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Preâmbulo do Infinito Seg Mar 07, 2022 2:30 am
Relembrando a primeira mensagem :

Preâmbulo do Infinito

Aqui ocorrerá a aventura dos Civis Arthur Lancaster & Maka Jabami. A qual não possui narrador definido.

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Arthur Lancaster
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Re: Preâmbulo do Infinito Qui Mar 31, 2022 11:55 pm
Preâmbulo do Infinito

O tempo passava mas não parecia de fato passar, estava ansioso para lutar, mas parecia que agora teria a oportunidade, as coisas com o senhor Nakamura  pareciam seguir tranquilamente, até conseguia atenção o suficiente para ele apostar em mim, bom só me restava torcer que mais pessoas apostassem para conseguir lucrar.

- Tudo bem, não tem por que não realizar. - Antes de ir, lhe dava um último sorriso. - Obrigado pela confiança, e não se preocupe seu dinheiro vai render bastante.

Uma vez na sala, olharia só redor tentando ter noção melhor sobre o equipamento do local, e então se encontrasse alguém não perderia mais tempo.

- Vim para fazer o check out antes da luta, você quem irá administrar? ou sabe me dizer quem? - Perguntaria de forma simpática.

Achando alguém assim, seguiria suas instruções e responderia suas perguntas, não havendo motivos para contar mentiras ou negar tais procedimentos médicos.

Após tal consulta, perguntaria com um sorriso em meu rosto. - Já posso lutar?


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Re: Preâmbulo do Infinito Sex Abr 01, 2022 9:10 am


Preâmbulo do Infinito

- Você as vezes é bem sentimental, Leonidas! Mas eu também sou, tenho que admitir, Puffhahaha! - Dizia em resposta ao seu comentário quando saímos do barco. - É... talvez soqueiras sejam excelentes pra você. Assim, caso eu não esteja por perto, você vai ter algo pra se defender! Desde que você seja no mínimo inteligente pra se adaptar a esse novo estilo, já que aparentemente você era um animal, Puffhahaha! - Em tom de brincadeira, a conversa com o leãozinho se estendia até o bar mais próximo.

Já no local, me assustei de início com aquela coelhona bem na minha frente, falando como uma pessoa normal. Só não julguei ou se quer me desesperei com aquilo pelo simples fato de eu sair andando por aí conversando com uma pelúcia como se tudo fosse normal, então apenas aceitei aquela loucura... por hora.

- Obrigado pelo rum! - Me virei para o Leonidas observando com certo desdém toda aquela pompa do pequenino. - Perigoso... PUFFHAHAHAHA! Você não cansa de me fazer rir. Senta aí e fica quieto! - Ajeitaria o banquinho para que ele se sentasse, caso é claro ele conseguisse subir nele, se não, apenas riria da cara da pelúcia provocando-o como sempre.

De prontidão, minha dúvida era sanada pela criatura falante, que por sorte sabia de quem eu estava falando. - Então o Arthur passou por aqui? Que maldito! Indo pra uma briga sem mim? Quando eu encontrar esse safado, eu vou dar uma surra nele! - Estava irritada com meu irmão, como ele resolve caçar briga por aí sem nem me chamar? Imperdoável! IMPERDOÁVEL!

- Você sabe me dizer onde fica esse clube? É muito importante! - Caso a garota soubesse do lugar, ouviria com atenção as suas instruções, tomaria do copo de rum, e deixaria a grana das duas bebidas sobre o balcão, e seguiria para fora do bar puxando Leonidas pelo braço. - Vamos, Léo! A gente precisa encontrar aquele mané! - Continuaria a caminhar enquanto provavelmente arrastava o leão pelo chão do bar segurando pelo seu braço.    


Legendas:

Ponto-Situação do Personagem:


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Re: Preâmbulo do Infinito Sab Abr 02, 2022 2:59 pm


      Narração


Formiga


- Então tá combinado, eu guardo sim. Respondeu a vendedora ao qual havia aberto a ele muitas portas e com isso não tardou até que encontrasse alguém que lhe indicasse o local a pessoa havia apontado para a direção do bar ao qual não  tornou com que sua caminhada fosse longicua ou duradoura.


O local não era muito especial, o chão era de madeira compensada, tal como era o balcão a única coisa muito diferente era uma mesa rotatória ao qual havia um chef que fazia pratos ali ao vivo como uma apresentação a parte para quem sentasse no balcão em que ele fazia isso, nutrindo o corpo e o espirito.

Quem havia atendido Druig havia sido uma Moça de cabelos pretos linda com um único olho a mostra rosado. - Astora? Aquela moça de cabelos roxos ali na mesa afastada, se posso te dar uma recomendação, se for pedir algo, eu iria com comida junto. A garota deu uma piscada com seu único olho.

De onde estava ele já poderia ver a Moça Astora era uma mulher com atributos invejáveis e suas roupas leves e delicadas davam um gosto  da tentação sem consumá-la.


Liebe e Koji


- Não quero mais que o justo senhor agente, não é como trabalhamos em Cactus. - Ela teria dito deixando a entender que espertinhos  em geral eram aqueles que mais encontravam problemas pela região, deixando a passagem livre para que passassem jogando o Diamante para que Liebe apanhasse, coisa que não fora difícil pra ele fazer.

Roxane havia levado a prata em quantia o suficiente para que Liebe fizesse o desejado e junto a Harvey, foi um tempo até que todos reparos e construção terminassem,  Enquanto isso no balcão da frente pareceu haver alguma boa movimentação de entrada e saída de clientes de modo que fora visível os estoques bem mais vazios quando sairam da parte da forja.  - São 500 mil pela prata,  o mesmo pro diamante e 300 mil pelo uso da minha forja, vocês passaram um bom tempo lá. - Apesar de tudo, ela cobrava um preço justo, seus braços estavam cruzados e ela se colocou esperando o pagamento para liberá-los de sair.


Arthur

Quando adentrou pela área indicada, poderia ver que haviam três separações, sendo uma delas com cortinas e equipamentos para cirurgias pesadas, sinalizando que ferimentos dos lutadores mesmo os emergenciais eram tratados ou estabilizados naquele local em que estava agora.

Na sala havia uma linda moça de cabelos negros e com uma mexa branca apenas que combinou com seus olhos que não mais tinham luz os atingindo. -  Sente-se na maca e tire a camisa por favor. A moça pegou um estetoscópio e com a permissão do mesmo teria feito uma bateria de exames não invasivos escrevendo em uma prancheta os dados com exceção do nome do lutador entregando a ele - Você foi classificado como C2, é uma classificação acima do intermediário e a melhor posição que um novato pode começar. Assine aqui e entregue pro responsável, seguindo por esse corredor atrás de mim. Você esta apto para lutar Ela teria dado todas as instruções para que ele pudesse seguir em frente e caso seguisse suas instruções, teria visto um homem que agora estava com o capuz mais baixo do que ele que pegaria a sua prancheta e diria - Se prepare, você entra em cinco minutos. O homem diria apontando a entrada por onde ele passaria para a Arena, já era possível ouvir a energia  que havia no local e caso observasse, teria visto  o mesmo gigante que havia visto antes lutando quando entrou no local sendo carregado por quatro homens em uma maca com alguma urgência, cheio de pequenos furos pelo corpo, sangrando bastante.

Histórico:


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Re: Preâmbulo do Infinito Dom Abr 03, 2022 6:27 am



Em Busca de Astora Espada Viva









 O lugar onde Astora possivelmente estava foi encontrado com facilidade, sendo este construído de maneira bem simples e sem nada muito significativo. Aquele novo corpo continuava estranho, mas aos poucos parecia ir me acostumando a utilizá-lo, mesmo que fosse estranho - Entendi.... sabe o que posso levar? - Indaguei a atendente esperando que ela tivesse alguma dica do que a mulher de corpo volumoso gostava - Talvez ela tenha um prato preferido? - Finalizei minhas questões, esperando pela resposta da mulher. Ela tendo uma comida preferida, pediria sem pensar duas vezes, assim como uma bebida se fosse necessário - Valeu, me deseje sorte! - Por maior estranheza que pudesse ser, eu estava feliz em finalmente estar em um corpo masculino, aquilo me trazia boas recordações.

Sem mais delongas, após a refeição – seja lá qual for ela – estivesse pronta, pegaria e então iria em passos lentos e tranquilos, caminhando em direção a mulher que seria responsável por me ensinar a arte da espada - "Espero que essa mudança não tenha nenhum revés durante o treino, não posso acabar voltando ao corpo ofeminino no meio do nada, preciso ficar atento assim.” - Aquela era uma preocupação válida, esperava que nada daquele tipo acontecesse, mas ainda não sabia  a extensão daquela técnica. Enfim, precisava focar no que estava na minha frente - Oi, me mandaram encontrar você para aprender sobre espada e aquela atendente me recomendou trazer uma comida para você, espero que seja a que você goste e ela não tenha me enganado. - Falei assim que cheguei perto da mulher, entregando a comida/bebida a ela - É possível você me ensinar? - Finalizei esperando uma resposta positiva,  mesmo sabendo que podia tomar um não bem grande.

Meus planos estavam sendo colocados em prática, mesmo que de forma mais lenta do que gostaria, no entanto, isso era algo que não cabia a mim e sim ao destino. Ainda faltava encontrar alguma pista sobre onde conseguir uma PopGreen, certo, eu tinha a “promessa” daquela mulher da loja de botânica, mas ainda carregava suspeitas sobre sua generosidade. De qualquer forma, continuava parado esperando uma resposta, talvez até mesmo puxaria uma cadeira para me sentar, se notasse que não seria ruim para a “negociação”.




DruigTorne-se a lâmina mais resistente de todas.
Arthur Lancaster
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Re: Preâmbulo do Infinito Seg Abr 04, 2022 11:15 am
Preâmbulo do Infinito

A linda moça que havia me atendido era deveras radiante, quem sabe poderia chamá-la para sair mais tarde, além disso um certo alívio me passava a mente pela quantidade de equipamentos, ou seja mesmo que eu perdesse ou me machucasse muito os riscos de sequelas ou até mesmo morte eram diminuídos por tais fatores.

- Nasci pronto! - Respondia o homem de capuz convicto enquanto não tirava os olhos da arena, uma coisa que me chamava atenção era o homem que saia machucado, suas feridas eram impressionantes para uma luta corpo a corpo com as mãos nuas.

Quando chegasse o momento certo, entraria na arena as apresentações não tinham graça ainda, afinal não era conhecido o suficiente para ter alguns torcedores ou algo parecido, mas apesar disso entrava com postura confiante na arena, tirava qualquer roupa que me bloqueasse os movimentos a não ser pelas roupas íntimas, e estava pronto para lutar.

Assim que a luta começasse ficaria sempre atento aos movimentos do meu adversário, afinal não o conhecia ainda muito menos seu estilo de luta, optaria por bloquear investidas contra mim, usando minha força e aceleração para segurar chutes ou socos para tal.

Em casos de estocadas, aproveitaria de minha grande constituição e corpulência para absorver o golpe visto que a luta não permitia armas, e agarraria o mesmo aproveitando novamente qualidades de minha raça nesse momento a longa envergadura a fim de alcançá-lo  o levantaria e seguida o arremeçaria ao chão com toda força, no momento em que ele fosse recuperar a respiração saltaria em cima do mesmo com o cotovelo em seu abdômen a fim de intensificar o estrago, utilizando todo meu peso e força.

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Se o mesmo optasse por me agarrar, me atentaria a me manter firme no chão meu peso e altura provavelmente seria útil nesse momento, e em vez de tentar me soltar agarraria o mesmo com força e me lançaria para o chão de forma de que ele fosse amortecer a queda e receber total impacto.

Quando estivesse a uma certa distância de meu oponente, aceleraria com tudo de mim, e então chutaria seu abdômen e em seguida daria um 360 e completaria com um chute em seu rosto querendo derrubar meu oponente o quanto antes para partir para o próximo.

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Re: Preâmbulo do Infinito Seg Abr 04, 2022 12:37 pm
Por favor, fazer um barquinho de papel me daria mais trabalho do que atualizar um rifle. – Respondeu à Harvey pretensiosamente, estufando o peito preenchido de vaidade. Gar seguia para o interior da loja com o ornitorrinco ao seu lado enquanto conversavam, jogando o diamante para cima como se fosse uma bola. Roxane havia lhe entregado a pedra e permitido que usassem a forja; bastava ao felino se colocar a trabalhar.

Resolveu que começaria consertando as armas de Harvey, julgando que o serviço seria mais simples que o seu próprio, e botou-se a aperfeiçoar as adagas de sangue. Martelava-as quando julgava necessário, adicionando novas camadas de metal onde antes havia fio lascado. Admirou a beleza das peças enquanto as manejava; menores que uma adaga tradicional, detinham lâminas inteiramente rubras, que davam ao exemplar certa notoriedade.

Em seguida, focou-se no rifle, e a partir dele Garfield entendeu o tipo de emprego afeiçoado por Harvey. Tratava-se de uma arma altamente capacitada para assassinato silencioso, o que parecia combinar perfeitamente com as características igualmente taciturnas do par de adagas. Gar deduziu que o mink haveria de estar envolvido com o submundo, possivelmente ligado ao distrito dos coveiros, mas não sentiu qualquer apreensão imediata como inferência disso. Pelo contrário, o felino havia enxergado ironicamente no outro uma aura enredada de bondade, tal fato que parecia lhe bastar.

‘Tá na mão, meu chapa. – Disse ao finalizar a manutenção, entregando as armas ao seu dono de direito. – Dê uma olhada e me diga o que achou. Se não estiverem bacanas o suficiente, o que eu duvido, a gente pode fazer mais uns ajustes. – Adicionou, incluindo uma piscadela amigável ao final da frase. Não se atreveu a alongar o assunto, no entanto, já que ainda havia muito trabalho a se fazer.

Desenrolou o chicote de sua cintura e o colocou sobre a mesa, ponderando sobre como o aproveitaria para dar vida ao seu novo projeto. Diante de si havia o protótipo feito por Estela, a mulher que o ensinara a ser ferreiro, e embora Garfield o adorasse, ele sentia que a arma ainda lhe parecia incompleta.

Resolveu remover todos os brilhantes que nele já havia, bijuterias baratas facilmente descartáveis, e os usou como moldes para fragmentar o diamante em pedaços similares. Substituiu o filamento do interior por um mais novo, construído pelo próprio mink, e despejou sobre ele pequenas cargas de eletricidade para testar a sua condutividade. Em seguida, modelou cuidadosamente a prata em demasiados aros, conectando-os uns aos outros a fim de lhes dar boa maleabilidade, e cravejou a pedra preciosa ao longo de toda a sua extensão.

A versão repaginada da Lemniskos Argyron... – Pensou em voz alta, admirando o próprio trabalho. Desejava há muito atribuir as novas características que pensara ao chicote, por isso sentia-se verdadeiramente satisfeito pelo trabalho que havia feito. Mais que isso, estava orgulhoso de si mesmo. – Seu segundo nome será Médousa, a Fita Prateada.  

Voltar-se-ia finalmente para Roxane tão logo retornassem à loja principal, local que parecia ligeiramente diferente do que encontraram muito mais cedo. Grande parte dos itens expostos pareciam ter sido repassados a novos proprietários, o que deixou Garfield alerta. Os habitantes de Cactus pareciam ser estranhamente independentes no que tange a própria segurança, o que poderia sugerir que a ilha era regida pela Lei de Talião – o dito olho por olho, dente por dente.  

O dinheiro pelos materiais do meu chicote. – Diria ao entregar a quantia pedida para a Roxane, encarando-a com seus orbes amigáveis de aquamarine. Esperaria que ela finalizasse a contagem, caso assim o fizesse, e prosseguiria: – Meu companheiro pagará pelo uso da forja. É o que ele me deve por melhorar seus brinquedinhos. – Encararia Harvey com um sorriso, indicando que aquele seria todo o pagamento necessário pelo serviço.

Obrigado pelo atendimento, senhorita. Foi um prazer conhecê-la. – Falaria ao término das transações, procurando deixar a loja. Alçando as ruas de Cactus uma vez mais, ele suspiraria profundamente antes de proferir: – Acho que devo retornar para o meu superior. Já deixei o meu posto há um tempão. Anima em vir junto?

「 C O N S I D E R A Ç Õ E S 」
interação com roxane & harvey.

「 H I S T Ó R I C O 」
post: 08.
nome: garfield wampus.
aparência atual aqui.
capital: ฿ 13.225.000.

ganhos:
  1. n/a.

perdas:
  1. n/a.

ferimentos:
  1. n/a.

「 O B J E T I V O S 」
realizar 1 missão;
treinar qualidade precisão temporal;
adquirir proficiência disfarce;
confeccionar uma fantasia;
encontrar o bando.
PREÂMBULO DO INFINITO: O SILÊNCIO QUE ANTECEDE O CONCÍLIO
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Re: Preâmbulo do Infinito Seg Abr 04, 2022 6:35 pm






Capítulo 2
Preâmbulo do Infinito



A entrada na loja, a discussão e enfim o acordo eram sucedidos pela incansável demora da forja de Gar. Muitos levariam isso para um sentindo pejorativo, mas o contrário é mais predominante: seu talento e habilidades eram incomparáveis, fazendo com que um mero espectador se deleitasse com o bater do martelo na lâmina, e então o processo nada simples de restaurar um rifle. Talvez, após todo esse processo, ele ligasse os pontos e realmente entendesse quem eu era; eu esperava isso e talvez até esperasse por sua discrição, afinal, tinha mostrado para ele um lado totalmente diferente do que se espera de um assassino - o meu verdadeiro eu.

De qualquer forma, já na recepção e com todos os meus pertences em seus devidos lugares, pagaria os 300 mil pedido por Wampus como forma de pagamento ao mesmo. Sua piscadela simpática dizia tudo que sua boca não falava, e eu retribuía com um simples aceno de cabeça, afinal, era o justo. Entregando o dinheiro para a mulher, ficaria um pouco mais que meu colega na loja - ainda queria perguntar as questões anteriores para Roxane. — Vá na frente, Gar. Preciso checar umas coisas por aqui, rapidinho. — falaria, checando um pouco os produtos do lugar e vendo que estavam quase acabados. "Será que algo vai acontecer em breve para que a população se arme desse jeito?"

O pensamento passava pela minha cabeça e durava até que o mink saísse para as ruas de Cactus, quando nesse momento virava para a atendente para indaga-la. — Roxane, tenho visto que é uma ocorrência comum donos de lojas ou até mesmo trabalhadores estarem conectados com o submundo, de alguma forma. — pausava para que deixasse ela imaginar minhas próximas palavras, não demorando muito até voltar com as mesmas. — Gostaria de obter algumas informações suas, se possível, quanto à porta de entrada desse lugar, especialmente o distrito dos coveiros e o mercado negro. — falaria jeitosamente, usando de minha lábia para retirar dali a melhor resposta possível.

Sendo positiva a resposta, imaginava que ela tentasse negociar um preço para tais informações. Do meu bolso, retirava 100 mil berries como forma de incentivo para a moça. Caso desse certo, ouviria atentamente suas respostas. Na ocorrência negativa, no entanto, apenas a cumprimentaria e iria de encontro a Gar, do lado de fora da loja. — Adeus, Roxane, tenha um ótimo dia! — finalizaria aquele capítulo de minha aventura em Cactus, aparentemente já iniciando outro. Me atentaria nesse momento ao período do dia - gostaria de saber quanto tempo havíamos ficado dentro daquela forja quente; especialmente para mim com meus pelos.

Caso estivesse suado, enxugaria meus pelos com uma expressão de nojo e tentaria alisa-los para os manter devidamente apresentáveis. — Obrigado pelas armas, Gar, estão incríveis. — diria de forma genuína, antes de responder sua nova proposta. — Claro, eu te sigo. — finalizaria de forma breve, um tanto confuso quanto a razão de minha presença ao seu lado durante seu retorno ao posto. Eu não era um agente, afinal de contas. "Será que ele quer me levar à justiça?" por mais improvável que fosse, o pensamento ainda vagava minha mente, me deixando um pouco ansioso. Tentaria respirar um pouco e sentir a brisa; não queria que as coisas saíssem do controle novamente. Por ora, apenas veria o que aquela empreitada teria a me mostrar.


Histórico:

Legenda:

Considerações:

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"Assume the position to get back on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
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Re: Preâmbulo do Infinito Seg Abr 04, 2022 11:18 pm


      Narração

Formiga



- Eu te recomendaria um bom guisado, não tem erro. A atendente fez um joinha e quando Druig aceitou sua sugestão ela logo avisou para que o cozinheiro preparasse, se passou um tempo até que a comida estivesse pronta mas, quando ficou ele pode levá-la até a mesa de Astora, o custo seria de 20 mil berries  ao qual o olhou de uma maneira que inicialmente poderia parecer intimidadora pela sua seriedade mas… Logo ela teria dito em um tom bem alto.

- ESSE É O MEU PREFERIDO! VOCÊ ACERTOU NA SORTE FOI? Ela logo puxou o prato logo assumindo que era pra ela mesmo antes da explicação, onde ela teria dito - Faz sentido, faz sentidwo ela falou com a boca meio cheia, aparentemente sua cara neutra de mal humor era fome, ela então  terminou de comer respirou fundo e então comentou  - Você tem uma espada? Eu posso te ensinar sim. - Ela logo teria levantado apontando em direção a porta - Você tem alguma experiência? - Ela teria já indo lá na direção da porta enquanto dizia - Você vem?

Caso Druig a seguisse ela seguiria para um lugar mais afastado do movimento da cidade onde houvesse uma planicie, ainda que ele não tivesse uma espada ela teria lhe jogado embainhada uma das suas, pronta para ensiná-lo.


Arthur

- SENHORAS E SENHORES  HOJE NÓS TEMOS MAIS UMA LUTA DE NOVATOS! DE UM LADOOOO… ARTHUR! COM O PORTE GRANDE NÓS TEMOS MAIS UM DESCENDENTE DOS GIGANTES! O HOMEM QUE AINDA NÃO TEM  NENHUMA FAMA MAS ESTA PRESTES A PISAR NO SOLO SAGRADO PROCURANDO PELA GLÓRIA!- Uma voz anunciou de modo que  permitiu que o rapaz pudesse andar até o centro da arena, onde poderia ver que  lá, só havia uma  moça pequena e magra, provavelmente a juiza bonita no entanto seu oponente ainda não estava lá  e a luta não parecia que começaria naquele momento pois haviam as apostas.

- VAMOS LÁ, AS APOSTAS A CEGA VALEM O DOBRO! Teria incentivado o narrador enquanto era possível ver que na plateia passavam pessoas recolhendo o dinheiro para apostas  até que então só então o seu oponente seria revelado.

APOSTAS NO GRANDÃO ENCERRADAS AGORA VAMOS AO SEU INIMIGO, O CAÇADOR CONHECIDO COMO O PUNHO VELOZ,  COM APENAS 1,40 DE ALTURA! MESTRE NO ESTILO PRÓPRIO CONHECIDO COMO JET-PUNCH-DO!  SHINPOU NAGAZAWA! E quando o nome era anunciado era possível ver que um grupo de três ou quatro pessoas levantava  e ovacionava, provavelmente amigos do lutador e então um grande público rpetiu em efeito manada o fazendo parecer muito popular.

O Rapaz mal parecia ter  onze anos sua aparência era muito infantil e havia algo bem peculiar sobre o pequenino que ele perceberia  no momento em que ele fosse estender a mão para cumprimentá-lo, era uma protese e não uma mão normal.  - Certo rapazes, se cumprimentem e se distanciem, 10 passos, lembrem sem armas. - Era o que a juiza havia dito afastando-se e até mesmo o narrador tornou-se silencioso, a luta começaria quando ambos  dessem seus 10 passos de distância um do outro.

Lieji


Tudo teria ocorrido bem, até que uma pergunta peculiar teria sido motivo da situação antes tranquila tornar-se ligeiramente mais tensa, quando a vendedora tomou enfim um tom mais sério quando o mink a abordou sobre aquele assunto - Rapaz, se eu soubesse como encontrar tanto dinheiro fácil caminhando de um lado pro outro, eu não estaria com minha loja aberta, viveria de informações para caçadores… No entanto, certamente você deve achar alguém louco o suficiente pra revelar pra você em uma cidade de caçadores… Mas é a sorte de um em um milhão… Pois a pessoa arrisca o pescoço… Duplamente É o que a garota teria dito, com um olhar sério ao mink, até mesmo no momento puxando uma faca e a colocando sobre o balcão.

O motivo? Mesmo com toda a tensão que havia entre ela e Gar, ela não havia se sentido ameaçada até aquele momento, mas com a saída tranquila do ornitorrinco, aquela preocupação dela se provou fútil. Era possível no entanto para Gar do lado de fora ouvir a conversa… Inteirinha na verdade, já que não estava tão longe e sua audição o permitia ser o melhor bisbilhoteiro dos  mares, as consequências? Bem, em muito entreteriam aqueles que estivessem a observar.
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Re: Preâmbulo do Infinito Ter Abr 05, 2022 1:11 am



Em Busca de Astora Espada Viva









 Aceitei a recomendação sem pensar duas vezes, afinal, não tinha a mínima noção do gosto de Astora e precisava dela para me instruir na arte da espada. Agradeci com um sorriso largo no rosto, a personalidade daquela faceta ainda estava sendo criada, tendo a necessidade de ser algo totalmente oposto a Formika, o que complicava ainda mais a situação. De qualquer modo, o custo baixo do alimento confortou meu bolso, tinha planos para todo aquele montante de dinheiro e gastar não estava nos meus planos, aliás, isso na verdade pode ser considerado um investimento. A mulher a primeira vista parecia ser bem intimidadora, mas tudo mudou quando lançou a primeira frase para fora da sua boca, mostrando ser bem receptiva por conta da comida - ”A atendente salvou meu dia.” - Pensei ao ver a mulher falando enquanto comia - Infelizmente não, devia ter comprado uma não é? - Gargalhei em seguida coçando a parte de trás da cabeça, um tanto quanto sem jeito.

Estar livre no corpo masculino era algo interessante e um sentimento completamente único, era como se finalmente eu tivesse dado um passo em busca do meu retorno à minha vida antiga, digo, da minha vingança! Por mais tempo que tivesse passado no corpo feminino, tinham coisas que não havia me acostumado até hoje, no entanto, não posso abandonar a Formika, a Fran precisa de mim e o Gar também... além do Sora, três pessoas que precisam dessa figura. De qualquer forma, acompanhava a mulher em passos acelerados para não perdê-la de vista, pelo jeito finalmente poderia aprender algo que há muito tempo me interessava, mas que me foi tirada a oportunidade. O lugar até onde fui levado era afastado e com pouco movimento, o que dava ao lugar uma cara ótima para um aprendizado, já que iria conseguir ficar completamente focado no treino - Obrigado! - Falei pegando a espada com a mão dominante, me lembrando que negligenciei os treinos nesses últimos tempos, algo que claramente atrapalharia o meu futuro.

Aprendizado do EdC: Espadachim

Ao pegar a espada pude sentir o peso da mesma em minhas mãos, vendo que era bem diferente do que lutar usando manoplas, já que aquela arma parecia se tratar de uma extensão do meu próprio corpo - Espada é uma arma que você deve colocar todo seu coração em seu uso, para que o manejo seja correto, é necessário que você aprenda a usá-la como a extensão do seu próprio corpo e não apenas como um pedaço de metal. - Falou Astora desembainhando a espada que carregava - Movimentos fluidos são necessários, mas também não devemos esquecer de usar a força de todo corpo em outros movimentos, encontrar esse equilíbrio pode ser algo complicado no primeiro momento, mas é algo que você eventualmente irá adquirir. Tente realizar alguns movimentos mais básicos, cortes laterais, verticais, diagonais e por fim algumas estocadas. - Finalizou a mulher mostrando cada movimento que deveria ser realizado.

Sem demorar comecei a realizar cortes verticais, descendo a espada de cima para baixo. No primeiro momento pude sentir meu corpo sem equilíbrio, era como se o peso da espada atrapalhasse meu eixo, algo realmente estranho. Firmei um pouco mais a base enquanto continuei realizando os movimentos, tentando manter a concentração e também a postura, o que ficava difícil dependendo da intensidade que colocava em minhas ações. Usar o corpo como um só em uma luta sem armas era algo comum para mim, mas depositar a força no movimento de forma que passasse para a espada, era algo definitivamente complicado - Você deve firmar sua base no momento da ação, não pode deixar seu corpo fraquejar, isso irá quebrar todo o ritmo e também a energia que você depositar. - A dica da mulher era ouvida com atenção e logo colocada em prática.

Permaneci realizando tentativas enquanto alterava os movimentos, realizando cortes diagonais e também horizontais, sendo este último ligeiramente mais fácil de ser feito, algo que me trouxe uma certa confiança para continuar. As estocadas pareciam ser o passo mais complicado, afinal, tinha que literalmente depositar toda energia do meu corpo naquele movimento reto, era como se eu precisasse focar toda energia na ponta da espada. Os erros eram muitos, assim como as tentativas que vinham logo após, não estava ali para brincar ou fraquejar, precisava permanecer firme em minhas tentativas e fazer meu corpo se acostumar com aquele novo item. Independente do tempo eu continuaria, tentativa atrás de tentativa.

Fim do Aprendizado


Aquilo era mais fácil que treinar os Rokushikis, mesmo que fosse bem cansativo repetir todos aqueles movimentos sabe lá quantas vezes - A espada é uma arma fascinante, parece que a cada vez que eu me movo, meu corpo pede por mais. - Será que eu tinha alguma aptidão para coisa ou todos os novatos na arte são assim? - Posso te perguntar uma coisa? Por que você é conhecida como espada viva? Na verdade, como ganhou esse título? - Era algo interessante a se saber, seria isso algo da própria Ilha? Será que Astora era uma caçadora renomada? Talvez pudesse conseguir mais coisas do que esperava com ela.




DruigTorne-se a lâmina mais resistente de todas.
Liebe
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Re: Preâmbulo do Infinito Ter Abr 05, 2022 9:44 am
As orelhas felpudas se voltaram para trás, atentas à conversa que se desenrolava no interior da loja de armas. Do lado de fora, Garfield mantinha a expressão inalterada enquanto se dava ao trabalho de processar as informações as quais acabara de ter acesso. Possivelmente sem que se desse conta, Harvey havia acabado de confirmar as suspeitas de um felino curioso, que não há muito tempo havia deduzido a capacidade do ornitorrinco de fazer do assassinato seu ofício. Aquela situação poderia ser constrangedora, quiçá mesmo problemática, o rapaz ponderou; um agente do Governo andando por aí com um matador de aluguel.

Ele abriu um sorriso para o mais baixo quando ele atravessou o portal do estabelecimento, assumindo a mesma postura amigável que detivera até então; suas habilidades teatrais davam a ele domínio completo sobre seus trejeitos e suas emoções, e desde muito cedo Gar desenvolveu a capacidade inata de ocultar sua intenção. Era-lhe prático dissimular uma personalidade que não lhe era verdadeira, assim como não encontrava dificuldade em camuflar seus receios com uma alegria delirante.

É claro que estão incríveis. Fico feliz por ter reconhecido. Obrigado. – Falou afetadamente, permitindo que o tom de sua voz flutuasse entre o gracejo e a presunção. Começou a caminhar em direção ao porto com Harvey ao seu lado, fitando o horizonte, a sombra de um sorriso no semblante, e refletiu sobre o que deveria fazer a seguir, ponderando sobre a sensatez de levar o estranho a um barco cheio de agentes. – Meu chefe é um cara maneiro, mas meio tarado e um tanto preguiçoso, se quer saber. Acho que você vai gostar dele, sabe? – Comentou, preenchendo o silêncio com mais uma de suas conversas casuais.

Não obstante, Garfield estava verdadeiramente intrigado. Sabia, agora, que Harvey se envolvia com atividades ilícitas e que detinha algum grau de interesse no Distrito dos Coveiros; certamente, ceifava a vida de muita gente em troca de um adequado pagamento. Gar não podia julgá-lo; ele não era nenhum santo e igualmente detinha um apreço exagerado por dinheiro. Outrossim, os agentes do Governo Mundial não eram exatamente reconhecidos como cavaleiros da justiça e da liberdade, o que, normalmente, não parecia incomodá-los. Pelo contrário, tratava-se de uma ambição comum, a grande parte dos agentes, a vontade de ascender aos escalões mais altos da organização, postos que trabalhavam diretamente com a sombra e a subversão.

Garfield não era, necessariamente, uma dessas pessoas. Em verdade, havia se alistado única e exclusivamente no intuito de encontrar sua irmã perdida, mas é notório que, ao longo dos anos, descobrira certos privilégios que o fazia gozar em demasia de sua posição como agente. Para trombadinhas como ele, que cresceram na pobreza e na marginalização, deter algum poder era ridiculamente recompensador. Ainda assim, ele não cobiçava o topo, mas o alcançaria independentemente disso, caso julgasse necessário para os seus demais objetivos.

Não havia, portanto, como o gato julgar Harvey a partir de uma régua moral. O rapaz escorregava, por contra própria, entre os conceitos de certo e errado o tempo todo, razão que o impedia de ser juiz de qualquer um, coisa que ele sabia. Não obstante, estava curioso para testar o ornitorrinco, cuja confiança em si próprio parecia ser alta o suficiente para que ele se julgasse apto a ingressar no Submundo como um membro ou, numa suposição ainda mais surreal, a assassinar algum associado dos coveiros. O felino sentia a súbita vontade de desvendar as nuances de Harvey, de descobrir do que ele era feito.

Por isso ele não pensou duas vezes ao virar um chute contra o colega, subindo a perna mais próxima a ele num longo arco em direção ao céu. Seu intuito não era machucá-lo verdadeiramente, mas sim aproveitar do elemento surpresa para arremessa-lo a alguns metros de distância. Caso não o acertasse, Garfield se afastaria do mink verde aos saltos, assumindo uma posição confortável para que usasse sua arma predileta; no entanto, caso o primeiro chute fosse efetivo, manter-se-ia no mesmo lugar, fitando o seu alvo com interesse. Em ambos os casos, desenrolaria o chicote da cintura, preparando-se para usá-lo.

–  Eu realmente fui com a sua cara, sabe? Mas o Destino resolveu nos pregar uma peça hoje. Você, que demonstra tanto interesse pelo Distrito dos Coveiros, esbarrou logo com um agente da Ciphe Pol. É meu dever prendê-lo, sabe disso, não é? – Proferiria suavemente, fingindo convicção nas próprias palavras ao manter um sorriso nos lábios. Precisava que Harvey acreditasse na veracidade do gesto intimidante, ou ele jamais daria o seu máximo como protagonista daquele enredo. – Tome cuidado com os civis, por favor. E tente não destruir nada durante o nosso tango.

Garfield então se colocaria em movimento, manejando Médousa com a mão direita em direção à Harvey. Não estaria tentando acertá-lo necessariamente, razão que o faria mirar no espaço mais próximo do ornitorrinco, obrigando o chicote a estalar ao pé do seu ouvido, caso o baixinho não se afastasse. Repetiria a ação uma, duas ou três vezes mais, procurando manter-se numa distância adequada de sua contraparte.

Gar sabia que Harvey era usuário de adagas curtas e de armas de longo alcance, mas duvidava que fosse capaz de montar o seu rifle naquelas circunstâncias. Por isso Gar se focaria, principalmente, em impedir uma aproximação do ornitorrinco ou que ele, de alguma forma, conseguisse uma oportunidade para atirar. Não obstante, Garfield estava preparado para desviar adequadamente de qualquer investida, caso fosse imprescindível, aliando cambalhotas a backflips elaborados, na tentativa de evitar lâminas e balas ao se afastar rapidamente de suas trajetórias.

Não me decepcione, Harvey! – Provocaria.  

「 C O N S I D E R A Ç Õ E S 」
tentativa de pvp com harvey.
Médousa
Preâmbulo do Infinito - Página 6 BueWZ8O

Nome: Lemniskos Argyron: Médousa [Fita Prateada: Medusa].
Descrição: Chicote de 6m entrelaçado a partir da prata, cuja estética cravejada de diamantes fora pensada para remeter à pele escamada de uma serpente [img 2]. Os materiais escolhidos promovem à arma um alto grau de condutividade elétrica, permitindo ao usuário descarregar eletricidade à distancia oriunda do Mink Ryu; para isso, um pequeno filamento introduzido no cerne do açoite armazena a energia gerada pelo EdC, que pode ser distribuída ao longo do cabo ou disparada em uma pequena rajada elétrica através de uma saída – visível ao comando do usuário – localizada na extremidade do punho. É importante frisar que os diamantes utilizados não fornecem durabilidade extra ao chicote, que segue as diretrizes de resistência estipuladas pelo sistema de armamento.  
Tipo da Arma: Acuidade.
Qualidade: Formidável.
Durabilidade: Alta.
Ocupação: 01 U.
Dano: + 360 Força [40 base + 60 artesão + 20 física = 120 · nv].
Estado: Nova.

「 H I S T Ó R I C O 」
post: 09.
nome: garfield wampus.
aparência atual aqui.
capital: ฿ 12.225.000.

ganhos:
  1. arma médousa » post 08.

perdas:
  1. ฿ 1.000.000 para criação de projeto » post 08.

ferimentos:
  1. n/a.

「 O B J E T I V O S 」
realizar 1 missão;
treinar qualidade precisão temporal;
adquirir proficiência disfarce;
confeccionar uma fantasia;
encontrar o bando.
PREÂMBULO DO INFINITO: O SILÊNCIO QUE ANTECEDE O CONCÍLIO
cactus
Arthur Lancaster
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Re: Preâmbulo do Infinito Ter Abr 05, 2022 12:52 pm
Preâmbulo do Infinito

Meu adversário era realmente intrigante, simplesmente uma criança, aquilo me lembrava de quando mais novo havia ido para lugares como esse ficar mais forte, onde conhecera a donzela Mika, as noites eram exaustivos luta após luta mas as manhãs e tardes eram maravilhosas com a presença da linda sirena, nada era tão bom como ouvir sua linda voz.

A Juíza indicava que o combate se iniciaria, então seguia suas instruções sobre os dez passos, e então focaria na prótese do garoto, aquilo não poderia ser considerado como arma? Mas independente disso, se eu quebrasse tal equipamento talvez seu estilo de luta fosse prejudicado.

Estando a uma certa distância de meu oponente, aceleraria com tudo de mim, e então daria um curto salto levando minha perna direita a frente para realizar um chute seu abdômen e em seguida daria um 360 e completaria com outro chute em seu rosto. Mas por seu tamanho, esperava cobrir boa parte de seu corpo com tais golpes.

Preâmbulo do Infinito - Página 6 52893e2504d5f0754c3e44c086cdc352

Avançaria em sua direção com minha mão direita para trás fintando um soco vindo desse punho, mas apesar disso no momento em que ele reagisse por perceber minha intenção, abriria minhas duas mãos e focaria em agarrá-lo de forma que pudesse bloquear seus movimentos, e em seguida torceria seu braço mecânico procurando onde fosse o encaixe para quebrar de forma que se tornasse inutilizável.

Seu estilo próprio parecia exercer principalmente socos, em um momento que estivesse à sua frente e ele se movesse para me atacar, abriria minha guarda a fim de receber o golpe, mas em seguida agarraria seu braço com minha mão esquerda, e em seguida daria meu soco mais forte em seu pescoço, frizando arremessa-lo com o impacto para longe.

Preâmbulo do Infinito - Página 6 Biscuit-oliva-olivia

Se o mesmo optasse por me agarrar, me atentaria a me manter firme no chão meu peso e altura provavelmente seria útil nesse momento, e em vez de tentar me soltar agarraria o mesmo com força e me lançaria para o chão de forma de que ele fosse amortecer a queda e receber total impacto.

Por fim, com intenção de finalizar a luta me aproximaria dele sem ligar para seus possíveis golpes, e quando estivesse o suficiente levantaria a mão direita e inclinaria minha envergadura de como uma alavanca daria um gancho de esquerda em seu maxilar com a intenção de nocautea-lo.

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Objetivos• Conseguir uma boa recompensa



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Bim sala bim

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Re: Preâmbulo do Infinito Ter Abr 05, 2022 9:04 pm






Capítulo 2
Preâmbulo do Infinito



A resposta de Roxane, embora me desapontasse um pouco, já me era esperada, afinal, para aqueles que não estão no submundo, tudo parecia um grande antro de crimes pesados e a própria definição de morte certa. Apesar disso, ela acabava por me dar uma pista sobre uma tal de cidade dos caçadores. "O nome torna intuitivo sua demografia, mas ainda não vejo a conexão entre uma coisa e outra." pensava enquanto caminhava com Liebe até seu superior. Meus olhos sempre atentos, no entanto, não foram capaz de captar uma intenção nada agradável do mink ao meu lado. Com aquele chute, por um momento infinitesimal, tudo fez sentido para mim.

— Mas o que?! — indagava com um amálgama entre raiva e dúvida no meu rosto, tentando me colocar de pé novamente de forma ligeira. Naquela luta, eu tinha algumas vantagens, porém nunca havia visto o mesmo lutar. Durante aquele breve instante, pensava em diversas maneiras para combater o chicoteador, usando o senso-comum e até experiência ao meu favor. "O chicote é usado mais a média ou longa distância. Talvez eu tanha vantagem com minhas pistolas de longe e de perto, com as adagas." Mesmo tendo isso em mente, entendia a necessidade de me manter atento. Ele era um perito naquilo, e definitivamente não era por nada.

— Você já sabia a minha área de atuação muito antes de eu conversar com Roxane. Aliás, sabia que é feio espiar os outros? — emendava após me levantar e sacar as Red Canids. — Acho que cinco minutinhos sem perder a amizade não vai fazer mal, não é? — completaria, buscando uma espécie de fuga após o fim da batalha, uma vez que aparentemente ele queria me prender. "Apesar dos fatos, eu devo ser cuidadoso com ele, já que conheço sua atuação e capacidade de transmitir informações falsas com seu corpo inteiro." lembrava um pouco do momento em que ele conversava com Roxane, demonstrando as supracitadas habilidades.

A ideia inicial dele, utilizando o chicote, deveria ser se manter a uma certa distância de mim, uma vez que ele necessitava daquilo para acertar seus ataques de maneira mais precisa. Dessa forma, quanto mais eu avançasse, mais ele iria recuar; logo, eu deveria articular alguma maneira de evitar que essa dança acontecesse. Eu não queria acabar com Gar, apenas assusta-lo um pouco, portanto, não iria realizar ataques letais - talvez ameaças letais seria o termo mais correto. Além disso, poderia fazer o uso das pistolas que ele não possui conhecimento, bem como o número ímpar de Algodões em minha disponibilidade que o mesmo não havia concertado. Tendo isso em mente, não hesitaria em partir para cima, assim como ele faria comigo.

— Espero que você também não me decepcione, Gar. — falaria sem raiva ou rancor. Essa era uma luta que eu desejava ter para me testar e conhecer mais um pouco daquele rapaz. Inicialmente, procuraria me desprender de seus golpes com o chicote, desviando dos mesmos de forma que eles não me acertassem por pouco, ou seja, realizando o mínimo de esforço possível. Para isso, usaria um jogo de pés e movimentos com meu tronco para rotacionar meu corpo quando preciso, bem como utilizar de saltos acrobáticos diversos para alcançar esse resultado.

Quanto aos meu ataques, tentaria inicialmente apenas empunhar as Red Canids e ir para cima, utilizando dos movimentos citados para desvios e esquivas. De maneira alguma usaria minha arma para refletir o chicote, uma vez que isso implicaria no mesmo enrolando na minha lâmina e a puxando de minha mão. Como eu sabia que ele iria sempre recuar na mesma medida que eu avançasse, desejava apenas ver seus moviementos e tentar encontrar algum padrão neles, ou até mesmo um maneirismo, como sua forma de pousar no chão após um salto ou acrobacia.

Em um dado momento, atiraria uma das Red Canids em direção ao seu pé, o forçando, provavelmente, a desviar do projétil. Naquela ocasião - e na luta como um todo-, não desejava machuca-lo, portanto, miraria mais especificamente em seus calçados, de forma que se eu acertasse, os mesmos ficassem pregados ao chão. "Dessa forma, posso desequilibra-lo ou até mesmo impedir seu recuo." Com isso em mente, analisaria o movimento que ele utilizaria para se afastar ou desviar da lâmina, marcando-o bem em minha cabeça.

Após isso, tendo ele desviado, saltaria em uma acrobacia visualmente bonita, mas tecnicamente desnecessária: gostaria de tirar a atenção dele para o que minhas mãos faziam. Assim, tentaria pegar os Algodões de forma escondida, uma vez que elas eram um fator surpresa pelo rapaz nem ter tocado nelas quando o pedi. Quando pousasse no chão, o faria com uma cambalhota, e assim que terminasse o movimento atiraria duas daquelas pequenas adagas em seus pés novamente; a última guardaria para o momento anterior ao seu pouso no chão ou finalização do movimento de esquiva, lançando-a no seu pé direito que julgava ser seu predominante.

Caso necessário, para reforçar a ação, lançaria também a Red Canids no outro pé, ou até mesmo no destro, de forma a pregar aquele no chão e o prender por um momento sequer. Tendo essas intenções finalizadas, me aproximaria dele rapidamente e retiraria de meu sobretudo uma das pistolas que havia guardado até então - o meu segundo elemento surpresa. — Só isso? Um agente da Cipher Pol deveria me dar mais trabalho. — provocaria o rapaz, não mais levando isso como um ato de má fé, mas sim apenas um tango, como ele mesmo havia dito.

Na ocasião de minhas investidas com as adagas terem falhado, agora utilizaria de um plano B: ao invés de me manter avançando, tentaria inverter os papéis ao pegar minhas duas pistolas e empunha-las, mirando-as diretamente no rapaz. Não realizaria disparos naquele momento - não em um distrito cheio de civis -, portanto, apenas as utilizaria como um meio de surpresa e talvez até amedrontamente, embora duvidasse que o último caso fosse possível. Em alguns momentos, atiraria logo ao lado de seu pé, assim como ele estava atacando para que aquele chicote por pouco não me acertasse.


Histórico:

Legenda:

Considerações:

 Code by Arthur Lancaster

   
 

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"Assume the position to get back on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
Sasha
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Re: Preâmbulo do Infinito Ter Abr 05, 2022 11:31 pm


      Narração

Formiga



A dica havia sido boa e o treino? Apesar de como toda nova arte marcial exigir muito treino certamente era muito mais legal em relação aos treinos de rokushiki - Não é mesmo? Respondeu a moça empolgada contando - Quando eu aprendi a usar, eu exagerei tanto no treino que  meus pais tomaram de mim a espada por 1 mês hahahaa. Ela  comentou de maneira energética. - Certamente  é viciante, meu pai sempre dizia pra tomar cuidado com isso, pois ele dizia que o espadachim que teme a própria lâmina, nunca será consumido por ela. Ela diria de forma tranquila.

- Eu tenho um estilo de luta peculiar com espadas, deixa eu te mostrar. Ela  colocou a Katana a frente e então teria feito um movimento com as mãos rapidamente soltando a espada no ar e então antes que ela caisse ela aplicaria um golpe, o golpe fazia com que a espada ficasse girando no ar e então quando ela tomou uma postura mais abaixada ao qual Druig não teria visto mas ela teria golpeado a espada mais uma vez, e assim que ela havia o feito a espada voou e perfurou o chão próximo de seus pés.  - É mais ou menos por isso, imagina isso acontecendo com um total de 20 espadas, é o meu limite atual,  eu consigo manter elas no ar por um tempo através de um golpe e então as direcionar com outro mas… Como o segundo movimento  é criado por um ponto meio cego, ela parece viva e dependendo da força que eu giro elas podem passar até três segundos no ar até eu golpear -  Ela diria colocando ambas mãos na cintura com algum orgulho.


Arthur

Por um momento o braço cibernético do rapaz pareceu uma arma afinal, poderia nele haver ferramentas escondidas e se aquilo era considerado como parte do corpo… Talvez devesse se preocupar,  a luta se deu inicio  e ambos partiram em uma investida com objetivo de derrubar seu oponente de forma veloz.

O pequenino tinha a iniciativa aproximando-se o suficiente para que pudesse aplicar um soco no titã na altura de suas pernas já que é o que o tamanho lhe permitia, o golpe  tratou-se de um soco cruzado extremamente veloz, e aos olhos do rapaz não pareceu mais do que isso do momento que fora atingido,  tanto é que ele mal sentiu o golpe que pareceu super leve mas… Foram dois impactos? Quando o segundo golpe aconteceu?

O rapaz teria recuado rapidamente mas apesar de seu golpe não ter sido potente, fora o suficiente para atrapalhar toda a investida do grandalhão, que avançou em sua segunda intenção na ideia de torcer a protese, por ser um movimento inusitado ele conseguiu torcer o braço do pequeno que simplesmente girava mas não tinha sua integridade ameaçada, ele poderia só girar de volta  - Ele não é um braço tão forte, é só uma protese no fim das contas… Mas você via entender. O rapaz comentou aproveitando a oportunidade para como em um piscar de olhos realizar mais um golpe que dessa vez pesou  quando atingiu a coxa do rapaz pois pareceu que havia sido socado três vezes, ardendo mas não o ferindo e isso o fez novamente recuar com um grande impulso pra trás.

Arthur percebeu que o braço era bem firme e como ele ainda não era forte o suficiente pra danificar metal com facilidade, não parecia que ele iria muito longe, o pequenino girou o braço o colocando no lugar e por esse tempo era possível ver o pequenino dando pequenos mas rápidos saltos ao qual criaram uma boa distância entre eles, Arthur logo percebeu duas coisas, o pequeno não lhe dava golpes fortes o suficiente mas, era extremamente esguio devido a uma diferença bem clara de sua velocidade, então apesar de ser válido resistir e contra-golpear, agarrões por mais que parecessem ser golpes perfeitos… Eram meio lentos para pegar o rapaz… Talvez reações mais diretas?


Kolie


Tudo que havia aocorrido ali levou ambos para o que pareceu um embate, Gar era elusivo tal como suas ações ao qual carregavam consigo algum charme, alguma graça ao ponto que mesmo em combate  o estalar de seu chicote deveria ser no momento uma ferramenta que serviria para duas funções, colocar os sentidos do ornitorrinco em alerta e também criar uma distância ao qual ele sentiu-se seguro.

Mas alguém deveria sentir-se seguro perto de Harvey? Apesar de em sua mente seu pensamento ser de manter tudo aquilo no campo da luta entre parceiros só pra exercitar claramente Harvey era uma ameaça  a existência, suas ações eram tomadas de maneira tão fria quanto um cirurgião gélido da antartica quando pegou armas que não eram do conhecimendo de Liebe para usar em combate, as investidas foram variadas e haviam um sequêncial de ações para encurralar o agente.

O sangue mink correu nas veias do algoz verde e baixinho de modo que sentiu uma vivacidade como se aquele combate fosse trazer mais de si mesmo e isso se refletiu quando percebeu que mesmo sem que fosse sua intenção naquele momento por entre seus dedos crueis de assassinotorrinco  a eletricidade correu em um pequeno trovão que era tão estrondoso ao ponto de surpreender a ambos os lados, a Gar o  mini trovão pareceu conveniente pois quebrou a sua concentração, no entanto ao  cruel ornitorrinco? Aquilo havia quebrado seu próprio ritmo de modo que em um primeiro momento ambos conseguiram escapar com segurança,  o ornitorrinco certamente havia no entanto pressionado de forma extremamente desconfortável o pobre protagonista ao qual dauqele momento onde os movimentos inicias se encerravam e o estranho advento  ao qual fzia  Harvey sentir que seu poder havia chegado a um novo patamar, tornaram aquilo tudo muito estranho.



Histórico:





INFORMAÇÕES BÁSICAS

Aventura: Preambulo do infinito
Participantes: Único a ser avaliado -Maka Gar Forms Arthur Koji
Localização da Aventura: Paradise - 7ª Rota - Ilha de Cactus

Maka Jabami

GANHOS

●Treino de Qualidade - Ambidestro ( Post's 2, 3, 4 e 5 ) OK – 1/2
● Proficiência Mineração ( Post 8 ) OK
● Proficiência Mecânica ( Post 9 ) OK
● Proficiência Mecatrônica ( Post 12 ) OK

PERDAS



ALTERAÇÕES

● Garrafa de uísque (4/10) usos OK
● Berries   16.360.000 > 15.720.000 ( Gasto de 600 mil em aprendizado de proficiências) ( B$ 600.000 -  preço cobrado pelo aprendizado de Proficiências com Maria ( Post 8,9,10 ) + 40k último post pagamento das bebidas) ALTERADO

RELAÇÕES

Maria: Maria foi uma garota alva que eu encontrei no meu segundo dia em Cactus. de início uma garotinha bem respondona e de personalidade forte, difiiicil de se expressar, Puffhahaha! Mas eu acabei gostando muito dela, e mesmo depois de ela me ensinar muito, eu ainda continuo pensando um pouco nela. Será que quer dizer alguma coisa? OK
 

STATUS

PDV:13612 OK – 100% já que vai subir de nível
STA:500 OK – 100% já que vai subir de nível
CONDIÇÕES: N/A
FERIMENTOS: N/A
CONTAGEM DE DEFEITOS: 1/15 álcool OK

DIÁRIO DE BORDO

Não tem

Autossuficiência:
Celeridade:
Estrutura:
Durabilidade:
Poder de fogo:

EXPERIÊNCIA

Experiência:15 posts – 480 de experiência

Quantidade de Postagens do(s) Narrador(es): 15 posts, Sasha ( vou finalizar resto do grupo, debita tudo junto quando o resto terminar). OK

Ambos:


Última edição por Sasha em Qua Abr 06, 2022 3:04 pm, editado 1 vez(es)

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Preâmbulo do Infinito - Página 6 WN4Utd7

Arthur Lancaster
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Re: Preâmbulo do Infinito Qua Abr 06, 2022 12:35 pm
Preâmbulo do Infinito

O pequenino era realmente valente, sua agilidade era impressionante fazendo minhas ofensivas perderem o efeito, entretanto lhe faltava um pouco de força nos momentos de golpear, poderia aproveitar isso para forçar uma luta de resistência, mas não queria me machucar desnecessariamente, então começaria a lhe atacar com vontade.

- Você é bom garoto, você é bom. - Virava um pouco meu pescoço para o estalar. - Quando crescer e adquirir músculos com certeza vai virar um lutador completo. - E nesse momento fecharia os braços o olhando de cima para baixo (pique madara). - Mas ainda não chegou seu momento.

Minha altura colossal em relação ao garoto poderia ser útil, ele era rápido mas se estivesse ao meu alcance, meus golpes cobririam muito mais do que seu tamanho. Por isso, serraria bem os punhos e então começaria a socar de cima para baixo o mais rápido possível tentando cobrir todo o espaço da arena.

Preâmbulo do Infinito - Página 6 Oars-one-piece

Além dos socos colossais, também optaria por realizar chutes levantando bem ao alto linha perna e em seguida desceria aproveitando a força da gravidade somada ao meu peso fora do comum, e então o açoitava com minha força total, querendo realizar um grande estrago em meu oponente.

Levantando um pouco minha perna direita esperaria seus avanços e no momento em que percebesse que ele viria em minha direção, realizaria um chute lateral na altura de meu oponente a fim de acerta-lo em cheio e o  arremessar para longe.

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Em momentos em que o mesmo vinhesse me golpear, iria aceitar os golpes a encaixar socos em seguida, aproveitando ele estar em meu alcance e ficar parado mesmo que momentaneamente para aplicar seus golpes. Mirando principalmente em seu rosto.

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HistóricoNome: Arthur Lancaster
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Objetivos• Conseguir uma boa recompensa



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Ficha

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Re: Preâmbulo do Infinito Qua Abr 06, 2022 1:55 pm
Um sorriso excitado brilhava em seu semblante quando Garfield bailou pelo cenário; o chicote em sua mão, oscilante como uma serpente, reluzia e gritava a cada investida contra seu alvo. O felino se divertia como há muito tempo não o fazia, instigando a sua contraparte a contra-atacar rapidamente. E Harvey o fez, lançando uma de suas adagas diretamente contra seu pé, o qual Gar se limitou a afastar sutilmente da trajetória da arma.

À sua frente, o ornitorrinco executava uma manobra ousadíssima capaz de arrancar do rapaz certa admiração, findada num movimento taciturno e verdadeiramente inesperado; pois, como se materializadas entre os dedos, novas lâminas surgiram sob a posse do mink de esmeralda, que as lançou rapidamente contra o bichano.

Garfield falhara em prever aquele movimento; deveria ter ponderado sobre a possibilidade de haver armas escondidas que não fossem de seu conhecimento. Harvey era um assassino, e agora Gar entendia que se tratava de um dos mais habilidosos. Não obstante o Destino pareceu lhe agraciar com uma nova evasiva, permitindo ao felino aprimorar flexibilidade e reflexo a fim de escapar uma vez mais, ainda que por pouco, das presas voadoras do ornitorrinco. Ele gargalhava em êxtase, delirante, cada vez mais enredado pela brincadeira dos dois.

Subsequentemente a isso, Garfield não precisou de muito tempo para entender que Harvey não lhe daria espaço para se recuperar. O mink mais baixo corria célere em sua direção, sacando duas novas pistolas numa ação que surpreendera o rapaz. Reativamente, Gar se preparou para girar Médousa à sua volta, obrigando-a a se mover em círculos numa manobra defensiva; mas antes que pudesse executá-la de fato, algo ainda mais surreal aconteceu.

Do seu opositor jorrava eletricidade abundante, modelada sob a forma de um trovão vigoroso que fez Garfield arregalar os próprios olhos. Visivelmente perplexo com o show à sua frente, ele mal podia acreditar na demonstração de poder que surgia da figura diminuta que lhe intimidava ameaçadoramente. Aquilo não era simples electro, Gar deduziu, não havia como o Mink Ryu escalar para um nível alto como aquele. O felino assobiou.

Ok, tempo! – Diria, erguendo as mãos num gesto de paz. Aprumou-se ligeiro e caminhou na direção de sua contraparte, permitindo aos seus olhos revelar todo a curiosidade existente em seu coração. – O que foi realmente isso? – Indagaria interessado, completamente hipnotizado pela habilidade inusitada de Harvey, deixando a guarda baixa em sinal de desistência. Gar já havia obtido a resposta que procurava, afinal. Mesmo assim, caso Harvey o questionasse sobre a sua hipotética prisão, o felino apenas responderia:

Por favor, só tenho obrigação de realizar as minhas missões. Sabe o que eu ganharia se te capturasse agora? Exatamente, nada. Nem um tostão sequer. Não trabalho de graça.  

「 C O N S I D E R A Ç Õ E S 」
finalização.

「 H I S T Ó R I C O 」
post: 10.
nome: garfield wampus.
aparência atual aqui.
capital: ฿ 12.225.000.

ganhos:
  1. arma médousa » post 08.

perdas:
  1. ฿ 1.000.000 para criação de projeto » post 08.

ferimentos:
  1. n/a.

「 O B J E T I V O S 」
realizar 1 missão;
treinar qualidade precisão temporal;
adquirir proficiência disfarce;
confeccionar uma fantasia;
encontrar o bando.
PREÂMBULO DO INFINITO: O SILÊNCIO QUE ANTECEDE O CONCÍLIO
cactus