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Preâmbulo do Infinito Seg Mar 07, 2022 2:30 am
Relembrando a primeira mensagem :

Preâmbulo do Infinito

Aqui ocorrerá a aventura dos Civis Arthur Lancaster & Maka Jabami. A qual não possui narrador definido.

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Re: Preâmbulo do Infinito Dom Mar 27, 2022 12:29 am


      Narração




Formiga


Após sua compra quando adentrou a pousada, poderia ver na recepção uma moça de cabelos curtos bebendo algum enlatado, ao qual ela colocou no próprio balcão para respondar Aizawa - Como você esta sozinha, temos dois tipos de quarto, os da área comum que custam 40.000 o dia, caso você não destrua nada do quarto e os quartos vip, que custam 80.000 o dia, as diárias vencem no meio dia, então pode ficar tranquila. A moça teria dito e se alguma dúvida sobre o quarto vip viesse ela tomaria mais um golão e diria

-  O vip é destinado a quem prefere mais tranquilidade,  os moveis são melhores e há uma saída pelos fundos, caso você queira sair sem ser notado em algum momento. Claro, o vip você paga adiantado. - Ela pegou duas chaves, uma vermelha e uma Azul , na vermelha estava escrito o vip.  -  É isso, se quiser mais do que um dia eu boto seu nome no caderninho.- É o que ela diria após o pagamento.


Aizawa resolveu então quando tivesse sua privacidade  criando uma barragem de moveis para garantir, tentar uma nova ideia usando a si mesmo como cobaia afinal, o que poderia dar errado?

Quando injetou o hormonio sentiu além da dor das agulhadas um impacto profundo, agressivo como se o seu corpo fosse se romper, sua estrutura física começava a mudar, dando um tônus para seus músculos e mudando detalhe a detalhe de quem era Aizawa, o mais dolorido?

Os ossos, a mudança da estrutura óssea causou um stress tão grande e violento no corpo como se quisessem rachar ou melhor… Certamente isso ocorreu para adaptar-se e reformar-se em uma estrutura mais densa, seu quadril? Era onde mesmo como mulher teria sentido  a mais potente das dores, seu corpo desesperadamente clamou para que ela gritasse mas, seu grito era afogado pela dor,  a primeira transformação era traumática, estressante e fazia seu corpo soar quase ao ponto da desidratação, lutando para continuar a funcionar.

Seus pulmões? Bombeavam com força a fazendo hiperventilar, seu coração parecia que explodiria e a consciência até mesmo quase fugiu da garota que passaria os piores dois minutos de sua vida até que… Estava concluído, a mudança ocorreu mas por pelo menos 5 minutos ele seria incapaz de se mover e quando foi, seu corpo estava muito dolorido, uma exaustão muito grande lhe teria sido apresentada como nunca sentiu antes, ele precisava fazer algo ou sentia que sua vida corria perigo de tanto desconforto.


Arthur

- Eu ganho 100.000 por dia, a bebida vamos ter que ver por lá, seu café fica por conta da casa. Seria a resposta do rapaz que prontamente após aceitar se dirigiu até o balcão e comentou - Chefia,  rolou um imprevisto em casa, não precisa me pagar pelo dia não, eu vou resolver. - Ele teria dito acompanhando Arthur.


- Apostar? Não não, eu não faço coisas assim não, um cara como eu perde até ganhando, não daria certo. Se alguém vier pra cima de mim porque ganhei uma aposta eu vou só apanhar hahaha. - Ele teria dito se explicando e então explicou - A próxima ilha? Bem… Há dinossauros, sabe o que é um? Animais gigantescos que fazem até você parecer pequeno e… Há, talvez você se sinta em casa, há gigantes,  daqueles que fariam você se sentir baixinho,  aqueles vindo de elbaf mesmo sabe? Do tamanho de prédios e tudo mais.  Ele teria dado uma bela descrição, provavelmente escutava muitas histórias.

- Ao norte, há uma cadeia montanhosa, é um lugar perigoso de ir, as montanhas são perigosas e piratas geralmente acham que estão seguros por lá, já que estão afastados das cidades… Então é um lugar em que muito sangue acaba sendo derramado.- Ele explicou e quando menos  viram, haviam chegado ao local.

- Um segundinho. Teria dito o rapaz se apoiando nos joelhos e retomando o fôlego - bora. Quando adentraram o local poderiam ver logo de cara um bar, repleto de pessoas que os encaravam entrando por um momento, alguns até checavam uma lista de cartazes que tinham em mãos mas, como ninguém havia visto nada de estranho, só voltaram pras suas vidas normais.

Mais ao fundo, havia uma escadaria para o subterrâneo - É por ali o nosso interesse, abaixe um pouco pra não bater a cabeça. - E  quando desceu, o que ele teria visto seria chocante, havia toda uma estrutura no subterrâneo com direito a lugar pra plateia, uma arena cheia de areia  e um Senhor os teria abordado - Trouxe mais um?  Hm… Tudo bem rapaz? Vamos as introduções primeiros sim?  Nakamura Seiwakara, sou um dos responsáveis por organizar as lutas do clube.  E com isso ele estendeu a mão, o velho era baixinho, mesmo perto do garçom ele mal chegava a sua cintura mas ao mesmo tempo, havia algo esquisito sobre o velho, Arthur sentia quase como se lidasse com um animal selvagem como uma cobra peçonhenta, ainda que não houvesse nenhuma aura ou intenção assassina, seu corpo simplesmente o avisava como um sinal de alerta para pensar bem em seus próximos passos.


Maka

- Hunf, diga por você sou dura como  metal, vou quebrar antes de dobrar.- Ela teria botado ambas mãos na cintura, mas não aguentou e desatou a rir comentando - Somos todos de carne e osso né? Ela comentou sendo honesta pela primeira vez com os próprios sentimentos.

- Se cuida ruiva,  tome cuidado.- É o que ela teria dito pegando uma plaquinha de fechado, acompanhando Maka até a saída, fechando a loja assim que ela saia com chave, se despedindo com uma das mãos livres.


Seu caminho até  o navio não foi  desafiador, foi bem tranquilo na verdade e lá, teria visto Leonidas fazer alguns movimentos que pareciam de movimentos de luta, pra falar a verdade parecia mais algo como Tai Chi, um exercício mais espiritualizado.

Distraído o chute teria vindo com ele gritando - HEY HEY HEY Ta doidona? Quer arrumar briga com o ultimo herói da terra?- Ele teria se levantado passando a mão no lugar do chute como se ardesse mas…. Ele não sentia.

- Eu tenho que manter meu espirito afiado mulher! Nessa forma se eu não tenho meus músculos, preciso de algo novo!- Ele teria dito  bravo como se tentasse agora encontrar um modo de usar o seu corpo pequeno e frágil. - Hummmm, A menina saiu logo cedo, foi  explorar o local, algo sobre um mapa mental ou coisa do tipo pra ajudar vocês.  O Grandalhão deve ter ido beber ou mexer com rabo de saia , o deprimido emo falou uma frase sombria e sumiu.- E se ela perguntasse ele diria.

-  A sombra que pairava o grupo precisa ser estancada para a certeza da luz E então ele diria - papo de doido né?  Fez sentido algum mas ele parecia sério e com uma cara de que estava indo para uma missão sem perspectiva de volta, coisa pesada assim… Mas podia ser drama, acontece.- Comentou o pequenino.

-  Eu aceito te acompanhar. - É o que ele teria dito fazendo um joinha.



Liebe e Koji

Ambos enquanto interagiam, poderiam ver um  rapaz? Androgino com um cigarro na mão adentrando uma das ferrarias que eles haviam visto enquanto caminhavam, em sua mão havia uma pedra de diamante que poderia ter sido vista por gar, assim como o veriam sair da loja carregando dinheiro e sem a pedra.

Poderia ser conveniência do destino talvez? O que importava é que agora tinham uma direção super clara de um lugar que certamente teria um dos itens difíceis que procurava.
Histórico:

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Formiga
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Re: Preâmbulo do Infinito Dom Mar 27, 2022 1:35 am









O lugar era simples, contudo, contava com uma discrição que era interessante e literalmente o que eu precisava - Irei ficar com o quarto vip. - Falei de maneira simples e direta - Permanecei aqui por dois dias, aqui está o valor. - Paguei o necessário pelos dias e caso um nome fosse pedido - Me chamo Agatha. - Era verdade? Não, mas isso não vem ao caso. Enfim, quando tudo estivesse pronto para que aquela ideia mirabolante fosse colocada em prática, faria a aplicação do hormônio de uma única vez, sentindo todas aquela dor agoniante e usando de toda minha força para não gritar, virando minha face na direção do colchão e pressionando minha boca contra o mesmo.

Aquilo foi horrível, eu admito, como pode algo doer tanto assim? Não, não era para doer dessa forma... aquela mudança foi bem mais simples, será que essa dor veio por conta das mudanças mais invasivas? Era provável, mas... CARALHO! Isso está doendo muito. Não sabia quanto tempo havia passado, aquela situação estava horrível e eu sentia como se meu corpo fosse colapsar a qualquer momento, acredito que era capaz de ouvir meus ossos se partindo e tomando uma nova forma. Quando estivesse com meu novo corpo totalmente construído, tentava controlar a respiração, mas aquilo não era possível, motivado pelos meus pulmões que pareciam que iam saltar do meu peito a qualquer momento - ”Preciso curar... isso.” - O pensamento cortou minha mente como um relâmpago, as condições que meu corpo estava sofrendo era algo possível de ser curado, pelo menos a maioria deles.

Transformaria seus dedos novamente e faria uso dos hormônios comuns que minha fruta era capaz de criar, aplicando no lugar que fosse possível, injetando aquela carga hormonal capaz de limpar condições como exaustão, estresse, desidratado e qualquer outra que meu corpo havia sido acometido - ”Espero que dê certo!” - Foi a única coisa que pude pensar naquele momento, torcendo para que minhas habilidades fossem o bastante para sanar aqueles problemas. Por fim, me mantive na espera do resultado, tentando me controlar para não liberar nenhum pingo de som, já que não podia deixar que soubessem o que estava acontecendo por ali.






Formika D. Smilinguida - Histórico/Objetivos:



Arthur Lancaster
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Re: Preâmbulo do Infinito Seg Mar 28, 2022 12:35 pm
Preâmbulo do Infinito

Trazê-lo comigo havia sido vantajoso, além de descobrir que ao Norte era um ninho de piratas, agora sabia que a próxima ilha era um lugar onde habitavam meus ancestrais, ou pelo menos uma ilha que eles habitaram.

Quando chegava, minha atenção se voltava para suas palavras. "Trouxe mais um" eu imaginava que tivera sorte em achar alguém que me trouxesse ali, mas aparentemente era algo comum para ele, e ele usara minha curiosidade para lucrar em cima disso o que me deixava interessado no mesmo.

- O senhor tem um lugar agradável, por aqui. - Estendia a mão enquanto o bajulava, usando de minha lábia para quem sabe ganhar uma certa empatia. - Prazer me chamo Arthur, não tenho renome ainda, mas espero mudar isso em breve.

Daria mais uma olhada ao redor, lá em cima parecia ter lobos atrás de recompensas, seus olhares deixam isso bem claro, então alí ou teria apenas criminosos com recompensas altas o suficiente para os lobos não pensarem em enfrentá-los, ou pessoas entrosadas com o submundo fazendo movimentos sem atrair atenção da marinha, isso além é claro dos caçadores e civis comuns.

- Como funcionam as lutas por aqui? - Perguntaria de forma aberta, meu interesse ali era puramente monetário, então por isso gostaria de saber quanto lucraria dessa forma. - Existem regras, ou é um vale tudo?

HistóricoNome: Arthur Lancaster
Posts: 14
Vicio: 02/15
Carteira: 745.000 ฿S
Ganhos:
- 1 treino de qualidade noção temporal (dps atualiza com o numero do post)

Perdas:
- 300.000 ฿S (Post 2 - Frutas)
- 500.000 ฿S (Post 7 - Conta bar)
- 100.000 ฿S (Post 7 - Conta padaria)

Cor da fala: - Fala


Objetivos• Conseguir uma boa recompensa



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Ficha

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Bim sala bim

Liebe
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LiebeAgente
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Re: Preâmbulo do Infinito Seg Mar 28, 2022 2:18 pm
A conversa entre os minks se desabrochava em novos assuntos com naturalidade e conforto, revelando uma simpatia desoprimida que só poderia existir no ceio de dois iguais. Tendo existido como diferente por toda a sua vida, muitas vezes sendo mesmo lido como uma aberração, raras foram as ocasiões nas quais Garfield via a própria presença como apropriada. A singela caminhada com Harvey parecia ser uma dessas oportunidades.

O preço vai depender do que a gente pretende atualizar e consertar. – Respondeu francamente, demonstrando uma boa vontade que dificilmente seria despertada por um humano comum; mas emendou quase imediatamente tão logo constatou um impedimento para o acordo: – Só não sei quando faremos isso, já que o Universo pode não querer conspirar para um novo encontro nosso no futuro, né? Eu ‘tô na Grand Line há algum tempo e, sinceramente, nunca vi um lugar tão doido para navegar. Sem uma daquelas bússolas especiais, o tal do Log Pose, fica difícil chegar a qualquer canto por aqui.

Enquanto falava, ele seguia pelas ruas de Cactus mantendo-se atento ao mundo que o rondava, procurando não apenas sinais de perigo, como também um estabelecimento ou uma figura que pudesse se revelar importante para seus objetivos. Gar precisava encontrar a matéria-prima basilar de seu chicote se quisesse aperfeiçoá-lo, mas igualmente era importante procurar a ferraria que também estava em seu itinerário. Dessa forma, ele se concentrava para afiar os seus sentidos, explorando sua visão privilegiada a fim de encontrar o que queria, ao passo em que se mantinha a par do que falava Harvey.

Domar um chicote é difícil, mas ele se torna o seu melhor amigo depois que pega o jeito. – Comentou em resposta ao fascínio do colega pela arma, indicando que estava atento ao diálogo, que se seguiu até uma observação preocupada do ornitorrinco. Garfield ponderou um pouco antes de replicá-la, calibrando suas palavras para que não atingissem ambiguidades para além das que ele, verdadeiramente, pretendia alcançar: – Acho que essa ilha parece estar infestada de gente de caráter duvidoso, não concorda? Deve haver algum contrabandista por aqui que possa me fornecer um diamante ou dois. Além disso, eu acredito firmemente que o Destino age ativamente em nossas vidas, saca? De um jeito ou de outro, essa pedrinha vai cair em minhas mãos. – E deu de ombros, seguindo adiante.

Um caçador... Compreendo. Por que não me ajuda a caçar o diamante então, senhor ornitorrinco? – Gracejou divertidamente, tentando suavizar a conversa após Harvey constatar depressivamente que o mundo parecia não ser mais do que um títere a dançar pelas mãos da crueldade dos homens. Gar sabia, por experiência própria, que a maldade poderia ser o combustível primário das relações humanas, mas recusava-se veemente a se conformar com essa realidade. Quiçá fosse a tenra idade a responsável por encher seu coração de esperança e insubmissão, mas não era do feitio do felino dobrar-se frente ao que lhe descontentava.

Por sorte, seus olhos finalmente fisgaram o que ele tanto cobiçava, fazendo-o se esquecer imediatamente das reflexões tidas até ali. Enxergou com precisão o momento em que o estranho, cuja aparência agradavelmente transitava entre o masculino e o feminino, adentrou uma das lojas de Cactus com um bom exemplar de diamante nas mãos. Inspirou profundamente, procurando distinguir os aromas que vinham do estabelecimento, e não tardou em reconhecer o cheiro do ferro e do carvão.

Acho que encontrei o que procuramos, Harvey. – Falaria animadamente, indicando com o dedo a direção que deveriam tomar. Cruzaria rapidamente o percurso até a ferraria, mantendo os passos entre uma caminhada e uma corrida, e procuraria desviar de qualquer elemento surpresa que pudesse surgir pelo trajeto, evitando conversas com estranhos, vendedores ambulantes ou arruaceiros que tentassem lhe provocar. Dessa forma, caso chegasse ao local destinado, precipitar-se-ia loja adentro procurando manter uma postura confiante ao confrontar o responsável por ela.

Olá! Sou o agente Wampus e este aqui é meu companheiro, Abgnalle. – Anunciar-se-ia, fazendo uso de seus talentos dramaturgos e a boa lábia para fixar à verdade uma pequena mentira. – Estamos atrás de um diamante importante que acaba de nos ser roubado, e recebemos a informação de que ele veio parar aqui. Estamos dispostos a pagar uma quantia razoável para reavê-lo. – Diria, firmando a voz. Sua tentativa era clara: conseguir a pedra pelo preço mais acessível possível, mesmo que aquilo custasse alguns pontos de sua moralidade.

Mostre-nos, por gentileza. – Pediria, a linguagem rebuscada transpondo rapidamente o seu coloquialismo característico. Nesse momento, Gar haveria de notar que era, ele próprio, uma das figuras de caráter duvidoso mencionadas por ele mesmo mais cedo, e perguntar-se-ia o que Harvey poderia achar disso.

「 C O N S I D E R A Ç Õ E S 」
interação com o harvey;
tentativa de chegar à ferraria;
tentativa de acessar o diamante.

「 H I S T Ó R I C O 」
post: 05.
nome: garfield wampus.
aparência atual aqui.
capital: ฿ 13.225.000.

ganhos:
  1. n/a.

perdas:
  1. n/a.

ferimentos:
  1. n/a.

「 O B J E T I V O S 」
realizar 1 missão;
treinar qualidade precisão temporal;
adquirir proficiência disfarce;
confeccionar uma fantasia;
encontrar o bando.
PREÂMBULO DO INFINITO: O SILÊNCIO QUE ANTECEDE O CONCÍLIO
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Re: Preâmbulo do Infinito Ter Mar 29, 2022 6:33 pm






Capítulo 2
Preâmbulo do Infinito



— Apenas algumas adagas. Cinco para ser mais exato. — confirmava com ele a quantidade de itens que eu precisava para reparo. Sinceramente não esperava a boa vontade do moço ao fazer aquele pedido despretencioso. Apesar disso, como ele mesmo havia constatado, tudo dependia de como as coisas ocorressem daqui para frente, uma vez que a Grand Line era um verdadeiro caos de encontros e desencontros. — Log Poses... graças a Deus não tive de mexer com esses itens na minha vinda. Facilitou muita coisa. — finalizava em tom de descontração.

O tempo passava e nossa conversa continuava, apesar de perceber que Gar passava a ocupar sua mente com outras preocupações também. Aparentemente, achar aquela ferraria era um grande negócio para rapaz, que estava sempre atento à isso, tanto quanto estava em nossa conversa. Eu, por outro lado, assumia uma postura mais relaxada naquele momento. O sangue fervia por uma aventura e um pouco de adrenalina, mas até o momento eu não tinha acesso a esse tipo de ação. Portanto, preferia aproveitar mais um pouco daquela interação que estava indo realmente bem.

Ao falar do chicote, então, assentia com a cabeça em concordância. Para ser sincero, aquele tipo de pensamento não se aplicava apenas aos chicotes, mas a qualquer tipo de armamento no fim das contas; havia experienciado isso em primeira mão com minhas adagas inicialmente, e então com minhas pistolas e rifles. Em um dado momento, tudo parecia tão natural quanto respirar. Ao ouvir seu pequeno monólogo sobre destino e má índole, retrucava um pouco depois de ponderar suas palavras: — Talvez seja o próprio poder de seu pensamento, o que você chama de destino. Para ser sincero, nunca parei para pensar nisso. — dizia, não finalizando ainda.

"Quem sou eu para falar de bom caráter quando tudo que fiz foi assassinar no nome de outros e me acovardar?" pensava durante minha breve pausa, mas tentava clarear o rosto para voltar a falar. — Mas você está certo, há muitas pessoas com uma falta de escrúpulos por aqui. Às vezes estes estão logo abaixo do seu nariz. Com todos os meus anos de vida isso ficou claro para mim. — dizia, não escondendo que estava falando sobre mim mesmo, mas também deixando a ambiguidade pairar sobre o ar. Eu era tão digno de seu escárnio quanto qualquer outro aqui, e mesmo assim, faria tudo de novo.

Talvez ficasse quieto por um momento, ou com a aparência abaixada. Tudo aquilo passava pela minha mente por meses agora, desde que terminei meus serviços em Sirarossa. Eu era errado por fazer o que eu sabia para sobreviver? Eu realmente precisava seguir esse caminho? O que a minha abnegação faria para mudar o mundo? A resposta que eu encontrei para todas essas questões até aquele momento era: nada. Tudo que eu fiz teve um propósito, a maioria dos que eu matei merecia. Talvez eu seja apenas uma espécie de colheita para aqueles que semeiam a morte e sofrimento.

Para suavizar a atmosfera, Gar seguia com uma pequena piada que aliviava minha mente. Eu devia ficar mais cauteloso depois de tudo que meu descontrole havia causado, um tempo atrás. Nesse momento, o mink encontrava o que finalmente procurava. Seguindo-o com meus passos exageradamente céleres, buscava ficar lado a lado com o homem em seu momento de glória final. Ao entrar no ambiente, como praxe, analisaria o local em sua completude, bem como buscaria ver quais itens eles vendiam ali para possíveis necessidades futuras.

Tão distraído estava com o estabelecimento que quase perdia o fio da meada enquanto Gar mostrava uma de suas verdadeiras cores. Com uma pitada de lábia, mentia para o(a) atendente da loja em questão, me anunciando como um de seus parceiros de justiça. Tentava, nessa hora, disfarçar minha surpresa com um pequeno susto ao voltar para a realidade, para que eu mantesse a estória criada pelo rapaz. Talvez ele fosse um dos sujeitos de caráter duvidoso que ele mesmo mencionara antes, mas de qualquer forma, quem era eu para falar alguma coisa?


Histórico:

Legenda:

Considerações:

 Code by Arthur Lancaster

   
 

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Preâmbulo do Infinito - Página 5 EE4OUIx


"Assume the position to get back on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021:
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Re: Preâmbulo do Infinito Ter Mar 29, 2022 10:26 pm


      Narração


Formiga
Uma vez no quarto sua transformação se deu de maneira horripilantemente violenta quase como se aquele fosse um amargo erro que daria fim a sua vida, de modo que su amente quase não foi capaz de processar desesperadamente pela vontade de tomar uma ação, aquilo havia o consumido de modo que ele nunca poderia ter previsto sobre condições normais.

Reunindo cada pequena fibra de seu corpo conseguiu aplicar uma carga de hormonios que forneceu ao corpo um alívio veloz que se espalhou, permitindo que seus músculos perdessem a tensão contante, seu rosto relaxasse e ele sentisse que tudo ficaria bem, naquela noite Aizawa havia aprendido duas coisas,  a primeira delas é que transformações hormonais poderiam ser assustadoras e a segunda é… Ela poderia usar suas habilidades para ultrapassar o limite de seu corpo ao se recuperar de coisas que antes não era capaz.

Arthur

- Agradeço o elogio, quer me acompanhar para assistir uma demonstração enquanto conversamos? - Ele teria dito já mostrando o caminho para que pudessem caminhar para um lugar mais confortável caso Arthur tivesse topado - Arthur, entendo, nome de rei, nome forte. Ele poderia ver  que havia uma calma grande na voz do homem que apesar de pequeno e frágil não parecia ter medo algum, na verdade havia-se um sentimento ruim constante como se ele fosse a ameaça sabe-se deus por qual o motivo.

- As lutas geralmente são feitas de duas formas, há lutas livres que ocupam grades de horários adversas e há grandes eventos, lutadores consagrados por sua fama exterior são especialmente agraciados ao pisarem na santa arena.- Ele teria caminhado um pouco o guiando para um local onde haviam três cadeiras e ele poderia ver um homem tão grande quanto ele lutando contra algo quase impossível de ver a olho nu, tratava-se de um tontata. - As lutas só tem uma regra, se o combate for estabelecido como sem armas, você deve ir de mãos limpas. - Eram regras simples e então ele explicou - O dinheiro que você faz como lutador também depende do quanto você é reconhecido, aqui dentro ou lá fora, você ganha uma porcentagem das apostas, lutadores iniciantes fazem pouco, campeões movimentam dinheiro equivalentes de uma ilha da noite pro dia. - Ele então sorriu.


Liebe e Koji


O  Destino havia lhes sorrido de maneira gentil, quase como se quisesse seduzi-los a adentrar aquele estabelecimento, adentrando o local poderiam ver que havia a disposição de armas já prontas espalhadas em barris, estandes e até mesmo algumas armaduras  em manequins de modelo mais genérico,  repousou sobre o fundo uma figura feminina de cabelos roxos e um capuz vermelho com buraco para chifres, tratava-se de uma Mink com baixa pelagem bem bonita.  A sua frente havia um balcão transparente ao qual tratava-se de vidro reforçado a permitindo apoiar-se sem problemas, às suas costas havia uma porta que dava espaço para um fundo onde deveriam estar as reais ferramentar para forjar daquele lugar.

- Ara Ara, um agente em Cactus? Como vemos  criaturas raras hoje em dia. - Sua voz tinha um tom jocoso e brincalhão que quase soou como um deboche pelo modo como sua postura relaxada  deu lugar ao colocar de suas mãos no balcão, como se esperasse qual seria a arma jogada contra ela. - Oh, senhor agente eu sou Roxane, sou a responsável por esta loja. Pobrezinho, você foi roubado a luz aberta aqui mesmo? Sinto pena da pobre alma…. Piratas tem um fim muito, muito trágico por aqui. Mas vamos lá.- Entendendo uma posição de poder em relação ao agente ela teria  feito uma expressão coberta pela malicia.

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Ela colocou um diamante em uma caixa de polietileno, bem protegido  para que ele pudesse ver - Por acaso seria um Diamante parecido com este? - Ela teria esperado a resposta e em caso de resposta positiva ela teria seguido - Bom, já que fizemos o favor de recuperar um item precioso, penso que alguém que não tem piedade ao pedir imposto de alguém em condição de vulnerabilidade, também não vá ter na hora de enfiar a mão no bolso certo? - Ela teria então  puxado o Diamante o olhando enquanto diria - Eu pensei em começarmos com um milhão mas, talvez se você tiver interesse em comprar mais alguma coisa, meu humor pode jogar o preço para algo que faça com que  nós três possamos sorrir hoje  senhor terninho.- As ultimas palavras eram carregadas de algum veneno poderoso na acidez como ela falou, já denotando que talvez agentes não fossem exatamente bem vistos pela população geral, especialmente em um lugar como Cactus em que a maior força militar presente ativamente combatendo os crimes  eram pessoas comuns.


Histórico:


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Re: Preâmbulo do Infinito Qua Mar 30, 2022 3:03 am



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A Primeira Aparição do Druida



A transformação foi dolorosa, mas pude tirar grandes frutos daquela situação ao entender que os poderes daquela fruta iam muito além do imaginado, claro, eu sabia que era possível injetar uma carga hormonal pesada, capaz de lidar com a exaustão, no entanto, aquele uso era realmente interessante. Com o corpo devidamente curado das condições que sofri após a transformação, pude finalmente ficar de pé e sentir toda a diferença que era lidar com aquele novo “organismo”. Pude olhar e perceber que o meu desejo tinha dado certo, a questão era a quantidade de portas que isso me abria, provavelmente eu conseguiria navegar entre os lugares sem ser reconhecido, apenas mudando de forma quando fosse conveniente... talvez esse deva ser o caminho? Não, ainda não sei se é esse lado que quero explorar.

De qualquer forma, tentaria realizar ações simples como caminhar, agachar, sentar e levantar. Precisa testar aquele corpo ao máximo, entender se existia algum problema em sua funcionalidade ou se realmente tudo estava como deveria ser. Meus olhos buscavam um espelho como uma verdadeira águia buscava pela sua caça, estava curioso em saber se a aparência que imaginei tinha sido concluída com sucesso, aquele era o corpo que sempre imaginei ter no passado. Caso encontrasse um no quarto, não ligaria para o tempo e simplesmente permaneceria admirando cada detalhe da mudança. Após alguns minutos voltaria para cama e então pegaria as roupas que comprei para Sora, vestindo com tranquilidade, já que havia comprado as medidas para meu próprio corpo, claro, um pouco mais largas dada a quantidade de músculos que eu tinha agora.

Quando estivesse completamente vestido, deitaria no colchão enquanto visualizava unicamente o teto – “Agora como devo proceder? Não posso usar meu nome verdadeiro, isso pode trazer alguns olhares desnecessários... não sei quanto as coisas mudaram em minha Ilha natal, já que ao voltar no tempo, se passaram apenas alguns anos.” - O pensamento era certeiro, aquele novo corpo merecia um novo nome, um nome que soasse bem e que também pudesse ter uma ligação com minhas ideias - ”Posso usar esses hormônios junto com outros conhecimentos para tentar alterar as Pop Greens... mas só preciso de uma para ter certeza de que isso é possível. Mesmo que não seja, acho que é um uso interessante voltá-las ao combate, mesmo que possa ser um pouco complicado encontrar todas que existem no mundo. De qualquer forma, para esse corpo tenho duas opções, posso usar minha força para lançar objetos, que podem ser as próprias PopGreens, mas também preciso de um estilo de combate a curta distância, finalmente irei aprender a usar espadas? Bem, eu sempre quis isso e nunca pude.” - Algumas coisas começaram a fazer sentido em minha mente.

Formar uma nova identidade não era algo difícil, meu objetivo era ter duas vidas e aproveitar o máximo dela para acumular recursos, até o dia que finalmente irei me deliciar com a tão sonhada vingança - "Utilizar as plantas ao meu favor era algo que soava bem e o número infinito de possibilidades me agradava e também era algo totalmente oposto ao Mink Ryu que normalmente uso quando estou no corpo feminino, adicionando a luta com espadas... ninguém será capaz de ligar os pontos. Quiçá posso ser conhecido como um Druida, que nem vi em alguns livros.” - Uma parte do caminho estava sendo construída e restava apenas a mais importante - ”Planejo ser um criminoso ou um caçador, ambas as opções me proporcionam o que preciso nesse momento: Aliados e dinheiro. Normalmente criminosos tem alcunha... então, O Druida combina com....Asmodeu? Talvez deva usar o nome do meu falecido pai? Não, isso também chamaria atenção. Wallen, o Druida também não soa bem.” - Era difícil escolher um nome, precisava ser algo que soasse interessante e também combinasse, mesmo que não fosse certeza receber a alcunha e nem muito menos ser conhecido da maneira que pensava - "Drui... Druig, é isso! Algo sim e que combina com Druida. Mesmo que não seja possível utilizar as Pop Greens da maneira que pretendo, Druig sozinho é um nome legal também.” - Tudo finalmente estava definido, agora só restava sair em busca dos itens que estavam faltando naquela quebra cabeça.

Fiquei de pé e organizei o restante das roupas que estavam por ali, tentando deixar tudo em um único lugar, procurando por um guarda roupa, uma cômoda ou em último caso, deixaria embaixo da cama. Como iria sair dali? Bem, a princípio buscaria ver a janela e entender se seria possível sair por ela, nesse caso, faria sem muitos problemas usando minhas habilidades de acrobacia para tentar dar um salto ou qual sabe usar a força bruta para me segurar na parede, cano ou em qualquer coisa que fosse possível. Contudo, caso não fosse interessante sair pela janela, simplesmente puxaria a cama para o seu devido lugar e sairia pela porta do quarto mesmo, deixando ele trancado e indo para saída dos fundos, como citado anteriormente pelo funcionário. Procuraria o tempo que fosse necessário pela saída, caminhando em passos tranquilos enquanto observava todo o ambiente.

Caso conseguisse encontrar a saída, a princípio buscaria ver em qual período do dia eu estava, afinal, tinha que tomar cuidado com a noite. Caso estivesse noite naquele momento, voltaria até o quarto e pegaria o boné comprado na loja de roupas, utilizando o mesmo para impedir que a luz da lua encontrasse meus olhos. De qualquer forma, meu primeiro objetivo seria a loja de botânica vista por mim anteriormente, no entanto, me manteria atento a visualizar o ambiente ao meu redor e também as pessoas que pudessem estar nele, já que precisava encontrar aqueles criminosos. Meu objetivo na loja relacionada a plantas era simples: ver o que tinha de útil por lá. Não esperava que tivesse uma PopGreen, mas permaneceria com meus olhos atentos a aquele tipo de planta - Olá, só estou dando uma olhada por enquanto. - Responderia caso fosse abordado por algum vendedor enquanto olhava o lugar, buscando identificar aquelas plantas com meus conhecimentos prévios.

Não estava com pressa, talvez pudesse encontrar algo de útil por ali. Após dar uma boa olhada em tudo, voltaria ao vendedor ou dono que estivesse por ali, caminhando em passos tranquilos em sua direção, enquanto sentia a diferença entre os corpos - Você sabe onde consigo uma Pop Green? Sei que pode ser algo pouco conhecido por aqui, mas tenho uma pequena esperança que você possa me dar algum tipo de informação. - Até falar naquele novo corpo era estranho, ouvir minha voz completamente diferente era inimaginável algum tempo atrás - Aliás, sou novo por aqui e queria saber se você conhece alguém que possa ensinar como utilizar espadas... talvez uma escola de espadachins? Tentei dar uma olhada por aí enquanto caminhava, foi assim que encontrei sua loja. - Tentava ser o mais educado possível, afinal, eu precisava de ajuda. Por fim, continuava por ali aguardando uma possível resposta, me mantendo atento às palavras daquele que tirasse do seu tempo para me ajudar.


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Re: Preâmbulo do Infinito Qua Mar 30, 2022 9:26 am
Uma vez dentro do estabelecimento, Garfield avaliou cautelosamente todo o cenário que o rodeava, deitando seus olhos sobre as mais variadas armas cuidadosamente dispostas em mostruários espalhados por todos os lados. Notou que os adornos do ambiente pareciam limitados a itens bélicos e armaduras metálicas de simplicidade notória, levando o felino a crer que, se havia algo de verdadeiro valor naquele recinto, decerto ele estaria muitíssimo bem guardado.

Não muito longe de onde estava, um balcão cristalino o separava de uma figura de excentricidade intrigante, que fora também a responsável por recepcionar a dupla recém-chegada. Não a respondeu a princípio, limitando-se a caminhar confiante em sua direção, enquanto estudava mesmo os menores pormenores do que Roxane deixava à vista. Ela era uma colega mink, disso não havia como ter dúvidas, e igualmente parecia ser dotada de boa conversa tal como Garfield era. Aquilo poderia ser desafiador, ele ponderou em pensamento.

Agradeço a sua compreensão, senhorita Roxane. É realmente frustrante ter algo que me é tão caro arrancado de mim sem o menor dos escrúpulos. – Falou suavemente ao se aproximar da recepcionista. Debruçou-se sobre o vidro tal como ela havia feito, confrontando as notas irônicas da moça com a sua própria petulância; seus rostos, caso ela não se afastasse, ficariam próximos o suficiente para que pudessem sentir a respiração um do outro, e Garfield aproveitaria para sorrir maliciosamente para a estranha. – Mas devo dizer que agentes fazem muito mais do que cobrar impostos de desafortunados.

Alargou o sorriso, provocativo. Harvey havia sugerido, mais cedo, que o destino poderia ser reflexo do poder do pensamento, e Garfield estava disposto a demonstrar a potencialidade de sua obstinação; dobraria a audácia de Roxane, e o faria fosse através da inevitabilidade da Fortuna, fosse por meio da mais pura vontade. Por isso, quando ela lhe apresentou o diamante, sua expressão permaneceu inalterada, limitando-se a avaliar os detalhes do produto com a sua visão privilegiada. Era, de fato, o que ele procurava.

Sabe, senhorita, eu não esperava ser extorquido ao tentar reaver algo que é meu por direito. – Diria ainda analisando o diamante, fazendo da fala um comentário quase despretensioso. Voltaria a encará-la com ar de superioridade, sustentando uma presunção que lhe era demasiado típica. Sabia que Harvey estava próximo – podia senti-lo com seu nariz e os seus ouvidos –, e lembrou-se das palavras que o ornitorrinco havia compartilhado em outro momento: pessoas sem escrúpulos poderiam estar mais próximas do que de fato se imagina. Gar entendia que aquela havia sido uma autodepreciação de seu novo companheiro, mas percebeu que poderia estender o alerta para quem estava agora à sua frente.

Desejo fortemente que não precisemos escalar este pequeno impasse para níveis alarmantes. – Continuaria a dizer, velando a petulância através da fala mansa. Garfield havia percebido, pelo pouco que conhecera de Cactus, que a ilha parecia ser dominada por caçadores e cidadãos eufóricos, mas duvidava veemente que Roxane poderia contar com qualquer um deles, caso viesse a confrontar o Governo Mundial. Pois sim, Garfield representava não apenas a maior, mas também a pior organização de todos os mares, a mesma organização que retaliava rapidamente por conveniência ou por tédio. O governo, afinal, jamais esquecia uma humilhação.

Mas creio que você também não queira isso, estou certo? – Seguiria com o monólogo, mantendo o dicionário sob a língua, mas agora agindo de forma quase despretensiosa. Voltaria a endireitar o corpo, assumindo uma postura altiva, e permitiria que seus olhos vagassem pelo estabelecimento despreocupadamente. Inspiraria sutilmente a fim de mapear os cheiros do local, procurando por outras pessoas, dentro e fora do recinto, antes de falar uma vez mais: – Por sorte, você parece ter adivinhado algo importante: eu realmente preciso de prata, de suas fornalhas e de sua boa vontade. Meu amigo também há de lhe pedir algumas coisas, suponho. E depois veremos como ficará a negociação.

「 C O N S I D E R A Ç Õ E S 」
interação com roxane & harvey.

「 H I S T Ó R I C O 」
post: 06.
nome: garfield wampus.
aparência atual aqui.
capital: ฿ 13.225.000.

ganhos:
  1. n/a.

perdas:
  1. n/a.

ferimentos:
  1. n/a.

「 O B J E T I V O S 」
realizar 1 missão;
treinar qualidade precisão temporal;
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confeccionar uma fantasia;
encontrar o bando.
PREÂMBULO DO INFINITO: O SILÊNCIO QUE ANTECEDE O CONCÍLIO
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Re: Preâmbulo do Infinito Qua Mar 30, 2022 7:15 pm


Preâmbulo do Infinito

As coisas pareciam muito bem tranquilas pelo porto, o Sol Nascente não havia sofrido com nada  e, ao chegar na embarcação já foi possível ver o pequeno Leonidas todo cheio de graça fazendo sei lá o que sozinho, logo uma excelente oportunidade para irritá-lo, algo que foi feito com sucesso.

- PUFFHAHAHA! Então você quer brigar? Melhor você ficar só na provocação mesmo, se não apanha! Puffhahaha! - Leonidas fazia o seu drama de sempre, como se eu não estivesse acostumada com isso. - Como se algo novo fosse ser o suficiente pra você lutar! Você tem que agradecer que tem a mim pra te proteger! - Diria com toda pompa.

- O Arthur atrás de rabo de saia? Nenhuma novidade... - Balançava a cabeça de forma negativa, mas já sabendo que aquilo era normal com o meu irmão. - Sombria? Que tipo de coisa ele falou? - Perguntei curiosa para saber que tipo de idiotice o John havia dito. - PUFFHAHAHA! Ele continua se superando! Não esquenta com ele não, é papo de doido mesmo, esquisito como sempre. Uma “frutinha”! Puffhahaha! - Brincava com a situação junto de Leonidas.

- Então, vamos! - Seguiria para fora do barco junto com a pelúcia para uma caminhada procurando pelo Arthur. - Ei, Léo! Conheci uma garota muito bonita e bem nervosinha! Puffhahaha! Ela me ensinou umas coisas bem legais, e agora eu consigo fazer umas armas bem diferentes! - Dizia com empolgação enquanto caminhávamos. - Acho que mais tarde vou te fazer alguma arma pra você se proteger! O que acha? - Faria a sugestão já que criar uma arma para ele seria bom para que eu praticasse.

Procuraria por um bar próximo dali e entraria no local caminhando em direção ao balconista. - Oi! Um copo de rum, por favor! - Faria o pedido já me virando para o Leonidas. - E você? Vai querer alguma coisa? Se bem que, beber ou não, nem deve fazer diferença pra você, Puffhahaha! - Se mesmo assim ele ainda quisesse algo, acenaria com a cabeça para o balconista confirmando o pedido do pequeno.  

- Por acaso você viu um cara grandão e bem magricelo por aí? Cabelo preto, tá sempre andando de roupa preta como se estivesse de luto. Sabe me dizer? - Indagava com a curiosidade de saber onde o Arthur estaria, torcendo para que o homem soubesse de algo.  


Legendas:

Ponto-Situação do Personagem:


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Arthur Lancaster
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Re: Preâmbulo do Infinito Qua Mar 30, 2022 9:03 pm
Preâmbulo do Infinito

A aura sombria do velho era sem dúvidas interessante, por sorte não queria causar problemas com o mesmo então não perderia tempo com isso, optando por manter um clima leve entre nós, até mais que isso tinha interesse de lucrar junto com ele e quem sabe conseguir sua confiança, nunca se sabe que truques poderia me ensinar.

- Infelizmente renome eu não tenho ainda. - Respondia mas apesar das palavras estava confiante e logo propunha. - Posso enfrentar alguns lutadores assim como eu enquanto entretendo o público e quando ganhar uma certa atenção você me deixa lutar com um de seus campeões, o que acha?

Era modesto e sedutor,  lhe devolvia o sorriso e então completava. - Suponho que poderemos ganhar um bom dinheiro junto essa noite senhor Nakamura.

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Dito isso imagino que poderíamos avançar para as lutas. - Quando posso começar? - De forma natural emanava ansiedade para lutar, meu olhar era convicto e um sorriso sádico substituia o anterior. - Lutas sem armas parece uma boa opção.

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- 100.000 ฿S (Post 7 - Conta padaria)

Cor da fala: - Fala


Objetivos• Conseguir uma boa recompensa



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Re: Preâmbulo do Infinito Qua Mar 30, 2022 11:34 pm






Capítulo 2
Preâmbulo do Infinito



Assim que entramos naquela loja, o que eu podia ver era um mostruário diversificado, carregando consigo várias formas de armas e armaduras expostos em barris e até mesmo em manequins. Ao fundo do comércio, ocorria a forja, garantindo-me um interesse naquele estabelecimento fora os próprios passos de Gar. Outro fato notável era a atendente do lugar, visto que minks eram uma espécie rara de se ver por aí. Esta, além de estar à sua vontade, possuía uma pelagem tão característica quanto a minha. A sensação era diferente, mas definitivamente não me distraía da minha posição atual.

Wampus havia me inserido naquela mentira, e nela eu deveria permanecer. Dessa forma, manteria a minha melhor pose que podia impor respeito sem atrair muita atenção a mim mesmo. Da mesma forma, assumiria o papel de espectador enquanto o jogo de palavras era aproveitado, mas sempre me mantendo atento a outros indivíduos na loja ou figuras que viessem a nos causar algum tipo de dano. Por mais que não conhecesse a garota Roxane, muitos possuíam contatos poderosos, e bastava um pequeno deslize que um projeto inteiro acabava por ir de água abaixo.

Apesar das minhas preocupações, elas eram apenas maneirismos. Gar estava lidando com aquela situação como um verdadeiro profissional, talvez até melhor do que os que eu havia lidado durante minha vivência. Sua petulância velada, mas clara, dava um ar de superioridade grande à sua pessoa, mas não de maneira arrogante, mantendo apenas a imagem de alguém com quem não se deve mexer. E da mesma forma, ele era capaz de suavizar o ambiente ao mesmo tempo em que garantia para nós um acordo - talvez - justo pela parte da mulher. Para mim, só restava esperar.

Com as minhas adagas em mãos, olhos atentos na rua e no interior do estabelecimento, e ouvidos fixos nas resoluções daquele diálogo, faria uma guarda impenetrável naquele lugar, contribuindo, mesmo que pouco, com a situação; ainda mais se esta se tornasse violenta, caso que eu duvidava fortemente. Dessa forma, com a possibilidade da moça dirigir sua fala até mim, me manteria fixo no que ela desejava. Se fosse uma indagação quanto ao meu desejo com ela, diria de forma simples mas não titubeante: — Preciso apenas reparar minhas adagas e minhas armas de fogo. — seria breve em minha fala, cumprindo meu papel naquela jogada suja.


Histórico:

Legenda:

Considerações:

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"Assume the position to get back on your knees"



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Re: Preâmbulo do Infinito Qui Mar 31, 2022 12:56 am


      Narração


Formiga
Formiga

Por alguns momentos sentiu-se como se estivesse pilotando um novo corpo, o sentimento de se mover, a altura com que seu ponto de vista agora era o da visão e até mesmo pequenos detalhes como o modo como seu corpo pedia ar , a sensação era algo que deu uma sensação bem estranha mas, ele definitivamente não era menos capaz. Druig como escolheu se chamar seguiu e conseguiu passo a passo sentir como deveria funcionar seu corpo bem o suficiente para andar sem parecer um bebado, mas talvez fosse melhor por um tempinho fazer mais algumas coisas básicas, pois quando entendesse totalmente, seria natural fazer tudo o que já era capaz.

A saída foi fácil, como o quarto que alugou já esperava a privacidade esperada, se guiar não fora desafio algum, seus olhos e corpo procuraram por uma loja de botânica e uma bem grande teria lhe chamado imediatamente a atenção e uma Mink era a dona da loja o atendendo Olá, fique a vontade se precisar de ajuda estou por aqui. ela anunciou ao vê-lo entrar na loja, ele poderia ver uma variação imensa de plantas vivas em vasos, sementes em geral o que o levou a precisar perguntar.

- Eu tive algumas na loja mas, estou sem estoque, infelizmente elas são muito difíceis de cultivá-las então eu sempre preciso comprar novamente e como são caras e pouco procuradas eu não compro em muita quantidade. A resposta da moça era satisfatória de algum nível, já que parecia que ela sabia onde conseguir pelo menos. - Eu não posso te dar a localização direta ou poderia perder o fornecedor mas… Posso ir junto e te apresentar quando eu for, devo ir em dois dias..- Ela teria oferecido a oportunidade, deixando entender que talvez fosse um mercado meio por baixo dos panos.

- Por aqui você vai achar muito zé com espada que te cobraria pra te ensinar o básico… Eu te recomendaria Astora, é uma caçadora de recompensas que você pode encontrar provavelmente no Bar soberbo, em alguns lugares ela é conhecida como Espada viva, por uma bebida e um pouco de paciência eu vejo tudo funcionando entre vocês. Diga que a Nat te recomendou.- No fim a felina deu a ele uma infinidade de caminhos.



Maka


A conversa de ambos os levou a partir para fora do barco, enquanto ele dizia - Quando eu tinha um corpo de herói, não só o espirito eu gostava de estar perto de mulheres de personalidade forte, as vezes você se surpreendia com alguma palavra doce e isso as vezes te dava forças pra continuar que você nem imaginava que tinha. - Ele comentou dando possíveis linhas para a curiosidade da ruiva explorar caso quisesse manter o assunto. - Uma arma pra esse corpo? Difícil… Acho que soqueiras afiadas seriam o melhor, meus golpes são meio fofos mas… Uma arma afiada será afiada mesmo em um objeto parado HAHAHAHA.

Com isso logo chegaram a um dos bares ao qual convenientemente havia sido visitado por Arthur quem atendia Maka era uma Mink coelha bem bonita. - Um copo de rum, anotado. Já venho trazer. ela esperou o pelucia apesar de ser notável como ela ajustava os óculos, tentando entender se era um tontata disfarçado ou algo assim, até que quando ele falou ela assustou fazendo um pequeno kyaa - Acho que sem alcool pra mim, poderia ser perigoso pro mundo. - Ele logo voltou a sua pompa.

Então quando ela veio trazer o Rum enfim, a oportunidade veio, por coincidência Arthur havia vindo mais cedo e então ela teria perguntado - Por acaso talvez eu saiba de quem você tá falando… Bate com o motivo de me chamarem pra cumprir o plantão… Ele foi procurar por lutas pagas em outro clube. - Ela teria dito, deixando bem claro o seu descontentamento.


Arthur

- Você parece ser um rapaz bem espirituoso, respeito isso.- O senhor tinha dito então respirando fundo por um momento enquanto o teria olhado com seriedade - Longe de mim, criar obstáculos para vocês jovens, eu vou te fornecer o espaço para crescer, seus resultados vão depender de você e ninguém mais, parece uma boa proposta? Como sinal de boa fé apostarei um dinheiro em sua primeira luta. - O senhor teria dito de forma bem calma e vagarosa.

- Por favor passe por aquela porta, se não se importar gostariamos de fazer alguns check-ups físicos para ver se você esta bem para lutar, se importa? - Ele teria apontado para o que parecia uma enfermaria e então diria - É também como escolheremos um bom oponente pra você iniciar. - E assim deixou a próxima escolha para o rapaz.



Liebe e Koji


A moça havia apresentado ao rapaz algo que pareceu como um desafio, um que já não mais tratava-se apenas do quanto o bolso poderia sair machucado naquela situação, a moça não teria recuado nem um pouco, talvez estivesse acostumada a situações como clientes mais agressivos, confiando provavelmente plenamente nas próprias capacidades de se manter em segurança. Ambos ficaram tão próximos que Gar pode sentir um hálito levemente mentolado agradável sair pela respiração da moça que continuou o olhando em igualdade. - Que interessante, o que mais vocês sabem fazer, eu me pergunto? Ela aproximou-se um pouquinho a mais de modo que seus nariz se tocaram.

- Extorquido? Não não querido, estamos apenas alinhando nossos interesses, eu recuperei um item que é de seu interesse, e você tem algo que é do meu. Ela teria deixado a sua expressão alinhada com a malicia de suas palavras em um sorriso ao qual naquela situação era mais estupidamente atrativo do que deveria ser e ficou claro que ela não fez de propósito, não dessa vez.


O rapaz continuou seu monologo de modo que agora, ela teria suspirado, sendo possível ver seus dedos darem leves batidinhas intercaladas no balcão, como se estivesse entediada ou algo assim, algo que ficou notável em sua expressão. - Bom, sem problemas, nós temos prata em boa quantidade e as fornalhas são suas, caso pague pelos materiais que for utilizar, se tiver alguma encomenda de item específico, faço sobre medida se tiver pelo menos uma foto de quem é que vai receber e posso sim fazer reparos, caso você queira pequenino.- A moça entediada parecia ser uma presença muito menos vivida do que a emocionante disputa de vontades que a pouco ocorrera e quiça, talvez não tivesse esquentado mais do que apenas fornalhas se quilo continuasse? Naquela ilha certamente havia um espirito livre recorrente nas pessoas.

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Re: Preâmbulo do Infinito Qui Mar 31, 2022 2:02 am



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Em Busca de Astora - Espada Viva



O novo corpo era estranho, mas com certeza ia me acostumar a usá-lo com eficácia. Aquilo ainda era estranho, quanto tempo faz desde que estive em um corpo masculino? Algumas memórias tinham se perdido ao longo dos milênios que estive preso naquele lugar estranho, pelo menos pude criar algo semelhante a como eu era antigamente, é isso que eu espero. De qualquer forma, sair do lugar havia sido tranquilo, o valor pago pela discrição tinha sido razoável, a facilidade em sair sem ser percebido me agradava e já colocava aquele lugar na minha lista de favoritos, só precisava saber se minhas coisas estariam lá ainda. Enfim, a caminhada também foi tranquila, assim como a chegava no estabelecimento voltado a botânica, onde pude encontrar uma mink felina fazendo o atendimento e aquilo me alertou de um detalhe importante, que em meio aquela alvoroço tinha passado despercebido.

Levei minha mão até a parte de trás do meu casaco, encontrando a característica felina daquele corpo, mesmo que ela estivesse bem menor que o comum, uma das façanhas daquela técnica incrível - ”Pelo menos fica fácil de esconder.” - Pensei enquanto observava todo o ambiente, dando um pequeno sorriso ao escutar as palavras iniciais da jovem - ”Tão fácil assim? Estranho.” - Sim e era mesmo, pelo jeito parecia ser algo à margem da lei e ela deixar claro com tamanha facilidade soava estranho, mas, iria apenas dar corda para ver onde aquilo iria me levar - Perfeito então, em dois dias te encontro aqui. - Simples e direto como deve ser a interação - Me chamo Druig, muito obrigado pela “ajuda”. - Ok, não precisamos ser tão simples e direto assim, afinal, esse é um novo corpo... uma nova vida - Certo, acredito que já passei por ele. - Falava de maneira bem simples - Se você tiver uma planta chamada Malvelo Selvagem, pode guardar algumas mudas para mim? - Falava antes de sair do lugar.

O bar citado pela garota era popularmente conhecido na Ilha e não seria difícil de encontrar, então a princípio partir procurando por mim mesmo, observando os lugares e suas estruturas para tentar identificar onde era aquele estabelecimento, porém, não gastaria mais que trinta minutos de caminhada e procura, voltando-me a algum transeunte que estivesse passando por ali - Oi, sabe para que lado fica o Bar do Soberbo? Na verdade, Bar Espeto Soberbo. - Iria repetir o processo caso fosse necessário, até achar uma informação que fosse capaz de sanar minhas dúvidas. Conseguindo a informação, partiria na direção indicada sem mais delongas, em passos largos, mas não tão velozes. Quando finalmente encontrasse o lugar não pensaria duas vezes e logo entraria no estabelecimento, dando uma boa olhada em todo lugar, buscando ver cada pequeno detalhe do ambiente.

Não demoraria muito observando, aquilo claramente seria estranho e então logo fui na direção do bar ou balcão, na verdade, iria em direção a qualquer lugar que fosse possível ser atendido por ali - E ai, beleza? Queria uma informação... sabe onde posso encontrar Astora? Ela é conhecida também como Espada Viva, uma conhecida me indicou esse estabelecimento como um lugar onde poderia encontrar essa pessoa. - A pergunta foi feita com educação e simplicidade, não iria pedir nada por ali, pelo menos se não fosse obrigado a comprar algo em troca da informação, nesse caso, pediria uma simples dose de álcool. Por fim, esperava encontrar aquela figura para que pudesse ter uma noção de quem era e interagir com o objetivo de aprender como usar uma espada.


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Re: Preâmbulo do Infinito Qui Mar 31, 2022 9:06 pm
A conversa floreada seguia a passos cautelosos, cujos rodeios davam a cada fala uma miríade de interpretações misteriosas. Garfield não admitiria em voz alta, mas havia desenvolvido certa admiração pela mink como inferência do pequeno embate de palavras. Roxane era audaciosa com a língua e imputava sentidos ambíguos à sua voz tal como fazia o felino, e isso o divertia. Era ela uma oponente a sua altura, ponderou.

Não obstante, a dança de intenções parecia ter encontrado um ponto em comum, e ambos os componentes do enredo demonstraram concordância ao aceitá-lo. Garfield não sabia, ainda, quanto precisaria desembolsar naquela pequena brincadeira, mas estava disposto a pagar o preço real dos materiais que lhe seriam fornecidos. Em verdade, o rapaz havia tecido suas mentiras como consequência do cenário que vira ao longo da ilha, deduzindo, talvez erroneamente, que toda a população de Cactus detivesse moralidade dúbia. Não estava disposto a ser passado para trás, e isso, certamente, ele acreditava ter sido capaz de demonstrar.

Pagaremos por tudo, desde que seja justo. – Diria como resposta, relaxando a postura. Ao seu lado, Harvey havia mencionado que suas armas precisariam de reparos, e ainda que Roxane houvesse lhe oferecido seus serviços, Garfield desejava executar aquele trabalho por conta própria. Não sabia quanto cobraria do conhecido pela atualização de seus equipamentos, mas não se importaria de fazer um bom desconto como inferência de sua simpatia.

Se puder me levar à sua forja, eu mesmo farei os consertos na arma de meu companheiro. Também precisarei de prata o suficiente para elaborar um chicote de 6 metros; imagino que você saiba o quanto, considerando que também seja ferreira. Se importa se eu pegar o diamante? – Indagaria. Com isso, caso Roxane o guiasse para onde poderia trabalhar, o felino a seguiria cautelosamente, ainda que fingindo despreocupação, e manter-se-ia alerta para não ser pego desprevenido. Usaria a fornalha da loja para reforjar o seu chicote, assim como atualizaria os itens do ornitorrinco, como haviam combinado mais cedo.

Parece que o Destino está mesmo ao nosso lado, Harvey. Poderei dar uma olhada nessas suas belezuras hoje ainda. – Diria, emendando um risinho à fala. – Mas isso vai demorar, eu acho. Talvez você queira turistar por Cactus enquanto isso... Ou poderia ficar aqui, se isso não for te deixar aborrecido.  

Por outro lado, caso Roxane decidisse acertar o preço dos materiais antes de ceder a sua forja, Garfield não hesitaria em negociar um bom acordo. Voltar-se-ia ao seu papel de agente de grande poder e muita pompa, e diria com tranquilidade: – Pois diga o seu preço e acabemos logo com isso, mas não se esqueça: eu tenho bom olho e mão fechada.

「 C O N S I D E R A Ç Õ E S 」
interação com roxane & harvey.

「 H I S T Ó R I C O 」
post: 07.
nome: garfield wampus.
aparência atual aqui.
capital: ฿ 13.225.000.

ganhos:
  1. n/a.

perdas:
  1. n/a.

ferimentos:
  1. n/a.

「 O B J E T I V O S 」
realizar 1 missão;
treinar qualidade precisão temporal;
adquirir proficiência disfarce;
confeccionar uma fantasia;
encontrar o bando.
PREÂMBULO DO INFINITO: O SILÊNCIO QUE ANTECEDE O CONCÍLIO
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Re: Preâmbulo do Infinito Qui Mar 31, 2022 10:47 pm






Capítulo 2
Preâmbulo do Infinito



Como esperado, Gar conseguira encontrar uma resolução para aquele jogo de negociações da pequena Roxane. Apesar da vitória, o jovem parecia realmente ter se entretido com cada palavra que era proferida e ouvida até que as suas intenções chegassem a um ponto em comum. Isso, sem dúvidas, continuando simples daquela maneira, eu já poderia riscar um item da minha lista mental que acabara me perturbando todo o meu caminho até essa ilha. Com a mink possivelmente levando-nos até sua forja, acompanharia a dupla. Da mesma forma que estava feliz em recuperar a glória de minhas peças, pagaria com felicidade, afinal, isso equilibrava a balança para mim.

Ao ouvir ainda que Wampus poderia realizar os reparos como um serviço ao meu favor, me encheria de regozijo interno, embora expressasse menos do lado de fora. O desconto que ele provavelmente me daria seria uma ótima negociação para o meu bolso, que naquele momento só precisava de um pouco mais de verba. Para minha esperança, analisando a situação, via que ela era bem similar ao inicio de minha jornada. "Um ferreiro com contatos no submundo... será que...?" o pensamento voava pelo meu consciente me dando uma ideia ousada, quase me fazendo esquecer de responder o meu colega.

— Eu te falei, uma mente obstinada conquista com seu esforço. — responderia de maneira breve, mas não terminando meu comentário. Wampus havia realmente me maravilhado com suas experiências e habilidades; talvez devesse até mesmo anotar um pouco do que vejo em seus maneirismos para análise futura, embora isso parecesse um pouco exagerado. — Talvez eu fique mais um pouco. Sair sem minhas armas é algo que me deixa inseguro. — completava, já separando as Red Canids como prioridade para que eu as recebesse logo. — Se possível, comece com essas. O meu rifle talvez não seja de sua área profissional, mas, caso contrário, ele pode ser o próximo. — colocaria depois na mesa, bancada ou qualquer lugar possível, os Algodões e então o meu par de pistolas. Tentaria parecer o mais simpático possível, já que aquelas frases poderiam ter um tom soberbo e arrogante entre elas.

— Eu confio na sua boa conduta e trabalho bem feito, portanto eu te pago o que desejar. — Não estava mentindo, havia visto ele diversas vezes enquanto realizavas suas imoralidades, mas corrupção definitivamente não parecia ser uma delas. Sua vantagem era a pomposidade e a petulância que saíam com tal naturalidade, que o fazia ser um mestre em interações do tipo já vistas. Talvez meu pensamento seja ingênuo ou precipitado, mas confiança era um item essencial na construção de um relacionamento, e eu adoraria que esse ideal partisse de mim.

De qualquer forma, esperaria ali até que meu equipamento estivesse pronto, talvez imerso em um grande marasmo ou até mesmo planejando meus próximos passos. Antes mesmo que pudesse retomar meu pensamento sobre Roxane, percebia que se perguntasse a ela o que eu desejava, poderia estragar meu disfarce, e, por consequência, todo nosso trabalho nessa loja. A paciência era uma virtude, e dadas as minhas experiências, eu poderia dizer livremente que era uma pessoa virtuosa nesse tocante, embora a vontade por um serviço queimasse em meu sangue. "Talvez esperar até que saiamos daqui seja mais apropriado." concluiria.


Histórico:

Legenda:

Considerações:

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"Assume the position to get back on your knees"



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