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Preâmbulo do Infinito Seg Mar 07, 2022 2:30 am
Preâmbulo do Infinito

Aqui ocorrerá a aventura dos Civis Arthur Lancaster & Maka Jabami. A qual não possui narrador definido.

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Re: Preâmbulo do Infinito Seg Mar 07, 2022 10:37 pm









O brilho das chamas iluminavam a noite, o fogo se alastrava por todas as partes da minha casa e era palpável o desespero que preenchia cada pequena parte do meu corpo. Minhas pernas não tinham forças para correr, mas elas continuavam como se minha vida estivesse dependendo disso e bom, aquilo era realmente verdade. Meus olhos buscavam observar o que estava acontecendo naquele extenso corredor, enquanto sentia a dor tomando conta do meu punho, vendo que minha própria mãe estava apertando aquela localidade com força. Não consegui falar, engoli a seco assim que olhei para as grandes janelas existentes na lateral daquele ambiente, onde pude ver o solo sendo banhado pelo sangue dos meus próprios familiares e amigos. O pior era que os responsáveis por ceifarem a vida daqueles que eu amo, era nada mais, nada menos, que antigos aliados. Minha mãe chamou meu nome repetidas vezes e então olhei em sua direção atordoado, eu estava no chão e ela sacudindo meu corpo, minha visão ficava cada vez mais escura e minha última lembrança era da expressão de dor em sua face e aquela flecha perfurando o lado direito do seu peito.

Mãe… – Lembrar daquele pesadelo recorrente era algo que não me agradava, provavelmente tinha uma boa noite de sono, pelo menos parcialmente. O suor banhava toda extensão dos meus membros, eu torcia para que estivesse nos dormitórios separados para os Agentes e Marinheiros que vieram de Masquerade – “Finalmente o dia chegou!” – Por mais complicado que tivesse sido minha primeira vida, essa segunda tinha pregado peças ainda maiores. Os poderes da Horu Horu no Mi me proporcionavam um leque grande de possibilidades e uma dela era simplesmente ficar irreconhecível, tendo o plus de mudar de sexo e voltar ao corpo masculino – Sora? – Falei levantando-me da cama ou procurando o garoto independente de onde eu tinha iniciado aquela nova jornada, buscando como uma verdadeira águia.

Não o incomodaria caso ele estivesse dormindo ou até mesmo estudando, sabia o quão importante aquilo era para ele e o quão necessário era uma boa noite de sono para que ele pudesse recuperar de todos aqueles ferimentos. Seguindo o caminho em que ele estava dormindo, não iria acordá-lo como citado, vindo em passos lentos e carregados com minhas habilidades furtivas até o banheiro, fazendo toda higiene básica de maneira calma, tomando um tempo para mim mesmo – “A melhor opção aqui em Cactus é tentar fazer uma amizade com algum caçador ou mercenário, acredito que também seja a melhor forma de conseguir alguma grana. A ideia é fazer meu nome, para que no futuro possa ter a força humana necessária para concluir o meu objetivo.” – Me encontrava verdadeiramente motivado e esperançoso, agora tudo seria mais fácil.

Assim que finalizasse e colocasse roupas limpas – provavelmente o uniforme da marinha – voltava minha atenção ao pequeno garoto, caso realmente estivesse dormindo, iria acordá-lo com calma – Está na hora Sora, vamos lá. – Iria repetir a frase acariciando seus cabelos com calma, ele me lembrava meu pequeno irmãozinho dessa segunda vida – “Onde você está, Gar?" – Não saber seu paradeiro me incomodava e me deixava ainda mais triste imaginar o sofrimento que Fran estava passando sem notícias do pequeno. Quando o garoto acordasse daria o tempo necessário para ele se organizar – Precisamos ir até o refeitório comer alguma coisa, estava pensando em te levar para treinar um pouco comigo, o que acha? – Perguntei ainda sentado na cama e pronto para ir, sim, eu tinha noção que ele preferia estudar, no entanto, era necessário ensiná-lo a lutar, para evitar problemas futuros.

Independe se tivesse que acordá-lo ou se ele já estivesse acordado antes de mim, quando tudo estivesse pronto iria em direção ao refeitório em passos tranquilos, observando as pessoas que estavam por ali – Você já aprendeu algo sobre luta? – Perguntei ao garoto com uma dúvida realmente sobre aquele assunto, afinal, não chegamos a entrar em tantos detalhes assim sobre sua vida – Espere, antes da gente treinar me deixe ver suas feridas. – Parava no meio do caminho para olhar as queimaduras espalhadas pelo corpo daquela criança, tinha confiança que o tratamento dado pela médica do quartel seria efetivo, só estava torcendo para que ele estivesse melhor – Certo, vamos comer. – Finalizava voltando a caminhar.

Assim que chegasse no refeitório tomaria um curto tempo para ver as figuras naquele lugar, tentando encontrar a careca mais requisitada de Masquerade, o meu amigo Roy. Mesmo se o encontrasse por ali, a princípio não iria até ele, voltando minha atenção aos alimentos que estavam disponíveis e pegando algo leve, mas consistente o bastante para me manter satisfeito durante o treinamento ou durante alguma missão, ainda existia a possibilidade de ser requisitado para realizar algum trabalho por ali. Deixaria Sora escolher no seu tempo, aguardando o garoto pegar a quantidade que achasse boa e então procuraria uma mesa por ali, no caso da existência de Roy, iria até ele caso estivesse com vaga em sua mesa – E ai! Tudo bem? Deixe eu apresentar logo, esse aqui é o Sora. – Falaria na direção do careca puxando uma cadeira ou banco para que pudesse sentar, pedindo para que Sora sentasse ao meu lado ou dando espaço para ele sentar em um banco/cadeira entre mim e Roy. Porém, no caso do careca não estar por ali, buscaria por uma mesa vaga para apenas nós dois.

Começaria então a comer mantendo a calma em minhas ações, não estava com pressa, já que gostava de aproveitar bem a minha primeira refeição – Talvez mais tarde eu tenha que fazer alguns trabalhos para o Governo, você consegue ir sozinho até sua aula? Se acabar e eu não tiver voltado, pode ficar no quarto sem problemas ou vim aqui no refeitório comer alguma coisa. – Comentaria com o garoto em meio a minha alimentação – Coma tudo, você está em fase de crescimento e precisa se alimentar bem! – Daria uma de irmão mais velho, dando um sorriso largo ficando com a boca cheia de comida ao ponto das bochechas dobrarem de tamanho.

No fim, com Roy ali ou não, colocaria os pratos em seu devido lugar e caminharia em direção ao centro de treinamento ou o mais perto disso que tivesse por lá.






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Re: Preâmbulo do Infinito Seg Mar 07, 2022 10:48 pm
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Novas oportunidades eram possíveis agora que estávamos na tão aguardada primeira ilha. Sentiria um pouco da brisa ainda estando no barco, e então novamente direcionaria meu olhar para ilha, a fim de procurar avistar mais detalhes da mesma, além do clima e horário atual.

- Kitara venha comigo, vamos explorar a ilha. - Chamava ela para vir comigo, Maka também já havia saído. - O restante cuida do barco enquanto procuramos mantimentos para próxima viagem.

Iria em direção onde Maka se encontrava, provavelmente já com o dinheiro em mãos. - Eles valiam alguma coisa mesmo Dahahaaha? - Aproveitaria estar dentro do local onde as recompensas eram recolhidas, e então procuraria cartazes de possíveis criminosos na ilha.

- Vamos conseguir mais algumas recompensas. - Falava mais seriamente, decidira anteriormente deixar as recompensas para Maka, e agora estava ficando sem dinheiro, assim que encontrasse um grupo com um valor relativo a nossa força pegava os cartazes. - Esses terão que servir.

Antes de sair do local, iria até algum balconista ou algo parecido para obter informações. - Somos novos por aqui, quais são os melhores lugares para se conhecer? - Sorria de forma simpatica. - E um bom lugar para beber?

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Re: Preâmbulo do Infinito Ter Mar 08, 2022 8:25 am


Preâmbulo do Infinito

A primeira ilha, um lugar bem curioso do qual eu me perguntava o que seriam aquelas montanhas enormes em forma de cactos. Isso já mostrava o quanto a Grand Line seria no mínimo bizarra e surpreendente em suas formas, assim como já ouvira anteriormente em histórias.

Pelo menos agora tinha um bom dinheiro já que realmente aqueles caras valiam alguma coisa. Acenaria para quem houvesse me atendido e entregado o dinheiro pela recompensa dos dois agradecendo pelos serviços prestados. - Bora, Léo! Vamos ver o que o Arth vai querer fazer por agora. - Antes mesmo que eu pudesse sair do local, Arthur chegava junto de Kitara, me livrando da fadiga que seria ter que voltar até o barco.

- Sim! Eles até que valiam alguma coisa. - Olharia para o maço de berries na minha mão e o guardaria comigo. - Dinheiro nunca é demais, e pelo jeito essa ilha parece uma mina de ouro, não? - Sorriria para um dos funcionários do local.

Tinha certo interesse em aprender um pouco mais sobre forja, já que a garota que havia me ensinado sobre forja e física durante a viagem havia me sugerido outras coisas mais que eu pudesse aprender que reforçariam minhas criações, e eu agora borbulhava de ideias que sabia não ter capacidade alguma para realizá-las.

Tomaria um uso de meu uísque e me voltaria até a pessoa que havia me atendido anteriormente e tentaria tirar alguma informação sobre forjas pela ilha. - Oi, sou eu de novo! Você conhece alguma forja por aí? Pra andarem armados até os dentes assim, devem ter alguém que forneça essas armas! - Olharia fixamente para ele esperando que me desse a informação.

Se recebesse de forma positiva, acenaria positivamente agradecendo e partiria dali de volta para o barco. - Por enquanto vou para o navio, Arth. Mais tarde eu te encontro. - Me atentaria sobre onde ele estaria para encontrá-lo novamente depois. - Léo, preciso de você no barco! - Chamaria o pequenino para me acompanhar.  

- Tenho certa incapacidade de usar a minha mão esquerda em combate. Você por acaso tinha domínio das duas mãos? - Comentaria com ele durante a caminhada de volta até o barco, e se ele me respondesse de forma positiva, pediria a sua ajuda. - Me ensine, por favor! - Abriria um sorriso meio torto tentando ser simpática para conseguir um treino com o leãozinho.


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Re: Preâmbulo do Infinito Ter Mar 08, 2022 7:55 pm


      Narração

Formiga


Após descansar por um tempo quando despertou procurar pelo pequenino fora seu primeiro instinto quase como se estivesse cravado nela a necessidade de buscá-lo para o proteger em um instinto materno ao qual existiu em seu peito em relação ao garoto, ele estava dormindo bem quietinho do lado , isso deu tempo para que ela pudesse ir quietinha e fazer seus cuidados de higiene básica

Quando  terminou poderia ver se levantando o pequeno rapaz que levantou-se esfregando os olhinhos e dando um sorriso  dizendo -Bom dia! Sua voz ainda tinha um pouco de sono, ele concordou e ofereceu a mão para que fossem juntos até o refeitório - Parece divertido!- Sua voz era carregada de admiração, até mesmo passando a imagem de sono que ele tinha. - Eu nunca treinei pra lutar, então ainda não tenho muita noção. - Comentou o pequenino meio sem jeito, o conhecimento havia virado o seu foco pois justamente também era mais fácil alguém disposto a ensinar alguém lento do que alguém que quisesse ensiná-lo a lutar, quando ainda também lhe faltava força.

Ele se aproximou para que ela pudesse ver as feridas e mesmo para olhos leigos era possível ver que ele já não precisava mais de bandagens, as queimaduras haviam ficado marcadas como cicatriz mas, ele já conseguia abrir o olho e não haviam mais sinais negativos além dos estéticos que ele carregaria.

Eles conseguiram comer bem, nada muito pesado que atrapalharia eles nesses dias e ela poderia ver que agora, Roy  estava no refeitório o que permitiu que eles se aproximassem Yo, Oi Sora,  sou Roy! - Ele esticou a mão e ambos se cumprimentaram, apesar de Sora ser mais tímido, Roy simplesmente não parecia ligar muito pra essas coisas. - Tou indo lá pro campo de treino, partiu? - E eventualmente seus caminhos se cruzaram com o campo de treinamento, sendo possível ver que algumas pessoas já cumprimentavam Roy, rostos novos.

Arthur e Maka


Arthur enquanto observou mais sobre o local, poderia ter notado que o horário não tardava das 14 horas, o sol já não estava mais no seu auge mas ainda era presente, o clima como um todo era fresco e úmido, especialmente pela região onde se encontravam.

- Sim, vamos. - Comentou a alva já se dispondo a acompanhá-lo.

Enquanto isso Leonidas acompanhou a ruiva, curioso pra ver o que estava rolando entre o grandão e a não tão grande assim, vai que eram coisas emocionantes? Mas…. Para a tristeza da nação, não havia tanto progresso assim. Ele cruzou os braços e começou a encarar Arthur, como se dissesse, “ esperava mais”, que estava explicito no seu olhar.

- Há muitas forjas na região, como uma cidade de caçadores, deve imaginar que são bem populares. Te recomendaria a loja da Maria, é a mais próxima… Tem um grande M amarelo na porta, difícil de perder E então ele respondeu a Arthur - Que tipo de lugar te interessa? Ficaria mais fácil pra eu te direcionar… Quanto a bebida, se aqui não for de seu gosto, ao fim da rua tem um bom bar.

E com isso as instruções dadas, Leo havia respondido a garota, quando eles já estavam em outro local.

- Claro! Comecemos por baixo, certo?. Ele começou a fazer movimentos circulares com a mão direita e então os repetiria com a mão esquerda, então repetiria o mesmo com as pernas e comentou - Comece com esse movimento, primeiramente no sentido horário até se sentir confortável, quando isso ocorrer, faça no sentido anti-horário, o contrário de um relógio se tiver dúvida. E então com ambos os braços e depois de sentar, com ambas as pernas.- Ele teria dado espaço pra ela perguntar e diria - São treinos básicos pra estimular sua coordenação motora para que possamos começar a treinos mais específicos, vocês tem  roupas ou coisas macias que eu possa usar pra te ajudar? Serve papel também. Ele teria perguntado mas, esperava que a garota pudesse fazer o que ele falou, quando ela errasse ou ficasse torto ele diria - Faz novamente, ficou torto, ajeita um pouco. - Era uma tarefa que podia parecer simples mas, quando começava a exigir dois membros de uma vez era inevitável alguma confusão.


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Re: Preâmbulo do Infinito Qua Mar 09, 2022 12:39 am
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Uma vez com os panfletos de procurados em mãos, poderia seguir caminho, Maka parecia querer treinar, logo mais também precisava prosseguir com meu treinamento, mas antes…

- Agora que estamos em terra firme, o que você acha de irmos a uma feira comprarmos alguma coisa para preparar nosso jantar? - Perguntaria com um sorriso sedutor. - Vai ser um prazer passar tempo com você.

Ela concordando com a ideia, pegaria sua mão de forma sutil e sedutora, a tocava suavemente. Logo partiríamos em direção ao centro da cidade, a procura de movimentação onde pudesse encontrar um lugar para fazer compras.

- O que você gostaria de comer? - Perguntaria a fim de saber o que pedir quando chegasse a feira. - Hmm interessante, como disse não sou o melhor cozinhando mas vamos tentar!

Quando encontrasse um local de venda de alimentos que tivesse o que ela desejasse. Abordaria a pessoa que estivesse atendendo. - Boa tarde, Tudo bem poderia nos ver os ingredientes para preparar um (Nome do prato que ela escolhesse)? - Usaria de minha simpatia sendo educado e procurando sua generosidade para realizar mais um pedido especial.

- Além disso se você me permite, poderia também anotar a receita com o passo a passo. - Dava uma curta risada meio sem jeito enquanto coçava minha nuca. - Não sei cozinhar, mas queria montar esse prato.

Caso não conseguisse os ingredientes necessários na primeira tentativa, me dirigiria para a loja seguinte até encontrar tudo necessário. - Suponho que temos tudo necessário, vamos voltar ao barco para pôr a mão na massa?

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Re: Preâmbulo do Infinito Qua Mar 09, 2022 12:50 am


Preâmbulo do Infinito

“Hum... M grande e amarelo na porta, não posso esquecer!” Agora estava bem claro que aquela ilha era repleta de caçadores, e por sorte aquele lugar teria várias forjas, o que seria ótimo para mim. Guardaria aquela informação para procurar a tal Maria mais tarde.

Treino de Qualidade - Ambidestro (1)

Leonidas aceitava me ajudar com o treino, já que por sorte ele tinha esse domínio por já ter sido um guerreiro, então aproveitaria esse momento. Já no barco, ouvia com atenção as instruções do leãozinho, me atentando o que deveria fazer.

- É só isso? Vai ser moleza, Puffhahaha! - Apesar da minha grande confiança naquele treino, Léo me interrompia falando algo sobre básico e essas coisas, mas eu não me importei muito. - Ok, vou fazer do jeito que você quer! - Retrucaria a sua “chamada de atenção”. - Não tenho, mas pode ficar tranquilo que a gente vai na raça! - Concluiria me preparando para replicar os movimentos.

Iniciaria replicando os movimentos que ele havia me instruído, começando pelo sentido horário até que me sentisse confortável para depois seguir pelo anti-horário. E por mais simples que fosse, o maldito tinha razão, pois ainda era complicado, sendo que diversas vezes eu me perdia ao fazer aquilo na minha mão esquerda, algo que na direita eu replicava com maestria.

Continuava ali por um tempo até que fizesse aquela ação com as duas mãos ao mesmo tempo, - ainda que por muitas vezes meus movimentos circulares pareciam mais como um ovo estragado do que um círculo em si. - Eu tô vendo que tá torto! - Retrucava a correção de Leonidas.

Assim que aquilo parecesse minimamente aceitável, me sentaria para fazer a mesma coisa com as minhas pernas. Começando pelo sentido horário até que passasse para o anti-horário. E assim como os braços aquilo era difícil apesar de simples, com as pernas não era diferente, fora o fato de que em alguns momentos elas pesavam e eu acabava parando para descansar.

Contudo, insistiria o tempo que fosse necessário até que o básico de minha coordenação motora fosse o suficiente para que eu pudesse avançar de alguma forma naquele treinamento.

Fim do Treino

- Ai... Que cansativo... Minhas pernas doem... - Reclamava um pouco da dor momentânea de ficar fazendo aquilo com as pernas, mas ainda sentia que não era o suficiente e que havia um longo caminho pela frente. - E agora, Léo? Qual o próximo passo? - Ouviria com atenção as próximas lições para aplicá-las ali mesmo.


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Re: Preâmbulo do Infinito Qua Mar 09, 2022 1:19 am









Não foi mentir que me senti tranquilo ao ver que os ferimentos de Sora já estavam praticamente curados e que ele também não precisava mais da bandagem. Não falei muito, permaneci como um ouvinte observando as nuances da personalidade daquela criança, pelo jeito era realmente uma alma imaculada, já que nem mesmo sabia lutar, já remete a ideia de uma criação bem mais pacífica do que as existentes por aí. De qualquer forma, o encontro com Roy era oportuno, afinal, me poupava trabalho de ir atrás dele para que pudesse aprender mais alguns truques com aquele careca.

Devidamente alimentado e junto com meu pequeno irmãozinho, me encontrava agora no campo de treinamento e então nada mais restava além de aprender – Você escreve bem com as duas mãos? – Indaguei ao pequeno com um sorriso no rosto – Não sou tão boa assim com a esquerda e estou empenhada a melhorar, caso precise posso te ajudar também. – Dependia da sua resposta para que pudesse então prosseguir com minhas ações, que iriam seguir dois caminhos: O primeiro deles era se recebesse uma resposta onde o garoto já lidava bem com o uso das duas mãos – Bom, nesse caso é melhor você começar com alguns alongamentos mais básicos. – Ficava em frente ao mesmo demonstrando o passo a passo – Entrelace seus dedos e então estique todo braço, colocando a palma da mão para fora, assim você consegue esticar bem os músculos do braço. Você vai repetir esse processo alongando para cima também, faça três sessões de dez. – Tentava ser o mais didático possível em meus ensinamentos - Depois os pés, coloque o direito um pouco mais a frente do seu corpo, levante a ponta do pé e então tenta tocar bem na pontinha do seu dedão ou em todos os dedos de vez se conseguir. Não pode dobrar o joelho, certo? Tem que deixar bem esticado para que você consiga alongar todo o posterior da perna. – O segundo passo era dado e então logo continuava com os ensinamentos mais básicos, fazendo-o realizar alguns movimentos mais simples, como colocar ambas as mãos na cintura e abrir e fechar as pernas com certa cadência.

Não demorei a passar mais alguns alongamentos básicos a Sora, enquanto também aquecia meu corpo nesse meio tempo – Uma coisa muito importante para qualquer grande lutador é o condicionamento físico, algo que demanda tempo e esforço para conquistar. E é exatamente isso que preciso de você agora, mas não quero que passe do seu limite, está bem? – Falei me aproximando do garoto, abaixando e ficando de sua altura – Está vendo toda essa área do campo? Quero que você corra, mas não muito rápido, mantendo a constância mesmo que vá bem lentinho, desse jeito aqui. – Mostrava o ritmo que deveria ser seguido, algo semelhante a Cooper – Quando você vê que seu corpo não consegue mais, você para e volta aqui , está bem? Boa sorte e nada de ir muito rápido! – Falava com um verdadeiro irmão mais velho, dando a liberdade para que ele corresse e realizasse o treino que passei.

Assim que ele fosse estaria com tempo para focar em mim mesmo – Agora entendo quando Fran falava que demandava uma grande responsabilidade para criar uma criança e todo aquele papo sobre gravidez. – Falei enquanto observava se o pequeno estava indo bem. Enfim, agora só restava melhorar minhas próprias habilidades – “Não posso usar o mesmo estilo de luta quando estiver no corpo masculino, isso me entregaria de primeira. Não sei outro estilo de luta, talvez deva aprender algum? Não, aqui ficaria muito na cara... talvez deva usar minhas próprias qualidades de alguma outra forma.” – Era algo que estive pensando desde que comi a fruta, não podia dar brecha para que as duas vidas fossem vinculadas – “Vou pensar em algo depois, agora preciso focar em aumentar minhas habilidades.” – Finalizei.

A princípio pensei em buscar Roy para que pudesse aprender novos Rokushikis, no entanto, como forma de aquecer ainda mais o mesmo corpo optei por treinar minha ambidestria. Meu estio de combate era voltado a conceitos mais selvagens da espécie desse corpo, algo que me dei muito bem por sinal, no entanto, ainda sim era necessário mais prática para extrair tudo o que podia. Como um gato, minhas garras e presas eram minhas armas principais e então precisaria de espaço para que não acabasse atingindo outra pessoa sem querer, procurando por fim um lugar vago para que pudesse de fato iniciar o treinamento.

Ao achar um lugar espaçoso por ali, voltaria minhas ações para movimentos usando minhas garras, tentando simular uma luta imaginária, como se estivesse lutando com alguma sombra. Quais eram meus alvos mentais? Criminosos que já enfrentei no tempo que passei como um caçador! Meus movimentos tentavam carregar a fluidez que a raça desse corpo proporcionava, junto com as habilidades de acrobacia que eu tinha, para realizar saltos, giros e movimentos selvagens com minhas garras, tentando sempre usar o lado esquerdo em grande parte dos meus movimentos. Não apenas para ataques, mas também apoiando o peso do corpo a perna que não tinha muito controle, além de realizar chutes que visavam acertar as garras acentuadas dos pés nos meus alvos imaginários.

Não parando por aí, focava em aproveitar da flexibilidade para erguer meu corpo usando minhas mãos, tentando realizar giros precisos com a cintura, deixando as pernas bem esticadas para obter o maior alcance possível, tentando também usar como pilar meu braço esquerdo, tentando usar toda minha força para que ele fosse capaz de segurar o peso do meu corpo. Tentava não criar um espaço muito grande entre meus movimentos, meu objetivo era me mover ao redor daquele alvo imaginário, exercendo um papel verdadeiramente predatório em cima do meu antagonista. Falhas já eram esperadas, independente de tantas quedas tivesse, levantaria 100% das vezes para continuar, tentando ao máximo colocar meus membros esquerdos no papel principal daquelas ações, afinal, para ter o domínio daquele lado era necessário também ter confiança.

Droga! – Resmunguei após uma das quedas, era difícil não se frustrar com os erros – Essas pedras ainda ficam atrapalhando! – Reclamei aos ventos chutando aquela pequena pedra o mais longe que podia e aquilo era como um estalo em minha mente – “Será? Talvez seja possível, sempre fui forte e bom de mira...” – A ideia surgiu, mas ainda estava muito crua, era necessário um desenvolvimento maior. Não demorei a continuar com o treinamento, colocando sempre o lado esquerdo como ênfase, realizando ações mais rápidas, outras vezes mais fortes e por fim tentando ter um alcance maior, depositando o peso do meu corpo em minha perna e também braço esquerdo.

A final daquele treino sabia que meu corpo já estava aquecido, voltada minha atenção para Sora, observando se ele ainda estava correndo ou se já tinha alcançado o seu limite, sendo que neste último caso, gritaria para o garoto – Beba um pouco de água e então descanse! – Sinalizava com os braços caso fosse necessário, para que ele pudesse me ver e ouvir. De qualquer forma, procuraria pela careca conhecida e então me aproximaria usando o Soru como facilidade – E então, pronto para me ensinar mais algumas coisas? Estou interessada no Kami-e, acho que será bastante útil. – Indaguei sentindo o suor escorrendo pelo meu rosto, meu coração estava acelerado e meu sangue quente o bastante para continuar começar aquela série de aprendizados.

Porém, caso Sora não fosse versado na arte de controlar bem os dois lados do corpo, realizaria um treinamento mais básico, voltando ao equilíbrio e mostrando para ele coisas simples como: pular em um único pé, tentar se se equilibrar com a perna que não tinha tanto domínio assim; mostrava para ele alguns movimentos mais simples, como fazer a base – colocando um pé mais a frente, flexionando ambos os joelhos – e então mostrando como deveria ser feito o soco e também o chute, focando em detalhes simples da posição das mãos, do joelho, pés e cintura – Repita esses movimentos, quarenta vezes cada lado e então dê uma corrida pelo campo, mantendo um ritmo lento, mas uma constância segura. – Finalizava passando também todas as diretrizes que citei lá em cima.






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Re: Preâmbulo do Infinito Qua Mar 09, 2022 4:56 pm


      Narração
Arthur

Com os Panfletos em mãos, o rapaz decidiu tentar elevar o nível de sua relação com Kitara teria lhe proposto prepara ralgo para que eles pudessem jantar juntos mas a resposta dela teria vindo a ser uma surpresa - Você sabe cozinhar? Poderia ser bom. - Ela Então quando obteve a resposta do rapaz, mostrando muita perspicacia teria apontado algo que era bem difícil de errar para que pudessem comer. - Acho que algo mais refrescante seria uma boa pedida, uma boa salada com algumas frutas, não tem nada que cairia melhor. Ela teria dito com um sorriso sincero no rosto.

Quando eles seguiram, logo poderiam encontrar uma quitanda que vendia vegetais e frutas frescas e com isso ela mesma teria indicado ao vendedor o tipo de salada que ela esperava fazer, onde ela apontou para alface, tomate e para a parte das frutas ela teria optado pela banana, pela maçã, pela laranja e um abacaxi.

A dona da quintandinha teria anotado alguns procedimentos simples, na salada bastava colocar uma pitadinha de sal e lavar bem, enquanto na salada de frutas, era apenas picar em cubinhos e colocar em um recepiente, algo que em teoria parecia fácil mas para alguém sem práticas na cozinha, poderia se mostrar bem mais dificil de cortar bem um abacaxi do que parece. - Se precisar de aulas, próximo do centro, há algumas aulas comunitárias.. O total da 300 mil. Ela teria dito e quando fosse paga agradeceria - Obrigada, voltem sempre.

- Vamos. Respondeu a alva, o ajudando a segurar as sacolas.

Maka


Após o exaustivo treino Leonidas teria dito - O próximo passo é você ir beber uma água, saber se hidratar é importante para não lesionar! Ele comentou dando bronca na ruiva que por mais ansiosa que fosse não poderia pular passos e só quando ele a visse se hidratando é que ele voltaria a respondê-la.

- Certo, vamos para algo mais engraçado, eu vou correr pela embarcação e você vai tentar me pegar mas.. Você só vai poder usar o seu lado não dominante para me perseguir! Isso mesmo pulinhos! Com essas minhas pernas curtas, vai ser desafio o suficiente, vamos. E é onde ele teria se preparado para a perseguição que logo iniciaria.

Formiga

-Hm… Eu sei escrever com as duas mas minha letra não é muito bonita…- Ele comentou e então perguntou - Mas eu estou treinando pra melhorar! - Ele puxou e mostrou seu bloquinho e…. Quem quer que tenha dito que sua letra era feia pro menino, era um belo desgraçado pois sua letra era bem desenhadinha, redonda e delicada.

- Certo, alongamentos. Ele então a observou, ficando boquiaberto em como ela fazia tudo aquilo parecer fácil e então ele tentou fazer o mesmo, era notável a dificuldade do pequenino em encaixar os dedos mas, assim que ele havia feito da primeira vez, ele conseguiu executar o alongamento sem dificuldade dizendo - Olha eu consegui! Cheio de orgulho de conseguir fazer, notável que ele mesmo talvez tivesse medo de não conseguir e tinha se surpreendido, apresentando um sorriso em meio a olhos meio mareados com uma tímida lágrima que recusou-se a cair de felicidade pela conquista.
E então quando terminou, ele tentou alongar a perna e era notável que ele tinah dificuldade em pequenos detalhes, o que levou ele a algumas tentativas falhas até encontrar a posição certinha e repetir. - Ta bom! Vou fazer! Ele então começou a fazer a sessão, ele perdeu um pouco o equilibrio algumas vezes mas quando isso acontecia ele voltava a contagem, que ele começou a fazer em voz mais elevada. - Tudo bem, eu vou dar o melhor! Ele teria dito demonstrando aos poucos começar ganhar mias confiança, algo que teria sido resultado do tempo em que ao estar junto a Aizawa, teria sido possível já ver o quanto sua influência era positiva.

Ele prestou atenção e então quando fosse a vez dele fazer ele começaria a dar algumas voltas, seu ritmo não era o mais rápido de todos mas ele era constante, hora ou outra ele acabava dando uma pausinha pra respirar mas, ele continuou, mostrando-se super esforçadinho e obediente.

Isso havia dado tempo para que a garota treinasse bem a vontade em suas próprias coisas, até que enfim ele teria dado uma cansada, era notável que suas roupas já estavam mais encharcadas de suor, mostrando que ele realmente havia sido bem determinado mas, sua respiração não estava muito esbaforida, o que mostrava que ele seguiu direitinho suas instruções. - É, eu tou com sede. Ele teria procurado um bebedouro e não tardou pra ele achar umc om copinhos descartáveis, onde ele encheu e tomou algumas vezes até que encheu novamente e se sentou em um banquinho ali perto de onde Aizawa estava, aos poucos era possível ver que em seus olhos a escuridão que antes havia da dor, dava espaço mais e mais para o brilho da pureza que uma criança devia ter, eram nos sinais pequenos que a diferença era mais evidente.

O careca então teria respondido - Podemos treinar sim, quando quiser.- Comentou ele deixando claro que poderiam continuar quando ela quisesse. Nesse tempo, era o suficiente para que como uma jovem criança o menino já estivesse mais inteiro novamente e ele dissesse - Ta bom irmãzona! É… Eu…. Desculpa… Eu me empolguei. - Seu rosto que antes já estava rosado pelo exercicio tornou-se vermelho e era visível que ele se encolheu um pouco como reflexo de medo de levar bronca, mas a gentileza o teria tirado completamente deste estado ele então começaria o que lhe foi ensinado.



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Arthur Lancaster
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Re: Preâmbulo do Infinito Qui Mar 10, 2022 11:36 am
Preâmbulo do Infinito

Era reconfortante saber que sua escolha era mais simples de ser realizada, não queria estragar nosso pequeno encontro com um prato mal realizado, assim ficava mais tranquilo e lhe retribuía o sorriso sincero.

- Gostaria de saber mais sobre você. - Novamente pegaria em suas mãos, durante a caminhada e fitaria em seus olhos quando ela falasse demonstrando interesse. - De onde veio e como foi parar junto a famosa máfia de Sirarossa?

Chegando em nossa embarcação a levaria para a câmara de alimentos, onde lavaria bem todos os ingredientes. - Vem me ajudar. - um sorriso mais levado se manifestava, gostaria que estassemos a sós naquela câmara, após secar os alimentos minha mão iria até sua cintura e a puxaria até mim de um jeito provocador. - Gosto de lhe ter como minha navegadora.

Meus dedos escorregariam por sua nuca, e acariciando levemente com intenção de causar arrepios prazerosos. - Você tem olhos lindos Kitara. - Me inclinaria tocando seus lábios com os meus, enquanto minha outra mão lhe fazia carinho por diversas partes de seu corpo, percorria todo ele e onde ela demonstrasse mais prazer depositária ali maior carinho.

- Que tal a gente terminar a comida e ir para os quartos, tenho certeza que podemos aproveitar algumas horinhas. - Ofereceria com um sorriso sedutor, caso ela aceitasse seguiria os passos da receita à risca para não ter falhas, e então a serviria. - Prontinho vamos comer?

Após me deliciar com as frutas que tivera comprado, era o momento de aproveitar o restante de dia com ela, claro isso se ela concordasse. - Vamos brincar um pouco? - Então me dirigiria até meus aposentos e dedicaria algumas horas somente para lhe dar prazer de várias formas possíveis.


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Re: Preâmbulo do Infinito Qui Mar 10, 2022 12:03 pm









Sora me acompanhou nos alongamentos e mesmo com todas as dificuldades apresentadas pelo seu corpo, ele fez um bom trabalho – “Ele aprendendo a se defender já está ótimo, pelo menos terá a capacidade de se defender, se for necessário.” – O pensamento tomou conta da minha mente e pude me ver preocupado com o bem estar do garoto, algo que ainda soava estranho para mim – “É, pelo jeito essa segunda vida está abrindo todas as portas, uma pena já ter um caminho definido a seguir.” – Talvez se fosse em outras condições, pudesse criá-lo da melhor maneira possível – “Fran fará um bom papel, não tenho dúvidas.” – Era verdade, aquela mulher certamente tinha a capacidade de proporcionar um lar confortável e a atenção necessária para ele.

De qualquer forma, tudo ocorreu com certa tranquilidade, enquanto aquecia meu corpo e observava o garoto alongar seus músculos, ganhando confiança aos poucos – Pode descansar mais um pouco, não podemos pegar muito pesado em seu primeiro treino. Respire por mais um tempo, eu vou treinar um pouco com Roy, qualquer coisa pode me chamar! – Falei em direção ao garoto e logo voltei minha atenção para Roy – Vamos lá! – Estava determinado a aprender o máximo que podia do Governo, tudo aquilo era capaz de me ajudar na busca pela minha vingança.

Aprendizado do Rokushiki: Kami-e

O treinamento começava pela parte teórica, onde Roy me explicava as particularidades daquela técnica específica, que pelo que foi dito, proporcionava um aumento significativo na esquiva de quem usasse. Era como se o próprio corpo do usuário se transformasse em uma folha de papel, tornando maleável e em níveis maiores, era capaz de tornar o corpo até mesmo mais fino. De qualquer forma, escutei cada palavra dita pelo homem com atenção, buscando entender todo o conceito do Kammi-e, para que pudesse se tornar mais fácil de executar – Certo, acho que consegui entender parte da funcionalidade da técnica. – Falei assim que chegou o fim da explicação.

Executar a técnica a princípio foi algo complicado para minha mente, era uma sensação estranha – “Como posso transformar meu corpo em papel?” – Aquele pensamento martelava em minha mente, até que observei Roy demonstrando como se era usado e vi que não precisava de fato transformar meu corpo em papel, no entanto, era algo semelhante. As tentativas começaram, as primeiras foram centradas nas esquivas como realizava normalmente, algo que estava correto, mas que não podia ser o foco de execução. Eu precisava deixar mais movimentos com mais fluidez, sentindo o corpo cada parte do corpo agindo de maneira sinergia, para potencializar os movimentos de esquiva.

Os erros ficaram visíveis, porém, não desisti. As repetições ocorreram uma atrás da outra, aproveitando os pequenos segundos entre cada uma delas para recuperar o fôlego e também tirar algumas dúvidas pertinentes com Roy, buscando uma maneira de tornar tudo mais simples. Independente do tempo, continuava tentando executar a técnica, usando o espaço que tinha para me movimentar com graciosidade e leveza.

Fim do Aprendizado

Esse é mais complicado. – Comentei com Roy dando um pequeno sorriso – Tem que trabalhar o corpo todo como um só, mas não pode manter ele rígido, porque aí não funciona. – Pontuei um detalhe que percebi enquanto realizava as tentativas, seria algo para dar um foco maior na segunda parte do treinamento – Você pode me ajudar, Roy? Preciso que tente me acertar, mas por favor, pegue leve! – Brinquei com o homem ao realizar o pedido, parecia que seria mais fácil de realizar aquele movimento se tivesse um risco visível vindo em minha direção – Quando quiser começar estou pronta! – Finalizei dando uma olhadinha para Sora, fazendo um “legal” com a mão e mantendo o sorriso largo e confiante em minha face.






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Re: Preâmbulo do Infinito Qui Mar 10, 2022 12:35 pm


Preâmbulo do Infinito

“Não pensei que esse leãozinho daria tanto trabalho assim.” Pensava comigo mesma após um início de treino um pouco cansativo. - Qual é, Léo! Dá um tempo, você tá falando com a Leoa, acha mesmo que eu me canso fácil? - Apesar das palavras, no fundo eu precisava mesmo de um gole d’água.  

- Deixa eu só ver uma coisa aqui na câmara que o John disse que precisava da minha ajuda e já volto! - É claro que aquilo foi apenas uma desculpa para que eu pudesse beber água sem que a pelúcia visse. Desceria até a câmara em busca de água, e assim que encontrasse tomaria uma boa quantidade e voltaria para a parte superior do navio para continuar com o treino.

Treino de Qualidade - Ambidestro (2)

Esperando que desse certo, ouviria com atenção o próximo passo e.... pulinhos? - Você tá brincando comigo, né? Você quer que eu saia pulando feito uma idiota atrás de você? - Aquele pedido era no mínimo uma loucura, mas pelo jeito ele insistiria naquilo já que ele começava a correr pelo barco.

- Mas que merda! - Já que não tinha muito o que fazer, me colocaria em apenas uma perna, e essa seria à esquerda, a maldita que sempre falhava. Primeiro ficaria em pé por alguns segundos tentando encontrar equilíbrio mesmo que precisasse as vezes colocar o pé direito no chão para me acalmar. - Calma aí, desgraça! Que merda você foi inventar hein! - Exclamaria com a possibilidade de ele querer me apressar.

Assim que me sentisse minimamente a vontade, começaria a pula na direção de Leonidas tentando pegá-lo. Ele era pequeno, e com aquelas perninhas se mexeria com muita facilidade, ainda mais no estado que eu estava. Em alguns momentos não pularia muito, apenas saltos bem curtos com o medo de cair feito uma idiota.

Se me aproximasse dele de alguma forma, tentaria me impulsionar com a perna fraca, mas isso me levaria a cair repetidas vezes, então eu apenas me levantaria e começaria todo o processo novamente. - Você tá fazendo isso pra tirar uma com a minha cara, só pode! - A raiva me acometia de um jeito tão grande, que muitas vezes eu perdia o controle do equilibro por conta disso.

Mas seguiria fazendo aquilo até que de alguma forma eu conseguia agarrá-lo, ou dar um “tapão” bem dado na fuça dele, ou até mesmo acertar uma bicuda naquela bunda fofa, mesmo que aquilo me custasse ter um tombo feio toda vez que eu tentasse acertá-lo. - TOOMAAA! SEU LEÃO IDIOTA! PUFFHAHAHAHA! ai, ai, ai... - Reclamaria da dor da queda no final.

Fim do Treino

- Arf... arf... arf... - Estava quase sem folego e exausta de ir atrás dele com esses pulinhos chatos. - Você fica me fazendo de boba... arf... arf... Me traz uma água, seu idiota! - Esperava que ele fosse no mínimo solidário e trouxesse um copo d’água. - E agora? O que a gente vai fazer? Mas sem ficar de zoeira comigo! - Exclamava aguardando a próxima instrução da pelúcia enquanto tomaria a água de uma vez.


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Re: Preâmbulo do Infinito Sex Mar 11, 2022 5:24 pm


      Narração

Arthur

A moça na verdade se surpreendia com a pergunta, não que ela nunca tivesse ouvido aquilo antes, mas porque fazia tempo que não explicava algo para alguém, a maior parte de sua vida era cercada de coisas que ela tinha de resolver.-A máfia foi uma maneira que encontrei de me impor ao mundo. dizia ela com um sorriso sutil de canto de boca, não era que ela amasse a máfia, nem mesmo que ela tivesse lhe trago presentes, mas ela fazia ela se lembrar de sua própria independência.

E então passando a mão sobre o cabelo e jogando ele levemente para trás ela seguia falando.-Digamos que uma mulher tem poucos lugares no mundo onde ela pode se impor, se ela não lutar por isso. E eu não queria viver uma vida comum, me casar, deixar descendentes, menos ainda trabalhar apenas como motorista, chofer de algum nobre dirigindo um barco, nada disso pra mim, me preencheria… Eu quero escrever minha própria história, e por isso procurei um lugar onde tudo que vale é uma coisa sua habilidade!! Sou boa no que faço. Poderia dizer que sou abençoada com os dons que tenho. ela piscou olho pra o rapaz, de certo modo provocativo, ela era de fato boa em muitas coisas, apesar de sua função envolver assassinato. Talvez a piscada passasse uma impressão diferente, mas de fato o negócio dela era esse.

Então ela depois disso sentia o clima melhorando, entretanto o avanço do rapaz acaba indo meio rápido ao pote, o que tirava um pouco dela o ímpeto, quando ela sentia o toque no rosto ela então afastava-se um pouco pra trás, e com o convite do rapaz.-Ow ow, vamos com calma garotão kikiki sabe eu gosto de você, mas sabe, essas coisas são como uma dança, você precisa deixar fluir sabe, deixar acontecer. Deixa acontecer naturalmente… era o caso, que para ela o avanço acabou sendo um pouco desproporcional, ela sentia que o clima tinha fugido um pouco.

Então ela começava a ajudar o rapaz na cozinha, mesmo que ela não entendesse nada também, então eram dois leigos que mexiam com a comida. Eles iam seguindo a risca a receita mas em algum momento eles meteram uma Raiz de Ayahuasca ultra potente raiz misteriosa ali, já que tinha gengibre, parecia mesmo com gengibre, só um herbalista experiente veria a diferença. Mas no fim estava pronto, era uma belissima comida.

Eles dois começaram a comer, e o sabor inicial até estava bom, até que mastigavam a raiz, a reação dela era que ela arregalou os olhos quando sentiu o sabor, algo que por um momento fez o mundo dela girar. Não era nada que fazia mal mas trazia um ardor estranho e o mundo parecia começar a ficar meio líquido.

Preâmbulo do Infinito Maxresdefault


Então ela acabava por soltar uma gargalhada se soltando em cima de Arthur, onde ela debruçava sobre ele, deixando o peso do corpo sobre ele. O rapaz não entendia muito pois de alguma forma tinha sido menos afetado, talvez sorte, ou talvez como ele era maior, ele sentiu por pouco tempo o giro, quase sem ver nada, o sabor era incrível, e aquilo afetou menos ele naquele momento.-KIKIKIKIKIKI Essa comida tava muito loka- ela ficava rindo por quase um minuto. Até que a consciência voltou, e ela se sentava na cadeira.

E então caia pra trás desacordada e levantava de novo dizendo.-To bem to bem!! Owpa to normal, to normal!! então ela limpou a roupa batendo com as mãos pra tirar a poeira.-Bom, quer ir lá pra fora, ver a lua, ou algo assim? convidou ela com um sorriso estendendo a mão para que ele segurasse.

Maka

Leônidas não era brincadeira, ele tava pronto, e a perseguição não precisava, acabar onde ele claramente estava para decretar a vitória. A moça corria em uma perna só, enquanto o bicho até mesmo provocava ela balançando a bunda de um lado pro outro, demonstrando sua superioridade em velocidade.-Vai comer pueira!! e deu dois tapinhas na bunda voltando a correr.

Preâmbulo do Infinito QIeG

Ele parecia completamente certo de sua vitória, claramente ele era o maior herói da terra naquele corpo pequeno, uma figura que transbordava sua invencibilidade. Ele então ia buscar a água, e trazia pra ela depois de todo aquele esforço ele estava completamente bem ainda, nenhum pouco de cansaço para aquele leão.-Agora você vai tentar atacar, tente me chutar e me socar com a mão que não sabe usar, vou ficar só saindo da frente.

Então depois que ela terminava de tomar a água ele logo dizia.-Preparada pra tomar outra surra na segunda rodada? ele dava um salto e tocava com a pata fofinha na barriga dela, começando a balançar a bunda provocativamente, chamando ela pra mais uma tentativa.-Aqui é carne fresca minha querida!! Cadê essa força?- e iria começar a correr de novo quando ela estivesse pronta. Mas claro, dessa vez era diferente ele não ia correr apenas desviar de um lado pro outro.

Formiga

-Hm… Eu sei escrever com as duas mas minha letra não é muito bonita…- Ele comentou e então perguntou - Mas eu estou treinando pra melhorar! - Ele puxou e mostrou seu bloquinho e…. Quem quer que tenha dito que sua letra era feia pro menino, era um belo desgraçado pois sua letra era bem desenhadinha, redonda e delicada.

Sora era um menino esforçado, apesar de não ser rápido no aprendizado, era um diferencial a ser reconhecido, ele então já bem cansadinho teria dito - Tudo bem.- E então ele se sentou enquanto assistiu formika treinar bem comportadinho.

Roy teria então dado uma pista para a garota  - Apesar do mais efetivo ser usar o corpo inteiro, você deve pensar em começar pelos extremos de seu corpo, mãos, braços e pernas, e então você vai adentrando mais ao corpo. Ele comentou dando um sorriso - Tudo bem, se isso vai te incentivar mais. Era possível vê-lo bem colaborativo , enquanto ele se moveu um pouco para trás observando os arredores.

- Só um minutinho.- Ele teria dito então caminhando calmamente para tirar das costas de Aizawa, incluindo equipamentos e até mesmo soldados que estavam próximos a direção de onde ele ia aplicar o golpe, onde ele voltou - Prontinho, por favor não leve o ataque. - Ele teria dito juntando ambas as mãos junto ao peito fechando os olhos, quase como se rezasse por perdão aos céus por talvez enviar mais alguém para conhecer Buda, ou qual quer que fosse o Deus daquele mundo.

- Lá vai… Soco de treino!- Era o primeiro golpe dele, seu punho se movia de forma extremamente lenta e visível mas havia algo tão assustador naquele punho, quase como se a energia do próprio sol estivesse ali presente er aalgo que sem dúvidas ativaria todas os mecanismos de defesa de Aizawa de uma única vez, especialmente como gata seus pelos provavelmente até arrepiariam.

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Desviar seria fácil mas a sensação era tão ruim que poderia fazer até alguém de coração gélido como o mais frio inverno soar e não era uma sensação boa - Perfeito! Vamos lá,  vamos fazer mais alguns assim e um sério quando estiver pronta.- Ele teria dito de modo que prosseguiria o treino com seus socos lentos mas extremamente poderosos, Formika poderia dizer fácilmente afinal, se em algum momento  seu corpo chegasse próximo do punho do homem poderia sentir um calor imenso como se fosse derreter.

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Re: Preâmbulo do Infinito Sex Mar 11, 2022 11:30 pm









Sora se manteve comportado e colaborativo, mostrando novamente ser uma criança educada e até mesmo compreensiva. De qualquer forma, por mais que gostasse do garoto e quisesse dar uma atenção maior a ele, sabia que não podia perder a oportunidade de aumentar minha força, afinal, foi por isso que recebi essa segunda chance. Roy topava me ajudar no treinamento e também me passou algumas dicas, como sempre, extremamente valiosas e que me ajudavam a entender um pouco mais o caminho que deveria seguir em busca do domínio do Rokushiki – Certo! Não irei tomar. – Falei um pouco despretensioso, confiava em minhas próprias habilidades e estava pronto para desviar do ataque do careca. Porém, o ataque veio lento e ele chamou de soco de treino, mas aquilo não passava a sensação de ser um soco de treino! Pude sentir cada parte do meu corpo se enrijecendo, os pêlos arrepiados e eu senti que poderia realmente morrer se tomasse aquele ataque.

Preâmbulo do Infinito 2eBE

Por uma pequena fração de tempo meu corpo travou, a quanto tempo eu estava longe dos combates? Isso havia atrasado meus sentidos? Não! Não posso deixar que isso aconteça – “Se mexa!” – Gritei mentalmente saltando para trás após uma rápida flexão dos joelhos, caindo com eles dobrado e tomando apoio do solo com minhas mãos – Isso foi um soco de treino? – Brinquei mantendo um sorriso no rosto, sentindo o suor frio escorrendo pela lateral da minha face – Só tente não me matar também, fico agradecida. – Falei enquanto ficava de pé.


Aprendizado do Rokushiki: Kami-e

O treino voltava a acontecer e agora eu contava com um parceiro, Roy era estranho e eu já sabia disso, no entanto, não esperava que ele fosse tão forte assim. De qualquer forma, recordei das suas palavras – “Começar pelos extremos, certo, vamos lá.” – Pensei enquanto matutava como faria isso – Roy, espere só um pouco, deixa eu tentar fazer como você falou primeiro. – Falei na direção do homem que me respondia com um simples “joinha”. Não demorei para relaxar todo corpo, dando alguns pulinhos para que pudesse jogar para fora toda tensão causada pelo ataque do meu parceiro de treino.

Logo comecei a tentar realizar os movimentos novamente, dessa vez focando mais nos membros, enquanto me movia lateralmente como se estivesse pegando o ritmo da coisa. Pude sentir meus braços um tanto quanto mais leves, assim como minhas pernas – “Agora o corpo todo.” – Reforçava mentalmente as palavras do homem e tentava transferir aquela “mobilidade” para o corpo como um todo, me movendo com uma certa leveza – Venha! – Falei com convicção e pude ver o sorriso no rosto do careca, que não demorou para avançar como da primeira vez.

Ainda estava com medo de ser atingido? Sim! Mas não iria deixar aquilo me dominar ou muito menos parar minhas ações. A cada soco dado tentava desviar com ainda mais leveza, tentando me tornar realmente um pedaço de papel que flutuava dependendo do vento que fazia no local. De um lado ao outro, usando meu corpo como um só em meus movimentos. Aquilo era fácil? Não! Mas nos momentos que percebia o ataque muito próximo, quebrava o uso daquela técnica e desviava de forma convencional, afinal, não podia ser acertado. Continuei as tentativas sem desistir, usando cada vez mais do Kami-e para desviar de um lado para o outro, deixando que os ataques passassem por mim.

Fim do Aprendizado

Chega! – Falei colocando minhas mãos no joelho, tentando manter o controle da minha respiração – Esse foi muito difícil, não sei foi meu corpo ou ele mesmo que é complicado de aprender. – Comentei ofegante – Nunca disse que era tão forte assim, senti que iria morrer se seu ataque me atingisse. – Comentei sobre o que meu instinto me dizia – Preciso de um tempo, ainda quero aprender mais um, mas dessa vez.. sem você tentar me socar. – Brinquei dando uma grande gargalhada em seguida, voltando minhas atenções para o pequeno Sora – Como você está? Pronto para continuar o treinamento? – Perguntei ao menino esperando que sua resposta fosse positiva – Certo, vamos lá. – Diria ao receber um “sim” ou outra palavra que indicasse o desejo de continuar.

Lutar não é fácil, demanda tempo e dedicação. Nosso corpo é uma máquina que precisa ser ensinada aos poucos. – Iniciava aquela parte teórica do ensinamento – Vamos começar pelo básico, te passando uma noção sobre o combate e algumas posturas mais simples. Coloque uma perna mais a frente, dobre bem os joelhos e feche as mãos. – Mostrei ao garoto como deveria ser feito – Seu trabalho hoje é repetição, para que seu corpo entenda e aceite de maneira natural esses movimentos mais simples. Você deve socar girando o punho para que possa atingir o oponente usando esses ossinhos. – Apontava com a outra mão em direção aos ossos da mão – Dessa forma você acaba causando mais dano e recebendo menos, diferente se acertar por exemplo com os ossos do dedinho, aí você acaba se machucando e fazendo massagem no seu oponente. – Voltava a mostrar as ações e como ele deveria executar os golpes, dando dois simples soco – Primeiro você vai repetir esses dois socos, não precisa de força e nem velocidade, vá aumentando aos poucos quando notar que está ficando mais fácil. – Logo em seguida mostrava mais um movimento, onde ele deveria levantar o joelho até a altura do peito ou onde sua flexibilidade permitisse – Depois você adiciona esse movimento, levantando o joelho deixando ele sempre apontando para cima. – Por fim, realizava um chute bem básico na altura da barriga – E por último você estica a perna, tentando chutar. Bom, não se prenda aos detalhes, vá fazendo de maneira relaxada. Tenta repetir o máximo de vezes que você conseguir, dos dois lados. – Conclui ficando um tempo observando se ele faria correto, ajustando qualquer pequeno detalhe para evitar qualquer problema posterior. No caso do pequeno se recusar ou ainda estar cansado, deixaria que assistisse o próximo treinamento.

Logo após passar tudo para Sora, voltava minha atenção para Roy – Podemos continuar? Quero aprender o Tekkai agora! – Comentei com firmeza, estava ligeiramente descansado e ainda tinha um tempo para me recuperar enquanto ele provavelmente falaria e demonstraria como poderia fazer para aprender o próximo Rokushiki.






Formika D. Smilinguida - Histórico/Objetivos:



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Re: Preâmbulo do Infinito Sab Mar 12, 2022 10:34 am


Preâmbulo do Infinito

Aquele treino se tornava cansativo e irritante, já que Leonidas inventava um método que só me fazia de boba correndo com pulinhos atrás dele, e ainda por cima com a minha perna ruim. - Seu maldito, ainda ficou caçoando de mim, mostrando essa bunda horrorosa! - Aquilo tinha sido um insulto contra mim.

Para parecer menos pior, ele ao menos me trazia água enquanto recuperava o fôlego, mas já indicando qual seria o próximo passo. - PUFFHAHAHAHA! Te atacar? Vai ser moleza! Vai se arrepender amargamente dessa ideia... - Provoca o leãozinho enquanto tomava a água me levantando e se preparando para continuar o treinamento.

Treino de Qualidade - Ambidestro (3)

- Pode ter certeza que eu vou te encher de porrada! Puffha... - Dizia enquanto flexionava minhas pernas deixando a perna esquerda à frente da direita esticando meu punho esquerdo colocando a frente do rosto. - Não vai se arrepender, né!? - Sorria com toda a empolgação, mesmo que no fundo soubesse que aquele lado era completamente inútil e quase sem força.

Logo avançaria com passos curtos buscando socar o leãozinho em forma de estocadas, sempre direcionando-o para onde ele se movesse, tentando ser rápida. Mas sabia que não tinha muita firmeza em meus socos com aquela mão, e que os movimentos poderiam ser bem molengas e em impacto algum, por isso, pararia um pouco e socaria mais devagar procurando ter mais firmeza e impacto pra buscar acertar o pequeno de alguma forma.

Depois de um tempo buscando me adaptar com os socos, começaria a usar a minha perna esquerda, e para isso eu mudaria a minha postura. Inicialmente ficaria reta de frente para Leonidas levantando os dois punhos no rosto, e atacaria com a sola de meu pé esquerdo como se quisesse pisar no boneco, já que me sentia um pouco mais confortável com aquela base pois sentia que ela me dava certo equilíbrio para chutar de alguma forma.

E por fim, após inúmeras tentativas, humilhações do pequenino, e quedas inevitáveis, tentaria fazer uma mistura das duas posturas, sempre variando os movimentos. Em um momento ficaria na postura dos chutes com a sola de meu pé, e em outro momento mudando para a postura das estocadas com o punho. E sempre que possível tentando mudar as posturas com mais rapidez para criar mais imprevisibilidade nos ataques.

Fim do Treino

Depois da humilhação anterior, era bem provável que dessa vez ela acontecesse de novo, já que Leonidas era muito rápido, e comparado a mim usando do meu pior lado, a diferença entre nós era irritantemente grande. - Arf... Arf... Não pensei que isso fosse tão problemático... arf... - Retrucava o treino puxado que aquilo estava sendo.

Não tinha nem ideia de que horas seriam, o tempo passado ali naquele treino me fez perder a noção até mesmo se o dia estaria claro ainda ou se já seria tarde da noite. - Aaaaah... Nem vi o tempo passar! - Observaria melhor o céu para ter a certeza de qual momento do dia estaríamos. - Bom, que tal mais uma rodada, Léo? Tô bem cansada, mas ainda tenho força pra mais uma... - Diria aguardando que a o leãozinho não desistisse de mim agora.


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