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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura!

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
Relembrando a primeira mensagem :

1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Diego Kaminari , Chloe Kaminari , Mané , Kuro Tempest e SIlver D Saru. A qual não possui narrador definido.

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 3 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Subaé
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Nos bares de então
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Subaé
Criador de Conteúdo

Narração, Post 5



Vila Foosha:

Saru & Chloe


Na cozinha, Ana estava a conversar com Chloe que estava a lhe contar o seu nome real e o verdadeiro motivo de estar naquela ilha.

-Não precisa se preocupar com aqueles dois Huhuhuhu - Ana dizia enquanto ria - Eles são só uns baderneiros, mas são pessoas boas. Os pais deles vivem aqui na ilha e eu os conheço desde  que éramos crianças.

A mulher ouviu atentamente o nome do irmão de Chloe e falou - Desculpe mas eu não conheço ninguém com esse nome…

Enquanto isso, Saru rejeitou a proposta do homem que agora se questionava se era realmente interessante
ali sozinho no balcão.
Depois disso voltou à companhia de sua ruiva favorita.

Voltando para a cozinha, Chloe começou preparar a refeição que se propôs a fazer e fez tudo com muita maestria e atenção. Sua dedicação e técnica estavam a ser admirados por todos os cozinheiros que estavam a observá-la calados, e até mesmo quando Chloe queimou a mão na panela eles não a julgaram, afinal que cozinheiro nunca se queimou?
Neste momento, quando Chloe olhou em volta envergonhada pelo seu erro de principiante, os demais cozinheiros apenas fingiram não ter visto e voltaram a atenção aos seus respectivos preparos. Eles não queriam que Chloe se sentisse pressionada.

O arroz não queimou, isso aliviou Chloe profundamente, creio eu.

A moça não tardou em terminar o banquete, e até mesmo preparou uma bebida refrescante para o acompanhamento. Quando Ana e os demais cozinheiros perceberam, na despensa já não havia mais insumos o suficiente para mais nenhum pedido.
No balcão havia pilhas de refeições empratadas sendo levadas para abastecer as mesas do povo que festejava.

Chloe, Cherry e Saru conversavam sobre uma sobremesa afrodisíaca, enquanto isso o homem gordo não parava de salivar por conta do delicioso cheiro.

-Vamos comer!

Naquele momento Saru se propôs a ajudar Chloe com a compra das armas.

Ana aproximou-se enquanto todos estavam a comer, tanto os três juízes do desafio, assim como todo o resto do bar - Seraphine, você cozinha muito bem e eu te admiro por isso, mas tem um problema sério... - Desta vez Ana não tinha nenhum sorriso no rosto, na verdade era possível ver uma veia que saltava de sua testa enquanto as suas sobrancelhas se contraiam - Era pra você preparar três pratos, não trinta e dois!! Você acabou com tudo que tinha na despensa e distribuiu pros clientes! Espero que você possa pagar por isso.

Saru interrompeu a conversa para perguntar sobre o seu avô:

-Ele estava tomando café da manhã aqui quando um grupo de marinheiros vieram pedir ajuda em um caso. Ele deve estar no porto, Agora me deixe tratar da dívida dessa mocinha.



Kuro


Kuro passou pela porta da loja deixando o velho que acenava em despedida para trás.

-Até logo rapaz!

Foosha não é uma vila tão grande, ainda assim para um forasteiro encontrar alguém alí não era uma tarefa fácil. As ruas de Foosha não são tão movimentadas quanto as da capital, Ainda assim era provida de uma bela movimentação de crianças que brincavam ao ar livre.
Haviam alguns trabalhadores do porto que carregavam caixotes para as lojas de onde alguns fazendeiros  saíam carregando suas compras.
Aquela vila era abundante em calmaria e a paz reinava naquele local.

Havia um banco perto dali onde havia um senhor bem velhinho sentado com uma cara rabugenta. O velho resmungava enquanto fracassava em ao tentar abrir um saco de chips sabor peixe.

Os resmungos eram proferidos quase como um sussurro, mas os ouvidos bem atentos de Kuro conseguiam ouvir nitidamente o que o velho dizia.

-Aos infernos esses produtores de chips! eles passam que tipo de cola nesse pacote? - Cada vez o velho puxava as pontas do pacote de salgadinho mais forte, mas ainda assim nada do pacote abrir - É o que me faltava, primeiro aquele moleque some, depois recebo relatórios de um sequestro e agora preciso lutar contra um saco de chips par poder comer…. ah, tomar no cu viu!




Terminal Cinza:


Diego


Kaminari seguiu seu caminho em direção à Foosha deixando dois defuntos e seus pertences abandonados no chão do lixão que rodeava Goa.
Caminhou de volta boa parte do caminho que maratonou mais cedo, passou pelas árvores frutíferas e adentrou cada vez mais na mata fechada.

Era possível ouvir as cobras que rastejavam pelas folhas secas, e os passos de cães selvagens que por ali perambulavam.
Diego entretanto não sentia hostilidade alguma ali.
Em certo ponto, Diego começou a ouvir gritos desesperados em busca de ajuda

-Socorro!!! Alguém me ajude, eu não consigo andar!

A voz inconfundivelmente era feminina e não parecia estar muito longe dali. Aquilo poderia ser uma armadilha, sendo assim Diego poderia seguir o seu caminho rumo a Foosha.
Entretanto pode ser que uma mulher realmente esteja precisando de ajuda.
O que Diego fará?



Goa,Cidade Alta:

Mané


O rapaz e seu macaco encontravam-se diante de uma situação desafortunada.
Aquela altura, o caos já estava instaurado no salão. Os fiéis xingavam e amaldiçoaram mané pela destruição causada, e alguns até avançaram contra ele para dar-lhe uma surra.

-Eu espero que a sua alma não tenha mais salvação! Você queimará no inferno - Dizia o padre para o rapaz.

Mané, entretanto, apenas correu na direção das estátuas destroçadas no chão para fugir por cima dos escombros.
Ninguém conseguiu seguir mané por aquele caminho irregular pois as estátuas se partiram e as lascas de pedra estavam muito afiadas.

Para dizer a verdade, aquele caminho era perigoso até para alguém com habilidades acrobáticas e por isso Mané seguiu com calma e tomando cuidado onde pisava.
Durante o trajeto até a porta, Meia noite avistou algo entre as frestas de pedra rompida e chamou a atenção de Mané em um tom muito triste.

Dentre as frestas era possível ver uma poça de sangue e uma mão de alguém que morreu ali debaixo dos destroços.

Em um par de minutos, Mané alcançou a porta da igreja e agora já podia deixar todos aqueles problemas para trás.

Se olhasse para trás poderia ter uma boa visão do templo onde estava momentos atrás.



1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 3 Igreja10


Cherry- Aparência
Ana- Aparência
Sr. Kinshi- Aparência
Pastor- Aparência
Gordo- Aparência
Velho sentado no banco- Aparência

Diego:
-Páginas: 5
-Posts: 5
-Ganhos:
-Perdas:sapato, camisa
-NPC:

Chloe:
-Páginas: 5
-Posts: 5
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC:

Mané:
-Páginas: 5
-Posts: 5
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC: Meia noite (pet)

Saru:
-Páginas: 5
-Posts: 5
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC:

Kuro:
-Páginas: 5
-Posts: 5
-Ganhos: Espada (Clássica)
-Perdas: 250.000 ฿
-NPC:
240/240100/10010/1015/15

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 3 Unknown

Tabela de preços:
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Kuro Tempest
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THE
LAST
SPARK OF HOPE
O movimento na localidade não era algo tão grande assim, o que pelo que percebia dificultaria no encontro do tal homem dito pelo vendedor. —‌ Este lugar me lembra... ‌— Em meio aos passos observava o vai e vem de crianças brincando, fazendo-me lembrar da época em que me divertia com os garotos e garotas da minha idade pelo meio das ruas onde morava. Era uma agradável visita ao passado, pois em tal tempo eu não precisava me importar com muita coisa.

Assim como as crianças, ver os homens trabalhando me remetia aos tempos em que trabalhava junto ao meu pai em seu barco de pesca, mesmo que não conseguisse fazer muita coisa para ajudá-lo. —‌ Bons tempos. ‌— Sim, sentia saudades de tudo aquilo. —‌ Ok, deixe isso de lado. ‌— Uma pequena tristeza começava a tomar meu interior, fazendo-me suspirar e retornar para o presente em que me encontrava.

Ao retornar a mim percebi um senhor sentado em um banco ali próximo, resmungando como se algo o estivesse irritando. Bem, para muitos o que ele estava dizendo não seria entendido, mas meus bons ouvidos me permitiram entender suas palavras e acabar soltando um pequeno sorriso contido ao vê-lo em guerra com um saco de batatas. —‌ Hum, quem sabe ele também não possa me ajudar, em troca da minha ajuda? ‌— De fato, talvez ajudá-lo fosse uma boa opção no momento.

Aproximei-me de forma calma, parando a uma certa distância com um semblante tranquilo. —‌ Olá, meu senhor. Desculpa incomodá-lo, mas percebi que está tendo dificuldades em abrir essa embalagem. ‌— Precisei abrir um sorriso nos lábios e afastar a mão do cabo da espada para falar com o mais velho sem demonstrar hostilidade. —‌ Se quiser, posso ajudá-lo com isso. E se não for pedir muito, gostaria de uma informação. ‌— Pausei as palavras e aguardei pela resposta do homem, torcendo para que ele aceitasse a proposta.

HP: 220/220 | ST: 100/100

Considerações:

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Ficha / Template
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ripper
Civil
Descobertas, eu pouco me conheço.

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Os ânimos ficaram exaltados, por algum motivo, aquela plateia parecia ser muito mais ameaçadora do que os guardas que eu acabara de deixar para trás. Os destroços pareciam ser um bom caminho e eu avancei sobre eles com certa velocidade, apesar do cuidado, tudo teria terminado bem, se não fosse a cena que Meia-noite havia chamado minha atenção para.

Em um intervalo de tempo curto, eu a observei e entendi o que havia acontecido. Uma tristeza sem fundo tomou conta do meu peito, matar alguém nunca fora o objetivo e aquele acontecimento ameaçava trazer à tona os meus pesadelos, eu sentia que em algum lugar dentro de mim, eles forçavam a passagem para chegar a superfície e se eu deixasse, seria tarde demais, ficaria paralisado e Meia-noite sofreria as consequência dos meus atos. Eu não queria causar a mesma sensação que os assassinos da minha família causaram em mim mas começava a entender que todos somos vilões da história de alguém.

Não... — com a voz fraca, era a primeira vez naquele dia que o sorriso não era visto em meu rosto.

Balancei a cabeça de forma curta e rápida em uma tentativa de não deixar a parte mais poderosa daquele sentimento aflorar. Eu precisava ficar vivo e se eu esmorecesse ali, o que seria de mim? Eu ainda carregava os sonhos da minha família nas costas, preciso seguir em frente.

Me desculpe... — disse, antes de partir a toda velocidade para a saída de Igreja.

Sem olhar para trás, continuaria correndo na direção oposta a da Igreja, tentando me afastar o máximo possível daquele local, enquanto isso, olharia em volta com o objetivo de me localizar melhor no novo ambiente em que me encontrava, procurava um beco ou uma viela, um local onde pudesse me acalmar e voltar para a realidade sem que ninguém perturbasse. Eu nunca havia tirado uma vida e mesmo não sendo de forma proposital, precisaria de um tempo para voltar ao normal, caso não encontrasse, optaria por fazer isso no local menos movimentado que minha vista pudesse localizar, então sentaria no chão, enquanto respirava profundamente.



fala - #00FF00


Informações Importantes:

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Saru
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Apos me ter despedido da cherry, da ruiva cozinheira e de Ana, eu teria saido do bar e pela informaçao que Ana teria me dado o meu avo estaria no porto, provavelmente com marinheiros, talvez dando opiniao sobre algo.
Sendo eu alguem local, eu saberia bem como ir ate ao porto sem problema nenhum, e de modo mais simpled era quase descer a cidade ate achar o mar.
Caminharia tranquilamente pela cidade, se alguma pessoa me acena-se eu avenaria de volta por educaçao, ate porque talvez alguma pudesse me reconhecer.
Chegando ao porto eu dava uma inspirada sentindo o cheiro salgado do mar, apreciava um pouco a paisagem mas nao perderia muito tempo, eu olharia em volta tentando achar alguns marinheiros onde o meu avo provavelmente estaria e mesmo que nao estivesse eles pudessem saber dele.
Se eu conseguisse de facto achar o meu avo eu chamaria por ele me aproximaria dele.
-Yo Avo, eu estive ainda agora a pouco no bar e Ana me contou que tava a minha procura, precisavas de algo, ou era so porque eu nao tava na floresta, eii tem festa no bar, nao queres voltar e beber tem uma cozinheira la muito boa. Dizia rindo e meio salivando pensando na comida.


Histórico:
Objetivos:

Resumo da Ficha:
Diego Kaminari
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Diego Kaminari
Estagiário




Uma Mulher Nessa Equação






Meu caminho me retornou para dentro da mata o que me trouxe uma sensação de conforto novamente, os sons dos animais que para muito era sinal de perigo, para mim, tinha som de lar como se fossem antigos amigos a receber-me. A cada passo era uma lembrança que me fazia voltar aos anos que vivi naquele lugar, a raiva que passei anteriormente havia de certa forma passado mediante a tudo que aquele lugar me proporcionava. No entanto, como alegria de pobre dura pouco, algo aconteceu, ou melhor, algo ressoou pela mata e me chamou muita atenção.


- Que porra é essa? – Disse para mim mesmo enquanto identificava a direção do som.


Era uma voz feminina que não estava longe de onde eu estava, a mesma pedia por socorro e informava que não poderia andar. Aquilo tinha a cara de armadilha e por alguns momentos estava determinado a ignorar… Mas se não fosse? Se não fosse, uma pessoa estaria em sério perigo se considerar o que vive na floresta, todavia não somente uma pessoa qualquer, mas sim uma bela dama que ao ser salva estaria muito agradecida e damas agradecidas geralmente… Vocês entenderam, né?


Apesar de tudo sendo uma dama ou não, mesmo com risco de ser uma armadilha eu não poderia deixar de atender o pedido de alguém que precisa de socorro… Não quero que aconteça com alguém que não mereça o que aconteceu comigo naquele orfanato, onde os gritos de ajuda das crianças se perderam e meio as chamas e como marcas se espalharam pelos ventos para somente serem ignoradas por aquele que justificavam a si mesmo que era o melhor a se fazer. Logo decidi que iria em direção a voz, mas usando da mata para contornar e não cair em uma armadilha tão óbvia. Além disso, iria checar a situação assim que fosse possível ver algo, se realmente o perigo fosse evidente iria em seu socorro e afastaria qualquer fera ou inimigo que ali poderia conter. Caso fosse impossivel para mim agir de maneira ofensiva, iria pegar a mulher e carrega-la em meus braços e usando meus conhecimentos do local, ir em uma direção mais segura onde podessemos respirar mais calmos. Minha atenção estava redobrada, olhando aos arredores, para cima das árvores, arbustos e qualquer coisa que parecia estranha ou no lugar errado, com minha espada me defenderia caso necessário e como sempre visando um contra-ataque letal.



Histórico:

Resumo da Ficha:



Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )







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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário


6º -Problemas na cozinha... Hora da caçada

Chloe Kaminari


Ok, as vezes eu posso ser um pouco exagerada na comida, mas fazer o que quando se tem mais de 30 pessoas famintas em um bar festejando por uma volta segura em meio ao mar cheio de adversidades. Mas fazer o que, eles mereciam e com isso eu só… Só me fodi. Isso mesmo que você está ouvindo, eu acabei de foder qualquer chance de conseguir um emprego naquele lugar e depois rumar para a próxima vila em busca de pistas.

Ouvir aquelas pessoas comentando sobre o alimento que acalentava suas barrigas famintas eram quase como música para ouvidos que estavam cansados de ouvir “não conheço”, “nunca ouvi falar”, “Você devia desistir, ele deve estar morto”. Isso não sou eu! Eu vou procurar até o fim dos dias, ou até apodrecer no fundo do mar, o que viesse primeiro. Ana reclamou um bocado sobre o fato de eu ter acabado com os insumos e ingredientes da despensa, aquilo foi um choque porque achava que tinha feito um pouco menos de comida do que o real — Me perdoa… Se… Se precisar eu vendo minha pequena flame… — Enquanto falava passava a mão sobre a corrente de ponta triangular que ostentava na cintura como um adereço comum —  O que eu não quero é deixar você na mão… se bem que… — Parava e olhava para todos no bar — Aqueles que não foram escolhidos para os juízes terão que pagar pelo alimento, isso é simples. Eu disse que iria fazer, mas em momento nenhum disse para os outros que era de graça. — Talvez os outros não tivessem se atentado aquele detalhe, mas eu nunca disse tal coisa antes.

Em caso de protesto me aproximaria de quem mais parecesse o capitão daquele grupo e o olharia da forma mais gentil e sedutora que pudesse, mesmo suja e com a mão ardendo por conta da queimadura — O senhor me entende né? Não acho que alguns trocados podem fazer falta em seu tesouro em meio a essa festividade. — Se as alternativas ainda fossem negativas, me viraria em direção a Ana com um pequeno sorriso nos lábios — Se me der algumas horas, eu posso caçar algumas coisas na floresta para repor o estoque. Coelhos, veados, carnes mais nobres e exóticas além de algumas ervas. Eu tenho um conhecimento ou outro para saber como me virar. — Iria primeiro em meio ao estoque buscar qualquer coisa que pudesse usar para guardar as ervas e carnes caçadas e sairia então em direção a floresta. Poderia não conhecer o lugar, mas sabia reconhecer uma boa carne e um bom trabalho quando via um.




Histórico:
Ficha Resumida:
Objetivos:
Legendas:


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Subaé
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Subaé
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Narração, Post 6


Floresta Midway:

Diego


O som dos cães selvagens ficava mais alto cada vez que Diego se aproximava da voz feminina. Pelo tom dos uivos, aqueles cães estavam famintos.

Diego seguiu a voz que clamava por auxílio. Esgueirava-se pela mata tentando ser o mais sigiloso possível, mas as folhas secas sob seus pés denunciaram sua localização.

-Ei tem alguém aí? Me ajude por favor!! - A voz ecoava pela mata em um tom de desespero.
E não fosse por menos, afinal, naquela altura Diego já havia visto alguns dos cães selvagens que estavam a rondar a mulher.

O rapaz seguiu a voz por mais alguns poucos metros quando finalmente avistou a mulher caída no chão, deitada em uma poça de sangue.
Se diego olhasse melhor para as pernas dela, poderia perceber que era de lá que o sangue escorria, embora não fosse possível identificar o motivo do sangramento

-Me ajude a fugir desses cães - A mulher estava chorando e já estendia os braços para que Diego a carregasse - Eu vivo em uma cabana no alto da montanha, por favor, me leve até lá… Eu prometo que você será bem recebido quando chegarmos.

Conforme Diego se aproxima, os cães demonstram estar dispostos a garantir a sua refeição.




Goa, Cidade alta:

Mané


Lembranças perturbadoras tomavam conta da mente de Mané enquanto o mesmo corria para longe do templo. Enquanto o garoto corria, o macaco em seus ombros olhava perplexo para trás lembrando da cena trágica que acabara de ver.

Nas ruas, Mané pode ver muitos guardas armados que corriam de um lado para o outro parando quase todo mundo para que fossem revistados, evidentemente estavam buscando algo ou alguém.

Os guardas não eram marinheiros, eram os guardas oficiais do reino de Goa. Estes usavam armaduras luxuosas cobertas por uma capa branca com detalhes dourados.

Ser revistado por aqueles guardas poderia ser um problema para o forasteiro que fez aquela bagunça na igreja, nem Meia noite ficou feliz ao ver os guardas.
Por isso, Mané esgueirou-se para o beco mais próximo, onde conseguiu sentar para descansar em paz.

-Oh, que macaquinho fofo! Qual é o nome dele? - Ao lado de Mané estava uma garotinha que se cobria com uma capa marrom desbotada, suas roupas entretanto aparentavam ser de uma qualidade muito superior - Oi moço, oi macaquinho! Eu me chamo Maka, prazer!


1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 3 Maka10


Vila Foosha:

Kuro


O jovem espadachim aproximou-se do velho oferecendo ajuda para abrir o salgadinho.
-ZEHZEHZEHZEH! Vejo que ainda existem cavalheiros que respeitam os idosos - o velho falou enquanto soltava uma profunda gargalhada - Eu vou aceitar a sua ajuda sim.

O velho entregou o Salgadinho para o rapaz que abriu o pacote com relativa facilidade.
Assim que ouviu o pacote abrir, o velho tomou o saco de chips da mão de Kuro sem esperar que o mesmo o entregasse - Agradecido - Disse enquanto se deliciava com o chips sabor peixe - Pois então rapaz, qual é a informação que você precisa?


1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 3 Zeno10


Chloe


Ana estava furiosa, ainda assim cobrava Chloe sem ser desrespeitosa com a jovem.
Foi quando Chloe argumentou certeiramente “Eu disse que iria fazer, mas em momento nenhum disse que era de graça. ” ela falou. E bem, aquilo era a mais pura verdade.

-Você tem razão! - Ana suspirava aliviada com a informação que abriu sua mente - Entretanto como foi você quem fez essa bagunça vou deixar pra você o trabalho de cobrá-los, tudo bem? - Ana pegou um caderninho de bolso e começou a fazer algumas contas - Estamos falando de 300.000 B. Ao fim da tarde eu quero que você me entregue o dinheiro, ou caso não consiga o dinheio, ingredientes para que eu possa trabalhar amanhã. Dê seu jeito.

Chloe deu uma breve olhada no local procurando o capitão daquela tripulação. Neste meio tempo pôde ver quando Acerola e Stan foram embora de fininho deixando o bar sem pagar.

Chloe avistou o capitão, então foi até o homem de cicatriz no rosto para cobrar-lhe o dinheiro da refeição de seus marujos.

-oh bom eu achei que a comida foi dada de bom grado...- O homem ficou sem jeito diante da sensualidade de Chloe. Logo a sua cara estava vermelha e era possível ver que ele estava a suar - Se você quer que eu pague eu posso pagar…. mas agora a gente não tem um tostão eu gastei tudo com o sakê HAHAHAHAHAHAHA Bota na conta do tesouro!

Chloe distribuiu comida para beberrões sem dinheiro e pelo visto ela não conseguiria nenhum berie alí. Ela foi até a despensa e pegou uma cesta de palha para pôr as ervas que vai colher e as carnes que irá caçar, feito isso seguiu para fora do bar da Ana, em direção à Floresta Midway.



Saru


Saru saiu do bar e estava descendo a vila até o porto em busca de seu avô, mas não precisou ir tão longe.
Saru avistou o seu avô sentado em um banco perto da loja de armas conversando com um forasteiro que carregava uma espada.

-Yo Avo, eu estive ainda agora a pouco no bar e Ana me contou que tava a minha procura, precisavas de algo, ou era so porque eu nao tava na floresta, eii tem festa no bar, nao queres voltar e beber tem uma cozinheira la muito boa.

O velho encarou Saru com uma feição de desaprovação - Eu não treinei e eduquei você para que fique enchendo a cara no bar com um monte de maltrapilhos! - Zeno repreendia o neto como se estivessem apenas eles dois naquele local. A presença do espadachim era completamente ignorada pelo velho.

-Escute bem Saru: EU NÃO VOU ATURAR MAIS AS SUAS MOLECAGENS! Sabe o que aconteceu hoje? Uma nobre de Goa foi sequestrada pelos bandidos da montanha - Zeno se levantou, assim como as suas sobrancelhas que saltavam enquanto  dizia desaforos ao neto - Os tempos estão caóticos e a marinha precisa de bons recrutas para proteger as pessoas. Por isso eu decidi, de hoje não passa, você vai comigo para a base naval para se alistar…. AGORA!  

Zeno virou-se para Kuro com um sorriso no rosto. Tentava ser o mais simpático possível.
-Quanto a você meu jovem, porque não vem com a gente e se alista na marinha também? Um cavalheiro de classe como você com certeza chegará no alto patamar da marinha.



Ana- Aparência
Homem sem barba- Aparência
Maka- Aparência
Zeno- Aparência
Mulher em perigo- Aparência


Diego:
-Ganhos:
-Perdas:sapato, camisa
-NPC:

Chloe:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC:

Mané:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC: Meia noite (pet)

Saru:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC:

Kuro:
-Ganhos: Espada (Clássica)
-Perdas: 250.000 ฿
-NPC:
240/240100/10010/1015/15


Última edição por Subaé em Dom Maio 23, 2021 11:11 am, editado 1 vez(es)

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Tabela de preços:
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Diego Kaminari
Estagiário




Nova Acompanhante






Apesar de minha atitude sorrateira, acabei por ser percebido pela mulher... Deus... Que mulher linda! Agora não sabia se ficava parado admirando ou continuava minhas ações, contudo a escolha era óbvia, fica parado ali me obrigaria e ficar apenas no olhar... Eu não queria ficar apenas no olhar, se é que me entendem. Logo com a necessidade de deixa-la inteira me coloquei diante de meus adversários.


Lobinhos, meus velhos amigos com tendências a inimigos quando tomados para fome... Quanto tempo. Entretanto, perto e com espadas em mãos não so fiquei ainda mais apaixonado por seus cabelos, rosto… Por seu corpo precisamente contornado por curvas celestiais tão brandas com as formas do paraíso, enfim, além de sua beleza estonteante, notei uma poça de sangue. O líquido vermelho se originava de sua perna e deixava claro que a mesma não sairia dali saltando de alegria, assim que me aproximei seus braços já pediam para que eu a carregasse. Sua voz me pedia por ajuda, voz… AHH DEUS QUE VOZ! Além disso, a mulher informou que moro numa cabana em cima da montanha, nosso como temos coisas em comum.


- Bem temos muitas coisas em comum então. – Falei rindo e logo me abaixando de costas para ela conseguir se segurar em meu pescoço enquanto teria minhas mãos livres para segurar minha espada. – Pode ficar tranquila que não deixarei que nada aconteça com você! – Diria sorrindo e logo tentaria partir para onde a jovem havia me indicado. Sabia que os lobos nãos iriam desistir, mas minha experiência poderia me ajudar a despista-los e assim tentaria. Correria o mais rápido que conseguisse e atacaria os lobos que me alcançasse sempre tomando cuidado para não deixar a garota cair. A qualquer sinal que não conseguiria fugir das criaturas sem que colocasse a mulher em perigo, a deixaria no chão e rapidamente me colocaria a posto para enfrentar os lobos. O padrão seria desviar e atacar, principalmente as patas e com foco no mais amedrontador dos inimigos, quando um alfa da matilha se machuca os demais tendem a evitar o confronto visto que sua presa se mostrou hábil para machucar o mais forte deles. Tendo os passos em mente apenas disse.


– Segure seu corpo em mim o mais forte que conseguir.



Histórico:

Resumo da Ficha:



Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )







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Kuro Tempest
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THE
LAST
SPARK OF HOPE
Não houve problemas na tentativa de ajudar o mais velho, que logo gargalhou entregando seu saquinho de batatas em minhas mãos para poder abri-la. —‌ Pois é, devia ter muito mais pessoas educadas por aí, não é mesmo? ‌— Não tive muito esforço para abrir o pacote, que logo voltou a ser pego pelo homem que deixava claro o quanto queria comer aquilo. —‌ Não há de que. ‌— Ele agradeceu pela pequena ajuda e então se voltou para mim, questionando-me sobre a informação que eu queria.

—‌ Então... ‌— Dei uma breve pausa enquanto movia os braços para as laterais do corpo, escondidos pela capa vermelha que cobria quase todo o meu corpo. —‌ O dono de uma loja de armas aqui perto me pediu para dar uma mensagem para uma pessoa, mas eu não faço ideia de onde encontrá-la. ‌— Minha face se mantinha amigável, com um semblante sereno enquanto falava. —‌ Ele falou que o nome do homem é Lúcio, e que o mesmo tem uma cicatriz no rosto. ‌— Não tinha ideia se aquele senhor tinha a localização, mas não certamente eu deveria começar de algum lugar.

Antes mesmo que o mais velho pudesse me responder uma terceira pessoa se aproximou, com tamanha intimidade com o idoso que deixou claro a relação entre eles. ”O que é isso?” Permaneci quieto os observando, não me intrometendo para não ser mal educado enquanto os dois dialogavam. O idoso se mostrava um tanto desapontado com aquele que era seu neto, fazendo-me segurar um pequeno sorriso, pelo menos até o homem se voltar para mim.

Me espantei ao ouvir seu convite, mesmo que o achasse bastante atraente. —‌ É um convite tentador, mas no momento eu estou em serviço. ‌— Não me via como um marinheiro, ainda mais com o que me ocorreu no passado. —‌ Uma outra hora a gente pode ver isso. ‌— Procurei abrir um pequeno sorriso, tentando amenizar o que acabara de falar.

HP: 220/220 | ST: 100/100

Considerações:

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Saru
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O velho parecia estar com companhia de alguem, seria algum visitante da ilha perdido, antes mesmo que eu pudesse dizer oi ou algo do genero a pessoa que estaria junto com meu avo, eu ouvia meu avo a resmungar sobre o bar.
-Maltrapilhos talvez, mas beber e festejar. Dizia com um sorriso de nervoso.
O meu avo reclamaria e falaria sobre um sequestro, eu olharia para o lado e limpava o ouvido com o dedo.
-O que eu tenho a ver com isso, nao é como se tivesse sido minha culpa que teve o sequestro, os bandidos das montanhas devem tar nas montanhas e so ir la. Dizia meio ironizando.
Nao tardaria a ouvir meu avo a falar na marinha de novo, apesar de ele saber que eu nao quero ser marinheiro e ele de volta em meia sempre tenta falar para eu ne alistar embora la no fundo ele saiba que nao mudo de ideias em me juntar a marinha.
-Ahh nao, eu nao vou me alistar na marinha muito chato, porque nao vai na montanha ver da tal nobre se for na marinha so perde tempo. Dizia resmunngando
O velho viraria tambem para o forasteiro para perguntar sobre ele alistar tambem na marinha, nesse mesmo momento em que ele se viraria para dizer isso para o forasteiro eu aproveitaria para fugir.
Sairia correndo de volta para a vila, e quando estivesse em uma distancia consideravelmente segura de ouvir o meu avo ao dar por minha falta, eu suspiraria se alivio.
-Ufa que bom que ele se virou para o forasteiro, pff uma nobre sequestrada por bandidos da montanha, falam como se nao soubessem onde procurar os bandidos.. dah montanhas. Dizia enquanto ia falando sozinho, pelo caminho ate a vila,  quando daria por mim eu estario perto do bar de novo alem disso nao seria muito dificil numa vila pequena, seguia caminho um pouco mais ate a floresta, mas eu nao entraria muito nela, eu me sentaria perto de uma arvore e me encostaria nela a sombra para descansar um pouco olhando para o ceu pelo meio dos ramos da arvore.



Histórico:
Objetivos:

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Civil
A pequena do beco!

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O alvoroço tomava conta do entorno da Igreja enquanto as ruas eram costuradas pelas minhas rápidas passadas, era fácil perceber o peso que havia caído sobre o clima daquele local. Guardas com cara de poucos amigos, trajados de uma vestimenta de veras chamativa, que mais parecia querer passar uma mensagem do que ser eficiente em um combate, invadiam sem pudor o espaço das só demonstravam que o meu cuidado deveria ser redobrado se quisesse sair dali sem problemas.

Mesmo assim, após correr por certo tempo, achei um local que supria a minha necessidade. Me sentei ao chão, junto com Meia-noite, que claramente ainda se encontrava abalado pelo o que havia acontecido, então, envolvi o meu amigo com um dos braços, enquanto fazia carinho em sua cabeça, em uma tentativa de acalmá-lo. Meia-noite talvez não soubesse, mas naquele momento ele me ajudava mais do que o contrário.

O silêncio momentâneo fora interrompido por uma vez meiga e imatura. Uma garotinha que destoava daquele beco sujo surgia, com certa doçura, ficava interessada em meu companheiro. A imagem dela me remetia aos meus anos vagando na rua, antes de ser adotado pelo circo, ela facilmente despertava a compaixão dentro de mim.

Esse aqui é o Meia-noite... — respondia, enquanto segurava uma das mãos do Meia, estendendo minha outra mão em direção a garota. Este era um gesto comum entre nós, que servia para demonstrar ao meu companheiro que aquela pessoa era confiável.

Oi Maka, eu me chamo Mané! — retribuiria com um sorriso — Este não parece ser um lugar onde uma garotinha da sua idade deveria estar, você se perdeu dos seus pais? Lá fora esta uma confusão... — a pequena garota trazia mais tranquilidade para minha cabeça, ajudando a enterrar o restante dos sentimentos ruins.

Eu estava predisposto a ajudar aquela criança, durante nossa conversa, tentaria descobrir o porquê de ela estar naquele lugar tão inapropriado ao mesmo tempo que tentava deixa-la o mais confortável possível. No meio da conversa, faria um truque que tantas outras vezes já havia feito com as crianças que visitavam o circo, pegar uma moeda de meus bolsos e criaria uma ilusão de que estivesse tirando-a de trás da orelha daquele pequeno ser, entregando-a em seguida para a pequena.

Toma, acho que é seu... — minhas palavras acompanhariam a ação, enquanto um sorriso despontava de meu rosto.

Se por ventura a menina aceitasse minha ajuda, provavelmente teríamos que sair daquele local. Para isso, pegaria minha “trouxa” de roupas, tirando dela uma capa ou algum acessório que pudesse esconder a minha identidade da melhor forma que fosse possível para então partir com a garota e caso ela achasse aquilo estranho, responderia:

Nem todos são legais como você, Maka.




fala - #00FF00


Informações Importantes:

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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário


7º - Hora de arrumar o estoque

Chloe Kaminari


Munida daquilo que podia, segui em direção a floresta. As respostas dadas pelo capitão me deixaram tão puta e em tantos níveis diferentes que não o respondi de forma nenhuma, tudo que me restava agora era simplesmente caçar em meio a um lugar que eu não conhecia.

Conforme andava em direção ao primeiro alvo, sentia cada batida do coração, era como se uma melodia fosse ritmada apenas pelos passos que dava em direção a floresta. O sangue ainda fervia, a mão já não doía em nada visto a pequena queimadura, um erro de principiante que não iria se repetir novamente uma segunda vez enquanto estivesse dentro daquela ilha.  A cesta em minhas costas não parecia pesar tanto, mas naquele momento tentaria encher com o máximo de coisas.

Me abaixaria e iria observar com calma todas as ervas daquele lugar, buscaria principalmente temperos, Salsinha do mato, hortelã e outras que pudessem crescer em áreas mais úmidas da floresta, gastaria o tempo necessário para isso e tentaria pegar o máximo que pudesse. Talvez também algumas frutas para sucos caso houvesse alguma ali em meio as altas árvores da floresta.

Para as carnes, iria improvisar pequenas armadilhas com cipós bem fortes, em caso de animais pequenos buscaria acertar os mesmos com um único golpe em sua cabeça, ou alguma área vital que não deixasse carne muito exposta para outros animais capturarem a caça. Andaria por toda a floresta se fosse preciso para capturar o máximo dos itens que Ana havia pedido, faria um... duas... três... quantas viagens fossem precisas para abastecer o máximo aquele estoque, ou pelo menos deixar o mesmo pronto para o dia seguinte.

Caso atacada no meio do caminho, iria esperar em algum lugar seguro entre os arbustos ou buscaria alguma cabana afastada para me abrigar enquanto o perigo não passasse. Se por algum motivo não achasse um lugar seguro, usaria a corrente em minha cintura de forma a afastar os agressores usando o corpo da mesma e não sua ponta.


Histórico:
Ficha Resumida:
Objetivos:
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Subaé
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Subaé
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Narração, Post 7


Goa, Cidade Alta:

Mané


A companhia de Mané e meia noite faziam Maka se sentir confortável, a garotinha olhava com muita admiração para o rapaz e seu mascote. Sabe como as crianças olham para alguém que acham demais? pois é.

O macaquinho não fez cerimônias diante da garotinha, apenas escalou o corpo todo da menina enquanto aproveitava para sentir o seu cheiro. Depois de muito brincar, Meia noite se posicionou nos ombros de Maka e começou a bisbilhotar os seus cabelos rosados.

Mané fez o pequeno truque com a moeda e a garotinha ficou maravilhada com os truques mágicos do artista. Depois perguntou para a garotinha se ela se perdeu dos pais, mas a menina apenas levou o dedo indicador à boca. Seu corpo se balançava de frente para trás enquanto ela parecia estar pensando em algo.

-Eu não posso te falar por que é segredo - Maka olhou para o fim do beco e tentou desconversar - Os guardas realmente estão em uma confusão, se eles vierem pra cá a gente vai ter que correr se não quiser entrar numa confusão, né?

Meia Noite, que já estava nos ombros de Maka, acenava positivamente com a cabeça para a garota enquanto resmungava algo. A menina e o macaco, pelo menos, pareciam estar tendo um diálogo muito bem compreendido por ambas as partes. A ludicidade infantil é linda.

-É macaquinho, Tenho certeza que vocês não são malvados!

Maka olhou para Mané com o sorriso malicioso, característico das crianças bagunceiras e lhe falou - Olha,eu to fugindo de casa e preciso sair dessa cidade, tem uma coisa que eu tenho que pegar na floresta. Me ajuda sair daqui?




Floresta Midway:

Diego


O som dos cães estava cada vez mais irregular e isso indicava que os animais estavam ficando impacientes com aquela situação. Diego correu até a dama indefesa para poder tirá-la do chão. Erguer a mulher foi fácil, ela não era muito pesada, devia pesar uns 45 kg no máximo. Se olhasse para as pernas da mulher, Diego poderia perceber que havia um buraco no joelho esquerdo que sangrava muito. Aquilo parecia ser um tiro.

-Muito obrigado! Não sei o que seria de mim sem você - A mulher sorria aliviada, mas todavia continuava a chorar por conta do medo que sentiu -Você é o meu herói - A mulher abraçava Diego forte enquanto o mesmo se preparava para dar o fora dalí.

As palavras de Diego fizeram a mulher se sentir ainda mais confortável com o seu salvador.
Depois disso, a moça apoiou a sua cabeça no peitoral do espadachim para poder aproveitar melhor a viagem -Então você também vive na montanha? Que bom, vai ser tranquilo para você fugir desses cães.

Diego disparou com a mulher no colo para longe do perigo mas os cães não estavam dispostos a deixar a sua refeição escapar e avançaram contra os humanos.
A grande espada de Diego balançou contra os cães selvagens que pouco a pouco recuavam para não serem feridos pela lâmina.  

Nenhum dos cães se aproximou o suficiente para que Diego pudesse cortá-los, mas isso propiciou a oportunidade do rapaz fugir e deixar os animais famintos para trás.

-Vou te recompensar muito bem quando estiver melhor, agora me leva até o topo dessa montanha - A mulher apontava para a direção de uma trilha que estava próxima deles -Siga essa trilha, ela vai nos levar até a casa que vivo com meus companheiros.



Vila Foosha:

Saru & Kuro


As sobrancelhas de Zeno saltavam conforme o seu neto desdenhava da investigação que a marinha estava a desempenhar - É óbvio que eles estão nas montanhas - O velho resmungava para o neto -O importante não é o paradeiro dos bandidos, mas sim o da refém!

Kuro respondeu o chamado de Zeno com uma recusa educada atraindo a atenção do velho.
Enquanto isso, Saru aproveitou a distração de seu avô para meter o pé.

-Oh, é uma pena que você não esteja disponível para se alistar na marinha . Pelo visto os jovens de hoje em dia não querem mais nada com a hora do governo mundial - Kuro pediu informações sobre Lúcio - Eu vi um sujeito com essa descrição mais cedo no bar da Ana, mas vou te dar um conselho: Não se meta com aquela gentalha, eles são o pior tipo de gente. Se dependesse de mim eles sequer estariam nessa ilha.

-Agora se me der licença, eu e meu neto temos umas coisas a fazer - o velho se despediu de Kuro e se virou para onde Saru estaria se não tivesse saído correndo para fugir do avô - Sa-sa-SARUUUUUUUU!!!!  - Zeno soltou um grito carregado de pura raiva.

Saru estava ofegante depois de correr em fuga, encontrava-se na frente do bar da Ana e por um momento até acreditou que havia se livrado de seu avô, mas depois de comemorar consigo mesmo pôde ouvir um berro. Aquela voz ele conhecia muito bem.

-SARU, SEU INSOLENTE! NÃO PENSE QUE VAI ME DAR UM PERDIDO DESSA FORMA!!!

Zeno veio correndo tão rápido quanto um foguete e meteu um socão na cara de Saru que fez o garoto cair no chão a alguns poucos metros de onde estava.

-Não vou aguentar mais essa sua rebeldia! Se você não vai se alistar, ao menos venha comigo para as montanhas. Tenho um serviço que prometi fazer para a marinha e vou querer a sua ajuda - Zeno estava furioso, mas a sua fala era séria e objetiva - Considere essa tarefa parte de seu treinamento.

O velho segurou forte a orelha de seu neto e foi em direção à floresta puxando Saru.




Chloe


Alguns momentos atrás, Chloe deixou o bar da Ana e foi em direção a floresta para ver se conseguia caçar alguma coisa que pudesse quitar a sua divida.

O caminho até a floresta era bem calmo e provido de um vasto campo verde. No chão haviam muitas PANC’s que aos olhos comuns eram apenas de capim, mas para Chloe, dona de um vasto conhecimento gourmet, foi fácil identificar os brotos de coentro indiano que se camuflavam entre a grama alta. Chloe recolheu as ervas não convencionais e as organizou na cesta.

Depois de algum tempo de caminhada, chegou aonde a mata começa a ficar mais densa, não havia dúvida que aquela era a floresta. Chloe observou o local em busca de um bom local e materiais para armar uma armadilha.

Chloe gastou uns vinte minutos no processo mas por fim conseguiu encontrar um par de cipós e uma árvore com um terreno regular, perfeito para armar uma armadilha. Sendo assim a garota ajoelhou-se junto a árvore para confeccionar a armadilha.

Assim que terminou de preparar a armadilha, Chloe pôde ouvir passos e vozes de alguém que se aproximava.

-Não adianta reclamar, você vai comigo para a base dos bandidos das montanhas para conseguir algumas informações - A voz era de um homem bem velho que caminhava apressado em quando puxava alguém pela orelha. Se a cozinheira prestasse um pouco mais de atenção no jovem que acompanhava o velho, poderia perceber que era o garoto que estava no bar mais cedo.

Saru e Zeno, entretanto, não conseguiam avistar Chloe por causa da mata densa.



Maka- Aparência
Zeno- Aparência
Mulher em perigo- Aparência


Diego:
-Ganhos:
-Perdas:sapato, camisa
-NPC:

Chloe:
-Ganhos: um punhado de coentro indiano
-Perdas:
-NPC:

Mané:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC: Meia noite (pet)

Saru:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC:

Kuro:
-Ganhos: Espada (Clássica)
-Perdas: 250.000 ฿
-NPC:
240/240100/10010/1015/15

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Tabela de preços:
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Diego Kaminari
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Diego Kaminari
Estagiário




No alto do Cume






O som dos cães ficava dissonante enquanto corria por entre as árvores, a mulher era leve, no entanto, sua perna me gerava preocupação. A mulher ao que tudo indicava parecia ter levando um tiro, mas quem fizera isso com uma dama tão bela quanto ela? As palavras que saíram de sua boca me deixaram um tanto eufórico e orgulhoso, se considerado o herói dela era algo gratificante, não somente pelo que poderia ganhar em troca.

Sentindo a mulher me abraçar mais forte notei que os esfomeados não desistiriam da sua caça e estavam querendo me atacar para isso, podem tentar? Podem! Vão se foder? Bastante! Brandava minha espada o que fez com que os que se aventuravam se afastasse e os demais terminassem cautelosos com aproximação, era disso que precisa. Finalmente consegui fugir daqueles cães, mas ainda tinha uma beldade para cuidar, todavia qualquer cansaço que sentia saiu de mim no momento que a mesma disse que iria me recompensar por ajuda-la… Naquele momento comecei a imaginar nua me chamando e meus olhos viraram coração. Eu deveria seguir a trilha que levaria a casa na qual vivia com seus companheiros, espera… Companheiros? Será que era casada? Seria problemático para nós quando o marido se estressasse ao tempo que ela terminasse com ele para vivermos nosso amor intenso.

De qualquer forma iria seguir a trilha e para não perder o costume iria ficar atento a qualquer perigo e não ser pego desprevenido, se chegasse bem ao local tentaria então leva-la para limpar a ferida e ajudaria qualquer um que tivesse capacidade de cuidar daquele ferimento, sempre dando apoio caso ela precisasse.

- Não se preocupe que a levarei até sua casa. – Diria sorrindo. – A propósito, meu nome é Diego Kaminari, mas pode me chamar como quiser.


Histórico:

Resumo da Ficha:



Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )







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O idoso demonstrou certa insatisfação com a minha recusa, deixando-me meio sem jeito com a situação. Pensei em me desculpar, mas ele logo voltou a falar respondendo minha pergunta. —‌ Ah sim, pode deixar. Obrigado pelo aviso. ‌—‌ Deixei um pequeno sorriso escapar pelo canto dos lábios, vendo-o se despedir para dar atenção ao outro garoto que havia aparecido. Este que já não se encontrava mais perto de nós, o que fez o homem ir atrás dele aos gritos.

As pessoas daquele lugar eram um tanto estranhas, isso já tinha constatado desde a minha chegada, mas o quão estranha elas eram? —‌ Ok, vamos ir até lá. ‌—‌ Um pequeno suspiro escapou pelos lábios à medida que meus passos voltaram a seguir pela rua, tentando encontrar o tal bar da Ana que o senhor tinha me dito.

Caminhei da forma mais calma possível, observando os arredores cada construção por qual passava em busca do tal local indicado. Tentaria achar por conta própria, mas caso isso não fosse possível buscaria o auxílio de mais alguém que aparecesse por ali.

HP: 3800/3800 | ST: 100/100

Considerações:

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