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Kenshin
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KenshinDesenvolvedor
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Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qui Maio 13, 2021 1:10 am
Relembrando a primeira mensagem :

Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Takamoto Lisandro e Joseph Proudguard. A qual não possui narrador definido.

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Marines&Agiotas, não são o mesmo? - Página 6 J09J2lK

Koji
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KojiNarrador
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Marines & agiotas, não são o mesmo? - 08
16:01 / Shells Town



Blum

A luta que Blum tão esperava começava, e seu desenrolar jamais combinaria com o esperado por ele. Seus golpes foram, de maneira sucedida, utilizados para que seu inimigo se sobressaísse no combate que determinaria a honra do instrutor, assim como a de Nakamura, o ex-yakuza que agora, a pedido de seu aniki, tentava mudar de vida. Na fase final de sua jornada para algo novo, a barreira se mostrava grande, e com toda sua experiência, ele tentaria sobrepujar a represália.  

O soco poderoso e cheio de júbilo viajava em alta velocidade até o corpo de Blum, que sabia da necessidade de não ficar parado em uma situação daquelas. O seu próprio movimento determinaria o rumo das coisas, portanto, se tratava de algo delicado. Por mais que ele não parecesse sério, no interior, tudo aquilo estava sendo cuidadosamente pensado, e assim sucedia os eventos. Ele não desistia, vendo um raio de esperança brilhar, e se lembrando de quem ele era, e quem ele foi. No meio de tudo isso, o homem juntava forças, e esbravejava um de seus cômicos ataques: o Omelete Infernal. Impulsionando seus dois braços no chão, e jogando suas pernas no inimigo em uma tentativa de chute, ele acabava por acertar a parte fraca de todo homem: seu saco.  

A dor sentida pelo instrutor arrogante, que cantava vitória antes mesmo de nocautear seu oponente, era imensurável, podendo ser sentida por vários homens em um raio próximo. Seu equilíbrio, cuidadosamente construído em meio ao ataque, era reduzido a cinzas, e seu corpo desistia da postura, indo ao chão, diretamente para onde Nakamura estava. Os punhos ainda fechados do homem, mesmo que não intencionalmente, viajavam novamente em direção ao corpo do aspirante a marinheiro, que não ficava parado diante a pequena ameaça e rolava seu corpo para o lado, evitando assim complicações. Ele não perdia tempo, e imediatamente recuperava sua postura, assim como seu adversário, que pouco a pouco transformava a dor em mais raiva canalizada.  

Nesse momento, Nakamura sabia que deveria acabar com aquilo de uma vez por todas, e para tal, utilizaria uma das suas incontáveis cartas na manga. Juntando sua energia vital e local ao redor de seus braços dançantes, o homem assimilava corpo, natureza e espírito em um só. O instrutor instintivamente podia sentir que aquilo era perigoso, e pela primeira vez, se mostrava atento, seus instintos o mandando fugir. Apesar de tudo, ele não o fazia, observando os movimentos misteriosos do garoto, até que em um passo final, tudo chegava ao fim.    

Nada... era o que resumia toda aquela preparação tola. De um lado, um rosto repleto de dúvidas, e de outro, uma face que ardia em raiva por inventar um golpe que não funcionava. A teoria era extremamente bem praticada, porém, o fruto das fantasias de Blumayden não se transformava em realidade, e com ela, se ia a chance de vitória. Ele ardia de raiva pelo fracasso, mas não baqueava. Ambos recuperavam suas composturas antes de novamente irem ao embate que determinaria tudo. Os homens diminuíam a distância entre eles mesmos em uma corrida, e ao momento correto, Blum dava início a ofensiva, restando apenas defesa para o oponente.

Seu gancho voador seria efetivo, se não fosse o sentido aguçado do instrutor, que pegava seus planos - ou o que ele pensava ser o plano - e defletia os punhos e antebraços de seu adversário. Sua outra mão se preparava para um poderoso jab direto, mas este nunca vinha. Os joelhos flexionados do ex-yakuza vinham ao encontro do abdômen do marinheiro, que cambaleava para trás, mas em um ímpeto de velocidade e destreza, agarrava ambos os membros de Nakamura. Seu olhar nesse momento novamente cantava vitória, mas mal sabia ele que seu oponente estava esperto quanto a essas fintas.  

Assim que o agarrão se sucedia, Nakamura inclinava o próprio corpo para trás, e em um único movimento, avançava para frente como um foguete em alta velocidade. Sua testa encontrava em cheio o nariz do instrutor, que fraturava e se quebrava com o forte impacto sofrido. Ele caía no chão, e sua pegada nos membros do homem de penteado estranho lentamente se enfraquecia, até que se soltava totalmente, configurando sua derrota por nocaute, desacordado, sangrando pelas cavidades nasais, e com a sua honra perdida.  

Takamoto


O homem mais forte do mundo enfrentava mais um adversário formidável, dentre tantos outros que conhecera. Ele admirava a resiliência e força que o homem esbanjava, consciente de sua presa, mas não estupidamente confiante. O sentimento de ambos se colidia junto de seus corpos físicos, e ambos se realizavam, estando em um combate entre homens, dignos de respeito e de toda força que se pudesse utilizar. O primeiro embate entre os dois mostrava técnica e força aliados, formando uma dupla poderosa no campo de batalha, e mortal para o garoto de cabelos ruivos.  

Apesar do começo certamente com o pé esquerdo, o jovem não desapegava de suas esperanças e forças, pois ele sabia que seu adversário lutava contra o homem mais forte do mundo, e qual é a arma mais forte do homem, se não, a confiança moderada? Diante desses fatos martelando na sua cabeça, a análise crítica começava. O jovem sabia que lutar de frente contra aquele touro era suicídio, porém, por conta de sua queda desajeitada, não havia outro jeito. Ele estufava seu peito e encarava o homem que rapidamente diminuía a distância entre eles, preparando uma finta que poderia lhe garantir uma vantagem farta.  

Quando o momento chegava, Takamoto não hesitava em finalmente desferir seu ataque. Com a canhota, ele ascendia com a espada maciça de madeira, que ia diretamente ao encontro do maxilar do homem. Com o choque, sua cabeça virava levemente de ângulo, e todo o seu equilíbrio ia embora, desacelerando sua investida. O rapaz ficava atordoado por poucos segundos, mas esses eram o suficiente para Lisandro tirar total proveito. Não completando o movimento, ele jogava sua arma da canhota para a destra, com a "lâmina" virada para baixo, como se empunhasse uma adaga. Com esse posicionamento, mais um feroz ataque surgia.

Novamente em um golpe ascendente, ele mirava no queixo de Simon, que tentava lutar contra, mas não conseguia pelo seu estado. A pequena espada de madeira, embora leve e sem corte, se mostrava dura e rígida, não inútil em um combate, ao, de novo, atordoar o Golias de Takamoto. Seu grande e robusto corpo cambaleava, agora possuindo sérios hematomas na região de sua face. Não demorava muito para o homem recuperar sua postura, e colocar um majestoso sorriso de aproveitamento no rosto. Quer ele vença ou perca, o homem estaria satisfeito pela luta incrível que se desenrolava até agora.  

Nesse momento, ele chacoalhava a cabeça um pouco, e assumiu uma posição de combate mais retraída, livre de furos para serem aproveitados. Seus braços cobriam seu tórax e estava livre para uma defesa no pescoço e cabeça, enquanto suas pernas se fincavam ao chão em uma disposição que o fazia duro como pedra, configurando uma base quase perfeita. Esse tempo de adaptação era o suficiente para Lisandro fazer o mesmo, e talvez até mesmo pensar sobre seus próximos passos, pois uma coisa era certa: Simon havia considerado os futuros casos de combate.  

Joseph


A possível primeira batalha de sua vida ia como esperado, talvez. Ele acabava por subestimar aquilo que lhe faltava: experiência. Com ela, todos possuem uma força considerável, e sem ela, muitos se afundam no campo de batalha. Joseph parecia ser vítima desse conceito, porém, ele não se deixava abalar. A última coisa que o homem faria seria desistir, não por si mesmo, mas pelo sangue do seu sangue, sua filha, e pela promessa que havia feito para sua esposa. Tudo dependia disso, e não era agora, nesse estágio curto da jornada, que ele falharia sem dar tudo de si.

Com seu braço livre, o homem tentava de tudo para acertar os pontos fracos do lutador, somados a tentativas de rolar pelo campo de batalha, para assim diminuir a força da imobilização. No final das contas, os acertos na costela do homem, dados anteriormente naquele momento que beirava o desespero, surtiam mais efeito do que o contorcionismo. Pouco a pouco, a força ia se esvaindo dos músculos acostumados, mas não profundamente treinados, do taekwondoca. Proudgard aproveitava da situação para virar o jogo ao seu favor. Com a garra mais solta, ele tentava utilizar de toda sua força para levantar, recrutando seus músculos mais importantes no processo. Cada um deles gritava de dor pela atividade intensa e inesperada, mas agiam da mesma maneira.

O adversário, conforme o aspirante à marinheiro se levantava lentamente, não largava de seu apego, tentado utilizar o peso do próprio corpo para causa algum efeito ao seu favor. Nesse momento, Joseph caía de joelhos, mas não demorava para se levantar novamente e lutar pela vitória. Seu corpo, após um tempo de agonia, ficava ereto no campo de batalha, segurando o peso de dois indivíduos. Isso não duraria por muito tempo, pois, logo após a atividade que exauria sua estamina, ele jogava o artista marcial no chão, junto de seu peso. O choque com as costas para o chão o fazia perder o fôlego rapidamente, além da dor que sentia com o choque. Da sua boca saíam grunhidos, mas não gritos, pois para ele, isso significaria a derrota.    

O ex homem de negócios não perdia a oportunidade que criara para si mesmo, e mesmo cansado, se jogava para cima de seu oponente na tentativa de causar mais dano. Este, porém, se mostrava atento e rolava pelo ringue antes de ser atingido, tentando ainda recuperar o fôlego. Seus movimentos ágeis rapidamente o faziam subir de novo em sua posição ereta, e isso alertava os instintos de Joseph, que prontamente se colocava na sua posição inicial. Ele sabia que aquela funcionaria bem contra seu oponente, mas dessa vez, o homem não seguraria os chutes, mas os repeliria.  

Estando então ambos de pé, o segundo round daquele combate se iniciava, e com ele, todas as esperanças que o homem carregava nas costas. O artista marcial iniciava as ofensivas com um chute alto giratório, que como planejado por Joseph, era repelido pelas duas mãos. O rapaz, já em condições não muito boas, perdia seu equilíbrio fino, deixando diversas aberturas para o adversário, que impiedosamente fazia uso deles magistralmente. Se aproximando de seu alvo, Proudgard desferia dois socos, um cruzado que acertava o maxilar do jovem lutador, o atordoando profundamente, e outro que acertava em sua garganta, inibindo parcialmente sua respiração. Ambas as mãos do lutador acompanhavam para proteger o ponto vital que acabara de ser acertado, mas o atacante não parava por aí, e nesse momento de fragilidade, aproveitava para desferir um gancho contra o abdômen do rapaz, acertando a boca do estômago, tirando forçadamente o ar dos pulmões daquele lutador.  

O alvo de toda essa barragem de golpes caía no chão, atônito pela súbita virada dos acontecimentos, e batia com a palma de sua mão no ringue em um sinal de desistência. Seu orgulho estava destruído, mas ele preservava seu corpo, o qual tinha como templo da vida. A luta havia acabado, e o vencedor: Joseph. O homem mal poderia ficar em pé em comemoração, pois com o fim do embate, a adrenalina esvaía do corpo, inibindo a dor e o cansaço extremo, seguido pela fadiga muscular proporcionada pelo movimento arriscado no meio do combate.  

Agnis


Troca de personalidade:
Quantidade aleatória (1,6) : 5

Quantidade de posts:
Quantidade aleatória (1,6) : 1
 

Agnis iniciava a luta que mais parecia um jogo de gato e rato, até seu oponente perder a paciência com o decorrer daquilo tudo. Na primeira oportunidade de muitas que ele via, o homem desferia uma poderosa voadora que arremessava a mulher ao chão, e seguia para a mesma, mesmo naquela posição. Seu pavio era curto, e ele já havia se esgotado, principalmente para as brincadeiras bestas da adversária que não levava aquilo à sério. Esbanjando uma face medonha, característica de raiva ou ódio, ele apenas observava enquanto ela, para não ter o ego abalado, fingia que descansava em um sono. Seus olhos estavam abertos, já que isso o inimigo não podia checar, e contrário à algumas crenças, ela estava esperta com o decorrer de tudo aquilo.

O cego, porém, não ficava preso em rodeios, e logo desferia um pisão mirado na barriga de Agnis. Este ataque poderoso poderia significar um outro rumo para a batalha, se a mulher não rolasse no último segundo para o lado. Seguido de sua esquiva que a levava diretamente para as costas do rapaz, ela prontamente se punha de pé, e fazendo isso, caía direitinho nas mãos do inimigo, que gostaria que tudo aquilo acabasse rapidamente. Assim que se levantava, os sentidos aguçados do oponente deduravam a posição da moça, e sabendo dessa informação, o homem não demorava para realizar um ataque surpresa e poderoso.  

Virando seu tronco em toda sua extensão possível, ele esticava seu braço e seus pesados punhos, que com a energia garantida pelo quadril e seu movimento, acertava em cheio a cara de Agnis. Seu maxilar virava e voltava com a ação natural do corpo, e seus sentidos, por um momento, pareciam inconfiáveis, enquanto ela ficava envolta por vertigem decorrente do atordoamento. O cego não terminava seu serviço aí. Vendo que a oponente se mostrava acobertada por uma poderosa tontura, ele se virava, e agora, inclinava seu tronco para trás e o impulsionava para frente, junto com seus punhos novamente. Esse golpe direto visava o rosto da mulher, que estava desprotegido.  

O acerto em cheio se mostrava eficaz, e pegava no nariz da mulher. A cabeça ia violentamente para trás, enquanto o corpo caía quase que em câmera lenta após a poderosa investida. Sangue proveniente do soco cirúrgico voava e era espalhado pelo campo de batalha, manchando com a cor rubra e familiar para todos ali - menos para o causador de tal estrago. Com um baque, o corpo de Agnis acertava o chão, ainda acordado, tentando se recuperar daquele choque. Seu inimigo se aproximava lentamente, pronto para novamente não deixar a oponente desdenhosa realizar seus planos.    

Apesar de tudo, ela parecia ter mais uma chance, pois seu corpo não desistia. Os próximos acontecimentos dependeriam exclusivamente dela, e sabendo disso, o próprio atacante proferia algumas palavras.  

— Se você não for capaz de reconhecer seus oponentes, então você não é capaz de vencer qualquer batalha. — ele liberava sua frustração de anteriormente através das palavras duras e curtas, não demorando para novamente se colocar em posição de combate, à espera de sua adversária.


Histórico:
Takamoto:
N° de posts: 08
Ganhos: -
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Ferimentos: -
Kylo:
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Perdas:
50.000 (post 01 - X ratão do restaurante de segunda)
Ferimentos: -
Joseph:
N° de posts: 08
Ganhos: -
Perdas: -
Ferimentos: -

Legenda / Npc's:
Figurantes
Marines
Erina loli - Aparência

Considerações:

Kylo pulado (não superou os próprios limites)

Caso tenham uma sugestão, feedback ou algo para pedir, sabem onde me encontrar, boa aventura!

   Code by Arthur Lancaster

     
    

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Marines&Agiotas, não são o mesmo? - Página 6 9uIPM5X


"Assume the position to get down on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
Marines&Agiotas, não são o mesmo? - Página 6 Jpu3OmR
Gyatho
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K O


Minha primeira luta. Apesar de dominar a arte dos negócios empresariais, nenhuma troca profissional de ações podia ser mais calorosa e estressante como uma luta de verdade.

Parecia tudo perdido para mim, naquela situação desgastante. Imobilizado pelo artista marcial, tentava desesperadamente me soltar com diversas ideia que me viam a cabeça num momento desesperador. Golpes com meu braço livre acumulavam o desgaste necessário para o processo. Um movimento de queda era minha meta naquele momento, já que era algo simples e que haviam altas chances de sucesso. Com todas as forças, erguia ambos os nossos corpos a uma altura razoável e caia ao chão novamente. Podia sentir um ardor agonizante, quase incapacitante, mas ainda havia força em mim para continuar naquela luta.

Soltos em fim, nós nos pusemos em pé para continuar nossa luta dinâmica. O lutador experiente se colocava na mesma postura, e eu aderia a minha anterior como resposta a dele. Usando a mesma logica da estratégia anterior, sabia que determinados movimentos abriam espaços para punições, e que eu deveria aproveita-las, já que cria-las com minha experiencia atual era praticamente impossível. O taekwondoca realizava um chute alto giratório que era repelido pelas minhas mãos sem nenhum problema. O problema desse estilo com pernas era que ele utiliza os mesmos membros para funções diferentes, colapsando quando ambas funções são emergentes. Atacar e desviar exigem atenção, controle e força a todo o momento para se executar com maestria, e o que houve, foi uma tragédia total. Seu golpe não conectava, e sua mobilidade era comprometida, essa era a hora, a hora de acabar com aquele teste.

Desferia um soco que acertava seu maxilar e o fazia perder mais do equilíbrio que lutava para manter. Um outro soco que acertava sua garganta, cortando acesso ao oxigênio e, basicamente, estressando qualquer pensamento que havia na mente dele. E por fim, um gancho na barriga. O golpe era critico, acertava em cheio seu estomago e aquilo parecia a ultima gota. No chão, o lutador desistia, com leves tapinhas ao solo.

Ao fim, eu era o vencedor, e aquele sentimento de cumprir com a tarefa preenchia o meu coração com energia... Mas infelizmente levava embora meus outros hormônios que seguraram as pontas até o momento. A dor vinha como o frio subia a espinha num dia nevado, rápido e eficaz, ela me paralisava quase que completo. Juntaria o que me restava para ir me arrastando para fora da arena. Passaria alguns minutos tentando me recuperar e administrar todas as sensações que me ocorriam no momento. Apreciaria as lutas dos outros aspirantes, e, neste meio tempo, procuraria por alguma fonte de água para me reabastecer e ajudar na recuperação. Tudo o que me restava fazer era esperar e melhorar, e também, absorver tudo o que aquela luta havia para me ensinar.


histórico:

Nº de post: 09
ganhos: N/A
Perdas: N/A

objetivos:

[] Entrar para Marinha
[] Pegar meu dinheiro do [Abastado]
[X] Me juntar ao grupo
[] (OPCIONAL) Apender proficiência: Escudista
[] Não morrer de fome ou sede, não morrer no geral hehe




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legenda:


" Pensamento "
- Fala -

Narração
Blum
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Créditos : 02
BlumDesigner
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Seg Jul 19, 2021 10:10 pm

I - Aventura
Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Cagando o pau!

- BUSHIIIIBABABABABABAAAA! GANHEEEEEIIIIIII, VEEELHOOOTEEEE! - Gargalharia, espalhando toda essa minha felicidade. Odeio admitir, mas aquele miserável até que era resistente, que pena ele não estava preparado para minha marretada. Enfim, nunca subestime um Yakuza seu maldito, falei que iria levar o troco e com juros. - Ptsu! - Cuspiria no chão. - Não sabia que a marinha tinha um bocado de mariquinhas que não se garante na porrada! BUUSHIBABABABABA! - Esse era meu momento de glória e devia passar na cara desses comédias quem era que mandava no pedaço, enquanto ainda estava bem na fita.

Após isto, olharia para a luta dos outros marmanjos que estavam realizando o exame. - Bora ver o nível dessa, galera. - Percebia que a menina que havia falado comigo anteriormente estava levando um sacode. - Será que ela precisa de uma ajudinha do pedaço de mal caminho aqui? - Daria uma ajeitada no meu cabelo, pois provavelmente estaria desarrumado por conta dessa batalha frenética.

E por acaso meus olhos se deparavam por um rosto possivelmente reconhecível. - HÃÃÃÃANNN…? - Era inconfundível, podia avistar um dos miseráveis que fez eu esperar no sol infernal da tarde. Ahhh, infeliz pensou que eu iria esquecer? Nada disso, estava hora de colocar as contas em dia. Estralando o pescoço e esticando as pernas, estaria pronto para minha vingança. Sem não dar a minha para nada, sairia correndo em disparada contra o homem de cabelo longo avermelhado. - TOMA ESSSA!!! - Saltaria e faria uma voadora na direção daquele otário.

Histórico:

Ficha: Blum
Nº de Posts: 09
Ganhos: N/A
Perdas: N/A
Extras: N/A
Relacionamentos: N/A

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Eae, qual foi?

#cc99ff - Pensamento
#ffffff - Fala

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gmasterX
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gmasterXEstagiário
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É ISSO! QUE SE FODA, AGNIS! QUE SE FODA PLANOS, QUE SE FODA TUDO! EU VOU SÒ MATAR ESSE FILHO DE UMA PUTA! - Calma ai garota… Cê tá perdendo a cabeça atoa. - Não! EU VOU SÓ VOAR NO PESCOÇO DELE! - Tá legal, ser a louca desarranjada é meu trabalho, por isso abaixa a bola um pouco ai e deixa eu tomar conta. - Agora eu to no comando! - Mas que merda, Agnis!  - Você tentou, agora é minha vez. Eu tenho um plano! - Não Agnis. - Sim Agnis! Você não lembra do discurso que tu deu pra anãzinha minutos atrás? Esse cara não passa de uma pedra em nosso caminho. Quando chegar lá na frente, tudo isso aqui vai ser apenas uma memória distante. - Mas você não se atreva ! Manchar a nossa imagem por conta de um merda desses é inaceitável! - Relaxa, Agnis. Vou tentar ir direto ao ponto, pra isso não se tornar insuportável de assistir.

Bem bem, aproveitando meu momento, eu me levantaria, limparia meu nariz, e mesmo que ele não pudesse ver, daria um sorrisinho de canto de boca, pra mostrar pra esse bosta quem manda. - Awww… Eu já sabia que você é delicado desse jeito, não precisava disso. - Eu diria, seguindo a deixa da Agnis de deixar ele mais puto. O que nos falta agora e ele entrar na área efetiva de nosso super poderoso ataque. Se ele seguisse vindo pra cima de nós, eu, assim como a outra Agnis, começaria a correr. Só que a partir do momento que ele iniciasse seu ataque, eu encheria os meus pulmões de ar e prenderia a respiração. Você deve estar se perguntando o que cacete eu to fazendo, e se esse for o caso, lhe informo que estou utilizando é um truque que desenvolvi nos meus treinamentos. Ao prender a respiração, você consegue um impulso extra antes de perder o fôlego. Bom, com isso em prática, eu contra atacaria, não focando em acerta-lo, mas sim em criar uma brecha. Se essa brecha fosse encontrada, eu pisaria em seu pé para que ele não pudesse correr, e liberaria todo o ar dos pulmões em um poderoso grito ao pé de seus ouvidos. Em seguida, eu o atingiria com uma joelhada nas suas bolas, e pra terminar, eu lhe atingiria com um murro, usando toda minhas forças, pra afundar aquela cabeçorra no chão.

Havia uma chance dele simplesmente se negar a correr até mim, então faríamos o seguinte: Eu abriria os meus braços e os ergueria sobre minha cabeça, me inclinando um pouco com minhas pernas bem abertas e espaçadas. Uma posição de combate incomum, eu sei, mas a ideia é justamente confundir o nosso oponente, pois eu me aproximaria, pouco a pouco nessa posição, observando bem o nosso amigo cegueta, até que ele estivesse no alcance para o meu ataque supremo. Assim que ele tivesse perto o bastante, eu juntaria todas as forças do meu ser e executaria uma brutal, destruidora, arrasadora! Palma! Não seria tão efetiva quanto o grito, mas ela serviria muito bem como uma boa distração. Enfim, se desse certo, eu prenderia a respiração novamente, como indicado anteriormente, e correria pra cima dele aproveitando a brecha. Dessa vez, eu agarraria bem sua cabeça e daria um berro com tudo em seu ouvido, para provavelmente destruir um de seus tímpanos. Logo depois, eu o atingiria com uma joelhada no rosto, outra no saco para não perder o costume, e como antes, finalizaria com um grande murro na cabeçona dele pra afundar a cara desse maldito no chão.

Não é o plano de ação com mais classe, mas se der certo ,vai valer a pena.
Histórico:

Post: 09
Nome: Agnis Cyrielle
Proficiências: Atletismo | Briga | Acrobacia | Estratégia | Lógica
Qualidades: Experiente em combate | Mestre em Haki | Intuitivo
Defeitos: Extravagante | Personalidade extra | Justo | Sádico | Orgulhoso

Ganhos: X ratão (Consumido)
Perdas: 25.000 ฿S
Localização: Shells town - East Blue

Objetivos:
- Aprender a proficiência Persuasão
- Entrar para a marinha
- Progredir para o Nível 2

_________________

Falas de Agnis um
Falas de Agnis dois
Pensamento de Agnis um
Pensamento de Agnis dois
Marines&Agiotas, não são o mesmo? - Página 6 BvMx90e
Takamoto Lisandro
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Marines&Agiotas, não são o mesmo?
 

“Pessoas são mais fortes do que você pensa, não se pode subestimar a engenhosidade dos seres humanos, ampliando suas capacidades ao máximo, se tornando superior em todos os seus sentidos. Somente assim, você pode alcançar o título de o homem mais forte do mundo.” Recordo brevemente algumas palavras de meu professor, estou diante de um oponente empenhado em ganhar o duelo, como o homem mais forte do mundo, devo ser o maior desafio que o lutador teve em sua vida, os golpes trocados não foram suficiente para incapacitá-lo, se fosse uma espada de verdade, ele já estaria no chão a muito tempo, porém deve haver vezes que marinheiros precisam acabar com seus inimigos sem tirar suas vidas.

Simon ainda estava pé querendo mostrar ao mundo para o que veio, ele tinha provado para mim, ele era um grande lutador, não um dos melhores, mas certamente tinha garra. - Devo acabar com isto? - Indaguei formando uma base alta com a espada, elevei a lâmina de madeira ao lado de minha cabeça, observei os próximos passos de Simon, sua cara me dizia que tramava bem seus próximos movimentos. Ignorar este fato, só ditaria minha derrota, se tivesse que finalizar a luta seria o colocando em um impasse capaz de admitir que perdeu.

Faria com que minha espada apontasse para seu pescoço, não o atingiria, a ameaça por ela mesma seria a chave da vitória. Ficaria parado esperando o confronto, sua aproximação seria bem mais cautelosa devido ao meu primeiro ataque, ficaria ligado aos seus passos para não cair em suas fintas, afinal de contas, tudo seria decidido em um único movimento. Seria rápido, quando se aproximasse, não dispararia um golpe falso, apenas mudaria a base rapidamente colocando a espada em minha cintura, como em um samurai de Wano, seria um rápido saque em direção a garganta de Simon, simplesmente o mais rápido ganharia.

Mesmo sendo o homem mais forte do mundo, sei muito bem que não era o mais veloz, reconhecer suas qualidades e defeitos era o que me fazia ser o que sou, colocaria toda minha energia restante maximizando minhas chances. - Acabou! - Ganhando ou vencendo, sabia que não tinha utilizado o real potencial de minhas habilidades, agradeceria pela oportunidade de não recorrer ao estilo de combate do homem mais forte do mundo


Controle
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Relacionamentos: x

Extras: x




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KojiNarrador
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Marines & agiotas, não são o mesmo? - 09
16:21 / Shells Town



Agnis

A luta de Agnis até o momento havia sido intensa, e especialmente dolorosa. O mestre dos sentidos e excelente lutador havia levado ela ao chão, porém, a lutadora não desistia. Agora com a personalidade trocada e regras reestabelecidas, nada impediria a mulher de finalmente conseguir lutar da maneira que desejava, e era assim que ela continuava o embate. Levantando-se do chão e limpando o nariz ensanguentado, ela liberava um sorriso de canto de rosto para não perder a chance de mostrar quem mandava naquele ringue, e antes de mais nada, começava a correr do cego que ia atrás dela após sua fala provocativa.

Sem paciência para aquele jogo de gato e rato, ele desleixadamente perseguia sua presa, caindo exatamente em seu plano para finalizar aquele combate duradouro. Prendendo sua respiração, a moça atacava o homem, criando brechas em sua defesa impecável. Ele não conseguia ouvir a respiração da oponente, e isso o deixava confuso, o suficiente para Agnis lhe dar um belo golpe no pé que desestabiliza seu corpo completamente. Para completar, um grito que vinha das profundezas de sua alma saía de sua boca, liberando todo o ar que guardara até agora.

Para alguém com audição aguçada, aquilo passava de uma tortura, então o homem gritava de dor e agonia enquanto segurava seus ouvidos. Sua mão logo ficava ensanguentada, mas a oponente não ligava, e impiedosamente o acertava nos órgãos genitais. Mais um grunhido era ouvido, antes de Agnis o acertar em sua cabeça, levando-no ao chão, desacordado de uma vez por todas. Diagnóstico? Não suportara a dor e o orgulho sendo quebrados.

Taka

Takamoto Lisandro, o homem mais forte do mundo, sabia que não deveria subestimar qualquer inimigo. Com essa frase e conhecimento em mente, se preparava para enfrentar Simon uma última vez, dando tudo de si nesse próximo embate. Olhando nos olhos de seu adversário, ele percebia sua dedicação e foco, e retribuiria essas ações de maneira igual. Ajustando a posição de sua espada e a sua base, o homem estava pronto assim que apontava a sua "lâmina" de madeira para o pescoço do homem.

Sem rodeios, então, o grandalhão partia para cima do oponente, cansado, mas certo de que a batalha fora esplêndida. Ele sabia que em um único golpe poderia acabar com aquilo, e quem o fizesse mais rápido, seria o vencedor. Lisandro possuía a mesma noção, e assim que o homem estava na posição favorável, desferia um golpe devastador contra seu ponto vital. O soco poderoso de Simon quase o acertava, mas ele caía no chão, mole, logo após o momento que parecia durar uma eternidade. Sua mão agarrava o local do golpe freneticamente, em uma luta para respirar.

Não demorava muito para que o grandalhão, com um sorriso no rosto e parcialmente recuperado, batesse as mãos no chão em desistência. Ele sabia que a luta havia sido épica, e estava satisfeito com seu final, e sem forças para pelejar mais do que já havia. Takamoto, por outro lado, sabia que tudo seria mais simples com uma lâmina real, mas agradecia por não precisar usar seu estilo de luta característico do homem mais forte do mundo.


Todos

Os dois vencedores de seus duelos reagiam de maneira diferente. Enquanto o homem de negócios revisitava os momentos da luta e se hidratava, procurando aprender mais com o combate, Nakamura caçoava de seu oponente e festejava sua vitória, mesmo reconhecendo sua resistência. De fato, aquele marinheiro havia subestimado o ex yakuza, e o vencedor do combate provara o motivo de isso ser um grande erro.

Saindo de seu ringue e ajeitando seu cabelo bagunçado, ele passava pelos outros lutadores, prestando atenção em Agnis, que tomava uma surra, mas logo se recuperava do golpe devastador. Ele pensava em ajudá-la, mas seus olhos se divergiam para uma pessoa que o deixara irritado: o jovem de cabelos ruivos, causador daquela cena no carregamento das caixas. Sem hesitar sequer um segundo, ele ia atrás do rapaz, lhe dando uma voadora logo após o fim da luta do espadachim. Seu corpo era arremessado ao chão, sem possuir chances de uma recuperação pela fadiga e surpresa.

Nesse momento, revirando os olhos, o homem que anotava os aspectos das lutas se levantava em tédio, como se odiasse o próprio trabalho, e anunciava em alto e bom som para todos, ignorando a briga que começava entre dois dos participantes.

Sigh... Todos que ganharam, podem ir para o local onde receberão seus uniformes e armamentos que escolherem. Boa sorte na jornada de vocês e... não morram. — dizia, assumindo que as pessoas soubessem onde era tal localidade. Sua voz era morta, e seus passos eram rápidos enquanto ele saía do lugar. A equipe médica chegava logo em seguida para acudir os feridos, e olhos curiosos estavam na espreita, analisando os novos soldados da maior organização do mundo.


Histórico:
Takamoto:
N° de posts: 09
Ganhos: -
Perdas: -
Ferimentos: -
Blum:
N° de posts: 09
Ganhos: -
Perdas: -
Ferimentos: -
Agnis:
N° de posts: 09
Ganhos: -
Perdas:
50.000 (post 01 - X ratão do restaurante de segunda)
Ferimentos: -
Joseph:
N° de posts: 09
Ganhos: -
Perdas: -
Ferimentos: -

Legenda / Npc's:
Figurantes
Marines
Erina loli - Aparência

Considerações:

Kylo pulado (não superou os próprios limites)

Caso tenham uma sugestão, feedback ou algo para pedir, sabem onde me encontrar, boa aventura!

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Marines&Agiotas, não são o mesmo? - Página 6 9uIPM5X


"Assume the position to get down on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
Marines&Agiotas, não são o mesmo? - Página 6 Jpu3OmR