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Kenshin
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KenshinDesenvolvedor
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Relembrando a primeira mensagem :

1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Diego Kaminari , Chloe Kaminari , Mané , Kuro Tempest e SIlver D Saru. A qual não possui narrador definido.

_________________

1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 5 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Subaé
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SubaéCriador de Conteúdo
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Narração, Post 10


Monte Colubo, Interior do chalé

Diego


Ochio, Jacob e os demais bandidos correram para frente do chalé receber cordialmente o trio de “marinheiros” que se aproximava. Diego entretanto não deu muita atenção para a situação, para ser mais específico, toda a sua atenção estava voltada para a moça de seios pequenos chamada terra.

O jovem espadachim poderia ter ido para o lado de fora mas preferiu ficar ali a sós com a dama para poder lhe dar seus cuidados extra-medicinais. Por um breve momento, perdeu-se em seus pensamentos e no meio daquela nostalgia até pensou em poder ouvir a voz de sua amada irmã ao lado de fora. Se ao menos Diego soubesse que aquela voz não era só sua imaginação...

Aproximava-se de Terra logo após proferir as suas palavras amorosas, foi quando viu a moça despertar graciosamente. Os olhos de Terra analisavam perdidamente o local, a mulher parecia confusa mas logo se localizou em casa. Fitou Diego por um breve momento e respondeu com um sorriso aliviado.

-Meu corpo e minha vida pertencem a você, meu salvador… - A mulher descansou uma das mãos sobre o pescoço de Diego e com a outra começou a acariciar o peitoral do rapaz - Ainda bem que você é bem forte ein… Eu amo ser carregada, sabia?

E com apenas um leve impulso, puxou Diego para mais perto e deu-lhe um beijo apaixonado.




Vila Foosha, Bar da Ana

Kuro


O rapaz finalmente encontrou o tal Lúcio afogado em seus pensamentos depresivos,mas ficou envergonhado de puxar assunto com ele neste estado.

Ana voltou para o balcão e ouviu o pedido de Kuro.

-Esse ai não precisa beber nada pra melhorar não, já tá bebum até demais! - Ana respondeu.

-Bebum de mais nada!! - Lúcio retrucou - Eu só estou pensativo… pensando no quão insignificante eu sou…

Lucio abraçou Kuro e começou a chorar em seu peito.

-Eu sequer sirvo para ser um bom exemplo de pai!! - As lágrimas do bêbado encharcaram o manto carmesim que o espadachim vestia - EU pensava tanto em virar um pirata famoso para dar orgulho para ela, mas eu só tenho uma mísera recompensa de 700.000 Berries. Buaaaaaaahh.

Enquanto o homem choramingava, Ana trouxe duas canecas de cerveja malte negro. Uma para Kuro e outra para Lucio - Espero que paguem por isso! Já aguentei o máximo de calote que aguento por um dia.  

-Valeu Aninha!! Ei moleque se sirva, é por minha conta! Foi mal por esse papelão - Lúcio entornou a cerveja em poucos goles e ao bater a caneca no balcão já não estava mais triste - Pois então garoto, você tá me procurando é?  Qual foi?



Reino de Goa, Subúrbios

Mané


Ao final das escadas, Mané se deparou com uma enorme quantidade de casas, ruas e vielas. Aquele era o Subúrbio de Goa, um local mais periférico no qual as pessoas que lá habitavam não eram mais tão ricas como as que estavam nas ruas de cima.

O menino, a menina e o macaco seguiram esgueirando-se pelos becos despistando os guardas que ainda perambulavam pelas ruas à procura da garota desaparecida.

Mané seguiu correndo com Maka em seu colo e Meia-Noite agarrado aos seus cabelos para conseguir se manter de pé em sua cabeça.  Vez ou outra, a menina apontava o caminho que Mané deveria seguir e gritava “Vai por lá menino!!” ou  “Ali, rápido!!!”

Depois de muita correria, o trio chegou em uma muralha enorme onde havia um portão que estava fechado. O cheiro daquele lugar era horrivel, mesmo assim o portão estava sendo vigiado por dois guardas pomposos.

-Só tem uma forma da gente ir pra floresta, temos que passar por aquele portão, mas eles com certeza vão nos revistar…. E se me acharem vai estar tudo perdido… Você tem alguma idéia de como podemos passar???

Aquele portão era o último obstáculo que separava Kuro e Maka da floresta, entretanto tem dois guardas que podem frustrar os planos da dupla.



Monte Colubo, Exterior do chalé

Saru & Chloe


Do lado de fora do chalé, Elma Kopler bradava furiosamente com Zeno quando Chloe interferiu e se meteu na conversa. Enquanto isso, Saru apenas mastigava uma das frutas que colheu no caminho.

Por falar nisso, alguns momentos atrás, quando ainda subiam a trilha, Saru parou para colher algumas frutas. Chutou as árvores para que as frutas caíssem. Caíram apenas os frutos mais maduros, eram eles três maçãs e  quatro bananas. Infelizmente não caiu nenhum mamão.

Voltando ao presente momento, Chloe e Saru terminaram de dizer suas respectivas falas e por incrível que pareça ambos receberam repreensões.

Elma olhou para a ruiva com um olhar de aprovação mas as suas duras palavras revelavam uma opinião bem diferente.
-Você é uma mulher durona e eu aprecio isso, por isso vou relevar sua insolência. Mas não me importo nem um pouco com a sua história de novela dramática. Se ponha em seu lugar e deixe os mais velhos conversarem, ou na próxima vez eu vou enterrar esse taco na sua cara. EI ZENO, MANTENHA SUAS CRIANÇAS EM ORDEM! - Se Chloe olhasse para Zeno, o velho faria um sinal com a mão para que a garota se acalmasse.

Já Saru levou mais uma repreensão de seu avô, esta foi direcionada ao deboche quanto aos ensinamentos do velhote.

-Você que aprendeu mal. São sete mares sim! - O velho começou a contar com os dedos enquanto citava - South Blue, East Blue, North Blue, West Blue e os dois Calm Belt’s que isolam o último e mais perigoso mar, a Grand Line... E não fale mastigando!

Elma e Zeno se encararam e depois de alguns segundos o velho começou a articular sua fala.

-Você sabe muito bem o que me trouxe aqui Elma, Uma nobre do Reino de Goa sumiu e tenho indícios de que você e seus seguidores estão envolvidos nisso.

Elma se enfureceu ao ouvir a explicação do velho e demonstrou isso para todos, batendo fortemente o taco no chão - Isso é uma baboseira! Você me conhece há anos e sabe muito bem que eu não sequestro pessoas. Vai ver, ela só fugiu de casa. Goa é cheia de pirralhos mimados que acham que a vida de bandido é uma maravilha.

-Você diz isso, mas os pais da menina dizem ter visto uma bandida fugir pela janela da cozinha, além disso um dos guardas do portão relatou ter atirado contra uma mulher com a mesma descrição da meliante, que por sinal estava acompanhada de alguém encapuzado com a estatura de uma criança.

-Já falei, isso é baboseira!- A mulher vociferou - Isso tem cara de gente querendo me incriminar. Eu tenho os meus assuntos na capital e isso você já está cansado de saber, mas eu não sequestrei ninguém, principalmente uma criança nobre.

-Então não vai se importar se a gente der uma olhadinha aí dentro não é mesmo? - Zeno retrucou.

-Fique à vontade, a mulher do relatório está lá dentro se recuperando do tiro que os seus amiguinhos deram, então não a incomode!

-Não se preocupe Elma, só quero me certificar de que não tem nenhuma criança aqui.

-Você é um burocrata de merda mesmo, Pelo visto a minha palavra já não vale de mais nada para você - Elma se virou apontando com o braço direito para a porta - Entre e veja com os seus olhos então!

Zeno Seguiu para dentro do chalé e acenou para Saru e Chloe para que o acompanhassem.

-Venham, seis olhos serão melhores do que dois.





Ana- Aparência
Lúcio- Aparência
Maka- Aparência
Zeno- Aparência
Terra- Aparência
Elma Kopler - Aparência


Diego:
-Ganhos:
-Perdas: (sapato, camisa - Post 3)
-NPC:

Chloe:
-Ganhos: (Coentro indiano - Post 7) , (50.000 ฿ - Post Cool
-Perdas:
-NPC:

Mané:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC: Meia noite (pet)

Saru:
-Ganhos:4 bananas e 3 maçãs (post 10)
-Perdas:
-NPC:

Kuro:
-Ganhos: (Espada Clássica - Post 4)
-Perdas: (250.000 ฿ - Post 4)
-NPC:
240/240100/10010/1015/15

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 5 Unknown

Tabela de preços:
Diego Kaminari
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Créditos : 00
Localização : Rio de Janeiro
Diego KaminariEstagiário
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De Corpo e Alma





Seus olhos se abriram como o nascer do sol de um lindo dia, um dia tão especial que você se sente eufórico so de estar vivendo ele. A confusão em seus olhos era bastante aceitável, visto que a menina enfrentou a morte e a última coisa que se lembrava era de estar sendo carregada. Contudo, sua noção logo voltou assim como a atenção se recaiu sobre mim, e o que ela disse em seguida... Ai meu Deus, meu coração palpitou de uma maneira tão intensa que muito parecia que meu peito não tinha espaço para ele. Seu corpo e vida pertenciam a mim... Já que ela está afirmando isso, nada mais justo do que eu aproveitar do que me pertence, não concordam?

Por fim a mesma cita algo sobre minha força e que ama ser carregada, àquela altura já estava olhando para seu lindo corpo imaginando o que teria por baixo daquelas vestimentas, até que para minha alegria a garota me puxa num beijo apaixonado e intenso. Minha língua explorava sua boca como um aventureiro explora uma ilha nova e desconhecida. Caso a intensidade aumentasse minhas mãos estariam percorrendo seu corpo visando conhece-la com meu tato, porta aberta? Foda-se! Quem passasse que fechasse... Não seria nenhum segredo o que estaria acontecendo ali.

- Você tem certeza que aguenta? Quer mesmo isso, Terra? – Diria em meio a respiração ofegante de desejo que estava tirando o ar e implorando pela jovem.

Eu já estava sem camisa e descalço, minha cicatriz estava exuberante em minhas costas, então buscava deixar a jovem mais igual a mim, logo tentaria retirar suas vestimentas e o que lhe cobrisse tomando cuidado com seu ferimento é claro. Por último destacaria a última peça de roupa do meu corpo deixando-me completamente nu em todo meu esplendor, aquela altura se a jovem estivesse concordando com tudo ela estaria de igual forma e eu poderia ver cada centímetro de seu corpo desnudo, exceto pela parte onde aconteceu o ferimento que estaria coberto com uma faixa. O que aconteceu depois? Obvio né! A pergunta certa seria, qual foi a intensidade que aconteceu? Isso posso responder, o mais intenso que a menina aguentasse sem sofrer dor, depois de tanta tormenta... Ela merecia momentos de um grande e puro prazer.



Histórico:

Resumo da Ficha:



Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )







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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 5 4nO1oWY
Chloe Kaminari
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Créditos : 03
Chloe KaminariEstagiário
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11º - Cicatrizes... O beijo de despedida entre amantes.

Chloe Kaminari


Por mais que as histórias possam ser tristes, as pessoas sempre julgam antes de ouvir completamente. Isso é um erro tão comum que por vezes deixava aquele sentimento de raiva e ódio voltar à tona trazendo com ele todo o fogo e fúria que as lembranças ruins alimentavam.
Ouvi as palavras da mulher em silêncio, zeno tentava me acalmar com suas expressões. Talvez… apenas, talvez se não fosse um marinheiro eu até poderia chamar o mesmo de Avô como respeito, mas não seria naquele momento que eu faria tal coisa.
—Kopler, me faz um favor… Enfia suas palavras de volta pela garganta. Vou lhe respeitar apenas por ser a dona desse pedaço e estar em maior número. Você não me conhece pra dizer se a porra da minha história é de novela ou não, então por favor. — não havia qualquer sinal de ódio para a mulher, mas as palavras poderiam parecer muito mais ríspidas do que o que eu desejava.
A repreensão para o garoto comilão foi um tanto quanto inesperada. Eu sempre usei aquele termo de juramento por ser algo repassado para mim dentro dos revolucionários, mas não sabia ao certo que existiam tantos mares assim.
— Esses três últimos aí eu não conhecia. Se o senhor puder me falar mais sobre… talvez seja o próximo lugar que eu vá pra procurar meu irmão. — enquanto os dois falavam, meu coração estranhamente palpitou acelerado e as lembranças voltaram em um doloroso flashback.


“As explosões começaram na cozinha, foi tudo tão rápido que pouco tempo tive para ajudar qualquer um ali dentro. A dor de ter a perna esmagada por uma viga de madeira flamejante era tão grande que as lágrimas caiam em uma cascata lenta. Como se a vida se esvaísse de meu corpo pouco a pouco em meio aos gritos desesperados daqueles que tentavam salvar suas vidas. O líquido vital e quente saia em grande quantidade pela ferida da perna e com isso o destino havia selado o fim de minha vida.
Que ironia não?
Com aquele fatídico fim, gritei... gritei em plenos pulmões até que a imagem do garoto de cabelos claros apareceu. As lágrimas não cessaram, mas o sorriso deu lugar ao choro.

— Pelo menos você está a salvo. — Falei de forma fraca apenas segurando sua mão naquele momento final. —Desculpe o pouco tempo que passamos juntos... A senhorita precisava de ajuda... era uma chance para que pudéssemos ser felizes fora daqui, sermos uma família novamente e felizes em algum lugar. — as forças começavam a se esvair, Diego protestava e tentava de todo o modo me retirar daquele lugar... suas roupas chamuscavam por conta da madeira quente que caia sobre o fino tecido — Para... Por favor... Seja feliz por nós dois...— falei o empurrando daquele lugar, sabia que ele não queria me deixar. Eu não queria morrer sozinha ali.

—Diego... Eu te amo. — as forças restantes acabaram naquela frase, tudo o que pude sentir foram seus lábios tocando os meus por um curto momento junto as lágrimas de ambos que se misturavam em uma despedida... talvez uma promessa de felicidade e reencontro no futuro..., talvez apenas fosse minha mente tentando evitar o destino certo da morte eminente. Mas aquele beijo… aquele pequeno ato de carinho ficaria para sempre guardado em meu coração.”

1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 5 Bk8l7hs


Meus dedos instintivamente tocaram os lábios ao lembrar do beijo, mas porque agora? Porque aquela lembrança tinha que aparecer agora? Zeno e Elma pareciam terminar de conversar, mas um fato me chamou a atenção, ela havia falado sobre alguém ferido. Instintivamente dei um passo a frente agora visivelmente preocupada — O ferido está bem? Ou a ferida... não sei. Se precisarem de algo me avise por favor, eu aprendi o básico de primeiros socorros então posso ajudar. — Esperei que pudesse entrar, mas para minha surpresa Zeno havia me chamado para entrar.

Andei de forma rápida para o interior da casa buscando qualquer coisa que fosse diferente, principalmente o lugar onde estava a ferida. Havia uma porta aberta e logo que coloquei meus olhos lá dentro vi uma imagem um tanto... diferente.

Haviam sim uma pessoa no quarto... porem pareciam ser duas agora. A mente novamente me levou para o momento de minha despedida, a figura monumental a minha frente tinha as costas com cicatrizes... cicatrizes?

— Não... Não pode ser... Diego? — chamei uma primeira vez sem entrar no ambiente esperando ser ouvida pela figura e não apenas atrapalhando a transa de alguém. Suas características eram tão.... o cabelo branco, a pele alva com as cicatrizes rosadas... tudo aquilo poderia ser apenas conhecidência... mas eu precisava tentar ainda sim.

—Diego!— A segunda vez foi em um tom mais alto, um misto de surpresa, angustia e esperança.—Diego!!!—
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Ficha Resumida:
Objetivos:
Legendas:


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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 5 Bc5w0lykuse71

Saru
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Créditos : 11


Enquanto Chloe e a Lider dos bandidos discutiam entre sim, eu ouviria o meu avó a falar sobre os mares dando uma especie de liçao e reclamaçao de falar mastigando.
Terminando de mastigar eu ficaria pensando -Hmm tem os calm belts e grand line ainda, eu nao me lembrava mais deles. Dizia ao tentar de alguma forma me lembra do ensinamento, guardaria tambem as duas maças no bolso e as restantes duas bananas no outro bolso para mais logo talvez.
Chloe parecia curiosa sobre os 3 ultimos mares que meu avo falou, a mesma comentaria sobre o irmao tambem pela cara dela parecia que ela estaria viajando nos pensamentos.
Enquanto isso meu avo falaria com a Elma, eles pareciam se entender bem apenas do conflito em o porque de estarmos aqui no territorio dela.
Eles falavam entre sim, meu avo tentaria explicar para ela o porque de estarmos aqui, e ela respondia, comforme ambos falariam eu ficaria a olhar um para o outro conforme eles se respondiam entre si, quando Elma comentaria sobre ela poderia ter so fugido de casa e sobre a vida de bandido nao ser maravilha eu olharia para o meu avo e comentaria.
-Ela tem um belo ponto avo. Ao ouvir o meu avo a responder sobre informacoes que foram dadas, eu olharia para Elma.
-Bom ele tambem tem um pelo ponto, com informaçoes fica dificil saber.
Ela se defendia da acusaçao e eu olharia para o meu avó e rapidamente falaria.
-Velho eu nao queria dizer nada, mas ela talvez possa ter razao em parte, se tu conhece ela a anos, devia dar o beneficio da duvida, alem disso o que ganhariam eles em raptar uma nobre.. dinheiro, se fosse isso ja teria havido um resgate. Daria a minha opinao para o meu avo sobre aquilo.
Meu avo pediria para ver dentro de casa, Elma permitiria e falaria sobre a pessoa ferida.
-Ferida pela Marinha, acho que vais ter que te desculpar com alguem entao avó. Dizia baixinho para apenas ele ouvir.
Chloe parecia tambem preocupada sobre a pessoa ferida e falaria que necessario ela poderia ajudar com os primeiros socorros, eu ficava supreso cozinheira e sabia ajudar com feridos.
Elma reclamaria sobre a palavra dela se nao valeria de nada, eu olhava para ela e dava um leve sorriso.
-Para mim serve de muito sua palavra e o resto tambem deve servir. Dizia olhando para ela, na qual eu logo ouviria o meu avo a pedir para entrar junto com ele e Chloe, na qual eu perdia o foco na Elma e ia entrando na casa.
Ao entrar na casa logo me depararia com uma cena meio estranha pois sabiamos que uma pessoa estaria ferida mas nao era so uma que tava no quarto parecia ser duas pessoas no quarto, uma delas tinha cicatrizes nas costas e cabelo branco tambem, a pergunta seria porque tar com tronco a mostra, a Chloe parecia que tinha visto um fantasma e falaria nome de um tal Diego que eu so poderia supor ser o tao irmao dela que ela falava.
Mas a minha atençao era na pessoa com quem ele tava, e talvez eu conseguisse ver um pouco do corpo dela, na qual depois meus olhos tentariam ver onde ela tava ferida.
-Parece que ta rolando alguma coisa, sera que tamos a interromper algo.Dizia com um pequeno riso deboche.



Histórico:
Objetivos:

Resumo da Ficha:
Kuro Tempest
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THE
LAST
SPARK OF HOPE
A mulher se afastou um pouco e logo em seguida retornou com uma resposta que me deixou um pouco desanimado, vendo que a única maneira de conversar com aquele homem seria, esperar. —‌ Entendi, acho que o melhor é esperar. ‌— Levando em conta que meu serviço se daria de noite, teria tempo para que o mais velho voltasse a sua normalidade, ou assim eu esperava.

Ouvindo o que estávamos falando, o outro retrucou as palavras da bela dama a minha frente, demonstrando certa consciência até então. ”Ele não está tão mal?” Levando em conta que conseguia sentir o cheiro de bebida vindo dele de longe, era impressionante que ele ainda conseguia falar uma palavra conexa sequer.

”Ah droga!” Senti seu abraço apertado, o vendo choramingar enquanto molhava meu manto rubro com suas lágrimas, fazendo-me suspirar sem saber como reagir a tudo aquilo. —‌ Calma calma. ‌— Suas palavras era de alguém desgostoso da vida, que nem mesmo conseguia ter sua cabeça com uma recompensa alta. Bem, para mim aquilo era alto o bastante.

Ana colocou duas canecas sobre o balcão, uma na minha frente e a outra na frente de Lúcio, surpreendendo-me com aquilo e com suas palavras. ”Mas como é?” Primeiramente, eu não bebia, segundo, eu não tinha um centavo sequer para pagar qualquer coisa dentro daquele recinto, nem a ajuda que ela havia me dado até o momento.

Até pensei em falar algo, mas o mais velho logo pediu para que eu bebesse dizendo que pagaria por aquilo. —‌ Ah, sim, está tudo bem. ‌— Sem jeito, segurei a caneca com a bebida negra, levando-a até os lábios sentindo o gosto meio amargo daquele líquido. ”Isso não é tão bom, como conseguem beber isso?” Tentei não demonstrar que não tinha gostado por meio de uma expressão facial, mas acreditava que não estava conseguindo.

—‌ Ah, sim, eu vim lhe trazer uma mensagem do dono da loja de armas. Ele pediu para lhe dizer que sua encomenda está pronta. ‌— Minha espada ainda se mantinha presa em minha cintura, talvez um pouco coberta pelo manto carmesim que cobria boa parte do corpo enquanto ajudava no aquecimento. O mais velho estava um pouco mais sério, como se realmente não estivesse bêbado. Não tinha noção do que ele iria fazer, mas esperaria que nada de errado.

HP: 3800/3800 | ST: 100/100

Considerações:

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 5 KTTKkRi

Ficha / Template
ripper
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Créditos : 19
ripperCivil
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O que eu to fazendo?!

1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 5 NBjhgry



O som das pesadas armaduras começavam a ficar mais distantes ao passo que o ambiente no meu entorno mudava. As pessoas daquele novo lugar possuíam um “ar” diferente daquelas que eu havia visto anteriormente, ali tudo parecia ser mais simples se comparado com os arredores a igreja. Meia parecia me pilotar enquanto eu continuava a costurar becos e vielas, para ter a certeza de que ninguém mais estava nos perseguindo e quando fiquei mais confiante, parei de correr e coloquei Maka no chão.

Esse lugar cheira pior que o chiqueiro do circo... — disse, enquanto me aclimatava — Mas que mer... — Talvez utilizar palavrões perto de uma criança não seja uma boa ideia — droga! A gente também precisa passar por ali?? — dei um chute numa pequena pedra que estava solta no chão, que logo era contida por um amontado de lama. O que eu não contava era que aquilo ali me daria uma ideia.

Já sei! Maaahaha! — dizia enquanto puxava Maka para perto da lama — Esses guardinhas certamente fazem de tudo pra não sujar suas roupinhas... — esticava a cabeça para dar mais uma olhada naqueles trajes brancos enquanto separava a outra muda de roupa que carregava — Maka, você vai fingir que tá doente e nós vamos nos sujar e sujar nossas roupas com lama! Aqueles limpinhos jamais vão querer olhar a gente com mais vontade! Maaaahaha! — buscaria alguma peça de vestuário que fosse grande o suficiente para envolver a garota a ponto de não ser possível avistar a roupa de alta qualidade que ela usava, então pegaria a peça e passaria na lama, deixando-a suja o suficiente para ser desagradável pegar naquilo — Toma, vista! — então pegaria meu pincel para molhar ele na lama e sujar o rosto da pequena — Minha primeira obra de arte, fique feliz Maka!! — quanto acabasse de preparar a garota, colocaria a peça que sobrasse da muda de roupas no Meia, mas não antes de sujá-la também — Você será meu outro filho — eles não precisavam entender completamente. Por fim, também iria sujar minhas roupas e meu rosto de lama, utilizando o pincel para tentar fazer algo mais “natural”. Com esses preparativos, meu plano poderia começar.

Maka, finja que está doente, como se você fosse virar um... macaco! — mal conseguia conter o riso.

Pegando Maka em um de meus braços enquanto dava a outra mão para o Meia, começaria a andar na direção dos guardas que guardavam o portão e quando estivesse próximo o suficiente.

Não, não, nããããão! Minha filha! — diria com um semblante triste, tentando chorar — Se já não bastasse o meu filho ter virado um macaco, agora a minha filha! — continuaria me aproximando para os guardas poderes observar de perto — Eu corri a noite toda, caí na lama, cheguei na Igreja para ninguém me ajudar porque alguém estava causando uma confusão! Por que céus, por que faz isso comigo?!?! — minha voz era dramática e eu falava sozinho apesar de gritar, até aquele momento — Cuidado nobres guardas! Dizem que essa doença é contagiosa, mas eu preciso ir até a Floresta, também dizem que lá tem uma curandeira que pode me ajudar! — a todo momento, eu tentaria mostrar ao máximo para os guardas o quão sujos nós estávamos sendo até mesmo invasivo com o espaço pessoal deles, meu intuito era conseguir passar sem ser revistado uma vez que nosso estado poderia ser repugnante para aqueles soldados vestidos em armaduras sacras.

Caso fosse descoberto, andaria para trás ao passo que colocava a Maka no chão, me preparando para um combate.

Deu ruim Meia-noite!!! — recuaria ainda mais analisando a situação e procurando como o portão poderia ser aberto.

Caso o plano desse certo e nós conseguíssemos passar, continuaria seguindo as instruções da pequena.




fala - #00FF00



Informações Importantes:

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 5 Daco_110
Subaé
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Narração, Post 11


Vila Foosha, Bar da Ana

Kuro

Kuro bebeu a cerveja a contragosto por educação. Ele até tentou não demonstrar seu desgosto pela bebida mas Ana percebeu a feição do jovem e deu uma risadinha descontraída.

Avisou a Lúcio sobre a encomenda.

-Oh que bom! Quer dizer que você é o filho do senhor Kinshi?! Nossa você era um moleque catarrento da última vez que eu te vi! HAHAHAHAHAHA

Lúcio se levantou e depois de vasculhar nos bolsos sacou um rolo de notas de Bellyes, contou e depositou no balcão - Ei Aninha, eu vou ali com o garoto pegar o “presentinho especial”

Depois disso, Lúcio olhou para Kuro um pouco constrangido.
-Nem te perguntei se você ia comigo… você vem ou vai ficar ai?




Reino de Goa, Suburbios

Mané


Maka apenas observou enquanto Mané sujava os mantos e as próprias roupas de lama, e quando o jovem começou a espalhar a sujeira em seu rosto, ela riu por sentir cócegas nas bochechas.

Mané lhe deu as instruções e ela acenou com a cabeça, Meia Noite também concordou com o plano e se posicionou no colo de Mané e colocou o dedo na boca para ficar parecido com um bebê; Feito isso seguiram para o portão onde o artista iniciou a sua performance.
Maka também atuou, ela fingia chorar por conta de dor, e simulava uma tosse que mais parecia um grunhido de macaco, Já Meia Noite que estava chupando o dedão fez questão de pronunciar “bu-bú-ba-bá” quando foi mostrado para os guardas

-Tá achando que vou acreditar numa idiotice dessas? onde já se viu, doença que transforma pessoa em macaco!! - Disse um dos guardas.

-Ih parceiro, eu não sei se é mentira, viu... - respondeu o outro - Não lembra que o reverendo Sheep estava reclamando de um ataque terrorista na igreja quando passou aqui agora a pouco?

-Deixe de ser supersticioso e reviste esses três.

-Eu não, vai que eu viro um macaco, vai você!

-Pensando bem, pra que revistar alguem que ta saindo da cidade né? o problema é que entrem.

-Bem pensado companheiro.

Os guardas abriram o portão e se viraram para os pseudo-doentes.

-Vai logo! e não volte se não se curar!!- E trancaram Mané, Meia Noite e Maka do lado de fora da cidade. Na frente de Mané tinha um enorme lixão, com montanhas de lixo e não era possível ver onde acabavam.

-Agora só precisamos atravessar esse lixão e aí vamos finalmente chegar na floresta Midway!




Monte Colubo, Chalé

Chloe - Diego - Saru


Chloe respondeu Elma com um tom um tanto ríspido, ainda que sua intenção não fosse tão rude. A mulher golpeou o seu bastão no chão mais uma vez e apenas rosnou para a garota em resposta.

Saru comentou com o seu avô sobre a situação e deu a sua opinião, questionou a participação dos bandidos neste caso usando bons argumentos; Zeno sorriu ao ouvir o neto.
-Eu sei garoto, só estou verificando pela burocracia do serviço - Mas o sorriso do velho sumiu assim que Saru falou sobre a marinha dever desculpas - A marinha não é a guarda real de Goa, entretanto, acredito que se eles realmente não sequestraram a criança, a gente vai dever umas desculpas sim.

Enquanto Elma e Zeno conversavam, Chloe divagou em sua mente e reviveu traumas de seu passado que transbordaram por seu corpo como falas e suspiros. Saru até se comoveu pela garota, já os demais bandidos que assistiam a cena gargalhavam em sussurros “Essa aí deve ser doida”, “Olha ela falando sozinha”, “Essa não bate bem da cabeça”. Cochichavam enquanto a sua chefe conversava com o marinheiro aposentado.

Zeno chamou os jovens para que entrassem no chalé com ele, mas antes de entrarem, ambos foram falar com Elma. Chloe se prontificou a ajudar no tratamento da mulher ferida - Toda ajuda vai ser bem vinda para salvar meus companheiros. Ela está no quarto que fica ao fim da sala.

Saru falou palavras carinhosas a fim de fazer a mulher se sentir melhor diante da desconfiança de seu avô, entretanto o rapaz foi devasso demais para com a mulher, ela não gostou nem um pouco e lhe deu um tapão na cara - Se enxergue seu moleque, eu tenho idade para ser a sua mãe!

O grupo entrou no chalé e atravessou a grande sala que era cheia de almofadas, sacos e caixas, além de uma enorme mesa quadrada que usava barris como cadeiras.

Dentro do quarto, Diego e Terra se beijavam calorosamente. Ele perguntou se era realmente isso que ela queria - Se eu não quisesse você não me teria, agora me beija!

Diego apalpava sensualmente o corpo da mulher que fazia o mesmo com ele, entretanto ela sempre retirava as mãos de Diego de perto quando elas se acercavam da sua virilha - Ainda não mocinho, tá com pressa é? Aproveite cada ponto… - Falou baixo em seu ouvido enquanto arranhava suas costas.

A mulher beijava-o, e mordia, e voltava a beijar o pescoço do rapaz que em poucos segundos já estava nú e a ponto de bala. A tensão sexual estava alta e o cheiro de almíscar, característico da luxúria, já era perceptível no ar.



Foi quando Chloe e Saru entraram no aposento e se depararam com o casal.
Saru logo soltou uma piadinha sobre a situação constrangedora, já Chloe não conseguia acreditar no que estava vendo "Diego!" Bradou alegremente.

Aquele homem tinha o mesmo cabelo e as mesmas cicatrizes que o seu irmão teria se estivesse vivo. Se ela observasse mais atentamente poderia ver o seu rosto também.

A sensação que ela sentiu, eu não sei te dizer. também não saberia te dizer o que Diego sentiu naquela situação. Mas uma coisa é certa:

Naquele momento, em um pequeno chalé isolado das montanhas que circundam o reino de Goa, um novo ciclo estava para começar. Afinal, quando as emoções são sentidas de forma tão intensa, quando pessoas estranhas sorriem por conta de uma lágrima de felicidade, isso é o sinal que a busca de uma vida inteira chegou ao fim.




Lúcio- Aparência
Maka- Aparência
Zeno- Aparência
Terra- Aparência
Elma Kopler - Aparência



Diego:
-Ganhos:
-Perdas: (sapato, camisa - Post 3)
-NPC:

Chloe:
-Ganhos: (Coentro indiano - Post 7) , (50.000 ฿ - Post Cool
-Perdas:
-NPC:

Mané:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC: Meia noite (pet)

Saru:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC:

Kuro:
-Ganhos: (Espada Clássica - Post 4)
-Perdas: (250.000 ฿ - Post 4)
-NPC:
240/240100/10010/1015/15

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Maka, ta chegando?

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Por pouco o meu plano não dava certo, talvez eu levasse um pouco mais de jeito para atuação do que imaginara, ou será que a pintura em lama que havia dado conta do trabalho? De qualquer forma, eu certamente exploraria esse novo lado artístico que começava à aflorar.

Quando passamos pelo enorme portão, o cheiro se justificou.

- MONTANHAS DE LIXO?! PRA QUE LUGAR VOCÊ TA ME LEVANDO?!

Eu me via cada vez mais envolvido naquela situação e sem ter como voltar atrás, ali não parecia ser um local onde eu poderia me apresentar para alguém. Mas talvez ali tivesse outras coisas que eu poderia utilizar para incrementar a apresentação futura e por isso eu prestaria atenção nos amontoados, buscando algo que pudesse ser interessante.

No mais, seguiria pelos caminhos disponíveis, deixando Maka me guiar, já que ela parecia conhecer aquele local e isso me despertava uma curiosidade.

- Maka, como você conhece tantos lugares assim da ilha, você já fugiu outras vezes?

Enquanto caminhávamos, eu deixaria o Meia livre pois eu sabia que aquele era o tipo de local que ele gostava de explorar.

- Meia, quer dar uma voltinha por aí? Não vai muito longe não porra!




fala - #00FF00



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Última edição por ripper em Dom 11 Jul 2021 - 14:24, editado 2 vez(es)

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O Sexto Sentido


"Eu vejo gente morta!"

"Com Que Frequencia?"

"Toda vez que tento pegar a Terra"



Cala a boca e me beija, interessante o estilo da garota, não concordam? No entanto, porque demorava tanto para avançar? Tá certo que as preliminares são deveras importantes, entre tudo estávamos numa situação delicada para que todas as minhas ofensivas mais íntimas estivessem sendo aparadas. Algo estava acontecendo ali, mas decidi fazer como ela disse, aproveitar cada ponto. Suas mordidas e beijos arrepiaram o meu corpo e despertaram em mim algo a mais do que o ardente desejo, se é que me entendem. Mas novamente eu continuava a ouvir a voz de Chloe como em todas as vezes que me permito tentar preencher o vazio que deixou em meu coração, aquela voz que lembra que por mais que tente, nenhuma mulher será de fato minha irmã... Era como se tivesse falando a poucos metros de mim.

- Espera... – Aquela voz estava muito vivida e perto de mais, ou fiquei louco de vez, ou... – Não... Não... É.. Possível.

Não sabia o que sentia naquele momento, aquela garota que estava diante de mim na porta daquele aposento era idêntica a minha irmã, sabia meu nome, me reconheceu, o que significa... – Chloe? – Minha voz tremia não so pelos hormônios que estava em meu sangue, mas pelo fato de que estava vendo uma pessoa morta. Eu não conseguia compreender, talvez pelo fato que demorou anos para me convencer que minha irmã havia morrido naquele orfanato, entretanto ela estava ali na minha frente, tão viva e latejante... Não espera, esse é meu amiguinho, mas agora não sei ao certo quem é a causadora disso, pois a mulher dos meus sonhos estava diante de mim e viva. Não sabia se chorava, se continuava a beijar a jovem Terra... Me veio uma dúvida, será que se a Terra tiver um filho, ela viraria a “Mãe Terra”? Déficit de atenção é foda, mas voltando a cena mais emocionante da minha vida.




Não sabia se aquilo era uma visão da minha vil mente tentando me enganar ou se realmente aquela era a mulher que eu amava, ou melhor, que eu ainda amo. Minha cicatriz doía com a lembrança que vivia repetidamente como uma memória do universo que tenta constantemente ensinar algo para pessoas ignorantes o suficiente para não aprender com seus erros e não valorizar as coisas mais importantes da sua vida. Lembrei de todas as coisas que fiz para poder passar um pouco de tempo com aquela garota que parecia nunca ter tempo para mim, entre tudo me lembrei também das chamas que ardiam nossa pele naquela noite, mas naquele lugar o nosso amor ardia muito mais forte em nosso coração e as mesmas lagrimas que inundaram nosso beijo como se quisessem memorizar aquele ato, caíram de meus olhos naquele quarto, ela não era coisa da minha mente... Ela era a minha Chloe que estava viva, por algum motivo ela estava ali... Eu não estava mais sozinho!

Tentaria me levantar sem me importar com mais nada e em pé diante da cama em direção a menina que possuía agora cabelos ruivos. – Chloe, é você mesma minha irmã? – A lagrimas já haviam traçado uma trilha em meu rosto, se a jovem confirmasse iria então em sua direção para abraça-la e por fim poder terminar aquele beijo interrompido a tantos anos, um beijo sincero e que carregava todo o amor e pesar de uma história interrompida, ali não procurava nada... Mas encontrei tudo.



Histórico:

Resumo da Ficha:



Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )







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Chloe Kaminari
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12º - Um amigo eufórico... uma puta na cama... um chute bem dado

Chloe Kaminari



Aqueles curtos momentos entre o chamar do nome do meu irmão e o fato do homem a minha frente reagir foi tão gigantesco que meu coração parecia parar de bater pelo mesmo tempo da espera.  

Os olhos se estreitaram observando melhor a figura do homem, as cicatrizes, a pele clara, os cabelos brancos como uma linda lebre em meio ao inverno foram o suficiente para que as lágrimas começassem a marcar minha face com um suave caminho demonstrando toda a saudade e tristeza do momento daquele reencontro doloroso —Diego...— a voz saiu quase como um sussurro no momento que meu nome saiu pelos lábios do mesmo. Tudo a minha volta, por poucos segundos pareciam perder a cor e todo o foco ficar em cima daquele homem que estava completamente nu...

Pera, nu?  E com um amigo um tanto quanto... avantajado e latejante a minha frente. Mas é claro, a garota ferida, porque eu não lembrei daquilo? Talvez por conta de toda a felicidade do reencontro com meu irmão... com o homem que eu amava, fez com que minha mente perdesse o foco de outras coisas mais básicas naquele momento. Mas em meio a tudo aquilo, porque caralhos ele estava sem roupa!? Se ele se aproximasse, eu deixaria sem qualquer restrição. Se tivesse a chance beijaria seus lábios da forma mais doce e romântica que pudesse em meio aquele momento, mas não deixaria o mesmo durar por muito tempo —Diego, porque caralhos você está sem suas roupas? — A pergunta estava em um misto de raiva e dúvida. Mesmo antes da resposta por parte do homem, elevaria a perna e com toda a força e rapidez que havia obtido em meio aos anos de treino básico com os revolucionários, ia desferir um chute apenas com a intenção de fazer o mesmo cair no chão, de preferência de cara — É assim que você diz que me ama? Ficando com a primeira puta que encontra!?— a felicidade se transformaria em ódio caso a figura feminina fosse realmente vista no quarto onde ele estava.

—Por anos eu te procurei! Os revolucionários procuraram em cada canto enquanto minhas pernas se recuperavam daquele maldito incêndio e o que eu encontro é meu irmão fodendo com outra! — tentaria observar o estado da mulher que residia no quarto e caso a ferida estivesse em algum lugar exposto, continuaria aquela frase — e pior, você é tão podre que sequer pode esperar a puta ficar boa, já quer meter no primeiro buraco que encontra!? —

Ok... eu estava surtando? Sim, mas se veja na minha situação.

Você fica quase seis anos ser recuperando de um acidente que quase a mata, tem de basicamente reaprender a andar por ter tido as pernas quebradas e a lutar com uma arma que possa ser usada em qualquer situação, caso as pernas não voltassem a funcionar devidamente. Depois disso, ainda passa dois anos procurando em várias ilhas diferentes e talvez até menores do que aquela e ainda acha a pessoa na cama com outra!? Eu duvido, mas duvido MUITO que você iria agir de uma forma diferente da minha.

Se agiu... bem... parabéns pra você, mas eu era leal aquele homem e esperava o mínimo do mesmo.

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Saru
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Créditos : 11


Antes eu teria ouvido meu avo a falar sobre a burocracia e eu comentaria – Burocracia chata. Ele falaria sobre o pedido de desculpas e eu rapidamente falaria – A gente não, sei de nada. Dizia baixo.
Eu teria falado com a lider tentando confortar ela mas teria tomado um tapa.
-Aii e dai se tu é mais velha, so tava tentando confortar, poxa. Dizia enquanto ia esfrengando a bochecha e caminhava.
(…)
Via um homem quase pelado se não pelado mesmo, aos pega com uma mulher tambem, na qual meus olhos ficaram visualizando elas as pernas e sua beleza quase me distraindo Chloe gritaria e chamaria pelo nome do homem, seria conhecido ou seria o tal irmao que ela falou, minha cabeça pensaria mas meus olhos tavam na mulher ferida.
Ele parecia reconhecer a Chloe tambem, os dois se falavam parecia ter uma certa comunicação pelos olhares, -Sai da frente. Dizia olhando para a mulher deitada.
Do nada minha distraçao deu um pulo “Diego, porque caralhos você está sem suas roupas”.
-Ihh fudeu. Dizia me afastando um pouco da Chloe, caminhando ate a mulher ferida.
-Oie é voce que tas ferida, queres que te ajude em alguma coisa. Dizia olhando para ela., enquanto Chloe e Diego falavam entre si, se a Chloe batesse nele ou algo do genero, minha reaçao seria – Victoria da Chloe.
Deixando eles de lado eu tentaria ver da mulher ferida e logo falaria de maneira que meu avo pudesse ouvir.
-Bom parece que tavas errado velho, creio que ela a Elma esteja certa acho que a marinha se enganou ou tentaram por as culpas nos bandidos.
Passava a mao um pouco na perna, e olharia para ela, se a perna dela tivesse a doer e eu notasse o ferimento dela eu falaria.
-Melhor ela tratar do ferimento pode abrir ou algo assim, Avo o que a acha parece que não tem nada de mais por aqui.




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Kuro Tempest
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É, não tinha como esconder o desgosto por aquela bebida amarga que tomava apenas para não fazer desfeita para o homem ao meu lado. Ana percebeu isso, e acabou deixando um pequeno sorrisinho escapar sem falar nada. ”Droga, eu sou péssimo disfarçando.” Me sentia um tanto envergonhado, esperando que Lúcio não tivesse percebido assim com ela.

Parecia que o mais velho não estava em seu estado normal, e eu não o julgava, tendo em vista o quanto de bebida ele devia ter tomado por estar exalando álcool. —‌ Ahh, n... ‌—‌ ‌Ele não me deu abertura, logo se levantou puxando dinheiro de seu bolso e então se despediu da mulher, questionando-me sobre a minha companhia. —‌ Ah, vou sim. ‌—‌ ‌

Caminhei junto a ele até a parte externa do local, alcançando as ruas do vilarejo dando uma oportunidade de conversarmos. —‌ Senhor Lúcio, eu não sou o filho do Kinshi, na verdade eu fui até ele para comprar uma arma, e como estava sem muito dinheiro acabei aceitando um serviço. Ele me pediu também para avisar ao senhor sobre a encomenda. ‌—‌ ‌Esperava que ele não reclamasse, pois seria um tanto constrangedor.

—‌ Alias, me fale sobre o senhor. Disse que era um pirata, mas o que mais o senhor seria? No caso, o que o senhor faz e tal? ‌—‌ ‌Aquele homem parecia ser bastante forte, não tinha como negar, mas algo me dizia que ele estava escondendo mais do que eu podia imaginar.

HP: 3800/3800 | ST: 100/100

Considerações:

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Subaé
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Narração, Post 12

Monte Colubo

Diego - Chloe - Saru


1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 5 Encont10

Na cama estava o casal, e diante deles havia uma mulher emocionada e um rapaz que admirava a cena promíscua. Atrás dos dois, estavam Zeno e Elma seguidos dos irmãos de Terra e logo atrás estavam todos os outros.

Diego se levantou da cama emocionado, já não se importava mais com a presença de Terra, Chloe estava ali e era isso o que importava.

-Uh lalá! Terrinha não perdeu tempo com o boy - Jacob falou com as mãos sobre a boca enquanto analisava o “pacote” de Diego.

Com os olhos cheios de lágrimas, o homem nu caminhou até a irmã e chamou por seu nome esperando uma resposta.  

Chloe respondeu o chamado de seu irmão com um beijo rápido, mas cheio de amor. Digo “rápido” porque logo depois ela lhe deu um chute que o fez voar para o outro lado do quarto.
- Diego, porque caralhos você está sem suas roupas? - Ela perguntou, e seguiu dando uma bela de uma bronca no irmão.

-Ele não me forçou a fazer nada - Terra retrucou Chloe ao ouvi-la criticar Diego - Se ele me pegou de jeito foi por que eu deixei. Eu sou todinha dele e ele ama isso. Né Dieguinho? - A mulher estava um tanto irritada com toda a situação, e não era para menos, pois ela estava tendo uma crise de ciumes.

Saru opinou com o seu avô sobre a situação, e ele respondeu.
-Pois é Saru, Talvez eu esteja errado. Mas eu ainda vou dar mais uma olhadinha por aí. Com licença.- Dito isso, o velho começou a procurar nas gavetas, armários e nas mesas algum tipo de pista.

Diante de toda aquela situação, o que mais interessava Saru era a mulher ferida (e seminua) que estava na cama, por isso não foi de se espantar quando ele foi até ela para passar a mão em sua perna.

-Ei, ei, ei! Que ousadia é essa? - Terra deu um tapa na mão de Saru - Não vem me tocando não! Eu já fui tratada pelos meus irmãos, não preciso e nem quero que um marinheirinho bote as mãos em meu corpo!  

Mas antes que Saru pudesse responder, Zeno veio até a cama interrompendo a conversa - Ei garota, eu posso conversar com você um pouco? Só farei umas perguntinhas - O velho estava segurando um caderno rosa manchado de sangue fresco.




Vila Foosha

Kuro


Kuro seguiu Lúcio pelas ruas já não tão movimentadas de Foosha e aproveitou a caminhada para explicar ao homem o mal entendido.

-Quer dizer que você não é o filho do Sr. Kinshi, HAHAHAHAHAHA! Foi mal ter te confundido… Eu não vejo o garoto faz anos.

Enquanto caminhavam era possivel observar as pessoas que antes enchiam as ruas, agora recolhendo-se igual o sol. Acima de Foosha, o céu transformava-se resplandecentemente obtendo aos poucos tons rosas e dourados que compunham um belo crepúsculo

-Quer dizer que você é um viajante, Que legal! - Lúcio falou - Espero que consiga a espada que quer; Mas fique ligado viu, tem muito pilantra por ai.
Acredita que hoje mais cedo uma mulher veio, distribuiu comida “de graça” e depois veio com um papinho torto querendo ME cobrar?
É cada uma viu… Ainda bem que sou esperto e não paguei.

Os olhos de Lúcio observavam as montanhas esverdeadas que se erguiam majestosamente além de Foosha.

-Sabe, eu era um simples viajante igual você…Sou um herbalista… Eu deixei a minha família na esperança de fazer o meu nome, encontrar tesouros, o meu plano era ganhar a vida no mar e trazer orgulho para elas. Olhe para mim agora, um capitão pirata.

Antes que notassem, já estavam na frente da loja de armas do Sr Kinshi.
Dentro da loja tudo estava exatamente do mesmo jeito que estava quando Kuro saiu, até o Sr Kinshi estava no mesmo lugar.

-Sejam bem vindos!- O velho Sorriu, mas logo foi interrompido por uma série de tosses -*Cof cof cof* Oh, Lúcio! Que bom te ver, parece que o garoto conseguiu te entregar o meu recado. Venham, venham logo! Só falta isso para eu encerrar o expediente.

Lúcio foi até o balcão onde o velho Kinshi havia depositado uma caixa retangular que não era muito maior do que um antebraço.

-Aqui está o que você me pediu - Kinshi observava o pacote com uma certa curiosidade enquanto entregava para o homem - Se me permite a pergunta… O que você vai fazer com isso aqui?

-Isso aqui é para acender o pavio da “bomba” mais perigosa que existe nesse mundo.

-Acender um pavio? Com isso?? - O velho parecia intrigado, mas decidiu não perguntar mais. Lúcio apenas pegou o dinheiro que tinha em seu bolso e entregou para o vendedor.

-Um dia você entenderá… Até mais ver, tio!
Lúcio foi até a porta e antes de sair falou com Kuro - Se você quiser fazer uma grana vem me encontrar no porto quando acabar aí com o Sr. Kinshi. Vamos fazer uma expedição nas montanhas e talvez um cara como você venha bem a calhar.

Depois disso, Lúcio foi embora.

-Que bom que você veio! - Kinshi falou - Vai fazer o serviço que eu pedi? Pode ir ficando à vontade. Já já eu acabo de fechar o caixa e vou fazer o jantar.




Terminal Cinza

Mané


-Estou nos levando para o melhor lugar dessa ilha! - A menina respondeu.

A decepção de Mané contrastou com a felicidade do símio diante das pilhas de lixo. Com toda a certeza aquele não era o local adequado para se fazer uma apresentação artística, mas pelo menos era um bom local para se conseguir “trecos” e bugigangas que pudessem complementar suas apresentações.

Não havia nada de muito interessante no lixo. Haviam alguns restos de alimentos a serem apreciados pelos ratos e pelas moscas, havia também muitas embalagens de alimentos, retalhos de tecido, cordas partidas e muitas sacolas de linho.

Enquanto Mané conversava com Maka, Meia Noite pulou para as pilhas de lixo como se fossem uma piscina, o macaco perambulava por todo o local, manuseando tudo o que encontrava enquanto bisbilhotava os menores espaços.

-Fugir de casa? não… Na verdade essa é a primeira vez. Eu conheço essa área porque eu e meu papai sempre estávamos nessa floresta. Sabia que a gente subia lá no topo das montanhas pra olhar as estrelas? O papai é muito inteligente, ele sabe um montão de coisas!!

Maka não olhava para o garoto enquanto falava,seus olhos estavam sempre buscando reconhecer o caminho para conseguir sair  logo do terminal - Por aqui, eu conheço esse caminho!

Continuaram caminhando pelos montes de lixo, Meia noite não estava a vista, mas era possível ouvi-lo mexer nas latas que haviam por perto. Foi quando Maka parou de andar e segurou a mão de Mané.

-Moço, muito obrigado por me ajudar sair daquela cidade… Acho que posso confiar em você -Maka olhava nos olhos do artista - Vem cá - pediu com gestos para que ele se abaixasse  para que ela pudesse sussurrar em seu ouvido.

-Tem uns homens maus que querem roubar o meu tesouro, eles invadiram a minha casa e roubaram a “chave” que o papai me deu. Por isso eu fugi, eu vou recuperar a chave… - Antes que ela pudesse dizer  mais alguma coisa a dupla ouviu um monte de vozes que conversavam ali perto.

-Que merda é essa? - Dizia uma das vozes - vai vomitar só por ter visto um penis decepado, é? HAHAHAHAHA

*urgh ahhhrgth*  (Aparentemente alguém estava vomitando)

-Como é que não vou vomitar? eu pisei nesa porra!!! “urgh”

-Silêncio vocês dois!!  - Aquela terceira voz era familiar e Mané a reconheceu, mesmo não sendo possível ver quem estava falando - Não estamos aqui para apreciar o lixo, viemos atrás daquela garota. Ela não deve estar muito longe então não deixem que ela escape.

-Ferrou, eles estão atrás de mim! - Maka sussurrou para si mesma.

Mané e Maka não estavam à vista das pessoas que se acercaram, entretanto qualquer barulho poderia denunciar sua posição.
Perto dali era possível ouvir Meia noite vasculhando alguns sacos.




Sr. Kinshi(vendedor de armas)- Aparência
Reverendo Sheep- Aparência
Lúcio- Aparência
Maka- Aparência
Zeno- Aparência
Terra- Aparência
Jacob - Aparência




Diego:
-Ganhos:
-Perdas: (sapato, camisa - Post 3)
-NPC:

Chloe:
-Ganhos: (Coentro indiano - Post 7) , (50.000 ฿ - Post Cool
-Perdas:
-NPC:

Mané:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC: Meia noite (pet)

Saru:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC:

Kuro:
-Ganhos: (Espada Clássica - Post 4)
-Perdas: (250.000 ฿ - Post 4)
-NPC:
240/240100/10010/1015/15

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Outro Folego





As pessoas atrás falavam, mas eu de nada entendia, pois, a única coisa que tinha cor e som para mim, estava a minha frente, era a única coisa que julgava real para mim. Claro que o chute dela colaborou muito para isso, fui arremessado para trás com a força do golpe.

- Quando foi que ela ficou tão forte? – Dizia em meio a dor enquanto ouvia sua bronca, mas logo me levantando e retrucando para a mesma. – Primeiramente, o primeiro buraco que vi foi o do tiro que ela levou e não tentei por meu pau lá, segundamente... VOCÊ TAVA MORTA!! Não foi como se eu tivesse recebido um cartão postal dizendo “Meu querido irmão, eu não fui queimada viva como pareceu, estou recuperando a perninha, passar bem”! – Disse num tom firme o que poderia gerar uma cena cômica. - Vivi anos chorando diariamente sentindo sua falta e pensando que minha vida acabara no instante que te perdi, te procurei em outras mulheres, mas nunca encontrei ninguém que pudesse ocupar o espaço vazio que você deixou... – Lagrimas caiam, era como se naquele momento tivesse voltado a ser uma criança com medo e solitária. – Pensei que você iria querer que eu seguisse minha vida e fosse feliz, mas por mais que esteja bravo... Estou tão feliz que você está viva! – Falei tentando a abraçar novamente.

Chloe sempre fora minha motivação para qualquer coisa e até mesmo em sua morte ela conseguiu significar algo grandioso para mim, todavia ver aquela incrível e linda garota na minha frente muda tudo, o mundo agora tinha outra cor, outra perspectiva. – Eu te amo tanto irmãzinha! – Disse a beijando novamente, eu realmente não queria parar de beija-la. Todavia as palavras de terra entraram em meus ouvidos e como de automático respondi, o que depois me arrependi, mas infelizmente respondi. – Sim, terra, eu amo... – Por que havia respondido isso, será que seria o habito? Não sei, o que sabia era que eu pude somar quanto é dois mais dois e perceber que a treta havia sido plantada. Qualquer movimentação de ofensiva de minha irmã iria a segurar por trás prendendo seu movimento, neste caso falaria. – Queria te pegar por trás assim, mas não com esse intuito.

Mas quem era aquele velho e aquele menino que tentou apalpar minha terr… Quer dizer, a Terra. Diga-se de passagem, gostei de ver a tapa que ele levou, todavia, aquela figura me deixava ainda mais curioso. O que um velho estranho poderia querer com terra, teria sido ele quem disparou a arma e veio terminar o serviço? Fiquei atento para seus movimentos e pelo conversa que poderia vir, assim como me manteria sempre perto de Chloe, queria continuar a sentir seu calor que me lembrava a todo momento que sim, a mulher que sempre amei estava viva.



Histórico:

Resumo da Ficha:



Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )







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SPARK OF HOPE
A conversa fluía em meio aos passos calmos, andando pelas ruas do pequeno vilarejo rumando a loja de armas do homem que me contratara para ajudá-lo. Lucio contava parte de sua história, aproveitando para dar-me conselhos sobre pessoas sem honra, o que eu já sabia um pouco até então. O olhava conforme andávamos, atento a tudo o que tinha a me dizer até pararmos diante do nosso objetivo. Era impressionante saber que ele era um capitão, ainda mais ao ver que era um pirata. ”Então era sobre isso que Zeno me alertava?” Bem, talvez não.

Entramos na loja e seu Kinshin foi nos recebendo com toda a educação que tinha, percebendo que se tratava de nós, mudando então a conversa e se voltando para o outro homem ao meu lado. Não entendia o que eles falavam, mas pela forma como Lúcio dizia poderia ser algo grande, mesmo que o objeto que fosse pegar ali não fosse tanto.

Mantive-me no canto, observando os dois até ouvir o convite vindo do mais velho. —‌ Creio que irei mesmo aceitar, estou sem dinheiro algum. ‌—‌ Sim, precisava ganhar dinheiro de alguma forma, e com tal convite não o desperdiçaria. —‌ Obrigado, irei assim que acabar aqui. ‌—‌ Balancei a cabeça positivamente, voltando então minha atenção para o dono do lugar.

Em resposta a sua pergunta balancei a cabeça, dando um sim para ele o vendo começar a arrumar o lugar. Sentei-me em um banco que estava no canto da loja, aguardando então tudo ser fechado de vez. Eu apenas observava a movimentação, sem saber o que me esperava naquela noite.

HP: 3800/3800 | ST: 100/100

Considerações:

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 5 KTTKkRi

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