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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina

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Shiori
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Relembrando a primeira mensagem :



3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina


Diego Kaminari [Pirata], Chloe Kaminari [Pirata], Silver 'D Saru [Pirata], Eren Von Kruger [Civil]

Não possui narrador definido.
Fechada

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Saru
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Saru
Pirata

Erwin me respondia sobre a alimentaçao dos Ursos e que costumam comer mel das abelhas das montanhas e beber seiva dos pinheiros, mas que tambem costuma comer frutas e verduras. – Que bela alimentaçao e deve ser doce.

A minha ideia era boa segundo Erwin, mas ele tambem me contou que não era o único que pensou nisso, que seu bisavo tambem teria tido essa ideias e que ele era um grande lutador ele teria ensinado um tal punho bebado -Punho Bebado, nunca ouvi falar deve ser legal. Mas a falta de maldade nos urso levaram eles a fazer disso uma brincadeira de briga quando estao bebados.
- Fantastico agora eles ficam bebados e ainda lutam.

Afinal o fisico do Tio de Ivan não era por conta de treino com os Ursos mas sim alimentaçao e calistenia seja o que for isso, mas faz exercicio desde criança entao deve ser isso.
Iamos la para fora para conhecer os Ursos, Ivan ficaria para tras porque estava a cozinhar macarrao, enquanto saiamos eu perguntava baixinho.
-É seguro deixar ele na cozinha?


Deixando essa pergunta de lado, ouvia a opiniao dele sobre a ilha em geral, ele me falava de cada vila mas tinha uma que ele dizia que era melhor não ir, falava dos bosques, florestas e montanhas, mas me avisava que a floresta do norte era moradia de uma bruxa.
-Vadionoi, O que é um isso?


Ele falava dos militares que saiam de la com medo “Ela mete medo ate aos militares, isso parece ser bom.”
Caminhava enquanto pensava um pouco, quando dava por mim estaria perto de uma clareira onde tinha pelo menos vinte ursos grandoes, pulando e dançando, notava ate expressao neles como se tivessem a sorrir.
-Uauuuu que legaaaaaal, tantos Ursos e divertindo que bela festaaa. Eu dizia animado ao ver eles se divertindo.


Via um Urso vindo ate mim – Oii. Do nada ele da da dois socos na barriga, foi rapido mas não foi forte, entao não doeu nada mas me pegou desprevenido e me fazia ir para trás e cair de bundo.

Eu coçava a minha bunda -Que porra foi essa, urso doido. Enquanto eu coçava minha bunda eu notava minha garrafa de vodka deitada no chao com vodka derramada, ela não teria partido porque eu cai com ela, mas eu teria largado ela no chao sem notar.

Pegava na garrafa levantando ela, eu virava ela ao contrario e nem uma gota sairia dela, vazia….
O urso estava levantando os braços e a pular como se tivesse festejando me derrubado.
-V.vaziaaa.
Erwin dizia que ele tava me chamando para beber, mas tinha que ir derrubar ele primeiro, para ser companheiro de bebida.
- Aquele maldito Balu, me fez derramar minha bebida e me chama para beber vou beber como agora, eu vou virar ele ao contrario.

Dizia me levantando do chão, e rapidamente num impulso eu avançava para o Urso, assim que chegava a frente do Urso, se ele de alguma forma conseguisse ter uma reação a minha aproximação e tentasse me atacar eu me defendia batendo as patas dele para o lado conforme me tentaria atacar, depois bem rapido dava um rodopio chutaria as pernas do urso para dar um arrasto nele e usando o desequilíbrio pegaria uma pata dele, e usaria o meu corpo como puxando ele para jogar ele no chao, não a base de força, mas seria mais na base de rapidez e técnica.

Assim que ele caisse no chao eu olharia para ele –Viu tambem sei empurrar tu para o chao, ta me devendo vodka, tem que encher minha garrafa.




Histórico:
Ficha Resumida:
Objetivos:

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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário
A enorme ponte lupina
parte 1.E- Algo que nunca deveria ter feito…
 Não eram lágrimas falsas. De forma alguma eu teria coragem de fazer isso, ainda mais com algo que para muitos dos moradores daquela ilha era algo quase sagrado. Aquele monumento… aqueles nomes… eram algo precioso demais e até mesmo doloroso demais "Desculpa mãe… eu demorei muito a voltar..." o pensamento ia sendo seguido por uma encharcada menor de lágrimas. O olhar direcionado para Diego era triste, naquele momento tudo parecia estar em movimento lento e aos poucos as lembranças foram voltando.

[flashback on ]

Os dias em tequila eram sempre frios, Olga e eu aproveitavam os os momentos após os treinos para brincar, principalmente correr entre as plantações e se esconder uma da outra para dar sustos, as vezes até mesmo tentar se esconder das aulas de tiro e explosivo dos nossos tios e tias. Mas naquela tarde em especial havia acontecido algo que marcou em tantos níveis a data.

Era início de tarde, Tuine e Norme haviam saído para resolver seus problemas pessoais, eu tinha acabado de completar um ano da minha recuperação. Infelizmente ainda não conseguia andar sem a ajuda das muletas, mas estava trabalhando fortemente naquilo. Olga, com seus cabelos avermelhados, olhava impaciente a janela e a plantação de beterrabas. Seus olhos curiosos parecia querer mais do que aquilo que tínhamos no momento  — O que houve Olga? — Calmamente me aproximava da ruiva tentando buscar sua atenção — Olga?.... Ei….EII… Olg!

- Han? Que? Que foi bobona?- Olga respondia sem tirar os olhos da janela. - Tá tão bonito lá fora… porque a gente tem de ficar aqui dentro? -

Mas eles foram na pedra… prestar as homenagens… você sabe — respondia com certa rebeldia. Não entendia porque aquilo era tão importante para eles, assim como para todos os outros velhos da ilha

-Eu sei. Mas também é seu aniversário. Eu sei que não sou seu irmão, mas… - Com as perninhas curtas a garota correu até uma pequena caixinha e pegou três colares. Um era branco com pequena esfera azulada, o segundo era azul com uma esfera verde e o terceiro verde com uma esfera branca - um para cada uma de nós e um para o seu irmão. Pra quando você achar ele Chloe.-

Aquela foi uma das primeiras vezes que havia ganho algo na vida sem ter que quase morrer por isso, mas mesmo o tempo pode trazer coisas que acabam com sua visão do passado.


[Flashback off]

As memórias dos dias em tequila vinham como uma montanha russa, felicidade e tristeza nas mesmas ondas, mas isso me deixava feliz. Agora, vendo o gigante se levantar e ir limpar o monumento me deixou levemente aliviada "Perdão mãe… eu demorei demais Aquele pedido era mais por ter demorado a voltar para a vila em si é não apenas demorar a repreender aquele imenso homem, mas o mais doloroso não era lembrar de alguém querido e sim não lembrar.

Emocionada, uma senhora se aproximava com lágrimas nos olhos, seu jeito parecia doce e trazia certa nostalgia à mente, porém apenas o vazio preenchia a mente. O casal conversava sobre minha identidade, eles parecia me conhecer como nunca antes e mesmo não me recordando agora, calorosamente agora braços a mulher de forma que não a machucasse — Verdadeiramente bons tempos. Perdoem por lhes deixar pensar que eu morri — respirei fundo soltando pouco a pouco o abraço e indo agora em direção ao homem dando-lhe o mesmo abraço acolhedor abraço dado pela esposa — Tive muito o que fazer por ai. E uma delas foi achar meu irmãozinho — o sorriso genuíno havia voltado — Apenas vou pedir perdão, o passar dos anos enfraqueceu minha mente e esqueci seus nomes… e … onde está Olga? — a pergunta foi feita com animação.

Caso dessem qualquer indício de que ela havia sumido, iria apenas respirar de forma profunda e continuar a responder possíveis indagações. Caso contrário, iria correr em direção ao monumento onde iria averiguar cada um dos nomes ali colocados. E ficaria parada apenas observando os dois nomes… Olga e Tuine.



legendas:

Objetivos:

Ficha Resumida:

Histórico:

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Hannibal
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POST

04


3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina
Hannibal




Culpa.




Depois de realizar a desagradável tarefa de limpar o monumento que havia sujado Hannibal retorna com o material de limpeza em mãos para devolver e depois de se desculpar devidamente aproveitou a oportunidade para devolver o soco que levou, atingiu o sujeito com tanta força que o fez voar vários metros e cair na plantação e obviamente ele não gostou nada disso.

Quando se levantou ele avançou novamente contra Hannibal fúria nos olhos, o meio gigante por sua vez se colocou em posição de combate levantando seus punhos e em seu rosto estava estampado um gigantesco sorriso.

- CAI DENTRO PEQUENINO, EU QUE VOU FAZER VOCÊ VIRAR PURÊ!

Hannibal se prepara para absorver o golpe do homem se colocando em posição de defesa fechando sua guarda, depois de receber ataque tendo sucesso ou não em sua defesa avançaria novamente contra o sujeito para soca-lo no rosto com toda sua força, ele lutaria ate aguentar trocando socos e mais socos com o sujeito até um dos dois cair ou ele desistir da luta porque Hannibal jamais se entregaria.

Enquanto briga ele percebe Chloe indo em direção ao monumento que havia limpado, tirando seu olhar do seu adversário por alguns instantes, parece que quele monumento era realmente importante para ela especialmente, Hannibal nunca havia presenciado alguém chorar daquela maneira.

Sendo assim depois da luta com o sujeito mal encarado (caso fosse aquele de pé), ele decide se aproximar de Chloe.

- Quem está ai que é tão importante? – Pergunta ele genuinamente interessado.





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ADICIONAIS :

PROFICIÊNCIAS:

Briga, Estratégia, Interrogatório, Sobrevivência, Ameaça

Qualidades:

Vigor, Corpulento, Força Titânica, Duro de matar, Prodígio, Mestre em Haki.

Defeitos

Exótico, Sob medida, Infame(Por ser uma pessoa violenta), Sadista, Cabeça quente, Obcecado(Brigar).

[spoiler="Histórico"]
Posts: 04
Ganhos: -N/A
Perdas: N/A
NPCs: N/A
Objetivo da Aventura: Virar Pirata.







CRÉDITOS Roevs
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Subaé
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Nos bares de então
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Subaé
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A liberdade que atravessa a Ponte Lupina - 06

Revista Vespertina

-Mas o queêe!? - todos responderam incrédulos quanto à escolha do ex-ex-tenente Kruger. Jean e Floch pareciam extremamente decepcionados com a escolha, mas acredite, Connie estava muito mais… Sasha, por sua vez, estava triste por que o último cupcake havia terminado.

-Tudo bem, senhor! - Jean falou ao puxar uma varetinha que seria muito útil para repreender seus colegas-subalternos com golpes ardentes - vou deixar esses bunda-moles aptos para o trabalho - sua feição era sorridente, mas um tanto sádica… Dê poder para alguém e irá conhecer quem ele é…

Connie suspirou emburrado e por fim se levantou - Tá certo…- falou - vamo simbora procurar esse insurgente…- e então saiu com o ex-ex-tenente para iniciarem as buscas.

No caminho, Eren avisou Hiris que os demais permaneceriam no estabelecimento, a mulher respondeu positivamente ao levantar a sua cartola, mas não pôde dar muita atenção para Eren visto que o movimento do bar estava muito intenso. Por fim, Eren e Connie foram para a rua fria e gélida.

-Você quer saber de onde eu venho? Oras bolas, eu sou daqui mesmo. De Ulglich - Connie respondeu ao ouvir a pergunta de seu superior - Acho que você talvez não lembre de mim, mas eu estava na cerimônia do dia que você se formou como militar… Mas é claro que você não vai conseguir se lembrar de mim, eu era só um garotinho que estava junto de meu pai… - Se eren buscasse as memórias daquele dia na sua mente, poderia lembrar de um garotinho melequento que estava sentado no colo do General Bison - … Sabe, Sr Kruger. Eu admiro você por ter abandonado essa milícia, é uma pena que o meu pai possa fazer o que bem entender com o nosso destino…

Enquanto caminhavam, Eren poderia notar que as ruas não estavam ficando cada vez mais vazias. O motivo para isso era o siguiente: a alta cúpula do exército não queria arriscar perder a chance de encontrar este rebelde, e por isso não estavam alertando ninguém sobre aquelas operações. Dentro da cidade tudo estava normal, como sempre era, mas os portões da cidade e o porto estavam fortemente guardados por soldados. Ninguém entra ou sai da cidade.

Conforme rondavam as ruas, Eren poderia notar um grupo de pessoas que retornavam do porto enfurecidas. Nas suas mãos haviam malas… Provavelmente eram pessoas que perderam a chance de sair de férias… ou será que se tratava de alguma outra coisa?

Avistou também uma mulher que vestia um longo casaco de pele. Ela carregava muitas sacolas cheias de mantimentos.

Também avistou uma dupla de pescadores bem suspeita. Ambos estavam sentados no cais enquanto saboreiam uma garrafa de vodka, entretanto, não estavam pescando nada!! Estranho, né?

Por fim, também avistou uma dupla de pessoas mal vestidas, uma mulher de cabelos negros e um rapaz afeminado com longos cabelos loiros. Ambos pareciam um pouco perdidos e estavam carregando uma enorme caixa que parecia bem pesada.

Seja como for, Eren e Connie passaram em alguns estabelecimentos, e para facilitar a narração vou apenas apresentar a resposta dos mesmos a seguir.

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Gorbonoff, o carpinteiro

-Ah, era o que me faltava!! Mais militares fuçando nas minhas coisas! - o homem parecia emburrado com a revista - Um batalhão acabou de sair daqui! Me diga, por que vocês estão tão preocupados assim com um único rebelde? Por acaso ele é mais forte do que o nosso exército? - Gorbonoff estava realmente enfurecido - Olha, eu sou um cidadão de bem, e tudo o que eu peço é que eu possa trabalhar sem ter que ficar parando toda hora para atender uns soldadinhos paranóicos!! Podem vasculhar tudo, mas cuidado, eu sei exatamente tudo o que tenho aqui, e se alguma coisa sumir eu vou lá na fortaleza reclamar com Bison-san! Se tem alguém que esconde algo é o Mordecai, aquele bicicleteiro de merda!!

Assim como Gorbonoff falou, tudo estava extremamente normal.

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Mordecai, o vendedor de bicicletas

-Olá, vocês estão em busca de uma bicilheta de neve? Acabei de criar esse projeto! é uma bicicleta com rodas apropriadas para não afundarem!! - o velho estava sorridente e muito relaxado, mas ao ouvir o motivo da visita ele ficou pálido como a neve - Perdão senhores, eu não sei de rebelde nenhum! - ele tremia bastante a cada fala - Eu jamais daria abrigo para um insurgente, eu amo o nosso país!! Sabe quem eu acho muito suspeito? O Stalin Lee… Eu soube que ele vende jornais piratas…

A oficina de Mordecai era pequena e apertada. Um único espaço sem outros cômodos, e com apenas uma porta de entrada. Se ele esconde algo, certamente está atrás do seu balcão.

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Stalin Lee, o vendedor de jornais

-Oh, olá senhores - o velho cumprimentou Eren e Connie - Como vai o seu pai garoto?

-Rabugento como sempre

-Não fale assim dele, ele é um homem ocupado, mas se importa com essa ilha. Vejam, eu tenho alguns jornais que vieram lá da grande rota… Vocês querem algo??

O pobre homem não tinha nem um estabelecimento direito, era uma barraquinha simples que ficava perto do porto.

-Infelizmente eu não sei sobre rebelde nenhum... Talvez vocês devam ir investigar Kamulla. Ela tem comprado muitos mantimentos ultimamente

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Kamulla, a florista

-Seja bem vindo tenente - falou quando o mesmo se apresentou - Um rebelde infiltrado em nossa cidade? Que estranho! Eu juro que não sei nada sobre isso… Mais alguma coisa? -

O ambiente estava devidamente organizado e limpo. Havia sim terra espalhada pelo chão, mas acho que isso até era de se esperar, visto que é uma floricultura. Se olhasse com um pouco mais de atenção, poderia notar que a terra no chão de madeira se acumulava linearmente em um canto, sem nenhum motivo aparente.

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E ai, quem será que está escondendo esse maldito rebelde?

Tudo bem em Sóchil

A reação de Chloe fez com que as lembranças borbulhassem na mente de Diego. Era evidente que, assim como ele, ela também teve uma outra vida no tempo em que estavam distantes. Felizmente, para Chloe, o tempo em Tequila Wolf foi muito melhor do que a vida que o pobre Kaminari levou no terminal cinza. Seja como for, agora ambos estavam juntos mais uma vez, e não existe nada que impeça-os de começar uma nova vida maravilhosa, juntos.

A aproximação do casal de idosos fez Chloe se sentir acolhida novamente naquela ilha, as lembranças da sua infância a levaram para um tempo feliz que vivia com sua irmã adotiva junto dos revolucionários. Certamente, se eles se lembravam dela, poderiam se lembrar de Olga também. Melhor do que isso, eles poderiam ter alguma informação sobre o paradeiro da mesma! Sendo assim, Chloe não tardou em perguntar sobre sua irmãzinha.

-Olga…- os olhos da Sra Zubkov se umedeceram ao ouvir o nome da revolucionária. As lágrimas começaram a escorrer mais ainda pelo seu rosto enrugado,e, sua voz ficou mais fraca - A Olga… Ela está….

O velho Zubkov colocou a sua mão no ombro de sua mulher e então ela se calou imediatamente, rompendo em lágrimas e soluços que a impedia de falar. O velho então deu um passo à frente e abraçou Cloe mais uma vez - Nos perdoe por ter que falar isso Chloezinha… A sua irmã esta… - as lágrimas também escorreram pelo seu rosto, mas ele foi forte o suficiente para terminar a frase - … A Olguinha, o Norme, e todos os outros… Eles não estão mais entre nós… Até onde eu sei o capitão Theodore matou todos em uma batalha a dois meses atrás…

Tudo aconteceu tão intensamente que o casal de idosos esqueceram de ir cumprimentar Diego, mas não foi por maldade, eles só estavam muito tristes e preocupados com Chloe, que ao ouvir a notícia foi chorando para perto do memorial. Os velhos foram correndo atrás dela, e, assim que Chloe leu o nome de sua irmã, eles a abraçaram.

-Seja forte… Você precisa…

Enquanto isso, Diego estava decepcionado com a impossibilidade de se aproveitar uma bebida, visto que lascas de madeira caíram no seu caneco. Sifou estava ao seu lado, pois estava contando quantas tábuas de madeira seriam necessárias para o reparo da estalagem, e foi quando Balalaika se aproximou dos dois.

-Que bagunça é essa, Sifou? - perguntou irritada ao puxá-lo pela bochecha - tá achando que meu bar é ringue de UFC?

-Perdão amorzinhooo… - o prefeito respondeu chorando de tanta dor - …Isso é tudo culpa do Gaston e daquele gigante…

-Não me importa de quem é a culpa!! Você é o prefeito!! Coloque esses idiotas no lugar deles, ou eu desisto de nosso casamento, ouviu?

-Tá bom…

Por fim, Diego se aproximou de Balalaika a fim de lhe avisar que iria reconstruir o bar.

-Senhora…? - ela respondeu com a voz carregada de ódio - VOCÊ ME CHAMOU DE SENHORA??? - E aí ela deu um tapão em Diego, fazendo-o voar contra o balcão, que rachou com o impacto.

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-Senhora é a tua mãe!! Eu sou uma dama!

Sifou estava vermelho de raiva, então ele foi até Diego e lhe falou da forma cordial que sempre tinha. Sim, mesmo com raiva ele é muito educado - Sr Kaminari… Por favor, não fique dando em cima da minha mulher!


Duelo de Machões

Enquanto tudo isso acontecia, Hannibal e Gaston estavam trocando socos em um ritmo quase que combinato. Primeiro um batia, depois o outro batia. Não era necessariamente uma briga, mas sim um combate de força e resistência entre os dois machões ~ ui.
Nenhum dos dois fazia o menor esforço para se esquivar ou defender, e assim a disputa foi se seguindo, até que Chloe fosse para o monumento aos prantos. A reação da garota chamou a atenção do meio-gigante, que se distraiu ao olhá-la. O resultado disso você já deve imaginar. Gaston deu mais um puta socão no maxilar de Hannibal, fazendo-o voar mais uma vez contra a estalagem e destruindo mais uma parede ao lado de Diego.

-AGORA JÁ CHEGA!!! SEUS VERMES BADERNEIROS!!!

Balalaika foi até os briguentos e puxou Gaston pela orelha e o arrastou até Hannibal. Diego e Sifou também estavam juntos de Hannibal naquela ocasião.

-É o seguinte! - falou puta da vida - Ou vocês param de brigar agora, ou eu não deixo mais nenhum de vocês dois comer ou dormir sob esse teto, estão entendidos????

A face da mulher era assustadora diante de tanta raiva.

-Sifou e o senhor Kaminari estão se aprontando para consertar o bar. Já que vocês são tão fortes, usem a força para algo útil!! Quero que vocês vão com eles para o bosque ao leste para recolher alguns troncos de árvores… - e então ela se voltou para os quatro - Posso contar com vocês para isso?

-Claro que pode, meu amor - falou Sifou - pelos meus cálculos só iremos precisar de dez troncos grandes.

-Pode contar com a minha ajuda também - Gaston falou - Você sabe que eu faço tudo para o bem da nossa vila.

Por fim, Balalaika olhou para Diego e Hannibal.

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-E com vocês, eu posso contar?

A festa dos Ursos

-Claro que é seguro deixar ele na cozinha! - Erwin respondeu - Ivan não é um bom lutador, mas eu até hoje não conheci ninguém que cozinhe melhor do que ele. Vamos lá, daqui a pouco ele deve aparecer no bosque com o almoço pronto.

Enquanto caminhavam, Saru perguntou algo interessante que eu achei que ninguém ia perguntar - Um vodyanoi é um espírito maligno que vive nos rios, lagoas ou lagos. As lendas dizem que eles são fracos em terra firma, mas que são invencíveis dentro da água… Cuidado com a floresta do norte… É sério! Ouvi que muitos militares entraram naquela floresta e nunca mais saíram…

Então a dupla seguiu para o interior do bosque, onde encontraram um monte de ursos bebuns brincando de luta. Um deles derrubou Saru, e depois de Erwin lhe explicar o motivo, Saru foi fazer o mesmo.

Preparado para o avanço do garoto, o urso se colocou de pé e levantou as patas dianteiras, fazendo uma base de lutador de boxe. Ele teve sucesso ao defender o primeiro chute de Saru, mas não foi veloz o suficiente para prever a rasteira que estava por vir.

De maneira rápida e intuitiva, Saru passou as pernas pelas patas do ursão, e então puxou um de seus pés, fazendo o mesmo perder o equilíbrio e cair de frente, batendo o queixo no chão fofo de neve.

Quando urso se levantou, ele olhou para Saru, analisou-o e então voltou para dentro da caverna.

-PuuuTiTiTiTiN!!! Vamos lá

Foi quando o urso retornou com um barril debaixo do braço. Ele colocou o barril no chão para que Erwin o destampasse, revelando-se um barril cheio de vodka. Depois de beber alguns goles do barril, o urso entregou-o para Saru e por fim saiu pulando enquanto dançava em círculos. Os outros ursos agora estavam fazendo fila para beber também, e, logo após beber, eles iam até o primeiro urso e começavam a dançar justos, saltando em círculos, muito sorridentes. A música era simples, pois era Erwin que a tocava usando um pequeno tamborzinho.

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E assim a festa dos ursos estava começando.

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Historico:






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Tabela de preços:
Diego Kaminari
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Diego Kaminari
Estagiário




Apenas o Começo






A luta era um show, mas aquela mulher com cicatriz era um espetáculo inteiro. Me aproximei para tentar conseguir alguma coisa, e até que no fim eu consegui, um belo de um tapa... Não foi bem o que queria, mas é alguma coisa, certo? Aparentemente errei ao chamá-la de senhora, e de fato ela não era velha, apenas tentei usar de educação, todavia para a dona do bar, senhora está no céu. Meu corpo foi arremessado e repousou no balcão, destruindo o mesmo. – Nota mental... Reformar o balcão do bar também... Ai... – Lamentei sentindo o impacto e os destroços embaixo de mim, não machucou de fato, mas a frustração era a que mais pesava, todavia iria levar aquilo como um desafio.


O prefeito se aproximou e meio sem jeito falou algo que me fez levantar uma das sobrancelhas, nem fodendo que ela era esposa dele? Sim, havia ficado surpreso, mas impedido? Jamais! Rapidamente levantei dos escombros e respondi com um leve sorriso ao prefeito. - Senhor prefeito... Eu sou casado com minha irmã, tu achas mesmo que possuo alinhamento mental para me importar com quem ela é casada? – Falei e tomei rumo para ver a luta e foi quando fui interrompido pelo gigante que quebrou outra parte do bar. – Pelos mares, eu terei muito trabalho... – Diria para mim mesmo em voz baixa. A situação poderia piorar, a destruição somente aumentaria se dependesse da teimosia da duplinha esbravejada, eu iria me meter e parar com aquilo, entre tudo, não precisei. A donzela Balalaika, acabou por intervir e aparentemente fez ambos os indivíduos pararem, bem, ao menos Gaston parou.


A tarefa dada era de conseguir madeira para a reconstrução, e aparentemente além da mão de obra eu teria que oferecer os recursos também. Apesar de achar injusto, parei para admirar a tal mulher e olhei a mesma dos pés à cabeça indiscretamente, mas confiante, e decidi que tudo aquilo... Era por uma boa causa. – Nem precisa dos outros três, são dez troncos? Ok, por mim, sem problemas linda dama Balalaika, quanto antes buscarmos, melhor. – Terminei dando uma piscada para ela, olhei para o prefeito e dei um sorrisinho antes de me virar e começar a caminhar.


Eu pretendia ir direto para a floresta, no entanto, pouco após me virar algo me acometeu que mudou completamente meu humor, algo que me deixou profundamente preocupado, Chloe vinha em estado de choque em minha direção. Imediatamente a acolhi em meus braços com um abraço apertado aconchegando sua cabeça em meu pescoço. – Meu amor, eu to aqui. – Dizia acariciando seus cabelos. – Me diz o que aconteceu? - Caso minha amada me respondesse eu iria então me enraivecer de forma genuína, o maldito do Theodore matou alguém que seria uma irmã para ela, e pelo seu estado era como se ela tivesse acabado de me perder novamente. Particularmente eu não sabia que existia, ou melhor, que existiu alguém que alcançou o mesmo carinho e importância na vida de Chloe que eu possuía. Entretanto, ela não estava em condições de ter uma conversa tão desnecessária quanto essa naquele momento. – Saiba então que vingamos ela, meu amor. E vamos nos vingar muito mais, matar Theodore foi so o começo para mim! – Finalizei referindo-me a morte do escravista e de sua comparsa que havia ocorrido por nossas mãos a poucos dias atrás, não berrei, no entanto, não falei baixo e qualquer um que estivesse próximo poderia ouvir o que disse. Logo que sentisse que a mulher estava mais calma iria então contar o que faria, eu não queria deixá-la sozinha nesse estado, porém esta era uma decisão somente dela.


- Chloe, eu irei buscar madeira juntamente ao prefeito, Gaston e esse gigante esquisito para começar a reforma no bar. Eu gostaria de ficar aqui com você nesse momento, mas te ofereço para me acompanhar... Não quero ficar longe de você em momentos felizes, muito menos em momentos tristes que você precisa de mim. – Falei encostando minha testa na dela e beijando seus lábios. – Quer ir comigo ou ficar aqui?


Minha imediata indo ou não, eu iria partir para realizar minha tarefa. Deixaria o prefeito guiar meu caminho tentando sempre ficar a frente do grupo, no entanto, se minha irmã viesse juntamente a mim, ficaria sempre ao lado da mesma a envolvendo com meus braços. Estaria atento o tempo todo para qualquer tipo de imprevisto, sempre ligado para me esquivar de ataques com cambalhotas e saltos ou mesmo bloquear se fosse necessário. Caso aparecesse um urso, não deixaria Gaston matá-lo, afinal, essa história de urso está mal contada e não iria permitir o homem fazer nada antes que Saru me contasse a história completa. – Nada de caçar, estamos aqui para coletar madeira e nada mais. – Diria caso o babacon decidisse conseguir carne novamente.


Se chagasse a área indicada, eu iria então sacar minha espada e usar aquilo como um treinamento, afinal precisava entender como meu corpo reagiria ao clima e me adaptar aquilo. – Bem, vou começar, prefeito. – Meu intuito era usar de golpes fortes e precisos para derrubar as árvores com um movimento, mas usaria de saltos para ir de uma árvore a outra visando derrubar as mesmas e testar meus movimentos acrobáticos naquelas circunstâncias e no menor tempo possível. Se conseguisse, iria então pedir para os demais que recolhessem a madeira adquirida e limpassem os troncos para retirar galhos menores, folhas e frutos, neste ultimo caso as levaria comigo, comida nunca é demais.




Histórico:



Resumo da Ficha:




Objetivos
● Pregar a Verdadeira Liberdade ( )

● Proficiência Briga ( )

● Proficiência Acrobacia ( )

● Tornar oficialmente um pirata (x)








Última edição por Diego Kaminari em Seg Nov 14, 2022 3:28 pm, editado 1 vez(es)

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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário
A enorme ponte lupina
parte 1.F- A despedida mais triste…


A pergunta era feita com animação, mas a resposta ouvida não era a esperada. Em minha mente a memória animada de cada rosto sorridente daqueles que pude chamar de família mesmo que de forma momentânea; suas vozes e cores pouco a pouco se desvanece de minha mente e os rostos eram contados como se uma borracha fosse passada sobre cada um deles

Meu coração ansiava por uma resposta positiva, a mesma que procurei com muito mais afinco quando fui atrás de meu amado irmão em cada ilha e pedaço de terra que pude pisar; mas agora, mesmo perto de pessoas conhecidas e que traziam consigo um pouco da nostálgica saudade, era como se todo o mundo a minha volta tivesse perdido a cor.

Minha família, os amigos que escolhi chamar de irmãos, agora estava morta.  

Ouvir do casal de idosos que todos haviam sido levados apenas foi um combustível maior do que outrora, mesmo morto, aquele crápula do Theodore conseguia ter mais impacto na minha vida do que deveria. A imagem vitoriosa do homem que agora não passava de um pedaço de estrume causou um enjoo tão grande que quase joguei fora tudo que havia consumido no dia

O sorriso se desfazia, as lágrimas iam dando lugar a dor e tristeza, não havia pensado que passaria uma segunda vez por aquilo; à minha volta quase tudo tornou-se cinzento, como se a felicidade fosse sugada por uma criatura.

[flashback on ]

Ainda na tarde daquele mesmo dia. Olga e eu havíamos colocado o colar em nossos pescoços e o terceiro em um boneco improvisado para dar a presença  de meu irmão naquela pequena cerimônia; Olga sabia o quanto Diego era importante para mim, talvez ela fosse a única que soubesse a verdade por trás da cicatriz que tanto amava em minha perna.

Estávamos nos "três" em nosso quarto. Norme e Tuine ainda estavam fora naquele dia tão especial, olhei para Olga com certo nojo ao perceber os três copos a nossa frente e a garrafa de vodka de beterraba — Pra que tudo isso? — perguntei enquanto acertava o colar branco com a pedra azulada na imagem que representava Diego — Você sabe que a gente é muito nova ainda pra tomar isso Olg. — a garota riu baixo vendo que, mesmo tendo meus segredos e desejos mais sórdidos, parte minha ainda tinha o temor e o desejo de aprovação, mesmo que da forma errada.

Eu achava que você era menos bobona. Mas acho que eu tô errada. Né não Diego?— Ela interagia com o boneco feito de forma rudimentar com troncos e uma melancia coberta por um esfregão quebrado branco —"Eh irmãzinha,  você deveria ser menos bobona e mais legal como a Olga. Ou nunca vai entrar no esquadrão"... viiiuuu, até ele concorda comigo.— Olga falava já enchendo os três  copos de vodka e colocando um na frente de cada —Dizem que quando as pessoas brindam com sake, elas fazem um pacto de fraternidade. — Olga colocou a garrafa no chão com dificuldade, éramos pequenas naquela época e muitas coisas ainda eram difíceis de se fazer —Mas nós somos de tequila Wolf, então vamos brindar com nossa bebida mais comum e deliciosa. — com as duas mãos  a garota levantou os copos dela e do "Diego" me obrigando a fazer o mesmo de certo modo —Mesmo que vocês fiquem juntos e velhinhos…. Nunca nos esqueceremos um do outro. Numa briga em lados opostos daremos o nosso máximo sem facilitar para o outro,mas acima de tudo compartilhamos nossos anseios e vontades, e com isso nos tornamos mais que amigos…— Ela dá uma pausa e logo sorri —Nos tornamos irmãos— com o fim da frase, Olga tomou um grande gole da bebida e foi aos poucos derramando sobre a imagem de Diego, como se o mesmo estivesse em espírito conosco ali. Tomei um gole da forte bebida quase morrendo por conta do forte álcool que existe em sua composição

Eca, isso é muito ruim — a careta foi instantânea, junto junto risada de ambos os lados. Meus dedos foram em direção ao boneco, queria verdadeiramente abraçar Diego naquele momento. As lágrimas haviam voltado com tanta força que Olga começava a se indagar se havia feito a coisa certa naquele dia.

Que cheiro de Vodka é esse na minha casa?— a voz forte e feminina era reconhecida em qualquer lugar Olga correu para fora do nosso esconderijo para receber o casal que chamávamos de pais, mas eu… eu continuei sozinha no quartinho junto a imagem feita por Olga. — Queria tanto que você estivesse aqui hoje… é nosso aniversário e não só meu… — as lágrimas voltavam com ainda mais força …

[Flashback off]

Obrigada… obrigada pela resposta — comentei sem emoção.  Meus olhos estavam completamente cheios de lágrimas que escorriam sem nenhum pudor. Diego parecia ir para algum lugar, mas parou ao ver meu estado — Meu amor… m-minha irmãzinha Olga… ela… — o olhos já não tinham o mesmo brilho — Theodore e os outros militares… eles … — não tinha força para falar muito — eles mataram… — abracei Diego com força. Eu já tinha passado por aquilo uma vez, a segunda estava sendo dolorosa demais… esperava não ter de passar por uma terceira vez. Não quero perder aquele homem de forma nenhuma e me conhecendo tão bem ele logo deu palavras de força que fizeram um sorriso pequeno se formar, o beijo foi recebido com certo carinho e doçura — Não so Theodore, mas como aquela cadelinha dele... agora se um homem estiver vivo… eu quero esse alvo pra mim. — falei agarrando seu braço. Caso fosse indagada por Diego ou qualquer outro presente  — Um homem chamado Bison. Ele matou Tuine na frente de todos nós... e com a mesma pistola eu vou matar esse homem. — Comecaria a andar ao seu lado fazendo o que quer que fosse pedido, em caso de ataque de urso, apenas iria me afastar e deixar que os outros lidassem com o animal, entretanto não deixaria que nenhum deles matassem um urso ou qualquer outro animal da floresta.

Ao chegar no lugar indicado, se Diego precisasse de ajuda, iria ajudar, caso contrário iria averiguar se houvessem frutas, iria me aproximar e analisar o que era comestível e o que não; elas seriam usadas para uma possivel comemoração da reforma ou até mesmo como pedido de desculpas pela enorme bagunça  que havia sido formada, mesmo que eu não tivesse culpa de nada.

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Última edição por Chloe Kaminari em Seg Nov 14, 2022 5:20 pm, editado 1 vez(es)

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3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 3 Bc5w0lykuse71

Saru
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Saru
Pirata


Segundo Erwin estaria tudo bem em deixar Ivan na cozinha que ele apesar de lutar mal ele cozinha muito bem o melhor que ele conheceu, dava um leve sorriso.

-Ok se tu o dizes ta bom.

Ele me contava sobre o tal de vodyanoi apos ter perguntado, fico ouvindo ele a falar sobre e tambem sobre as lendar referente a ele e mais uma vez me alertava sobre a floresta do norte. -Agradeço eu tentarei me lembrar disso depois.

O encontro com o Urso não teria sido do melhor; eu ia dar um oi e o maluco me deu uns socos, e ainda dançava e por isso que eu reagia e retribuia, jogando ele ao chao tambem.
-Esta bom o chao, essa é por derrubares minha bebida.

Urso se levantava e me olhava e eu já me preparava para qualquer reaçao dele.
-Vai querer brigar é? Dizia já preparado.

No momento que ele se mexia eu já tentaria dar soco, mas acertaria no ar quase que dava uma volta completa apos socar o ar pois ele teria voltado para a caverna -Mas cade ele, onde ele foi? Dizia olhando para os Ursos e para Erwin – O que ele foi fazer. Ai ele voltava com um barril debaixo do braço eu levanto minha sobrancelha “Mas que porra, que barril é aquele” chegando na minha frente ele pousava no chao – O que pensas fazer com esse barril, corrida de barril? Dizia olhando para ele.

Erwin se aproximava e destampava o barril revelando estar cheio de vodka, eu logo abria meus olhos de supresa -Vodka? Os Ursos tem vodka na caverna, isso é novo. O urso dava uns goles e saia pulando e dançando em circulos, os outros ursos se faziam uma fila para beber tambem.

-Ei, ei primeiro eu. Dizia pegando na minha garrafa e colocando para encher, so depois de encher minha garrafa é que deixaria eles beber, assim que liberava eles ia bebiam e voltavam para o primeiro urso e dançavam juntos, juntamente com um pequeno batuque num tamborzinho que Erwin tocava.

Bebia uns goles pequenos, e me juntava a eles e dançava com os ursos um pouco, apos uns minutos de dançar, eu me sentaria um pouco no chao e ficava a observar os urso dançando e pulando.

-Eles parecem se divertir bastante. Comentava olhando para eles, dava um pequeno gole da bebida -Adoro uma boa festa, mas eu preciso olhar o resto da ilha como falei, tenho a certeza que esta ilha tem muita coisa para contar, enquanto isso continue a tomar conta dos Ursos, eu voltarei para festejar um pouco mais quando puder.

Olharia em volta e tentaria ver se Ivan teria voltado já. -Mas eu gostaria de ir com o meu guia, mas parece que ele não chegou ainda.

Entretanto eu pensaria um pouco sobre os Ursos, e como evitar de caçarem eles de novo, eles estaria perno da vila apesar que a floresta era grande, mas Gaston poderia já saber onde estariam e por isso que ele teria trabalho fácil, ta bom que a vila precisa de comida, mas ainda que cacem os ursos e se estão em extinção uma hora podem acabar sem se todos forem caçados e ai ficam sem comida igual.
“Hmm como resolvo isto?” pensaria comigo mesmo durante algum tempo.

- Se tivéssemos que mudar os Ursos de lugar para um novo lugar para eles morarem tranquilos e longe dos caçadores, tu acha que conseguirias cuidar disso junto com Ivan, visto que vocês tem uma relação melhor com eles?

Dizia meio que para o Erwin e depois continuava -Eu sei que contou sobre a floresta do norte, eu notei uma montanha mais a norte, seria possível levar eles para la, contornando a area da vodyanoi, se ela mete medo aos militares nem caçadores iriam la, e os Ursos poderiam ficar em segurança.

Eu esperava o Erwin falar, não era bem uma solução para a caça mas seria uma pequena ideia na qual estaria tentando tirar duvida sobre, pegava numa pedrinha e atirava ao Urso de a pouco -Anda ca, Balu vamos fazer braço de ferro. Dizia pousando garrafa no chao, e abrindo a minha mao com braço meio estendido para ele esperando ele vir, ao mesmo tempo eu me perguntaria “Sera que ele entendeu o que é braço de ferro?” Se ele chegasse e pegasse na minha mao eu seguraria na pata dele e pedia pro Erwin fazer uma contagem, e logo começaria a fazer força com o braço empurrando, ele ganhando ou perdendo eu ria – Como esperado de um Urso, e para bebado ate que tens ainda bastante força.



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3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina




Até o momento não haveria tido resistência civil a investigação, pelo contrário, alguns até mesmo estavam colaborando de mais indicando onde poderia encontrar mais informações.'' Não confio, podem estar me desviando do local verdadeiro com informações falsas.. Ou até mesmo colocando seus rivais a mercê da lei por disputas pessoais.'' - Pensaria. No entanto, não teríamos outra escolha a não ser verificar por conta própria e conduzir a investigação mesmo assim com a temperatura extremamente desagradável nas ruas, observando o espirito tedioso do recruta que me acompanhara exalando indisposição total com o que estávamos fazendo. - Entendo, então você é filho do Bison né? - Comentaria brevemente demonstrando uma leve surpresa.'' Ora ora, o moleque pode me servir para algo afinal hehe, mas a questão é o que farei se de fato encontrarmos o rebelde. '' - Concluiria.



De todos os investigados até o momento, o que mais havia chamado a atenção seria o fato de existir uma floricultura em uma ilha gélida e de pouca vegetação como Tequila Wolf, algo não estava batendo, além da apresentação um pouco quanto mecânica de mais que me fizera atentar os olhos até aquela mulher agora declaradamente a suspeita número 1 da investigação. Ao caminhar dentre o estabelecimento não conseguiria notar nada fora do normal, até que encontrávamos um canto onde havia um excesso de terra fora do padrão. - Está vendo isso Connie? - Indagaria ao soldado, sinalizando a pista com o dedo indicador, e então continuaria. - Eu detesto coisas fora do padrão, pode-se dizer que sou perfeccionista.. - Diria, analisando calmamente o chão.

 

Elevando as mãos até a cabeça, retiraria o quepe momentaneamente onde alisaria com os dedos por entre meus cabelos na tentativa de penteá-los, pois afinal ainda era um homem vaidoso e o trabalho não parecia me ceder algum tempo para cuidar da aparência. - Senhora, pode me dizer se há algum sótão, porão, ou qualquer passagem oca exatamente aqui onde estamos pisando? A senhora trabalha com mais alguém? Se sim onde estão? - Indagaria a anfitriã, colocando novamente o quepe a cabeça e ajeitando o mesmo com cuidado. Tendo uma resposta positiva ou não, me aproximaria do acumulo de terra linear ao piso e realizaria três pequenos pulinhos com o objetivo de sentir algum vão ou falta de espessura entre o piso, assim como analisar o barulho feito, e caso fosse confirmado minhas suspeitas imediatamente responderia. - A Senhora esconde algo aqui em baixo? Podemos verificar? - Indagaria, levando as mãos até o cinto onde apalparia minha pistola e espada criando uma atmosfera coercitiva em relação a dona da loja.



Caso de fato fosse revelado alguma passagem logo assumiria uma guarda de atenção total, sacando a espada com a mão esquerda e a pistola com a outra, acenando para que Connie me acompanhasse até a entrada e então instruindo novamente - Fique de olho na mulher e não a deixe me trancar lá dentro. - Diria, começando a explorar o local que a senhorita de cabelos ruivos estava ocultando de nós, com olhares para trás e para frente na tentativa de antecipar qualquer ataque de surpresa ou emboscada não me importando em efetuar disparos com a pistola para neutralizar qualquer ameaça de imediato. Caso não fosse atacado de imediato, buscaria uma aproximação diplomática do suspeito ou suspeitos. - Olha, eu sei o que está acontecendo.. Vamos conversar o que acha? - Indagaria.



Porém, caso minhas suspeitas se tornassem infundadas ainda sim não abaixaria as dúvidas em relação a floricultura.'' Essa mulher ficará sobre vigia..'' - Concluíra, acenando para que Connie me acompanhasse até as saída. - vamos nos esconder em algum lugar aqui perto com visão para a entrada desta loja, observaremos qualquer movimentação suspeita da Senhorita Kamulla e todos que saírem de lá. - Diria a Connie, explicando nosso próximo passo assim que estivéssemos novamente na rua. E então buscaria por algum beco ou sobrado em que pudéssemos utilizar como posto de observação para a missão, apresentando minha identidade militar se preciso para ocupar o local. - Desculpe, não irá demorar muito prometo. - Anunciaria caso tivéssemos apenas a opção de ocupar uma residência próxima a loja, focando novamente em espionar a floricultura em uma distância segura.




Objetivos:



Spoiler:







Histórico de posts: 06


Contador de vício: 03/10







Legenda:
~Fala NPC~
~Pensamento~
~Fala Eren~





Última edição por DA do Ineel em Ter Nov 15, 2022 3:54 pm, editado 1 vez(es)
Hannibal
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POST

05


3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina
Hannibal




Isso não é problema meu!.




A briga entre Hannibal e Gaston se intensifica e em determinado momento se aproveitando da distração de Hannibal, Gaston acerta outro soco no meio-gigante fazendo ele voar novamente contra outra parede do bar e isso é suficiente para a proprietária do local se enfurecer com os dois.

Ela caminha em direção a seu adversário e apesar da diferença de tamanho Hannibal sente uma intensidade vindo da mulher que chega a ser intimidante, ela pega Gaston pela orelha e arrastou para perto de Hannibal que observa tudo meio espantado e começa a dar uma bronca nos dois e Hannibal fica meio sem reação, como uma pessoa tão pequena se enche de confiança para falar com ele dessa maneira?

- Hannn...-

Ela então manda os dois pegarem alguns troncos, todos concordam em trabalhar para concertar o estabelecimento e depois a mulher olhando para o meio gigante pergunta se pode contar com ele para trabalhar e concertar o local.

- HEY! Eu não comecei isso, foi ele que já chegou me atacando, e foram os socos dele que me jogaram contra o bar eu não tenho culpa de nada e não vou trabalhar de graça bruxa velha.

Respondeu Hannibal a mulher enfurecida.

- Eu já limpei o que sujei, o restante não tenho nada a ver com isso.

Ele responde encarando a mulher demostrando estar firme em sua posição, afinal ele em sua mente ele não fez anda de errado a não ser cometer um pequeno equivoco que logo foi concertado.






------------


ADICIONAIS :

PROFICIÊNCIAS:

Briga, Estratégia, Interrogatório, Sobrevivência, Ameaça

Qualidades:

Vigor, Corpulento, Força Titânica, Duro de matar, Prodígio, Mestre em Haki.

Defeitos

Exótico, Sob medida, Infame(Por ser uma pessoa violenta), Sadista, Cabeça quente, Obcecado(Brigar).

[spoiler="Histórico"]
Posts: 05
Ganhos: -N/A
Perdas: N/A
NPCs: N/A
Objetivo da Aventura: Virar Pirata.







CRÉDITOS Roevs
[/b]
Subaé
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Subaé
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A liberdade que atravessa a Ponte Lupina - 07

MADEEEEEEIRA!!!

Balalaika esperava uma única resposta, mas recebeu duas. Sua feição soturna se emburrou ainda mais ao ouvir as palavras desdenhosas do meio-gigante, que rejeitou o pedido com muito fervor.

-Já falei que não me importo com quem começou essa briga, você ajudou a destruir o meu bar!! Quer saber, dê o fora de meu estabelecimento de uma vez, seu idiota!! Nem precisa pagar pelo quarto alugado, só suma daqui de uma vez!!

Sem perder tempo, Diego, Gaston e o prefeito se organizaram e começaram a caminhada rumo ao bosque do oeste, onde o prefeito dizia ter os melhores troncos de árvore. Foi quando Chloe se aproximou de Diego e lhe explicou o motivo de suas lágrimas. Felizmente, Diego estava lá para acolhê-la em um momento tão triste. Depois disso, os quatro partiram para o bosque e deixaram o gigante em Sóchil.

Enquanto se aproximavam do Bosque do Oeste, o grupo passou pelos campos de beterraba, passaram mais uma vez pelo memorial, e depois andaram por um bom tempo por uma larga estrada de terra que pouco a pouco os deixava mais próximos dos pinheiros.

Em certo momento já era possível ver o bosque, as árvores estavam devidamente afastadas uma da outra, e todas eram muito altas (cerca de 15m cada). Eram arvores realmente grandes, e, no limiar do bosque, era possível avistar um pequeno chalé circular com uma chaminé, por onde saía uma densa fumaça branca. O grupo poderia notar que Ivan estava saindo do chalé com uma cesta em mãos, entretanto, assim que ivan viu Gaston e os outros, largou o cesto e saiu correndo desesperadamente para o interior do bosque… Seguiram mais um pouco até chegarem em uma pequena clareira onde as árvores eram, além de altas, grossas.

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-Estes são os melhores troncos da região - o prefeito falou - vamos começar a catar logo essa madeira, pois, quanto antes terminarmos, melhor!

Diego pegou sua espada e foi até as árvores, Gaston pegou um machado que estava preso ao seu cinto e foi atrás.Como eu falei, as árvores eram grossas, e a madeira era de qualidade. Sendo assim, não foi tão fácil assim cortar as mesmas. Era necessário bater o machado diversas vezes. Diego entretanto estava conseguindo cortá-las com uma devida graciosidade em seus movimentos.

Enquanto isso, Chloe aproveitou a ocasião para recolher alguns mantimentos. Ela encontrou uma dúzia de cogumelos  e um punhado de cerejas silvestres. Ela também viu uma colmeia com tanto mel que até pingava, mas as abelhas estavam muito revoltas e poderia ser um risco chegar perto demais. Enquanto colhia os recursos, Chloe poderia ouvir um assobio fúnebre e rítmico. Certamente era alguém que estava assobiando aquela música, mas ele estava tão distante que só ela poderia ouvir.


Caçadores na área

De todos os lugares nesta ilha, onde eu gostaria de estar é aqui, junto aos ursos, bebendo e dançando. A festa estava realmente divertida.  Alguns ursos já estavam vomitando de tanto porre enquanto os outros riam de sua cara. Alguns ainda continuavam a dançar junto das ursas fêmeas, que rebolam bem pra caramba.

Então, ao ouvir a idéia de Saru, Erwin sorriu - É um plano muito arriscado e perigoso, mas pode ser que dê certo! PuuuuuTiTiTiTiTiN!!! Você poderia nos acompanhar na migração, dessa forma poderia conhecer a ilha e nos ajudar.

Depois, Saru chamou um urso e o desafiou para um braço de ferro. Balu foi todo confiante, se ajeitou e pegou a mão de Saru, mas antes de que a partida tivesse inicio, Ivan chegou gritando com as mãos vazias.

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-CAÇADOREEEES!!! CAÇADORES ESTÃO NA ÁREA!!! EU VI O GASTON!!!!

Ao ouvir tal anuncio, todos os ursos e ursas arregalaram os olhos e sairam correndo em fuga para longe até que desapareceram por entre as árvores.

-Você está certo disso? - Erwin perguntou.

-Arf… arf… sim.. eu vi de longe o Gaston com um grupo vindo para o bosque.

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-É melhor fazermos algo a respeito antes que matem mais ursos… me leve até lá.

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-venham logo!

E então Ivan correu guiando Erwin e Saru para onde Diego, Chloe e os outros estavam. Se Saru seguisse Ivan, iria correr por uns cinco minutos até que chegassem  ao seu destino.


Um pedido tentador

Hannibal havia rejeitado o serviço que lhe fora proposto, portanto, foi expulso do Vodka's Crew por Balalaika que não parou de reclamar nem um segundo depois da resposta insolente do meio-gigante.

Sendo assim, ele estava largado no meio fio, pensando na vida sem ver o tempo passar.

Foi quando avistou o fazendeiro que estava cantando mais cedo em cima da mesa. Ele se aproximou de Hannibal com um sorriso ganancioso em seu rosto.

Ao se aproximar, o homem acenou chamando Hannibal para mais perto, colocou as mãos perto da boca e falou baixinho.

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-Ei grandão, gostaria de ganhar alguns bellys por um serviço arriscado e duvidoso? Estou te observando faz tempo e acho que você tem potencial pra fazer o meu plano dar certinho!!!

O porão

A florista estremeceu a cada palavra que Eren falou. Principalmente quando ele foi até onde a terra estava alinhada.

-Po..porão? Passagem oca? - falou simulando indiferença - não tem nada disso, eu trabalho sozinha…

Afirmação que prontamente se revelou falsa, pois, assim que Eren pulou, o barulho oco ecoou embaixo do assoalho. Olhando com mais atenção, Eren poderia ver a portinhola de um porão, um esconderijo.

Neste instante Connie sacou uma pistola e a apontou para a cabeça da mulher - não dê nem um passo, ou eu estouro sua cabeça.- Mesmo ameaçando a mulher, Connie ainda mantinha a cara de desdém de sempre.

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A mulher tremia de tanto medo que até se mijou antes de cair de joelhos enquanto. Chorava sem parar.

Então o porão foi aberto e havia uma escada bem estreita,por onde Eren passou. Lá embaixo era escuro e fedido, cheirava a mijo e merda, mas ainda assim havia uma mesa simples com mantimentos para semanas inteiras.

Ao lado da mesa havia um balde, um colchão, e uma cadeira, onde estava sentado um homem sem perna com cabelos longos. Seu rosto estava enfaixado, deixando evidente que,recentemente, ele havia perdido, além da perna, um olho.

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-Até que enfim - falou sem emoção alguma. Tampouco olhou para a cara do militar - pensei que você não chegaria nunca, Eren Von Kruger - Ele pegou dois copos de metal e encheu-os de vodka.

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-Você quer conversar? Ok. Pegue uma bebida e me pergunte o que quiser, depois disso, eu quero contar uma história para você.


Encontro


-Já chega, Gaston!!! - Erwin falou com firmeza quando alcançou o caçador - Eu não vou permitir que você leve mais nenhum urso!

Depois que Erwin, Ivan e talvez Saru tenham aparecido, Chloe poderia perceber que aquele assobio estava chegando cada vez mais próximo, e por isso, os outros também poderiam ouvi-lo em breve.

-Ou, o que? - Gaston respondeu ao cuspir de maneira debochada. Depois começou a arregaçar as mangas e limpar o seu machado enquanto se aproximava do guarda florestal - Você não me dá ordens, Erwin Putin!! A caça aos ursos é o que sustenta a nossa vila, e na minha opinião se você não se importa com o seu povo, é melhor que morra de uma vez.

Então Gaston avançou contra Erwin desferindo uma machadada em seu pescoço, Erwin por sua vez esquivou perfeitamente da lâmina, agarrou o colarinho de Gaston e o arremessou contra uma das árvores. Ivan observava apreensivo para toda aquela situação. Estava muito preocupado com o seu tio, mas Erwin e Gastón brigavam bravamente sem se importar com os riscos. Seja qual for a história, esses dois parecem guardar rancor um do outro. Gaston avançou mais uma vez na tentativa de arrancar a cabeça de seu adversário, e mais uma vez Ewrin desviou. O contra ataque agora foi um belo soco no estômago do caçador, que caiu de joelhos no chão.

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-Dê o fora deste bosque, ou eu não responderei por mim, irmão…

Gaston se levantou e encarou Erwin nos olhos.

-Você sempre foi um porre…

E então um disparo estourou ecoando por dentro do bosque. Nenhum dos presentes estava com uma arma em mãos, sendo assim o tiro só poderia ter vindo de algum lugar por entre as árvores. Mais precisamente, da direção do assobio.

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O braço direito de Erwin explodiu ao ser acertado pela bala. O que já indicava que aquele atirador, seja ele quem for, não é um pistoleiro qualquer.

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-TIO!!- Ivan correu ao auxílio de seu tio, que estava caído no chão enquanto perdia altas quantidades se sangue - RESISTA, EU ESTOU AQUI!!!

Gaston estava paralisado sem entender nada. Não tinha idéia de onde o tiro havia vindo, e, pela proximidade que estava do loiro, poderia ter sido ele o atingido.

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 3 Alucard-gun-alucard

-ora, ora, ora…- a voz vinha de traz das árvores, e agora era possível avistar o homem de vestes vermelhas sorrindo de uma forma sádica. Em uma de suas mãos havia uma pistola cromada, e na outra havia uma bíblia vermelha - parece que tirei a sorte grande, vim atrás da captura de um ex-rebelde e encontro uma mina de ouro…. Gêmeos de cabelos brancos, e um moleque com viseiras de dormir…

O prefeito arregalou os olhos e se escondeu atrás de Gastón -Aquele homem… Ele é o olhos de águia!

O atirador abriu a bíblia e começou a ler algumas anotações -Deixe-me ver… Diego Kaminari, dez milhões de bellys vivo ou morto. Chloe Kaminari, nove milhões pela cabeça… e você deve ser Silver D Saru, né? Por você eles estão oferecendo oito milhões… huum, parece que vou lucrar uma bolada…


3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 3 Alucard-hellsing
Van Hagst Fall, o olhos de águia
(Caçador de Recompenças)


-Kyahahahahhahaha!!! PREPAREM-SE PARA MORRER, MEUS PORQUINHOS!!!!


Caso Saru não tenha ido com Ervin e Ivan, o Caçador de recompensas obviamente não iria comentar sobre sua recompensa.


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Historico:






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Tabela de preços:
Diego Kaminari
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Diego Kaminari
Estagiário




Primeiro Caçador






Imagine minha surpresa quando avistei Saru, Ivan e... Sei lá quem é aquele cara, mas se for seguir a lógica, seria o tio do Ivan. Devo confessar que ele não é exatamente como eu esperava, mas ao menos tinha a presença necessária para chegar discutindo com Gaston. Os dois começaram a trocar porrada e rapaz... Aquela cara sabia bem como lutar, ele não dependia apenas de sua força, apesar de possuí-la, todavia meu sorriso de felicidade acabou por se tornar uma expressão de surpresa quando ouço que a Babacon era irmão do tio do Ivan... Espera isso torna o Gaston pai do Ivan, o no mínimo outro tio do Ivan... Meu deus, que situação confusa. O que importava era que o tio do Ivan, ganhou a luta! Qualquer um que humilha Gaston, é meu amigo. Eu iria em direção de ambos para cumprimentar e explicar a situação que realmente estava acontecendo, entre tudo um som de tiro ecoou pelos arredores ao tempo que o braço do tal homem simplesmente explode. Chloe!? Olhai para minha irmã, certifiquei-me de que não havia sido ela, foi quando notei algo que já estava em meu ouvido, mas que não mereceu minha devida atenção... O assobio.


A figura que vi foi do mesmo homem que cruzou nosso caminho quando chegamos a ilha, devo admitir que sempre desconfiei que tivesse algo errado com ele, mas ele conseguiu ser um cuzão gigantesco. Escutei cada palavra que o mesmo bostejou, ele estava caçando alguém e nos encontrou? Porque eu seria algo notoriamente importante para aquele homem, nunca vi a fuça dele! Será que ele é algum marido servo? Apesar de minhas especulações, o verdadeiro motivo me fez dar um sorriso largo de alegria. Nós havíamos ganho uma recompensa!


- Viram so meus amigos?! Não somos mais “autoproclamados” agora o governo nos consideram oficialmente piratas, se não fosse por esse babaca ter atirado no tio do Ivan, seria algo para comemorar. Mas vejamos, você é um caçador de recompensa... Pois bem, sinta-se honrado, pois vamos nos lembrar de você como o primeiro caçador que aniquilamos por tentar parar a liberdade, mas não so por isso... – Minha expressão ficou seria. – Você está tentando trazer sofrimento a um povo que já sofre demais, então essa frase quem diz sou eu, pois parar uma escória que caça pessoas e as tira liberdade a mando do governo mundial como uma cadelinha… A olhos de águia, fui eu quem levou uma bolada hoje.


Eu estaria próximo do homem, o que, a meu ver, daria uns seis metros de distância. Eu e Saru havíamos conversado sobre alguns movimentos em equipe para determinadas situações, pois bem seria o momento de testar os tais. – Saru! – Minha indicação seria o suficiente para informar a meu companheiro como agir e esperava que Chloe fizesse sua parte de igual maneira. Primeiramente iria deixar Saru correr a minha frente enquanto eu tentaria me colocar em movimento de igual maneira, no entanto, a sua sombra. O corpo do Saru me serviria de cobertura, dessa maneira nosso adversário pode ter dificuldade de discernir o próximo movimento ou mesmo para aonde meus olhos e corpo apontava, se os dois chegassem muito perto seria um problema para qualquer combatente, entretanto enquanto se aproximavam os dois estavam alinhados os que seria uma linda oportunidade para um atirador e a melhor opção logica. Mas isso fazia parte de nosso plano, caso o homem fizesse indícios de que iria atirar em nossa direção, eu saltaria ao mesmo tempo que Saru de alguma forma desviaria pelo chão, o tiro passaria pelo meio entre nós dois. Saru tentaria desferir um golpe no braço dele não somente para nos tirar da linha de tiro do caçador, mas se desse certo o mesmo estaria com o peito parcialmente exposto e seria minha vez de fazer minha parte deferindo-lhe um golpe direto em sua guarda semiaberta. – Katto denryu! – Meu intuito era causar um dano letal mirando no pescoço e coração do mesmo, no entanto, se visse que o mesmo reagiu, meu novo alvo seria suas mãos ou braços, afinal deveria ser complicado para um atirador ficar sem as mãos.


Se em algum momento de minha corrida meu salto desse errado, iria usar de rolamentos para tentar esquivar de qualquer ataque, caso impossível fosse iria tentar bloquear com a lâmina de minha espada. Se enquanto eu estivesse no ar o mesmo conseguisse de alguma forma atirar em mim, eu iria de igual maneira bloquear com a espada, pois seria algo impossível me esquivar enquanto estivesse sem o apoio do chão, a não ser que tivesse algum tronco de árvore que pudesse usar minha espada para cortar e tentar puxar como uma espécie de barreira ou que eu pudesse usar de apoio para mudar minha direção. Após isso, se minha defesa no ar tivesse sido efetiva em caso de bloqueio, continuaria caindo na direção de meu inimigo e tentaria dar um chute em seu braço para tentar desarmá-lo. No caso de esquiva no ar, eu iria redirecionar meu corpo para atacar com minha técnica, mas, por outro lado.


Se meu ataque desse certo e o mesmo não tivesse caído com meu golpe, não pararia e continuaria desferindo golpes, no entanto, sempre me movimentando ao redor do mesmo de maneira que dificultasse sua mira em mim, se o mesmo fosse um lutador de curta distância também, usaria minha espada e de esquiva giratória visando contra-ataques efetivos e letais, porém tendo como alvo secundário suas mãos ou braços.


No caso de Saru não entender ou que algo acontecesse que nos impediria de realizar nosso plano, eu teria de ter de pensar em algo que pudesse fazer sozinho. A arma dele aparentemente tem uma força maior que uma pistola comum, afinal, a mesma destruiu um braço de um homem que aparentemente possuía grande força. Por este motivo eu sempre priorizaria a esquiva como defesa e usaria de movimentos em zigue-zague ou com rotas imprevisíveis, tudo que dificultasse a mira do homem seria bem-vindo, caso não fosse possível usaria uma tora de madeira cortada anteriormente como cobertura a colocando a minha frente, assim como poderia usar as árvores ainda em pé para tal proposito, isso me leva a minha hipótese de ataque solo. Eu utilizaria das árvores para me dar impulso parecido com que usei para derrotar Theodore, iria tentar movimentos de bater e correr sempre aumentando a velocidade e após a tentativa de ataque indo para outra árvore, até que o homem abrisse alguma brecha que poderia ser usada tanto por Chloe quando por mim, no meu caso eu iria por fim desferir minha técnica antes citada, e assim repetindo de maneira mais elaborada o movimento que derrotou aquele escravista de merda. Chloe no que lhe concerne poderia notar meu plano e ajudar tirando a atenção do homem e por esse motivo eu a todo momento e em qualquer plano ficaria sempre atento a linha de tiro de minha irmã e jamais me colocaria entre ela e nosso alvo, já levei um tiro dela antes e pretendo não levar outro. Todavia, apenas iria contra isso se o intuito fosse distrair o homem para que de última momento eu me abaixasse visando fazer o tiro de minha irmã pegar, os olhos de águia, desprevenido. Esta última estratégia poderia aplicar mesmo após as demais terem sido aplicadas, afinal, todos podemos tirar sangue desse babaca, pois todos estamos sendo supostamente caçados por ele.


- Prefeito, tire todos daqui! – Diria antes de tudo para não ter que me preocupar com a defesa dos demais civis e do ferido que ali estavam e então iniciaria meu plano.



Katto Denryu:


Histórico:



Resumo da Ficha:




Objetivos
● Pregar a Verdadeira Liberdade ( )

● Proficiência Briga ( )

● Proficiência Acrobacia ( )

● Tornar oficialmente um pirata (x)







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Saru
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Saru
Pirata

Eu me divertia e apreciaria vendo os Ursos dançando, alguns Ursos estavam tao doidos que ate vomitavam de tanto beber, enquanto uns riam deles, por outro lado outros seguiam dançando junto com ursas femeas que os chamavam como um convite e dançavam de bunda para eles.

Ria com aquilo tudo ate, enquanto isso o Erwin respondia sobre a minha ideia e dizia que eu poderia acompanhar -Claro mas primeiro precisas organizar e falar com os Ursos todos, e depois nois trata disso.

Estaria esperando o maldito do Balu vir ter comigo pra braço de ferro ainda, devia ter atirado uma pedra maior, para ele abrir o olho, finalmente ele vinha e vinha todo confiante.
-Ta confiante é, não é so porque estou so com um braço bom que vai ser facil pra tu hein.
Me preparava para começar o desafio, quando um barulho vinha pela floresta, parecia Ivan gritando que nem um doido -Porque ele esta a gritar não tou a entender nada do que ele esta a berrar, o cara pegou fogo a cozinha certeza. Comentaria para Erwin enquanto tentava entender melhor o que ele falava.

Ele vinha gritando caçadores que estavam na area se referindo a Gaston eu ficava confuso, entretanto os ursos vazavam dali, parando de dançar e festejar o que surpreendia demais porque estavam bebados.
- Cade eles? Dizia olhando para todo lado -Caralho para um bando de Bebados eles correram rapido, como é possível, é maratona dos bebados.

Mas pensando no Gaston “Mas Gaston estava no bar, o que ele faz aqui, o que Diego anda a fazer para deixar ele vir caçar de novo."Eu pensava porque ele estava no bar com diego e chloe e na mesma hora que Erwin perguntava se ele tinha a certeza disso, Ivan logo contava que estava a vir com um grupo.
“Um grupo?” ai algo vinha a minha mente “ Pera ai sera que?” ai eu sorria um pouco e já ia falar – Ahh um grupo com Gaston entao podem ficar tranquilos devem Diego e Chlo….

Enquanto estava a falar eu notaria que os mesmo já não estavam ali e sim já no fundo indo para direçao de Ivan teria vindo.
-Eiiii esperem por mim. Pegaria na minha garrafa de Vodka tapando ela e segurando ela com minha mao ao peito como se fosse um bolso, e corria seguindo Erwin.

Apos uns minutos de caminho eu chegaria pouco depois deles e via Erwin já pegando no Gasto e pondo ele no lugar, na qual o Lhama reagindo cuspindo.
“O cara realmente so cospe deve ser vicio” pensaria comigo mesmo, Gaston apos reclamar ele avançaria para Erwin com seu machado, na qual eu já me prepararia dando um passo em frente para reagir em defesa a Erwin, mas ao ver Erwin a desviar eu parava, ele arremesa Gaston, ele ainda tentou atacar de novo mas Erwin metia o socao nele e dava o aviso para ele.

No meio dessa briga e olho no olho um tiro seria ouvido -O que foi isto? Me perguntava de imediato, ai eu ouvia Erwin reagir em dor e caindo no chao. -Mas que raio Gaston, o que tu fez?. Dizia olhando para ele -Desta vez é demais, eu vou enviar o meu pé no seu.. Antes de terminar minha frase, ouvia uma voz.

Voz essa que parecia vir de tras das arvores que logo de seguida veio acompanhada com a pessoa de vestes vermelhas, olharia para Diego no mesmo momento -Seu primo?.

Notava uma pistola cromada na mao dele e uma biblia vermelha, ele falava que estava atras de um ex-rebelde e achou mina de ouro, e se referia a nois.
-Aqui não tem rebeldes e nem ouro, era desnecessário atacar, se perdeu foi?

Ele abria sua biblia e começava a ler algo e falava em Berries, Diego tinha 10m e Chloe tinha 9m, olhava para Diego -Oh ta vendo a marinha quer te oferecer 10m. O estranho de vestes vermelhas perguntava se eu era eu e que tavam oferecendo 8m eu respondia -Sou não deve ser engano…. Pera 8 m, porque? foi aquela recruta mal humorada certeza. Comentava meio que  reclamando.

Ouvia a risada dele e seguia falando para nos prepararmos para morrer e nos chamava de porquinhos, eu dava um suspiro -Vamos la. Falava baixo so pra que os perto de mim pudessem ouvir e rapidamente avançava de frente num impulso bem rapido, eu ficava bem esperto a sua pistola, entao no momento que ele levantaria o braço com intençao disparar contra mim, eu me abaixava e me jogando para baixo saindo da linha de tiro dele evitando assim qualquer tipo de disparo e com a minha mao apoiando no chao ja fazia o proximo movimento para rodar e chutar o braço dele para o lado para evitar que ele tente disparar de novo e ao mesmo tempo abrir a guarda dele.

Ao deixar ele com a guarda aberta eu deixaria o proximo ataque para o Diego.
-Ivan, pega no seu tio e sai daqui, volta para o bar com o Gaston e o perfeito, sem perguntas, depois iremos la ter.


Gritaria para Ivan enquanto mantinha os olhos no atirador.
Se ele desvia-se do golpe do Diego e tenta se disparar contra o Diego eu pegaria no braço dele pela manga e puxaria para impedir dele mirar, ao mesmo que puxava eu me movia para tras para que ele não pudesse tambem tentar disparar contra mim e para não ficar na linha de ataque de diego nem da chloe, e tambem servia para me manter seguro pois enquanto eu tivesse perto e seguro ele não poderia mirar, se de alguma forma ele tentasse me atacar com algum chute eu levantaria minha perna para me defender do chute, se ele tenta se me socar na cara eu me abaixaria ficando com o braço dele a frente e evitando que ele me socasse, se por alguma possibilidade ele tivesse alguma lamina escondida e tenta se usar para me atacar de lado para eu largar o braço ai já fazia uma manobra mais evasiva, e largaria o braço e me movia para tras dele com uma distancia suficiente para não ser alcançado por nenhum lamina, e desviava correndo zig zag de qualquer tiro que pudesse vir contra mim, indo ate no meio das arvores para me esconder.



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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário
De volta a realidade
A primeira de muitas recompensas
As lembranças dos anos que passei em tequila agora eram muito mais dolorosas do que até então já eram; o peso de saber que aquele maldito diário estava certo, que meus amigos estavam mortos era tão ruim que tudo o que mais queria naquele momento era sair daquela maldita ilha, mas não sem antes dar um belíssimo tiro no meio dos olhos de Bison.

Durante todo o caminho ao lado de Diego me mantive no mais puro silêncio, diferente da imagem feliz e altiva que tinha assim que havia pisado naquela aldeia, era como se toda a felicidade houvesse sido diluída com aquela notícia de falecimento, mas mesmo com a morte de um lado, ainda tentava manter-me feliz por ter meu amado a meu lado. Ignoraria qualquer tentativa de comunicação no início, ou ao menos até chegar ao tal local com as madeiras super especiais iam atrás.

Com a ajuda do diminuto prefeito, não demorou muito para que  chegássemos, mas não interferi no trabalho dos dois “machos alfas” que pareciam  estar numa disputa de quem tinha o pau maior e quem pegava mais mulheres. Em meio a tudo, me propus a pegar algo que pudesse usar mais tarde, alguns cogumelos dariam um belíssima sopa e as cerejas silvestres seriam um ótimo recheio para torta de massa podre Sim é o nome da massa mesmo… ela não é podre de verdade Mais a frente o brilho dourado que gotejava daquela pequena casinha delicadamente construída parecia ser tão doce que seria um belíssimo aditivo para a torta, mas as ferozes abelhas não pareciam  estar muito dispostas a dividir o mel doce daquele lugar — Na próxima vez eu venho mais preparada pra pegar esse mel. — Enquanto continuava a caça de alimentos, um assobio ao longe incomodava. O timbre era fúnebre, como se um pássaro estivesse anunciando sua morte ou avisando algo, mas não parecia ser o assobio de um pássaro.  Aquilo estava incomodando pra caralho, mas talvez fosse apenas coisa da minha cabeça, tinha muito mais coisas com o que precisava me preocupar e uma delas eram aquelas madeiras que não via para onde iriam cair.

Me aproximei de Diego guardando os alimentos dentro da mochila pequena que carregava, mas aquele assovio parecia se aproximar… ficava mais alto para mim e isso começava a assustar. Ao me deparar com o que acontecia, Gaston e um homem de madeixas loiras parecia discutir firmemente sobre a caça aos ursos daquele lugar. Uma belíssima trocação de socos e machadadas começou entre Gaston e aquele que parecia se chamar Erwin. Agora irmãos? Pera, esses dois são irmãos ? Mas eles nem se parecem. Tudo parecia ter uma certa paz, mesmo entre os combatentes, até que … Pow!  O estrondo ecoou alto, por pouco não levei ambas as mãos até os ouvidos, era sempre um inferno ter os ouvidos sensíveis, mas era um fato que precisava conviver todos os dias desde meus treinamentos com minha família. Meu rosto foi virando calmamente em direção a toda a comoção após o tiro e o homem que pouco tempo atrás havia lutado de igual para igual com Gaston, agora tinha no lugar do braço um cotoco que logo iria ser um enorme problema. O cheiro férrico junto com o som do tiro e a imagem do homem de vestes vermelhas começou a me trazer de volta a realidade. Uma realidade nua e crua que sempre dá na nossa cara quando a gente menos espera.

O homem começava a falar, olhei sua figura estranha, seu sorriso sádico, em uma das mãos uma pistola e na outra — AHHHH NÃO! MAIS UMA PORRA DE RELIGIOSO NÃO! — gritei ante a pausa do mesmo, mas ao notar que o mesmo começava a falar nossos nomes completos e valores… pera, valores? Ganhamos recompensas!? — É isso mesmo? Ganhamos recompensas? Porra! Até que enfim!

Diego parecia já ter um plano, sua fala havia mudado e eu acompanharia calmamente com a sutileza de uma borboleta, mas com a pontaria de uma abelha naquele momento derradeiro. Haviam civis, havia uma pessoa ferida e havia alguém que parecia querer caças nós três, aquela poderia ser a primeira de muitas das lutas que poderiam nos deixar entre a vida e a morte, mas não iria morrer logo na primeira.  Com fervor, fechei e abri os olhos de forma a intensificar ainda mais os olhos de forma sensual e decidida.

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 3 Opening-eyes-miss-fortune
Favor ignorar o fundo da imagem


Sabe a diferença entre nós dois Olhos de águia. Você está sozinho. Já eu… eu tenho meu amado irmão e marido.. E tenho meus amigos e companheiros prontos para me ajudar se for preciso. — Os olhos se tornavam agora mais ferozes, a destra foi em direção a vingadora, já sacando e dando um giro rápido com a mesma para que pudesse a segurar com firmeza — Agora cale a porra da boca e sofra como o inseto que você é.

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 3 Stare-miss-fortune

Me aproveitaria agora de toda a movimentação feita inicialmente por Saru e Diego. Meu estilo era a média e longa distância, então poderia ajudar mesmo estando bem mais atrás dos dois. Buscaria refúgio em uma das longas árvores que haviam no caminho entre o atirador e a dupla, caso houvesse menção do mesmo em mover a mão ou qualquer outro músculo, iria mirar em sua frente, de forma que pudesse demonstrar que ainda havia alguém ali tão capaz de usar a distância e a camuflagem da floresta quanto ele.

Se por algum motivo não houvessem árvores longas e grossas o suficientes para usar de cobertura, usaria os troncos cortados como meio de cobertura me abaixando próxima aos mesmos a fim de ter sempre uma forma de rolar para um dos lados ou apenas me abaixar caso ouvisse um tiro ou qualquer outra coisa vindo em minha direção. Em ambos os casos, se fosse capaz de atirar para acertar ou apenas para assustar momentaneamente os olhos de águia , iria tomar todo o cuidado para que os tiros não pegassem nem em Diego, nem em Saru.
Se em meio a movimentação de me esconder fosse interceptada pelo som do tiro, graças a minha audição aguçada, tentaria usar de rolamentos ou até mesmo quedas propositais para que pudesse desviar da melhor maneira possível para que não fosse atingida pelas balas daquele homem.  Se ainda sim uma nova chuva de tiros fosse despejada em minha direção, iria correr usando as árvores e outros objetos em meio a floresta para me proteger.

Mas nem só de defesas uma luta é feita. Se houvesse alguma abertura para que pudesse atirar em direção aquele homem, iria sem dó nem piedade usar todas as balas em sua direção, tomando cuidado para não atingir ninguém. Se tivesse uma linha segura de tiros e se não houvesse mais a presença do Prefeito e dos outros homens que nos acompanharam até aquele local, tentaria correr rápido — DIEGO, SARU! — alertaria antes de posicionar o pé rapidamente e rodar em meu próprio eixo a fim de realizar a única técnica que no momento havia desenvolvido com maior sucesso — Hanabira no ame! — gritaria a fim de pegar a maior parte dos tiros no olhos de águia.

Se houvesse a presença daquele homens, iria esperar por uma distância segura para que pudesse enfim usar a técnica, mas usaria de minha audição para ter plena certeza de que todos estavam longe. Se me fosse pedido por algum de meus companheiros, daria completa cobertura usando todas as balas e se as mesmas acabassem iria correr para longe o suficiente para que pudesse recarregar e voltar a batalha.

tecnica usada:

legendas:

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Hannibal
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POST

06


3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina
Hannibal




Proposta de trabalho




Com sua recusa em ajudar a mulher Hannibal acabou expulso do estabelecimento para sempre, pelo menos oi o que pareceu, a mulher não gostou nada nada dele não ter assumido a responsabilidade pelo que aconteceu e acabou deixando o meio gigante na rua da amargura e agora ele já estava ficando com fome e sede novamente.

Seu estomago então ronca alto e ele coloca a mão sobre a barriga, teria que arranjar onde comer agora e já se preparava para levantar e seguir adiante quando um velho baixinho se aproxima dele com um sorriso no rosto, ele chega bem perto e sussurra algo para o meio gigante.

O velho oferece ao meio gigante uma grana para que ele faça um serviço que não parecia nada legal, Hannibal olha para o velho meio desconfiado e coça sua barba enquanto pensa na oferta, é nesse momento que seu estomago ronca novamente e rapidamente ele aceita.

- Estou interessado, o que quer que eu faça velho, e mais importante, quanto irei ganhar nisso? – Responde o meio gigante coçando sua enorme barriga.

Ele então começa a ouvir a tal proposta do velho se ele já decidir explicar e depois segue o seu novo empregador.

- Qual o seu nome velho?




------------


ADICIONAIS :

PROFICIÊNCIAS:

Briga, Estratégia, Interrogatório, Sobrevivência, Ameaça

Qualidades:

Vigor, Corpulento, Força Titânica, Duro de matar, Prodígio, Mestre em Haki.

Defeitos

Exótico, Sob medida, Infame(Por ser uma pessoa violenta), Sadista, Cabeça quente, Obcecado(Brigar).

[spoiler="Histórico"]
Posts: 06
Ganhos: -N/A
Perdas: N/A
NPCs: N/A
Objetivo da Aventura: Virar Pirata.







CRÉDITOS Roevs
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DA do Ineel
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DA do Ineel escreveu:

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina




A intuição não tardava em revelar que meus olhos para suspeitos ainda estavam afiados, mesmo após várias tentativas e rodeos de nos mostrar o que escondera nossa anfitriã enfim soltava tudo que precisávamos. O odor era insuportável e estava escuro me fazendo questionar se era mesmo necessário se enfiar naquele buraco de rato atrás de um meliante, e na medida em que avançava sobre a passagem estreita já conseguiria notar um silhueta com algumas cadeiras a frente. - Sim, vamos conversar.. - Responderia assim que me aproximasse, puxando uma cadeira e me sentando ao lado do suspeito, no entanto ainda manteria minha pistola carregada com a mão escondida por dentro do jaleco em caso de ataque. - Você é o tal rebelde que o Bison anda procurando? Eu acho que estou para me tornar um também HaHaHa! - Indagaria ao homem, utilizando da mão livre para pegar a bebida outrora ofertada e dando uns goles para aquecer a conversa.



Tendo uma resposta positiva do possível rebelde, continuaria então. - Tem muito tempo que venho servindo essa gente... E simplesmente me cansei, sou um homem de bem, um bom nacionalista que ama sua pátria! Porém bisbilhotando em alguns arquivos de oficiais mais graduados acabei encontrando indícios de uma grande conspiração do exército com o governo mundial para a manutenção da ditadura na ilha.. Me diga, qual é seu nome? Somos compatriotas? - Questionaria, e então ouviria suas respostas atentamente. - Bom Sr (nome do rebelde) você está com os revolucionários? Digamos que eu queira contribuir.. Posso ser um agente de peso para a causa não concorda? Além do mais, também tenho uma proposta para os revolucionários.. Você pode contatá-los imagino.  - Indagaria, centralizando o olhar no rosto do homem para transpassar um tom de seriedade.



No entanto, caso em algum momento percebesse alguma intenção hostil ou simplesmente fosse surpreendido com alguma tentativa de ataque do suspeito, tentaria me levantar rapidamente jogando a mesa para o alto para criar uma rápida distração e me defendendo de qualquer ataque, e então sacaria a pistola do jaleco engatilhando a mesma contra o homem desconhecido, efetuando disparos a queima roupa centralizados em seu peito, em seguida me afastando e buscando cobertura atrás da própria mesa virada ao chão em um primeiro momento para que tivesse a certeza de que não haveria mais alguém com a alça mira sobre mim pronto para me alvejar, e caso encontrasse mais alguém não pouparia disparos contra o mesmo.





Objetivos:



Spoiler:







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Legenda:
~Fala NPC~
~Pensamento~
~Fala Eren~