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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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Cabras da Peste, Vol 5 - A face da desordem

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Relembrando a primeira mensagem :



Cabras da Peste, Vol 5 - A face da desordem


Subaé [Pirata]

Não possui narrador definido.
Aberta

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23: Bestial


Sem muita dificuldade, consegui dar um jeito no anjinho e no braços-longos. Ainda assim, o humano conseguiu se safar dos meus ataques, e para piorar, acertou um puta socão nas minhas costelas, me arremessando para o outro extremo do cômodo. Em seguida, o homem desferiu diversos chutes no ar, produzindo inúmeras lâminas de energia que vieram na minha direção. Rapidamente, saltaria para o lado a fim de me esquivar das lâminas, e então continuaria correndo com as quatro patas na mesma direção, circundando o oponente e me aproximando da parede. Ao chegar perto na parede, saltaria contra a mesma e usaria minhas garras e cascos para me agarrar na mesma, apoiando os cascos no espaço entre tijolos, e cravando os dedos na rocha.


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Ao me agarrar na parede, arrancaria um dos tijolos com a mão, e, ao dar um salto para o lado iria arremessar o tijolo na direção do oponente. Por fim, iria me agarrar mais uma vez na parede, da mesma maneira que mencionei antes, e arrancaria mais um tijolo para reiniciar a estratégia. Iria arremessar quantos tijolos no humano e nos demais que entrassem no local sempre que fosse possível, sempre me movendo acrobaticamente, e, arrancando-os em um sentido horizontal, a fim de desestabilizar a estrutura da torre e consequentemente derruba-la. Seja agora, ou depois.


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Quando não fosse mais possível permanecer com a estratégia, iria correr contra a parede até alcançar a retaguarda do lutador, e então saltaria para retornar ao chão, onde avançaria contra o mesmo.


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Caso ele desfira socos contra mim, iria me esquivar para de baixo de seu braço, abraçaria seu busto passando um braço por cima do pescoço e o outro por debaixo do braço atacante. Por fim, chutaria sua perna para trás. Levando-o ao chão.


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Caso eu consiga derrubá-lo com o agarrado. Ainda no chão, agarraria seu braço com as duas mãos e iria passar minhas pernas pelo seu pescoço, a fim de imobiliza-lo. Então, usaria todas as minhas forças para girar o braço do marinheiro contra o eixo comum, quebrando o membro do mesmo, e posteriormente arrancando-o.


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Ao arrancar seu membro, levantaria o meu corpo, mas ainda permaneceria sentado, e então agarraria sua cabeça e apertaria até que estourasse.


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Sem me dar por satisfeito, continuaria a socar o corpo caido do infeliz até que se transformasse em uma massa indescritível feita de carne, merda e sangue. Olhando para aquilo, algo ainda me incomodava. Era a necessidade de dar uma resposta para a sua pergunta.


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-capi…tão… Subaé…

Por fim, seguiria pela primeira saída visível socando e cabeceando qualquer marinheiro que apareça em meu caminho. Durante a investida, ficaria atento para me esquivar de ataques e tiros. E então, depois de me esquivar, avançaria contra os mesmos rasgando sua carne, seja com as garras ou com mordidas.


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Brutal; essa é a melhor palavra para definir as ações do Capitão Pirata. O Caprino realizou uma série de movimentos que mesclava selvageria com toda sua experiência em combate, aquilo realmente o colocava em um nível acima dos outros dois. Suas ações foram brutas, os blocos de concreto lançados, os socos que transformaram o corpo do seu oponente em uma massa totalmente disforme. Sem mais delongas, ele venceu de maneira completamente animalesca e selvagem.

O silêncio no ambiente revelava o término do combate, com isso, Subaé aos poucos retornava a sua forma padrão, recebendo todo o revés que acompanhava aquela estranha “habilidade”. De qualquer forma, agora dotado da sua total racionalidade, o caprino conseguia ver toda bagunça feita pelo mesmo, toda destruição e morte que sua presença trouxe para aquela prisão. Do lado de fora ele pôde escutar alguns passos e vozes que indicavam-lhe que mais marinheiros estavam indo em sua direção, porém, o som de lâminas e gritos foram audíveis ao caprino, que por sua vez, notou a presença de uma figura estranha passando pela porta – que estava aberta.

Ele parou por alguns segundos encarando a figura selvagem no interior daquele ambiente, observando também todos os corpos que ele havia deixado pro lá. O homem usava uma máscara, carregava um facão que estava banhando com o sangue dos marinheiros e estranhamente o caprino conseguia sentir que ele estava “sorrindo” para ele. O homem acenou dando um “tchauzinho” para o pirata, seguindo seu caminho pelo corredor. Não demorou para que o líquido rubro da vida banhasse a região por onde aquele estranho homem passou, sinal que ele havia deixado os corpos sem vida por lá.

Alguns estrondos também eram audíveis e o grito – que passava uma sensação de liberdade – alcançava seus ouvidos, ele sentia que a maré daquela fuga havia mudado. Teriam mais prisioneiros fugido? Era uma opção. Por fim, o caprino escutava alguns passos vindos do mesmo corredor – antes mesmo que tu pensasse em sair dali - Que merda aconteceu aqui? - Questionou uma voz conhecida por ele, se tratava de seu filho Zuba - Capitão? - Questionou o garoto assim que chegou na porta do ambiente onde Subaé estava, observando o ambiente como um todo e se impressionando com a cena em seus olhos - O que aconteceu aqui? Precisamos sair! Viemos te resgatar, ouvidos toda essa bagunça e conseguimos aproveitar o momento para se infiltrar. - Completava o garoto. Quais seriam as escolhas do capitão? Buscar por possíveis tesouros? Ajudar os outros prisioneiros? Ou tentaria sair daquele ambiente caótico?

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24: Ressaca de Sangue


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Depois de muita brutalidade desnecessária, eu caí de joelhos no chão enquanto meu corpo retornava para sua forma horiginal. “que maluquice foi essa?? Eu me transformei sem olhar para a lua??” O sentimento primordial era de alívio, pois não haviam mais marinheiros me cercando. Entretanto, o meu corpo estava mais moído que carne de hambúrguer. Todos os músculos estavam doloridos, e a minha respiração estava pesada e lenta - COF… cof…CoF!!! - tossia incessantemente enquanto recolhia um dos comprimidos canábicos em minha cueca. Depois de colocá-lo na boca, iria beber alguns goles da bebida do cantil para ajudar o remédio a descer pela garganta seca.

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Enquanto eu estava ajoelhado no chão, poderia notar toda aquela cena fétida e bizarra. - isso parece mais uma coisa que o Deep teria feito… Cof… Cof… Que bizarro…- foi quando ouvi sons de marinheiros se aproximando, mas, antes que eu pudesse fazer algo, ouvi seus gritos de dor seguidos pelo tombar de seus corpos. Fato que só atiçou mais a minha curiosidade quando o mascarado misterioso apareceu e acenou para mim. De alguma forma, e não sei como, eu conseguia sentir que ele sorria para mim.

Minha curiosidade era tanta que não consegui sorrir de volta, nem sequer o cumprimentei. Apenas continuei ali, ajoelhado, olhando para o sujeito sem proferir nenhuma palavra até que ele voltasse a tomar seu caminho.

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-EI, BUNDÃO!! cof… cof… A LUTA É LÁ PRA FORA!! cof… cof…NÃO TEM NADA DE INTERESSANTE NESSA DIREÇÃO…cof… cof… ACABEI DE VIR DE LÁ!! - Iria gritar ao ver que ele estava seguindo para outro lugar.

Se por acaso o mascarado me desse atenção, ei iria fitar os seus olhos antes de me levantar com esforço - Você é fortão… eu gosto disso…cof… cof… Eu sou o grande capitão Subaé, quem é você?

Seja como for, estando com o mascarado ou não, alguns estrondos ecoaram seguidos dos gritos da liberdade de uma multidão de humilhados. O barulho iria atrair a minha atenção para a passagem por onde o om vinha, e então eu iria avistar ele… meu filhinho amado… meu bezerrinho na puberdade….

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-ZUBAAAAA!!! - gritava aos prantos enquanto corria em sua direção para lhe abraçar forte. Depois de abraçá-lo, começaria a beijar muitas vezes o seu rosto enquanto segurava com força os seus braços para que ele não pudesse fugir de meu amor paterno - EU ESTAVA TÃO PREOCUPADO!! E AGORA ESTOU TÃO FELIZ!!! - dizia sem parar de babar o pobre garoto.

Provavelmente ele iria me bater para que eu o largasse, sendo assim, eu o soltaria nesse instante e afagaria sua cabeça só para finalizar - Como assim “vocês”? Quem é que veio com você?? A frota inteira está aqui??

Depois de ouvir a resposta do garoto, pegaria um cantil em cada mão e começaria a caminhar cambaleante (desta vez por causa das dores e da exaustão) na direção da batalha ao lado de fora.

-Zuba, a minha ganância matou uma mulher que confiou em minhas palavras, por isso, não faça como o seu pai... se for enganar, engane os fortes… ZeBeBe.. cof.. BeBeBe.. Seja como for, eu não vou abandonar mais ninguém aqui nessa prisão. - Usaria a mão esquerda para apontar para os livros

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- Lá atrás tem uns livros de história e um caderno com anotações que parecem coisa de militar importante... cof cof cof... achei eles em uma biblioteca com uma mesa chique e achei que você iria gostar. Vai lá e pega eles, pega também alguma coisa pra eu comer… to me sentindo uma camisinha mucha...Cof.. Cof… Agora... eu vou lá ajudar aqueles bastardos... cof cof" - E então seguiria para o lado de fora, ajudar os meus aliados.

Caso eu sinta uma intenção maldosa do mascarado mistariosa para com Zuba, eu iria permanecer no local até que Zuba pegue tudo e possa me acompanhar para fora.

Se em algum momento o Mascarado tente me atacar (ou atacar o Zuba) eu tentaria saltar por cima de seu facão e daria um coice forte na sua face.




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Por um momento o caprino viu sua vida passar diante dos olhos, assim como o tom rubro do líquido da vida que banhava o chão, intensificado pelo “vômito” lançado por ele momentos atrás. O mascarado não lhe deu bola, seguiu sem caminho sem sequer dar a mínima atenção ao caprino após as ações citadas no turno anterior - Não, a frota inteira seria burrice! Vim apenas com alguns homens, os mais ágeis de cada tripulação. - Falou o garoto observando a situação ao redor e posteriormente ouvindo as palavras do seu pai e capitão - Não foi sua culpa, você está em um anexo prisional, ao lado do Quartel General da Marinha! Não tinha como as coisas serem fáceis, eles estão em números bem maiores! - Continuou falando com convicção enquanto se movia em direção a “sacola” completamente rasgada, porém, os livros ainda estavam em bom estado - mesmo que banhados pelo sangue recorrente da batalha.

Subaé continuava todo seu discurso falando sobre ajudar os tais “bastardos”, o que desagradou Zuba - Você está louco? - Disse se colocando na frente do caprino, impedindo sua saída daquela sala - Você está debilitado, não temos remédio ou nem sequer comida para poder lhe dar um pouco mais de força! Todos seus homens são leais a você, quer mesmo colocá-los nesse perigo desnecessário? - O garoto novamente mostrava-se a voz da sabedoria e consciência - Precisamos SAIR daqui o mais rápido possível, o restante dos seus tripulantes estão esperando logo lá fora, conseguimos aproveitar da bagunça para saltar pelos muros. - Ele falava insistindo para que o capitão lhe ouvisse.

Naquele momento Subaé tinha duas opções à sua frente, cabendo a ele ponderar o que era mais sábio em sua própria concepção. Caso resolvesse ir ajudar qualquer outro prisioneiro, ele sairia - com dificuldade - daquele cômodo e então iria se dirigir onde a batalha parecia mais calorosa, atravessando aquele corredor, um pequeno cômodo e por fim, acabando em uma área aberta. Ali ele contraria Rurrá enfrentando os marinheiros com louvor, seguido por um grupo considerável de prisioneiros, que por sua vez, estavam sendo massacrados pelos marinheiros em questão. Aquilo era um nítido sinal de desgraça, já que o som dos passos que vinham do interior do Anexo Prisional indicava que mais e mais marinheiros estavam prestes a chegar.

A segunda opção parecia um tanto quanto mais simples, porém, carregava todo o risco existente. Zuba levaria o capitão para o lugar de onde ele veio, aquela área aberta onde subiu as escadas logo após dar de cara com os marinheiros, momentos antes do derradeiro combate. O local estava livre da presença da marinha, pelo menos, naquele momento inicial onde ele veria, ao fundo, algumas cordas cortando a estrutura da muralha que protegia o local. Em determinado ponto de sua ida, notaria que os defensores da lei surgiram por ali, porém, Zuba e o restante dos homens por ali - cerca de dez - iriam enfrentar os marinheiros, enquanto um dos tripulantes ajudaria Subaé em sua fuga - Continue! Estarei logo atrás de você! - Gritaria o garoto enquanto fincava sua lâmina no coração de um dos inimigos. Ao subir pelas cordas e/ou dar seu jeito de pular, ele veria mais três homens apostos lá embaixo, onde chamavam o caprino para caminhar pelos “fundos” de alguns estabelecimentos, mantendo-se na “surdina” enquanto vagavam em direção ao navio - onde você chegaria caso seguisse por completo a indicação dos NPC’s.


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25: Suicida



Reencontrar Zuba foi maravilhoso, mas logo me lembrei de como é ficar levando sermão do próprio filho. Às vezes até parece que ele é o pai aqui!Enquanto ouvia as reclamações do moleque, iria bisbilhotar as caixas do aposento, em busca de alguma fruta para sanar a minha fome. Também iria vasculhar os defuntos, recolhendo seus dinheiros, joias, e quantas armas encontrasse.

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-Cof…Cof… Coff… Tudo o que eu te falei não significou nada? - perguntei olhando em seus olhos - Eu sei que você está totalmente certo. Não há dúvidas de que fugir daqui é a melhor opção… - Então fui até o garoto e bati meus chifres nos dele, em uma demonstração de afeto e confiança - Busque todos que vieram com você e venham ajudar aqueles malditos… Ou você prefere ser conhecido como o filho de um covarde?

Se ele tentasse falar alguma coisa eu ia interromper falando -Filho, aquele que não está disposto a arriscar nada, não pode fazer nada - e se ele insistisse, iria dizer seriamente - Quando necessário, devemos estar dispostos a assumir grandes riscos e estar preparados para perder tudo. Se não mudarmos a forma como lutamos, não podemos vencer. Não podemos fugir para sempre. - E se ele continuasse, por fim iria perder a paciência - Vai logo guri! Isso é uma ordem de seu pai e capitão! - e daria um tapinha zoeiro em sua nuca.

“Eita doença desgraçada” pensei conforme saía, quase me arrastando, para o pátio. Neste momento, tomaria todo o resto da bebida de meu cantil. Não importa que tipo de sabedoria dite a opção escolhida, ninguém será capaz de dizer se é certa ou errada até que se chegue a algum resultado.

Cambalear (R):


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-Eu sei que perdemos muitos companheiros até aqui!! E não garanto que vamos viver. Mas garanto uma coisa, somos nós que damos significado às vidas de nossos companheiros! Aqueles que lembrarão deles somos nós... Os vivos! - Diria ao chegar lá, falando alto para que não só os prisioneiros me ouvissem, mas Zuba também. - A verdade é uma merda, mas não podemos esperar que uma história de terror tenha um final feliz. NÓS SÓ TEMOS UMA OPÇÃO! Saímos daqui lutando, ou morreremos tentando! E se morrermos, vamos deixar para os que sobrevivam, a missão de encontrar um significado nas nossas vidas! Esse é o único método que temos para nos rebelar contra esse mundo cruel!

Então iria estufar o peito, mesmo com a dificuldade de minha respiração, até que tivesse fôlego para gritar bem alto.

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-VAMOS, SEUS CANALHAS!! … Cof…Cof… Coff… CONTINUEM LUTANDO COM GARRA!!!! - iria gritar ao arremessar as armas recolhidas (se houvessem) para que os presidiários possam pegá-las, e usar ao seu propósito - NÃO SE ESQUEÇAM DO QUE ESTÁ EM JOGO AQUI!! NÃO É GLÓRIA OU RIQUEZA… Cof…Cof… é algo muito mais importante… É A PORRA DA NOSSA LIBERDADE!!

Não iria ficar parado no mesmo lugar. Tentaria ser o mais esquivo possível para me aproximar de Rurá e dos outros, e, se em algum momento alguém me atacasse, eu iria tentar me esquivar para contra atacar desferindo um shigan em sua garganta, ou olho. Buscaria ficar na retaguarda de Rurá para que ele me proteja, assim como eu possa protegê-lo. Atacaria qualquer um que tentasse se aproximar de mim, usando meus dois dedos como se fossem duas estacas, desta maneira, tentaria perfurar o corpo do oponente sem me importar muito com o local acertado.

Se em algum momento os oponentes se mostrem persistentes em seu avanço, me jogaria entre eles, e sustentando meu corpo com os braços, iria girar o corpo a fim de derferir inúmeros coices contra os mesmos.

ZabumbadaEstóica:






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- Um filho de um covarde, sem dúvidas. - Bradou Zuba sem pensar duas vezes, mostrando mais uma vez que era dotado por um senso de responsabilidade único, totalmente diferente do seu pai e capitão. De qualquer forma, por mais sensato que fosse, o garoto sabia qual era o seu lugar ali, não ousando desafiar as ordens do seu capitão. Após todo discurso motivacional e inspirador, os homens trazidos pelo jovem se enchiam se euforia, externando um grito sucinto, mas fervoroso.

O ataque era feito em grupo, sinceramente, Rurá ao ver a presença do caprino dava um grande sorriso, mas, não perdia o foco que existia em sua mente. Subaé não estava acompanhado de muitos homens, claro, sua frota era muito maior do que aquela, porém sabiamente não foi levada até ali por completo. O caprino estava um tanto quanto “zoado”, e não, ele não havia encontrado nenhuma fruta que pudesse recuperar suas forças no meio do caminho.

Como citado, o combate se instaurou com velocidade, Zuba mostrou toda sua habilidade no manejo da espada para fatiar seus oponentes, enquanto o restante da tripulação também não ficava para trás. E os marinheiros? Davam seu sangue para parar aquela fuga! Enfrentando os inimigos de frente e aos poucos, passando a ganhar em números, o que deixava todos em uma situação complicada. Subaé acertava golpes, desviava e girava de um lado para o outro, mostrando que mesmo em uma situação precária, ele ainda tinha a força necessária para ser considerado um dos piratas mais fortes da sua era, mesmo que ainda tivesse que evoluir para alcançar o ápice da cadeia alimentar.

Em determinado momento daquela confusão, o caprino pode ver algo estranho. No canto, um homem franzino passava correndo na lateral do ambiente, carregando um pequeno e simples baú. Era um tesouro? Era algo mais importante? Não dava para saber ao certo, porém, cabia ao capitão agir para saber ou, talvez, mandar algum dos seus homens resolver aquela questão. Como citado, o número dos marinheiros começavam a aumentar gradativamente, ao ponto de ter o dobro e não parecia que iria demorar muito para ter o triplo de inimigos naquele ambiente caótico - Precisamos dar um jeito de sair! - Falou Zuba fatiando ao meio um defensor da lei e ordem - Ele está certo! Precisamos dar o fora daqui o quanto antes! - Completou Rurá continuando suas ações - Demos sorte que ainda não tem nenhum atirador aqui, mas quando eles chegarem, estaremos mortos! - Bradou com preocupação.


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26: Tobu Shigan



conforme os marinheiros se aproximassem eu iria tentar acertar um soco em suas gargantas antes de que eles tenham a chance de me atacar, o golpe na traquéia teria a finalidade de fazer com que o atacante perdesse o ar, então, nesse momento eu daria um forte coice em seu estômago.

Sempre que fosse preciso eu iria tentar bloquear os golpes usando os meus chutes para defletir o ataque, desta maneira não iria apenas me proteger, mas também iria proteger o velho Rurá em minha retaguarda. Entretanto, se o ataque se mostre impossível de bloquear (sejam disparos, balas de canhões, ou algum poder muito louco) eu iria agarrar o velho espadachim antes de saltar para longe do golpe na tentativa de esquivar.

Continuaria em guarda, combatendo os inimigos próximos girando meus dois cantís sem parar com uma mão para golpeá-los, enquanto aproveitasse as brechas de suas posições para desferir chutes nos ovos, e com a outra mão iria enfiar os dedos nos seus olhos, e daria shigans em seus peitos - Droga…Cof…Cof.. Isso aqui tá ficando um porre!! - diria reclamando durante o combate.

Foi quando eu pude avistar um cara estranho correndo para longe do caos com um baú debaixo de seus braços “Aquilo ali é um baú? …. Então é um tesouro… AQUELE É MEU TESOURO!!! “ Sacanagem!! procurei tanto por um tesouro, e esse bostão aí achou antes de mim!! Não posso deixar que ele leve o meu espólio!

-Pena que não tenho como acertar ele te tão longe…. ou será que tenho como?



5 meses atrás - Porto da Cidade dos Destroços (Flashback)



-MAS QUE DESGRAÇA!!!! - gritei ao quebrar meu dedo pela quinta vez ao batê-lo contra o mastro, durante o treino de shigan. A dor que eu sentia era totalmente desconfortável e agoniante, mas ninguém se preocupava comigo, pois estavam muito ocupados rindo de minha cara.

Mr. Porunga se aproximou e olhou para mim -PuRuRuRuRu!! Você está pensando demais, mas não está colocando determinação na ponta do dedo…pururururu…

A raiva só aumentava ao olhar para aquela máscara de madeira sem vida rindo da minha cara.

-Colocar a determinação na ponta do dedo? Tá doidão é Pururuca?? Como é que eu vou fazer isso?

-Pururururu… Não adianta explicar, você precisa sentir

-Lá ele!

-Não, pô… É sério… Purururu - ele riu ao agarrar cinco garrafas vazias - No começo realmente é difícil, mas quando você se acostumar vai poder fazer coisas incríveis como isso aqui…

Então ele arremessou as cinco garrafas para cima, e quando todas estavam bem altas, rodando no céu, ele ergueu a mão e disparou um shigan com cada dedo. Para a minha surpresa, ele conseguiu acertar todas as cingo garrafas de uma só vez, mesmo estando longe delas.

-UAAAAU!!!! ME ENSINA ISSO!!!

-O nome dessa habilidade é “Tobu Shigan”... Pururururu… Mas antes você precisa aprender o básico….

-Tá legal!! - falei empolgado - Então vou treinar mais!!!! - e ai eu tentei mais uma vez, e quebrei mais um dedo.




De volta ao presente



-Mas é claro… Tem aquela técnica que o Pururuca usou daquela vez! - Então eu iria apontar o meu dedo indicador na direção do ladrão de tesouros. Usaria a outra mão para fixar o braço que iria disparar o shigan, e então me concentrei para colocar toda essa tal determinação para fora, disparando contra o mesmo a fim de acertar seu coração por trás, atingindo-o pelas costas.


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Caso o ataque tenha dado certo, iria correr na direção do homem e daria um chute no baú, arremessando o mesmo para a direção de Zuba. Se o ataque não desse certo, eu iria deixar o infeliz ir embora com o meu tesouro.

- EI GURI- iria gritar para chamar a atenção de Zuba - PEGUE ESSE BAÚ E GUIE TODOS PELO CAMINHO QUE VOCÊS CRIARAM!! EU VOU ATRASAR ESSES OTÁRIOS! - então chamaria a atenção de Rurá - Ei velhote!! Quero que você e os demais fugitivos sigam o meu filho, ele tem uma rota de fuga…Talvez essa seja nossa única chance!

Dito isso, iria me posicionar na frente dos demais a fim de impedir a passagem dos demais marinheiros - VÃO LOGO SEUS FILHOS DA PUTA!!! - Iria gritar ao golpear os cantís na cabeça daqueles marinheiros que estivessem mais perto de mim.

Caso eu tenha conseguido aprender o Tobu Shigan, eu iria começar a disparar sem parar contra todos os oponentes que estivessem à minha vista.


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E como eu não teria mais ninguém na minha retaguarda, não iria permanecer parado. Ficaria saltando de um lado para o outro enquanto estivesse disparando shigans e golpeando os oponentes com os cantís. Minha intenção não seria necessariamente matar os marinheiros, apenas iria me contentar em atrasá-los.

Ao notar que os fugitivos já estavam adentrando a torre - que é onde nossa rota de fuga estava - eu iria saltar por cima dos marinheiros e usaria o geppou para correr pelos céus na maior velocidade que meu corpo conseguisse. Minhas habilidades atléticas seriam muito úteis para me auxiliar a atingir um ápice de velocidade em poucos instantes, e então eu iria diretamente até a torre, mas ao invés de entrar na mesma eu iria contorná-la, indo diretamente para o seu ponto mais alto com o auxílio do geppou!


Cabras da Peste, Vol 5 - A face da desordem - Página 4 ESTRATEGIA


Assim que chegasse na parte de trás da torre, iria saltar para cima e ficaria imóvel durante quinze segundos, que pelos meus cálculos é o tempo necessário para preparar aquele socão potente que eu dei na grade da cela. Permaneceria em queda livre até que o meu braço estivesse inchadíssimo, e então, voltaria a usar o geppou em uma rápida investida contra a torre, onde iria desferir o soco na mesma com toda a minha força, forçando-a para que caia na direção do grande corredor que dava acesso ao pátio.


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Lamento Final do Sertanejo:


Assim que desferisse o soco na torre, eu continuaria a impulsionar o meu corpo contra a mesma, apoiando o ombro do braço fudido na parede, e usando a outra mao para empurrar a torre para cima dos marinheiros - WHOAAAAAA!!!! - usaria o geppou para impulsionar o corpo contra a torre, dando cara vez mais impulso contra a mesma, até que por fim ela tombe.


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O capitão estava mostrando todo o diferencial que sua experiência em combate fazia, claro, ele não era nenhum mestre de kung fu, porém, ao longos dos anos desenvolveu seus próprios métodos de combate. De maneira simples e direta, ele acertou um montante de marinheiros que teimavam em ataca-lo durante aquela cena caótica, enquanto também, foi atingido algumas boas vezes, dada a vantagem numérica dos seus oponentes.

Bom, em determinado ponto daquele cenário ele disparou uma habilidade estranha, mas bem simples e eficaz. Aquela massa de ar perfurou o corpo do marinheiros que carregava o baú, fazendo-o cair e deixar com que aquele “tesouro” fosse revelado, na verdade, entre aspas. Em meio a toda aquela situação o caprino pode ver que não eram moedas de ouro que valiam mais que dinheiro, tampouco joias chamativas... era na verdade, uma fruta estranha. Sim, ela era estranha pra cacete, com uma cor de barro.

E o Subas Junior? Foi eficiente em sua movimentação, como um bom espadachim passou fatiando aqueles que entraram em seu caminho, pegando o baú e também a fruta, partindo em disparada após ouvir as palavras do seu pai. Rurrá? Se moveu sem pensar duas vezes, afinal, aquela era a única chance dele sair dali com vida, já que os números dos inimigos pareciam ficar cada vez maiores. Todos entraram – após Rurrá e Zuba abrirem caminho – no corredor e seguiram seu caminho, enquanto o capitão – junto com alguns outros – ficaram para ganhar tempo, até restar apenas o caprino por ali.

O que ele fez? Pensou em zaralhar por completo, porém, ao ficar sozinho os inimigos ficaram mais livres, desviando das suas ações e investindo em sua direção. Um homem segurou na sua cintura, enquanto outros agarravam suas pernas e uma terceira leva acertou-lhe alguns golpes na face... tudo parecia perdido. Porém, no fim do túnel uma luz brilhou, uma gargalhada estranhada sobrepôs o som da batalha e em uma movimentação extremamente rápida – que Subaé nem conseguia entender direito o que se tratava – vários marinheiros foram caindo um após o outro, com cortes em sua face que lembravam um sorriso.

Sim, o Risonho deu as caras novamente.

Ele estava carregando um pequeno baú, bem semelhante ao que o caprino havia adquirido para sua posse, mas com uma coloração ligeiramente diferente, parecia ser um baú feito de prata. Os marinheiros ficaram enfurecidos, por trás das máscaras o caprino pode sentir todo aquele alvoroço e conseguiu ver bem claramente na face daqueles que não tinham seus rostos cobertos. Aquele foi o momento que ele usou para continuar com suas ações, notando que uma outra figura de força havia aparecido por ali, já que ele começou a enfrentar o Risonho com louvor - CAPITÃO DOMINIQUE! - Gritou um dos marinheiros.

Bom, Subaé tentou aplicar um soco, na verdade, ele conseguiu aplicar um golpe pesado naquela Torre, porém, sua estrutura conseguiu aguentar em pé, mesmo que tenha balançado um pouco. Entretanto, ele não tinha tempo para uma segunda tentativa ou talvez, terceira, já que alguns marinheiros começavam a vir em perseguição, porém, pelo lado de fora. Sim, aquela era uma indicação que os danos causados pelo caprino, haviam de alguma forma fechado a passagem naquele corredor - VAMOS! - Ele escutou Zuba já do outro lado do pátio, vendo que por ali também surgiam alguns marinheiros de algum outro ponto daquele emaranhado que era a prisão, mais um sinal que o caprino não teria muito tempo para fugir dali.

Haviam duas opções novamente: Continuar enfrentando a marinha ou fugir pela rota criada por Zuba e os demais homens, que no fim, os levariam até a embarcação dos cabras da peste.


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27: Fruta?



O Tobu Shigan foi tão efetivo quanto eu me lembrava, mas para a minha surpresa, ao invés de estar cheio de ouro, o baú continha apenas uma fruta estranha de cor terracota com ondulações padronizadas. Por que diabos alguém iria guardar uma fruta em um baú de tesouro??? Ela deve ser uma fruta muito gostosa para tamanha proteção… Seja como for, eu chutei o baú para Zuba, que o agarrou antes de guiar os fugitivos para fora da prisão enquanto eu atrapalhava o avançar dos marinheiros.

Eles eram muitos, e chegou um momento em que eu pensei que iria ser preso mais uma vez, afinal, eles estavam me agarrando por todas as partes de meu corpo e atrapalhando demais minha movimentação. Foi quando o mascarado de outrora reapareceu com mais um baú debaixo de seu braço. Seus cortes eram tão rápidos e precisos que rasgavam a face dos marinheiros deixando um sorriso de sangue em seus rostos.

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-Uau… esse cara é fortão… - falei admirado enquanto observava o retalhador sorridente cortando os marinheiros de um por um.

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-ZeBeBeBeBe!!! Já decidi!! Eu quero esse ai no meu bando!!

Então, sem perder tempo, eu usei o geppou e dei o socão na torre, que não caiu, mas derrubou alguns escombros que impossibilitaram a passagem dos soldadinhos.

-EEEEi!!! - gritei para que Risonho me ouvisse antes de ir na direção do Zuba - Ô DO FACÃO!!!! VALEU POR ESSA AJUDA!!!! - Gritei fazendo um Joinha com o dedão do braço bom e piscando um dos olhos.

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- QUERO TE LEVAR PRO MAR COMIGO, MAS AGORA EU VOU É DAR NO PÉ!! ATÉ MAIS!!! - E então eu iria me juntar com Zuba e os demais e seguiria com eles até o Lamento.

Se em algum momento nós fossemos interceptados por um esquadrão de marinheiros, eu iria apontar o dedo indicador na direção dos mesmos e começaria a disparar shigans contra os mesmos para que morram ou saiam de nosso caminho - Não deixem que nos sigam!! Matem todos!!

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Caso nós conseguissemos chegar ao Lamento em segurança, eu iria me ajoelhar no conves, iria abrir os braços, apoiando-os contra a madeira em uma tentativa de “abraçar o barco”, e daria alguns beijos no piso de madeira - Oh meu barquinho querido e amado!!! Eu estava tão aflito em te imaginar aqui sozinho, sem mim… que saudades, meu amor….

Então eu me levantaria, iria até monoliso e daria um soco de camarada em seu braço, olharia em seus olhos com uma das sobrancelhas arqueadas para lhe intimidar - Essa ilha aí só tem maluco, irmão!! Acabei de ser preso por estar sem máscara!!! REVOLTANTE!!! eu nem tinha chegado a roubar nada! Agora...Vá chamar alguém capaz de tratar desses meus ferimentos de bala...

A esse momento, Rurá e os outros fugitivos deveriam estar surpresos, afinal, eu lhes disse ser um Rei pródigo, mas tudo o que eles vêem é uma tripulação de piratas. Me voltei para o Samurai e os demais e me curvaria solenemente (como um artista depois do show) - Deixem que eu me apresente de verdade! Eu sou Subaé, sou o Comandante Farrista da Grande Frota dos Cabras da Peste… Que são todos os navios que vocês estão vendo aí. É isso, sou um pirata, e só sou rei dos mendigos! ZeBeBeBeBeBeBeBeBeBe!!!!

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Então estendi a mão boa na direção dos ex-detentos - Esqueçam essa terra sem face e venham para o mar comigo!! Naveguem Sob minha bandeira e eu irei lhes presentear com riquezas e glória, para não precisarem mais abaixar a cabeça; e o mais importante, liberdade de viver aventuras por todo um mundo inteiro!!!!

Caso eles aceitem se unir à frota, eu iria comentar com Monoliso - Precisamos roubar um barco pra esses aí urgente… Ta muito cheio… - em voz baixa, claro. Aproveitaria a oportunidade para puxar o macaco velho para junto de Zuba - Traz o baú aí guri - e levaria os dois para meu aposento no segundo andar. Lá, com a porta fechada e trancada, eu ordenaria que Zuba abrisse o baú - Abra, mostre para o velho!- Ainda de pé, iria observar o baú ser aberto, e então começaria a analisar a fruta.

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- E ai gente, o que vocês acham que é isso aí? Por que será que eles guardaram essa fruta em um baú? Será que tem algo sobre isso lá naqueles cadernos?





info:









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~Narração~

O grupo começava uma corrida para o lamento, eram acompanhados por guardas, mas os shigan de Subaé dispersaram eles aos ferir na correria.

Ao chegar no barco o capitão pirata se esbanjava beijando a embarcação e então se apresentava como um pirata, os outros fugitivos que achavam que ele era algum figurão estavam claramente desgostosos, mas ficaram quietos e apenas acenaram com a cabeça para se unirem a ele, afinal precisam se manter seguros e separados iam apenas ser presos novamente.

Em seguida o capitão começou a analisar o baú e seu conteúdo e alguns de seus novos companheiros ficaram boquiabertos.

-I-i-isso é?... Não é possível, mas parece com uma das lendárias frutas do diabo que dão poderes a quem as comer…


Um rapaz que fugira da prisão começava a se aproximar, surpreso com a visão da estranha fruta, no entanto uma explosão na água mudava o centro da conversa.

fiiiiiiiuuuUUUUUUUUUUUUUUU BOOM

Um assobio que aumentava de som aos poucos era seguido de uma explosão poderosa na água ao lado do barco, fazendo o mesmo chacoalhar ferozmente. Aquele som, o capitão pirata conhecia bem, canhões.

Se olhasse ao redor, o capitão poderia ver três navios da marinha se aproximando por trás do barco a distância e os assobios não cessavam.

fiiiiiiiuuuUUUUUUUUUUUUUUU BOOM

fiiiiiiiuuuUUUUUUUUUUUUUUU BOOM

fiiiiiiiuuuUUUUUUUUUUUUUUU BOOM


As balas de canhão estouram na água ao redor deles cada vez mais perto, se não movessem o barco dali, o mesmo seria acertado e eles iriam afundar com ele.

Não abra:
Resumo Subaé:

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Legenda:

-Fala do Deep

-Voz da entidade

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28: Ainda não acabou…



Para a minha surpresa, aquela fruta não era uma fruta comum, era uma das frutas do diabo… Ao ouvir a explicação do macaco, peguei a fruta e sem pensar duas vezes dei um mordidão na mesma. Eu esperava me sentir poderoso, mas tudo o que senti foi um gosto bem merda. Minha cara iria se contorcer por conta do gosto, depois de engolir a primeira mordida, deixaria o resto da fruta no baú.

-Que gosto horrível!!! Blarg!! Arg!! -diria reclamando ao limpar a língua - ZeBeBeBeBeBe!! Está certo… Agora me resta descobrir o que é que eu posso fazer! Será que eu crio terremotos? Meteoros?

Não tive tempo para pensar no assunto, pois, para minha surpresa (mais uma vez) a marinha estava na minha cola, e agora eles me seguiram até o mar. Eles vinham disparando contra nós, como se aquilo fosse um buster call… e, obviamente, a minha reação foi ficar cabisbaixo, pensativo, e levemente irritado.

Cabras da Peste, Vol 5 - A face da desordem - Página 4 1Knh

-Puta que me pariu… Esses caras não desistem!

-SE MOVAM SEUS PASPALHOS!! ICEM AS VELAS!! PUXEM AS CORDAS! FAÇAM O CARALHO QUE FOR PRECISO PARA MANTER ESSE BARCO A TODA POMPA! - Em seguida eu iria correndo até o timão do Lamento a fim de manejá-lo para longe dos disparos, contornando as possíveis zonas do impacto dos tiros inimigos para me aproximar das embarcações inimigas - ATIREM OS GANCHOS E PUXEM!! SE PREPAREM PARA O COMBATE!! - Diria em ordem. Se eles querem um combate, então vamos lutar.

Deixaria o leme na mão do marinheiro mais próximo e avançaria correndo até a proa, saltaria sobre ela e usaria o geppou para me esquivar de possíveis ataques, e posteriormente invadir o convés que esteja sendo invadido pelos demais.

-Canalhas…- Diria com raiva ao olhar para os marinheiros fardados - … Essa é uma péssima hora para vir me importunar. Agora sofram a fúria dos meteoros!!!

E então faria um sinal com as mãos para “ativar” o poder. Provavelmente não aconteça nada, ou provavelmente aconteça algo inesperado… vou deixar tu decidir…

Cabras da Peste, Vol 5 - A face da desordem - Página 4 Spiderman-tobey-maguire

-MAS O QUE?! - diria desapontado ao olhar para a minha mão - Que porra é essa? -Tentaria soltar os meteoros mais algumas vezes, mas depois de entender que era impossível, eu iria cair pro figth.

Avançaria contra o maior grupo de oponentes e impulsionaria o corpo com o geppou a fim de cravar meus chifres em alguém e derrubar os demais que fossem atingidos. Ficaria atento para me esquivar de possíveis golpes, neste caso, iria saltar para longe do atacante (ou para o lado em casos de disparos) e logo em seguida iria disparar o Tobbu Shigan em seus peitos.

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Se muitos oponentes viessem para cima de mim ao mesmo tempo, iria saltar para frente e ao apoiar o meu peso sobre as minhas mãos, iria girar o corpo desferindo uma sequência de coices nos oponentes mais próximos.






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~Narração~

Sendo perseguido, Subaé como é esperado fazia algo inconsequente e incomum, ele virava o barco para ir de encontro a seus perseguidores, facilitando pros navios o rodearem. Ainda por cima ele ia sozinho para outro navio usando geppou largado seus nakamas para trás no navio mal posicionado.

Dois dos navios da marinha circundavam o navio que comandado por um reserva não tinha agilidade suficiente para sair da enrascada e os dois batiam no lamento um de cada lado com os marinheiros abordando ele e iniciando uma luta generalizada no convés.

Enquanto isso no terceiro navio, Subaé estendia a mão tentando forçar a saída de um poder, ele tanto queria forçar a saída de algo que um peidinho escapou. Rindo da situação os marinheiros o atacaram, mas o rápido pirata se colocou de ponta cabeça a girar e coicear, distribuindo coices em muitos que acabavam tendo que recuar.

Em seguida usando o geppou a cabra armou uma cabeçada, mas a trajetória reta do ataque facilitou o trabalho do capitão do navio que chegava bem a tempo, com uma enorme marreta ele golpeava o pirata para o outro lado do convés em pleno ar. No entanto Subaé não sentia dor e nem cambaleava, mas sim se espalhava em uma enorme poça de lama que aos poucos se remontava em seu corpo normal, ou quase, sua cabeça tava ao contrário, com a nuca pra frente.

-O maldito comeu a logia… Me deixem tomar conta dele, tomem o barco dele e controlem o bando… Eu me viro com a escória.

O capitão era um homem de uns três metros, cabelos longos encaracolados e negros, sua pele era escura como bronze polido, seu uniforme da marinha tinha uma gola V com um botão aberto, mostrando seu peito peludo por trás, sua marreta tinha uns quatro metros de cabo e provavelmente um metro e meio de lado no cubo da ponta da marreta.

O convés se abria para os dois lutarem e Subaé podia sentir os olhos verde-esmeralda do capitão grudados em seus movimentos.

Não abra:
Resumo Subaé:

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