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Kenshin
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KenshinDesenvolvedor
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Relembrando a primeira mensagem :

1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Diego Kaminari , Chloe Kaminari , Mané , Kuro Tempest e SIlver D Saru. A qual não possui narrador definido.

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 2 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Kuro Tempest
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THE
LAST
SPARK OF HOPE
A resposta para o meu questionamento veio instantes após me aproximar do balcão com as quatro armas que haviam me interessado. —‌ Hum, entendi. ‌— De fato ele estava me dando um desconto, mas aquelas não eram as armas que eu queria. —‌ Sinceramente, não eram as que eu gostaria. ‌— Meus olhos passearam pelas outras duas lâminas, vendo o homem tocá-las para então responder-me sobre o preço.

Dava para ver o orgulho que o mais velho sentia apenas ao ouvi-lo falar sobre as armas. —‌ Eh, então! ‌— Senti um leve frio na espinha ao descobrir o valor das duas lâminas, levando a destra até o saco de dinheiro para ver o quanto havia em seu interior. —‌ Pelo que parece tudo o que eu tenho me ajuda a pagar somente uma delas, e eu realmente gostaria das duas. ‌— Minhas palavras pausaram por alguns segundos, a medida que meus olhos se voltaram para o mais velho com um semblante pensativo.

Minha mente estava trabalhando em algo, em uma proposta que ele poderia aceitar para que eu conseguisse levar as duas lâminas mais bem feitas. —‌ Olha, assim como seu pai eu também sou um ferreiro, e sei reconhecer uma ótima arma quando a vejo. Lógico, não sou tão habilidoso quanto ele, mas tenho certeza de que chegarei lá algum dia. ‌— Novamente parei de falar por alguns instantes, tomando mais um pouco de fôlego para então voltar a me pronunciar. —‌ Eu tenho uma proposta. ‌—

O pequeno saco de dinheiro foi posto sobre o balcão, enquanto um pequeno sorriso se abriu em meus lábios ao olhar para o senhor a minha frente. —‌ Eu sei lutar, assim como forjar armas. Minha proposta é a seguinte. Eu posso fazer algo por você, para então receber a segunda espada como pagamento. ‌— Era a única coisa que eu poderia fazer no momento, ou imaginava que seria até então. —‌ Só que assim, eu posso fazer qualquer coisa, desde que não seja ferir alguém por pura vontade. ‌— As mãos se colocaram sobre o balcão, apoiadas em sua quina enquanto aguardava pela nova resposta do mais velho, torcendo para que ele aceitasse a proposta.

Considerações:

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 2 KTTKkRi

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Saru
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Eu festejava junto com eles, ouvia eles a cantar alegres enquanto festejavam, o ambiente no bar estaria bem animado e isso seria bom, eles eram bem receptivos pareciam ter algumas histórias interessantes de se ouvir.
-Entao sobre a tal parede vermelha, quero saber um pouco do resto fiquei curioso.
Dizia sorrindo enquanto festejava.
A ruiva estaria no meu colo e a mesma falaria sobre minha mascara se dormir.
Eu ria e passava a mal pelo cabelo dela - Talvez possas arrumar uma de futuro, se quizeres vendar os olhos quem sabe se um dia nao te ajudo isso em privado. Continuaria passando a mao no cabelo para ver o pescoço dela e seu decote melhor.
Enquanto isso alguem teria entrado e falariam bem alto, eu notaria de canto que com eles estaria uma outra mulher que teria cabelo vermelho tambem, eu nao conseguiria notar muito bem seu rosto pois ela estaria com os dois homens eu nao sabia bem o assunto, mas eles falaram alto o bastante para se ouvir, e o que eu entenderia  é que eles poderiam estar a tentar dar algum golpe e ficar com o dinheiro, pois dar o dinheiro e eles irem buscar algo nao seria bem confiavel, mas eu poderia estar errado, mantinha meu olhar na ruiva ao colo enquanto festejava mas discretamente manteria os ouvidos nos dois homens.
-Espero que estejas bem confortavel no meu colo, porque eu certamente estou confortavel com a tua companhia. Dizia para a ruiva ao tentar me meter com ela um pouco enquanto a festa acontecia.


Histórico:
Objetivos:
Chloe Kaminari
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Chloe KaminariEstagiário
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3º - Trabalho temporário, problemas a vista ?

Chloe Kaminari


As vezes até mesmo um bisbilhoteiro como eu precisa de um chega para lá sabe, mas definitivamente aquele foi o pior até o momento. O uníssono das vozes masculinas foi deveras atormentador naquele curto segundo “mas você pediu por isso” pode ser o que você está pensando nesse exato momento; talvez tenha sido mesmo, mas a grosseria pode ser controlada as vezes, né?

 Puxa vida… não precisam ser grosseiros, só queria ajudar—Disse baixo em resposta ao macabro uníssono. Entretanto, as posturas haviam mudado da água para o vinho, talvez muito mais rápido do que o milagre da divisão. Observei suas mudanças com calma após o primeiro contato e de quebra aquilo era bem… mais estranho.

Eu teria dito… se vocês tivessem deixado e não me tratado tão mal assim — a tentativa de um biquinho infantil era feita, poucas pessoas poderiam cair naquele joguinho, mas ainda sim, usaria de todo o meu charme para aquilo. Ambos os homens se apresentaram — Eu me chamo Seraphine. — Não, eu não daria meu nome verdadeiro para um estranho em um lugar tomado pela marinha, não sou burra. E talvez a marinha pudesse ter ainda algum registro da época do orfanato e meu nome poderia ser perigoso se aquele registro ainda existisse.

Um dos homens havia dito sobre o bar poucos metros no horizonte que havia observado mais cedo, ou seja, essa tal de Ana era a dona. Talvez alguém que pudesse me dar um dinheiro por trabalho temporário. Até porque não apenas de bebida vivem os homens. Caminhei com os homens tentando buscar qualquer rota que pudesse usar para sair daquele lugar caso desse problema, mas ao menos tentaria agir nos conformes da “lei” do lugar.

O bar parecia mais animado do que o costumeiro, entretanto por alguns segundos meu corpo gelou completamente ao entrar naquela esfera festiva. Um homem de cabelos tão brancos quanto a lua estaria sentado frente ao bar junto a uma ruiva não muito descente que sentava sobre seu colo. Uma prostituta talvez? Ignore ela e volte sua atenção para o homem. Porte atlético, cabelos brancos e pele clara, mas os olhos… Os olhos não batiam. — Não é quem eu procuro… — Pronunciei baixo o suficiente para ninguém daquele lugar ouvir. Segui com os homens para a mesa com um sorriso triste nos lábios, por pouco o destino não havia me pregado uma peça das grandes.

Enquanto os homens falavam, cruzei meus braços por baixo dos seios os elevando um pouco — Então senhores, ai está o problema, eu vim a procura de informações antes de comprar as armas, e eu iria juntamente com o senhor na loja de vosso pai, até porque — Dava uma pequena pausa sorrindo para ambos de forma gentil e sensual —  É muito fácil querer enganar alguém nesse mundo torpe e sujo, certo? Mas tenho certeza que os senhores são homes muito honestos e com isso vamos poder um ajudar o outro.

Procuraria a mulher outrora chamada de Ana e sorria para a mesma — Olha, se precisar de alguém para alimentar essa tropa festiva, podemos conversar apenas nós duas. Eu aprendi um quitute ou outro pelo mar e posso fazer algo para esses estômagos cheios de álcool se deliciarem. Mas é por pouco tempo... e por um preço certo, claro.

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 2 Bc5w0lykuse71

Subaé
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Narração, Post 3


Goa, Cidade alta

Mané


Conforme Mané corria na direção dos guardas, Meia Noite escondeu-se dentro da camisa do artista e tampou os olhos com medo do combate.

Mas não houve combate algum. Ai invés disso Mané deu uma pirueta, e outra, e quando os guardas perceberam o garoto já estava atrás deles

Meia Lua continuou a ofensa de seu companheiro. Para isso, saiu de dentro da camisa pela gola de Mané e se posicionou em seu ombro para poder fazer um “vá se ferrar”  com os braços.

Desceram as escadas em meio a pulos e mais piruetas deixando o reverendo e os guardas para trás. As escadas eram giratórias, talvez Mane estivesse  descendo por uma das torres da igreja.

Em certo ponto, Mane se deparou com outro corredor. Neste, diferente do anterior não havia nenhuma porta ou rota de escape. Tratava-se de uma varanda interna com vista  para o andar térreo onde havia um culto religioso acontecendo.

A varanda estava cheia de pessoas que usavam trajes religiosos e ostentavam jóias e ouro.
Meia Noite não pareceu gostar muito das pessoas ali presentes e apenas as observou com cara de deboche enquanto gemia em tom de desaprovação.

Perto da varanda, pendurado do teto havia um belo lustre feito de ouro com detalhado com muitos anjos talhados em marfim.

Abaixo da varanda, no primeiro andar, também haviam muitas pessoas que assistiam o culto enquanto murmuravam seus próprios louvores.

Haviam também seis esculturas de cinco metros, encontravam-se enfileiradas nas laterais do altar, três de um lado, três do outro.

Mané se encontra no segundo andar, em uma varanda durante um culto.



Terminal cinza:

Diego


Os homens olhavam toda a cena com muita graça, até mesmo interromperam o ataque para dar uma boa risada da situação. Foi quando um dos capangas falou.

-Olha esse marica, nem parece o cara que acabou de matar o mano Walter hahahahahhahha!

-Esse cara é um idiota! - O capanga mais magricela falou -Olha chefinho, peguei a camiseta e as botas dele! - Murdock se aproveitou da triste situação de Diego e roubou com suas mãos leves os sapatos do rapaz e recolheu a camisa que estava no chão.

-Roupas? Era pra ter roubado a espada dele seu idiota! É ela que vale mais! - O chefe fez cara de desaprovação e começou a andar na direção de Diego que se debatia e gritava feito louco; Porém foi parado por Cucu, o outro capanga.

-Deixe que eu pego, chefinho.

Cucu foi até a espada que estava ao lado de Diego e a pegou, mas neste momento foi golpeado por um dos movimentos de Diego e caiu derrubando a espada mais uma vez.

O impacto do golpe assustou a barata que saiu voando e foi embora triste por não poder mais passear em paz.

Agora que a barata se foi, Diego pode voltar a se concentrar na batalha. ao seu lado Cucu está caído, um pouco mais adiante estão Murdock e Wuddy


Vila Foosha:

Kuro


O velho pensativo observou Kuro de cima a baixo, Sua mão coçava o queixo e suas sobrancelhas arquearam enquanto pensava em uma resposta.
O velho tossiu mais uma vez e então falou sério.

-Você quer um serviço que custe 250.000 né? O que acha de trabalhar para mim durante um ano então?

O velho continuou em silêncio durante alguns segundos esperando a resposta de Kuro, mas logo então voltou a falar -É brincadeira! Hahahahahaha!- Ignorando completamente o que  o rapaz estivesse dizendo.

-Já que você ofereceu ajuda, eu vou aceitar. Mas só te entregarei a segunda espada quando o serviço for cumprido, se não se importar. - O homem pegou debaixo do balcão um cinto com espaço para apoiar a espada - Vamos terminar logo esta transação para que eu possa te explicar o que quero que faça. vai querer qual espada? A Higari segunda ou a Kinshitak terceira? - O homem recolheu o dinheiro pela espada e entregou para Kuro o cinto equipado com a espada escolhida.

-Bom, primeiro me deixe explicar a minha situação. Ultimamente tenho sofrido muitos roubos… quer dizer, para ser mais exato são furtos. Todas as noites, quando estou dormindo alguém se aproveita do meu sono pesado e entra aqui para roubar artefatos do meu estoque. Sei que você é um homem justo, eu consigo ver isso em você e por isso te peço, fique de guarda comigo aqui hoje de noite e impeça o ladrão. Se fizer isso eu vou te ajudar.



Bar da Ana

Chloe & Saru


-Aquele paredão vermelho era só podia ser o fim do mundo! Nada mais existia além dele. só o mar revolto, a tempestade e a rocha rubra que se erguia até os céus! - o homem interrompeu a fala e levantou a camisa para mostrar uma cicatriz que cobria toda a sua barriga.- Naquele dia Davi Jones soltou a fúria contra nós, nos levou até aquele rochedo e batemos com tudo na muralha vermelha… o navio foi destruido e meus companheiros morreram.

Saru estava se engraçando com a bela mulher e até fez um convite para uma experiência a dois.

-Talvez eu aceitasse, mas você nem sequer sabe meu nome - A mulher devorava Saru com o olhar, mas não de uma forma sexual, mas sim como uma tigresa devora a alma de suas presas, aquela não era uma mulher qualquer.

Na mesa ao lado, os dois rapazes estavam com Chloe esperando que Ana trouxesse o sakê e os copos.

-Você tem toda a razão, somos honestos e queremos te ajudar, só que o problema é o pai dele

-Isso o problema é … meu pai?- E a,i ele deu um soquinho na própria mão- Isso, é meu pai!

-O pai dele ta meio lelé da cuca e tem atacado os forasteiros que vão pra lá comprar armas.

-É… ele tá doidão, doidão. Super violento. É mais seguro você ficar aqui.

Ana veio até a mesa e serviu os três copos -Fiquem à vontade- falou.

-Você está oferecendo ajuda? Olhe, eu tenho nessa cozinha uma equipe que aguenta qualquer tranco. Mas se você estiver precisando trabalhar, posso testar você.

A mulher virou para voltar para a cozinha e foi quando avistou Saru.

-Ei Saru, Já faz muito tempo que você não aparece aqui! Que coincidência, o seu avô também chegou aqui em Foosha hoje mais cedo! ele está atrás de você viu.


Stan Kinshi- Aparência
Acerola- Aparência
Sr. Kinshi(vendedor de armas)- Aparência
Homem de Dreads- Aparência
Mulher- Aparência
Chefe Huddy- Aparência
Murdock- Aparência
Cucu- Aparência
Reverendo Sheep- Aparência

Diego:
-Ganhos:
-Perdas:sapato, camisa
-NPC:

Chloe:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC:

Mané:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC: Meia noite (pet)

Saru:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC:

Kuro:
-Ganhos: Espada (Clássica)
-Perdas: 250.000 ฿
-NPC:
240/240100/10010/1015/15

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 2 Unknown

Tabela de preços:
ripper
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ripperCivil
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Prefiro macacos a ovelhas!

1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 2 NBjhgry




Você tinha que ver a cara do tal Sheep quando eu passei por cima dos “guardinhas”, parecia que não haviam ensinado a eles outra coisa a não ser golpear e perseguir, ora, hoje eles aprenderam que a imprevisibilidade faz parte do trabalho. Meia noite por sua vez parecia estar se ambientando com o novo local, até completou a minha provocação de uma forma que só ele poderia, MAAAAAAAAAAAAHAHA! Que dia!

Voltando ao que interessa, agora eu me encontrava em um novo andar, várias pessoas de vestido encontravam-se entre mim e o parapeito daquela varanda. Parecia que elas ainda não haviam notado a minha presença, mas certamente aquilo logo mudaria uma vez que os guardas começassem a descer as escadas atrás de mim, então, como eu não podia perder tempo passando no meio do aglomerado, pensei em pegar um atalho.

Usando toda a distância disponível naquele espaço, dispararia em direção ao lustre que estava preso ao teto, pulando e agarrando-o, como tantas vezes fiz na época que precisei ser o trapezista do circo. Enquanto pedia aos céus para que o lustre aguentasse o meu peso, aproveitando o primeiro balanço do lustre, já lançaria me corpo em direção ao parapeito da varanda, buscando pousar em pé em cima deste.

Naquele momento, eu provavelmente já teria uma visão melhor do primeiro andar, assim poderia arquitetar melhor a fuga. De qualquer maneira, eu já tinha ideia do que fazer. Caso julgasse que uma das estátuas estivesse perto o suficiente para que eu a alcançasse com um salto, assim o faria, pousando no local com a maior área de contato plana, ou quase plana, que eu pudesse para então pular para a estátua seguinte, em direção a saída. Se não fosse possível pular nas estátuas, pularia diretamente para o primeiro andar, terminando o movimento com uma cambalhota ou rolamento, uma técnica acrobática comum para amortecer uma queda, essa seria a mesma tática que usaria para descer das estátuas.

A todo momento estaria buscando a saída daquela estrutura horrenda.

fala - #00FF00


Resumo da Ficha:
CONTROLE:
Meia-noite:

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 2 Daco_110
Kuro Tempest
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THE
LAST
SPARK OF HOPE
Levou-se alguns instantes até que sua resposta viesse a me encontrar. —‌ Mas... ‌— A surpresa se expressava em meu rosto, sem saber muito bem como reagir ou responder, até que o homem voltou a falar. —‌ Não brinca dessa forma não, assim eu acabo tendo um infarto. ‌— Não consegui conter o pequeno suspiro e o olhar aliviado, ao perceber que o homem estava apenas brincando comigo. —‌ Eu acabaria levando as armas mais gastas. ‌— Os olhos se voltaram para as outras duas armas com um semblante desanimado, mas então se voltaram para o mais velho esperando pelo resto de suas palavras.

Permaneci pensativo por alguns instantes antes de responder a contraproposta. —‌ Ok, nada mais justo também. Sendo assim, eu aceito. ‌— O senhor se voltou para a parte de trás do balcão e pouco depois voltou com um cinto, usado para prender as espadas que eu queria comprar. —‌ Ah sim, claro claro. ‌— Peguei a bolsa com todo o dinheiro que eu tinha e a coloquei sobre a superfície onde estavam as armas, e pensei bem antes de pegar a primeira arma que iria levar. —‌ Hum, desejo a Kinshitak terceira. ‌—

Após o dono da loja pegar todo o dinheiro que eu tinha ele me entregou o cinto, junto a espada que eu havia escolhido. A mesma fora presa de imediato na parte direita da cintura, gerando um pouco mais de peso em minha lateral, mesmo não interferindo em meus movimentos atuais. —‌ Ela é de fato muito boa, quase que imperceptível. ‌— A destra pousou sobre seu cabo, enquanto minha atenção se voltava mais uma vez para o homem que então começara a explicar o que eu faria.

Ser roubado certamente era algo complicado, ainda mais quando se não tinha muito o que fazer para evitar tal ação. Me perguntava se ele não teria condições de colocar algo como um animal de proteção, ou até mesmo contratar uma outra pessoa para aquilo, mas também me perguntei se por ali havia alguém disposto a isso. Permaneci calado por alguns segundos, observando bem o semblante do homem que não parecia estar mentindo. —‌ Tudo bem, ficarei aqui esta noite para ajudá-lo sem problema algum. ‌— Estendi a destra em sua direção, com um sinal de acordo feito. —‌ Uma mão lava a outra, não é mesmo? ‌— Por mais que o sorriso fosse pequeno e curto, o mesmo apareceu no canto direito dos meus lábios.

HP: 220/220 | ST: 100/100

Considerações:

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Diego Kaminari
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Diego KaminariEstagiário
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Voltando aos Negocios






Um milagre! O demônio decidiu voltar para o inferno e se afastou de mim, mas espera… A barata voou? Além do calafrio que percorreu meu corpo, me senti aliviado por ver que o inseto voou para longe de mim e não na minha direção. Meu amigo poucas são as coisas que temos certeza nessa vida, a morte é uma delas, mas quer saber mais uma? Não existe homem machão ou ateu quando uma barata começa a voar na sua direção. Entretanto voltando aos planos sanguinolentos com meus novos amigos, notei que os mesmos riam da situação. Claro, vivendo no mesmo lugar que elas so poderiam ser parentes.


- A desculpe aquela era sua irmã? Creio que ela saiu voando para profanar o corpo de outro. – Diria enquanto pegaria minha espada ao chão e rapidamente indo em direção ao bandido caído. Uma vez perto iria tentar fincar minha espada em sua região genital. – Uhhh, perdão… Cabeça errada. – Após terminar minha mira seria em seu pescoço, devido à largura da arma, teria uma chance de a cabeça do agressor sair rolando. – Eu sei que foi engraçado, mas não se pode “perder a cabeça” como seu amigo aqui. – Meu tom debochado estava a mil, como se a barata nunca tivesse existido… Nossa que boa ideia, seria bom se nenhuma existisse, animal inútil!


Minha batalha se tudo desse certo seria contra os dois a minha frente, aquilo estava se estendendo bem mais que eu gostaria, no entanto, tirando o demônio até que aquilo estava divertido. Meu plano era esperar que um deles viesse a mim, provavelmente vendo seus amigos sendo mortos um a um, suas mentes não estavam mais tão focadas e iria aproveitar disso. Quando o ataque estivesse próximo iria tentar desviar de maneira que com um giro impulsionado pelo peso da espada a mesma fizesse uma meia-lua visando eliminar um dos homens e logo após impulsionaria em direção ao outro tentando bloquear ou esquivar sempre com intenção de contra-ataque. Se os homens viessem ao mesmo tempo, iria correr quando tivesse próximo escorregar de para passar entre eles, se conseguisse levantaria tentando golpear ambos os homens pelas costas.


Eu poderia deixar um de vocês vivos para contar a história, mas vocês sabem demais! – Falaria quando não restasse ninguém ou apenas um dos inimigos.


Se por acaso ainda estivessem agonizando no chão, iria dar golpes para que em pouco tempo perdesse todo o sangue e morressem por isso. Caso a situação tenha se finalizado de alguma forma, iria voltar a caminhar em direção ao reino com minhas roupas de volta ao corpo e minha espada em minhas costas.



Histórico:

Resumo da Ficha:



Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )







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Saru
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Créditos : 11

A festa decorria e apos a minha pergunta o homem me respondia contando sobre a muralha ser o fim do mundo.
-Fim do mundo a sério?
Logo em seguida ele mostraria sua barriga revelando uma cicatriz enorme e falaria dos seus companheiros.
Eu ficava bem supreso com tal dano e comentaria -Nossa é uma sorte teres sobrevivido entao podemos festejar um pouco mais a isso.
Dizia levantando meu copo -Um brinde aos companheiros falecidos e a ti por teres conseguido sobreviver para contar a historia.
Dava um gole da bebida e logo voltaria minha atençao para a ruiva que a mesma questionaria sobre o nome dela.
-Tens razão eu de facto nao sei a unica coisa que sei realmente é que es linda, se quizeres dizer teu nome tudo bem se nao nao faz mal de futuro sempre podemos ir para um lugar os dois e ai tu me dizes teu nome bem alto. Dizia olhando ela de baixo a cima ate encontrar o olhar dela.
Mas minha atencao com a ruiva nao duraria muito pois Ana me via e a mesma falaria comigo.
-Simm eu tive ocupado na floresta e senti saudades tuas e de seu bar.... peraa o que, meu avo anda a minha procura. Ficaria um pouco supreso, pois eu claramentr desta vez nem tinha aprontado e treinei os dias ou o suficiente como ele pediu na floresta.
- Obrigada Ana e nao preocupa daqui a pouco eu falo com ele, vou festejar mais um pouco talvez. Dizia com um sorriso.
Enquanto isso a outra ruiva e os homens pareciam se entender mais ou menos pelo menos ja nao ouvia eles a falar bem alto.
Eu olharia para ruiva no meu colo e dava um beijo no pescoço e falaria no ouvido.
-Bom eu preciso ir no banheiro e depois vou falar com a Ana, eu preciso sair mas eu espero te ver uma outra vez ou um outro dia lindaa.
Piscava o olho e levantaria ela do meu colo e dava um tapa na bunda, e iria para o banheiro rapidinho, e so depois é que ao voltar eu me aproximaria perto do balcao esperando a Ana ter um minuto de sussego o que talvez seria dificil.


Histórico:
Objetivos:

Resumo da Ficha:
Chloe Kaminari
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Chloe KaminariEstagiário
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4° - Um trambiqueiro a vista

Chloe Kaminari


E quando você acha que o mundo não pode lhe surpreender... ele vem e te surpreende. Cara, aqueles dois homens estavam tentando definitivamente me enganar de alguma forma, mas o que eles não entenderam é que eu realmente não tenho dinheiro para comprar a porra daquela arma. Deuses... porque homens são tão chatos?

Respirei fundo com um enorme sorriso para ambos tentando escolher bem as palavras que dizia para aqueles dois — Meus amigos... acho que vocês não entenderam, eu preciso ter lima certa...conexão com a arma sabe — respirava fundo enquanto ouvia a pequena desculpa dos mesmos — Duvido que seu pai iria me machucar se você for comigo, ou será que o senhor não deseja levar um cliente novo aquela loja maravilhosa que vi mais cedo? —  

Logo a dona do bar me respondeu, sorri para a mesma me levantando da mesa — Ora mulher, então me teste por favor, e que tal.... — Apontava para o garoto com a ruiva no colo e sorria — Que tal esse casal lindo serem os juízes, assim eles podem julgar de forma imparcial e sem saber qual alimento foi feito por quem, a menos que a senhora deseje algo em especial para que essa simples serva faça?

Pouco a pouco me aproximava do casal que parecia me divertir e suavemente sussurrava para ambos antes que o garoto fosse para Deus sabe onde — Aqueles dois ali estão tentando roubar o nada que eu tenho, então se puderem me ajudar de alguma forma — Sorria para ambos —  Eu posso depois fazer algo mais.... especial e afrodisíaco vendo o fogo que existe entre vocês dois. —  Ana parecia conhecer o garoto, Saru... Aquele nome poderia em algum momento salvar minha vida em algum momento naquela vida.

Talvez precisasse me aproximar um pouco mais. Talvez torcer para aquele homem em ajudar na minha procura.


Histórico:
Ficha Resumida:
Objetivos:
Legendas:


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Subaé
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SubaéCriador de Conteúdo
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Narração, Post 4


Vila Foosha:

Bar da Ana


A ruiva ergueu a mão para que Saru beijasse.
-Cherry, ao seu dispor.- A mulher sempre gostou de ter os homens aos seus pés e por isso estava adorando aquela situação - Xuxuzinho, eu to com fome. Paga um prato pra mim?

Mas a conversa dos dois foi interrompida pela outra ruiva que estava a propor para Ana um teste culinário.

-uh lalá! disso aí eu vou gostar!

-Ta errado isso aí! - Disse o gordo, já se intrometendo na conversa - Nunca vi uma competição só com dois jurados. E se empatar? EU TAMBÉM TENHO QUE COMER!

-Huhuhu tudo bem garota, eu aceito. Me diga o seu nome e me siga até a cozinha. Vocês três, aguardem um pouco para comer.

Ana guiou Chloe até a cozinha enquanto os dois pilantras clamavam pela volta da garota.

-Mocinha não deixa a gente aqui sozinho!

-Ei volta ai, você nem pagou o sakê ainda!

Saru beijou o pescoço de Cherry, despediu-se e foi ao banheiro para fazer as suas necessidades.
Dirigiu-se ao balcão de Ana quando o homem sem barba e com uma pequena cicatriz no rosto se aproximou dele mais uma vez.

-Vejo que já fez amizade com a Cherry, ela é demais né- O homem sorria enquanto bebia o sakê diretamente da garrafa - A vida pirata é muito divertida não acha? Ta afim de ser um marujo em meu navio?

Na cozinha, Cloe avistou três cozinheiros que ignoraram a presença da garota ali. Não por maldade ou falta de humildade, mas por conta da concentração no trabalho sequer perceberam que ela estava ali.

A cozinha tinha todos os utensílios, facas e panelas que Chloe conhecia. Aquela provavelmente era uma das cozinhas mais bem equipadas que a garota já visitou.
Na despensa haviam alguns peixes (tilápia) pendurados no varal, havia também um barril cheio de arroz; Nas prateleiras haviam potes com açúcar, sal, páprica e pimenta do reino, além das diversas jarras de leite produzidas nas fazendas de Foosha.  
E nos caixotes encontravam-se sacas de cebola, coentro, salsa, pimenta dedo de moça e limão.

-Prepare o que achar melhor, mas lembre-se: não vou julgá-la apenas pelo sabor final.
Também levarei em conta as técnicas de preparo e a sua criatividade.




Kuro


Kuro equipou o cinto e estava a apreciar a sua nova espada quando retomou a fala:

-Ela ficou muito bem em você, sinto que ela foi para o dono certo!- O homem tossiu mais uma vez- Sabe, eu não vou fechar a loja por agora então fique a vontade para sair e dar uma volta se quiser. Apenas se lembre de estar aqui no crepúsculo está bem? Ah, e se você encontrar um homem com uma pequena cicatriz no rosto chamado Lúcio entregue um recado pra mim! Avise-o que a encomenda dele está pronta.


Kinshitak Terceira:



Goa, Cidade Alta:

Mané


O rapaz correu, desviando-se dos religiosos que olhavam para ele como se fosse uma aberração, então saltou em direção ao lustre a fim de usá-lo para alcançar o parapeito da varanda.

Aquilo foi tarefa fácil para o garoto acrobático. Mané segurou o lustre que começou a girar igual um pêndulo graças a força exercida sobre ele.
Enquanto o rapaz se preparava para soltar o lustre e cair sob o parapeito, algo aconteceu.

Meia noite olhou assustado para cima, começou a puxar a gola de mané enquanto com a outra mãozinha apontava para cima. O animal já tinha percebido a merda.

Antes que Mané conseguisse se posicionar no parapeito um baque alto ecoou por todo o salão. A corrente que prendia o lustre quebrou, e por conta do movimento rotacional, agora o lustre, mané e Meia Noite estavam caindo para fora da varanda, direto no meio do salão onde o culto acontecia.

O rapaz e o macaco saltaram na direção da estátua mais próxima pois se caísse daquela altura o dano ia ser feio, ainda mais se caísse junto com o lustre.

Mané conseguiu cair posicionado em uma das estátuas, mas antes que pudesse respirar aliviado sentiu um balançar.
A estátua não estava presa no chão e agora inclinava-se pouco a pouco na direção das outras, até que por tairam todas em um efeito dominó.

Mané conseguiu se aproveitar da situação, quando estava perto do chão saltou repousando com uma cambalhota entre o padre horrorizado e a multidão de crentes que não conseguiam acreditar no que acabaram de presenciar.

Meia noite pulou de felicidade e sorriu  aliviado ao olhar a enorme porta que se encontrava atrás dos fiéis.




Terminal Cinza:

Diego:


A espada de Diego cravou no chão decepando a cabeça inferior de Cucu -Seu filho da putasem coração!!! Como pôde cortar o meu bingulin!!!! - Cucu não teve muito mais tempo para chorar pela rola decepada, pois com um segundo movimento preciso Diego Cortou-lhe a cabeça que restava.

-Caralho, o maluco é brabo ein chefia… vou meter o pé.

-Nada disso. Querendo ou não, ainda somos dois contra um.

– Eu sei que foi engraçado, mas não se pode “perder a cabeça” como seu amigo aqui.- Diego debochava de seus atacantes.

-Se divirta enquanto pode, Eu e o Murdock somos os melhores espadachins dos bandidos do lixão! VAI MURDOCK ATAQUE ELE! - Mas quando Huddy olhou para o lado se encontrou totalmente sozinho -MAS O QUE?!

Na verdade, Murdock simplesmente foi coerente com o que disse momentos atrás e realmente fugiu com a camisa e a bota de Diego.

-Aproveite a chance que eu to te dando pra fugir! - Huddy já não era mais tão corajoso e agora corria o mais rápido que podia para longe de Deiego - Qualquer hora eu volto pra pegar sua espada!

Diego pode seguir Huddy e tentar reaver as suas roupas ou pode seguir o seu caminho.
Ele decide.



Stan Kinshi- Aparência
Acerola- Aparência
Sr. Kinshi(vendedor de armas)- Aparência
Mulher- Aparência
Gordo- Aparência
Homem sem barba- Aparência
Chefe Huddy- Aparência
Murdock- Aparência
Cucu- Aparência
Ana- Aparência


Diego:
-Ganhos:
-Perdas:sapato, camisa (Post 3)
-NPC:

Chloe:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC:

Mané:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC: Meia noite (pet)

Saru:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC:

Kuro:
-Ganhos: Espada Clássica (Post 3)
-Perdas: 250.000 ฿ (Post 3)
-NPC:
240/240100/10010/1015/15

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Kuro Tempest
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THE
LAST
SPARK OF HOPE
As palavras do homem caíram como um elogio para mim, e de fato elas eram de acordo com o tom que ele usava enquanto eu observava o caimento da lâmina em minha cintura. —‌ De fato, seu pai também era um ótimo ferreiro, espero que eu chegue ao seu nível um dia. ‌— Meus olhos se voltaram para o mais velho, querendo saber como seguiríamos com o tratado. —‌ Hum, entendi entendi. ‌— Não seria necessário aguardar até o anoitecer, por mais que para mim não fosse problema algum, já que não havia nada a mais para fazer. —‌ Certo, farei isso sim. Acho que vou procurar algo a mais para fazer. ‌—

A destra repousou novamente sobre o cabo da nova espada, enquanto a alegria tentava escapar pelos meus lábios. —‌ Até mais tarde, estarei aqui com toda a certeza. É a minha palavra. ‌— Para mim, a palavra de uma pessoa era um dos bens mais valiosos que ela poderia entregar a outra. Não se podia manchá-la de forma alguma, ou sua honra poderia se esvair e nunca mais retornar.

Me virei e caminhei até a porta, acenando com a canhota até voltar as ruas da localidade. —‌ Vamos ver, vamos ver. ‌— Em meio aos passos lentos apoiava o queixo, o coçando levemente me perguntando o que eu poderia fazer até o crepúsculo. —‌ Será que eu consigo alguma informação? Ou, alguém para me ensinar algum tipo de técnica de forja ou etc? ‌— Até que o outro homem poderia fazer isso, mas já tinha me aproveitado o bastante de sua boa vontade. Não que eu realmente quisesse me aproveitar do mesmo.

Não fazia ideia de quem poderia encontrar para isso, mas então as suas últimas palavras me trouxeram para a realidade. —‌ Verdade, creio que deve ser algo importante. ‌— Um pequeno suspiro partiu dos lábios enquanto os passos se agitaram, aumentando o ritmo da caminhada à medida que minha atenção se intensificava a procura do tal homem citado pelo senhor da loja.

HP: 220/220 | ST: 100/100

Considerações:

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ripper
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Acho que Meia-noite havia ganho alguns quilos com aquelas frutas. O lustre apesar de aparentar robustez não havia aguentado o nosso peso, por um momento eu vi minha vida diante de meus olhos, acompanhada de um frio que percorreu a espinha, aquela era uma das sensações mais gostosas que eu conhecia. O estrago que isso poderia causar só não foi maior porque consegui me agarrar em uma das inúmeras estátuas, mas não houve tempo para comemorar. Logo em seguida, elas começaram a cair uma atrás da outra, impulsionadas pela anterior, foi um caos e eu escapei por pouco, ficando entre o homem de vestido branco e a plateia que o observava e eu só consegui pensar em que tipo de artista era aquele.

Voltando a realidade, eu ainda precisava sair daquele local, logo após a minha queda a confusão e o inesperado certamente ainda estariam na cabeça daqueles que testemunhavam a cena. O meu objetivo seria aproveitar o fato de os presentes ainda estarem assimilado o que estava acontecendo e sair dali o mais rápido possível, para isso, avaliaria duas situações.

A primeira seria passar no meio da plateia, em velocidade máxima, caso houvesse espaço, a segunda seria caso não houvesse um espaço considerável para fazer isso, onde optaria por passar por cima dos escombros das estátuas, que apesar de ser um terreno ruim para se atravessar, não teria nenhum indivíduo no caminho, caso esse caminho parecesse mais favorável, atravessaria com mais cuidado e não com minha velocidade total. Então, finalmente passando dos entraves, sairia pela enorme porta.


fala - #00FF00


Resumo da Ficha:
Objetivos::
CONTROLE:
Meia-noite:

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Diego Kaminari
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Voltando aos Negocios






Foi realmente gratificante ver o homem gritando ao sentir suas bolas sendo cortadas fora, logo em seguida chegou a vez de seu pescoço seu sangue manchando minha espada deu até uma aparência melhor para a mesma. Posso dizer que o cheiro do sangue era bem melhor que a do lixão, no entanto, logo os odores se misturaram e ficou uma merda pior do que antes estava. Um dos capangas acabou por se acovardar e sua falas deixaram isso claro, todavia o chefe do grupo rapidamente colocou-se à frente crendo que sua vantagem numérica ainda era de fato uma vantagem. As falas do bandido Hoddy eram bem ousadas, mas as recebi com um sorriso debochado. Suas ordens de me atacar foram recebidas por um grande nada, pois seu companheiro, Murdock, havia fugido desde antes dele falar.


- Acho que o Murdock não tem culhões, ah! Desculpe, quem não tem é o cucu. – Disse enquanto ria e apoiava minha espada no meu ombro desnudo. Espera, desnudo? O filho da puta havia fugido com minha camisa e botas. Eu poderia ir atrás do homem, sim, poderia… No entanto, estava descalço no meio de um labirinto de pilhas de lixo dos quais eu não conheço nada, ele poderia facilmente se esconder de mim. Além disso, andar descanso nessa podridão não parece muito seguro, poderia me cortar ou contaminar, mas o principal perigo estava a espreita… Eu não queria nem pensar na possibilidade, eu poderia pisar em alguma… BARATA!


Entretanto, pensando pelo outro lado eu jamais poderia entrar na cidade somente de calças e com espada em mãos, e creio que teria dificuldade se pegasse alguma das imundas vestes que os miseráveis daqui usam. Então o que deveria fazer? Preciso de um lugar com algum tipo de civilização com pessoas que tenham o mínimo de higiene para poder conseguir algumas roupas dignas. Eu tinha dinheiro? Nenhum tostão furado, entre tudo seria algo que eu daria um jeito depois. Juntando todas as informações somente havia um lugar que poderia ir. Existe uma vila do outro lado da montanha e creio que lá tenha um porto, possivelmente algum turista nobre desavisado estaria feliz em ceder suas roupas, caso contrario teria de fazer algum serviço como já fiz no passado.


- Esta vendo o trabalho que vocês me renderam cucu? – Diria para a cabeça decepada. – Não me olha com esses olhos opacos, foram vocês quem começaram. – Logo após minha pequena conversa, ou melhor, monólogo… Seja lá o que foi aquilo, partiria rumo a estrada que daria na vila, o caminho poderia ser difícil por isso estaria preparado para qualquer surpresa com a grande espada apoiada nos ombros, apesar de tudo não seria nada que meus anos na floresta não tivesse me preparado.


Histórico:

Resumo da Ficha:



Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )







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Chloe Kaminari
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5º - Tillápia apimentada

Chloe Kaminari


Ok, alguns pequeninos detalhes devem ter passado desapercebido enquanto eu contava essa enorme desventura, mas eu vou tentar elucidar suas dúvidas. Posso não ser uma pessoa muito conhecida por aí, renome é uma coisa que ainda me falta, mas de alguma forma eu preciso começar, certo?
Na minha cabecinha pensante, começar por um reino grande como Goa poderia ser um bom motivo para estar ali, mesmo que em toda a viagem tenha ouvido que os nobres daquele lugar fossem tão mesquinhos quanto qualquer outro lugar, talvez até pior. É... talvez na minha cabecinha pensante aquilo fosse muito melhor aproveitado de outra forma...

Velejando e procurando pistas... Não acredito que você duvidou da minha pureza por um mísero segundo... Sua mente suja.

Mas voltando ao presente, a ruiva parecia interessada no pequeno prêmio que havia estipulado caso ela participasse com seu parceiro de… galanteios, mas logo outros que estavam lá dentro começaram a protestar e apenas sorri para os mesmos — Ora senhores, porque não reclamam com a senhorita Ana quanto a isso, ela poderá estipular quantos pratos devem ser feitos neste pequeno desafio, não acham? — Olhei então para a mulher com um sorriso maior — Minha senhora, pode me chamar de Seraphine. Seraph apenas para os mais íntimos — Eu não revelaria meu nome… não ainda.

Segui a mulher com os ombros baixos, não sabia o que poderia esperar por mim naquele lugar, mas ainda sim, precisava pensar no que fazer. O local era repleto de coisas lindas, os equipamentos mais completos que poderia pensar e olha que minha mente era fértil demais para uma mulher da minha idade. Meus olhos faiscavam com tamanha beleza naquela cozinha — Como eu queria que você estivesse aqui… — Soltei baixo enquanto observava o que exatamente tinha naquele lugar. Olhei para Ana com vergonha e me aproximei dela com calma —Senhorita, eu precisei contar uma pequena mentira para manter minha vida a salvo. Os dois homens que entraram comigo não são conhecidos, parecem querer me roubar então acabei dando um nome falso para que eles nunca me achassem. Meu nome verdadeiro é Chloe… Chloe Kaminari. Peço que apenas na frente daqueles homens me chame de Seraphine — Dei uma pausa para ela absorver as informações e continuei — Eu vim para Goa para procurar meu irmão… nos separamos a muitos anos e agora o estou procurando desesperadamente. Seu nome é Diego.

Me afastei da mulher indo pegar os ingredientes para começar o desafio. E meu amigo, eu iria usar tudo o que adquiri com os anos de cozinha em meio aos revolucionários. Primeiramente iria separar a quantidade exata para poder alimentar a todos dentro daquele lugar e caso preciso fosse que até repetissem o prato. Sem muito mais falar, busquei algumas facas pela cozinha, uma especial para poder fazer a postas de peixe, mas não seria agora que iria iniciar o corte da carne do animal marinho. Em uma travessa iria espremer alguns limões, colocar sal, pimenta-dedo-de-moça, cebola e coentro cortada em pedacinhos pequenos e uma pitada de pimenta-do-reino para salientar a ardência apenas no tempero, bem como um pouco de páprica misturada com açúcar para equilibrar o sabor, apesar de os três temperos juntos poderiam ficar ainda mais ardentes do que o necessário. Com o auxílio de uma colher levaria aos lábios e caso faltasse sal, colocaria um pouco mais para ficar o mais próximo do aceitável por Ana.

Com uma faca média iria realizar um corte na barriga de cada um dos peixes de forma a deixar um corte de exatos cinco centímetros onde pudesse enfiar dois dedos para assim retirar por completo suas vísceras do animal e logo descartar as mesmas, apesar de em alguns pratos aquilo ser usado de forma exótica. Com uma faca um pouco maior que a primeira, separaria a cabeça do resto do corpo e colocaria em um outro recipiente para que futuramente pudesse ser utilizado. O mesmo tinha o tempero outrora feito para aquele prato, mas na falta de farinha não poderia fazer um molho com as cabeças.

O corpo dos peixes seria limpo, retirando completamente as escamas com a parte não cortante da faca onde realizaria o movimento de retirada raspando delicadamente o peixe na direção contraria ao crescimento das escamas protetoras. Poderia fazer uma sujeira? Sim e iria fazer, mas de forma calma, lenta e sendo feito na pia o estrago seria muito menor do que o imaginado. Cada peixe passaria pelo mesmo processo até todos estarem limpos, cortaria então as postas com cerca de dois centímetros e meio de espessura, nada daquele processo seria desperdiçado; o rabo e barbatanas seriam delicadamente retirados e colocados no lixo junto as vísceras.

Prontas, colocaria as postas em meio ao tempero e deixaria o peixe descansar por um tempo até limpar toda a bagunça feita e começar a fazer o arroz. No fundo da panela colocaria cebola cortada em tiras finas para que dourasse junto a um pouco de páprica, porém sem açúcar dessa vez. O arroz seria lavado levemente de forma que não se retirasse completamente o amido do mesmo, e caso a cebola já começasse a mudar para um tom mais colorido e dourado, o arroz seria jogado provocando um delicioso barulho de algo derramando, porém, era apenas a água fria trocando temperatura com o meio fervente. Meio litro de água e o fogo alto seriam o suficiente para a grande panela de arroz.

Correria então pelo pequeno local sem falar com os homens ali presentes e pegaria uma frigideira que pudesse parecer o mais apresentável possível. A colocaria ao lado do arroz, na boca vizinha, para aquecer. Deixaria minha mão apenas por tempo suficiente para saber o quão quente aquilo estaria.

Minha mente divagou nas memórias do passado por algum tempo. Os momentos felizes entre mim e Diego em meio as outras crianças do orfanato, mas tudo aquilo era ainda menos perigoso do que deixar a porra da mão em meio ao metal quente da panela. Aquilo meus amigos, poderia gerar uma enorme bolha, mas seria algo que trataria rápido. Corri para colocar a mão em baixo da água gelada da torneira, olharia para os lados como se nada tivesse acontecido dando apenas uma risada falha e sem graça em meio a tudo aquilo.

Que erro de principiante hem? puta merda… — Falava baixo enquanto voltava para perto das panelas. Aproveitava para calmamente abaixar o fogo do arroz que poderia a àquela altura estar próximo de seu termino de cozimento.

As postas de peixe seriam delicadamente colocadas sobre a panela sem qualquer auxílio de óleo ou gordura extra, deixando apenas a gordura do peixe dançar sobre a superfície rígida do metal, torcia apenas para ser ante aderente. O gran finale daquele prato seria o leite de tigre. Iria até o armário de utensílios e colocaria ali todo o tempero marinado do peixe para bater no liquidificador, até se tornar uma espécie de pasta espeça e cremosa o suficiente para poder usar na apresentação, mas não deixaria apenas aquilo. Junto colocaria um pouco mais de páprica para acentuar a ardência junto a salsa e um pouco mais de coentro, o que poderia modificar a cor do molho. Reservaria em um recipiente com tampa e voltaria para os peixes.

Um após o outro deixaria fritar até que uma fina crosta dourada se formasse, mas não de forma a ficar caramelizada pela presença do açúcar. Tentava deixar as postas douradas por fora e bem cozidas por dentro, de forma a ficarem macias e deliciosas aos olhos. O fogo do arroz havia sido desativado, talvez pudesse ter queimado algo, mesmo que bem pouco, mas esperaria que não fosse muito.

Em meio a tudo aquilo havia esquecido uma coisa muito importante… como eles iriam comer tudo aquilo sem nada para beber? Certo que alguns estão bebendo Rum, mas aquela comida merecia algo mais refrescante.

Lavei com o máximo de velocidade e destreza que podia aquele liquidificador e dentro dele coloquei limões cortados, açúcar e leite. Sim, leite. Ligaria e deixaria batendo com um pouco de água para deixar cremoso o suco. Os pratos do local foram usados para colocar o arroz de forma a parecer uma pequena montanha cilíndrica, uma posta daquele peixe e um pouco do leite de tigre ao lado do arroz parecendo um mar verde no prato. Levaria cada um deles até os convidados sem dizer uma palavra. Voltaria a cozinha desligando o liquidificador, colocaria uma jarra com uma peneira por cima onde passaria todo o suco cremoso com gelo e serviria para cada um dos presentes ali.

O suco é apenas uma forma de refrescar e amenizar a ardência do prato. Mas caso desejem podem colocar a bebida de sua preferência… Bom apetite… Espero que a senhorita Ana o aprove…— Logo voltava para o casal com um sorriso — Se vocês dois me arrumarem chocolate e algumas especiarias eu posso fazer algo especialmente afrodisíaco para vocês. Principalmente se conseguirem cerejas, pimenta rosa e amarula.— Logo me votava para o garoto de cabelos brancos — Eu acho que você vai precisar do que eu vou fazer… Essa mocinha não parece ter um fogo fácil de apagar.




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Saru
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Créditos : 11

Antes de eu ir pro banheiro a ruiva se apresentava como cherry eu achei um nome interessante.
-Prazer eu sou Saru. Dava um sorriso e ela falaria em comer e pagar eu olharia para ela e apontava para a festa.
-Bom linda, tem bebida aqui e comida também nao deve faltar eu acho a nao ser que os cara tenham comido tudo ja. Dizia olhando pra mesa a procura.
Entretando a ruiva da outra mesa se aproximaria, eu olharia para ela na qual a mesma falaria sobres os homens.
-Nao me entendas mal, mas eu notei isso deste que voces chegaram , alem disso eles nao sao de falar baixo, mas eu acho que eles devem ficar sussegafos ate porque mexer com alguem dentro do bar eles se dariam mal, qualquer coisa so falar.
Embora eu falase para descansar a ruiva que no bar pudesse tar segura ela me tiraria a atençao no momento que falaria em comida.
-Bom nao precisa de ser afrodisíaco, eu nao preciso disso deste que ofereça comer nois aceitamos, eu nao sabia que Ana tinha gente nova, bom faça o seu melhor. Dizia encorajando.
Um gordao falaria reclamando que queria comer, eu olharia para ele.
-Po gordao tu so pensa em comer, fica quieto ai que tu ja come.
Olharia para a Ana e sorria.
-Bom porque nao, da uma chance para ela.
Ana parecia ter aceitado e eu iria comer para avaliar.
Apos a mesma ir embora eu ia para o banheiro deixando a Cherry por um momento, enquanto eu ia eu ouvia os homesm chamando a ruiva e ignorava e so depois para o bar.
Enquanto eu estaria no balcao a espera de ter um minuto para falar com Ana, um homem sem barba e com uma cicatriz aparecia falando sobre a Cherry eu olharia para ele e sorria.
- Ela é interessante, talvez um dia conheça ela melhor por agora tenho coisas a fazer.
Eu olharia para a dentro do bar tentando ver a ruiva que entraria, me perguntaria.
O que ela estaria a preparar, e enquanto estaria distraido na minha curiosidade o homem falaria para mim quase fazendo um convite.
-De facto vida no mar parece ser bastante curioso, mas nao me leves a mal mas terei que recusar sua oferta, por enquanto ficarei por aqui, talvez de futuro se alguem interessante aparecer e me fizer a mesma oferta eu possa pensar melhor sobre o mar.
Eu passava a mao no ombro do homem e deixaria ele la no balcao enquanto eu voltaria para ao pe da Cherry.
-Oie linda voltei, com fome? Bom eu tambem, vamos esperar e ver o que ela vai preparar ne.Dizia dando um pega na perna de Cherry.
Assim que a ruiva chegaria com comida eu ja sentia o cheiro com o aproximar e ficava ja com agua na boca.
Ela comentaria sobre chocolate na qual eu falaria -Acho dificil se eu conseguisse chocolate, eu ja teria comido duvido que durase ate ao bar.
Chegando ate mim ela comentaria sobre o fogo de Cherry -Nao precisas preocupar, eu consigo dar conta do fogo dela e muito mais, se duvidas, sempre posso te ajudar com tua duvida.Dizia olhando para a ruiva e dava uma pequena risada.
Bom deixando as palavras de lado e brincadeiras a parte seria o momento da verdade e avaliar a comida, eu olharia bem e parecia ter um bom aspecto se eu fosse uma pessoa normal quase daria pena em comer, mas eu nao sou por isso nao demoraria em comer, na primeira garfada a boca eu ja ficaria espantado.
-Hmmmm que bom, nossa ta bom de mais, Anna contrata "mastigando" por favor "mastigando" contrata minha barriga ta pedindo, ta bom de mais.
Apos demorar tudo eu enclinava para tras e sobro para o ar como se tivesse cheioo.
-Entao cherry, o que achaste?.
Enquanto cherry terminava de apreciar o comer, eu olharia para a cozinheira e falaria.
-Olha se eu fosse DONO do bar, eu deixaria tu trabalhares aqui o tanto que quizessws, mas eu nao sou o DONO mas concerteza A DONA, ta a pensar nisso. Dizia meio que dando dica ou talvez pressionando um pouco Ana para aceitar ela.
Olharia para a cozinheira e chegava um pouco perto e falaria para ela.
-Eii sobre os dois caras ali, deixa eles, pelo que eu entendi tu procura comprar  uma arma, nao me interessa para que, mas se depois quizeres eu vou contigo damos uma volta pela vila, eu acho que tem uma loja aqui perto por isso deve ser melhor do que com os cara.
Apos isso eu dava uma relaxada depois olharia para Ana antes que ela se ocupase com o bar e falaria.
-Ei Ana tens um segundo queria falar contigo, sobre o meu avo sabes para onde ele foi? Eu esperaria resposta eu despedia de Cherry com um beijo, olharia para a cozinheira.
-Caso queiras a tal visita pela vila e queiras falar comigo, fala com a Ana ela sabe onde eu costumo estar ou ate mesmo onde eu moro, alem disso a vila é pequena, bom tou indo pensa nisso e depois me procura.
Dizendo isso eu acenaria a mao e saia do bar, indo ter com o meu avo.



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