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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura!

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
Relembrando a primeira mensagem :

1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Diego Kaminari , Chloe Kaminari , Mané , Kuro Tempest e SIlver D Saru. A qual não possui narrador definido.

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 6 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário


13º - Enfiar a porrada.. ou cuidar do ferimento ?

Chloe Kaminari



A situação era a seguinte, estava em uma ilha completamente estranha, a minha volta pessoas as quais não conhecia e naquele momento não faria qualquer menção de conhecer, meu irmão, a qual havia procurado por anos, estava nu junto a uma mulher semi nua que havia se ferido de alguma forma. Olhar para daquela forma já me deixou estupidamente estressada, mas ver Diego sobre ela... digamos que foi como alimentar a fogueira com ainda mais lenha naquele momento...  
Eu não dei muito tempo para Diego responder, isso era fato, mas a voz da tal garota ferida acabou deixando aquele fogo ainda mais presente e pronto para queimar qualquer um que falasse algo errado — Me faz um favorzinho e cala a boca garota, antes que você seja a próxima a levar um chute. Mas dessa vez com as correntes. — e antes que eu pudesse perceber, outro logo comentou sobre a situação daquele infeliz momento — Pode tirar o olho desse “pacote” ele tem dona! — comentei olhando sobre o ombro para o rapaz que vinha logo atrás.

Talvez... apenas talvez eu tenha exagerado na força daquele chute, mas o momento de fúria apenas me deixou sem “filtros” para minha força. A fala de Diego deixou isso em evidência... iria cuidar dele depois daquilo? Claro, ele é meu irmão e o homem que amo, mas naquele momento iria soltar tudo — Digamos que eu treinei... por anos, antes de vir procurar por você... — entre os dentes acabei respondendo meu irmão, não sabia se era ou não uma retórica ou sarcasmo. Deixei que o mesmo falasse, enquanto isso a corrente que jazia dormente em minha cintura, parecia pouco a pouco pedir por mais e mais sangue, mesmo que nunca tivesse sido banhada no mesmo — Que bom que não enfiou seu pau no buraco da bala, ao menos não tentou arrombar ela ainda mais e fazer um dos dois pegar uma infecção por isso...— a ponta que estava na mão esquerda foi solta na mão, no momento não iria agredir ninguém, mas aquilo estava apertando um bocado.

Era doloroso ouvir os fatos, ninguém gosta de ouvir a verdade..., mas a verdade que nunca poderia ser dita e que não pude enviar cartas de onde estava... eu não sabia onde ele estava... então aquele comentário recaiu tão pesado quanto uma pedra em meio a floresta — Eu... Eu sei que deveria ter mandado algo..., mas você não fez o mínimo de esforço Diego... Poderia ter me procurado, mas não decidiu se deitar com sabe-se lá quantas putas por aí pra “me procurar nelas”? Me poupe! — eu tremia... tremia de raiva... de saudade... de vergonha...de ciúme... um misto enorme de sentimentos conflituosos que eu não conseguia controlar naquele momento. Se meu irmão se aproximasse, eu não iria demonstrar qualquer movimento agressivo para ele — Eu também te amo, irmãozinho. — As palavras de “Terrinha” acabaram interrompendo o beijo. Diego a respondeu e aquilo foi o suficiente para reacender a chama de ódio que havia se formado.
— Sua única sorte é que está ferida, porque senão eu iria partir a sua cara de prostituta aqui e agora. — tentaria apenas mover a mão mostrando que estava falando sério, mas em momento algum iria partir para uma ofensiva. Até porque havia a presença do marinheiro e da dona daquele... puteiro cheio de homens. Se bem que para puteiro aquele lugar estava bem longe disso.

— Você e eu vamos conversar depois Diego. E por mais puta que eu esteja, não seria uma boa pessoa se não me preocupasse com a saúde da garota antes.  — Olhei para o homem que havia falado do “pacote” de Diego — Tem alguma cozinha aqui? Essa garota precisa de alimentação pra poder se manter forte e se recuperar logo. Ou então a perna dela vai demorar um bocado para melhorar. — A duvida sobre os cuidados da mesma ainda eram bem grandes, mas não ousaria me aproximar, ela ou qualquer um poderia pensar ser uma represália ou algo assim. — Se me for permitido eu queria ver o ferimento... posso? Se quiser pode chamar alguém de confiança...—

Ok... eu to puta, deixei isso bem evidente, mas ainda havia um lado humano em mim que faria com que eu me preocupasse com as pessoas, sejam elas putas ou não. Se ninguém falasse nada, iria simplesmente me aproximar da garota e agarrar suas pernas buscando o ferimento e formas de cuidar do mesmo, caso já tivesse sido tratado, iria para a cozinha buscar coisas que pudesse fazer um pouco de sopa para que a mesma começasse a melhorar mais rápido ainda... e quem sabe eu pudesse surrar ela depois por ter encostado no meu irmão.

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Última edição por Chloe Kaminari em Qui Jul 15, 2021 10:36 pm, editado 1 vez(es)

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Saru
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Apos eu ter comentado pro meu avo sobre a situaçao e o mesmo responder.
"Pois é Saru, Talvez eu esteja errado. Mas eu ainda vou dar mais uma olhadinha por aí. Com licença." eu olharia pra ele e logo falaria enquanto ele ia se afastando para olhar nas coisas.
-Ah serio, tu acha?. Dizia meio sarcastico.
Minha aproximaçao com a terra nao teria sido da melhor pois ela tava distraida e meio focada com o Sr.Peladao, que aparentemente foi pego no flagra, eu teria tomado um tapa pela terra e eu coçava a minha bochecha.
-Eu so estava a tentar ajudar com a sua ferida, e nao me chames de marinheirinho.
Olharia para o lado e via Chloe brigando com o Sr.Peladao e aparentemente eles pareciam bem intimos, pelo que ela comentou e mencionou antes nas história do passado dela.. sim eu teria prestado atençao na historia, ele seria o irmao dela ou suposto amor dela ou talvez os dois.. ta eu talvez nao tenha prestado atençao em tudo, mas o ponto foi que eles tavam discutindo e pelo olhar da Chloe ela estaria puta de raiva era notavel.
Ouvia ele a responder na frente de Chloe para a terra eu olharia para ele.
-Essa resposta nao ajuda na tua situaçao.
Chloe tambem respondia para ele dando bronca sobre procurar ela em outras mulheres e eu logo acenaria a cabeça.
-É ela tem um belo ponto, devias ter esforçado.
A mesma falaria sobre cozinha e alimento para terra, rapidamente falaria.
-Hm fruta serve, tenho uma banana no bolso?
Enquanto Chloe tentaria olhar na ferida da terra e cuidar, meu avo apareceria com um livro aparentemente com sangue e o mesmo procuraria obter respostar sobre esta situaçao toda.
-Caderno com sangue, isso parece realmente estranho. Comentaria olahndo pra Zeno, e meio que esperaria resposta sobre esta situaçao toda por parte da terra, talvez ela explicasse um pouco melhor porque tomou um tiro e o que estaria a fazer pra isso acontecer.


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Civil
Sujando as mãos!

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Meia noite curtia os montes de lixo como uma criança abria seus presentes de aniversário, fazia tempo que não o via tão feliz. A garota falava de como o seu pai era inteligente, o que eu certamente duvidava àquela altura, se ele fosse realmente esperto ela não teria fugido e ido tão longe. De qualquer forma, eu não podia mais voltar atrás, já estava até o pescoço dentro daquela situação e a minha curiosidade por saber como aquilo terminaria era maior do que qualquer outro sentimento, aceitava que eu e a pequena éramos aliados.

Mas antes que a pequena pudesse terminar de falar sobre tesouros, vozes não muito distantes denunciaram presenças nada agradáveis. Aparentemente três homens conversavam entre si e uma das vozes me chamou mais atenção. Uma delas era familiar, poderia ser alguém de alguma das ilhas que visitei com o circo, mas era muito mais provável que fosse alguém que eu havia conhecido nesta ilha e ninguém aqui havia sido legal comigo, tirando a Maka.

Com o dedo indicador em riste sobre meus lábios, eu olhava em direção a garota, esperando que ela entendesse que aquilo significava “silêncio”. Era preferível que os homens não percebessem que estávamos ali, mas Meia noite fazia barulho demais e certamente chamaria atenção cedo ou tarde.

Sem perder tempo, procuraria em volta alguma coisa que fosse pesada o suficiente para arremessar, meu objetivo era chamar a atenção dos homens para um outro ponto, longe de onde estávamos indo. Caso não encontrasse, continuaria em silêncio com Maka, esperando que os homens fossem embora, para então seguirmos nosso caminho. Após jogar o objeto, puxaria Maka pelo braço e iria atrás de Meia noite, para então seguirmos mais rapidamente em direção ao objetivo final.

Caso os homens em algum momento fossem atrás do Meia noite, minha estratégia mudaria. Talvez o caminho sem batalhas estivesse chegando ao seu fim, então por precaução buscaria algum objeto que fosse o mais próximo possível da única arma que eu sabia usar, uma espada.

Com a arma improvisada em mãos, tentaria seguir os homens sem que fosse percebido, enquanto eles iriam atrás do meu companheiro e um momento que estivesse distraídos, golpearia a cabeça daquele que estivesse mais atrás, com toda a minha força. Se não encontrasse uma arma, iria correndo e daria um chute com os dois pés no peito do alvo.

Se de alguma forma eles fossem embora em algum momento em que nós ficamos em silêncio, apenas esperaria um tempo considerável e depois seguiria pelo caminho indicado por Maka.



fala - #00FF00



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Nos bares de então
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Subaé
Criador de Conteúdo

Narração, Post 13

Monte Colubo, chalé
Chloe, Diego e Saru

OK reencontro dos irmãos Kaminari desencadeou uma discussão um tanto quanto tensa, dessas que saem nos jornais de fofocas de “casos de família”. Nem a pobre garota baleada deixou de ser ofendida em tal situação.

Os bandidos das montanhas apenas respondiam á brica com exclamações de exaltação, risadas e vaias… Eles pareciam estar realmente se entretendo muito com aquela cena.

Depois que todos fizeram suas ações, falas e ameaças; Chloe aproximou-se da Terra mas teve seu andar impedido por um carinhoso abraço que a puxou para trás - Vem cá, vou te levar pra cozinha! - Era Jacob - Mulher, que história mais Uó é essa? Tanto tempo procurando o boy pra encontrar ele desse jeito… olha, me desculpe por minha irmã. Ela é uma despirocada por piroca, não aguenta ver um homem gostoso e já quer… ai, ai. Típico de hétero - O homem de cabelos loiros guiava gentilmente ela para fora do aposento - olha, eu sei que a emoção é forte, mas você tem que dar um gelo nesse boy-lixo… Não se entregue de vez não, se valoriza mulher! - Os passos que a dupla dava em direção à cozinha faziam mais barulho do que  as palavras de jacob - Olha eu to passado com você desde que você levantou a voz para Elma! Tu é um arraso!

Dentro do Quarto, Diego continuava ali, nu e preocupado com a segurança da mulher que resgatou momentos mais cedo.

Zeno, ao lado da cama de Terra, encontrava-se um pouco corado de vergonha por causa do estado em que terra encontrava-se. A mulher cobriu-se toda, parecia até que estava com muito frio, mas era só vergonha mesmo. O velho desviou o olhar, olhou para o neto e quebrou o gelo - Saru, por que não vai ajudar a menina na cozinha? - falou expulsando o neto do local. Depois, voltou novamente sua atenção para Terra.

-Esse sangue é seu? - Perguntou.
-Sim - Ela respondeu.

O velho manuseou, abriu e folheou o caderno e começou a ler em voz alta

“plantamos a macieira-iduna ali no pico mais alto, onde o sol bate logo pela manhã. É um lugar secreto que descobrimos juntos! Não vejo a hora de ver ela grandona, mas o papai falou que isso vai demorar muito tempo, então vamos ter que esperar…”

-Esse caderno não é seu… isso é letra de criança, onde você conseguiu isso?

Terra olhava para baixo evitando ao máximo fitar a cara do velho - Realmente, ele não é meu… Nem de nenhum de nós…

-JÁ CHEGA DE PERGUNTAS, ZENO! DEIXE A TERRA EM PAZ!! - Elma intervinha. Entretanto o velho ignorou sua fala.

-Continue a falar- Ordenou -ou serei obrigado a chamar a marinha para que eles cuidem oficialmente deste assunto - ameaçou.

-... Nós invadimos o reino de Goa para pegar esse caderno - Continuou - Mas ele não estava onde devia estar e isso foi um problema pois nos atrasou. Depois de alguns dias infiltrados na cidade alta descobrimos que o caderno estava na grande catedral. A gente invadiu a catedral e roubamos o caderno, mas quando estávamos saindo alguma coisa aconteceu de errado… Os guardas estavam agitados, corriam atrás de alguém, foi aí que eles nos encontraram… A gente conseguiu fugir, mas na fuga eu fui baleada e por isso quase morri na floresta.  Foi isso que aconteceu, senhor.



Terminal cinza
Mané

Maka seguiu as instruções não pronunciadas e seguiu Mané em silêncio por detras das pilhas de entulho. No outro lado os homens com vestes religiosas analisavam silenciosamente o local  em busca da origem dos barulhos que Meia noite fazia ao revirar as latas de lixo.

A tensão preenchia o momento.

-É só um macaco idiota,chefe - Um dos homens de vestes vermelhas respondeu sorridente enquanto apontava para Meia Noite.

O homem de vestes negras puxou o colarinho do primeiro com uma certa brutalidade - "Chefe" não; Me chame de Vossa excelência. -  Mané poderia facilmente reconhecer o homem ao olhá-lo. Tratava-se do reverendo Sheep - Não temos tempo para perder com primatas idiotas… Espera um pouquinho aí…- O homem analisou o símio, reconhecendo-o da situação de mais cedo - Se esse Macaco está por aqui aquele moleque magricela deve estar por perto!! Continuem as buscas!!!

Meia noite correu para uma pilha de lixo e se escondeu lá.

Os homens de vermelho (os subalternos de Sheep) riram em segredo do macaquinho e pouco a pouco os três foram se afastando de onde o nosso grupo se encontrava.

Meia noite observou os homens se afastarem, e depois voltou correndo para o ombro de seu fiel companheiro. Depois, seguiram para a floresta.


Vila Foosha, Loja de armas
Kuro

Lúcio foi embora da loja com sua encomenda em mãos e com um sorriso largo no rosto.

-Fique à vontade meu jovem - Sr. Kinshi disse enquanto trocava a placa de “aberto” para “fechado”. Em alguns poucos minutos o velho arrumou tudo, esvaziou a caixa registradora e subiu para o segundo andar, onde fica a sua casa - vou preparar um chá, você quer? - Perguntou.
Desligou as luzes (para enganar os ladrões) e subiu as escadas, o velho não voltou por um bom tempo.

Kuro esperou, observou em busca de algum movimento estranho, e esperou mais um pouco, mas ninguém apareceu.

Depois de duas horas, quando talvez já estivesse quase pegando no sono depois de tanto marasmo e silêncio ouviu alguns passos descendo as escadas. Ouviu vozes também, sussurros para ser mais exato. Kuro não identificou de quem eram aquelas vozes, mas certamente não era o Sr Kinshi.

-Vê se faz silêncio - Falou o que usava um casaco jeans e óculos escuros (mesmo estando no escuro) - O velho já pegou no sono então "tá sussa", mas não podemos abordá-lo né?

-Isso é óbvio, seu mané! tá achando que eu quero problema com seu coroa? - Respondeu o outro, com casaco verde e bermuda amarela - Bora pegar logo aquela espadinha linda que vai nos render muitos Bellyes…

Kuro está em um canto da loja, na penumbra, onde nenhum dos dois percebeu sua presença, mas tudo pode mudar caso eles decidam ligar a luz… o que será que Kuro ira fazer?

Stan Kinshi- Aparência
Acerola- Aparência
Sr. Kinshi(vendedor de armas)- Aparência
Reverendo Sheep- Aparência
Zeno- Aparência
Terra- Aparência
Jacob - Aparência
Elma Kopler - Aparência



Diego:
-Ganhos:
-Perdas: (sapato, camisa - Post 3)
-NPC:

Chloe:
-Ganhos: (Coentro indiano - Post 7) , (50.000 ฿ - Post Cool
-Perdas:
-NPC:

Mané:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC: Meia noite (pet)

Saru:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC:

Kuro:
-Ganhos: (Espada Clássica - Post 4)
-Perdas: (250.000 ฿ - Post 4)
-NPC:
240/240100/10010/1015/15

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Tabela de preços:
Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário


14º - Sopa...

Chloe Kaminari


Encontro com meu irmão perdido….mulheres pelas milhares de ilhas… Era muita coisa para assimilar ao mesmo tempo. Dentro de mim acontecia uma estranha e feroz batalha entre a vontade de quebrar aquela garota e o dever de cuidar de alguém ferido da melhor forma possível. Kynds com toda certeza estaria orgulhosa de mim naquele momento, ou qualquer um daqueles brutamontes que ajudou a cuidar das minhas pernas.

Mas voltando para aquele lugar. O pedido de ir a cozinha foi prontamente atendido pelo homem que havia comentado do "pacote " de Diego… pera… aquilo ainda estava de fora. — Diego, pelo amor de deus, usa uma coberta como roupa!— gritei logo sendo interceptada pelo homem loiro. Mesmo afeminado, o sujeito era gentil e decidiu me levar à cozinha, respirei de forma profunda entre suas frases  tentando me manter calma.

—Olha, vamos deixar uma coisa bem clara. Meu irmão e eu vamos resolver tudo isso. Mas... — pausei dando uma olhada para os lados esperando não ter ninguém mais perto — Mantenha sua irmãzinha longe dele ok? Eu… eu não gosto dela e isso já ficou bem claro.— caminhei até a cozinha junto ao afeminado dando um riso mais alto quando o comentário foi o desafio a Elma — Ela pode mandar aqui, mas não tô nem aí ok? vou enfrentar se for preciso sim, já peitei muito marmanjo com o dobro da altura dela e o dobro dos culhões também — me acalmei procurando um local onde pudesse apoiar — Eu não sei o que vocês tem aqui, mas o ideal agora seria uma sopa ou algo pra dar força a sua irmã… e talvez fazer ela crescer um pouco mais sabe?— brinquei fazendo menção aos seios insistentes de Terra.

—A propósito eu me chamo Chloe e você?— Perguntei esperando permissão para entrar na cozinha. Caso fosse cedida, iria buscar os utensílios e materiais para começar a sopa. Caso a sopa não fosse possível, iria tentar fazer qualquer outra coisa para alimentar a garota de forma que pudesse se recuperar.

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Saru
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Saru estaria ali meio que quase ao lado de Terra e um pouco curioso com o livro com sangue que seu avo teria encontrado e questionado para ela.
Quieto e em silencio mas ao mesmo tempo ficaria admirando e um pouco distraido com a silhueta de Terra.
Chloe teria ido para a cozida preparar algo para a terra comer, talvez algo que nao a mata se, mas nao antes que dar um atento a diego para vestir algo ou se cobrir pelo menos, na qual eu comentaria tambem.
-Eu concordo com ela, nao entendi porque tu ainda ta nu.
Voltando minha atençao para Terra eu olharia para o livro e para terra ela estaria se cobrindo la e sua silhueta logo seria meio que tapada, e no meio disso tudo eu ouvia meu avo a falar algo para mim, eu piscava meus olhos e olharia para ele.
-Porque eu tenho que ir para a cozinha?. Olharia meio aborrecido, -Ajudar.... ajudar so se for a comer. Dizia resmungando baixinho para mim mesmo e logo ia caminhando lentamente para a cozinha, sim lentamente para tentar ouvir algo sobre o livro.
Chegaria a cozinha entraria e ficaria meio que atento na porta querendo ouvir sobre  o livro, ou o que eles estariam a falar, teria conseguido ouvir algo ate, e coçaria a minha cabeça apos ouvir a conversa.
-Aff, se machucar por causa de um livro, que bagunça e eu aqui no meio de uma bagunça entre namoro, traiçao, bandidos das montanhas, um rapto que nao parece ter sido rapto, visto que ela nao parece culpada... acho que nao esqueci de nada, talvez na cozinha esteja tranquilo.
Assim dava um passo mais para a cozinha via Chloe dando um atento ao que aparentava ser o irmao de terra.
Eu dava um suspiro "Aff parece que nao, agora tem Chloe chamando o irmao da terra a atençao...melhor esperar ela terminar de falar ou se acalmar ate ser seguro eu avançar". Pensaria para mim mesmo enquanto dava um breve momento para Chloe falar com o irmao de Terra, assim que via Chloe possivelmemte calma ela comentava sobre talvez fazer sopa e sobre crescer algo em Terra talvez ela se referise fosse algo do corpo na qual ela tambem se apresenraria para o irmao de Terra e eu logo caminharia ate eles e falaria.
-Eu acho que o que o tamanho nela nao é tao mau assim, tem um tamanho bom ate. Dizia enquanto caminhava depois parava perto deles.
Olharia para a cozinha em volta e logo em seguida para Chloe.
- Tu falou sopa?. Levanto a mao e logo falo -Eu quero. Dizia sorrindo





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Kuro Tempest
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THE
LAST
SPARK OF HOPE
Me sentei em uma cadeira confortável que tinha sido colocada pelo próprio dono da loja para que eu pudesse permanecer. Era bom, me sentia prestativo. Balancei a cabeça positivamente quando ele me perguntou se eu gostaria de um chá, e então subiu as escadas após apagar as luzes, me deixando sozinho ali. ”Essa noite será, agitada.” Era lógico que eu não gostava disso, mas precisava receber a segunda espada prometida pelo idoso. —‌ Bom, agora é só esperar. ‌—‌ A espada já não se encontrava mais em minha cintura, agora era colocada sobre minhas pernas já pronta para ser desembainhada.

O sono aos poucos foi tomando conta de mim. O silêncio e a falta de movimentação ia deixando meus sentidos mais lentos, e aos poucos meus olhos foram se fechando. Não sabia dizer quanto tempo havia se passado desde que me sentara naquela cadeira, mas aos poucos o barulho de vozes foram aumentando em minha mente, sinalizando que eu estava acordando vagarosamente. ”Isso é?!” Meus olhos rubros se abriram em meio a penumbra, e então percebi de onde vinham as vozes e o barulho de passos.

Os bandidos não vinham de fora, eles estavam dentro da própria casa do senhor. Aquilo me deixava irritado, mas não fiz nada até ouvir os últimos passos descendo as escadas. Consegui ver as silhuetas na escuridão, enquanto puxava um pouco da lâmina para fora de sua bainha antes de pronunciar-me. —‌ Acho que essa não é a noite de sorte de vocês. ‌—‌ Minha voz soou um pouco mais intensa do que eu esperava, na verdade isso era sinal da minha irritação para com aqueles garotos.

Me levantei após falar, segurando a espada com ambas as mãos ainda deitada, dentro de sua bainha. Observava os outros dois, sem saber o que eles fariam. Se eles corressem escada acima, eu iria na direção deles e os golpearia nas pernas com o cabo da espada, se eles avançassem em minha direção, eu os derrubaria no chão chutando suas pernas. Torcia para não precisar de nenhuma dessas opções, mas sabia que certamente iria utilizá-las.

HP: 3800/3800 | ST: 100/100

Considerações:

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Dentro de uma das infinitas pilhas de lixo, eu e Maka podíamos escutar o trio hostil seguindo sua jornada duvidosa. De nada adiantou torcer, eles já sabiam onde o Meia estava e já sabiam até mesmo o que ele era, meu coração foi na boca, mas a maior surpresa ficou quando eu o reconheci. Sheep. Maldito, aquele homem repugnante havia vindo até aqui atrás de mim, ele não precisava achar alguém pro trabalho de merda dele?

Só que certamente aqueles homens não eram especialistas em rastrear alguém, Sorriso teria nos achado em um minuto, que ele descanse em paz. O grupo se afastou o suficiente para que Meia-noite voltasse em segurança para o meu ombro, meu companheiro mostrava mais uma vez que escapar do perigo era a sua maior habilidade.

- Tá todo feliz né?! Seu safado - dizia enquanto tirava um pedaço de papel higiênico que havia ficado preso em seu pelo.

Não demorou muito para chegarmos na floresta, Maka parecia mesmo conhecer aquele lugar, afinal, só uma pessoa que conhecesse aquelas montanhas poderia sair dali tão rapidamente.

Ar agora mudava, o cheiro de lixo ainda era percebido, só que disputando o espaço com o cheiro da comunhão de infinitas flores e frutos ali presente, havíamos chegado na floresta.

- Agora sim, Maka! Agora sim eu começo a acreditar que você tá me levando para o lugar mais bonito dessa Ilha!

Continuaria seguindo as instruções da pequena, só que dessa vez ficaria mais atento às possíveis hostilidades, afinal, era claro que estávamos sendo perseguidos.

- Meia, se ouvir meu assobio, você volta, ok?! - um comando que nós usávamos muito na época do circo, mas que estávamos desacostumados - Vai lá, vê se acha alguma coisa pra gente comer...



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Diego Kaminari
Estagiário




Confia em Mim






Pelo visto meu reencontro emocionante estaria servindo de entretenimento para aqueles bandidos da montanha, mas decerto não ligava... Estava prestes a ter relações bem íntimas com a irmã deles então se divertir com a cena foi a reação mais tranquila que já vi familiares tendo quando descobriam que eu estava com suas mulheres. Por outro lado, minha irmã foi logo conduzida e acalmada pelo jovem afeminado, não pude ouvir muito bem o que ele falou mais já que Chloe não voltara para o quarto com lâminas e fogo posso crer que funcionou.


Demorou um pouco para que eu percebesse que continuava nu, talvez o tempo que vivi sozinho na floresta me distraiu de alguns sensos de pudor que as pessoas tinham. Logo enquanto o velho começava a falar, tentaria pegar minhas calças e então vesti-la, caso contrário usaria a própria coberta como uma espécie de túnica. O velho mostrou um caderno sujo de sangue e após ler um trecho deduziu que era uma espécie de diário de uma criança, mas o porquê do sangue? Esperava muito que aquele sangue seja da ferida da terra, não quero pensar que… A garota então confirmou que aquilo ali não lhe pertencia. Os pedidos para que deixassem a pequena terra descansar foram rejeitados com agressividade pelo homem, mas sua ameaça mexeu mais comigo do que com aqueles para qual a mesma foi direcionada. Minha expressão fechou e dela poderia sentir raiva e uma espécie de perigo. Continuei a ouvir a história contada pela menina ferida, o que um diário infantil estava fazendo em uma catedral? Eu todo o tempo que vivi naquela ilha sempre odiei os religiosos, para mim, é somente mais uma forma de pôr rédeas e privar as pessoas de sua liberdade merecida. Todavia seja o que for e o que significa aquele objeto, Terra levou um tiro por ele… Mas por quê?


- Primeiramente, se quiser chamar os vermes da marinha sinta-se à vontade. Estará mandando-os para a morte e terei o maior prazer de expor a vísceras de qualquer marinheiro que decidir entrar no meu caminho. – Não estava rindo, toda a cena descontraída parecia nunca ter existido pelo que passava minhas expressões, meu olhar era sério, raivoso e assassino.


- Mas minha linda Terra, porque esse caderno é tão importante a ponto de levar um tiro por ele? Se me explicar eu posso te ajudar, não deixarei você na mão. – Falei para a garota enferma.


Histórico:

Resumo da Ficha:



Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )







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Subaé
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Subaé
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Narração, 14


Floresta Midway
Mané

- Uh uh ah ah ahhh - Meia-Noite pulou em uma árvore, pendurou-se em um galho usando apenas o rabo e acenou para seus companheiros, em despedida. Depois disso sumiu aos pulos por entre as folhas verdes.

-Eu também queria um bichinho - Maka falou - Pena que minha vovó não ia deixar nunca… Vem, acho que é por aqui - Apontou para uma trilha que seguia pela direita de uma amendoeira.

Seguiram caminhando sem cessar por horas. Durante boa parte do percurso, caminharam por um terreno íngreme, o que cansou muito a garotinha.

Em certo momento, Meia-Noite retornou trazendo consigo duas bananas em baixo do braço - Uh uh uh áaaaah!!!!! - Entregou primeiro uma para Maka e depois entregou a outra para Mané. O símio não trouxe nada para si porque já havia comido bastante momentos antes.

A dupla se alimentou, recuperando as forças relativamente. Depois continuaram a subida pela montanha até que conseguiram avistar algo interessante.

Alguns metros à frente havia um chalé velho. Ouvia-se algumas vozes agitadas dentro da construção. Talvez algo interessante esteja acontecendo por lá.


Monte Colubo, Chalé
Chloe & Saru

Chloe seguiu para a cozinha com Jacob e lá deram início a uma conversa bem agradável.
O homem sorria e dava gargalhadas ao ouvir as respostas dadas pela garota. Não ria por desdém, na verdade Jacob realmente gostou da garota e aquela era a sua maneira de mostrar afeto.

-Muito prazer Chloe - Falou enquanto acariciava suas próprias madeixas loiras - Eu sou conhecido como “o bandido púrpura”, mas pode me chamar de Jacob!

O homem andou alguns passos para dentro da cozinha, olhou para trás e viu Chloe ainda parada na porta - Vem logo mulher, tá esperando permissão é???

Diferente da cozinha do bar de Ana, aquela cozinha era bem mais apertada, escura e fedida. Certamente aqueles bandidos não faziam uma boa faxina naquele lugar a muito tempo. As estantes e prateleiras eram feitas de madeira e estavam todas envelhecidas e caindo aos pedaços. Na parede, era possível ver uma trilha de cupins que passeavam em ordem igual a um exército bem treinado.

Foi quando Saru entrou na cozinha, depois de ouvir boa parte da conversa entre Terra e seu avô.

-Oi xuxuzinho, não precisa ter vergonha não, vem ajudar a gente fazer essa comidinha! - O afeminado falava com a voz mansa, como se estivesse à flertar com o jovem que adentrou na cozinha -Tem alguns ingredientes naquela estante, a Chloe é quem sabe o que vamos fazer - Falou Jacob.

Nas prateleiras da estante havia algumas frutas. havia também uma saca de batatas, cenouras, cebolas, alho, arroz, tomates e alguns ramos de “tempero verde” (Salsa, coentro, hortelã, cebolinha e menta).


Vila Foosha
Kuro
A vestimenta escura que o jovem usava ajudou a não ser notado na penumbra pela dupla de assaltantes barulhentos, os mesmos continuaram discutindo suas questões por um tempo, até que o espadachim despertasse de seu sono leve.

Kuro se levantou e anunciou sua presença ali como guardião da loja. Os rapazes espantaram-se e, se abraçando, começaram a gritar e chorar.

-Porra mano, tu não me falou que seu pai contratou um segurança!!

-E você acha que eu sabia?!

O rapaz de verde correu até um dos barris e pegou quatro espadas aleatórias, uma delas por sinal era a espada que o Sr, KInshi prometeu para Kuro como recompensa) - Isso aqui deve valer alguma graninha boa…

O outro rapaz, tão rápido quanto o de verde, correu até a porta e sacou um molho de chaves do bolso. Impressionantemente, ele tinha total noção do que estava fazendo e, mesmo tendo mais de dez chaves no molho, a primeira que ele usou destrancou a porta.
Talvez ele já tivesse marcado a chave - Adianta logo porra!!

Antes que Kuro pudesse reagir, os dois ladrões correram para fora da loja em uma ato de puro desespero. Ainda com sua espada em mãos, Kuro iniciou sua perseguição.
Correu atrás dos meliantes pelas ruas da pacata vila até ouvir uma voz facilmente reconhecível.

-EEI KURO!!! E aí meu chapa!!! - Era Lúcio que gritava, acenando, com um sorriso no rosto - Que bom te ver, veio fazer aquele servicinho?

Alguns poucos metros à frente dava para ver os ladrões correndo com as espadas nas mãos.



Monte Colubo, Chalé
Diego

Zeno ficou enfurecido com a resposta agressiva do rapaz, mas decidiu relevar por conta de toda a situação. Elma, por sua vez, sorriu por conta do mesmo.

A mulher deu alguns passos à frente e posicionou uma das mãos sob os ombros de Terra.
-Não precisa responder mais  nada. Descanse….- Observando Diego e Zeno, a mulher voltou a falar - Muito tempo atrás um homem viveu com a gente. Para falar a verdade, ele foi um de meus primeiros amigos depois daquele maldito incêndio. Ele era um ótimo botânico e conhecia essa floresta como a palma da própria mão, foi ele quem me ajudou a sobreviver na floresta e criar este chalé quando ainda éramos só uns pirralhos.

Elma foi até a janela, onde havia uma bela vista de uma dos cumes verdes da montanha.
Observou aquela paisagem com um certo ar de nostalgia.

-Acontece que, a dez anos atrás ele se apaixonou por uma mulher da capital chamada Crystal e foi quando tudo mudou. Ele deixou e passar o tempo com a gente e começou a se arriscar invadindo a cidade para vê-la… Depois da vez que ele levou uma surra dos guardas reais, eles começaram a se encontrar na floresta. Não demorou muito até que aquela paixão se tornasse algo a mais e, logo, aquela mulher engravidou de meu “irmãozinho”. Eles até tentaram se casar, mas a família dela foi contra, por isso ela fugiu e veio viver com a gente aqui na montanha.

Os olhos de Elma brilhavam, refletindo os últimos resquícios de sol que brilhavam sutilmente no horizonte.

-Os anos se passaram e todos vivíamos felizes.  Naquela época o meu irmão costumava passar o dia inteiro com a família no lugar especial deles, foi quando Crystal foi acometida por uma doença degenerativa. A gente até tentou de tudo, mas não tínhamos condições de controlar o quadro em que ela estava… Ela precisava voltar para a capital para receber o tratamento adequado - As lágrimas da mulher escorriam pelo rosto - Ela retornou e levou junto a filha deles… Ele sofreu tanto com aquela despedida, coitado… Depois de um mês o meu irmão decidiu partir pro mar para se tornar alguém especial o suficiente para poder se casar com Crystal e dar orgulho para sua filhinha, desde então nunca mais eu vi aquele idiota… já fazem seis anos desde então.

O silêncio tomou conta da situação por um breve momento, mas logo a voz rouca de Zeno voltou a ser ouvida - Mas o que é que isso tem a ver com o caderno, com a igreja ou com a ferida dessa moça?

-Você quer saber o que tem a ver? Tem a ver que nesse caderno tem a localização do tesouro de meu irmãozinho e aquele reverendo maldito está atrás. Meus garotos só impediram que o caderno caísse em mãos erradas.


Stan Kinshi- Aparência
Acerola- Aparência
Lúcio- Aparência
Maka- Aparência
Zeno- Aparência
Jacob - Aparência
Elma Kopler - Aparência



Diego:
-Ganhos:
-Perdas: (sapato, camisa - Post 3)
-NPC:

Chloe:
-Ganhos: (Coentro indiano - Post 7) , (50.000 ฿ - Post 8 )
-Perdas:
-NPC:

Mané:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC: Meia noite (pet)

Saru:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC:

Kuro:
-Ganhos: (Espada Clássica - Post 4)
-Perdas: (250.000 ฿ - Post 4)
-NPC:
240/240100/10010/1015/15

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Diego Kaminari
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Diego Kaminari
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Elma.... Eu Vim Barganhar






Obtive minha resposta, no entanto, não pela boca da menina, mas pela líder daqueles bandidos da montanha. Ela começou a fala de um certo homem, um que ela se tornou amiga apos o incêndio… Que interessante, temos isso em comum. Contou que graças a ele aquele chalé existia, mas o coração também apertou para ele e o mesmo se apaixonou por uma mulher da capital e apesar do que pensei inicialmente, a mulher não agiu de maneira mesquinha como os demais nobres, mas correspondeu ao amor e até mesmo engravidou do rapaz. Todavia apesar dos esforços do jovem ele não conseguiu casar com a menina devido às negações da familia da mesma, com certeza para casar com nobre você tem que ter um nivel de imbecilidade muito alto o que não deveria ter sido o caso do garoto da montanha. Por isso fugiram, uma história linda se não fosse a parte da doença que a obrigou a voltar para casa, as lágrimas da falante caiam pelo rosto como rastros de suas emoções que apesar de guardadas profundamente, jamais foram superadas. O jovem partiu para o mar para fazer seu nome, no entanto, ate hoje não se sabe mais dele... Poderia ele ter morrido ou ainda esta em suas viagens, quem sabe. Aquela historia me tocou.


- Eu me vejo bastante nessa história... - Disse pegando minha espada e apoiando ao ombro. - Eu e Chloe também passamos por um incêndio onde nosso orfanato foi destruido num ataque covarde da marinha e do governo mundial. - Falei de forma provocativa virando o rosto para o velho, de forma que lembraria-o quão sujo são essas pessoas que dizem servir e proteger o povo. - No entanto, sempre fui apaixonado por ela, mas sabia que as pessoas não aceitariam... Até que pensei, FODA-SE! Vou para o mar viver meu sonho sob minhas regras e buscar a verdadeira liberdade, onde podemos ficar com quem amamos sem sermos julgados ou obrigados a fazer a vontade dos outros. Mas infelizmente pensei que a mesma havia morrido no incêndio, hoje, no entanto, descubro que ela esta bem viva e isso abriu a chama de meu coração! Seremos piratas, seremos livres e levaremos essa liberdade a todos que pudermos, assim poderei realizar meu sonho de viver com o amor da minha vida num mundo onde ninguém decidirá quem devemos ou não amar. - Disse em voz alta com tamanha empolgação que provavelmente poderia ser escutado até em outros comodos.


- Mas você também disse sobre um tesouro, certo? Isso soa bem para mim, poderia conseguir um bom valor e ainda chutar a bunda de religiosos, a como eu quero que eles me vejam... Faço questão de pisar em seus dogamas e conceitos de moralidade. Destruir a mente, o espirito e por fim o corpo! - A raiva subiu ao lembrar de como agem os religiosos, mas a empolgação de colocar a sofrimento essas mesmas pessoas me davam uma feição sádica, entre tanto logo voltei ao normal. - Sei que isso é importante para você terra, para todos vocês... Eu quero esse livro e seu tesouro, mas não serei injusto... O que desejam em troca?



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Chloe Kaminari
Estagiário


15º - Sopa e algo a mais

Chloe Kaminari


Poderia ter sido um pouco rude no início daquela conversa com o afeminado, mas sua animação era tão contagiante que me fez rir um pouco. Era um fato irredutível que eu odiava a irmã dele desde o momento em que havia colocado os olhos sobre a  mesma, algo não me cheirava muito bem naquela garota, mas aquele não era o momento para isso.

Respirei fundo observando o local com calma e uma estranha minúcia cirúrgica, aquele local era muito diferente da cozinha bem equipada do restaurante de Ana. Ana... Ainda precisava finalizar o débito que tinha com a boa mulher e aquilo seria um tanto complicada. Deus... Porque eu me metia em tanto problema ?
— Prazer Jacobi. — falei, mas sua indagação sobre esperar uma permissão para entrar acabou me fazendo rir um tanto alto — Desculpa, e uma mania que eu tenho... — Entrei no local a passos lentos.

As prateleiras e estantes eram de madeira e outrora poderiam ter sido muito belas e lustrosas, mas naquele dado momento eram apenas morada dos cupins que faziam fila de forma tão linear que poderiam desenhar qualquer coisa sobre a madeira.

Pouco tempo depois o neto de marinheiro deu as caras na cozinha. Olhei-o de cima a baixo sem fizer nada enquanto buscava os utensílios para começar a ver o que faria para alimentar todos aqueles bandidos, bem como a garota acamada.  Pegaria o máximo de coisas que pudesse e levaria para a pia para deixar os mesmos limpos de forma a serem utilizados.

— Vocês dois poderiam fazer um favor para mim?— fala enquanto buscava a quantidade propícia para começar uma sopa para a garota — Alguns metros daqui eu coloquei algumas armadilhas em meio a mata... poderiam buscar os animais que caíram nelas?— caso tivesse conseguido limpar tudo e separar os legumes para a sopa, começaria a descascar os mesmos de forma lenta — Se não tiver nada tudo bem... Poderiam buscar frutas, verduras ou folhas comestíveis para eu incrementar a sopa? —

Esperaria a resposta dos mesmos, cortaria as cenouras e batatas para fazer a sopa para a garota, colocaria num recipiente com água para cozinhar e cortaria os temperos menores para tal. Caso qualquer um deles oferecesse ajuda, iria negar e enxotar da cozinha. Por mais que Jacobi fosse o mais indicado para me ajudar por conhecer o lugar, gostava de ficar sozinha quando fazia as pequenas refeições.

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Saru
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Parecia que o irmao de Terra e Chloe estariam a se entender isso seria bom pelo menos para mim que não iria ficar no meio de uma briga.
Chloe iria começar a preparar algo para comer isso me deixaria animado, porque comida é sempre bom.
-Yayy comidaaa. Dizia festejando, mas depois eu ouvia a Chloe a pedir favor.
-Ahh não. Logo fazia um ar de preguiça e desanimado.
Ouvia o pedido de Chloe e eu logo olharia para Jacob e depois para a Chloe.
-Mas porque ele, não posso antes ir com a irma dele, seria bem melhor. Dizia pensativo sobre a Terra, logo acordaria com a Chloe a falar caso não tenha animais nas armadilhas que podia ser fruta isso me lembraria as arvores que eu “briguei” pelo caminho.
Olharia de novo para Jacob,- Affff. e logo suspirava de aborrecimento por ter que ir com ele.
-Sorte que o comer dela vale a pena, me segue ou fica ai como achares melhor. Dizia meio que resmungando para Jacob e Chloe ao ir saindo da cozinha.
Olhava para o meu Avo e para todos la presentes principalmente para Terra que já estaria tapada infelizmente.
-Ei velho fica ai não saias daqui, tou indo pegar fruta ou animal para a Senhora Cozinheira la dentro. Dizia acenando o braço ao sair de casa, esperando que Jacob viesse atras ou não.
-Primeiro sou arrastado ate aqui , depois tenho que pagar comida oferecida, depois acabo em uma briga de namoro, e agora tenho que ir pegar coisa na floresta com este aqui. Dizia resmungando pelo caminho e sim falaria do Jacob mesmo ele estando ali, na verdade eu olharia para ele.
-Tu vai ser util em que mesmo, sabe caçar pelo menos. Se ele responde-se que sim eu ainda falaria. -Menos mal, sem ofensa.
Eu seguia o caminho me distanciando uns metros da casa indo pelo floresta um pouco.
Possivelmente não esperaria achar ninguem ou ter companhia a não ser que fosse algum animal, alem disso já estaria meio habituado a floresta da ilha, por isso seria dificil me perder.
Mas caso eu encontra- se alguem ou alguem passa se por mim eu acenaria e dava um oi e continuaria a caminhar o que seria impossível a não ser que fosse alguem perdido mas se fosse ou não ele iria em direçao a casa dos bandidos o que não seria meu problema e sim dele, pois elma  talvez não iria gostar de mais uma visita.
Continuaria pelo caminho pretendido ate achar as armadilhas ou as arvores com frutas, pelo menos seria essa a intençao a não ser que eu acabasse esbarrando em algo pelo caminho ou fosse impedido por algo.





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Kuro Tempest
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THE
LAST
SPARK OF HOPE
As crias ladinas se abraçaram ao ouvir minha voz, sinal de que havia os pego de surpresa. Mantive um olhar sereno enquanto os observava, mas a agilidade deles me pegou de surpresa. —‌ Ah droga! ‌—‌ Um deles pegou quatro espadas perto dele, incluindo a que eu iria receber como recompensa por aquele serviço, enquanto o outro puxava um molho de chaves e abria rapidamente a porta, dando espaço para fugirem.

Segui atrás dos dois com toda a velocidade que tinha, vendo que eles não eram tão lentos quanto imaginava dentro daquela loja. Isso estava tirando mesmo a minha paciência, ainda mais ao ver que a arma que eu queria estava na mão de um deles. —‌ Se não pararem, irei machucá-los. ‌—‌ Falei alto, em meio a noite silenciosa, ou quase.

Eles não iriam parar, apenas aumentavam mais o ritmo que outrora era um pouco mais lento. ”Ah vocês não vão fugir!” Meus olhos serraram e eu avancei ainda mais. Em meio ao caminho uma voz conhecida fora ouvida. ”Lúcio?” Sim, o homem estava próximo de nós acenando para mim. —‌ LÚCIO, LADRÕES! ‌—‌ Gritei para eles apontando para os dois jovens que estavam alguns metros à minha frente.

Tentei pedir a ajuda do mais velho, sinalizando que os dois que perseguia eram os ladrões da loja. —‌ ROUBARAM A LOJA! ‌—‌ Gritei novamente, visando deixar claro quem eles haviam roubado. Minha atenção então se voltou para os dois ladinos, torcendo para que Lúcio viesse junto comigo para pegá-los.

HP: 3800/3800 | ST: 100/100

Considerações:

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Civil
Que fome!

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O sol torrava minha cabeça enquanto trovões ecoavam na minha barriga, já fazia um tempo que não colocava nada na barriga e antes disso só havia sido as frutas podres do homem de vestido. Mesmo assim, a brisa era boa e Meia-noite se podia se divertir nas árvores como há muito não fazia, Maka parecia mais tranquila, era um momento de paz que já me fazia falta.
Meu parceiro não demorou muito para voltar com duas bananas e antes que Maka pudesse dizer algo, me antecipei:

- Pode comer, se sobrou pra gente é porque ele encheu a pança... – ao tempo que descascava a fruta.

Aquilo servia para espantar de leve a fome, que era potencializada pelo íngreme da montanha, que parecia ser interminável. Meia também, cansado, agora repousava em minha cabeça, o que dificultava um pouco a caminhada.

Quando minha fome já não podia crescer mais, avistamos um chalé.

- EU VOU AMASSA UM PRATÃO! – talvez nem existisse cheiro de comida, ou algo que indicasse que aquele chalé era um estabelecimento mas a fome já era tão voraz que um delírio não era impossível.

Iria correndo na direção do chalé, puxando as moedas que tivesse no bolso para me alimentar de algo com mais “sustância”, dizendo:

- Fala Chefe! Me vê o prato do dia no capricho, por gentileza!! - ao passo que passaria o dinheiro correspondente.

Caso não tivesse dinheiro, me contentaria em observar o entorno para buscar uma oportunidade de fazer o necessário.




fala - #00FF00



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