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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura!

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Diego Kaminari , Chloe Kaminari , Mané , Kuro Tempest e SIlver D Saru. A qual não possui narrador definido.

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022
Diego Kaminari
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Diego Kaminari
Estagiário




Gênesis




Meu dia começara cedo como todos os outros, ficar muito tempo dormindo em meio a floresta era uma atitude irresponsável, mas a primeira pergunta que veem a cabeça de todos, e em você não deve ser diferente, é, o que um jovem está fazendo sozinho na floresta? Primeiramente, sozinho e uma palavra muito forte, tem os animais que sempre me fazem companhia… Claro, quando não estamos tentando comer uns ao outros, todavia ainda tem alguma companhia feminina que após muito álcool no sangue decide adentrar à floresta comigo, so que não ficam muito tempo… Infelizmente né. No entento, o que me trouxe aqui sim, é uma pergunta interessante. Quer um “resumão”? Tá legal, eu crescia órfão tendo apenas minha irmã como família, me apaixonei por ela… Sim, eu me apaixonei pela minha irmã, se você virar o nariz com desdém corto seu pênis fora! Falo sério… Mas relaxa, talvez fique menos preocupado com a vida alheia se souber que minha irmã está morta. Minha história é um pouco mais trágica do que as vezes eu deixo aparentar, a pessoa que mais amava em minha vida foi morta pelo governo mundial, mas não somente ela… Todas as crianças do orfanato foram assassinadas a sangue-frio, diziam que a mulher que nos acolheu era envolvida com os revolucionários, entretanto o que as crianças tinham a ver com isso? Porque minha irmã teve que morrer? Será que passar a vida tendo que esconder um sentimento, sendo incapaz de poder viver seu sonho com a pessoa que ama, não foi o suficiente? Por que temos que ser obrigados a segui um senso de moralidade que outras pessoas decidiram ser certo, sendo que o que faço da minha vida não mudaria a vida de ninguém? Me perguntei isso por várias vezes e isso me fez decidir algo que hoje se iniciaria, mas já chego lá, vai digerindo as informações aí enquanto isso.


Depois da morte de Chloe, nome lindo né? Eu tive que voltar a vida de roubo e viagens de ilha em ilha, até que por fim encontrei a merda de Dawn Island. Aqui é a terra onde Deus passou e deu tchauzinho, o pobre aqui vale menos que o lixo que os nobres jogam para fora da muralha, mas ao menos tinha uma floresta. Cansado da vida que levava construí uma cabana entre as árvores perto de um rio, vivi apenas do que a natureza me dava. Realizei alguns trabalhos para ganhar um dinheiro que me deu condição de sobreviver em algumas épocas, entretanto eu não esqueci meu sonho. Lembra que disse que chegaria nessa parte? Após todos os questionamentos, decidi que o maior e mais nobre objetivo da vida de alguém e ser verdadeiramente livre e viver como desejar viver, todavia no mundo que estamos para conquistar essa liberdade precisamos de força para impor a mesma, e nestes mares o ser mais livre de todos… É um pirata!


Hoje é o dia que iria partir para o mar e me tornar a dor de cabeça favorita dos marinheiros e com alguma sorte, das marinheiras, por motivos diferentes… Você entendeu não se faça de inocente. Eu tinha um longo caminho a frente, mas toda história começa por um início, correto? O findar de minha última refeição marcava o termino de todos meus mantimentos, todavia também sinalizava o início de minha jornada. Espero que onde esteja, minha irmã possa ficar orgulhosa do que irei me tornar. Iria então partir rumo a cidade, para sair da ilha precisava de um navio então nada melhor do que roubar um, além disso, precisava de algum dinheiro e sei lá, uma tripulação? Quem sabe, dou meu jeito, mas primeiro deveria entrar no Reino de Goa para ter acesso à raça mais desprezível da ilha… os nobres. Logo coloquei minha espada nas costas e parti. Espero que tenha conseguido te situar, pois, sei que não havia ouvido falar de mim antes, mas posso te prometer que daqui em diante… Você ouvirá.


Histórico:





Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )








Última edição por Diego Kaminari em Sex Maio 14, 2021 5:00 pm, editado 1 vez(es)

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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário


1° - A jornada de Mil passos

Chloe Kaminari


 A vida as vezes pode ser engraçada, em um dia você está em meio a um monte de crianças brincado e se divertindo... No outro... Bem, no outro você pode estar quase morta por conta dos escombros e da brasa fumegante solta pelas lascas de madeira. Talvez minhas lembranças possam parecer confusas, mas o medo da morte era real e ainda é. Por vezes passava a mão acima da perna temendo que alguém percebesse aquela maldita cicatriz... ao menos ela estava tapada pelo vestido... e convenhamos aquele não era o melhor vestido para o clima calorosamente frio e gélido que aquele lugar exalava.

Deus...porque eu não ouvi o pessoal antes de sair do navio e coloquei um casaco?

Talvez você deva estar se perguntando o que uma garota tão bonita  e despreparada... talvez um pouco lerda ... esteja fazendo em um local desconhecido e com forte influência da marinha e do governo mundial... Talvez eu goste do perigo, ou talvez eu só queira me sentir segura como o resto da população... ou talvez...Nah!

Definitivamente não sou dessas infelizes pessoas não. Não vou viver sob leis que ferem os menos favorecidos e prendam a todos como passarinhos na gaiola.

Na verdade meus motivos são muito melhores e menos mesquinhos do que os alheios... ao menos eu creio isso em meu coraçãozinho puro.

Deixa só eu  respirar um pouco... e pensar por onde vou começar esse resumo louco que apenas eu e você estamos vivendo.

Antes de mais nada deixa eu me apresentar, me chamo Chloe Kaminari... Sim, Kaminari. Realmente significa Deus do trovão ou do Relâmpago, forte não? Bem, eu não sei ao certo quem me deu esse nome, sou órfã e não vi a cara dos meus progenitores. Porém eu não sou sozinha no mundo... ou não era... Bem esse e o motivo de eu estar nesta ilha, faz muito tempo que o incêndio aconteceu e preciso achar meu irmão gêmeo, alto...cabelos claros... Talvez com uma cicatriz enorme nas costas... Viu ele por Aí? Se sim me avisa por favor.

Bem, voltando ao resumo, depois do incêndio que rolou no orfanato que a gente morava, nos separamos e não consegui achar ele depois daquilo. Talvez as damas do destino não desejem que a gente se reencontre  —Será que devia desistir?— A frase poderia sair mais alta do que o normal, talvez graciosa para os outros, mas repleta de cansaço e frustrações. Eu não vou soltar tudo sobre mim nesse primeiro contato também, sabe eu sou como a esfinge. “ Decifra-me ou te devoro “

— Bem... para o infinito e além... do mar...— Os primeiros passos que ia dando para fora daquele lugar seriam os primeiros de uma enorme jornada... a jornada de mil passos até achar meu irmão.

Mas por onde procurar? Parada naquele lugar e que eu não poderia ficar... Como as ondas calmas do mar começaria a observar as pessoas que pudessem parecer mais "amigáveis" naquele Porto, talvez um velho pescador ou até mesmo um dos homes que poderia ou não estar trabalhando ali, tudo que eu precisava naquele momento era caminhar para buscar informações.

Histórico:
Objetivos:
Legendas:



Última edição por Chloe Kaminari em Qui Maio 13, 2021 11:13 pm, editado 1 vez(es)

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Kuro Tempest
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THE
LAST
SPARK OF HOPE
As coisas não acontecem como nós mesmos gostaríamos, pelo menos não na maior parte das vezes. Sentir aquele vazio me lembrava do que havia acontecido a tempos atrás, como uma marca que me fazia ser quem eu era após a superação. Lógico, achava que não sentiria mais aquela dor imensa, mas após a morte de minha mãe percebi que ainda perderia pessoas importantes em minha vida. No entanto, jurei a mim mesmo que evitaria isso, pelo menos ao máximo que conseguia.

Meus cabelos negros ainda cobriam parte da face, tapando o olho direito que ainda conseguia enxergar entre as brechas deixadas pelas madeixas. Observava o que seria meu objetivo, me perguntando se encontraria alguém ou algo que me ajudasse a dar início a aventura que decidira seguir ao fim da vida de minha matriarca. Sua dor, e suas últimas palavras me impulsionaram a seguir em frente e a nunca me prender ao passado, o que era um pouco complicado.

Vendo tudo isso poderiam entender que eu era um pouco depressivo, mas na verdade eu apenas gostava de ficar quieto. Claro que não era anti social, mas iniciar uma conversa não era uma virtude minha. O que me fez ser assim? Bem, começou pela morte de meu pai. Estávamos pescando em meio a um clima desfavorável, quando um navio da marinha nos atacou. Foi engano, eles se desculparam, mas não foi o bastante para sanar minha dor. Depois disso foi a morte da minha mãe, que adoeceu. Tudo isso foi como perder parte da minha alma. Talvez não seja o bastante? Talvez, mas lá estava eu, quieto enquanto caminhava de forma lenta.

”Onde será que consigo isso?” Diante de tudo sentia a falta de uma espada, cuja era a melhor forma de me defender. Torcia para não ter que usá-la, já que não gostava de lutar a não ser que visse necessidade. Por isso, procurava de forma atenta alguma loja que pudesse me vender uma arma, de preferência uma katana. Se conseguiria? Não fazia ideia, e se isso realmente acontecesse iria atrás de alguém para perguntar onde poderia arrumar uma espada como a que queria.

Considerações:

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ripper
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ripper
Civil
O quê? É o Mané?!



Minha cabeça batendo contra a madeira me acordou. Acho que havia sido o tranco de algum brutamontes descarregando o barril do navio, eu havia me escondido nas cargas de um navio mercante qualquer, fiquei perto das frutas, que sorte! A vantagem de você ser leve é justamente essa, eles nunca percebem que você está lá dentro.

Por incrível que pareça, a última noite havia sido a melhor que eu tive em um bom tempo, meu sono foi silencioso, sem que pesadelos e muito menos sonhos dessem suas caras. Meia-noite também havia ficado mais quieto que o normal, será que ambos pressentíamos alguma coisa? Mas antes que eu pudesse perder mais tempo em devaneios, uma sombra cortou os feixes de luz que teimavam e penetrar o barril. Algumas vozes, pigarros e um comentário machista qualquer foram diminuindo o tom, parecendo afastar-se de mim, coloquei a mão na boca de Meia-noite, ele é um macaco esperto, mas gosta de aprontar das suas.

Quando silenciou, empurrei a tampa com a minha cabeça, emergindo o suficiente para que meus olhos pudessem ver alguma coisa, estava limpo, saí antes que alguém voltasse para me flagrar. Dei alguns tapas na minha roupa, ajeitei minhas trouxas e as tintas que eu havia encontrado antes de partir, Meia também estava bem sujo, então tratei de limpar seu pelo com leves tapas.

Puxei o ar pelas narinas, como alguém que apreciava o cheiro do novo

Ah... — sorria, enquanto degustava os aromas — então essa é Dawn Island... — subitamente meu semblante mudara — alegre-se povo de Dawn Island, pois chegou em sua Ilha a incrível, a inigualável, a faraônica companhia do... — batia o indicador no queixo, enquanto buscava inspiração — do... — eu sou um artista, vou improvisar — do... — o nome é importante demais para ser improvisado — do Mané?

Contrariado, eu ainda não havia decidido como seria o nome do meu circo. ” Do mané...” que decepcionante, El Jefe diria que eu sou mesmo um mané. Mas de qualquer forma, um circo não existe pelo nome e sim pelas suas atrações.

Meia-noite, venha aqui, essa ilha merece uma atração inovadora, nunca antes vista sendo executada em outra ilha... — rapidamente começa a me empolgar — uma atração que mostre o inesperado, que faça até defunto levantar do caixão para ver... — minha emoção era liberada através de pequenos socos no ar, como uma pessoa com a certeza de que esta prestes a fazer algo incrível — Meia, existem inúmeros arremessadores de facas famosos mas eu nunca ouvi falar de um macaco que fazia isso, Meia-noite, você será o macaco arremessador de facas mais famoso deste mundo! MAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHAHAHA!

Eu já sabia o que fazer, iria treinar Meia-noite para que ele arremessasse facas, só tinha um detalhe, as facas. Assim, olharia com mais atenção a minha volta e para os céus, tentando estimar que horas eram, também buscaria entender em que local da ilha eu estava, para tentar traçar um caminho para a parte mais urbana daquele local, caso houvesse. Quando tivesse determinada noção das coisas em volta, caminharia para a direção onde julgasse ser mais propício para encontrar os instrumentos do próximo espetáculo, ou seja, as facas.



CONTROLE:


Última edição por ripper em Dom Maio 16, 2021 4:44 pm, editado 2 vez(es)
Saru
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Era uma vez um jovem promissor da marinha, ou pelo menos isso seria o sonho do meu avo, e para infelicidade dele não tou interessado em virar marinheiro.
E apesar dos treinos dele deste pequeno, havia uns dias já que ele simplesmente me teria deixado na floresta para usar o treino dado para sobreviver, e com isso já teriam se passado alguns dias, embora as vezes não pareça eu oiço ele e aprendo rapido por isso não teria sido dificil, e apos uma noite de treino eu acordo ao pe de uma arvore, talvez pudesse parecer perigoso mas dificilmente teria visitas, apos meus treinos com os animais sim animais, principalmente macacos são chatos demais e rapidos, e arvores é bom para treinar.
Levantando a minha mascara de dormir que sempre andaria comigo na cabeça, eu daria uma leve espreguiçada.
-Ta na hora de me levantar, chega de treino é melhor eu voltar para a vila, me pergunto se o bar tem muita gente?
Eu me levantaria e logo caminharia para fora da florests ate a vila, na qual assim que eu chegasse perto da vila, eu dava primeiro uma olhada ao redor pois já fazia uns dias que eu so teria arvores em volta, apos apreciar um pouco a vila eu logo seguia ate ao bar local, eu lembro que sempre acabava indo la com o meu avó quando pequeno, pelo menos desta vez eu já chego ao balcao para pedir algo, chegando no bar eu me sentaria ao balcao e esperaria a recepçao local enquanto eu ficaria olhando em volta vendo as pessoas que poderiam estar no bar.


Histórico:
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Subaé
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Nos bares de então
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Subaé
Criador de Conteúdo

Narração post 1


Diego


O dia mal começou e os passarinhos já estavam a cantar como já era de costume.
Diego terminou de comer o seu desjejum e saiu de sua cabana pela última vez.

A floresta Midway é o palco cheio de vida, se você fechar os olhos para prestar atenção nos sons da natureza, com certeza perceberia bem mais do que três tipos diferentes de animais.
Essa área selvagem amedrontava muitos dos cidadãos que viviam em Dawn, apenas os mais corajosos tinham coragem de perambular por ali.

Diego seguiu o seu caminho rumo ao reino de Goa.
Pelo caminho, Diego pode perceber diversas árvores frutíferas. Algumas estavam carregadas de maçãs, outras de pêras e algumas tinham até mangas.

Depois de alguns minutos chegou no limite da floresta.
O cenário que antes era repleto de fauna e flora, agora dava espaço a pilhas e mais pilhas de lixo.
Árvores não haviam ali, nem mesmo animais ou rios. Apenas um deserto de sucata e chorume, e os miseráveis que ali viviam.

-Bem vindo ao Terminal Cinza, mauricinho! - Quem falou foi um homem feio e com dentes podres que vinha com alguns comparsas na direção de Diego. - Você não fede como os outros que vivem aqui… mas vai feder.

O grupo de vagabundos cercou Diego. Todos apontavam as suas espadas enferrujadas na direção do jovem espadachim.

-Quatro contra um é uma covardia, eu sei, mas fazer o quê? A vida é cruel, não é mesmo?
Se quiser viver entregue tudo que você tem, incluindo a espada e suas roupas.


No horizonte,bem longe dali, podia-se ver uma grande muralha branca onde se encontra o portão da cidade.



fala-homem feio e com dentes podres


Mané


Por falar na cidade, vou te contar um caso sensacional que aconteceu por lá.

Certa vez, um rapaz e o seu companheiro macaco esconderam-se dentro de um barril de frutas para entrar clandestinamente em um navio mercante.
A ideia deu certo e a viagem foi bem sucedida, tanto que na última noite Mané dormiu como não dormia a muito tempo. Tanto que só acordou quando sentiu o baque  do barril sendo jogado em algum lugar.

Ao bisbilhotar por dentre as frestas do barril percebeu que se encontrava em um salão com muitos quadros e artefatos religiosos pendurados em suas paredes de pedra branca.
Por conta da posição do barril Mané não conseguia ver ninguém, mas era possível ouvir algumas vozes femininas conversando.

-Não fiquem sonhando acordadas! A bíblia nos diz para não idolatrar falsos deuses ou praticar feitiçaria. Então não quero ouvir nem mais um piu sobre essa lenda idiota de coração!

-Mas senhor, Eu vi nos livros de história da biblioteca sobre essa história maravilhosa!

-E vocês acham que se isso fosse verdade, essa ilha...

CRACKSH!!!!! A tampa do barril saiu voando para cair alguns centímetros mais longe.

O rapaz emergiu do barril, apontando o polegar para si mesmo enquanto pronunciava para todos os presentes a sua chegada.

-Alegre-se povo de Dawn Island, pois chegou em sua Ilha a incrível, a inigualável, a faraônica companhia do Mané

As freiras que estavam no salão tomaram um susto, gritaram escandalosamente e saíram correndo assim que viram o Mané. Mas um homem esbelto com cabelos brancos cacheados ficou ali aplaudindo enquanto observava seriamente o rapaz e seu macaco.

-Você é realmente um mané. - A expressão de desaprovação do homem evidenciavam que aquelas palmas eram puro sarcasmo. - Só um mané entraria em um barril para invadir a Igreja Real da Fé e sairia bradando a chegada para todos ouvirem.

O homem estendeu a mão, gesticulando para que mané continuasse parado onde estava.
Com a outra mão, levou o dedo indicador à boca e fez “shiu” para que mané continuasse quieto.

-Eu sou o Reverendo Sheep e mando em muita gente aqui. Eu poderia mandar os guardas te prender agora mesmo, afinal, você está invadindo. Mas pra ser sincero eu preciso da ajuda de um rato igual você.
Se você aceitar me ajudar em um servicinho eu posso fazer vista grossa e já te pago uma boa quantia em bellys. O que me diz?



Fala- Reverendo Sheep




Saru


Voltamos para a Floresta Midway, Saru acordou naquela manhã decidido a deixar as árvores para trás, sendo assim partiu em direção à vila Foosha.

Atravessou o monte Columbo em um par de horas. Trabalho fácil para alguém que cresceu treinando nessas terras mas cansativo para qualquer um, principalmente abaixo o sol que começava a queimar cada vez mais forte.
Finalmente Saru chegou na vila portuária do leste e a primeira coisa que ele fez foi dirigir-se até o Bar da Ana. Local muito conhecido e apreciado por todos os moradores da vila.

Assim que adentrou no bar se deparou com uma bela festança.
Devia ter pelo menos umas trinta pessoas ali, bebendo, cantando e se divertindo com muitas risadas.
Haviam umas belas mulheres que se divertiam (algumas até se derretiam) com as histórias que os homens contavam sobre si mesmos; Porém a maior parte das pessoas ali presentes eram Homens barbudos e mal cheirosos. Não que isso importasse para qualquer um ali.

-EI EI, VEJAM TEMOS MAIS UM CONVIDADO!!! VEM BEBER COM A GENTE MOLEQUE!!- um homem muito gordo e bêbado foi quem falou primeiro.

-É ISSO AÍ, BORA SE DIVERTIR!- Dessa vez quem berrou foi um bebado com dreadlocks -VOCÊ SABIA QUE EU JÁ VI UMA PAREDE VERMELHA QUE SAI DO MAR E SE ESTENDE ATÉ O CÉU?

-Bem vindo xuxusinho.- Agora quem falou foi uma bela mulher ruiva com um belo par de seios.
 
Todos ali receberam Saru muito bem, não havia nenhum sinal de hostilidade no lugar.
De repente um homem magro e sem barba veio em sua direção e ergueu uma garrafa de sake na direção de Saru.

-Não se importe com eles, estamos felizes por completar mais uma viagem e por isso estamos em festa. E ai, está servido?



Fala- Homem gordo
Fala- Homem de dreads
Fala- Mulher
Fala- Homem sem barba



Chloe


Chloe estava a observar ao seu redor procurando por alguém de aparência amigável.
Ela se encontrava no pequeno porto de Foosha, local onde acabara de desembarcar depois de uma longa viagem.

À sua direita havia alguns marujos descarregando alguns navios enquanto outros já estavam a limpar o convés. Aquela era a típica cena comum de um porto quando um navio chega.
O único diferencial daquele dia é que, além do navio que trouxe Chloe, outros dois navios também haviam acabado de chegar.


À sua esquerda, avistou uma confusão entre dois homens que discutiam sobre uma tal dívida não paga.

-Ei seu bostão, você ainda não me pagou por aquele servicinho que eu te fiz! Ta despirocado da cabeça é?

-Eu já te falei que só vou pagar semana que vem! Não encha mais o meu saco, ou não vou mais conseguir armas para você.

-Não me ameace, seu lixo…

À frente de Chloe estava a Vila Foosha, um pequeno e pacato vilarejo repleto de colinas com vacas pintadas e moinhos de vento.
As casas mais próximas não eram comerciais, mas dali dava para avistar uma padaria, uma peixaria, uma loja de armas e o bar  da Ana.
Haviam alguns poucos civis caminhando pelo local, dentre eles, três criança brincando de pega pega, um vendedor ambulante de cestas, e duas velhas que se juntaram no banquinho para fofocar.



Kuro


Kuro desceu da embarcação que o trouxe até Foosha e saiu a caminhar pela rua principal do vilarejo em busca de uma loja de armas.
Felizmente a vila é bem pequena e as lojas são facilmente destacáveis graças aos seus letreiros quando comparadas as casas residenciais.

Kuro adentrou a loja de armas e se deparou com um salão com prateleiras cheias de facas e barris repletos de espadas.

No fundo da loja estava um homem velho de bigode proeminente atrás do balcão largo que dividia a loja.

-Seja bem vindo moleque, está atrás de um canivete para sair por aí fazendo baderna é?
Eu tenho todo o tipo de arma que existe aqui no east blue, e não tenho nenhuma moral, por isso eu vendo armas para menores de idade também hahahahahha só mantenha isso em segredo, ok?
Escolha o que quiser, ou o que puder pagar.



Fala- Velho de bigode proeminente




240/240100/10010/1015/15

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Diego Kaminari
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Um Erro a Custo da Vida


A injustiça que se faz a um, é uma ameaça que se faz a todos.




A cada passo que dava eu percebia que poderia sentir falta daquilo ali, os animais, a vida que transbordava ao meu redor… No início tudo aquilo me pareceu desconfortável, mas a partir do momento que me acostumei a sobrevivência pude notar as partes boas de tudo aquilo. As frutas brotavam aos montes e bem variadas por sinal, foram minha sobremesa por muitas vezes. Eu não estou deixando aquilo por que simplesmente estava insustentável, estava porque a hora de correr atrás de meus sonhos havia chego.


Algum tempo de caminhada foi suficiente para que o cenário vivido se tornasse um monte de lixo com mau cheiro que chegava longe. Como pode haver esse contraste tão grande? Os nobres se colocavam como superiores, todavia era os próprios quem destruíam o próprio reino… No entanto, sempre foi mais fácil colocar a culpa nos miseráveis que ali viviam e fediam igual o resto. Logo após adentrar aquele lixo de lugar pude escutar o que seriam umas Boas-vindas deveras suspeitas, alguns homens vieram em minha direção afirmando que eu não fedia como tudo ali… Até aí era so elogios, entretanto sua ação seguinte me fez eliminar parte da compaixão que eu tinha daqueles que ali viviam. Todos os quatro homens me cercaram e apontaram suas espadas contra mim, falando palavras que me fizeram sorrir um tanto animado.


- Como vocês podem vir até mim numa luta tão injusta, você não tem vergonha? Mas tudo bem, deixo você ir chamar mais uns dois idiotas para deixar isso justo. – Disse com um sorrido que carregava toda e mais pura essência do deboche.


Esperaria que algum deles tentasse me atacar, neste caso iria já com espada em mãos, tentar bloquear sempre visando um contra-ataque assim que a abertura surgisse. Claro, utilizaria de todos os recursos como chutar as bolas do adversário, chorume no olho, golpe no ouvido, penso que uma luta justa seria a última preocupação dos lixentos ali. No entanto, no caso de me cercarem de maneira que todos ao mesmo tempo, fossem me atacar, iria com minha espada estendida, girar algumas vezes em meu próprio eixo da maneira mais rápida que conseguisse, como um peão afiado. Caso fosse eficaz iria finalizando os homens de maneira brutal, até que restasse somente um, de preferência o que me disse tais palavras. Dado que estivesse abatido iria cortar suas mãos fora, assim como seus pés.


- Quando os miseráveis como você começa a roubar de seus próprios companheiros de sofrimento, você perde seu direito e se torna aquilo que mais despreza. Mas tenho uma dúvida… Será que seu sangue também fede? – Diria rindo com uma gargalhada. – Você não será injusto com mais ninguém em sua vida, o que se resume aos próximos quinze minutos. Bom resto de vida.


Caso em algum momento meu plano desse errado e eu sofresse algum dano, iria continuar a lutar até que não restasse mais opções, todo o tempo usaria o local a meu favor como, por exemplo, jogar lixo ou chorume em direção aos agressores. Mas caso realmente não tivesse nada a fazer, eu iria… Correr rindo como se tudo aquilo me divertisse, usando os montes de lixo para os despista. Mas isso somente no último dos últimos casos, não quero começar minha jornada tendo que correr de meros bandidos lixarados.


Histórico:





Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )







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2 ° - Ameaças lançadas... curiosidade de um gato.

Chloe Kaminari


 Ok, estava paradinha naquele porto enorme não iria ajudar em porra nenhuma, por isso um passo era dado de cada vez, mas ainda sim cada passo era mais cauteloso que o anterior, enquanto com olhos de coelho observava a tudo e a todos que passavam ou o que faziam. O grande problema de quem é curioso… tudo chama a atenção e as vezes isso poe causar tantos problemas que tu nao faz ideia.

Mas o que esses belos olhos avermelhados como o pôr do sol estão observando tanto pelo porto… As figuras daquele lugar e óbvio. Nao era de se esperar que em um lugar tão cheio de musculos como aquele ei pudesse achar alguém gentil e solidário para minha busca, mas ainda sim, precisava tentar, certo? Homens descarregando enornes cargas a direita, outros limpavam o convés das embarcações; descartei as duas primeiras opcoes de informacao por conta do trabalho, apesar de minha curiosidade dizer para que eu fosse naquele lugar.

Mais alguns passos foram dados até que uma pequena discussao despertou a grande bisbilhoteira que existe dentro de mim. Voce deve pensar" Chloe minha querida segue seu caminho e deixa os dois em paz”, mas infelizmente nao da sabe… e um defeitinho que talvez e so, talvez possa ser usado para o bem as vezes. Mas nao sempre.

Na cintura, a corrente descansava como um cinto improvisado que prendia o vestido de forma a demarcar ainda mais minhas…curvas. Os passos lentos, prenuncio da curiosidade e talvez da enorme merda que iria me meter, eram dados com graça em direção a dupla — Meu caro, o homem ja nao falou que irá lhe pagar? O que custa esperar um dia ou dois para isso? as palavras nao tinham um direcionamento certo lara A ou B, apenas as havia soltado em meio palavras calorosas trocadas entre os dois. Virei entao para o homem que havia comentado sobre armas — O senhor e um vendedor de armas ou algo assim? Pois, eu gostaria de quem sabe… comprar algo. Logo que esperava a resposta do homem olhei para a cidade tentando ver locais onde pudesse descansar depois da busca, um bar… uma loja de armas… uma peixaria e uma padaria… Talvez eu ficasse entre a padaria e o Bar. Chega de cheiro de peixe…se bem que precisava aprender algumas coisas e aquele lugar poderia ser perfeito para isso — Porque nao fazemos assim, vamos os três beber e conversar melhor sobre essa tal divida. A voz saia calma e baixa, talvez deveras sugestiva pela parte da bebida, mas era como eu havia aprendido a conseguir as coisas naquele mundo podre, mas nunca chegava aos finalmentes sabe… isso eu estou guardando para meu amado irmão. Ainda tenho fé que ele esta vivo por esse enorme mar azul.

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Última edição por Chloe Kaminari em Sab Maio 15, 2021 6:04 pm, editado 2 vez(es)

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Kuro Tempest
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THE
LAST
SPARK OF HOPE
Os passos seguiram adiante, andando pelas ruas do vilarejo enquanto os olhos observavam bem os arredores. Me perguntava se aquele local era seguro o bastante para alguém desarmado como eu, mas logo me deparei com o local que eu queria, deixando essa questão de lado e tirando um pequeno suspiro dos meus lábios, enquanto a destra pousava sobre a pequena bolsa de dinheiro presa em minha cintura. —‌ As coisas não devem ser tão caras, não é mesmo? ‌— Adentrei na construção com certa cautela, olhando seu interior em busca de algo que me seria útil.

Uma voz saiu dos fundos da loja, gerando um leve frio na espinha e direcionando meu olhar em tal direção, após tomado o susto. —‌ Ahh, olá. ‌— Fiquei um tanto surpreso ao entender que ele estava me considerando um adolescente baderneiro, mas não prolonguei o diálogo naquele sentindo para evitar desentendimentos. —‌ Sim, procuro por uma arma sim, mas algo maior do que um canivete. ‌— O fato dele deixar claro que não ligava para algumas regras mostrava o que aquele homem poderia ser capaz de fazer.

Avaliei atentamente os arredores até um barril cheio de espadas me chamar a atenção. —‌ Aqui estão. ‌— Podia ver que eram de qualidades variadas, tendo as mais belas chamadas a minha atenção. —‌ Então, quanto vale essas aqui? ‌— Eram duas Katanas prateadas de uma qualidade média, diferente de outras duas que mostravam claramente que não eram de boa qualidade.

Para falar a verdade, torcia para que ambas entrassem em meu orçamento, cujo não era tão grande assim. Totalizava cerca de duzentos e cinquenta barries, o que para mim era toda a economia guardada por minha mãe e por todo o meu esforço. ”Diz que não é tão caro.” Eu realmente não queria levar as duas armas de baixa qualidade, pois em meio ao combate elas poderiam gerar algum tipo de risco para mim, e isso seria muito ruim. Com isso meus olhos atentos se mantiveram no homem ao fundo da loja, aguardando por sua resposta ao meu questionamento.

Considerações:

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Civil
Em nome do Pai, do Filho e... LARGA ISSO AÍ MEIA-NOITE!




A minha entrada triunfal havia sido um sucesso. Você precisava que ver a reação daquelas moças com vestidos sem graça, começaram a correr e gritar, mas não ouse julgá-las! Afinal, não é qualquer um que consegue contar a emoção diante de uma manifestação artística tão diferenciada, MAAAAAAAAAAAAAAAAAAHAHAHA!

Eu gostei das primeiras palavras daquele homem de vestido, me lembrou El Jefe, era assim mesmo que ele falava de mim!

Ahn?! Igreja Real?! — eu ainda tentava reconhecer aquele palco, é óbvio que eu já havia ouvido falar de igrejas e que eles adoram alguma coisa que ninguém nunca tocou ou viu, mas não fazia ideia de como elas poderiam ser por dentro, eu achei feio.

Eu não ten... — Parecia que aquele homem não havia entendido o meu objetivo, mas antes que eu pudesse me justificar, fui interrompido pelos seus gestos seguidos de algumas palavras.

Nada ali havia me incomodado até então, até porque a minha estreia havia agradado algumas pessoas, mas me chamar de rato foi demais. Dentro de mim surgiu uma raiva que eu não sentia há algum tempo, certamente um observador mais atento poderia ver uma veia ou duas surgindo na minha testa, ele se arrependeria.

Servicinho, heim? Fale mais... — enquanto o homem falasse, eu iria novamente até o barril, chamando Meia-noite para se juntar a mim, com sinais sutis, mas não sutis o suficiente para que o homem não visse, mas sim para manter o silêncio pedido. Mergulhando metade corpo dentro do barril na companhia do meu amigo, chafurdaria rapidamente as frutas que ali dentro ainda sobravam, buscando uma com um cheiro “especial” que quase havia atrapalhado meu sono. Um caqui pra lá de podre, entregava na pequena mão do Meia, o macaco era esperto, ele não iria comer aquilo, mas certamente iria segurar — Sabe como é quando bate a fome, num é, chefe? Meia, fica aqui em cima quietinho pra não prejudicar o Reverendo — um dos fundamentos do ilusionismo era manter o público focado naquilo que não era importante — Macaco esperto, num é mesmo? — terminava, com um sorriso amarelado em direção ao homem.

Agora voltando a ficar completamente fora do barril, daria pequenos passos pela sala, como se examinasse os detalhes daquela construção, buscando lugares onde possivelmente eu poderia deixar minha veia acrobática fluir. Meus passos também buscariam a circular o tal do “Reverendo”, ficando relativamente próximo dele e colocando ele entre mim e o Meia, que provavelmente ainda estaria em cima do barril, assim, quando estivesse perto o suficiente e uma posição favorável, falaria com o meu companheiro.

JOGA MEIA!! — provavelmente Meia-noite jogaria aquele caqui podre na minha direção, como já fizemos tantas vezes em outras ocasiões com objetos diferentes. Só que agora o homem se encontrava entre nós e o caqui iria em sua direção ou pelo menos perto dele. Meu objetivo com isso era focar atenção do Reverendo para o caqui podre vindo em sua direção, com a distração criada estava na hora do “gran finale”, eu me abaixaria, buscando a barra do vestido, agarrando-a, jogaria para cima toda aquela massa de tecido pesado que ele portava, MAAAAAAAHAHAHA! Quando o tecido passasse da altura de sua cabeça, giraria o mesmo com toda a força que eu pudesse e então...

VAMOS MEIA! — Sairia correndo pela porta a toda velocidade, buscando alguma opção de fuga daquele lugar medonho, mas antes que eu saísse completamente do conhecimento do padre, diria, de forma trinfual:

RATO É O CARALHO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


fala - #00FF00





Proeficiências/Qualidades utilizadas:

CONTROLE:


Última edição por ripper em Dom Maio 16, 2021 4:43 pm, editado 1 vez(es)

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Saru
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No mesmo segundo que eu entrava no bar, eu seria recebido por uma festa, eu assobiava de supresa apos ver a festa toda e o animo, eu gostava de uma boa festa e parece que teria vindo ao lugar certo.
-Uauu parece que cheguei no momento certo
Um homem com dreads gritaria para eu festejar com eles e falaria sobre uma parede vermelha.
-Ahh sim bom estou todo de ouvidos.Dizia meio curioso.
Ia caminhando ate ao homem dos dreds mas ouvia uma voz feminina, assim olhava para ela meus olhos descaiam pelo seu cabelo ate ao peito.
-Oi lindaa, bem vindaa eu.Passeava com os meus olhos pelos cabelos vermelhos dela enquanto sorria pra ela.
Um homem magro se aproximava, eu sentia um cheiro de sake ela falava de viagem e se era servido eu olharia para ele e sorria.
-Servido... me serve um pouco desse sake, comida e das suas historias e eu terei um prazer enorme em FESTEJARRRRRRR. Levantava os braços para eles com animo.
Olharia para a ruiva e piscava o olho -Podemos festejar os dois depois tambem. Falava baixo para ela, enquanto todo mundo fazia a festa.


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Subaé
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Subaé
Criador de Conteúdo

Narração, Post 2


Vila Foosha:

Chloe


Quando a mulher interveio na discussão acalorada a conversa parou.
Os dois homens se calaram e olharam para Chloe com cara de quem não quer ser incomodado.

-Ninguém pediu a sua opinião, não se meta!
-Ninguém pediu a sua opinião, não se meta!

A resposta ressoou como um coro ensaiado quando os dois responderam ao mesmo tempo, mas mudaram a postura severa assim que ouviram a real intenção da garota.

-Oh querida, por que não falou de uma vez! Meu nome é Stan Kinshi, prazer! O meu pai tem uma loja de armas logo aqui perto.

-Isso mesmo, as armas que o pai dele vende são as melhores! Pode me chamar de Acerola, Prazer

Ambos falavam com voz meiga enquanto sorrisos pretensiosos estampavam suas faces.

-Tenho certeza que com a sua ajuda nós podemos encontrar uma solução para esse impasse onde todos saiam ganhando. - Acerola falou.  

-Isso ai, vamos lá pro bar da Ana discutir melhor essa ideia. - Propôs Stan.

Os rapazes adentraram a rua principal enquanto guiavam Choe para o bar da Ana.

-Ei lindeza, você que vai pagar a bebida né?




Kuro


Kuro levou as espadas que mais gostou até o vendedor e perguntou-lhe os preços.
O homem pegou as quatro espadas e as avaliou rapidamente, uma por uma.
separou as duas de qualidade inferior e as colocou acima do balcão.

-Olha, essas duas que estão mais gastas custam 125.000 ฿ cada, mas eu estou vendo que você vai comprar mais de uma, nesse caso posso te fazer as duas por 240.000 ฿. - Em seguida, o homem colocou as outras duas espadas no balcão

- já essas duas são espadas de uma qualidade muito superior! Foi o meu pai, o ferreiro Takeru Kinshi, que as forjou muito tempo atrás, e o nome delas são Higari segunda, e Kinshitak terceira. - O homem interrompeu a fala para tossir - Cada uma custa 250.000 ฿. E ai vai querer quais?

Kuro tem diante de si quatro espadas para escolher.
De acordo com o seu orçamento, ele pode aproveitar a promoção e comprar as duas espadas gastas ou uma das espadas forjadas por Takeru Kinshi.
Ou quem sabe ele use de sua criatividade para conseguir as duas espadas que deseja.




Saru


Dão demorou muito até que Saru estivesse se divertindo entre os marujos que festejavam em cantoria.

Song:


Yohohoho, yohohoho
Yohohoho, yohohoho
Yohohoho, yohohoho
Yohohoho, yohohoho

Sempre levo junto a mim
O sake de um tal de Bink,
Navegando, sem temer, as ondas desse mar.
Se a tristeza nos pegar e o sake se acabar,
Olhe pro céu e veja aquela lua de cristal!

Se a festa chegar ao fim, vou então me despedir
Com o peito apertado por te ver partir.
Mas se então você ficar, juntos nós vamos cantar
Festejando e velejando por todo esse mar!

Yohohoho, yohohoho
Yohohoho, yohohoho
Yohohoho, yohohoho
Yohohoho, yohohoho


Aquela altura Saru já estava se engraçando com a mulher de cabelos cor de fogo e decote quente.

-Os seus óculos de dormir são tão bonitinhos, eu acho que quero um pra mim também!- Dizia a mulher, sentada em seu colo, enquanto fazia-lhe um cafuné.

De repente a porta se abriu e Saru viu dois homens e uma garota adentrarem no movimentado bar e sentarem na mesa ao lado.

-Eita que hoje tá animado aqui… ANA TRAZ UMA GARRAFA DE SAKE E TRÊS COPOS!!

Os rapazes  da mesa ao lado conversavam tão alto que Saru não pôde deixar de ouvir.

-Isso mesmo mocinha, você me entrega o dinheiro e aí o Stan vai buscar a sua arma. A gente espera ele aqui.

-Isso mesmo, pode confiar! só me diga qual tipo de arma você quer.





Terminal cinza:

Diego


Diego perguntou se os bandidos não tinham vergonha de atacá-lo daquela forma covarde, mas a  resposta foi simples e direta.

-Quem está na miséria não tem o luxo de pensar em coisas como honra.

Dito isso o homem sibilou um rápido assobio que marcou o início do ataque dos vagabundos.

Todos os quatro foram pra cima de Diego ao mesmo tempo enquanto corriam e gritavam como loucos, reproduziam um velho truque usado pelos bandidos para amedrontar as vítimas.
Aproximaram-se do espadachim, que em sua defesa girou o próprio corpo realizando um corte circular de 360 graus.

Um dos bandidos pulou e conseguiu desviar do corte, outro conseguiu recuar antes de se fuder e o tde dentes podres se jogou no chão e escorregou direto nas pernas de Diego acertando-as com o seu braço, o que fez Diego cair no chão também.
Mas o quarto bandido não conseguiu ser tão sagaz como o seus companheiros e o resultado disso foi o belo corte que levou no estômago -Che-fe Huddy … não se importe comigo… - Depois disso, o homem não levantou mais.

Diego estava caído no chão, relativamente próximo do chefe que ia mancando em sua direção.
Diego procurou algo que pudesse arremessar no inimigo que se aproximava, enfiou a mão no lixo para arremessar chorume nos olhos do oponente mas o que ele sentiu fez com que a sua espinha gelasse pela primeira vez até então.

De dentro dos sacos de lixo uma baratona surgiu e começou a passear pelo braço do rapaz.





Goa, Cidade Alta:

Mané


O reverendo estava caído de quatro, com a bata sob sua cabeça enquanto a cueca estava à mostra. Enquanto isso, Mané e Meia Noite corriam por um largo corredor iluminado  buscando uma fuga daquele local.
Haviam muitas portas e janelas com belos vitrais, ao observar um pouco mais atentamente pelas janelas, Mané percebeu que deveria estar pelo menos no terceiro andar, a uns vinte metros de altura.

-RATO É O CARALHO! -Aquelas palavras eram a cereja no bolo de humilhação que Mané fez o reverendo comer.

-GUARDAS PRENDAM O INVASOR E O ANIMAL!! EU QUERO UM NAS MASMORRAS E O OUTRO EM UMA GAIOLA!! AGORA!!!!

De um lado do corredor estava a porta do salão onde o Reverendo Sheep está, do outro, a uns três metros de distância havia duas escadas, uma para cima e outra para baixo.

Dois guardas armados apareceram, um veio de cada uma das escadas e agora estavam entre Mané e a fuga.
Atrás de Mané, O reverendo já estava de pé e apenas observava a situação enquanto tentava, enfurecido, acender um charuto.

-Vamos fazer da forma mais fácil… Se renda de uma vez.



Stan Kinshi- Aparência
Acerola- Aparência
Sr. Kinshi(vendedor de armas)- Aparência
Gordo- Aparência
Homem de Dreads- Aparência
Homem sem barba- Aparência
Mulher- Aparência
Chefe Huddy- Aparência
Reverendo Sheep- Aparência
Diego:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC:

Chloe:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC:

Mané:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC: Meia noite (pet)

Saru:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC:

Kuro:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC:
240/240100/10010/1015/15

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! Unknown

Tabela de preços:
[/center]
ripper
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ripper
Civil
Uma pirueta, duas piruetas, bravo! Bravo!




MAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHAHA!

O homem do vestido já não sabia mais aonde estava. Igreja? Serviçozinho? Uma ova! Virei o mundinho dele de cabeça pra baixo, foi um espetáculo! Mas como show não podia parar e ainda estava dentro daquela construção horrenda, não tive tempo de me deliciar.

No final do corredor, dois brutamontes colocavam-se entre mim e a saída. Que ironia, a minha liberdade era ameaçada por aqueles sem ela. Enfim, a distância era boa não foi muito difícil decidir o que fazer. Dispararia em velocidade máxima na direção dos guarda e, logo após os primeiros passos, daria uma rondada*, afim de ganhar mais velocidade naquela curta distância e, quando julgasse estar próximo o suficiente dos guardas, passaria por cima deles, dando um belo mortal, em um movimento de pernas esticadas para cima e corpo estendido. Durante o movimento, quando estivesse passando por cima dos que me ameaçavam, mostraria o dedo médio para o Reverendo, que tinha o privilégio de observar a minha manobra única.

Valeu aê, seus otários! — diria ao pousar.

Em seguida, buscaria ir em direção ao andar de baixo, ainda mantendo a minha velocidade e utilizando-se de minhas habilidades acrobáticas para descer com mais facilidade os degraus. Meu objetivo no próximo andar, seria observar mais atentamente os vitrais, do lado de fora haveria algum tipo de parapeito ou estrutura em que eu poderia me apoiar para pular diretamente para fora da construção? Também levaria a minha atenção a outros elementos do ambiente que pudessem facilitar as minhas futuras manobras.



fala - #00FF00




Rondada:
Proeficiências/Qualidades utilizadas:

CONTROLE:
Meia-noite:


Última edição por ripper em Dom Maio 16, 2021 4:44 pm, editado 1 vez(es)

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Diego Kaminari
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Diego Kaminari
Estagiário




Apocalipse


Ao soar da sexta trombeta, as portas do inferno então se abrirão




Ao que tudo indicava aqueles trastes não estavam colaborando para minha cena dramática, vieram todos em simultâneo, e tive que usar meu giro que precisar urgentemente ser aperfeiçoado. Meu ataque apesar do esforço so conseguiu acertar um na barriga que caiu e não mais se levantou, enquanto os demais com seu jeito desengonçado conseguiram escapar, um deles inclusive me derrubou no chão com sua queda. Vamos para o plano “B”, eu enchi minha mão em um saco de lixo para poder jogar nos homens, mas o que encontro… Chloe, será que onde se encontrar, esta preparada para receber? Será que me perdoará por não cumprir todos os objetivos? Existem coisas assustadoras no mundo que mesmo sendo o mais forte homem, não conseguiria enfrentar… Isso seria um som de trombeta? Quem diria que minha primeira jornada seria o fim de toda essa saga chamada vida. O quê? Se estou falando dos bandidos? De maneira alguma! Eles são uns pés rapados, estou falando do verdadeiro inimigo que me espreitava a todo momento, mas fui cego por não ver… Sim, se chamam legião, pois são muitos, o ser mais desprezível de toda criação os domínios caminhantes da terra… As baratas!


Quando senti aqueles seres subindo pelo me braço minha espada imediatamente caiu fincada ao chão e em meu rosto o mais puro desespero. – SAAAAAIII SATAAANAASS!!! – Eu ali pulava tentando tirar do meu corpo o verme que queria me matar, arranquei a camisa para que ela não se escondesse, pois, a barata é implacável. Naquele momento não existiam bandidos, existia apenas inimigos sobre minha pele que eu saltava gritando tentando desesperadamente retirar. Imagino que isso deve ter dado um leve abalo na minha pose de confiante, penso que ninguém nem notou. – TE EXORCIÇO FILHA DA PUTA INFERNAL!


Iria me debater até tirar a barata e com alguma sorte iria acertar acidentalmente alguns dos homens, mas nada que eu planeje, afinal meu foco estar em belzebu andando pelo meu braço. Se conseguisse tirar a mesma de meu corpo, meu foco voltaria a ser os bandidos, no entanto, primeiramente iria tentar recuperar minha espada e se conseguisse tal coisa tentaria novamente atacar meus adversários com golpes visando pontos vitais, qualquer defesa seria de preferência para o movimento que melhor me permitisse um contra-ataque. Caso conseguisse eliminar os inimigos, tentaria novamente fazer o final do plano anterior, caso não recuaria alguns passados visando deixar meus inimigos em uma fronte apenas, para então analisar a situação.



Histórico:





Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )







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