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Preâmbulo do Infinito Seg 07 Mar 2022, 05:30
Relembrando a primeira mensagem :

Preâmbulo do Infinito

Aqui ocorrerá a aventura dos Civis Arthur Lancaster & Maka Jabami. A qual não possui narrador definido.

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Arthur Lancaster
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Re: Preâmbulo do Infinito Sab 12 Mar 2022, 21:16
Preâmbulo do Infinito

Aquela refeição surpreendente ficava melhor do que imaginava, mas aquela a raiz deixava tudo mais interessante, quem diria que iríamos acabar colocando ela na comida e que causaria tanto efeito na Kitara, uma pena que que não tivera tanto efeito comigo.

- Claro, vai ser divertido! - Aceitava seu convite animado para aproveitar seu ritmo.

Levaria a para fora com um sorriso no rosto, a segurando caso seu equilíbrio ainda estivesse afetado, não me contentaria estar no barco então a levaria para a praia de fato onde as luzes da cidade não ofuscassem as estrelas do céu.

- É realmente lindo não acha? - Falaria fitando aquele belo cenário. - Quer dançar um pouco? Não temos musica feitas por homens mas o quebrar do mar não é de todo mal.

Caso ela aceitasse a puxaria para uma dança, mantendo a malemolência, com um ritmo lento e gostoso, fitaria seus olhos enquanto a ouvia falar de maneira engraçada pela comida ingerida anteriormente.

- Sabe Kitara desejo muito sentar no trono do universo. - Falaria como se estivesse pensando alto. - É muito bom ter pessoas como você ao meu lado. - Ajeitava seu cabelo com cuidado. - Teremos uma grande aventura juntos!



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Re: Preâmbulo do Infinito Sab 12 Mar 2022, 23:25


      Narração

Formiga

Não tinha como não sentir um extremo desconforto com aquele poder retardado ao qual Roy demonstrava afinal, aquilo passava toda e qualquer boa percepção de o que era um treino, ativava os instintos mais primais de sobrevivência, certamente era o mais perto de um perigo real sem que ela tivesse de realmente viver isso. - Minha intenção não é nunca te machucar, por isso é os  soco de treino, o soco sério é só pra babacão. Ele comentou sem ter muito tato do que havia feito achando que havia feito algo bom.

O treino seguiu e então Formika havia chegado bem próxima de seu limite e com isso Roy comentou - Todos tem um Rokushiki ao qual é particularmente mais difícil do que todos os outros, comigo  foi o geppou… Eu cai tanto de cabeça que eu perdi o cabelo treinando… Ele comentou em um tom triste alisando a cabeça dizendo - Meu cabelo era tão bonito, você ia me achar mais legal com cabelo. - Ele comentou abaixando a própria postura e voltando a uma expressão mais neutra.

Sora enquanto isso respondeu - Claro, estou pronto!- Ele se ergueu, parecia ter conseguido descansar bem E com isso ele começou a ouvir as palavras de Aizawa e talvez como um hábito ele comentou - Um segundinho por favor. - Ele puxou seu bloquinho e uma caneta enquanto falava e escrevia - Tempo e determinação aos poucos.- Era o que ele havia conseguido absorver bem, havia um brilho no olhar empolgado, ele repetiu a ideia, colocou uma perna a frente e a flexionou dobrando os joelhos, ele então guardou o bloquinho e a caneta que estavam nas mãos e então olhando pra elas as fechou e mostrou para Aizawa - Pronto! E então quando ele viu como se faz ele tentou corrigir começando do zero algumas poucas vezes até conseguir imitar a postura esperada. - Certo, cuidado com o dedinho!

Ele comentou  e logo começou a tentar fazer o que lhe era instruído, mesmo que se esforçasse tornou-se claro a ela a dificuldade que ele tinha no começo de pegar o jeito e ele não conseguiria tão rápido mas, definitivamente conseguiria. E então quando chegou a parte de levantar joelho e do chute foi onde por um tempo todo o progresso que ele havia feito pareceu se perder, pelo menos pelas primeiras dez tentativas, que era o que levou pra ele se estruturar e entender a ordem mas uma boa característica dele é, que mesmo que sim ele falhasse ele tinha a determinação pra tentar novamente sem reclamar ou dar desculpas, estava ali direcionado. - Eu vou aprender! Ele comentou agora fazendo um movimento perfeito, que poderia até mesmo surpreender Roy que comentou - Wow. Você tem mesmo talento Sora. E  Sora ficou com um pouco de vergonha quando ouviu o elogio.

- Podemos, fico feliz em ver que alguém que eu ensino, também passa as coisas adiante, tem pessoas que acham que a força é só pra si, mas em  esticar a mão pro próximo é que vem a maior das forças hahahaha, ou pelo menos é isso que meu herói preferido sempre dizia.- Ele teria dito em umt om sério e inspirador e logo a quebra de expectativa teria sido presente, inevitavelmente.


Maka


- Bwahahahaha, mas  estão sendo bons treinos, eu estou me divertindo! Você esta tendo algum progresso mas, eu me divertir é o foco. O pequeno leão comentou sem nem mesmo ver também o tempo passar, havia sido  algo que havia não só ocupado mas também feito com que ele pudesse reviver velhos tempos, era uma situação a ele muito agradável.

- Certo, como treino final eu proponho uma mudança de papeis. Eu vou te dar dez segundos e correr atrás de você, você pode correr usando as duas pernas, mas você só pode me bloquear com o lado não dominante, esquivar? Apenas se a base da sua perna for a que você não domina, pra cada vez que você trapacear ou eu te acertar você vai tentar escrever seu nome em uma folha dez vezes com a mão não dominante! - Ele teria feito uma pose de durão mas dava pra ver que mesmo sua punição, Ajudaria Maka.

- Vamos lá… 10…. - É o que ele diria dando os 10 segundos de desvantagem como ele prometeu.


Arthur

Era possível para Arthur, ver que a Alva ainda tava meio baqueada, sua pele antes branca estava mais esverdeada que o normal e era possível ver que aquilo ali não fez muito bem  mesmo, acontecia até mesmo  no mais preparado dos homens.

Ela apoiou-se sobre Arthur com uma das mãos, talvez um pouco de ar fresco lhe fizesse bem? Provavelmente fora o motivo de sua sugestão. E com isso  poderiam ver que a lua estava tão bonita quanto um sonho infantil de verão, haviam muitas estrelas e a brisa local ajudava muito. - Eu até gostaria mas, vamos ficar quietinhos mais um pouco sim?  Acho que da próxima vez é melhor a gente procurar um restaurante ou algo assim hahaha,  ou eu vou acabar estragando a noite. - Ela comentou olhando  para as estrelas e deixando-se apoiar em Arthur com a voz visivelmente mais assonada. - Trono do universo? - Ela perguntou genuinamente curiosa sobe o que aquilo se tratava, agora era um bom momento para que  ela mais ouvisse do que falasse, pois era possível ver que pouco a pouco a coloração esverdeada iria sumindo  até um ponto que em algum momento da conversa ela acabaria cochilando.

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Re: Preâmbulo do Infinito Sab 12 Mar 2022, 23:57









Aprender o Kami-e tinha sido algo realmente cansativo, era muito complicado relaxar o corpo e movimentá-lo em meio a um combate, mesmo que tivesse sido só um treino – Entendo, acredito que entra no fator aptidão, normalmente somos bons em algumas coisas e ruins em outras. – Comentei logo após as palavras de Roy – Caiu tanto que perdeu o cabelo? Nyshishishishishi! Isso é novo pra mim. – O comentário era pertinente, mas vendo o soco de treino do homem, qual será a altura que ele caiu repetidas vezes? – Tem alguma foto com cabelo? Qualquer coisa posso ver depois, aliás, preciso de um tempinho pra respirar. – Como supracitado o cansaço pareceu maior do que imaginei, sem mais delongas, procurei sentar em algum banco por perto ou sentaria no próprio chão, enquanto observava Sora realizando o treinamento.

O menino escreveu uma das frases que falei em seu bloquinho de notas, se ele seguisse aquilo em todos os ambientes da sua vida, provavelmente não encontraria muitos problemas ao decorrer dela. De qualquer forma, vê-lo treinar e se dar bem encheu meu coração de alegria – “Agora eu entendo a cara que vocês faziam, ao me ver treinar...” – Meus pais acompanharam meus treinos algumas vezes e sempre os vi com largos sorrisos em seus rostos, é meio estranho estar no lugar deles, mesmo que não seja na mesma proporção – Realmente, ele será um grande lutador no futuro. – Comentei ao elogio feito por Roy, pelo jeito Sora iria conseguir se defender bem daqui a algum tempo – O conhecimento deve ser espalhado, não faz sentido aprender para guardar, não é certo. Direcionar os outros o caminho da razão e respeito são fundamentos básicos de qualquer arte marcial, quiçá eu deva parar de negligenciar e também refinar meus conhecimentos no que tange o combate, eu acabo sendo “selvagem” demais. – Aquela frase não foi direcionada a ninguém, largando no ar algo que ouvi e aprendi na minha primeira vida.

Olhava ao redor buscando por algum lugar onde pudesse encontrar água, não me limitando ao ambiente para buscar algumas garrafas, se necessário, iria ao refeitório – Preciso de algumas garrafinhas ou copos, estamos treinando e não podemos ficar sem hidratar. – Seria minha abordagem ao chegar no refeitório, se fosse necessário. Por fim, chamaria Sora assim que ele finalizasse o seu treino, entregando uma garrafa/copo ou o recipiente que tivesse com água, dando uma também para Roy, se ele estivesse por perto – E então o que está achando? Tem vários estilos de combate, os de curta distância como esse que estava treinando; os de média distância usando algumas armas como lanças ou chicotes e por fim os de longa distância, normalmente usando armas de fogo e também outros tipos de armas. Se quiser, posso ver com alguém para te passar treinamentos com outras armas, para você ver de qual gosta mais. – Era necessário e um ponto importante para um bom lutador encontrar o estilo que mais encaixasse com seu biótipo e gosto pessoal.

Ouviria as palavras do menino enquanto bebia água – se tivesse encontrado – voltando minha atenção ao ambiente, dando uma olhada em quem estava ali e também o que estavam treinando, mas sem ignorar ou deixar de ouvir as palavras de Sora – Aliás, tem algo que quero lhe perguntar. Sei que pode não ser o momento, mas posso a qualquer momento ser chamada para ir a uma missão e acabo sem saber quando irei voltar. – Daria uma pausa para novamente beber outro gole de água – Pode me contar mais sobre aquela história de antes? Sobre o seu colar e sua irmã. Se não me engano, não deixaram você voltar, não foi? – Ser direto era a melhor opção, pensei como perguntar isso a ele e retornar ao assunto de maneira mais sútil, porém, não tenho muito tato para essas coisas – Não esconda nada, acredito que posso tentar ajudá-lo com isso. – Finalizei enquanto esperava uma resposta do garoto e aproveitava o descanso.







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Arthur Lancaster
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Re: Preâmbulo do Infinito Dom 13 Mar 2022, 00:23
Preâmbulo do Infinito

Aquela erva tinha um efeito diferente do que imaginava, ela parecia mais causar mal estar do que alegria, o que infelizmente estragava aquela noite que poderia ter sido bem mais prazerosa deixando um ar de insatisfação pelo ambiente.

- Bom suponho que não a muito o que fazer. - Dava de ombros e a pegaria no colo. - Vamos te levar para o barco para dormir bem e acordar melhor amanhã ok?

E assim fazia, levaria ela até o barco e logo a depositária em uma das camas desocupadas. - Durma bem. - Sorria ajeitando seu cabelo e colocando um balde para caso ela precisasse usar.

Deixando isso de lado correria até a cidade, o bar que tinham indicado indo ao final da rua próxima onde aportamos, chegando lá prestaria atenção nas conversas alheias, nunca se sabe o que poderia se ouvir nas conversas de caçadores de piratas, afinal isso parecia ser o forte do local.

- Me vê uma boa dose de rum? - Pediria a quem estivesse atendendo. - É sempre assim por aqui?

Caso eu notasse alguma presença chamativa dentro do local, me aproximaria da mesma com o copo de bebida em mãos. - Prazer me chamo Arthur, o que você acha de eu lhe pagar uma bebida e você me contar sua história?



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Re: Preâmbulo do Infinito Dom 13 Mar 2022, 01:40


Preâmbulo do Infinito

- Desgraçado! Como eu imaginei. Tá aproveitando a deixa pra tirar onda comigo! - Apesar de haver algum pequeno progresso, ser “zoada” assim não era legal. - Você tem que me ensinar a ter a força pra matar trinta mil homens, não pra me “zoar”, Léo! - Exclamava um pouco desapontada com toda a graça do pequenino, “eu ainda vou aprontar com você! Me aguarde...”

Por fim, uma nova e última sugestão de treino era feita pelo pequeno, e dessa vez ele é quem me atacaria. - Finalmente um treino em que eu vou receber uma bela massagem enquanto... “apanho”, PUFFHAHAHA! - Provocava o pequeno que indicava que dessa vez eu deveria evitar seus golpes.

Treino de Qualidade - Ambidestro (4)

A contagem começava e eu partia em disparada pelo navio, sempre usando de barris ou até mesmo do mastro ou de qualquer outra pessoa que estivesse aleatoriamente por lá para me manter distante do leãozinho.

Se de alguma forma ele se aproximasse de forma que eu ainda conseguisse tempo para bloquear, colocaria o braço esquerdo na frente completamente desengonçada para evitar seus ataques que viessem na parte superior de meu corpo, sempre usando toda a extensão do braço.

Seguiria da mesma forma com os ataques vindo por baixo, afastaria minha perna direita para trás aproveitando do momento que ele me atacasse para colocar a perna esquerda a sua frente como forma de não tomar pancada e impedir seu avanço.

E por fim, arriscaria algumas esquivas, mesmo que isso me custasse saltos curtos e sem força para fora de sua direção, além de possíveis escorregões pela falta de força na perna que seria a base para a esquiva. E toda vez que fosse acertada, urraria de raiva por lembrar de que eu teria que ficar escrevendo o meu nome tolamente em um papel com a mão esquerda. “Minha letra já é um garrancho com a direita! Imagina com essa porcaria de esquerda!?”

Fim do Treino

Incomodada e prometendo para mim mesma de que ainda descontaria aquilo no leãozinho, assim que o cansaço me atingisse e notasse que o treino chegaria ao fim, faria um pequeno “roubo” e então, usaria de meu lado dominante para acertá-lo com ao menos um tapa na cara do pequenino.

- PUFFHAHAHAHA! Aaaaaaaaah, isso foi engraçado! PUFFHAHAHA! - Riria da cara do leãozinho enquanto jogaria meu corpo de bruços no chão da embarcação. - Não fica bravo, vai! Você mereceu pelo menos uma, Léo! - Retrucava ofegante sua possível reclamação buscando ar para me aliviar. - Não seja tão bravo e tome uma comigo, vai! - Pegaria minha garrafa de uísque e tomaria um gole dela, esticando o braço logo em seguida para o pequenino.

- Eu não sei se você ainda sente sabor de alguma coisa, mas pelo menos compartilhe comigo em forma de agradecimento!... Obrigado por hoje... - Abriria um largo sorriso sincero para Leonidas aguardando que ele aceitasse a bebida.


Legendas:

Ponto-Situação do Personagem:


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Re: Preâmbulo do Infinito Seg 14 Mar 2022, 19:46


      Narração

Arthur
O gigante vendo que a noite acabara de forma inesperada, fora apresentado a fragilidade da moça que acabou deixando-se baixar a guarda ao ponto de relaxar e só dormir, era algo puro e até um pouco infântil para alguém que havia dito o mesmo que ela.  Respeitando o seu sono ele a levou para descansar um pouco, agitado no entanto o Gigante resolveu procurar algo pra beber.

Seu caminho o levou para o bar que havia lhe sido indicado, haviam ali figuras distintas,  como esperado de uma ilha como aquela o estranho podia ser considerado muito comum afinal, não há trabalho que alguém não possa fazer,  haviam mesas, algumas ocupadas com grandes grupos, outras vazias e outras até com cadeiras sobrando de pessoas que gostavam de mais espaço.

Quem estaria atendendo seria um senhor grisalho no entanto fácilmente devia passar dos dois metros, sua envergadura definitivamente não era delicada, como alguém que definitivamente estava preparado para lidar com barderneiros ou caloteiros. Frente ao pedido de Arthur, ele parou e olhou para o gigante antes de suspirar, pegar uma boa garrafa e serviu uma boa dose em um copo grande, levando a proporção do gigante em consideração pra sua dose, o velho não amargaria a bebida do homem com preço no momento mas, cobraria quando fosse necessário.

- Esta menos movimentado que o normal hoje, tem dias que são tranquilos assim mesmo. - O homem disse com um tom extremamente tranquilo  com poucos sinais de sua idade avançada presentes, no entanto ele não se aprofundou demais além do que era perguntado.

No entanto, sentado em uma mesa com alguns petiscos e uma garrafa bem grande de vinho havia um Rapaz tatuado ao qual parecia estar bem relaxado naquele lugar, um detalhe que seria possível de notar no entanto eram as costas do punho do rapaz enquanto ele bebia que estavam machucadas, como um sinal de que havia brigado a pouco tempo. - Bebida por uma história? Que tipo de história você quer ouvir? Tenho algumas boas, algumas ruins, sobre caçadas... Sobre vezes que eu fui caçado. - Ele perguntou quando o titã se aproximou.



Maka


O treino ao todo acumulou-se no total de 10 punições acumuladas, ou seja Maka deveria se fosse cumprir o que apostaram precisar escrever o próprio nome 100 vezes, um castigo educativo para o que ela queria tanto aprimorar no entanto o tapa inesperado fez o pequenino voar longe devido a sua leveza  enquanto reclamava - TRAPAÇAAA!-  Ele resmungou e parecia muito bravo enquanto se recompos.

No entanto ao aproximar-se da ruiva ele apenas suspirou e falou - Essa vai por conta da casa, 10 punições já são o suficiente, você vai aprender a usar os dois lados nem que seja na marra. - Ele comentou sentando ao lado dela com o olhar direcionado ao luar, mesmo pelas expressões limitadas de uma pelucia era possível ver o afinco com que ele encarava o luar, como se aquilo fosse algo que ele não observava a muito tempo.

- Acho que vou aceitar.- E ali ele teria bebido junto a Maka, sendo possível ele fazer alguma careta leve enquanto dizia - Eu nunca tinha testado mas eu sinto… Só que não é como se percorresse só a língua, vai pelo corpo inteiro  porque encharca a pelucia toda, é estranho!- Ele estava achando bizarro mas gostando ao mesmo tempo, era como se tudo fosse mais intenso. Ele então devolveu a bebida no clima que havia ficado muito bom.


Formiga

- Pois é, sempre que eu conto ninguém acredita mas, é a verdade, eu devo ser uma espécie de gato reverso, quando é pra cair feio eu caio de cabeça, sabe Deus o motivo. - Ele teria exibido sua cabeça lisa com algumas marcas de cicatriz bem leves, indicando que ele realmente não estava só inventando história. - Aqui. ele teria mostrado uma foto dele que era Irreconhecivel se não fosse pelo olhar que era exatamente o mesmo.

Vendo o modo como Aizawa pensava, Roy apenas lhe deu um tapinha no ombro respeitoso, enquanto olhou para Sora - Penso de forma parecida. Ele comentou apesar de parecer pra alguns até mesmo um pouco bossal o careca carregava consigo alguma sabedoria que até então não havia ficado muito claro de onde vinha.

Com isso a garota foi buscar algumas garrafinhas na parte do refeitório e teria encontrado uma Figura grande, segurando o que parecia um cachorrinho que parecia muito estar dando tchauzinho Ele parecia estar levando o bicho pra enfermaria pelos passos mais apertados e uma Moça estranha mas bem bonita teria lhe entregue  quantos copos ou garrafas de água fossem necessárias,  bem geladinhas.

Era possível ver que durante esse tempo, Roy apesar de não querer interferir no treino para incentivar Sora estava ao seu lado imitando seus movimentos, mesmo os erros, talvez fosse o seu jeito de cuidar das pessoas. Sora então teria parado um pouco e começou a pensar -HM… Se eu puder escolher eu sempre vou pela escolha de ficar próximo a você mais tempo mas… Talvez eu não saiba no que sou bom se não tentar…. Ele  acabou soltando algo que era muito sábio para alguém tão novinho como ele, especialmente pelo seu jeito educado de falar.

Ele então pegou uma garrafinha pra ele e um copinho e começou a encher, dando uma pausa do treino e sentou-se um pouquinho, bebendo a água, enquanto olhou aizawa nos olhos, dessa perspectiva seus olhos  eram ainda mais fofos, dando vontade a qualquer umc om coração de apertar as bochechas do garoto,  até que ele começasse a falar - Eu…  Não sei tanto assim sobre o que aconteceu,  todos nós estavamos dormindo, então um barulhão  na porta da frente aconteceu… E então  a irmã  falou para eu me  esconder embaixo da cama enquanto ela ia conferir… Ela pegou um bastão  e eu me escondi…- Ele então deu uma pausa, olhando para as próprias mãos parando por um tempo enquanto bebeu mais água.


- Minha irmã sempre disse que se eu sentisse medo, enquanto eu tivesse o colar, ela estaria dando forças pro meu coração e… Por isso ele é muito impotante pra mim, pois… É um pedaço dela…- Ele comentou até mesmo dando um sorriso, apesar de seus olhos estarem já muito úmidos,  ele respirou fundo e continuou -  Escondido eu não vi muita coisa mas ouvi gritos como se  a tivessem machucando e ela repetindo que não tinha mais ninguém…  Depois disso as chamas pra todos os lados… E quando eu acordei eu já estava bem longe… Ninguém em explica muito mas…- Ele apertou o copo e abaixou a cabeça, não conseguindo falar mais por um tempinho, como se tivesse usado toda a coragem de seu coração pra transmitir aquilo de forma clara.


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Re: Preâmbulo do Infinito Ter 15 Mar 2022, 12:10









Roy era irreconhecível com o cabelo e aquilo era realmente estranho, como alguém pode ter ficado careca tão rápido assim? De qualquer modo, me restava apenas acreditar em suas palavras e crer que ele realmente perdeu o cabelo durante todas as quedas que teve em seu treinamento. Encontrar água não foi um problema, inclusive acabei avistando algumas figuras interessantes, inclusive um cachorro. Ao retornar, escutei as palavras de Sora com atenção, já que era necessário para entender o que aquele garoto passou e também ter uma noção do que aconteceu com sua família.

Suas palavras foram duras, não tendo muitos detalhes sobre o que aconteceu, mas isso já era esperado, afinal, se tratava de uma criança – Tudo bem, pode deixar o resto comigo. – Bradei enquanto colocava a mão em seu ombro, tentando confortá-lo da melhor maneira que podia – Você pode me dizer o nome da sua irmã? Não lembro se já chegou a comentar. – Não me lembrava de Sora ter citado o nome da sua irmã, no entanto, eu podia ter esquecido. Pelo jeito algo realmente estranho tinha acontecido com a irmã de Sora – “Se envolveu com o cara errado? Talvez fuçou onde não devia? Preciso ter cuidado quando buscar por informações.” – Querendo ou não podia acabar mexendo em algo problemático, mas irei tentar na medida do possível encontrar respostas que pudessem confortar o pequeno Sora – Desculpe por te fazer falar sobre isso, mas agora já passou, pode deixar comigo! – Tentaria ser um pouco mais animado – Esse peso agora o meu, quero que você foque em você agora... estudos, treinos e tudo mais, combinado? – Deixaria o dedinho livre para firmar a promessa.

Após toda conversa e caso Sora aparentasse uma melhora, me colocaria de pé em sua frente – Por hoje você treinou bem, agora vem a segunda parte. – Apontava para o caderninho dele – Os estudos! Você sabe onde encontrar sua professora, certo? Caso ela não estiver, você pode voltar ou ir pro meu quarto descansar. – Pausava por alguns segundos – Acredito que vou ficar ocupada, ainda preciso terminar o treinamento e também ver se precisam de mim por aqui. – Não sabia o que o governo guardava pra mim, mas sabia que bom deixar Sora continuar com sua “rotina”, já que pelo que falou, estudava com frequência por ali. Com tudo finalizado, apenas olharia o menino indo, dando um “tchauzinho” e mantendo um sorriso no rosto.

Voltava as atenções para o careca mais badalado de Cactus – E então, como funciona o Tekkai? Li um pouco anteriormente, mas achei estranho. – Comentei me aproximando do careca – Aliás, quando fui pegar água vi um cara robusto com um cachorrinho e uma mulher meia estranha, cabelos brancos e acho que algumas cicatrizes? Parece que estava toda remendada, mas não deu pra ver direito. – Cite a dupla que vi, não parecia ser nada importante, porém, era bom saber quem era quem por ali. Por fim, escutaria as palavras do homem.







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Re: Preâmbulo do Infinito Ter 15 Mar 2022, 14:58


Preâmbulo do Infinito

“PUFFHAHAHAHA”, a vingança havia sido um sucesso, e sem esperar, Leonidas foi jogado para longe todo bravo brigando comigo alegando trapaça, e de fato havia sido mesmo. - Não fique bravo, eu vou aprender, não esquenta, agora venha e beba. - No fim eu ainda aceitaria as punições, - mesmo que deixasse para uma outra hora – e continuaria a desfrutar da bebida e do diálogo com o leãozinho.

- Hummm, então você tá todo molhadinho, hein? PUFFHAHAHAHA! - Faria uma brincadeira boba e até meio sem graça apenas para provocar o pequeno enquanto observava a Lua brilhante lá no alto. - Bonita, né? - Comentaria no meio daquela conversa. - Você parece gostar dela, não? - Indagaria para Leonidas já que notava o quão fixo ele olhava para ela.

Ficaria ali por alguns minutos ouvindo o que a pelúcia tinha para compartilhar, e então me despediria dele. - Bom, Léo! Acho hoje já deu pra mim... Vou indo nessa descansar um pouco já que amanhã provavelmente vai ser um dia bem agitado! - Esticaria meu punho direito para ele enquanto sorria esperando que devolvesse o cumprimento de despedida.

Observaria o que estava acontecendo aos arredores do barco e procurando a possível presença do Arthur ou até mesmo do John. Caso encontrasse um dos dois ou qualquer outra presença do pessoal que havia tomado a decisão de seguir a gente, eu os abordaria. - Vou descansar um pouco, mas a gente precisa de gente pra ficar de olho na embarcação! - Diria colocando ênfase em tomarmos essa medida para a segurança de todos. - Mais tarde eu venho para ajudar também! Pode fazer isso pra mim? - Encerraria contando com uma resposta positiva e partiria para a parte inferior do navio.

Na parte inferior, iria até a segunda câmara onde estaria a cozinha procurando algo simples para comer, nada pesado, apenas uma fruta bem gelada e docinha. Me alimentaria, limparia a sujeira que houvesse feito, lavaria meu rosto em alguma torneira e partiria para a primeira câmara em busca de uma cama ou qualquer canto livre e confortável para dormir um pouco. Se tivesse privacidade suficiente, tiraria minhas roupas e as deixarias ao lado para afastar um pouco daquele calor que elas traziam, apesar de não gostar de deixar a tatuagem da "Sakura" nas minhas costas a mostra. Retiraria o laço de cabelo desfazendo o coque que já estava ali há um bom tempo. - Respire cabelinho! - Diria bem relaxada enquanto me deitava em busca de um cochilo gostoso.

Não tinha costume de ter um sono pesado, nem gostava de dormir por muito tempo, e quando eu prometia fazer alguma coisa meu cérebro tinha o costume de ser um ótimo despertador. Contando que não dormiria por tanto tempo, caso realmente não caísse em um sono pesado e acordasse notando que ainda estava escuro, colocaria minhas roupas, guardaria o laço no bolso e seguiria para a parte superior da embarcação procurando água para lavar o rosto na tentativa de mostrar para o meu corpo que era hora de acordar.

Agradeceria quem tivesse topado cuidar do barco e indicaria que estava liberado para descansar e então assumiria o posto aguardando o amanhecer do dia seguinte. Já se o sono fosse mesmo pesado e eu tivesse perdido a hora, me desculparia com quem tivesse sido o responsável pelo cuidado do Sol Nascente. - Hoje eu passo a noite cuidando dele, me desculpa por isso, puffhah... - Ria sem graça pelo inconveniente.


...



Com o dia mais claro do que nunca, - pelo menos era o que eu esperava - seguiria para fora do navio pronta para mais um dia produtivo. Observaria os arredores do porto atenta a algo que fosse interessante, mas, o que realmente me fazia estar ali era encontrar a tal forja que o rapaz havia dito no dia anterior. - Uma loja com um “M” amarelo e bem grande... inconfundível... - Caminharia pelo porto procurando pela tal referência que havia me passado, e caso fosse necessário, abordaria alguém que estivesse por ali. - Uma forja com um “M” amarelo e grande! Onde encontro? - Ouviria com atenção agradecendo logo em seguida partindo dali.

Chegando no local, olharia por volta de toda a loja e forja buscando ver algo de interessante no lugar e, procurando alguém que pudesse me atender. - Oi! É... qual era o nome mesmo?... - Tentava lembrar comigo o nome da pessoa que o rapaz havia me dito. - MARIA! ISSO! A Maria está? Preciso de uma mestra, PUFFHAHAHA! - Diria de um jeito desbocado tentando criar alguma amizade ou aproximação para ser aceita como uma aprendiz.


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Re: Preâmbulo do Infinito Ter 15 Mar 2022, 21:08
Preâmbulo do Infinito

As coisas no bar pareciam melhorar um pouco aquela noite perturbada, o velhote grisalho parecia ser forte, acenava com a cabeça em sinal de respeito, não parecia ser fácil administrar o bar onde a maioria das pessoas portavam armas como acessórios comuns.

- Por uma boa gorjeta poderia ajudar um novo amigo? - Perguntaria enquanto de maneira furtiva colocava os panfletos a sua frente. - Quem sabe algum deles passou por aqui ou lhe dentre as conversas ouvirá uma boa informação.

Após dialogar com o senhor iria até o tatuado, sem dúvidas sua aparência chamava atenção de quem o via. - Por que não me surpreende? - Sorria enquanto fazia um sinal para o senhor pedindo mais uma bebida. - Quem sabe uma delas me interessa.

Ouviria com atenção, torcendo para que uma de suas histórias pudesse me ser útil de alguma forma. - Hmm Interesse. - Complementaria caso realmente me fosse útil.

Os punhos com sinais de luta despertavam minha curiosidade. - Lutou faz pouco tempo companheiro? - Demostraria interesse em ouvir essa história também, afinal nunca se sabe o que pode vir a calhar no futuro.

Acenderia um charuto e sem muita enrolação o colaria na boca para aliviar minha insatisfação de mais cedo, e começar a planejar meus próximos movimentos, precisava conseguir dinheiro o quanto antes, além é claro de continuar meu treinamento.

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Re: Preâmbulo do Infinito Qua 16 Mar 2022, 03:24


      Narração

Maka

- Pois é, que corpo  estranho esse castigo irônico é bizarro.- Comentou o pequeno leão, não entendendo a zoeira especialmente pelo modo como olhava para a lua  - Ela é linda, em minha outra vida sempre que a a admirei da mesma forma foram em grandes batalhas,  a admirei em um cenário em que eu não quisesse lutar então fazer isso é… Novo. - O pequenino teria comentado agora realmente passando a impressão de ser alguém bem mais velho ainda assim carregando alguma pureza mesmo na experiência, pois nunca se havia visto o pequeno tão quieto.

Então ele voltou a realidade e respondeu - Descanse bem, se formos continuar amanhã, você não aguentará o tranco do herói se não dormir direito! - Ele comentou fazendo um double biceps, mostrando que  apesar de ter mostrado mais camadas do que antes de sua personalidade, ele ainda era ele mesmo, e ele finalizou -  Eu vou tomar um ar por mias um tempo, pode ir dormir tranquila. - Ele teria dito então saltando e ficando em uma das beiradas do navio, observando o movimento que havia abaixo, seria bizarro dizer que Maka realmente poderia sentir quando ele falou isso que  poderia confiar?  Era uma possibilidade tão grande que talvez até ela se assustasse.

Saindo no momento estava John, que acenou com a cabeça como se tivesse acabado de acordar, fazendo um joinha pra ela ficar tranquila, seria possível vê-lo andar e sentar-se do lado de Leonidas.


Já de manhã, após o descanso sua missão destinada de encontrar quem lhe ensinasse não tardou a ter um sucesso, era bem fácil de ver o símbolo do grande M amarelo e quando adentrou o local, poderia ver que haviam vários materiais a disposição organizados em estantes, diferente de como muitos comerciantes de armamento organizam, e no balcão havia uma Garota de cabelos  loiros e olhos azuis, que não devia ser muito mais velha que ela.  - Mestra? Me explica direito essa história.- Teria respondido a moça realmente confusa pela abordagem mas, sem nenhuma negativa em sua postura.



Arthur


- Por um trocado qualquer um deve mostrar-se mais interessado em conversar sobre muitos assuntos. - Comentou o senhor, analisando os cartazes que lhe eram exibidos com alguma surpresa, não pelos cartazes em si mas pelo que o rapaz havia lhe perguntado. - Rapaz, você é novo pelas bandas mesmo certo? Piratas em Cactus andam com a cabeça mais baixa possível e buscam sair correndo assim que seus log poses se ajustam.  Um deles vir a um bar frequentado por caçadores, seria como uma pobre ovelha adentrando uma jaula de leões famintos. - Ele comentou debruçando-se sobre os cartazes, olhando mais uma vez.

Ele então bateu o dedo em um dos cartazes o de Chuchumaru comentando - Este homem em especifico não vai ter um fim feliz. Certamente no QG você deve achar pessoas mais do que dispostas a colaborarem. Ele matou a neta de um marinheiro que foi muito querido e queimou sua casa.- Ele teria dito respirando fundo - É um homem que eu mesmo darei um fim se o ver.- Ele comentou recolhendo os cartazes e os devolvendo a Arthur.

E então como a história seguiu até a conversa entre o tatuado e o titã, continuou-se a conversa - Acho que vou te contar algo recente.  Eu estava atrás de um grupo de barderneiros conhecidos como  Chafariz escarlate… É bizarro, mas os caras achavam maneiro? É, então. - Ele teria pego a bebida que havia então chegado e  mandado um - Valeu vovô. Onde paramos? Ele então continuaria após beber um gole - Eram um grupo fraco, porém eram muitos e para um caçador que luta sozinho é o tipo de confusão que você geralmente não se mete Ele então parou e apreciou um gole mais longo e duradouro antes de bater com o caneco na mesa.

- Ah..  Então, acabou que eu fui descoberto e eu tive que lutar com cada um deles pra sequer sair vivo Hahahah mas, deu certo, quando tudo acabou eu peguei um carrinhod e mineração no barco deles e fui empilhando as cabeças pra entregar, não é que até deu uma graninha? Quem diria, mas não valeu ot rabalho não, definitivamente hahaha. - Ele comentou, então respondendo Rapaz, foi justamente contra eles que eu acabei de entregar e vir pra cá, capaz de quase termos nos cruzado no caminho. Mas te jogar a dica quente, lobos solitários. São fortes, arrumam problemas grandes e vão ter um ego grande pra lutar no um contra um. - Ele teria dito então secando sua bebida.



Formiga



O pequeno colocou uma das mãos sobre a mão de Aizawa, como se fosse sua resposta que em seu olhar teria ficado clara a mensagem de “ Eu confio em você, você já me salvou.” apesar de ele não expressar isso verbalmente,  seria fácil de ler a situação -  O nome dela era Yume, ela diz que é porque mamãe dizia que sempre sonhou em ter uma filha e quando a teve, este foi o nome. - Ele comentou contando a história, a lembrança parecia lhe trazer mias conforto do que dor, talvez fosse o seu jeito de encarar.

- Certo, vou me focar. - Ele teria dito animadinho, Respondendo o sinal do dedinho de promessa.  Sora era uma criança tão educadinha e dócil que só se poderia entender que sua criação havia sido muito boa, ele definitivamente teve um lar muito amoroso pra ser alguém assim. -  Eu aprendi a chegar, vou estudar e te contar sobre o que aprendi quando você voltar.- É o que ele teria dito como uma motivação para que ela voltasse bem quando voltasse.

Ele então teria juntado suas coisinhas e parecia que iria caminhar na direção do seu aprendizado, então quando ele  olhou pra trás ele voltou correndo por um momento e então abraçou a perna de Aizawa Dizendo com os olhos fechados - Obrigado.- E então ele  ficaria um ou dois segundos daquela forma antes de a soltar  e ir  dando tchauzinho andando pra ir estudar.

- É sério, que menino educado, espero que quando eu adotar uma criança ela seja assim.- Até mesmo o careca ficava impressionado, respondendo então a pergunta - O conceito é simples, pelo menos em sua versão mais básica. - Ele teria mostrado pelo braço  quando ele abaixava ou levantava o músculo, explicando - Quando flexionamos um de nossos músculos ele se torna mais rígido, o Tekkai leva esse conceito pro limite, pois você vai flexionar todos os músculos de seu corpo para formar uma muralha sólida de ferro.-


- No entanto o desafio mora no além do simples… Nem todos são acostumados a sentirem todos seus músculos ou mesmo sabem como tensioná-los e é nisso o foco principal do treino, ou do começo dele, para então entrar no aprofundamento desse ato. Ele deu uma boa explicação, até mesmo direcionando para a separação de duas partes de um treino, respondendo então - Provavelmente deve ser o  Azulão e a   Shumi, o nome dele não é azulão mas é como o chamam pelo seu tamanho e seu cabelo…. Pra falar a verdade eu realmente não sei o nome de verdade do azulão!- Ele começou a soar frio tentando lembrar mas  não parecia que ele sairia do lugar ou teria progresso.


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Re: Preâmbulo do Infinito Qua 16 Mar 2022, 13:09


Preâmbulo do Infinito

A pequena conversa com Leonidas era como sempre divertida, estranha, e ao mesmo tempo prazerosa, principalmente quando ele divagava sobre o passado dele que de certa forma ainda era um pouco misterioso para mim.  

No fim, o descanso seria tranquilo e, por sorte, Leonidas e John cuidariam do barco então o meu sono acabou por ser bem tranquilo e revigorante depois de um treino bem cansativo. Apesar de algum avanço, eu ainda não tinha controle sobre o meu lado esquerdo, e de certa forma parecia que esse domínio não viria tão cedo quanto eu imaginava.

No entanto, por hora eu focaria em outras coisas como abranger as minhas habilidades na forja, e procurar pelo lugar indicado seria um primeiro passo. Vestida, alimentada e equipada de meu martelo, segui rumo a loja que acabou não sendo difícil de se encontrar, já que o “M” era bem chamativo.

O local era bem simples se comparar com a sua fachada chamativa, mas ainda assim dava para sentir que tinha o seu valor. Mas o inusitado era que a pessoa talvez responsável pelo lugar era uma garotinha bem nova, - pelo menos era o que aparentava.

- Oi... é... garotinha? PUFFHAHA! - Talvez sem muita educação da minha parte, mas era o meu jeitinho, escapa sem querer. - Então. Por onde eu começo... - Pensava alto. - Eu vim de longe e, durante uma viagem aprendi a forjar armas, armaduras, escudos... enfim! Hoje eu consigo forjar coisas, Puffhahaha. E também aprendi sobre física, e por conta disso consegui criar um martelo um pouco melhor do que o normal. - Entregaria o martelo para ela conferir o meu trabalho.

- Essa é a Skadi! Meu primeiro trabalho e a arma que eu uso atualmente. - Ficaria em silêncio por um tempo pensando e observando o que a garota estaria analisando no martelo e então voltaria a falar. - Quando eu aprendi, me disseram que eu deveria procurar outros conhecimentos que me ajudariam a criar armas ainda melhores..., mas eu não tenho ideia do que, Puffhahaha! E me indicaram você por aqui... - Aguardaria alguma resposta dela, e se o silêncio se mantivesse, eu insistiria. - E então! O que me diz? -  


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Re: Preâmbulo do Infinito Qua 16 Mar 2022, 17:03
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De fato aquelas conversas havia me rendido algumas informações úteis, embora eu não tinha certeza se deveria associar a "dica" do personagem tatuado ou sobre meus futuros alvos, independente disso daria de ombros. - Obrigado, estou indo por enquanto. - Deixava o valor da bebida que lhe dei na mesa para ele acertar quando ir embora. - Você parece forte, caso queira uma carona para próxima ilha podemos viajar juntos. - Exclamava me despedindo com um sorriso.

Por fim ia até o balcão e deixaria o valor da bebida que eu paguei mais uma gorjeta de 15% da bebida. - Obrigado amigo, irei resolver esse problema para a marinha então. - Acenaria com a cabeça enquanto saía do bar.

Irônico não? Talvez fosse a última vez que eu faria isso, mas lá estava eu planejando ir até o Quartel da Marinha, onde no futuro esses ratos azuis irão ter cartazes com meu rosto. - Ei velho, me esqueci de perguntar, para onde fica o quartel mesmo? - Voltava ao bar e ria sem jeito.

Então sabendo a direção do meu passo, sairia de volta para a rua, se o sol ainda estivesse alto com certeza iria até ele para conseguir informações, mas como a noite provavelmente estava presente, decidi ir até a praia aproveitar para dar continuidade em meu treinamento.


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Re: Preâmbulo do Infinito Qua 16 Mar 2022, 17:46









As palavras de Sora me mostraram um pouco mais dele, vendo que realmente era um menino que teve um lar amoroso, mas que passou por uma fatalidade – “Yume...” – Aquele era o nome da irmã do garoto e minha primeira e única pista para descobrir todo o ocorrido com ela. De qualquer forma, Sora partiu em direção aos estudos, provavelmente com a professora de sempre. Roy não tardou a explicar o conceito básico do Tekkai, falando também sobre as figuras que vi quando fui pegar aula – Se fosse Azulão mesmo seria engraçado. – Comentei enquanto me preparava mentalmente para realizar o treinamento.

Aprendizado Rokushiki: Tekkai

Pelas explicações de Roy aquela técnica consistia em enrijecer os músculos no ápice da sua função, tornando-se uma verdadeira montanha de ferro. A princípio minha mente já esperava o desgaste, já que tensionar o músculo era necessário aplicar todas força nos mesmos, o que seria exaustivo. De qualquer forma, logo iniciei da maneira mais básica possível, tensionado um único grupamento muscular por vez, começando pelos braços, por serem mais fáceis. Minha ideia era testar o limite dos meus músculos, tentando torná-los o mais rígidos possíveis. Não era fácil, mas logo tentava deixar a região da coxa com mais rigidez, enquanto tentava manter a tensão nos músculos do braço, no entanto, era bem difícil.

Manter a respiração travada facilitava, mas não conseguia continuar assim por muito tempo, precisava tentar respirar sem perder muito da rigidez dos músculos, pelo menos nessas primeiras tentativas. Aos poucos fui tentando também contrair outras musculaturas, como abdômen, peito e até mesmo as costas e o posterior da coxa – “Manter tudo contraído é muito difícil.” – Era verdade, estava complicado. Por mais difícil que estivesse, não me daria por vencido e continuaria nas tentativas, repetindo a cada falha, tentando manter cada mais mais músculos tensionados e enrijecidos.

Fim do Treinamento

Esse é mais simples, porém, acaba sendo bem mais cansativo. – Bradei enquanto tentava controlar a respiração ligeiramente ofegante. Manter todos os músculos tensionados parecia ser algo simples, no entanto, na prática mostrava ser algo complicado e cansativo – Acho que estou pegando o jeito, vou tentar mais algumas vezes! – Mais alguns minutos respirando e estaria pronto para voltar ao treinamento.







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Re: Preâmbulo do Infinito Qui 17 Mar 2022, 20:33


      Narração

Maka
- Garotinha? Garotinha é meu martelo na sua cabeça! Eu devo ser mais velha que você! Buffou injuriada a garota já fechando a feição e cruzando os braços, definitivamente nada feliz, no entanto ela se dispôs a ouvir afinal, se ela se recusasse perderia sempre clientes devido ao seu temperamento e deveria fechar as portas.

Ela parou e olhou para o martelo, passando o dedo por algumas partes e o virando segurando em sua mão - Pra um primeiro trabalho não é ruim mas, fica claro que falta conhecimento teórico pra criação.- Ela então repousou o martelo de modo que Maka pudesse alcançar. - Eu posso te ajudar, há alguns pilares que você ainda precisa aprender, mecânica por exemplo, para realizar manuntenções de forma independente e criar itens pensando em seu funcionamento mecânico, mineração pode parecer bobeira mas, se você não conhece o seu material, você vai ser muito enganada por si. E mecatrônica, nunca se sabe quando vai ter que trabalhar com armas de fogo não? - Ela comentou e então concluiu - Mas como deve imaginar, meu tempo é muito valioso em uma cidade de caçadores que contantemente precisam de manuntenção e armas novas, então de graça fica difícil pra que eu coloque comida no prato ao final do dia.- Ela estabeleceu que ajudaria sim mas com algum custo.




Arthur

- Uma carona? Hm… Por hora dou uma dispensada mas valeu cara. Aqui é um bom lugar pra reunir um dinheiro. - Comentou o homem já ciente de que por ser uma primeira ilha, haviam muitos infelizes que caiam na boca do lobo sem nem saber o que lhes esperava, era um lugar muito bom para caçar apesar da disputa.

Ao todo seus custos eram de 500.000 Berries e o senhor havia lhe respondido - Siga em direção ao centro da cidade, de lá será fácil se guiar até o QG.- Ele teria dado as instruções ao rapaz para que ele pudesse chegar até lá se quisesse, sendo assim devido a noite e o fato de ainda não ter ido descansar a praia seria o seu caminho, talvez seguir o exemplo de sua parceira em algum momento fosse bom, caso não quisesse ir caçar alguém caindo de sono.


Formiga


Com tudo direcionado seu treino havia sido muito mais tranquilo pois era mais intuitivo de certo modo e com isso lhe fornecendo mais a direção roy teria lhe instruído - A contração muscular é algo que vai ser mais difícil de se acostumar talvez, até mesmo fique dolorida como em um dia pesado de academia até que aprenda a se acostumar. - Ele teria dito dando alguns passos mais a frente enquanto falava.

- Foque agora no oposto, respire e relaxa os músculos, o melhro que puder, trabalhe na respiração para que isso aconteça e então repita o processo mesmo que seja mais longo de relaxamento total e tensão total. Isso vai te ajudar a conseguir esticar o seu treino e vai te dar of eeling de usar no susto, mesmo que estivesse antes relaxada. Era a instrução final de Roy para que o dominio do Tekkai se completasse como um todo.


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Re: Preâmbulo do Infinito Sex 18 Mar 2022, 04:47
Preâmbulo do Infinito

Durante a calmaria de estar sozinho na praia, me prepararia para dar sequência em meu treino, primeiro respirava calmamente meditando sobre meus próximos passos, queria aproveitar ao máximo aqueles treinos.

Treino de Vantagem: Precisão Temporal

Primeiramente pegaria o relógio que Kitara havia me entregado dias atrás, e olhando para o mesmo me concentraria para me acostumar com o intervalo entre os segundos.

Após me adaptar a essa percepção, fitaria no horário e então para a presença das estrelas principalmente da Lua, a fim de saber onde ela estaria em dado horário, e então posteriormente de hora em hora olharia novamente para saber quanto ela se movimentava a cada hora e saber identificar sem o relógio tal horário.

Em terceiro momento, aproveitaria o quebrar das ondas do mar, e me concentraria em perceber quanto tempo levava para cada uma acontecerem processo por processo, e então fechava os olhos privando esse sentido temporariamente e em seguida abria em dado processo a fim de tentar acertar qual seria o mesmo, e então repetiria até acertar inúmeras vezes seguidamente.

Por último começaria a combinar o treino novamente com malhação, manter o corpo em forma também era muito importante, por isso enquanto fazia exercícios focaria em contar os minutos crescendo, começando por um minuto e em seguida confirmava se estava correto e logo subiria para dois minutos, se errasse recomeçaria novamente até conseguir escalonar vinte minutos contínuos e acertar o passar de tempo.


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