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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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Ascensão dos Scavenger

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
Ascensão dos Scavenger Qui Maio 13, 2021 1:24 pm
Relembrando a primeira mensagem :

Ascensão dos Scavenger

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Arthur Lancaster Cavendish II, Euntae Gun Lee Jabami, John White, Maka Jabami e Mizushima Mika. A qual não possui narrador definido.

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Arthur Lancaster
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Re: Ascensão dos Scavenger Seg Maio 17, 2021 2:01 am

 
 
Post 03
"Ascensão dos Scavenger"
O imperador das sombras

Finalmente poderia desfrutar um pouco de luxo com prazer, isso me relembraria meus momentos de glória como príncipe de Ravenwatch. Apesar de toda hostilidade e traições que possa haver obscuramente em uma corte real, o ambiente sempre emanava organização e um carisma único, que apenas lugares como aquele conseguiam transmitir, cercado por indivíduos afortunados de uma educação perfeita.

Pegando o copo, que estava sobre a bancada em minha frente, usaria de meu olfato para saborear o aroma daquela bebida, e então ingeriria com cautela apreciando cada gole daquela preciosa bebida que poderia acabar por esvaziar meus bolsos. Minha ansiedade finalmente se acalmaria, pegaria o charuto com minha mão direita, procurando algo que pudesse o acender, caso o garçom não tivesse me entregue algo para isso, simularia acender um isqueiro  girando meu polegar esquerdo.

- Gostaria que você abrisse uma conta no hotel para mim por favor. - Abordaria novamente o garçom, enquanto levaria o charuto a minha boca. - Se puder, avisar ao senhor que me atendeu na recepção sobre essa conta, para que ele adicione o valor do quarto. - Sugaria a fumaça emanada pelo tabaco, degustaria do sabor enquanto o prazer corre por meu peito, e então a dispersaria soltando pela boca. - Pretendo ficar aqui por alguns dias, sou um caçador de recompensas suponho que não tera problemas de eu acertar quando partir.

O prazer mais puro me deixava em êxtase, quase como se todo peso de preocupações ou sentimentos ruins me abandonassem em conjunto com a fumaça. Por isso, mesmo que o garçom me informasse que aquilo não seria possível, colocaria o dinheiro sobre o balcão e voltaria a apreciar aquele delicioso charuto. 

Meus olhos observando ao redor, se encontraria com a fronte de Mika mesmo fazer algum tempo não tinha como não reconhecer ela, provavelmente se não fosse minha forte habilidade em controlar minhas expressões e sentimentos, naquele momento minhas bochechas se corariam me incentivando a ficar em um estado meio abobalhado, pelo encanto da beleza daquela sirena, mas preferia não demostrar isso até o momento em que pudesse ter a oportunidade de estar a sós com ela.

Terminaria de tomar cada gole daquela bebida cara, e me levantaria indo em direção ao casal de amigos. Tinha a intenção de me aproximar de Mika e fazer algo que a deixasse sem jeito ou folego, mas me lembrava o quanto Shachi era protetor em relação à sirena, por isso usaria de todo meu carisma para fazer uma abordagem agradável e amigável.

- Queridos, consagrados, ouvi dizer que o bar ali tem uma ótima bebida, por que vocês não vão e deixem eu conversar com meus queridos amigos. - Abraçaria as pessoas que estivessem cercando a bela moça, e forçaria uma situação, que afastasse essas pessoas. -  Shachi, Mika caramba! Quanto tempo, senti saudade de vocês, vamos sentar no saguão e vocês me contam as novidades. - Cumprimentaria Sachi com um aperto de mão forte, e em seguida puxaria a sirena para um abraço, e disfarçadamente sussurraria em seu ouvido para só ela ouvir. - Você não tem ideia de quanto meus olhos sentiram falta de apreciar sua beleza angelical.

Caso eles aceitassem meu convite, voltaria novamente para onde estava anteriormente procurando aonde pudesse sentar com minhas novas companhias, e a partir disso seguiria a conversa com carismaticamente, deixando escapar alguns sorrisos e olhares em direção a Mika, sempre que percebesse que somente ela notaria essas pequenas ações. 

Porém, se porventura Sachi não se convencesse com meu jeito amistoso, e procurasse  se tornar hostil em relação as minhas ações, ficaria preparado para sacar minha adaga, observando todos seus movimentos  principalmente suas mãos e pularia para trás impulsionando com a força de minhas pernas, para sair de sua área de alcance se ele tentasse me infligir algum golpe.



Histórico:

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Ficha

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Bim sala bim

Toji
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Toji
Narrador
Re: Ascensão dos Scavenger Seg Maio 17, 2021 11:53 am
Ascensão dos Scavenger
Reencontro - Reunião - Kani e Kou
Todo aquele silêncio vindo de dentro do orfanato me deixava possessa. Eu sei que é óbvio imaginar que ninguém me responderia, e eu sabia muito bem disso, porque olha o estado em que o orfanato estava, mas é claro que eu não queria admitir aquilo pra mim mesma. “Calma! Como meu irmão pode me pedir pra ficar calma com isso!? Parece que não me conhece. Não quero nem imaginar o que tenha acontecido aqui.” Apenas responderia de forma chateada ao meu irmão, mesmo sabendo que ele também se importava com a situação. – Eu preciso ver mais dessa decepção no olhar de vocês. – Talvez eu tenha sido grosseira com os dois em minha resposta a fala deles, mas não me importava com isso agora.

Fiquei confusa por um instante, mas as palavras de meu irmão me deixavam mais tranquilas por dizer que estava tudo bem com ele, tirando é claro pelo fato de fumar. – Tire seu estresse com mulheres, e não com uma coisa que vai acabar com a sua saúde irmãozinho. – Sugestão válida a minha não acham? – Porra John, pensei que você sempre estivesse na saia do Arthur pra se proteger de mim. É uma pena então. – Junto agora de meu irmão, lhe apertaria ainda mais forte com meu braço enrolado em seu ombro. – Você é muito esperto Lee, se pobretões como a gente racharem uma grana, conseguimos passar uma noite naquele lugar. – Abria um sorrisão olhando diretamente para o Lee. – Mas não precisa se preocupar com dinheiro, eu posso quebrar a cara de uns bundas moles por aí e conseguir mais alguns berries pra gente. – Piscaria com meu olho esquerdo para ele.  – Eu realmente não me lembrava desse clima chato que Sirarossa tinha. – Pude notar naquele instante que alguém se aproximava do “frutinha” para cumprimenta-lo, e até tentei reconhecer quem poderia ser, e se de repente seria algum de nossos irmãos, mas antes mesmo que pudesse tentar alguma coisa, fui interrompida pelo meu irmão que começava uma conversa um tanto reveladora que me fez tremer as pernas.

- Pai? Estive muito ocupada pra pensar nisso. – Pausava minha fala quase que engolindo aquelas palavras e abaixando minha cabeça tentando ignorar o olhar de meu irmão. – Mas porque você quer tocar nesse assunto agora Lee? Ainda quer encontrar alguém que simplesmente deixou a gente nesse orfanato? Você quer procurar alguém que não quer ser encontrado. – Foi aí que Lee, começou a contar um pouco sobre seu passado para mim. Algo que me deixou assustada.

Me coloquei a frente dele, agora com minhas mãos sobre seu pescoço trazendo seu olhar para mim, e tentando de forma solene ser compassiva com aquelas palavras. – Lee... – Algumas lágrimas caíam inevitavelmente, e eu não queria que isso acontecesse, ainda mais depois de ouvir tudo aquilo. – Por que eu estive longe de você todo esse tempo? Como eu não pude estar lá pra proteger meu irmãozinho? – Tentava enxugar suas lágrimas como se aquilo conseguisse reconfortá-lo, mas sabia que não adiantaria. – Você perdeu uma esposa e um filho Lee... Eu não sei como lidar com isso... – Apenas o abraçaria com todas as minhas forças, pois era o que eu conseguia fazer naquele momento. – Nós vamos encontrá-los Lee, eu te juro! Nem que custe a minha vida! Vai ficar tudo bem. – Aquela era a hora de sairmos dali e seguir em direção ao hotel, pois estávamos emocionalmente abalados demais para continuar ali.

Carinhosamente, passava minha mão direita por seu cabelo como se quisesse bagunçá-lo, a fim de tentarmos esquecer um pouco toda aquela tristeza, mesmo que por um instante. – Fica “sussa” maninho, sua irmã não vai contar pra ninguém. – Secava minhas lágrimas enquanto daria um beijo em sua testa. – Pode deixar que eu falo com o “manézão”. – Me dirigiria até o John para ver o que se passava naquela conversa.

- Aí John! Você e essaaa... criança. Você é babá desse garoto ou quê? Bora pro Hotel. – Ao ir me aproximando dos dois, pude notar traços um tanto quanto familiares. Por mais que já fizesse anos que não via cada um de meus irmãos, aquele, era um rosto que não mudara tanto, e digo mais, era um rosto que noite após noite sempre esteve em minha cabeça. “Kani? Só pode ser ele!” E se não fosse o Kani? Talvez até não seria ele, mas como eu sempre fui muito intrometida, não liguei muito pra isso. – KANI???? – Sem pensar duas vezes, empurraria o John para o lado a fim de tirá-lo da minha frente, e em seguida me jogaria em cima do Kani o abraçando com força, passando meus braços em volta de seu pescoço o trazendo pra junto de mim. – KAAAANIIIIIII!!!!!! Você não faz ideia da saudade que a sua menina estava. Tantas noites longe de você! – Talvez pela minha altura, Kani estivesse com seu rosto em meus seios... Bem, acontece né. – Você tá tremendo de frio. Vem que eu vou te esquentar. - Pegaria o Kani no colo, deixando-o deitado sobre meus braços. – Me abrace bem forte pra você não gripar Kani. – Sorriria para ele com minhas bochechas coradas. – LEEEEEE!!! Olha só quem tá aqui! – Gritaria para o meu irmão a fim de chamá-lo a atenção.

Após alguma provável conversa rápida, manteria Kani em meus braços e apenas diria. – Garotos, vamos para o Hotel de uma vez porque eu não quero o meu Kanizinho ficando doente. – E assim, seguiria com eles até o Hotel. – Bom, eu não me lembro do caminho até lá, e já me perdi hoje. Então quem souber onde fica, por favor me guie Puffhahahaha. -



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Onigami
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Re: Ascensão dos Scavenger Seg Maio 17, 2021 1:58 pm
SCAVENGERS: ASCENSION

Enquanto adentrava o local, ficava um pouco pensativo sobre o que havia ouvido na rua. Um massacre? Será que havia acontecido alguma coisa com os outros? E quanto a Ada e Klein? Quem era o responsável por isso? Só queria que os outros estivessem bem. Ficaria quase sem esperança nos poucos milissegundos sem resposta, mas logo perceberia alguns vultos lá dentro. Inicialmente ficaria um pouco hesitante ao ver que um deles se aproximava. Mas ao ouvir as palavras dele, me acalmaria e olharia bem para seu rosto. – John? Sou eu, o Kani! Nossa, faz tanto tempo... – Eu diria, apertando de volta a mão que meu velho irmão estendia para mim.

Ficaria um pouco impressionado com o quanto ele havia crescido, mesmo que fosse mais velho que eu, ele era muito mais franzino nos tempos de Orfanato. O rosto também parecia estar bem mais definido, com olhos bem mais profundos. Devia fazer sucesso com as moças. – Como tem passado? Espero que não esteja exagerando no café, kufufu~ - Riria um pouquinho para descontrair, mas notaria que haviam mais de nós mais para trás. No início, não reconheci o homem bombado e também não conseguia ouvir direito o que estavam falando, mas sabia bem a quem pertenciam aqueles longos cabelos alaranjados. Eles só podiam ser de uma pessoa, e notar isso me deu um arrepio. Talvez fosse a nostalgia e os sentimentos mistos que nutria por essa pessoa, mas provavelmente os calafrios eram por causa da brisa e do leve resfriado que eu havia contraído. Tremeria um pouco e espirraria de leve, cobrindo o nariz com o antebraço.


Ascensão dos Scavenger - Página 2 Tenor


Quando ela terminasse sua interação e se virasse, aí estaria minha confirmação. Sem dúvidas, era a Maka Jabami que eu conheci há tanto tempo. Como ela não estava me reconhecendo de início, tentaria ficar atrás de John, temendo um pouco o que poderia acontecer. – Não, espera... Esses dois aí não brigavam? – Mas antes que eu pudesse seguir qualquer outra linha de raciocínio ou reagir apropriadamente, me veria pego em um abraço apertado, com meu rosto firmemente pressionado contra algo... Macio. – O-oi, Maka... Senti saudade. – Diria com um tom tímido e a voz levemente abafada. Ficaria um pouco corado, mas tentaria manter minha postura. Não tinha como ficar mais vergonhoso que isso... Ou tinha? Sentiria meu corpo se elevar no ar e meus olhos se direcionando ao rosto de Maka, olhando-a por baixo. Mesmo depois de tanto tempo ela continuava sendo muito forte. Sentiria um pouco do meu medo de infância da força dela, mas acabaria me distraindo com seu rosto. Ainda era o rosto de uma mulher determinada, mas ver ela se preocupando tanto era incrivelmente meigo. Talvez ela tivesse ficado mais doce com o passar anos...

- Ah, o-obrigado. – Diria um pouco envergonhado com as palavras de Maka. Mas mesmo assim, faria o que ela havia mandado e a abraçaria forte, tentando me receber o máximo de calor humano possível, afinal, eu estava praticamente congelando ali. Era um pouco estranho ser tratado daquela forma mesmo depois de mais velho. Mas apesar de tudo, me sentia confortável nos braços de Maka, mesmo que ela estivesse um pouquinho grudenta, nos dois sentidos da palavra. – Lee? Seu irmão está aqui também? – Perguntaria, olhando ao redor. Se aquele que estava conversando antes era o White, então o único que podia ser o Lee era o bombado. – Nossa, há quanto tempo! Você mudou bastante, quase não o reconheci. – Daria uma leve risada, conversando naturalmente como se eu não estivesse sendo carregado por outra pessoa. – Vocês ficaram bem altos... É quase injusto. – Brincaria um pouco com o fato de provavelmente ainda ser o menor dos irmãos. Bom, fora a pequena Kou. Mas falando nisso... – Queria muito saber sobre o que aconteceu com vocês nos últimos anos. Sabem onde o Arthur e a Kouzinha estão? Por acaso eles já foram para o Hotel Bellucci? Achei que lá fosse o ponto de encontro. – Se qualquer outro dissesse para seguirem até lá, concordaria com a cabeça e deixaria Maka me levar. Pelo menos até conseguir um agasalho decente. – Se não for pedir muito, gostaria de ir para lá logo e comprar um casaco... Estou me sentindo como um siri num congelador... Brr!


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Fala - 6599ff
Pensamento - feff99




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Koji
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Re: Ascensão dos Scavenger Seg Maio 17, 2021 4:58 pm


Ascensão dos Scavenger - 03
Sirarossa



Naquele ambiente, a única coisa que podíamos ver era o orfanato em ruínas. Pareceu exclusivamente pior para Maka, porém, eu segurava aquele sentimento em meu peito, não o deixando sair. A ficha havia demorada para cair, porém, uma coisa era certa: algo havia acontecido, e quem quer que tenha causado isso, vai sofrer nas minhas mãos.

De volta à realidade, responderia à colocação de Euntae, que apesar de um pouco dura conosco mesmo, era realidade.

— Realmente, a gente devia ter feito algo mais elaborado. — diria, ainda pensativo. É verdade que havíamos esquecido totalmente da promessa, mas era nossa culpa? Vários anos se passaram depois de tudo, e isso é algo natural de se acontecer.

— Como eu disse, eu não sou mais o mesmo do passado. — minhas palavras sem emoção agora se direcionavam para Maka, que comentava sobre meu passado com Arthur. "Essa mulher vive de passado por acaso? Eu hein." — não deixaria de pensar enquanto revirava os olhos.

Deixando meus pensamentos de lado, eu ia em direção da voz que havia chamado por alguém. No final das contas, era um de nossos irmãos: Kani, o mais novo de todos ali. O cumprimentava com um firme aperto de mão, enquanto responderia sua pequena piada interna.

— Bom, digamos que eu estou exagerando. Hueheuheuheuhe! — colocaria uma das minhas mãos na nuca e daria risada genuinamente. "Há quanto tempo não me sentia assim? Muito... talvez anos." — estar na companhia dos meus irmãos havia melhorado, e muito, o meu dia, e quem sabe mês ou ano futuramente.

Não demoraria muito para Maka intervir, afinal, os dois eram extremamente próximos no orfanato. Ao ver que ela utilizaria suas mãos para me empurrar, apenas desviava enquanto soltava um suspiro de cansaço. "Certas coisas nunca mudam, não é mesmo?" — continuaria observando aquela cena dos dois, enquanto pensava no que fazer em seguida.

Graças a Deus, Kani veio com a resposta. Aparentemente, Arthur estava no Hotel, onde supostamente era o famigerado ponto de encontro, e lá virara nosso objetivo momentâneo.

Saindo daquele lugar decadente, sem olhar para trás, algumas lembranças viriam em minha cabeça. O momento em que entrei lá, que era ainda o único irmão. O momento em que Kani me ofereceu café, ou até quando Kou desenhou aquele monstro para mim. Por último, quando Arthur me defendeu de Maka. Eu estava deixando para trás esses sentimentos, mas não completamente. Aqueles que estavam em minha memória, agora estavam ao meu lado, e nada no mundo me tiraria dessa posição. Nós somos o orfanato, e onde quer que estejamos, a amizade e amor vai estar conosco.

Deixando algumas lágrimas caírem secretamente, tentaria guiar o grupo até o local concordado por todos nós, utilizando dos meus anos de morador de Sirarossa para me lembrar do caminho necessário para chegar lá. Caso estivesse perdido, perguntaria para algum transeunte pelas direções.

— Oi, senhor(a), poderia me falar onde fica o Hotel Belluci? — perguntaria no caso de perder a minha própria localização. Apesar de estar confiante em meu conhecimento da cidade, certas coisas nunca são previsíveis.

Estando lá, daria um passo afrente e adentraria o lugar luxuoso. Em todos os lugares, procuraria por Arthur, aquele que havia sido meu grande amigo por um bom tempo. Ainda não sabia o que fazer quando o encontrasse, talvez um abraço, um aperto de mãos? "Estou ansioso..." — pensaria enquanto tentava me acalmar. De qualquer forma, é complicado perder alguém tão grande como ele.

Caso o encontrasse, rapidamente o cumprimentaria.

— Arthur, meu velho amigo. Quanto tempo! — o cumprimentaria com um aperto de mãos firme. "Ele deve ter crescido para caramba. Seria impossível abraçar alguém daquele tamanho heuheuheue." — não deixaria de pensar, imaginando a suposta cena.


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Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
Revescream
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Revescream
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Re: Ascensão dos Scavenger Ter Maio 18, 2021 12:22 am


ASCENSÃO DOS SCAVENGER
Reencontro
Legendas
Falas Pensamentos
Felizmente, não precisou de muita espera. No mesmo instante que chegavam ao luxuoso hotel de Sirarossa a dupla de sirenos era permitida a entrar sem maiores problemas, deixando-os encantados pela diversidade de pessoas e aparência deslumbrante que possuía aquele local. Os olhos safiras examinavam cada detalhe do perímetro que lhes cercavam, com Mika sentindo-se aconchegada naquele ambiente - tão limpo, tão elegante e espaçoso, talvez pudesse esticar seus tentáculos que ainda não seria incômodo - fazendo nenhum outro sentimento além de admiração residir no peito da sereia.

"Estou ficando mais convencida de que esse lugar é perfeito para minha estreia, tudo aparenta possuir o perfil que desejo... muito além de minhas expectativas." Pousava uma de suas mãos na bochecha, enquanto refletia consigo mesma. A Mizushima permanecia fascinada enquanto caminhava em direção a outro cômodo do lugar, aparentemente um saguão de dança, onde podia se ouvir uma música sendo tocada por uma pequena banda, que se encontrava sobre um maravilhoso palco, além de um bar circular na região central do salão. "Parece que encontrei o meu paraíso pessoal." Um sorriso enfeitava os lábios da sereia, antes da mesma voltar a repousar em esperar as ações de Shachi.

Algum tempo se passava até Mika ser novamente chamada atenção, desta vez por um grito, com Shachi afugentando outra leva de admiradores que cercavam a azulada que nem percebido a presença deles tinha, fazendo esta suspirar em descontento. - Eu não acho que tudo isso seja necessário... - Uma leve tristeza era perceptível na mulher-peixe, internamente, ela gostava muito de ser idolatrada, mas não diria isso em voz alta para seu companheiro. Este também parecia aproveitar o momento para elogiar a Mizushima que simplesmente sorria de forma doce ao tubarão em resposta. - Hehe, então você me acha apenas bonitinha? Você é difícil, Shachi. - Comentaria em tom provocante, dando ênfase a última parte com um teor sensual, mas terminando com outra pequena risada antes de voltar sua atenção para os arredores, ignorando momentaneamente os comentários do outro em seguida.

No entanto, a verdadeira surpresa para Mika estava se aproximando nesse instante. Um pronunciado chamava a atenção do recinto e atraia olhares para o homem gigante que entrava em cena, fora então que ela identificou o rosto familiar e um sorriso de felicidade genuína apareceu em seu rosto. - Arth! É você mesmo?! - Em questão de segundos, um salto parecia ser realizado pela sereia-lula. Inclinando-se para frente, Mika retribuía o gesto do meio gigante de uma forma "especial"; os tentáculos antes encolhidos se alongavam de forma exponencial, fazendo a lula alcançar uma altura que facilmente ultrapassava os 4 metros do meio gigante, antes de tentar envolve-los ao redor do grande príncipe. Arthur poderia sentir cerca de quatro membros se enroscando nas partes superior e inferior de seu corpo, simulando uma espécie de abraço apertado, com as ventosas dos tentáculos facialmente lhe aderindo ao contato da pele, enquanto o torso da sereia estava mais próximo do rosto de Arthur, com os braços superiores envolvendo seu pescoço e os peitorais esfregando-se um contra o outro em fricção.

- A quanto tempo não nos vemos? Três anos?? Estou tão feliz em revê-lo... - Em primeira instância, a sirena deixou-se levar pela emoção do reencontro, esboçando um lindo sorriso para o rapaz, mas ao ouvir os sussurros provocados pelo Lancaster quase estremeceu com os elogios. "Parece que meu gigante ficou mais ousado, interessante." Mordeu o lábio inferior em reação, antes de responde-lo verbalmente. - Vejo que andou trabalhando muito, admiro reencontra-lo nessa forma. - A melódica voz carregava o mesmo tom sedutor de outrora, embora fosse audível apenas ao gigante, e como forma de provoca-lo ainda mais, Mika depositaria um pequeno beijo no pescoço de Arthur enquanto se desvencilhava do abraço, em seguida de um dos tentáculos sutilmente apertando sua retaguarda antes de sair do aperto. Mika voltaria logo depois a sua posição inicial ao lado de Shachi, atuando como se nada tivesse acontecido descaradamente.

- Novidades? Muita coisa acontece em três anos, mas eu não me importaria de relata-lo os fatos mais importantes. - Comentaria, imbuindo entusiasmo em sua voz, dividindo seu olhar safira entre o gigante e o homem-peixe. - Acredito que Shachi está igualmente feliz em revê-lo, certo? - Indagaria ao tubarão diretamente, esboçando uma mistura de inocência e gentileza na pergunta, aguardando convencê-lo ao receber uma resposta positiva. Em caso de tudo se encaminhar sem conflitos, seguiria ambos aos assentos que residiam no bar, sentando-se junto a eles enquanto mantinha um semblante alegre.

- La-la-la ♪ La-la-la! ♪ Por onde começar? Viajamos por todo esse mar. De arquipélagos a cidades, encarando novas realidades. Aumentando os nossos planos, enquanto seguimos atrás de nossos sonhos! ♫ - Cantaria esse pequeno verso, de forma que todos os próximos conseguissem ouvir sua voz, principalmente Arthur e Shachi, embora se dirigisse mais ao primeiro rapaz. - Estamos passando em Sirarossa de visita, mas vejo que parece um lugar perfeito para decolar em meu projeto, sinto que estou mais próxima do que nunca de me tornar uma artista modelo. - Explicava toda sua trajetória de forma breve, o que seria facilmente notado pelo tubarão-baleia, através do pequeno musical e dessa fala, antes de finalizar com um questionamento: - E o que lhe traz aqui, querido Arth? Imaginei que você ainda estivesse em Bartine fazendo seu treinamento, estou curiosa por vê-lo num lugar como esse... - "Sozinho." Suavizaria em sua voz, deixando a última parte de sua fala apenas no pensamento, enquanto dirigia outro semblante caloroso ao gigante no aguardo de suas respostas.



Objetivos:

Ponto-Situação do Personagem:

Considerações:

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"Eu não sou arrogante. Arrogante é você que pensa estar no mesmo nível que eu."
OverLord
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Re: Ascensão dos Scavenger Ter Maio 18, 2021 1:04 am

Ascensão dos Scavenger
Sirarossa
Havia chegado fazia pouco tempo na ilha, Sirarossa, aquele garoto havia dito e aqui o jovem assassino estava, mas aonde seria o ponto de encontro? Draken estava agora caminhando pela ilha e observando cada lugar que passava e seus habitantes, seus passos eram silenciosos, como a de um assassino. *Vamos ver... Preciso de cigarros e armas, de fogo, até mesmo de arremesso... Além de um bloco de notas e uma caneta, porque será difícil me comunicar sem tal equipamento.. * Procuraria então interceptar uma pessoa qualquer pelas ruas de Sirarossa e então, se curvaria como uma forma de cumprimento e então, começaria a fazer mímica.

O primeiro seria uma demonstração de cansaço, braços tocando as coxas, coluna um pouco arcada e uma respiração ofegante, depois iria se endireitar e faria um movimento de repouso, suas duas mãos juntas e encostadas em sua bochecha, a mímica do relaxamento. O que queria com aquilo? Pedir o endereço de um hotel, provavelmente teria mais opções lá, como a aquisição de um meio de comunicação que não fosse por fala, um mapa da ilha ou até mesmo, referências de lojas para que pudesse comprar alguma coisa depois. Com um endereço, o assassino caminharia até o hotel, com passos silenciosos. Ao entrar no hotel, procuraria a recepção e então, faria um sinal de que precisava escrever uma coisa, isto é, necessitava de um papel e caneta. Com os itens obtidos, escreveria: - Vocês teriam cigarros? Um mapa da cidade? Referências para lojas que vendam itens comuns e/ou armas? Esperaria uma resposta e então, escreveria na mesma folha, sua letra não era grande para ocupar uma página por pergunta. – Posso ficar com esse bloco e a caneta?



Emme



Histórico:

Legenda:

Objetivo:

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Madrinck
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Madrinck
Estagiário
Re: Ascensão dos Scavenger Ter Maio 18, 2021 11:11 pm
Sirarossa

Tarde
Temperatura ambiente: 8 graus
Horário: 16:59min



Todos

O Céu antes simplesmente nublado começava a ter nuvens pretas e pequenas gotas de chuva começavam a cair pela rua, anunciando que uma chuva estava por vir e uma queda de temperatura provavelmente aconteceria junto.

Arthur Mika
Enquanto o meio gigante apreciava sua cara compra, dando goles leves enquanto que, o Barman que entendia o seu sinal, começava com muita dificuldade acendia seu charuto, deixando Arthur de certa forma bem mais aliviado, não iria demorar muitos minutos para a garota que ele nem tinha perguntado o nome chegasse para o jantar.  Mas o mesmo não estava nem um pouco pensando sobre a garota, e para reforçar tal questão, quando o Meio-gigante avistava aos longe uma figura familiar. Ou melhor dizendo, duas figuras familiares, ele rapidamente fazia uma caminhada animada até os dois após terminar sua bebida.

Shachi quando ouvia o seu comentário sobre que não era necessários seus atos ele respondia um pouco mais ameno -Me desculpe Mika, é por que eu temo oque esses humanos vão fazer com você, eles são muito imprevisíveis e... – Quando o seu grande companheiro ouvia o seu comentário ele ficava totalmente sem jeito, até mesmo cortando o seu dialogo para tossir e logo depois ficar calado, mas felizmente o silencio criado entre os dois era rapidamente desfeito, quando o Homem de tamanho exótico que antes estava no Bar aproximava de vocês rapidamente, tal que quanto mais se aproximava mais demostrava ser Arthur, um velho conhecido.

O Mesmo primeiro fazia um cumprimento amigável a Shachi, tal que respondia o ato com um sorriso no rosto e um aperto de mãos apertado e firme - Como vai? – ele falava soltando a sua mão, mas oque ele via logo em seguida o fazia se assustar, Arthur e Mika rapidamente se abraçavam em sua frente, um abraço bem acalorado, o mesmo não parecia ficar irritado nem nada, mas fazia uma leve cara de desgosto enquanto olhava para Arthur, quando tal percebeu que estavam falando com ele novamente o rosto tomava um tom mais calmo – Claro Claro Mika, eu fico feliz em reencontra-lo – ele logo depois abria um sorriso para Mika, mas depois quando se virava para Arthur rapidamente virava um rosto fechado e frio.

Quando de repente, a porta do Hotel abria com certa força, quem entrava era uma mulher, que somente Arthur reconhecia, a recepcionista do QG da Marinha, ela estava com roupas bonitas, não sendo especificamente um vestido mais sim um suéter preto com um pequeno jaleco encima, e uma saia que cobriam até o joelho, o resto da perna era escondido por uma meia longa. A pequena humana a avistar o Meio Gigante com um grande sorriso corria até ele – Oiii, cheguei um pouco mais cedo por que arranjei alguém pra ficar no meu turno, começou a serenar e eu estava com medo de uma chuva atrapalhar o nosso jantar, espero que não seja um problema – Ela dizia agora percebendo a companhia do Homem –Eles são seus amigos? É um prazer conhecer vocês dois – ela rapidamente fazia uma reverencia para Mika e Shachi, como uma expressão que parecia estar meio sufocada por estar em meio a gigantes, mas depois percebendo melhor a presença de Mika e ficando de certa forma impressionado com os tentáculos, após com a aparência, e depois se assustando com Shachi, tal que parecia estar feliz com a aparição da garota.

Com aquilo os quatro iam até o saguão, para Mika e Arthur continuarem suas conversas e Shachi batendo de modo fraco o seu pé no chão ao ritmo da musica, provavelmente por um leve tedio, mas não o fazendo ficar longe da dupla.


Maka, Euntae, Kani e John.

O Grupo se reunia lentamente, uma breve conversa entre John e Kani era formada, uma até que educada e simples oque pelo menos trazia uma normalidade depois das cenas de Maka e reencontro um tanto quanto esquisito entre os irmãos. Enquanto os dois conversavam Maka começava a chorar novamente após ouvir a triste historia de seu irmão que era contada com o mesmo se sentindo triste por se relembrar do passado, mas a cena que sua irmã fazia era certa forma esquisita. Pra completar ela tinha acabado de soltar as emoções há pouco tempo atrás e já estava soltando emoções te novo, seria a mulher uma pessoa emocional? De todo modo o grupo era claramente exótico, e tudo que viesse de interação entre eles seriam igualmente exótico.

Quando Kani, tal terminando de dividir informações com John, tinha finalmente percebido a presença de Maka, a mesma que depois de se recuperar de suas ultimas lagrimas derramadas, ia até John para se preparar para ir embora, e até mesmo chamando Kani de criança e John de Babá. Mas a mulher ao descobrir a identidade do menor rapidamente tentava tirar John de seu caminho, o homem que numa ação de recuo rapidamente se esquivava das fortes mãos da Garota, assim a ultima defesa de Kani contra Maka já tinha deixado caminho livre, Maka então num ato que não dava nem tempo para os sentidos de Kani perceberem os braços da mesma se botando envolta de seu pescoço era prendido num abraço, John que não estava muito longe recebia assim uma visão privilegiada do chão de Kani sendo apertado por Maka que mais parecia um urso pelo jeito que ela agia, apertando com força um tanto quanto exagerada trazendo leve dor ao Garoto. E se a situação não pudesse piorar para o pobre Jovem, A garota de força extraordinária fazia ficar, pegando Kani e o botando em seus braços literalmente como um bebê, tal que não parecia achar ruim, já que não reclamava.

Após isso conversa ia e conversa voltava enquanto Kani continuava nos braços da mulher que anos atrás o enchia de medo, era um acontecimento alegre que mesmo com a descoberta trágica do estado do Orfanato os quatro mantinham uma felicidade de aquecer o coração, e aquela felicidade não ficava parada num local só. Com ajuda de informações de Kani de onde era o verdadeiro ponto de encontro, todos começavam a andar para lá e com John sendo um guia para todos não tinha demorado tanto para encontrar o enorme edifício de mais de 30 andares.

Tal que era rico em beleza, e seu interior rico em... Riqueza? Pessoas de todos os tipos sociais se encontravam ali, tudo era chique, e não muito a direita do grupo era possível ver um saguão de dança, que lá tinha uma mulher com tentáculos enormes pelo chão, oque parecia um homem tubarão baleia gigante e outro Homem de pelo menos 4 metros, que era um dos mais altos entre o gigantesco salão, e no meio de todos uma minúscula jovem.


Spoiler:

Draken

A sua chegada em Sirarossa era bem carismática, ventos frios lhe acolhiam e um leve serenado de chuva caia sobre você, limpando seu rosto de qualquer impureza que ele tivesse lentamente. Mas o homem com oficio um tanto exótico não ficava simplesmente parado, o cansaço o fazia ter uma forte necessidade de descansar e o mudo rapidamente abordava uma das pessoas da rua com sua mimica, a pessoa inicialmente tinha entendido que você estava cansado, mas depois não entendia oque você queria simplesmente falando – Boa mimica – e jogando uma moeda de 200 Berries para você enquanto voltava a andar pela rua para continuar a sua vida.

Mesmo a procura de placas ou até mesmo um mapa da cidade nada era encontrado, não parecia que Sirarossa era do tipo de por mapas em suas ruas, oque te fazia ficar na rua, sem direção, sem ninguém pra te ajudar e principalmente, cansado.

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars

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Arthur Lancaster
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Re: Ascensão dos Scavenger Qua Maio 19, 2021 11:56 am

 
 
Post 04
"Ascensão dos Scavenger"
O imperador das sombras

Receber um abraço especial de uma velha amiga me deixaria deveras animado, embora seu companheiro não gostar muito da ideia, o que só incentiva minha empolgação para deixar a malícia conduzir algumas de minhas ações, gostaria de aproveitar um pouco dessa reciprocidade demostrada por Mika e brincar com o infame ciúme de Shachi. 

A mulher de mais cedo aparecia, e sua presença causaria instantaneamente um sorriso direcionado a ela, deixando claro gostar de sua presença. - Você não tem ideia de como eu fico feliz que tenha vindo! - Ajeitaria seu cabelo se estivesse bagunçado devido ao clima lá fora, e mordida os lábios levemente indicando desejo, que só seria notável para ela. - Eles são Shachi e Mika, uns amigos importantes de longa data.

Estando uma vez sentado no saguão, aproveitaria para puxar minha nova companheira para mais perto de mim. - Você quer tomar um drink? Eles servem ótimas bebidas aqui. - Oferecia com um sorriso, e então prosseguiria. - Imagino que você conhecera meus amigos em breve, espero que tenha mais gente chegando a qualquer momento. - Apressiaria seus olhos por um segundo, e daria uma piscada para ela. - Mas não se preocupe, depois daqui nos dois iremos para um restaurante aproveitar a noite, pode ser?

Levando meu charuto novamente a boca, aproveitaria novamente a sensação que ele ofereceria. Meus pensamentos se prenderiam aos meus queridos irmãos de infância. "Como sera que este aquele orfanato? Será que todos meus companheiros cresceram também?" - Assopraria a fumaça de minha boca levemente, deixando ela correr por meus lábios deixando meus sentidos aproveitar ao máximo aquele charuto.

- Tenho que assumir que sentia inveja de vocês, durante meu treinamento sempre imaginava suas viagens por esse vasto mar. - Fitaria Mika por uns instantes enquanto a respondia. - Com seu talento, você pode se tornar a artista mais famosa de toda a GrandLine. - Apoiaria minha cabeça sobre minha mão, enquanto admiraria sua beleza, sem deixar isso aparentar para as pessoas ao meu redor obviamente. 

Sua pergunta sobre minha estadia em Sirarrosa motivaria minha mente a imaginar varias maneiras de como contar meus planos em relação ao futuro, e como ela poderia ter parte na minha ousada caminhada. - Você tocou em um ponto muito interessante, e eu vou discutir ele em breve, mas primeiro gostaria que todos meus companheiros estivesse aqui para lhes contar. - Mesmo após anos sem vê-los, não tinha uma gota de dúvida que uma hora eles finalmente apareceriam.

Se porventura meus irmãos finalmente viessem a aparecer, levaria rapidamente do local onde estava e abriria os braços com um sorriso de orelha a orelha. - Vocês vieram!  Dahahahaha, Olha como cresceram ou talvez diminuíram? - Tentaria me comparar com a altura deles de anos atrás. - Vamos sentem - se, temos muita coisa para pôr em dia.

John era meu melhor amigo de infância, por isso se o visse iria de seu encontro quanto antes, saudando com um aperto de mão. - Você ficou mais forte John! Nem parece mais aquele menino que temia a Maka... Nesse momento se meus olhos notasse ela, correria em sua direção, era de costume nosso uma boa luta ou uma quebra de braço quando nos reencontrarmos, por isso e pelo local onde nos encontrávamos a segunda opção me parecia mais favorável.

Estenderia a mão e brandaria o suficiente sem medo de todos ao redor ouvir. - O que me diz Maka? Quer perder para mim novamente na quebra de braço? - Meu sangue estava quente pela súbita empolgação, em reencontrar todos, e um desafio apenas deixaria ele mais quente. 



Histórico:

Objetivos:

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Ficha

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Bim sala bim

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Re: Ascensão dos Scavenger Qua Maio 19, 2021 2:48 pm
Reencontro - 04
A experiência de Vasco com o sentimento de felicidade como dito anteriormente não era das melhores, não, ele não era nenhum tipo de supersticioso, mas uma certa agonia surgia em seu interior - "Calma, você não está sozinho, além de mim você agora tem a eles também." - A voz melodiosa de Camélia ecoava na sua mente, a figura da mulher não estava no alcance da sua visão - "Está tudo bem? Onde você está?" - Indagou Vasco fitando a recepção de Kani, que por incrível que possa parecer ele havia confundido o rapaz com uma criança qualquer - "Sim, andar por Sirarossa é cansativo sabia? Você sabe que não tenho muita resistência, não lembra daquela vez que você teve que carregar as compras sozinho? Não aguentei dar três passos com as sacolas."- A mente do homem por alguns segundos retornavam ao passado…

Lee estava em pé esperando Camélia em frente a um mercado de grande porte, algumas pessoas transitavam por ali e o que mais chamava atenção do homem eram os casais com seus filhos, uma certa inveja tomava conta do homem toda vez que via uma cena relacionada - Deus! Por que colocou a gravidez para ter nove meses? - Resmungou olhando para o céu azul, fazia pouco tempo que sua noiva descobriu a gravidez e tudo havia mudado na cabeça do homem - Pela sua cara, está reclamando mentalmente com quem? - A voz de Camélia era como uma bela música aos seus ouvidos, ela estava parada com uma espécie de carrinho lotado de compras - Com ninguém, meu amor. Aliás, você não falou que era só uma "comprinha"? - Bradou Vasco aproximando-se da sua noiva e dando-lhe um pequeno beijo na testa - E o bebê? Sentiu algo desde que sai de casa hoje cedo? - Repetiu uma das perguntas que mais fez desde que descobriu a gravidez - Claro que não né Eun, recém fiz dois meses. Vamos, minha costa está doendo e minhas pernas começando a pesar. - Camélia prontamente pegava algumas sacolas e disparada rumo a rua, bom, pelo menos conseguiu dar alguns passos até colocar todos os sacos no chão - Amor… não dá não… - Disse do jeito mais meigo que conseguia, ela sabia como mexer com o homem - Você mudou bastante! - Falou com uma voz totalmente estranha, não era Camélia falando - Kani? - Falou voltando a si.

No momento em que voltou do devaneio da sua mente seu irmão estava próximo a ti - Kani! - Repetiu o homem - Eu que não te reconheci, mas olhando agora o cabelo não mudou muito, né? - Um sorriso estava estampado em seu rosto mostrando claramente a felicidade que era rever mais um dos seus familiares - O que temos de altura, você tem de inteligência, então não saiu perdendo em nada meu irmão! - Bradou o observando o trio que estava a sua frente, um sentimento nostálgico tomava conta do interior de Vasco, afinal a última vezes que estavam reunidos havia sido alguns anos atrás - O ponto de encontro era lá? Vejo que o tempo não fez bem para minha memória. - Brincou - "Você lembra se te falei algo sobre o Hotel?" - Perguntou mentalmente a Camélia, mas não obteve respostas - "Dormindo?" - Novamente o silêncio ecoava em sua mente - "Que pergunta né? Se estiver dormindo não vai responder mesmo, bom descanso." - Falou mentalmente voltando sua atenção a trupe que decidia ir rapidamente ao luxuoso hotel, o homem apenas seguia o fluxo e deixava o mais velho mostrar o caminho.

No caminho Gun buscou observar mais da cidade, associando algumas memórias do seu passado a realidade atual que Sirarossa vivia e por fim, chega ao hotel - "Puta merda, é ainda mais bonito do que por fora! Se Ray visse isso, certamente teria investido mais no Prostíbulo." - Pensou observando o encanto proporcionado pelo estabelecimento, uma realidade totalmente diferente daquela vivida por ele anos atrás. A vaidade de Vasco nunca foi nada muito alarmante, contudo ele sempre gostou de se manter bem-arrumado e por sorte duas vezes traziam um certo charme a sua beleza - "Deixa eu ver…" - Disse enquanto ajeitava um pouco a jaqueta que cobria seu corpo, passando a mão de leve para que ela ajeitasse novamente em seu corpo - Está lindo! - Escutou a voz de Camélia e notou a presença da figura alguns metros a sua frente, ela estava com um vestido longo e preto, seus cabelos soltos caiam pelo seu corpo e o chamativo batom vermelho estava em seus lábios - Que maravilhosa. - Disse o homem simplesmente ignorando o que seus irmãos achariam ou pensariam disso, mas logo tomava uma bronca apenas com o "olhar" direcionado por Camélia - Digo, que maravilha é esse lugar. - Um sorriso era visto no rosto da sua esposa, que caminhava sem direção entre as possíveis pessoas que ali estavam. Eun a seguia com seus olhos, observando todos que ali estavam - "Não preciso te falar o quão adepta sou a sermos um trisal, não é? Olha essas mulheres, nossa! Olha essa de cabelo azul." - A voz de Camélia levava os olhos do homem a uma mulher de cabelos azulados - Aquilo são, tentáculos? - Balbuciou em um tom audível aos seus irmãos, contudo sua atenção foi tomada pela sua noiva que parecia pular e apontar para uma grande figura presente no salão, ela não chegava sequer na metade da altura do homem que ali estava - ARTHUR! - Gritou! Sim, finalmente encontrara aquela que uniu todo o grupo - "Esse é o Arthur, como o reconheceu?" - Questionou a Camélia que continua a saltitar apontando para o gigante - "Eu não reconheci." - Dizia ofegante em meio aos pulos -"Você que o viu, só não tinha percebido." - Concluindo parando seus saltos, sua respiração se mostrava acelerada e a mulher segurava em seu vestido fortemente, puxando com toda força, surpreendendo e paralisando a Eun por um momento, mas o homem logo voltou ao normal quando viu a figura da sua noiva com um vestido vermelho-escuro por baixo, um longo decote em V realçando a beleza escultural da mulher - Pensou que eu iria ficar nua na frente de todo mundo? Deixe de besteira… se bem que, só você me veria, não é? - Falou a mulher com um sorriso no rosto - "Pare, todos lhe veriam! Ou não? Realmente tenho minhas dúvidas quanto a isso, melhor se manter vestida, deixe que mais tarde eu tiro tudo que estiver vestindo." - Pensou o homem enquanto caminhava provavelmente que junto ou um pouco atrás dos seus três irmãos.

Ao chegar próximo esperaria um pouco para falar, observando aqueles que estavam com Arthur - Olá, Euntae, prazer. - Bradaria - Você que comeu muito fermento e não parou de crescer, Arthur, não tem como comparar. - Disse o rapaz em alto e bom-tom, caso tivesse uma cadeira sobrando sentaria sem mais delongas. Sentia o toque carinhoso de Camélia que deslizava sua mão pela nuca do homem, sentando-se em seu colo - "Como se sente agora que estão todos juntos?" - Indagou a mulher - "Feliz… por um instante pensei que apenas eu estaria de volta a Sirarossa, mas, vejo que todos eles compartilham do mesmo sentimento." - Respondeu mentalmente. Em meio a conversa buscaria pelo momento certo para erguer meu braço chamando um garçom ou atendente que estivesse atento - Um maço de cigarro e um esqueiro. - Pausou sua fala por um breve momento, enquanto pensava no que beberia - Uma dose de Bourbon, por favor. - Por fim manter-se-ia atento a conversa que provavelmente estaria desenrolando naquele ambiente, o reencontro da trupe parecia faltar uma única peça, a Kou - Alguém sabe onde a Kou está? Só falta ela aqui. - Indagava na oportunidade propícia.

Legendas:Fala | "Pensamento" | Camélia (Defeito Louco)

Nome: Euntae Gun Lee Jabami
Apelido: Vasco
Estilos de Luta: Pugilista | Taekwondo
QualidadesAmbidestro | Atraente | Carismático | Impassível | Mestre em Haki

Defeitos
Ambição (Ter poder físico e financeiro) | Dependente (Tabaco) | Improdutivo | Motefobia (Medo de borboletas) | Louco (Ver e interagir com sua noiva falecida)
Objetivos da Aventura[]Reunir com o grupo
[]Aprender Perícia relacionada a Profissão Ferreiro (Antes do narrador postar edito)
[]Adquirir um par de Soqueira/Bandagem e Botas
[]Da um pescotapa na Maka


Objetivo Gerais[]Abrir uma Floricultura e dar o nome de Camélia.
[] Alcançar a ambição
[] Ter uma Akuma no Mi
[] Ajudar os membros da Guilda a concluírem seus objetivos
[]Ter uma manopla projetada pelo Kani
[]Chegar no nível 10 entupido de grana

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Última edição por Formiga em Qui Maio 20, 2021 2:58 pm, editado 3 vez(es)
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Toji
Narrador
Re: Ascensão dos Scavenger Qua Maio 19, 2021 4:11 pm
Ascensão dos Scavenger
Reencontro - Reunião - Kani e Kou
Pensava comigo mesma “Como Kani está tão leve, será que ele tem se alimentado direito? Mas agora também está tãããão liiiindo. Ele cresceu tanto.” Com meu rosto todo corado olhando para o Kani, não esconderia minha admiração. – Não se preocupe com o nosso tamanho, porque o que lhe falta em altura, você tem em beleza Kanizinho. – Sorria para ele tentando ser meiga. – Kouzinha? Aaaaah que saudades daquela fofa. -

Kani nos passava uma informação importante que nem mesmo eu lembrava, de que aquele Hotel luxuoso poderia ser o nosso encontro. Me lembro de quando éramos mais jovens e corríamos por essas ruas, e sempre que passávamos por lá, dizíamos que um dia conheceríamos aquele lugar... Talvez eu possa finalmente ver a Kou e o Arthur novamente. – Pode deixar lindinho que eu te levo até lá. Pelo jeito você tá gripando né Kani!? De regatinha nessa ilha? Esqueceu mesmo de como era esse lugar. – Apertaria ele um pouco mais para que se esquentasse. – Hoje eu vou cuidar de você. – Fecharia meus olhos sorrindo para ele enquanto caminhávamos até o Hotel, em seguida lhe daria um beijinho em sua testa.

Durante aquela caminhada, que não me lembrava se seria breve ou longa, apenas não conseguia ficar quieta, e começava a tagarelar como sempre. – O Arth deve ter crescido bastante né? Ele já era um cara alto no orfanato, e por ser um meio-gigante... huuummmm... ele deve estar colossal. – Diria enquanto expressava estar pensativa olhando para o céu. – E a Kouzinha deve ser a mesma coisinha pequena e fofa de sempre puffhahahaha. – Além das minhas falas perdidas durante a caminhada, começava a reparar melhor que as nuvens estavam escurecendo cada vez mais. – Gente... Parece que vai chover... Dá até pra sentir que o tempo esfriou um pouco mais. Vamos aumentar esse passo aí pro Kani não ficar mais dodói ainda. – Algumas pequenas gotas eram sentidas em minha pele, mostrando que a chuva realmente estava vindo, e que provavelmente essa noite seria beeeem fria.

“FINALMENTE!!!” após um certo tempo caminhando até o Hotel, finalmente agora estávamos diante dele e... Aquilo era incrível... Havia me esquecido de como ele era tão magnífico. Talvez seja pelos anos fora daquela ilha, até porque, uma cidade como aquela que nunca parou de crescer, era esperado que esse Hotel luxuoso também não ficaria pra trás. “Eu com certeza não tenho etiqueta pra esse lugar PUFFHAHAHAHAHA” pensava comigo mesma. – Realmente... Que maravilhosa! – Estava embasbacada com a vista de fora e de dentro daquele lugar que nem mesmo percebi a fala inusitada de meu irmão e apenas a repeti.

Muitas pessoas andavam por ali, talvez até se perguntando “Por que ela tá levando esse garoto no colo?” Me perdi tanto na vista que não me dei conta de colocar o Kanizinho no chão e continuei por segurá-lo em meu colo. Mais a frente era inevitável ver algo um tanto quanto... exótico. Já tive contato com tritões antes, mas aquela garota de cabelos azuis com abastados tentáculos esparramados pelo chão me era algo novo. E de fato, uma garota muito linda, dava até pena de ver aquela outra mocinha no meio daquela mesa de... Gigantes???? “ARTHUUUUR!!!!” Passava sim pela minha cabeça que ele estaria ainda maior hoje do que antigamente, mas isso era absurdo perto de mim. “PUFFHAHAHAHA, esse maldito cresceu pra PORRA!”

A euforia me tomava de um jeito que eu não conseguia me segurar de tanta empolgação, meu mano de brigas no orfanato finalmente estava a minha frente de novo e eu não podia me conter. De forma carinhosa enquanto Lee e John cumprimentavam ele, colocaria Kani de pé. Flexionaria levemente minhas pernas juntando-as, suficiente para ficar com meu rosto de frente ao de Kani. – Lindinho, vá cumprimentar nossos irmãos. E não fica longe hein, você precisa de um agasalho. – De olhos fechados e bochechas rosadas que talvez estivessem assim mais por conta do frio, sorriria de boca aberta mostrando meus dentes caninos que eram um pouco maiores que o normal “nada de absurdo”, e afanaria seu cabelo de forma carinhosa. – Vou cuidar de você mais tarde. – Daria um beijinho em sua testa.

De forma ereta, mudaria meu semblante. Agora estava muuuuito mais séria e empolgada, fitando o Arthur com um olhar firme, bateria várias vezes na mesa que estivesse a minha frente tentando chamar sua atenção. VAMO LÁ ARTH!!! – Sem pensar duas vezes, Arthur já estava ali a minha frente com seu braço estendido me desafiando. – Você não faz ideia de como eu esperei por isso, seu desgraçado!!! – Não me importava com a minha falta de etiqueta naquele lugar, apenas queria minha briga de sempre com o Arthur. – Só não vai chorar igual ao “frutinha” quando você perder pra mim, seu maldito. – Direcionaria um sorriso forte e destemido pra ele.

Sem me importar com a vitória ou a derrota naquele momento por conta da minha felicidade em rever ele de novo, apenas diria ao final daquela queda de braço. – Que saudade de você Arth. – E então, saltaria para o abraçar já que ele estava ainda mais alto, passando meus braços em volta de seu pescoço despejando mais um pouco de minha ansiedade em reencontrar meus irmãos. – Você cresceu demais cara, assim a gente nunca vai te acompanhar PUFFHAHAHAHA!!! – Seguiria para a mesa em que estavam os aparentes amigos de Arthur e provavelmente e o resto do pessoal, e se caso ainda tivesse uma cadeira lá, viraria ela ao contrário e me sentaria, apoiando meus braços sobre ela. Caso não tivesse, apenas pegaria uma cadeira que estivesse sobrando da mesa ao lado sem me importar e faria a mesma coisa.

- E aí rapaziada, onde tá a Kou? Sabe alguma coisa dela Arth? – Da mesma forma que meu irmão, apenas perguntaria tentando obter alguma resposta. – E quem é essa beldade Arth de cabelo azul? É sua namorada? Bonitona hein Puffhahahahaha. – Talvez eu tenha sido grosseira? Sim. Maaaaaaas, eu não consigo evitar. Levantaria meus braços os balançando na tentativa de chamar a atenção de algum garçom. – EEEEEI, UMA CERVEJA POR FAVOR!!! – Gritaria para que o garçom me entendesse bem.



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Re: Ascensão dos Scavenger Qua Maio 19, 2021 7:37 pm
SCAVENGERS: ASCENSION

Poder rever meus irmãos do Orfanato depois de tanto tempo era um evento realmente especial, que aquecia meu coração mesmo estando exposto ao frio. Ficaria aliviado de saber que Lee ainda se lembrava de mim depois de tanto tempo, mesmo que de início nós dois não tenhamos reconhecido um ao outro. – Acho que não mudei muito, não é? No fim, sou que nem um caranguejo na ecdise. Troquei de casca, cresci, mas continuo o mesmo. – Diria, rindo um pouco. Ficaria consolado com a minha falta de altura (pelo menos em relação a eles) e meu erro de cálculo na vestimenta ao receber os elogios dos meus irmãos, corando um pouco ao ser chamado de ‘inteligente’ e ‘bonito’. – Que isso, gente... Vocês é que são os melhores! – Eu diria, mesmo que não fossem essas as palavras mais exatas para reciprocar os sentimentos. – Devem ter feito muitas coisas e vivido vidas incríveis até agora. – Comentaria baseando nas aparências, afinal, eles pareciam estar com corpos muito mais preparados que eu no momento.


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Retribuiria o sorriso meigo de Maka, que parecia estar disposta a me carregar o trajeto todo e também tinha notado a minha vestimenta inapropriada para o clima local. – É, eu me desacostumei um pouco com o frio... A ilha onde eu fiquei morando nos últimos anos era um pouco mais quente, então não tenho muitas roupas de inverno... – Diria isso um pouco envergonhado, e acabaria ficando ainda mais sem jeito depois dos afagos de Maka e sua declaração de que ia “cuidar de mim”. Por algum motivo, aquilo ainda me deu um leve calafrio e me lembrou de algumas cenas da infância onde “cuidar de alguém” na linguagem da Maka era o mesmo que “descer a porrada”.  Depois daquelas amenidades do reencontro, iríamos direto para o hotel, como eu havia indicado anteriormente. Acharia irônica a situação: eles não lembravam do local e eu sim, mas ainda assim eu não lembrava tanto de Sirarossa. Isso é que dá passar muito tempo dentro de casa... De qualquer forma, estávamos a caminho e a todo vapor.

Os meus dois irmãos pareciam um pouco mais calmos durante a caminhada, mas a grande irmã parecia nunca parar quieta, falando durante todo o trajeto. Era um pouco nostálgico, até, e me fazia pensar em como estavam os outros dois. Se Arthur tivesse crescido mais, não seria muita surpresa, mas me deixaria em dúvidas se havia algum quarto no hotel que acomodasse ele. Kou era uma incógnita ainda. Parecia que ninguém sabia onde ela estava, nem se ainda estava em Sirarossa. Talvez ela tivesse esquecido? De qualquer forma, seria melhor do que se alguma coisa tivesse acontecido à garota. Esperava que ela estivesse segura e bem, em qualquer lugar que fosse. Depois de um tempo andando, também notaria a leve mudança no clima e algumas gotas geladas caindo em meu braço, me fazendo tremer um pouco e espirrar mais uma vez. – Atchim! Brr, achei que não dava pra ficar mais frio... – Me agarraria um pouco em Maka instintivamente, para fugir do frio. Sentiria os braços dela me apertando. Era um pouco dolorido, considerando toda a força da garota, mas era melhor que ficar 100% exposto.

Finalmente chegaríamos ao nosso destino, e a visão era certamente de se admirar. Mesmo que eu não tivesse saído tanto quando era menor, ainda assim saberia reconhecer toda a glória do famoso Hotel Belucci Sprezzatura. Afinal, era impossível não se impressionar com um luxuoso hotel de 30 andares. – Que maravilha. – Eu balbuciaria, ecoando meus irmãos em quase que uníssono. Perceberia que algumas pessoas poderiam estar me olhando naquela posição ligeiramente ridícula. Poderiam pensar que eu era algum tipo de bebê enorme ou um recém-casado, o que me compeliria a esconder meu rosto de leve. Entrando no hotel, pensaria duas coisas: - Nossa, esse lugar é uma maravilha arquitetônica! E muito mais quentinho... – Mas então as palavras de Lee me chamariam a atenção: - Tentáculos? Onde?


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Olharia ao redor e me depararia com uma cena incrivelmente inusitada: dois seres marinhos e um gigante em um salão de dança. Acabaria prestando mais atenção nos dois desconhecidos, que despertavam tanto uma curiosidade científica como uma admiração e sentimento de nostalgia dos meus pais, que eram tritões. Mas é claro, não tinha como ignorar o gigante de 4 METROS DE ALTURA. Não precisava nem olhar muito para saber quem era. É difícil de esquecer alguém tão distinto quanto o meio-gigante Arthur, nosso grande irmão. – Por mil crustáceos, ele ficou ENORME. – Pensaria pra mim mesmo, um pouco embasbacado. E com certeza, eu não era o único que havia percebido. Lee e John logo correriam para cumprimenta-lo, e Maka parecia incrivelmente empolgada de rever seu antigo rival.

Ela me colocaria gentilmente no chão e me dirigiria palavras doces de preocupação e cuidado. Era estranho ver ela de um jeito tão maternal, e por algum motivo isso fazia meu rosto ficar vermelho como rosas e meu coração palpitar um pouco. – T-tá bom. Obrigado por cuidar de mim, irmãzona... – Eu diria de forma um pouco contida, fechando os olhos um pouco ao receber o beijinho na testa. Eram sentimentos confusos, mas esse ar de calor terno seria substituído pelas chamas da ferocidade de Maka, que logo iria confrontar Arthur com seu jeito agressivo e bruto de ser. – Heh, essa é a Maka que eu conheço. – Diria baixinho, cruzando os braços e indo na mesma direção com passos um pouco mais lentos.


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- Olá, chefe! Sou eu, o Kani! Já faz um tempo, não é? Vejo que nunca parou de crescer. Tá siritástico! – Diria a Arthur ao me aproximar dele, dando uma risadinha e uma piscadinha para o alto, já que ele estava bem acima do meu campo de visão. Pensaria em tentar dar um abraço nele, mas a diferença de tamanho se mostrava um pouco desfavorável. Enquanto ele e Maka se degladiavam na queda de braço, eu voltaria minha atenção para o que realmente havia me interessado naquele momento: os dois habitantes do mar que pareciam estar juntos ao meu irmão. Morando em Derlund eu convivi com vários tritões e sereias, como os meus pais, mas era difícil ver um fora de lá. Ver tantos humanos parecia até estranho depois de 9 anos, então a presença daqueles dois era um pouco mais familiar para mim.

- Oooh! Que braços e nadadeiras fortes! Pela fisionomia chuto que seja um tubarão baleia. Oh, oh! Você é praticante do Gyojin Karate? Meus pais tentaram me ensinar uma vez, mas acabei levando um caldo... Posso ver seus dentes? – Começaria a enxurrar Shachi de perguntas, mas vendo que o humor dele talvez não fosse um dos melhores, logo passaria para a moça com tentáculos. – Nossa! Que belos tentáculos! Ou melhor... Braços. Considerando a espessura e tamanho, são de cefalópode, mas são maiores do que as sirenas polvo... Por acaso é uma lula gigante? Não, não, estão contraídos, mas se chegarem a quatro metros acho que pode até ser colossal! Siritástico! Nunca vi uma assim... – Me agacharia um pouco enquanto fazia minha análise com meus conhecimentos de zoologia, quase não reparando no rosto atraente da moça e me aproximando bem dos tentáculos. Mas logo me levantaria, percebendo que talvez eu estivesse indo um pouco rápido demais, apesar dos meus olhos estarem brilhando com um olhar de curiosidade e encanto infantil. – Ah, que grosseria a minha. Nem me apresentei ou perguntei seus nomes. Meu nome é Kani Ketam, prazer em conhecer vocês e... ATCHOO! Ah, droga de resfriado... – Buscaria me recompor rapidamente para evitar quaisquer constrangimentos, embora provavelmente já tenha começado errado. Também notaria que havia uma quarta pessoa ali: uma garota que parecia ser da minha idade. Acenaria para ela um pouco sem jeito, já que os outros pareciam não ter notado ela no meio de tanta gente alta. Sabia bem como era.


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Re: Ascensão dos Scavenger Qua Maio 19, 2021 11:38 pm


ASCENSÃO DOS SCAVENGER
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Um leve sorriso permanecia enfeitando os lábios da sereia enquanto ouvia a música de fundo ressoar pelo ambiente e seus ouvidos, a vontade de cantar para expressar sua alegria era eminente, mas precisava se conter para não causar uma má impressão aos demais a sua volta. "Uhmmm, será apenas eu ou essa música está meio lenta? Poderíamos colocar algo mais animado... com eu cantando!" Pequenas estrelas surgiam em seus olhos, a Mizushima já possuía a música perfeita em mente, entretanto, teria que encontrar uma forma de convence-los a deixa-la cantar... mas como?

Deixando essa questão um pouco de lado, instantes depois do trio seguir para o balcão, uma jovem humana se aproximava de forma contida para os descendentes marinhos, mas se abria totalmente para o meio-gigante ao seu lado. "Jantar? Arth seu danadinho... acabou de confirmar minhas suspeitas, é bom saber que você não deixou de ser o mesmo galanteador que conheci na praia." Um sorriso travesso se formava em Mika, que encarava entre o meio-gigante e a humana que não possuía sequer metade da altura de ambos, não demorando muito para que a sirena brincasse um pouco com sua imaginação, não deixando a levantar suspeitas graças as suas habilidades de artista.

- O prazer é todo meu, graciosa senhorita, e não posso deixar de admirar o seu estilo de moda também. - Respondia a humana com carisma, tanto em sua voz quanto em seus trejeitos, esboçando outro de seus fáceis sorrisos para a garota. - Meu nome é Mizushima Mika, por favor, apenas Mika entre nós, e esse pássaro adorável é o Apollo. - Apresentavam-se, em sequência Mika levantava sua mão indicada para o companheiro ao lado. - Esse ao meu lado é Shachi Tsugi, acredite em mim quando digo que ele é um amor de tubarão! - Falaria com mais entusiasmo na voz, propositalmente, buscando deixar tanto Shachi quanto a garota um pouco mais descontraídos naquela situação. - E qual seria o belo nome de sua pessoa? Favor, apresente-se, não seja tímida. - Encorajaria, antes de fita-la em silêncio por uma resposta da outra mulher, com seus olhos safiras que vagamente lembravam o fundo do oceano.

Escutando a possível resposta da moça, e logo a deixando à-vontade para interagir com Arthur, seria a vez do gigante em responder as perguntas feitas pela sereia-lula. Uma risada fina escapava de Mika, quando ouvia a primeira resposta, alternando para uma expressão de puro êxtase quando o ouvia elogiar de seu talento na segunda.

Ascensão dos Scavenger - Página 2 Tenor

- Own, você continua uma graça em dizer tais palavras! - Respondia demonstrando estar agraciada, e na verdade estava mesmo, aquele era um dos poucos tópicos nos quais a Mizushima nunca omitia suas verdadeiras emoções. Entretanto, Mika percebia que a terceira pergunta fazia Arthur refletir um pouco antes de responder, que ficava espantada ao ouvir sobre a possível vinda de companheiros do gigante. - Compreendo, se me permitir, eu gostaria de estar presente quando pronunciasse. - Retornaria ao seu tom usual, com sua expressão leve e apaziguante, antes de virar para o lado e encarar uma situação inusitada.

Coincidentemente, um homem desconhecido chamava pelo nome de Arthur, atraindo sua atenção e o recebendo com um comprimento amistoso. "John? Maka?" Repetia os nomes que ouvia mentalmente enquanto assistia o reencontro se desenrolar. Era um grupo grande, composto por três homens e uma mulher. O segundo homem dava um passo adiante, apresentando-se como Euntae, recebendo um aceno silencioso de Mika em primeira instância. "Atencioso e bem simpático, consigo sentir uma energia boa vindo dele."

A terceira pessoa que tomava frente do grupo era a mulher, que aparentava se chamar Maka, de cabelos ruivos e corpo bem dotado, Mika esperava uma saudação calorosa da mesma - visto o tratamento inicial que essa demonstrava com um menino estranhamente em seu colo - entretanto, ruiu ao ver sua atitude mudar drasticamente quando se dirigiu a Arthur, mostrando uma personalidade energética e um tanto explosiva. Mika só pôde levar suas mãos a boca antes de abafar o riso. "Fé nas malucas, é como dizem pelo ditado popular dos humanos."

Enquanto os dois irmãos se confrontavam num ritual estranho, o menor dos homens chegava mais perto da dupla marinha. A Mizushima encarava o terceiro com curiosidade, antes de se ver sorrindo e até encantada pelo fascínio que o rapaz demonstrava pelos meio-peixe. "Uma surpresa fofa e incrivelmente adorável." Seus olhos examinavam o menino atentamente, preparando-se para responde-lo logo após este se apresentar. - Conseguiu descobrir isso tudo de nós com apenas um olhar? Isso é realmente impressionante. - Soltava uma risada genuína, entretanto, ao perceber que o menino Ketam estava de alguma forma gripando - presumindo pelo clima de outrora e pela fala do mesmo - a sereia não hesitou em desabotoar o casaco que vestia seu torso, revelando para todos a parte superior do vestido que usava; de um tecido azul mais claro além de um generoso decote amostra.

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- Vejo que está espirrando, você não deveria sair nesse frio com essas roupas, é um resfriado na certa! - Brincava em seu comentário, enquanto tentaria puxar o menino para mais perto com seus tentáculos e o vesti-lo com seu casaco de inverno, deixando para trás o doce aroma perfumado de seu corpo. - É um enorme prazer conhece-lo, Kani Ketam, fico feliz de encontrar humanos tão amigáveis quanto. - Esboçaria um sorriso brilhante ao rapaz, soltando-o de suas amarras grudentas logo em seguida.

Nos momentos seguintes, um pequeno dialogo acontecia com o grupo agora reunido envolta do bar. Não pôde deixar de escutar mais um nome sendo citado, embora parecesse mais um apelido, Kou, mas o que surpreendia Mika era o comentário da ruiva que acabara de chegar, além de elogiar sua beleza ainda fazia uma pergunta como aquela de maneira tão casual... Não restavam dúvidas, Mika teria acabado de fazer uma nova amiga. - Aí meu golfinho de Poseidon! Querido Arth, por que nunca me contou que tinha uma irmã tão graciosa!? - Indagava ao gigante, presumindo que ambos tinham de fato uma relação de sangue, visto aos comentários que todos faziam anteriormente e suas interações um tanto pessoais. - Acredito ser uma ótima deixa para eu me apresentar. Meu nome é Mizushima Mika, e esse amigo empoleirado no meu ombro é o Apollo. - Esboçaria outro sorriso acalorado, antes de se inclinar para Shachi. - Esse grandão aqui atrás se chama Shachi, meu companheiro de viajem e melhor amigo pra vida inteira! - Se empolgaria tentando cutucar o tritão com seu cotovelo, antes de prosseguir com seu dialogo. - Somos amigos do grande Arthur, é um enorme prazer conhecê-los e ver que são irmãos tão bons com ele. -

Fazendo uma pequena pausa, novamente, sentia a vontade incontrolável das palavras querendo sair de sua boca numa melodia contagiante - expressando sua genuína felicidade com aquele momento - ao mesmo tempo que também não queria deixar passar aquele encontro sem uma demonstração de seu verdadeiro talento: a voz. "O que eu faço, o que eu faço?! Ain Poseidon me ajude..." Seu olhar pausou naquela banda mais uma vez, fora então que uma ideia surgiu como uma lâmpada em sua cabeça.

- Rapazes e senhoritas, devo-os dizer que estaria mais do que disposta a cantar uma música em comemoração a esse encontro, mas eu não tenho muita certeza de competir meu timbre vocal contra a música do outro grupo. - Pausaria de antemão, aguardando um tempo para que todos compreendessem seu pedido. - Será que poderiam me ajudar a convence-los a me deixar cantar para todos? Eu ficaria muito agradecida com tal ação. - Terminaria seu questionamento fazendo um beicinho com os lábios, enquanto juntava os dedos indicadores na frente do peito, realizando uma atuação impecável de alguém envergonhada em fazer aquele pedido.



Objetivos:

Ponto-Situação do Personagem:

Considerações:

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"Eu não sou arrogante. Arrogante é você que pensa estar no mesmo nível que eu."
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Re: Ascensão dos Scavenger Qui Maio 20, 2021 2:53 pm


Ascensão dos Scavenger - 04
Sirarossa



Após a pequena tentativa de empurrão de Maka e a afeição mostrada por ela para com seu irmão, tratei de guiá-los até o hotel. O trabalho não era difícil. Não. Muito pelo contrário, na verdade. Aquele hotel de 30 andares era definitivamente uma das vistas mais glamourosas de Sirarossa, e se eu não soubesse me guiar até lá, do que adiantou meus 23 anos de vida nessa grande cidade?

Enquanto caminhava pelas ruas, observava cada detalhe daquele lugar. Minha vida havia sido gasta em sua grande parte no orfanato e com meu mestre, quem me ensinou diversas coisas até deixar esse mundo. Analisando o passado agora, percebia haver aproveitado pouco do que esse mundo tem a oferecer. Desde quando meus pais foram assassinados, até o momento em que firmei um laço de amizade com Zik, poderia contar nos dedos as vezes que aproveitei genuinamente o que eu tinha e fui realmente feliz. Se eu culpasse outra pessoa, estaria apenas jogando a culpa para longe de mim mesmo. A razão de eu ser completamente diferente hoje em dia foi por aceitar as coisas que me afligiam e deixar o passado no passado. Mas ainda assim, como seria minha vida e minhas relações se essa mudança tivesse vindo mais cedo?

Deixaria esses pensamentos de lado assim que entrasse no hotel e encarasse sua magnitude. Ao chegar em Arthur, não podia deixar de notar outras pessoas ao seu redor. Uma mulher de cabelos azuis, muito bonita, acompanhada, aparentemente, por um... Homem-tubarão? Só depois então perceberia seus imensos tentáculos se espalhando pelo halldo hotel. "Eu sei que o mundo é vasto, mas nunca esperaria isso heheuheuheue." — ficaria pensativo enquanto respondia sua cortesia.
 
— Convenhamos que tenha sido uma boa mudança, né! Olha para você, está enorme. Que bom te ver, amigo. — soltaria um riso de felicidade. Gostaria que esse momento fosse eterno, ou pelo menos durasse um bom tempo. Notava também haver uma mulher, com uma idade talvez similar a de Kani, que agora se encontrava admirado com aquele povo do mar. "Heeh... Certas coisas nunca mudam mesmo." — pensaria fechando meus olhos e lembrando os poucos momentos que tive com o pequeno Kani, que na época mal sabia falar, mas já era tão inteligente quanto eu na sua idade.

Eu era rapidamente tirado de meus pensamentos ao ver Arthur correndo para duelar em uma batalha de braço de ferro com Maka. A visão era de certa forma nostálgica para mim, que não conseguia segurar um pequeno riso de canto de boca.

Seguindo os outros, rapidamente me sentaria em uma mesa e pediria por algo para beber. Naturalmente, seria um café. Nesse clima frio de Sirarossa, a melhor coisa que existia nessas ocasiões era o líquido preto que, de certa forma, me dava vida. Levantaria meus braços e acenaria para um garçom próximo. Se não houvesse ninguém para me ajudar, levantaria de meu assento e pediria pessoalmente pela bebida.

— Opa! Poderia me entregar um café, por favor? Forte e sem açúcar, de preferência. — faria o pedido gentilmente ao homem ou mulher que estivesse disposto. Quando algumas pessoas ouviam meu gosto por café, ficavam espantadas ou admiradas. Não vou negar que o gosto é de amarrar a língua, mas a sensação é o suficiente para me fazer continuar tomando ele puro.

Passados alguns momentos desde a reunião inicial com todo o pessoal, a beldade de cabelos azuis, agora sem seu casaco, mostrando um belo decote, se pronunciava. Ela gostaria de celebrar nossa reunião, exibindo sua voz em público. "Por que não?" — eu pensaria enquanto me levantava da cadeira. Se não tivesse terminado meu café ainda, tomaria um último gole e colocaria a xícara ou copo na mesa. Arrumaria um pouco meu cabelo, e verificaria se estava devidamente arrumado. Caminharia até aquela senhorita e logo conversaria com ela.

— Acredito que não fomos devidamente apresentados ainda. — se ela permitisse, pegaria uma de suas mãos suavemente e a cumprimentaria com um beijo-mão, assim como Zik havia me ensinado. — Sou John, encantado. — me endireitaria novamente, e soltaria sua mão, caso tivesse a pego. — Eu posso tentar convencer aqueles cavalheiros, mas não te garanto nada. — diria com uma expressão simpática em meu rosto, deixando escapar um sorrisinho de canto de boca.

Caminharia até os músicos sem me deixar ser muito notado. Novamente, faria automaticamente, mas dessa vez gostaria de não chamar muita atenção das outras pessoas do local.

— Com licença senhores(as). — os(as) abordaria educadamente. — A minha amiga ali é uma excelente cantora, e desejaria soltar sua voz. Creio que vai ser uma ótima experiência para os convidados. — tentaria parecer convincente, mas não pretensioso com aqueles artistas. — O que me dizem? Talvez possamos chegar em um acordo, até. — finalizaria por ali minha abordagem. Estaria esperando suas respostas com uma expressão simpática em meu rosto. Entenderia caso não pudessem, então apenas os cumprimentaria educadamente. — Eu compreendo. Tenha uma boa noite! — me retiraria e voltaria para minha mesa, esperando ansiosamente pelas palavras de Arthur.


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Re: Ascensão dos Scavenger Qui Maio 20, 2021 7:21 pm
O que eu estava sentindo não era cansaço, apenas buscava chegar em um hotel para adquirir certas coisas, mas a pessoa abordada por minha pessoa, achava que o mudo era um mímico e no final, lhe dava uma moeda de duzentos berries, dinheiro para pinga. Erguia uma de suas sobrancelhas, mas não recusava o dinheiro. *Essa pessoa é muito burra... Preciso dar ênfase..* E então, o assassino com passos silenciosos continuava a andar pela ilha, sem encontrar um mapa e nem placas ajudavam. * Aquele idiota bem que poderia ter marcado no porto..* E então, começava a analisar as pessoas e o que elas faziam, tinha uma ideia do que fazer para que pudessem me entender, já que falar não era mais possível.

Buscaria pessoas que estivessem lendo jornal e/ou revistas e então, se aproximaria sem emitir nenhum som e então, tocaria no ombro desta pessoa com o indicador direito e com o esquerdo, para o jornal ou revista, mas logo em seguida, faria um sinal de pare com a direita, não queria aquilo, era só um meio. Seguraria então no ombro da pessoa, para que essa pessoa não fosse embora, procuraria a palavra “Hotel” e se aquele jornal ou revista tivesse tal palavra, apontaria para a mesma, indicando para a pessoa que buscava um hotel. Se não tivesse a palavra por completo, pescaria. Pegaria um “H” aleatório e apontaria para apenas o “H” e apenas passaria para o “O” quando a pessoa entendesse que era só a letra H. E assim seguiria até pescar todas as letras que formassem a palavra “Hotel” e até a pessoa entender que Nostrade buscava o hotel da ilha. Se encontrasse alguém que tivesse com um papel e caneta, abordaria essa pessoa, ainda andando feito um assassino e apontaria para aqueles dois itens, queria pegar aquilo emprestado.

Se o sujeito deixasse, escreveria: – Tens um hotel nesta ilha? Daria para indicar sua pergunta de diversas formas, com comida, com papel, com cartas, no chão, se a ilha fosse de terra, mas era uma ilha urbanizada, não daria para escrever a palavra “Hotel” na terra ou lama, mas Draken queria ser civilizado, não queria mexer na comida dos outros, pois era falta de educação e nem atrapalhar um jogo de cartas para formar a palavra "Hotel" com elas. Com um endereço ou direção, o assassino caminharia até o hotel, com passos silenciosos. Ao chegar no hotel, procuraria a recepção e então, faria um sinal de que precisava escrever uma coisa, isto é, necessitava de um papel e caneta. Com os itens obtidos, escreveria: - Vocês teriam cigarros? Um mapa da cidade? Referências para lojas que vendam itens comuns e/ou armas? Esperaria uma resposta e então, escreveria na mesma folha, sua letra não era grande para ocupar uma página por pergunta. – Posso ficar com esse bloco e a caneta?



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Madrinck
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Madrinck
Estagiário
Re: Ascensão dos Scavenger Qui Maio 20, 2021 11:10 pm
Sirarossa

Tarde
Temperatura ambiente: 7 graus
Horário: 17h08min



Bonde dos irmãos


Era rápido a admiração que os quatro tinham em questão do hotel no momento que entraram, mas todos tendo um pensamento diferente entre si outros do grupo em questão de si comparado ao luxuoso Hotel de Sirarossa, de como agir e etc. O Motivo para a admiração ser rápida não era simplesmente as pessoas que achavam que uma criança estava sendo sequestrada por uma mulher um tanto quanto exótica em questão de altura e força e provavelmente indo chamar a marinha para solucionar o caso, mas sim por que em poucos instantes ao perceber que o maior de todos os irmãos, Arthur, já estava no edifício fazia todos irem em disparada para o mesmo para finalmente se reencontrarem, e juntamente conhecer rostos novos. Era no mínimo irritante para os civis que estavam no hotel que um bando de “desordeiros” estivesse fazendo bagunça no saguão, não que aquilo fosse raro, já que pela expressão de muitos era esperado que aquilo acontecesse alguma hora.

A Pequena garota abria um grande sorriso com o modo que era recebida, vendo os amigos de seu par romântico eram muito amigáveis. Com isso ela respondia Mika com um carisma bem claro – Meu nome é Evellyn Beneviento, e eu falo o mesmo, a senhora é muito bela, e seu pássaro é muito fofo -  tal depois disso de modo formal seguia vocês enquanto Shachi não tinha que falar uma palavra sequer já que Mika tinha feito esse trabalho por ele, mas de modo infeliz ou feliz toda conversa que os quatro poderiam ter agora juntos era encurtado ao máximo pela rápida chegada de mais quatros conhecidos de Arhur, oque totalizavam oito pessoas de diferentes tamanhos perto do pequeno bar no momento que todos se reuniam.

Os reencontros eram alegres, palavras eram ditas e Euntae era iludido pela sua própria mente de ter a chance de ver sua mulher imaginaria despida em meio a uma multidão, talvez algum fetiche que ele tem poderia ser a explicação daquilo? De todo modo e não se prendendo aos detalhes da mente pertubada de Euntae e sim aos acontecimentos ao redor, de modo totalmente sem o mínimo de etiqueta ou respeito ao estabelecimento Arthur o Meio gigante e Maka a humana começavam a ter uma queda de braços um tanto estranha, levando em consideração o tamanho entre os dois, a disputa estava extremamente acirrada, mesmo que Maka tivesse força, Arthur tinha um enorme vigor para manter seu braço firme no lugar, até que era possivel chegar num consenso que nenhum dos lados chegaria a uma vitoria tão cedo, para só assim Maka pular em Arthur, que não chegava nem perto ao pescoço do mesmo, ficando meramente agarrada ao grande torso do Meio-Gigante, igual um gato fica agarrado a um tronco.

Após aquilo conversa ia e conversa voltava enquanto Shachi e Mika eram abordados por uma enciclopédia ambulante de animais maritmos, tal que deixava o Shachi minimamente desconfortável fingindo que Kani não existia, mas não conseguindo não se importar com o pequeno, dando uma breve aparição dos seus dentes para o mesmo, era uma alegria os irmãos se encontrarem e poderem trocar palavras de modo aberto num ambiente relaxante que somente o Hotel podia trazer, enquanto o calor era agradável depois de passar o frio do lado de fora, e um ambiente tão relaxante deixava pessoas falarem besteiras, sendo que Maka dava um leve nexo de Mika ser a namorada de Arthur, Evellyn enquanto isso ficava totalmente perdida em meio a todos, com um rosto totalmente abobalhado e perdido, provavelmente pensando aonde o jantar romântico com o Meio-gigante tinha ido para.

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mas vendo que Kani a observava e o mesmo parecia o único a prestar atenção a existência da garota, tal ia até o garoto com um sorriso – Olá, sou Evellyn e você? Estou meio perdida nisso tudo, mas acho que é normal isso tudo pra eles não? - ela falava com um sorriso amigável enquanto observava os irmãos de Kani tendo conversas bem alegres.

Shachi enquanto isso tampava o caminho de John com a mãoque tentava de modo educado beijar a mão de Mika, fazendo que no fim John beijasse a mão de Shachi e não a da bela Mika, o mesmo fazia um leve sinal de não enquanto de modo sereno e calmo empurrava John para trás o deixando ir para perturbar a banda que estava no palco do saguão.

E o John não tinha dificuldades de fazer aquilo começando a conversa com um dos cantores interrompendo a musica, que de modo meio irritado olhava para o intrometido dando uma resposta fria – Sai daqui o sem noção, se a tua amiga que cantar que ela vá assin- - o Cantor rapidamente era interrompido pelo que parecia a integrante principal da Banda, uma mulher talvez um pouco madura já mas com um corpo bem cuidado – Mexa suas palavras Rick, ei colega, pode ir lá chamar a sua amiga pra cantar no meu lugar, quando eu era mais nova fiz meu primeiro show nesse mesmo lugar depois de passar um sufoco pra convencer a banda a me deixar cantar uma unica vez, mas depois disso só foi fama, espero que oque você diz realmente seja verdade, não queremos deixar todo mundo no saguão ouvindo uma cantoria ruim não é mesmo? – A moça logo depois piscava, enquanto o outro cantor parecia no mínimo irritado, mas ficando calado para logo depois a banda continuar a musica, esperando a chegada de Mika.

Enquanto isso pedidos eram feito aos barman e garçons e tudo era entregue rapidamente e com eficiência no serviço, tal que entregava as devidas contas,

Spoiler:
Gastos:

O Mudo Draken

Era no mínimo decepcionante o jeito que a pessoa agia com ele, mas o dinheiro mesmo que pouco era um lucro, e Draken embaixo de uma serena chuva que lentamente ia aumentando não desistia de sua busca a alguém que o entendesse, não era difícil achar alguém que tivesse um Jornal em mãos, claro que o modo a qual o Homem escolheu abordar a pessoa tinha sido sutil demais, já que sem ter feito um mínimo de barulho para então aparecer atrás de alguém é no mínimo assustador,  mas felizmente tal civil abordado não fugiu, e com você dando uma breve lida no jornal rapidamente apontava o dedo para um grande texto na pagina principal “Hotel  mais renomado, Belucci Sprezzatura comemora a chegada da Banda Papagaios Alaranjados com musicas clássicas da banda mais conhecida em todo o West Blues.”

Logo após a pessoa a qual segurava o Jornal falava – quer saber aonde fica o Hotel Belucci? Só siga em frente a essa rua e chegará no centro, depois de lá ficará bem mais obvio o caminho – Após aquilo a pessoa ia embora botando Jornal na cabeça para se proteger da chuva iminente, mas Draken não perdia seu tempo com tal besteira, andando até o caminho indicado lentamente o Homem conseguiu chegar em seu objetivo de modo eficaz e rápido, entrando no Hotel renomado da cidade já com o corpo um tanto molhado, oque era possível ver era que no saguão de danças um grupo de oito pessoas com pelo menos 3 sendo muito grandes e de raças distintas conversavam e riam, mas aquilo não fazia Draken perder o seu tempo, pegando caneta e caderno que estavam encima da mesa ele começava a escrever.

O Atendente um tanto quanto gordo respondia com desdém – Temos cigarros naquele bar no meio do saguão de dança, aonde tem aquele grupo um tanto quanto conturbado, um mapa da cidade temos logo perto a porta de entrada meu bom homem e lojas de armas mesmo não sendo algo muito honroso de se perguntar aqui no hotel tem vários espalhados pela cidade, será fácil encontrar-los, ficar com o caderno? Bom... não, mas não se preocupe, pegue esse – O Homem um tanto obeso pegava um pequeno caderno embaixo do balcão de recepção e lhe entregava - Pode ficar com a caneta -

Thanks, Lollipop @ Sugaravatars

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