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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina

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Shiori
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3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina


Diego Kaminari [Pirata], Chloe Kaminari [Pirata], Silver 'D Saru [Pirata], Eren Von Kruger [Civil]

Não possui narrador definido.
Fechada

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Subaé
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Nos bares de então
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Subaé
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A liberdade que atravessa a Ponte Lupina - 03

Vodka’s Crew, o bar de Sóchil


Felizmente tudo se sucedeu sem maiores transtornos. Enfurecido, Gaston retornou para dentro do bar, onde se sentou em sua grande poltrona acolchoada, forrada com as peles de suas caças (Obviamente, os personagens só iriam ver a tal poltrona depois que adentrassem no estabelecimento).

Sifou convidou mais uma vez o grupo para desfrutar a refeição que estava sendo servida, mas Ivan dispensou a estadia no estabelecimento. Depois de discutirem um pouco, tudo estava decidido, Saru iria com Ivan para a casa de seu tio, enquanto Diego e Chloe iriam para dentro com Sifou.

Ivan se despediu dos demais e então partiu junto de Saru enquanto Diego, Chloe e Sifou foram para dentro do bar.

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O interior do Vodka’s Crew era confortavelmente quentinho, afinal, não era aquecido apenas por uma lareira, mas também pelo calor fumegante da cozinha e o calor natural que emanava de todos os presentes que ajudavam a fazer daquele bar, um lugar bom.

O ambiente estava cheio, e as mesas lotadas. Todos os trabalhadores do vilarejo estavam lá aproveitando o seu horário de almoço. As crianças também estavam no local, e eram as que mais faziam festa, correndo pelo saguão enquanto brincavam de ser caçadores. Quanto ao aroma que exalava da cozinha, era maravilhoso. Nas mesas era possível ver pratos cheios de ensopado de beterraba com nabos e repolho, acompanhados de muita carne de urso. E claro, muita vodka! (Menos para as crianças, elas bebem suco de beterraba). Mesmo com toda a miséria, era possível ver a felicidade daquele povo humilde.

Sifou guiou os irmãos até uma mesa próxima ao balcão - Fiquem a vontade! - falou ao puxar educadamente uma cadeira para Chloe. Depois, ele foi até o balcão e falou alguma coisa para a atendente, uma mulher muito bonita. Quando o homenzinho retornou para a mesa, estava com uma garrafa de vodka em uma mãos, e três copos de shot na outra; Colocou tudo em cima da mesa e, antes de propor um brinde, serviu as três doses.

-Então você é daqui de Tequila Wolf? - Sifou questionou observando Chloe nos olhos - Não me lembro de você… mas eu também não lembro de quase ninguém… FaaaaFaFaFaFa!! Em qual região você vivia?

Diego parecia estar interessado quanto ao conflito de Ivan com o resto da vila - Ivan é um garoto bom. Seus pais saíram de Tequila Wolf depois que se casaram para poder viver em um lugar melhor, mas depois que morreram em um acidente com piratas ele veio para viver aqui com o seu tio. Isso já faz um ano - os olhos de Sifou expressavam a tristeza que sentia por parte do jovem, encheu mais uma vez o seu copo e bebeu a vodka - O tio dele é um homem honrado que sempre ajudou muito a nossa vila, mas desde que eu e o Gaston começamos a temporada de caça aos ursos ele tem feito de tudo para impedir o nosso progresso… Parece que para aqueles dois a vida dos ursos é mais importante do que a sobrevivência do nosso pessoal…

A conversa foi interrompida pela bela mulher que conversou mais cedo com Sifou no balcão. Ela se aproximou da mesa e foi logo entregando três pratões cheios de ensopado de verduras com carne - Espero que vocês apreciem a refeição, fui eu mesma que fiz!

-O almoço está maravilhoso, Paulinha. Como sempre! - disse o prefeito - Saúde a Sra Balalaika por mim.

-E esses dois, quem são? - Paula olhava para Diego com muita atenção. Seus olhos espremidos não revelavam muito o que ela poderia estar analisando, mas, talvez, a mordida que deu no canto próprio lábio viesse a revelar algo.

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-Estes dois são meus convidados… São… bom… Qual é mesmo o nome de vocês?

Se por acaso Diego ou Chloe fizessem menção à pagar pelo serviço, Paula iria se rejeitar a pegar o pagamento, e Sifou estenderia a palma de suas mãos, pedindo para que ponderassem - Por favor amigos, vocês são meus convidados!! Além do mais, olhem para todas essas pessoas, vocês estão vendo alguém pagar por algo?

Se prestassem atenção poderiam notar que, realmente, ninguém estava pagando por nenhum alimento consumido.

-Somos um povo pobre que mal consegue subsistir. Por isso, tomei a providência de juntar todos os nossos mantimentos aqui no bar. Balalaika, a proprietária, se propôs a preparar as nossas refeições, e desde então distribuímos a comida de forma igualitária entre todos… Claro, nós costumamos cobrar de estrangeiros. Mas já que vocês são amigos do gat… de Beerus, são meus amigos também.

Paula afagou docemente o ombro de Diego ao se despedir do grupo e então se afastou para servir as outras mesas. Sifou olhou para a moça, e, ao perceber as intenções dela para com Diego, alertou o jovem - Ela é a mulher mais bonita do vilarejo, talvez de toda a ilha! Mas cuidado com ela, é uma gatuna sem piedade alguma. Todos aqui sabem, se você tem amor aos seus pertences, é melhor não dar bola para as investidas da Paula Maximoff.

Enquanto isso, Gaston ainda estava emburrado em sua poltrona. O homem olhava para Paula com um olhar apaixonado, mas a garota parecia não lhe dar bola alguma, o que fazia o brutamontes bufar mais ainda. Sifou olhou para seu grande amigo e suspirou chateado por ele estar tão mal. - Amigos, se me permitem eu vou ali ver se o Gaston está bem… - Então ele foi até a poltrona do grande caçador.



Não vou transcrever o vídeo, mas aconteceu exatamente igual no vídeo até a minutagem 2:38, ignorem a chegada do velho e todo o resto do vídeo até o final.
Letra da música pra acompanhar:

Na tentativa de levantar a bola do caçador, Sifou fez com que todos entrassem em celebração. Alguns fazendeiros começaram a brigar no meio de tanta comemoração, e assim a festa estava formada. Agora todos voltaram a ficar de bom humor (inclusive o Gaston!)

A rotina do bar estava seguindo normalmente e em pouco tempo a hora do almoço iria terminar, o que significa que haviam muitos pratos e copos para recolher. Paula estava recolhendo tudo sozinha, pois era a única funcionária do local, e, em certo momento, ao passar por perto de Gaston, tropeçou e caiu com tudo no chão. Os pratos e copos se espatifaram, e sua mão foi cortada pelos cacos de vidro.


Os ursos-tequilleros

-Ele tem muita bebida guardada em casa, pode ficar tranquilo - Ivan falou em resposta a pergunta de Saru. E então começaram a caminhada em direção ao oeste, seguindo pela mesma estrada que Terra e Jacob foram mais cedo.

Enquanto caminhavam, Saru chutou a neve enquanto resmungava e ofendia Gaston. Ivan riu das palavras do jovem pirata antes de responder - Realmente, ele é um babaca que adora cuspir feito uma lhama… Garshom… HaHaHaHaHaHa!!!  

Caminharam um pouco até que se afastaram do vilarejo Sóchil, Neste ponto da jornada, alguma coisa começou a se mover dentro do casaco de Ivan - oh, parece que acordou…-  então ele abriu o casaco, e revelou a coisa mais fofa que você vai ver hoje. De dentro do casaco de Ivan saiu primeiro uma patinha peluda, depois foi a vez da cabeça, e para a surpresa de Saru, tratava-se de um filhote de urso - …Que bom que você está bem, amiguinho!! Não vai ser hoje que você vai virar ensopado.

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O ursinho estava com diversos cortes em suas costas, como se tivesse sido perfurado por flechas. O sangue de antes não era de Ivan, mas sim do pequeno urso. O animal grunhiu de dor, mas não fez mal algum para o humano que o carregava.

-Ta vendo esse pequenino aqui? - perguntou ao mostrar o animal para Saru - É um filhote de Urso-Tequillero. Acho que você nunca ouviu falar sobre essa espécie, já que essa raça só existe aqui nessa ilha. Os contos antigos dizem que eles foram essenciais para o nosso desenvolvimento e exploração da ilha quando éramos apenas uma pequena tribo. Meu tio me contou que os antigos montavam neles, como fazemos com os cavalos. E é só por causa deles que nos tornamos a nação que somos hoje. É nosso dever preservar a raça deles agora que estão vulneráveis a caçadores ambiciosos como o Gaston.

Continuaram caminhando por um bom tempo até que chegaram em um pequeno bosque na costa oeste, lá havia um pequeno chalé rodeado por grandes ursos de cor marrom. Os ursos-tequilleros eram muito maiores do que ursos comuns, mas, para a surpresa do viajante, eles eram calmos, amigáveis, e muito meigos.

Assim que viram Ivan, três ursos correram em sua direção, mas ao invés de atacá-lo, abraçaram-no gentilmente e começaram a lambê-lo igual os cachorros fazem. O ursinho bebê pulou de dentro do casaco e foi para perto de uma ursa, que começou a lamber suas feridas.

-Pode ficar tranquilo - Ivan falou - Eles não fazem mal para ninguém, nem para animais pois só comem frutas e mel.

-E bebem muita vodka! PuPuPuPuPuTiN!!!! - Aquela era a voz do tio do garoto - É sério, esses ursos adoram beber vodka!!

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O homem que se aproximava estava abraçado com um dos ursos, não vestia nenhuma camisa, mesmo estando no frio de morrer. Sua pele era tão branca quanto a neve, e seus cabelos eram dourados como os raios do sol. Ele realmente só não era mais bonito porque já estava começando a ficar velho… Mas o shape do coroa ta em dia viu.

-Olá Ivan, vejo que trouxe um amigo! Muito prazer garoto, eu me chamo Erwin Puttin, sou o tio de Ivan.

Ivan sorriu, mas ainda parecia estar preocupado com o pequeno urso. - Eu trouxe mais do que um amigo, tio. Trouxe um filhote que salvei. Consegue resgatá-lo de dentro do Vodka’s Crew, mas ele está muito ferido….

Ao ouvir a notícia, Erwin ignorou Saru momentáneamente e foi recolher o filhote - Calma rapaz, Eu vou cuidar de suas feridas e você vai ficar bem - Então, depois de acolher o filhote, voltou novamente sua atenção para Saru - Está frio aqui. Vamos lá para dentro onde poderemos beber algo quente… E eu também preciso cuidar deste pequeno aqui…

O interior da casa era simples. Tinha apenas duas camas, uma mesa com quatro cadeiras, algumas estantes cheias de tralhas, uma lareira e um fogão. Erwin colocou o ursinho em cima da mesa, depois pegou seu kit médico e deixou tudo em ordem para os primeiros socorros do animal. Por fim, abriu um alçapão raso que estava cheio de garrafas de vodka, pegou duas e deu uma para Saru - Toma, uma para cada!

Ivan riu ao ver os traços do alcoolismo de seu tio.

-E ai, jovem. De onde você é? O que é que te trouxe aqui para esse fim de mundo?


Um viajante parrudo e misterioso

De volta ao bar Vodka’s Crew, mas bem longe de onde Diego e Chloe estavam, Hannibal acabara de despertar no quarto que havia alugado. Estava fedido e com ressaca, e isso por si só já é motivo para deixar alguém com a moral lá em baixo, mas pior foi ver a beleza da mulher que havia deitado consigo na noite passada. Era uma velha feia, gorda e flácida; com cabelos sebosos  e cheiro de peixe…. Isso que dá escolher uma mulher depois de estar bebum… Seja como for, o viajante parrudo se levantou, e, sem dizer nada, seguiu para o salão.

No salão principal, Hannibal poderia ver uma grande quantidade de pessoas em festa. Alguns homens estavam brigando por causa da bebedeira, mas na grande maioria, era uma situação bem tranquila.

Em cima de uma das mesas (e isso Diego e Chloe também podiam ver e ouvir) estava um homem gordo com barba castanho-acizentada que vestia um gorro marrom. O homem dançava, saltitando ao balançar as pernas, enquanto tocava um pequeno acordeão.

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“Bebemos à nossa juventude pelos dias que vêm e vão
Pois a era da opressão está quase acabando
Nós expulsaremos o império desta terra que possuímos
Com nosso sangue e nosso aço vamos levar de volta nosso lar”


O homem era um bardo, e sua canção parecia não ser apenas uma canção, mas uma história cantada - É isso ai, camaradas!! Eu gosto assim… COM ESTILO!!! - suas palavras mantinham a multidão empolgada entre uma música e outra.

“A bruxa da floresta que expulsa o caçador
Transforma o rio em sua arma, emanando todo horror
Javalis e veados, já não sinto se sabor
Pois a bruxa e o Vodianoi matam pelo seu amor”


As pessoas vaiaram e relinchar insultos. Não ao bardo, mas sim para a bruxa… Parece que todos tinham algum tipo de rancor para com aquela mulher da história… Só me pergunto, porque?

Hannibal não parecia estar com fome, sendo assim seguiu para fora do bar, onde começou a andar sem rumo. Durante a caminhada ele foi parar no meio de uma plantação de beterrabas, e foi lá que ele avistou  uma grande rocha negra em formato de caixão. Se chegasse perto, poderia ver que haviam muitos nomes entalhados na superfície da pedra.

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Alguns nomes escritos na pedra-memorial:
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Uma última missão

Após receber a mensagem de seu ex-colega, Eren seguiu para a Fortaleza, onde iria encontrar seu antigo superior, o General Bison.

Seguiu pelas ruas gélidas de Ulglich até chegar em um majestoso castelo com 12 torres ao todo. O mesmo era feito de pedra maciça, seus portões imponentes eram feitos de aço puro, e o grande fosso que cerca o castelo era tão fundo que chegava a ser assustador se olhasse para baixo pelas beiradas da ponte que leva para o interior da construção.

Assim que chegou nos portões, Eren se identificou e foi recebido pelos guardas com o devido respeito. Ambos fizeram continência para seu camarada compatriota e depois abriram os portões.  Depois disso o ex-militar foi para a terceira torre lateral esquerda, subiu um monte de lances de escadas, seguindo direto até a Sala nº 1337.

-Entre! - Bison falou ao ouvir as batidas na porta.

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General Bison

Eren entrou na sala e a primeira coisa que fez foi prestar reverência para o seu superior. Bison, entretanto, apenas balançou a sua mão com desdém para os costumes militares - Não precisa dessa formalidade toda, garoto. Venha e se sirva de uma dose de vodka! - falou com uma garrafa cheia em mãos.

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A sala nº 1337 era redonda e extremamente espaçosa. Haviam três janelas com vitrais coloridos, alguns sofás, umas estantes cheias de livros, e uma mesa no centro, onde Bison estava à se saciar com Vodka de beterraba. Mais ao fundo, perto das janelas, havia um homem misterioso de cabelos brancos e vestes azuis, sua feição era séria, mas ele também parecia estar divagando em pensamentos distantes, Eren entretanto não poderia reconhecê-lo de lugar algum. Havia também uma terceira pessoa no local, um militar pálido e bigodudo que estava sentado no sofá, seu nome era Capitão Slova.

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Homem Misterioso

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Capitão Slova

-Então o Tzaum te encontrou, ein… Ótimo! Já faz três dias que mandei alguém ir atrás de você - o general encheu uma caneca e entregou a vodka para o ex-militar - Eu estou em um mato-sem-cachorro. Lembra de mês passado, quando fomos atacados por uma brigada rebelde? Pois bem, o capitão Theodore acreditou que havia resolvido o problema, mas parece que sobraram algumas pontas soltas. Agora estamos atrás destes insurgentes, mas parece que só tem militar idiota por aí!! O fato é que nós precisamos mais uma vez das suas habilidades investigativas para encontrá-los. Vou te pagar o dobro do que pago normalmente, mas eu exijo que seja discreto… Não podemos deixar esses ratos escaparem… O serviço é simples, quero que você ajude o Capitão Slova e seus homens com as buscas, você é o nosso melhor investigador.

Slova se levantou do sofá e prestou uma continência para Eren - Posso contar com a sua ajuda, Ex-Tenente Kruger?

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Historico:


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3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 2 Trio3
Hannibal
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POST

02


3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina
Lenore Granhiert




Sem paciência para musicos.




Parece que mais uma vez Hannibal foi traído pela bebida já que a tal mulher que dormiu ontem a noite era uma das piores barangas que viu nos últimos tempos, mas ele não liga já que não se lembra de nada que aconteceu então é o mesmo que não ter acontecido certo?

O bar do qual estava parecia lotado, ele passa pelo salão onde um pequenino barbudo cantava e junto com ele as outras pessoas do bar também cantavam e gritavam juntos fazendo a cabeça de Hannibal praticamente explodir, ele põe uma das mãos na cabeça e vai em direção a porta para siar daquele lugar e ter um pouco de silencio.

Andando pela rua sem rumo acaba indo parar em uma plantação de beterraba e lá viu uma grande rocha negra com alguns nomes cravados nela, ele se abaixa para ler os nomes ainda maior sonolento e com uma dor de cabeça daquelas, então sua bexiga começa apertar para por toda a bebida da noite anterior pra fora e como não havia nenhum banheiro por perto sem qualquer cerimonia coloca o pau pra fora da calça e começa a urinar na pedra buffando de alivio enquanto fazia.

- Arrrrggg que gotoso.

Após terminar da umas sacudidas guardando seu instrumento em seguida e limpando as mãos na própria roupa, depois olha para uma das beterrabas e pega uma delas jogando pra boca em seguida, come uma, duas, três e depois que se sente um pouco satisfeito decide voltar ao bar.

Ao entrar vai direto para perto do balcão – Hey você! – fala olhando para barman – Tem algo pra ressaca ai? – Caso o sujeito ainda estivesse cantando e causando alvoroço Hannibal imediatamente pega uma cadeira próxima e a joga contra o sujeito, apenas para derruba-lo ou faze-lo calar a boca.

- HEY CALADO! MINHA CABEÇA VAI EXPLODIR COM SUA MUSICA IRRITANTE!! -




------------


ADICIONAIS :

PROFICIÊNCIAS:

Briga, Estratégia, Interrogatório, Sobrevivência, Ameaça

Qualidades:

Vigor, Corpulento, Força Titânica, Duro de matar, Prodígio, Mestre em Haki.

Defeitos

Exótico, Sob medida, Infame(Por ser uma pessoa violenta), Sadista, Cabeça quente, Obcecado(Brigar).

[spoiler="Histórico"]
Posts: 02
Ganhos: -N/A
Perdas: N/A
NPCs: N/A
Objetivo da Aventura: Virar Pirata.







CRÉDITOS Roevs
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Diego Kaminari
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Diego Kaminari
Estagiário




Um Selo Afrontoso






Adentramos o bar, estava com um bom clima de festa e pude ver a cadeira que o babaca... Digo, Gaston, se sentava. Meu senhor, quantos animais morreram para maciar o ego dele? Eu sempre cacei no tempo que vivi em minha cabana na floresta, no entanto, eu caçava para apenas me alimentar, visto o ambiente e tudo mais, aquele homem caçava e matava por prazer... Julgo que mesmo se a vila não o precisasse faria essa prática apenas para ganhar prestígio. O prefeito após puxar a cadeira para minha irmã foi até o balcão e foi quando meus olhos encontram algo sim digno de toda essa atenção agora dada ao escroto. – Quem é ela? – Falei baixo para mim mesmo, apesar da distância a beleza da mulher prometia e perguntava como seria se me aproximasse eu pudesse a ver melhor. Com prefeito de volta, três doses foram o suficiente para começar nossa conversa, escutei atentamente sobre Ivan e seu tio, sua história até me causou empatia, afinal também havia perdido meus pais, mas... Deixa para lá.


Nossa conversar foi interrompida e meus olhos travaram na figura recém-chegada, pratos de comida que deliciosamente espalhava seu aroma, foram colocados a nossa frente, no entanto, o que eu estava com vontade de comer era... Outra coisa. A mulher se chamava Paula e sua beleza era enorme, claro, não chega aos pés de Chloe... Quando tomei a lembrança que minha irmã estava o meu lado, imediatamente troquei a direção do olhar, torcendo para que ela não tenha percebido. Mas agora lhes pergunto... Com um olhar desses acompanhados de uma mordida nos lábios direcionados a mim, alguém iria conseguir não sorrir? Minha descrição quebrou quando retribui com um olhar sedutor. – Meu nome é, Diego Kaminari! – falei com um sorriso de canto. – E esta é minha irmã, Chloe Kaminari.


Provei a refeição e então notei que o sabor era maravilhoso. – Com uma culinária dessas, poderiam ganhar um bom dinheiro com isso, quanto custa um prato desses aqui? - Eu não pretendia pagar nada, sou um pirata, afinal, nada melhor que sair na surdina após todos estarem bêbados, no entanto, gostaria de saber o rendimento final, afinal seria bom conhecer o quanto a habilidade de minha amada poderia render em ocasiões peculiares, além disso, tenho que saber quanto cobrar do Saru. Todavia, ao olhar em volta, pude notar que ninguém ali mexia com dinheiro, comida grátis? O prefeito explicou que ali a comida era dividida igualitariamente, que diferente... Será que eles fazem isso em tudo? Com fazem as prostitutas, elas fazem sexo igualitariamente com todos? Jogando fora meus pensamentos, voltei a realidade quando, Paula, apertou meu ombro de uma maneira no mínimo sugestiva. Meu sorriso era obvio e acredito que o próprio prefeito notou quando me advertiu sobre ela, entretanto, o respondi com o mesmo sorriso safado. – Levando isso em consideração, basta eu atender a suas investidas completamente nu, assim ela não terá o que roubar e ainda adianto o processo. – Para ser bem sincero eu estava esperando o tapa chegar, isso que dar ser destemido, eu rio na cara do perigo e o perigo estava bem ao meu lado.


A felicidade poderia ser até contagiante, mas visualizei algo que me fez ficar ainda mais eufórico, o grande homem exaltado por todos não tirava o olho de Paula, no entanto, diferente de mim, a mulher não dava moral para ele. Sua feição triste aparentemente pesou mais no prefeito que no próprio Gaston e então começou.


Que musiquinha merda, digo, o homem aquém se referia que era um grande merda. “Quem não quer ser com tu, Gaston?”. Eu, porra! Eu não quero ser como ele, não iria me rebaixar a isso. Pronto, agora o sorriso voltou para ele, e o meu meio que deu uma murchada, mas não iria deixar isso assim, não mesmo. Se em algum momento Chloe me pedisse algo ou me pedisse para fazer alguma coisa, eu a atenderia, afinal, não teria porque negar algo para minha amada.


A hora do almoço havia passado e os utensílios usados começaram a ser recolhidos pela bela Paulinha, mas ao passar perto daquele idiota a mulher acabou por cair e se machucar com os cacos que se formaram, tragedia... Eu não iria ficar parado. – Chloe, segura isso para mim! E me perdoe o que farei, é para uma boa causa. - Passaria rapidamente todo meu dinheiro e coisas de valor que carregava para minha irmã e então usaria de toda minha velocidade para chegar ao lado dela e com meus braços a envolveria, meus gestos apesar de nobre, carrega uma maldade. – Deixe que eu te ajudo, Paula. – Falei a levantando e olhando sua mão. – Não acho justo arrumar isso sozinha, o que acha de tratarmos essa mão para finalizarmos seu serviço e depois começar outro mais divertido em outro lugar? – Eu diria, mas não somente um sorriso, falaria usando de técnicas de sedução aproximando meu rosto em quanto falava para que o ar quente de minha boca ativesse a sensibilidade de sua pele, e por fim iria selar seus lábios aos meus e se ela correspondesse a beijaria de fato. Mas, porque estaria fazendo isso?! Porque meus amigos, Gaston estaria do lado vendo aquilo tudo e nada seria mais devastador do que ele ver a mulher que tanto deseja preferir outro do que ele que tanto se acha “o grandioso”. Se ela aceitasse, após o beijo iria conduzir ela para minha irmã que lhe trataria a ferida. Se Gaston, falasse algo referente a mulher, eu olharia para ele com um olhar dos mais debochados e diria. - Fazer o que né?! Ela tem bom gosto! - Caso minha provocação ou mesmo a qualquer momento o homem me afrontasse em combate, iria salta com um giro no ar e lhe desferir um golpe com a chapa da espada, não para lhe matar, mas sim para lhe derrubar e quem sabe o apagar temporariamente. Caso ele nada fizesse, então tentaria voltar para minha irmã e os demais que poderiam estar próximos dela e ali voltaria a sentar até que a festa dessa por encerrada ou algo me chamasse a atenção e requirisse alguma reação.





Histórico:



Resumo da Ficha:




Objetivos
● Pregar a Verdadeira Liberdade ( )

● Proficiência Briga ( )

● Proficiência Acrobacia ( )

● Tornar oficialmente um pirata (x)







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DA do Ineel
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3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina



Estava diante de um General, uma das mais altas patentes das forças armadas de tequila, e apesar da grande diferença entre nossas graduações meu superior demonstrava certa cordialidade em dispensar as formalidades militares, mais a vontade com a situação no entanto, me aproximava e aceitava de imediato sua oferta. - Obrigado meu General! - Respondia, já mandando para dentro um bom gole da bebida. Ainda com a garrafa em mãos notava a presença de mais militares no local, e apesar de estar familiarizado com a fortaleza ficaria totalmente surpreendido pela caracterização da sala do general com diversos livros e estantes, uma paisagem demasiadamente rústica e bem ambientada.



Ao ouvir o motivo de minha convocação, imediatamente um leve sentimento de remorso subira aos meus pensamentos, pois final ninguém melhor do que eu tinha a certeza de que mais uma vez estaria sendo utilizado por uma ditadura sanguinolenta que não mais representa os anseios do povo, e muito menos possuirá um bom líder nacional. '' Fala sério.. Seus cachorros bandidos!'' - Me remoía dentro de minha consciência durante todas as introduções. Buscando manter as aparências logo me levantaria, repousando a garrafa de vodka sobre a mesa e prestando uma continência rápida e simbólica para todos os graduados presentes. - Sim senhor! podem contar comigo! - Retrucaria, tentando demonstrar um forte determinismo em minhas expressões.



De todos os graduados da sala o que mais me chamaria atenção seria o homem misterioso de cabelos brancos, que até então nem mesmo havia se identificado previamente, meus olhos o tratariam com maior cuidado a partir de agora, uma nova personalidade da qual não fosse possível conhecer profundamente poderiam frustrar meus planos em algum momento, então seria necessário estuda-lo cuidadosamente. Sem mais delongas, me viraria até o Capitão Slova e o indagaria da forma mais respeitosa possível. - Senhor, preciso cautelar um uniforme novo e um cinto suspensório caso precisamos fazer atividades em campo, se fosse possível também gostaria de pegar uma espada.. - Diria, aguardando seu parecer. Caso fosse positivo, pediria liçensa a todos e me retiraria com a garrafa de vodka em mãos, em direção a reserva da fortaleza onde me identificaria para os responsáveis e esclareceria minhas demandas. - Tenente da reserva Von Kruger, preciso cautelar um uniforme novo, cinto suspensório e uma espada por favor. - Diria, apresentando as credências, indo ao vestuário e me equipando logo em seguida e aguardando maiores instruções.



Tendo ou não a permissão para cautelar o que havia pedido, levaria a garrafa de vodka ajeitando a mesma em meu cinto, me retirando da sala e aguardando por novas instruções do Capitão Slova. - Quais foram as últimas informações que a seção de inteligência disponibilizou? Creio que não precisaremos de muitos agentes em campo, se o senhor puder me disponibilizar dois ou três soldados posso iniciar as investigações e a coleta de informações. - Retrucaria no momento mais oportuno.



Apesar de sempre ter levado o trabalho com seriedade e dever absoluto, esta seria minha primeira missão nas forças armadas na qual estava completamente desmotivado em cumprir, pelo fato de já estar integrado ao meio civil, ou pelos indícios de corrupção extrema que havia descoberto na instituição, porém por agora seria sensato e inteligente mostrar serviço para que não fosse levantado muitas suspeitas sobre mim pois afinal ainda não havia conseguido entrar em contato com a célula revolucionária instalada na ilha.'' Malditos.. Tsc.''







Objetivos:

Spoiler:





Histórico de posts: 03
Contador de vício: 00/10





Legenda:
~Fala NPC~
~Pensamento~
~Fala Eren~



Última edição por DA do Ineel em Qua Nov 02, 2022 7:14 pm, editado 1 vez(es)
Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário
A enorme ponte lupina
parte 1.D- Um aconchego e um chamego… clima mais amistoso
 Entrar naquele bar foi quase tão confortável quanto pisar em terra firme uma vez mais. Era fato que agora era uma mulher do mar, junto a Diego e meus companheiros, mas ainda sim sentia muita falta deles… Meus olhos passeavam pelas facetas risonhas das crianças e adultos daquele lugar, era doloroso, mas ao mesmo tempo era bom estar em casa novamente. Por um pequeno período me perdi em pensamentos de um tempo que talvez nunca mais volte, mas que agora era a única lembrança que alimentava a saudade que sentia da minha segunda família.

O prefeito nos guiava pelo salão, o cheiro do que quer que estivesse sendo feito era maravilhoso e a grosso modo me deixou com inveja, precisava descobrir o que usavam naquele lugar e ainda sim não saberia repetir com a mesma maestria. O cavalheirismo reinou nos atos do prefeito e com os olhos segui sua diminuta figura até o balcão de onde retornou com algo que ainda não tinha tomado, mesmo tendo em nosso navio — Tequila de Beterraba… Que saudade do cheiro e sabor — falava baixo tomando um dos copos e brindando junto ao prefeito, caso tivesse puxado o brinde — Eu morei quando era pequena por aqui.. — comentei enquanto sentia a queimação da bebida descendo lentamente a garganta — Na verdade eu não me recordo muito dos nomes. Eu sai a muito tempo para buscar esse maravilhoso homem do meu lado.

Enquanto ouvíamos a explicação sobre o garoto Ivan, uma mulher morena, que devo admitir era bonita, se aproximou com a comida. O perfume inundou ainda mais o ambiente deixando tudo ainda mais apetitoso, quanto a sua pergunta, Diego prontamente a respondeu e com a colher parada pouco antes de colocar a sopa para dentro, olhei de canto para Diego a fim de perceber se o mesmo responderia às investidas da mesma — É irmã… — completei puta colocando a colher já mais fria nos lábios "Se ele responder ao flerte eu vou capar esse homem, é sério. Ainda tiro as tetas dela e furo o rostinho bonito…" Meu rosto se fechou. Talvez tivesse aliviado um pouco com questões sobre, não pagar pela deliciosa bebida e comida. Mas voltou a fechar com a resposta de Diego.

De forma rápida, iria pegar a vingadora abaixo da mesa e apontar para entre as pernas, apertando um pouco contra seu membro precioso, mostrando que não estava de brincadeira — Vai lá , responde a ela mesmo. — Engatilharia a arma de forma a deixar o movimento pronto para uma resposta. Porém em meio a tudo isso, havia lembrado que poucos minutos antes, Gaston olhava com amores para a direção da morena "Diego Kaminari, você é um notório filha da puta, mas eu ainda te amo." diria ao perceber a intenção de meu irmão. Sabe, algumas coisas nunca mudam e uma delas era minha leitura para o que Diego pretendia ou não armar  — Deixa ele Prefeito, esse homem sabe onde está se metendo — o prefeito levantou e foi ver o grande mal humorado, mas sabe o que era pior ? Foi aquela cantoria!
"MAS E NUNCA QUE EU IRIA QUERER SER COMO ELE! PELO AMOR DOS MARES!" a revirada de olhos era feita durante aquele refrão ridículo, e pior ainda quando ele se vangloriava com a ajuda de outras mulheres "Mano!!1 como assim! Essas garotas são sequeladas ? Não é possível!!" Revirei uma vez mais e soltei uma enorme bufada de ar pouco antes de ouvir Diego jogando todos os seus pertences em cima de mim. Fui arrumando o que podia entre as minhas coisas, mas ao perceber a garota em seus braços o sangue ferveu — ah seu filha da puta miserável! — começaria a levantar rápido, mas logo veria a mão da garota e correria em seu auxílio — Opa, casal, tudo bom? Posso cuidar da mão dela? — diria de forma irônica para Diego lembrar da minha presença.

Usaria das técnicas de primeiros socorros que conhecia e do Kit que Diego tinha trago em seus pertences para cuidar, limpar e tirar qualquer vidro que houvesse na mão daquela mulher. Caho houvesse espaço para tal, iria me interpor entre ela e Diego e iria desferir dois tapas em seu rosto — Isso é por não me respeitar como sua irmã… e isso por não me respeitar como sua mulher. —  falaria em alto e bom som.

Caso fosse questionada por alguém, ou até mesmo por Paula, iria sorrir da forma mais genuína possível para a mesma — Me chamo Chloe Kaminari. Sou ex-moradora de Tequila Wolf. Irmã de Diego Kaminari e sua mulher!




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Saru
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Saru
Pirata

Ivan teria dito que teria muita bebida em casa, já seria menos mal, ele tambem ria sobre eu falar do Gastom, enquanto caminhavamos eu pensaria o quao longe seria.

-Já chegamos?. Eu so seguiria ele apesar de não saber a distancia que seria.

Pouco depois de caminhada eu notava algo no peito/barriga do Ivan ficando com altos e baixos -O que e isso?
Ouvia ele dizendo que já acordaria -Que sua barriga acordou, que fome estranha é essa que barriga mexe.

De repente uma patinha sai do casaco dele – Que?? Um bicho ta saindo do teu corpo, e ta vivo, o que tu comeu do bar?. Quase entraria em panico, ate que ele abria um pouco do casaco e revelaria uma cria de urso. -Ahh é um urso, ufa. Dizia já meio aliviado.

Ivan comentaria em ensopado já pensava “ Hmm ensopado”.
Ele me diz se eu estaria a ver o pequeno, eu olharia para ele – Sim é impossivel não ver um Urso.

Ai ele me conta que é um Urso Tequileiro na verdade ele me contaria sobre essa especie de urso que so existe nesta ilha, ele tambem falaria sobre uma tribo antiga na ilha, ouvindo sobre ele dizer que montavam no urso eu já imaginava os cara cavalgando urso.
Agora entendia porque ele foi atirado da janela, ele pegou o urso, eu notava que o pequeno estava ferido e logo encarava o Ivan -Não podias ter dito mais cedo, Chloe iria cuidar dele ela é medica, se eu soubesse disso ela teria vindo. Apesar de dizer isso não teria jeito, voltar para tras so daria em confusão em explicar.

Andavamos um bom tempo ate chegarmos um pequeno bosque, começaria logo a ver um pequeno chalé e poderia notar um monte de ursos castanhos bem grandes, talvez maiores do que ursos comuns.
Logo em seguida três  ursos viriam em nossa direçao – Isso não vai ser bom. Logo me prepararia tentando entender qual deles iriam atacar para eu me desviar e defender.

Mas eles se dirigiam ao Ivan abraçando ele, lambendo e tudo mais, pareciam conhecidos ate.
Ivan dizia que estaria tudo bem que eles não faria mal, mas eu so estaria a espera de eles morderem o braço dele, bom apesar que os animais na montanha em Dawn nem todos me atacavam entao não seria tao estranho ele tar de boas com os ursos.

Ouvia uma voz dizendo que ele bebem vodka -Que os ursos bebem vodka?. O Homem desconhecido confirmava.

Homem esse que surgia abraçado a um urso sem camisa neste frio e era bem branco de cabelos dourados, ele se apresentava como tio do ivan, que assim que Ivan falava do Filhote ele logo pegaria na cria e o levaria para a cabana, mas ele me convidaria antes de entrar. -Beber, já gostei. Dizia entrando junto com eles.

A casa teria duas camas uma mesa para comeren com 4 cadeiras, tinha tudo que uma casa teria era um tanto simples ate, me sentaria numa cadeira na mesa e o tio de Ivan colocava a cria em cima da mesa pra cuidar dele, ele abria um alçapao que estaria cheio de garrafas, e por minha supresa ele pegava uma garrafa inteira e me daria.

-Uma garrafa inteira so pra mim, isto cada vez esta melhor. Dizia abrindo a garrafa e dando um gole pra provar e notava um ligeiro ardor.
-Ohh esta é boa, suave e desce que nem fogo. O ivan ria da bebida do Tio já eu agradecia  por ter bebida.

Erwin perguntava porque estaria em Tequila o que me levaria a estar no fim do mundo como ele falou.
-Hm nada de mais, sabe viajando conhecendo ilhas novas, procurando novas historias, uma boa bebida e comida eu espero mas acima de tudo me divertir. Dizia rindo, como estaria so com um braço livre eu acenaria a mao segurando a garrafa.

Olharia para os dois e depois para a cria de Urso -O Ivan me contou um pouco sobre os Ursos, e aparentemente o Ivan teve problemas no bar por conta da cria, não é que ele tenha feito errado, mas poderia ter acontecido algo pior.

Trocando o olhar para Ivan -Não que eu duvide que te saibas te defender, mas com a cria ao colo poderia ter sido ruim.

Dava um leve gole de bebida e voltaria a olhar para Erwin – Me perdoem se posso parecer indelicado, mas qual o negocio com a caça, deve existir outros animais, e o que há com esta ilha uma ponte gigante.
Antes de falar algo dava uma leve pausa -Desculpa o tanto de perguntas, o ambiente desta ilha é diferente para mim e fico um tanto curioso com a historia. Desta vez eu parava de falar e so esperaria um deles falar.



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Subaé
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A liberdade que atravessa a Ponte Lupina - 04

Mijada matutina

O meio-gigante não estava mesmo de bom humor. Sem se importar com a bebedeira ou com a catoria, seguiu para fora do bar e andou até encontrar a pedra-monumento. O homem parou e leu alguns dos nomes escritos, depois botou sua arma para fora e deu aquela mijada relaxante.

-Oh meu deus…- Enquanto se limpava, Hannibal pôde ouvir uma voz rouca falando perto dele, se olhasse para baixo, poderia ver uma mulher muito velha e baixinha - Esse é o monumento que honra os nossos companheiros falecidos!! Seu homenzão insolente!!

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Junto da mulher estava um outro homem muito velho, ambos pareciam ser um casal. O velho abraçava preocupadamente a sua mulher, temia pela segurança da mesma, e por isso queria protegê-la daquela figura monstruosa e desrespeitosa. Quando Hannibal começou a comer os nabos, o velho se enfureceu - Ei, rapaz! Você não pode comer isso!! É para o sustento da vila!!

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Tudo passou por um ouvido e saiu por outro, pois o homenzarrão não estava nem aí pra nada disso. E então, depois de se alimentar voltou para o bar.


Paula Maximoff

Assim que Paula caiu no chão Diego foi ao seu auxílio, mas não sem antes deixar suas coisas com Chloe. O jovem capitão foi até a mulher mais bonita do vilarejo e a auxiliou como um grande galã irresistível. Paula cedeu aos avanços de Diego, e, enquanto se beijavam, Diego poderia sentir a mão da jovem passar por seu corpo de maneira delicada, mas vulgar. A mão da mulher era fria e suave… e o beijo, ela beijava-o com vontade, puxando sempre o rapaz para mais perto de si.

Poderia até dizer que ela estava extremamentee exitada, mas ao fim do beijo, quando Diego poderia ver a sua feição, notaria que ela estava extremamente emburrada enquanto olhava para sua cara.

3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 2 Paoduro

-Pão-duro…. - Então ele olhou para o prefeito, fuzilando-o com os olhos - Sifou me denunciou ne? aquele canalha baixinho… - Terminou a frase dando risada.

Não preciso nem dizer que a essa altura Gaston estava furiossissimo, mas não foi ele quem deu um sopapo na cara de Diego. Chloe foi até “o casal” e deu uma bela de uma bofetada na cara do cafajeste de seu irmão/marido, e ainda lhe deu um belo de um sermão. Gaston sorriu ao ver aquela cena e até comentou com Sifou “gostei da vibe dessa ai”.

Paula ficou observando Chloe Enquanto a mesma cuidava de suas mãos. - Obrigada - falou - Eu sou miope e por isso não enxergo quase nada… Mas eu evito usar os óculos aqui no bar para ficar mais bonita. HaHaHaHa!! Você me entende, né? - Depois que os curativos estavam prontos, Paula se apoiou em Chloe para levantar, e, ao estar em pé a abraçou - Muito obrigado, e desculpe por beijar o seu esposo - Então ela piscou para Diego e foi buscar uma vassoura para limpar toda aquela bagunça, mas não sem antes tar um tapão na nuca do prefeito ao sair.

Gaston bufou de ciumes, mas foi a pirraça de Diego que fez com que o mesmo perdesse a paciência - Filho da mãe…- Ele avançou na direção de Diego enquanto arreganhar as mangas de sua blusa, Diego também se preparava para o combate, mas, mais uma vez a briga entre os dois machos foi interrompida quando Hannibal, o meio gigante, entrou mais uma vez no Saloon.

Todos os presentes, que ansiavam a briga, voltaram sua atenção para o meio gigante. Todos ficaram em silêncio, e até o bardo calou a boca.

-Gastoooon!!! Prefeito Sifooou!!! Este gigante acabou de mijar no memorial dos mortos, e ainda roubou as beterrabas da plantação!!

Foi a voz da velha que cortou o silêncio da ocasião. A felicidade abundante que os cidadãos tinham sumiu de uma hora para a outra, e, agora todos olhavam para Hannibal com muita raiva. Até as crianças gritavam ofensas ao mesmo. Mas de todos, quem mais se enfureceu foi Gaston.

Gaston olhou furioso para Hannibal - Você fez o que? - questionou, mordendo-se de tanta raiva que seus dentes até rangiam um no outro - Como ousa vir até aqui e desrespeitar os nossos mortos!!!!

Gaston saltou na direção do meio-gigante em uma velocidade impresionante. Hannibal até poderia ter tentado, mas não conseguiria ser mais rápido do que o caçador naquele instante, e por isso acabou recebendo um gancho direito no maxilar. O soco foi tão forte que arremessou Hannibal para trás, fazendo o mesmo se chocar contra a parede, e por consequência, demolir toda a entrada do bar.

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Felizmente, nenhum civil estava ferido. Hannibal estava caído na neve sob os escombros, seu maxilar parecia deslocado, mas Gaston não parecia estar satisfeito.

-Ali estão os nomes de nossos irmãos que caíram para essa maldita ditadura militar. Irmãos que arriscaram tudo para defender a verdadeira liberdade… E é por isso que eu vou ser obrigado a te dar uma surra, seu merda!

Gaston olhou para Diego, e, falou sério - se você é mesmo tão forte, proteja as crianças e as mulheres… Vou cuidar desse gigante!


Uma conversa sobre nosso lar

Saru destampou a garrafa e começou a beber enquanto Erwin começava os tratamentos do pequeno urso. Enquanto isso, Ivan cozinhava alguma coisa.

-Viajar por ai se divertindo de ilha em ilha… Isso parece maravilhoso!! PuPuPuPuPuPuTiN!! Que inveja de sua coragem, nunca saí dessa ilha.

-Não está perdendo muita coisa, tio. O resto do mundo é tão ruim quanto essa vila… Bom, pelo menos os lugares que eu visitei eram…

Então Saru comentou sobre o feito de Ivan.

-Ele já estava sendo levado para o abate, mas eu consegui distrair a Sra Balalaika, e ai peguei ele… Acredite Saru, ele estava mais protegido comigo do que naquela cozinha…

-Não culpe o seu amigo por se preocupar! - Erwin falou - Sabe,Saru. O Ivan é um fracote que não sabe lutar nada… Até parece que ele ia conseguir proteger alguém. PuPuPuPuPuPuTiN!! Ainda bem que você ajudou ele.

-Isso é verdade. HaHaHaHa!!

Então Saru perguntou sobre as questões da caça. Erwin suspirou de maneira triste antes de começar a falar.

- Nosso vilarejo está sofrendo com a falta de comida, e por isso muitas pessoas começaram caçar os ursos. Se os ursos fossem a única opção não seria um problema, é claro que a vida das pessoas também é importante, mas, a floresta está cheia de cervos e javalis. Nosso povo nunca caçou os ursos, por que agora? Eles estão em extinção, e por serem muito dóceis, não sabem se proteger de caçadores.

-É isso mesmo - Ivan falou - Gaston sempre vem com esse papo de pegar mais carne em menos tempo, mas o verdadeiro motivo que ele tem é a facilidade de matar os Ursos-Tequilleros. Javalis e veados dão mais trabalho, e ele é um preguiçoso que prefere pegar o caminho mais fácil do que preservar a fauna da nossa ilha.

Por fim, Saru perguntou sobre a ponte gigantesca que estava sendo construída no norte.

-Você nunca ouviu a história da ponte? - Ivan perguntou assustado - Pensei que todos no East Blue soubessem.

-Aquela ponte é mais velha do que todos nós três. - Erwin disse - A cerca de duzentos anos atrás aconteceu uma grande revolução nesse país. Nosso exército destituiu o antigo rei e se aliou ao Governo mundial, desde então as obras da ponte começaram. Até onde eu sei, o plano é que essa ponte passe por todas as ilhas deste oceano, Desde Dawn até Loguetown!

-É um projeto bonito…

-No papel até é, mas na realidade é essa obra que faz com que nosso país não melhore nunca… Pronto, terminei.

O ursinho estava todo enfaixado, mas isso não o impediu de pular da mesa para o colo de Saru, onde se acolheu para dormir.

-Parece que ele gostou de você.

Primeiras ordens

Enquanto isso, em Ulglich, Eren estava frente a frente com seus superiores. Bison esclareceu para o mesmo alguns dos detalhes da missão. Mesmo desmotivado, o ex-tenente acabou por aceitar o trabalho, e então pediu permissão para ir buscar uma nova espada e trajes adequados para a situação.

-Vá e se apronte - Bison respondeu - Mas não demore, o Capitão Slova e o agente Aizawa vão estar te esperando na frente da fortaleza com o resto dos recrutas.

Eren, espertinho como sempre, já estava saindo do recinto quando sentiu uma mão forte puxar o seu ombro, impedindo sua saída - Ow, ow, ow… Você vai, mas a garrafa fica. - Sem cerimônias, Bison tomou a garrafa das mãos do ex-tenente e retornou para sua poltrona de chefão - Agora vá! Não temos tempo para perder.

Depois de sair do aposento nº 1337, Eren seguiu para o depósito onde foi recebido por dois recrutas. Lá ele pegou uma espada desgastada, a farda e seu suspensório. Depois de se vestir foi ao encontro de Slova e Aizawa no portão da Fortaleza.

Assim que chegou no local de encontro encontrou o Capitão Slova com o homem misterioso de cabelos brancos (ele é o Aizawa). Junto do militar e do agente estavam quatro soldados de baixa patente. Todos, exeto Aizawa, prestaram continência para o ex-ex-militar.

-Gosto mais de te ver assim, fardado - Slova falou sem muitos rodeios - mas vamos ao que interessa. O agente Aizawa recebeu algumas informações nesta manhã. Deixarei que ele mesmo lhes explique.

Aizawa deu um passo a frente e falou - fui informado de que um rebelde retornou para Tequila Wolf. Meu contato afirma que ele está escondido em algum lugar aqui em Ulglich.

-Vocês ouviram o Aizawa. Preciso que vocês investiguem a cidade em busca desse rebelde. Enquanto isso, eu e ele estaremos na saída da cidade, ao sul, organizando a quarentena.

Os recrutas pareceram ficar confusos ao ouvir sobre uma quarentena.

-como assim senhor?

-É exatamente o que ouviram - falou Aizawa - Ninguém sai ou entra de Ulglich até que este verme comunista seja encontrado.

-Mas os chefes de estado Vladmir e Youssef jamais iriam ordenar algo assim…

-Essa ordem veio diretamente do governo, não conteste.

Slova entregou um sinalizador para cada um dos recrutas, incluindo Eren. - Deixarei as buscas sob o comando do Tenente Von Kruger, façam o que ele ordenar.

-Um último aviso, precisamos do rebelde vivo, pois talvez ele tenha alguma pista sobre os remanescentes da 178° B-R (Brigada Revolucionária)… Tragam ele para nós.

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Diego Kaminari
Estagiário




Não Ofenda a Mim, Ou

Aos Meus






O beijo foi maravilhoso e a mulher se mostrava muito excitada, sua mão passeava por meu corpo, apesar que, no fundo, eu sabia suas verdadeiras intenções e por conta disso foi extremamente satisfatório ver sua expressão quando percebeu que nada tinha conseguido comigo. – Pensa pelo lado bom, ao menos o beijo tu conseguiu e devemos admitir que não foi nada ruim. – Disse e logo após escutei as acusações contra o prefeito, mas a próxima sensação foi mais notória, porém, já esperada. Chloe se aproximou e me estapeou por duas vezes e eu apenas mantinha o sorriso e a risada enquanto a olhava nos olhos, após isso ainda com a mesma expressão, disse. – HAHAH! Já te falei que você fica linda com raiva? Você pode me bater quantas vezes quiser, eu vou sempre te amar mais a cada segundo.


Paulinha foi cuidada por minha amada e ao sair deu uma piscada para mim que rapidamente retribui de igual maneira, e isso meus amigos, sim... Despertou a fúria do Babacon. Eu iria finalmente colocar ele em seu lugar quando percebi que alguém mais adentrara ao bar e logo em seguida uma senhora proclamou o que seriam seus delitos. Eu não sabia sobre a história da ilha para poder ter noção da gravidade da situação, todavia, julgando pela reação daquelas pessoas, eu poderia dizer que o gigante estaria com problemas. Apesar disso, foi outra coisa que me chamou mais atenção, uma fala de Gaston que foi solta após ele quebrar a entrada do bar ao arremessar o criminoso pelos ares. – Ele defende a verdadeira liberdade?! – Diria surpreso para minha irmã se a mesma ainda tivesse perto de mim. Sim, a surpresa me cobria, entre tanto, a raiva era presente, pois aquele homem urinou no nome de pessoas que morreram pela mais nobre causa desse mundo.


Ignorando a primeiro momento o pedido do caçador da vila, eu iria para fora do bar juntamente a Chloe e esperaria ela agir e falar o que queria, não a seguraria, pois ali eu concordava com qualquer atitude, no entanto, eu iria completar.


- Você não vai somente limpar o memorial, você vai se desculpar com todos dessa vila. – Diria e então pegaria minha grande espada e apoiaria em meu ombro. – Eu luto pela verdadeira liberdade e não vou deixar você desrespeitar esse povo e muito menos... Desrespeitar a mim. Você pode fazer o que quiser com Gaston, seu assunto com ele eu não vou me impor, entre tanto, te dou a liberdade de se redimir e se fizer quaisquer coisas que não seja isso... Eu me daria a liberdade de acabar com isso que tu chamas de cara e certamente minha irmã fará com que você pelo resto da vida mije por um canudinho! Qual caminho você vai querer seguir?


Se o gigante em algum momento fosse me atacar de frente ou pelos lados, eu iria então saltar por cima de sua mão e desferir um golpe em seu braço o direcionando para baixo para que não fosse em direção aos civis ali. Logo em seguida, ainda no ar, ao terminar o giro tentaria chutar seu nariz, minha intenção era quebrar seus ossos, não matar, apenas cumprir minha promessa. Se ele fosse me atacar pelo alto, eu então saltaria em sua direção tentando interceptar seu ataque com um golpe de minha espada e direcionar meu corpo para cima do membro utilizado e usá-lo de apoio para desferir um chute em sua face novamente com a mesma intenção. Qualquer coisa fora do planejado iria me defender com minha espada na diagonal de maneira abrangente caso não fosse possível usar de saltos e rolamentos para desviar. Meu intuito seria não deixar os civis serem afetados, por isso se minha esquiva fosse significar que alguns dos moradores acabasse como novo alvo, iria optar por bloquear e segurar o ataque e em seguida tentar contra-atacar com um a chapa de minha espada e seu rosto. Se a luta fosse apenas com Gaston, eu iria proteger a população cortando e bloqueando escombros, ou seja, como fosse necessário, mas após o fim, seja lá como a luta acabara, eu iria manter minha promessa... De redimir ou mijar sentando com a cara desfigurada, a escolha era dele.





Histórico:



Resumo da Ficha:




Objetivos
● Pregar a Verdadeira Liberdade ( )

● Proficiência Briga ( )

● Proficiência Acrobacia ( )

● Tornar oficialmente um pirata (x)







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Ao falar da razao em estar na ilha o Erwin respondia e ria e eu ria junto.
-É sim, e bastante divertido, conhecer novas ilhas e novas pessoas.

Mas Ivan teria uma opiniao diferente, dizendo que o mundo la fora era ruim.
-A é, e que lugares visitou, sejam qual forem aposto que não procurou o lado divertido delas.

Ivan falaria sobre o pequeno urso que era melhor com ele do que para onde ia, e de certa forma ir para a cozinha não seria tao bom quanto estar com ele, ai ele teria um ponto, mas se a coisa fica se pior, de nada serviria.

O tio dele chamava ele a atençao e ele falava que Ivan realmente não sabe lutar nada e que nao protegeria ninguem e ria e ivan confirmava tambem, eu daria um pequeno gole e acrescentava.
-Bom ele conseguiu salvar e proteger o pequeno de certa forma, entao ele sempre conseguiu proteger alguem. E ria

Perante a minha questao sobre a caça Erwin me contaria sobre e eu ouviria atentamente e Ivan completava falando que Gastom so pegava ursos por ser mais facil. -Entendo, aquele maldito lhama idiota, eu sabia que devia ter chutado ele.

Eles pareciam supresos com a questao da ponte -É entao eu não lembro de ler nada sobre uma ponte, eu cresci numa ilha e como tal como teu tio, eu nunca sai da ilha ate a pouco tempo. Respondia tentando explicar um pouco o porque não saber da ponte, Erwin dizia que era mais velhas que nois tres.

Dava um gole mas assim que ele começava a falar 200 anos, eu cuspia um pouco da bebida. -Queee? 200 anos, porra é mais velha que meu avó.. me desculpa me pegou de supresa continua. Dizia apos cuspir a bebida.

Erwin continuava, ele falaca que era para conectar as ilhas de Dawn ate Loguetown, assim que ele dizia Dawn eu já lembrava da ilha, Ivan dizia que era um projecto bonito e eu rapidamente comentava - Projecto mais idiota, conectar as ilhas, não parece bom. Não explicava muito o comentario, mas a primeira impressao é que a ideia de fazer a ponte teria alguma coisa a mais.

O ursinho estava todo enfaixado e parecia bem melhor de certa forma, ele pulava para o meu colo, onde se deitava para dormir -Eiiii, avisa antes de pular quase me assustei.

Tal como o tio comentava, parecia que ele teria gostado de mim.
‐É parece que sim, ainda bem que ele esta melhor, por falar nisso cade os ursos, quero ver eles, eles parecem bem grandes, o que voces andam a dar de comer para eles, é verdade porque tu não ensina eles a lutar, quero dizer não a matar, mas sim para se defenderem um pouco melhor, talvez assim os caçadores vão atras dos javalis e cervos de novo, quero dizer eles são grandes e devem ser fortes.

Olhava para o urso no meu colo e largava a garrafa por um pouco e passava a mao sobre ele enquanto ele cochilava, enquanto passava a mao nele, eu lembrava de algo.
-Voce parece em forma, aposto que os ursos dao uns belos parceiros de treino, um braço de ferro, ou teste força e tu falou que eles bebem vodka então devem ser uns belos companheiros de bebida também. Dizia dando uma gargalhada.

-Eu adoraria medir forças com um deles so na brincadeira, mas não posso, entao melhor beber um pouco com eles, me leve ate eles, isso é se for seguro, e por falar em seguro, como me levanto com ele em cima, é seguro acordar ele.. ajuda? Sendo sincero não sabia como me levantar com o urso ao colo dormindo, possivelmente precisaria de ajuda de um deles, mas se Erwin ajuda se eu me levantaria mas com a garrafa na mao obvio, eu queria ver dos ursos.

Se eles me levassem aos ursos eu seguiria alias aproveitaria para perguntar algo -Hm aproveito e pergunto, eu estou pensando em dar uma volta pela ilha, conhecer um pouco ela, algo memorável prás pessoas e essas coisas sabe, então meio que queria saber que locais me sugere eu ir, e se você concordar e claro se Ivan quiser, queria pedir ele emprestado para ser meu guia por um pouco, já que ele é local.

Olharia para Erwin e para Ivan apenas se ele quisesse não estaria obrigando, era por questao de orientação na ilha.
- Mas oh sem atravessar janelas desta vez ta, gosto de usar as portas. Dizia rindo fazendo piada.



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A enorme ponte lupina
parte 1.E- Algo que nunca deveria ter feito…
 Acabei rindo um pouco ao ver a cara da morena ao notar que Diego estava desprovido de itens valiosos ou qualquer dinheiro nos bolsos. Não consegui ouvir muita coisa por conta dos festejos e gritarias, mas agora ao menos estava satisfeita por ter dado um sermão diário em Diego. Sabe, tem coisas que a gente precisa mudar, e esse homem tem uma em especial que me tira do sério. Sorri para a morena que parecia agradecida com o tratamento básico, mas acabei fechando a cara em uma careta feia para a mesma  — Porque não procura um óculos que lhe deixe sexy? Na verdade muitos homens tens desejo em mulheres de óculos, pensa nisso na próxima. — pisquei para a mesma a vendo se afastar e logo voltava a atenção para Diego — Posso ser bela como você diz, mas a cada mancada vai ser um tapa… até eu ficar puta e dar o primeiro tiro. — Os ânimos parecia querer mudar com a peleja entre Gaston e Diego, mas um homem bem grande entrou no local.

Seu grito pareceu calar a todos, mas no fundo uma única voz se levantou na multidão trazendo a ira de alguém que sabia a importância daquele lugar — E…E…Ele fez o que? — As palavras falhavam, as lágrimas se tornaram cascatas até que por fim o choro e o ódio dividiram lugar nesse corpo como nunca antes fizeram.

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Você fez o que? — minha fala saia muito mais baixa do que as demais que gritavam e insultavam o homem que também parecia um recém chegado naquela ilha. Gaston tomou a frente dando um soco no meio gigante, um soco muito bonito, mas ainda era um babacão. Segui de cabeça baixa até o lado de fora sacando a arma, um tiro para o alto seria dado — Ninguém vai se mexer nessa merda de vila agora! —  Andaria a passos lentos, e caso fosse interrompida por alguém, apenas olharia irritada com os olhos cheios de lágrimas, não havia qualquer sinal de falsidade, até porque eu pertencia aquele lugar tanto quanto os outros. Se mesmo demonstrando a tristeza por tudo aquilo, a pessoa ou pessoas não saíssem da frente, iria retornar e apenas olhar o mesmo com desgosto pleno. Estava irritada e apenas queria acabar com aquele homem.

Caso ninguém entrasse em minha frente, iria seguir até o mesmo com a arma em punho sem me preocupar em dar novos tiros de aviso se fosse preciso para dispersar as pessoas. — Você pode me bater… me quebrar em duas… usar meus ossos de palitinho se quiser — caso não fosse interrompida, iria andar a passos ainda lentos em direção ao meio gigante — Eu não conheço você e no momento tô pouco me fodendo para isso, mas você não apenas sujou o nome dos nossos mortos, você sujou o nome da minha mãe.. E isso eu não vou perdoar de forma alguma. — Apontaria a arma para a cabeça do mesmo e ninguém me interrompesse, daria apenas um tiro de aviso pegando na parte superior de onde a cabeça do meio gigante estivesse recostada — Esse foi o aviso. Não me faça dar um segundo tiro, pois eu era a melhor do meu antigo esquadrão. — Olharia então na direção de Diego com o rosto completamente molhado — Sei que temos uma mãe… Mas a Tuine não gostaria de ver o monumento sendo sujo dessa forma… Ela gostaria de nos ver juntos…


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3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina



Devidamente equipado não me restava muitas opções para adiar o início da missão, ajustando os cintos e colocando o revólver e a espada desgastada sobre os mesmos.'' Nem pra me fornecer um armamento melhor em?!''  - Resmungaria em meu consciente ao notar o desgaste na lamina. O sujeito de  cabelos brancos de outrora enfim se revelava, se tratava de um agente e se recusava a realizar os ritos militares tradicionais, porém era notório que possuía um certo grau de relevância pela forma que se portava e pela sua posição na missão.'' Esse cara é da inteligência? Ou simplesmente está a paisana? Muito estranho...'' - Retrucaria momentaneamente em minha mente, porém logo o foco se alterava para mais informações que o capitão instruiria a força tarefa. - Entendo.. Ainda há comunistas aqui? Totalmente desagradável.. - Comentaria com certo desdém.



O possível fato do alvo ser um comunista acabaria por me alegrar momentaneamente em me aventurar nesta caçada pelas ruas da capital, como os velhos tempos onde se fizera uma dedetização intensa contra a praga dos ideais que apresentavam um grande contraste da verdadeira revolução, porém também havia adquirido um ceticismo em relação aos militares.'' Quem garante que é um comunista de fato? Pode ser apenas um inimigo público qualquer, ou quem sabe um outro revolucionário.'' - Concluiria, me cedendo a oportunidade da dúvida. E apesar do desconforto dos outros soldados sobre a quarentena, a afirmação do mandante da ordem ser o próprio governo me deixara cada vez mais intrigado pois afinal apenas poderia se tratar de um homem extremamente valioso ou perigoso.



Me direcionando ao grupo que estaria sob meu comando logo informaria os primeiros passos. - Vamos nos direcionar até o centro da cidade e estabelecer nosso ponto de operação e comando em algum estabelecimento discreto qualquer, lembrem-se que somos autoridades e a população civil terá que acatar nossas ordens.. Porém não quero abusos fui claro?! -  Indagaria aos soldados, logo me colocando a caminho do objetivo em formação com os demais. A princípio o planejamento era previsto em qualquer investigação e procura, estabelecer um ponto de início e trabalhar com coletas de informações, chegando ao centro da cidade buscaria de imediato por alguma pousada ou hotel que mais agradasse, adentrando calmamente com os demais militares anunciaria em seguida ao responsável.  - Olá, sou o Tenente Von Kruger.. Estaremos ocupando seu estabelecimento para realizar uma operação do governo, apenas iremos nos acomodar por algum tempo, pode me fornecer um quarto? O mais simples que tiver.  - Diria, mostrando minha identificação militar e estendendo um aperto de mão na tentativa de apaziguar a situação.



Após receber um quarto sinalizaria para todo o grupo me seguisse. - Podem ficar a vontade rapazes. - Diria aos soldados assim que entrássemos. Ao me certificar que todas as portas e janelas estariam devidamente fechadas tornaria a dizer. - Vamos, digam seus nomes para que possamos nos familiarizar, alias em quanto não houver superiores por perto podem me chamar apenas de Eren HahaHa! - Indagaria, buscando uma maior familiarização com a equipe. Após ouvir todos os nomes iniciaria então o planejamento. - Quero o mais antigo de vocês me acompanhando nas buscas, os demais quero que se revezem em ficar de olho no dono(a) do estabelecimento e na proteção de um perímetro defensivo de 500 metros a partir daqui até a rua principal, assim que a quarentena começar vocês irão abordar todos os civis que entrarem nessa zona e farão um interrogatório para colher informações, tudo que for necessário podem usar da autoridade para pedirem ao estabelecimento, caso descubram algo disparem um sinalizar para o alto, caso precisemos de ajuda faremos o mesmo. - Explicaria calmamente, em seguida me voltando ao soldado mais antigo. - Começaremos nossas buscas ao norte da cidade e iremos até o sul realizando uma checagem completa, vamos lá?! - Concluiria ao soldado, e então me pondo em direção a saída do quarto, aproveitando para dar uma última olhada no ambiente local atentando aos olhos para algo suspeito. 









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Spoiler:







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~Fala Eren~



Hannibal
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POST

03


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Hannibal




O pau vai comer.




Depois que entrou no bar todos ficam em silencio olhando para Hannibal que caminha até o bar tranquilamente diante dos olhares de todos, sua mente ainda estava meio turva e sua cabeça doendo um pouco então o silencio foi muito bem vindo, uma pena que sua paz durou muito pouco pois a velha que o flagrou do lado de fora entrou no bar o denunciando, gritando para todos que ele havia urinado em um tal memorial.

De repente todo o clima do local mudou e todos passam a olhar para Hannibal com muita raiva deixando o meio gigante meio confuso.

- Hannn, era só uma pedra, eu não sei do que essa velha ta falando. – Responde o meio gigante as acusações. – Hey você me da um barril de cerveja. – diz ele para o barman.

Foi então que ouviu uma voz que parecia furiosa, um dos homens presentes no bar o acusou de desrespeitar o mortos, Hannibal que estava de costas para ele foi se virando aos poucos para responder ao sujeito, mas foi surpreendido com um soco que o fez ser jogado contra a parede e demolir parte do bar.

Por alguns instantes ele fica la estatelado ouvindo o sujeito com raiva falar sobre as mortes e o significado daquele monumento e em seguida ameaçando dar uma surra em Hannibal que aos poucos começa a se levantar e então mostra um grande sorriso em seu rosto.

- Eu não tinha ideia de que aquilo fosse um monumento a mortos ou algo do tipo...mas se é briga que você quer então você vai fazer com que meu dia venha a ser muito mais excitante. – Responde o meio gigante com um sorriso no rosto em meio aos xingamentos de todos no bar, ele já se preparava para ir pra cima do sujeito quando um tiro é dado para o alto fazendo todos se calarem.

Hannibal então pôde ver uma bela mulher olhando para ele aos prantos. – Harrr merda. – ela mandava todos ficarem parados então caminha na direção do meio gigante que diante das palavras da mulher estava cada vez mais percebendo que tinha feito algo grave para aquele lugar.

A mulher então aponta a arma para a cabeça de Hannibal surpreendendo o Meio gigante que mal tem tempo de reagir quando o tiro e dado e passa perto da sua cabeça atingindo a parede atras dele. Ela então se vira para um outro homem que parece ser seu irmão ou algo do tipo e  mesmo também ameaça o meio gigante que percebendo que não teria como enfrentar todo mundo abaixa as mãos mesmo estando bastante irritado.

- Harrr ok..pessoal chato, eu vou limpar. –

O meio gigante então vai ate o lugar novamente para limpar a tal rocha negra com os nomes, limpa todo o local mesmo resmungando bastante, assim que termina vai ate a mulher que atirou contra ele.

- Pronto! Feliz? –

Depois caminha ate o sujeito que havia o socado.

- Desculpe por ter urinado no monumento. –

Mas depois que pede desculpas aproveita a guarda baixa do sujeito e devolve o soco que levou com toda força buscando atingir seu rosto.

- MAS SEU SOCO DOEU!





------------


ADICIONAIS :

PROFICIÊNCIAS:

Briga, Estratégia, Interrogatório, Sobrevivência, Ameaça

Qualidades:

Vigor, Corpulento, Força Titânica, Duro de matar, Prodígio, Mestre em Haki.

Defeitos

Exótico, Sob medida, Infame(Por ser uma pessoa violenta), Sadista, Cabeça quente, Obcecado(Brigar).

[spoiler="Histórico"]
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Ganhos: -N/A
Perdas: N/A
NPCs: N/A
Objetivo da Aventura: Virar Pirata.







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Subaé
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A liberdade que atravessa a Ponte Lupina - 05

Um brinde com os peludos

Saru se assustou quando o ursinho pulou em seu colo e a reação do jovem fez Ivan e seu tio darem muitas gargalhadas. Depois, Saru comentou sobre o tamanho descomunal dos ursos e perguntou sobre sua alimentação.

-Eles costumam comer o mel das abelhas das montanhas, e também gostam de beber a seiva dos pinheiros. Às vezes a gente também costuma dar frutas ou verduras para eles… Eles adoram!

Saru parecia muito interessado sobre os ursos, e então propôs que os guardas florestais treinassem os ursos para que soubessem se defender.

-HaHaHaHaHa!!! Essa é uma idéia muito boa, mas ouso dizer que você não foi a primeira pessoa que pensou isso. A muitos anos atrás o meu bisavô era um grande lutador e tentou ensinar o seu estilo de “punho bêbado” para os ursos. Bem, eles até aprenderam lutar, mas por conta de sua falta de maldade eles acham que a luta é uma brincadeira e por isso eles não batem forte… o resultado disso você já imagina, agora temos um monte de ursos bebuns que gostam de brincar de luta…HaHaHaHaHa!!!

Então saru comentou sobre o físico do homem, e julgou que isso era fruto de muito treino com os ursos.

-Você me achou fortão, ein? - então ele fez um muque - gosta disso? HaHaHaHaHa!!! Na verdade, isso é fruto de uma alimentação balanceada, calistenia e muito trabalho duro! Não tem nada a ver com os ursos, eu malho desde criancinha!

Saru parecia querer conhecer os outros ursos e então pediu para que Erwin o levasse para onde eles estavam, mas antes também pediu que ele o ajudasse a mover o pequenino de seu colo. Erwin recolheu o pequeno urso em seus braços e então foi até a porta.

-Vamos lá, vou te levar até os ursos. Você vem Ivan?

-Daqui a pouco eu vou, só estou terminando de cozinhar uma macarronada.

Sem perder tempo, Saru e Erwin foram até o interior do bosque, atrás do chalé. Durante a caminhada Saru pediu algumas dicas turisticas, e até pediu que Ivan fosse com ele explorar a ilha.

-Não tem nada muito legal aqui nessa ilha - Erwin falou - Ulglich é uma cidade cheia de militares, mendigos e putas. Sóchil é uma vila pobre cheia de beterrabas, e Chellbinsk é… bem… digamos que você não vai querer ir para lá. Se você quer ver algo bonito por aqui tem que conhecer os bosques, florestas e montanhas! Mas cuidado, porque dizem que a floresta do norte é a moradia de uma bruxa que se casou com um Vodianoi… Já vi militares voltando de lá com tanto medo que seus olhos estavam fundos… Por isso acho realmente melhor que Ivan te acompanhe. Quando ele terminar de almoçar vou pedir para que ele te mostre a ilha.

Por fim chegaram em uma clareira perto de uma caverna onde havia mais de vinte ursos. Os ursos estavam saltando e balançando os braços, como se estivessem dançando. Dava para notar um sorriso em suas faces, e o motivo disso era evidente, pois a caverna estava cheia de barris de vodka.

Um dos ursos bebuns veio até Saru e lhe deu dois socos no estômago, mas ele só estava brincando e por isso não doeu nada, apenas empurrou o jovem para trás, fazendo-o cair de bunda no chão.

O urso levantou os braços e começou a pular para festejar a vitória daquela “luta”

-Olha só, ele está te chamando para beber. vai lá! Derrube-o, só assim ele vai te var como um companheiro de bebedeira...

Transtornos

O meio gigante não conseguia entender o porquê de tanto alvoroço por uma simples mijada em uma pedra velha…“Ok, eu sou o narrador, mas preciso dizer que eu estaria pensando exatamente a mesma coisa. ZeBeBeBeBeBeBe!!!”... Enfim… deixando de quebrar a quarta parede e voltando para a história… Todos estavam irados com Hannibal, e Gaston estava pronto para descer mais porrada no meio-gigante, mas Chloe tomou  a atenção de todos ao atirar para cima. A jovem deu um belo sermão no baderneiro, ameaçando-o pela blasfêmia que causou para aquele povo, que também era seu povo. Posteriormente foi Diego quem decidiu dar uma lição de moral no pobre do gigante que estava com ressaca.

A situação foi tão constrangedora, e chata, que o pobre gigante se viu no dever de pedir desculpas pelo transtorno, Paula que já estava com um balde e um esfregão em mãos, entregou-os para Hannibal e então o mesmo foi para a plantação de beterrabas para limpar o memorial.

-Não pode ser… - a velhinha falou quase chorando enquanto olhava para Chloe - … você… você é Chloe Kaminari?

-É claro que é ela… - o Velho Zubkov, seu marido, falou sorrindo - … Não confundiria esses cabelos brancos e olhos verdes, nem em um milhão de anos!

-Minha filha… Eu pensei que você estava morta…- A Sra. Zubkov chorava copiosamente de emoção.

O velho veio até Chloe, retirou sua boina para cumprimentá-la, e então falou - Lembra da gente? Nós fazíamos lanche para você e Olga nas tardes que vocês passavam brincando lá na fazenda. Bons tempos…

A Sra. Zubkov veio até Chloe e lhe deu um abraço que não era tão forte (por causa da fraqueza da velhice), mas era muito acolhedor -...Estou tão feliz!!

Enquanto isso, Gaston foi até Diego e lhe entregou um canecão cheio de uma vodka avermelhada - Você e sua mulher são bem durões, ein!? Pegue, essa é a vodka de beterraba, nossa especiaria local - Gaston não estava sorrindo, e nem parecia querer se tornar amigo de Diego, mas estava sendo cordial - Obrigado por mais cedo. Eu poderia ter lidado com aquele idiota, mas vocês deram um jeito nele sem começar uma luta desnecessária. - Pela primeira vez Gaston sorriu para Diego - Se sua mulher é uma nativa, você também está em casa. Seja bem vindo camarada… - E então ele já estava se afastando, quando parou - …Ah, claro. Nunca mais se meta em uma de minhas brigas! HaHaHaHa!! - E então ele foi até Paula, para lhe declarar o seu amor eterno.

Depois disso, quem veio até Diego foi o prefeito. - Sr. Kaminari, poderia lhe pedir um pequeno favor? - falou um pouco sem jeito - Você disse que é um carpinteiro, né? Poderia ajudar na reconstrução da entrada do Vodka’s Crew?

Mal o prefeito havia terminado de falar, a porta de trás do balcão se abriu, revelando uma mulher alta e bonita, que infelizmente tinha uma grande queimadura que desconfigurava parte de seu rosto - QUE DESGRAÇA É ESSA!?!? O QUE ACONTECEU COM O MEU BAR?! - ela estava tão puta que nem se importou em apagar o seu cigarro no balcão de madeira. Acontece que ninguém falou nada. Isso mesmo, todos ficaram calados, fingindo não ter ideia da culpa de Gaston sobre aquele ocorrido - aposto que isso é culpa do Gaston!- e então foi arregaçando as mangas na direção do caçador.

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Balalaika, proprietária do Vodka's Crew

Foi quando Hannibal retornou trazendo consigo a notícia de que a pedra estava limpa. Depois de avisar à Chloe, foi até Gaston, que estava levando um puta sermão de Balalaika, que estava ordenando que o mesmo fosse para o bosque pegar a madeira para consertar seu bar. Então Hannibal pediu desculpas por ter mijado no monumento.

-Só não faça isso nunca ma…

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Bom, tudo o que vai volta, né? Antes foi Hannibal que levou uma muquetada, mas agora foi a vez de Gaston. O soco de Hannibal foi tão forte que fez gaston voar por cima do bar, dando voltas até cair na plantação.

-Argh!! Seu filho de uma puta!!- Falou antes de avançar no confronto contra Hannibal - Agora eu vou te socar até tu virar purê!


El Tequilero

As primeiras ordens de Eren foram claras, então o grupo partiu para o centro da cidade, onde poderiam traçar melhor os seus planos. Enquanto caminhavam, Eren poderia notar que os demais recrutas ainda eram muito inexperientes, seja pela maneira de marchar, ou pelo porte relaxado que se mantinham. Uma das recrutas, a única mulher, retirou uma barra de cereais e começou comer durante a patrulha. Outro era totalmente desprovido de motivação. Um time perfeito.

Assim que chegaram no centro da cidade, Eren decidiu entrar na estalagem mais conhecida de Ulglich. El Tequilero era uma majestosa construção de dois andares que era tão bela por dentro quanto por fora. Em seu interior haviam muitas mesas dispostas de maneira que nenhum cliente se sentisse desconfortável ou apertado, havia uma bela lareira e uma escada que dava acesso aos quartos de hóspedes. Haviam muitos militares por lá aproveitando as suas folgas, ou quem sabe macetando no trabalho.

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-Olá sr. Kruger, Sejam bem vindos! - falou uma mulher bela de cabelos azul-escuros, em sua mão havia uma bandeja cheia de cupcakes - Eu me chamo Hiris Asimov, sou a nova atendente do bar. Vocês querem algum cupcake??

Apenas a recruta esfomeada quis. Ela recolheu cinco cupcakes de vez sem nem pestanejar!

- Eu posso pegar cinco?? Quanto custa?

-HiHiHi!! Pode pegar sim! Para militares é de cortesia! - Hiris respondeu sorrindo - Venham, vou levá-los para vosso quarto, me sigam - Depois de subirem as escadas, Hiris abriu uma das portas que revelou um pequeno quarto com duas camas de casal e uma mesa com quatro cadeiras - Desculpem, mas não tem nenhum quarto com cinco camas.. Esse vai servir? ou vão querer mais um quarto? Caso queiram só esse vai custar 500.000. Militares podem fazer o pagamento no checkout. - falou avisando-os.

O grupo entrou no quarto e já foram se deitando/sentando nas camas, deixando para Eren a única opção de se sentar em uma das cadeiras. Eren se apresentou para os recrutas e então pediu para que todos fizessem o mesmo.

O primeiro a se apresenta foi o único dos recrutas que foi totalmente exemplar na postura e profissionalismo até então. Ele se levantou da cama em um pulo e fez uma continência antes de se apresentar.

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-Eu me chamo Jean Kirschtein! Me formei na última turma do ano passado e um dia vou me tornar um grande general!!

Em seguida quem se apresentou foi a garota esfomeada. Diferente de Jean, ela não se importou em levantar, apenas permaneceu sentada enquanto saboreava os cupcakes e falava de boca cheia.

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- nhec…eu me…nhec… chamo…nhec… Sasha Blouse…Nhec… Eu sou do Vilarejo Sóchil…Nhec… e só quero ser militar para…nhec… conseguir dinheiro pra minha família.

Depois, quem se apresentou foi o garoto desajeitado que marchou errado todo o trajeto até então. Ele até tentou imitar a imponencia de Jean, mas fez a continência com o braço errado.

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-Eu me chamo Floch Floch Forster!! Me formei na última turma do ano passado e… e… um dia vou me tornar um grande general!!

-Seu maldito!! - gritou Jean - Você copiou minha apresentação!!

-Mas… a gente se formou junto… e eu também quero ser um general…

-CALE-SE!!Seu canalha!! Lixo-imitador!!

-Ei, ei, ei… vocês são chatos pra caramba viu… até acordei aqui….

Por fim o último dos recrutas se pronunciou. Ele era o mais baixinho de todos, e tinha um olhar de total descaso para todo aquele oficio.

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-O que é que vocês estão me olhando? - perguntou - Ah, é pra se apresentar né? Eu sou Connie Springer e só estou aqui porque meu pai me obrigou a ser um milico.

Depois das apresentações, Eren começou a tratar do plano, mas nem havia falado muito e já estavam lhe interrompendo.

-Mas…nhec… senhor…nhec…Todos nos formamos na mesma turma…nhec… Não tem recruta mais antigo.

-É isso mesmo… Você vai ter que escolher quem vai te seguir…

-Ta na cara que ele vai me escolher!! Ele nunca ia escolher uns idiotas como vocês! GYAHAHAHAHA!!

-Olha, eu não to nem ai… Desde que eu não precise andar demais.

O grupo era tão indisciplinado que mais parecia uma turma da quinta série, mas era o que Kruger tinha para trabalhar. Depois de um tempo tentando fazer os recrutas se calarem, conseguiu terminar de explicar o plano, mas ainda assim seria preciso que ele mesmo escolhesse quem iria o acompanhar.

Quanto ao aposento, não havia nada fora do comum. Nada que fosse suspeito.


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3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina




A desmotivação pelo trabalho viera a tona imediatamente após as apresentações, incrédulo com o que estava presenciando mal conseguiria proferir algumas palavras ao ter consciência da equipe que meus superiores haviam me empurrado.'' Isso é algum tipo de pegadinha?!'' - Pensaria, consternado com a situação. Em um grande suspiro, me levantaria brevemente. - Pois bem.. Connie virá comigo, quem sabe assim seu tédio não acaba. - Indagaria ao quarteto. - Jean, você quer ser um general certo? Eis aqui seu primeiro desafio, lidere os outros dois e faça-os criar espirito de corpo com a missão, acha que é uma tarefa difícil para um aspirante a general?! - Diria, encarando o rapaz em um olhar íntegro na tentativa de intimidá-lo a cumprir a tarefa sem objeções. - Não fui claro soldado? - Retrucaria em caso de reclamação, mostrando que não haveria recuo na decisão.



Não havendo mais nada de interesse ou anormal ao descer os aposentos, daria um parecer amistoso para a bela dama dos cupcakes. - Eu e o garoto vamos passear por ai e já voltamos, qualquer coisa que a senhorita precisar os soldados irão servi-la madame. - Diria a mesma, acompanhado de um leve gesto cavalheiresco me curvando levemente e gesticulando a mão direita espalmada descendo até o torso em um grande sinal de reverência, em seguida me virando em direção a saída do estabelecimento, com calma e a passos curtos ergueria a cabeça em direção ao norte da cidade acompanhado de Connie. - Olha, estou tão desmotivado quanto você.. Mas infelizmente estamos abaixo da hierarquia máxima do exército e temos que entregar serviço mesmo com condições físicas e emocionais adversas.. De onde você vem soldado? Por quê seu pai o obrigou a seguir carreira? - Indagaria a Connie, buscando uma maior aproximação com o mesmo em quanto perambulávamos.



Com o inicio da quarentena acreditava-se que as ruas se ausentariam de pessoas por ordem do exército e era muito provável que o procurado pensaria em duas alternativas.'' Ele pode entrar em algum outro estabelecimento, pode estar indo para ele neste exato momento.. Inclusive pode ser alguém caminhando próximo a mim agora mesmo, ou o sujeito irá se emocionar e se colocará em direção ao sul da cidade para sair daqui e passará exatamente ao posto que estabeleci no centro do distrito, e caso ele venha do sul terá que passar pelo centro também'' - Refletiria, dando uma leve bisbilhotada em todos os civis que andavam ao meu redor, visando discretamente ver seus rostos ou qualquer apetrecho ou vestes que se destacasse em seus corpos para facilitar uma futura identificação em um interrogatório.


Mesmo com o clima sempre gélido as pessoas normalmente não conseguiriam se manter sem o calor humano, ou ao menos um teto sobre suas cabeças, com base nisso iniciaria a procura por pistas me adentrando em todos os comércios e estabelecimentos que encontrássemos sutilmente, ou batendo com leveza em suas portas. - Olá sou o Tenente Kruger, gostaria de entrar e fazer algumas perguntas, creio que não há necessidade de usar a força. - Diria por todos que passasse de forma padronizada. - Estou a procura de um rebelde, está foragido aqui mesmo na cidade.. Dizem que é um comunista, por acaso o Senhor(a) ouviu ou viu algo a respeito? - Questionaria de forma educada, me atentando a todos os detalhes, e caso notasse que havia algum dos civis que cruzou nosso caminho outrora, me aproximaria e faria os mesmos questionamentos pessoalmente. Não notando nada de suspeito ou anormal, chamaria Connie e me direcionaria para o próximo estabelecimento repetindo o mesmo processo. - Droga, me esqueci de pentear o cabelo.. - Murmuraria em quanto caminhávamos.







Objetivos:



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Diego Kaminari
Estagiário




Lembranças






O gigante aparentemente não era tão burro quanto eu pensava, ele tinha prudência e sabia escolher seus confrontos. O mesmo foi de imediato limpar sua bagunça, não com todo bom gosto do mundo, pois para ele os motivos daquilo tudo, eram irrisórios, todavia o que é algo simples para ele, pode ser algo muito importante para outra pessoa. Logo em seguida, uma senhora, a mesma que denunciou o meio-gigante, se aproximou e reconheceu Chloe. Apesar de sua idade, devo dizer que a velha tinha razão no que via, minha irmã era de fato uma pessoa inesquecível para qualquer um que a veja a primeira vez. Meu sorriso expressava um grande orgulho e ela poderia ver isso caso olhasse para mim. Simultaneamente pensava que ao ver a cena eu deveria admitir, por mais que não gostasse, que minha amada teve uma vida aqui... E eu sei tão pouco disso, por que eu ainda sei tão pouco? Talvez fosse culpa minha, afinal nunca adentrei muito no aspecto do período que ficamos separados, sei que nossa separação doeu nela, mas vejo também que ela foi feliz em tequila e sinceramente não queria estragar sua felicidade com minhas memórias.




Flashback







Eu era novo e saudável, no entanto, não possuía um sobrenome conhecido ou que carregasse alguma importância, mas meus amigos, a fome não escolhe a quem. Tentava conseguir trabalhos na cidade durante o inverno, os animais hibernavam e a caça se tornava mais difícil. Eu já trabalhei com todas as coisas mais desumanas que podem pensar, limpar os esgotos de nobres, recolher corpos de perto da muralha, no entanto, nenhum desses é tão sujo quanto aqueles que me faziam ter contato direto com os ricos mimados. Aceitei o emprego de transportador de mercadorias, eu deveria pegar a carga no porto e levar para loja na parte alta da cidade. Durante o caminho muitas pessoas me olhavam com nojo como se eu fosse um cavalo imundo que sujava suas ruas com apenas minha presença. Ignorei a maioria e realizava meu trabalho com maestria, afinal eu precisava.


Cheguei à loja e fui recebido por um casal, aparentemente eram os donos da loja, caso contrários, eram os filhos dos donos. Suas expressões de superioridade eram notórias a metros de distância, seu olhar de desdém estava misturado com uma fúria tão profunda que seus motivos poderiam nem ser sabidos por eles mesmos.


- Por que demorou tanto? – Gritava a mulher. – Eu sempre soube que gente da sua laia era incompetente, mas não sabia o quanto.


- Senhora, eu trouxe o mais rápido possível, a demora somente aconteceu porque o porto demorou a liberar a sua carga, falaram haver algo errado com a documentação da senhora. – disse de maneira educada e calma.


- O Quê?! VOCÊ OUSA ME RESPONDER? OUSA DIZER QUE EU ESTOU ERRADA, QUE A CULPADA SOU EU?! – Proclamou a mulher que logo foi segurada por seu marido, ele disse algo que não poderia escutar para ela e então a mesma sorriu e se calou.


- Vamos, vamos, coloque a mercadoria para dentro. – Falou o homem fazendo sons com a boca como se eu fosse um animal, um cachorro, apenas um burro de carga... Aquilo me feria por dentro e doía, eu não era isso! Eu poderia ser mais… Todavia, a fome também doía... Que mundo é esse que devemos nos humilhar para ter o básico, que mundo é esse onde talentos e sonhos são jogados fora por caprichos de alguns? Apesar de todos os pensamentos, eu me calei, afinal eu estava precisando. Eu não demorei para terminar de transportar tudo para dentro do estoque da loja, parei em frente entrada na rua e esperei o casal me pagar o que eu justamente merecia e foi conquistado com meu suor e trabalho. O homem então se aproxima, a última coisa que pude notar era um sorriso enorme que a mulher tinha, mas quando percebi que algo estava errado... Já era tarde demais.


- Seu... Verme... In... So... Len...Te! – Dizia o marido enquanto me espancava com um pedaço de cano de ferro, cada palavra era picotada por golpes em minha cabeça, abdome, membros. Por um momento aquele individuo parou de me açoitar e então a esposa dele chegou até próximo de meu corpo que agora estava encostado na carroça se esforçando para respirar.


- Você! – Disse ela com um sorriso orgulhoso. – Nunca será nada mais do que isso ai! Você sempre será um nada, um merda que so serve para me servir e servir os outros. – A mulher então se apoia em seu marido e continua. – Você achou que algum dia teria sucesso e que teria uma família que nem eu? Vermes como vocês so servem para morrer em meio ao lixão, nenhuma mulher iria querer ficar com alguém como você...


- Meu amor, existem vermes fêmeas, eles podem acasalar. – Disse o homem rindo como se tivesse descoberto uma grande invenção.


- Até devem, afinal como teremos nossos empregadinhos? Mas não se anime, família de verme, morre cedo! AHAHAHAHA! – Um lagrima caia de um dos meus olhos antes de o cano acertar minha têmpora e me fazer deitar no chão, eu estava tonto, mas ainda via e ouvia. – Se considere feliz por ainda pagarmos você. – Disse jogando uma sacola com algumas moedas para mim. – Nossa, como somos bondosos, meu amor.


- Claro, querida, nos ainda ajudamos esses animais, nossa família nos ensinou a amarmos uns aos outros. – Esta foi a última coisa que ouvi antes de os dois adentrarem o estabelecimento e sumirem pela porta. Eu achei que estava chovendo, eu até queria muito, mas, na verdade, eram minhas lagrimas que molhavam o chão. Eu poderia revidar ali, mas no fim das contas... Eu precisava.


Quando obtive forças, eu me levantei, peguei meu dinheiro e caminhei com dor pelas ruas da cidade... Parei numa loja para comprar o que seria minha janta e uma pomada para meus hematomas, o homem que aparentava ser um senhor de idade mais humilde, quando me viu, se assustou.


- Nossa, meu amigo, o que aconteceu com você? – perguntou ele abismado.


- Eu... Eu cai. – Respondi ao senhor de cabeça baixa.


- Uau... Deve ter caído de bem alto então. – Falou o velho que de forma subliminar mostrando entender exatamente o que aconteceu comigo. – Deu vinte mil berries. – Rapidamente com as mãos tremulas, eu peguei o saco de dinheiro e comecei a contar.


- Me perdoe, senhor, pode retirar a pomada, eu não tenho suficiente para isso. – Lhe entreguei então os dezessete mil berries, o que me pagaram por todo meu dia de trabalho.


- Não se preocupe, você realmente precisa dessa pomada, meu jovem.


Eu fiquei muito grato pela bondade daquele senhor, voltei para minha cabana na floresta, poderia não ter sido construída por um profissional e certamente com conhecimento que tenho hoje seria algo bem melhor, no entanto, era reconfortante estar em casa... Acendi a fogueira e fui para o rio próximo, a água gelada iria servir para adormecer aonde doía, voltei para cabana e me sentei para então passar a pomada, espalhava a mesma pelos pontos roxos e avermelhados que eu conseguia ver e sentir.


- Chloe... Queria que estivesse viva para poder tratar esses ferimentos como sempre fazia comigo e com... – Naquele momento eu chorei novamente, não de dor, mas sim... De solidão.




Fim do Fhashback




Meu olhar por um momento ficou entristecido. – Desculpa irmã, mas não tive a mesma sorte de crescer em um lugar acolhedor em meio a pessoas que você pôde chamar de família. Desculpe ter buscado alguma companhia em pessoa que nunca seriam você, por todo esse tempo eu sempre acreditei que estava morta... Fico feliz que tenha sido feliz nesse tempo longe de mim, mas me desculpe por não compartilhar boas lembranças, mas fique tranquila que vou te livrar desse peso... Você nunca saberá. – Pensei e logo me forcei a sorrir para ela como se magicamente nada tivesse me abalado.


Gaston se aproximou de mim e dessa vez era notória sua tentativa de não ser tão babaca, não gostava dele, mas aceitei as Boas-vindas e a caneca da especiaria local deles. Por fim o respondi. – Claro que não interromperei, muito provavelmente essa briga será a nossa. – O homem se afastou e eu iria provar a bebida, entretanto o prefeito me interrompeu e pediu para que eu o ajudasse reconstruindo a entrada do bar.


- Claro prefeito, farei isso com prazer. Eu já iria arrumar a janela, isso agora é so um buraquinho um pouco maior. – Falaria rindo para o homem. Novamente eu iria provar a bebida quando então outra coisa acontece, algo não quer que eu tome isso, uma mulher com uma cicatriz de queimadura em sua face entra no estabelecimento... Rapaz... Nunca pensei que uma cicatriz na cara como a dela fosse deixar uma mulher tão sexy. A mulher era a proprietária do bar e aparentemente ela já sabia que o culpado de tudo era Gaston e foi tirar satisfação com o mesmo, não vou mentir, a cena era prazerosa e enfim eu iria provar a vodka de beterraba… Mas... Chega finalmente o gigante que se aproxima do babacon e após lhe dizer umas palavras lhe desfere um soco que o fez ir até às plantações. – Vou acabar tendo que reconstruir esse bar por completo. – Falei olhando para meu copo, caso percebesse que algum pedaço de madeira havia caído dentro dele, iria apenas bufar e falar. – Esquece, outro dia eu bebo. - Iria então par fora do bar, apoiaria em algum lugar para então ver o show que Gaston e o meio-gigante estava prestes a oferecer. - É pelo visto a próxima luta, não foi a nossa.


Eu não iria interferir na luta, iria apenas proteger quem estava de fora e o que sobrou do bar. Se viesse destroços ou algo do gênero, eu cortaria os mesmos e impediria os tais de causarem mais estragos, caso algum dos dois fosse arremessado para nós eu os seguraria e os devolveria para longe do bar até que ambos estivessem satisfeitos. – Chloe, dessa vez não interrompa, deixa que os dois se estapeiem, apenas proteja o pessoal da vila para não serem vitimas indiretas dessa briguinha. - Caso eu tivesse tempo durante aquele embate, eu iria me aproximar da dona do bar e então falaria. – Senhora, pode ficar tranquila que eu irei reconstruir seu bar. Não cobrarei nada, mas se no final você se sentir agradecida, o que acha de demostrar sua gratidão de outra forma? – Disse a ela enquanto dava uma piscada usando técnicas de sedução e caso não tivesse sido estragada, eu tomaria um gole enfim da bebida de beterraba.





Histórico:



Resumo da Ficha:




Objetivos
● Pregar a Verdadeira Liberdade ( )

● Proficiência Briga ( )

● Proficiência Acrobacia ( )

● Tornar oficialmente um pirata (x)








Última edição por Diego Kaminari em Seg Nov 07, 2022 7:42 pm, editado 1 vez(es)

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3º - A Liberdade Que Atravessa a Ponte Lupina - Página 2 Z0gvBYZ