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Kenshin
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KenshinDesenvolvedor
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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Diego Kaminari , Chloe Kaminari , Mané , Kuro Tempest e SIlver D Saru. A qual não possui narrador definido.

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! J09J2lK
Diego Kaminari
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Localização : Rio de Janeiro
Diego KaminariEstagiário
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Gênesis




Meu dia começara cedo como todos os outros, ficar muito tempo dormindo em meio a floresta era uma atitude irresponsável, mas a primeira pergunta que veem a cabeça de todos, e em você não deve ser diferente, é, o que um jovem está fazendo sozinho na floresta? Primeiramente, sozinho e uma palavra muito forte, tem os animais que sempre me fazem companhia… Claro, quando não estamos tentando comer uns ao outros, todavia ainda tem alguma companhia feminina que após muito álcool no sangue decide adentrar à floresta comigo, so que não ficam muito tempo… Infelizmente né. No entento, o que me trouxe aqui sim, é uma pergunta interessante. Quer um “resumão”? Tá legal, eu crescia órfão tendo apenas minha irmã como família, me apaixonei por ela… Sim, eu me apaixonei pela minha irmã, se você virar o nariz com desdém corto seu pênis fora! Falo sério… Mas relaxa, talvez fique menos preocupado com a vida alheia se souber que minha irmã está morta. Minha história é um pouco mais trágica do que as vezes eu deixo aparentar, a pessoa que mais amava em minha vida foi morta pelo governo mundial, mas não somente ela… Todas as crianças do orfanato foram assassinadas a sangue-frio, diziam que a mulher que nos acolheu era envolvida com os revolucionários, entretanto o que as crianças tinham a ver com isso? Porque minha irmã teve que morrer? Será que passar a vida tendo que esconder um sentimento, sendo incapaz de poder viver seu sonho com a pessoa que ama, não foi o suficiente? Por que temos que ser obrigados a segui um senso de moralidade que outras pessoas decidiram ser certo, sendo que o que faço da minha vida não mudaria a vida de ninguém? Me perguntei isso por várias vezes e isso me fez decidir algo que hoje se iniciaria, mas já chego lá, vai digerindo as informações aí enquanto isso.


Depois da morte de Chloe, nome lindo né? Eu tive que voltar a vida de roubo e viagens de ilha em ilha, até que por fim encontrei a merda de Dawn Island. Aqui é a terra onde Deus passou e deu tchauzinho, o pobre aqui vale menos que o lixo que os nobres jogam para fora da muralha, mas ao menos tinha uma floresta. Cansado da vida que levava construí uma cabana entre as árvores perto de um rio, vivi apenas do que a natureza me dava. Realizei alguns trabalhos para ganhar um dinheiro que me deu condição de sobreviver em algumas épocas, entretanto eu não esqueci meu sonho. Lembra que disse que chegaria nessa parte? Após todos os questionamentos, decidi que o maior e mais nobre objetivo da vida de alguém e ser verdadeiramente livre e viver como desejar viver, todavia no mundo que estamos para conquistar essa liberdade precisamos de força para impor a mesma, e nestes mares o ser mais livre de todos… É um pirata!


Hoje é o dia que iria partir para o mar e me tornar a dor de cabeça favorita dos marinheiros e com alguma sorte, das marinheiras, por motivos diferentes… Você entendeu não se faça de inocente. Eu tinha um longo caminho a frente, mas toda história começa por um início, correto? O findar de minha última refeição marcava o termino de todos meus mantimentos, todavia também sinalizava o início de minha jornada. Espero que onde esteja, minha irmã possa ficar orgulhosa do que irei me tornar. Iria então partir rumo a cidade, para sair da ilha precisava de um navio então nada melhor do que roubar um, além disso, precisava de algum dinheiro e sei lá, uma tripulação? Quem sabe, dou meu jeito, mas primeiro deveria entrar no Reino de Goa para ter acesso à raça mais desprezível da ilha… os nobres. Logo coloquei minha espada nas costas e parti. Espero que tenha conseguido te situar, pois, sei que não havia ouvido falar de mim antes, mas posso te prometer que daqui em diante… Você ouvirá.


Histórico:

Numero de Posts: 1
Paginas: 0
Ganhos: -x-
Perdas: -x-
NPCs: -x-
Players Conhecidos: -x-





Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )








Última edição por Diego Kaminari em Sex Maio 14, 2021 5:00 pm, editado 1 vez(es)

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! 4nO1oWY
Chloe Kaminari
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Créditos : 00
Chloe KaminariEstagiário
https://www.allbluerpg.com/t374-chloe-kaminari#1140


1° - A jornada de Mil passos

Chloe Kaminari


 A vida as vezes pode ser engraçada, em um dia você está em meio a um monte de crianças brincado e se divertindo... No outro... Bem, no outro você pode estar quase morta por conta dos escombros e da brasa fumegante solta pelas lascas de madeira. Talvez minhas lembranças possam parecer confusas, mas o medo da morte era real e ainda é. Por vezes passava a mão acima da perna temendo que alguém percebesse aquela maldita cicatriz... ao menos ela estava tapada pelo vestido... e convenhamos aquele não era o melhor vestido para o clima calorosamente frio e gélido que aquele lugar exalava.

Deus...porque eu não ouvi o pessoal antes de sair do navio e coloquei um casaco?

Talvez você deva estar se perguntando o que uma garota tão bonita  e despreparada... talvez um pouco lerda ... esteja fazendo em um local desconhecido e com forte influência da marinha e do governo mundial... Talvez eu goste do perigo, ou talvez eu só queira me sentir segura como o resto da população... ou talvez...Nah!

Definitivamente não sou dessas infelizes pessoas não. Não vou viver sob leis que ferem os menos favorecidos e prendam a todos como passarinhos na gaiola.

Na verdade meus motivos são muito melhores e menos mesquinhos do que os alheios... ao menos eu creio isso em meu coraçãozinho puro.

Deixa só eu  respirar um pouco... e pensar por onde vou começar esse resumo louco que apenas eu e você estamos vivendo.

Antes de mais nada deixa eu me apresentar, me chamo Chloe Kaminari... Sim, Kaminari. Realmente significa Deus do trovão ou do Relâmpago, forte não? Bem, eu não sei ao certo quem me deu esse nome, sou órfã e não vi a cara dos meus progenitores. Porém eu não sou sozinha no mundo... ou não era... Bem esse e o motivo de eu estar nesta ilha, faz muito tempo que o incêndio aconteceu e preciso achar meu irmão gêmeo, alto...cabelos claros... Talvez com uma cicatriz enorme nas costas... Viu ele por Aí? Se sim me avisa por favor.

Bem, voltando ao resumo, depois do incêndio que rolou no orfanato que a gente morava, nos separamos e não consegui achar ele depois daquilo. Talvez as damas do destino não desejem que a gente se reencontre  —Será que devia desistir?— A frase poderia sair mais alta do que o normal, talvez graciosa para os outros, mas repleta de cansaço e frustrações. Eu não vou soltar tudo sobre mim nesse primeiro contato também, sabe eu sou como a esfinge. “ Decifra-me ou te devoro “

— Bem... para o infinito e além... do mar...— Os primeiros passos que ia dando para fora daquele lugar seriam os primeiros de uma enorme jornada... a jornada de mil passos até achar meu irmão.

Mas por onde procurar? Parada naquele lugar e que eu não poderia ficar... Como as ondas calmas do mar começaria a observar as pessoas que pudessem parecer mais "amigáveis" naquele Porto, talvez um velho pescador ou até mesmo um dos homes que poderia ou não estar trabalhando ali, tudo que eu precisava naquele momento era caminhar para buscar informações.

Histórico:
● Postagens: 001
● Pagina:001
● Ganhos: N/A
● Perdas:N/A
● NPC: N/A
● Player Conhecido: N/A
Objetivos:

● Encontrar Diego Kaminari
● Encontrar Silver D Saru
● Encontrar Mané
● Encontrar Kuro Tempest
● Aprender Proficiência Pesca
● Aprender Proficiência Anatomia
● Comprar ( Ou furtar) uma segunda corrente
● Conseguir um NPC Acompanhante.
Legendas:
- Fala
- Pensamento




Última edição por Chloe Kaminari em Qui Maio 13, 2021 11:13 pm, editado 1 vez(es)

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! U8TTd9b

Ficha
Kuro Tempest
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Imagem : 1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! L4qXuOc
Créditos : 00
THE
LAST
SPARK OF HOPE
As coisas não acontecem como nós mesmos gostaríamos, pelo menos não na maior parte das vezes. Sentir aquele vazio me lembrava do que havia acontecido a tempos atrás, como uma marca que me fazia ser quem eu era após a superação. Lógico, achava que não sentiria mais aquela dor imensa, mas após a morte de minha mãe percebi que ainda perderia pessoas importantes em minha vida. No entanto, jurei a mim mesmo que evitaria isso, pelo menos ao máximo que conseguia.

Meus cabelos negros ainda cobriam parte da face, tapando o olho direito que ainda conseguia enxergar entre as brechas deixadas pelas madeixas. Observava o que seria meu objetivo, me perguntando se encontraria alguém ou algo que me ajudasse a dar início a aventura que decidira seguir ao fim da vida de minha matriarca. Sua dor, e suas últimas palavras me impulsionaram a seguir em frente e a nunca me prender ao passado, o que era um pouco complicado.

Vendo tudo isso poderiam entender que eu era um pouco depressivo, mas na verdade eu apenas gostava de ficar quieto. Claro que não era anti social, mas iniciar uma conversa não era uma virtude minha. O que me fez ser assim? Bem, começou pela morte de meu pai. Estávamos pescando em meio a um clima desfavorável, quando um navio da marinha nos atacou. Foi engano, eles se desculparam, mas não foi o bastante para sanar minha dor. Depois disso foi a morte da minha mãe, que adoeceu. Tudo isso foi como perder parte da minha alma. Talvez não seja o bastante? Talvez, mas lá estava eu, quieto enquanto caminhava de forma lenta.

”Onde será que consigo isso?” Diante de tudo sentia a falta de uma espada, cuja era a melhor forma de me defender. Torcia para não ter que usá-la, já que não gostava de lutar a não ser que visse necessidade. Por isso, procurava de forma atenta alguma loja que pudesse me vender uma arma, de preferência uma katana. Se conseguiria? Não fazia ideia, e se isso realmente acontecesse iria atrás de alguém para perguntar onde poderia arrumar uma espada como a que queria.

Considerações:

Informações:
● Numero de Posts: 1
● Paginas: 0
● Ganhos: -x-
● Perdas: -x-
● NPCs: -x-
● Players Conhecidos: -x-
Itens:
Habilidades:

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! KTTKkRi

Ficha / Template
ripper
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Imagem : 1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! Mugen-samurai-champloo-gif-9
Créditos : 05
ripperCivil
https://www.allbluerpg.com/t334-mane#985 https://www.allbluerpg.com/t399-1-caminhos-entrelacados-o-alvorecer-da-aventura
O quê? É o Mané?!



Minha cabeça batendo contra a madeira me acordou. Acho que havia sido o tranco de algum brutamontes descarregando o barril do navio, eu havia me escondido nas cargas de um navio mercante qualquer, fiquei perto das frutas, que sorte! A vantagem de você ser leve é justamente essa, eles nunca percebem que você está lá dentro.

Por incrível que pareça, a última noite havia sido a melhor que eu tive em um bom tempo, meu sono foi silencioso, sem que pesadelos e muito menos sonhos dessem suas caras. Meia-noite também havia ficado mais quieto que o normal, será que ambos pressentíamos alguma coisa? Mas antes que eu pudesse perder mais tempo em devaneios, uma sombra cortou os feixes de luz que teimavam e penetrar o barril. Algumas vozes, pigarros e um comentário machista qualquer foram diminuindo o tom, parecendo afastar-se de mim, coloquei a mão na boca de Meia-noite, ele é um macaco esperto, mas gosta de aprontar das suas.

Quando silenciou, empurrei a tampa com a minha cabeça, emergindo o suficiente para que meus olhos pudessem ver alguma coisa, estava limpo, saí antes que alguém voltasse para me flagrar. Dei alguns tapas na minha roupa, ajeitei minhas trouxas e as tintas que eu havia encontrado antes de partir, Meia também estava bem sujo, então tratei de limpar seu pelo com leves tapas.

Puxei o ar pelas narinas, como alguém que apreciava o cheiro do novo

Ah... — sorria, enquanto degustava os aromas — então essa é Dawn Island... — subitamente meu semblante mudara — alegre-se povo de Dawn Island, pois chegou em sua Ilha a incrível, a inigualável, a faraônica companhia do... — batia o indicador no queixo, enquanto buscava inspiração — do... — eu sou um artista, vou improvisar — do... — o nome é importante demais para ser improvisado — do Mané?

Contrariado, eu ainda não havia decidido como seria o nome do meu circo. ” Do mané...” que decepcionante, El Jefe diria que eu sou mesmo um mané. Mas de qualquer forma, um circo não existe pelo nome e sim pelas suas atrações.

Meia-noite, venha aqui, essa ilha merece uma atração inovadora, nunca antes vista sendo executada em outra ilha... — rapidamente começa a me empolgar — uma atração que mostre o inesperado, que faça até defunto levantar do caixão para ver... — minha emoção era liberada através de pequenos socos no ar, como uma pessoa com a certeza de que esta prestes a fazer algo incrível — Meia, existem inúmeros arremessadores de facas famosos mas eu nunca ouvi falar de um macaco que fazia isso, Meia-noite, você será o macaco arremessador de facas mais famoso deste mundo! MAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHAHAHA!

Eu já sabia o que fazer, iria treinar Meia-noite para que ele arremessasse facas, só tinha um detalhe, as facas. Assim, olharia com mais atenção a minha volta e para os céus, tentando estimar que horas eram, também buscaria entender em que local da ilha eu estava, para tentar traçar um caminho para a parte mais urbana daquele local, caso houvesse. Quando tivesse determinada noção das coisas em volta, caminharia para a direção onde julgasse ser mais propício para encontrar os instrumentos do próximo espetáculo, ou seja, as facas.



CONTROLE:

● HP:140/140
● STA: 100/100
● Postagens: 001
● Pagina:001
● Ganhos: N/A
● Perdas:N/A


Última edição por ripper em Dom Maio 16, 2021 4:44 pm, editado 2 vez(es)
Saru
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Imagem : 1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! 120x120
Créditos : 00

Era uma vez um jovem promissor da marinha, ou pelo menos isso seria o sonho do meu avo, e para infelicidade dele não tou interessado em virar marinheiro.
E apesar dos treinos dele deste pequeno, havia uns dias já que ele simplesmente me teria deixado na floresta para usar o treino dado para sobreviver, e com isso já teriam se passado alguns dias, embora as vezes não pareça eu oiço ele e aprendo rapido por isso não teria sido dificil, e apos uma noite de treino eu acordo ao pe de uma arvore, talvez pudesse parecer perigoso mas dificilmente teria visitas, apos meus treinos com os animais sim animais, principalmente macacos são chatos demais e rapidos, e arvores é bom para treinar.
Levantando a minha mascara de dormir que sempre andaria comigo na cabeça, eu daria uma leve espreguiçada.
-Ta na hora de me levantar, chega de treino é melhor eu voltar para a vila, me pergunto se o bar tem muita gente?
Eu me levantaria e logo caminharia para fora da florests ate a vila, na qual assim que eu chegasse perto da vila, eu dava primeiro uma olhada ao redor pois já fazia uns dias que eu so teria arvores em volta, apos apreciar um pouco a vila eu logo seguia ate ao bar local, eu lembro que sempre acabava indo la com o meu avó quando pequeno, pelo menos desta vez eu já chego ao balcao para pedir algo, chegando no bar eu me sentaria ao balcao e esperaria a recepçao local enquanto eu ficaria olhando em volta vendo as pessoas que poderiam estar no bar.


Histórico:
● Postagens: 001
● Pagina:001
● Ganhos: N/A
● Perdas:N/A
● NPC: N/A
● Player Conhecido: N/A
Objetivos:

● Conhecer Novas pessoas ( bando)
● Aprender Proficiência Criptografia
● Aprender Proficiência Acrobacia
● Arrumar um barco e sair para o Mar
Subaé
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Imagem : Cabra da Peste
Créditos : 02
SubaéCriador de Conteúdo
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Narração post 1


Diego


O dia mal começou e os passarinhos já estavam a cantar como já era de costume.
Diego terminou de comer o seu desjejum e saiu de sua cabana pela última vez.

A floresta Midway é o palco cheio de vida, se você fechar os olhos para prestar atenção nos sons da natureza, com certeza perceberia bem mais do que três tipos diferentes de animais.
Essa área selvagem amedrontava muitos dos cidadãos que viviam em Dawn, apenas os mais corajosos tinham coragem de perambular por ali.

Diego seguiu o seu caminho rumo ao reino de Goa.
Pelo caminho, Diego pode perceber diversas árvores frutíferas. Algumas estavam carregadas de maçãs, outras de pêras e algumas tinham até mangas.

Depois de alguns minutos chegou no limite da floresta.
O cenário que antes era repleto de fauna e flora, agora dava espaço a pilhas e mais pilhas de lixo.
Árvores não haviam ali, nem mesmo animais ou rios. Apenas um deserto de sucata e chorume, e os miseráveis que ali viviam.

-Bem vindo ao Terminal Cinza, mauricinho! - Quem falou foi um homem feio e com dentes podres que vinha com alguns comparsas na direção de Diego. - Você não fede como os outros que vivem aqui… mas vai feder.

O grupo de vagabundos cercou Diego. Todos apontavam as suas espadas enferrujadas na direção do jovem espadachim.

-Quatro contra um é uma covardia, eu sei, mas fazer o quê? A vida é cruel, não é mesmo?
Se quiser viver entregue tudo que você tem, incluindo a espada e suas roupas.


No horizonte,bem longe dali, podia-se ver uma grande muralha branca onde se encontra o portão da cidade.



fala-homem feio e com dentes podres


Mané


Por falar na cidade, vou te contar um caso sensacional que aconteceu por lá.

Certa vez, um rapaz e o seu companheiro macaco esconderam-se dentro de um barril de frutas para entrar clandestinamente em um navio mercante.
A ideia deu certo e a viagem foi bem sucedida, tanto que na última noite Mané dormiu como não dormia a muito tempo. Tanto que só acordou quando sentiu o baque  do barril sendo jogado em algum lugar.

Ao bisbilhotar por dentre as frestas do barril percebeu que se encontrava em um salão com muitos quadros e artefatos religiosos pendurados em suas paredes de pedra branca.
Por conta da posição do barril Mané não conseguia ver ninguém, mas era possível ouvir algumas vozes femininas conversando.

-Não fiquem sonhando acordadas! A bíblia nos diz para não idolatrar falsos deuses ou praticar feitiçaria. Então não quero ouvir nem mais um piu sobre essa lenda idiota de coração!

-Mas senhor, Eu vi nos livros de história da biblioteca sobre essa história maravilhosa!

-E vocês acham que se isso fosse verdade, essa ilha...

CRACKSH!!!!! A tampa do barril saiu voando para cair alguns centímetros mais longe.

O rapaz emergiu do barril, apontando o polegar para si mesmo enquanto pronunciava para todos os presentes a sua chegada.

-Alegre-se povo de Dawn Island, pois chegou em sua Ilha a incrível, a inigualável, a faraônica companhia do Mané

As freiras que estavam no salão tomaram um susto, gritaram escandalosamente e saíram correndo assim que viram o Mané. Mas um homem esbelto com cabelos brancos cacheados ficou ali aplaudindo enquanto observava seriamente o rapaz e seu macaco.

-Você é realmente um mané. - A expressão de desaprovação do homem evidenciavam que aquelas palmas eram puro sarcasmo. - Só um mané entraria em um barril para invadir a Igreja Real da Fé e sairia bradando a chegada para todos ouvirem.

O homem estendeu a mão, gesticulando para que mané continuasse parado onde estava.
Com a outra mão, levou o dedo indicador à boca e fez “shiu” para que mané continuasse quieto.

-Eu sou o Reverendo Sheep e mando em muita gente aqui. Eu poderia mandar os guardas te prender agora mesmo, afinal, você está invadindo. Mas pra ser sincero eu preciso da ajuda de um rato igual você.
Se você aceitar me ajudar em um servicinho eu posso fazer vista grossa e já te pago uma boa quantia em bellys. O que me diz?



Fala- Reverendo Sheep




Saru


Voltamos para a Floresta Midway, Saru acordou naquela manhã decidido a deixar as árvores para trás, sendo assim partiu em direção à vila Foosha.

Atravessou o monte Columbo em um par de horas. Trabalho fácil para alguém que cresceu treinando nessas terras mas cansativo para qualquer um, principalmente abaixo o sol que começava a queimar cada vez mais forte.
Finalmente Saru chegou na vila portuária do leste e a primeira coisa que ele fez foi dirigir-se até o Bar da Ana. Local muito conhecido e apreciado por todos os moradores da vila.

Assim que adentrou no bar se deparou com uma bela festança.
Devia ter pelo menos umas trinta pessoas ali, bebendo, cantando e se divertindo com muitas risadas.
Haviam umas belas mulheres que se divertiam (algumas até se derretiam) com as histórias que os homens contavam sobre si mesmos; Porém a maior parte das pessoas ali presentes eram Homens barbudos e mal cheirosos. Não que isso importasse para qualquer um ali.

-EI EI, VEJAM TEMOS MAIS UM CONVIDADO!!! VEM BEBER COM A GENTE MOLEQUE!!- um homem muito gordo e bêbado foi quem falou primeiro.

-É ISSO AÍ, BORA SE DIVERTIR!- Dessa vez quem berrou foi um bebado com dreadlocks -VOCÊ SABIA QUE EU JÁ VI UMA PAREDE VERMELHA QUE SAI DO MAR E SE ESTENDE ATÉ O CÉU?

-Bem vindo xuxusinho.- Agora quem falou foi uma bela mulher ruiva com um belo par de seios.
 
Todos ali receberam Saru muito bem, não havia nenhum sinal de hostilidade no lugar.
De repente um homem magro e sem barba veio em sua direção e ergueu uma garrafa de sake na direção de Saru.

-Não se importe com eles, estamos felizes por completar mais uma viagem e por isso estamos em festa. E ai, está servido?



Fala- Homem gordo
Fala- Homem de dreads
Fala- Mulher
Fala- Homem sem barba



Chloe


Chloe estava a observar ao seu redor procurando por alguém de aparência amigável.
Ela se encontrava no pequeno porto de Foosha, local onde acabara de desembarcar depois de uma longa viagem.

À sua direita havia alguns marujos descarregando alguns navios enquanto outros já estavam a limpar o convés. Aquela era a típica cena comum de um porto quando um navio chega.
O único diferencial daquele dia é que, além do navio que trouxe Chloe, outros dois navios também haviam acabado de chegar.


À sua esquerda, avistou uma confusão entre dois homens que discutiam sobre uma tal dívida não paga.

-Ei seu bostão, você ainda não me pagou por aquele servicinho que eu te fiz! Ta despirocado da cabeça é?

-Eu já te falei que só vou pagar semana que vem! Não encha mais o meu saco, ou não vou mais conseguir armas para você.

-Não me ameace, seu lixo…

À frente de Chloe estava a Vila Foosha, um pequeno e pacato vilarejo repleto de colinas com vacas pintadas e moinhos de vento.
As casas mais próximas não eram comerciais, mas dali dava para avistar uma padaria, uma peixaria, uma loja de armas e o bar  da Ana.
Haviam alguns poucos civis caminhando pelo local, dentre eles, três criança brincando de pega pega, um vendedor ambulante de cestas, e duas velhas que se juntaram no banquinho para fofocar.



Kuro


Kuro desceu da embarcação que o trouxe até Foosha e saiu a caminhar pela rua principal do vilarejo em busca de uma loja de armas.
Felizmente a vila é bem pequena e as lojas são facilmente destacáveis graças aos seus letreiros quando comparadas as casas residenciais.

Kuro adentrou a loja de armas e se deparou com um salão com prateleiras cheias de facas e barris repletos de espadas.

No fundo da loja estava um homem velho de bigode proeminente atrás do balcão largo que dividia a loja.

-Seja bem vindo moleque, está atrás de um canivete para sair por aí fazendo baderna é?
Eu tenho todo o tipo de arma que existe aqui no east blue, e não tenho nenhuma moral, por isso eu vendo armas para menores de idade também hahahahahha só mantenha isso em segredo, ok?
Escolha o que quiser, ou o que puder pagar.



Fala- Velho de bigode proeminente




240/240100/10010/1015/15

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Diego Kaminari
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Diego KaminariEstagiário
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Um Erro a Custo da Vida


A injustiça que se faz a um, é uma ameaça que se faz a todos.




A cada passo que dava eu percebia que poderia sentir falta daquilo ali, os animais, a vida que transbordava ao meu redor… No início tudo aquilo me pareceu desconfortável, mas a partir do momento que me acostumei a sobrevivência pude notar as partes boas de tudo aquilo. As frutas brotavam aos montes e bem variadas por sinal, foram minha sobremesa por muitas vezes. Eu não estou deixando aquilo por que simplesmente estava insustentável, estava porque a hora de correr atrás de meus sonhos havia chego.


Algum tempo de caminhada foi suficiente para que o cenário vivido se tornasse um monte de lixo com mau cheiro que chegava longe. Como pode haver esse contraste tão grande? Os nobres se colocavam como superiores, todavia era os próprios quem destruíam o próprio reino… No entanto, sempre foi mais fácil colocar a culpa nos miseráveis que ali viviam e fediam igual o resto. Logo após adentrar aquele lixo de lugar pude escutar o que seriam umas Boas-vindas deveras suspeitas, alguns homens vieram em minha direção afirmando que eu não fedia como tudo ali… Até aí era so elogios, entretanto sua ação seguinte me fez eliminar parte da compaixão que eu tinha daqueles que ali viviam. Todos os quatro homens me cercaram e apontaram suas espadas contra mim, falando palavras que me fizeram sorrir um tanto animado.


- Como vocês podem vir até mim numa luta tão injusta, você não tem vergonha? Mas tudo bem, deixo você ir chamar mais uns dois idiotas para deixar isso justo. – Disse com um sorrido que carregava toda e mais pura essência do deboche.


Esperaria que algum deles tentasse me atacar, neste caso iria já com espada em mãos, tentar bloquear sempre visando um contra-ataque assim que a abertura surgisse. Claro, utilizaria de todos os recursos como chutar as bolas do adversário, chorume no olho, golpe no ouvido, penso que uma luta justa seria a última preocupação dos lixentos ali. No entanto, no caso de me cercarem de maneira que todos ao mesmo tempo, fossem me atacar, iria com minha espada estendida, girar algumas vezes em meu próprio eixo da maneira mais rápida que conseguisse, como um peão afiado. Caso fosse eficaz iria finalizando os homens de maneira brutal, até que restasse somente um, de preferência o que me disse tais palavras. Dado que estivesse abatido iria cortar suas mãos fora, assim como seus pés.


- Quando os miseráveis como você começa a roubar de seus próprios companheiros de sofrimento, você perde seu direito e se torna aquilo que mais despreza. Mas tenho uma dúvida… Será que seu sangue também fede? – Diria rindo com uma gargalhada. – Você não será injusto com mais ninguém em sua vida, o que se resume aos próximos quinze minutos. Bom resto de vida.


Caso em algum momento meu plano desse errado e eu sofresse algum dano, iria continuar a lutar até que não restasse mais opções, todo o tempo usaria o local a meu favor como, por exemplo, jogar lixo ou chorume em direção aos agressores. Mas caso realmente não tivesse nada a fazer, eu iria… Correr rindo como se tudo aquilo me divertisse, usando os montes de lixo para os despista. Mas isso somente no último dos últimos casos, não quero começar minha jornada tendo que correr de meros bandidos lixarados.


Histórico:

Numero de Posts: 2
Paginas: 0
Ganhos: -x-
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NPCs: -x-
Players Conhecidos: -x-





Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )







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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! 4nO1oWY
Chloe Kaminari
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Chloe KaminariEstagiário
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2 ° - Ameaças lançadas... curiosidade de um gato.

Chloe Kaminari


 Ok, estava paradinha naquele porto enorme não iria ajudar em porra nenhuma, por isso um passo era dado de cada vez, mas ainda sim cada passo era mais cauteloso que o anterior, enquanto com olhos de coelho observava a tudo e a todos que passavam ou o que faziam. O grande problema de quem é curioso… tudo chama a atenção e as vezes isso poe causar tantos problemas que tu nao faz ideia.

Mas o que esses belos olhos avermelhados como o pôr do sol estão observando tanto pelo porto… As figuras daquele lugar e óbvio. Nao era de se esperar que em um lugar tão cheio de musculos como aquele ei pudesse achar alguém gentil e solidário para minha busca, mas ainda sim, precisava tentar, certo? Homens descarregando enornes cargas a direita, outros limpavam o convés das embarcações; descartei as duas primeiras opcoes de informacao por conta do trabalho, apesar de minha curiosidade dizer para que eu fosse naquele lugar.

Mais alguns passos foram dados até que uma pequena discussao despertou a grande bisbilhoteira que existe dentro de mim. Voce deve pensar" Chloe minha querida segue seu caminho e deixa os dois em paz”, mas infelizmente nao da sabe… e um defeitinho que talvez e so, talvez possa ser usado para o bem as vezes. Mas nao sempre.

Na cintura, a corrente descansava como um cinto improvisado que prendia o vestido de forma a demarcar ainda mais minhas…curvas. Os passos lentos, prenuncio da curiosidade e talvez da enorme merda que iria me meter, eram dados com graça em direção a dupla — Meu caro, o homem ja nao falou que irá lhe pagar? O que custa esperar um dia ou dois para isso? as palavras nao tinham um direcionamento certo lara A ou B, apenas as havia soltado em meio palavras calorosas trocadas entre os dois. Virei entao para o homem que havia comentado sobre armas — O senhor e um vendedor de armas ou algo assim? Pois, eu gostaria de quem sabe… comprar algo. Logo que esperava a resposta do homem olhei para a cidade tentando ver locais onde pudesse descansar depois da busca, um bar… uma loja de armas… uma peixaria e uma padaria… Talvez eu ficasse entre a padaria e o Bar. Chega de cheiro de peixe…se bem que precisava aprender algumas coisas e aquele lugar poderia ser perfeito para isso — Porque nao fazemos assim, vamos os três beber e conversar melhor sobre essa tal divida. A voz saia calma e baixa, talvez deveras sugestiva pela parte da bebida, mas era como eu havia aprendido a conseguir as coisas naquele mundo podre, mas nunca chegava aos finalmentes sabe… isso eu estou guardando para meu amado irmão. Ainda tenho fé que ele esta vivo por esse enorme mar azul.

Histórico:
● Postagens: 002
● Pagina:001
● Ganhos: N/A
● Perdas:N/A
● NPC: N/A
● Player Conhecido: N/A
Objetivos:

● Encontrar Diego Kaminari
● Encontrar Silver D Saru
● Encontrar Mané
● Encontrar Kuro Tempest
● Aprender Proficiência Pesca
● Aprender Proficiência Anatomia
● Comprar ( Ou furtar) uma segunda corrente
● Conseguir um NPC Acompanhante.
Legendas:
- Fala
- Pensamento




Última edição por Chloe Kaminari em Sab Maio 15, 2021 6:04 pm, editado 2 vez(es)

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! U8TTd9b

Ficha
Kuro Tempest
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THE
LAST
SPARK OF HOPE
Os passos seguiram adiante, andando pelas ruas do vilarejo enquanto os olhos observavam bem os arredores. Me perguntava se aquele local era seguro o bastante para alguém desarmado como eu, mas logo me deparei com o local que eu queria, deixando essa questão de lado e tirando um pequeno suspiro dos meus lábios, enquanto a destra pousava sobre a pequena bolsa de dinheiro presa em minha cintura. —‌ As coisas não devem ser tão caras, não é mesmo? ‌— Adentrei na construção com certa cautela, olhando seu interior em busca de algo que me seria útil.

Uma voz saiu dos fundos da loja, gerando um leve frio na espinha e direcionando meu olhar em tal direção, após tomado o susto. —‌ Ahh, olá. ‌— Fiquei um tanto surpreso ao entender que ele estava me considerando um adolescente baderneiro, mas não prolonguei o diálogo naquele sentindo para evitar desentendimentos. —‌ Sim, procuro por uma arma sim, mas algo maior do que um canivete. ‌— O fato dele deixar claro que não ligava para algumas regras mostrava o que aquele homem poderia ser capaz de fazer.

Avaliei atentamente os arredores até um barril cheio de espadas me chamar a atenção. —‌ Aqui estão. ‌— Podia ver que eram de qualidades variadas, tendo as mais belas chamadas a minha atenção. —‌ Então, quanto vale essas aqui? ‌— Eram duas Katanas prateadas de uma qualidade média, diferente de outras duas que mostravam claramente que não eram de boa qualidade.

Para falar a verdade, torcia para que ambas entrassem em meu orçamento, cujo não era tão grande assim. Totalizava cerca de duzentos e cinquenta barries, o que para mim era toda a economia guardada por minha mãe e por todo o meu esforço. ”Diz que não é tão caro.” Eu realmente não queria levar as duas armas de baixa qualidade, pois em meio ao combate elas poderiam gerar algum tipo de risco para mim, e isso seria muito ruim. Com isso meus olhos atentos se mantiveram no homem ao fundo da loja, aguardando por sua resposta ao meu questionamento.

Considerações:

Informações:
● Numero de Posts: 2
● Paginas: 0
● Ganhos: -x-
● Perdas: -x-
● NPCs: -x-
● Players Conhecidos: -x-
Itens:
Habilidades:

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