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Kenshin
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Créditos : 26
KenshinDesenvolvedor
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Relembrando a primeira mensagem :

1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Diego Kaminari , Chloe Kaminari , Mané , Kuro Tempest e SIlver D Saru. A qual não possui narrador definido.

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 10 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Kuro Tempest
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Créditos : 05
THE
LAST
SPARK OF HOPE
A corrida pela floresta durou um certo tempo, e terminou em meio a um paredão de rochas que fazia parte da montanha. ”Para onde vamos?” De acordo com o que via, só dava para seguir pelas laterais, ou retornar por onde tínhamos vindo. Olhei para Lúcio mais uma vez e ouvi suas palavras um tanto preocupadas, e logo o vi se aproximar de um arbusto e arrancá-lo com a mão. ”Uma passagem?” Não imaginava ver uma passagem logo ali, mas uma fissura apareceu assim que o homem tirou as folhas do lugar.

Segui o homem com rapazes, mantendo-me em alerta para que não fossemos pegos de surpresa. Não demoramos muito e logo chegamos em um tipo de clareira, onde havia grama para todo o lado e uma árvore incrível em seu centro. —‌ Você! ‌—‌ Murmurei para mim, me deparando com o mesmo garoto que roubou as armas de Kinshi junto delas próximas à árvore.

—‌ Achei você! Não pensou que ia escapar com todas essas armas roubadas, incluindo a minha espada não é seu bandido de quinta? ‌—‌ A destra já seguiria até o cabo da katana que logo seria puxada e apontada para o bandido, filho do dono da loja. —‌ Vou arrancar suas mãos, para aprender a nunca mais roubar. ‌—‌ Os joelhos flexionaram, preparando todo o corpo para avançar contra o garoto.

Estava prestes a avançar contra o bandido, quando Saru começou a caminhar em sua direção. ”O que pensa que está fazendo?” Não sabia se ele era confiante o bastante, ou se era apenas burro mesmo. Ainda assim me mantive na mesma posição, acompanhando seus passos com os olhos prestes a agir caso fosse necessário.

HP: 3800/3800 | ST: 100/100

Considerações:

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 10 KTTKkRi

Ficha / Template
Diego Kaminari
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Créditos : 00
Localização : Rio de Janeiro
Diego KaminariEstagiário
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Uma Clareira Armada






A caminhada começou agitada no momento em que Saru deu uma ideia que muito me agradou, no entanto, suas falas seguintes me fizeram soltar uma risada alta.


- Capitão? Nem ferrando Saru, mais próximo que tu chegarás de capitão é se te confundirem comigo. – Disse, mas logo seguindo meu caminho. O bando era meu e ele teria que se adaptar a ideia, mas creio que pela boa pessoa que o mesmo aparentou ser não seria um problema ele aceitar a triste realidade.


O caminho não foi longo e apesar do peso de Chloe nada me deixava mais feliz de tê-la tão próximo de mim, eu amava aquela garota e nenhum esforço seria algo negativo se fosse para o bem da mesma. Após algum tempo chegamos no que seria um paredão de pedra e a primeiro momento parecia que nossa trilha havia acabado ali, no entanto, o irmão de Elma acabou por informar que a garota estaria do outro lado. Eu pensei que teríamos que começar a destruir a montanha, mas o jovem astutamente retirou um arbusto que revelou uma entrada.


Todos entramos sem demora, do lado de dentro nos deparamos com uma grande clareira, uma árvore se erguia majestosamente ao centro. Era um local muito lindo para alguma cerimônia ou festa, todavia o “evento” que estava acontecendo ali se distanciava um pouco do sentimento festivo que eu imaginei. A garota que todos procuravam estava lá, mas acompanhada de dois homens claramente exaltados. Ao redor muitas armas se amontoavam o que me fez questionar o porquê de estarem ali. O garoto que nos havia ajudado já estava lá dentro quando cheguei, mas parecia estar exaltado também... Ótimo, preciso de pessoas dispostas a lutar pelo que pensam e querem em meu bando. Mas quem tomou frente foi Saru que sugeria sair da situação com um plano que aparentemente ele guardou so para ele, todavia, decidir confiar no garoto, so para variar um pouco.


- Agora que estão informados... – Disse colocando Chloe ao chão e me aproximando de Saru com a espada em mãos e mostrar apoio, se quiserem brigar, não seria somente contra um. - ... Elma, poderia nos emprestar alguns dos homens para carregar essas armas até a cidade?


Qualquer sinal de confronto iria tentar usar da espada para bloquear e se possível desviar em direção a Chloe, juntos lutamos bem melhor do que separados. No entanto, iria aguardar uma oportunidade de contra-atacar meu agressor mais próximo com golpes simples, entre tudo com intuito de no mínimo derrubar o tal. Caso contrario iria esperar com guarda alta para analisar melhor a situação que havia me metido. Mas na possibilidade de tudo acabar bem iria então seguir o caminho, mas agora carregando o máximo que conseguia das armas ao invés de minha amada.



Histórico:

Resumo da Ficha:



Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )







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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 10 4nO1oWY
Chloe Kaminari
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Créditos : 03
Chloe KaminariEstagiário
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23º - Problemas… novas ideias

Chloe Kaminari


Mesmo em meio as adversidades conseguia demonstrar o que sentia por Diego. Confiava minha vida aquele homem e sabia que nunca cairia em batalha ou seria lesada por causa de suas brincadeiras, mas a preocupação de um "estranho" disparou a resposta mais rápido do que podia perceber —Diego nunca me deixaria cair garoto—a resposta foi quase imediata retirando a deixa de meu irmão. Era tão maravilhoso poder estar em seus braços novamente que não queria perder mais nenhum momento como aquele.por alguns segundos me distrai deixando o perfume do corpo de meu amado inebriar os sentidos e se misturar ao aroma frutado da floresta, todavia o simples citar da palavra Capitão pelos lábios de Saru foi o suficiente para me tirar do transe olfativo e trazer de volta a realidade.

Dessa vez, veloz como um raio, Diego respondeu a altura do atrevido — Eu só sigo as ordens do meu irmão, ninguém além dele. E duvido que você gostaria de ir contra mim quanto a isso—a fala sairia mais intimidadora principalmente em seu final. Talvez um hábito dos anos lidando com homens e mulheres que gostam de arrumar uma confusão ou outra.

O restante do caminho segui em silêncio apenas seguindo Diego a partir do ponto que fosse colocada no chão, caso contrário ficaria apenas em silêncio.

Todos entravam por uma espécie de fenda, o local em si era lindo, mas a cena que ali se desenvolvia não parecia muito melhor do que a que tivemos no topo da montanha. Meus olhos observaram a figura dos homens que mais cedo havia "tentado" me passar a perna. Acabei não contendo uma risada baixa —Uau… que belo lugar para um reencontro. Meu amor, esses dois aí se acharam mais espertos do que eu —

Me mantive apostos para qualquer sinal de problema. Caso um deles fosse em direção a Diego de alguma forma iria aproveitar a distância para usar o chicote improvisado e golpear sua perna ou costela. Caso fosse em direção a criança e mané, iria usar da mesma estratégia, mas se estivesse longe, iria primeiramente me mover de forma a diminuir o primeiro impessilho.

Histórico:
Ficha Resumida:
Objetivos:
Legendas:


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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 10 Bc5w0lykuse71

Subaé
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Créditos : 05
Localização : Nos bares de então
SubaéCriador de Conteúdo
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Narração, Post 23


TODOS

Mané, que foi o primeiro a adentrar a passagem secreta que dava acesso à clareira, chegou a tempo de interceptar a briga entre os dois rapazes, prostrando-se entre eles e a garotinha.

-MANINHOOO- Maka gritou enquanto corria para junto de Mané e meia noite.

A dupla de ladrões, diante do espadachim circense, apenas se entreolharam com um sorriso malicioso, e então ergueram suas espadas em preparação ao início de outra batalha.

-Não se importa com o que estamos fazendo? -Acerola respondeu sarcasticamente - Até parece!! então por que mais vocês viriam até esse lugar secreto que a gente descobriu? Desculpe por isso seu magricela, mas vamos acabar com a sua raça e depois vamos vender essa garota para algum nobre.

A tensão estava prestes a estourar em conflito. e então, foi quando Lúcio adentrou o local junto do resto dos bandidos., seguidos por Diego, Chloe, Saru e Kuro, que conversavam entre si sobre criar uma tripulação.Quem será que vai virar o capitão? Saru ou Diego?
A resposta pra isso todo mundo já sabe.

Agora a clareira estava tão cheia quanto um festival de gente doida, e todos observavam irritados para a dupla de ladrões, que, assustaram-se com a visita repentina. Vendo toda a situação, Saru perguntou para Elma se os ladrões eram seus companheiros -Não garoto, nunca vi esses dois aí!- a mulher respondeu.  

Kuro foi quem reconheceu os meliantes e os ameaçõu com possíveis mutilações, entretanto, nada fez. Apenas ficou a observar Saru, que tomou a frente da situação e desarmou-os facilmente com dois chutes velozes que acertaram suas  armas.

O jovem parecia ter se inspirado em seu avô, e agora propunha levá-los, detidos, até Foosha. Enquanto isso, Diego pediu a Elma a ajuda de seus homens para carregar as armas até a vila.

-Os bandidos da montanha estão a sua disposição garoto - Dizia enquanto lágrimas gotejavam por seu rosto.

A dupla de meliantes ainda não havia se rendido. entreolharam-se buscando alguma abertura para contra-atacar, mas a oportunidade não aconteceu. Quando perceberam que todas aquelas pessoas estavam juntas, renderam-se de uma vez, sem resistência.

-Nos perdoe, a gente só queria virar piratas!!!
- É isso ai… A gente só queria levantar uma grana para sair dessa ilha de merda!!

Choravam diante sua derrota.

1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 10 GDCg

Agora que essa confusão estava resolvida, alguns bandidos já haviam amarrado Acerola e Stan para que não fugissem, e agora estavam a organizar as armas em redes improvisadas feitas por Jacob, assim seria mais fácil carregá-las.
O sol estava pronto a se pôr e as cigarras cantavam a orquestra do anoitecer. O céu já não era mais de uma só cor; azul, lilás, magenta, vermelho e dourado misturavam-se em uma dança de cores fenomenal. Aquele era, provavelmente, o crepúsculo mais belo que todos que estavam presentes já viram em suas vidas.Estavam em uma montanha, muito alta, e por entre as árvores era possível avistar toda a extensão de Goa, assim como o mar, iluminado pela luz alaranjada do fim do dia.

Na clareira, Lúcio Elma e Maka estavam sentados nas raízes, embaixo da grande árvore.
Abraçaram-se afetuosamente em meio aos soluços de um choro guardado a muito tempo.

-Papai, titia… eu to muito feliz de ver vocês! BUAAAAA!!! achei que a gente não ia se ver nunca mais!! BUAAAAA - Maka chorava copiosamente, mas agora era possível notar que estava feliz, afinal, seu sorriso ia de orelha a orelha.

-BUAAAAAAAA!!! Minha filha amada!!! eu pensei tanto em você durante esses anos!! Eu nunca quis ir embora, mas eu precisava conseguir dinheiro e ser alguem bem sucedido para que você tenha orgulho de ser minha filha… me desculpe por ter ido embora - Lúcio ficou de quatro e enfiou a testa no chão ao desculpar-se com Maka.

-Que besteira, papai - Maka falou ao erguer a cabeça do pai - eu sempre vou ter orgulho de ser a sua filha! - e então ergueu os braços e girou - olhe para isso!! olhe o que a gente fez!!

-HeHeHe… Sua bobinha! - então Maka e Lucio saíram correndo, em brincadeira, pela clareira .

Elma observava tudo, sorrindo, e então chamou todos os jovens estranhos que conheceu naquele dia (Isso mesmo, ela chamou vocês cinco).

-Lembram daquele tesouro que o reverendo estava atrás? bom, na verdade ele existe, mas não existe… - falou com um sorriso aliviado - vocês não devem ter entendido nada né HAHAHAHAHA!!! Deixem que eu explico: A verdade é que o Coração de Goah não é um baú de tesouro cheio de jóias, nem qualquer coisa do tipo. Nós estamos agora no Coração de Goah, esse lugar nem sempre foi assim, mas aqueles três (Maka, Lúcio e a mãe de Maka) construíram esse lugar com muito esforço. Eles sonhavam que um dia iriam construir um chalé aqui e viveriam felizes, mas aí aconteceu toda aquela merda… É por isso que eu não queria que ninguém viesse para aqui, pois o Coração de Goah é o tesouro de minha amada sobrinha, e é o sonho daqueles três Românticos.

Maka e Lúcio, que ouviram parte da conversa, aproximaram-se com os braços cheios de frutos.

-E não é só isso - Maka falou - conta pra eles papai.

-Ta bom! - Lucio respondeu sorridente - Vocês sabem que eu sou um botânico né? pois bem, eu e a mamãe da Maka plantamos essa árvore a uns quinze anos atrás. Ela é um pé de Manga-Vita de uma espécie em risco de extinção que só existe na grande rota. Provem!!!- Falou ao entregar uma para cada. Maka foi quem entregou os frutos para Mané e para Meia-Noite - Esses frutos são tão nutritivos quanto uma refeição inteira, e o sabor é maravilhoso!!

Caso algum dos jovens experimentasse o fruto, sentiriam a boca encher-se de água de tanto salivar (mesmo de boca cheia). O sabor tomaria conta do corpo, como se a pessoa houvesse pulado no mar de deliciosidades. Nada mais faria sentido no mundo, pois naquele momento, o sabor fazia parecer que tudo era possível! Aquela era, provavelmente, a coisa mais deliciosa que existia!!

-Eu estou te devendo dinheiro né? - Lúcio falou para Chloe - Posso te pagar com uma caixa cheia de Manga-Vita? Vamos pegue!!

O clima estava agradável, e todos estavam começando a ficar em clima de festa.

-SENHORITA ELMA, ESTÁ TUDO PRONTO PARA DESCERMOS PARA FOOSHA!!- um dos bandidos gritou. E então o grande grupo desceu montanha abaixo até A vila portuária.


PS: Ao fazer o post vocês podem assumir que chegaram na vila em segurança, afinal tem um bonde com mais de 20 bandidos e NPC importante com vocês. Criem a situação que querem fazer ao chegar em Foosha, isso é com vocês (e obvio, fiquem a vontade para interagir com o que aconteceu durante o pôr do sol).

PS²: As Manga-vita equivalem a uma refeição, então quem comer nesse momento de descanso vai recuperar o hp e sta total.



Log de Combate:


Historico:


Stan Kinshi- Aparência
Acerola- Aparência
Lúcio- Aparência
Maka- Aparência
Elma Kopler - Aparência

NPC RANDOM


240/240100/10010/1015/15

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 10 Unknown

Tabela de preços:
Diego Kaminari
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Diego KaminariEstagiário
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Varios Vivas






Elma me respondia com lágrimas em seus olhos, aquele reencontro havia sido esperando por muito tempo e creio que até dias atrás isso não passaria de um sonho na cabeça da líder dos bandidos. Maka estava lá e seu irmão também e para alguém que acabou de descobrir que sua irmã e amor de sua vida estava viva, eu tinha propriedade para dizer que entendia como ela estava se sentindo naquele momento.


Todavia os ladrões não haviam se rendidos, coisa tal que não demorou para se resolver, a rendição dos indivíduos era mais que esperado diante do grande número que nos encontrávamos. Pelo visto não precisaríamos batalhar mais ali e logo abaixei minha espada, mas os argumentos dos homens me fizeram rir.


- Virar piratas? – Falei gargalhando. – Se tornem fortes entes de almejar algo assim e persistam no sonho, vocês não são piratas... Apenas uns bandidinhos covardes. – Parei e me virei para Elma. – Sem ofensa, não me refiro a vocês. - Disse olhando para Elma e logo voltando a atenção ao idiot... Digo, o ladrão capturado. – Mas isso que disse meu amigo metido a pirata... Deu-me uma ideia.


Naquele instante decidi guardar meus pensamentos para mim mesmo e comecei a admirar a cena que se seguia diante de mim. O sol uma hora no auge agora se punha no horizonte mesclando seu show de luzes em tons mais opacos e até mesmo aconchegantes, a noite era próxima, mas sua beleza permaneceria até o último minuto. Eu muito queria que minha estadia por tantos anos naquela ilha tivesse me proporcionado algo como aquela visão em meus dias, se tivesse acredito que minha vida seria bem mais tranquila ao final de um dia estressante. Na clareira, Lucio se encontrava com sua amada filha e irmã.


A conversa que ambos tiveram foi tocante e Elma observou tudo até o momento em que nos chamou para então explicar todas as coisas. Foi surpreendente perceber que não tinha tesouro, mas, ao mesmo tempo, eu poderia considerar esse lugar como algo raro e de valor para se possuir. Os planos para construir um chale ali, realmente parecia uma boa aposentadoria para morar com quem se ama.


- Talvez num futuro distante eu compartilhe deste mesmo sonho. – Pensei olhando para minha linda irmã.


Mas a história não havia acabado, o ex-pirata revela ser botânico e informa que aquela árvore gigante era originaria da grande rota. Então ele já esteve lá, saber daquilo me animou bastante. A fruto que ali nascia era chamado Manga-Vita, suas vitaminas eram tão abundantes que apenas uma já serviria como uma refeição completa e seu sabor era algo indescritível por palavras humana, coisa que descobri ao provar a mesma. Uma explosão de sabor em minha boca, sentia meu corpo absorvendo tudo aquilo… Assim que era a Grande Linha? Quais coisas incríveis como essa existem lá?


O clima de tensão havia ido embora e agora o de esperança tomava conta, o caminho de volta para a vila foi regado de história e risos, as armas carregadas pelos bandidos me lembrou de minha ideia que logo compartilharia com meu novo bando, mas antes...


- Elma eu acho tão bonito vocês três juntos, bem que você poderia assumir o papel de mãe da Maka e se casar com seu irmão. Te garanto que serão uma família muito linda e fofa! – Disse sorrindo e abraçando minha irmã amorosamente. Após ouvir a mulher me afastaria ao tempo que me aproximaria de Saru e Kuro.


Ajuntei-me aos dois indivíduos juntamente a Chloe e quem era mesmo o outro, o cara seria meu companheiro e não sabia nem o nome dele, se me disse ao menos eu não me lembrava. - E ae parceiro, se vamos compartilhar um barco e viver como uma família preciso saber seu nome! – Perguntei para Kuro, mas logo continuei a falar. – E nem pense em dizer que não vai, já decidi que tu vais no barco comigo. – Disse rindo, após sua resposta viraria em direção a Saru.


- Eu penso que como piratas deveríamos deixar a ideia de bom samaritano de lado e pegar essas armas para nós, tenho certeza que da para conseguir uma boa quantia na próxima ilha. – Disse com uma expressão satisfeita. – Mas temos outro problema... Precisamos de um navio para navegar até a tal ilha, tem alguma ideia?


Após ouvir as palavras do jovem independente de quais forem, iria colocar as mãos atrás da cabeça e novamente falaria ao mesmo. – Bem vou confiar esse problema a você, afinal tenho coisas importantes para resolver com essas duas belas mulheres. – Disse me referindo a Chloe e Terra. – Aproveita e tenta encontrar para mim um livro sobre sedução ou conquista pela aparência, qualquer coisa referente... Vai ser útil para os momentos que ficarei atoa no navio.


Dado que chegássemos no restaurante iria ver como as coisas se resolveriam e se tudo desse certo então passaria um tempo bebendo e comendo com minha amada irmã e minha nova amante, Terra. Mas não somente, queria festejar antes de partir, e assim faria até que Saru tivesse em mãos tudo que pedi e deixei sob sua responsabilidade.


- Um brinde a minha irmã, minha amada que voltou dos mortos! – Disse levantando uma caneca de hidromel, minha bebida favorita que havia pedido caso tivesse. Caso não, levantaria a caneca com o líquido mais forte que a mulher tivesse. – Um brinde ao novo bando que começará sua aventura! – Gritei mais forte levantando novamente o caneco. – Por fim e mais importante, UM BRINDE AO CASAMENTO DE ELMA COM SUA IRMÃO E SUA NOVA FAMILIA COM MAKA! – Beberia prazerosamente o líquido enquanto ria, e claro... Correria se assim fosse necessário, mas sem deixar a bebida cair, pois, cair so seria no fundo, de minha garganta.




Histórico:

Resumo da Ficha:



Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )







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Chloe Kaminari
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Chloe KaminariEstagiário
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24º - Nosso prêmio… aprender!

Chloe Kaminari


 
Tão belo… tão mágico… aquele lugar seria perfeito para se morar com alguém, mas aquilo não era o motivo de estar ali. Meus olhos observaram a calmaria daquele lugar, meus olhos conheciam as figuras que outrora parecia ter deixado a garota com um pouco de medo, mas que agora parecia estar completamente feliz com sua companhia; a dupla havia se rendido visto a desvantagem, mas seu comentário seguinte acabou me dando um estranho asco e mesmo com a fala de meu irmão, acabei continuando a frase — Por mais nobres que sejam suas ideias, deveriam roubar daqueles que tem muito e não dos que não tem nada! —.

Ver Elma e sua família foi tão fofo e reconfortante. Lúcio pedindo perdão para a filha e para a irmã, elas correspondendo deixou o coração bem quentinho naquela hora. Elma boa chamou dando algumas explicações, saber que aquele local era um local especial para aquela família, que o tesouro deles era chamado de coração de Goa e por isso ela fizera tanta questão de proteger com unhas e dentes tudo aquilo. Entendi seu posicionamento e não questionei sobre aquilo, porém a informação seguinte me deixou um tanto quanto animada.  — Botânico? —

A pergunta saiu um pouco mais animada do que deveria, a pergunta foi logo respondida quando o mesmo entregou uma fruta um tanto quanto amarelada e suculenta. Sua explicação atiçou minha curiosidade — Se não é venenosa, vamos comer. — falei. A mordida fez com que um suave líquido pelo canto dos lábios enquanto o interior da boca era preenchido por um sabor indescritível em palavras. Cada mastigada era uma nova explosão de sabor mais saborosa que a anterior — Deus! — Comentava de boca cheia — Que fruta maravilhosa!—os dedos estavam lambusados pelo suco delicioso o que ao fim me fez limpar cada um dos dedos de forma lenta levando-os aos lábios para chupar. Lúcio havia lembrado sobre o débito que tínhamos e sorri de forma ladina terminando de chupar o menor dedo da mão esquerda — Quero duas caixas… e uma belíssima aula de botânica, assim ficamos quites. — Brinquei rindo um pouco.



A tensão havia se acabado, os bandidos da montanha chegavam para nos ajudar a levar as armas para a cidade, mas o caminho ainda tinha muitas histórias para serem reveladas e ideias a serem compartilhadas. Conforme seguia o caminho abraçada a Diego, sua ideia acabou me lembrando de uma das ilhas que ouvi durante a estadia junto aos revolucionários. Minhas memórias trouxeram de volta a imagem do gigante animado e carinhoso que havia me ensinado sobre algumas ilhas. Puxei delicadamente o braço de meu irmão sorrindo — Porque não vamos para Tequila Wolf? Eu lembro que lá tem uma base de revolucionários e acho que da pra vender para eles e conseguir algum dinheiro.— esperei alguma proclamação por parte dos outros e continuei de forma rápida — Antes de vir procurar esse cabeça dura, eu passei um tempo com eles. Os revolucionários… eles são bem rígidos e não gostavam muito de mim, mas tem um ou outro que eu posso tentar pedir ajuda… ou oferecer alguma ajuda. —

Ao chegar novamente no bar da Ana, deixei primeiramente que Saru continuasse com sua ideia e logo puxei Lúcio para o lado.— Agora vamos para a aula, depois você bebe —



Início do aprendizado.

Mesmo a contragosto, o homem estava sentado ao meu lado para iniciar uma conversa franca. Eu sabia que algumas coisas aprenderia apenas em prática, outras eu poderia aprender apenas com a conversa e a leitura.

Bem Chloe, a botânica é um ramo da biologia que estuda a fisiologia e a morfologia das plantas, dos fungos e das algas. Não adianta nada você saber como usar uma planta se você não sabe como criar ou encontrar tal coisa. — tentei buscar um caderno junto a Ana onde pudesse anotar as informações passadas pelo homem — Dentro da botânica, nos temos a parte descritiva, que é mais voltada para observação e pesquisas. A aplicada, que estuda a interação das plantas com os homens e a Experimental que e bem a parte prática onde fazemos experimentos para desenvolver e entender a planta em um solo ou clima — o homem deu um grande gole em uma caneca de cerveja

— Então basicamente é estudar tudo à nossa volta e saber como cuidar? — ele acenou de forma positiva e continuou — Bem, coisas que comemos podem ser utilizadas para estudo de botânica, seja uma simples flor ou uma um grão de cereal — a conversa continuou por um bom tempo, Ana vez ou outra servia uma nova caneca enquanto o homem me explicava sua paixão. Que se tornaria agora minha paixão também… a botânica

Fim do aprendizado.

Aproveitaria a pequena festa no bar esperando que o plano de Saru desse certo com um largo sorriso no rosto. Agora podia viver minha vida em paz, navegando ao lado de quem realmente amava e de novos amigos que as circunstâncias haviam me apresentado.

Histórico:
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Objetivos:
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Saru
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Créditos : 11


Pouco depois de desarmar e lidar com os supostos ladroes, ouvia Chloe comentar para Diego sobre eles.
Eu acenaria a cabeça desapontado -É eu lembro deles, comeram e meteram o pé sem pagar, isso não se faz. Olhando para eles.
-Alguem pode amarrar eles? Dizia para os bandidos.
Eles parecia rendidos, apesar que não tinha outro jeito pediam desculpas mas um deles falar algo que não me soou bem e dava um cascudo nele.
-Que?... esta ilha não é merda, não culpem a ilha pelos vossos erros, se queriam dinheiro era so fazerem direito, querem virar piratas e vao roubar familia, tch.
Kaminari falaria algo perante a fala deles sobre quererem ser piratas -Não é questão de força apenas tao a fazer errado. Dizia meio desapontado com eles.
Os bandidos amarravam eles, e eu notava Jacob a fazer uma rede improvisada, olhava supreso.
-Oh sempre sabes fazer algo util. Dizia com tom de admiraçao meio zoando.
Kaminari e Chloe chegaria os dois juntos e Kaminari logo falaria “E ae parceiro, se vamos compartilhar um barco e viver como uma família preciso saber seu nome! –“ eu olhava para ele -Prazer Saru. Ao perceber que não era para mim eu logo virava minha atenção para o lado -Achei que era para mim.
A paisagem na montanha tava muito linda eu admirava ela.
-Dizem que a Ilha é ruim mas não sabem ver os lados positivos. Dizia para os ladroes enquanto olhava para a paisagem.
Logo seguia um momento familiar de choro entre a pequena Maka, Lucio e Elma eu dava um leve sorriso enquanto eles falavam.
-É sempre bom ajudar. Ouvia a resposta do Kaminari e Chloe tambem responderia a ele e eu logo completava.
-É isso que ela falou, não tem a ver com bom samaritano, mas com bom senso, educação e respeito por esta ilha e estas pessoas, graça a ela voces se encontraram e possivelmente graças a esta pequena cidade vais poder navegar, esse é o que esses dois idiotas estavam a fazer.
Ele tambem falaria sobre o problema do barco eu rapidamente falaria para ele.
-Problema, isso não e problema acho que Lucio nos consegue ajudar com isso. Dizia pensando talvez depois fala se com ele.
Antes que desse conta o Kaminari já estaria dando coisas para fazer tais como arrumar um livro -Que? Mas porque seduçao ou conquista, devia ser mais um livro sobre como não perder a amada ou um livro de como mandar uma carta….deixa pra la. Dizia murmurando as ultimas partes.
Elma chamaria por nois 5 e ela logo começaria a explicar sobre o tesouro, apos ela terminar de explicar sobre o tesouro eu olhava para todos.
-Pff.. eu sabia rs, eu tinha entendido logo do inicio. Sacudia minha mao como se não fosse nada de novo ( fingindo saber).
Lucio me dava um fruto parecia uma manga ou algo assim, eu comia, e logo viajava no sabor delicioso daquilo, mas voltava a realidade quando ele falava de onde ela era, dava uns passos ate ele.
-Oi Tio, isso era da grande rota, tu foi um pirata, entao deve ter um diario ou copia de anotaçoes?, sera que pode me dar para ajudar nossa jornada?. Dizia enquanto esperava ele responder, ele falava na divida da Chloe e isso me lembrava sobre os ladroes, enquanto Chloe falava com Lucio eu ficaria pensando em como falar para Anna.
Pegava nos dois pelas cordas que prendiam eles, e assim que os bandidos davam sinal de podermos ir para a cidade eu logo descia com eles, pelo caminho eu via umas arvores danificadas em meio a floresta .
-Ohh aquela arvore, fui eu que fiz aquilo com a cabeça…meu avo me jogou longe. Dizia rindo.
Ia me lembrando dos treinos e lutas que tive pela floresta enquanto Chloe falaria sobre uma ilha de Revolucionários a chloe falava que já passou com eles e que eles eram rigidos e não gostavam dela mas que um ou outro podem ajudar em meio da explicação dela eu so lançava –Esse nome não me é estranho, era bom termos algum conhecido de familia ou parecido talvez eles ajudassem melhor. Ia caminhando apreciando a floresta quase como viajando em pensamentos de despedida, quase sem prestar atençao ao assunto.
Chegariamos a cidade rapido, pois não teriamos nenhuma distraçao alem disso eramos muitos.
Logo de imediato assim que eu chegava na cidade eu falaria para todos -Eu vou falar com a Anna para resolver uma certa divida de uma certa pessoa,com estes dois e já vou ter com voces.
Era possivel que todo mundo fosse me acompanhar já que iamos festejar, eu pegaria nos dois e dirigia eles ate ao bar, levando diretamente ao balcao e chamando pela a Anna.
-Oii senhorita anna. Dizia chamando por ela, certamente ela não demoraria a aparecer era habito ela estar no bar, assim que ela me comprimente e pergunta se porque eles estavam presos eu seguiria falando.
-Ahh sim estes dois, eu tenho uma proposta e um pedido para te fazer Anna, lembra a divida que a Moça ruiva que cozinhou aqui (dizia apontando para ele)…bom eu conheço e ela é boa pessoa, e estes dois foram dois dos que tiveram aqui comeram e foram embora sem falar nada, alem que recentemente, eles aparentemente andaram por ai a roubar as pessoas da cidade armas entre outras coisas.Dizia olhando para eles os dois, olhava de volta para a Anna e continuava.
-Entao eu tive uma ideia assim que peguei neles, para pagar a divida e como castigo pelo que fizeram, estou aqui para deixar eles nas suas maos, para eles ficarem aqui a te ajudar no bar e a trabalhar ate pagarem a divida que foi causada, como eles são moradores daqui, eu não entreguei eles para meu avo acho que eles podem ter uma chance de se remediarem, entao achei que seria util para nois todos eles trabalham para se remediarem dos erros, te ajudam com a divida e a minha amiga pode ficar descansada. Empurrava eles para ao pe da Anna e logo baixaria a cabeça um pouco.
-Sou eu tu me conhece, Anna faz esse favor para mim e coloca algum juizo neles, alem que tou indo viajar por isso não puderei cuidar deles, senao eles vao acabar em alguma cela da marinha por uns dias.
No fundo eu saberia que ela ia aceitar, ela me conhece deste pequeno, e ela conhece tambem basicamente todo mundo aqui, por isso meio que era mau e era isso ou ir com a marinha passar uns dias preso.
Ouvia a resposta dela e deixaria eles com ela, -Inclusive a despedida vamos fazer ela aqui, mas antes disso, tenho que ir a uma loja de livros, algures na cidade. Eu andaria ate a porta para sair -Eu já volto é rapido. Dizia para todo mundo ouvir e se a Anna falase algo eu ouvia e em seguida me ia embora do bar, se alguem viesse comigo, não teria problema eu so seguia andando pela cidade a procura de uma loja de livros.
-Eu tinha esquecido que eu tava para fazer de manha, eu queria ver de terminar de aprender ou saber mais sobre Criptografia, e espero que tenha algo sobre seduçao ou conquista para o irmao perdido da Chloe, me pergunto se tem sobre ginastica/acrobacia tambem... eu acho que deve ter alguma loja aqui algures que me ajude. Dizia pensando alto enquanto caminhava e olharia paras as casinhas e barracas.
Apos conseguir achar a loja, eu logo falaria com a pessoa que era provavel que ela ja me conhece se, educadamente falaria com ela dando um sorriso e explicaria a ela o que eu procurava, explicaria quais livros eu tava pensando em pegar, eram poucos livros eram so 3 , mas assim que conseguisse esses 3 livros eu me despedia e voltaria para o Bar, na qual me juntaria com todo mundo de volta.




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Última edição por Saru em Sab Fev 12, 2022 3:08 pm, editado 1 vez(es)

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ripper
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Alegriiiia!

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Maka correu em minha direção assim que adentrei a clareira e apesar do desentendimento que tomava conta da dupla, a ameaça de minha presença era forte o suficiente para cessá-la. Segurei firmemente o cabo da espada enquanto ouvia as palavras que decretavam que um combate era iminente, mas antes que eu pudesse elaborar qualquer plano, todos nós fomos interrompidos.

Aparentemente aqueles dois eram uma dupla de bandidos e aquela quantidade de armas, fruto de suas ações. O rapaz de olhos prateados parecia gostar mesmo de uma luta, rapidamente desarmando ambos, pude relaxar.

A dupla, já rendida, expressou a vontade de se tornarem piratas. Aquilo martelava minha cabeça, viver em uma situação de merda parecia ser motivo o suficiente para que colocassem suas próprias vidas em risco, eu já conhecia a morte em sua forma mais cruel mas a miséria era algo novo para mim. No circo, sempre tivemos o suficiente. Compartilhávamos entre nós e ninguém nunca ficava sem nada, além disso, o amor e o carinho propiciavam momentos inesquecíveis, ali eu aprendi que isso fora um privilégio que eu tive.

Quando acabaram os preparativos para levar a dupla, o sol já caminhava para seu repouso, e a canção da mata tomava conta do ambiente, o céu agora parecia um quadro feito por mãos tão habilidosas quanto as de meu irmão Leonardo, que saudade dele. A tristeza não tomou conta de meu peito, como normalmente acontecia, Maka estava feliz. Eu jamais poderia imaginar tudo o que aconteceu, eu até lutei de verdade e me saí bem… eu acho. Havia muito tempo que eu não me sentia feliz e acolhido como naquele momento.

Como se não bastasse, minha curiosidade também fora atiçada, Elma contou sobre aquele lugar, Lúcio contou sobre quando plantaram aquela árvore, e quando eu mordi a fruta, não pude acreditar:

ESSA PARADA É BOA DEMAAAAAAIS! MAAAAAAHAHAHA! — gritava e comemorava, ainda com a boca cheia, enquanto gotículas doces voavam em todos ao meu redor — Grande rota, que lugar é esse?! Vai se lá que eu vou começar meu circo e pra assistir vai ter que me pagar com essa paradinha aqui! MAAAAAAHAHAHA! — arrancando um pedaço, entregaria a Meia-noite — Come esse negócio aqui, come!

De barriga cheia e inspirado pelo momento, não pude resistir, aquela era a situação perfeita para me apresentar a todos, desta vez, como um artista.

Arrãm, arrãm — fazia um som, pigarreando minha garganta, afim de chamar a atenção — Me chamo Mané! E sou um puta artista de circo, faço de tudo e ainda sou… humilde! MAHAHAHAHA — falava, enquanto tirava uma nota de dinheiro de meu bolso, utilizando habilidade de ilusionismo para que o menor número de pessoas percebesse — O circo possui muitas facetas, cada uma delas representada por um artista extremamente habilidoso… — sorrindo, me movimentava de um lado para o outro, gesticulando as mãos ora em movimentos circulares, ora escondendo-as atrás de meu corpo, para preparar meu primeiro truque — algumas pessoas dizem que não existe mágica, meu irmão Malvo discordava disso… e eu também! Ele dizia que se você fosse um mágico bom o suficiente era possível criar até mesmo… — com um movimento rápido de punho, revelava a todos a nota escondida de forma habilidosa — DINHEIRO! MAAAAHAHAHA! Da mesma forma que também é possível fazer ele desaparecer… — com outro movimento rápido de punho, escondia novamente a nota — talvez essa era uma habilidade que vocês dois deveriam ter aprendido! — dizia me referindo a dupla detida, enquanto gesticulava os braços e guardava a nota novamente em um de meus bolsos — Mas como eu disse, múltiplas facetas, a acrobacia era outra delas, muito bem representada pelos gêmeos Vex e Vax, outros dois irmãos meus, que melhor do que ninguém… — antes de completar a frase, eu pulava, dando um giro de 360 graus no ar, estacionário, caindo no mesmo lugar — representavam essa arte milenar, maaaaaaaaaaaas! Não são só apenas os humanos que possuem essas habilidades, Meia-noite! — chamava meu companheiro, enquanto pegava três Manga-vita — Mostre para eles o seu podeeEEEEeeeeerrrr! — falava de forma animada, muito feliz por estar me apresentando e enquanto meu companheiro começava a fazer malabarismo com as frutas, me pus a cantar:


Como se não houvesse, um amanhã para acordar…
Todos juntos agora, vamos celebrar!

E um sorriso no rosto, junto da barriga cheia
Valeu moço “plutânico”, por essa ceia!

Mexa com o Meia-noite e é você que paga um mico, HAHA!
Esse fooooooooi… um gostinho dooooooooooooooooo… CIRCOOOOOOOOOOOOO! HAHA!♪


Obrigado a todos! — terminava, enquanto curvava a cabeça e empurrava a cabeça de meu companheiro na mesma direção, que ainda não havia aprendido isso.

Quando chegássemos à vila, seria hora de me despedir daquela ilha e de Maka.
Pequena, acho que tá na hora da gente dizer tchau... — então daria um abraço nela — nunca deixe de ser essa menina corajosa, um dia vamos ouvir falar um do outro novamente e você vai ficar na primeira fila do meu circo, fechado? — com um sorriso no rosto e um beijo na testa da garota — Se cuida!

Antes de partir de fato em direção ao porto, despediria do resto das pessoas — Foi maneiro conhecer vocês, dá tchau, Meia! — acenaria, enquanto virava e me colocava a caminhar ao tempo em que assobiava uma canção, eu estava feliz.

fala - #00FF00
pensamento




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THE
LAST
SPARK OF HOPE
O garoto que tomou a dianteira da situação teve seus movimentos muito bem executados, resultando nos dois bandidos de armas desarmados, e presos. —‌ Bem, creio que não precisarei fazer mais nada. ‌—‌ Com os ladrões daquele jeito, tirei a destra do cabo da espada e apenas observei a situação. —‌ Esperem, aquela arma ali é minha. ‌—‌ Falei, apontando diretamente para a Katana que Kinshi prometeu me dar caso pegasse os ladrões. —‌ Se não forem encrencar com isso, estamos bem. ‌—‌ Apenas segui até a arma para pegá-la, torcendo para que não me impedissem ou outra briga começaria.

Ignorei totalmente o que os meliantes tinham a dizer, pois nada que falavam poderia ser verdade. Apenas continuei minhas ações, observando ao redor para não ser pego de surpresa. Tudo o que vi foi Lúcio com um olhar mais sereno, com sua filha em seus braços fora de perigo. ”É, fico feliz que tivera sorte.” Relembrava a cena no bar, do homem chorando e chorando após beber.

Consegui reparar no horizonte que se formou, com as diversas cores se misturando em um entardecer inesquecível. Havia muito tempo desde que parei para ver um pôr do sol como aquele, sem que os olhos lacrimejassem. ”Agora está tudo bem.” Suspirei, afastando as memórias de meus pais que a muito tinham morrido.

Os pensamentos foram interrompidos pelo chamado da mulher que estava junto de Lúcio, sem entender o que ela queria. ”Como sempre, uma história trágica!” Mais uma vez suspirei ao fim das palavras da mulher, conseguindo soltar um pequeno sorriso mesmo sem falar nada. O mais velho por sua vez se aproximou com um bocado de frutas que me encheram os olhos, fazendo-me pegar rapidamente e comer. —‌ Nossa, isso é muito bom. ‌—‌ Via o orgulho nos olhos do mais velho, e então o entendi.

A conversa não havia terminado, e um dos que estavam ali se aproximou. Suas palavras tinham sido um tanto estranhas, e pensei ser brincadeira, mas então o vi abraçar a garota que estava ao lado. ”Hum, isso não deveria ser errado?” Me senti um pouco confuso, mas então ele continuou a falar. —‌ Hum, bem. Kuro, me chame de Kuro. ‌—‌ Sem saber acabei sendo tragado para um grupo, me perguntando se aquilo daria certo.

No final descemos toda a montanha e retornamos até a vila. Os armamentos certamente seriam devolvidos a Kinshi, já que eu falaria para eles de quem eram todas elas. Apenas o que ele disse que me daria eu ficaria, esperando que ninguém se oporia a isso. Já no bar apenas observaria o clima festivo, acabando por beber um pouco já que não havia outra coisa a se fazer.

HP: 3800/3800 | ST: 100/100

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NARRAÇÃO-24





Parte 1 - Na clareira

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Todos estavam juntos no Coração de Goah, logo abaixo daquele belo pôr do sol.

Diego, Chloe e Saru estavam a dar um sermão nos ladrões de armas enquanto os bandidos amarravam-nos. Saru aproveitou a beleza do por do sol para tentar dar um pouco de juízo para a dupla atrapalhada.

-Eu sei, garoto - o filho do Sr Kinshi falou - Talvez você não acredite, mas eu estou arrependido… quero muito poder fazer o que é certo apartir de hoje!

-EU TAMBÈM! - o outro falou.

Diego, que foi atraído pela conversa de Luio, Elma e Maka, aproximou-se da família e propós em bom tom que os irmãos se casassem para poder prover uma família estruturada para a garota.

-EU? ME CASAR COM ESSE BOCÔ AI?? MAS NEM A PAU!! - Elma respondeu quase tendo uma ânsia de vômito - Eu respeito o amor entre você e sua irmã, mas eu jamais beijaria esse asqueroso.

-Eu é que nunca ia querer encostar nessa bruaca nojenta!! - Lúcio respondeu com tanta veemência que até parecia que sua vida dependia de tal resposta.

Maka apenas entortou a cara ao imaginar seu pai beijando a sua tia.

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Felizmente, Lúcio e Elma não precisam se casar para que Maka tenha uma família feliz.

Depois que todos provaram as deliciosas manga-vitas, Lúcio ofereceu uma caixa cheia para Chloe, mas a mulher gananciosa não se conteve apenas com isso e logo tratou de legociar mais uma caixa e uma aula de botânica.

-Eu não vejo problema algum em te ensinar sobre botânica - falou o capitão pirata - mas nesta caixa estão todas as manga-vitas maduras que conseguimos colher. Sabe, não podemos ficar tirando as mangas verdes para não desestabilizar a natureza. Existem muitos outros animais que,hoje, dependem dessa árvore para sobreviver - finalizou ao entregar a caixa para Chloe.

Ao ouvir sobre a Grande Rota, Mané perguntou que lugar era aquele. Meia-noite, o fiel mamaco, comia a manga com tanta ferocidade que parecia estar esfomeado a dias, mas era puro olho gordo. O macaco subiu nos galhos da árvore comeu três mangas inteiras. Depois desceu para o ombro de Mané, onde ficou reclamando de dor de barriga.

-A grande Rota é…- Maka respondeu - …Olha, eu não tenho idéia de que lugar é esse HIHIHIHIHIHIHIHI!! Papai onde é a grande rota? - perguntou.

-A Grande Rota é um oceano onde os mais fortes do mundo navegam! Dizem que é um mar cheio de maravilhas e coisas inexplicáveis!

Saru foi até Lúcio e empolgado pediu mais informações sobre a Grande Rota, e pediu também o diário de bordo do catipão.

-HaHaHaHa!! eu só roubei as sementes dessa árvore de um navio mercante aqui no East Blue - Lúcio se abaixou para ficar próximo do rosto de Saru e falou em seu ouvido - Não espalhe por aí, mas eu nunca fui pra Grande Rota, na verdade, eu nem sei como faz pra entrar lá!

Naquele momento, Mané chamou a atenção de todos os presentes e deu início ao seu espetáculo maestral.

-VEJA, VEJA! É O HOMEM QUE FEZ CHOVER DINHEIRO!!

Todos vibraram diante do ilusionismo do rapaz, gritaram quando o mesmo  saltou piruetas, gargalharam ao assistir o macaco farto tentar dar piruetas, e choraram copiosamente ao ouvir a bela canção cantada pelo jovem.

Quando Mané se curvou para agradecer pela apresentação, todos aplaudiram com tanta força que os pássaros saíram voando para procurar um lugar mais calmo onde pidessem dormir. Os bandidos urravam, assobiavam e jogavam suas poucas moedas em direção à Mané e Meia-Noite. O macaco fez cara feia quando teve sua cabeça empurrada para baixo, afastou-se de Mané e seu língua para o mesmo em uma atitude rebelde, depois sair aos pulos para recolher todas as moedas que foram arremessadas.

Enquanto isso, Kuro foi até a pilha de armas e finalmente pegou a Katana que almejava a tanto tempo.

Parte 2 - O caminho para Foosha

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Enquanto caminhavam pela trilha, Diego retornou para perto de seus companheiros, onde perguntou o nome daqueles que ainda não conhecia devidamente. Saru, coitado, achou que era com ele e respondeu em vão… bom, pelo menos ele se apresentou! Kuro também se apresentou e ali foi firmado um trato mais valioso do que a vida das pessoas. Naquele momento, uma tripulação pirata se formou.

Diego teve uma esplêndida ideia que não tardou em compartilhar com seus amigos. O capitão pretendia levar todas aquelas armas que encontraram com ele para conseguir uma boa quantia em bellys na próxima ilha.

Em seguida, diante da problemática levantada por Diego(a falta de um barco), Saru comentou não acreditar que aquilo seria um problema e prometeu conversar com Lúcio sobre o assunto. Entretanto não falou. Caso queiram sair dessa ilha, vão precisar de um barco.

Chloe opinou sobre seguir viagem rumo à Tequila Wolf, já que provavelmente haveriam antigos aliados para se reencontrar por lá.  Jacob, que ouvia toda a conversa, se aproximou da tripulação pirata recém formada.

- Desculpem-me por me intrometer, mas eu ouvi direito? vocês querem ir para Tequila Wolf?! - o rosto do rapaz expressava uma séria preocupação - Eu li no jornal que os navios que costumam se aproximar daquele local estão desaparecendo sem nenhum motivo aparente… e além disso, existem rumores sobre um gigante que tem rondado por aquelas bandas… isso mesmo, UM GIGANTE!!

Parte 3 - Na vila

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Assim que chegaram em Foosha, todos (exeto Mané e Meia-Noite) foram em direção ao bar da Ana para poder beber e festejar.

Mané foi até Maka e despediu-se de sua amiga.

-Irmãozão…Você vai embora? - perguntou com os olhos cheios de lágrimas. A menina olhava para Mané e para o macaco enquanto tentava segurar o choro, mas a promessa proferida por Mané  fez com que ela sorrisse - TA BOM!! UM DIA EU E O PAPAI VAMOS ASSISTIR UM SHOW DO SEU CIRCO LÁ NA GRANDE ROTA!!- e então saltou no colo de Mané e lhe deu um abraço muito, muito, mas muito forte mesmo - obrigado por tudo.

No bar, Saru levou os dois meliantes até Ana e fez a sua proposta para a reabilitação de ambos na sociedade.

-Eu não sei, Saru… e se eles me roubarem?

Ana observava os meliantes com certa preocupação, mas o pedido de Saru era tão comovente que ela não conseguiu deixar de se comover.

-Perdoe a gente Aninha!!! - ambos choravam ao se ajoelhar pedindo perdão - a gente não quer dar vergonha para o povo dessa ilha, muito menos para o Sr. Kinshi que sempre nos tratou muito bem!!

Saru insistiu, e depois de titubear um pouco, Ana aceitou.

-CHEGA DE CORPO MOLE!! VÃO PREPARAR UMA REFEIÇÃO GOSTOSA E SIRVAM BEBIDA PARA TODOS AQUI!! - falou ao desamarrar Stan e Acerola.

Diego, que preferiu ficar à beber com as belas mulheres, confiou a missão de conseguir um barco à Saru, que estava de saída, rumo à biblioteca da vila.

Diego levantou o seu caneco de hidromel ao propor um brinde à sua amada irmã. Todos ergueram os copos e urraram em vibração. Logo em seguida Diego ergueu o caneco mais uma vez, mas agora propunha um brinde para o casamento de Elma e Lúcio. Alguns poucos bebuns brindaram também(os tripulantes de Lúcio, que ainda estavam lá bebendo), mas todos os outros que conheciam Elma não tiveram coragem para participar daquela cerimônia.

-AH SEU MOLEQUE ATREVIDO, EU VOU TE MOSTRAR O QUE É BOM PARA A TOSSE!!- Elma berrava ao gritar atrás de Diego para lhe dar uns tabefes.

Todos bebiam muito, cantavam e se divertiam; Menos Lúcio e Chloe que dedicavam-se em ensinar e aprender tudo o que se podia ensinar naquele momento de descontração e paz.

Fora do bar, Saru foi até a biblioteca onde encontrou a Sra Rute, a bibliotecária -Saru meu filho, como é que você está? e o seu avô? mande um abraço para o senhor Zeno! estou devendo uma visita para ele lá no quartel! - a mulher falava tanto que Saru mal conseguia encontrar brecha para pedir os livros. Depois de vinte minutos de falatório, a velha pegou os livros solicitados e entregou para o rapaz, que não tardou em retornar para o bar a fim de se juntar com seus novos companheiros.

No outro canto da vila, Mané havia chegado no porto de Foosha. Lá havia apenas três navios: Um navio da marinha, um navio pirata cuja vela estava recolida e por isso não era possível ver a sua Jolly Roger. Já o terceiro navio era um barco colorido cujo nome estava escrito na lateral do convés. “Le Cirque del Susu”. Destavava-se a cabeça de um elefante entalhado em sua proa e em sua vela, havia a marca de uma caveira com um nariz de palhaço.

Os trabalhadores da embarcação vestiam roupas excessivamente coloridas e cheias de estampas fora de moda, carregavam diversas caixas para o interior do navio, trabalhavam com o auxílio de lamparinas já que a penumbra da noite já havia engolido a claridade do dia.

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Historico:






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Incursão Noturna






A festa foi algo inesquecível para mim, começou no show daquele cara com macaco... Uma pena que não tive a oportunidade de chamar ele para o bando, mas creio que algum dia ainda iremos nos encontrar… Mas logo a comemoração prosseguiu enquanto corria de Elma com uma caneca de minha bebida favorita, era uma coisa linda, ainda mais porque pude ver minha irmã sorrindo de orelha a orelha e isso aquecia meu coração como nada antes, me dava uma esperança que há muito tempo pensei haver morrido juntamente a ela.


Iria aproveitar a festa ao máximo até o momento que Saru voltasse e fossemos dormir... Mas eu tinha outros planos, está certo que havia confiado em Saru, mas para que esperar se eu já tinha a resposta em minhas mãos? Estava em um restaurante cheio de suprimentos armazenados, com dinheiro no caixa, uma abundância de armas guardadas e para fechar com chave de ouro... Um navio preparado para nos levar até a próxima ilha, nós já tínhamos tudo e não percebemos, ou melhor, eu percebi. Fiz muitos amigos ali e seria um tanto ruim prejudica-los dessa forma, por isso devido ao peso de minha consciência eu decidi... Não roubar nada? Claro que não, decidi escrever uma carta pedindo desculpas por tudo que iria fazer, é como dizem o ditado: melhor pedir desculpas do que pedir permissão. Iria escrever a carta de maneira mais discreta possível e quando a noite tivesse caído e todos estivessem dormindo, iria me levantar e acordar silenciosamente todos os meus companheiros que precisassem ser acordados, tentaria os levar para um canto do local afastado de qualquer ouvinte e falaria.


- Eu tive uma ideia melhor, aqui temos tudo que precisamos para começar nossa jornada rumo a grande rota. – Claro, esqueci de falar que ao ouvir sobre a mesma, meus olhos se encheram de ansiedade! Se lá era o lugar que os fortes navegavam era para lá que eu teria que ir. Mas voltando aos meus amigos. – Chloe meu amor, vai até à dispensa e pega tudo que conseguir para encher nosso barco de suprimentos. – Disse para a garota e logo voltando a atenção para Saru. – Já você Saru, você conhece aqui como ninguém então vai até o caixa e pegue todo dinheiro que conseguir. Depois se aprece para ajudar eu e Kuro a carregar as espadas para o navio… Claro, se Chloe precisar de ajuda com peso, a ajude! – Falei finalizando e logo esperando a resposta deles. – Entendido?


Minha ideia era fazer todo o serviço com uma viagem só, iria carregar o máximo que conseguisse usando toda minha força, mesmo que tenha que carregar armas e suprimentos ao mesmo tempo. Usando a madrugada a meu favor, além da escuridão a festa garantiria que os tripulantes de lúcios estivessem bem apagados de bêbados e não precisaria preocupar com confrontos. Se todos tivessem entendido suas instruções iria então executar meu plano e por fim deixaria a seguinte carta no balcão.



Elma, agradeço por tudo que fizeram e sou grato pelo que vivemos juntos. Torço para que você, Maka e Lucios não tenham mais nenhum problema. A proposito, Lucios... Peguei seu barco emprestado, um dia eu devolvo… Pelo menos vou tentar. Anna, sua comida estava deliciosa, seus produtos são de tanta qualidade que peguei um pouquinho para minha viagem, a claro se notar que seu dinheiro sumiu... Não foi culpa nossa, um pessoal do governo mundial veio aí a noite e pegou todo o dinheiro do caixa e disse ser sua taxa de existência. Quando as demais espero que se cuidem e fiquem vivos para podermos ter outra festa como essa.


OBS. Acredito que as armas seriam mais úteis conosco, por isso as levei também. Diga ao senhor Kinshi... Não digam nada, pau no cu do Kinshi.



Caso conseguíssemos, imagino que não seria difícil identificar o barco pirata do irmão da Elma, bastava procurar um navio vazio com uma bandeira pirata, logo tentaria adentrar com todo o carregamento. Se conseguisse tudo com sucesso, iria começar os preparativos para partir e colocar o navio em direção a Tequila Wolf, se não houvesse imprevistos a partir do momento que o barco estivesse em seu caminho correto, iria então pedir a Saru o livro que o incubi de conseguir para mim. 


- Saru, você conseguiu aquele livro que te pedi? Terei de ficar a noite acordado para podermos nos afastar o máximo da ilha, então terei tempo de ler. – Falaria torcendo para que ele me entregasse o que pedi.


Se o mesmo me oferecesse uma resposta positiva, iria então me sentar próximo ao leme do navio e começar a ler.




Inicio do Treinamento da Proficiência: Sedução




Conseguir um livro com esse tema era algo complicado, não existia ao certo um conteúdo sobre como seduzir, no entanto, achar algo do tipo era uma questão de procurar pela coisa correta. Certamente um livro sobre linguagem corporal e como conseguir ler e influenciar pessoas usando este conhecimento poderia ser algo digno de aprendizado. Eu nunca tive problemas em conquistar mulheres, mas agora meu intuito era tornar essa característica algo mais profissional. O primeiro capítulo de tratava de identificar preferencias e saber moldar a si mesmo par atender os gostos e requisitos de seu alvo, de acordo com o livro nenhuma conquista seria impossível se você soubesse o que alvo mais deseja. Os próximos capítulos trataram mais profundamente sobre isso e descobri coisas que nunca havia notado, e claro fazendo um comparativo com meu passo era claro o motivo do porque algumas tentativas funcionavam e outras não.


A partir do quinto capítulo o livro começou a tratar de como se moldar a essas preferencias em meio de diálogos, não somente isso nos capítulos seguintes até mesmo foi abordado as posições e posturas corporais que eu deveria assumir para conseguir o resultado que eu queria, havia muitos gatilhos que certamente eu usaria no futuro.


Por fim os últimos capítulos se trataram sobre como conseguir informações com isso tudo, diferente dos demais meios o sentimento usado não era o de medo, mas sim o de confiança. Os últimos textos do livro começaram a ensinar sobre como conseguir a confiança de determinado alvo e trabalhar para que aquilo aumentasse a curto prazo de tempo... Eu comecei aquela leitura, fascinado, mas terminei assustado com as possibilidades que uma pessoa com aquele conhecimento tinha em suas mãos.


Quando finalmente abaixei o livro para poder olhar adiante na noite escura refletida ao mar, notei que meu encontro, na verdade seria com um amanhecer lindo no horizonte.


- Espera eu fiquei tantas horas lendo esse livro? Já amanheceu? Puta que pariu, e cadê a janta! CHLOE!! – Diria indo buscar minha cozinheira para preparar um jan... Digo, café da manhã.




Fim do Treinamento da Proficiência: Sedução.




Se em algum momento dos meus planos algo desse errado, teria que reanalisar e replanejar, por isso iria então esperar e analisar visando sempre defender a mim e meu bando.


Histórico:


Resumo da Ficha:





Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )







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Uns minutos antes de chegarmos a cidade, os moleques pareciam que arrependidos mas foi por isso que eu tambem não teria sido tao duro ao ponto de deixar eles presos pela marinha ou pior o castigo deles ia ser ajudar.

Elma teria mostrado uma reaçao engraçado apos que Kaminari teria falado eu ria.
O Lucio respondia a Chloe e logo em seguida me respondia.
“-HaHaHaHa!! eu só roubei as sementes dessa árvore de um navio mercante aqui no East Blue” -Que? O cara anda a roubar sementes, não roubou um amendoim tambem não?. Dizia meio ironico pelo facto de ter roubado sementes e talvez nem sabia se era algo bom ou não.

Logo em seguida ele respondia sobre a grande rota mas desta vez foi no meu ouvido, minha cara mudava para uma cara desinteressante.
-Aff que legal o cara, sabe ainda menos do que eu.

Mane dava o seu show o que tomava a minha atençao teria sido um show fantastico e gratuito o que era ainda melhor.
Seguiamos caminho e pelo caminho Chloe teria falado sobre a ilha e eu teria comentado, mas logo depois parecia que Jacob se assustava com a tal ilha e logo falava sobre. “Eu li”… eu comentava -Que bom ele sabe ler. Dizia logo em seguida ao começo da frase, deixando ele continuar.

Assim que ele conta sobre um gigante eu tento imaginar a altura do gigante, so que eu nunca vi um gigante antes so conhecia por historias, única coisas de grande propulsão que via era animais grandes arvores e barcos, entao na minha mente eu pensava em algo de tamanho parecido.

-Relaxa Pinóquio, se tiver um gigante é so oferecer tu para ele, aposto que ou ele corre ou ele se diverte. Dizia dando uma pequena risada, olhava para todos e depois -Ta.. estou brincando.

Voltando ao momento actual apos falar com a Anna na qual ela tinha uma pequena preocupação mas como pedi favor ela aceitou.
-Eles não vao te roubar, eu teria pena deles se tentassem. Eles choravam e ela aceitava e mandava eles trabalhar, eu dava um beijo na cara dela e saia correndo -Obrigado.

De momento eu estaria a falar com a mulher da livraria ela falava bastante quase achei que não me tinha ouvido a falar o que procurava mas no final ela me dava o que eu tinha pedido o que me alegrou afinal ela sempre ouvia.
-Ahh Sr.Rute, obrigada, meu avo esta bom, a senhora devia ir ver ele e dar um abraço a ele pessoalmente, eu vou viajar, mas tentarei dar noticias, ate la faça um favor, tome conta dele, eu não sei se vou conseguir me despedir entao diga a ele, que eu viajei e volto em breve. Dizia sorrindo e indo embora, acenando.

Saido da loja eu olharia os supostos livros, dois deles eram para mim, o outro precisava de dar ao Kaminari, mas eu deixaria para depois, o da Criptografia me chamava a atençao.
Mantendo os dois livros restantes debaixo do braço, eu olhava para a capa do livro de Cripto, enquanto caminhava.

Inicio do Treinamento da Proficiência: Criptografia

“Abrindo o livro eu esfolheava as duas primeiras paginas, na terceira pagina eu começaria por ler o conceito de Criptografia, o significado e o uso do conhecimento, folheando para a pagina seguinte, tinha 1 so de codigos em pontos, tinha como titulo codigo morse, era como se fosse um abcedario cada um com seu significado, tinha um breve texto de como seria o uso dele, isso me lembraria uma com meu avo brincando de batuque com uns macaco de floresta, -Impossivel seria isto.. achava que era so batuque, aquele velho ensinou codigo aos macacos para me baterem, certeza. Era uma pequena memoria que me vinha a mente, folheava a pagina e agora os codigos eram diferentes eram em forma de desenho, figuras a imagem parecia antiga tinha como nome hieroglifos no livro ao mesmo tempo que tinha o significado, quando aprendia historia com meu avo eu lembro de desenhos parecidos mas eu não sabia ao certo o que era mas agora entendo e era bastante interessante, o livro mostrada diferentes tipos de codigos permitindo varias combinação ou de futuro criar novos, era muito curioso, ate porque tinha outros simbolos que podem significar algo o livro dava pequena imagens, este conhecimento era bastante util, e o livro eu poderia usar ele para auxilio futuro, fecharia o livro terminando de ler.”

Fim do Treinamento da Proficiência: Criptografia

No momento exacto em que eu fechava o livro eu olharia e percebia que eu tinha acabado me distraindo ao ler, e em vez de ir em direçao ao bar, acabei vindo em direçao ao porto.
-Queee? como eu vim aqui parar, eu achei que tinha ido no caminho certo, o livro me tirou a atençao este caminho todo.


Eu olharia para tras, e depois para o porto parecia ter dois barcos um marinha e outro mais distante parecia, um circo ou algo parecido a bandeira parecia um palhaço, entao em seguida olharia um lado e para o outro e depois me lembrava da festa -Ahhhh eles tao a festejar sem mim, melhor voltar. Já me preparava para voltar quando um outro barco no outro canto do porto perto de mim me chamava a atençao.
-Uhhhh, um barcoo. Chegaria perto dele e batia na madeira -Parece bom, isto deve dar. Dizia olhando para o barco vendo o tamanho e design dele.

Mas entao algo me batia na mente -Pera sera que ele quis dizer um barco destes ou de pescar.. Dizia olhando para um barco menor que caberia 4 pessoas facil. -Não..não, é imposivel ele não seria tao idiota ao pedir um de pesca.. se bem que ele perdeu sapatos e foi pego pela suposta companheira que perdeu a tempos.. é talvez ele so seja idiota, vai ser este aqui grande mesmo.

Dava um belo sorriso, e dava uma corrida de volta para o bar, não demoraria muito em chegar, ate porque já estaria habituado em andar pela vila, e não seria nada dificil chegar ao bar, chegando ao bar eu abria as portas -Chegueiiiii, cade a bebidaa? Dizia já entrando direto junto a todos e pegava num copo e começaria a festejar com todo mundo.

Um tempo se passava e eu adormecia ate que ouvia alguem me sacudindo e acordar que não era nada mais que o irmao da chloe. -Que foi, ta tarde. Dizia caminhando ainda ensonado.
-Tu teve uma ideia, acordou todo mundo por uma ideia? Dizia sacudindo a cabeça para acordar.

Diego começava a pedir a Chloe para ir a despenda pegar coisas eu olhava para ela enquanto ela tava indo a dispensa -Pera…? Antes de completar a frase o Diego voltava atençao para mim e me pedia para ir pegar dinheiro da caixa do bar. Eu ficava um pouco nervoso com o pedido olhava para um lado e para o outro, vendo todo mundo dormindo, e olhando para o bar lembrava da Anna que cuidava de mim.
Caminhava ate a Chloe -Hmm preciso de um favor teu, err..este bar é como uma segunda casa ela é meio familia cuidou de mim, poderias ser tu a pegar a coisas por mim e eu ajudo a carregar, é que como tamos realmente a ir embora este é um momento emotivo este lugar é cheio de lembranças. Dizia olhando um pouco emocionado e nervoso ao mesmo tempo.

Caso a Chloe aceitase eu agradecia -Obrigado. E logo em seguida ajudaria ela carregando o que fosse preciso carregar eu via diego a escrever algo parecia uma carta, e eu aproveitava e escrevia uma tambem.

CARTA

"Avó, estou indo viajar para conhecer novas ilhas e estas pessoas parecem legais para viajar, desculpa deixar apenas uma carta, mas eu darei noticias assim que puder…
E querida Anna me desculpa depois te pago, obrigada por cuidar de mim, tome conta do meu avo.. faça um chá para ele.
Ass: Saru.
Ps: Se alguem der por falta de um barco abandonado… foi mal levei emprestado para navegar. “



Deixaria a carta no bar de modo que fosse encontrada assim que acordassem.
Contaria para todos sobre o barco enquanto ajudava pegando nas coisas e apos isso eu pegava o que devria pegar para ajudar a carregar e levaria todos para o barco que teria achado, não demoraria muito para chegar, ajudava a carregar as coisas que tinhamos trazido para o barco, e entrava junto com todos, eu me sentaria no corrimao do barco enquanto via ele a navegar saindo do porto, e me perdia um pouco nas memorias quase emocionava ao ver a ilha se afastando.


Acordava ouvindo o Diego a perguntar pelo livro e eu pegava ele e jogava para ele.
-So tinha esse, deve dar.
Enquanto ele ia ler eu so ficaria olhando o horizonte vendo o mar, enquanto navegavamos, ate que fosse hora de comer.



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Última edição por Saru em Sab Fev 19, 2022 4:17 pm, editado 1 vez(es)

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Chloe Kaminari
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25º - Fim do capítulo. Um novo horizonte espera

Chloe Kaminari


A barganha não era algo fácil de se conseguir na grande maioria dos momentos, mas mesmo assim precisava arriscar conseguir angariar mais uma caixa de mangas-vita. Infelizmente a resposta de Lúcio fez completo sentido na minha cabeça, além de cozinheira era conhecedora de algumas plantas para o bem e para o mal e melhor do que ninguém sabia o que a retirada errada poderia fazer com um ecossistema inteiro, seja ele macro ou micro — Certo, eu fico satisfeita com a aula de Botânica então. — Deixei a caixa de mangas em um canto esperando que tivesse ajuda de alguém para levar a mesma para a vila. Claro que iria observar de perto a mesma para não ser furtada ou perder alguma daquelas belas e suculentas frutas.

Algumas pessoas conversavam, outras parecia também dar sermões na dupla de ladrões, tudo aquilo era tão lindo que acabei rindo sozinha enquanto colocava a caixa em um canto onde pudesse pegar depois. O garoto circense chamava a atenção de todos fazendo uma belíssima apresentação junto a seu pequeno animal. Muitos davam vivas e batiam palmas em comemoração, me contive apenas a sorrir e bater palmas para o espetáculo. Por fim me aproximei do garoto, esperando o momento certo e sorri para o mesmo — Primeiro, obrigada pela ajuda de mais cedo. Segundo, acho que isso aqui vai ser melhor para te ajudar do que a mim — com certa calma puxava do bolso um pequeno pedaço de papel em branco a qual continha o nome " Subaé" escrito com minha própria letra — Esse cabrito e boa gente pelo que eu lembro. Não me pergunte onde eu o conheci, mas talvez ele possa te ajudar também. Espero poder ver você e o pequeno Meia noite na Grande Linha. Se achar o Cabrito, diga que Chloe Kaminari o enviou.— Com isso estendia o papel para o mesmo, me despedindo por fim daquela curta parceria.

Durante a caminhada até a cidade, pude conhecer melhor os outros dois. Saru era o nome do neto do velho marinheiro; já o outro de cabelos negros que parecia mais introvertido se chamava Kuro — Teu nome não significa Escuro? Seria algo como Tempestade negra?— perguntei com estranheza fazendo uma careta em seguida. Era cada nome esquisito. Esperei que os outros comentassem sobre a ideia de ir para Tequila, mas o único que havia falado qualquer coisa era o bandido Jacobi, sua notícia sobre um gigante acabou fazendo com que uma gargalhada saísse de meus lábios — Ih rapaz, deve ser meu amigo eNorme — a entonação proposital para demonstrar o nome do gigante que outrora havia me ajudado junto aos revolucionários provavelmente não seria entendida por nenhum deles, mas não me sentiria mal por isso — Deve ser só a merda da Marinha falando abobrinha sobre o que não quer entender.  — soltava sem me importar e voltava a seguir o caminho em silêncio.

A festa na vila parecia tão animada, mas por boa parte dela me menti e focada no estudo que tinha com Lúcio, tentava anotar e entender tudo o que o homem passava em meio a gritaria das pessoas que bebiam dentro do bar. Com o cair da noite, muitos haviam ficado onde estavam durante a festa, mas para nós, aquela noite ainda parecia aguardar algo. Acordei assustada com o toque de meu irmão, era algo que ainda precisava me acostumar após os muitos anos de distância — Idéia? Espero que seja mesmo boa pra me acordar no meio da noite — falei baixo um tanto emburrada. Odiava com todas as forças ser acordada no meio do sono; Diego começava a dar diretrizes e logo havia entendido sua ideia, o coração apertou um pouco, eram pessoas boas que haviam ajudado a gente, mas éramos PIRATAS! E aquilo se tornaria um hábito mais cedo ou mais tarde para todos nós.

Antes de me colocar a buscar os alimentos, Saru havia se aproximado com um pedido, ao ouvir entendi completamente o porquê da aproximação — Pode deixar que eu faço. Mas me ajuda depois com a comida  — Obviamente a primeira coisa que havia preparado em meio a muitas era a caixa de manga-vita recebida de Lúcio, jamais deixaria tal iguaria longe da minha vista.

Indo até a dispensa, com cuidado, tentaria colocar o máximo de mantimentos possível em caixas e cestas para facilitar o transporte de tudo. Desde peixes a verduras e temperos, procuraria de tudo o que pudesse levar do bar da Ana. Após isso iria até a caixa registradora e pegaria todos os bellys possíveis ali, se fosse impedida, iria simplesmente correr, mas tentaria fazer tudo com o máximo de cuidado e sutileza possível.

— Saru, pega essas duas caixas e põe perto das mangas... — começaria a dar as devidas diretrizes até ir ao barco. Caso o barco fosse conseguido, e tivesse sorte de haver os devidos utensílios lá dentro, iria ficar despreocupada, caso contrário iria usufruir do enorme estoque do restaurante para pegar algumas panelas , pratos e talheres para abastecer completamente a cozinha da embarcação. Caso não fosse preciso, focaria meus esforços apenas nos alimentos devidos para aquela longa viagem.




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Kuro Tempest
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THE
LAST
SPARK OF HOPE
Festejar não era algo que eu estava acostumado a fazer, e me encontrava ali somente pelo fato de ter caído de paraquedas em um bando de piratas. Por isso bebi um pouco e observei, até acabar dormindo com a cabeça apoiada em uma das mesas. Não lembro o que estava sonhando, mas quando ouvi a voz do novo companheiro de grupo pensei ainda estar no sonho. —‌ Ahn, o que? ‌—‌ Não entendi o que estava acontecendo, mas quando o vi percebi que ele não queria acordar o resto das pessoas. —‌ Mas o que… ‌—‌ Baixei mais o tom de voz e o segui até o canto do bar, me perguntando o que ele queria com a gente.

Fiquei surpreso com o que ele estava dizendo, torcendo para que fosse brincadeira. —‌ Você é maluco? Quer roubar que nos ajudou?! ‌—‌ Era isso mesmo, e comecei a entender como era aquele cara. —‌ Não acho isso certo. ‌—‌ Mesmo não achando havia uma coisa que me impedia naquele momento. Precisava achar um grupo, e mesmo que acordasse todo mundo ali a situação se tornaria complicada, e não tinha a certeza de que acreditariam em mim. ”Eles estão em maior número, eu vou sair como o mentiroso.” Suspirei, olhando nos olhos do jovem. —‌ Bem, não tenho outra escolha. ‌—

Segui até as armas e peguei o máximo que conseguisse carregar, prendendo muito bem as duas espadas que havia conseguido nas laterais do corpo enquanto tomava cuidado para não esbarrar em ninguém. Seguiria junto de Diego caso não fosse impedido por ninguém dentro do bar, mantendo a atenção aos arredores para não ser pego de surpresa ou atacado por alguém.

Chegado ao barco, ajudaria o homem a guardar tudo o que fosse levado conosco, tomando cuidado para não fazer tanto barulho enquanto sentia minha consciência pesar. ”Não era bem isso o que eu queria.” Não, não era, mas lá estava eu ajudando em um roubo. Somente depois de tudo ser feito que iria voltar a dormir, em um canto qualquer afastado dos demais.

HP: 3800/3800 | ST: 100/100

Considerações:

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ripper
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Até a próxima!

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Meia-noite parecia mais uma bola quando fez sua parte da apresentação, eu imaginava o preço que podia estar dentro da sua barriga, aquelas mangas com certeza valem uma grande quantidade de dinheiro. O que mais chamou minha atenção, foram as palavras de Lúcio.

“Um mar cheio de maravilhas e coisas inexplicáveis?! Eu preciso conhecer esse lugar!”

E se não bastasse a minha curiosidade, a garota que utiliza correntes para lutar veio até mim com um papel onde havia um nome curioso escrito: “Subaé”.

Um cabrito? Mas como um cabrito poder… — antes que pudesse terminar, ela continuou com suas palavras, sorrindo, respondi — Também quero te encontrar novamente! Tomara que o mar não seja duro demais com você! — para então, guardar o papel dentro do meu bolso.

Segui meu caminho, pela vila até chegar ao porto, logo três grandes navios chamaram minha atenção, o primeiro era um clássico navio da marinha, com suas cores brancas e azuis, era possível ouvir alguém gritando enquanto pessoas corriam de um lado para o outro utilizando aquele uniforme demasiadamente impecável. O segundo era um navio comum, sem nenhum símbolo, não consegui ver direito se havia alguém lá dentro e a única coisa que ficava clara eram as marcas no casco, cicatrizes que só o mar e seus perigos poderiam trazer. Por fim, aquilo que chamou minha atenção.

As cores eram chamativas como deveriam ser, as pessoas que entravam e saíam da embarcação, vestiam roupas muito parecidas com outras que já havia visto tantas outras vezes, eu sabia o que eles eram e o nome ao lado do barco só serviu de confirmação. Eles sendo mesmo membros do circo, era a oportunidade perfeita para eu conhecer pessoas que pudessem me ajudar a aprimorar meus dotes circenses, afinal, se eu queria ir para tal Grande Linha, eu precisava me tornar tão extravagante como prometeram que aquele lugar seria!

Coé! Meu nome é Mané! — cruzava meu braço diagonalmente por cima de minha barriga, enquanto me apresentava — Cês são do circo, num é?! Cara, como eu to feliz em ver alguém do circo, essa energia, essas cores, ta doido! Eu não sinto isso desde que… — minha feição mostrava-se triste por um momento, ao lembrar de meus irmãos — quer saber, vocês precisam de alguma ajuda? Eu ajudo, pô! E a gente troca alguns truques, eu tenho certeza que vocês nunca viram uma acrobacia iguais às nossas! MAAAHAHAHA! — notava que meu companheiro se animava com minha risada — Ah, e esse aqui é o Meia-noite!

Caso eles não topassem, eu não desistiria, esperaria a noite tomar conta completamente mas ficaria atento a partida do barco, se eles fossem rudes, eu precisaria mostrar pra eles o que era o circo de verdade. Quando fosse mais propício, tentaria pular em uma das portinholas que eram feitas para os canhões, para tentar passar por ali. Ser magro tem sempre suas vantagens. Mas caso não fosse possível, mudaria de estratégia, se eles ainda estivessem carregando as caixas, tomaria noção do espaço para tentar entrar em alguma delas, verificando de forma mais sutil possível se alguma se encontrava aberta.

Meia, caladinho meu querido… — diria, orientando meu companheiro.
Não sabia para onde o barco estava indo, mas isso não importava. Eu havia conhecido aquela ilha e ela havia me apresentado coisas novas sobre o mundo e me relembrado coisas que eu quase esqueci, o que foi essencial para que uma vontade despertasse dentro de mim. Que outras pessoas eu poderia conhecer, talvez um cabrito? Que outras maravilhas o mundo poderia me apresentar, eu havia comido uma manga diferente e já foi uma experiência única! Aquele pedaço de papel mexia em meu bolso enquanto meu devaneio tomava conta de mim, qual seria a próxima aventura?

fala - #00FF00
pensamento




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