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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina

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Shiori
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3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina


Diego Kaminari [Pirata], Chloe Kaminari [Pirata], Silver 'D Saru [Pirata], Eren Von Kruger [Civil]

Não possui narrador definido.
Fechada

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Saru
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Saru
Pirata

A ponte era enorme, nos passavamos ao lado dela e dava para ver o quao grande era.
-Uauu, porque tem uma ponte gigante aqui, quanto tempo terá isto.

Eu comentaria enquanto passavamos perto da ponte e ficaria supreso com tal coisa, as pedras eram um tanto grandes, estavamos perto da ilha e parecia ter um porto, mas ouvia o Beerus a falar pro Diego que esse porto não era muito seguro e que tinha um mais a sul da ilha melhor.

De longe dava pra ver uma cidade legalzinha era meio simples mas devia ser mais segura visto que Beerus sugeria, Diego nos levaria para o porto e pararia o barco la.

Eu olhava do barco, notaria poucos habitantes maioria fazendeiros e as habituaçoes tambem eram simples, era uma vilazinha pobre, mas as casinhas tinham chamines e pareciam legaizinhas e espaçosas apesar a inrregularidade das tabuas, do barco dava para ver um pouco do ambiente para la da vila parecia ter montanhas algumas arvores, mais pro lado dava para ver de onde teria a ponte, as arvores me lembrariam um pouco a floresta de Dawn.

-Isto que é Tequila… parece ser grande, Chloe era aqui que tu falou que vinha não lembro bem, de que lado tu morava, era nas montanhas ou na ponte, tem algum bar por aqui tambem?.

Dizia para todos, apesar que me referir a Chloe, meu braço a o peito e eu tava em recuperaçao ainda, se não fosse isso eu teria ate subido ao mastro para tentar ver a ilha ao todo la de cima.

Se Chloe responde-se eu iria ouvir, se Diego falase algo eu responderia e ajudaria pois poderia ser que ele precisa se de ajuda com algo com o barco, as velas ou algo assim, ajudaria no que conseguia pois não posso usar ambos os braços de momento.



Histórico:
Ficha Resumida:
Objetivos:

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Diego Kaminari
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Diego Kaminari
Estagiário




O Inicio da Revolução






Meu navio se aproximava da ilha tão aguardada, o local me que Chloe foi socorrida e por todo esse tempo viveu. No entanto, também era o local em que aquele merda mantinha seu regime de comércio escravista ou seja lá o que for. Eu não sabia o que esperar daquilo, entre tanto havia uma sensação incomoda que algo grande nos esperava naquele lugar, mas o quê? Eu até possuía uma noção do que faria, não iria adentrar a ilha e não eliminar todas as garras e o mau que Theodore fez as pessoas. A última batalha foi deveras interessante, todavia revendo a mesma em minhas memórias notei que algumas habilidades poderiam me ser uteis, principalmente quando eu não sabia o que esperar, e eu saberia o que fazer.

De início vi uma grande ponte inacabada, uma de tamanho tão descomunal que era impossível saber o que ocorria em cima, não era exagero falar que uma pequena vila caberia em sua largura e tamanho. Aos pés da ponte havia uma cidade e um porto relativamente grande e bem vigiado, no entanto, como planejado não iria parar em algo tão “visível” assim, por minha sorte, meu tripulante gato, digo... É um gato mesmo, não tô dizendo que ele é bonito e tipo... Um gato, um gato literal mesmo, so que falante... Enfim, ele me disse que ao sul havia outro porto e que seria mais seguro, rapidamente naveguei juntamente a Jacobi que manejava as velas para o tal lugar. Não demorou para chegar, o porto era bem menor e a vila a volta combinava com todo aquele clima que exalava necessidades básicas. As madeiras tortas montavam espaçosas casas que ostentavam em seu tipo lareiras usadas tipicamente por conta do frio cortante que açoitava a ilha, até penso se não seria comum das próprias casas se incendiarem já que todas são feitas precariamente com madeiras irregulares.

Atracando o navio notei que o frio seria algo presente e incomodo e de certa forma apesar dos passos fantasmas, que agora eu passei a escutar, e o fedor de defunto... Eu estava casado e queria uma boa refeição quente e principalmente não iria sair antes de estar mais preparado do que estava antes. Com o navio bem firme, me direcionei ao centro do convés e já gritei. – Chloe meu amor, prepara alguma coisa que combine com esse frio! – Logo voltei a atenção ao resto da tripulação. – Os demais, descansem. Iremos precisar estar fortes para poder seguir viagem, quem for sair do navio para ir à cidade, apenas me avisem! – Fiz como se tivesse terminado, mas logo voltei e falei como alguém que havia esquecido algo importante. – E por favor, não causem problemas... Ainda. – Após finalizar fui em direção a Saru, ele possuía algo que iria ser útil para mim naquele momento, ao alcançar meu companheiro, logo falei.

- Saru, eu tinha visto que você estava com um livro sobre acrobacia, pega ele para mim, estou precisando aumentar meus conhecimentos. – Diria sorrindo enquanto me alongava. No caso do garoto me emprestar, eu iria então me sentar e começar a leitura.




Inicio do Treinamento de Proficiência: Acrobacia






Como estava mais frio do que gostaria, eu adentrei o quarto do capitão para poder então ler os primeiros ensinamentos e exercícios. O livro aparentemente era bem completo e devo dizer ser bem mais conteúdo do que eu esperava para algo que julgava simples como acrobacia. Mas não poderia estar mais enganado, o primeiro capítulo foi basicamente de alertas sobre como um corpo mal posicionado ou um movimento feito de maneira incorreta poderia causar problemas seríssimos, segundo o livro houve casos de morte por conta disso. Por conta dessa informação deveras importante eu dei muita atenção a esse capítulo e comecei a me alongar conforme dito, a posição do pescoço em rolamentos, o impulso e movimento do tronco ao saltar mortais, tudo isso era técnico mais de grande importância. Inicialmente comecei treinando na cama, onde meus erros não me levariam a morte, e demorou um tanto até que tivesse pegado o jeito. A essa altura eu estava conseguindo perder o medo, que por sinal foi o próprio livro quem gerou com seus inúmeros alertas e relatos, realiza saltos, cambalhotas e rolamentos. Entre tudo seguindo os capítulos, vi que isso não era o suficiente, li sobre altura e como aterrissar de grandes alturas de maneira que amortecesse a queda. Li sobre como se pendurar ou mesmo usar o ambiente ao seu máximo para se mover e devo confessar parecer até que bem divertido.


Pronto, demorei algumas horas, mas estava pronto para testar meus conhecimentos e treinar meu corpo e nada melhor que isso do que meu próprio navio. Primeiro saltei para as cordas laterais que faziam a forma de rede, por pouco quase passei direto e meus dedos até ficaram doloridos pelo mal jeito que me agarrei a corda. Subi rapidamente e comecei fazer saltos pelo mastro para treinar meu equilíbrio, poderia cair? Sim! Quase despenquei ao escorregar e me segurei por pouco? Sim, também! Entretanto, peguei o jeito, fiquei treinando até que o frio do ambiente não fosse sentido e meu suor demostrasse que meu corpo estava superaquecido. – Assim que é bom... Agora posso dizer que suei para aprender essa merda! – Disse para mim mesmo, enquanto descia, orgulhoso e de cabeça erguida por aprender algo que me seria útil a vida inteira, mas, além disso tudo... Eu tava fedendo e precisava de um banho! Fui imediatamente me limpar para aproveitar uma bela refeição tão cheiroso a agradável como a tal, que por Chloe a estar fazendo, eu tinha certeza que seria.



Fim do aprendizado.







Se por acaso Chloe tivesse terminado eu iria comer e caso necessário descansar. Após o descanso ou caso já estivesse em condições, eu iria então sair do navio acompanhado de quem quisesse me acompanhar e ver o que a cidade teria a oferecer e tentar descobrir algo sobre os revolucionários. Fiquei de olhos abertos, num terreno desconhecido, não iria abaixar a guarda. Iria andar sempre preparado para bloquear ou desviar de ataques vindouros, inicialmente não iria contra-atacar antes de saber de quem se tratava o possível agressor, entre tudo, eu iria tomar distância para calcular novos movimentos. Caso não tivesse problemas e não conseguisse informações apenas por escutar ou andar, procuraria alguma espécie de bar ou taverna, geralmente informações circulam nesses lugares.





Histórico:



Resumo da Ficha:




Objetivos
● Pregar a Verdadeira Liberdade ( )

● Proficiência Briga ( )

● Proficiência Acrobacia ( )

● Tornar oficialmente um pirata (x)







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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário
A enorme ponte lupina
parte 1.a- A chegada
 

Depois de tantos anos rever aquela ponte enorme, o clima gélido que perpetuava por toda aquela ilha e de todas as histórias que havia ouvido daquele lugar, mas pior do que tudo isso era lembrar que minha segunda família não estaria presente naquele lugar para nos  receber com seu jeitinho todo especial. As lembranças voltavam delicadamente a mente fazendo assim a dor ser ainda maior, mas mesmo as lembranças dolorosas , outras mais aventureiras e complicadas voltavam, trazendo a risada baixa em meio às lágrimas.



“ O dia começava tão frio quanto qualquer outro naquela ilha. Estava ajudando um pouco os revolucionários enquanto mantinha meus estudos e treinamentos, entretanto por ser pequena e conhecer grande parte da ilha, conseguia entrar e sair de muitos locais. Alguns eram bem complicados, como aquele bendito açougue.

Conforme andava, o cheiro de sangue velho era enjoativo, meus pés e mãos estavam presos e provavelmente seria a próxima vítima daquela criatura - fa fa fa fa você achava mesmo que iria escapar, garotinha. - a risada era irritante — Achei que você era um de nós… — comentava enquanto  olhava fixamente para o Kujakki que girava em seu mindinho de forma despretensiosa. A lâmina afiada ainda tinha resquícios da última vítima, brilhava de forma ameaçadora, mas mesmo nunca tendo sentido o perigo tão perto, decidi me manter firme ali, da forma que podia.

As pernas tremem, a vista pouco a pouco fica embaçada, e logo tudo que consigo lembrar e o som de uma explosão e pessoas gritando meu nome… “


As lembranças daquele lugar ficariam muito nítidas com a aproximação da ilha. Apertei levemente o casaco contra o corpo de forma a sentir ainda mais seu conforto em um abraço solitário. — Sim Saru, foi aqui que fiquei me recuperando… Ele local tem tantas lembranças… Espero poder mostrar os locais bons para vocês. — Responsiva ao garoto ainda olhando a enorme ponte que ainda estava em construção.



Enquanto Beerus ajudava Diego a ancorar em um lugar seguro, fui até a cozinha para observar o que já tínhamos usado e o que precisaria ser reposto enquanto estávamos na Ilha. Voltei então para  convés a tempo de ouvir Diego pedir por algo quente — Sem problemas meu amor, eu já iria para a cozinha treinar. — Brinquei enquanto corria para a nossa biblioteca personalizada para então pegar o livro de Confeitaria para que pudesse adquirir a fina arte.

início do aprendizado

Um livro velho, mas bem cuidado. Coloquei o mesmo sobre a mesa e comecei a ler com calma.  No livro explicava sobre a nobre arte de fazer doces, uma arte delicada e que entrega muito mais da alma do cozinheiro do que qualquer outra coisa já feita. Os doces demandam calma e delicadeza, principalmente aqueles com decorações que demandam mais tempo para serem produzidas e cuidadas; porém  também tinha receitas diversas.

Havia uma de um doce avermelhado que em muito me parecia combinar com aquele clima frio, mas deveria tomar cuidado para quando fosse servir o mesmo. Andando pela cozinha com o livro em mãos, comecei a seguir suas instruções de forma exata. Peguei uma panela pequena e a coloquei para aquecer com meia xícara (chá) de água. Quando a água apresentasse as primeiras bolhas de fervura , adicionaria o açúcar e o suco de laranja e iria mexer calmamente até o açúcar derreter.

Em um outro pontinho iria colocar um pouco de amido ou farinha e iria misturar até formar uma pasta, quando o açúcar já estiver todo derretido, juntaria o amido de milho dissolvido e iria deixar engrossar até ficar com textura de gel, o livro dava outras instruções como forma de movimentar a pasta gelatificada e o quanto era importante mexendo sempre para que não grude no fundo da panela. Após chegar próxima ao que seria a textura indicada pelo livro, tentaria colocar a mistura em um recipiente com açúcar para que não grudasse e esperaria esfriar.

Se o primeiro desse errado após algumas horas, tornaria a repetir o processo até que o mesmo estivesse perfeito, mas talvez não poderia comer, pois ainda precisava fazer outras coisas antes de aportar.

Fim do aprendizado

Enquanto a mesma esfriava, após algum tempo de tentativas e erros constantes de volume e quantidade de itens , começaria a fazer um caldo grosso de frango, calabresa e bacon com a base de creme de mandioca algo que havia aprendido em minhas andanças, mas não era complicado ou demandava tempo demasiado no mesmo. Após tudo isso, servi os mesmos e levei para meus amigos.

Comi minha parte repetindo um pouco da mesma para ter muita energia naquelas andanças, deixaria todos os itens supérfluos no navio e correria em direção a Diego caso o mesmo estivesse saindo do navio, seguraria em sua mão e iria sorrir para o mesmo — Deixa que eu guio você, meu amor. Conheço bem essa ilha e alguns outros locais da ilha. — com isso iria andar para fora do navio segurando o mesmo com certa força.

legendas:

Objetivos:

Ficha Resumida:

Histórico:

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Subaé
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Nos bares de então
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Subaé
Criador de Conteúdo


A liberdade que atravessa a Ponte Lupina - 01

Bem vindos ao Vilarejo Sóchil

Aproximaram-se da ilha, e mesmo sem saber todos os perigos que espreitam naquela nova terra, admiraram-na como qualquer coisa majestosa deve ser admirada. Obviamente, existia pobreza e miséria em Tequila wolf?  Sim. Mas a mesma era provida de uma beleza natural explícita pela impetuosidade das árvores que dançavam com o vento nos sopés das numerosas montanhas.

O frio era intenso e todos iriam precisar fazer uso daqueles casacos grossos que foram encontrados mais cedo na cabine de Theodore. Talvez prefiram arriscar a sorte e ir em busca de um novo casaco em alguma loja, mas ficar apenas com aquelas roupinhas leves seria impossível.  Estejam avisados e se aqueçam com roupinhas gostosas, seus cornos.

Não demorou muito até atracarem na pequena vila ao sul. A vontade de ir explorar a ilha era imensa, mas antes disso Diego pediu o livro de acrobacias para Saru e foi gastar algumas horas estudando e praticando suas novas habilidades acrobáticas. Durante o estudo foi interrompido por Jacob e Terra, ambos estavam com algodões enfiados em seus narizes, e suas feições eram de extremo desconforto.

-Capitãozinho - falou o afeminado de forma carinhosa - Já que estamos sem fazer nada, pensamos em dar um fim nos restos mortais dessa caixa…

-Não vamos levar as cabeças, mas o resto do corpo só serve pra deixar o navio fedido…

Diego iria permitir que Jacob e terra desovem os restos mortais de Theodore e Cammy?
Caso Diego permita, eles iriam erguer juntos o caixote fedido e iriam embora, na direção de um pequeno bosque ao oeste.

Enquanto isso, Chloe estava na cozinha treinando suas habilidades de confeitaria. Durante a maior parte do tempo teve a companhia de Beerus, que ficou ao seu lado observando-a cozinhar, como se olhar ajudasse em alguma coisa. Ele até se prontificou para pegar tudo o que a cozinheira pedisse, mas o real objetivo dele não era aprender cozinhar, muito menos beliscar um lanchinho, ele só apreciava aquele tempo gostoso e pacífico que passava com sua companheira. Depois de algum tempo ele se despediu e voltou para o convés - Eu vou lá vigiar o barco! Não quero nenhum espertinho invadindo nossa casa!

Por fim, quando todos os aprendizados já haviam sido aprendidos, e com todos os presentes de bucho cheio, os tripulantes começaram a se organizar para desembarcar da Grilhoneira.

Caso Jacob e Terra não tenham ido desovar os corpos, agora estariam super empolgados para ir com os outros para a vila. O único que iria ficar no navio seria Beerus, pois, dizia que não tinha nada para explorar em Tequila Wolf e que era mais importante cuidar do barco.
Foi quando avistaram um pequeno homenzinho vindo do interior do vilarejo para o porto. Ele se aproximou da grilhoneira, olhou para todos e sorriu, depois sorriu mais ainda ao reconhecer o pequeno gato.

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina Unknown

-Olá meu amigo felino! - falou ao cumprimentar todos com um aceno de cabeça - Faz tempo que não o vejo. Quem são esses estrangeiros com você?

-Olá Sr. Sifou, agora me chamo "Beerus" - Beerus respondeu euforicamente - Eles? Eles são os meus amigos!!! - o sorriso do felino era resplandecente.

-É um nome muito bonito. Essa é a primeira vez que te vejo feliz assim…

-É por causa deles - Beerus respondeu.

Sifou suspirou aliviado e voltou a sorrir - Sendo assim, ficarei feliz em receber os seus amigos como meus convidados - o homenzinho olhou para os demais e fez uma reverência muito pomposa - Eu sou Sifou Fedorova, o prefeito de Sóchil. Venham, venham comigo! O almoço já está sendo servido lá no Vodka’s Crew!!

Se os piratas aceitassem o convite e seguissem Sifou, seriam bombardeados por uma série de informações turísticas, esclarecidas por aquela voz estridente.

-Bem vindos ao vilarejo Sóchil. Não somos tão desenvolvidos como a capital… Sabem como é que é… Militares cobrando aqui, rebeldes causando ali, tudo isso só causa mortes do nosso povo e agora temos uma vila vazia com pouca mão de obra… Até nossa produção agrícola está sendo afetada por essa maldita guerra civíl… Os moradores daqui tem sua renda proveniente quase exclusivamente da agricultura e pecuária, que nos últimos tempos tem sido mais de subsistência do que para o mercado. Quem mais compra dos moradores são os militares, que costumam pagar valores ínfimos, o que apenas permite que sejam capazes de se manterem vivos, isso quando não cobram impostos altíssimos e levam as mercadorias como pagamento.... Me desculpem por falar tanto, vocês não devem estar nem aí para essas coisas…

Enquanto caminhavam, poderiam ver algumas pessoas bem simples. A maioria eram idosos ou crianças. Haviam alguns cachorros ou gatos também, mas nada comparado ao movimento vivo de Foosha. Também poderiam notar a falta de lojas. Não existia nenhuma loja ou mercado aberto em Sóchil, todos estavam falidos. Durante o percurso até o bar, cruzaram o caminho com um homem bem vestido, com roupas vermelhas, cabelos negros e pele clara. Seus olhos vermelhos fitariam Diego, e, se Diego olhasse de volta ele iria sorrir em resposta. Os olhos do homem eram profundo, como duas poças de sangue. Sem dizer nada, ele iria seguir o seu rumo, andando na direção contrária do que o grupo acompanhado pelo prefeito.

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina Unknown

Por fim, depois de alguns minutos caminhando o grupo chegou no estabelecimento chamado Vodka’s Crew. O lugar estava tão animado e cheio que dava para ouvir a cantoria mesmo do lado de fora. Enquanto se aproximavam, o grupo ouviu que a musica foi interrompida por alguma coisa e logo uma confusão começou. Um estampido de estilhaçar ecoou quando um jovem foi arremessado para fora do Vodka’s Crew por uma janela.

O jovem com o rosto cheio de cicatrizes (Ivan) rolou no chão nevado algumas vezes, deixando a marca de seu sangue sob o gelo.

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina Unknown

-Ivan, o tolo… Por que diabos eu iria caçar cervos ou javalis? Eu gasto metade do tempo para matar um urso e trago muito mais comida para o vilarejo. Além disso, eles são tão suculentos... - A voz grossa e imponente vinha lá de dentro do bar, o homem veio até  a janela quebrada, olhou para Ivan e cuspiu - Não precisamos de idiotas como você por aqui! Agora vá embora dessa vila e não volte nunca mais, ouviu?

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina Unknown

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Saru
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Saru
Pirata


Enquanto apreciava a vista do barco, Diego teria perguntado de um livro na qual eu respondia -Ah sim esta na biblioteca pera ai. E iria pegar e trazer para ele -Boa leitura.
Chloe teria me respondido sobre a ilha – Serio que legal, me pergunto que historia aquela ponte tem.

Sentia um frio, o tempo da ilha era diferente, pegaria num dos casacos e vestia, sentia um calorzinho bom logo de imediato. -Que bom que estes casacos fazem, quase tava para pegar no Beerus amarrar ele nas costas.

Por falar em Beerus ele decidia ficar no barco para tomar conta dele, olharia para ele -Não bebas a tequila toda hein, e toma cuidado.

Me prepararia para sair do barco, possivel Diego e Chloe iriam sair tambem, enquanto desciamos do barco um pequeno homem parecia conhecer o Beerus.

Olharia o pequeno homem e Beerus se falando – É conhecido teu … que legal. Ele parecia nos receber como convidados apos saber que eramos amigos do Beerus e se apresentaria para nos como o prefeito de Sochil, e ainda mais que o almoço tava sendo servido.

-Chegamos na hora certa entao. Dizia sorrindo.

Pelo caminho ele seguia falando e dando um monte de informaçoes do vilarejo, eu ia caminhando e iria ouvindo ao mesmo tempo que olharia ao redor, passariamos por um cara vestido de vermelho, parecia meio estranho, ele passava indo na direção oposta, apos ele seguir caminho eu olharia para diego -Aquele deve ser seu irmão, não deixou mais nenhum por aqui não?. Olharia para ele por breve momento – Nada não, esquece o que falei.

O pequeno teria falando um monte de coisas, e no final ele terminava “Me desculpem por falar tanto, vocês não devem estar nem aí para essas coisas…” eu rapidamente falaria para ele - Não, não achei bem interessante, deve ser bem complicado isso tudo me conte mais.


Chegaríamos no estabelecimento que ele teria falado, parecia bem animado dava para ouvir a musica cantoria vinda la de dentro, quase me relembraria dos momentos no bar de Foosha.

Do nada a musica parava e devido a essa mesma lembrança de momentos no bar em Foosha eu sabia o que poderia significar e os barulhos de fundo parecendo que uma confusão teria sido gerada so confirmavam o que eu pensava que seria “ 1..2..” e saia alguém disparado pela janela, eu ficaria ate um tanto supresso que nem cheguei a contar ate 3, o cara ja devia estar perto da janela, porque foi bem rapido.

Ele parecia com algumas cicatrizes, um pequeno rastro de sangue ficaria na neve apos ele rebolar pelo chao, logo uma voz seria ouvida do fundo do bar, e parecia estar expulsar o homem da vila em vez do bar.
-Hm que legal o cara consegue gastar metade do tempo em caçar um urso, a outra metade ele deve gastar em ser idiota. Comentaria.

Caminhava ate ao homem que teria sido atirado pela janela, pegaria nele pela roupa e se esforço levantaria ele com apenas meu braço livre quase que como se fosse um boneco – Tudo bom, tudo bem, ta vivo….tas contratado.

Dizia sacudindo as roupas dele quase como se ele se fosse uns leves tapas, depois daria uns passos e olharia para a janela partida -Hm senhor perfeito, creio que o bar agora vai precisar de lenha extra para ficar quente, porque mesmo com este tempo o genio decidiu quebrar a janela em vez de usar a porta. Apontava para a janela e olhava para o perfeito.

Dava de ombro com o meu braço livre ignorando o homem -Enfim fazer o que, acho que sinto um cheiro bom, senhor perfeito adoraria conhecer o bar e saber o que é o almoço, nos apresente. Dizia esperando o perfeito fazer as honras.



Histórico:
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Diego Kaminari
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Diego Kaminari
Estagiário




A Partir de Agora, Você Vai
Me Chamar de Senhora!






Eu posso dizer que meus companheiros não entenderam muito bem a ideia principal, seu pedido era compreensível e, diga-se de passagem, eu também não aguentava mais aquele cheiro de podre, mesmo que em vida o Theodore não cheirasse muito melhor que isso, fazer o que né?! Merda fede! – Jacobi, Terra... Sei que já está na hora de darmos um fim nisso, apenas creio que não será da maneira que vocês pensaram. – Disse então começando a falar mais sério. – Quero que vocês peguem a caixa e deixem na frente de algum quartel do exército! Se disfarcem bem, caso encontrem, coloquem neve dentro da caixa, ajudará a diminuir a produção dos gases e todo o processo que gera o fedor. Usem ruas pouco movimentadas e por favor se cuidem, essa será a missão de vocês como parte do bando! – Falei e em seguida me aproximando de Terra, a garota de cabelos escuros era linda e olhar em seus olhos me lembrou de tudo que passamos e de quanto ela assim como todos os outros são importantes para mim, mas o que sentir quando soube que a mesma havia sido sequestrada... – Terra... Por favor, realize sua missão… Mas certifique-se de voltar para mim, viva e bem. – Minhas palavras foram proclamadas enquanto olhava em seus olhos com um brilho genuíno de preocupação, em seguida beijei a garota e então me afastei.


Como havia previsto, a comida de minha amada estava maravilhosa e muito me alegrou saber que agora poderia sentir o sabor doce feito por suas mãos, não que já não tivesse sentido o mesmo tipo de sabor, so que em seus lábios que faziam meu coração bater a cada dia. – Já te disse hoje que você e perfeita? – Disse colocando mais do doce e do caldo ao mesmo tempo, na boca. – Melhor decisão que tomei, foi de me casar com você! Isso está ótimo! – Falaria ainda de boca cheia, mas engolindo e então sorrindo para ela. Após termos nos alimentado estava na hora de sair, vesti roupas quentes, era para ser rápido e senti que Chloe pegara minha mão e se oferecia como minha guia. Beerus, havia decido ficar no navio para cuidar do mesmo, justificável, afinal, Tequila Wolf para o gato era uma figura repetida. Estaríamos longe se não fosse por um acontecimento um tanto inesperado, um pequeno homem se aproximou com um sorriso e falou com o tripulante felino de maneira que demostrava já o conhecer de antes. A conversa havia sido até fofa de se ouvir, então o homem fez uma referência e se apresentou, aquele era Sifou Fedorova, o prefeito da cidade. E melhor de tudo, ele estava oferecendo uma bela refeição.


Eu já havia comido no barco? Claro que sim! Mas comida não se nega, sempre tem espeço para novos sabores e claro que umas bebidas iriam cair bem depois de uma longa viagem. No caminho o homem começou a contar a situação daquele vilarejo e de todos os fazendeiros que ali vivem... Minha alegria começou a ir por água abaixo a cada palavra que o homem dava, aquelas pessoas não eram livres, elas apenas sobreviviam por conta de idiotas que não valorizavam o esforço daquele povo. – Não precisa de desculpar, Sr. Sifou. Não somos nobres e sabemos bem o que é passar necessidade, sua história me oferece informações muito relevantes, não se abstenha de me contar mais sobre o que passam, estaremos aqui para ouvir e ajudar.


Em nossa caminhada eu via pessoas simples e com vestimentas nada dignas de muita atenção, apesar de haver animais e moradores, não haviam lojas, apenas estabelecimentos fechados. Eu sempre pensei que Foosha era uma vila pequena e parada, mas aparentemente a realidade daquelas pessoas era muito pior e o mundo sem surpresas era sujo e injusto. Alguns passos depois, algo se destacou na multidão, um homem de belas vestimentas vermelhas, cabelos, pele branca e um par de olhos tão vermelhos quanto a poça mais fresca de sangue. Em nenhum momento abaixei a cabeça ou desviei o olhar, fitava-o profundamente, mostrava para o mesmo que não me sentira intimidado e que nem por um segundo considerei superior ou sequer uma ameaça. Seu sorriso diante disso me mostrava que a mensagem foi recebida, se ele entenderia o que queria dizer com meu olhar? Não sei… Mas sei que ali estávamos olhando bem um para o outro, tudo aquilo foi interrompido quando escutei um comentário de meu companheiro, Saru.


- Se seguir sua lógica, meu amigo. Todos inimigos que enfrento são meus irmãos, afinal todos ficam com as vestes vermelhas de sangue ao fim da luta. – Falaria rindo para ele, mas voltaria a atenção para o prefeito. – Senhor, saberia me dizer quem é aquela figura? Digo, suas vestimentas não parecem ser nada como as das pessoas que moram aqui, sem ofensas.


O homem me respondendo ou não, eu iria continuar o caminho até que comecei a escurar a música vindo do bar que antes me fora dito, que maravilha, eu adoro uma festa! Mas imagina minha surpresa quando de repente a música parou? Eu já fui em muitos bares festivos para saber o que viria, e dito e feito, um homem foi arremessado pela janela e deixou um rastro de sangue por onde acabou rolando. Agora se preparem, pois a cena que seguiu, vai deixar vocês tão putos como eu. Um babaca, escroto que se achava o homem mais foda do mundo acabou por humilhar o jovem arremessado, não parou por aí já que o mesmo expulsou ele não do bar, mas da cidade. Saru tentou ajuda o garoto e basicamente eu não iria ficar ali parado diante de tamanha injustiça.


- Chloe, minha irmãzinha. Este jovem está ferido, poderia dar os primeiros socorros a ele? – Diria, mas sem olhar para a pirata, meu foco estava no garoto cheio de cicatrizes. – Meu amigo, não ligue para que babacas de pinto pequeno falam. – Disse com um sorriso debochado. – Vejo que tem muitas cicatrizes, e pelo que sei cada uma, deve ter uma história. Eu acabei de chegar a esta ilha e quero muito provar da refeição e da bebida, claro, tudo ficaria muito melhor se pudesse escutar boas histórias. – Voltei a atenção para o prefeito. – Creio que o senhor não veria problema de eu convidar a tal figura, e quanto a janela, fique tranquilo que se tiverem madeira eu mesmo posso consertar de bom grado, e, além disso, um homem tão sábio quanto o prefeito, jamais iria negar a boa companhia a viajantes que visitam sua cidade.


Se em algum momento, qualquer momento, o grandão musculoso tente-se me interromper ou falasse algo, minha reação seria imediata. – Se eu quisesse te ouvir, eu teria falando com você, então se reclua a sua insignificância e cale boca, pois não to falando com você. – Minha fala seria carregada com todo desprezo que conseguia, de tal forma que quem escutasse, saberia exatamente que nada que aquele homem falasse ou dissesse ser seria importante, ou significativo para mim.


Se o mesmo viesse a algum tipo de ofensiva, iria usar de um contra-ataque para imobiliza-lo de maneira que pudesse humilhar e mostrar que o mesmo não era nada. Se não fosse possível, iria girar, ou usar rolamentos e desferir um golpe com a chapa de minha espada na cabeça do tal para que pudesse desacordá-lo ou no mínimo conte-lo.





Histórico:



Resumo da Ficha:




Objetivos
● Pregar a Verdadeira Liberdade ( )

● Proficiência Briga ( )

● Proficiência Acrobacia ( )

● Tornar oficialmente um pirata (x)







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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário
A enorme ponte lupina
parte 1.b - Brigas e Frio
Um sorriso enorme se formava em meu rosto ao ver todos alimentados, mesmo que com um pouco de tímida, sabia que aquela refeição simples poderia dar forças a todos. Diego comentava da mistura e tudo que consegui foi dar uma risada fraca — Não falou não, mas sendo sua esposa perfeição e  mínimo —dizia de forma orgulhosa, mas logo murchando ao lembrar o que enfrentaremos à frente.


 Meu corpo ainda tremia, e não era por conta do frio apenas. Suspirei de forma pesada segurando firmemente a mão de Diego "Será que ainda estão vivos.." o pensamento acabou por  me manter distante de tudo o que ocorria, mesmo estando tão perto de tudo é de todos, minha mente rodava pensando nas pessoas do esquadrão e em todas aquelas que poderiam estar trabalhando naquela ponte da morte "É só se lembrar… e tudo vai se manter vivido na sua mente" pensava enquanto seguia meu irmão.

Aos poucos que voltava a mim, notava que Diego falava com um homem baixinho, sua figura me era completamente desconhecida e com isso meu alerta de "perigo" acabava ligando, mesmo o homem conhecendo Beerus, não descansei um músculo sequer. O convite para bebida e boa comida pareceu um tanto quanto suspeito, mas deixei passar pois sabia que o homem era amigo de Beerus e se confiavam os no gato, poderíamos confiar em seu amigo— Eu vou querer uma boa e velha Tequila… pra esquentar o corpo desse frio — brincava de forma calma não querendo revelar muito ainda para o homem.

Enquanto andávamos, tentei focar no que era inexistente ali, pessoas e aparentemente comida… aquilo sempre foi um problema e meu sangue ferveu vendo tudo aquilo, mas ainda não fora o estopim de tudo. Pouco antes de chegarmos ao tal bar, alguém é arremessado pela janela. O cheiro férrico se fez presente e o despedaçar do vidro ainda mais agudo do que o normal. Diego deu a ordem, mas meu corpo já estava no ímpeto de correr e ajudar no ferido, as palavras de escárnio do outro que parado à porta escarnostava fizeram meu estômago revirar de tanto nojo — É quem você pensa que é para expulsar alguém da vila? — perguntaria firme sem olhar na direção do mesmo caso. Tentaria limpar os ferimentos do homem que foi atirado pela janela e quem sabe retirar os cacos de vidro se houvesse algum. Caso fosse indagada olharia com repúdio completo — Me Chloe, mas você pode me chamar de seu pior pesadelo.




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3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina



Havia tido um sono conturbado, minhas pálpebras naquela noite abriram e fecharam repetidas vezes em quanto rebuscava em minha memória os acontecimentos do dia em que tivera finalmente a noção do conchavo do exército no qual havia jurado lealdade.- ''Como fica o dever a pátria?'' - Refletia brevemente ainda consternado com a situação, os minutos se passavam e de repente não me importava mais em me levantar após uma insônia terrível.


Minha família possuíra por várias gerações uma casa relativamente confortável no região de Ulglitch, coração da nação e principal cidade do País, por sua proximidade com o antigo castelo real rebatizado após a revolução dos militares para A Fortaleza. Herdeiro de uma família de incontáveis militares e inclusive do sangue de alguns heróis reconhecidos durante a guerra civil que selou o fim do antigo regime monárquico, regozijo de um certo prestígio com o governo vigente e também com a população local. -  Alguém tem que fazer algo, meus antepassados não ficariam orgulhosos de verem o País pelo qual tanto lutaram se tornar uma ditadura sanguinolenta... - Resmungaria ao vento, em quanto me preparava para lavar o rosto no banheiro e escovar os dentes.


Já havia tomado a decisão no dia em que fora pedido, por escolha própria, o meu desligamento das forças armadas da ilha, não haveria mais nada que fosse possível descobrir sem maiores problemas dentro da instituição e tão pouco me sentiria a vontade em uma força corrupta sem um ideal de luta franco, por este motivo a decisão de ingressar nas fileiras revolucionárias ecoava fortemente em meu coração, era um desejo sincero que logo se tornava uma ambição pois libertar nações de tiranias não importando-se os custos me parecera um preço palpável.''O preço da liberdade..''


Após as divagações, buscaria na despensa da casa algo para o café da manhã ou da tarde dependendo do horário, realizaria uma refeição rápida e me vestiria para ir ao encontro da loja de armas mais próxima de minha casa com o trajeto já previamente conhecido por ser um morador nativo da região de longa data. - Bom dia meu Senhor(a), eu gostaria de realizar a compra de um revólver do modelo Smith & Wesson 1917, de ação dupla e simples juntamente com um tambor para capacidade de armazenamento de 6 munições e um estoque de mesmo calibre da arma. - Diria ao atendente anunciando as especificações dais quais possuía interesse, analisando o armamento para verificar sua qualidade e então entregando a quantia de dinheiro pedida, porém caso não encontrasse este modelo procuraria então pelo mais próximo possível realizando assim a compra.


Com a compra, buscaria acomodar a arma fixando-a ao cinto da calça e então focaria em me colocar em direção ao centro da cidade onde iniciaria uma breve investigação de como seria possível ter contato com a organização revolucionária da ilha sem levantar maiores suspeitas, buscaria me assentar em praças ou na porta de estabelecimentos a procura de rumores das movimentações dos revolucionários, fingindo estar alheio ao momento porém ouvindo cada palavra dos mesmos e então traçando um novo rumo.  







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Histórico de posts: 01





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~Fala NPC~
~Pensamento~
~Fala Eren~

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Subaé
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A liberdade que atravessa a Ponte Lupina - 02

A jornada dos irmãos, Partida

Terra e Jacob ouviram atentamente as ordens de Diego. Depois, a jovem foi afagada pelo seu capitão, que, ao lhe beijar, deixou nítido a sua preocupação.

-Deus é mais!! Até parece que só se importa com a Terra!! É assim mesmo, a poc que se foda! -Jacob reclamou enciumado, pois ele também queria um pouquinho de carinho e atenção.

Sem perder tempo, os irmãos ergueram o caixote e levaram-no até o porto. Não abriram o mesmo ali no vilarejo, iriam esperar estar em um lugar mais discreto para encher o mesmo de neve. Apenas cobriram a caixa com uma lona velha que estava à mercê no chão do caes.

Seguiram a estrada que levava ao Noroeste e em pouco tempo já não era mais possível avistá-los. Resta esperar que tudo saia conforme os planos.


Palavras de Sifou

Durante a caminhada rumo ao Vodka’s Crew, Sifou bombardeou os nossos heróis com inúmeras informações sobre a situação atual do vilarejo, até que em certo ponto se desculpou por falar tanto sobre assuntos tão chatos, mas ao contrário do que ele imaginava, todos pareciam estar muito interessados no que ele tinha para dizer. Menos Chloe, que estava envolta em seus pensamentos preocupados com a sua família revolucionária. - Já que vocês se interessam …- O sorriso de Sifou se estampou ao inflar o peito, ele realmente gostava de falar do vilarejo - Atualmente tenho passado por muitos transtornos com o pessoal da vila, e tudo isso é por causa da escassez de comida! Não temos gente para trabalhar nos campos de beterraba e por isso a produção está sendo fatalmente afetada… Bom, para resolver isso eu implementei um programa de caçadores, mas agora os defensores da floresta se tornaram a minha principal dor de cabeça… E daí que os ursos estão morrendo? O POVO ESTÁ COM FOME!!

Seguiram caminhando até que o homem misterioso passou ao lado do grupo e olhou para Diego. Curioso, o capitão perguntou para o homenzinho sobre aquele homem de vermelho.

-Sujeito estranho - respondeu - chegou anteontem em um navio sem nenhum símbolo. Fui recebê-lo no porto, assim como fiz com vocês, mas ele é um homem de poucas palavras e por isso não consegui conversar direito com ele… Tudo o que eu sei é que ele é que ele alugou um quarto no Vodka’s Crew sob o codinome “Olhos de Águia”.


Dever à pátria

Eren Von Kruger despertou naquela manhã e foi logo preparar seu cafezinho. Homem esperto, essa é a melhor forma de se começar um dia. Depois de estar bem alimentado, se vestiu com seu sobretudo e foi para as ruas, que é onde as histórias acontecem.

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina Unknown

Caminhando pelas movimentadas ruas de Ulglich pôde apreciar os diversos perfumes que a alta burguesia usava. Eram aromas refrescantes de casca de pinheiro, alguns outros tinham aroma de flores, e outros cheiravam a beterraba doce. Diferente de Sócil, haviam muitas lojas por lá, todas cheias de alimentos, roupas de grife, e joias bem incrustadas; mas nada disso era do interesse de Eren.

O ex-militar seguiu direto até o “distrito do predador” onde existia uma loja de armas que ja foi a favorita de seu avô. A loja era tão antiga quanto a revolução, mas estava muito bem preservada. Seu nome era “Hope-Gun”. Ao entrar na loja, Eren foi surpreendido pelo velho que saiu de baixo do balcão.

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-Bom dia, Sr Kruger! Estou trabalhando em um aquecedor para o balcão, mas fique a vontade.- Zelinsk falou. O velho vendedor trabalhava alí a mais de cinquenta anos, e, neste tempo conheceu todos os Krugers anteriores - Como vai a busca por um emprego novo? - perguntou, Aparentemente, a fofoca também rola solta por Ulglich.

Depois de escutar o pedido de Eren, o velho foi buscar uma caixa no aposento ao lado enquanto assobiava uma marcha militar - Você é um homem sagaz, igual o seu avô! - gritou lá do outro quarto - Os revólveres Smith & Wesson são armas maravilhosas, e muito desprezadas por esses trogloditas dessa ilha.

O velho retornou saltitando feliz com uma caixa branca em mãos.

-Felizmente eu tenho esse exemplar guardado há algum tempo. É velha, mas vai servir aos seus propósitos.- Zelinsk entregou a caixa para Eren e foi para junto de seu caderninho - Deixe-me ver… vai custar ฿S 250.000.

Tendo finalizado a transação, Eren guardou o seu revólver e partiu para mais uma caminhada rumo a praça. No camino foi cumprimentado por várias pessoas, velhos conhecidos dos longos anos vivendo naquela cidade. Até que em certo momento, antes de sequer avistar a praça, foi interceptado por um homem que poderia facilmente reconhecer. Tratava-se de Reiner Tzaum, um de seus inúmeros colegas da época de recrutas.

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina 26b1db3af1052553a3c875b3f7353c84

-Ora, ora, Se não é o Von Kruger, o melhor atirador de nossa turma! - O homem estendeu a mão cordialmente para cumprimentar Eren, e, se o mesmo correspondesse, apertaram as mãos.

-Preciso ser sincero com você, nosso encontro não foi um acaso. O general Bison me enviou para te chamar. Ele está à sua espera na Fortaleza. Sei que você não é mais um oficial, me desculpe por incomodar a sua paz, mas isso é uma ordem direta… Precisamos de suas habilidades uma última vez. O pagamento será generoso, mas eu não posso te dar mais detalhes agora, não é bom conversarmos aqui fora.


O Tolo e o Herói

E então a confusão estourou dentro do bar do vilarejo. Ivan, o tolo, foi arremessado com força pela janela do estabelecimento e logo em seguida foi enxotado por um homem parrudo, bonito e musculoso, cujo nome era Gaston.
Saru foi até o jovem caído e o acolheu, ajudando-o a se levantar. - Urgh… Muito obrigado… - Ivan agradeceu timidamente. O jovem estava encolhido, abraçando o próprio tórax como se estivesse protegendo algo muito importante. Sua face estava voltada para baixo, e, a sua insegurança era tamanha que nem sequer olhava para ninguém nos olhos.

Diego pediu para que Chloe tratasse as feridas do jovem Ivan, entretanto, o garoto segurou o casaco, mantendo-o fechado e por isso não foi possivel analisar seu ferimento. Depois, o capitão de cabelos alvos tomou o centro da discussão para si de maneira totalmente cordial ao pedir para o prefeito que Ivan se juntasse à eles para aproveitar a refeição. Em troca, Diego até ofereceu seu serviço para consertar a janela.

-Quem eu penso que sou? HaHaHa!! Eu sou Gaston, o homem que está tentando salvar essa vila da miséria.- Gaston estava sério e furioso, sendo assim, não é surpresa alguma dizer que ele não gostou nem um pouco da proposta de Diego - Cale-se, estrangeiro! Nossos assuntos não são de seu interesse, e nossa comida não é pra gente da sua laia!! - Respondeu ao cuspir mais uma vez no chão. Diego lhe respondeu sento tão rude quanto o mesmo, e Gaston não gostou nem um pouco de ouvir tamanha insolência. O caçador pulou pela janela para o lado de fora e encarou Diego pronto para socar a sua face. Diego também estava pronto para começar uma briga, mas Sifou se enfiou entre os dois machos alfas e estendeu os braços, exigindo um pouco de ponderação.

-Calma!! Calma! Não somos um bando de Bárbaros, então não vamos resolver as coisas com violência. Você me entendeu, Gaston? Agora vá pra dentro e deixe meus convidados em paz!!

Gaston resmungou algo inaudível antes de suspirar emburrado - Que seja, só não se metam nos assuntos de nosso povo - o homem estralou as vértebras de seu pescoço com um único movimento lateral, depois olhou com uma cara de poucos amigos para Diego - Seja bem vindo à Tequila Wolf, mas tome cuidado por onde anda. Essa terra não é feita para passarinhos de verão - E então ele retornou para o interior do bar, bufando de raiva e chutando o vento. Lá dentro, Gaston foi recebido por muitos aplausos e vibrações positivas.

-Me perdoem por isso - Sifou falou - Gaston é o grande herói dessa vila, ele é o melhor caçador que temos e por isso muitos aqui o admiram. Eu também sou muito grato ao trabalho que ele tem feito.

Ivan torceu a cara, como quem odiou ouvir o que acabou de escutar -Gaston é um imbecil sem respeito algum aos costumes de nossos ancestrais!

-Cale-se, Ivan!! - Pela primeira vez, Sifou estava furioso - Não vou aceitar que você fique dispersando suas ideias opositoras aos quatro ventos! Gaston está enchendo a dispensa do celeiro com carne de qualidade, ao contrário de você e seu tio! Agora, se quiser pode vir comer com a gente, não deixarei que encostem em você… Mas pare com esse papinho de preservação aos ursos, ou não poderei conter a ira da população!

Sem deixar de abraçar o tórax, Ivan encarou Sifou.

-Agradeço o convite e a preocupação, mas prefiro não voltar lá para dentro. - O jovem foi até Diego, Saru e Chloe e fez uma breve reverência de agradecimento. - Muito obrigado por me salvar daquele brutamontes… Olha, sei que não é muito, mas eu estou indo jantar na casa do meu tio, ele é um guarda florestal… Se quiserem vir comigo, certamente o meu tio vai recompensá-los pela ajuda…

Sifou olhou confuso para a tripulação.
-E ai, vocês vão para o bar comigo? Ou vão para a casa do tio do Ivan?

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Historico:





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Diego Kaminari
Estagiário




Livre Para Me Meter Aonde Eu Quiser






Eu acabei por obter mais informações sobre aquele lugar, faltava para os mesmos, mão de obra em suas plantações que no momento estariam fatalmente prejudicadas. Eu até entendo a necessidade de alimento e como esse sistema de caça pode ser importante, mas caçar apenas um animal não é uma boa ideia, afinal você afetara toda uma cadeia alimentar e isso pode gerar consequências catastróficas, mas vamos deixar esse assunto aguardando ao menos por enquanto. Pagar de galo para cima de mim não era uma boa ideia, e infelizmente ninguém contou isso para ele. As palavras do homem chegavam ao meu ouvido como uma boa piada e me fizeram rir, quem diz o que quer, ouve o que não quer... Dito isso, foi claro que o valentão não gostou nem um pouco de minha resposta e veio querer caçar briga, bem... Até aí todo como planejado e eu não iria abaixar a cabeça para ninguém, todavia por sorte dele o prefeito interviu e impediu o confronto.


- Eu sou livre para fazer o que bem entendo, e irei me meter nos assuntos que eu julgar justo me envolver. – Disse em resposta a umas das últimas frases do homem. – Não será uma merdinha como você que irá me dizer o que devo ou não fazer.


A conversa entre Ivan, que negou o tratamento de Chloe, e o prefeito, foi no mínimo curiosa. Havia mais coisas ali que eu não sabia, mas que era essencial saber. O menino aparentemente bate na tecla de costumes ancestrais e conservação dos ursos, mas o que tem de tão importante nisso para eles? Aquele garoto, apesar de ter sido educado, ainda era uma incógnita. Tendo isso em mente, o convite para acompanhá-lo foi uma oportunidade inegável, entre tudo não poderia rejeitar a companhia do prefeito... Mas espera, por que mesmo eu estou tão preocupado? Mal cheguei nessa ilha e tô querendo saber tudo que está acontecendo, acho que devo ter contraído o vírus deverus fofoquitos. Pensamentos brincalhões a parte, acabei por ter uma ideia.


Cheguei próximo de meu companheiro, Saru. Em seguida, disse de maneira baixa para que somente ele pudesse ouvir. – Saru, quero que vá com Ivan para esta cabana. Descubra tudo que conseguir sobre esses costumes ancestrais e proteção dos ursos, temos que saber todas as informações de ambos os lados, investigue o máximo que conseguir. – Falei e então voltei para o lado de minha amada irmã. – Fique tranquilo prefeito, iremos com você. Ivan agradeço o convite, mas havíamos sido convidados primeiro pelo senhor Sifou, no entanto, meu companheiro Saru gostaria muito de ir com você para cabana de seu tio. Estou certo, Saru?


Se Saru concordasse, iria então acompanhar o prefeito para dentro do bar e me ambientar sobre tudo que estaria acontecendo. Independente de qualquer coisa iria pegar uma bebida para mim e minha amada, tudo isso enquanto fico atento a informações que poderiam circular pelo bar. Se em algum momento eu tivesse tempo e oportunidade, perguntaria para o prefeito. - Senhor Sifou, porque Ivan esta tão em conflito com resto da cidade?





Histórico:



Resumo da Ficha:




Objetivos
● Pregar a Verdadeira Liberdade ( )

● Proficiência Briga ( )

● Proficiência Acrobacia ( )

● Tornar oficialmente um pirata (x)







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3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina Z0gvBYZ
Saru
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Saru
Pirata


O Perfeito Sifou ao ver o nosso interesse no que ele falava, ele começaria a contar mais sobre a vila, falando sobre a ecassez da comida, os campos de beterraba, e os caçadores, mas um dos problemas seria os defensores da Floresta.

“Defensores da Floresta?” eu fico imaginando caras fantasiados com simbolo de arvore no fato, sacudia minha cabeça “Não deve ser isso” .

Diego teria respondido sobre eu comentar de outro sujeito ser irmao, eu pararia para pensar na resposta dele – É faz sentido.
Sifou falava do sujeito e sobre codinome dele -Hm que inovador.

Perante a situaçao do bar, o cara destruidor de janelas respondia de forma rude e ainda cuspia no chao, parecia um lhama, mas o perfeito se metia entre ele e Diego para acalmar os animos, olhava para Diego e o perfeito.

-É… nós não somos barbaros, não vale a pena brigar com um idiota seria uma perda de tempo , apesar que ele não tem modos com convidados, o perfeito tem e nós tambem temos que ter modos.

O cara ficava ainda falando umas coisas “Que seja, só não se metam nos assuntos de nosso povo”-Polvo? Ele estalava o pescoço, se calhar teria dado um mao jeito no pescoço ao partir janelas, ouvia ele a dar as boas vindas e falar em pássaros de verao e retornava para dentro do bar.

-Passaros de verao? isso não fez sentido, não entendi o que são passaros de verao.

Com o retorno dele ao bar o perfeito pedia desculpas e contava sobre o caçador – Desculpas pelo que, não foi culpa sua. Logo em seguida começaria uma conversa interna entre o tal Ivan e o Perfeito eu olhava para um quando ele falava e olhava para o outro quando o outro falava, ficaria vendo os dois falndo um com o outro.

-Ok ok calma, vamos todos comer e por isso tudo de lado.
Ivan parecia não querer entrar, e faria um outro convite para ir na casa do tio dele jantar e ele falava sobre seu tio ser guarda florestal, eu imaginava um guarda com armadura verde e depois sacudia minha cabeça - Ok espera aqui um pouco entao, vamos beber algo e já voltamos e vamos ao seu tio ta.

Sifou perguntava se entravamos ou não -Vamos já. Dizia já me preparando para andar quando Diego chegaria perto e por alguma razao ele falaria baixo.
-QUEEEE? Ahh mas eu queria beber primeiro. Respondia para Diego.

Diego respondia ao Perfeito e logo em seguida falaria para Ivan “meu companheiro Saru gostaria muito de ir com você para cabana de seu tio. Estou certo, Saru?” Pegaria no Ivan -Certo vamos ivan me mostre o caminho.

Olharia para Diego e Chloe -Não arrumem confusão.

Assim que ele entrassem, eu chutava a neve -Droga espero que seu tio tenha bebida. Eu esperava Ivan mostrar o caminho e o seguia – Aquele Garchom, chutaria ele se não me servisse comida, lhama maldito Resmungava antes de começar a seguir Ivan.

Visando Ivan eu perguntaria – Afinal o que tu estavas a fazer, para terem te tirado do bar.


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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
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A enorme ponte lupina
parte 1.c - Um dia... uma história
Tequila havia mudado em muitos aspectos. Estava tão estranha e fria de uma forma que não conseguia explicar a ninguém; a injustiça comia solta naquele lugar e com isso meu coração tremeu entre o ódio e uma saudade tão estranha que doía um bocado.

Mal havia pisado na vila… não sabia qual era o posicionamento daquelas pessoas quanto aos revolucionários e muito menos se serviam aos homens daquela ponte maldita. Mas hora ou outra teria de averiguar sobre… mas voltando ao momento presente...

Gaston era uma pessoa completamente nojenta, isso era um fato constatado. Acho que estava criando uma espécie de radar para homens babaca, primeiro Theodore… agora ele? Tudo bem que eu sou magnífica em beleza, mas cara… tá difícil. E pra piorar, eu fui completamente ignorada naquela porra de conversa — O projeto de macho alfa falsificado! — vociferei querendo chamar a atenção de gaston para cima de mim — Você é tão bosta aqui dentro quanto qualquer galho seco em meio à neve. Então faz favor de abaixar a bolinha aí, posso estar longe, mas fui criada nessa ilha como qualquer um de vocês — ficava em silêncio após a interrupção do prefeito.

Porque mesmo que é dou atenção a esses babacas? — comentava sozinha. Estava dividida entre a curiosidade e a raiva agora. Queria entender mais o que estava acontecendo nos acontecendo desde que havia saído de Tequila Wolf.  Mesmo dividida, Diego teve uma ideia brilhante e poderíamos saber os dois lados da história, queria saber também se Terra e Jacobi estariam bem… ou se foram… melhor espantar os pensamentos.

Ao entrar no Bar junto a Diego, abriria o casaco revelando meus dotes mais… valiosos , sentaria de forma sensual em uma das mesas esperando apenas por Diego para que pudesse segurar sua mão e me sentir mais segura "PUTA que pariu… vai ser mais um Theodore na nossa vida… vão vendo… vai vendo" o pensamento preencheu meu corpo de pânico, se qualquer homem estranho viesse para cima falando alguma gracinha, receberia um sorriso e em seguida um belo chute para se distanciar.

Caso contrário iria aproveitar da boa companhia dos dois homens educados e quem sabe degustar das iguarias — Meu amor, muitas das coisas que aprendi na vida foram aqui em tequila. Principalmente aquele caldo que comemos mais cedo, porém eu adaptei um pouco ele. — queria soltar algo para que desse gatilhos de perguntas… se estávamos ali era para obter respostas.



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DA do Ineel
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3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina



Ao perambular pelas ruas da cidade nobre, não pude deixar de notar o alto contraste e a paisagem local, muitas lojas e variados aromas tomavam conta do ambiente nitidamente mostrando a qual casta tudo aquele pertencera.'' Se todos soubessem o que acontece no resto do País...'' - Refletia cabisbaixo, seguindo caminho até a loja de armas próxima onde fora extremamente bem recebido. - Fico contente por ter conhecido meu avô! No momento não tenho em mente um novo ofício.. A propósito, que belo protótipo em?! Irei levar. - Diria entregando o dinheiro requisitado sobre o balcão e logo partindo com o novo armamento ajeitando-o em meu cinto.



Ainda indeciso por onde iniciar minhas buscas, seria totalmente surpreendido pela abordagem de um de meus antigos colegas de trabalho e de turma, sujeito insuportável assim como todos daquele ano, porém era necessário manter o decoro pois afinal não poderia saber quando o mesmo teria algum grau de importância ou uso para minha vida ou futuros planos. - Opa! Como vai meu caro?! - Responderia, estendendo a mão e atendendo positivamente ao seu aperto de mão. - Entendo.. Estão me convocando então? Bom, de toda forma ainda sou um oficial da reserva, verei isso de imediato.. Mande lembranças para o resto da turma! Obrigado pelo aviso! - Complementaria após ouvir todo o caso de Reiner, e então me colocaria em direção ao quartel principal '' A fortaleza''.



Chegando a entrada da área militar exclusiva, logo me identificaria a guarda ou qualquer responsável do dia pela entrada e saída de civis e militares. - Como vai pessoal?! Tenente Von Krugger se apresentando, atualmente estou na reserva porém fui convocado a fortaleza a mando do General Bison, podem checar as credências por favor. - Indagaria a qualquer soldado ou responsável mostrando minha identificação do exército. Ao checarem e liberarem o caminho, aguardaria pela continência dos responsáveis em sinal de respeito pela minha graduação, respondendo o gesto militar com a mesma cordialidade e seguiria caminho, porém caso não o fizessem chamaria a atenção de todos. - Mas o quê é isso?! O Poste mija no cachorro agora? Cadê o reconhecimento de um oficial?! Empurra o chão ai guerreiro, quero 10 flexões de cada um.. Tsc! - Diria, levemente irritado, e então finalmente seguiria caminho em direção ao encontro com o General.



Me aproximando da seção do General Bison, bateria em sua porta educadamente em quanto me identificaria. - Tenente da reserva Von Kruger! Peço permissão para adentrar o recinto! - E tendo uma resposta positiva, adentraria e tomaria uma posição de sentido realizando uma continência ao general ou a qualquer superior graduado no mesmo ambiente, me mantendo na mesma posição em quanto não fosse dispensado as formalidades. - Me encontrei com o Tenente Tzaum agora a pouco e me fora dito que o senhor havia requisitado minha presença, em que posso ajudar senhor? - Indagaria.    






Objetivos:

Spoiler:





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~Fala NPC~
~Pensamento~
~Fala Eren~

Hannibal
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3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina Pppp
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POST

01


3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina
Lenore Granhiert




Hangover


- Harrrgg, que merda. –

Uma forte dor de cabeça faz Hannibal acordar, lentamente ele vai abrindo os olhos sem reconhecer o local onde estava, sua visão ainda turva tenta se acostumar a escuridão do local e ele então percebe que estava em um quarto, um quarto velho e sujo, ao tentar se levantar percebe que estava em uma cama, cama essa totalmente destruída e esparramada no chão por conta do seu enorme peso e quando se vira acaba jogando ao chão uma mulher que deitava sobre seu eito e então se lembra de onde estava.

- Ahh sim, agora lembrei. –

A mulher seria uma prostituta de um bordel bem vagabundo, ao tentar andar pelo quarto escuro acaba pisando e chutando algumas garrafas e barris de bebida enquanto coça a sua bunda e peito, ele estava fedendo a bebida e sexo, mas não se incomoda nem um pouco, apenas começa a caminhar em direção a saída enquanto pega suas roupas e vai se vestindo.

Ao abrir a porta a mesma da de cara com um corredor bem estreito para seu tamanho e se pergunta como passou por ali, com certa dificuldade vai se arrastando bem apertado pelas paredes até chegar na parte do bar para depois ir até a saída, passa sem falar nada com ninguém que possa estar no local indo em direção as ruas da cidade e andar sem rumo.



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ADICIONAIS :

PROFICIÊNCIAS:

Briga, Estratégia, Interrogatório, Sobrevivência, Ameaça

Qualidades:

Vigor, Corpulento, Força Titânica, Duro de matar, Prodígio, Mestre em Haki.

Defeitos

Exótico, Sob medida, Infame(Por ser uma pessoa violenta), Sadista, Cabeça quente, Obcecado(Brigar).

[spoiler="Histórico"]
Posts: 01
Ganhos: -N/A
Perdas: N/A
NPCs: N/A
Objetivo da Aventura: Virar Pirata.







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