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Preâmbulo do Infinito Seg Mar 07, 2022 2:30 am
Relembrando a primeira mensagem :

Preâmbulo do Infinito

Aqui ocorrerá a aventura dos Civis Arthur Lancaster & Maka Jabami. A qual não possui narrador definido.

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Re: Preâmbulo do Infinito Qua Mar 23, 2022 2:12 pm
Garfield inspirava profundamente o ar puro de Cactus Isleand, deixando que a maresia do porto fosse gradualmente substituída pelos aromas aconchegantes da cidade que visitava. Encontrara por acaso, sem realmente saber como havia chegado ali, guiando-se através das pequenas casinhas e terrenos campestres até finalmente alcançar o maior conglomerado residencial. Seu ímpeto curioso não poupou tempo para assumir o controle de sua razão, e tão logo pisara nas ruelas da cidade desconhecida, o felino botou-se para investigar cada detalhe estranho que lhe saltasse a frente.

Os olhos de aquamarine, sempre incrivelmente alertas, buscavam novidades e inovação em meio ao clima interiorano que parecia firmado ali, assim como os ouvidos refinados mantinham-se atentos a qualquer som que lhe soasse dissonante dos demais. Mesmo assim, fora o seu nariz que captou o que mais lhe despertou o interesse, guiando-o diretamente para uma vendinha cujos produtos estavam preenchidos com o que certamente haveria de ser o paraíso.

Oi! O que é isso? – Disparou ao alcançar a barraquinha de curry, apontando diretamente para o exemplar do pecado culinário. Os churros, como ele logo viria a descobrir ser o me do alimento, destoava-se dos demais produtos por ser rechegado com cargas pesadas de chocolate, um verdadeiro banquete para quem detinha no cacau um de seus maiores vícios. – Vou querer um, plis! E capricha, belê? – Pediria, indicando o lanche que tanto lhe chamava a atenção.

Entregaria a quantia pedida pelo vendedor em troca de sua refeição, e investiria afoitamente contra a comida curiosamente moldada em formato fálico. Garfield se admirou como o churro preenchia bem a sua mão, revelando uma espessura boa o suficiente para satisfazer seu apetite voraz. Precisou de toda a sua disciplina para não o engolir por inteiro, ciente de que o tamanho poderia lhe fazer engasgar.

Enquanto se banquetearia com o chocolate, o mink aproveitaria para averiguar uma segunda loja que lhe chamou a atenção, caminhando diretamente para o comércio de massas disposta não muito longe de onde estava; dirigir-se-ia à Fluor de la Cremm a fim de averiguar o estabelecimento, curioso para entender o porquê de haver clientes, se a loja parecia fechada para o público. Haveria de ser um costume local, concluiria em pensamento, ciente de que a sua bisbilhotice o faria abelhudar mesmo assim.

Outrossim, caso conseguisse adentrar na casa das massas, o felino manteria sua atenção focada em qualquer elemento incomum que lhe saltasse os olhos. Dessa forma, se por ventura se deparasse com alguém que lhe chamasse a atenção em demasia, Gar se precipitaria em sua direção, elaborando um sorriso no rosto a fim de causar uma boa primeira impressão.

「 C O N S I D E R A Ç Õ E S 」
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confeccionar uma fantasia;
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PREÂMBULO DO INFINITO: O SILÊNCIO QUE ANTECEDE O CONCÍLIO
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Arthur Lancaster
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Re: Preâmbulo do Infinito Qua Mar 23, 2022 4:44 pm
Preâmbulo do Infinito

A interação com a marinha saia um pouco da curva, talvez pelas palavras mal utilizadas, ou até mesmo pelo mal humor ocasionado insatisfação da noite anterior, mas não é como se eu quisesse passar por cima dela ou a tratá-la com falta de respeito ou até mesmo algo parecido, seu comportamento "seco e irritado" logo de início acarretará tudo isso, e simplesmente não é de meu feitio abaixar a cabeça para autoridades.

- Obrigado pelas informações, sinto muito o incomodo e tenha um bom dia. - Normalmente diria que logo mais voltaria com a cabeça daquele homem em uma bandeja, mas sinceramente? Preferia apenas ir tomar um cafezinho e fumar mais um charuto.

Saia então do lugar planejando ir até um lugar para comer. E então em um estalo, uma ideia me vinha à mente. "Lutas clandestinas" um lugar com tanto dinheiro circulando e um alto índice de violência como aquele seria um local proveniente para tal, pelo menos era o que eu formulava.

Andaria pelas vielas a procura de um restaurante, padaria ou até mesmo uma taberna a fim de que pudesse comer e conseguir informações para tal, a ideia de caçar aquele homem poderia esperar um pouco afinal ele andava em bando então o mais inteligente seria ir até o mesmo quando voltar a me reunir com meus companheiros.

Se encontrasse um lugar assim, entraria e me assentaria esperando ser atendido, se não fosse o tipo de estabelecimento que os atendentes vão até a mesa pediria a mesma coisa só que indo até o mesmo. - Bom dia, poderia me servir um café simples? - Em forma de agradecimento sorria. - A mais uma coisa, sabe me dizer se existem lutas clandestinas ou algo parecido por aqui? Estava pensando em conseguir um pouco de dinheiro lutando.

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Re: Preâmbulo do Infinito Qua Mar 23, 2022 6:18 pm






Capítulo 2
Preâmbulo do Infinito



"Nada de interessante pela cidade, huh? Bom, talvez se eu só ficar mais um pouco. Nesse momento não há momento para pressas." matutava mentalmente enquanto me deleitava com aquela pizza. A culinária havia evoluído bastante nos últimos anos, desde que eu desapareci. O sabor, a montagem, o perfeito equilíbrio entre os ingredientes... só alguém com o conhecimento e paixão poderiam fazer isso. O queijo descia pela minha garganta e quase me fazia esquecer de me manter atento ao que acontecia dentro do restaurante. Eu precisava relaxar um pouco, afinal, precisava viver tudo o que não havia aproveitado em reclusão.

Assim que terminasse minha refeição e tivesse pagado e necessário por ela, procuraria algum cliente do lugar com o qual eu me sentisse mais confortável. "Será que eu posso encontrar minks por aqui?" me indagaria mentalmente antes de realizar qualquer ação. Se encontrasse um, imediatamente chegaria no consanguíneo e o abordaria causando a melhor impressão possível. — Oi, você conhece a cidade por aqui? Sou novo e não conheço quase nada, hahaha. — diria amigavelmente, buscando direções e talvez até um guia até os lugares que eu gostaria de ir.

Não encontrando a supracitada pessoa, pediria ao gerente do local ou a um garçom qualquer, de preferência àquele que havia me atendido mais cedo. Usaria a mesma fala em ambas as ocasiões, adicionando um lugar de destino ao fim da interação. — Preciso encontrar uma ferraria e algumas lojas. — terminaria, ainda em tom de amizade para que não causasse repulssão. Eu sabia que minks não eram bem vistos nos lugares, e sinceramente eu não culpava as pessoas pelos seus pensamentos atrasados - elas também foram vítimas de um contexto que introduziu isso na vida delas.

De qualquer forma, no caso de obter direções ou até uma companhia qualquer, tentaria rumar até os lugares que eu havia pedido. Se, no entanto, eu acabasse entretido em uma conversa qualquer, não teria pressa para chegar onde deveria - ou queria - estar. Como dito anteriormente, eu queria aproveitar tudo o que havia perdido nesses malditos anos, e para isso, deveria agir como a pessoa que eu gostaria de ser. O processo era lento - sempre fora - mas paciência sempre foi uma virtude carregada inerentemente em meu âmago. Tudo isso me dava uma certeza: como uma fênix renascida das cinzas, eu iria ascender ao meu topo novamente, melhorado, em todos os âmbitos.


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Re: Preâmbulo do Infinito Qui Mar 24, 2022 9:44 am


      Narração

Formiga


Frente a moça que havia desenrolado bastante coisa pra ele por ali a mesma teria dito - Sua vida de crimes começou a pouco tempo, especialmente como um grupo, sabemos também que ele é um homem que comeu uma Akuma no mi, mais especialmente a do gato preto então…. Acho que o nome já diz muito.- Junto a ficha, tinha um registro de seus crimes mais recentes ao qual formika poderia ver.

Entre os crimes listados, ele poderia ver que havia sido listado o massacre contra um pequeno bairro residencial, junto a crimes de tortura, violência extrema e por fim, incendios, haviam na lista crianças, idosos e pessoas que estavam entre um e outro como adolescentes e adultos, haviam relatórios mais detalhados que deixariam o cabelo em pé de qualquer um mas entre eles o que mais saltou os olhos e que ela poderia ter lido ou não, teria sido o ultimo caso, escrito em vermelho com uma pastinha própria.

É uma cena lamentável como a bravura mistura-se a crueldade, a invasão aconteceu pela madrugada, eram apenas dois moradores, netos de Stormfield, mesmo quando as chamas se apagaram ainda havia muitas marcas de sangue por todo lugar, não há sinais de luta então trabalhamos com a possibilidade de tortura.

Ambos foram encontrados no quarto, abaixo de alguns escombros, sem vida a mais velha carbonizada tinha o seu corpo envolvendo o do irmão mais novo que havia sofrido queimaduras menores e encontrava-se inconsciente e acordou bem confuso, a neta de Stormfield demonstrou bravura até o final… Não tem como fazer esse relatório de forma imparcial, quem fez isso tem que pagar.

Haviam algumas fotos sobre o bairro, indicando rastros de por onde eles vieram e a ordem da casa que atacaram, além disso havia registros do modus operandi, de sondar a região por alguns dias, realizar uma reunião e na mesma madrugada executar o ataque, há relatos de que estão rondeando a zona comercial portuária, em outras partes do dia foram visto na região norte da cidade principal, nos arredores da região mais desértica.

- Todos estariamos muito gratos se conseguisse. Complementou a moça

Chegando a biblioteca uma moça de cabelos roxos, batom rosado bem passado em seus lábios inferiores e seios extremamente fartos de cintura fina era responsável pela biblioteca no momento era mesmo bonita ao ponto de deixar alguém boquiaberto - Na sessão de botânica, por aqui.- Ela apontou esticando o braço pra localização, até mesmo se jurou ouvir um boing com a movimentação, plenamente pela física que favorece boas histórias.

Ela teria visto Sora Estudando em uma cadeirinha ali perto do balcão da moça, com algum protetor pros ouvidos, de costas pra ambas, podia se supor que ele não estava ouvindo, devem ter emprestado pra ele conseguir estudar, visto que o protetor era claramente feminino pelo seu modelo.

Com essas coisas em vista, o destino de seus pensamentos e ações seriam aquilo que lhe guiariam.


Maka



A pequenina vendo que Maka acordou resmungou - Hunf, não foi nada demais, eu mesma fui dormir um pouco também quando vi que você desmaiou de exaustão, deixa ali embaixo do balcão- Ela teria dito se colocando como insensível diminuindo o que ela havia feito propositalmente, talvez só fosse alguém com dificuldades de abaixar as muralhas de seu coração para lhe permitir criar laços mais profundos por algum motivo, era difícil dizer.

- Esse livro?- Ela fechou o livro com violência - já que eu teria de ensinar o assunto… Posso ter achado pertinente ter uma releitura pra guiar melhor… Mas não é como se eu me importasse ou coisa do tipo! - Ela teria dito deixando a mão por cima de parte da capa mas, ainda assim tornando possível ver que o livro tratava-se sobre como lecionar mecatronica.


Liebe e Koji

Após o seu rolê gourmet, guiado pela curiosidade o Mink aproximou-se para ver o porque haviam tantas pessoas em uma loja ao qual parecia estar fechada e quanto mais aproximou-se mais ele havia entendido a realidade de que provavelmente algum funcionário só não sinalizou direito o local ou algo do tipo, a incompetência havia atingido o reino da fantasia enfim.

Lá dentro, para além de diversas massas dos mais diversos formatos, dos mais sem graça aos realmente interessantes, cercados por jovens curiosos, havia um ser de coloração esverdeada e bico que logo lhe saltaria aos olhos e o motivo? Este não tendo achado nenhum mink naquele momento aproximou-se logo do rapaz para lhe perguntar sobre a cidade, era uma abordagem casual ao qual se tomou a ideia de que ele era um residente, deixando o cenário livre para conversarem após a introdução do pequenino.



Arthur

Seu caminho o teria levado para após aquela situação ir simplesmente procurar por ir tomar um café, por sorte a padaria não estaria tão longe dali e chegar não lhe foi requerido muito esforço ou conhecimento local, era um lugar bem limpo e bonito o público era diverso, haviam pessoas bem vestidas, outras toda arrebentadas, havia público pra tudo.

Em sua mesinha, um garçom teria se aproximado para anotar seu pedido lhe dizendo - Claro, me dê alguns minutinhos que logo irei lhe trazer. E como prometido ele teria ido em direção a parte da cozinha, logo voltando com uma grande bandeija pra carregar uma grande chicará de café, junto a acompanhamentos como açúcar, mel, creme ou leite caso quisesse misturar, um costume da casa provavelmente.

Eu não diria que são clandestinas, mas temos algo assim sim, todas as noites no clube Stone, há exibições de lutas por lá mas, pra participar como apostador ou lutador você tem que conversar com algum pessoal de lá antes, e é isso que eu sei. - Ele deu a pista com um sorriso fazendo uma pequena reverência e o deixando livre pra aproveitar o café se este fosse seu desejo, no entanto ele aguardaria pra conversar mais se fosse o desejo de Arthur.

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Re: Preâmbulo do Infinito Qui Mar 24, 2022 10:16 am
N
「 N A R R A Ç Ã O 」
Os orbes de aquamarine se arregalaram, extasiados com o que viam; à sua frente, uma criatura diminuta, cuja pelagem de esmeralda lhe vestia o corpo inteiro, se projetava em sua direção com cordialidade e simpatia. Era um ser nunca antes visto pelo felino, e Gar sentiu dificuldade de definir a sua origem. “Será um mamífero? Mas tem um bico...” Ponderou em pensamento, dedicado a desvendar tamanho mistério. Outrossim, quando lhe fora indagado sobre a cidade, a resposta imediata de Garfield não fora outra senão o completo descaso.

O que você é? – Inquiriu avidamente, ansioso demais por entender as raízes do verdejante. Tentou revisitar mentalmente todas as raças cuja existência ele detinha conhecimento, a fim de encaixar a criatura numa delas, mas não conseguiu encontrar absolutamente nenhuma espécie determinante para ela. Não obstante um insight pareceu lhe clarear subitamente a razão, e o felino tratou de emendar à pergunta inicial uma suposição que julgou ser a mais provável: – Você é vitima de algum cientista louco?

Pousou as mãos sobre a cintura, no semblante uma faceta reflexiva. Ainda avaliava as opções enquanto aguardava a sua resposta, mas logo se deu conta de que havia pulado algumas etapas nas regras basilares de socialização. Igualmente, o moço havia lhe feito um questionamento objetivo cuja a bisbilhotice naturalmente indiscreta do felino o impediu de replicar prontamente.

Ah, foi mal. Acabei não me apresentando. Sou Gar. Gar Wampus. – Falaria por fim, estendo a mão para o sujeito num gesto de boa-fé. – Também não sou daqui não; cheguei pouca hora, na verdade. Mas, se você quiser, eu posso te ajudar a procurar seja lá o que cê esteja atrás. Tô com tempo livre. – Oferecer-se-ia, disposto a passar mais alguns momentos com o estranho. Garfield estava muitíssimo interessado no sujeito – nunca antes havia visto nada como ele.


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Última edição por Liebe em Qui Mar 24, 2022 9:37 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Preâmbulo do Infinito Qui Mar 24, 2022 11:20 am









As informações nos documentos me mostraram o quão cruel aqueles homens podiam ser, além de claro, ter um parâmetro real do quão sofridas as coisas tinham sido para Sora. Aquilo era algo que eu não gostaria de me tornar, por mais que deseje vingança, não posso espalhar essas chamas do caos para quem não tem relação com minha dor, mas ainda sim, isso era algo difícil de dimensionar. De qualquer forma, pude encontrar algumas informações sobre onde procurar inicialmente, quiçá tivesse sorte para encontrá-los sem muito esforço, mas para isso precisava de algo para disfarçar, na verdade, algo para me transformar.

A biblioteca não foi algo complicado de encontrar e lá pude ver duas figuras: a primeira era uma mulher de aparência interessante e com curvas que chamavam a atenção; a segunda figura se tratava do pequeno Sora, que estava estudando como um bom garoto que era, não iria atrapalhá-lo em seu momento, desejo que ele tenha uma boa vida no futuro - Obrigada! - Agradeci e logo após me encontrei na sessão desejada, iniciando a leitura sobre as plantas e também adquirindo alguns livros sobre animais. O mundo das plantas era algo bem abrangente e aquilo me interessava, já que tinha várias opções de uso - ”Acho que posso utilizar algumas coisas para benefício próprio, quem sabe não consigo unir com os hormônios do meu fruto?” - Novamente o pensamento cortou minha mente enquanto continuava a leitura.

Permaneci ali durante o tempo que fosse necessário, estudando sobre animais também, mas ainda sim precisava de alguém para que pudesse de fato me ensinar com clareza. As informações sobre as plantas eram bem descritas e busquei informações sobre algo que escutei há muito tempo - ”Pop Green...” - Aquilo era algo que alavancar minhas opções de combate e controle de mapa no geral, já que era algo sem limites conhecidos e isso era de fato algo monstruoso – ”Se puder realmente unir essas coisas, preciso de uma para fazer o teste... agora onde posso conseguir uma?” - Isso era algo que não tinha a mínima ideia. Após o tempo necessário colhendo informações, caminhava em passos lentos pela biblioteca, observando Sora de longe se ele ainda estivesse estudando por ali - ”Não posso deixar que ele me veja, preciso começar as coisas hoje e principalmente, tenho que tentar “aquela” coisa.” - Que coisa era aquela? Uma mudança capaz de trazer uma nova identidade sem muita dificuldade.

Se por acaso Sora estivesse por ali, iria até ele em passos tranquilos, tocando em seu ombro ou braço para chamar sua atenção - Como estão os estudos? Bem, não tenho muito tempo para falar, pois tenho uma missão para fazer. Então fique bem, certo? Pode dormir lá no meu quarto e não se esqueça de jantar, não sei quando volto. - Falaria assim que tivesse certeza que ele estava me ouvindo, me despedindo com um abraço se fosse necessário. Enfim, precisava de um lugar longe dos olhos do governo para que pudesse de fato realizar minha tentativa, eu tinha quase certeza que aquilo daria certo, mas não tinha noção do revés que receberia ao fazer algo tão invasivo assim. Caminhava pelas ruas de Cactus de maneira tranquila, buscando por uma loja de roupas a princípio. Observaria por todo caminho buscando por placas ou encontrar visualmente algum manequim ou algo relacionado a roupas - Olá, tudo bem? Estou querendo comprar algumas roupas para meu irmão, ele tem mais ou menos essa altura... - Falava tentando dimensionar a altura de Sora, se fosse muito menor do que eu, subiria mais um pouco até ficar em minha atura - Assim, ele é basicamente do meu tamanho, só é mais fortinho. - Não era verdade, mas o vendedor (a) não tinha essa informação - Preciso de uma roupa pra mim também, algo simples, uma calça e blusa preta me basta. - Expressava meus desejos e se fosse necessário, eu mesmo procuraria uma roupa por ali - Ah! Um boné também, por favor, não importa a cor. - Finalizava.

Tentava dar uma ideia de qual roupa eu queria para "Sora", tentando encontrar algo nesse exemplo, pagando a quantia que fosse necessária sem pestanejar. Se tudo estivesse ocorrido bem até aqui, procuraria por um banheiro ou provador da própria loja para por minhas novas roupas - Obrigada! - Agradecia antes de sair e voltava a caminhar de maneira tranquila. Meu objetivo agora? Era encontrar um hotel, precisava ter um lugar seguro para guardar minhas coisas e para principalmente fazer o que imaginava - ”Não posso ir até um hotel, talvez ficasse muito na cara... preciso pensar em outra coisa.” – Tomaria cuidado a todo tempo dessa jornada para não olhar para cima se fosse noite, usando até mesmo a máscara para cobrir meus olhos, já que sabia que coisas ruins aconteciam quando a lua encontrava com meu lado mais selvagem.

Se tivesse dia, procuraria um lugar para passar o tempo até que a noite chegasse, precisava me aproveitar das sombras para fazer o que desejava. Andaria por aí em busca de coisas que fossem interessantes, como exemplo uma loja voltada para a venda de plantas, já que precisava de uma Pop Green para testar minhas ideias ou quem sabe uma loja de utensílios, afinal, precisava de uma boa mochila também. De qualquer forma, estaria aberto a tudo para passar o tempo por ali, até mesmo se precisasse caminhar para fazer um tour por Cactus, principalmente na área portuária, já que poderia encontrar as figuras que vi ao pegar a missão.







Formika D. Smilinguida - Histórico/Objetivos:



Arthur Lancaster
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Re: Preâmbulo do Infinito Qui Mar 24, 2022 9:01 pm
Preâmbulo do Infinito

Adoçaria um pouco o café com um sachê de açúcar, e logo o ingeriria para servir como um combustível para minhas próximas ações daquele dia, era interessante ver todas aquelas pessoas, e começava a refletir. "O que acontecera com meu pequenino irmão?" - Encontrei ele a pouco tempo atrás, mas já parecia fazer meses,meu antigo reino estava nas mãos dele e isso me dava uma certa paz, embora não gostasse das lembranças daquele lugar.

"Bom isso não importa mais, um trono bem maior me aguarda mas primeiro preciso conseguir grande renome em todo os sete mares ou melhor as sete rotas e então tomarei posse da coroa do mundo." - Estava convicto com aquele desejo, desejo esse que me movia em cada ação.

Voltaria minha atenção até o garçom. - E então meu caro, onde fica esse lugar? - Enquanto terminava de tomar minha bebida com calma. - Clube Stone, um nome interessante. - Sorria empolgadamente imaginando conseguir arrebatar uma boa quantia de dinheiro.

- Demora muito para você terminar seu turno? - Acenderia um charuto e o levaria até a boca aproveitando a breve calmaria que era comtemplado. - Não sou muito de avaliar as pessoas pela aparência, mas a sua me intriga, não me entenda mal não estou lhe cantando mas quer jogar um pouco de papo fora enquanto vamos até o local?

Se o mesmo estivesse próximo a terminar seu turno e topasse me fazer acompanhar até o clube, esperaria o mesmo estar disponível. - O que você sabe sobre essa rota que estamos? - Perguntaria a fim de aprofundar meus conhecimentos sobre a GrandLine. Do contrário (ele não estiver disponível/não tiver interesse) iria até o local anteriormente indicado.

Chegando lá procuraria por alguém que pudesse me atender. - Olá, gostaria de saber sobre as lutas, o que precisa para participar?

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Re: Preâmbulo do Infinito Qui Mar 24, 2022 9:44 pm






Capítulo 2
Preâmbulo do Infinito



A súbita pergunta do ser felino que, como uma estátua surpresa, jazia em minha frente, parecia ecoar na minha cabeça - não em desaprovação, mas em questionamento. "Como assim o que eu sou?". Antes mesmo que eu pudesse abrir a boca e me retirar daquele estado de choque, ele me metralhava com mais um de seus questionamentos sem sentido. De prontidão, responderia: — Sou um ornitorrinco, ora. — muitos em minha área diriam ser perigoso apenas conversar com estranhos e trocar informações dessa forma, porém, a adrenalina que uma simples conversa casual me causava, depois de todos esses anos, era... diferente.

— Meu nove é Harvey, Abgnalle. — continuaria logo em seguida após sua introdução súbita. Algo me dizia que ele havia acordado de um transe e acabara de voltar para a Terra. Após ele estender sua mãe em um cumprimento normal, retribuiria o mesmo gesto, retornando para o homem uma outra pergunta - após aquele interrogatório, acho que merecia isso. — Fiquei curioso, por acaso teria problema se me dissesse o que veio fazer nessa ilha? — o mink era novo pelas bandas também, o que me fazia imaginar o que alguém como ele - como nós - poderia fazer aqui. Tentaria passar toda essa inocência provenienta da origem da minha pergunta.

Caso ele me retribuísse a mesma, apenas diria: — Estou em busca de respostas e soluções. E um pouco de dinheiro hehehe. — de forma simpática, diria e começaria a caminhar para fora do restaurante, esperando que ele fizesse o mesmo após o convite que havia me feito. — Vamos então? Gostaria de passar primeiro em uma ferraria. — iniciaria a conversa não sabendo muito do que fazer daquele ponto em diante. Engasgos, suor frio e titubeação poderiam ser normais pela ansiedade que me atacava naquele momento pelo simples ato de conversar com alguém. Os anos trancafiados certamente definharam minha cabeça, quiçá minha língua.

No entanto, tentaria não desistir. Enquanto passava meus pés de forma célere pelo pequeno tamanho de minhas pernas pela cidade de Cactus, analisava os ambientes em busca do que eu procurava. Estaria atento, porém, nas palavras que aquele rapaz me diria, caso dissesse algo, claro. Da mesma maneira que ele parecia estar curioso sobre mim, eu estava estranhamente interessado naquele sujeito. Eu nunca havia conhecido ninguém como eu antes, e de uma caracterização tão distinta ainda. Certamente isso vai ser interessante.


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Re: Preâmbulo do Infinito Sex Mar 25, 2022 10:10 am


Preâmbulo do Infinito

Maria se mostrava como sempre uma pessoa difícil, e isso era engraçado porque ela não queria mostrar que se importava, mas ela se importava sim. Era nítido ao ver que ela passou um tempo ali estudando sobre mecatrônica do qual ela me ensinaria, e ver esse esforço me deixava bobamente feliz.

- PUFFHAHAHA! Realmente, eu vejo o quanto você não se importa, puffhahahaha! - Esse jeito da Maria era mesmo muito engraçado, divertido, e um pouco fofo. Eu mesma não entendia porque eu achava isso dela, só tinha a certeza de que era muito bom passar aquele tempo aprendendo com a maria. - Bom, então vamos começar, né? - Diria já puxando ela para começarmos o aprendizado.

Aprendizado - Mecatrônica

Como era de costume, Maria me apresentava um livro que não era o mesmo do qual ela estava lendo, mas que era mais focado nas explicações sobre projetos automatizados para que eu pudesse teoricamente entender melhor como tudo funcionava.

Maria começou a apresentar vários mecanismos interessantes que combinavam muito com a parte mecânica que havia aprendido antes mesmo de dormir, e aquilo me fazia abrir um pouco mais a mente para algumas possibilidades.

E isso fez ainda mais sentido quando Maria pegou a lança da qual ela havia me mostrado anteriormente e pediu que eu tentasse explicar na teoria o que ela havia feito na arma. Aos poucos fui descobrindo sozinha usando com base todo o conhecimento adquirido o que Maria havia utilizado para fazer com que aquela lança pudesse funcionar daquela forma.

Passamos um bom tempo ali onde Maria me passou dois pequenos projetos de armas onde um era mais simples, e o outro mais complexo, e assim, fiquei por horas montando e desmontando os dois trabalhos que ela havia me passado até que enfim eu pudesse compreender com mais facilidade esse novo conhecimento.

Fim Aprendizado

- Maria... - Fiquei em silêncio após terminarmos com tudo aquilo. - Muito obrigado!... - Umas gotinhas de lágrimas caiam porque por um breve momento eu lembrei de um irmão que eu queria muito que estivesse ali comigo para ver o quanto eu havia aprendido, o quanto eu estava me esforçando para crescer sem ele.  

- Desculpa... - Enxugava com o braço tentando disfarçar. - Caiu um cisco no meu olho aqui, que saco!... - Me ajeitaria voltando ao normal e continuaria a falar. - Enfim! Muito obrigado, Maria por aceitar passar todo esse tempo com uma doida como eu! - Sorriria para ela e, de forma bem inocente, a puxaria para perto de mim e abraçaria ela com força como agradecimento.


Legendas:

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Re: Preâmbulo do Infinito Sex Mar 25, 2022 6:56 pm


      Narração


Formiga


Vendo que tudo estava tranquilo por ali com Sora, Aizawa pode ter sua leitura bem tranquilamente ao ver até mesmo o tópico sobre popgreens, um conceito que havia lhe interessado bastante mas, outro ponto que também teria conseguido a informação é que elas eram difíceis de se cultivar fora de seu ambiente natural, precisando muitas vezes ser vendida por importação e por preços altíssimos.

No fim, acabou aproximando-se do pequenino que levou um susto, estava bem imerso no que estava lendo, antes de se virar e ver que a garota estava lá, ele então respondeu - Tem muita coisa pra aprender mas, eu gosto de ler, então  mesmo cansando a cabeça, ela fica feliz. o pequenino teria dito enquanto deu um sorriso, ouvindo o resto do que ela tinha a dizer.

- Uma missão… Tudo bem, tome cuidado!  Eu vi bastante gente preocupada hoje… então toma cuidado!- E se ela lhe perguntasse ele apontaria pro próprio olho dizendo - Os olhos, estavam com olhos de alguém preocupado- É o que ele concluiu se despedindo com um abraço sem criar problemas para que ela fosse, se ela virasse pra trás, veria ele a olhando e dando tchauzinho, antes de voltar o seu foco.


Pela cidade a busca por uma loja de roupas não foi difícil, havia um comércio forte na região mas, uma das lojas por algum motivo havia sido aquela que mais lhe chamou a atenção e era a   Big Joy onde uma atendente Bem bonita mas usando roupas mais masculinas a teria atendido - Huhh Entendo entendo, se ele é só fortinho é um número menor que o seu então.  Sabe como é né?- Ela teria feito a demonstração com alguns movimentos denotando o motivo polêmico ao alisar a parte da frente falando sobre os seios grandes de Aizawa.



- Se ofende não! Por favor!  São os sonhos e esperanças como diriam as boas histórias! Se eles estão cheios é porque você teve uma vida saudável! Ou irá ter! Hahahahaha - Ela logo então se aprontou pra procurar as roupas no estilo que Formika queria  e as colocou em uma sacola - Normalmente seria por volta de  800 mil berries, mas porque eu me diverti um pouquinho contigo, faço por 600. - É o que diria a espirituosa vendedora, fazendo juz ao nome da loja.

Próximo da entrada poderia ter visto um provador ao qual ela poderia fazer um teste mais a vontade, sem que ninguém lhe pertubasse até que seguisse seu caminho em busca de um lugar para deixar suas coisas, uma pousada simples apareceria diante  da sua direção enquanto procurava, em ume strutura de madeira, parecia bem conveniente pois o preço provavelmente era mais em conta.  Próxima a essa pousada, poderia ver uma forja e uma loja de botânicos no geral, mas precisaria adentrar mais profundamente pra ver se conseguia encontrar o que desejava.

Arthur



Trocando uma ideia com o garçom o rapaz teria lhe respondido - Fica próximo  do circo alma de ouro na cidade de Limoncello, é  coisa de  quase meio dia de caminhada. - Ele teria comentado. E com a oferta vindo a caminho ele falou - Meu plantão ainda tem pelo menos umas 8 horas ainda pela frente mas, se você me pagar o dia e uma bebida lá no clube eu te levo e te apresento a um gerente de lutas.- Ele comentou e esperou a resposta.


Maka


A ferreira apesar de se fazer de durona tinha um coração mole e dedicou-se bastante em fazer com que o aprendizado corresse da melhor forma possível.  Ao fim do exaustivo ensinamento o que ela havia dito fez sentido, a ordem era importante para que ela entendesse no fim.

Vendo as lágrimas Maria teria se aproximado - Hey pera ai, você tá legal?- Ela quebrou toda a sua postura, sendo possível ver um olhar genuinamente gentil ali expresso, como uma inocência ainda não maculada. - É sério, se foi algo que eu disse não foi por mal não é meu jeito.- Ela insistiu e no fim, o abraço a teria calado, ela não soube comor eagir além de ficar tão vermelha quanto um pimentão até que pensando que Maka precisava daquele abraço, ela cedeu a postura antes rígida como uma estatua para dar um abraço capaz de afastar todo sentimento negativo do peito de qualquer um.



Koji e Liebe


Enquanto conversavam o cenário de Cactus motrava-se único apesar de não haver uma densidade de pessoas muito grande, havia impacto! Fossem em visuais chocantes como roupas de couro  bélissimas exibidas em pleno sol, cores vibrantes, moços e moças de aparência capaz de parar o mais concentrado  dos seres com decotes ou pouco tecido escandalosos e … Violência ao ar livre… Sim isso mesmo! Mais ao fundo uma luta ocorria entre um lanceiro e o seu alvo, enquanto  algumas pessoas se juntaram para cercar  e finar o pobre diabo ao qual fácilmente podia se entender tratar de um pirata pelo modo como erguiam suas armas em comemoração e bradavam - MENOS UM PIRATA HAHAHAHAHAH em diversos tons alturas e modos de se dizer a mesma coisa.

Haviam lojas de arma o suficiente para escolher e o mesmo podia se dizer sobre roupas afinal, quem tem dinheiro quer gastar, ao qual eles poderiam em sua caminhada adentrar quando a companhia um do outro desse lugar para o que buscavam também.


Histórico:

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Liebe
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Re: Preâmbulo do Infinito Sab Mar 26, 2022 2:20 pm
Uma expressão de surpresa se desenhou no semblante do felino, evidenciando a completa novidade que era a existência de ornitorrincos falantes para ele. Garfield sorriu, admirado com a presença de Harvey, e meneou a cabeça num gesto que indicasse o entendimento do que havia sido lhe dito. Tendo crescido distante de qualquer outro de sua raça, não seria incomum que ele nunca tivesse esbarrado com um mink ornitorrinco por aí. Para Gar, que só conhecia a versão de mente menos abstrata da espécie, deparar-se com um sujeito tão único como Harvey era, invariavelmente, surpreendente.

Foi mal a estupidez. Não ‘tô acostumado a lidar com gente como nós. – Justificou-se, coçando a cabeça num gesto de constrangimento. Por sorte, Gar conseguira notar que o outro mink não parecia ter atribuído uma conotação negativa à ignorância do bichano, o que decerto facilitaria a comunicação a partir daquele momento. Outrossim, surgindo quase como uma resposta à sua constatação, Harvey não demorou para inquiri-lo de volta com suas próprias curiosidades, as quais Garfield respondeu prontamente:

Eu sou ferreiro e carpinteiro, e estou a serviço do Governo.– Explicou, concedendo aos fatos uma relação de causalidade não necessariamente precisa enquanto acompanhava o ornitorrinco para fora do restaurante. Gar sabia que não seria uma decisão prudente entregar tão facilmente a verdade a um estranho, mas igualmente não se sentia confortável em mentir para o sujeito; por isso não viu problema em usar seus talentos de dissimulação para distorcer a realidade um pouquinho. – E quanto a você? – Indagou, deixando brotar curiosidade equivalente em seu âmago.

A resposta de Harvey, no entanto, conseguiu ser ainda mais vaga que a do próprio Wampus, o que instintivamente levou o felino a compreender a origem discreta de sua contraparte. Mesmo assim, os olhos aquilinos de Gar não enxergaram malícia na fala do ornitorrinco, que parecia muito mais ansioso do que necessariamente maldoso. Havia algo no corpo de Harvey que parecia lhe fugir do controle, o que voltou a despertar a curiosidade de Gar.

Ferrarias são minha especialidade, como eu te disse, né?! Vai ser ótimo passar em uma delas mesmo. ‘Tô que preciso ajeitar algumas coisas minhas. – Continuou a conversa, agora disposto a aproveitar a ocasião para por em prática um desejo que nutria há muito tempo. Tocou no chicote enlaçado em sua cintura com os dedos, lembrando-se do projeto que havia preparado para melhorá-lo, e ponderou sobre os materiais que precisaria para o serviço. – Na real, se eu conseguir encontrar diamante e prata no caminho, vai ser bem bom. Preciso dessas duas coisas para trabalhar no meu novo bebezinho – Elucidou, apontando para a arma prateada circundando seu quadril como um cinto.  

Garfield não fazia a menor ideia de por que preenchia o silêncio com aquela conversa, mas deduziu que falar de assuntos pessoais seria mais vantajoso que fofocar sobre o cenário à sua volta. Por onde quer que olhasse, ele via gente provocante e atitudes barbarias tingindo Cactus com cores deprimentes, e Gar precisou de todo o seu autocontrole para não expor seu desconforto. Resolveu que tentaria ignorar a briga que se desenrolava não muito longe de onde estava, procurando focar-se na busca pela ferraria.

Com o que trabalha? – Perguntaria ao colega de caminhada, fingindo não perceber a decadência que se estendia por toda a paisagem ao seu redor. Não obstante, caso fosse, de algum jeito, envolvido em alguma situação de risco ou confronto inesperado, o gato não tardaria em reagir da melhor forma que conseguisse, sacando o chicote a fim de afastar qualquer elemento que por ventura invadisse desrespeitosamente o seu espaço pessoal.

「 C O N S I D E R A Ç Õ E S 」
interação com o harvey;
tentativa de procurar os materiais para confeccionar o projeto médousa;
tentativa de ignorar os arruaceiros de cactus;
tentativa de encontrar uma ferraria.

「 H I S T Ó R I C O 」
post: 04.
nome: garfield wampus.
aparência atual aqui.
capital: ฿ 13.225.000.

ganhos:
  1. n/a.

perdas:
  1. n/a.

ferimentos:
  1. n/a.

「 O B J E T I V O S 」
realizar 1 missão;
treinar qualidade precisão temporal;
adquirir proficiência disfarce;
confeccionar uma fantasia;
encontrar o bando.
PREÂMBULO DO INFINITO: O SILÊNCIO QUE ANTECEDE O CONCÍLIO
cactus
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Re: Preâmbulo do Infinito Sab Mar 26, 2022 3:09 pm









As compras ocorreram de maneira simples, mesmo que a atendente tivesse feito uma brincadeira um tanto quanto sem graça, no entanto, não estava ali para arranjar confusão - Obrigada pelo desconto! - Falei dando um sorriso no rosto. Não demorei para ir ao provador e trocar de roupa, vestindo um traje semelhante a esse, porém, com a blusa cobrindo todo o abdômen. Após pagar e estar devidamente fora da loja, meus pensamentos voltaram a como proceder daqui para frente, precisava aprender e encontrar algumas coisas, mas não queria fazer isso como uma Agente ou muito menos usando esse corpo feminino, precisava ser algo completamente fora da vida da Formika - ”Só me resta arriscar.” - Pensei enquanto olhava para pousada.

Aquilo com certeza era melhor do que tentar fazer a transformação dentro do quartel, já que isso poderia destruir toda ideia que tinha em mente. Caminhava em direção a pousada observando quem estava por ali, tentando identificar um pouco em qual espécie de lugar estava me enfiando - Preciso de um quarto, quanto custa? - Seria a primeira pergunta feita ao chegar na recepção do lugar - Precisa pagar na entrada ou só na saída? - A segunda pergunta seria feita colocando a mão no bolso, indicando que se fosse preciso pagaria naquele exato momento. Todavia, caso pudesse pagar tudo após o uso, optaria por essa ação, porém, pagaria na mesma hora caso fosse realmente necessário. Por fim, iria até o quarto sem mais delongas, pedindo uma orientação a quem me atendesse se fosse um lugar difícil de encontrar.

Assim que chegasse no quarto, trancaria a porta e me certificaria que estivesse sozinho ali. Pegaria algo simples para pôr na frente da porta, uma cadeira, escrivaninha ou até mesmo a própria cama seria usada para barrar uma possível entrada. O segundo passo era com relação às janelas – se existissem -, onde trancaria e me certificaria que estavam bem travadas, assim como seguiria a mesma ideia de tentar colocar algo na frente, como uma cortina, um guarda-roupa ou qualquer coisa desse tipo - Ótimo, acho que agora podemos começar. – Falaria bem baixinho olhando para ver se tudo estava trancado mais uma vez, afinal, prevenir é melhor do que remediar. Qual era meu objetivo agora? Bem, algo bem arriscado.

Tirava completamente a roupa e sentaria na cama – ou no colchão, se tivesse empurrado a cama para porta e colocado o colchão no chão -, respirando fundo algumas vezes enquanto fazia todo processo necessário para reunir todos os hormônios para a mudança que estava prestes a ser feita - Preciso de um nome... Metamorfose, irei chamar assim. - Transformada os dedos em seringas/agulhas e então respirava fundo uma última vez, aplicando na região do abdômen e fazendo toda descarga hormonal. Enquanto aplicava a técnica pensava em como queria que aquele corpo fosse, aquela mudança estava em um nível completamente diferente do feito alguns dias atrás por mim: Os traços continuavam ligeiramente femininos, os olhos mudavam para uma coloração verde-cristalina, com cílios longos. Os cabelos mudariam para tons pretos, sendo que nas pontas ganharam algumas mechas azuis, finalizando com uma pequena franja que iria cobrir parte da testa. O sexo seria mudado para o masculino, assim como sua estrutura corporal mudava bastante, as curvas femininas davam lugar a músculos arredondados e bem definidos, tendo um ligeiro aumento de massa magra, o que fazia aquele corpo ganhar mais alguns quilos. As mudanças no organismo eram tantas, que até mesmo o odor natural daquele corpo mudava, ganhando aspectos mais característicos, o que tornava impossível ser reconhecido dessa maneira.

Não sabia ao certo qual o resultado disso tudo, era uma carga hormonal completamente nova e diferente, esperava o tempo necessário para ter uma noção de todo revés que aquilo me causaria. Continuava na cama após a transformação, observando se todo meu corpo tinha sido transformado e tentava caminhar logo sem seguida, tentando dar alguns passos em direção a um possível espelho ou algo que pudesse ser usado para ser o meu reflexo.







Formika D. Smilinguida - Histórico/Objetivos:
Técnica Utilizada:



Arthur Lancaster
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Re: Preâmbulo do Infinito Sab Mar 26, 2022 3:34 pm
Preâmbulo do Infinito

Não me restava muito dinheiro, pagar a diária dele iria me prejudicar um pouco, mas se eu tivesse o suficiente para tal decidiria apostar nisso, quem sabe ele poderia me dar informações úteis para o futuro.

- Quanto fica então? - Perguntaria enquanto sacava meu dinheiro e o entregava quanto do café quanto de sua diária, se não fosse o suficiente. - Que tal apostar em mim? Não tenho o suficiente no momento, mas um gigante como eu não irá perder facilmente. - Sorria convicto de que iria ganhar.

Se fosse o caso dele me acompanhar, aproveitaria para lhe fazer algumas perguntas. - O que você sabe sobre a próxima ilha dessa rota? - Estava curioso para saber o que encontraria na ilha seguinte. - Quais são as coisas que mais se destacam nela? - Não ficaria muito mais tempo em Cactus então seria interessante já ter conhecimento sobre as próximas ilhas.


- Além disso, gostaria de saber algo mais próximo, ao norte da ilha, o que tem por lá? - Mesmo que não seja meu objetivo principal no momento, por conta que precisava reencontrar com o bando, mas quem sabe ele poderia saber de algo que fosse útil, desejaria obter o máximo de conhecimento com ele sobre esses dois assuntos, por isso visto que a caminhada poderia ser longa então talvez pudesse obter várias informações.

Chegando no local, acompanhado ou não procuraria por alguém que estivesse à disposição de atender as pessoas. - Olá, como posso participar das lutas? - Meu rosto  esboçava ânimo pela oportunidade de lutar.


HistóricoNome: Arthur Lancaster
Posts: 13
Vicio: 01/15
Carteira: 845.000 ฿S
Ganhos:
- 1 treino de qualidade noção temporal (dps atualiza com o numero do post)

Perdas:
- 300.000 ฿S (Post 2 - Frutas)
- 500.000 ฿S (Post 7 - Conta bar)

Cor da fala: - Fala


Objetivos• Conseguir uma boa recompensa



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Ficha

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Bim sala bim

Maka
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MakaNarrador
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Re: Preâmbulo do Infinito Sab Mar 26, 2022 4:28 pm


Preâmbulo do Infinito

Por mais dura e rígida que ela fosse, no fim Maria ainda fora muito boa comigo ao ceder todo aquele tempo para me ensinar, mesmo que ainda tivesse pago ela por aquilo. A resposta do abraço dela me deixava aliviada e tranquila, finalmente havia conseguido quebrar todo aquele jeitinho mais nervosinho dela.

- Não foi nada que você fez, Maria. Não esquenta, foi só uma memória que me veio na cabeça agora que me deixou assim. - Olhava para ela toda corada daquele jeito. - No fim, a gente tenta ser forte, pagar de “machona”, mas no fundo somos bem frágeis, não é Maria!? Puffhahahaha! - Maria provavelmente sentiria que eu estava me referindo a ela, mas na verdade, eu estava falando comigo mesma.

O tempo naquele lugar havia voado, e eu já nem tinha ideia se era dia ou noite. - Bom! Acho que é um adeus, né!? - Dizia com certo desanimo por ir embora, já que estava gostando de ficar ali aprendendo com ela. - Foi muito bom passar esse tempo aqui com você! Prometo que quando encontrar o tal pó de fada, farei uma arma feita dele com o seu nome, PUFFHAHAHA! - Dizia enquanto caminhava para a saída do local. - Até mais, garotinha! A gente se vê por aí! - Acenaria para Maria e sairia de lá.  

Havia passado muito tempo longe do navio, e era bem provável que o Leonidas estaria com saudades de mim. Enquanto caminhava até o Sol Nascente, observaria o céu e os arredores tentando me situar de qual momento do dia seria para enfim saber quanto tempo havia ficado lá com a garota da forja.

Ao chegar onde o barco estaria atracado, subiria no mesmo procurando pelo Leonidas, e caso encontrasse-o distraído, daria um chute na sua bunda para chamar sua atenção. - Ei, Léo! Para de se distrair! Você é o responsável pela segurança enquanto eu não estiver aqui, então fique esperto! Puffhahaha! - Tiraria uma onda com o pequenino e ficaria ao lado dele para conversar. - O que vocês andaram fazendo por aqui enquanto eu estive fora? Espero que não tenho arrumado problemas... - Olharia fixamente nos seus olhos procurando alguma mentira por parte dele, o que provavelmente não aconteceria.

- Cadê o Arthur? Você sabe onde ele foi parar? Já faz um tempão que eu não vejo ele. Tô começando a ficar preocupada... - Se o leãozinho não tivesse qualquer tipo de informação e ainda não fosse tão tarde assim, o convidaria para caminhar em busca de saber onde o meu irmão estava. - Vamos andar por aí e ver o que a gente descobre. Você tá muito ocioso, seu safado! - Diria aguardando uma resposta positiva do felino.


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Re: Preâmbulo do Infinito Sab Mar 26, 2022 6:05 pm






Capítulo 2
Preâmbulo do Infinito



— Tudo bem, eu acho que tô acostumado a ser tratado assim. — diria em desalento. A verdade é que a sociedade, por algum motivo, nunca levou bem nossa existência. Eu tinha certeza que Gar já havia passado por isso alguma vez em sua vida; ainda pelas histórias que eu ouço, sou privilegiado - talvez ele não tenha sido tanto em sua vida, não poderia dizer muito sem entender sua história. De qualquer forma, não demorava muito até que descobrisse um pouco mais sobre o rapaz. Ele possuía profissões e habilidades peculiares que não necessariamente se interligavam, apesar de isso não ser realmente o que me impressionava ou sequer me passava uma sensação estranha.

"Será que agentes possuem algo contra pessoas como eu?" pensaria, deixando o silêncio tomar conta daquela conversa por um momento, antes que eu voltasse à realidade que parecia me confrontar. Minha resposta de volta à sua indagação parecia ter deixado muita coisa em aberto, mas não foi necessariamente um problema para o felino de acordo com sua expressão. De qualquer forma, quando novamente indagado, não deixaria que meus pensamentos atrapalhassem a fluidez daquela interação. — Isso é interessante. Quanto cobraria por algumas atualizações e consertos? — perguntaria de forma inocente, já interessado em seus serviços. "Talvez algum dia ele se interesse pelos meus?" o pensamento invadia minha cabeça de forma involuntária, gerando um pequeno sorriso de canto de boca. Aquilo seria impossível.

Quando menos esperava, continuava seu comentário, tecendo outro sobre sua arma - um chicote prateado que me brilhava os olhos - que eu havia falhado em notar anteriormente. — Sempre fui fascinado por chicotes, embora não tenha me especializado tanto neles. — diria o que nunca havia compartilhado com ninguém. Eu acho que estava me saindo bem nessa conversa. Parece que as primeiras vezes são sempre as mais difíceis no final das contas. — Mas ficaria impressionado se você encontrasse pedras preciosas desse calibre tão facilmente por aqui, ou com acessibilidade de preços. — denotava levando em conta o que havia visto até agora na ilha - um lugar exuberante, mas aparentemente pacato.

No entanto, eu sabia que a realidade não ia parar o rapaz. Ele parecia ter uma ideia boa por trás de suas intenções ali. "O vigor da juventude é realmente explêndido." pensaria, lamentando o tempo que havia perdido. Mesmo sabendo que águas passadas não eram dignas de lágrimas ou maldições minhas, a realidade tendia a ser diferente quando se experienciada. Às vezes era só inevitável que eu pensasse nisso. Meus lamentos, no entanto, eram subitamente cerceados pela briga e violência que se mostravam tão naturais naquele lugar.

— Por todos os lugares que eu já passei, uma coisa era comum, sempre: a violência. Talvez seja a força motriz de muitas áreas. — pensaria em voz alta notando o silêncio de Gar sobre a cena. Eu sabia que muitos do Governo Mundial podiam ser corruptos e mentirosos - havia até mesmo trabalhado com alguns -, mas sabia como um fato que nem todos estavam no mesmo saco, portanto, pretendia ser cauteloso com o rapaz e minhas palavras. Não demorava muito, seguindo o incômodo da confusão, para que ele perguntasse a questão que eu mais temia.

— Eu sou um... caçador, digamos assim. — começava, não mentindo, mas ocultando algumas verdades. — Algumas vezes detetive, até. — após isso, não sabia o que exatamente dizer sem que isso acabasse me comprometendo com o jovem. — De forma resumida, eu presto serviços desde que me entendo por gente. — continuaria minha caminhada esperando e estando atentos às suas palavras. Caso e quando visse uma loja que fosse de meu interesse ou de Gar, chamaria sua atenção e nos conduziria até o local, adentrando o mesmo para começar a fazer o que nos levou a ter essa caminhada. Pentearia um pouco de meu pelo e bateria minha roupa para eliminar sujeiras e amassados - gostaria de parecer o melhor possível fisicamente naquele momento.


Histórico:

Legenda:

Considerações:

 Code by Arthur Lancaster

   
 

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"Assume the position to get back on your knees"



Curso narrador All Blue, turma de Janeiro 2021: