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Um RPG narrativo baseado no universo de One Piece, obra criada por Eiichiro Oda.
 
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 Cabras da Peste, Vol 5 - A face da desordem

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Shiori

Shiori


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MensagemAssunto: Cabras da Peste, Vol 5 - A face da desordem   Cabras da Peste, Vol 5 - A face da desordem - Página 5 EmptyQui Set 15, 2022 8:17 pm

Relembrando a primeira mensagem :



Cabras da Peste, Vol 5 - A face da desordem


Subaé [Pirata]

Não possui narrador definido.
Aberta

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Deep
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Deep


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MensagemAssunto: Re: Cabras da Peste, Vol 5 - A face da desordem   Cabras da Peste, Vol 5 - A face da desordem - Página 5 EmptySex Mar 10, 2023 3:09 pm

~Narração~

A cena épica de seu filho enchia o paizão comprador de cigarro com orgulho, no entanto ainda havia uma luta a se lutar, o cabra então mandava um socão de lama que acabava por não sair exatamente como planejava, mas saiu ainda assim, mas um balanço da marreta jogou um disparo de ar que colidiu com a mão, explodindo lama para todo lado.

Um segundo movimento da marreta era feito e mais uma rajada se projetava rumo ao cabra, o soprando para fora do barco onde acabou por aterrissar em mar aberto, onde ele sentiu como se perdesse toda sua força e começou a afundar como se fosse uma pedra.

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Contente em ter se livrado do pirata e ciente do fim trágico de um akuma que cai na água, o marinheiro de pele cor de bronze, corria para o lamento onde era rapidamente encarado por Zuba, aquele que parecia estar “liderando” a luta ali no barco.

O filhote de pirata se jogava em um ataque rápido contra o marinheiro que girava sua marreta para ir de encontro a espada de Zuba, que por um segundo, apenas observava normalmente sua espada trocando faíscas com a marreta, porém logo percebia um certo vento, lhe empurrando as bochechas até o ponto de o jogar voando para longe.

-Você é o filho dele, não é? Parece que ser leve é um defeito de família, sua mãe devia ter escolhido melhor qual vagabundo engravidaria ela.

Zuba se levantava do monte de farpas de madeira da parede do lamento que havia trincado com sua pancada, um fio de sangue escorria do canto de sua boca.

-Não fale mal da minha mãe… Seu porco.


~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Afundando na imensidão azul, o cabra acabava por adentra uma nuvem de pequeninos peixes prateados que o rodeavam curiosos com o ser que afundava imóvel, a silhueta deles ao seu redor no mar, fazia tudo parecer um céu estrelado e o oxigênio cada vez mais escasso, fazia sua visão embaçar tornando a visão cada vez mais crível e esotérica.

Isso até que todos os peixinhos começaram a nadar para longe dali com uma velocidade imensa, fugindo de uma escuridão que os engolia, uma enorme boca, na qual o pirata se perdia, engolido por um ser marinho.

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

No barco, Zuba continuava apanhando do marinheiro e a luta parecia pender para a marinha em todo o lugar, sem o capitão para segurar o mais forte dos inimigos, a luta parecia totalmente desigual, Zuba era incapaz de se igualar ao marinheiro, por mais que estivesse completamente enraivecido com as falas dele.

-Ora ora criança, o seu pai é um velho vagabundo, fraco e fétido, me faz imaginar o quão barata era a puta da sua mãe.

Zuba já havia sido derrubado diversas vezes, seu rosto estava roxo, fios de sangue escorriam aos pares por seu queixo.

-EU DISSE PARA NÃO FALAR MAL DA MINHA MÃE, MALDITO…

Dizia o jovem mink indo pra cima do marinheiro, num ataque desesperado que parecia carregar algum vento para dano extra, o marinheiro parecia não conseguir se defender, ele nem se moveu, só se ouviu uma palavra…

-Tekkai…

Zuba acertava o tronco do homem, mas era como se acertasse o próprio aço, perante tal sensação, ele dava um passo pra trás, ele não conseguia cortar o corpo do marinheiro com uma lâmina, perceber isso trazia a ele um sentimento misto, o desespero perante um inimigo muito poderoso e a raiva de querer matar alguém que estava ofendendo seus entes queridos.

-Hum… Inútil como seu pai…

-Meu pai não é …


Zuba ia responder a ofensa, mas assim que olhava para frente percebia a enorme marreta vindo contra ele, não havia mais tempo de esquiva e nesse momento o macaco Mono Liso pulava e arrastava Zuba para longe do centro do golpe, assim os dois acabavam tomando apenas parte do mesmo e de forma bem menos incapacitante.

-Ah não é? Ele comeu uma logia e caiu no mar garoto, ele morreu, já deve estar no estômago de algum monstro, nunca mais ele será um problema e você poderá chorar por ele na cadeia…

-Calado…

Dizia Zuba, se colocando de pé, completamente ferido, manco e surrado.

-Ele vai voltar…

Quase todos os piratas no barco estavam em seus joelhos nesse momento, a luta estava quase terminada, os marinheiros já nem sentiam mais perigo ali, na realidade ao verem a criança pirata falando que o pai afogado ia voltar, eles riam descontraidamente.

-CALADOS… ELE VAI VOLTAR, SEUS MALDITOS…

Os dedos de Zuba abraçavam a empunhadura de sua espada, ele parecia querer se segurar em algum lugar e agora tinha só a espada e então quase como falando pra si mesmo, ele completou sua frase.

-... Ele sempre volta…

Um instante de silêncio tomava o barco…

SWOOOOSH…

O som do respiradouro de uma baleia espirrando água era ouvido perto dali e o jato era bicolor, azul e marrom, vinha rumo ao barco e aterrissava entre os piratas e os marinheiros, pouca coisa a frente de zuba, a água escorria e apenas uma massa marrom ficava que aos poucos cada vez mais parecida com uma figura a qual os marinheiros achavam que nunca mais iriam ver… Subaé.

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Resumo Subaé:


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-Fala do Deep

-Voz da entidade

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Subaé
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Subaé


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MensagemAssunto: Re: Cabras da Peste, Vol 5 - A face da desordem   Cabras da Peste, Vol 5 - A face da desordem - Página 5 EmptySex Mar 10, 2023 10:58 pm


31: As profundezas chamam




Realmente, eu consigo controlar a lama que parece ser produzida por meu corpo. A lama me obedeceu e a mão gigante se formou e avançou contra o capitão da marinha, que desfez a mesma com o seu primeiro golpe. O segundo golpe me acertou em cheio e eu fui parar no meio do mar.


Cabras da Peste, Vol 5 - A face da desordem - Página 5 Tumblr_mq9mfhGuWv1rbrys3o1_500


“Maldição… Por que qu não consigo nadar?” pensava ao notar que o meu corpo não se movia mais, nem mesmo para se debater. Senti a minha boca abrir e as bolhas de ar escaparem “...Ah é mesmo… a fruta!” eu já deveria ter notado isso antes, foi o que pensei enquanto via os peixinhos dourados que me rodeavam cheios de curiosidade.




Cabras da Peste, Vol 5 - A face da desordem - Página 5 _vIi6m


Eu já estava pronto para abraçar a morte, mas mais uma vez ela me cuspiu de volta, dessa vez quase literalmente, pois, logo quando sentia estar prestes a morrer, um peixão me engoliu. Não sei dizer o que foi que aconteceu lá dentro, tudo foi muito confuso, mas foi radical e divertido. Até que no final, fui cuspido para cima pelo peixão! Voei lá pro alto, e ao cair, estaria no convés do Lamento de Caronte. Meu corpo, ainda lamacento, voltava à sua forma original em uma fluidez rítmica e fisicamente impossível, pois a lama escorria para cima.


Cabras da Peste, Vol 5 - A face da desordem - Página 5 1433648109632


Iria deixar algumas porções de lama no terreno, a fim de usá-los mais tarde de maneira sorrateira, e por isso iria fazer as mesmas escorrerem para os vãos das tábuas de madeira, onde ficariam até segunda ordem.

Observei rapidamente e logo pude entender a situação. Zuba estava levando uma surra, Monoliso também, e os meus tripulantes já não tinham mais esperança… É como se a situação da prisão estivesse se repetindo. Diúmara morreu por causa disso, e a culpa de tudo é o meu descaso com a situação. Aquilo me enraiveceu. Olhei para o oficial da marinha e o meu olhar exalava ódio, mas aquela raiva toda era por mim mesmo, não por ele… afinal, eu tenho me mostrado ser o meu maior inimigo. Ele só estava representando um obstáculo imediato.

-Zuba, Mono… - andando lentamente, diria ao passar por eles - …Vocês foram excelentes até aqui, mas agora deixem esse milico comigo. - A frase não foi dita aos berros como sempre, dessa vez foi dita de maneira centrada e carregada de ira.

Continuaria andando na direção do homem do martelão, olhando em seus olhos e rindo de nervosismo - Zebebebe.. Eu vou te contar um segredo. Existe uma mulher invisível aqui do meu lado - apontaria para o lado esquerdo - Sabe qual é o nome dela? Sorte! Mas existe uma outra que também não para de me seguir, ela está aqui, olha… - diria apontando para a direita - Essa daqui é a Dona Morte…  As duas não param de brigar por mim. Mas sabe qual é a nossa diferença? A que existe entre você e eu.

Um sorriso cafajeste surgiria em meu rosto antes de responder.

-Você só conseguiu conquistar uma das duas!

E então, logo após terminar a fala eu iria avançar contra o homem do martelo, fingindo a intenção de desferir um soco contra o mesmo. Entretanto, visto que o mesmo sempre se defende atacando, iria esperar  a sua marretada. Assim que ele desferisse o golpe eu iria Inclinar o meu corpo para trás, aproveitando da nova maleabilidade de meu corpo para me afastar muito mais do que seria possível antes.


Cabras da Peste, Vol 5 - A face da desordem - Página 5 Esquiva


-NUMA NUMA NO…

Tendo conseguido me esquivar com maestria, eu iria fazer uma perna de lama crescer em minha nuca, e então faria a minha cabeça pular no ar com o auxílio do gepou, indo em alta velocidade contra a testa do Oficial.


Cabras da Peste, Vol 5 - A face da desordem - Página 5 GOLPE


-… BADALAR DE BARRO!!

Caso ele não me ataque, continuaria o soco com o propósito de acertar a sua face. feito isso eu iria saltar rapidamente usando o geppou para impulsionar um mortal que me permita saltar sobre o mesmo e ir parar em suas costas (atrás dele), onde iria desferir uma rasteira no mesmo, e logo então, iria golpear meu cotovelo contra o seu peito me aproveitando do giro da rasteira, desta forma direcionando o oponente com força para o chão.

No momento em que ele caísse, a lama escondida no convés iria agarrar os seus braços e pernas na tentativa de imobilizá-lo.

Por fim, iria estender a mão na direção de sua face ( Caso ele esteja caído, colocaria a mesma diretamente em sua boca ) e começaria a fazer jorrar um forte jato de lama que, ao acertar a sua face, começaria a escorrer para dentro de sua boca, escorrendo por sua garganta e cada vez mais enchendo o seu estômago.


Cabras da Peste, Vol 5 - A face da desordem - Página 5 6498


Não iria cessar o jato até que o mesmo se afogasse, ficasse inchado e começasse a vazar por todos os orifícios possíveis.

Tendo derrotado o Oficial ou não, a batalha ainda não estava terminada. Haviam mais três navios cheios de marinheiros, e uma tripulação desmotivada…

-O que estão esperando? seus pulguentos!! VÃO FICAR AÍ PARADOS JUSTO AGORA? - As palavras e gritos se dirigiam aos tripulantes - Mostrem que não somos mais aqueles náufragos fracotes do Farol!! Vocês são prisioneiros? - pausa dramática para resposta - São canalhas fracassados? - outra pequena pausa - PREPAREM-SE PARA ATIRAR TUDO O QUE TIVEREM!! MOSTREM AQUILO QUE VOCÊS REALMENTE SÃO: UMA FERRAMENTA DE ESFOLAMENTO!!!

Saltando para longe do Oficial, eu iria fazer duas cavidades altas se abrirem em meus ombros, as pontas das cavidades assemelhariam-se aos lábios de uma boca prestes a beijar alguém…

-Preparem-se…

Então, começaria a produzir mais lama dentro dessas cavidades, enchendo as bochechas das mesmas, até que por fim começariam a cuspir bolas de barro para cima, mirando em todos os quatro conveses, assim como nos marinheiros do governo.


Cabras da Peste, Vol 5 - A face da desordem - Página 5 Pokemon-blastoise


-EU VOU FAZER CHOVER EM CIMA DELES!!!





info:









32.400/42.4901.135/1.60004/1009/15

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MensagemAssunto: Re: Cabras da Peste, Vol 5 - A face da desordem   Cabras da Peste, Vol 5 - A face da desordem - Página 5 EmptyDom Mar 12, 2023 12:53 am





~Narração~

Subaé aterrissava já falando grosso enquanto o capitão da marinha olhava incrédulo.

-Mas que maldita sorte é essa.

Após uma breve troca de palavras, o capitão pirata partia pro ataque, como de costume o marinheiro respondia com uma marretada que era desviado pelo cabra, forçando a marreta a acertar o lamento, jorrando farpas de madeira para todos os lados.

Seguindo sua esquiva, o mink usava de suas habilidades recém adquiridas para mandar sua cabeça rumo a cara do marinheiro que recebia a cabeçada em cheio, mas tirando um vermelhão que aparecia em sua testa, não ocorria muito mais.

Nervoso, o marinheiro golpeava novamente com a marreta, acertando o convés do barco e obliterando a madeira à frente, abrindo um grande buraco no topo no do barco, acabando com a ideia do cabra.

-Ateiem fogo a essa balsa velha, esses piratas não vão fugir nem com toda a sorte do mundo.

Ordenava o homem da marreta aos subordinados dele que começavam a se espalhar pelo convés chutando os poucos piratas que ainda se rebelavam.



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