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Skÿller
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John Doe Ter Maio 11, 2021 12:41 pm



John Doe








Sobre o Personagem


Nome: John Doe
Idade:  22
Género: Masculino
Mão Predominante: Destro
Risada: Myakaka
Altura: 2,25
Peso: 180kg
Raça: Humano
Origem: Desconhecido
Localização: Flevance- North Blue.
Grupo: Civil

Complementos



Aparência:
Aparencia: John tem uma estatura de certa forma fora do comum, seu corpo é bem formado e musculoso devido os longos anos trabalhando como escravo e carregando pesos pesados por horas a fio esculpindo assim, um corpo saudável, mas que também tem marcas do passado sofrido do Homem, em varias partes do corpo de John cicatrizes de diversos tipos são possíveis de se encontrar, a maior concentração são nas costas, aonde as cicatrizes que se aglomeram ai são de chicotadas, fazendo uma arte abstrata em tal região. Sua altura também é mais outro item a se ressalta já que o mesmo possui dois metros de altura, isso sendo que desde pequeno ele era um garoto com uma altura anormal entre os outros escravos.

Os cabelos do Jovem são pretos como a noite e curtos, mesmo que tal região seja bem bagunçada, já que para John a necessidade de deixa-los arrumados é mera perda de tempo, vendo que eles irão bagunçar depois de qualquer atividade de seu cotidiano, enquanto os cabelos são negros os olhos do Homem possuem um tom marrom belo de se ver, um marrom forte que traz o ar de uma casca de arvore, mas mesmo tendo sua beleza, os olhos são frios e que trazem de certa forma desconforto quando direcionados para alguém, mas lá no fundo um ar de submissão e lealdade é possível de se encontrar.

Suas apesar de tudo são de certa forma muito exibicionistas, utilizando uma camiseta preta firme e um calção de peles de animais é o que formam a vestimenta mais comum do grande escravo, mas que de vez em quando pode ser pego utilizando roupas mais formais, mesmo que seu corpo seja musculoso demais para caber em roupas mais sutis.

Personalidade:
Personalidade: John é um homem com uma personalidade fria e robusta que traz um ar de inabalável para quem o vê, como se ele fosse um veterano de guerra ou alguém que teve muitas perdas, mas a justificativa pelo qual o grande Homem agir assim de certa forma não é nada do que foi dito antes, ele foi disciplinado a ser uma pessoa comportada desde muito pequeno e ao decorrer do seu crescimento foi disciplinado de modos muito mais dolorosos, sendo uma criança nem um pouco excêntrica para que fosse um escravo que não trouxesse muitos problemas para seus donos ou para outras pessoas, e na adolescência era um escravo que já era leal demais a quem se denominava seu dono, Claro que ter tal disciplina acabou por comprometer o garoto desde jovem já que ele entendia que seu proposito era servir, trazendo nenhum momento de aprender a ter sentimentos ou a entendê-los, e se ele alguma vez teve sentimentos ainda na sua infância, o tempo as esvaiu, achando que pessoas que fazem coisas por causa de emoções ou sentimentos são pessoas burras ou que não querem mais viver, claramente ele não expressa tão opinião a deixando reservada para si mesmo, já que uma coisa que ele entende é temer se descartado, tentando ser um bom escravo para que as pessoas tenham uma opinião boa sobre ele.

O Jovem por si só se sente muito bem ao receber ordens, não que ele goste de ter um dono, mas ao passar dos anos ele começou a simplesmente apreciar e aceitar ter alguém pensando mais por ele do que ele mesmo, e por isso ele sente raiva em quase nenhum momento, a não ser que ele realmente seja levado ao extremo, tais momentos que foram muito raros de acontecer ao passar da vida de John, mesmo que quando mais jovem ele tenha tido uma variedade de sentimentos um pouco mais abrangente, tais foram se secando com o amadurecimento de uma infância difícil e uma adolescência igualmente complicada, já que castigos por meros erros e ser menosprezado por outras pessoas eram decorrentes.

São raros os momentos que John se interessa por aprender coisas que não lhe foram pedidas, mas quando tal se dedica a aprender oque ele considera interessante e principalmente útil para seus trabalhos diários ele se dedica profundamente, tal dedicação que também se mantém com as ordens que ele recebe. Mas ele também tem o seu lado sombrio, na suas camadas mais profundas foi sendo criado um jeito de agir perigoso, já que em muitos momentos ele viveu rodeado de violência ele mesmo se acostumou a tal ato de dor, fazendo que em batalhas ele deguste a violência.

História:
A Historia do escravo sem nome começava ainda no seu dia de nascimento. Nascendo em uma ilha de um arquipélago muito pouco conhecido, aonde os habitantes sempre demostraram tamanha altura e força descomunal em questão de outros humanos, por terem, de certa forma, genética parecida com os meio-gigantes, mas não estamos aqui para falar sobre o local de nascença, o pequeno bebê teve seus primeiros meses de vida muito sossegados, seus pais faziam o melhor para trazer uma vida boa ao pequeno, tais pais que eram exploradores e estudiosos fora do arquipélago, principalmente cartógrafos renomados, em certo dia se encontraram com visitantes suspeitos, mas que afirmavam conhecer um caminho para o Mar que fica no céu, esses visitantes falavam que poderiam apresentar o Mar Branco a família sem nenhum problema em troca de moradia temporária na residência deles, os pais do pequeno bebê sendo muito simpáticos e querendo fazer um mapa preciso do mar branco para todos dos quatro cantos do mundo, concordaram com a proposta dada e depois de algumas semanas pegaram caminho para o tal caminho para o Mar Branco, e claro que eles levaram seu pequeno filho.

Poucos minutos depois que a família chegaram a tal entrada para o Mar Branco, que não era nada menos do que mar e mais mar, foram rapidamente surpreendidos, os antes que pareciam ser amigáveis moradores do mar de baixo se mostravam na verdade piratas, ou melhor dizendo. Escravistas, não demorou muito minutos para que a família fosse presa, após isso os pais do bebê tentaram inúmeras vezes tentar escapar com sua criança utilizando de força bruta para escapar, mas estar no meio do mar não facilitava nada, mesmo conseguindo a chance de fugir, não conseguiram achar nenhum bote para escapar.

Sendo então a família recapturada novamente, e com essa resistência dos pais do bebê provocou a morte de ambos por causar problemas demais e não terem potencial para serem escravos uteis, ou também escravos desobedientes, com isso tudo só restou somente o pequeno bebê que não conseguia entender o quão horrível sua vida seria a seguir daquele fatídico evento, e que nunca iria conhecer as suas tradições e quem seriam seus pais.

Uma das mulheres do bando de escravista foi encarregada de cuidar da pequena criança até tal possuir a idade para ser vendido, se foram passando meses e anos e a criança entendia que seu nome era Garoto, já que as pessoas do navio o chamavam assim toda hora, importante dizer é que quando o Garoto ficou um pouco mais crescido a mulher que cuidava dele, tal que o menino acreditava que era sua mãe. Começou o ensinar a fazer trabalhos como limpar pratos e o convés do Navio e de vez em quando trabalhos braçais simples, a Falsa mãe agia como se estivesse treinando o pequeno para algo, o fazendo repetir aqueles trabalhos diariamente mesmo que a criança não entendesse o porquê.

Com o passar do tempo o menino percebeu que ele não era o único que tinha também trabalho, muitas pessoas bem magras e caladas o acompanhava nas suas tarefas, não importava o quanto ele tentasse falar com elas, os mesmos sempre o ignoravam, e toda noite a Mãe dele com seus amigos botavam coisas de ferro nos pescoços e braços das pessoas magras e as trancafiavam num quarto do navio, felizmente que era separado ao do menino, ele não queria ficar perto daquelas pessoas estranhas.

Além disso, Garoto era constantemente disciplinado, o sendo ensinado que ele deveria ser Obediente para ser feliz, Tal que não tinha noção do mundo e das verdadeiras intenções daquelas pessoas somente os obedecia e aprendia oque era ensinado sem hesitar, mesmo que ele muitas vezes tentasse fazer traquinagens para se divertir oque o fazia ser duramente castigado, o Garoto muitas vezes se indagava por que sua mãe o privava tantas vezes de ele ser divertir.

Quando o Garoto completou seis anos a sua “mãe” começou a agir estranho, ressaltando muitas vezes que ele era muito especial e valioso, e que logo ele iria ser Obediente a outras pessoas, a pobre criança ainda muito novo para entender oque ela queria dizer muitas vezes só ignorava interpretando como alguma coisa de adulto oque sua mãe queria falar, obedecer outras pessoas? Mas ele pensava que devia só obedecer a sua “família”, tal pensamento que o fazia ressaltar que a sua mãe deveria estar falando coisas sem sentido só para confundir a pobre cabeça do menino.

Uma coisa que acontecia diariamente com o pobre Garoto ao decorrer que ele crescia era que cada vez mais os tripulantes do barco, que antes só o olhava de olho esquerdo, agora começavam a tirar sarro dele e muitas vezes o atrapalhar nas suas tarefas diárias, sua Mãe em resposta daquilo não fazia nada, como se aquilo já fosse esperado. Ser tão maltratado fazia o pequeno simplesmente se trancar em seu quarto e chorar por um bom tempo, ele não conseguia aguentar na maioria das vezes aquele tratamento que ele recebia, mas birrar de criança é temporária, e ele voltava a trabalhar poucas horas depois.

Na maioria das ilhas aonde o barco parava para se reabastecer, Garoto via várias crianças se divertindo alegremente, mas sempre quando o mesmo tentava se enturmar para brincar junto com as outras crianças de sua idade, sua mãe de modo frio e calado o pegava com provável raiva e o trancava dentro de seu quarto, deixando lá ele por dias dando comida de vez em quando, tudo aquilo foi fazendo o pobre menino fica muito mais recluso e calado, o fazendo chorar se perguntando por que sua mãe era tão malvada algumas vezes que a mesma o batia.

Depois de alguns dias após o menino ser finalmente solto de seu castigo, pessoas novas de uma ilha muito grande e com muitas casas enormes chegaram ao navio, elas eram bem vestidas e tinham uma cara de nojo sempre que se chegavam perto de alguém, além de que tinham uma maleta preta bem grandona com eles, Garoto continuava o seu trabalho limpando o convés enquanto sua mãe ia até esses homens e começava a conversar com os mesmos. Muitas das vezes que olhavam para o jovem e até mesmo apontavam o dedo para ele de vez em quando de modo que trazia um ar de que parecia que o analisava.

Em pouco tempo chamaram as pessoas magras e os mesmo fizeram uma fileira, de vez em quando aquilo acontecia, mas não dentro do barco, mas sim em terra firme, mas naquele dia parecia que seria diferente, os Homens analisava cada uma das pessoas magrelas e muita das vezes balançava a cabeça em sinal de reprovação, não demorou muito até que sua mãe chamou a criança para vir ficar mais perto, quando Garoto chegou lá sua mãe sem pergunta e nem nada tirou a camisa do mesmo e começava a mostrar o corpo do pequeno, motivo de fazer aquilo era por que a criança tinha um corpo de certa forma um pouco musculoso para um mero menino, mas mesmo que sua mãe quisesse mostrar seu corpo como motivo de se orgulhar, o mesmo só sentia timidez, ele não gostava que pessoas ficassem vendo seu corpo, mas de todo modo ficou calado sem reclamar, ele não queria que sua Mãe o trancasse no quarto te novo.

Os homens pareciam impressionados com o corpo do pequeno escravo, era claro, a mãe do menino sempre falava que ele era um humano raro e que era muito saudável e forte, pelo menos o Garoto ficava feliz sabendo que as pessoas o achavam interessante e especial, agora ele sabia que ele tinha algo para se orgulhar, um dos Homens falando numa língua que o menino não entendia falava com a Mãe do garoto logo após uma rápida analise, tal mulher que depois de assentir se virou para o Garoto.

Lá eles tiveram uma pequena conversa.

- Ei Garoto, você se lembra de quando eu dizia que você era valioso né? Agora você vai fazer oque eu te dizia e vai obedecer a esses homens – Ela dizia se ajoelhando e botando as mãos no meu ombro encarando olho a olho para mim.

- Como assim mãe? Mas e você e todo mundo do navio? Eu pensava que era pra eu ser obediente só a vocês. – Eu perguntava confuso esperando ter a situação melhor explicada.

- Se esqueça da gente e agora siga os homens okay? – Ela se levantava e dava um pequeno empurrão nas minhas costas em direção aos homens que agarravam meu braço me puxando para fora do navio.

Após aquilo Garoto foi separado de quem ele pensava ser sua família, ele tinha sido trocado por pedras de ouro brilhantes e o mesmo não entendia o do por que daquilo tudo estava acontecendo tão rápido. Sua mãe o abandonou sem nem o olhar e muito menos se despedir, já que começava a contar as pedras de ouro com tamanha ganancia em seu olhar, enquanto isso a pequena criança era puxado pelas pessoas estranhas para dentro da ilha... E assim começava novos anos aonde o sofrimento do pequeno escravo seria rotina, e tudo seria muito mais difícil do que no navio, não chegaria nem a se comparar com o trabalho pesado que ele teria na mão daquelas pessoas.

Depois daquele dia ele começou a trabalhar hora após hora sem descanso e sem ser alimentado direito, dormindo em um porão escuro, tal escuridão que agora aonde ele convivia que o fez descobrir uma habilidade única dele que era ter uma visão excepcional na escuridão. Oque o fez algumas vezes ganhar trabalhos especiais noturnos, que na maioria das vezes tirava o seu sono, tal perda de sono piorava sem nem ter um lençol ou travesseiro para ter um sono melhor, fazendo em outros dias estar bastante esgotado e cansado, isso fez que o Garoto descobrisse o novo tipo de castigo que ele começaria a ter, oque antes era ser meramente preso em seu quarto virou e no máximo levar uma peia tinha virado em, ser amarrado por cordas em dois postes de madeira e ser chicoteado o trazendo uma dor insuportável.

No inicio ele pensava que aquilo tudo era temporário e que sua mãe o buscaria em breve, isso o fez aguentar as primeiras semanas com um bom otimismo o fazendo resistir ao cansaço e a dor. Mas semanas viraram meses e o Garoto tinha perdido suas esperanças, aceitando que era como sua mãe dizia, ele era muito especial e muitas pessoas iriam ficar felizes tendo ele, mas a sua mãe tinha mentido sobre uma coisa, O Jovem não estava nem um pouco feliz sendo obediente.

Os anos foram se passando e os castigos fizeram a criança não se importar com a dor, a dor que antes o fazia chorar por horas agora não arrancava sequer uma expressão do rosto do mesmo, Ele que além se acostumar com a dor apresentou que tinha uma altura descomunalmente maior do que muitos dos outros escravos, juntamente a isso seus músculos lentamente cresciam, fazendo as cicatrizes de chicotadas virarem muito menores do que eram antigamente. Mesmo que ainda fossem grandes.

Muitas vezes os escravos falavam que era um bom sinal o tão grande jovem ter aquela estatura e saúde mesmo contra aquelas situações precárias, que aquilo o faria ser mais bem valorizado e que ele poderia sobreviver a maiores dificuldades com facilidade, aquilo trazia alegria para o mesmo que decidia por usar roupas que deixasse seu corpo mais a mostra, muita das vezes nem utilizava sua camisa mais.
No porão escuro lhe foi explicado pelos outros escravos a sua situação com o passar do tempo, após descobrir que ele não era uma pessoa especial, ele era só um escravo útil, e que os verdadeiros especiais eram escravos que possuíam asas em suas costas, e outros que pareciam animais, até mesmo os que só eram pequenos podiam ser mais valorizados do que o próprio Garoto, além de aprender aquilo de jeito amargo ele aprendeu que as pessoas que o tratavam de modo mal, eram seus mestres, e ele tinha que os obedecer sem pestanejar,  aquilo fez com que o Garoto lentamente secasse seus sentimentos e acatando as ordens melhor do que nunca.

Ele tinha um ponto de vista que ele criou depois de se secar, ele nasceu numa classe social que o objetivo era deixar seus mestres felizes, mesmo que isso trouxesse dor e desgraça para ele, que ele deveria por os desejos e vida das pessoas sobre a sua para deixar seus mestres os mais felizes possíveis, uma pobre criança que agora crescia com intuitos de ser um bom escravo nascia naquele momento.

Com o tempo o Garoto foi posto a trabalhar na forja da Mansão e tal foi posto para aprender como derreter metais até fazê-los tomar forma para criar armas e utensílios de metais variados, depois de dominar essa área ele foi posto e ensinado a costurar roupas e confeccionar armaduras, tais armadura que seus mestres pegavam para equipar em sua guarda pessoal e vender o sobressalente, tais tarefas que lhe foi dado por simplesmente ter um porte físico forte e alto para carregar metais pesados e ter reflexos bons para fazer costuras precisas, ele nesse ambiente teve que trabalhar muito mais o seu corpo se quisesse continuar firme e não ser castigado mais, suas costas já estava tomado por cicatrizes novamente, mas de todo modo ele não se deixava ser abalado por meras cicatrizes, continuando seu trabalho e tendo orgulho de ter o seu corpo forte para resistir.

Não demorou muito até que novamente o Garoto foi trocado por mais pedras brilhantes, que agora ele sabia que se tratava de dinheiro. Os seus novos mestres eram duramente mandões e não tinham tanta compaixão como os mestres anteriores, esses novos não pareciam dar valor para nenhum esforço feito por Garoto, nem se ele se destacava por ser um bom escravo ou não, lá tudo era pior e as coisas não eram nada fáceis, mas ele já estava se acostumando com aquilo de ser submisso e estava a acatar ordens como seu modo de vida, preferindo se isolar de outros escravos para dar foco total em seu trabalho, o fazendo ser um dos escravos mais obedientes entre todos os outros.

Em questão de ele ser um bom escravo, o fez ganhar alguns privilégios, esses eram poder tomar banho e cuidar de sua higiene ou ter uma comida de certo modo bem mais saborosa e nutritiva do que as dos outros escravos, aquilo para ele ter um tempo de duração maior e trabalhar com mais eficácia. Tais privilégios trouxeram problemas entres os escravos para o Jovem, que constantemente era desafiado para brigas ou era intimidado sendo demandado seu alimento. O Jovem que já tinha naqueles tempos um corpo já bem mais robusto foi com o tempo aprendendo a revidar. Utilizando ferramentas que ele mesmo criava na maioria das vezes, ou quando possível seus próprios punhos.

Vendo as necessidades de aprender a revidar com maior efetividade. O Garoto começou a criar sua própria arma quando possível, pegando matérias sobressalentes até criar uma aberração que ele chamava de arma. Ela mesma não sendo esteticamente bonita foi funcionalmente mortal. Os seus mestres não viam o Garoto como perigoso, achava até bom que o menino matasse ou ferisse Escravos que tinham dificuldades de obedecer. Fazendo que no lugar de chicotadas como punição. Escravos que não obedecessem fosse posto para lutar contra o Jovem e sua arma mortífera para trazer entretenimento para os Senhores dos escravos, algumas vezes os Mestres de Garoto convidavam outros senhores de escravos e fazia um tipo de torneio para ver qual dos senhores tinha o melhor escravo.

O Menino se especializou em ter habilidades estritamente defensivas sendo complicado o acertar, mas quando o Garoto decidia atacar, não importava o quão gravemente ferido ele era ele ignorava a dor e dava golpes que muita das vezes quebrava ossos, ele necessariamente não gostava de matar, mas ele necessitava se não quisesse que ele morresse, e em questão de morrer, algumas vezes era surpreendente o quão ferido o menino ficava, mas continuava de pé, estados que ele ficava claramente já resultaria em morte para outras pessoas.

Claro que ele algumas vezes era bajulado não só por que era um bom escravo ou por ser ótimo lutador, muitas vezes eram algumas mulheres que tinham interesse no corpo do Grande escravo, de vez em quando ganhava agrados e elogios, mas o Jovem escravo não entendia qual eram as finalidades daquilo tudo, como dito antes o Garoto tinha ficado seco emocionalmente chegando até mesmo no nível de nem mesmo entender os sentimentos de outras pessoas com facilidade, oque foi piorando até realmente não entender nada de emoções, tendo uma dificuldade extrema de chegar a entender o mínimo do básico, mas muitas das vezes ele chegava à conclusão de que emoções eram como ideias imbecis que levam pessoas para ações imbecis.

O Seu cérebro de modo urgente criou uma válvula de escape para a humanidade do Jovem, que a cada dia ficava cada vez mais inumano e obediente. Uma segunda personalidade foi criada, tal era muito menos obediente e mais de acordo com a idade do garoto, sendo extremamente social com os outros escravos e seus mestres. A Primeira personalidade quando voltava ao controle se via num local feliz e agradável, muitas pessoas agora o olhavam de modo mais carismático e não com medo dele, e até seus donos pegavam mais leve com as ordens, a primeira personalidade não entendia o do por que todos agirem tão estranho com ele, será que ele tinha feito algo de errado?

Não demorou muito até que essas duas personalidades totalmente opostas perceberam que dividiam o mesmo corpo, então foi encontrado uma maneira de conviverem melhor dividindo o corpo, O Garoto conseguiu lápis e caderno, mesmo não sabendo escrever muito ele fez o melhor com os seus garranchos para construir um modo de comunicação com o parceiro de corpo, com o tempo os dois foram se situando e o caderno virou alvo de relatos do dia, mas mesmo assim nas trocas a personalidade quem pegava o controle parecia se recordar oque tinha acontecido nos últimos minutos antes dela ter tomado o controle, mas mesmo assim foi continuado a usar o caderno explicando o melhor possível oque aconteceu e como agir com certas pessoas, assim as duas personalidades deveriam agir como se fossem uma única personalidade só. Para que os Mestres deles não desconfiassem que o escravo mais obediente estivesse “quebrado”, e ele fosse descartado sem dó e nem piedade.

A Segunda personalidade agora que entendia que seu parceiro de corpo era no mínimo uma ameixa seca na questão emocional aproveitou para no lugar de ser só um escravo carismático e engraçado, trazer inúmeros amigos e coisas boas para o parceiro para trazer suas emoções de novo. Tal que ao voltar ao domínio do corpo simplesmente ignorava os esforços do parceiro os vendo como perda de tempo, algumas vezes botando reclamações no caderno para a segunda personalidade se focar no trabalho, oque não servia de nada.

Mas num dia algo mudou já que uma jovem garota quase da mesma idade do Garoto tinha chegado, ela era muito tímida e parecia que sua escravidão tinha sido recente, ela ficou por dias escorada num canto do porão sussurrando coisas inaudíveis, além disso, ela ficava sem comer nada e levando sermões diariamente dos donos mas quando ela foi pela primeira vez levada para ser castigada, no momento em que a segunda personalidade estava no controle do corpo, o mesmo foi até lá e pediu para que fosse punido no lugar da menina, claro que os mestres iriam rejeitar aquele pedido, mas a segunda personalidade então falou.

- Eu não quero que simplesmente me punam no lugar da garota, me punam no lugar dela e deixem-na ver oque acontece com escravos desobedientes, ela não entende a seriedade que é servir vocês meus queridos mestres, então deixe que ela aprenda com o tempo, eu mesmo irei ajuda-la a aprender – Aquelas palavras tinham sido o suficiente para convencer os seus donos que já tinham um favoritismo pelo menino.

Após ser punido em frente a menina, quando ele foi liberado tal foi logo em direção a menina, a garota que antes não respondia perguntas de outros escravos e ignorava incentivos de tais para que ela comesse, ficou um pouco mais solta mesmo que amedrontada com a cena que viu, a segunda personalidade de Garoto após aquilo mesmo que com o corpo sangrando começou a conversar com ela como se nada tivesse acontecido, a reconfortando e lentamente ganhando a confiança da mesma, ele então conseguiu com manejo virar de pouco em pouco amigo da garota ao passar dos dias.

Diálogos e risadas ocorreram por dias com aqueles dois juntos, e a Menina ficou um pouco melhor e até mesmo se apresentou para o seu novo amigo dizendo que seu nome era Maria, mas Quando Maria perguntou qual era o Nome de seu mais novo amigo de escravidão a pobre personalidade ficou tropeçando nas palavras já que, em nenhum momento a primeira personalidade tinha comentado se ele tinha nome ou não.

Então foi decidido que era melhor Maria escolher um apelido para ele, ela estranhou aquele pedido, mas optou por chamar de Gentil, Gentil agora tendo “um nome” ficou feliz e estava contagiado de alegria por ter um “Nome”, Maria com o tempo que foi se conformando da sua situação, aceitando ordens e tendo de vez em quando uma mão amiga para da um empurrãozinho em seu trabalho, começou a comer normalmente e a trabalhar como os outros escravos, fazendo com que antes o seu corpo que estava desnutrido ficasse um pouco mais normal, o ganho de gordura que também teve ajuda de Gentil, que dividia maioria das vezes sua comida que era melhor do que a dela com a mesma, evitando assim ser descartada ou vendida para outras pessoas com más intenções por simplesmente ser inapta pra algum trabalho, Maria sempre dava uma escapada para brincar e conversar com seu amigo.

Mas quando a primeira personalidade retornou ao domínio foi uma baita confusão, já que a garota não entendia direito o do por que ser ignorada toda hora pelo Garoto repentinamente, e que de modo surpreendente ele tinha ficado tão Dedicado a trabalhar foi uma grande duvida para Maria, que também sentia saudade de ganhar uma comida extra do  companheiro. Isso durou até que ela conseguiu apanhar o caderno do Colega  enquanto ele dormia, lendo maioria das paginas em outro dia ela finalmente entendeu o motivo daquilo tudo, e começou a agir de modo diferente para finalmente conseguir abordar com sucesso o Chato como ela tinha apelidado a primeira personalidade, seguindo os exemplos de Gentil de como agir com pessoas consideravelmente fechadas ela conseguiu finalmente abordar o Chato.

De modo surpreendente os papos furados de Maria fizeram o Chato gostar de ter companhia da mesma e de vez em quando os dois conversavam quando topavam por ai. Mesmo que o Chato falava muito mais de trabalho do que qualquer outra coisa e não correspondia com a alegria e carisma de Maria, mas os dois se entendiam e o Garoto aprendeu muitas coisas com a companhia de Maria e Maria aprendeu a como se comportar com os mestres para não ser punida e também ser bem tratada como Chato e Gentil eram tratados.

Mesmo que o Chato não entendesse muito de sentimento ou emoções ele se sentia de certa forma bem sendo amigo da menina, já que era uma companhia que o entendia como ninguém e de vez em quando o auxiliava na forja da Mansão dos Mestres deles, talvez ajudar na maioria das vezes não fosse a palavra certa, já que muita das vezes ela fazia uma baita confusão que Chato arrumava de modo calado e sem reclamar com a garota.

Passaram-se anos e Chato foi sendo mais altruísta com Maria, que ele agora a via como uma Amiga que ele deveria obedecer, mas obedecer mais ainda os donos do que ela, entretanto as trocas de personalidades começaram a ficar cada vez mais frequentes e não tão duradouras como antes, dificultando a vida de Gentil que estava se dedicando a aprender confeitaria com Maria, mas que em momentos inoportunos era puxado para o fundo da consciência para Chato liderar no local, a mesma coisa dificultava a de Chato que em meio a fundição de metais era subitamente posto em sua troca de personalidades. Muitas vezes estragando o seu trabalho e sua quota do dia.

Com a adolescência de Maria e Garoto vindo, ocorreu juntamente um evento que se marcou na vida dos dois, os escravos começaram uma revolta de dentro para fora e Chato com experiência em batalha decidiu até mesmo acatar ordens de Maria já que ela tinha com dificuldade o convencido em ajudar ela do que ajudar seus Mestres, ajudando os escravos a matar maioria dos inimigos que tentavam os impedir ou matar, oque para Chato não era problema já que ele era muito experiente em combate e tinha sua própria arma, os escravos  matando o mestre de Chato e após isso fugindo um por um para uma floresta local. O Barulho causado pelos gritos e a fumaça da casa pegando fogo não demorou a chamar a atenção de Senhores de outras Terras vizinhos mais próximos do local. Felizmente o tempo estava a favor dos escravos que conseguiam fugir em massa para as florestas. Maria por outro lado estava ao lado de Chato tentando o puxar.

- Vamos lá Chatão! As guardas pessoais dos outros senhores de terra estão vindo! Eles vão prender a gente te novo! ESSA É NOSSA HORA DE SERMOS LIVRES, VOCÊ AJUDOU TODOS OS ESCRAVOS A FUGIR, ENTÃO POR QUE NÃO QUER FUGIR TAMBÉM?- Maria falava apressada e com um rosto de desesperada tentando convencer seu amigo que se sentava no chão no lugar de seguir ela.

- Não... Essa é minha vida Liz, minha mãe me ensinou que eu devo ser obediente a pessoas, eu preciso ficar esperando aqui até ter um novo mestre já que eu perdi os meus antigos... Se você quer fugir então fuja, não entendo por que você quer ir embora, mas não quero também estragar essa sua oportunidade- Ele falava de modo frio e sem muito fervor na fala deixando sua bunda bem parada no chão, mas de todo modo ele realmente não queria atrapalhar Maria, seu desejo de ser livre era forte, mais forte do que qualquer desejo que eu já tive.

- Por favor, Amigo, que tal eu ser sua mestra então? Por favor, você é meu melhor amigo e eu vou me sentir horrível se eu te deixar para trás – Maria começava a chorar enquanto gritos de homens provavelmente os guardas das terras da redondeza já eram possíveis de se escutar.

- Você é minha amiga Maria, não vejo nexo uma Mestra ser amiga de seu escravo... Olha, Eu ouvi do meu primeiro Mestre que indo pro Sul dessa ilha, pela floresta, tem um QG da Marinha, não sei muito bem oque é isso, mas ele sempre comentava que eles são pessoas do bem que ajudam pessoas... Por que você não vai lá e pede ajuda? – Eu falava esperando ter ajudado Maria como um presente de despedida.

- O-okay! Vou ir lá e vou pedir pros marinheiros virem aqui te pegar, então se esconde e espera por mim – Maria que agora enxugava suas lagrimas e começava a correr para longe em direção à floresta.

Infelizmente aquela foi a ultima vez que os dois amigos se encontraram. Após Maria ter fugido os guardas de outros Senhores de escravos acharam o Chato e o levaram, não demorou muito tempo até que ele fosse enfurnado dentro de um navio para ser enviado para novos donos. Claro que Chato e Gentil sentiram falta de sua Amiga, e parar representar esse luto de perda as personalidades concordaram em nunca mais utilizarem os apelidos ganhos, talvez por que eles fossem estúpidos demais para duas personalidades de 16 anos.

Com o passar do tempo lembranças de Maria foram se esvaindo e ficando guardadas em linhas em papeis do caderno, que provavelmente nunca mais seriam relidos novamente. O Garoto decidiu por continuar a fazer seu trabalho de Ferreiro e outros trabalhos que necessitassem de mão de obra forte. Enquanto isso a segunda personalidade decidia por gastar seu tempo livre para aprender a confeitaria e se dedicar nesse ramo. Além do mais todos ficam felizes com guloseimas.

A Segunda personalidade que não queria se esquecer dos tempos felizes com Maria, se recordando perfeitamente que Maria tinha sido grande amiga do seu companheiro de corpo, relendo algumas paginas do caderno que o fez perceber que seu companheiro realmente se sentia bem perto da garota, juntou 2+2 e chegou à conclusão que o Casca oca que divida o corpo se sentia bem com mulheres, de sua idade provavelmente, e bonitas também.

Com aquela conclusão feita ele começou a se dedicar a mimar mulheres que ele conhecesse por ai, as tratando como delicadas princesas. Dando atenção, as carregando no braço e dando até mesmo comida na boca se elas deixassem. No fim o corpo das duas personalidades ficou bem popular, mesmo que não ficasse muito tempo em alguma ilha, sempre mudando de lugar. As duas personalidades tinham por alguns anos sidos muito cobiçados por mulheres por causa dos esforços da segunda personalidade, mesmo que os mesmo recusassem maioria das mulheres, principalmente a segunda personalidade que queria uma que entendesse o problema de emoções do companheiro e que não se importasse em ser amigo de uma pessoa com duas personalidades.

Mas então o Navio de escravistas chegou a Ravenwatch, um local belo e parecia ser prospero, O Garoto imaginava que tipo de Mestre o compraria. Bom, de qualquer modo se passaram dias no porto da cidade esperando serem comprados, poucos escravos na verdade realmente encontraram Mestres novos, mas não importava realmente, se naquela ilha não tivesse lucro os escravistas iriam tomar rumo à outra ilha.  Todavia um imprevisto a noite tinha ocorrido, enquanto todos os escravos dormiam, Garoto estava acorrentado a uma parede, castigo por ter revidado um soco que tinha ganhado de uma pessoa na rua, mas ele não se importava muito já que depois seria liberto e sua vida continuaria igual, mas enquanto ele estava acorrentado passos no convés podiam ser escutados.


Era estranho já que naquele horário era para estarem todos dormindo. Bom, menos Garoto, mas os passos pareciam ir para a porta do porão do Navio, aonde o grande escravo e os outros escravos dormiam, e assim a porta se abria, uma figura sombria e grande estava a encarar todos os escravos que dormiam. Até que os olhares da figura e de Garoto se cruzavam, o sujeito após aquilo fazia que parecia analisar o melhor possível entre a escuridão e percebendo que o já não tão Jovem Garoto estava preso a correntes foi de modo sorrateiro até o mesmo.

- Por que você está acorrentado? – A Figura perguntava silenciosamente para não acordar ninguém.

- Eu fui preso aqui por revidar um soco que ganhei – Eu respondia a pergunta e me recusava a fazer qualquer pergunta ao sujeito.

- Preciso que me fale quantas pessoas tirando os escravos estão nesse navio, vim aqui para libertar todos – ele falava enquanto de vez em quando olhava para trás conferindo se ainda estava seguro se manter ali.

- Oito homens e três mulheres bem armados... E não precisa me libertar, minha vida é ser escravo, não conheço nada, além disso -

A Figura me encarava, ele tinha uma expressão de pura analise e estranheza, mas o grande escravo já era acostumado com pessoas estranharem tanto sua escolha de ser um escravo tão fiel.

- Se precisas de um senhor eu irei ser um para ti, mas não ache que eu vou lhe tratar como esses vermes. Agora saia do navio e me espere lá – Ele falava enquanto tirava uma chave de seu bolso, era de um dos guardas, provavelmente a chave tinhas sido roubada.

Eu acatava a ordem sem muito êxito e ficava bons minutos sentado no chão em meio à noite e ventos frios esperando o pequeno Jovem voltar, mas de repente, muito dos escravos começavam correr para fora e se espalhando pelas ruas do Reino. E logo em seguida a figura voltava, estava com alguns respingos de sangue em seu rosto e roupas.

Agora que eu conseguia a analisar melhor, percebia que se tratava de uma pessoa jovem de cabelos ruivo, grande e forte como Garoto, mas vendo em seu rosto dava para ver que não fazia muito tempo que tinha obtido a maior idade.

- Diga-me qual teu nome? – Ele perguntava para mim enquanto se limpava com um pano branco e caro, Garoto sabia reconhecer a qualidade de um objeto depois de trabalhar para pessoas luxuosas por tanto tempo.

- Não tenho um nome ao certo senhor, mas gostavam de me chamar de Garoto quando eu era mais jovem. – Eu respondia no momento.

- Nem um nome tu tens? Certo eu lhe darei um! Enquanto tu me servir sera chamado de John Doe certo? – Ele dava aquela sugestão enquanto sua mão estava debaixo de seu queixo com uma pose de reflexão, não pensando em meu nome, mas sim provavelmente pensando na questão dos escravos terem corrido e se espalhado pelo reino.

- John Doe... Se for esse nome que você quer me dar então aceitarei sem nenhum problema meu Mestre-

Depois daquele dia John e sua segunda personalidade viraram servos de Alexander, o Rei de Ravenwatch. De inicio eles foram logos puxado por uma, que pelo oque indicava ser uma doutora com orelhas de coelho, era claramente as tais pessoas animais, John de certo modo não ia com a cara dessa raça por os achar muito privilegiados, serem tão diferentes e ganharem tanta admiração.
Passaram-se meses e foi de certo modo demorado para que a segunda personalidade, que preferia também por ser chamada de John, para que outras pessoas do castelo não desconfiassem da dupla personalidade que o mesmo possuía. De todo modo John² teve muita dificuldade em questão de socializar com alguém de lá. Todos pareciam ou doido ou pessoa com uma presença muito autoritária para se conversa. E tinham também aqueles que ele nem teve a chance de se encontrar para conversar. Outra dificuldade que ele teve foi convencer que tivesse permissão para usar a cozinha com fins de Fazer suas guloseimas para seu novo Mestre Alexander e seus familiares e amigos, mas felizmente conseguindo e espalhando suas guloseimas para todos provarem.

E em um dos dias em que a segunda personalidade de John caminhava pelos longos corredores do castelo de Alexander, com sua mais nova fornada de biscoitos de sabores e formatos variados ainda um pouco quentes, os dando para maioria das pessoas que ele via pela frente, e tal com uma pequena reputação por fazer guloseimas de certa forma bem gostosas, muitos que esbarravam com o gigante servo não recusavam um ou dois biscoitos do grande confeiteiro. Entretanto em meio a sua caminhada em busca de pessoas para entregar sua deliciosa sobremesa, quando passou pela frente da biblioteca, tal que a porta estava convenientemente aberta dando a visão precisa de uma pequena garota de cabelos rosas lendo seus livros em um canto do recinto de livros, parecia de certo modo um pouco solitária e John²  se via necessidade de ir lá trazer um pouco de simpatia para ela, além do mais se fosse servir Alexander precisava deixar seu povo e próximos felizes para ele ficar feliz.

Chegando de modo calmo para dentro da biblioteca e indo com passos pequenos até a linda garota de cabelos rosas, o homem de mais de 2 metros abria um leve sorriso e puxava a atenção da garota para ele.

- Oláa, vi que você está tão dedicada ai na sua leitura, mas deve ter batido uma fominha né? Eu fiz esses biscoitos a pouco tempo e pensei que talvez você gostaria de comer alguns, aqui tem de vários sabores e formatos, formato de estrela, coração, pessoa, pinheiro e até mesmo em formato de gatinho, mesmo que esse sejam os que ficaram mais feios myahaha - John² falava de modo mais carismático possível enquanto se abaixava um pouco e deixava o prato de biscoitos levemente perto da garota esperando que ela pegasse e provasse.

A Pequena mulher de modo tímido encarava o mais novo sujeito que tinha aparecido até ela e logo depois encarava os biscoitos os analisando, logo após aquilo, uma mão incerta tomava do prato alguns dos biscoitos de gatinho e coração os comendo de modo devagar, mas para felicidade do grande homem ela tinha uma expressão em seu rosto que parecia ter gostado, o agradecendo logo depois um pouco menos tímida, mesmo que tal ainda não tivesse largado em seu modo de agir a timidez, mas para John estava tudo bem, não era possível ganhar a confiança de alguém tão rápido assim, é preciso dedicar tempo, carinho e amor para alguém ter confiança em você e querer ser seu amigo.

- De nada viu, se quiser comer mais é só me procurar, eu sempre ando pelo castelo com essas minhas besteirinhas de açúcar, não exite em pedir quando me ver com um prato, agora tenho pessoas para dar cookles - Com um sorriso largo em seu rosto o Homem com o prato em mãos abandonava a biblioteca em sua grande missão de esvaziar aquele prato dando biscoitos para todos que ele pudesse achar pelo caminho.

E Desde então John Doe passou os últimos meses sendo servo de Alexander o seguindo fielmente, agora ele finalmente conseguiria ou não se encontrar, e não ser um mero servo obediente.



Características



Qualidades:
Versátil (Racial)Você pode somar até 9 pontos de defeito, conseguindo dessa forma gastar 9 pontos de qualidade em vez de 7.
Visão nas trevas (2 Pontos)Você é capaz de enxergar claramente mesmo sem nenhuma fonte de iluminação, entretanto, não é capaz de distinguir cores. Mecanicamente, esta qualidade reduz a condição Cego em duas categorias quando a causa do efeito em questão for relacionado a falta ou obstrução de luz.
Duro de Matar (2 Pontos)Você continua consciente mesmo ao atingir uma porcentagem negativa de PdV, entretanto, ainda morrerá normalmente ao alcançar -21% de seus PdV.
Hipoalgia (2 Pontos)Você tem uma tolerância alta a dor, essa qualidade não o torna incapaz de sentir dor, mas o torna extremamente capaz de resistir a ela. Em situações onde outras pessoas simplesmente desmaiariam, você é capaz de resistir. Essa qualidade não o torna de qualquer forma resistente aos danos, no entanto você se torna capaz de aguentar muito bem a dor e pode passar a idéia de ser muito mais resistente do que verdadeiramente é. Em termos mecânicos, você não reduz de forma alguma o dano que recebe.
Mutação Aberrante (3 Pontos)Corpulento: Os meio-gigantes possuem uma estrutura óssea e muscular superior, assim sendo, são uma raça extremamente resistente. Em termos de atributos, os meio-gigantes recebem uma redução de dano de 5%.

Defeitos:
Sono Pesado (1 Ponto)Quando você dorme, as vezes nem mesmo uma explosão é capaz de acordá-lo.
Altruísta (2 Pontos)Você constantemente coloca a vontade, os desejos e a segurança das outras pessoas sobre a sua.
Frigido (2 Pontos)Você tem extrema dificuldade para entender os seus sentimentos e os sentimentos das pessoas ao seu redor, consequentemente, tem grande dificuldade para se relacionar e compreender os outros em questões emocionais.
Obediente ( 2 Pontos)Você nunca desobedece os seus superiores, mesmo que discorde dos seus valores e modos de agir. Para você ordens são absolutas e devem ser seguidas a qualquer custo.
Personalidade Extra (2 Pontos)Segunda personalidade: A Segunda personalidade de John, tal que ainda usa o nome do mesmo. foi criada na juventude do Homem como uma válvula de escape para que John não perdesse totalmente sua humanidade, tal personalidade quando predomina no corpo é uma pessoa muito aberta a amizades, sendo sociável já que, ele quer se rodeado por pessoas e ter a atenção e carinho que a primeira personalidade não consegue ter, quando essas duas formas de pensar perceberam que dividiam o mesmo corpo, a segunda fez um esforço para não atrapalhar o modo de viver da Primeira enquanto fazia ela ser forçada a ter mais amizades, já que quando as trocas aconteciam a Primeira chegava num cenário muito mais alegre, com mais amizades e na maioria das vezes sendo até mesmo tratado melhor pelos seus donos, tal que não entende muito emoções simplesmente ignora esses esforços de John².

A personalidade com o crescer do tempo foi abrangido mais seus esforços vendo que não parecia esta ajudando o seu colega de corpo, para então nos dias atuais tentar achar um amor para a vida de seu colega, para tentar reanimar uma fagulha de humanidade em John, John² para conseguir isso aprendeu e gosta de mimar muito mulheres que ele acha que se dariam bem com sua outra metade, e quando entre as muitas mulheres que ele acha para mimar, ter uma que ele julgue boa e que entenda o peixe morto que é a primeira personalidade, ele da um mimo especial para tal moça.


Atributos


Nível: 1
Experiência: 400

PdV: 10400
STA: 100

Força: 20 +60 +80 = 160 (Regular)
Destreza: 0
Acerto: 60 +60 = 120 (Regular)
Reflexo: 0
Constituição: 320 +80 = 400 (Regular)

Agilidade: 60
Oportunidade de Ataque: 3
Redução de Dano: 5%

Conhecimentos



Proficiências:

• Forja
• Projeteis
• Confeitaria
• Costura
•  Física

Profissão:
Os ferreiros são aqueles que dominam a técnica de moldar metal para criar objetos, sendo capazes de forjar diversos tipos de armas e itens com relativo grau de complexidade.

Bônus: Jogadores com a profissão de ferreiro podem criar uma arma simples na metade dos posts necessários para fazer uma arma simples, recebem a bonificação de 2 pontos em força ou destreza nas armas que criarem e a durabilidade de suas armas é sempre alta, além disso, podem usar a área de criação para fabricar projetos complexos.

Mascote


Nome do Mascote
Animal: Raça e especificações de seu mascote.
Altura: Altura de seu mascote.
Peso: Peso de seu mascote.
Porte: Porte do seu mascote.
Raridade: Raridade do seu mascote.
Aparência: Aparência do seu mascote.
Personalidade: Personalidade do seu mascote.
Atributos: Foco de atributo de seus personagens.

Comandos:
Lista de Comando complexos que foram ensinados ao seu mascote

Estilos de Combate



Espadachim:
Espadachins são especialistas em combates de curta distância, as formas de se manejar uma espada variam muito de acordo com quem a empunha, utilizam katanas, montantes, rapieiras, sabres e similares.

Técnicas


Nenhuma por enquanto.

Haki da Observação


Não despertado.

Haki do Armamento


Não despertado.

Haki do Rei


Não despertado.

Berries: 250.000 ฿S

Itens


Tratam-se dos itens equipados em seu personagem

Cabeça:
- X -

Pescoço:
- X -

Tronco:
- X -

Braços:
- X -

Mãos:
- X -

Pernas:
- X -

Pés:
- X -

Inventário


Trata-se dos itens carregados pelo que não estão equipados em seu corpo.

10 U

Nome do Item:
Espaço:
Descrição:

Embarcações


Nenhuma por enquanto.

Menções no Jornal


Nenhuma por enquanto.

Photoplayer



Photoplayer:
John Doe 6e062410

Relações



Players:
Alexander: Um Jovem Rei que pegou John como seu servo, o mesmo não entende o por que Alexander o tratar de maneira tão mansa com ele, mas mesmo assim presta obediência a ele por puro habito e não por gratidão.

Haru: Uma médica que Analisou John de modo Breve, o mesmo de certa forma ficou deveras curioso em questão a mulher ter orelhas de coelho, a interpretando como se fosse igual ele, uma pessoa que nasceu com partes extras no corpo, mesma que tenham suas derivações.

Saori: Uma menina de cabelos rosas e de estatura bem pequena, parecia ser uma leitora voraz e felizmente de apetite aberto para os biscoitos de John,  tal que mesmo a vendo por pouco tempo achou a garota uma pessoa que provavelmente é simpática com os outros, mesmo que mostrasse ser tímida. John quer dedicar um certo esforço para criar uma amizade entre os dois.

NPCs:
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NPCs Importantes:
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Re: John Doe Dom Maio 16, 2021 12:23 am
opa, vim aqui por que tava revendo minha ficha e vim que tem um pequeno erro que eu cometi nas qualidades.
a visão na penumbra era pra ser visão nas trevas, posso confirmar isso já que na qualidade ali ta com (2) logo após o nome, e na historia eu botei em um dos paragrafo que o meu personagem enxerga com perfeição na escuridão.
agradeceria se pudesse ajeitar esse pequeno erro <3

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Re: John Doe Dom Maio 16, 2021 11:49 am
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Re: John Doe Seg Maio 17, 2021 11:28 pm
Oi, outro erro que achei na minha ficha, na mão predominante ta ambidestro mas eu n tenho a qualidade ambidestro, se puderem mudar para destro agradeço
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Re: John Doe Seg Maio 17, 2021 11:30 pm
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Re: John Doe Qua Maio 26, 2021 11:19 pm
olá, queria trocar minha edc pugilista para o edc espadachim aproveita e att os meus stats <3

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Re: John Doe Qui Maio 27, 2021 4:52 am
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