, responderia apenas para lhe provocar. ~ Ei frutas vermelhas! Segura as pontas aí que eu vou dar uma banda! Diria durante o tempo que brandiria a lança entre os dedos de forma circular, até por fim, pausar ela com uma pegada sobre a haste.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 NW9f9rT

~ HEEEEEYYY!!! Proferia ao saltar para frente e parar com os pés na borda do navio e abrir os braços, apresentando um espirito virtuoso pela batalha. ~ CAI PRO PAU BANDO DE VAGABUNDO! Um sorriso bastante avido pelo combate seria impossível esconder. ~ THORORORORORO!!! Gritaria ao andar um passo à frente e deixar meu corpo cair direto para dentro do mar. Mas não antes de puxar um belo punhado de fôlego para dentro dos pulmões.

Talvez os marinheiros achassem estranho minha ação, já que, um gigante caindo para dentro do mar e evitando um combate?! Sem duvidas arquearia suspeitas. No entanto, se soubesse como eu era, como havia lutado outrora em nome da marinha, certamente essas suspeitas dissipariam. Afinal, eu não era uma montanha de músculos ambulante sem bom senso.

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Após submergir mar a dentro, deixando o corpo afundar mais e mais até ver com um pouco de distância o casco do navio pirata, tinha como objetivo destruir parte de baixo da embarcação de alguma forma. “Será que dá pra perfurar essa merda? Ou talvez destruir a parte que guiava a embarcação?!” Seja como for, tentaria ambos. Apoiaria a ponta da lança entre as rasas e quase inexistente lacunas da madeira e com o punho da mão viria socar a parte de trás da haste para gerar impacto, seguido de outro e mais outro impacto. Nem que fosse um micro furo, se chegasse a ser do tamanho da ponta da lâmina, seria suficiente.

Repetiria a mesma ação, logo após retirar a haste cravada no casco. Buscaria mesmo ponto em vários locais, tentando avistar um que fosse mais fácil. Mesmo que não houvesse facilidade, tentaria do mesmo. “Quanto mais difícil, maior será a satisfação! Thororororo!”

Havendo êxito ou não, nadaria até a popa do navio e analisaria o leme para então desferir alguns socos contra a madeira. Caso fosse insuficiente, devido estar submerso e perder parte de minha força total, usaria meu corpo todo para gerar força suficiente. Nadaria até a popa que estaria unida ao leme e então apoiaria as costas no próprio navio e com os pés direcionados ao leme e a parte da haste da lança também, começaria a empurrar com força e mais força até danificar ou por fim, destruir totalmente.

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O fôlego obtido anteriormente naturalmente acabaria apesar de possuir aptidão para conseguir segurar por mais tempo, a força exercida certamente seria um drenador naquele instante. Percebendo que seria afetado pela falta de oxigênio, antes disso, avistaria a superfície do mar e nadaria até colocar a cabeça para fora. ~ Pwwwoooo! Uffs, Uffs, Ufss. Ofegante e um pouco cansado, respiraria mais lentamente algumas vezes até normalizar. ~ Aqui é bagual! Kekekekeke! Proferia notando que meu estado físico não estava totalmente recuperado. “Puta merda! Fiquei cansado só fazendo um pouco de força.” Sem mais delongas, retornaria a mergulhar e nadaria até a lateral do navio para então subir a borda; obviamente seria a bordo do navio inimigo.

Usaria a âncora se fosse jogada ou alguma corda, caso houvesse. Nada encontrado, usaria as mãos e a própria lança para fincar e servir de apoio na subida; apesar de que meu tamanho certamente facilitaria. Mesmo sem minha força total e com ferimentos, isso não impediria do descendente dos gigantes primordiais desfrutar de uma boa batalha. ~ Aproveitem que hoje eu estou dando uma vantagem! Kekekekeke! Indagaria em alto som, independente se tivessem ou não escutado.

Caso durante o mergulho e a tentativa de danificar o casco e o leme para impossibilitar qualquer fuga dos bandidos, os criminosos tentassem me atacar dentro do mar, este seria o maior erro deles. Afinal de contas, meu tamanho e minha arma me permitiriam ter uma excelente distancia para defender. Usando meus instintos e confiando em meus músculos, alvejaria qualquer adversário que viesse a me atacar, buscando contra-atacar rapidamente e usando o peso da arma para gerar maior impacto. Caso o pirata ainda conseguisse esquivar, usaria o escudo para defender seu golpe e imediatamente agarrar seu membro com a mesma mão de defesa e arremessa-lo para longe se possível.

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Após subir para dentro do navio inimigo, tinha como objetivo destruir os canhões, uma vez que, isso poderia gerar terríveis danos ao nosso navio, o que não aconteceria dependendo de mim. ~ Parece que um dragão subiu a bordo do seu navio! Falaria ao mesmo tempo que mudaria a pegada na haste para direcionar a bainha nas costas. ~ Ora... me refiro a mim mesmo! KEKEKEKE! Terminaria de proferir ao segurar o escudo com as duas mãos e começar uma debandada pela lateral do navio, atingido todos e tudo que tivesse pela frente. ~ RAAAAHHHH! Rugiria durante a arrancada até o fim dela, mostrando o ímpeto e o desejo pela destruição dos inimigos.

Minha meta era destruir os canhões que tivessem na superfície, além de arremessar todos os piratas que colidissem contra mim. Apesar de poder haver canhões dentro do interior do navio, pelo menos teria reduzido boa parte do arsenal deles. Inclusive, reduziria até mesmo os que atiradores.

Ainda que fosse uma ação ousada e distrativa, uma vez que chamaria atenção dos inimigos que estivessem lá possibilitando mais ataque aos soldados, usaria o escudo todo momento a frente do corpo para ser a primeira linha de defesa.

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Contudo, se caso notasse algum canhão direcionado a mim ou ouvisse um tiro, instintivamente, que o disparo poderia me atingir, driblaria a bola após lançada com um giro para lateral e apanharia minha lança com intuito de desferir no mesmo momento que fosse sacada, cortando o pirata ao guilhotinar a arma seguido de alcançar ele com uma explosiva arrancada. ~ Foi mal garoto, não foi dessa vez. Kekekekeke! Falaria após sacudir a lâmina da haste e retirar o excesso de sangue se houvesse êxito na morte do inimigo.



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Alvorada dos Monstrorines - 27
18:12 ~ 18:31 / Oceano


 
A tão ansiada viagem para Lyneel finalmente começava, estendendo o seu tempo como nem tivesse passado. A brisa do mar aberto batia no rosto dos marinheiros, que relaxavam, conversavam ou até mesmo treinavam como os dois gigantes que constantemente eram alvos de olhos curiosos. Pippos, em sua característica chamativa, ainda tirava proveito disso exibindo seus poderosos músculos para todos, que ficavam admirados mais com eles do que com o pôr do Sol atrás de si. Thorkell, porém, não conseguia se tranquilizar. Seus instintos apitavam constantemente, o colocando o tempo todo em um estado de prontidão e emergência.

Seus medos e previsões, para sua felicidade e infelicidade, vieram à realidade. Do horizonte poente, três navios piratas apareciam para confrontar a enorme embarcação da marinha que viajava pelos oceanos até a próxima ilha. A sede de sangue vinda deles era enorme, e como piratas desse vasto mar, não se amedrontavam com a demonstração de imponência da organização. Em questão de minutos, todos os soldados daquele navio estavam prontos para lutar; vestidos e armados para um embate inevitável, e a chance de uma vida para chamar a atenção de superiores.

Vendo o que acontecia, o par de gigantes não demorava a tomar ações. Pippos, com sua voz imponente e que retumbava pelo campo de batalha tentava intimidar os piratas, mas como desconfiava, não surtia tanto efeito quanto necessitava. Nesse momento, com os barcos quase colados um com o outro, os saqueadores das três embarcações começavam a, utilizando cordas, pular de um navio para o outro. Em um instante, uma multidão de inimigos invadia o deck do lugar, sendo cumprimentados por uma multidão igualmente grande e o poderoso martelo de Pippos, que desmaiava qualquer coisa que tocasse. Seus movimentos, porém, começavam a se mostrar limitados, já que no lugar diversos aliados transitavam, inclusive por baixo de suas pernas e ao lado de seus pés.

Thorkell, por outro lado, abordava o problema de uma maneira mais criativa. Se jogando ao mar e provocando seus inimigos, ele nadava pelo vasto mar, afundado até que pudesse ver a proa das embarcações de onde estivesse. Alguns o chamavam de louco, outros de covarde, mas poucos realmente pegavam sua verdadeira intenção com aquele ato. Utilizando de sua especialidade em nado, se dirigia até um dos navios da extremidade, e com sua lança perfurava o vão entre uma madeira e outra. Inicialmente, encontrava dificuldades não só por conta de seus ferimentos, mas também a locomoção diminuída dentro do ambiente aquático. Porém, após alguma força aplicada, conseguia abrir alguns buracos.

Os tripulantes do navio na parte de cima se alertavam com o ocorrido, e sabendo da sua presença no fundo do mar, começavam a inutilmente disparar projéteis na água. Sendo balas, flechas ou até senbons, todos os tipos se desaceleravam ou nem mesmo chegavam a perfurar a pele robusta do gigante, que se dirigia até o leme. Lá, socava a madeira vez após outra, utilizando até mesmo de seu grandioso peso para conseguir destroçar aquele pedaço do navio. Novamente, não demorava até que sucedesse em seu plano, nadando até a extremidade da dita embarcação. De lá, subia com uma das cordas remanescentes da invasão para encarar uma multidão de piratas raivosos.

Em sua entrada triunfal, recebia gritos e aplausos dos marinheiros que viam seu sucesso, porém, recebia apenas sede de sangue de seus inimigos, que após sua apresentação, já não estavam tão felizes. Empunhando seu escudo e retirando das suas costas a nova lança produzida por Pippos, o homem passava a atacar. No deck onde estava, aproximadamente vinte inimigos dos mais variados tipos, formas, tamanhos e armamentos se preparavam para um contra-ataque e uma poderosa ofensiva enquanto o gigante jogava diversas coisas mar à fora e empurrava piratas com seu massivo escudo.

Antes que pudesse perceber, porém, o mar de oponentes fechava o gigante em um círculo, preparados para acabar com o homem ali mesmo. Eles avançavam, fechando a roda pouco à pouco, enquanto o lanceiro fazia sua arma rugir pelos ares cortando a carne dos mais próximos, não sendo capaz, porém, de lidar imediatamente com a horda que parecia querer degustar o sabor de sua carne e sangue. Ao mesmo tempo que tudo isso ocorria, a batalha começava a caminhar para seu clímax ao primeiro som dos poderosos canhões soarem, seguidos de destruição de madeira e metal, além de gritos inimigos. Dos barcos piratas, os disparos também começavam, colocando em cheque o tão dito conforto dos marinheiros.



Histórico:

Legenda / Npc's:

Considerações:

   Code by Arthur Lancaster

     
    

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Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
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Blindao
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~~ Dragão Indomável ~~


“Você só é derrotado quando desistir.”

Ainda que meu corpo não estivesse totalmente recuperado, devido a luta contra Ordin, confiava nestes músculos que foram forjados e polidos durante décadas. E como resultado, conseguia criar furos e destruir parte da proa do navio para naufragar a embarcação pirata; mesmo que levasse algum tempo para isso, eventualmente aconteceria.

Logo que havia subido a bordo do navio inimigo, sendo alvejado por olhares sanguinários e assassinos, a impavidez que residia em minha alma era tão natural quanto uma perola dentro de uma ostra. Trazendo à tona o prazer em brandir minha lâmina, como sempre.

Não tardou para fazer uma limpa naquele deck, percebendo que havia sido cercado por alguns criminosos mais resistentes. ~ Ora, ora... parece que temos alguns arruaceiros mais persistentes  que um besouro Rola-bosta. Thorororororo! Proferia expressando tranquilidade nas palavras e rosto, ainda que meus monstruosos músculos vibrassem pelo combate, apressar só resultaria num fim rápido; para eles, lógico.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 TLiwXgM

Corte após corte desferidos pela minha lança, os piratas tentavam me pressionar ao fecharem um circulo em volta de mim. “Hoo! Nada mal para um bando de lixo.” Pensava comigo mesmo expressando um sorriso agressivo, ansiando por um confronto tão bom quanto havia tido contra Ordin. ~ Ei, ei, ei! Vocês parecem estar com pressa! Já diz o ditado: apressado come cru! Kekekeke! Dialogava, mesmo que muito provavelmente me ignorassem ou apenas incendiasse a vontade deles em querer me matar. “Não que seja uma má ideia.” Quanto maior fosse o empenho deles, maior será o prazer que terei.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 AMyPHUl

Caso tentassem me atacar enquanto houvesse falado, ou em seguida, aprontaria a lança para direcionar ela direto no chão em frente ao adversário, desferindo um chute em seu estomago a seguir com objetivo de arremessar ele para longe. ~ Kekekekeke! Certo, certo... já que estão com tanta pressa, vamos acelerar isso. Resmungaria, logo percebendo que os disparos dos canhões dos marines já havia feito bons estragos contra os piratas, o que parecia resultar em um embate rápido, no final das contas.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 190237

Logo com um giro lateral, agarrando a haste numa posição invertida, após retirar ela do chão ou ainda em mãos, viria desferir uma lançada vertical-circular com intuito de atingir todos ao redor, semelhante a um furacão destroçando uma casa. Durante o inicio do ataque, caso fosse almejado por disparos e lâminas, redirecionaria o escudo para defender e, por fim, desferiria meu ataque. Rotacionaria bem o corpo, unificando a lança como se fosse parte do braço, para tirar total proveito conciliando a distância com propósito de extrair força em um único golpe massivo.

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Após deferir meu golpe de vórtice, pausaria por alguns segundos para reequilibrar o corpo e em seguida finalizar quem estivesse de pé ou ainda vivo no chão. ~ Tsk. Cadê o capitão de vocês? Questionaria, ainda que a lança já haveria sido lançada rumo ao pescoço do pirata. Ainda restava um pouco de esperança em haver um homem mais digno de meu esforço, quem melhor do que o próprio capitão deles? Afinal, o mais forte quase sempre é o líder.

Sem mais delongas, começaria a correr em direção ao outro navio pirata mais próximo, ignorando os criminosos que talvez restassem na superfície, uma vez que não valiam uma ama-de-leite velha. Me jogaria em direção ao navio, usando o escudo para refletir ou defender alguma bola de canhão caso fosse alvejado. Durante o tempo que meu corpo viesse a colidir com casco do navio, usaria a lâmina da haste como se fosse uma faca para cravar no barco e me pendurar no mesmo. Logo após um pouco de esforço, me jogaria para cima com a força de meu braço em conjunto do meu corpo através de um movimento das pernas de baixo para cima, trazendo junto minha lança.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 KPh4TCH

Em seguida de ter subido no outro navio inimigo, acabaria chamando em voz alta o capitão dos piratas. ~ EU SOU THORKELL DRAGNAR! AQUELE QUE SE PROCLAMA CAPITÃO DESSE BANDO DE UM PASSO A FRENTE E VAMOS RESOLVER ISSO DE UMA VEZ, COMO HOMENS DE VERDADE! Vociferaria com objetivo de instigar o líder deles para por um fim naquela batalha. ~ NÃO HÁ NECESSIDADE DE DERRAMAR MAIS SANGUE, AQUI E AGORA! VAMOS LUTAR DE FORMA JUSTA E O VENCEDOR LEVA TUDO! Havia falado de forma audaciosa junto a uma expressão séria.

Não era inocência da minha parte pensar que um pirata seria justo e honrável, pois, isto tinha em mente de que muito provável não aconteceria. Entretanto, meu objetivo por si só era achar o mais forte e ter uma batalha digna. “Se derrotar o rei, os piões caem... não é assim que se joga xadrez!? Apesar de que não é minha praia, Thororororo!”

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 Pu1Kepv

~ SE VOCÊ OUSAR RECUSAR MEU DESAFIO DE HOMEM CONTRA HOMEM, IREI ENTENDER SEU MEDO DIANTE DE MINHA PRESENÇA! Atacaria no ponto fraco de sua masculinidade durante o tempo que apontaria o punho para ele e fecharia com força. ~ QUE TEU MEDO SEJA MOTIVO PARA OS DEUSES PRIMORDIAIS CAGAREM NO SEU TÚMULO, KEKEKEKEEKEKEKEKEKE! Seja meu espirito carismático ou persuasivo, havia provocado o bandido para que ele ficasse tentado a aceitar, mesmo que na mente dele ele estivesse visando lutar injustamente, eu já estava ciente dessa possibilidade. De qualquer forma, se ele fosse um pirata sujo ou justo, no fim... eu me divertiria da mesma forma.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 HCKhLFt

Caso ele viesse a aceitar, acabaria expressando um belo sorriso junto a uma resposta. ~ Thororororo! Assim que se fala! A única maneira de saber o quão forte você é, é continuar testando seus limites?! KEKEKEKE! Falaria para o bandido, mostrando sagacidade e açodado pelo combate. “Afinal, se almejo subir dentro do rank da marinha e criar meu reino, preciso atingir o ápice de poder que reside neste corpo.” Recolheria lança para lateral do corpo, enquanto o braço esquerdo com escudo acoplado ficaria mais frente do tronco.

Apesar de odiar criminosos, em alguns raros casos como de Ordin por exemplo, acabava simpatizando com o inimigo. Mas não era como se esperasse sempre isso. “É tão natural como o vento: pessoas fortes atraem pessoas fortes. E assim respeito e admiração são conquistados, independentemente de sua índole, o combate entre os espíritos sempre revelará a verdade.”

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 2

Ainda que estivesse parecendo relaxado, na verdade estaria tenso e centrado. Dessa vez, aguardaria pelo ataque inimigo. Assim que viesse a investir, giraria a lança entre os dedos e direcionaria para lateral do corpo, deixando lado esquerdo do tronco mais à frente. Agarraria mais acima da haste, quase com a mão próximo da lâmina. Elevando o escudo no braço esquerdo na altura do tórax, apoiando um dos pés pivô atrás, usaria meu corpo e escudo para receber todo impacto e refletir a colisão do ataque, já que, seguida do golpe físico ou lâmina, usaria a sinergia do impacto para gerar um impulso tentar empurrar o pirata de volta. ~ Huuh, precisa se aquecer um pouco? Provocaria ainda mais o inimigo, tentando evitar qualquer pensamento lógico por parte dele e assim me beneficiar.

Caso houvesse muita diferença de tamanho, como normalmente estava acostumado devido padrão entre os humanos, usaria o escudo mais abaixo da cintura para bloquear e em seguida empurrar o pirata contra o chão, para pressionar ele com bastante intensidade, finalizando com um empurrão de escudo para tentar arremessar o inimigo sobre a superfície do navio.




Mini-Ficha:

Histórico:


Última edição por Blindao em Qua Ago 18, 2021 10:31 pm, editado 1 vez(es)

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Pippos
Sargento








1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 Shuuma10


Combate em ascensão!
Será que vai chegar ao seu clímax?!



1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
Mal tive tempo em cogitar tentar sair e atacar o navio, que o maldito Thork logo o fez sem pensar duas vezes. Ah, seu pilantra. Cara, eu tenho mesmo que aprender a nadar, será muito útil!Analisei rapidamente ao notar o mergulho do meu companheiro em uma investida bem duvidosa, almejando ir sozinho contra todos esses três navios. Esse maldito! Tá querendo brilhar mais do que eu?!Logo me posicionei, pensando em saltar e invadir o navio que, praticamente, estava colado ao nosso, mas, acabei checando alguns detalhes.

Lógico que seria muito interessante ser reconhecido como o colosso mais forte e majestoso, liquidando com todos quando invadisse, facilmente, uma embarcação pirata, mas havia um único detalhe em que não poderíamos esquecer. Eu não podia sair desta embarcação de modo algum, lembra que eram eles quem estavam nos atacando?! Se eu saísse daqui, o navio ficaria ainda mais vulnerável. É, Thork, apesar de eu querer muito ir te ajudar saltando em algum desses navios, eu tenho outras prioridades, pois a nossa missão é proteger os recursos alocados nessa embarcação, e não estraçalhar navios piratas... apesar de ser o melhor ponto em um marinheiro.Pensei precavidamente. Era lógico que eu, facilmente, apagava qualquer pirata que tentasse invadir, mas à medida que o tempo passava, o número de inimigos aumentava, isso era bom, mas muitos soldados também pareciam querer defender o navio, o que acabava por me atrapalhar em minhas tentativas de defesa. Merda...Insatisfeito fiquei.

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Está certo que são todos ótimos guerreiros, e que sempre tentam defender a justiça com muita fé e dedicação... MAS NÃO ME ATRAPALHEM, SEUS MERDAS! Tudo bem que eu não falaria isso, mas como que um ser divino como eu, moldado pelos céus, com músculos e força extraordinária pode fazer algo dessa maneira?! Merda! – Soldados, não me atrapalhe!! Como que eu posso defender o navio com vocês se misturando com os inimigos?!Exaltei. Era óbvio que eu estava frustrado, pois, desse modo, eles estavam mais me atrapalhando do que qualquer outra coisa. Fiquem de prontidão e defendam a área em que estão os produtos que estamos a escoltar!Pautei, esperando que, assim, os soldados se posicionassem de melhor forma e que, dessa maneira, eu ficasse livre para mover a minha grandiosa arma. É claro que espaço era o que eu mais queria nesse saliente lugar, e, tendo-o nem que fosse um pouco mais, já deixaria um pequeno sorriso sair de meus lábios em um conforto inimaginável.

Meus músculos vibravam. Óbvio. Estavam prestes a ser utilizados para eliminar dezenas ou, talvez, centenas de fracassados desse mundo. Nada mais justo do que ser uma tarefa digna ao último Herói da Terra, era certo de que os Deuses estavam me assistindo e tudo não passava de um mero teste. Ah, acha que eu quero facilidade?! Nada disso.Passei meu estrondoroso martelo para a minha dedicada mão esquerda. Tudo bem que eu todos já sabiam que eu não teria tanta maestria com essa mão em uma plena dominância com essa bela marreta, mas nada além de um sacrifício necessário, pois se eu começar a treiná-la, a tendência é de que meu braço canhoto torne-se bem mais útil. Vamos nessa!Era certo de que a dificuldade no uso de minha mão esquerda em relação à dominância do uso do estilo Pippesado não era estonteante, mas, depois do pouco que passei agora a tarde treinando, já servisse de alguma coisa. E nada melhor do que continuar o meu treinamento!

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Era óbvio que a dominância não era tamanha, inclusive, ainda seria uma maestria de dar vergonha. Óbvio. Como que o fruto de uma vontade divina era tão medíocre no uso do estilo de combate desenvolvido por ele mesmo?! Inaceitável! Mas não bastava ter qualquer pessoa falando mal, pois quem mais estava se punindo pelo uso não tão impecável era eu. De qualquer forma, com o uso do estilo de combate desenvolvido por mim, agora eu procuraria utilizar o impulso gerado pela desenvoltura no ar gerada pela força peso em qualquer que fosse o ímpeto do famigerado ataque. Se necessário, nesse início, eu ainda me auxiliaria com o uso de minha mão direita, sequer tocando na base do martelo, mas sim, para estabilizar meu braço, então, de início, procuraria utilizar meu braço direito para segurar meu pulso esquerdo, apenas para estabilizar melhor o controle da arma. Mas, claro, que, à medida em que meus movimentos estivessem a melhorar, eu faria questão de, unicamente, largar meu pulso esquerdo para que ele pudesse controlar a marreta sozinho.

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Tendo persistência dentro de uma admirável determinação, não demoraria a logo posicionar, com minha mão esquerda, giros circulares com minha marreta, golpes estes que alvejavam ter um melhor auxílio do impulso garantido pela força peso, o que faria o ataque não ter volta e seguir até ser concluído. Onde, este, seria o único momento em que a sagaz marreta tenderia a parar. Talvez acertando pequenas cabeças, amaçando braços ou crânios, não sabia ao certo, mas o que eu mais almejava era limpar a embarcação de fracassados, afinal, isso aqui não era navio para qualquer imundo pisar. Nada mais esperado do que tentar limpar essa sujeira que era trazida até nós com um bom banho de sangue.

Lógico que, de início, como eu pontuei anteriormente, eu teria o auxílio de minha mão dominante em meu pulso, para me fazer pegar melhor cada um dos movimentos e acostumar minha canhota com estes, mas era prestativo supor que, a cada movimento ofensivo e, ao mesmo tempo defensivo, afinal, tratava-se de uma defesa à este fenomenal paquete. Claro, não é? Isso que utilizamos para viajar não é espaço para qualquer um que seja o indivíduo abaixo do mínimo aceitável dentro do que a nossa verídica justiça estabelece. Suspirei. Pensar e agir demais combatendo esse vigoroso número de fracassados era bem cansativo. – Cadê?! Não tem nenhum que seja um pouco mais forte do que o restante? Tô afim de me divertir um pouco, VITATATATA!Era aceitável supor que os que por ali estivessem se sentiriam tremendamente provocados por não serem julgados como oponentes capazes, e, se isso acontecesse, era óbvio que caso os provocados se exaltassem em tentar vir com tudo para cima de mim, aproveitaria minha prolongada envergadura para desferir um impulsionado choque horizontal. Este que, alvejaria lançar para longe qualquer que fosse o acertado, e, se não, ao menos, amassar ossos ou o crânio com o meu colossal martelo.

Mas caso algum entre os invasores se considerasse melhor ou mais forte do que os restantes e assim ele se prontificasse a se posicionar à frente. – Hmm... É você? Puff. Achei que fosse alguém mais forte, ou ao menos que aumentasse o meu vigor em lutar. Mas você?Suspirava. – Ao menos, não me decepcione... VITATATATA! Confio em você.Abriria um sorriso em minha face. Era óbvio que minha empolgação se alavancaria a cada instante. Mas, por outro lado, caso o tal ‘mais forte’ se sentisse provocado a ponto de vir me atacar sem pensar duas vezes, eu aproveitaria minha colossal invergadura para executar o mesmo movimento antes mencionado, tentando infligir um golpe horizontal com minha mão esquerda tanto para tentar lança-lo para fora da embarcação, ou, ao menos, inferir-lhe um dano considerável. Caso eu pudesse ver que ele se esquivou ou, ao menos tentou bloquear o meu imponente golpe, mesmo eu achando isso difícil pois era esperado que até tentando bloquear minha grande arma, era provável que ainda fosse lançado para fora do navio. Mas eu não sabia ao certo o que aconteceria, mas, de qualquer modo seria motivo de me impressionar.

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Analisando qualquer que fosse a defesa utilizada... Hmm.. Talvez você ainda seja um pouco interessante.Pensaria. Era esperado que ele viesse com o qualquer que fosse o seu ímpeto para vir me atacar, analisaria bem qual arma estivesse a utilizar, e, caso fosse alguma de curto alcance, saltaria para executar um giro corporal lateral, tentando desferir uma martelada vertical de baixo para cima, onde utilizaria a maestria de meu estilo de combate para, sempre tendo o apoio de minha mão boa, para melhor executar o movimento e acostumar a minha canhota a executá-lo sozinha posteriormente. Tendo sucesso, era esperado que lançasse meu alvo para o alto , o que me daria um breve e remoto tempo para dar uma sequência ao ataque, onde procuraria logo desferir um ataque horizontal para lança-lo ao mar, ao menos para fora do barco, pois, estando no ar, não havia bloqueio nesse mundo que garantisse sua permanência no barco. Mas caso meu ataque não tivesse sucesso e minha esquiva ofensiva não sucedesse bem, tentaria me posicionar bem com os pés no solo e me concentraria em tentar revidar, pois defesa não era muito bem o meu forte.

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Se, por outro lado, esse inimigo tivesse alguma arma de longo alcance, eu tentaria sempre bloquear os tais disparos colocando o meu grande martelo à frente, mas sempre avançando para tentar me aproximar do tal inimigo, para poder concluir os movimentos anteriormente descritos.


Histórico:

Objetivos:

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Vitaminado Pippão


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Alvorada dos Monstrorines - 28
18:31 ~ 18:42 / Oceano


 
A confusão finalmente se instaurava naquele vasto mar com a chegada da trupe dos piratas. A organização da marinha era rápida e eficaz, fazendo com que todos os soldados entrasse em ativa para defender o que era deles. Canhões estouravam vez após outra no que virava uma batalha de bolas de canhão, destruindo todos os navios envolvidos pelo menos um pouco a cada disparo. Thorkell, sem se acovardar, partia como um kamikaze para o barco inimigo sendo recepcionado por um grupo deles. Pippos, por outro lado, ficava por ali para defender o navio dos invasores, mas encontrava dificuldades óbvias na locomoção.

Seus enormes pés não eram capazes de se locomover naquela multidão, muito menos o balançar de seu martelo era bem feito agora que usava a mão esquerda. Sua mente se auto punia, afinal, um homem moldado pelos deuses não saber lutar com a própria forma de combate era uma afronta muito grande para sua própria consciência. Mesmo assim, não desistia em meio às adversidades. Ele usava o ar e os conceitos da física para que, com seu poderoso martelo, pudesse jogar alguns inimigos ao seu alcance para fora ou esmagar os crânios dos mesmos.

Vendo a oportunidade que surgia, Vitaminado continuava seu treino com a mão esquerda, afinal, isso seria essencial para seu próprio crescimento. A dificuldade era clara, e era visível a falta de qualidade em seus golpes genéricos; mesmo estando muito melhor agora. Além disso, as pessoas em seu meio atrapalhavam seus movimentos, piorando ainda mais a performance do gigante que se encontrava cercado de amigos e inimigos. Sua voz exclamava em um som alto o suficiente para ser escutada no campo todo, pedindo por mais espaço. Sua patente, porém, não o dava tais privilégios; ele era ignorado ou apenas xingado pelos menos pacientes.

Seu pedido era atendido, no entanto, por uma das oficiais do local que vira a situação de quem poderia ser uma das maiores armas. Como estrategista, era rápida em indicar o problema e cuidar dele, imediatamente bradando para as tropas. — Se afastem mais do gigante! Deixem-no se mover! — seu comando era diligentemente atendido sem problema algum pelas tropas, mostrando o respeito que eles tinham pela mulher misteriosa. Em um piscar de olhos, o soldado se movimentava mais fluidamente e acabava com dezenas de piratas por minuto com seu poderoso martelo.

No entanto, chegada a hora e com o decorrer da batalha, um ser misterioso aparecia, com um total de quase 4 metros. Ele se colocava na frente de Pippos de maneira imponente e nem um pouco amedrontada. Mesmo assim, Vitaminado fazia questão de diminuir o homem, que apenas olhava para ele com seus olhos mortos e profundo. Seu corpo era magro, possuindo poucos músculos, mas isso era compensado com a velocidade do oponente, que usava isso para se esquivar da balançada horizontal do martelo adversário.

Em pouco tempo, ele já estava se aproximando de Pippos, que, impressionado, aumentava suas expectativas pela luta. A distância coberta pelo homem era grande, e o tempo que levava para tal, pequeno. De ambas as mangas, retirava duas adagas antes de cruzá-las em forma de cruz e se preparar para um golpe no peito de Pippos, que confuso em relação à sua defesa, não conseguia reagir em tempo. A utilização da sua mão esquerda na luta, apesar de ser um bom investimento, trazia consequências não tão agradáveis assim. Sangue fluía de seu tórax e pingava como uma enxurrada no deck do navio, apesar de o corte não ter sido tão profundo pela falta de estabilidade da arena.

Thorkell, por outro lado, após chegar ao navio que em breve naufragaria, lutava e lutava para em pouco tempo se encontrar cercado. Ele se impressionava com o fato de aqueles piratas de baixo calão conseguirem pensar em algo, mas isso de forma alguma o amedrontava. Na verdade, o homem continuava a provocar os inimigos, que ficavam cada vez mais possessos em raiva e desejo por sangue que queimava em seus peitos. Incapazes de segurar aqueles sentimentos negativos, um deles começava a ofensiva, levando outros a fazerem o mesmo.

O fim que esse homem tomava, no entanto, não era tão nobre. Com um chute no estômago do gigante, ele era arremessado pelo ar até cair no oceano, incapaz de fazer coisa alguma. Vendo essa situação, todos pareciam se acalmar de medo, mesmo sabendo que em quantidade poderiam acabar com aquela luta rapidamente. Thorkell, não satisfeito e procurando por alguém que o satisfazesse tanto quanto Ordin o fez, pegava sua lança fincada no chão do navio e preparava um ataque em vórtex capaz de acabar com todos ali como se fosse um liquidificador.

O movimento não demorava para ser feito, com a lança perfurando o ar e a carne de alguns piratas em um golpe estonteante. Porém, antes mesmo de completar meia volta, uma aparição naquela batalha ditava um novo rumo para a mesma, acabando com os planos do gigante mais velho. Um mink de aproximadamente cinco metros aparecia dos céus após um salto, e com um escudo gigante, parava a lança de Dragnar em um choque que estrondava a batalha toda. A aparência leonina trazia medos primitivos aos presentes ali após a entrada triunfal do homem, que em suas costas, guardava um gládio tão imponente quanto seu escudo. Com um rugido, empunhava o mesmo em mãos e aumentava a moral de seus soldados.

Do navio central, longe dos dois gigantes, uma figura pequena e misteriosa se mostrava. Sua aparência mais madura e poderosa chamava a atenção, e esse efeito era intensificado pela voz imponente do homem que permeava todos os cantos do campo de batalha. Com uma calma que parecia ignorar a situação daquele lugar, ele proferia algumas palavras que para muitos soava como sarcasmo. — Queridos marinheiros! Peço que se entreguem agora e nos deixem levar os suprimentos, assim todos saem vivos daqui. — ele falava com seus braços abertos, como se abraçasse e passasse confiança. — Repito! Não tenho intensão de matar, apenas se rendam e tudo ficará bem. — o seu carisma quase convencia alguns que já estavam fartos dessa luta, mas não deixava enganar os superiores Marines.

Em um ímpeto, Sargento Smith pulava até o homem em seu navio sem medo do que poderia lhe acontecer. Com as duas espadas em mãos, ele as cruzava, prometendo desferir um golpe contra aquele comandante, que mesmo assim, se mostrava extremamente calmo. Quando o ataque estava prestes a conectar, ele puxava das suas costas um tridente, que usava para se defender das duas lâminas de Smith. O choque entre as duas parecia retumbar pelo local todo, produzindo inúmeras faíscas pelo lugar e configurando um choque extremo entre forças opostas. A batalha mais eletrizante daquela luta marítima estava para começar.



Histórico:

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Considerações:

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~~ Dragão Indomável ~~


“Você só é derrotado quando desistir.”

O som gerado após a colisão da lâmina de minha lança versus o escudo do inimigo certamente produzirá um som nostálgico, até mesmo a imagem do humano-animal agregava neste vislumbre, não compreendendo bem o motivo, mas fazendo-me emergir brevemente em memórias do passado.

Houve uma época em que usava de meus punhos e brandia minha lança por selvageria, pura e simples, nada mais e nada menos. A sensação do perigo, unido ao prazer do combate, sempre me faziam mergulhar a fundo dentro dos instintos mais reprimidos. Talvez fosse a idade juvenil que detinha na época, talvez a vontade de mostrar minha força ou simplesmente uma revolução por ser reconhecido, seja o que for, o tempo havia me mudado, mas não minha essência. Ainda residia muito daquele homem do passado, apesar de hoje apresentar gracejos e um espirito amigável, a momentos em que este lado ressurge.

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Retornando ao presente, onde as memorias ascendiam de uma época outrora vivida, o inimigo a minha frente parecia ser digno de uma verdadeira luta. ~ Hooo! Exclamava abrindo um imenso sorriso. ~ Parece que uma fera faminta se dispôs a caçar sua presa... Proferia ao olhar o homem-leão dos pés à cabeça, sem um pingo de temor. ~..., mas devo lhe alertar que sua presa desta vez é muito grande pra ser abatida! KEKEKEKE! A risada seria natural, enquanto os olhos admiravam a presença hostil do homem-fera.

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Retraindo a lança para próximo de mim, apoiando-a sobre o lado do corpo deixando repousar sobre a superfície de madeira do navio, continuava encarando o homem diante de mim. ~ Belo escudo, bichano. Parabenizava o pirata por ter conseguido deter minha arma, apesar do escudo em grande parte ter sido o pilar da defesa, compreendia muito bem que não bastava portar um escudo, mas sim ter boa noção de seu manejo.

O estrondo entre as lâminas do sargento e do homem de barba longa era bastante notável, além de causar um certo impacto bastante inesperado. ~ Huuh?? Parece que o Sargento Smith pegou um bom adversário. É o capitão de vocês? Indagaria durante o tempo que levaria a mão sobre a testa como se estivesse tentando avistar melhor o rosto do pirata em frente ao sargento. "Huffs, uma pena não ter ido primeiro. Mas vou deixar o Sargento se divertir também. Já que ele vai virar Tenente, pelo menos então mostre do que é capaz como um verdadeiro Homem! Thorororo!" Refletia comigo, esperando que talvez pudesse haver tempo para apreciar o combate do Marine; o que certamente não aconteceria, uma vez que meu inimigo não era qualquer gato esfarrapado.~ De qualquer forma, você é um dos bons, merece toda minha atenção! KEKEKEKE! Frisaria ao voltar a fintar nos olhos do felino, havendo maior hostilidade de minha parte dessa vez.

Caso o inimigo viesse me atacar, durante esse tempo observando o inicio do combate do marine Smith, usaria o escudo para defender sua lâmina e em seguida desferir um chute direto no tronco para empurrar ele para longe. ~ Huum... você não está conseguindo se conter também?! Eu entendo bem. Thororororo! Falaria independe se tivesse ou não conseguido defender seu ataque.

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Se o inimigo houvesse estado receoso em atacar, seja por esperar meu avanço ou por também ter notado o combate no outro navio, seria eu tomar iniciativa. ~ Chega de conversa fiada! Bora cair na porrada! THORORORO! Terminaria de proferir ao mesmo tempo que apanharia a Lança com ambas as mãos e levaria ela para trás de meu tronco, conduzindo para a lateral. ~ Estou com uma dúvida... gatos não tem medo de água? As palavras seriam amistosas, mas o sorriso zombeteiro e os olhos destemidos expressariam o contrário.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 XsjvJPm

Seguida de minhas palavras, desferiria um corte na horizontal que declinaria na diagonal para atingir num ângulo diferenciado, carregando um poderoso golpe decrescente. Caso o oponente houvesse usado o escudo para bloquear, sabendo bem de seu manejo como escudista, deslizaria meu pé a frente para mais próximo com intuito de usar ainda mais força e cerrando as mãos com mais firmeza, os bíceps com maior tensão, conciliando a robustez do corpo para continuar forçando a rotação do eixo, tinha como objetivo empurrar o inimigo até ele vir a ser levado ao chão. Ou pelo menos ser empurrado pelo ataque.

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Após desferir o primeiro ataque, aproveitaria do movimento para girar a lança entre as mãos, deslizando pelo braços, com intuito de acrescentar velocidade e, por fim, atingiria o pirata novamente com a parte da haste em sua cabeça, visando uma colisão de impacto para atordoar ou enterrar ele ainda mais sobre a superfície do navio. Considerando que, a força do oponente fosse tão poderosa quanta a minha, apesar de me surpreender por um instante, não viria arregar! Recuaria a lança para rotar e aplicar o mesmo golpe com a parte da haste no topo da cabeça do inimigo, me aproveitando de minha envergadura e ângulo para tal golpe.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 KloUwlR

Caso houvesse conseguido atingir o pirata felino, largaria a lança para me impulsionar o mais agilmente para frente e ao mesmo tempo desferir uma poderosa porrada na face do inimigo. Estando ele em pé ou não, só mudaria o ponto do impacto. Entretanto, o centro sempre seria seu crânio. Mesmo que tivesse alguns desconfortos em razão dos ferimentos que ainda não haviam se curado totalmente, a dor era algo que não me incomodava nem um pouco. Permitindo assim, sempre desfrutar de uma bom combate, seja quais condições eu me encontre. Todavia, ainda seria necessário aplicar maior esforço e foco para um melhor resultado.

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~ Vou te adestrar, lambedor de pelos! Kekeke! Falaria ao mesmo tempo que o a parte do punho tivesse conectado ao rosto do oponente. Usaria meu sobrepeso para gerar mais pressão, além de minha óbvia força bruta. Apesar de muitas acharem que largar minha lança seria burrice, para alguém que aprendeu muito antes usar seus punhos, sempre era divertido e excitante; apesar de ser comum para guerreiros usufruírem de armamentos. Confiava em meus instintos, em meus punhos e principalmente nestes músculos encouraçados. Porém! Os punhos são medidores do poder entre mim e meu inimigo, exatamente por isso sempre utilizava em uma luta.

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Considerando que ele havia conseguido evitar o segundo golpe ou bloqueado, independente, isto levaria a uma possibilidade ainda pior para ele, já que, seria nessa ocasião que agarraria sua perna mais próxima e usando de minha monstruosa força bruta, tentaria ergue-lo um pouco para o alto e usando o próprio peso dele e da gravidade, junto de meus músculos exercendo ainda mais força, levá-lo-ia direto de encontro com a superfície do navio. De novo, de novo e de novo, um sequencia de ataques incessantes para tornar o mink um saco de carne moída ambulante até por fim, arremessar ele para fora longe, ou se possível para fora do navio.

Claro que haviam algumas brechas em meus ataques, possibilitando talvez de o pirata conseguir me atingir algum golpe de sorte. Entretanto, isso não impediria meus ferozes avanços. Exceto, se algum ataque dele visasse alguma parte como tendão, olhos, garganta, estas um tanto mais frágeis, porém, mais difíceis de alvejar. Caso percebesse, mesmo que instintivamente a ação ofensiva do adversário, levaria o escudo imediatamente ao ponto de colisão. Exatamente por isso havia alocado o escudo no braço esquerdo, podendo atacar com direito e defender com esquerdo, uma união incrível de ataque e defesa durante uma batalha.  





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Pippos
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Luta verdadeira!
Finalmente um oponente digno!



1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
À medida que a minha falta de moral me encabulava, estava claro que o meu dever ainda seria o de subir de cargo e tornar-me, deveras, um superior, alguém com uma moral, alguém que, de fato, merecesse respeito, pois, agora, eu parecia ser um nada. Exatamente! Logo eu?! O fruto de uma vontade divina, o mais belo, mais forte e mais excepcional ferreiro destes mares... como que não conseguia sequer um respeito entre meus camaradas de trabalho?! Quando que eu era quem mais estava fazendo alguma coisa. Arf. Tentei me exaltar e me impor, mas isso parecia ser o mesmo que nada dentro do navio. Por outro lado, uma graciosa donzela pareceu me entender e ordenou para que me desse um espaço. – Muito obrigado.A respondi rapidamente, agradecendo pela sua simpatia com um sorriso e fazendo, também, questão de analisar a estrutural beleza de seu corpo.

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De toda forma, quando eu consegui o tanto espaço de que precisava, continuei a treinar meu não tão glorioso braço esquerdo, mas ele já estava a caminho de ser, tanto que a pouco eu já podia perceber uma breve diferença na maestria de meu estilo de combate partindo da canhota. De pouco em pouco, não era tanto, mas eu já podia sentir uma breve melhora no domínio, inclusive tive ainda o apoio da mão direita em meu pulso para melhor me acostumar a coordenar o movimentos, e assim foi comigo liquidando com dezenas desses fracassados. Eu admito, à princípio não parecia ser uma tarefa difícil. Talvez liquidar fracassados realmente fosse algo que eu conseguia desenvolver com muita facilidade, VITATATA. Mas, em um inesperado momento, pude presenciar um antagonista que parecia estar um degrau acima dos comuns e pífios adversários. Era visível sua bela dominância na arte da velocidade. Era estranho, eu nunca havia encontrado pessoas de tamanho acima da média serem tão ágeis, mas talvez, sua magreza, favoreça isso, VITATATA!

Era impressionante a sua mobilidade e coordenação de movimentos. Era uma agilidade de se invejar, mas estava claro de que jamais um ser como esses teria tanta força como eu. Isso era o que eu percebia, quando tive minha defesa contornada e fui plenamente atingido. – VITATATA! Você é bom!Até me impressionei ligeiramente, mas o fato de ter que dar uma maior atenção a esse oponente. Em um momento completamente inesperado, ele conseguiu ultrapassar a minha guarda e me desferir cortes bem certeiros em meu peitoral, era óbvio que o meu sangue quente logo começaria a jorrar, principalmente saindo de um ser divino como eu. Mas foi nesse momento que eu realmente compreendi o tamanho da necessidade de meu foco nessa luta. Depois de cortado em meu peitoral, eu sequer cogitei abrir minha boca para falar algo, pois agora minha concentração era total.

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Estava clara que a situação tornou-se outra completamente diferente, eu estava lidando com um oponente perigoso, ao menos, ele era grande, o que ‘supostamente’ facilitaria para eu acertá-lo, mas não ocorreu dessa forma no momento anterior, e, por isso, eu deveria analisar bem como haviam sido os seus movimentos para, da próxima, tentar antecipá-los. Tentando entender todos os seus movimentos, ele, basicamente, avançou sem medo, confiante na sua eufórica esquiva, facilitada, claro, por um corpo bem magrelo como esse. É. Entendendo seu ataque, que, foi bem sucedido, ele não utiliza da força na maestria de seu ataque, pois foi um golpe bem efetivo... senão, eu não sangraria tanto em meu revigorado peitoral.Analisei rapidamente. Mas, parando para entender bem a equação de todos os seus movimentos, ele procura atacar se concentrando na defesa... esquisito. E ele, tenta sempre efetuar ataques mais furtivos, afinal, eu sequer sabia em ele tinha adagas em suas mangas.Pensei.

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Interessante...Deixei escapar em um leve sorriso, depois de meditar devidamente a respeito de cada um de seus movimentos ágeis, afinal, combates desta maneira me empolgavam. Agora eu não tinha mais a intenção de lança-lo para fora da embarcação, eu gostaria de manter essa luta até onde desse, VITATA. Sem pestanejar, fitaria logo a sua posição, incluindo a nova distância entre nós após seu preciso ataque. Saltando um passo para me distanciar, logo faria questão de aproveitar esse tempo para passar minha imponente marreta para a mão direita. Finalmente o verdadeiro confronto estaria para começar. – Vê se não morre agora.Em uma límpida vontade de fazer esse fabuloso combate se prolongar, mas lógico que eu também teria a vontade de finalizar o quanto antes todos os fracassados daqui da embarcação, para garantir a segurança de nossa missão, e, inclusive, saber da situação do meu irmão, o Thorkaxi.

Depois de terminar a minha fala, era preciso que eu iniciaria uma ascendente corrida na direção de meu alvo, isso se ele já não houvesse começado a investir em minha direção novamente, e partindo desse ponto, teríamos, eu, de um lado seguindo em sua direção, e, provavelmente, ele de outra também partindo para o meu encontro. Nesse caso, teríamos uma dupla investida, o que geraria uma recíproca aproximação em um menor espaço de tempo. Eu começaria a estender meu martelo como quem quer e estar disposto a inferir algum ataque, mas tudo não passava de um blefe. Estendendo minha arma, era provável que ele começasse a fazer seus movimentos de esquiva para depois começar a sua ofensiva em minha direção, e, era nesse momento em que eu tentaria utilizar, com a mão direita, colocar a lateral do martelo à frente de alguma possível adaga, como em um bloqueio direto, e, por outro lado, utilizaria o leve treinamento adquirido de minha mão esquerda para abri-la e tentar colocar à frente para tentar apanhar a perfuração de qualquer possível adaga e, ao mesmo tempo, aproveitar a grande extensão de minha mão para aproveitar a recepção do ataque para tentar segurar todo o braço do gatuno, mesmo que isso ainda ferisse a palma de minha mão.

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Tendo conseguido segurar a mão de meu oponente, o magrelo, e, obviamente alguém de peso bem leve, seria fácil começar a utilizar o meu breve treinamento Pippesado de minha mão esquerda para dar continuidade ao treinamento, onde buscaria, segurar, firmemente, seu braço como se fosse a base de uma marreta, onde começaria a chocar o seu corpo, fortemente, contra o convés do navio em impactos evidentes da força peso e do impulso proporcionado pela gravidade. Demonstrando a maestria de meu incansável vigor, eu continuaria a chocar o corpo desse fracassado com força no piso daquele lugar, isso até que notasse qualquer tipo de barulho rangendo ou qualquer tipo de som problemático que, possivelmente, fosse acabar por destruir o solo do convés. Lógico que eu também precisava tomar cuidado para não confundir o som com o da possível fratura de seus ossos, principalmente o da base do martelo, seu braço. Nesse caso de haver algum possível barulho da embarcação, eu faria questão de estender o resto que ainda havia de inimigo, ainda segurando pela base do martelo, vulgo seu braço mesmo que já estivesse bem acabada, para começar a chocar o meu martelo avassalador contra o oponente, possivelmente, imóvel. Onde eu repetiria mais três marteladas e depois o lançaria para o alto para finalizar com uma precisa martelada final, para tentar ter certeza de que ele estaria morto. O que era totalmente contra minha anterior fala, VITATATATA!

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Alvorada dos Monstrorines - 29
18:42 ~ 18:49 / Oceano


 
A luta em alto mar continuava, enquanto as energias dos dois lados parecia começar a se esgotar. Um navio estava prestes a visitar seu triste fim, enquanto outro era palco de uma batalha entre dois gigantes em questão de força. Lutas generalizadas tomavam lugar nos outros dois restantes, onde inclusive se encontrava Pippos, admirado pelo ataque inimigo e pensativo quanto aos seus fundamentos e determinações por trás de seus magistrais movimentos. Thorkell, que percebia a luta de Smith e o aparente manda-chuva, também protagonizava o próprio embate, após ter sua lâmina defendida por um homem leão misterioso.

O felino apenas soltava um pequeno sorriso de canto de boca ao ver a luta que se iniciava no meio da batalha, mas não desviava seu olhar de Thorkell, que igual a ele, estava impaciente. A chama da batalha queimava em seus peitos, os movendo para frente para começar a selvageria que tanto lhes era esperada. O que iniciava a ofensiva e quebrava a tensão era o inimigo, cansado de jogos ou de rodeios; queria apenas aproveitar uma troca justa de golpes contra um oponente que lhe parecia digno. Seu sentimento era recíproco, assim como o seu movimento, que logo obtinha uma resposta por parte do gigante.

Seu gládio cortava o ar em um movimento horizontal que ia de encontro com o mais novo escudo do marinheiro, que não se atrasava e liberava um chute contra o peito do felino. A força o fazia ir para trás, mas não o derrubava nem o arremessava. Ele estava em seus dois pés, firmes, enquanto o lanceiro fazia mais um de seus famosos ataques. Com a lâmina fazendo fio também na horizonta e por fim na diagonal, ele quase acertava o pirata, que suspendia seu corpo para trás e deslizava em seus joelhos pelo convés molhado do navio.

Ele se levantava de seu movimento e em um ímpeto mirava no calcanhar do gigante, que estava exposto pela altura. Ele já podia ver o sangue jorrando em sua pele com a expectativa que crescia em seu ser, mas, para sua infelicidade, o instinto do soldado falava mais alto. Em súbito, o escudo do homem descia para parar o corte que faria um belo estrago. Sua lâmina era defletida para trás junto de seu braço, abrindo uma brecha no momento em que se atordoava e tentava entender o acontecido. Dragnar aproveitava isso e, com a ponta da haste da lança, acertava o inimigo na cabeça, deixando-o zonzo.

A sua ofensiva não acabava por ali, uma vez que deixava sua lança no chão e partia para os socos, relembrando os velhos tempos que treinavam com suas mãos nuas. Seu punho acertava em cheio o rosto do leão, e usando todo o peso de seu tronco, o arremessava ao chão, não desacordado, porém, bem incapacitado naquele momento. Nesse mesmo instante, alguns soldados chegavam para o acudir contra os 20 soldados ainda no navio, dentre elas, uma bela mulher com aproximadamente 4 metros que parecia mais séria do que Sgt. Smith. Ela olhava para o gigante que acabava de sair vitorioso da batalha, o acenando em cumprimento, apenas para voltar e dar uma surra em alguns piratas pelo local.

Pippos, por sua vez, enfrentava um oponente que o deixava intrigado. Sua falta de força era compensada pela alta destreza, e a falta de músculos era compensada com furtividade. Em um contra-ataque bem realizado, o homem era capaz de abrir alguns cortes no peitoral imponente de Pippos Vitaminado, que estudava cada aspecto de seu movimento procurando por um padrão e uma forma de atacar sem se render apenas à violência. Seu campo, agora livre, viraria sua área de treinamentos, enquanto usava tanto sua mão direita quanto esquerda para desferir golpes poderosos contra o inimigo.

A tensão e o encaramento não demorava muito tempo, conforme os dois partiam para cima um do outro. A vontade e o desejo pelo embate era tão grande que superava a ideologia dos dois, apenas ficando em um mundo paralelo onde apenas golpes e ofensivas existiam em um void. A luta fluía como a água de um rio perene desce sua nascente até encontrar com o oceano, impressionando alguns e hipnotizando outros. Toda essa montagem começava com um blefe de Pippos, que era captado da forma intendida pelo ladino, que caía naquela mentira.

Assim que percebia seu corpo em perigo, fazia acrobacias experientes e bem produzidas para se esquivar do perigo que nunca veio. Ele percebia isso tarde demais, logo após desferir outro golpe contra o peito do gigante, que era bloqueado pelo grande martelo que tantara o parar anteriormente. O homem então retirava sua adaga do contato com o metal e partia para outra ofensiva, que era agora bloqueada com uma nova posição que fazia uso da mão esquerda do gigante. Este não demorava muito para agarrar então a mão do ladino para finalizar aquele combate.

Ele não levava em consideração, porém, a segunda adaga do homem. Quando o levantava do chão e o suspendia no ar, acabava por tomar esse golpe furtivo e fruto de sua própria desatenção. Com a adaga que lhe restava, o inimigo perfurava sua mão esquerda, não chegando a varar a carne. A dor era crusciante igual a todas as outras dores que havia sentido no período de dois dias, e como resposta natural do corpo, o pirata era solto, pousando no chão de maneira quase heróica, como se nada tivesse acontecido. Novamente, ele se colocava em posição de defesa, esperando por um movimento inimigo antes de qualquer coisa.



Histórico:

Legenda / Npc's:

Considerações:

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 HOpKYkQ


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Pippos
Sargento








1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 Shuuma10


Tentativa final!
Tenho que dar tudo de mim



1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines!
Indignado eu estava. Óbvio, não?! Parece que toda a minha estratégia tracejada, não havia valido de nada, tudo bem, até os insanos semi-deuses também cometem alguns erros, se não fosse por isso, eu também seria um glorioso Deus, VITATATATA! Analisei rapidamente, logo tentando passar o meu polegar esquerdo na tal recente ferida que acabou por quebrar totalmente a minha sequência tracejada. Mais que merda! Não pensei bem na outra mão desse Zé. Será que ele domina a ambidestria? A cada segundo que passo nesse confronto, me surpreendo cada vez mais, VITATA.Pensei, logo posicionando-me para me preparar para a continuidade do confronto.

Seguindo por todos os passos que eu havia checado, tudo bem que não havia dado muito certo tentar pensar demais, afinal, eu sou alguém mais voltado para a ação. Lógico que não vou fazer nada sem pensar bem um pouco antes, mas não adiantava ficar tentando prever qual seria a reação do meu oponente, pois ele poderia acabar me surpreendendo, como fora, de fato, o que ocorreu. Estava claro, eu precisava continuar confiando mais em toda a minha insuperável capacidade física e tentar utilizar tudo o que tenho a meu favor! Sim, ele era grande, e não estava a aproveitar nenhuma das vantagens de seu grande corpo, como que eu poderia perder para um insignificante ser desse tipo? Inadmissível! Exatamente. Corpos tão bem estruturados grandes, como os nossos, não nasceram para ser mais voltados à movimentos ágeis. Nada contra, claro, ele vem fazendo um ótimo trabalho, mas eu, apenas, não consigo entender como que, eu, o fruto de uma vontade divina, estou sendo incapacitado por um fracassado desses. Exato, eu tenho que utilizar de toda a vantagem que os Deuses me deram na fabricação de meu bem musculado corpo.

Eu já havia passado dessa fase de tentar provoca-lo, muito menos, de tentar falar alguma coisa. A concentração aqui, agora, teria de ser total. O encararia friamente, tentando enxergar um pouco por detrás de seus olhos mortos e profundos, realmente parecia haver algum detalhe nesse confronto em que eu não estava conseguindo reparar, e, nesse caso, eu precisava dar tudo de mim. Suspirava. Segurando firmemente o meu martelo com a minha dominante mão, eu já estava pronto para o verdadeiro confronto. Ainda o encarando para tentar entender sua movimentação, já começaria a rodar o meu imponente martelo e já tentando acumular, minimante, uma boa dose de energia cinética, a ponto de tentar, em um possível acerto, causar fortes vibrações internas no corpo de meu oponente, ou, ao menos atordoa-lo com mais facilidade.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 Screen16

Caso eu pudesse notar que meu adversário iniciaria uma corrida até mim para, obviamente, vir me atacar, eu estenderia meu braço para cima, como havia feito anteriormente, mas dessa vez matéria a guarda parado e ficaria a aguardar a sua ofensiva. Analisando bem a sua aproximação e a cada um de seus movimentos enquanto a distância entre nós estivesse a diminuir. Era claro que ele tinha um tamanho superior à média de meus adversários, ele até chegava a, talvez, ultrapassar minha cintura, o que fazia a ser, realmente um tamanho considerável, e, girando o martelo estendido para o alto, à medida que ele entrasse no campo de minha envergadura, eu começaria a descer o meu braço, mas eu analisaria bem qual seria a reação, mas minha real intenção agora seria aproveitar o blefe feito anteriormente, para que agora ele também acreditasse que tratar-se-ia de mais um blefe, pois eu estava disposto a efetuar o ataque diretamente com toda a energia cinética acumulada para tentar, no mínimo, atordoar meu adversário. Por outro lado, caso meu adversário permanecesse parado, quem deveria partir para cima executando todos os movimentos descritos anteriormente era eu, mas a única diferença é que eu estaria correndo na direção do meu alvo para executar os mesmos movimentos.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 2de897f28502cb0ce9b42b73ba564f7b2030c73e

Dessa vez eu estava disposto a utilizar toda a minha força para aplicar o mais forte ataque que minha marreta já havia visto. Sim, esse outro meio gigante aparentava ser digno de receber um ataque desse feitio. Com a energia cinética acumulada, eu ainda utilizaria o meu novo estilo de combate para intensificar meu ataque a partir do impulso relacionado à Força Peso. Tanto avançando, como esperando a chegada de meu adversário em meu alcance, assim que chegasse a hora, eu manteria o braço com o meu martelo que antes estava estendido e ele novamente poderia ser considerado como um ‘blefe’, o que faria o gatuno não esquivar aguardando qual fosse o meu seguinte movimento, e eu desceria com tudo o martelo, tentando aplicar a junção de todos os fatores em um único ataque, este que agora ainda tinha o estilo Pippesado, e com a intensão da gravidade talvez até acabasse por terminar quebrando parcialmente o chão de madeira do convés. Notando qualquer possibilidade de esquiva lateral, tentaria girar um pouco meu corpo para fazer o ataque direto mudar um pouco de direção, tentando ser guiado conforme a direção que o meu inimigo seguisse, mas era claro que não seria nada fácil e, talvez, sequer possível, mas eu precisava tentar.

Todavia, agora eu estava preparado para contrair, firmemente, meus resistentes músculos para, assim que sentisse a leve penetração de qualquer adaga, contraí-los e tentar prendê-las firme em meus bem definidos músculos. Sim, talvez fosse algo doloroso e me fizesse sangrar, mas não importava, eu tinha que tentar executar todas as minhas vantagens corporais à meu favor, como minha resistência corporal acima da média, claro, e meu vigor físico para superar a dor e resistir o máximo de tempo que me fosse possível. Essa seria a minha única chance de vencer o duelo contra esse maldito gatuno, aproveitando o momento para tentar segurar, firmemente, com minha mão esquerda, o braço que agora não possuía nenhum tipo de faca, caso tudo ocorresse conforme o esperado. E se isso acontecesse, executaria os mesmos movimentos antes tracejados, onde buscaria tentar utilizar meu estilo de combate contra o convés do navio, utilizando o braço do tal homem como base do meu martelo Pippesado. Mas, se em um movimento rápido, eu notasse qualquer tentativa de me furar novamente, com o braço que ainda tinha uma faca, colocaria meu belo martelo à frente, mas não em uma forma simples de bloqueio, mas para tentar rebater a ofensiva que ele viesse a ter. Se quebraria um braço, uma não, lançasse a adaga para longe ou apenas fizesse um bloqueio básico, isso não importava. Agora eu tentaria chocar várias vezes o corpo de meu adversário contra o convés, fazendo isso quantas vezes fossem necessárias para fazê-lo terminar soltando sua adaga. Tudo para segurar o seu corpo e jogar para o alto e terminar com uma rebatida, para tentar lançá-lo o mais longe possível.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 80bb07d57c207f61b41565b92f2b6a7e1ca64e0f_00

Ao fim de todas as minhas tentativas de lançar esse fracassado para longe, era óbvio que eu já estaria exausto, e, sem dúvidas com algum(ns) ferimentos em meu corpo, mas o que eu mais precisaria agora seria descansar, isso, claro, se, de fato, o combate houvesse sido decidido. E se isso realmente houvesse acontecido, eu me lançaria ao chão do convés, exausto, implorando, ao menos por um bom descanso. E, talvez, claro, alguns cuidados médicos.


Histórico:

Objetivos:

Personagem:





Vitaminado Pippão


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Narração
Pensamento
Fala

Blindao
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Créditos :
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Blindao
Tenente





~~ Dragão Indomável ~~


“Você só é derrotado quando desistir.”

O combate do tenente Smith contra o capitão pirata, certamente instigava meu interesse. Entretanto, o homem-leonino diante de mim não deixava nada a desejar. A voracidade em cada golpe era muito visível. Seu espirito competitivo e sua sede por sangue, unidos e movidos por uma chama que arderá em prol do combate, até mesmo um cego notaria sua paixão pelo desafio.

Estava começando a emergir dentro do combate, tinha até mesmo esquecido de meus companheiros no outro navio, perdendo o ponto foco de minha profissão. Sabia inconscientemente, mas era difícil controlar meus impulsos frenéticos pela guerra. Muitas vezes enevoando meus olhos e mente. Talvez aquele sujeito fosse o imediato pela sua força, mas isso sinceramente não me importava muito. Afinal, por mim ele poderia ser até mesmo o faxineiro do navio, desde que pudesse me proporcionar um bom combate o resto era o resto.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 SEkqdhF

Não me entenda errada, pois, dou valor sim ao Status dentro da sociedade, inclusive! Almejo alcançar o topo da marinha para conseguir fundar meu reino. No entanto, durante um duelo entre homens, Status, dinheiro e qualquer outra coisa referente a isso pouco importava. No final... o que realmente importa é o espirito batalhador indomável! Seja um capitão pirata ou um palhaço, o que dou valor é o poder que reside dentro de todos, mas que poucos conhecem ou usufruem. “Um homem de verdade pode até mesmo admirar seu inimigo, uma vez que ele reconheça a força e ambição.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 Txa9D0l

Apesar de uma breve reflexão, manifestando um rosto um pouco mais sério e centrado no combate, reconhecia aquele oponente como um adversário digno. “Kekekekeke! Bom, muito bom! Se fosse fácil não teria graça.” Pensava comigo mesmo ao conseguir bloquear a lâmina feroz do felino, que visava um ponto bastante previsível para gigantes; apesar de que se tivesse êxito, seria bastante problemático.

Infelizmente, ou talvez felizmente, o homem-fera havia colidido contra um inimigo sem igual. Não querendo ser arrogante, mas este corpo já havia sobrevivido a muitas batalhas. Estes olhos já haviam presenciado incontáveis guerras. Estas mãos já haviam desferidos centenas de milhares de golpes, tais quais, os calos já fazem parte dos músculos.

Meus ataques atingiam poderosamente, apesar da ferocidade do homem-animal e de seu espirito gladiador, ainda lhe faltava experiência. “Ou talvez eu estivesse ficando mais forte.” Seja como for, sua força de vontade não era pouca, não me entenda mal. Porém! Ainda que ele fosse um fera desbravando os mares... ele havia colidido contra um titã! Um ser ainda mais destemido e poderoso. ~ Será seu dia de sorte... ou de azar? Thorororo! Proferia em um tom baixo após socar o inimigo para longe.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 JOiKCnK

Logo alguns soldados acabavam invadindo o navio inimigo, após minha entrada, havia de certa forma facilitado para seu ataque. Dentre eles, um havia chamado minha atenção. “Huum... que mulher imponente! Essa faz meu tipo! Thorororo! Não vi ela dentro do navio, talvez seja nova na tripulação.” Pensava comigo  enquanto acenava para ela também com um sorriso carismático, quase esquecendo do oponente, era só aparecer um rabo de saia que acabaria distraindo a peleia; apesar de que o combate provavelmente havia terminado.

Após apanhar minha lança, andaria até o corpo do oponente com intuito de averiguar seu estado. ~ Foi um bom combate, por isso pouparei sua vida. Falaria caso estivesse respirando, não havia motivos para mata-lo. Porém, pisaria em sua cabeça para deixa-lo mais tempo desacordado. Se o homem-fera estivesse consciente ainda, colidiria com a ponta da haste da Gladio para nocautear ele. De qualquer forma, pouparia sua vida.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 VIt3Uj9

Caso ainda almejasse continuar lutando, mesmo em seu estado, respeitaria sua decisão e então recuaria alguns passos e aguardaria ele se erguer. ~ Admiro sua tenacidade, garoto. Giraria a lança entre os dedos e a apontaria para o mesmo. “Mesmo que ela seja em vão.” Apesar das palavras expressarem carisma e consideração, o sorriso bastante malicioso poderia emitir o contrário. ~ Um homem que almeja o amanhã, deve resistir ao hoje e aprender com o ontem! Falaria de forma sábia. ~ Em respeito à sua coragem e vigor, não irei mais me conter mais! Kekekekek! Proferiria durante o tempo que começaria a girar a lâmina em pleno ar, como se fosse um tufão.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 4S4Au5A

Sem mais delongas, pausaria a lança sobre a lateral do corpo e drenaria uma grande quantidade de ar para estufar o peito e carregar todo corpo com imensa carga de oxigênio. Os músculos de todo corpo agora seriam demasiadamente tensionados, ao mesmo tempo trocando a pegada na haste com uma única mão e invertendo a posição tradicional da gladio, almejaria uma arrancada com toda velocidade possível com objetivo de colidir contra o homem-fera.

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A lança viria na horizontal, logo após passar por ele em sua lateral, cortando ao meio o oponente na base da força bruta. Aproveitaria do peso e impulsão gerada com golpe para reforçar o dano, caso houvesse atingido.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 GgaFIVZ

Após a investida, giraria o corpo e retornaria de frente para o pirata com intuito de desferir outro ataque e mais outro golpe seguido de outro, atingindo membros, tronco e por fim cabeça. Uma saraivada de lançadas na lateral, diagonal, vertical e etc. Usaria cada movimento para gerar uma explosão atrás de explosão de cortes, até que por fim, dilaceraria por completo o inimigo. ~ Fiuusss. Soltaria o ar contido até então. ~ Pelo jeito essa luta fez meu corpo acelerar a regeneração dos meus ferimentos, Thorororo. Indagaria ao notar um pouco de cansaço, mas sentindo os músculos revigorados.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 FhsqtQZ

Apesar da batalha ter chegado a um possível fim, ainda restavam outros piratas dentro do navio. ~ Tá na hora do pai colocar ordem nessa casa. KEKEKEKE! Proferia com um sorriso ressaltado no rosto, como se mal houvesse lutado. Assim como um homem com gula jamais se satisfaz com comida, poderia se dizer que era semelhante por batalhas. Apesar de não cobiçar isso toda hora, sempre desfrutava e aguardava por bons rivais. “Provavelmente por ter nascido na ilha de Elbaff e por ser descendente dos gigantes primordiais, isso é algo que está entalhado em minha essência.”

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 LsLIL5f

Alguns passos a frente e então fintaria todos os piratas a bordo e rugiria em um som bastante elevado. ~ VEJAM! SEU COMPARSA PERECEU DIANTE DE MEUS PUNHOS! Ratificaria ao apontar a lança para o corpo do homem-fera.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 Pe5tzyH

~ MAIS DE VOCÊS MORRE E MORRERAM! ATÉ MESMO SEU CAPITÃO ESTÁ PROXIMO DA MORTE! Diria ao apontar a lança coberta de sangue em direção a luta de Smith. ~ AQUELES SEM MEDO, COM ÓDIO OU QUE NÃO DÃO VALOR A VIDA PODEM VIR PRA CIMA! QUE IRE ENVIAR PARA O MESMO LUGAR! Pisaria sobre o chão de madeira para eclodir um som mais dramático. Não que fosse especialista nisso, mas era só uma forma de aterrorizar o inimigo, pois, após ter vivido décadas como eu, isto era só uma entonação espirituosa. ~ AQUELES QUE AINDA PREZAM SUA MISERAVEL VIDA, PULEM AGORA DO NAVIO E TERÃO MAIS ALGUNS DIAS PARA VIVER! KEKEKEKEKE!  Expressaria uma risada com malicia, esperando que eles não desistissem, pois, talvez ainda pudesse me satisfazer ainda mais com brandir de minha lança.

Contudo, da mesma forma que piratas haviam caído, marines também poderiam ter sido feridos gravemente e mortos, por saber disso, tinha como meta diminuir os números ao acuar os medrosos; usando como exemplo o pirata mink forte que eles tinham como companheiro.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 V3bgbyx

Caso viessem para cima de mim, ou percebesse que os marines estivessem com dificuldades, não ficaria parado. Avançaria contra os piratas, manuseando minha lança e direcionando-a a distância para atingir os adversários. Seja cabeça, braços, tronco... golpearia qualquer parte dos criminosos para penaliza-los ou mata-los. Havia dado a chance de poupar suas vidas, apesar de respeitar os corajosos, ou tolos, que houveram permanecido, minha clemencia tinha limite.

1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 UMJLvxA

Ainda que meu objetivo fosse diminuir o numero de piratas e ceifar os que restassem, o maior foco seria salvar meus aliados. Devido minha envergadura, e dimensão da gladio, conseguirá dar suporte para os marines a uma determinada distância. Usaria a lança para interceptar os tiros, espadas, socos e etc. que visariam colidir contra os marinheiros. ~ Thorororo! Não se preocupe, camarada. Estou aqui para preservar sua vida! Falaria amigavelmente para encorajar o jovem soldado.

Caso estivesse dentro do raio de alcance para ajudar o companheiro e estivesse para ser almejado pelas forças inimigas, mesmo que instintivamente talvez prevê-se isso, desferiria rapidamente a lança para auxiliar o marine e neutralizar ou pelo menos possibilitar uma melhor evasão por parte dos aliados e, ao mesmo tempo, usar o escudo para tentar bloquear o impacto em meu corpo. Seria difícil o manejo dos dois ao mesmo tempo, mas nada impossível de se fazer.

Geralmente não tenho tendência a me intrometer nos combates dos aliados, me refiro aos duelos justos. Entretanto, estava em missão e os jovens soldados eram ainda muito inexperientes, além de estarmos praticamente em uma guerra entre forças opositoras. A função de alguém mais velho é guiar os mais jovens, mesmo estando na mesma patente, precisava salvar essas crianças que ainda precisavam ser lapidadas. 





Mini-Ficha:

Histórico:

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Depois atualizo com o post


Avaliação Monstrorines



Alterações

Thorkell

Ganhos:
- Perícia: Escudista (post 20)
- Estruturada Tiamat (post 21) ok
- Escudo (post 21) ok
- 3 milhões de berries (post 23 - missões) ok
- Uniforme da marinha (post 24) ok
- Uma garrafa grande de rum (20 usos restantes)ok
- Treino de ambidestria ok (1/3 aventuras para conseguir)
- Promoção para Cabo ok
Perdas:
- Naginata (post - 16) ok
- 500.000 berries (post 21 - escudo na loja) ok
Relação de Personagens:
- Pippos Vitaminado(Player); O rapaz é um marinheiro junto de Dragnar e conhecido à algum tempo. Apesar do egocentrismo peculiar do garoto, é um soldado que Thorkell tem grande afeição e confiança. Apesar do respeito e admiração pelas ambições do gigante, Thorkell expressa isso de uma forma informal e provocativa. Isso pode ser notado com os apelidos e gracejos que volta e meia Dragnar demonstra. ok
- Bartomolew(Player); Um soldado gigante que ajudou na missão Flamesworth que Thorkell havia sido desgnado. ok
- Detective(Player); Um detetive civil a marinha contratou para rastrear e desvendar os segredos do Nobre Flamesworth. ok
- Smith(NPC); Um marine veterano que ficou encarregado de ser o superior na missão Flamesworth. Um sujeito que Thorkell acabou respeitando pela sua força e caráter. ok

Localização Atual: North Blue - Flevance ok

Experiência

Experiência: 900 XP

Pippos Vitaminado

Ganhos:
- Martelo de combate (post - 02); ok
- Perícia: Anatomia (post 20) ok
- 3 milhões de berries (post 23 - missões) ok
- Saco com minérios variados para forja, incluindo ferro, latão, bronze, prata, aço e chumbo branco. ok
- Uniforme da marinha (post 24) ok
- Uma garrafa grande de rum (20 usos restantes) ok
- Treino de Ambidestria ok 1/3 pra conseguir
- Promoção para Cabo ok
Perdas: N/A ok

Relação de Personagens:
- Players: Thorkell (Thork), Detective (DT), Bartolomew (Zé do Bigode) ok
- Vivian: NPC Criado – É bem invocadinha, mas é uma médica incrível! Seu conhecimento é radiante. Apesar de sua personalidade forte, também pude ver uma fragilidade em seu interior. É uma boa pessoa. ok
- Smith: NPC Criado – Sargento determinado e sempre focado para se desenvolver na marinha. Ele sempre foi o tipo de marinheiro que mete a cara para participar das missões, diferente de muitos que apenas aplicam algumas ordens e ficam sentados esperando. Ele foi promovido para tenente, muito ben merecido, e agora está seguindo com a gente para Lvneel. ok
- Axell: NPC Criado – Um homem egocêntrico que se considera acima dos outros, mas tentando ser assim perto de mim é pura loucura, VITATATA! Eu o coloquei em seu lugar. Mas ele é um trabalhador esforçado que pode vir a melhorar suas características com o passar do tempo. ok

Localização Atual: North Blue - Flevance ok

Experiência

Experiência: 900 XP

Bartolomew

Ganhos:
- Clava de madeira com o interior de ferro (post - 02) ok
- Machado de dois gumes (post - 07 -> espólio de batalha) ok

Perdas: N/A ok

Relação de Personagens: N/A ok

Localização Atual: North Blue - Flevance ok

Experiência

Experiência: 330 XP

Detective

Ganhos:
- Perícia Criptografia (post 09 - aproximadamente 1 hora de aula) ok
- Molho de chaves da prisão (post 12) ok
- Documentos e contratos associando Devon Ordin e Arthur Flamesworth (post 12) ok

Perdas: N/A

Relação de Personagens: N/A

Localização Atual: North Blue - Flevance ok

Experiência

Experiência: 480 XP

Quantidade de Postagens do(s) Narrador(es): Koji - 9 Créditos

opinião:



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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 HOpKYkQ


Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
Koji
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Créditos :
19
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Sirarossa
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Koji
Avaliador


Alvorada dos Monstrorines - 30
18:49 ~ 20:00 / Oceano - Swallow*


 
Próximos de Swallow agora, aquela luta chegava a um próximo fim. As terras almejadas por todos os marinheiros naquela embarcação já estava à vista de todos, enchendo os  olhos daqueles mais desafortunados de esperança e um pouco de paz. A Lua continuava a sua ascendência pelo céu, iluminando o campo de batalha sangrento e assistindo àquele show de horrores produzido pelos piratas inescrupulosos. Apesar da aparência, os marinheiros possuíam a vantagem naquele lugar. Um dos navios estava naufragando, e as tropas terroristas se aproximavam de um fim graças aos esforços coletivos.

Thorkell, naquela batalha, excedia seus feitos até o momento. Seus colegas de profissão olhavam para ele com um rosto de determinação e paixão pelo serviço diligente prestado pelo gigante. Ele caminhava até seu inimigo jogado no convés após olhar e acenar para a bela moça que passava por ele e partia para cima dos inimigos. Seus passos eram calmos, enquanto o mundo ao seu redor se ouviam apenas gritos e o colidir de metais. O oponente que ele lutara estava entre a consciência e a inconsciência. Seus olhos abertos mostravam respeito pelo oponente, mesmo que não fosse capaz de mostrar isso com palavras.

Após algumas frases que honravam a força de vontade do jovem, Thorkell o nocauteava, poupando a vida do leão, que lhe seria eternamente grato. O navio afundava, enquanto Dragnar olhava para o campo de batalha e começava seu discurso. Todos prestavam atenção em suas palavras e em sua voz imponente, ficando ainda mais admirados com o gigante musculoso. Os soldados que invadiram aquele navio olhavam atentos para aprenderem com o sênior, mesmo que sua patente fosse igual. Apesar da inimizade entre marinheiros e piratas, até mesmo os criminosos ouviam, não satisfeitos com a vida de crime que prometia muito e entregava pouco.

Sua voz, no entanto, era ofuscada por uma outra não muito após o fim do monólogo. Todos viravam suas cabeças ao centro do campo de batalha, onde estava Smith e o capitão dos piratas. Seus cenhos se franziam, mas todos eles passavam a executar as ordens dadas pelo comandante...

[Enquanto isso...]

Pippos, assim como seu parceiro, se excedia no campo de batalha. Seu tamanho era por si só um fator de dominância e que lhe dava uma ampla vantagem sobre os pequenos inimigos com os quais batalhava ferozmente. Os piratas, não perdendo tempo, mandaram um dos seus diversos habilidosos lutadores para pelejar contra o gigante que carregava uma arma imponente. As tentativas e ofensivas do homem eram de qualidade e bem pensadas, mostrando ampla experiência de batalha. A análise de Pippos ajudava contra o homem, mas seu descuido vinha à tona ao receber mais um ferimento após ignorar uma das armas do rapaz.

Percebendo sua situação, o homem não partia para rodeios. Ele analisava seu oponente e o combate, e com seu intelecto e conhecimento de física, preparava o ataque mais forte que lhe era possível. A grande massa metálica girava entre suas mãos e dedos movimentando até o ar ao seu redor, amedrontando internamente o inimigo ofegante que lentamente se levantava daquele pouso forçado. Vendo que ele ficaria ali parado, Pippos partia para o avanço. Seus pés afundavam com a força imposta sobre eles, lhe conferindo mais velocidade ainda, e quando próximo do inimigo, um jogo de blefes começava.

Será que atacaria por uma direção ou outra? Não se tinha certeza. Enquanto o martelo descia utilizando de todas as forças nele acumuladas, o único instinto que o ladino sentia era de se desviar para o lado, assim o fazendo. Pegando sua intenção, Pippão levemente inclinava seu corpo para acertar o pirata, alcançando êxito em seu ataque após uma longa análise. O alvo apenas caía no chão com toda a força, assim como o martelo que rachava parte do chão de madeira da embarcação. O meio-gigante, no meio de sua exaustão, parecia apenas querer deitar no chão e ser tratado, mas outra coisa chamava a sua atenção...

[...]

No centro da batalha, uma luta feroz e apertada acontecia. Do choque das lâminas e armas dos dois combatentes, faíscas se soltavam e ondas de choque eram formadas. Os sons eram quase ensurdecedores para os mais fracos que estivessem perto, e até mesmo o corpo dos combatentes começava a reclamar de tudo aquilo. Ambos encharcados em sangue e ferimentos, mostrando a realidade daquele embate que parecia ser de outro patamar para aqueles presentes ali. Smith e o Capitão pirata iniciavam uma rivalidade que levariam ambos para as alturas mais altas.

Estando agora no meio de um choque de forças, ambos recrutavam tudo de si para manter a briga rolando, quase não prestando atenção ao arredor deles e à situação geral do campo de batalha. Smith, em um ímpeto, recrutava o resto de força que possuía em suas pernas e empurrava aquele barbudo para trás, levantando sua guarda por um breve minuto. Apesar da abertura ser pequena, o espadachim era rápido e treinado. Usando sua lâmina destra, fazia um grande corte com o auxílio de seu tronco, que era desviado por pouco com um recuo.

Aquela recuada, porém, deixava o pirata sem equilíbrio. O Tenente imediatamente abria um grande sorriso, já vendo um possível fim pra batalha que lhe esgotara as forças. Porém, a históra que acontecia era outra. Usando seu pé mais alto, o lanceiro chutava uma das mãos do sargento, retirando seu equilíbrio e seu ataque ao mesmo tempo que caía para a sua derrota. Esse meio tempo era o suficiente para que ele visse a situação do campo de batalha. Para eles: caótica. Como um bom líder, colocava seu povo afrente das suas próprias vontades. Em um ímpeto, ele levantava de sua posição com uma respiração pesada e ofegante, montando guarda e proferindo algumas palavras para Smith.

– Foi uma ótima luta, marinheiro. Cof, Cof. – cuspia um pouco de sangue enquanto recuperava seu fôlego. Usando seu tridente para ficar ereto, proferia uma última palavra. – A gente ainda vai se encontrar pelos mares, espero ansioso pela nossa próxima batalha. Fique forte. – ele dizia, se jogando ao mar e sendo pego pelos seus subordinados antes que pudesse encostar na água. O seu navio, o maior e mais equipado, não havia sofrido grandes baques como os outros dois.

Chegando no convés, ele se preparava e anunciava o mais alto que podia:

– Recuar! – sua imponente voz retumbava pelo campo de batalha chamando a atenção de tudo e de todos, que sem hesitar, seguiam as ordens de seu comandante. Ele deixava uma das embarcações lá com alguns inimigos que eram rapidamente apreendidos, enquanto a mesma naufragava pelas ações de Thorkell. Como um último cumprimento, o rapaz curvava sua coluna como se fosse um grande músico em uma apresntação. Suas expectativas estavam no alto, e, mesmo em uma situação complicada, Smith também queria mais uma vez combater com este que aguentara seus poderosos ataques.

[...]

Com o fim da batalha, todos eram cuidadosamente cuidados e tratados enquanto o navio não atracava no porto de Swallow naquela noite enluarada. Alguns soldados conversavam sobre o que acabara de ocorrer, enquanto outros limpavam sangue e corpos dos mais desafortunados. Thorkell e Pippos eram o centro de algumas conversas, exaltando os mesmos ou até mesmo esnobando em inveja. Smith, após um longo tratamento e cuidado, ia conversar com os dois sobre a luta. O destino daqueles três daqui para a frente estaria emaranhado como um longo fio.

– Vocês dois foram melhores do que eu imaginei na batalha de hoje. Deram um bom exemplo de como os soldados devem ser. – ele começava, ao sentar próximo dos dois. – Eu tive uma batalha complicada, mas que me abriu os olhos... – pausava olhando para o chão, em pensamento. – Eu quero ficar mais forte. Eu preciso ficar mais forte. – anunciava, levantando sua cabeça em um ímpeto e determinação. – Se os dois se sentem da mesma maneira, espero que possamos trilhar esse caminho juntos. – completava, despretencioso.

Sua fala, porém, não acabava por aí. Assim que o navio atracava no porto e os primeiros soldados começavam a descer, ele se levantava e dizia mais algumas palavras para os dois, mesmo que sua altura não fosse compatível com a dos gigantes. – O tempo chegou, e vocês vão finalmente ser recompensados. Parabéns, vocês agora são oficialmente Cabos da Marinha, a maior organização do mundo! – sua fala era carismática e envelopada em animação. – Continuem mostrando essa animação e empenho, que logo virarão sargentos e poderão subir nas patentes. – afirmava, virando as costas de sua maneira familiar e indo para seus aposentos, se arrumar para então descer daquele gigantesco barco; a noite era uma criança.



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Última edição por Koji em Dom Set 19, 2021 2:37 pm, editado 1 vez(es) (Motivo da edição : Confundi muita coisa sobre o sistema de navegação, to trocando os "lvneel" por "swallow" kek)

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1º Capítulo: Alvorada dos Monstrorines! - Página 9 HOpKYkQ


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