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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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Cabras da Peste, Vol 5 - A face da desordem

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Shiori
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Cabras da Peste, Vol 5 - A face da desordem


Subaé [Pirata]

Não possui narrador definido.
Aberta

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01: Ressaca sem fim



Acordei sem ter a mínima idéia de que horas eram. Estava no cesto da gávea, no alto do navio. Nu, abraçado com cinco garrafas vazias, e usando os destroços de um barril como travesseiro. Era uma posição extremamente desconfortável, mas não tinha forças para se importar com aquilo.

-Que tipo de merda aconteceu por aqui? - falei comigo mesmo em voz alta enquanto massageava o canto da cabeça. A dor de cabeça era imensa, meu estômago revirava-se como um louco inquieto, minha garganta estava seca, e, agora, meu maior infortúnio era não ter como matar a sede sem me levantar e ir para a cozinha. Sabem como é que é… “Se for beber, se hidrate”... Deveria ter pensado nisso durante os últimos dias.

Foram doze dias de pura farra enquanto viajávamos para onde o “Lognose” aponta. Um verdadeiro festival a céu aberto aconteceu, sobre as ondas. Mas agora, depois do fim de tanto festejo, sobraram apenas a vontade de morrer para não sentir a ressaca, e os que realmente cederam para tanta bebida.

Corpos para carregar depois da bebedeira? É assim que deve ser!

Sem me importar com minha nudez, saltei da gávea para o convés e fui para a cozinha. Lá, eu iria beber muita água. Depois, iria até o convés -MONOLISO!!!- gritei meu fiel e velho companheiro, meu imediato - os navios estão na rota certa? - perguntaria cambaleando. Observaria o Log para verificar o curso do navio e se fosse preciso, colocaria-o no rumo certo mais uma vez - Meu bom amigo, eu não me sinto tão bem… Acho que bebi dema…. urgh… pera… - E foi quando senti um refluxo. Corri até o batente do Lamento e dei uma boa vomitada - Ih rapaz, Lá se foi a minha janta… - Me voltei para o imediato mais uma vez - Não pergunte… Voltando ao assunto, mantenha o Lamento de Caronte no rumo certo. Pegue - E aí entregaria o Log para ele - Pelas minhas contas, Já devemos estar próximos da primeira ilha. Eu vou descansar mais um pouco. Me chame quando avistarem terra firme.

Por fim, após me hidratar, iria para meu aposento, destrancaria a porta e deixaria que meu corpo afundasse na cama -Aaah, eu tô feito um caco…. Acho que não vou beber assim nunca mais… - E ai eu iria dormir mais um pouco.

Caso mais alguém venha falar comigo, nada diria. Apenas mostraria a palma de minha mão fazendo um sinal de “me deixe em paz” e seguiria meu caminho para a minha cabine. Continuaria dormindo até que me chamassem, seja por terem avistado terra firme, ou por qualquer outro motivo. Caso me chamem, iria vestir apenas uma calça. Guardaria meus pertences mais importantes nos bolsos e iria para o convés.




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O sol a pino começava a demonstrar seus primeiros raios, mas não apenas eles se demonstravam presentes no convés do grande navio cangaceiro. A ressaca e os sintomas fortes faziam até mesmo o mais primoroso dos navegadores ter dificuldade para navegar, e não era diferente com o mink  - Capitão?- prontamente respondeu o imediato que, diferente dos demais, parecia ter um pouco mais de prudência e amor ao próprio fígado

-Mas capitão, foi o senhor que colocou os navios em rota. - o mink coçava a cabeça um tanto preocupado e sem entender o motivo das perguntas do caprino até melhor avaliar seu estado físico -Eu avisei para que mantivesse sua cabeça em ordem senhor, mas decidiu beber até a lua. - o mesmo observava com os olhos semicerrados a figura doente do capitão que mais parecia um doente terminal, e talvez fosse mesmo, mas o babuíno não sabia disso.

Com o balanço e a ressaca, todo o jantar e além que estava nas entranhas do caprino acabou indo embora " pelo menos nao foi no convés, seria bem difícil limpar isso agora" o pensamento desconhecido pelo capitão era escondido atrás de um rosto preocupado, sabendo o básico de navegação o homem cuidadosamente pegou o pose de seu capitão colocando-o no braço e apertando bem -Tudo bem capitão, tentarei manter as coisas em ordem por aqui. - Pouco a pouco outros tripulantes foram juntando seus cacos e seguindo o capitão até a cozinha, ou para seus aposentos para um maior descanso merecido, outros sequer levantaram. Monoliso, como bom e tenaz imediato balançou a cabeça em desaprovação, enquanto o caprino avançava, muitos tentavam o abordar, mas pela carranca, poucos chegaram perto e ainda receberam uma palma espalmada em sinal de resposta.

A normalidade foi tomando conta do navio, menos pelo capitão que ainda estava revirando-se pela hidratação medíocre que havia feito, até porque, convenhamos, doze dias de festa não seriam curados em uma golfada e um pouco de água. Haviam passado horas e o clima não era algo de se administrar, mas mesmo aquele caprino ja estava acostumado ao tempo estranho da GRANDE LINHA .


-CAPITÃO! - gritou monoliso esperando o homem aparecer ou apenas berrar em resposta -Nosso destino senhor!Terra a vista!-  gritou chamando a atenção de todos que parecia ansiosos por aquilo -TERRA À VISTA! -


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02: Uma ilha nova para se explorar




Estava babando, aproveitando o esplendor de meu maravilhoso sono, quando ouvi a voz fanhosa do símio gritando com toda a empolgação possível, o fato de ter avistado o ponto final de nossa primeira empreitada.

-TERRA A VISTA!- ele gritou.

Me levantei de imediato, saltando da cama como se a mesma estivesse em chamas. - O que? Mas já? - ainda sonolento, daria alguns tapas em minha face para despertar mais depressa. Iria até o guarda roupas e iria vestir apenas uma cueca velha com o borrão de bosta e uma calça esfarrapada, feito isso guardaria os menores pertences em meus bolsos. Os mais importantes, como os remédios, dinheiros e jóias, seriam guardados na minha cueca suja.

E então, seguiria contente para o convés.

-TERRA A VISTA?! CADÊ?! - iria correr até a fronte do navio. Ao passar por Monoliso não diria nada, apenas pegaria o lognose de sua mão, e, ao chegar na carranca da proa, me apoiaria na mesma com uma das mãos, de pé no batente e com o corpo suspenso, receberia todo o vento na cara. Com a outra mão, apenas segurava o lognose e meu chapéu de couro - Que maravilha! Uma terra distante que eu nunca vi na vida… ESTOU TÃO EMPOLGADO!! - Sei que meu sorriso é desdentado, mas naquele instante, nada poderia ser mais majestoso do que o mesmo.

Saltei do batente sem me soltar da carranca, então usei o eixo de minha mão para me impulsionar para cima. Fiz uma pirueta e caí novamente no convés. Levantei os punhos, puxei o ar, e ai gritei bem alto para que todos os infelizes presentes nos sete navios da frota pudessem me ouvir claramente - ACORDEM SEUS BUNDAS-MOLES!!! A GENTE JÁ CHEGOU!! TERRA A VISTA, CARALHOOOO!!!

Com o leme em mãos, direcionaria o Lamento de Caronte, o navio ponteiro da minha comitiva naval, e seguiríamos rumo à Masquerade. Entretanto, não me aproximaria do porto, afinal, somos piratas, e piratas nunca são bem recebidos em lugar nenhum.

Guiaria os navios da frota, contornando o litoral da ilha em busca de alguma praia abandonada ou pouco movimentada onde pudessemos ancorar. Ainda assim, existe a possibilidade de não existir nenhuma área assim, visto que Masquerade é rodeada por altos rochedos. Neste caso, iria largar o timão e olharia fixamente para Monoliso - Iremos ancorar aqui - diria. Então, olharia para o restante da tripulação - ERGAM AS VELAS E ABAIXEM AS  NCORAS!! UMA FROTA DESTE TAMANHO CERTAMENTE IRIA CHAMAR ATENÇÃO INDESEJADA, ENTÃO VAMOS EVITAR O PORTO PRINCIPAL!!

Olhando novamente para o macaco velho, pegaria o vivre card em meu bolso e entregaria para o mesmo - Pegue e fique de olho no papel. Eu vou me infiltrar na cidade para conseguir algumas informações sobre onde podemos conseguir abastecimento para o navio. Também pretendo beber alguma coisa e ver se existe algo que valha a pena ser saqueado. Se eu não voltar até amanhã, já sabe,né? Invadam a ilha e não deixem pedra sobre pedra… Para me achar é só seguir o papel.

Certamente, já estava pronto para adentrar a ilha, mas não iria sem antes chamar o meu bacuri -Ô ZUBAAA!! CADÊ VOCÊ MULEQUE?

Assim que avistasse o garoto, ficaria agachado para falar com o mesmo olhando em seus olhos - Estou indo explorar a cidade nova, quer vir comigo? - Se a resposta fosse afirmativa, iria agarrar o garoto pelo cachecol e daria um salto muito alto e veloz.


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Paso após passo, seguiria pulando pelos ares até sobrepassar os rochedos. Continuaria correndo pelos ares até avistar alguma rua movimentada, que é onde eu iria pousar graciosamente com o garoto em meu colo.

-UHUHUUUUU!!! - diria empolgado ao vislumbrar a arquitetura gótica - QUE CIDADE MAIS BONITA!!

E ai, seguiria pelas ruas em busca de um boteco. Observaria atentamente os grandes prédios em busca de letreiros que possam indicar uma grande fortuna acumulada em produtos.


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Ao longe a imponente ilha parecia muito mais assustadora e negra do que deveria, entretanto aquela parte do mundo era tão misteriosa que a cada ilha uma nova surpresa se revelava. O silêncio longo no caronte era algo assustador, diferente dos doze dias de festa anteriores, todos os olhos daquele convés estavam maravilhados.

Como todos chegaram tão rápido? A voz do capitão e o grito do imediato indicando a terra foram o suficiente para fazer com que até os mais bêbados tivessem uma esperança de voltar à sobriedade. As imponentes casas ao longe traziam um aspecto gótico a ilha, um grande castelo e outras construções adornavam o local, o porto era o local mais chamativo, cheio de navios belíssimos e abarrotados de maravilhas, mas a segurança também era elevada naquela parte da ilha. A comitiva, que já era observada, seguia rumo a um lugar longe dos holofotes dos seguranças, quase não conseguindo achar um local, o inteligente capitão conseguiu um pequeno afluente que seria o suficiente para que entrasse na ilha, ao menos a pé.

Velas erguidas e âncoras abaixadas, a tripulação trabalhava como um relógio completamente automático, sem muitos erros, a não ser por um ou outro marujo vomitando e cedendo a ressaca que se mostrava aos poucos - Aos que vomitaram, vocês vão limpar o vômito com suas línguas! - a voz de monoliso deixava alguns aflitos, outros sequer ligavam colocando os bofe pra fora sem pestanejar - É por isso que não bebo pro tantos dias seguidos…- Monoliso se aproximava do capitão com um sorriso já pegando o papel de suas mãos e o guardando no bolso -Pegue o que puder…- sua frase deixava bem claro que sabia o que fazer, mas naquele momento tinha outras coisas para se preocupar.

Zuba não havia atendido ao chamado do capitão, havia dormido um pouco demais por conta da bebida e aquilo seria um problema, já que o tempo que perdiam naquele lugar era muito maior e perigoso do que outras ilhas nos blues - Ele está dormindo, Subaé. Vá na frente, eu mando ele lhe achar. - Monoliso comentava sem olhar para o capitão, caso olhasse, Subaé notaria que havia certa aflição na voz do macaco, bem como nos outros. Odiavam ter que esperar, mas as ordens eram expressas e todas obedeceriam sem pensar duas vezes.

A cidade parecia chamar pelo capitão, a arquitetura belíssima, mesmo a distância poderia encantar os mais inesperados. Com um toque suave, quase empurrando o homem para fora, o imediato tentava encorajar o capitão -Vai, Aqui ficamos seguros. Apesar da pouca comida, estamos numa ilha, podemos tentar pescar… mas volte capitão.-

- Fale por você, velho macaco- zuba surgia preparado para seguir com o capitão, seus olhos avermelhados pela noite mal dormida era o suficiente para demonstrar que estava puto da vida com todos os gritos e ordens daquele convés- Mas que porra, porque não leva o macaco com você?-  o garoto revirou os olhos mas acabou esboçando um sorrisinho ao ouvir sobre explorar a ilha -- Vamos logo! -  A dupla conseguiu seguir sem muitos problemas, saltando calmamente pelo  ar acima dos rochedos, mas até mesmo aquilo chamou a atenção.

Era muito fácil ver as ruas movimentadas, pessoas com roupas pomposas e delicadas, joias e algo muito diferente. Máscaras. Ao pousar na cidade movimentada, as pessoas se assustaram afastando-se de onde a dupla. Algumas olhavam admiradas para o rosto de subaé, outras tapava o nariz de forma discreta onde corriam para longe - ih coroa, acho que você fez merda. - O garoto comentou dando de ombros seguindo junto ao cabrito para uma placa enorme com letras em belíssima grafia onde havia escrito “Boteco”.



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03: Tudo outra vez



Aquela era uma bela cidade. Sua arquitetura era bem peculiar e gótica e isso aumentava a minha vontade de beber. Talvez um vinho seja a melhor opção para esse tipo de cenário…

Estava pronto para partir sem o Zuba quando ele apareceu com os olhos cheios de remela, reclamando sobre a vida e balbuciando asneiras - Eu não levo ele por que meu filho é você, oras bolas! Agora se apronte de uma vez e simbora!!

Agarrei o mesmo pelo cachecol e saltei por cima dos rochedos, evitando o porto principal. Sei que deixei meus homens para trás, mas sei que eles são fortões então ficarão bem. E para todos os casos, o velho Monoliso tem o meu vivre card, então, saberão onde me encontrar se for preciso.

Quando pousei no meio da rua pude notar que a maioria das pessoas trajavam roupas luxuosas, e, todas usavam máscaras.

-Uau!! Será que viemos parar em outro festival? - perguntei inocentemente para Zuba, entretanto, a julgar pela expressão aflita que todos faziam ao me ver, o garoto já argumentou intuindo que eu havia feito alguma merda.

-Como é que eu fiz alguma merda se a gente literalmente acabou de chegar? EU acho é que eles reconheceram o grande comandante de frota Subaé e por isso estão desse jeito ai. Sabe filho, o seu pai é um cara muito fodão! Veja como eles temem o “cabra da peste”.

Nem foi preciso procurar, pois, bem perto de onde eu estava havia um estabelecimento com o letreiro que dizia “Boteco”. Acho que devo ter algum tipo de sexto sentido, porque até sem querer eu encontro os botecos muito facilmente. - Bora guri! - falei ao dar um tapa em sua nuca. Seguiria caminhando pomposamente até o tal boteco e abriria a porta suavemente, empurrando-a com a minha mão. Então, seguiria até o balcão e apoiaria meu corpo no mesmo, cruzando os braços. Puxaria uma moeda de dentro das vestes e bateria a mesma na madeira do balcão repetidas vezes.

-ô de casa! Me traga o seu melhor goró! - recolheria a bebida se fosse entregue e depois de sentir seu cheiro, pegaria um comprimido canábico e beberia tudo em um só gole - Vem cá mermão, que ilha doida é essa? e por que diabos todo mundo tá de máscara?? O carnaval já começou e eu não soube?

Caso o barista seja cordial e responda às minhas perguntas, iria pedir mais uma bebida - Me dê outra por favor. E traga uma para o garoto também. Mas e aí, me diga. Onde é que um viajante pode conseguir mantimentos e madeira por aqui?






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Masquerade era uma ilha com certas peculiaridades e bem, o caprino não sabia disso. Dentre todas as formas de se entrar na cidade ele optou pela pior de todas, chamar atenção enquanto saltava pelo ar fazendo uso da sua habilidade aprendida anteriormente. As nuvens cobriam o céu, porém, era possível ver os raios do astro rei perfurando-as e iluminando o ambiente, que por sinal, estava frio, diferente do clube vivido por ele anteriormente, principalmente na época do denso calor em Petra Yuni - Que merda de cidade é essa? - Resmungou Zuba assim que chegou em solo, vendo que todos os transeuntes utilizavam máscaras que cobriam seus rostos e roupas densas que deixavam seus corpos quentes - Essa cidade é horrível. - Resmungou novamente olhando ao redor e se deparando pela aquela “vibe” gótica e um tanto quanto arcaica, mesmo que em suma, o lugar fosse bem urbanizado.

Construções feitas de concreto e blocos espessos, semelhantes a castelos e construções retratadas nas antigas histórias. Pessoas com vestimentas que pareciam terem saído de um livro antigo, mas, que tinham a finesse necessária para se equiparar com a moda atual, era algo um tanto quanto controverso, estranho e que carregava uma beleza singular - Esperem! Eles estão sem máscaras! Chamem as forças. - Foi possível para Subaé ouvir as palavras que voavam da boca de um dos civis que estavam próximos, não tão próximos, afinal, se afastaram com a súbita chegada do capitão pirata. O selvagem já estava acostumado com olhares assustados voando em sua direção, ele já vivenciava aquele preconceito desde muito cedo, mas ainda sim, talvez, pudesse parecer estranho.

De qualquer forma, eles não demoravam para caminhar pelo ambiente em passos lentos e tranquilos, indo em direção a um estabelecimento com letreiro dizendo “Boteco”, algo bem atípico para uma cidade como Masquerade. O interior do ambiente era quente, uma pequena lareira se mostrava presente em uma das extremidades, um balcão de madeira maciça com algumas máscaras entalhadas dava complemento ao lugar, que também contava com algumas cadeiras e mesas dispostas pelo grande salão. Ao entrarem do lugar e pedir pelo “goró”, o capitão notou que os olhares dos mascarados caíam em seus ombros, era de fato uma sensação estranha, era como se o caprino fosse um animal em um zoológico, algo raro - V-Você precisa sair daqui agora! - Gritou o pequeno senhor calvo, de óculos arredondados e uma máscara totalmente branca - Saíam! Saíam agora! - Gritou enquanto jogou o pano branco em seu ombro, levando ambas as mãos na altura da lombar e desatando o nó que prendia seu avental - Você está querendo morrer? - Disse o jovem em um tom raivoso, com uma expressão de poucos amigos estampada em seu rosto.

O funcionário do lugar deu dois passos para trás, suas pernas tremiam e sua voz parecia ter sumido. Ele não pensou duas vezes e então se virou, pegando dois pequenos copos e enchendo com o líquido quente de teor alcóolico, empurrando com cautela pelo balcão - Embora! Vão embora! - Gritou novamente apontando em direção a saída, sua voz tremelicava – assim como seu corpo. Subaé notou que os clientes rapidamente saíram do lugar, era como se a entrada do capitão decretasse o caos ou talvez era simplesmente medo do pirata em ascensão? De qualquer forma, nenhuma resposta seria dada pelo homem, que se afastava mais alguns passos atrás chegar próximo a porta que dava acesso a cozinha, local que eles conseguiam ver do ponto onde estavam, por uma pequena janela aberta – por onde outros funcionários colocavam os pratos para serem entregues nas mesas. O caprino conseguia ver duas mulheres no interior da cozinha e três homens, todos com máscaras – brancas com pequenas listras amarelas - Que loucura é essa, pai? - Bradou Zuba um tanto quanto confuso.



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04: Povinho estranho



-Eita, moleque! Acordou virado hoje né? - perguntei ao dar outro tapinha leve em sua nuca - Não parou de reclamar desde que acordou. E outra, essa cidade não é de todo mal. Esse ar frio é uma delícia então trate de aproveitar o passeio!

Quando chegamos no boteco, mais um monte de pessoas se assombrou com a minha presença. Aquela cena arrancou um sorriso de meu rosto. Me aproximei do balcão e chamei o velhote.

O velho calvo não era nem um pouco educado. Já chegou me enxotando do lugar, mas logo em seguida parece que o Zuba fez ele reconhecer o seu lugar. Ver o garoto botar medo em alguém me fez sorrir. O velho então serviu as doses que eu pedi, mas continuou repetindo a mesma baboseira de antes.

-Calma aê mermão! Eu vou mesmo embora dessa espelunca de merda! - respondi ao chutar a mesa mais próxima com toda a força e raiva que havia em meu corpo. - E NÃO OU PAGAR NEM UM TUSTÃO!!!

Todos pareciam estar fugindo de mim, até o próprio balconista, visto que ele foi pra dentro da cozinha. Zuba comentou sobre tudo aquilo parecer uma loucura, então apenas apertei o seu ombro e sorri.

-Isso aí, meu filho, é o respeito que um cangaceiro de qualidade impõe por onde passa! Perceba que nem mesmo o tempo que fiquei inativo abalou a minha reputação! ZeBeBeBeBeBeBe!! É isso aí filhão, o seu coroa é um cabra incrível!!

Aproveitando o silêncio que se fez com a saída do balconista resmungão, eu iria puxar Zuba até o balcão. Saltaria para o outro lado e começaria a preparar umas misturar muito doidas de três tipos de bebidas diferentes, tudo isso em um grande canecão - vai querer também?

Se por acaso surgisse alguém que tente me atacar, seja o balconista ou qualquer outra pessoa, eu iria inclinar o corpo para o lado a fim de me esquivar, e, se fosse necessário, iria saltar também. Logo após me esquivar, iria usar as garrafas em minhas mãos para golpear a cabeça do atacante (de cima para baixo), fazendo sua cara se inclinar para baixo. Nesse momento eu iria dar um coice em sua face.
Caso o atacante esteja com armas de fogo, eu iria puxar Zuba para trás do balcão para que ele não acabe recebendo nenhum tiro. Iria me proteger atrás de algum obstáculo (como caixotes, balção ou armários) e iria aguardar o momento que o mesmo fosse recarregar a arma. Tendo a oportunidade, avançaria contra o mesmo sempre atento para me esquivar de possíveis golpes ou tiros, e, quando chegasse perto, iria me jogar no chão e iria rolar para atingir sua retaguarda. Esticaria meu dedo indicador e em um rápido movimento, iria enfiar o dedo no toba do oponente.

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-Shigan!!!

Se fosse houvesse uma mesa de madeira macissa, iria virála no chão para usá-la como escudo ou barricada.

-Quem que são ocês e o que é que cês querem? seus tabacudos de merda!!






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- Não sei, só acordei estressado. - Comentou o jovem Zuba enquanto a clientela saía as pressas do ambientes, ouvindo também as palavras do seu pai que estava meio puto, já que não havia conseguido as informações e não tinha recebido um tratamento digno, no entanto, aquilo ainda sim o deixava feliz, pelo menos em partes - Ainda sim é muito estranho eles usarem máscara, será que é alguma festa mesmo? Todos estão se preparando para ela? Um evento cultural do lugar? - Comentava algumas das suas teorias, vendo que as figuras na cozinha trancavam a porta e desciam uma pequena janela de madeira, para impedir a visão do recinto lá atrás - Quero não. - Finalizou o filho do Cabra.

Subaé por outro lado começava a misturar um montante de bebidas estranhas, fazendo uma grande mistureba alcoólica e duvidosa, aquilo tinha um cheiro forte, uma aparência que parecia ter um misto de cores e um odor insuportável, pelo menos, para as pessoas comuns. Diferente dessas pessoas, o capitão era dotado por uma vontade insaciável por álcool, certamente aquilo não seria um problema muito grande se fosse ingerido - Isso aqui me basta. - Comentou Zuba vindo do centro do lugar com uma garrafa pela metade, parecia ser cachaça, mas era um odor mais fraco - Leve e gostosa, do jeito que eu gosto. - Continuou falando enquanto abria um sorriso largo, degustando da bebida logo em seguida - O que faremos? - Indagou olhando ao redor e confirmando que estavam sozinhos por ali - E se tiver um bando de marinheiro lá fora? Acha que a gente consegue se safar? - Zuba parecia preocupado com a posição atual deles, de fato, eles estavam “presos” - Só consigo ver a saída em direção a cozinha, essa espelunca não tem nem janela. - De fato, o lugar não contava com janelas ou outras portas, exceto a da cozinha, como já citado anteriormente.

Nada acontecia até então, era possível para a dupla escutar um silêncio leve vindo do lado externo, sendo mais específico, eles ouviam algumas vozes e passos, mas aparentemente eram pessoas passando normalmente pela rua e nada muito suspeito. O interior se mantinha imutável, exceto pelos sons vindo da cozinha que davam a entender que o grupo que estava lá havia saído por outro lugar existente naquele recinto, já que o som de porta batendo era bem audível aos piratas - Foram embora? Caralho! Isso está muito estranho. - Bradou Zuba ficando de pé - Mas foda-se, tem dinheiro por aí não? Se deixaram tudo livre, vamos aproveitar! - Completou o garoto se esticando por cima do balcão, buscando encontrar alguma quantia em berries por ali.


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05: Saqueando e misturando



-Pois é, moleque… Também tô achando que vai ter uma festa em algum lugar… - respondi enquanto tirava um grande melecão seco que estava preso bem lá no fundo de meu nariz. Inclusive, doeu quando eu puxei, pois três fios de cabelo estavam presos na caquinha de nariz. Limpei o dedo embaixo do balcão e voltei a vasculhar as garrafas. Aproveitaria o momento para encher os meus cantís de metal até que estivessem quase transbordando.

Enquanto preparava meu drinque, iria vasculhar as gavetas, armários e caixas registradoras em busca de dinheiro. Se encontrasse algum pote ou lata, abriria para verificar possíveis esconderijos. Se encontrasse algum jornal ou um cartaz de recompensa com a minha foto eu iria recolher.

-Você curte mesmo essa bebida fraca? - perguntei fazendo cara feia - na sua idade eu já bebia goró de macho - o moleque tem só dez anos.

Zuba parecia estar realmente preocupado por estarmos cercados - Fique tranquilo - falei - Podemos mesmo estar cercados, mas pelo menos tem um monte de bebida grátis por aqui. Já vai aproveitando que não é todo dia que a gente tem esse tipo de sorte! - dizia isso ao entornar a mistura de bebidas… glut, glut, glut, glut…. - Meu deus… Isso ficou uma merda! - reclamei ao começar a inventar outra receita, usando o mesmo canecão.

Ao terminar de beber a segunda mistura, iria me preocupar com a preocupação do moleque.

-Oshê tá realmente incomodadho com eshe trêm aqui,né? …hic… Vumbora fazher o seguinte então…hic… Shimbora lá fora ver a qualé que é…hic.

Um chute na porta da cozinha seria o suficiente para que a mesma se abrisse. Passaria então para o outro cômodo com o meu mais novo saque (tudo aquilo que eu encontrei de valos + 4 garrafas cheias debaixo dos braços). Observaria o local atentamente para não ter nenhum tipo de surpresa, e, se alguém me atacasse nesse instante, iria saltar por cima do golpe usando o geppou se necessário para enfiar uma joelhada no nariz do atacante.

-Vamosh!!...hic… Já que suas mãos estão livres, pega um ranguinho aí pra a gente!

Avançaria até a porta que dava acesso à saída dos fundos. Durante o percurso iria chutar os fogões e geladeiras, caixas de frutas e sacos de batatas para causar uma maior zona e dificultar o avanço de possíveis perseguidores ou atacantes. Mesmo que só eu e Zuba estejamos na cozinha eu iria chutar tudo… O balconista é vacilão e vou causar prejuízo para ele. Veja como eu sou cruel, Deep .

Daria mais um chute na porta, desta vez para sair do boteco.

-Tá vendo que num tem motivo pra se preocupar? - falei sem nem olhar para o que tinha do lado de fora.

Se não houvesse nenhum inimigo, iria rir na cara de Zuba - ZeBeBeBeBeBe!! Tu é um frouxo que se preocupa a toa. ZeBeBeBeBeBe!!

Entretanto, se houvessem inimigos do lado de fora eu iria abrir uma das garrafas para beber mais um gole, desta vez, o precedente do combate.

-Zuba, tá na hora do bagaço… Bora dar uma surra nesses arrombados.





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O caprino continuava por ali vasculhando o ambiente, encontrando algumas notas e moedas no pequeno caixa – uma gaveta de madeira existente no balcão – mas não tardou a ver que o valor não era muito alto, porém, de graça até injeção na testa tá valendo - Uma mente focada é muito superior a uma mente tempestuosa, a bebida não me deixa bem, preciso pensar e usar a cabeça sempre. - Zuba tentava parecer um tanto quanto “intelectual” - Não podemos vacilar! Estamos na Grand Line, qualquer passo em falso e a gente dança. - Concluiu o garoto externando os motivos que restringia o que bebia.

De qualquer forma, o capitão continuou seu saque enquanto bebia por ali, era possível ver que até sua dicção começava a piorar, um sinal que a cachaça estava realmente entrando em sua alma - É exatamente por isso que não bebo as mais fortes. - Pontuou o garoto saltando por cima do balcão, vendo seu pai tomar a dianteira logo após encher seus cantis. O chute na porta mandou a mesma para longe, dando a visão da ampla cozinha bem estruturada, com cerca de dois fogões a lenha, um grande balcão no centro e três pias, além de claro, cerca de duas grandes geladeiras e um freezer - Tranquilo. - Disse o menino já aproveitando de alguns pratos prontos, juntando uma quantidade considerável de carne em um único prato. Subaé diferente dele saiu chutando e bagunçando tudo pela frente, causando um prejuízo real ao dono daquele estabelecimento. Como citado anteriormente, os funcionários pareciam já ter saído daquele ambiente e a presença da dupla na cozinha confirmava isso, principalmente com a pequena porta de madeira – dos fundos – escancarada, que dava para um pequeno corredor fétido, com algumas sacolas de lixo espalhadas pelo ambiente e ratos, muitos ratos.

- Não sou frouxo! Sou precavido, é diferente! - Bradava o menino com um olhar sério - Imagina se a gente estivesse certado? Você já teria tomado vários tiros, só por sair dessa maneira descuidada. - Ele continuava com as reclamações e o olhar sério estampado em seu rosto. O frio logo voltava a incomodar o filho do capitão, que continuava resmungando daquele clima e o quão desagradável tudo aquilo era. Subaé agora tinha que tomar uma decisão importante: direita ou esquerda? Sim, aquele corredor só tinha duas opções, além de claro, o próprio céu, já que o caprino agora era capaz de voar por ele. Em ambos os lados ele notaria a existência de pessoas, figuras comuns que caminhavam com tranquilidade, todas usando máscaras e roupas estranhas - Qual lado? - Questionou o jovem dando uma boa olhada - Vamos cair na rua de qualquer jeito. - Continuava o menino - Não acha melhor voltamos pro boteco? Ver se alguém entrar. Talvez, se a gente abrir a porta e puxar alguém para dentro, da pra extrair algumas informações. - Pontuava algo interessante e bem inteligente.

Caso resolvesse seguir um dos dois caminhos, Subaé iria parar bem no meio da rua movimentada, tendo a mesma reação de antes vinda dos transeuntes, que recuariam e mudariam seu caminho para não passar perto daquela cabra nojenta. Caso retornasse ao bar, se veria imerso no silêncio e paz, já que o ambiente continuava vazio, algo bem estranho por sinal, já que se algo de ruim fosse acontecer, já era pra ter acontecido, né? Bem, não dava para saber ao certo. Bom, o caprino tinha incontáveis opções a sua frente, qual decisão ele tomaria? São cenas para o próximo episódio.


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06: Esquerda, claro



Enquanto eu bebia e saqueava as coisas, Zuba reclamava um pouco enquanto tentava se fazer de intelectual.

-Tá certo, sabichão. Já viu seu pai vacilar alguma vez? Tirando aquelas duas vezes com o Faust… e aquela outra vez que fui enforcado… Quer saber, só não se preocupe e confie no seu pai.

Quando chegamos ao lado de fora, não havia ninguém. Como de praste eu tirei uma onda com a cara do Zuba e em resposta ele me advertiu sobre nossa sorte, alegando que eu poderia estar baleado agora.

-Se eu levasse os tiros ia ser sua culpa!! - retruquei - Voce tem uma espada ai com você, dê seu jeito de cortar a s balas na metade ou essas coisas que espadachins fazem!!

Estávamos em um beco, um corredor bifurcado com apenas duas saídas. Zuba propôs que entrássemos no bar novamente para tentar puxar alguém para dentro e assim conseguirmos mais informações.
Minha face se enrugou descontenta ao ouvir aquela proposta. Bufei um jato de ar quente pelas narinas e olhei zangado para o garoto - Quero não - falei - Bares vazios são chatos, é melhor a gente procurar esse carnaval que está acontecendo em algum lugar!

Sem esperar a opinião do garoto, segui caminhando com as garrafas em mãos rumo ao caminho da esquerda.

-Fica atento ai pro caso de você ver algum mercadinho por ai, viu. Não podemos esquecer os mantimentos. E vai ser bom conseguir umas roupas quentinhas também né?

Seguiria caminhando sem rupo pelas ruas gélidas daquela cidade. Observaria os estabelecimentos a fim de analisar onde eu poderia conseguir melhores saques em um outro momento. Mercados, Oficinas de madeireiros, bancos e joalherias seriam os donos de meu foco.

Quanto aos transeuntes, iria ignorar sua comoção diante de minha pessoa. Deiraria que falassem suas asneiras, que me mandassem embora, e até mesmo que me xinguem. Tudo iria entrar por um ouvido e sair pelo outro.

Se jogassem algo contra mim, tentaria agarrar. Se fosse alguma fruta ou verdura, iria comer. Se fosse uma pedra ou algum outro tipo de projétil eu iria jogar de volta.

Entretanto, se atacantes aparecessem, iria ouvir suas ameaças iniciais, mas em resposta não iria dizer nada (de primeira). Apenas iria saltar contra o que por ventura fosse o líder deles e chutaria o seu queixo, fazendo o mesmo voar para o lado.

Se me atacassem, jogaria o corpo para longe do ataque a fim de me esquivar, e se possível, iria chutar a mão do atacante a fim de desarma-lo.

-Já chega, seus merdas!! - diria aos meus atacantes - Desembuche de uma vez onde é que vai ser essa festa de máscaras!!!!!




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Subaé não parecia muito contente com as ações do jovem Zuba, algo normal em uma relação de pai e filho. O capitão pirata até mesmo reclamou da preocupação do garoto, culpando-o no caso de ser acertado, não estaria ele colocando uma carga excessiva nas costas do seu filho? Afinal, ele sabe que o mundo é perigoso, sabe da existência de pessoas fortes e inclusive já passou por isso, quando enfrentou Zayn e seus aliados em certo momento da sua vida e até mesmo o próprio Faust, que culminou no término repentino do bando em ascensão.

Bom, sem mais delongas a dupla partiu pelo beco fétido existente ali, saindo em uma rua de certa forma tranquila, afinal, era a mesma rua que eles despencaram do céu outrora. Era possível ver que as figuras mascaradas olhavam em direção ao bar, mesmo com a proteção em seus rostos, Subaé conseguia sentir que elas estavam incrédulas pela presença da dupla, era algo realmente estranho. O cabra ligou? Claro que não! Ele caminhou em passos tranquilos pelas ruas, vendo que os civis se afastavam e saíam do seu caminho, deixando-o caminhar como se fosse o rei daquele lugar. Eles estavam felizes? Não, era possível para caprino sentir sua alma sendo fuzilada com os olhares, alguns cochichos aqui e ali, mas até então, nada que apresentasse um perigo real a eles - Ali tem uma. - Falou o garoto apontando para uma pequena loja que parecia ser um mercearia alguns metros a frente, cerca de vinte ou um pouco menos que isso.

Tudo parecia bem, mesmo que existisse uma certa estranheza por ali, contudo, algo ainda pior estava guardado para o capitão pirata - AAAAAAAAAAAAAAAAH! - Uma voz feminina cortou o ambiente gélido com velocidade, na visão do capitão era facilmente visto um corpo desfalecido, que aparentemente havia sido encontrado ao lado de um dos estabelecimentos existentes naquela rua - RISONHO! RISONHO MATOU MAIS UM! - Gritou outra voz e a população se afastou com velocidade, dando uma visão limpa ao capitão daquela fatídica cena. Um corpo encostado entre os lixos, uma máscara com um grande sorriso e marcas de lâmina por todo o corpo - Que porra é essa? - Disse Zuba aproximando-se da cena, porém, não chegando muito perto - Risonho? Que nome é esse? - Virou com um sorriso estranho no rosto em direção a Subaé - Que porra de ilh... - Antes mesmo que pudesse terminar a frase o jovem caprino foi acertado por uma espécie de rede, caindo no chão que nem uma jaca mole - PRENDAM! É O PIRATA SUBAÉ! - A voz masculina chamava a atenção e o capitão pirata pode ver um destacamento com cerca de dez homens vindo da direção em que o “boteco” ficava.

BANG! BANG! Dois tiros eram efetuados por um dos marinheiros, o primeiro dele passou de raspão na altura do rosto do Caprino mais velho, enquanto o segundo passou alguns centímetros mais alto que seu chifre. Uma investida foi realizada com velocidade, quatro homens usavam uma habilidade estranha, eles pareciam se “teleportar” pequenas distâncias - Porra! Esses merdas! - Bradou Zuba com ferocidade enquanto se libertada daquela rede, cortando-a com sua afiada espada. O menino estava pronto para o combate, os homens vinham com velocidade e se dividiam em duas duplas, tendo dois deles – sem armas – indo em direção ao capitão, desferindo um chute cada um com bastante sinergia, sendo um na altura do tronco e outro na direção das pernas - Chegou o momento de ser preso, criminoso de merda. - Um dos homens falou aquelas palavras em alto e bom tom.

Uma coisa interessante de citar era que ambas as figuras estavam com máscaras que carregavam as cores da marinha estampadas e tinha um padrão ali, com dois buracos na altura dos olhos e um para o nariz.


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07: O tiro que arranca a máscara



A recepção que tivemos já era esperada, ainda assim continuava a estranhar toda a situação. Tudo estava tranquilo demais, e isso é bastante incomum. Durante o percurso Zuba avistou uma mercearia - Anote essa localização, vai ser útil depois.

Foi quando escutamos uma comoção perto dali. Uma mulher estava morta por culpa de um tal “Risonho”. Zuba foi afoito em direção ao corpo e foi nesse momento que tudo aconteceu. Zuba foi preso por uma rede que veio de sabe-se lá onde. Antes de que eu pudesse fazer algo, dois disparos passaram zunindo em meus ouvidos, quase acertando minha cabeça.

Alguns mascarados avançaram em nossa direção. Eram tão velozes que mal pude acompanhá-los com os olhos. Lembrei-me de Faust fazendo a mesma coisa. “Essa é a mesma habilidade que o faroleiro de merda usou daquela vez!”. Também notei que as mascaras desses tinham a marca da marinha. “Até a marinha está de máscara? Acho que deixei algum tipo de informação importante passar.”

-FALOU ERRADO, O CERTO É “COMANDANTE DA FROTA CANGACEIRA, SUBAÉ, O CABRA DA PESTE!! - falei em resposta ao anúncio de minha presença.

Dois marinheiros avançaram em minha direção na tentativa de me chutar, mas eles estavam desarmados. Portanto a minha maior preocupação era Zuba.

-Segunda ascensão do sertanejo… - Por estar com as mãos cheias (de garrafas), iria apenas saltar rapidamente por cima de ambos os chutes, usando o geppou para continuar subindo cada vez mais alto. durante os saltos, iria destampar uma das garrafas e iria beber ela inteirinha para que meu reflexo fique mais “cambaleante”. Até que em certo momento, estando lá no alto, Iria girar o corpo voltando minha cabeça para os atacantes de Zuba, e então iria usar o Geppou para impulsionar uma cabeçada contra os oponentes do garoto -...CABEÇA-METEORO!!!!

Se tentassem me agarrar durante a ascenção, usaria uma sas pernas livres para dar um coice em quem estivesse me segurando. Se alguem segurasse meus dois cascos(pés), iria girar o corpo em um sentido de cambalhota para tentar arremessar quem estivesse me agarrando em alguma parede. Se a pessoa continuasse me segurando iria bater uma das garrafas em sua nuca.

Se tentassem me atacar durante a ascensão, eu iria girar o corpo para sair do percurso do golpe ou projétil, sempre seguindo o plano inicial que é cabecear algum dos atacantes de meu filho.

Estando lado a lado com o garoto, encostaria minhas costas nas dele - Pesta atenção….hic… Um protege a retaguarda do outro….Hic…

Aguardaria que tomassem a iniciativa, e, assim que algum dos atacantes vierem em nossa direção eu iria dar uma pirueta por cima dele e iria chutar a sua nuca, para que desacordasse de uma vez. Ou então, no caso de vir mais um atacante, abraçaria sua cabeça com as pernas e iria girar o meu corpo para quebrar o pescoço do cara.

Sempre que fosse possível, iria chutar as mãos ou pernas dos oponentes a fim de quebrar o seu ataque ou talvez desviá-lo para os lados. E lodo depois, socaria o seu rosto ou nuca. Iria também cabecear a cabeça de qualquer um que chegasse muito perto de meus chifres.

Se por acaso eu conseguir esquivar de algum soco e o braço do cara esteja perto de meu rosto, iria morder o mesmo com o máximo de força que conseguisse. Tendo prendido o mesmo com meus dentes, iria socar a sua máscara.

Se surgisse a oportunidade, em qualquer momento, iria retirar as máscaras dos atacantes. E é por isso que, todos os meus ataques diretos, seriam focados em seus rostos.


Cambalear (R):


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Subaé não demorava em raciocinar que tinha deixado algo passar, de fato, todas aquelas máscaras certamente indicavam um padrão, restava ao capitão saber do que se tratava. De qualquer forma, suas ações estavam presas ao fato de conseguir alcançar os céus usando o geppou, entretanto, aquilo nem sequer ocorreu como pensou. Sim, ele utilizou e deu até alguns saltos no ar, porém, o marinheiro que o atacou na altura do rosto o puxou pelo pé, sim, o caprino estava preparado para aquilo, no entanto, ele estava na Grand Line.

A força daquele marinheiro foi tamanha que era possível sentir a dor com o apertão que ele deu na altura do calcanhar, puxando-o para trás com tanta selvageria que o capitão sequer teve a chance de bloquear, esquivar, contra-atacar ou lançar de alguma forma aquele defensor da marinha - Está achando que aqui é Petra Yuni? - Gritou antes e jogar Subaé no chão com toda força possível, fazendo a dor reverberar por todo corpo do pirata, acompanhado pelo som das garrafas quebrando. Caso olhasse em direção a sua prole, o veria enfrentando com louvor os dois antagonistas, tendo dificuldade em lidar com ambos ao mesmo tempo.

- Você está perante aos soldados de Dominique Plessis, a Asas da Noite! - Gritou com convicção e sem hesitar. Subaé teve tempo hábil para se colocar de pé novamente, entretanto, viu algo estranho aconteceu ao seu redor. Uma espécie de caixa amarela que se tomava conta daquela rua, mantendo apenas os marinheiros no interior da mesma - Ninguém foge do poder do Vlad. - Falou um dos dois marinheiros que tinham atacado o caprino. Caso tentasse quebrar a barreira, notaria com clareza a sua falha, por mais que batesse repetidas vezes nas paredes energizadas, nada aconteceria. Era possível alguém entrar? Não dava para saber, até então, os marinheiros trataram de cercar a dupla de criminosos com velocidade, inclusive, mais homens pareciam vir de ambos os lados da rua.

- Somos soldados treinados para capturar os criminosos, não aceitamos que eles vaguem por aqui. - Ele bradava com fervor, visivelmente orgulhoso de quem era - Vamos acabar com isso, irmão. - Finalizou entrando em posição de combate novamente. Zuba continuava lutando e demonstrando dificuldade em seus movimentos, era algo complicado para ele enfrentar tais inimigos, inclusive, um deles portava uma espada curta e o outro parecia usar duas adagas. Voltando ao líder da frota, a dupla de marinheiros avançou com velocidade, eles pareciam ainda mais velozes do que antes, ao ponto do cabra nem sequer conseguia acompanhar... era como se eles trocassem de lugar em certos momentos. O capitão foi atingido por uma enxurrada de socos com velocidade, a dupla tinha sinergia, um atacava e o outro defendia, superando até mesmo a técnica utilizada pelo mesmo, que aumentava o seu reflexo.

Ele precisava pensar em algo para sair dali, no momento em que recebia um soco em cima, do outro lado o outro chutava sua perna. Quando bloqueava um, o outro atingia suas costas ou tronco visando desestabilizá-lo. Aquilo era complicado, ele precisava sair daquela zona de ação da dupla sinérgica, Zuba não o podia ajudar, afinal, estava cuidando dos seus próprios problemas.

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