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Rumo ao desconhecido! Qui Mar 17, 2022 5:36 pm
Rumo ao desconhecido!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Mané. A qual não possui narrador definido.

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Re: Rumo ao desconhecido! Ter Mar 22, 2022 10:20 am
E lá vamos nós!

Rumo ao desconhecido! NBjhgry




E lá estávamos nós novamente. Eu e meu companheiro dentro de um navio desconhecido, em uma caixa qualquer, para onde o destino havia escolhido nos levar? Qualquer que fosse o destino, nós precisávamos comer, e como normalmente nenhuma tripulação é receptiva com um clandestino, eu precisava escolher o tempo e a forma correta de encontrar algo para comermos.

Se houvesse uma fresta na caixa, tentaria observar o movimento, esperando até que a maior parte dos ocupantes já estivesse dormindo, se não, me orientaria pela diminuição do barulho, até que colocaria a cabeça para fora do caixote, me orientando.

Com cuidado, sairia da caixa e observaria o ambiente. Eu já sabia o que eram aquelas pessoas.

Uau, eles com certeza devem ter um circo completinho…

A memória de meus irmãos revisitava minha cabeça, poderíamos ser nós os donos daquele barco e daquela companhia.

De qualquer forma, eu precisava seguir meu caminho, por mim, por eles e por Meia-noite. Será que era possível me vestir como um membro daquele navio? Talvez houvesse alguma roupa sobressalente em algum canto e caso eu encontrasse uma, não hesitaria em vesti-la. Se houvesse uma do tamanho de meu companheiro, trataria de vestí-lo também. Mas meu objetivo principal seria buscar alimento e sobreviver ali dentro até que chegássemos ao destino do navio.


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Re: Rumo ao desconhecido! Qui Mar 24, 2022 4:29 am

Rumo ao desconhecido!




Post - 01

Um gaiato no navio

Já estavam dentro do caixote a pelo menos umas cinco horas e o balanço do navio fazia com que alguns dos barris da despensa rolassem para lá e pra cá, chocando-se contra as caixas cheias de mantimentos que por lá estavam.

PLAM!!


O barril deitado chocou-se contra a  caixa em que Mané e Meia-Noite estavam escondidos, o que fez o macaco dar um pequeno pulo por conta do susto. Ao saltar, Meia-Noite bateu a cabeça na tampa da caixa, o que doeu bastante,  e por isso o macaco fechou a cara e ficou enfezado.

Mas a fome afeta os gaiatos que invadem navios alheios, e Mané não estava imune à abstinência de comida. O garoto sentia a fome corroer seu estômago que roncava impaciente, sendo assim decidiu sair da caixa e partir em busca de alguma comida.

Não havia nenhum barulho no lado de fora da caixa, o que indicava que não havia ninguém na despensa. Entretanto, Mané poderia jurar que ouviu uma risadinha seguida de alguns passos abafados mesmo sem ver ninguém por lá.

Mané abriu a caixa e espiou o local para se certificar de que era seguro, e realmente era. Então ambos saíram da caixa.

Para a sorte da dupla, ambos se encontravam na despensa do navio-circo e o que não faltava por ali era comida. Havia pães, carnes, frutas e peixes; Vinho, cerveja, rum e cachaça; Sal de Petra Yuni, Cogumelos do North Blue, e Ostras maiores do que um braço!

Aquela era uma bela despensa e Mané poderia se esbanjar à vontade. Meia-Noite não perdeu tempo, pulou na prateleira onde estavam os pães de metro e começou a devorar o pedaço que arrancou com as próprias patas.

Mané também foi atrás de algumas coisas para comer. O que é que ele comeu?

Depois de analisar a falta de barulho do outro lado da porta, o jovem Mané se esgueirou para fora da despensa em busca de novas vestes, mas o que encontrou foi a cozinha do local, cheia de cadeiras e mesas. A cozinha tinha um belo fogão à lenha, uma geladeira e alguns armários sem porta, cheios de panelas e utensílios gastronômicos.

Não haviam janelas no local, apenas duas portas, sendo uma a da despensa e a outra a que dava acesso à cozinha, provida com um visor redondo que revelava o céu alaranjado do amanhecer.

Entretanto, antes mesmo de seguir explorando o barco, ouviu gritos, de uma voz fingida e rouca, vindos do lado de fora da cozinha.

-INVASORES!! INVASORES À BORDO!! PEGUEM E MATEM OS DESGRAÇADOS!!

Qual seria a reação de Mané? Ele vai se esconder? ele vai botar a cara no sol e chutar bundas? ele vai usar a lábia? Tudo isso e mais um pouco no próximo post… Vamos lá, esse é só o começo de uma nova aventura!!
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Re: Rumo ao desconhecido! Dom Mar 27, 2022 8:14 pm
Sem saída

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Algumas horas haviam se passado quando o ronco de nossos estômagos se tornou o barulho mais importante do caixote. Uma risada e um barulho que poderia jurar ser de passos diminuiu nosso ímpeto, mas fomos em frente, saindo de nosso esconderijo, já podia sentir o cheiro das frutas.

A variedade era tremenda, mas eu gostava mesmo era das frutas, um de meus irmãos sempre dizia que eu seria para sempre um magricela se continuasse comendo apenas frutas, ele estava certo. Carne também sempre fora caro e aquelas que encontrávamos como sobras, pouco ou nada dava-se para aproveitar, diferente das frutas. Não pensei duas vezes e comecei a devorar uvas, maçãs e peras, que estavam especialmente suculentas.

Quando estávamos fartos, seguimos pela única porta disponível e, assim como poderia ser esperado, chegamos à cozinha. Aquela não era a cozinha mais bem conservada e tampouco a mais equipada, mas parecia ser o suficiente para uma boa viagem. E antes que pudesse observar com mais calma o que havia por ali, a voz que veio de fora tornou-se a principal preocupação.

“Puta que pariu, caralh o, porra! Eles me escutaram? Não é possível, será que…” , meus pensamentos iam a milhão, quando percebi que talvez aquela risada que ouvira anteriormente, juntamente com os passos, poderia ser aquele que estavam procurando.

Mas como eu explicaria isso? Eu estava fodido! Eles me encontrariam e eu tomaria toda a culpa, não que não tivesse mas ser morto pelo “vacilo” de outro seria uma forma bem sem graça de morrer.

A situação era complicada, não havia um lugar ali onde eu pudesse me esconder, mas isso não era verdade para meu companheiro, então rapidamente fui até ele, pegando-o, procurei um armário que possuísse portas, para colocá-lo lá dentro.

Meia, fica quietinho aí dentro meu parceiro, deixa que eu cuido dessa parada e… se der merda tu me salva, hehe – disse em voz baixa, enquanto fechava a porta e soltava meu sorriso.

Uma atitude desesperada era o que me restava, procuraria uma faca e me posicionaria na direção da porta da dispensa, apontando a faca para a porta, começaria meu show:

ENCONTREI ESSE SAFADO! ESSE MERDA TÁ AQUI! – gritando e apontando a faca para a porta da dispensa.

Assim que alguém adentrasse a cozinha, não daria tempo para que pensassem demais sobre a situação, continuaria agindo como um membro da tripulação, agir com confiança era a chave e talvez a escuridão daquele lugar pudesse me ajudar.

Eu pego ele! – então avançaria para dentro da dispensa, havia uma forma de iluminar aquele ambiente com facilidade? Se sim, acenderia a luz para facilitar minha busca pelo possível invasor, se não, continuaria usando as sombras como minhas aliadas – DEIXA COMIGO, SE ENTRAR MAIS ALGUÉM AQUI A GENTE CORRE O RISCO DE DERRUBAR A COMIDA! – seria interessante se eu conseguisse expulsar o outro invasor dali sem que eles se dessem conta de que eu também era um, ele poderia sair correndo pela porta da dispensa e puxar toda a atenção da tripulação, aí eu pensaria no próximo passo. Portanto, continuaria procurando o autor das risadas o tempo que eu conseguisse.

Claro que a situação poderia não ocorrer conforme o esperado e os tripulantes poderiam me interpelar mais rápido do que eu gostaria, caso assim fosse, continuaria fingindo que era parte daquele grupo.

Como assim, eu? Um invasor? Vocês tão de sacanagem! – com uma cara de indignado, continuaria – É assim que vocês tratam o mais novo acrobata? Absurdo! – eu precisava criar uma confusão entre eles, para abalar sua confiança – Cadê o rapaz que me convidou? – eu estava me referindo ao homem que eu havia pedido uma carona mais cedo, no porto, não sabia seu nome mas sabia suas vestes – Que merda, esqueci o nome dele, são muitos! Aquele que estava vestido… – e então daria a descrição conforme lembrava – Tu tinha me dito que a galera era gente boa!!

Durante minha fala, tentaria me aproveitar da possível confusão que eu causara na tripulação para caminhar em direção ao lado de fora da cozinha, talvez lá eu tivesse mais espaço para evitar os ataques, caso fosse atacado.



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Última edição por ripper em Sex Abr 01, 2022 9:59 am, editado 2 vez(es)

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Re: Rumo ao desconhecido! Seg Mar 28, 2022 3:18 am

Rumo ao desconhecido!




Post - 02

Fuffu & Sussu

Mané foi astuto ao perceber  que os tripulantes estavam atrás de intrusos, recolheu o seu fiel companheiro e o escondeu no armário. O macaquinho resmungou de sua maneira característica, como sempre que era forçado a algo. Ele gostava de estar sempre na linha de frente com Mané, mas entendeu o plano do garoto e foi logo para dentro de um panelão que estava na prateleira.

O garoto foi até a pia onde estavam os utensílios e puxou uma faca, e ao caminhar para a porta, ouviu aquela risadinha doce uma vez mais. Por fim, gritou avisando ter encontrado o penetra.

-Ué? - ouviu uma voz baixinha e doce que vinha de cima do armário da cozinha. Era um homenzinho de quinze centímetros todo trajado com as vestes de um palhaço cor-de-rosa.

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- mas eu achei que você era um invasor! HiHiHiHiHiHi! Que divertido!! - e então o palhacinho pulou na cabeleira de Mané e se escondeu - Torça para que o Capitão Sussu goste de você…HiHiHi.

Ao lado de fora, Mané ouviu disparos de pistola, seguido de gemidos mórbidos que antecipam a morte.  Se olhasse pela janelinha redonda da porta, veria os tais invasores, que eram três, caídos no chão ensanguentados, mas ainda vivos.

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Um homem seguido de quatro figuras pitorescas se destacava naquela confusão, ele era alto e vestia roupas luxuosas, além é claro do chapéu pomposo que combinava com seu belo cabelo esverdeado.

-FuuuFuFuFu!! Esse navio não é um hotel para ficar aceitando qualquer miserável fuuuudido!! Por isso vão andar na prancha! PREPAREM ESSES HOMENS PARA ANDAR NA PRANCHA!!

=SIM SUB- CAPITÃO!! - Responderam os homens que o seguiam. O sub capitão torceu a cara ao ser chamado assim, mas relevou e seguiu na direção da cozinha.

Um dos homens que seguiam o sub-capitão era um elegante rapaz ruivo trajando um terno verde. Ele parecia se divertir bastante com aquela violência explícita e foi ele o responsável por amarrar os pobres invasores.

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Houve outro seguidor que também ajudou a amarrar os invasores. Ele trajava roupas de arlequim, assim como uma máscara sorridente que escondia sua real feição.

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Já os outros dois seguidores apenas discutiam entre si.

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-Você é burro!Burro!! - falou o ventríloquo ao encarar o velho que o segurava.

-Me perdoe… mas a culpa não é só minha…você é que não tem uma mira boa…

-Mas você tremeu a porra do braço!! Ta ficando velho e ta estúpido, eu ein!

Por fim, a porta da cozinha se abriu, revelando o Sub-capitão que buscava mais um possível alvo para sua pistola enquanto sorria de uma maneira sádica. O homem de cabelos verdes foi rápido e apontou a sua pistola para a testa de Mané.

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-FuuuFuFuFu! Obrigado por invadir esse barco! eu AMO matar gente igual você…

Mané não se intimidou e deu procedência ao seu blefe, fingindo ser o novo acrobata do tal circo. O Sub-capitão estranhou toda aquela situação e, sem desapontar a arma, gritou - Ei Lequinear, Você está sabendo de algum novo acrobata? FuuuFuFu!! Acho que o meu irmão vai te substituir - Falou encarando Mané, demonstrando não ter caído naquele blefe.

A porta se abriu mais uma vez e agora quem entrou foi o arlequim mascarado. Seus passos trouxeram para a cozinha o rastro de sangue dos novos reféns.

Rumo ao desconhecido! Harlequin

Ele foi até Mané é se inclinou para frente, analisando o mesmo bem de perto - Tá querendo roubar o meu ato é rapá? olha que te mato viu!  

Mané insistiu, dizendo ter sido convidado por alguém no porto de Dawn, mas não sabia dizer nenhum nome e isso apenas aumentava a inquietação daqueles piratas sanguinários. Foi quando o palhacinho deu um salto, pousou no cano da pistola e gritou.

-FUI EU!! FUI EU QUE CHAMEI ELE E AQUELE MACACO ALI PRA VIREM COM A GENTE!!! NÃO ATIRA MAAAAAIS!!!!!!!

O silêncio perdurou por alguns segundos, mas foi cortado por um relinchar de raiva emanado do sub-capitão -  AOS INFERNOS VOCÊ E O MEU IRMÃO COM ESSA MANIA DE CHAMAR QUALQUER BUNDA MOLE PARA O CONVÉS!! - então balançou a arma para o lado, arremessando o palhacinho na parede com força.

Então voltou a apontar a arma para o magricela - Quer saber? Eu vou te matar de uma vez por diversão e isso ainda vai ser um favorzinho para o Lequinear…

-Eu concordo…- falou o arlequim -gostei da idéia.

Mas então a porta se abriu pela terceira vez, e agora quem estava lá era ninguém mais, ninguém menos do que a estrela principal de qualquer circo! Um palhaço magricela, calvo e rabugento com dois tufões laranjas nas laterais da cabeça e um grande nariz vermelho.

Rumo ao desconhecido! Belmod

O palhaço foi até a geladeira enquanto fumava o seu cigarro, abriu a porta e encheu um copo sujo  que estava na louça. Depois bebeu alguns goles, foi até o Sub capitão e abaixou a pistola usando apenas o seu dedo indicador.

-O que é que está acontecendo aqui? - Perguntou sem nenhum tipo de entusiasmo.

-Um monte de invasores adentraram o navio na última parada e agora eu estou fazendo uma limpa!

-Fuffu, eu Já te falei mil vezes que não quero sangue na madeira desse navio! ISSO É UM CIRCO!!

-Escute bem, Sussu, você me prometeu poder matar quem eu quiser!!

-E você prometeu não sujar mais o nosso circo.

O silêncio voltou a pesar o ambiente, dessa vez o Sub-capitão Fuffu não sabia onde enfiar a cara, mas voltou a encarar o seu irmão e perguntou - Tá certo, capitão. Mas o que vamos fazer com esse intruso aí? - falou apontando para Mané.

O palhaço seguiu o dedo de seu irmão com os olhos e então, pela primeira vez, notou que Mané estava lá. O palhaço se assustou e cuspiu toda a água que estava bebendo em cima do rapaz.

-INTRUSOOO!! INTRUSSOO!! - gritou para avisar a tripulação, e em resposta levou um tapão dado pelo seu irmão em sua nuca.

-É DISSO QUE EU TO FALANDO SEU IMBECIL!!

O capitão olhou para Mané, analisou a situação e depois de ponderar um pouco falou - Vamos, me diga quem é você e por que você invadiu esse circo...Por acaso você é meu fã?
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Re: Rumo ao desconhecido! Sex Abr 01, 2022 9:59 am
Hora de ficar sério

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“Fudeu…”

Engoli a seco quando vi o pequeno palhaço surgindo em cima do armário.

“Esse desgraçado faz parte da tripulação…”

A situação era quase como eu imaginava, havia outros invasores além de mim e eles é que haviam sido encontrados. As vozes lá fora não chamavam tanto minha atenção como aquele pequeno ser falante.

Mas que porra é essa… — falava enquanto observava o pequeno gesticular — Capitão Sussu…

Os disparos do lado de fora tratavam de puxar minha atenção para o perigo iminente e antes que desse tempo, vi aquelas quatro figuras entrando pela porta enquanto uma delas apontava uma arma para minha cabeça. A situação era adversa, a pressão era tremenda, aquele era o clima que qualquer artista busca incessantemente.

É com pressão que nasce um astro!

Por tanto continuei minha encenação, mesmo com meu esforço, eu não sabia atuar e pouca credibilidade tive. O diálogo sombrio entre aqueles que me ameaçavam havia servido para revelar a relação entre eles e mostrar alguns de seus membros peculiares.

“Que merda, fui querer substituir logo a porra do irmão do capitão…”

Mesmo assim, me mantive impassível diante do líder calvo.

Seu fã?! MAAAHAHAHA! — colocando minhas mãos nas laterais de minha cintura, criando um arco com meus braços — Eu to viajando por esse mundão, meu parceiro… quero vê todo tipo de parada maneira, pra quando eu pará! Eu possa tê o circo mais incrível que esse mundo já viu, tá ligado? — um sorriso poderia ser visto em meu rosto, fazia um tempo que eu gostaria de falar minhas vontades em voz alta e ali me senti confiante.

Eu parei aqui por conta de uma caroninha… — daria alguns passos pelo ambiente enquanto expressava minhas palavras, sem nenhum movimento brusco demais, o suficiente para sair da inércia e facilitar minha reação a uma eventual agressão — Te garanto que eu sou o maior acrobata que já viveu nesses mares, tá ligado? E eu posso te provar de uma forma que todos ficam felizes —  jogava a faca em cima da pia, me livrando dela de forma voluntária e não agressiva — Teu irmãozinho qué me matar, correto? Nós faz o seguinte, vamo pra parte de cima do barco, tu tenta me acertar por dôr minutinho, se tu não conseguir eu vou com vocês até a próxima ilha e tu fica com a grana das meus shows por lá, tranquilo? Senão, vocês... — levava o dedo indicador ao queixo — podem me matar...  MAAAAAAAAAAHAHAHA! — poucas apresentações valeriam minha vida, existe motivação maior? — Eu prometo que não irei deixar que o chão fique sujo de sangue, MAAAHAHA!

Mas talvez nada daquilo tivesse alguma chance de acontecer, talvez a pergunta do capitão fosse apenas uma brincadeira sádica de quem tenta dar falsa esperança, por isso, caso meu plano viesse água abaixo, firmaria ainda mais minha pegada na faca, caso ela não estivesse comigo, faria um movimento rápido para recuperá-la da pia ou de onde estivesse, tentando me valer de minha velocidade. Meus primeiros movimentos seriam em direção ao homem com a pistola, eu precisaria fazer algum movimento que mexesse com a moral deles, por tanto usaria a parte de trás da faca, para golpear com força os dedos do sub capitão, responsáveis pelo gatilho da pistola, meu objetivo seria apenas desarmar o homem, uma demonstração de poder minha, seguida de um discurso apaziguador:

Vamo lá porra, eu só quero uma carona caralho, ainda posso arrumar um troco pra rapazeada… — minha feição estaria impassível, falando de forma séria porém confiante.



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Re: Rumo ao desconhecido! Qua Abr 06, 2022 9:15 am

Rumo ao desconhecido!




Post - 03

Começando com o pé errado

Mané não se intimidou com aquela trupe esquisita que discutia pelas questões de limpeza do navio. O palhaço calvo conhecido como Capitão Sussu observou Mané com muita atenção e ouviu as suas palavras que foram bradadas com força e determinação.

- Quer dizer então que você é um artista errante… Sendo assim, parece que você subiu no barco certo!! - o capitão Sussu esboçou um sorriso raso e emotivo, pela forma cordial que conversava com rapaz era evidente que o seu gênio era bem diferente que o do seu irmão - Sendo assim, seja bem vindo ao meu circo!!

Fuffu, o irmão do capitão, torceu a cara ao ouvir aquelas palavras e logo se exaltou, berrando com uma voz estridente e irritadiça.

-NÃO!! NÃO, NÃO!! ELE É UM PENETRA E TEM QUE MORRER!!

-Ele é um artista…

-UM INVASOR!!

Os irmãos se encaravam com tanta tensão que parecia até que saiam faíscas de seus olhos, nenhum dos outros tripulantes ousou se meter naquela discussão, portanto o silêncio perdurou por um instante.

Foi quando Mané propôs que testassem as suas habilidades acrobáticas da maneira mais insana possível.

-Eu gosto desse método - Fuffu falou.

Meia-noite tomou um susto ao ouvir aquele plano suicida e então deu um salto involuntário, revelando sua posição para todos, e começou a reclamar alguma coisa enquanto retornava para o ombro de seu companheiro humano.

Sussu olhou para todos os presentes no local. Olhou primeiro para Mané, depois olhou Meia-Noite, e por fim olhou para Fuffu, o sub-capitão; e para Lequinear, o acrobata. O capitão então ponderou por alguns instantes e por fim falou.

-Tudo bem então…Vamos fazer um ’tiro-ao-álvaro’ então!

-Ui…ai…- no canto da cozinha, atrás da mesa, o palhacinho diminuto se levantou com um pouco de dificuldade enquanto gemia de dor - Mas capitão Sussu… ele não é um invasor, eu que chamei ele pra vir com a gente! - Por algum motivo, o palhacinho parecia insistir naquela mentira boba.

-Oh, Plip-Plop!! - ao notar a presença do palhacinho no local, o capitão foi até ele e o recolheu na mão com muito carinho e cuidado, como se fosse um filhotinho de gato - O que aconteceu com você, amiguinho?

-Eu tropecei de cima do armário e caí… - o palhacinho respondeu.

Meia-Noite olhou torto para o palhacinho e resmungou algo enquanto balançava os braços na direção de Fuffu.

-Já chega de conversa fiada! - reclamou o sub-capitão - Vamos logo testar as habilidades desse acrobatinha!

Então Fuffu pegou cinco facas que estavam na pia e foi para o lado de fora.

Em seguida o arlequim mascarado segurou o braço do jovem com força e começou a puxá-lo para o convés - Você não vai roubar meu lugar, entendeu?

Então o grupo foi para o convés principal da escuna onde poderiam fazer aquele teste mais confortavelmente. O local era simples, havia algumas caixas e barris espalhados pelo local, assim como cordas penduradas nos mastros, e algumas outras enroladas no chão.

Rumo ao desconhecido! 030-Ship01

No convés Mané pôde ver mais uma vez o homem de terno verde, o boneco ventríloquo de terno e o velho que sempre o carregava. Havia também algumas outras pessoas que até então não tinha visto. Uma delas era uma mulher alta e forte cuja feição era bem masculina, a outra pessoa era uma jovem adolescente de cabelos roxos, macacão preto e blusão listrado.

Fuffu se encontrava no centro daquela tripulação, puxou uma caixa e chamou o Mané.

-Suba na caixa e vamos começar essa brincadeira de uma vez!
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