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Kenshin
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KenshinDesenvolvedor
https://www.allbluerpg.com/t360-agatha-harkness https://www.allbluerpg.com/t386-prologo-frenesi-da-raposa#1165
Ascensão dos Scavenger Qui Maio 13, 2021 1:24 pm
Relembrando a primeira mensagem :

Ascensão dos Scavenger

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Arthur Lancaster Cavendish II, Euntae Gun Lee Jabami, John White, Maka Jabami e Mizushima Mika. A qual não possui narrador definido.

_________________

Ascensão dos Scavenger - Página 2 J09J2lK

Onigami
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Localização : Sirarossa - West Blue
Re: Ascensão dos Scavenger Sab Maio 15, 2021 5:09 pm
SCAVENGERS: ASCENSION

Naquela tarde de brisas frias, pisaria para fora do barco, botando meus pés no porto depois de uma longa viagem. Me espreguiçaria um pouco, alongando meus braços, mas rapidamente colocando eles uns sob os outros para me aquecer. Depois de tanto tempo vivendo na ilha de climas amenos que era Derlund, voltar para Sirarossa era um choque, não só pelo clima como também pelas mudanças que haviam ocorrido nos últimos anos, geograficamente falando. Apesar de não ter saído muito na infância, já conseguia notar que nada estava exatamente no mesmo lugar depois de quase nove anos desde que havia sido adotado.

- Brr, não lembrava de quanto essa ilha era fria... – Eu reclamaria um pouco. Devia ter trazido um suéter em vez de vir só com uma regata. De qualquer forma, isso era apenas uma pequena inconveniência. Eu tinha vindo por um motivo específico e precisava me concentrar nisso. Olharia ao redor e procuraria algum ponto de referência que me lembrasse, e se tudo havia mesmo mudado, começaria a pedir direções para os transeuntes. – Ah, com licença, poderia me dizer a localização do antigo Orfanato Wilbeck? Faz muito tempo que não venho até aqui, mas gostaria de visitar o lugar. – Perguntaria em um tom calmo, abordando pessoas que pareciam aproximáveis. Assim que conseguisse a informação, colocaria a mão no peito e faria uma pequena reverência. – Muito obrigado, madame/senhor. – E seguiria as orientações até chegar ao meu destino.


Ascensão dos Scavenger - Página 2 Tenor


Percorreria a cidade com passos largos, tentando me manter aquecido com movimentação constante e esfregando as mãos. Devia ser uma cena no mínimo curiosa, ver um garoto de regata no meio do frio se tremendo todo, ainda mais com um cabelo que mais parecia uma alga de longe. Olharia ao redor e me encantaria com o quanto o tempo transformava as coisas. Era uma experiência estranha voltar para aquela cidade depois de tanto tempo. Isso traria uma torrente de pensamentos em minha mente. Será que eu iria encontrar meus irmãos ou eu seria o único a voltar? Eles provavelmente já tinham suas vidas próprias, e seria bem improvável todos se reencontrarem no mesmo dia. Eu era bem novo quando fui embora, é capaz deles sequer se lembrarem de mim... Eu não esperaria encontrar ninguém, até porque o ponto de encontro era em um hotel, mas de qualquer forma, eu queria fazer uma última visita ao lugar que passei quatro anos da minha vida.

- Hm... Será que vão me reconhecer? – Deixaria escapar meus pensamentos. Quando chegasse lá, daria uma boa olhada na fachada. O lugar parecia bem mais triste do que quando eu morava lá. A decadência era bem aparente, e eu só podia imaginar que provavelmente o lugar estava fechado. - ...Que lástima. – Cruzaria os braços e me aproximaria mais do prédio. Era uma tristeza ver aquele lugar em ruínas, mas estar em um lugar familiar era no mínimo reconfortante em uma cidade que havia mudado tanto. Começaria a pensar nas razões para isso ter acontecido enquanto adentrava o local, ocasionalmente rangendo os dentes por conta do frio. – Olá? Tem alguém aí? – Eu exclamaria, colocando as mãos em concha ao redor da boca para ampliar o som da minha voz. Se não houvesse resposta, sairia de lá rapidamente e me dirigiria ao hotel, onde provavelmente era mais quente.

Fala - 6599ff
Pensamento - feff99




Objetivos:

[ ] – Reunir com os irmãos do Orfanato;
[ ] – Conseguir um livro de Química.

Histórico:

— Nº de Posts: 01
— Ganhos: -x-
— NPCs Conhecidos: -x-

Personagem:

— Estilo de Combate: Pugilista/Atirador
— Proficiências:
• Mecânica
• Mecatrônica
• Herbalismo
• Zoologia
• Natação
— Profissão: N/A
— Qualidades:
• Versátil
• Voz melodiosa
• Criativo
• Prodígio
• Experiência em combate
• Impassível
— Defeitos:
• Bisbilhoteiro
• Ambicioso
• Misericordioso
• Obcecado
• Leal

Koji
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Créditos : 03
Localização : Sirarossa
KojiEstagiário
https://www.allbluerpg.com/t300-john-white#871 https://www.allbluerpg.com/t401-ascensao-dos-scavenger#1227
Re: Ascensão dos Scavenger Sab Maio 15, 2021 6:30 pm


Ascensão dos Scavenger - 02
Sirarossa



Me dirigindo ao orfanato, não poderia deixar de notar as mudanças daquele lugar. Mesmo que eu tenha vivido minha vida inteira nessa ilha, não pude acompanhar muitas coisas que aconteceram, principalmente por estar cego pelo ódio e tristeza que marcaram toda minha infância e adolescência.

Eu me aproximava do meu antigo lar, apenas para ter minhas expectativas quebradas como vidro. O Orfanato Willbeck, o qual Ada trabalhou incessantemente para construir, estava apenas o farrapo. Uma faixa de interdição nos impedia de seguir muito adiante, enquanto a aparência do prédio em si não era das melhores. Estava abandonado por um tempo, e isso era inegável. "Será que Ada e Klein estão bem?" — não deixaria de pensar no meio dessa situação no mínimo caótica, enquanto esboçava um rosto triste e preocupado.

Enquanto observava a cena, pude perceber um rosto familiar e uma voz me chamando. Se tratava de Euntae, um dos meus irmãos.

— Opa Euntae! Há quanto tempo! — calorosamente o abraçaria e o cumprimentaria. Os anos de separação foram quebrados nesse momento, e o mínimo que posso fazer é demonstrar isso. — Bom, digamos que eu tô arrumando meus erros do passado hueheuheuuehuehe. — responderia à indagação de meu irmão, e logo retornaria. — Apesar disso, estou bem, sim, e você? — simpaticamente o perguntaria. Não era possível esconder a curiosidade. O que os outros estiveram fazendo durante os últimos anos? "Gostaria de ouvir cada uma das histórias alguma hora." — pensava um pouco desesperançoso. Onde estavam os outros?

Antes mesmo que eu perguntasse isso, Maka chegava na cena. Não pude deixar de sentir um sentimento familiar para mim nos últimos anos: raiva. Apesar disso, controlaria minhas emoções e evitaria causar qualquer cena. O nosso reencontro era prioridade, e, tirando isso, agora éramos adultos, deveríamos nos portar como tais.

— Bem, seria mais difícil hoje em dia. Eu não sou mais o mesmo de antes. — responderia sua "gentileza" de forma amigável, com um pequeno sorriso no rosto e uma expressão firme. — Acho que poderia dizer o mesmo de você, heuheuehueheuhe. — diria enquanto estendia uma mão para cumprimentá-la.

Como se a realidade estalasse na frente da mulher, ela parecia entender toda a situação, e sem ao menos se importar de segurar tais sentimos, ela demonstrava isso sem hesitação. Talvez seja a primeira - e única - vez que eu veria Maka dessa forma.

— Eu gostaria de saber também, mas aparentemente tô tão no escuro quanto vocês. — lamentaria pela minha falta de informações enquanto procuraria um lugar para me sentar. Precisava organizar meus pensamentos. Apesar de não mostrar por fora, ainda tinha uma certa preocupação com aqueles que cuidaram da gente em nossa infância.

Ficaria ali, matutando e esquecendo de certa forma o que estava ocorrendo no mundo exterior. Onde estavam todos? Ada e Klein, o que houve com eles? E o orfanato? São perguntas pertinentes, e no momento, sem resposta.

Antes que me desse conta, Maka falava comigo novamente, trazendo à tona um resquício do passado.

— Mesmo que Arthur seja meu amigo, há tempos que não tenho notícias dele. — responderia apaticamente.

Caso algum irmão aparecesse, rapidamente o cumprimentaria, escondendo a preocupação em meu rosto. Talvez essa pessoa soubesse do paradeiro dos outros, quem sabe?

— Olá, eu sou o John, lembra de mim? — estenderia minha mão calejada para um cumprimento firme, esperando o melhor daquele reencontro tanto esperado.


Histórico:
N° de posts: 02
Ganhos: -
Perdas:
- 10k de dinheiros (post 01 - cafézinho)
Vício: 0/10


Legendas:
Pensamentos
Fala

Objetivos:
— Encontrar a rapaziada
— Adquirir um par de botas de combate
— Adquirir um par de espadas (0/2)

   Code by Arthur Lancaster

     
        

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Ascensão dos Scavenger - Página 2 9uIPM5X


"Assume the position to get down on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
Ascensão dos Scavenger - Página 2 Jpu3OmR
Revescream
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Créditos : 00
Localização : Em seu coração.
Re: Ascensão dos Scavenger Dom Maio 16, 2021 12:59 am


Ascensão dos Scavenger
Perspectivas
Legendas
Falas Pensamentos
Ao ouvir as primeiras palavras de Shachi, Mika esboçava um sorriso tênue de seus lábios, embora ainda não estivesse totalmente satisfeita com essa resposta, ao menos parecia agradecida pela consideração do Homem-Peixe. Deixando de lado a cantoria incessante do papagaio, quando abria seus olhos, a princípio, não conseguiu não esboçar outro leve sorriso enquanto acenava para a multidão que lhe encarava - depois de tanto tempo visitando algumas cidades a sereia já estava um pouco mais acostumada a receber aqueles olhares, embora ainda fosse desconfortável por facilmente notar a intenção por trás deles - mas seu próprio olhar realmente se perdia para o esplendor da cidade que era Sirarossa, além de perceber que seu companheiro fiel também admirava a mesma.

"Esse lugar não se compara a nenhum outro que fomos anteriormente, é simplesmente magnífico. Parece um lugar promissor para que uma estrela inicie sua carreira... fico entusiasmada apenas de imaginar as possibilidades." A azulada erguia ligeiramente seu rosto, a fim de contemplar ainda mais a beleza daquele lugar, embora seu mau humor ainda persistisse de alguma forma. No entanto, com a segunda resposta de Shachi, a Mizushima ficava parcialmente melhor; - Sim, sim, seria maravilhoso. - Afirmaria docemente, antes de complementar sua fala com uma nota. - Entretanto, devo admitir que fiquei interessada nessa cidade. Shachi, eu adoraria acompanha-lo na vista dela logo depois do descanso, está bem para sua... - Questionaria, sentindo-se interrompida pela cantoria da ave marinha, a qual Mika logo fez questão de gesticular para que tal cessasse sua voz. - E vou aproveitar esse tempo de descanso para ensinar Apollo a técnica correta para seu canto. - Deixaria um soar manhoso impregnar em sua própria voz, enquanto pegava com seus braços superiores o mascote para então mima-lo, fazendo movimentos circulares na barriga ave com o intuito de causa-lo algumas cócegas.

Quando enfim chegassem ao pretendido hotel, Mika se deixaria soltar um pouco das amarras que lhe prendiam. Os tentáculos da mulher-lula se dobrariam de forma a criar um pequeno banco improvisado, com a sereia sentando sobre eles e aguardando pacientemente na entrada no hotel. No primeiro momento, ela deixaria que Shachi cuidasse do processo de hospedagem, todavia, mantendo-se atenta a conversa para acompanhar o que estava se passando - caso notasse hostilidade por parte de alguns dos envolvidos, certamente seria necessária sua intervenção colocando dois ou três de seus "braços alongados" entre eles e depois sua própria aparição na cena; no entanto, percebendo que não houvesse problema nesse aspecto, Mika dirigia sua atenção novamente ao papagaio, que harmoniosamente se deslocaria para o colo da mulher prestando toda sua atenção nela. - Certo, vejamos como podemos começar... - Levaria seu indicador aos lábios, refletindo como seria o treinamento antes de fato procede-lo em seguida.



Objetivos:
Prinicipais:
● Reunir-me com o grupinho no Hotel Belucci Sprezzatura [ ]
● Aprender a Proficiência: Barganha [ ]
● Aprender a Proficiência: Persuasão [ ]

Secundárias:
● Ensinar ao menos um comando para o Mascote [ ]
● Treinar a Qualidade: Ambidestro [ ]
● Não se perder. [X]


Ponto-Situação do Personagem:

Nome do Player: Mika Mizushima
Nº de Posts: 02

Ganhos:
~x~

Perdas:
~x~

Extras:
~x~



Considerações:

Resumo:
● Autoexplicativo. Obviamente, considerar as qualidades Atraente, Voz Melódica e Carismática quando envolver as interações com a Personagem.

Observações:
● Compulsiva (Cantarolar): 02/10 Turnos;
● A Personagem possui 4,62 m de altura, sendo 0,62 m da parte humana e 4,00 m da parte marinha. Quando está na terra, entretanto, por questão de conveniência, a Personagem assume uma postura onde fica com 1,62 m de altura se comparada aos demais, deixando os outros 3,00 m dos tentáculos livres para uso.

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Ascensão dos Scavenger - Página 2 7vuIEef

Ascensão dos Scavenger - Página 2 IBus9NQ    Ascensão dos Scavenger - Página 2 Hevfgvv

Madrinck
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MadrinckEstagiário
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Re: Ascensão dos Scavenger Dom Maio 16, 2021 11:47 pm
Sirarossa

Tarde
Temperatura ambiente: 10 graus
Horário: 16h48min



Arthur

Arthur ao trocar meras palavras e fazer alguns atos deixava de forma clara a atendente a sua frente sem jeito, a mesma que de modo tímido e de rosto avermelhado se ajeitava na cadeira e ficava olhando para você de um jeito agora um pouco mais atraída – Dicas? Hmmm, eu sempre ouço que os melhores caçadores de recompensa sempre estudam a presa que vão pegar, os mais exibidos só destroem tudo e ficam se vangloriando por que pegaram o procurado sem se importar com os danos financeiros pelos locais que passou – quando você dava o elogio em questão aos olhos da pequena atendente, a mesma quase que se derretia na cadeira – O-obrigado, você é muito bonito sabia? – Ela de modo evidente tentava retornar o seu elogio com mais outro, mas estava rubra de timidez e tropeçando em suas próprias palavras para dar um elogio eficaz.

E Arthur se mostrando um grande galante não perdia seu tempo ao ver que a mulher a sua frente respondia bem aos seus avanços, a convidando para um jantar no hotel mais grandioso de Sirarossa, a atendente ao ouvir aquilo ficava por alguns instantes paralisada com aquele pedido, mas ao ver que você já estava indo embora ela dizia com um tom mais alto para que pudesse ouvir - Irei para lá as Cinco e meia da tarde! Por favor esteja lá nesse horário– após isso ela se deixava se jogar em sua cadeira suspirando, provavelmente não era todo dia que alguém a chamava para jantar tão repentinamente, e provavelmente a moça nem tinha percebido a altura do caro galante.

Você ao voltar às ruas rapidamente se desprendia sobre a atendente que há pouco tempo tinha trocado elogios, e começava a pensava sem perder o seu tempo, indo em direção ao Hotel, que tinha sido o local demarcado para o encontro de todos os irmãos que tinham vividos no orfanato a muito tempo atrás, e não tinha demorado muito tempo para achar o gigantesco edifício luxuoso, era esplendoroso o tamanho daquele hotel, e quanto mais próximo do mesmo mais marcações indicavam a direção exata do local, como pessoas um pouco mais elegantes andando na mesma direção que a sua e placas indicando o caminho, e claro que dentro do edifício tudo ficava muito mais chique e elegante, e até mesmo o ambiente não te forçava a ficar corcunda, tendo espaço para você ficar plenamente de pé, mas voltando ao interior, tal sendo uma beleza indescritível de se ver, tudo sendo organizado e carismático ao olhar,  juntamente com pessoas de varias classes sociais que andavam para lá e para cá, falando sobre suas vidas e muito mais, demostrava que o Hotel era um local realmente muito bem frequentado, sendo quase impossível prestar atenção em seu próprio pensamento.

Arthur ao chegar ao atendente, que era um homem de certa forma barrigudo, respondia de prontidão você – Quartos? Temos varias vagas, mas que entram nos seus requisitos sugiro o quarto 160 no andar decimo sexto você terá uma ótima vista da cidade e servira bem... Sem querer ofender,  para seu tamanho um tanto especial caro senhor, isso ficará por 40 mil berries – o Homem de barriga de certa forma rechonchuda novamente atacava com respostas rápidas e com voz simpática – Temos um bar a sua esquerda meu bom homem, lá encontrara infinitas variedades de bebidas e fumos, tudo de boa qualidade e preço acessível.-

Arthur ao seguir em direção indicada entrava numa área aonde risadas e gargalhadas eram mais convenientes e uma musica festiva era tocada por uma pequena banda de cantores num palco muito ornamentado e detalhado, mas oque mais importava estava no certo do saguão aonde Arthur estava, um bar em formato circular com vários barmen atendendo inúmeras pessoas era oque você procurava, ao fazer o seu pedido depois de esperar uma pequena multidão deixar livre um dos barmen o mesmo respondia – Você é meio grandinho não é? Se preocupa não que temos algo para o seu tamanho, é comum pessoas grande como você vir visitar o hotel – O Barmen puxava conversa enquanto com seus dois braços trazia um copo quase equivalente ao torso do homem, e depois enchendo ele com uma garrafa do mesmo estilo, tais objetos que tinham sido trazidos por outro funcionário em instantes. Depois de Arthur já ter ganhado sua dose de rum ele rapidamente era entregue um charuto do tamanho do barmen, era até irônico o ver entregando o fumo a você – Vai ficar por 80 mil berries meu caro -

Nesse momento, uma agitação se formava da porta onde Arthur havia entrado, e para sua surpresa rostos conhecidos eram avistados bem ao centro dessa movimentação, sua querida amiga sirena acompanhada de um gigantesco tubarão baleia.

Kani

O Jovem garoto em meio ao frio de Sirarossa e usando roupas inadequadas para o mesmo clima estava imerso em seus pensamentos enquanto observava a cidade e vendo as grandes mudanças que tiveram em nove anos, era incrível de ser ver o quanto a cidade tinha crescido e mudado naquele meio tempo, tudo parecia mais prospero, e principalmente mais movimentado, mas o frio ainda era um problema e até por isso Kani reclamava de sua estupidez por não ter ido para a terra aonde cresceu sem estar com roupas adequadas, seria o mesmo tão ingênuo de saber como a terra aonde tinha passado bom tempo era fria e mesmo assim não ter se preparado?

Mas não parecia que o Garoto daria atenção a aquela situação tão cedo, focando em primeiramente se localizar, mas falhando miseravelmente, pontos de referencia ou tinham sumidos ou apagados da memoria depois de tanto tempo fora da ilha. Mas quando abordava alguém para conseguir informação, a mesma o encarava de modo surpreso pela sua vestimenta e te ignorava, mas uma mulher dava uma pequena corrida até você e respondia sua duvida – Opa! O orfanato que está interditado depois de ter tido um massacre? Ele fica mais ao leste da cidade, você vai saber onde é quando achar um bairro desabitado, e, mais uma coisa, por que esta vestido assim? – Mesmo que a curiosidade dominasse a mulher, tal parecia apressada, se despedindo com rapidez e indo embora sem dar tempo para você agradecer.

Enquanto seguia caminho em direção ao Leste e tentava, repetindo, tentava se aquecer, Kani ficava em seus pensamentos enquanto apreciava a cidade, era um bom jeito de se esquecer do frio, mesmo que tal temperatura ainda estivesse lá, de toda maneira Kani ficava cada vez mais incerto se todos estariam no ponto de encontro, se ele seria o único a se lembrar de uma promessa antiga e vários outros pensamentos pessimistas. Chegando ao local indicado, um bairro totalmente vazio, já era possível ver o Orfanato, e Kani claramente demonstrava tristeza em ver o antigo local aonde tinha crescido em péssimo estado, e mesmo tentando entrar, o portão estava trancado e uma placa em frente da mesma indicava oque a mulher de antes tinha falado, “interditado” e o motivo do por que a mesma mulher de antes já tinha explicado. Mas uma coisa era interessante, em frente ao edifício abandonado, três indivíduos muito familiares tinham uma conversa calorosa, enquanto isso você começava a se tremer mais ainda, iria pegar uma gripe se ficasse muito tempo naquele frio.

Mika

O Seu aceno era o suficiente para fazer alguns homens mais astutos se aproximarem de você, mas rapidamente eram barrados por Shachi que com um olhar intimidador assustando maioria que queriam dar alguma iniciativa em você – Humanos afobados – Shachi dava seu ultimo comentário enquanto continuava a guiar você, dando a você o espaço e o tempo para admirar mais um pouco da prospera cidade, que possuía edifícios de andares variados, mas aos longe no seu campo de visão você claramente via o provável Hotel que Shachi comentava, tinha dezenas de andares e era exuberante mesmo a distancia.

- Realmente, aqui é mais do que eu esperava, bom, eu tinha ouvido um pouco de Sirarossa, mas não esperava que fosse assim- Shachi dava o seu ultimo comentário, para depois voltar ao silencio não dando mais nenhum comentário no restante do caminho, deixando você e seu pet à vontade para os dois trocarem atenção até a chegada do objetivo.

Quanto mais perto do famoso edifício mais era possível ver sua beleza e riqueza, mas dentro era um cenário totalmente diferente, era extremamente movimentado e o nível de detalhamento era perfeito, um local que fazia jus ao renome que tinha obtido com o tempo, vários tipos de pessoas de raça e classes andavam pelo primeiro andar, e mais ao lado tinha até mesmo um saguão de dança com um bar em seu centro, aonde uma figura gigantesca parecia estar fazendo um pedido ao bar que era menor do que a própria figura. De toda forma Shachi não perdia seu tempo fazendo a reserva dos quartos por você, a mesma que rapidamente chamava a atenção do publico em sua volta pela sua beleza, e ainda mais os tentáculos a qual você se sentava.

- Vai dar 40 mil berries Mika, pedi um quarto de casal e... MAS POR QUE TEM TANTO HUMANO NA TUA VOLTA MULHER, DEIXA ISSO NÃO – Shachi falava zangado espantando mais uma leva de homens que queriam lançar elogios a você – Se você só por ser bonitinha já chama atenção imagina quando ficar famosa -

Maka, Euntae e John.

O Trio agora junto, mesmo que primeiramente, dois tiveram que deixar os sentimentos os tomarem ao ver o estado do Orfanato, tentavam afastar os pensamentos ruins com cumprimentos calorosos, e quando Maka chegou os cumprimentos tinham elevado, principalmente entre Euntae e Maka, deixando John só a ver a cena dos dois se abraçando e elogiando o corpo um do outro. Era no mínimo cômico ver o trio que tinha se formado ali, tal trio que no passado tinha certas brigas e amizades um tanto exóticas por serem crianças. Mas agora todos já estavam com uma idade muito mais avantajada, mas as ações não pareciam ter mudado, conversas iam e voltavam, mas nenhum sinal de ninguém mais do grupo de Irmãos, muito menos de Ada ou Klein, que em resposta aos gritos de Maka enquanto ela soltava seus sentimentos no portão, era recebida com o silencio.

John de certa forma aturdido com a situação que não parecia ter resposta aparente se sentava num banco da rua empoeirado com o tempo e extremamente frio, que ao sentar mesmo usando calças o frio era de se arrepiar, enquanto isso Euntae tinha uma discussão mental com sua esposa mentalmente, mas mesmo deixando escapar sua duvida sobre a esposa tinha ido, ninguém tinha dado muita bola, a não se Maka, que de modo até que rápido abandonava suas lamentações para ir ver o irmão o questionando com quem ele falava, mas prestando mais atenção sobre Euntae querer um cigarro se decepcionando com seu irmão.

Mas dentre tantos acontecimentos de uma só vez, uma nova figura aparecia, um jovem garoto pequeno que estava de regata no meio ao frio, tremendo de modo severo parecia estar tão surpreso quanto vocês sobre o Orfanato esta fechado, mas sendo rapidamente abordado por John, o mesmo que tinha uma vaga lembrança daquele jovem garoto que ele agora cumprimentava.

Spoiler:
Kani - Gripe Leve 0/4
considerações:
Arthur consegue ver a multidão que ta arrodeando a Mika, os dois podem interagir
Thanks, Lollipop @ Sugaravatars
Formiga
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Créditos : 03
FormigaEstagiário
https://www.allbluerpg.com/t529-yuura-mimiko#2306 https://www.allbluerpg.com/t536-i-desventuras-em-sirarossa#2350
Re: Ascensão dos Scavenger Seg Maio 17, 2021 1:26 am



Lembranças do Passado - 03

O sorriso estampado na cara do jovem revelava seu sentimento naquele momento, a felicidade que percorria todos os extremos do seu corpo era algo raro em sua vida e normalmente vinha acompanhada por momentos turbulentos. Contudo, Vasco não deixava nenhum tipo de sentimento negativo atrapalhar aquele reencontro memorável, ainda mais agora que aparentemente a relação de John e Maka tinham - mesmo que pouco - melhorado - Tirando alguns problemas da vida adulta, estou bem. - Respondeu ao seu irmão, evitando por hora entrar em maiores detalhes e também invadir o espaço daquele que em sua infância sempre foi o mais quieto e introvertido do grupo - Se fossemos mais espertos, tínhamos marcado um ponto de encontro, não é? Aqui foi o primeiro lugar que pensei, na verdade, não pensei que ele estaria em tal situação. - Bradou de maneira tranquila, evitando transparecer a leve brisa de tristeza que sentia ao pensar que o lugar da sua infância, hoje estava em outras ruínas - "Não se culpe, vocês eram crianças. Agora pense, como vai encontrar o resto dos seus irmãos? Faltam três, não é?" - A voz de Camélia ecoava pela sua mente e sua figura voltava a aparecer na visão do homem, estava em pé utilizando um vestido branco, com flores que ela carregava em seu nome bordadas por todo comprimento do tecido.

Maka como sempre se mostrava animada, sua voz trouxe Lee a si novamente após ficar brevemente perdido na beleza encantadora que sua noiva carregava - Malhando, trabalhando… tanta coisa aconteceu nesses anos minha irmã, creio que com você também. - Falou o homem que sentia a falta de algo, fingir estar a procura por cigarro trouxe o leve sentimento que a falta daquele vício vazia, ficar muito tempo sem fumar era algo que causava um certo desconforto ao homem, afinal, utilizava do fumo para aliviar sua ansiedade e estresse. Porém, uma série de falácias da Jabami por pouco não causavam uma dor de cabeças ao rapaz - "Havia esquecido o quanto ela falava, você não sente sua cabeça querendo explodir em cada frase?" - Perguntou mentalmente a sua noiva que gargalhava observando toda a situação - "Você falou que ela falava horrores, mas não imaginei ser tanto. GIGIGIGIIGI" - A figura da sua noiva rolava no solo enquanto gargalhava sem parar, já Eun utilizava de toda sua força para manter-se indiferente com relação àquilo.

O soco no portão da sua irmã novamente captava sua atenção ao ponto de Camélia sumir, parecia estranhamente se desfazer em pétalas - Calma, Maka. - Bradou aproximando-se da mesma - Deve ter uma explicação, primeiro precisamos encontrar os outros. Todos compartilhamos esse sentimento de frustração e tristeza ao ver nossa casa em ruínas, mas o desespero é desnecessário - Impassível como sempre mostrava um exímio Com relação aos seus sentimentos - Está sim, apenas pensei alto. - Bradou de maneira firme, tentando não dar brechas para um achismo de sua irmã ao leve deslize com relação à Camélia, sabia que ela não entenderia e muito mesmo Lee gostaria de entrar nesse assunto naquele momento - "Fique tranquilo, eu irei continuar aqui… preste atenção neles e lembre, você não está mais na nossa casa, precisa de um lugar para repousar, a noite está chegando" - Aquela voz doce que lhe trazia paz novamente era ouvida pelo homem, dessa vez a figura de Camélia não era vista pelo homem, mas ele sentia que ela estava ali, ao seu lado - O cigarro é apenas devido ao estresse, não precisa se preocupar. -  Respondeu olhando ao redor, buscava ter uma percepção maior daquilo que estava a sua volta, loja, hotéis e das pessoas que poderiam estar transitando por ali - Ninguém sabe onde está o Arthur, muito menos o Kani e a Kou. - Pausou aproximando-se mais de Maka enquanto olhava na direção de John - Precisamos arranjar um lugar para dormir, minha ideia era passar a noite no orfanato, mas dada as circunstâncias isso se tornou inviável. - Pausou sua fala enquanto notava a aproximação de sua irmã, a deixando o mais confortável possível - O que acham de irmos naquele hotel chique que víamos sempre na infância? Não sei como estão de grana, mas se juntarmos dá para passar a noite lá. Vocês não esqueceram o quão frio Sirarossa pode ser à noite, não é? - Finalizou sua fala.

Um garoto surgia próximo à John ou havia sido John que foi até a criança? Eun não tinha uma real noção de como aquele encontro ocorreu, contudo, aguardava de maneira tranquila o desenrolar daquela prosa que provavelmente ocorreria - Maka, por acaso soube algo com relação a nosso pai durante esses anos? - Um assunto talvez mal resolvido ou que foi unicamente ignorado principalmente por Vasco durante todos esses anos de vida havia sido pontuado naquele momento - Algum tempo atrás quando minha… - Pausou, sua mente parecia estar em conflito entre o desejo de falar com sua irmã, aquela com quem tinha uma relação mais afetiva dentre todos os irmãos e o mesmo tempo sabia que falar poderia trazer à tona toda aquela tristeza novamente - "Fale, você sabe mais do que ninguém que precisa. Não sabe quando terá outra oportunidade como está." - Falou Camélia que estava agora ao seu lado, sua cabeça estava apoiada no ombro do rapaz que ergueu seu braço colocando-o em volta do ombro da mulher, como se estivesse a abraçando - "Ok." - Respondeu mentalmente - Quando minha noiva ficou grávida eu pensei pela primeira vez durante anos nele, não tenho a mínima ideia de quem realmente ele é, porém, pensei que talvez fosse algo bom descobrir o nosso passado. - Bradou em um tom sereno e, ao mesmo tempo, levava em suas palavras uma certa tristeza - Antes que pergunte, eles estão mortos. Não lembro quem foram os culpados, o único que sabe é meu sogro… mas não tenho notícias dele desde a morte de Camélia. - Novamente pausou sua fala enquanto sentia uma lágrima escorrer pelo seu rosto, seguida de uma e outra - Rezo diariamente para me lembrar dos rostos daqueles que fizeram isso com ela, mas eu não consigo, eu não consigo Maka! - Por fim o choro tomou conta do homem por diversas vezes imaginou o reencontro com sua família e em nenhuma das vezes sequer cogitou a ideia que desabaria em lágrimas daquele jeito - Nós estamos bem, digo, eu estou bem. Precisamos ir ao hotel, preciso de um banho e um cigarro para por minha mente em dia. - Balbuciou o homem que olhava para John, tentando ver se ele ainda estava na companhia da criança - Chame o John, por favor. Se ele quiser levar a criança, peça-o para assim fazer. Aliás, não conte nada aos outros. - Finalizou enxugando suas lágrimas com ambas as mãos, sentia um abraço carinhoso pelas duas costas de Camélia, sua loucura era tamanha que ele poderia sentir até mesmo o coração da figura batendo - "Não chore, você sabe que estaremos sempre  juntos." - Falou a mulher em meio a soluços, ambos em vida eram extremamente ligados e no após os acontecimentos isso não mudou, se bem que aquilo tudo era simplesmente a mente caótica do homem agindo.


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Legendas: Fala | "Pensamento" | Camélia (Defeito Louco)
Objetivos:
[]Reunir com o grupo
[]Aprender Perícia relacionada a Profissão Ferreiro (Antes do narrador postar edito)
[]Adquirir um par de Soqueira/Bandagem e Botas
[]Da um pescotapa na Maka



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Certificurso:
Curso Narrador AB, 2021
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Arthur Lancaster
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Re: Ascensão dos Scavenger Seg Maio 17, 2021 2:01 am

 
 
Post 03
"Ascensão dos Scavenger"
O imperador das sombras

Finalmente poderia desfrutar um pouco de luxo com prazer, isso me relembraria meus momentos de glória como príncipe de Ravenwatch. Apesar de toda hostilidade e traições que possa haver obscuramente em uma corte real, o ambiente sempre emanava organização e um carisma único, que apenas lugares como aquele conseguiam transmitir, cercado por indivíduos afortunados de uma educação perfeita.

Pegando o copo, que estava sobre a bancada em minha frente, usaria de meu olfato para saborear o aroma daquela bebida, e então ingeriria com cautela apreciando cada gole daquela preciosa bebida que poderia acabar por esvaziar meus bolsos. Minha ansiedade finalmente se acalmaria, pegaria o charuto com minha mão direita, procurando algo que pudesse o acender, caso o garçom não tivesse me entregue algo para isso, simularia acender um isqueiro  girando meu polegar esquerdo.

- Gostaria que você abrisse uma conta no hotel para mim por favor. - Abordaria novamente o garçom, enquanto levaria o charuto a minha boca. - Se puder, avisar ao senhor que me atendeu na recepção sobre essa conta, para que ele adicione o valor do quarto. - Sugaria a fumaça emanada pelo tabaco, degustaria do sabor enquanto o prazer corre por meu peito, e então a dispersaria soltando pela boca. - Pretendo ficar aqui por alguns dias, sou um caçador de recompensas suponho que não tera problemas de eu acertar quando partir.

O prazer mais puro me deixava em êxtase, quase como se todo peso de preocupações ou sentimentos ruins me abandonassem em conjunto com a fumaça. Por isso, mesmo que o garçom me informasse que aquilo não seria possível, colocaria o dinheiro sobre o balcão e voltaria a apreciar aquele delicioso charuto. 

Meus olhos observando ao redor, se encontraria com a fronte de Mika mesmo fazer algum tempo não tinha como não reconhecer ela, provavelmente se não fosse minha forte habilidade em controlar minhas expressões e sentimentos, naquele momento minhas bochechas se corariam me incentivando a ficar em um estado meio abobalhado, pelo encanto da beleza daquela sirena, mas preferia não demostrar isso até o momento em que pudesse ter a oportunidade de estar a sós com ela.

Terminaria de tomar cada gole daquela bebida cara, e me levantaria indo em direção ao casal de amigos. Tinha a intenção de me aproximar de Mika e fazer algo que a deixasse sem jeito ou folego, mas me lembrava o quanto Shachi era protetor em relação à sirena, por isso usaria de todo meu carisma para fazer uma abordagem agradável e amigável.

- Queridos, consagrados, ouvi dizer que o bar ali tem uma ótima bebida, por que vocês não vão e deixem eu conversar com meus queridos amigos. - Abraçaria as pessoas que estivessem cercando a bela moça, e forçaria uma situação, que afastasse essas pessoas. -  Shachi, Mika caramba! Quanto tempo, senti saudade de vocês, vamos sentar no saguão e vocês me contam as novidades. - Cumprimentaria Sachi com um aperto de mão forte, e em seguida puxaria a sirena para um abraço, e disfarçadamente sussurraria em seu ouvido para só ela ouvir. - Você não tem ideia de quanto meus olhos sentiram falta de apreciar sua beleza angelical.

Caso eles aceitassem meu convite, voltaria novamente para onde estava anteriormente procurando aonde pudesse sentar com minhas novas companhias, e a partir disso seguiria a conversa com carismaticamente, deixando escapar alguns sorrisos e olhares em direção a Mika, sempre que percebesse que somente ela notaria essas pequenas ações. 

Porém, se porventura Sachi não se convencesse com meu jeito amistoso, e procurasse  se tornar hostil em relação as minhas ações, ficaria preparado para sacar minha adaga, observando todos seus movimentos  principalmente suas mãos e pularia para trás impulsionando com a força de minhas pernas, para sair de sua área de alcance se ele tentasse me infligir algum golpe.



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Objetivos:

[x] - Conseguir cartazes de recompensas.
[  ] - Reunir com todos.
[  ] - Deixar o menino Kani de cadeira de rodas.
[  ] - Ter uma boa aventura.

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Maka
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Re: Ascensão dos Scavenger Seg Maio 17, 2021 11:53 am
Ascensão dos Scavenger
Reencontro - Reunião - Kani e Kou
Todo aquele silêncio vindo de dentro do orfanato me deixava possessa. Eu sei que é óbvio imaginar que ninguém me responderia, e eu sabia muito bem disso, porque olha o estado em que o orfanato estava, mas é claro que eu não queria admitir aquilo pra mim mesma. “Calma! Como meu irmão pode me pedir pra ficar calma com isso!? Parece que não me conhece. Não quero nem imaginar o que tenha acontecido aqui.” Apenas responderia de forma chateada ao meu irmão, mesmo sabendo que ele também se importava com a situação. – Eu preciso ver mais dessa decepção no olhar de vocês. – Talvez eu tenha sido grosseira com os dois em minha resposta a fala deles, mas não me importava com isso agora.

Fiquei confusa por um instante, mas as palavras de meu irmão me deixavam mais tranquilas por dizer que estava tudo bem com ele, tirando é claro pelo fato de fumar. – Tire seu estresse com mulheres, e não com uma coisa que vai acabar com a sua saúde irmãozinho. – Sugestão válida a minha não acham? – Porra John, pensei que você sempre estivesse na saia do Arthur pra se proteger de mim. É uma pena então. – Junto agora de meu irmão, lhe apertaria ainda mais forte com meu braço enrolado em seu ombro. – Você é muito esperto Lee, se pobretões como a gente racharem uma grana, conseguimos passar uma noite naquele lugar. – Abria um sorrisão olhando diretamente para o Lee. – Mas não precisa se preocupar com dinheiro, eu posso quebrar a cara de uns bundas moles por aí e conseguir mais alguns berries pra gente. – Piscaria com meu olho esquerdo para ele.  – Eu realmente não me lembrava desse clima chato que Sirarossa tinha. – Pude notar naquele instante que alguém se aproximava do “frutinha” para cumprimenta-lo, e até tentei reconhecer quem poderia ser, e se de repente seria algum de nossos irmãos, mas antes mesmo que pudesse tentar alguma coisa, fui interrompida pelo meu irmão que começava uma conversa um tanto reveladora que me fez tremer as pernas.

- Pai? Estive muito ocupada pra pensar nisso. – Pausava minha fala quase que engolindo aquelas palavras e abaixando minha cabeça tentando ignorar o olhar de meu irmão. – Mas porque você quer tocar nesse assunto agora Lee? Ainda quer encontrar alguém que simplesmente deixou a gente nesse orfanato? Você quer procurar alguém que não quer ser encontrado. – Foi aí que Lee, começou a contar um pouco sobre seu passado para mim. Algo que me deixou assustada.

Me coloquei a frente dele, agora com minhas mãos sobre seu pescoço trazendo seu olhar para mim, e tentando de forma solene ser compassiva com aquelas palavras. – Lee... – Algumas lágrimas caíam inevitavelmente, e eu não queria que isso acontecesse, ainda mais depois de ouvir tudo aquilo. – Por que eu estive longe de você todo esse tempo? Como eu não pude estar lá pra proteger meu irmãozinho? – Tentava enxugar suas lágrimas como se aquilo conseguisse reconfortá-lo, mas sabia que não adiantaria. – Você perdeu uma esposa e um filho Lee... Eu não sei como lidar com isso... – Apenas o abraçaria com todas as minhas forças, pois era o que eu conseguia fazer naquele momento. – Nós vamos encontrá-los Lee, eu te juro! Nem que custe a minha vida! Vai ficar tudo bem. – Aquela era a hora de sairmos dali e seguir em direção ao hotel, pois estávamos emocionalmente abalados demais para continuar ali.

Carinhosamente, passava minha mão direita por seu cabelo como se quisesse bagunçá-lo, a fim de tentarmos esquecer um pouco toda aquela tristeza, mesmo que por um instante. – Fica “sussa” maninho, sua irmã não vai contar pra ninguém. – Secava minhas lágrimas enquanto daria um beijo em sua testa. – Pode deixar que eu falo com o “manézão”. – Me dirigiria até o John para ver o que se passava naquela conversa.

- Aí John! Você e essaaa... criança. Você é babá desse garoto ou quê? Bora pro Hotel. – Ao ir me aproximando dos dois, pude notar traços um tanto quanto familiares. Por mais que já fizesse anos que não via cada um de meus irmãos, aquele, era um rosto que não mudara tanto, e digo mais, era um rosto que noite após noite sempre esteve em minha cabeça. “Kani? Só pode ser ele!” E se não fosse o Kani? Talvez até não seria ele, mas como eu sempre fui muito intrometida, não liguei muito pra isso. – KANI???? – Sem pensar duas vezes, empurraria o John para o lado a fim de tirá-lo da minha frente, e em seguida me jogaria em cima do Kani o abraçando com força, passando meus braços em volta de seu pescoço o trazendo pra junto de mim. – KAAAANIIIIIII!!!!!! Você não faz ideia da saudade que a sua menina estava. Tantas noites longe de você! – Talvez pela minha altura, Kani estivesse com seu rosto em meus seios... Bem, acontece né. – Você tá tremendo de frio. Vem que eu vou te esquentar. - Pegaria o Kani no colo, deixando-o deitado sobre meus braços. – Me abrace bem forte pra você não gripar Kani. – Sorriria para ele com minhas bochechas coradas. – LEEEEEE!!! Olha só quem tá aqui! – Gritaria para o meu irmão a fim de chamá-lo a atenção.

Após alguma provável conversa rápida, manteria Kani em meus braços e apenas diria. – Garotos, vamos para o Hotel de uma vez porque eu não quero o meu Kanizinho ficando doente. – E assim, seguiria com eles até o Hotel. – Bom, eu não me lembro do caminho até lá, e já me perdi hoje. Então quem souber onde fica, por favor me guie Puffhahahaha. -



Histórico:
N° de POST: 03
Ganhos: -
Perdas: -
Vício: Dependente - Álcool 3/15
Ferimentos: -
Informações:
Proficiências:
• Anatomia
• Atletismo
• Acrobacia
• Estratégia
• Briga
Qualidades:
• Ambidestro (1 Ponto)
• Prodígio (2 Pontos)
• Prontidão (2 Pontos)
• Mestre em Haki (4 Pontos)

Defeitos:
•  Dependente - Álcool(1 Ponto)
• Sadista (2 Pontos)
• Furioso (2 Pontos)
• Leal (2 pontos)
Arthur Lancaster:
Maka sempre foi uma valentona no orfanato em que vivia, e por ser assim, ninguém tinha coragem de bater de frente com ela. Isso até Arthur chegar e ser o único que não teve medo, e ainda por cima sempre aguentou as porradas.

Após muitas brigas, os dois criaram um grande respeito um pelo outro, consequentemente se tornando irmãos no orfanato, jurando então lealdade a ele após dizer quais seriam seus objetivos, e como cada um de seus irmãos resolveram seguir ele, Maka também optou por assim fazer, mesmo que custasse agora ser perseguida pela organização Sakura ao qual passou 5 anos.

• Inimigo (2 pontos)
Organização Sakura:
A organização Sakura é um grupo mercenário que atua no submundo. Antes seus trabalhos eram feitos no West Blue, porém, agora se mudaram para a Grand Line.

Maka nunca soube com o que exatamente no submundo o grupo Sakura trabalhava, e nem mesmo pra quem, pois foi treinada junto com várias outras pessoas durante 5 anos, e isso era a única coisa que acontecia lá treino e treino todos os dias. Até onde ela sabe, a organização tem três pessoas de muito poder e que comandam o que acontece lá, sendo eles o líder do grupo, chamado de Yoshindo Yoshihara. Além dele, o grupo ainda tem 2 mestres que trabalham diretamente para Yoshindo.

Date Yuuma, um mestre marcial em Taekwondo, e Wu Zhao, um Pugilista marcial que também é mestre em combate.
Objetivos:
- Encontrar a galera que eu Amo (Menos o John)
- Aprender Zoologia com o Kani
-Comprar Álcool porque eu quero encher a cara
-Passar um tempão com a Kou
-Dar um tapa na cara do Lee
-Conseguir uma Arma, mas ainda não defini
Legenda:
Fala
Pensamento

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Ascensão dos Scavenger - Página 2 94sfShl
Onigami
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Créditos : 00
Localização : Sirarossa - West Blue
Re: Ascensão dos Scavenger Seg Maio 17, 2021 1:58 pm
SCAVENGERS: ASCENSION

Enquanto adentrava o local, ficava um pouco pensativo sobre o que havia ouvido na rua. Um massacre? Será que havia acontecido alguma coisa com os outros? E quanto a Ada e Klein? Quem era o responsável por isso? Só queria que os outros estivessem bem. Ficaria quase sem esperança nos poucos milissegundos sem resposta, mas logo perceberia alguns vultos lá dentro. Inicialmente ficaria um pouco hesitante ao ver que um deles se aproximava. Mas ao ouvir as palavras dele, me acalmaria e olharia bem para seu rosto. – John? Sou eu, o Kani! Nossa, faz tanto tempo... – Eu diria, apertando de volta a mão que meu velho irmão estendia para mim.

Ficaria um pouco impressionado com o quanto ele havia crescido, mesmo que fosse mais velho que eu, ele era muito mais franzino nos tempos de Orfanato. O rosto também parecia estar bem mais definido, com olhos bem mais profundos. Devia fazer sucesso com as moças. – Como tem passado? Espero que não esteja exagerando no café, kufufu~ - Riria um pouquinho para descontrair, mas notaria que haviam mais de nós mais para trás. No início, não reconheci o homem bombado e também não conseguia ouvir direito o que estavam falando, mas sabia bem a quem pertenciam aqueles longos cabelos alaranjados. Eles só podiam ser de uma pessoa, e notar isso me deu um arrepio. Talvez fosse a nostalgia e os sentimentos mistos que nutria por essa pessoa, mas provavelmente os calafrios eram por causa da brisa e do leve resfriado que eu havia contraído. Tremeria um pouco e espirraria de leve, cobrindo o nariz com o antebraço.


Ascensão dos Scavenger - Página 2 Tenor


Quando ela terminasse sua interação e se virasse, aí estaria minha confirmação. Sem dúvidas, era a Maka Jabami que eu conheci há tanto tempo. Como ela não estava me reconhecendo de início, tentaria ficar atrás de John, temendo um pouco o que poderia acontecer. – Não, espera... Esses dois aí não brigavam? – Mas antes que eu pudesse seguir qualquer outra linha de raciocínio ou reagir apropriadamente, me veria pego em um abraço apertado, com meu rosto firmemente pressionado contra algo... Macio. – O-oi, Maka... Senti saudade. – Diria com um tom tímido e a voz levemente abafada. Ficaria um pouco corado, mas tentaria manter minha postura. Não tinha como ficar mais vergonhoso que isso... Ou tinha? Sentiria meu corpo se elevar no ar e meus olhos se direcionando ao rosto de Maka, olhando-a por baixo. Mesmo depois de tanto tempo ela continuava sendo muito forte. Sentiria um pouco do meu medo de infância da força dela, mas acabaria me distraindo com seu rosto. Ainda era o rosto de uma mulher determinada, mas ver ela se preocupando tanto era incrivelmente meigo. Talvez ela tivesse ficado mais doce com o passar anos...

- Ah, o-obrigado. – Diria um pouco envergonhado com as palavras de Maka. Mas mesmo assim, faria o que ela havia mandado e a abraçaria forte, tentando me receber o máximo de calor humano possível, afinal, eu estava praticamente congelando ali. Era um pouco estranho ser tratado daquela forma mesmo depois de mais velho. Mas apesar de tudo, me sentia confortável nos braços de Maka, mesmo que ela estivesse um pouquinho grudenta, nos dois sentidos da palavra. – Lee? Seu irmão está aqui também? – Perguntaria, olhando ao redor. Se aquele que estava conversando antes era o White, então o único que podia ser o Lee era o bombado. – Nossa, há quanto tempo! Você mudou bastante, quase não o reconheci. – Daria uma leve risada, conversando naturalmente como se eu não estivesse sendo carregado por outra pessoa. – Vocês ficaram bem altos... É quase injusto. – Brincaria um pouco com o fato de provavelmente ainda ser o menor dos irmãos. Bom, fora a pequena Kou. Mas falando nisso... – Queria muito saber sobre o que aconteceu com vocês nos últimos anos. Sabem onde o Arthur e a Kouzinha estão? Por acaso eles já foram para o Hotel Bellucci? Achei que lá fosse o ponto de encontro. – Se qualquer outro dissesse para seguirem até lá, concordaria com a cabeça e deixaria Maka me levar. Pelo menos até conseguir um agasalho decente. – Se não for pedir muito, gostaria de ir para lá logo e comprar um casaco... Estou me sentindo como um siri num congelador... Brr!


Ascensão dos Scavenger - Página 2 Tenor



Fala - 6599ff
Pensamento - feff99




Objetivos:

[ ] – Reunir com os irmãos do Orfanato;
[ ] – Conseguir um livro de Química.

Histórico:

— Nº de Posts: 02
— Ganhos: -x-
— NPCs Conhecidos: -x-
– Ferimentos: Gripe leve (0/4)

Personagem:

— Estilo de Combate: Pugilista/Atirador
— Proficiências:
• Mecânica
• Mecatrônica
• Herbalismo
• Zoologia
• Natação
— Profissão: N/A
— Qualidades:
• Versátil
• Voz melodiosa
• Criativo
• Prodígio
• Experiência em combate
• Impassível
— Defeitos:
• Bisbilhoteiro
• Ambicioso
• Misericordioso
• Obcecado
• Leal


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Koji
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Localização : Sirarossa
KojiEstagiário
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Re: Ascensão dos Scavenger Seg Maio 17, 2021 4:58 pm


Ascensão dos Scavenger - 03
Sirarossa



Naquele ambiente, a única coisa que podíamos ver era o orfanato em ruínas. Pareceu exclusivamente pior para Maka, porém, eu segurava aquele sentimento em meu peito, não o deixando sair. A ficha havia demorada para cair, porém, uma coisa era certa: algo havia acontecido, e quem quer que tenha causado isso, vai sofrer nas minhas mãos.

De volta à realidade, responderia à colocação de Euntae, que apesar de um pouco dura conosco mesmo, era realidade.

— Realmente, a gente devia ter feito algo mais elaborado. — diria, ainda pensativo. É verdade que havíamos esquecido totalmente da promessa, mas era nossa culpa? Vários anos se passaram depois de tudo, e isso é algo natural de se acontecer.

— Como eu disse, eu não sou mais o mesmo do passado. — minhas palavras sem emoção agora se direcionavam para Maka, que comentava sobre meu passado com Arthur. "Essa mulher vive de passado por acaso? Eu hein." — não deixaria de pensar enquanto revirava os olhos.

Deixando meus pensamentos de lado, eu ia em direção da voz que havia chamado por alguém. No final das contas, era um de nossos irmãos: Kani, o mais novo de todos ali. O cumprimentava com um firme aperto de mão, enquanto responderia sua pequena piada interna.

— Bom, digamos que eu estou exagerando. Hueheuheuheuhe! — colocaria uma das minhas mãos na nuca e daria risada genuinamente. "Há quanto tempo não me sentia assim? Muito... talvez anos." — estar na companhia dos meus irmãos havia melhorado, e muito, o meu dia, e quem sabe mês ou ano futuramente.

Não demoraria muito para Maka intervir, afinal, os dois eram extremamente próximos no orfanato. Ao ver que ela utilizaria suas mãos para me empurrar, apenas desviava enquanto soltava um suspiro de cansaço. "Certas coisas nunca mudam, não é mesmo?" — continuaria observando aquela cena dos dois, enquanto pensava no que fazer em seguida.

Graças a Deus, Kani veio com a resposta. Aparentemente, Arthur estava no Hotel, onde supostamente era o famigerado ponto de encontro, e lá virara nosso objetivo momentâneo.

Saindo daquele lugar decadente, sem olhar para trás, algumas lembranças viriam em minha cabeça. O momento em que entrei lá, que era ainda o único irmão. O momento em que Kani me ofereceu café, ou até quando Kou desenhou aquele monstro para mim. Por último, quando Arthur me defendeu de Maka. Eu estava deixando para trás esses sentimentos, mas não completamente. Aqueles que estavam em minha memória, agora estavam ao meu lado, e nada no mundo me tiraria dessa posição. Nós somos o orfanato, e onde quer que estejamos, a amizade e amor vai estar conosco.

Deixando algumas lágrimas caírem secretamente, tentaria guiar o grupo até o local concordado por todos nós, utilizando dos meus anos de morador de Sirarossa para me lembrar do caminho necessário para chegar lá. Caso estivesse perdido, perguntaria para algum transeunte pelas direções.

— Oi, senhor(a), poderia me falar onde fica o Hotel Belluci? — perguntaria no caso de perder a minha própria localização. Apesar de estar confiante em meu conhecimento da cidade, certas coisas nunca são previsíveis.

Estando lá, daria um passo afrente e adentraria o lugar luxuoso. Em todos os lugares, procuraria por Arthur, aquele que havia sido meu grande amigo por um bom tempo. Ainda não sabia o que fazer quando o encontrasse, talvez um abraço, um aperto de mãos? "Estou ansioso..." — pensaria enquanto tentava me acalmar. De qualquer forma, é complicado perder alguém tão grande como ele.

Caso o encontrasse, rapidamente o cumprimentaria.

— Arthur, meu velho amigo. Quanto tempo! — o cumprimentaria com um aperto de mãos firme. "Ele deve ter crescido para caramba. Seria impossível abraçar alguém daquele tamanho heuheuheue." — não deixaria de pensar, imaginando a suposta cena.


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Ganhos: -
Perdas:
- 10k de dinheiros (post 01 - cafézinho)
Vício: 1/10


Legendas:
Pensamentos
Fala

Objetivos:
— Encontrar a rapaziada
— Adquirir um par de botas de combate
— Adquirir um par de espadas (0/2)

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Ascensão dos Scavenger - Página 2 9uIPM5X


"Assume the position to get down on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
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Revescream
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Localização : Em seu coração.
Re: Ascensão dos Scavenger Ter Maio 18, 2021 12:22 am


ASCENSÃO DOS SCAVENGER
Reencontro
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Felizmente, não precisou de muita espera. No mesmo instante que chegavam ao luxuoso hotel de Sirarossa a dupla de sirenos era permitida a entrar sem maiores problemas, deixando-os encantados pela diversidade de pessoas e aparência deslumbrante que possuía aquele local. Os olhos safiras examinavam cada detalhe do perímetro que lhes cercavam, com Mika sentindo-se aconchegada naquele ambiente - tão limpo, tão elegante e espaçoso, talvez pudesse esticar seus tentáculos que ainda não seria incômodo - fazendo nenhum outro sentimento além de admiração residir no peito da sereia.

"Estou ficando mais convencida de que esse lugar é perfeito para minha estreia, tudo aparenta possuir o perfil que desejo... muito além de minhas expectativas." Pousava uma de suas mãos na bochecha, enquanto refletia consigo mesma. A Mizushima permanecia fascinada enquanto caminhava em direção a outro cômodo do lugar, aparentemente um saguão de dança, onde podia se ouvir uma música sendo tocada por uma pequena banda, que se encontrava sobre um maravilhoso palco, além de um bar circular na região central do salão. "Parece que encontrei o meu paraíso pessoal." Um sorriso enfeitava os lábios da sereia, antes da mesma voltar a repousar em esperar as ações de Shachi.

Algum tempo se passava até Mika ser novamente chamada atenção, desta vez por um grito, com Shachi afugentando outra leva de admiradores que cercavam a azulada que nem percebido a presença deles tinha, fazendo esta suspirar em descontento. - Eu não acho que tudo isso seja necessário... - Uma leve tristeza era perceptível na mulher-peixe, internamente, ela gostava muito de ser idolatrada, mas não diria isso em voz alta para seu companheiro. Este também parecia aproveitar o momento para elogiar a Mizushima que simplesmente sorria de forma doce ao tubarão em resposta. - Hehe, então você me acha apenas bonitinha? Você é difícil, Shachi. - Comentaria em tom provocante, dando ênfase a última parte com um teor sensual, mas terminando com outra pequena risada antes de voltar sua atenção para os arredores, ignorando momentaneamente os comentários do outro em seguida.

No entanto, a verdadeira surpresa para Mika estava se aproximando nesse instante. Um pronunciado chamava a atenção do recinto e atraia olhares para o homem gigante que entrava em cena, fora então que ela identificou o rosto familiar e um sorriso de felicidade genuína apareceu em seu rosto. - Arth! É você mesmo?! - Em questão de segundos, um salto parecia ser realizado pela sereia-lula. Inclinando-se para frente, Mika retribuía o gesto do meio gigante de uma forma "especial"; os tentáculos antes encolhidos se alongavam de forma exponencial, fazendo a lula alcançar uma altura que facilmente ultrapassava os 4 metros do meio gigante, antes de tentar envolve-los ao redor do grande príncipe. Arthur poderia sentir cerca de quatro membros se enroscando nas partes superior e inferior de seu corpo, simulando uma espécie de abraço apertado, com as ventosas dos tentáculos facialmente lhe aderindo ao contato da pele, enquanto o torso da sereia estava mais próximo do rosto de Arthur, com os braços superiores envolvendo seu pescoço e os peitorais esfregando-se um contra o outro em fricção.

- A quanto tempo não nos vemos? Três anos?? Estou tão feliz em revê-lo... - Em primeira instância, a sirena deixou-se levar pela emoção do reencontro, esboçando um lindo sorriso para o rapaz, mas ao ouvir os sussurros provocados pelo Lancaster quase estremeceu com os elogios. "Parece que meu gigante ficou mais ousado, interessante." Mordeu o lábio inferior em reação, antes de responde-lo verbalmente. - Vejo que andou trabalhando muito, admiro reencontra-lo nessa forma. - A melódica voz carregava o mesmo tom sedutor de outrora, embora fosse audível apenas ao gigante, e como forma de provoca-lo ainda mais, Mika depositaria um pequeno beijo no pescoço de Arthur enquanto se desvencilhava do abraço, em seguida de um dos tentáculos sutilmente apertando sua retaguarda antes de sair do aperto. Mika voltaria logo depois a sua posição inicial ao lado de Shachi, atuando como se nada tivesse acontecido descaradamente.

- Novidades? Muita coisa acontece em três anos, mas eu não me importaria de relata-lo os fatos mais importantes. - Comentaria, imbuindo entusiasmo em sua voz, dividindo seu olhar safira entre o gigante e o homem-peixe. - Acredito que Shachi está igualmente feliz em revê-lo, certo? - Indagaria ao tubarão diretamente, esboçando uma mistura de inocência e gentileza na pergunta, aguardando convencê-lo ao receber uma resposta positiva. Em caso de tudo se encaminhar sem conflitos, seguiria ambos aos assentos que residiam no bar, sentando-se junto a eles enquanto mantinha um semblante alegre.

- La-la-la ♪ La-la-la! ♪ Por onde começar? Viajamos por todo esse mar. De arquipélagos a cidades, encarando novas realidades. Aumentando os nossos planos, enquanto seguimos atrás de nossos sonhos! ♫ - Cantaria esse pequeno verso, de forma que todos os próximos conseguissem ouvir sua voz, principalmente Arthur e Shachi, embora se dirigisse mais ao primeiro rapaz. - Estamos passando em Sirarossa de visita, mas vejo que parece um lugar perfeito para decolar em meu projeto, sinto que estou mais próxima do que nunca de me tornar uma artista modelo. - Explicava toda sua trajetória de forma breve, o que seria facilmente notado pelo tubarão-baleia, através do pequeno musical e dessa fala, antes de finalizar com um questionamento: - E o que lhe traz aqui, querido Arth? Imaginei que você ainda estivesse em Bartine fazendo seu treinamento, estou curiosa por vê-lo num lugar como esse... - "Sozinho." Suavizaria em sua voz, deixando a última parte de sua fala apenas no pensamento, enquanto dirigia outro semblante caloroso ao gigante no aguardo de suas respostas.



Objetivos:
Prinicipais:
● Reunir-me com o grupinho no Hotel Belucci Sprezzatura [ ]
● Aprender a Proficiência: Barganha [ ]
● Aprender a Proficiência: Persuasão [ ]

Secundárias:
● Ensinar ao menos um comando para o Mascote [ ]
● Treinar a Qualidade: Ambidestro [ ]
● Não se perder. [X]


Ponto-Situação do Personagem:

Nome do Player: Mika Mizushima
Nº de Posts: 03

Ganhos:
~x~

Perdas:
~x~

Extras:
~x~



Considerações:

Resumo:
● Autoexplicativo. Considerar as Qualidades Atraente, Voz Melódica e Carismática quando envolver as interações com a Personagem, e as Proficiências Canto e Sedução nos momentos de fala, além de Dramaturgia e Qualidade Impassível na omissão e controle das emoções.

Observações:
● Compulsiva (Cantarolar): 03/10 Turnos;
● A Personagem possui 4,62 m de altura, sendo 0,62 m da parte humana e 4,00 m da parte marinha. Quando está na terra, entretanto, por questão de conveniência, a Personagem assume uma postura onde fica com 1,62 m de altura se comparada aos demais, deixando os outros 3,00 m dos tentáculos livres para uso.

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