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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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Marines&Agiotas, não são o mesmo?

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qui Maio 13, 2021 1:10 am
Relembrando a primeira mensagem :

Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Takamoto Lisandro e Joseph Proudguard. A qual não possui narrador definido.

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

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Koji
Avaliador
Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qui Jul 08, 2021 2:14 pm


Marines & agiotas, não são o mesmo? - 08
16:01 / Shells Town



Blum

A luta que Blum tão esperava começava, e seu desenrolar jamais combinaria com o esperado por ele. Seus golpes foram, de maneira sucedida, utilizados para que seu inimigo se sobressaísse no combate que determinaria a honra do instrutor, assim como a de Nakamura, o ex-yakuza que agora, a pedido de seu aniki, tentava mudar de vida. Na fase final de sua jornada para algo novo, a barreira se mostrava grande, e com toda sua experiência, ele tentaria sobrepujar a represália.  

O soco poderoso e cheio de júbilo viajava em alta velocidade até o corpo de Blum, que sabia da necessidade de não ficar parado em uma situação daquelas. O seu próprio movimento determinaria o rumo das coisas, portanto, se tratava de algo delicado. Por mais que ele não parecesse sério, no interior, tudo aquilo estava sendo cuidadosamente pensado, e assim sucedia os eventos. Ele não desistia, vendo um raio de esperança brilhar, e se lembrando de quem ele era, e quem ele foi. No meio de tudo isso, o homem juntava forças, e esbravejava um de seus cômicos ataques: o Omelete Infernal. Impulsionando seus dois braços no chão, e jogando suas pernas no inimigo em uma tentativa de chute, ele acabava por acertar a parte fraca de todo homem: seu saco.  

A dor sentida pelo instrutor arrogante, que cantava vitória antes mesmo de nocautear seu oponente, era imensurável, podendo ser sentida por vários homens em um raio próximo. Seu equilíbrio, cuidadosamente construído em meio ao ataque, era reduzido a cinzas, e seu corpo desistia da postura, indo ao chão, diretamente para onde Nakamura estava. Os punhos ainda fechados do homem, mesmo que não intencionalmente, viajavam novamente em direção ao corpo do aspirante a marinheiro, que não ficava parado diante a pequena ameaça e rolava seu corpo para o lado, evitando assim complicações. Ele não perdia tempo, e imediatamente recuperava sua postura, assim como seu adversário, que pouco a pouco transformava a dor em mais raiva canalizada.  

Nesse momento, Nakamura sabia que deveria acabar com aquilo de uma vez por todas, e para tal, utilizaria uma das suas incontáveis cartas na manga. Juntando sua energia vital e local ao redor de seus braços dançantes, o homem assimilava corpo, natureza e espírito em um só. O instrutor instintivamente podia sentir que aquilo era perigoso, e pela primeira vez, se mostrava atento, seus instintos o mandando fugir. Apesar de tudo, ele não o fazia, observando os movimentos misteriosos do garoto, até que em um passo final, tudo chegava ao fim.    

Nada... era o que resumia toda aquela preparação tola. De um lado, um rosto repleto de dúvidas, e de outro, uma face que ardia em raiva por inventar um golpe que não funcionava. A teoria era extremamente bem praticada, porém, o fruto das fantasias de Blumayden não se transformava em realidade, e com ela, se ia a chance de vitória. Ele ardia de raiva pelo fracasso, mas não baqueava. Ambos recuperavam suas composturas antes de novamente irem ao embate que determinaria tudo. Os homens diminuíam a distância entre eles mesmos em uma corrida, e ao momento correto, Blum dava início a ofensiva, restando apenas defesa para o oponente.

Seu gancho voador seria efetivo, se não fosse o sentido aguçado do instrutor, que pegava seus planos - ou o que ele pensava ser o plano - e defletia os punhos e antebraços de seu adversário. Sua outra mão se preparava para um poderoso jab direto, mas este nunca vinha. Os joelhos flexionados do ex-yakuza vinham ao encontro do abdômen do marinheiro, que cambaleava para trás, mas em um ímpeto de velocidade e destreza, agarrava ambos os membros de Nakamura. Seu olhar nesse momento novamente cantava vitória, mas mal sabia ele que seu oponente estava esperto quanto a essas fintas.  

Assim que o agarrão se sucedia, Nakamura inclinava o próprio corpo para trás, e em um único movimento, avançava para frente como um foguete em alta velocidade. Sua testa encontrava em cheio o nariz do instrutor, que fraturava e se quebrava com o forte impacto sofrido. Ele caía no chão, e sua pegada nos membros do homem de penteado estranho lentamente se enfraquecia, até que se soltava totalmente, configurando sua derrota por nocaute, desacordado, sangrando pelas cavidades nasais, e com a sua honra perdida.  

Takamoto


O homem mais forte do mundo enfrentava mais um adversário formidável, dentre tantos outros que conhecera. Ele admirava a resiliência e força que o homem esbanjava, consciente de sua presa, mas não estupidamente confiante. O sentimento de ambos se colidia junto de seus corpos físicos, e ambos se realizavam, estando em um combate entre homens, dignos de respeito e de toda força que se pudesse utilizar. O primeiro embate entre os dois mostrava técnica e força aliados, formando uma dupla poderosa no campo de batalha, e mortal para o garoto de cabelos ruivos.  

Apesar do começo certamente com o pé esquerdo, o jovem não desapegava de suas esperanças e forças, pois ele sabia que seu adversário lutava contra o homem mais forte do mundo, e qual é a arma mais forte do homem, se não, a confiança moderada? Diante desses fatos martelando na sua cabeça, a análise crítica começava. O jovem sabia que lutar de frente contra aquele touro era suicídio, porém, por conta de sua queda desajeitada, não havia outro jeito. Ele estufava seu peito e encarava o homem que rapidamente diminuía a distância entre eles, preparando uma finta que poderia lhe garantir uma vantagem farta.  

Quando o momento chegava, Takamoto não hesitava em finalmente desferir seu ataque. Com a canhota, ele ascendia com a espada maciça de madeira, que ia diretamente ao encontro do maxilar do homem. Com o choque, sua cabeça virava levemente de ângulo, e todo o seu equilíbrio ia embora, desacelerando sua investida. O rapaz ficava atordoado por poucos segundos, mas esses eram o suficiente para Lisandro tirar total proveito. Não completando o movimento, ele jogava sua arma da canhota para a destra, com a "lâmina" virada para baixo, como se empunhasse uma adaga. Com esse posicionamento, mais um feroz ataque surgia.

Novamente em um golpe ascendente, ele mirava no queixo de Simon, que tentava lutar contra, mas não conseguia pelo seu estado. A pequena espada de madeira, embora leve e sem corte, se mostrava dura e rígida, não inútil em um combate, ao, de novo, atordoar o Golias de Takamoto. Seu grande e robusto corpo cambaleava, agora possuindo sérios hematomas na região de sua face. Não demorava muito para o homem recuperar sua postura, e colocar um majestoso sorriso de aproveitamento no rosto. Quer ele vença ou perca, o homem estaria satisfeito pela luta incrível que se desenrolava até agora.  

Nesse momento, ele chacoalhava a cabeça um pouco, e assumiu uma posição de combate mais retraída, livre de furos para serem aproveitados. Seus braços cobriam seu tórax e estava livre para uma defesa no pescoço e cabeça, enquanto suas pernas se fincavam ao chão em uma disposição que o fazia duro como pedra, configurando uma base quase perfeita. Esse tempo de adaptação era o suficiente para Lisandro fazer o mesmo, e talvez até mesmo pensar sobre seus próximos passos, pois uma coisa era certa: Simon havia considerado os futuros casos de combate.  

Joseph


A possível primeira batalha de sua vida ia como esperado, talvez. Ele acabava por subestimar aquilo que lhe faltava: experiência. Com ela, todos possuem uma força considerável, e sem ela, muitos se afundam no campo de batalha. Joseph parecia ser vítima desse conceito, porém, ele não se deixava abalar. A última coisa que o homem faria seria desistir, não por si mesmo, mas pelo sangue do seu sangue, sua filha, e pela promessa que havia feito para sua esposa. Tudo dependia disso, e não era agora, nesse estágio curto da jornada, que ele falharia sem dar tudo de si.

Com seu braço livre, o homem tentava de tudo para acertar os pontos fracos do lutador, somados a tentativas de rolar pelo campo de batalha, para assim diminuir a força da imobilização. No final das contas, os acertos na costela do homem, dados anteriormente naquele momento que beirava o desespero, surtiam mais efeito do que o contorcionismo. Pouco a pouco, a força ia se esvaindo dos músculos acostumados, mas não profundamente treinados, do taekwondoca. Proudgard aproveitava da situação para virar o jogo ao seu favor. Com a garra mais solta, ele tentava utilizar de toda sua força para levantar, recrutando seus músculos mais importantes no processo. Cada um deles gritava de dor pela atividade intensa e inesperada, mas agiam da mesma maneira.

O adversário, conforme o aspirante à marinheiro se levantava lentamente, não largava de seu apego, tentado utilizar o peso do próprio corpo para causa algum efeito ao seu favor. Nesse momento, Joseph caía de joelhos, mas não demorava para se levantar novamente e lutar pela vitória. Seu corpo, após um tempo de agonia, ficava ereto no campo de batalha, segurando o peso de dois indivíduos. Isso não duraria por muito tempo, pois, logo após a atividade que exauria sua estamina, ele jogava o artista marcial no chão, junto de seu peso. O choque com as costas para o chão o fazia perder o fôlego rapidamente, além da dor que sentia com o choque. Da sua boca saíam grunhidos, mas não gritos, pois para ele, isso significaria a derrota.    

O ex homem de negócios não perdia a oportunidade que criara para si mesmo, e mesmo cansado, se jogava para cima de seu oponente na tentativa de causar mais dano. Este, porém, se mostrava atento e rolava pelo ringue antes de ser atingido, tentando ainda recuperar o fôlego. Seus movimentos ágeis rapidamente o faziam subir de novo em sua posição ereta, e isso alertava os instintos de Joseph, que prontamente se colocava na sua posição inicial. Ele sabia que aquela funcionaria bem contra seu oponente, mas dessa vez, o homem não seguraria os chutes, mas os repeliria.  

Estando então ambos de pé, o segundo round daquele combate se iniciava, e com ele, todas as esperanças que o homem carregava nas costas. O artista marcial iniciava as ofensivas com um chute alto giratório, que como planejado por Joseph, era repelido pelas duas mãos. O rapaz, já em condições não muito boas, perdia seu equilíbrio fino, deixando diversas aberturas para o adversário, que impiedosamente fazia uso deles magistralmente. Se aproximando de seu alvo, Proudgard desferia dois socos, um cruzado que acertava o maxilar do jovem lutador, o atordoando profundamente, e outro que acertava em sua garganta, inibindo parcialmente sua respiração. Ambas as mãos do lutador acompanhavam para proteger o ponto vital que acabara de ser acertado, mas o atacante não parava por aí, e nesse momento de fragilidade, aproveitava para desferir um gancho contra o abdômen do rapaz, acertando a boca do estômago, tirando forçadamente o ar dos pulmões daquele lutador.  

O alvo de toda essa barragem de golpes caía no chão, atônito pela súbita virada dos acontecimentos, e batia com a palma de sua mão no ringue em um sinal de desistência. Seu orgulho estava destruído, mas ele preservava seu corpo, o qual tinha como templo da vida. A luta havia acabado, e o vencedor: Joseph. O homem mal poderia ficar em pé em comemoração, pois com o fim do embate, a adrenalina esvaía do corpo, inibindo a dor e o cansaço extremo, seguido pela fadiga muscular proporcionada pelo movimento arriscado no meio do combate.  

Agnis


Troca de personalidade:

Quantidade de posts:
 

Agnis iniciava a luta que mais parecia um jogo de gato e rato, até seu oponente perder a paciência com o decorrer daquilo tudo. Na primeira oportunidade de muitas que ele via, o homem desferia uma poderosa voadora que arremessava a mulher ao chão, e seguia para a mesma, mesmo naquela posição. Seu pavio era curto, e ele já havia se esgotado, principalmente para as brincadeiras bestas da adversária que não levava aquilo à sério. Esbanjando uma face medonha, característica de raiva ou ódio, ele apenas observava enquanto ela, para não ter o ego abalado, fingia que descansava em um sono. Seus olhos estavam abertos, já que isso o inimigo não podia checar, e contrário à algumas crenças, ela estava esperta com o decorrer de tudo aquilo.

O cego, porém, não ficava preso em rodeios, e logo desferia um pisão mirado na barriga de Agnis. Este ataque poderoso poderia significar um outro rumo para a batalha, se a mulher não rolasse no último segundo para o lado. Seguido de sua esquiva que a levava diretamente para as costas do rapaz, ela prontamente se punha de pé, e fazendo isso, caía direitinho nas mãos do inimigo, que gostaria que tudo aquilo acabasse rapidamente. Assim que se levantava, os sentidos aguçados do oponente deduravam a posição da moça, e sabendo dessa informação, o homem não demorava para realizar um ataque surpresa e poderoso.  

Virando seu tronco em toda sua extensão possível, ele esticava seu braço e seus pesados punhos, que com a energia garantida pelo quadril e seu movimento, acertava em cheio a cara de Agnis. Seu maxilar virava e voltava com a ação natural do corpo, e seus sentidos, por um momento, pareciam inconfiáveis, enquanto ela ficava envolta por vertigem decorrente do atordoamento. O cego não terminava seu serviço aí. Vendo que a oponente se mostrava acobertada por uma poderosa tontura, ele se virava, e agora, inclinava seu tronco para trás e o impulsionava para frente, junto com seus punhos novamente. Esse golpe direto visava o rosto da mulher, que estava desprotegido.  

O acerto em cheio se mostrava eficaz, e pegava no nariz da mulher. A cabeça ia violentamente para trás, enquanto o corpo caía quase que em câmera lenta após a poderosa investida. Sangue proveniente do soco cirúrgico voava e era espalhado pelo campo de batalha, manchando com a cor rubra e familiar para todos ali - menos para o causador de tal estrago. Com um baque, o corpo de Agnis acertava o chão, ainda acordado, tentando se recuperar daquele choque. Seu inimigo se aproximava lentamente, pronto para novamente não deixar a oponente desdenhosa realizar seus planos.    

Apesar de tudo, ela parecia ter mais uma chance, pois seu corpo não desistia. Os próximos acontecimentos dependeriam exclusivamente dela, e sabendo disso, o próprio atacante proferia algumas palavras.  

— Se você não for capaz de reconhecer seus oponentes, então você não é capaz de vencer qualquer batalha. — ele liberava sua frustração de anteriormente através das palavras duras e curtas, não demorando para novamente se colocar em posição de combate, à espera de sua adversária.


Histórico:

Legenda / Npc's:

Considerações:

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Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Seg Jul 19, 2021 3:53 pm

K O


Minha primeira luta. Apesar de dominar a arte dos negócios empresariais, nenhuma troca profissional de ações podia ser mais calorosa e estressante como uma luta de verdade.

Parecia tudo perdido para mim, naquela situação desgastante. Imobilizado pelo artista marcial, tentava desesperadamente me soltar com diversas ideia que me viam a cabeça num momento desesperador. Golpes com meu braço livre acumulavam o desgaste necessário para o processo. Um movimento de queda era minha meta naquele momento, já que era algo simples e que haviam altas chances de sucesso. Com todas as forças, erguia ambos os nossos corpos a uma altura razoável e caia ao chão novamente. Podia sentir um ardor agonizante, quase incapacitante, mas ainda havia força em mim para continuar naquela luta.

Soltos em fim, nós nos pusemos em pé para continuar nossa luta dinâmica. O lutador experiente se colocava na mesma postura, e eu aderia a minha anterior como resposta a dele. Usando a mesma logica da estratégia anterior, sabia que determinados movimentos abriam espaços para punições, e que eu deveria aproveita-las, já que cria-las com minha experiencia atual era praticamente impossível. O taekwondoca realizava um chute alto giratório que era repelido pelas minhas mãos sem nenhum problema. O problema desse estilo com pernas era que ele utiliza os mesmos membros para funções diferentes, colapsando quando ambas funções são emergentes. Atacar e desviar exigem atenção, controle e força a todo o momento para se executar com maestria, e o que houve, foi uma tragédia total. Seu golpe não conectava, e sua mobilidade era comprometida, essa era a hora, a hora de acabar com aquele teste.

Desferia um soco que acertava seu maxilar e o fazia perder mais do equilíbrio que lutava para manter. Um outro soco que acertava sua garganta, cortando acesso ao oxigênio e, basicamente, estressando qualquer pensamento que havia na mente dele. E por fim, um gancho na barriga. O golpe era critico, acertava em cheio seu estomago e aquilo parecia a ultima gota. No chão, o lutador desistia, com leves tapinhas ao solo.

Ao fim, eu era o vencedor, e aquele sentimento de cumprir com a tarefa preenchia o meu coração com energia... Mas infelizmente levava embora meus outros hormônios que seguraram as pontas até o momento. A dor vinha como o frio subia a espinha num dia nevado, rápido e eficaz, ela me paralisava quase que completo. Juntaria o que me restava para ir me arrastando para fora da arena. Passaria alguns minutos tentando me recuperar e administrar todas as sensações que me ocorriam no momento. Apreciaria as lutas dos outros aspirantes, e, neste meio tempo, procuraria por alguma fonte de água para me reabastecer e ajudar na recuperação. Tudo o que me restava fazer era esperar e melhorar, e também, absorver tudo o que aquela luta havia para me ensinar.


histórico:

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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Seg Jul 19, 2021 10:10 pm

I - Aventura
Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Cagando o pau!

- BUSHIIIIBABABABABABAAAA! GANHEEEEEIIIIIII, VEEELHOOOTEEEE! - Gargalharia, espalhando toda essa minha felicidade. Odeio admitir, mas aquele miserável até que era resistente, que pena ele não estava preparado para minha marretada. Enfim, nunca subestime um Yakuza seu maldito, falei que iria levar o troco e com juros. - Ptsu! - Cuspiria no chão. - Não sabia que a marinha tinha um bocado de mariquinhas que não se garante na porrada! BUUSHIBABABABABA! - Esse era meu momento de glória e devia passar na cara desses comédias quem era que mandava no pedaço, enquanto ainda estava bem na fita.

Após isto, olharia para a luta dos outros marmanjos que estavam realizando o exame. - Bora ver o nível dessa, galera. - Percebia que a menina que havia falado comigo anteriormente estava levando um sacode. - Será que ela precisa de uma ajudinha do pedaço de mal caminho aqui? - Daria uma ajeitada no meu cabelo, pois provavelmente estaria desarrumado por conta dessa batalha frenética.

E por acaso meus olhos se deparavam por um rosto possivelmente reconhecível. - HÃÃÃÃANNN…? - Era inconfundível, podia avistar um dos miseráveis que fez eu esperar no sol infernal da tarde. Ahhh, infeliz pensou que eu iria esquecer? Nada disso, estava hora de colocar as contas em dia. Estralando o pescoço e esticando as pernas, estaria pronto para minha vingança. Sem não dar a minha para nada, sairia correndo em disparada contra o homem de cabelo longo avermelhado. - TOMA ESSSA!!! - Saltaria e faria uma voadora na direção daquele otário.

Histórico:

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Eae, qual foi?

#cc99ff - Pensamento
#ffffff - Fala

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Estagiário
Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Ter Jul 20, 2021 1:32 am

É ISSO! QUE SE FODA, AGNIS! QUE SE FODA PLANOS, QUE SE FODA TUDO! EU VOU SÒ MATAR ESSE FILHO DE UMA PUTA! - Calma ai garota… Cê tá perdendo a cabeça atoa. - Não! EU VOU SÓ VOAR NO PESCOÇO DELE! - Tá legal, ser a louca desarranjada é meu trabalho, por isso abaixa a bola um pouco ai e deixa eu tomar conta. - Agora eu to no comando! - Mas que merda, Agnis!  - Você tentou, agora é minha vez. Eu tenho um plano! - Não Agnis. - Sim Agnis! Você não lembra do discurso que tu deu pra anãzinha minutos atrás? Esse cara não passa de uma pedra em nosso caminho. Quando chegar lá na frente, tudo isso aqui vai ser apenas uma memória distante. - Mas você não se atreva ! Manchar a nossa imagem por conta de um merda desses é inaceitável! - Relaxa, Agnis. Vou tentar ir direto ao ponto, pra isso não se tornar insuportável de assistir.

Bem bem, aproveitando meu momento, eu me levantaria, limparia meu nariz, e mesmo que ele não pudesse ver, daria um sorrisinho de canto de boca, pra mostrar pra esse bosta quem manda. - Awww… Eu já sabia que você é delicado desse jeito, não precisava disso. - Eu diria, seguindo a deixa da Agnis de deixar ele mais puto. O que nos falta agora e ele entrar na área efetiva de nosso super poderoso ataque. Se ele seguisse vindo pra cima de nós, eu, assim como a outra Agnis, começaria a correr. Só que a partir do momento que ele iniciasse seu ataque, eu encheria os meus pulmões de ar e prenderia a respiração. Você deve estar se perguntando o que cacete eu to fazendo, e se esse for o caso, lhe informo que estou utilizando é um truque que desenvolvi nos meus treinamentos. Ao prender a respiração, você consegue um impulso extra antes de perder o fôlego. Bom, com isso em prática, eu contra atacaria, não focando em acerta-lo, mas sim em criar uma brecha. Se essa brecha fosse encontrada, eu pisaria em seu pé para que ele não pudesse correr, e liberaria todo o ar dos pulmões em um poderoso grito ao pé de seus ouvidos. Em seguida, eu o atingiria com uma joelhada nas suas bolas, e pra terminar, eu lhe atingiria com um murro, usando toda minhas forças, pra afundar aquela cabeçorra no chão.

Havia uma chance dele simplesmente se negar a correr até mim, então faríamos o seguinte: Eu abriria os meus braços e os ergueria sobre minha cabeça, me inclinando um pouco com minhas pernas bem abertas e espaçadas. Uma posição de combate incomum, eu sei, mas a ideia é justamente confundir o nosso oponente, pois eu me aproximaria, pouco a pouco nessa posição, observando bem o nosso amigo cegueta, até que ele estivesse no alcance para o meu ataque supremo. Assim que ele tivesse perto o bastante, eu juntaria todas as forças do meu ser e executaria uma brutal, destruidora, arrasadora! Palma! Não seria tão efetiva quanto o grito, mas ela serviria muito bem como uma boa distração. Enfim, se desse certo, eu prenderia a respiração novamente, como indicado anteriormente, e correria pra cima dele aproveitando a brecha. Dessa vez, eu agarraria bem sua cabeça e daria um berro com tudo em seu ouvido, para provavelmente destruir um de seus tímpanos. Logo depois, eu o atingiria com uma joelhada no rosto, outra no saco para não perder o costume, e como antes, finalizaria com um grande murro na cabeçona dele pra afundar a cara desse maldito no chão.

Não é o plano de ação com mais classe, mas se der certo ,vai valer a pena.
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Ter Jul 20, 2021 6:32 pm

Marines&Agiotas, não são o mesmo?
 

“Pessoas são mais fortes do que você pensa, não se pode subestimar a engenhosidade dos seres humanos, ampliando suas capacidades ao máximo, se tornando superior em todos os seus sentidos. Somente assim, você pode alcançar o título de o homem mais forte do mundo.” Recordo brevemente algumas palavras de meu professor, estou diante de um oponente empenhado em ganhar o duelo, como o homem mais forte do mundo, devo ser o maior desafio que o lutador teve em sua vida, os golpes trocados não foram suficiente para incapacitá-lo, se fosse uma espada de verdade, ele já estaria no chão a muito tempo, porém deve haver vezes que marinheiros precisam acabar com seus inimigos sem tirar suas vidas.

Simon ainda estava pé querendo mostrar ao mundo para o que veio, ele tinha provado para mim, ele era um grande lutador, não um dos melhores, mas certamente tinha garra. - Devo acabar com isto? - Indaguei formando uma base alta com a espada, elevei a lâmina de madeira ao lado de minha cabeça, observei os próximos passos de Simon, sua cara me dizia que tramava bem seus próximos movimentos. Ignorar este fato, só ditaria minha derrota, se tivesse que finalizar a luta seria o colocando em um impasse capaz de admitir que perdeu.

Faria com que minha espada apontasse para seu pescoço, não o atingiria, a ameaça por ela mesma seria a chave da vitória. Ficaria parado esperando o confronto, sua aproximação seria bem mais cautelosa devido ao meu primeiro ataque, ficaria ligado aos seus passos para não cair em suas fintas, afinal de contas, tudo seria decidido em um único movimento. Seria rápido, quando se aproximasse, não dispararia um golpe falso, apenas mudaria a base rapidamente colocando a espada em minha cintura, como em um samurai de Wano, seria um rápido saque em direção a garganta de Simon, simplesmente o mais rápido ganharia.

Mesmo sendo o homem mais forte do mundo, sei muito bem que não era o mais veloz, reconhecer suas qualidades e defeitos era o que me fazia ser o que sou, colocaria toda minha energia restante maximizando minhas chances. - Acabou! - Ganhando ou vencendo, sabia que não tinha utilizado o real potencial de minhas habilidades, agradeceria pela oportunidade de não recorrer ao estilo de combate do homem mais forte do mundo


Controle
Nº de Posts: 9
Ganhos: x
Perdas: x

Relacionamentos: x

Extras: x




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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qui Jul 22, 2021 4:51 pm


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16:21 / Shells Town



Agnis

A luta de Agnis até o momento havia sido intensa, e especialmente dolorosa. O mestre dos sentidos e excelente lutador havia levado ela ao chão, porém, a lutadora não desistia. Agora com a personalidade trocada e regras reestabelecidas, nada impediria a mulher de finalmente conseguir lutar da maneira que desejava, e era assim que ela continuava o embate. Levantando-se do chão e limpando o nariz ensanguentado, ela liberava um sorriso de canto de rosto para não perder a chance de mostrar quem mandava naquele ringue, e antes de mais nada, começava a correr do cego que ia atrás dela após sua fala provocativa.

Sem paciência para aquele jogo de gato e rato, ele desleixadamente perseguia sua presa, caindo exatamente em seu plano para finalizar aquele combate duradouro. Prendendo sua respiração, a moça atacava o homem, criando brechas em sua defesa impecável. Ele não conseguia ouvir a respiração da oponente, e isso o deixava confuso, o suficiente para Agnis lhe dar um belo golpe no pé que desestabiliza seu corpo completamente. Para completar, um grito que vinha das profundezas de sua alma saía de sua boca, liberando todo o ar que guardara até agora.

Para alguém com audição aguçada, aquilo passava de uma tortura, então o homem gritava de dor e agonia enquanto segurava seus ouvidos. Sua mão logo ficava ensanguentada, mas a oponente não ligava, e impiedosamente o acertava nos órgãos genitais. Mais um grunhido era ouvido, antes de Agnis o acertar em sua cabeça, levando-no ao chão, desacordado de uma vez por todas. Diagnóstico? Não suportara a dor e o orgulho sendo quebrados.

Taka

Takamoto Lisandro, o homem mais forte do mundo, sabia que não deveria subestimar qualquer inimigo. Com essa frase e conhecimento em mente, se preparava para enfrentar Simon uma última vez, dando tudo de si nesse próximo embate. Olhando nos olhos de seu adversário, ele percebia sua dedicação e foco, e retribuiria essas ações de maneira igual. Ajustando a posição de sua espada e a sua base, o homem estava pronto assim que apontava a sua "lâmina" de madeira para o pescoço do homem.

Sem rodeios, então, o grandalhão partia para cima do oponente, cansado, mas certo de que a batalha fora esplêndida. Ele sabia que em um único golpe poderia acabar com aquilo, e quem o fizesse mais rápido, seria o vencedor. Lisandro possuía a mesma noção, e assim que o homem estava na posição favorável, desferia um golpe devastador contra seu ponto vital. O soco poderoso de Simon quase o acertava, mas ele caía no chão, mole, logo após o momento que parecia durar uma eternidade. Sua mão agarrava o local do golpe freneticamente, em uma luta para respirar.

Não demorava muito para que o grandalhão, com um sorriso no rosto e parcialmente recuperado, batesse as mãos no chão em desistência. Ele sabia que a luta havia sido épica, e estava satisfeito com seu final, e sem forças para pelejar mais do que já havia. Takamoto, por outro lado, sabia que tudo seria mais simples com uma lâmina real, mas agradecia por não precisar usar seu estilo de luta característico do homem mais forte do mundo.


Todos

Os dois vencedores de seus duelos reagiam de maneira diferente. Enquanto o homem de negócios revisitava os momentos da luta e se hidratava, procurando aprender mais com o combate, Nakamura caçoava de seu oponente e festejava sua vitória, mesmo reconhecendo sua resistência. De fato, aquele marinheiro havia subestimado o ex yakuza, e o vencedor do combate provara o motivo de isso ser um grande erro.

Saindo de seu ringue e ajeitando seu cabelo bagunçado, ele passava pelos outros lutadores, prestando atenção em Agnis, que tomava uma surra, mas logo se recuperava do golpe devastador. Ele pensava em ajudá-la, mas seus olhos se divergiam para uma pessoa que o deixara irritado: o jovem de cabelos ruivos, causador daquela cena no carregamento das caixas. Sem hesitar sequer um segundo, ele ia atrás do rapaz, lhe dando uma voadora logo após o fim da luta do espadachim. Seu corpo era arremessado ao chão, sem possuir chances de uma recuperação pela fadiga e surpresa.

Nesse momento, revirando os olhos, o homem que anotava os aspectos das lutas se levantava em tédio, como se odiasse o próprio trabalho, e anunciava em alto e bom som para todos, ignorando a briga que começava entre dois dos participantes.

Sigh... Todos que ganharam, podem ir para o local onde receberão seus uniformes e armamentos que escolherem. Boa sorte na jornada de vocês e... não morram. — dizia, assumindo que as pessoas soubessem onde era tal localidade. Sua voz era morta, e seus passos eram rápidos enquanto ele saía do lugar. A equipe médica chegava logo em seguida para acudir os feridos, e olhos curiosos estavam na espreita, analisando os novos soldados da maior organização do mundo.


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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Ter Ago 03, 2021 5:00 pm

Marines&Agiotas, não são o mesmo?
 

Não é através de uma simples vitória que me torna o homem mais forte do mundo, porém com ela poderia mostrar a todos a verdade em minhas ações já que elas valem mais que mil palavras. – Bom combate. – Olhei nos olhos afiados de Simon, estirei minha mão em sua direção, não havia motivos para ficar triste ou envergonhado, tinha acabado de enfrentar o homem mais forte do mundo. Não havia honra maior, buscaria mostrar um sorriso de solidariedade, um homem tão formidável para encarar de frente tamanho desafio que eu sou seria aceito nessa organização conhecida como marinha.

Pelo menos era isto que faria antes de ser atingido por um louco, sentia os dois pés atingindo o que suspeito ser onde fica meu baço. – Argh! – Era jogado no chão em consequência ao impacto, aqueles segundos de descuido me fizeram abaixar a guarda e acabar por não notar a aproximação do sujeito, meu agressor não era nada mais nada menos que o topetudo de outrora, seus olhos eram iguais de uma besta selvagem. Direcionava minha canhota no hematoma e a outra buscando minha espada, porém tinha gastado energia demais no combate e nos testes, a estamina era exaurida conforme minha respiração ficava pesada, olhei para o sujeito e apontei o dedo virando meu corpo e ficando de frente com ele.

Você.. Eu.. vou.. te quebrar.. – Foi o que lembro de dizer antes de apagar, só consegui ouvir alguns vozes e uma era dizendo que teria de ir pegar meu uniforme, bom.. Ficaria para depois que fosse para a ala médica, por hora iria curtir um merecido cochilo afinal. – O homem mais forte do mundo não é de aço..


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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qua Ago 04, 2021 8:12 pm

I - Aventura
Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Destino aguardado

- A Justiça é tarda, mas vem, cupade! - Em um simples gesto de cruzar o braço e com a outra mão segurar em meu antebraço, demonstraria as forças dos dois irmãos… Não conhece os dois irmãos? Deixa para uma próxima vezada então, uma dica: eles são primos dos irmãos bolinhas…

O grande sentimento de realização permeava em meu ser, havia dado a lição em dois idiotas e finalmente chegava a hora do prato principal.  - Está na hora de cumprir minha promessa, aniki! - Morderia os lábios para segurar o suor dos olhos. Andando com vigor seguiria as instruções daquele parlema metido a marinheiro.

Após todos acontecimentos, somente agora que sentia-me renascido, enfim, surgia o momento que iria me tornar uma fênix de verdade. - Siimbooraa!!! - Com o sorriso estampado, aceitaria o que estava por vim.

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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qua Ago 04, 2021 9:38 pm

Os panos branco e azul!


Um pequeno tempo de descanso acompanhado de uma breve analise de minha luta era o que eu tinha para fazer no momento. Alguns lutadores já haviam terminado suas batalhas, e outros ainda sofriam para se manter nela “ Então é assim que é uma luta de verdade” Pensava enquanto me hidratava e mantinha meus olhos nos combatentes “ Meu plano de ataque foi mais efetivo do que eu achei... Mas minha defesa parecia simples demais. Ele conseguiu achar uma brecha nela e atacou novamente de uma forma que eu não esperava...”.

O restante dos lutadores passava no combate e uma cena estranhava tomava conta do lugar. O cabeludo efetuava um golpe no garoto ruivo que havia nos atrasado um pouco para o almoço  - MAS O QUE VOCÊ TÁ FAZENDO?! – Gritei preocupado com o que aquele ato poderia desencadear. Um companheiro atacando o outro dessa forma era preocupante e poderiam perder suas vagas conquistadas depois disso tudo. O avaliador se esticava ao sair do banco que estava e anunciava com um tom desanimador e mórbido os nossos próximos passos – Pegar o uniforme? – Falei confuso quanto aquela resposta à aquele estimulo violento do topetudo “Esse cara não viu que o maluco deu uma voadora no menino?” Ainda indignado, fiquei em silencio apenas para ver se realmente ele iria ignorar aquilo e continuar com aquela ordem... É, parecia que era isso mesmo.

A equipe médica chegava ao local e antes que eu pudesse perguntar ao responsável onde encontraria a sala para retirar o equipamento, ele saia apressado sem dizer mais nada. Naturalmente algum médico ou enfermeiro viria me checar para certificar que estava tudo bem. Diria a tal pessoa os locais aonde doía e algum outro sintoma que fosse preocupante, além da clara fadiga muscular. Aproveitaria para perguntar assim que terminasse o exame onde era o tal local para retirar o uniforme e os equipamentos “ Ele com certeza estava falando de outra sala não? Já que as armas e equipamentos dessa são apenas para os treinamentos e provas como essa... eu acho”.

Tentaria me recompor o mais rápido possível, e, com um pouco de preocupação, iria checar o estado do ruivo que recebeu o golpe covarde do esquisito. Me aproximaria e veria se ele estava bem, e logo após seguiria com as coisas que tinha a fazer. Procuraria pelo tal local para retirar o uniforme e os equipamentos, perguntando a todos os marinheiros que via até achar a resposta que precisava – Onde eu encontro a sala para retirar o uniforme e o equipamento que aquele senhor havia dito? – Isso claro, se já não houvesse recebido a resposta da equipe médica.

No caminho, continuaria a pensar sobre a luta e como a escolha do meu equipamento poderia tapar os buracos que eu ainda tinha no ringue “ Novamente, meu problema não é o ataque, já que em todos os momentos que eu decidi tomar vantagem eu tive sucesso, e com uma estratégia reacionária parecia muito fraca e instável. Preciso trabalhar melhor na minha defesa, mas ainda mantendo o bom uso da minha ofensiva...” Coçava a cabeça para logo arrumar os fios bagunçados “ Acredito que um escudo no repertório possa ajudar na questão da defesa, e auxiliar nas vezes que precisar lutar defensiva e reativamente. Fora que seria apenas uma peça focada especialmente para a defesa, e não haveria necessidade de usar roupas ou armaduras mais pesadas que possam prejudicar a minha movimentação ou mesmo minha força e estamina...” Sorria, pois aquele pensamento parecia ter uma linha lógica que me agradava “ Mas assim, terei que treinar muito no manuseio do escudo, para que ele não atrapalhe na minha ofensiva também... Bom, não é como se eu já não tivesse que treinar toda hora na marinha né?”.

Achando o local para a retirada dos itens necessários para a continuidade do processo de admissão a marinha, iria de encontra a quem fosse responsável pela logística e distribuição, e diria as informações que precisava para prosseguir – Olá, eu sou Joseph e passei no exame de combate. Me foi dito que precisava vir aqui e pegar as peças de uniforme e os equipamentos que precisaria para cumprir minha função – Daria uma pausa para ouvir as instruções, caso houvessem. Diria à pessoa as informações necessárias sobre minhas vestimentas, como por exemplo meus tamanhos. E por fim, não deixaria de acrescentar – Eu também preciso de um escudo. Um que eu consiga segurar com uma mão e que seja fácil de fazer modificação para mais fácil transporta-lo.

Com tudo em ordem, faltava saber para onde ir a seguir. Perguntaria a mesma pessoa que me atendia no momento – Sabe para onde eu deveria ir agora? – Perguntaria, e, caso obtivesse a resposta certeira, já executaria minha marca para o tal local. Caso não soubesse, apenas esperaria por alguns minutos ali mesmo com os outros novatos, ouvindo a conversa alheia e caçando informações sobre tal assunto.



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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qui Ago 05, 2021 2:18 am

Finalmente, a batalha ficou interessante! Diferente de ti, Agnis. Mamãe não me criou para ser um saco de pancadas! - Ah, cala a boca! - Ele se descuidou e eu acertei com um belo combo, deixando bem claro que sim, a sujeira compensa e você deveria ter usado essa estratégia desde o inicio. - É Agnis, e manchar nossa imagem ainda mais. Agora todos pensam que eu sou uma glutona desenfreada e uma pessoa sem moral. Você tá acabando com a nossa reputação assim como você possivelmente acabou com nosso estômago com aquele sanduíche de mais cedo. - Bla bla bla! Cê tá falando mais que o tiozão aqui! A prova mais concreta de que a sujeira compensa está na sua frente. Talvez você devesse rever seus conceitos. Bom, bom! Felizmente, antes que eu pedisse, ela ficou em silêncio, e agora eu finalmente poderia voltar pra minha treta.

Espera… O que aquele cara tá falando? o tiozão também não tá levantando. Que merda é essa!? A luta já acabou? Eu só dei um soco nele! - Ei tiozão! Levanta! Me fala que tu não se cagou todo com um murro só, por favor! - Não pode ser. Era alguma piada, né? Eu nem consegui me divertir direito. AAAHH, MAS QUE BOSTA!-Esquece isso! Não podemos perder tempo! Temos que subir nos ranks e começar nossos esquemas. - Que saco! Eu passo esse tempo todo fazendo o que você diz, e quando chega a hora de brincar, acaba tudo desse jeito. - Nós teremos outras oportunidades, garota! Supera! - Bah! Tá legal! Espero que esteja certa.

Bom, podemos fazer isso, mas tenho outras coisas em mente.- Tipo? - Olha! Primeiro, nós iriamos até a enfermaria! Pra tratar seja lá que merda tu arranjou naquela luta. Aproveitando o local, nós tirariamos outra soneca. - OUTRA?! - Sim, outra. Dessa vez pra ajudar a curar o nosso corpicho. - Hmm, sensato. Prossiga. - Dai a gente finalmente levantaria, perguntaria para alguém onde é a sala do armamento, pegaria o uniforme, um par de soqueiras e botas e partiríamos, é claro. - Veja se tem algum outro tipo de tralha disponível. É sempre bom estar munido de pelo menos uma corda, álcool e todo esse tipo de coisa.. AH! E aproveita pra pegar algemas, nunca se sabe. - Tá, tá. Nós faríamos tudo isso, que chato.

Se encontrássemos alguém do grupo do exame admissional, eu logo me aproximaria para seguir com o nosso plano de criar laços para ter ainda mais apoio em nosso esquema de corrupção. - E aiiiiiiiiiiiiiiiiiii! - Eu acenaria freneticamente.

Se já não tivessem deixado claro, eu viraria para seja lá quem tivesse me atendido e questionaria sobre o que caralhas deveria fazer agora.
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qui Ago 19, 2021 4:05 pm


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Takamoto

Cansado por conta de seu combate, o recruta havia sido encaminhado para a ala de da enfermaria. Dois marines o carregavam a contra gosto, mas ainda sim tentaram não piorar o estado do garoto que parecia um misto de cansaço e dores dos golpes que havia recebido outrora.

Branca como a neve, a ala médica era repleta de macas, porém todas sem ocupantes. Uma garota ruiva de traços finos limpava e cuidava dos ferimentos da batalha do garoto de forma calma e precisa. Não demorou muito para que o garoto acordasse e notasse a limpeza do local. Calada a garota se manteve até estar totalmente certa de que o recruta estava bem.

-- Que bom que acordou. Espero que se sinta um pouco melhor depois do descanso.  – O corpo do garoto estava coberto com um pano, suas roupas ainda estavam um pouco surradas devido ao desafio, mas nada que precisasse ser trocada naquele momento. --  Cada ano esses testes parecem mais brutais... Pelo menos ninguém morreu esse ano... – Seus olhos alaranjados pareciam buscar alguma resposta positiva vinda do garoto.

Agnis, Joseph e Blum

Diferente do restante do local, a área dos uniformes e equipamentos da marinha era tremendamente organizado. As vestes ficavam separadas por tamanhos em embalagens plásticas completamente limpas e passadas, poder-se-ia dizer até que eram  novas. Os armamentos por sua vez ficavam em uma espécie de armário sendo vigiado por dois marines armados nas laterais da sala e uma terceira que tinha em mãos o nome e documentos para cada qual pegar apenas o que precisava naquele lugar. De cabelos negros e traços mais sérios, a mulher olhou para o trio estendendo a prancheta e colocando frente aos mesmos seus devidos uniformes.

-- Assinem aqui e aqui por favor. –Apontou onde cada um deveria assinar, mas logo seus olhos se voltaram para Joseph quando o mesmo indicou a preferência por escudo. Com a face em um misto de dúvida e uma careta que tentava disfarçar a risada, a mulher apontou para os dois marines e os mesmos logo buscaram um escudo pequeno de metal. Não era afiado ou parecia resistente o suficiente naquele momento, mas era o que poderiam oferecer a um recruta.

-- Pelos documentos vocês serão enviados para a senhorita Almira. Ela dará os próximos passos para sua jornada. – Sem qualquer emoção a mulher indicou o vestiário para os recrutas agora devidamente equipados.

Uma grande agitação podia ser ouvida do lado de fora, algo parecia enfurecer um pequeno grupo de pessoas da cidade, suas vozes alteradas podiam ser ouvidas por muitos corredores do local,possível até ser confundido com uma espécie de revolução.

-- Quando vocês vão resolver esses roubos!? – irritadiça a voz parecia ecoar fraca pelos corredores, mas o suficiente para que o grupo ouvisse.



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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Sex Ago 20, 2021 2:52 pm

Marines&Agiotas, não são o mesmo?
 

Recobrando os sentidos de forma veemente, lançando um olhar intenso à primeira pessoa que minhas pupilas captaram no campo de visão, uma moça tão nova quanto eu, suas expressões relataram preocupação. Observei o entorno, várias camas brancas com lençóis da mesma cor além de algumas pessoas transitando de um lado para o outro, não sei se havia mais indivíduos acamados nesta instalação. Por hora, revistei meu corpo com as mãos, leves toques para não elevar meu nível de dor, mas não era nada que o homem mais forte do mundo não conseguisse suportar.

A minha cuidadora tinha fios avermelhados como os meus, sua voz tão doce quanto sua aparência. - Não há nada a temer. Sou Takamoto Lisandro, o homem mais forte do mundo, esses machucados não são nada. - Falaria sorrindo com confiança enquanto levantaria devagar, por mais que soubesse da minha grandeza, tinha que reconhecer os limites do meu corpo, pois afinal é isto que me fez ser o que sou. - A verdade é que ganhei do meu oponente, só fui pego desprevenido, um erro para se consertar. - Buscaria ficar em pé de igualdade com a enfermeira, mostraria meu corpo saudável, recorreria ao fato visual de minha plena saúde, levantaria da cama e se ela tentasse me impedir, direcionaria uma de minhas mãos a ela mimicamente pedindo minha liberdade.

Posso parecer orgulhoso, mas conheço-me por completo. Agradeço sua ajuda, o descanso foi o suficiente para voltar e acabar com o sujeito que me chutou. - Lembrava da face do canalha que havia me acertado, planejaria uma boa lição para ele. - Já vou indo. - Retocaria minhas velhas e surrupiadas vestes, olharia para o horizonte e seguiria caminho.. - Pera, uma dúvida, para onde devo ir? - Indagaria confuso, passando no teste, não sabia onde ficava o próximo passo para derrotar o rei dos piratas. - Pode me ajudar de novo? - Suplicaria com um sorriso.


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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Seg Ago 23, 2021 9:18 pm

Not Enough Shooting Stars
The burning will



Finalmente! Havia se concretizado! Eu era oficialmente uma marinheira! Com bonézinho e tudo! Agora é hora de- Mas que palhaçada é essa! Eu não consigo nem fazer um monólogo. - A gente devia fazer algo quanto a isso. - Uhhh, surrar essas pessoas? - NÃO! NÓS NÃO PODEMOS! Bem… Não agora. Temos que ganhar notoriedade e subir nos ranks. Assim a gente vai estar imune pra fazer o que bem entende. - Ai, que chato, eu vou ir lá surrar essa galera. - Bom, então você vai ter que ficar no banco por mais um tempinho. - Ah?! O que? QUE DROGA, EU AINDA VOU DESCOBRIR COMO VOCÊ FAZ ISSO. - Bom, o que nos resta fazer agora é o óbvio. Eu iria até a recepção para questionar quem estivesse lá atendendo. Era meio absurdo saber que os casos de roubos eram tão alarmantes assim. A relação da marinha com a ilha é tão próxima, e pelo o que eu sei, todo novato fica encarregado de patrulhar a cidade. O governo deve estar negligenciando bastante, por isso, talvez seja bom eu futucar por aí.

Ao chegar na recepção, eu me viraria para o cidadão que ficou encarregado de segurar aquela bucha. - Com licença… Os superiores já disseram algo quanto a isso daqui? - Eu diria se fosse apenas um pobre coitado que enviaram como bode expiatório ou que se dispôs a acabar com aquela crise. Se a resposta fosse não, eu seguiria dizendo. - Então permita-me auxiliá-lo. - E partiria em busca de um superior, alguém com uma patente significativa para tratar do assunto, de preferência o recrutador que aplicou o teste. Se não houvesse ninguém ali para conter a multidão, eu faria o mesmo. Sabia que ele poderia me ajudar, ou até mesmo conhecer alguém que pudesse tratar diretamente daquilo. Ao encontrá-lo, lhe informaria sobre o alvoroço na entrada do QG, e me retiraria, assim que me fosse permitido. Agora, se a pessoa encarregada de conter a bagunça fosse um superior, eu apenas aproveitaria a deixa para me retirar.

Por fim, se estivesse livre, eu partiria em busca desse mesmo superior, se não tivesse o mandado tratar com o povo,  para que ele pudesse, talvez, me ensinar sobre a arte da persuasão. - Sei que você tem que lidar muito bem com pessoas no seu meio, e para me tornar uma marinheira mais eficiente, gostaria que me ensinasse a persuadir os outros. Acredito que teria um bom uso para esse tipo de habilidade e seria mutuamente beneficial. - Se a resposta fosse não, ou se ele não soubesse esse tipo de coisa, eu então retrucaria. - Por acaso conhece alguém aqui dentro que estaria disposto a me ensinar? - E se me fosse indicado, eu seguiria em busca do dito cujo. Saber persuadir é algo vital para minha operação. - Blá blá blá, que tédio.

I ♥ Lollita

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Última edição por gmasterX em Sex Set 10, 2021 1:09 pm, editado 2 vez(es)
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Ter Ago 24, 2021 10:47 pm

I - Aventura
Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Destino aguardado

- Taquipariuu! Demora é essa? Esse bando de engomadinhos tão zombando com minha cara? - Estava bem empolgado e de uma hora para outra enfurecia-me. Esses palermas só ficavam nos testando e mandando a gente esperar, já estou por um triz para estourar, sorte a deles que ainda sobrou um pouco de bom humor, pois havia dado uma lição para aquele tagarela infeliz.

- BUSHIBABABABA! Uniforme? Não me faça rir. O que eu sou? Um marinheiro? BUSHIIBABABababa... Perae... - Finalmente caia a ficha, fiquei tão feliz por cumprir a promessa de entrar aqui. - Puta merda!

Só porque tinha entrado na marinha não iria virar o cachorrinho desses desgraçado. Não curtia esse lance de usar uma farda de idiota como essas, afinal de contas, tinha meu próprio estilo para amedrontar os palhaços que entram no meu caminho. Outra coisa, como já deixei claro anteriormente, só apela para arminha que não se garante no soco, por isso, não iria pegar nenhuma luvinha para não machucar a mão.

Do nada ouvia uns gritos de um bando de gente que não tinha o que fazer. - Tsc! Que pessoalzinho chato, não ver que aqui não é local pra marginal? - Também não podia deixar de notar o assunto no qual eles estavam falando, era bem interessante, tinha um cretino ai fazendo um 157 e merecia uma bela de um lição. Agora que entrei nessa joça, vou aproveitar esse presentinho.

Animadamente seguiria novamente as ordens da mulher para encontrar uma tal de Almiau. O que é isso? Uma mulher meio gato? Enfim, chegando nessa tal mulher, indagaria. - Seguinte, pode deixar comigo que meto a porrada no desgraçado que tá fazendo os roubos.

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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qui Ago 26, 2021 7:34 pm

Soldado se apresentando!


Conseguia chegar ao local que precisava sem problemas. Com um pouco de conversação, retirava meu uniforme com a responsável pelo local, que parecia ter sérias duvidas quanto ao meu pedido pelo escudo. Enfim, era nos mostrado o vestiário para que pudéssemos nos trocar.

Colocaria meu uniforme de marinheiro e tentaria usar a mesma embalagem do uniforme para guardar minha roupa atual. Analisaria o escudo e praticaria a movimentação com ele, em minhas mãos e preso ao braço, para que pudesse ter noção do peso e como ele influenciava os meus sentidos. O escudo era algo que não tinha muita pratica com, e pensei nele como algo que poderia tapar um buraco no meu estado atual em combates, porém podia enxergar algo a mais naquele objeto que poderia me vir a calhar.

Devidamente vestido e preparado, prenderia meu escudo ao meu braço esquerdo e pensaria no que deveria fazer a seguir. Uma gritaria do lado de fora tomava conta sobre o som ambiente, e naturalmente prendia a atenção de qualquer um que ouvisse a balburdia. Uma voz falava sobre roubos que vinham acontecendo e se algum dia iriam resolver isso.

“Roubos?” Pensei intrigado com aquela demanda “ Será que eu deveria ver do que se trata isso?...” Ainda parava para analisar o que aquela situação significava e como ela se resolveria “ Eu sou apenas um novato na marinha, e isso com certeza deverá ser direcionado a alguém com mais poder e mais experiencia nessa questão... Ademais, ainda tenho que me apresentar a minha superior”.

Iria até a senhora responsável pelo armazém de uniformes e perguntaria – Onde posso encontrar a senhorita Almira que havias mencionado? Ela tem alguma sala ou escritório? Ou um barco fácil de identificar? – Pegaria essa informação e procuraria segui-la, independente dos outros novatos ali presentes. Sei que a curiosidade pelo alvoroço lá fora era intrigante, mas aquele problema não era nosso para resolver no momento, ainda tínhamos que fazer parte daquele ambiente para podermos tomar conta dessas adversidades.

Encontrando a minha superior, senhorita Almira, me colocaria sua frente e bateria continência, com os pés juntos , braço esquerdo junto a perna esquerda e a mão direita em minha testa como sinal de saudação e respeito, diria em alto e bom tom a pessoa – Soldado Joseph Proudguard se apresentando! –E esperaria novas ordens.

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