Bem-vindo ao

All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

Últimos assuntos
Criação de AventurasOntem à(s) 11:33 pmporShioriII - Procura-se um BobôOntem à(s) 11:32 pmporShioriBad KarmaOntem à(s) 6:56 pmporMendoncaÚltimo Baile Antes da GuerraOntem à(s) 6:00 pmporMendoncaLolo BanditoOntem à(s) 4:41 pmporVrowkÉmile SixthornnOntem à(s) 12:13 pmporGrenyAlvorecerOntem à(s) 10:21 amporAuroraCaitlyn G.Ontem à(s) 7:49 amporAchilesCap. 6 - TerritorialOntem à(s) 12:30 amporDeepCausamortis I - Damnatio.Sab Fev 04, 2023 9:52 pmporShiori

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina

Página 4 de 5 Anterior  1, 2, 3, 4, 5  Seguinte
Shiori
Imagem :
3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 EEEWL0c
Créditos :
24
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t363-shiori-miyamoto#1109 https://www.allbluerpg.com/
Relembrando a primeira mensagem :



3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina


Diego Kaminari [Pirata], Chloe Kaminari [Pirata], Silver 'D Saru [Pirata], Eren Von Kruger [Civil]

Não possui narrador definido.
Fechada

_________________

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 YHVeK1M

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 VYrwji0

Subaé
Imagem :
3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Cantinho_foto
Créditos :
8
Localização :
Nos bares de então
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t354-subae?highlight=subaé https://www.allbluerpg.com/t2151-cabras-da-peste-vol-5-a-face-da-desordem
Subaé
Criador de Conteúdo


A liberdade que atravessa a Ponte Lupina - 08

Piratas vs Caçador

-TIO, POR FAVOR… SOBREVIVA!!! - O sangue de Erwin escorria pelo chão, deixando a neve tão vermelha quanto as vestes do caçador de recompensas. Ivan abraçava o seu tio desacordado, o garoto estava congelando de tanto medo e desespero. Sendo assim, Gaston não pensou duas vezes e ergueu seu irmão, colocando-o em seus ombros.

-Vamos logo, não podemos deixá-lo aqui!!

Entretanto, antes de dar mais um passo, outro tiro foi disparado, acertando o abdome de Gaston, que também caiu estatelado no chão.

-Kyahahaha!! Não pense que vou deixar você levar a minha caça embora!

Agora, Erwin e Gaston estavam caídos no chão enquanto sangravam sem parar. Ivan e o prefeito observavam tudo enquanto tremiam de medo. Infelizmente, nenhum dos dois era forte o suficiente para carregar os dois feridos.

Naquele instante, Saru e Diego avançaram juntos contra o Olhos de Águia, um correndo atrás do outro de maneira coreografada, como se um fosse a sombra do outro. Enquanto isso, Chloe se abrigava contra uma das árvores a fim de se proteger de possíveis disparos e ter um bom ponto de fogo. E assim o combate começou.

Observando o avanço dos lutadores, o caçador puxou uma bala vermelha de dentro do bolso de seu casaco e a engatilhou em sua pistola. Neste instante, Chloe disparou contra o mesmo, mas ele curvou a cabeça para o lado e se esquivou sem nenhuma dificuldade. Depois, ele esticou o seu braço e atirou contra o lutador e o espadachim que vinham em sua direção.

Bala Fragmentada:

Saru e Diego saltaram para o lado a fim de se esquivar daquele tiro, mas o problema é que aquele disparo não era um tiro comum. Assim que o gatilho foi apertado, a bala, ao ser disparada, se espatifou em inúmeros fragmentos e atingiu uma grande área à frente do caçador. Muitos troncos de árvores foram perfurados, assim como o braço esquerdo de Diego, e o braço esquerdo de Saru. Felizmente o tiro não pegou em cheio, mas os fragmentos feriram os lutadores e agora estavam cravados em seus corpos.

Sem se importar com os ferimentos, Diego e Saru rolaram no chão antes de se levantar e avançar contra seu inimigo mais uma vez. Enquanto isso, Chloe desferiu inúmeros disparos contra o mesmo a fim de atrapalhar a sua atenção. Van Hagst Fall, o olhos de águia, até tentou se esquivar como antes, mas um dos disparos de Chloe acertou o seu ombro. Esse foi o tempo suficiente para que Saru o alcançasse. Então Saru chutou com força o braço do pistoleiro, fazendo sua arma voar para o alto. Diego avançou como um lince, usando as árvores para impulsionar o seu salto, e então voou com a lâmina pronta para o abate.
Acontece, que, pouco antes de ser atingido, o caçador percebeu o risco que corria. Rapidamente, puxou uma cápsula negra com linhas vermelhas onduladas e a arremessou no chão, provocando uma explosão de fumaça carmesim com cheiro enjoativo.

Fumaça da Prisão Mental:

Quando a fumaça se desfez, Van Hagst estava olhando diretamente para chloe. O olhos de água estava de pé com a pistola em mãos, e ao seu lado estavam Diego e Saru, ambos em pé, mas imóveis.

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 SphericalLinedArachnid-max-1mb

-Dois já foram, agora só falta você Srta. Kaminari.


Treino com os lobos

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 755

-Levante e lute, seu moleque atrevido!!- a voz era familiar. Zeno estava sentado em cima de um dos galhos da grande árvore gigante da floresta. Sim, Saru poderia reconhecer muito bem aquele lugar, pois era a floresta Midway.

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Forest-butterfly

Ele estava no chão de uma clareira, rodeado por 5 lobos selvagens. -Eu sei que você dá conta Saru, pois um dia você vai se tornar o melhor dos almirantes que essa marinha já teve!!!

Orfanato

As toras de madeira que sustentavam o teto do orfanato começaram a estalar sonoramente por culpa do fogo. Desespero. Foi isso que aquelas crianças sentiram ao despertar abruptamente no meio da noite, iluminadas pelas labaredas ardentes que sentenciaram aquela habitação transformando-a em cinzas e carvão.

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Anime-fuego

As crianças corriam desenfreadamente rumo às escadas a fim de tentar escapar do fim iminente, mas Diego poderia se ver correndo na direção contrária, adentrando cada vez mais para as profundezas escaldantes da construção. Se ele olhasse para o seu corpo, notaria que não era mais um adulto forte e imponente. Agora ele era novamente uma criança fraca e preocupada. E como ele não seria? Afinal, sua irmã não estava no dormitório comum. Ele sabia que Chloe, sua amada irmã gêmea, costuma passar as noites acordada na biblioteca junto da madame Kinds. E era de lá que vinham os piores gritos de dor.

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Flame

-DIEGOOOO SOCORROOOOO!!!!!


O Ladrão-Rouxinol

-Então você aceita? Que Belezinha!! - o sorriso com cheiro de álcool do velho ficou ainda maior ao ouvir a resposta do gigante - Você é exatamente o que eu preciso, um guerreiro forte e astuto que não tem medo nem do Gaston!! Mas antes de te explicar sobre o serviço, acho melhor irmos para outro lugar. Venha, me siga!!

Então o velho começou a andar para fora da vila, indo para o leste - Sei que você é estrangeiro, e por isso você não deve saber, mas eu sou O melhor produtor de tequila desta ilha!! RoooSHiSHiSHiSHi!! - sua confiança era tamanha que transbordava a arrogância, ainda assim, ele realmente acreditava no que dizia - PRODUTOR DA MELHOR BEBIDA LOCAL!!  É por isso que os militares compram diretamente na minha mão! Eu estou indo fazer uma entrega em Chellbinsk, e é aí que você vai agir. Belezinha? Vamos roubar aqueles desgraçados bem debaixo do nariz deles!! - depois de muito andarem, os dois chegariam em uma carroça cheia de enormes barris, a mesma tinha quatro cavalos à disposição, prontos para carregar aquela carga toda.

-Devido a natureza de nossa missão, acho melhor não falar o meu nome verdadeiro. Enquanto isso você pode me chamar de Rouxinol, Belezinha? - Então Rouxinol subiu na carroça - Sobe aí, precisamos encontrar uma amiga antes do serviço! Belezinha?


Coruja

O cheiro ruim não era o suficiente para fazer Eren desistir de encontrar o insurgente. Mais do que isso, aquele cheiro só confirmava as suspeitas de outrora. Ao descer as escadas, se deparou com um homem que já parecia estar lhe esperando. Aproximou-se da mesa e se serviu ao sentar. Então, aproveitou para começar o interrogatório.

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Unknown

-Sim, eu sou aquele que seus superiores estão procurando. Entretanto, julgo não ser o único... - o olho do insurgente analisava todos os gestos e ações do ex-ex-tenente - …você não sabia disso né? Não me surpreende ver a alta patente escondendo informações de seus subordinados. O que mais será que ele não te contou? Você por acaso sabe o verdadeiro motivo destas buscas? Será que você sabe porque Ulglich entrou em quarentena?

O silêncio perdurou antes de que Eren voltasse a falar. Assim, ele contou parte de sua história, e perguntou o nome do insurgente.

-O meu nome? Abandonei ele faz anos por causa de seus companheiros, e agora você me pergunta se somos compatriotas… EU não tenho essa resposta agora, na verdade, isso depende de você. Mas eu até acredito em suas palavras, Eren. Como você deve imaginar, o exército não é o único que tem estado de olho em você… Eu, Coruja, também te observei desde o início, só esperando este momento.

Então, Eren pôde sentir o cano de uma pistola encostando em sua nuca - Parece que escolheu o recruta errado! Se você puxar essa pistola daí de dentro, eu te mato! - aquela era a voz de Connie.

Coruja olhou para Connie e acenou com a cabeça em elogio, depois voltou a olhar para os olhos de Eren - A muito tempo atrás, existiu um garoto que desejava partir ao mar e ser livre para viver inúmeras aventuras. Ele dizia que seu sonho era sair pelo mundo e coletar fragrâncias exóticas para a produção de perfumes incríveis. O problema é que ele deu azar de nascer na ponte, e sendo filho de dois escravos, ele também estava sentenciado a empenhar todos os seus dias na construção daquela vulgaridade narcisista. Sem tempo para sonhar, ele passou anos trabalhando como um condenado. Trabalhando em seus perfumes pobres apenas durante o tempo que tinha para descansar.
O tempo passou, e agora o garoto era um pai de família, e seu filho estava sentenciado ao mesmo destino que ele, sendo assim ele se empenhou em encontrar uma maneira de escapar e começou a organizar uma rebelião entre os prisioneiros, afinal, ele estava certo de que a morte seria melhor do que sentenciar uma nova vida. Foi quando a célula revolucionária tomou ciência da situação e contatou o perfumista, eles tinham um plano de fuga perfeito que não levantaria suspeitas. Em uma noite de eclipse os prisioneiros e os revolucionários  se encontraram para organizar os preparativos da fuga... Bem, existia um informante que vazou toda a informação. Os militares estavam de tocaia, e, enquanto a reunião acontecia, eles trancaram o galpão e incendiaram a estrutura enquanto todos clamavam e choravam por suas vidas. No final estavam todos mortos, todos espalhados pelo chão. Exceto por uma criança, o filho do perfumista, que guardou o ódio te tudo aquilo como herança, e a certeza de que aquela história não iria acabar ali.


Ao final da história, Coruja estava com o olho sem vida e com as mãos trêmulas. Pegou a garrafa e bebeu direto do gargalo - Você acha mesmo que qualquer filho desta terra poderia ir embora e apenas olhar para trás com tristeza? JAMAIS!  Nós, os verdadeiros filhos de Tequila Wolf, ficamos e resistimos até que o último caia! - Então, uma pressão começou a emanar do insurgente, fazendo centelhas de eletricidade correrem por seu corpo.

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 77ec220a957c415c3f81ec2e9312d5ba

- Eu estou de olho em você faz tempo. Não é comum um cara como você, com tanto futuro no exército, abandonar a patente e ficar atoa por ai...Eu sei que você também sente o cheiro de merda desse lugar… Então…Sim, eu vou te levar até os revolucionários… Mas não vai ser como um convidado, será como prisioneiro. Entregue suas armas e venha por bem, ou...



...................................................................................................................................................
3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Map_3
Historico:






_________________

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Trio3
Diego Kaminari
Imagem :
3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 U512dzI
Créditos :
9
Localização :
Rio de Janeiro
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t332-diego-kaminari https://www.allbluerpg.com/t2256-3-a-liberdade-que-atravessa-a-ponte-lupina#25154
Diego Kaminari
Estagiário




Pesadelo Revivido






Eu nunca pensei que sentiria isso em algum momento de minha vida, mas no momento em que Gaston levou um tiro, eu senti pena. De todos os momentos que esse cara poderia se foder, ele foi ficar incapacitado logo quando precisava dele para carregar o ferido para longe. Tudo bem, teremos plateia, logo comecei nossa estratégia de movimento. Saru e eu corríamos como se tivéssemos treinado a anos, era até bonito de se ver, todavia o homem armou sua pistola com uma munição diferente que não sabia o que fazia, ao menos pelos momentos inicias. Nossa esquiva foi perfeita, mas o plano considerava que o disparo utilizaria de uma munição comum ou a mesma que ele utilizou no tio de Ivan, entre tudo, a mesma era uma munição que se fragmentou no ar e acabou por acertar meu braço.


Como sempre digo, terei tempo para sentir dor após matar o cara, e nosso trabalho em equipe até que foi bem bonito de se ver. Chloe conseguiu acertar um tiro no ombro de nosso inimigo, Saru arremessou sua arma para cima, o que faltava era a minha finalização. Estava muito próximo, era o fim para ele, tal fato que o mesmo também percebeu e como recurso arremessou uma capsula ao chão, fazendo com que uma fumaça rubra com odor enjoativo se espalhasse. Aquele babaca quer me fazer vomitar no meio da batalha? Vou mostrar para aquele covarde aonde ele pode enfiar essa fumaça. Apesar de meus movimentos visarem sair da cortina escarlate, o que eu vi não foi a floresta, mas sim o meu quarto, não o meu quarto do navio, mas o quarto que eu dormia no... No orfanato.


Os gritos de sofrimento e pavor, a correria, as janelas trancadas... Minha mente estava turva, mas eu já tinha visto aquilo, eu já havia vivido aquele trágico dia, o dia que meu orfanato pegou fogo e eu acreditei haver perdido minha irmã. – Chloe! – Gritei com a voz mais fina que estranhei de inicio, eu sabia que ela não ficava no dormitório, mas onde ela estaria? Cozinha? Biblioteca? Corria pelos corredores para tentar encontrar minha gêmea, eu estava indo contra o fluxo, eu sentia o calor aumentando a cada passo, minha pele ardia e suplicava para se afastar daquilo, mas se eu estava assim... Minha irmã estaria em uma situação muito mais desesperadora! Comecei a chorar pensando que o pior poderia acontecer, mas não pararia, nunca! Foi quando escutei um grito vindo da Biblioteca.


- CHLOEEEE!!! – Gritei sentindo o desespero me consumir, o medo, a impotência ao olhar para meus braços fracos de uma criança imbecil que não possuía força alguma para salvar quem mais amava. Eu sabia como aquela história acabaria, foi nosso primeiro e ultimo beijo, foi a dor de minha vida que gerou anos de noites em claros e pesadelos que agora eu estava revivendo. Mas espera... Eu sabia o que aconteceria, pois isso já aconteceu. Sim, eu achei que minha irmã morreu nesse dia, mas ela sobreviveu e eu está comigo agora, essa merda de dia é so uma lembrança que me motiva a ficar cada vez mais forte para proteger minha família e para termos nossa liberdade de nos amar, isso é so uma ilusão, uma memória que nunca esquecerei, mas não significa... Que nunca vou superar! – AHHHH! – Gritei enquanto forçava minha mente turva a clarear e lembrar de tudo, tomava ciência que aquilo ali era uma ilusão e Chloe estaria sozinha enfrentando aquele desgraçado. – Eu preciso sair daqui! – Eu ignoraria os gritos e apenas sorriria, eu precisava sair e não sabia como, mas acredito que não adiantaria fazer a mesma coisa que fiz quando criança, pois teria apenas o mesmo resultado. Eu tentaria voltar pelo caminho e achar uma saída. - Espera, naquele dia eu saí pelos fundos da cozinha, o fogo abriu um buraco na parede. – Tendo isso em mente, tentaria ir para a cozinha para escapar daquele orfanato o mais rápido possível e torcia para que também saísse daquela ilusão, se não fosse possível, iria procurar outras saídas, janelas quebradas, buracos, qualquer rumo que me fizesse sair daquele inferno revivido.


Se por acaso conseguisse sair da ilusão, iria voltar com mais sangue nos olhos possível, aproveitando que provavelmente o homem pensaria que teria me derrubado. - Katto denryū! - Meu golpe visaria ser fatal, mas caso não fosse possível utilizaria da mesma técnica visando amputar suas mãos ou braços e por fim perfurar o mesmo com minha espada em diafragma. Se o homem me notasse ou resistisse a meu golpe eu iria usar de esquivas girando meu corpo sempre tentando contra-atacar com minha espada, se não fosse possível utilizaria de rolamentos para me agastar ou de saltos para poder visar alcançar algum ponto que sua guarda estava aberta e assim voltar a tentar executar meu plano de ataque.



3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 482351-bigthumbnail



- A diferença entre nós é que meu maior pesadelo estava apenas sendo revivido em minha mente, já o seu... Está bem aqui diante de você! – Diria para ele ficando ainda mais espada para então retirar a mesma e com um movimento certeiro, cortar a cabeça do caçador de recompensa. Tendo então decido tudo que iria fazer, apenas falaria.


- Aguente firme, Chloe... Eu já estou indo! – E tentaria pôr em prática meu plano.



Katto Denryu:


Histórico:


Resumo da Ficha:




Objetivos
● Pregar a Verdadeira Liberdade ( )

● Proficiência Briga ( )

● Proficiência Acrobacia ( )

● Tornar oficialmente um pirata (x)







_________________


3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Z0gvBYZ
Chloe Kaminari
Imagem :
Chloe Kaminari
Créditos :
23
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t374-chloe-kaminari#1140 https://www.allbluerpg.com/t1362-2-de-dawn-a-shells-uma-viagem-para-conhecimento#14003
Chloe Kaminari
Estagiário
De volta a realidade
A primeira de muitas recompensas
 Aquele ali era casca-grossa, isso eu tinha de admitir. E olha que era difícil eu admitir isso de outra pessoa; o cheiro do sangue que perfumava o ar seria um notório problema, animais selvagens logo seriam atraídos, mas quando achava que algo poderia dar certo… bang!
Um novo tiro daquele filha da puta acaba deixando os civis ainda mais feridos do que antes "Pelos Deuses marinhos…  Esses homens aqui só vão atrapalhar. Não posso curar ninguém sem a possibilidade de tomar uma bala na cabeça, não posso me aproximar… não sei o que ele esconde na s vestes ou naquela Bíblia… pera… a bíblia" ele parecia ser muito cuidadoso com aquele objeto e isso poderia ser ou não um adianto, mas quem sabe o que ele esconde ali?

Mesmo com os feridos, o movimento de Diego e saru era tão fluido que parecia dar certo, até aquele caçador usar algo que os paralisou e isso fez o sangue ferver — Ótimo… quando tudo parece bem… — falei baixo mesmo sabendo que o homem tinha total visão  de onde eu estava. Agora o enorme problema, eu tinha três  alternativas a seguir e nenhuma delas me agradava muito. Alternativa 1 : Lutar contra aquele caçador com o medo constante de acertar qualquer um dos 6 civis ali presentes. E sim… eram seis. Diego e Saru, que estavam paralisados pela fumaça adocicada, o prefeito, Babacon,  Ivan e seu tio que tinha uma enorme boceja no braço. Dado o conhecimento sobre o corpo humano… poderia julgar que seriam de duas horas pra menos até que ele morra por conta da perda de sangue. A extremidade estava muito danificada e isso poderia ser um problema enorme — Garoto… Ivan! Você precisa ser forte para esses dois ficarem vivos! — gritava em tom de ordem para que o garoto conseguisse entender a seriedade do problema. Joguei baixo minha bolsa na direção do mesmo com um sorriso  — Abre essa pelúcia,  dentro dela tem um kit de Primeiros socorros. Procura uma corda ou qualquer outra coisa e amarra próximo de onde o braço foi cortado! — mesmo ditando aquelas ordens, mantinha meus olhos na direção dos olhos de Águia, qualquer movimento do mesmo iria correr para longe dos civis e usar a árvore mais próxima de esconderijo.


PREFEITO! Pega gases e qualquer outro tecido limpo e pressiona contra a ferida do Gaston! — Berrava tentando chamar a atenção para as informações que sabia — Não sou apenas uma cozinheira! Sou uma aprendiz de médica e antes de tudo sou uma pirata! — Gritei por fim saindo de trás da árvore dando alguns tiros na direção do caçador a fim de chamar totalmente sua atenção para mim.

Caso ele viesse atrás de mim, usaria as árvores daquela floresta a meu favor. A cada dois tiros que desse em direção ao homem, iria me esconder e correr para longe, precisava manter uma distância segura para que as duas mocinhas voltassem a responder  — Que foi passarinho? — perguntaria detrás de uma das árvores — Achou que eu ia cair sem lutar? — perguntei tentando aguçar  a Audição  para qualquer movimentação feita.

Em caso de qualquer barulho vindo das minhas costas, iria correr para longe. Iria usar as árvores como cobertura, caso houvesse algum ponto onde a floresta estivesse mais escura, iria correr para aquela região e usar da visão no escuro para que conseguisse me guiar melhor, não sabia se o homem tinha a mesma habilidade, mas era uma chance no escuro que eu tinha de tentar.







legendas:

Objetivos:

Ficha Resumida:

Histórico:

Tag: Somewhere + Words: ... + Outfit: here

_________________

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Bc5w0lykuse71

Saru
Imagem :
3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 350x120
Créditos :
33
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t396-silver-d-saru#1193 https://www.allbluerpg.com/
Saru
Pirata


Tal como seria esperado ele iria tentar disparar contra nós, eu desviava para o lado para sair da linha de tiro dele, o que seria um sucesso, bom quero dizer 90% de um sucesso pois o tiro por alguma razão estourou no ar, e apesar de eu e diego termos desviado fragmentos voavam para todo lado e tanto eu e diego seriamos pegos no braço.
-Tch maldito. Eu sentia o ferimento causado, mas não pararia teria avançado e chutado o braço dele e sua arma voar, quando Diego tava prestes a atacar ele eu notava ele a pegar algo.

-Cuidado ele pegou algo. Dizia pouco antes de ele atirar no chao, o que me surpreendeu de certa forma porque pensava que ele iria atirar no Diego, o cheiro era meio enjoativo.

-Atchuuu. Espirrava me levantando e ficando sentado no chão.
-Que cheiro enjoativo, que porra foi essa seu maldito. Dizia olhando para o lado. -Hm? Cade todo mundo.

“-Levante e lute, seu moleque atrevido!!-“ Ouvia a voz do meu avo, olharia para cima e via ele em cima de um galho de uma grande arvore. – Oh oi, pera já já eu me levanto… Avooó o que estas a fazer aqui, e porque tu estas ai em cima, sai dai de cima que tu ainda cai dai.

Eu dizia acenando meu braço e acabaria notar que meu braço estaria bom -Hmm meu braço já não esta machucado, que estranho. Olharia para as arvores eu percebia a familiaridade daquele local daquele momento.
-Eu conheço este lugar, este momento isto é um dos teus treinos malditos, mas não faz sentido ia jurar que teria 3 lobos, ou eu confundi?. Dizia pensando um pouco e era entao que ao redor da clareira surgiam 3 lobos – E aqui estao eles. Mas ai surgiam mais 2 ao redor. – Hm afinal eram 5, devo ter contado errado.

“Meu braço ta bom, estou com o meu avó e estou na floresta de Midway, o que significa que estou em Dawn de novo, deve ter sido daquela fumaça, me colocou para dormir ou algo assim, deve ser um sonho ou alucinaçao.” Eu pensaria comigo mesmo sentando sobre o assundo.

- Vooó se tu tivesse dentro de uma ilusao ou sonhando por causa de um inimigo, o que tu faria?. Eu me questionava pensando alto.

“-Eu sei que você dá conta Saru, pois um dia você vai se tornar o melhor dos almirantes que essa marinha já teve!!!” A voz de Zeno me despertava dos pensamentos -Almirante, que coisa de Almirante o que, eu não vou ser marinheiro, muito chato, eu quero conhecer o mundo.

Eu me levantaria, e sacudia as minhas roupas -Bom lobinhos me desculpem mas não tenho tempo para vocês, mas se quizerem brigar tanto assim, eu vou dar um porradao em cada um de voces.

Esperaria ver quem avançaria primeiro, caso avançaria todos ao mesmo tempo contra mim, e pulassem para os 5 me morderem, eu pularia para que todos batessem uns nos outros e de cima eu daria um chute neles os 5 contra o chao.


Mas caso um avança-se primeiro para me atacar, eu me desviaria para o lado para ele passar direto, so que antes dele passar direto eu pegaria no rabo dele, e puxando eu usaria ele para bater no próximo ou próximos que viessem em minha direção, isso me livraria de 2 ou 3 pelo menos, mas ainda faltaria 2, esses 2 eu ia pulando me desviando de um lado para o outro para evitar as mordidas e garras deles, esperando o momento certo dos avanços dele eu pegaria num pelo pescoço, rodaria e atiraria contra a boca ou garras do outro para o mesmo atacar contra o lobo alheiro, se o lobo que iria atacar se levanta se, antes mesmo de dar ter de ele sacudir a cabeça para se recompor, eu já avançaria nele com um pulo e daria um socao na cabeça como se fosse um cascudo para dormir.

-Fica quieto e dorme. Mesmo que um deles tenta se levanta -se eu esperaria que o que fiz servisse de aviso -O que foi, querem levar mais, desapareçam daqui. Dizia com ar serio


Se ainda assim se um deles pula-se para tentar me morder apos meu aviso, eu rodaria me desviando do ataque, e durante o redopio, usaria a minha perna para chutar o lobo, mas eu continuaria o rotaçao forçando o lobo a ir junto e chutaria ele contra os outros ate uma arvore. -Eu mandei sairem daqui.

Se eles fossem embora ou so ficassem desacordados, eu olharia em volta -Hmm agora como eu acordo desta porra. Dizia coçando a cabeça. -Ahhhhh. Gritaria aborrecido com tudo.

Caso meu avo fala se algo sobre a marinha de novo eu logo respondia -Não começa com isso da marinha que eu estou a tentar a pensar, se tiveres algo a dizer de como eu voltar tudo bem, se so vai me dar sermao de marinha guarda para uma outra vez.

E voltaria me sentando no chão, desta vez eu fecharia os olhos um pouco e tentaria de algum jeito acordar de seja o que isto for, se isto for alguma ilusão ou sonho eu precisaria fazer a ligação de volta com o meu corpo ou seja la o que for, na verdade não sabia bem por onde começar mas tinha que ser por algum lado.

De inicio so pensaria “Vamos corpo se mexe, da um tapa nele pelo menos” mas aos poucos eu fui so respirando fundo e tentando de algum jeito voltar, todos lutadores já meditaram em algum ponto, ate mesmo eu, apesar que dormia em algumas das vezes que o fazia, mas talvez isso fosse um jeito de voltar.

Se isso realmente tivesse resultado e eu sentisse, meu corpo a mexer, meus dedos e conseguisse ouvir Van, Chloe e tudo o resto em volta, eu me manteria quieto e imovel, mesmo que Diego já estivesse se movendo, eu me mantinha quieto.
“Preciso esperar o momento certo, ele não deve estar a espera.”  Pensaria para comigo mesmo.

Me mantendo quieto eu tentaria pegar o Van perto de mim distraido com o Diego ou Chloe, assim que ele tivesse perto de mim, rapidamente usaria esse momento de distraçao e supressa, para segurar o braço dele para evitar que ele tente disparar, e levantaria meu pe para chutar a cabeça dele de lado bem forte, ao ponto de jogar ele voando pelo chao.

So me moveria em caso de perigo se fosse atirar em mim ou algo do genero, ai usaria o momento supresa para pular para o lado.




Histórico:
Ficha Resumida:
Objetivos:

_________________

Hannibal
Imagem :
3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Pppp
Créditos :
00
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/



POST

07


3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina
Hannibal




Proposta de trabalho




O sorriso do velho se abre ao perceber que Hannibal aceitou o serviço, o meio gigante é meio indiferente a tudo portanto não esboça reação só fica à espera do velho explicar qual é o maldito serviço, mas o mesmo prefere ir para um outro lugar e mesmo não entendendo o porque de tanto segredo o meio-gigante o segue em temer nada.

Os dois andam para fora da vila e enquanto caminhava o velho começa a falar algo sobre o melhor produtor de tequila da ilha – Isso é legal, mas exijo pagamento em dinheiro, não me venha com pagamento em produtos ou favores.

Em meio a comentários arrogantes que exaltam as próprias habilidades o velho da um pequeno spoiler sobre o serviço, parece que é algo sobre um roubo o que faz Hannibal questionar a sanidade do velho e de seu plano.

- Roubar debaixo do nariz de quem? Você já olhou para mim velho? Eu não sou exatamente uma pessoa discreta e não passo desapercebido nem mesmo se eu tentasse muito.

Mas parece que o velho estava confiante, depois de um bom tempo de caminhada os dois chegam a uma carroça com vários barris e o velho que por enquanto não queria revelar seu nome manda Hannibal subir na carroça par encontra uma tal amiga, Hannibal por sua vez fica alguns instantes olhando para o velho querendo saber se ele estava de sacanagem por mandar uma pessoa que do seu tamanho e peso subir em uma carroça, mas ele não estava a fim de discutir e simplesmente tentou subir no veiculo com suas 3 TONELADAS. Sobe pelo fundo ficando perto da carga que o único local que comportaria seu corpo.

- Vamos ver se essa carroça é mesmo forte

Caso o veículo realmente aguentasse o peso do meio-gigante ele então iria com o velho ao encontro da sua velha amiga, caso contrario teria que seguir andando seguindo o veículo de perto.




------------


ADICIONAIS :

PROFICIÊNCIAS:

Briga, Estratégia, Interrogatório, Sobrevivência, Ameaça

Qualidades:

Vigor, Corpulento, Força Titânica, Duro de matar, Prodígio, Mestre em Haki.

Defeitos

Exótico, Sob medida, Infame(Por ser uma pessoa violenta), Sadista, Cabeça quente, Obcecado(Brigar).

Histórico:







CRÉDITOS Roevs
DA do Ineel
Imagem :
3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Oie_animation
Créditos :
00
Localização :
East Bue - Tequila Wolf
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t2177-eren-von-kruger

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina




A traição de Connie fora um risco no qual não havia calculado  alterando totalmente a negociação a favor do rebelde, sem uma saída rápida para dar a volta por cima concordaria em ceder aos termos, mordendo os beiços em extrema revolta ainda sentindo o gosto da boa bebida que o rebelde me fornecera, me viraria momentaneamente para Connie encarando-o por alguns segundos em um grave olhar rancoroso buscando sugar toda a vitalidade de si, me virando novamente para o auto intitulado coruja logo em seguida com as duas mãos elevadas a cabeça simbolizando que não haveria resistência. - Não há necessidade de tal, pegue as armas e vamos, afinal estamos todos do mesmo lado não é mesmo?! - Diria, insinuando um leve sorriso ambíguo  para o rebelde.

 


Ao sair daquele buraco de rato fétido e asqueirozo, não pouparia adjetivos para expressar minha preocupação com a higiene do grupo revolucionário no qual seria levado ao encontro. - Por acaso vocês tem uma banheira? Eu preciso muito me banhar, sabe como é trabalhar com essa gente... Você sempre está se sentindo sujo. - Indagaria em quanto subiríamos, não deixando de dar uma boa olhada na face da anfitriã do estabelecimento uma última vez na tentativa de memorizar suas feições. '' Sua vaca, você planejou isso com todos eles não é?! Não ficará assim, de forma alguma!- Expressaria a frustração em meu consciente assim que a visse.




Me espantava a forma da qual a célula revolucionária decidira entrar em contato comigo, levantando meus alertas para que não fossem exatamente confiáveis como havia imaginado, cuidadosamente tentaria observar os principais locais que andaríamos para tirar proveito futuro de algo casso surgisse necessidade, também buscaria observar detalhadamente para onde levariam minhas armas e a todo momento curvaria o pescoço minimamente para me certificar onde estaria Connie. No entanto, caso cobrissem minha face dificultando minha capacidade de me localizar durante o percurso, ainda assim não resistiria, buscando usar da audição e demais sentidos corporais para tentar ouvir qualquer murmuro ou conversa ou sons das ruas que passaríamos.

 


Caso meus sequestradores enfrentassem problemas para transpassar a quarentena promovida pelo exército, de imediato faria uma sugestão para o grupo buscando testar a confiabilidade dos revolucionários mais uma vez. - Eu não teria problemas em furar o bloqueio, eu e connie podemos sair dos muros ou qualquer distrito e leva-lo conosco em uma hipotética sessão de interrogação especial que poderia requerer alguns métodos não muito convencionais que apenas o exército conhece, se é que me entende Sr Coruja... - Anunciaria a ideia, que caso fosse aprovada me permitiria voltar em posição de vantagem novamente por alguns minutos. Pórem caso negassem continuaria a negociar. - Se não fizerem isso começarei a gritar pelo socorro dos soldados. - Retrucaria em um tom mais sério e ameaçador.  E caso fosse posto em prática, deixaria meu próprio sinalizar em mãos dos responsáveis pela barreira. - Sou o Tenente Von Krugger, vamos interrogar esse sujeito fora dos muros da cidade, não permita que alguém nos siga para evitar más impressões para o exército se é que me entende. - Diria aos soldados em um tom irônico na última parte. - Caso não voltemos ao anoitecer mande uma patrulha nos encontrar e mostre esse sinalizar ao General Bison - Diria revelando assim o pulo do gato para meus sequestradores que não teriam escolhas a não ser garantir meu retorno.






[/color][/color]
Objetivos:




Spoiler:








Histórico de posts: 08



Contador de vício: 01/10








Legenda:
~Fala NPC~
~Pensamento~
~Fala Eren~




Subaé
Imagem :
3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Cantinho_foto
Créditos :
8
Localização :
Nos bares de então
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t354-subae?highlight=subaé https://www.allbluerpg.com/t2151-cabras-da-peste-vol-5-a-face-da-desordem
Subaé
Criador de Conteúdo


A liberdade que atravessa a Ponte Lupina - 09

Me salve

Diego se encontrava mais uma vez no dia mais traumático de sua vida, e por um momento ele até acreditou que isso era real, mas não demorou muito até entender que tudo aquilo se tratava de algum tipo de alucinação. Decidiu agir da maneira oposta que agiu na vez que tudo aconteceu, então mudou de direção e correu para a cozinha, por onde atravessou a porta que o levaria para o lado de fora. Entretanto, quando o fez, retornou para o cômodo inicial onde poderia ouvir os gritos agonizantes de sua irmã.

-ME SALVE, IRMÃO!!! POR FAVOR!!! EU PRECISO DE VOCÊ!!!

Sem se dar por vencido, Diego correu para a janela e pulou a mesma para sair do orfanato, mas ele foi parar no salão comunal, onde haviam muitas crianças mortas, queimando em cima do sofá. Então ele foi para a porta de entrada, mas foi parar no corredor do segundo andar, onde ouviu Chloe mais uma vez

-ME SALVE, IRMÃO!!! POR FAVOR!!!

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 PointlessGlaringFish-size_restricted

Conforme ele corria, mais o corredor parecia se estender, ou melhor dizendo, era como se ele estivesse correndo para trás contra sua própria vontade… o chão desmoronou, e então o garoto caiu com os escombros em cima das pernas de Chloe, que berrou ao ter seus pés esmagados. A garota chuva copiosamente, mas sorria enquanto olhava para o garoto.

-Diego… Não me deixe morrer… eu te amo…


Torne-se um Almirante!!

-Você por acaso já me viu cair de alguma árvore?? Acorda moleque, teu avô é foda!!

Então os lobos avançaram contra o jovem, mas ele não teve muitos problemas para cuidar das feras. Ao pular, duas bateram a cabeça e desmaiaram, já as outras apanharam ou foram feitas de porrete.

-Esse é meu garoto!! - Zeno respondeu feliz ao ver os lobos desacordados. Saru também entendeu a situação, e perguntou para o avô o que ele faria em seu lugar. - Eu nunca iria cair em uma ilusão barata!! Aceite ser um marinheiro como o seu avô e nunca mais você vai ter que se preocupar com isso, então vamos lá!!!

Entretanto, o garoto ignorou o treino de seu avô. Se sentou no chão e começou meditar na tentativa de conectar-se com seu corpo, mas sentiu um socão na cabeça que doeu muito. Foi o Zeno que bateu.

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Tumblr_mqcgvgaJjr1suph1ho1_500

-Tá maluco é?? Não é hora de descansar!! - Então deu um soco em Saru que o fez voar - Um marinheiro não tem tempo para descansar, e você precisa ser um marinheiro!!!


Escuro

A situação não era nem um pouco favorável para a Dama do Mar. Seus dois companheiros estavam paralisados por algum motivo, fora isso, os outros dois lutadores estavam gravemente feridos, e os dois que estavam bem eram uns inúteis. Sendo assim, optou em tentar tomar conta da situação, e, sem tirar os olhos de Van Hagst Fall, arremessou sua bolsa de peluche na direção de Ivan enquanto instruiu suas próximas ações. Ivan e o prefeito correram até a bolsa e começaram os tratamentos de primeiros socorros. OK, não era o melhor tratamento do mundo, mas era alguma coisa. Van Hasgt observava tudo enquanto ria com o canto da boca.

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Hellsing

-Acha que isso faz alguma diferença? Dentro de meia hora todos os cinco vão estar mortos… Só falta essa cadelinha aqui!!! - E então ele disparou cinco vezes contra Chloe, que rolou ao se esquivar e foi para trás da árvore mais próxima, usando-a como um escudo.

Ao final de seu discurso, Chloe correu para o canto mais escuro da floresta quando atirou contra o caçador, mas assim como antes, ele se esquivou sem nem precisar se mover muito. Inclinando o corpo apenas o necessário.

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 9ausjh

-Uhuu… Cozinheira, Médica, Pirata… Você pode ser tudo isso, mas olha como você age! KYAHAHAHAHA!!! VOCÊ É SÓ UMA PRESA!! - e então ele começou a correr atrás de Chloe - Não adianta tentar ganhar tempo, seus amigos jamais vão conseguir sair daquele transe, pois ninguém vai contra a própria natureza por vontade própria!!!!! E mesmo se conseguissem… Eles estariam quebrados por dentro!!

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 91730

Conforme Chloe corria para as profundezas da floresta, ela poderia notar alguns olhos vermelhos estampados nos troncos e galhos das árvores. Em uma primeira olhada, eles pareciam ser simples pinturas, mas observando mais atentamente era possível notar que as íris dos olhos procuravam por ela, e quando a encontravam, a seguiam para onde quer que fosse.

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 9OsU


Caminho sem volta

-Eu ainda não sei se nós realmente estamos do mesmo lado - falou o coruja ao recolher as armas de Eren - Mas seja como for, você acabou de me dar o seu voto de confiança…Não vou me esquecer disso. Agora vamos! - Ao dizer isso, uma fumaça começou a emanar do toquinho que ele tinha no lugar do pé, e então o membro decepado começou a regenerar lentamente, até que por fim ele estivesse totalmente recuperado.

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 216974

- Isso é nojento, né? - falou sorrindo - acredite, o gosto daquela fruta era mais nojento ainda…Eu comi a Suji Suji no mi e agora sou um homem músculo - Então ele se levantou e pegou três capuzes verdes, com gorros longos para ocultar a face daquele que o usar - Vocês dois, vistam os capuzes antes de partir. Ao sair vamos direto para os fundos, onde seguiremos pelos becos até o porto.

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Tumblr_mu29knsRAU1qfvyulo4_500

O grupo vestiu as capas verdes com o brasão de asas estampado nas costas, Então seguiram enfileirados: Primeiro o Coruja, depois Eren, e por último, Connie.

-Desculpe por apontar a arma para sua cabeça - falou o recruta - só estava sendo precavido.

-Calem-se, precisamos ser soturnos.

Assim que subiram as escadas, Eren notou que a mulher não se encontrava mais por lá. A loja estava vazia. Então o grupo saiu do estabelecimento e seguiu pelos becos sem que nenhum infortúnio os encontrasse pelo caminho. Chegando no porto, haviam muitos guardas revistando as embarcações e os civís, mas um em especial veio até eles. Eren poderia reconhecer o maldito de mais cedo… Era Reiner.

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Reiner-braun-aot

-Olá, Sr Tzaum - Coruja falou ao cumprimentá-lo cordialmente.

-Vejo que conseguiu entrar em contato com Kruger.

-Não conseguiria se você não tivesse feito a sua parte. Agora vamos logo antes que desconfiem.

-Sim senhor!

Então Reiner fingiu revistar os três encapuzados e em seguida os escoltou até um pequeno barco pesqueiro, onde os dois pescadores preguiçosos de mais cedo estavam.

-Olá senhores, tudo certo até a viagem para Sóchil?

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 B2b48776fccbb433351f587c44b2c5d45608ea04_hq

-Mas é claro mermão!! Sobe aí!!

O barco partiu sem demora, e a julgar pelo vento chegariam no vilarejo em menos de meia hora. Coruja foi até Eren e se sentou ao seu lado.

-Estamos indo encontrar uma companheira, seu codinome é Raposa. Depois da queda do 175º batalhão, foi ela quem nos reuniu. Estávamos derrotados outra vez, sem esperanças… Mas ela não desistiu, e é por causa dela que ainda estamos lutando - Coruja tirou a garrafa de rum de dentro de sua capa e a entregou para Eren -Toma, aceite como um sinal de boa fé - e aí ele puxou outra - não conta pra ninguém, mas roubei essas duas lá na dispensa do barco. HaHaHaHa!!

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 4zyx5ic9fyi91

Então ele bebeu alguns goles da sua garrafa e voltou a ficar sério - Foi a Raposa que nos mandou em sua busca… Não seria fácil atrair um ex-militar sem chamar a atenção. Por sorte temos alguns infiltrados no exército. O Sr. Tzaum mexeu alguns pauzinhos e fez o Bison te colocar no caso, mas você se engana se pensa que toda a quarentena é por minha causa... A verdade é que eles estão com medo da nossa cartada final!


Rapoza

-Pode ficar tranquilo, vou te pagar em dinheiro vivo!! Isto é, se a gente sair vivo, belezinha? E outra, não precisa ficar inseguro! Você é grandão, mas isso é EXATAMENTE o que precisamos para que o nosso plano furtivo dê certo!!

Para a surpresa do meio gigante, a carroça não só aguentou o seu peso, como também era devidamente espaçosa.

-Tá achando o quê cara!? Essa carroça foi feita por um grande e velho carpinteiro tritão, o melhor que eu já vi!! E os meus cavalos comem muito feijão!! por isso são tão fortes!!

Ok, sejamos sinceros. Os cavalos conseguiram puxar a carroça sim, mas eles fizeram isso com tanto esforço que mais pareciam que iam desmontar a qualquer momento. Mas surpreendentemente, eles fizeram todo o percurso sem reclamar ou parar para descansar. Nem mesmo depois de subir as grandes ladeiras que se dirigiam para mais acima dos sopés das montanhas centrais da ilha, que eram as mais altas de todas.

Depois de algum tempo de viagem, a carroça chegou em um pico muito alto onde o ar era bem rarefeito, o que poderia causar algum desconforto para Hannibal. Assim que a carroça foi “estacionada”, os cavalos se jogaram no chão com a língua para fora pois estavam muito cansados.

Rouxinol pulou para fora da carroça e, saltitando, guiou o gigante por entre as rochas até que chegaram em uma caverna humilde com um acampamento provisório montado. Lá havia uma mulher ruiva sentada ao lado da fogueira cozinhando alguma coisa.

-Estou de volta, Raposinha!!! E agora eu trouxe o que faltava para o nosso plano.

-É? Isso eu que vou dizer…

A mulher levantou e se aproximou enquanto analisava o gigante. Neste momento, Hannibal poderia ver que a Raposa era uma mulher linda que tinha a pele tão branca como a neve, seus cabelos ruivos eram curtos, na altura dos ombros, e seus olhos eram tão azuis quanto o mar. Suas vestes eram longos casacos grossos, o que indicava que ela estava acampando nas montanhas a muito tempo.

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Unknown

-Então você é o bravo guerreiro que vai nos servir de isca? Prazer em te conhecer! Eu sou a Raposa. Venha comer, acabei de preparar um ensopado de cogumelos com beterraba.


...................................................................................................................................................
3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Map_5
Historico:






_________________

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Trio3
Saru
Imagem :
3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 350x120
Créditos :
33
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t396-silver-d-saru#1193 https://www.allbluerpg.com/
Saru
Pirata


Eu bem falava para ele sair de cima da arvore que ainda caia, mas ele respondia.
-Você por acaso já me viu cair de alguma árvore?? Acorda moleque, teu avô é foda!!
Pensaria um pouco – Hm pensando aqui, teve aquela vez que os macacos deixaram casca de banana no chão, deve aquela vez que eu tentei fazer uma armadilha com uma corda para pegar um animal e peguei tu, e teve aquela vez que eu tentei pescar e peguei na tua perna, mas de uma arvore eu realmente nunca vi a cair não. Dizia me lembrando dos acontecimentos.

Não demoraria muito para lidar com os lobos, não teria tido muitos problemas com eles na verdade, e Zeno não ficava muito supreso na verdade ainda elogiava.
Ele teria ouvido ele a pensar alto sobre a ilusão, e ele falaria que nunca cairia numa ilusao, e que ser um marinheiro como ele nunca teria que me preocupar com isso.

Confuso estava, confuso teria ficado olhava para ele –O que ser marinheiro tem a ver com ser pego em ilusao, faz nem sentido , poderias dizer algo que fizesse sentido, algo util para eu sair daqui.

Teria ficado sentado no chao para tentar meditar, algo que meu avo tambem teria me ensinado, tentar encontrar uma saida mas do nada eu cascudo na cabeça.
-Ai aiii velho, para que diabos foi isso, eu não estou a descansar estou a meditar, tu que me falou lembra?.
Logo de imediato eu tomaria outro soco que me faria voar quase rebolando pelo chao ate bater numa arvore, apesar do soco e de bater numa arvore eu não teria dano quase nenhum, apenas a dor do soco.

Coçaria a cabeça enquanto tentaria me sentar no chao – Isso foi totalmente desnecessário, quase achei que acordaria, mas parece que isso não resulta.
Zeno falaria que Marinheiro não tem tempo para descansar, eu colocava dedo no ouvido e ficava tirando cera -Como eu pensei é chato, ainda bem que não sou marinheiro, deve ser entediante.
Ai olhava para meu dedo e via um tanto de cera e fazia uma bolinha  e atirava para o ar.
-Não quero. Dizia logo em seguida.
-Eu quero conhecer o mundo, as pessoas, as ilhas, as historias, a comida, quero conhecer tudo, e aposto que tem gente legal de brigar pelo mundo, festejar e beber tambem.
Dizia fazendo gestos de soquinho e de comemorar, logo apos isso eu suspirava e coçava a cabeça.

-Mas eu preciso de sair daqui e voltar, e tu poderias me ajudar dava jeito umas ideias ou concelhos, seja como for eu não tenho tempo para esses papo de Marinha.
Fecharia os olhos de novo para meditar, so que desta vez eu ficava meio que atento ao redor, e se meu avo tenta se me atacar eu desviaria no mesmo instante para o lado.
-Ahaa, sabia que ias tentar me bater de novo. Dizia apontando para ele.
-Olha memoria ou ilusao do vovo não quero brigar so quero acordar e sair daqui, e dar um chute naquele maldito, Olhos de Pombo, e se não me ajudares a sair daqui, vai ter noticia que o seu neto foi pego por um Olho de Pombo, já pensou nisso, tu me ensinou a enfrentar animais e a lutar mas não me ensinaste a acordar de seja o que isto for ou seja a culpa é tua também, então me ajuda. Dizia meio aborrecido com tudo.


-Entao por onde começamos? Dizia para o meu avó.

Caso ele tenta se me atacar de novo eu pularia para o lado, se ataca se de novo eu deviaria para o outro lado, de novo e de novo.
-Eu não quero brigar.

E na proxima investida de ataque eu desviaria para o lado e chutaria mesmo eu que ele coloca se o braço para defender o lado que eu ia dar o chute eu chutaria para jogar ele para longe igual ele me jogou quando me socou
-Eu falei que não quero BRIGAAAR..
Eu pousava o pé no chao e dava um suspiro de relaxamento como se fosse falar algo mais serio e verdadeiro.
- Apesar que isto é uma ilusao vovó, eu esperava que tu me ajuda se, sempre me ajudou seus ensinamentos e concelhos eu sempre ouvi eles, sempre contei com eles, mesmo sendo uma ilusão eu esperava que tu entendesse, eu tenho que voltar eu preciso voltar tem gente contando comigo, entao por favor puderias partilhar um pouco dos seus ensinamentos uma vez mais. Dizia meio que me abaixando um pouco para a frente ao fazer o pedido.




Histórico:
Ficha Resumida:
Objetivos:

_________________

Diego Kaminari
Imagem :
3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 U512dzI
Créditos :
9
Localização :
Rio de Janeiro
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t332-diego-kaminari https://www.allbluerpg.com/t2256-3-a-liberdade-que-atravessa-a-ponte-lupina#25154
Diego Kaminari
Estagiário




O Que Me Tornei










Não adianta nada que tentava, funcionava... O desespero começou a me corroer conforma a voz de Chloe ecoava em minha mente num eterno eco de angústia. – Nãooo!! – Eu pulava a janela e reaparecia dentro do orfanato em chamas. Corri para cozinha e apenas consegui voltar para o cômodo de início e os gritos continuavam, rapidamente me joguei pela janela, e me vi no salão comunal aonde meus amigos estavam carbonizados, mortos em meio a chamas que os consumiam, labaredas que lhes tiravam o futuro. Eu não aguento, o que devo fazer, eu preciso sair desse pesadelo! Quanto mais corria, mas parecia que o chão me arrastava de volta, até que tudo desmoronou e eu cai. Eu não tinha para aonde correr, eu tinha que reviver, eu tinha que aceitar... Eu tinha que vê-la. Ela estava diante de mim, gritando pela sua perna esmagada, exatamente como me lembro.


- Chloe...


Como queria ter sido forte, como queria poder ter a salvo... Como queria ter a força que tenho hoje para lutar e proteger quem amo. – Não vou te deixar morrer meu amor... – Rapidamente comecei a fazer força para levantar os escombros, mas apenas tive minhas mãos queimadas como daquela vez, eu não tinha força... Eu não era o que sou hoje! – Me desculpe, meu amor... Eu sou fraco... – Eu notei que não poderia salvá-la, mas não desisti de tentar e continuava fazendo força contra os escombros. Revivi tudo que passei após sua morte, toda dor, solidão, todo sofrimento, eu não queria viver aquilo novamente.


– Lembre-se do que você é...


Por quê? Por que esse pensamento? O que sou? Eu sou um pirata que viveu o inferno para poder me vingar daqueles que tiraram tudo de mim! Eu me fortaleci, eu treinei, sofri, tudo para fazê-los pegar e entregar o mundo a verdadeira liberdade que ele merece! Mas... espere... Parei de fazer força nas vigas e lagrimas começaram a escorrer diante da verdade que veio à tona para mim. Será que seria tudo que sou hoje caso tivesse salvo Chloe naquele dia? Eu teria meu bando, minha família, lembrei de cada momento engraçado e feliz que todos compartilhamos em nosso navio.


- Me desculpe, Chloe... - Foi meu passado e sofrimento que me tornaram o homem que sou hoje, foram minhas memórias, minhas cicatrizes que me fizeram seguir no caminho que me tornou feliz... - Mas, não posso... – Era difícil aceitar, me doía mais que tudo, mas para que eu fosse o que sou hoje, foi porque acreditei que minha irmã morreu naquele dia... Para ser forte e protegê-la agora eu tive que viver com sua ausência, tive que viver com seus gritos me atormentando e com a memória daquele primeiro e ultimo beijo, para ser o pirata que sou hoje eu precisava… – Chloe, me desculpe... Mas você precisa morrer! – Eu iria então pegar um pedaço de vidro ou qualquer coisa que fosse perfurante ou cortante. – Eu te amo, minha irmãzinha. – Por fim iria passar em sua garganta ou ficar em seu coração o objeto que tivesse conseguido. – Isso é necessário!







Eu estaria revivendo tudo que veio depois, todas humilhações, todos os dias dormindo na rua com que seria suas cinzas, toda fome, toda solidão, toda injustiça, a raiva me consumia de uma maneira que não conseguiria descrever em palavras... - Minha irmã teve que morrer para que eu pudesse fazê-la viver, NUNCA PERDOAREI QUEM TENTAR TIRAR ELA DE MIM!!!


Se eu conseguisse sair da ilusão, eu estaria com tanto ódio que meu corpo parecia ferver, me aproveitaria que o homem provavelmente pensaria que teria me derrubado e iria com tudo. Se o tivesse em vista usaria de um golpe em arco com toda minha força e velocidade para tentar amputar ambas as pernas do tal, logo em seguido daria um salto giratório visando desferir um segundo ataque para lhe cortas ambos os braços e pôr fim ao aterrissar diante do mesmo, fincar a espada em seu peito com um terceiro e ultimo golpe. Se o homem me notasse ou resistisse a meu golpe eu iria usar de esquivas girando meu corpo sempre tentando contra-atacar com minha espada, se não fosse possível utilizaria de rolamentos para me agastar ou de saltos para poder visar alcançar algum ponto que sua guarda estava aberta e assim voltar a tentar executar meu plano de ataque. Mas caso no fim meu objetivo fosse alcançado.



3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Devil-may-cry-21424



- Obrigado por me fazer lembrar do porquê estou aqui! A diferença entre nós é que meu maior pesadelo estava apenas sendo revivido em minha mente, já o seu... Está bem aqui diante de você! – Diria enquanto ficava ainda mais a espada em seu peito, depois disso iria tentar jogar o que restou do caçador de recompensa para direção de Chloe. – Finalize esse pedaço de merda, meu amor.


Se a luta tivesse se finalizado, eu iria em direção e minha irmã e a abraçaria fortemente enquanto o peso do meu corpo recairia sobre ela. – Me desculpa, não deixarei que ninguém te tire de mim novamente...


Se ainda conseguisse andar, iria então focar a atenção nos que precisavam, e voltaria a cidade carregando os feridos o mais rápido que conseguisse e tentaria buscar uma ajuda medica.




Ikari no Shirushi:


Histórico:


Resumo da Ficha:




Objetivos
● Pregar a Verdadeira Liberdade ( )

● Proficiência Briga ( )

● Proficiência Acrobacia ( )

● Tornar oficialmente um pirata (x)







_________________


3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Z0gvBYZ
Hannibal
Imagem :
3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Pppp
Créditos :
00
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/



POST

08


3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina
Hannibal




A raposa




O velho tenta tranquilizar Hannibal a respeito do pequeno trabalho furtivo, mas o meio gigante ainda fica meio desconfiado ele não tinha confiança quase nenhuma nas palavras do velho, mas por enquanto não tinha muitas alternativas, era isso ou desistir do serviço.

A carroça também aguenta bem o meio gigante e os cavalos conseguem puxar o mesmo o que gera bastante surpresa em no brigão que aproveita a viagem, ao final a carroça estava inteira, mas os cavalos nem tanto, pareciam que iriam morrer, apesar disso fizeram um excelente trabalho conseguindo carregar Hannibal até colina acima.

O lugar em que estavam o ar era bastante rarefeito, Hannibal chega a respirar com um pouco de dificuldade, mas nada que gere muito incomodo, apenas umas tosses e uma sensação de cansaço. O velho então leva Hannibal até uma caverna onde havia um pequeno acampamento e uma mulher ruiva nele, aquela com certeza deve ser a “amiga” pela qual se referiu anteriormente.

O velho então apresenta Hannibal e a mulher então se aproxima do meio gigante que percebe logo de cara a grande belezura que ela era animando um pouco o brigão que a cumprimenta amigavelmente, a situação muda quando ela se refere a ele como isca que faz Hannibal olhar para o velho com raiva.

“Filho da mãe”

- Sim eu sou o bravo guerreiro que vai servir de isca. – Diz Hannibal ainda olhando par ao velho enquanto se encaminha para se sentar junto com a Raposa e aproveitar o ensopado. Ele aproveita para olhar o corpo da mulher de cima a baixo de uma forma nem um pouco discreta enquanto imagina coisas obscenas que gostaria de fazer com ela.

- Então, como será exatamente o serviço? O que vamos roubar?

Hannibal espera uma explicação mais clara da mulher a respeito do plano e do que exatamente eles iram fazer já que Rouxinol demostrou ser uma pessoa pouco confiável.




------------


ADICIONAIS :

PROFICIÊNCIAS:

Briga, Estratégia, Interrogatório, Sobrevivência, Ameaça

Qualidades:

Vigor, Corpulento, Força Titânica, Duro de matar, Prodígio, Mestre em Haki.

Defeitos

Exótico, Sob medida, Infame(Por ser uma pessoa violenta), Sadista, Cabeça quente, Obcecado(Brigar).

Histórico:







CRÉDITOS Roevs
Chloe Kaminari
Imagem :
Chloe Kaminari
Créditos :
23
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t374-chloe-kaminari#1140 https://www.allbluerpg.com/t1362-2-de-dawn-a-shells-uma-viagem-para-conhecimento#14003
Chloe Kaminari
Estagiário
De volta a realidade
A primeira de muitas recompensas
 "eu ainda vou acabar com esse sorrisinho maldito" o pensamento foi tudo o que me ocorreu após todo o movimento espalhafatoso daquele maldito homem, tudo o que havia conseguido era sentir mãos e mais raiva. Minha mente mergulhou em um loop de memórias enquanto os olhos se fechavam por alguns segundos e tornavam a abrir.

O incêndio no orfanato, meu primeiro contato com os meninos do Bando, o momento que reencontrei Diego… era doces memórias, mas ao mesmo tempo eram as minhas memórias… junto com todos do 178°. As memórias que me davam força para seguir em frente e acabar com aqueles escravocratas malditos. — Não.  Eu não sou só uma presa garoto — tentando não demonstrar medo, seguia em direção  a escuridão da floresta a fim de mudar o ambiente da luta — Eu sou a presa que vai foder com a sua vida — tentava passar veracidade em todas as palavras que soltava. Aquele homem estava me irritando e se eu passasse do ponto seria um problema enorme — quebrados? Nenhum deles está quebrado seu maldito! — gritei abrindo os olhos e percebendo as enormes íris a meus redor, aquilo poderia ser uma habilidade do inimigo então todo cuidado agora era pouco. Voltaria a fechar meus olhos a fim de aguçar minha audição para que pudesse perceber todo o campo ao meu redor.

Não iria atirar de imediato enquanto andava, procuraria a todo o momento me manter por entre as árvores e nos curtos momentos que abrisse os olhos tentaria identificar pontos que pudesse correr. Era quase impossível? Sim, mas eu precisava tentar me afastar dos seis homens que aparentemente caíram mais rápido que merda no vaso. Se por algum motivo o olhos de águia atirasse, continuaria usando as árvores como escudo até não poder mais ao menos era esse o plano inicial.

Que foi olhos de águia? Tá com medo de uma mulher? — perguntei tentando identificar qualquer ponto de voz onde pudesse atirar — Vem pro x1 Franco. — minha intenção era irritar o máximo — ou será que a barra da saia da mamãe é mais confortável?
Eu precisava que ele cometesse algum erro para que pudesse virar o jogo. Se por algum motivo ele caísse nas provocações, iria ao máximo começar a rir de forma que o deixasse ainda mais puto, com isso, cas atirasse iria usar as árvores próximas como cobertura e atirar, tentando  sempre diminuir a distância entre nós dois a fim de conseguir um maior estrago pessoalmente.

Se ele não caísse nas provocações e ainda sim começasse a atirar, iria apenas usar as árvores de cobertura até pensar num plano melhor ou o mesmo ter de recarregar para que pudesse partir para cima.

Se em algum momento durante minha estratégia, Diego saísse do transe, iria obedecer a todas as ordens dadas pelo mesmo com um requinte de crueldade digno de um pirata.
legendas:

Objetivos:

Ficha Resumida:

Histórico:

Tag: Somewhere + Words: ... + Outfit: here

_________________

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Bc5w0lykuse71

DA do Ineel
Imagem :
3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Oie_animation
Créditos :
00
Localização :
East Bue - Tequila Wolf
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t2177-eren-von-kruger

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina




Todos haviam conspirado contra mim, em um pequeno lampejo coberto por uma neurose repentina nem mesmo minha sombra se tornava confiável, algo que me irritara completamente e me deixara a beira da perca do temperamento analítico e estratégico que fora minha marca durante toda a vida. '' Até você Tzaum?! Maldição!'' - Retorceria em meu consciente ao ouvir da boca do auto intitulado coruja os seus passos para me encontrar, embora aparentemente estivéssemos do mesmo lado, não ter o controle da situação não era de meu agrado. - Está certo, aceito! - Responderia ao rebelde em sua oferta pela bebida furtada saciando meus vícios, após alguns goles então, ofereceria novamente a bebida ao rebelde buscando expressar um gesto de confraternização. - Então, quem é a Raposa? Me parece alguém de extrema astúcia e bastante cuidadosa, certamente um ativo vital para a revolução. - Indagaria, mostrando bastante interesse em uma conversa com meu raptor rebelde, no entanto sempre atento para obeter qualquer informação ou detalhe útil que poderia ser utilizado futuramente.


Assim que a embarcação chegasse ao seu destino final mais uma vez aproveitaria para dar uma boa olhada ao redor na tentativa de identificar onde estávamos, em caso de minha capacidade de me auto localizar fosse neutralizada quando adentrássemos ao possível esconderijo revolucionário, ao menos teria um ponto de referência próximo. - Bom, então vamos lá.. - Anunciaria de forma calma e simplista ao me levantar e aguardar instruções de Coruja sobre o possível esperado encontro prometido, sempre sinalizando uma cooperação amigável para não levantar qualquer hostilidade ou necessidade de repressão por parte dos raptores, sorrindo e respondendo com clareza a qualquer cumprimento para que se sentissem a vontade com minha presença, e em quanto isso trabalharia pelas costas dos mesmos analisando e guardando qualquer informação ou detalhe. - Prazer, sou o Tenente Krugger do exército de Tequila, creio que tenho conhecimentos que beneficiariam a luta armada contra o governo e gostaria de compartilha-las já que não compactuo mais com a indóle de quem se submete ao governo mundial... - Responderia de pronto imediato caso fosse apresentado a algum superior de Coruja.




[/color]
Objetivos:





Spoiler:









Histórico de posts: 09




Contador de vício: 00/10









Legenda:
~Fala NPC~
~Pensamento~
~Fala Eren~





Subaé
Imagem :
3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Cantinho_foto
Créditos :
8
Localização :
Nos bares de então
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t354-subae?highlight=subaé https://www.allbluerpg.com/t2151-cabras-da-peste-vol-5-a-face-da-desordem
Subaé
Criador de Conteúdo


A liberdade que atravessa a Ponte Lupina - 10

A trilha que deixamos

Eren estava envolto em seus pensamentos. Revoltava-se em imaginar os planos e tramoias que todos sabiam, menos ele. Ainda assim, tudo era por um bem maior, afinal, provavelmente, todos estão do mesmo lado. Então ele bebeu e devolveu a garrafa para o Coruja, que recusou por já estar com outra.

-Hahaha! pode se aplicar nessa aí, eu já estou com a minha aqui…. - ele sorria enquanto olhava as nuvens cinzas que começavam a cobrir o entardecer - Então você acha que ela é cuidadosa? HaHaHaHaHa!! Raposa é uma mulher incrível que tem muitas qualidades, mas cuidado não é muito o forte dela. Na verdade, a ideia dos codinomes foi obra do Sapo… Ele sempre foi o mais sábio de todos nós… É uma pena que ele não esteja mais entre nós… - então ele bebeu mais um gole e se espreguiçou.

Connie se aproximou de Eren e depois de sentar ao seu lado deu dois tapinhas amigáveis em seu ombro - Bem vindo a cáusa, Sr. Ex-Ex-Ex- Tenente… HaHaHaHaHaHaHa!!! - ele tentou muito não rir, mas falar aquela patente em voz alta foi engraçado demais, tanto que até o coruja riu.

O coruja entregou sua garrafa para o careca e então falou ao se deitar - não sei quando vamos ter outra oportunidade de beber em paz assim novamente…

As ondas fortes faziam o pequeno barco balançar revoltosamente. Não de uma maneira perigosa, mas forte o suficiente para dar náuseas em marinheiros de primeira viagem - O mar está ficando forte - falou um dos pescadores - parece que vai chover pra caramba hoje de noite!

Felizmente o barco chegou ao seu destino antes de que começasse a chover. Lá estava o Vilarejo Sóchil, o lar de um povo humilde e pobre, cercado por plantações de beterraba. Se olhasse com atenção, Eren poderia notar uma pequena comoção de trabalhadores que estava sendo organizada por uma mulher alta e loira. Eles estavam a recolher os destroços de uma grande construção que estava aos pedaços.

-Ignore aquilo - falou o coruja apontando para as montanhas que ficavam ao norte da ilha - nosso destino é ali, agora é a parte que suas pernas pedem arrego.

E então o grupo seguiu - sem os pescadores - por uma trilha que adentrava o bosque do norte (que não é onde Diego Saru e Chloe estão) e ia direto para os sopés das montanhas, onde a trilha se tornava muito mais esguia, pois em alguns pontos do trajeto ela ficava entre pequenos vãos de pedra, já em outros, a trilha era feita de troncos enfiados na lateral das rochas altas. Eren poderia sentir que se desse um passo em falso, iria morrer, mas seguiu pela trilha até o fim.


Escute o velho

-Já falei mais de mil vezes seu moleque imbecil!! - Zeno falou ao dar mais um soco em seu neto, mas dessa vez, Saru se esquivou facilmente dos golpes do velho marinheiro.

-Você quer sair dessa “ilusão” - falou dobrando os dedos sarcasticamente - então seja um marinheiro!!! - e deu um cascudo em Saru.


A presa

- Uma presa que vai fuder minha vida?- a voz do caçador parecia vir de todos os lugares ao mesmo tempo, era como se sua voz ressoava também por aqueles olhos vermelhos - KYAHAHAHAHA!!! Ainda assim não passa de uma presa…um pouco  irritante, sim… Mas morrerá igual a todas as outras!

Chloe continuou correndo para as profundezas da floresta com os olhos fechados quando poderia ouvir algo interessante - Sua mamãe não te ensinou que correr com os olhos fechados é perigoso? Cuidado para não tropeçar…. - e então um vulto passou e o som de um disparo ecoou na frente de Chloe acertando sua coxa - … ops!

Daquele momento em diante, Chloe sabia a posição de seu alvo e se escondeu atrás dos troncos das árvores, o Caçador também tinha tais informações, e fez o mesmo. E então começou um tiroteio desses que gasta mais munição do que acerta alguém, pois ambos eram bons atiradores com sentidos aguçados. Resumindo, o tiroteio estava de igual pra igual.


Irmã

O jovem Kaminari não podia acreditar na loucura que estava revivendo. Mais uma vez Chloe estava sob os destroços daquele maldito incendio, sendo assim ele até pensou duas vezes, mas logo foi ao socorro de sua irmã, onde começou a reproduzir as mesmas lembranças fatídicas. Entretanto, sua consciência, aquela que sempre o julga, dessa vez o fez abrir seus olhos.

Então o garoto pegou uma faca de abrir cartas e cortou a garganta da irmã, que sorriu demoniacamente e o abraçou.

-VOCÊ AINDA É O MESMO, E SEMPRE VAI SER!!!

E então a garota começou a se dissolver em uma luz branca que tomou todo o local.


O fechar dos olhos

A luz começou a se desfazer, revelando o cenário de outrora onde Ivan estava acolhendo os feridos junto ao prefeito. Saru ainda estava paralisado enquanto Diego recobrar seus sentidos e podia sentir seu corpo formigando de tanta raiva.

-Sr. Kaminari - Falou o prefeito - Eles foram para lá!! - e apontou na direção de onde vinha o som dos disparos.

E então Diego avançou para o interior do bosque escuro indo na direção do caçador carmesim, atravessou a chuva de balas sem levar nenhum tiro (por sorte, não habilidade) e em um salto girou sua espada na direção das pernas de Van Hagst, que saltou para se esquivar, entretanto, ainda assim teve a perna direita cortada. O Caçador atirou com ambas as mãos contra Diego, que estava tão furioso que mesmo sendo acertado não interrompeu sua investida e conseguiu cortar seu braço esquerdo.

O caçador caiu no chão, e parecia estar totalmente vulnerável, mas antes que Diego estocasse a espada em seu peito, ele puxou uma granada e a estourou no chão, causando uma explosão de fumaça. Quando a fumaça se dissipou, ele já não estava mais lá no chão, na verdade, ele não estava em lugar nenhum. A poça de sangue no chão seguia até uma árvore que tinha um olho fluorescente pintado e então desaparecia.

-Canalhas… Não pensem que isso é um fim…  - a voz vinha dos olhos - …Eu vou voltar, e vou arrancar a cabeça de cada um de vocês, porquinhos…- e então os olhos se fecharam, e não voltaram a abrir mais.

No chão haviam alguns pertences que Van Hagst deixou para trás sem querer. Tratava-se de uma se suas pistolas, uma bolsa com 1.000.000 de Bellys, e um Den Den Mushi portátil.


O plano

A apresentação da Raposa fez Hannibal entender onde tinha se metido, lançou um olhar furioso para o velho Rouxinol que sorriu em retribuição. Depois, voltou novamente sua atenção para a mulher e assentiu concordando com todo aquele plano, até então desconhecido por ele.  

-Fico feliz que um estrangeiro simpatize com a nossa causa. - a ruiva falou sorrindo, ela agarrou o dedão do gigante com muita gentileza e o guiou até a fogueira. Lá ela serviu duas cuias de tamanho padrão, depois foi para dentro de sua barraca e trouxe uma cumbuca apropriada para o tamanho de Hannibal - Você deu sorte, eu ainda não tive coragem de jogar isso fora. Isso era do meu pai, mas ele virou uma vítima do exército. - e então ela serviu a sopa de cogumelos e entregou para o viajante.

Rouxinol foi correndo até a fogueira para apreciar a sopa, trazia consigo um pequeno barril de vodka, para ajudar o almoço a descer. Quanto todos estavam servidos, e comendo, o velho se pronunciou.

-E aí Raposinha? Você vai explicar o plano pra ele ou eu explico?

Ela sorriu timidamente e respondeu com uma confiança - Eu explicarei tudo quando o coruja chegar…

-O Corujinha está vindo para cá? Como você sabe?

-Reiner Tzaum me contatou a algum tempo.

-Isso significa que…

-Sim,Kruger está com ele.

Depois disso, todos ficaram em silêncio até que a refeição tivesse terminado. Mais um tempo se passou, e Rouxinol começou a ensaiar uma melodia super gostosa em seu alaúde.

Até que por fim, depois de quase uma hora, Coruja, Eren e Connie chegaram ao acampamento exaustos como os cavalos (que agora estavam bem descansados, hidratados e alimentados, pois Rouxinol é um bom dono).  

-Até que enfim vocês chegaram!! - Rouxinol falou ao interromper a melodia - Já tô agoniado aqui querendo contar o plano!!

-HaHaHa!! Pode contar tudo agora, meu velho amigo! - Coruja falou ao apertar a mão do velho - Estamos juntos mais uma vez. Como deve ser.

-Como deve ser! - todos repetiram de imediato, exceto Hannibal e Eren. Depois de servir a sopa para os recém chegados, a Raposa se sentou e estendeu a mão para Rouxinol.

-Explique o plano.

O velho se levantou e começou a se alongar por algum motivo inexplicável. Depois de algumas tosses para melhorar a voz ele começou a explicação

- O que nós vamos “roubar” hoje a noite, meus camaradas, serão pessoas!! Mas não me entendam mal, este “roubo” na verdade é um resgate! Iremos salvar dezenas de prisioneiros dos campos de concentração de Chellbinsk, mas também iremos roubar documentos importantes sobre a segurança da quarentena em Ulglich… - pausa dramática - … e o mais importante… Temos que cortar a comunicação deles com a capital, senão vamos morrer!! Então prestem muita atenção, porque isso é um plano de 3 etapas!

1º-  Eu vou vender uma carga de vodka para os militares de Chellbinsk hoje ao anoitecer, Mas dentro de alguns barris vão ter infiltrados ao invés de bebida. Os infiltrados serão o Coruja, Connie e Hannibal. Depois que vocês forem guardados no depósito, devem esperar “o sinal”.

2º- Enquanto eu estiver negociando a carga, Kruger irá dar um jeito de entrar na torre de comando e desativar o mushi principal que permite os soldados se comunicarem com a capital. Depois disso, ele irá disparar o sinalizador que está em seu cinto.

3º- Hannibal e o Coruja vão criar algum tumulto para chamar a atenção, enquanto isso Kruger e Connie irão libertar os prisioneiros e guiá-los até o leste, onde eu estarei com a carroça para trazê-los para aqui.

Alguma pergunta?



...................................................................................................................................................
3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Map_6
Historico:






_________________

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Trio3
Diego Kaminari
Imagem :
3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 U512dzI
Créditos :
9
Localização :
Rio de Janeiro
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t332-diego-kaminari https://www.allbluerpg.com/t2256-3-a-liberdade-que-atravessa-a-ponte-lupina#25154
Diego Kaminari
Estagiário




Novas Prioridades






Um abridor de cartas, foi isso que usei para cortar a garganta de Chloe. Seu sorriso diabólico me fez ter dúvidas sobre o que ela disse, afinal, seria algo ruim eu continuar sendo o mesmo? Abandonar e matar minha amada irmã quando ela estivesse em perigo? Será que aquela frase foi uma opnião que eu tenho de mim mesmo ou apenas a forma que a ilusão deu de criar meu maior autojulgamento? De qualquer forma, eu não acredito naquilo, eu não deixarei ninguém tirar ela de mim novamente, mesmo que isso custe meu corpo e minha vida.


A menina se tornou luz ao me abraçar e aquela mesma iluminação tomou conta de tudo e por fim, eu estava fora. Minha raiva fazia meu corpo pulsar e formigar, sentia fumaça saindo de minha pele e um calor grandioso dentro de mim. Ivan cuidava dos feridos juntamente ao prefeito, que logo me indicou a posição de minha imediata e o maldito caçador de recompensa. Eu estava com tanto ódio que nada me paria, nem a merda de uma chuva de balas. Avistei adiante meu alvo e saltei para arrancar-lhe as pernas, no entanto, sua esquiva me deu sucesso em amputar apenas uma delas. Em seguida, o homem atirou em mim com ambas as mãos, mas eu não iria parar. – EU VOU TE MATAR!! – Mais um golpe e arranquei um braço do mesmo, o desgraçado estava no chão... Pronto, agora é so apagar ele da existência. Todavia, o homem, que parecia acabado, estourou uma granada de fumaça e quando as coisas se normalizaram, ele não estava mais lá. O rastro de sangue levava a uma árvore que possuia um olho florescente pintado.


- Estarei te esperando para te transformar num cotoco completo e apagar sua existência miserável desse mundo... – Disse para o olho que logo se fechou e não mais abriu. Ao avistar os pertences deixados me aproximei e recostei numa árvore próxima, estava me sentido cansado, exausto. – Chloe, meu amor, você esta bem? – Notei haver levado um tiro no braço e outro no abdome. – Eu preciso de ajuda aqui... Quando puder... – Se a mulher se aproximasse e eu notasse estar ferida, minha ordem seria alterada. – Cuide-se primeiro, é uma ordem, depois se preocupa com o tio do Ivan e o Gaston, por último venha em mim.


Se as coisas do homem estivessem ao meu alcance iria checar cada uma delas, caso conseguisse, veria que foi deixado uma pistola que aparentemente era de boa qualidade. – Chloe vai fazer bom uso disso aqui. – Falaria para mim mesmo. Um pacote de dinheiro que após conta saberia se tratar de um milhão de Bellys e... O que era aquilo? Um Den Den Mushi?! Olhando aquele comunicador, apenas uma pergunta se fazia em minha mente, a quem ele conectava? Quem o mercenário costumava entrar em contato? Aquilo poderia ser bem útil em mãos corretas. Se minha irmã se aproximasse, começaria então falar e ela. – Meu amor... Me desculpe... Não vou permitir que ninguém mais te tire de mim. – Diria tentando colocar minhas mãos em seu rosto. – Olhe isso, presente para você. – Ao falar, entregaria a arma caso a mesma tivesse comigo, se eu não tivesse conseguido pegar os itens apenas iria apontar para ela com braço bom os itens deixados. Após isso daria o resto dos itens a ela com intuito da mesma guardar, após cuidar de meus ferimentos, claro.


Caso conseguisse me levantar iria então checar o estado dos dois feridos e os ajudaria a voltar para a vila se fosse possível, depois eu voltaria para buscar as madeiras. – Vamos pessoal, aguentem firme que logo estarão em casa. – Se fosse necessário usaria de minha força para carregar os dois, mesmo com um dos braços baleado acreditava em meu potencial para algo simples como duas pessoas. Caso não conseguisse, ou fosse mais rápido, iria usar um dos troncos para fazer duas macas de madeira de forma que ajudaria a arrastá-los pela neve como um treno, so que mais rígido e pesado, assim não iria sair escorregando numa descida. Tentaria puxar as macas até a vila o mais rápido que conseguisse. Na hipótese de eu conseguir chegar, iria então gritar por ajuda, vai que tinha algum médico por ali. Chloe havia dado os primeiros socorros, mas não teria como eu saber se precisariam de um tratamento mais profundo, e por isso a preocupação.




Histórico:


Resumo da Ficha:




Objetivos
● Pregar a Verdadeira Liberdade ( )

● Proficiência Briga ( )

● Proficiência Acrobacia ( )

● Tornar oficialmente um pirata (x)







_________________


3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 Z0gvBYZ
Saru
Imagem :
3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 4 350x120
Créditos :
33
Ver perfil do usuário https://www.allbluerpg.com/t396-silver-d-saru#1193 https://www.allbluerpg.com/
Saru
Pirata


Apos chutar Zeno, eu olhava para ele e pedia concelhos e ajuda mais uma vez, ele se aproximava calmamente ate mim.
“Ele não parece bravo, acho que não vai querer lutar, ainda bem.”

“-Já falei mais de mil vezes seu moleque imbecil!! –“

-Ta exagerando não foi tantas vezes assim, pera tu ta falando o que?.

Quando ele se aproximava ele levantava a mao para dar um soco, e eu desviava de novo, por estar de olho nele.

-Haha.. vovo falhou de novo. Ai eu sentia uma bicuda na canela, me fazendo abaixar para esfregar a minha canela -Aiii minha canela, isso não vale. Ai ele dava me um socao na cabeça igual um cascudo, ai eu não sabia se esfregava minha canela ou se esfregava minha cabeça, acabando esfregando os dois aos mesmo tempo com cada mao.

“Você quer sair dessa “ilusão”
-O que tu acha que estou a tentar fazer?
Eu via ele a dobrar os dedos de novo -Ihh medo, ta bom, ta bom  estou a ouvir.

“Então seja um marinheiro!!!” Ai ele me daria outro cascudo.
-Caralho, eu falei que estava a ouvir, porque me deu outro soco ta ficando surdo, velho doido.

Zeno olharia para mim, possivelmente ele não estaria a espera que eu quizesse ouvir ele.


Coçaria minha cabeça mais uma vez “Que ser marinheiro, ele sempre vem com isso, acho que não vou a lado nenhum se ficar aqui debatendo com ele sobre ser ou não marinheiro”


Ficava pensando um pouco comigo mesmo sobre tudo isto, eu queria sair desta ilusao, meu avo so me ajudaria se eu aceitasse ser um marinheiro, de certa forma parte da minha familia era marinha, minha mae e meu avo, mas meu pai não que seria o oposto e apesar que estou seguindo um caminho diferente da familia, creio que de certa forma não deixaria de ser parte de mim, tanto o lado do meu pai como da minha mae e meu avo, fazem parte de mim de uma maneira ou de outra, não teria como negar muito isso.

“Se ele diz que é único jeito, sendo ilusao ou não, ele não iria fazer algo contra mim, não desta forma, aceitar marinha é aceitar a familia, aceitar o caminho deles, aceitar essa parte da minha linhagem.”
Dava um leve sorriso -Creio que é isso entao, creio que preciso aceitar a parte da minha linhagem e respeitar o vosso caminho.

Me levantaria de volta e olharia para o meu avó e dava um sorriso -Tens razão Avó, faz sentido agora, ser marinheiro faz parte da minha linhagem e eu aceito ela, e como tal me ajude a sair daqui. Dizia colocando a mao no ombro dele, esperando ele fazer algo que me tirasse dali, ou acontecesse algo que me acorda-se.

                                            ……

Se eu despertasse da ilusão apos ter falado com o meu avó, eu ia abrindo os olhos aos poucos, sentindo o corpo, que inclusive eu sentia uma dorzinha no braço me sinalando que eu tinha ele magoado ainda o que confirmava que já teria saido da ilusao.
-Yayyy eu saiii. Dizia quase que festejando.

E se não tivesse ninguem por perto eu olharia em volta tentando ver alguem -Cade todo mundo, alo Chloe, Diego, velho da vodka… Ursos, foram embora e me deixaram aqui? Olhava para as arvores.

E logo em seguida olharia para o chão vendo o rastro de sangue e me lembraria do tiozao da vodka.
- Eles devem ter levado ele para o bar, apesar que não sei o que rolou, seja o que for eles devem ter ido para o bar de algum jeito.
Dito isso eu seguia caminho para voltar para o Bar para saber como o tio do Ivan estaria, esperando que chegando la eu me encontraria com todos.



Histórico:
Ficha Resumida:
Objetivos:

_________________