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Kenshin
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KenshinDesenvolvedor
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Relembrando a primeira mensagem :

1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Diego Kaminari , Chloe Kaminari , Mané , Kuro Tempest e SIlver D Saru. A qual não possui narrador definido.

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 4 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Chloe Kaminari
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Chloe KaminariEstagiário
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8º - Temperos...vozes misteriosas... Saru ?

Chloe Kaminari


As vezes sentia falta daquele âmbito natural. Sabe, caçar, viver do que a terra da pra você, plantar e viver em harmonia com a mãe natureza e toda a sua estonteante e verdejante beleza, fazia até lembrar um pouco dos jardins que tinha no orfanato que morei durante a infância.
Conforme andava por entre a grama densa, o som dos animais característicos era quase como música, mas naquele momento precisava ficar apenas no que estava para fazer, a captura de animais e temperos para repor o estoque de Ana. A ideia de procurar pequenos animais não era tão ruim assim, entretanto o trabalho seria muito maior do que eu poderia imaginar e não tinha o dia todo para isso.

Em uma das andanças, por sorte, havia achado alguns coentros indianos. Meus olhos faiscaram quanto ao achado, as narinas capturaram docemente o aroma forte que apenas aquela iguaria tinha e as papilas gustativas acabaram por salivar pensando na quantidade de pratos que poderia fazer com o auxílio daquele tempero — Puta merda, que achado maravilhoso, agora vamos a caça — .

Dez... Talvez vinte minutos de caminhada, meus pés começavam a doer pela falta de costume e o fato de usar botas e não tênis em meio a floresta. O que? Eu preciso continuar bela como sempre fui. A mata ficava mais densa e com isso precisava prestar mais a atenção para possíveis ataques de animais que pudessem procurar por uma... comidinha apetitosa. Me abaixei em meio a mata buscando tocos de madeira e cipós que pudesse confeccionar as armadilhas, com o tempo que restava ia fazendo as mesmas, entretanto os passos ecoavam na floresta — Turistas.... Ótimo...— balbuciei enquanto esperava para entender o que estava acontecendo. Tentei observar melhor quem se aproximava, era uma dupla e um deles parecia muito irritado.

— Pera... aquele ali é... ah safado filha da puta... — pronunciei baixo enquanto saia da mata tentando passar a frente dos mesmos — Não querendo interromper a caminhada vespertina de vocês, mas essa área está cheia de armadilhas — Tentaria um pequeno blefe, pois não havia colocado nenhuma ainda — Estou caçando para encher o estoque da Ana já que esse jovem e outros beberrões se aproveitaram do meu teste de trabalho para comer de graça e sair sem pagar — Usaria de toda a inocência, aparência e voz melodiosa para isso — O senhor deve ser o avô desse rapaz... Acho que poderia pagar por ele já que o mesmo demonstrou ser um imundo de alma podre — Ficaria em silêncio e se fosse preciso iria relembrar todo o acontecimento que havia me separado de Diego para chorar frente ao homem.

— A propósito... eu conheço pouco essa área... estou de visita a ilha e um tanto preocupada com uma pessoa... eu poderia acompanhar vocês para talvez contar mais da minha história e achar quem eu procuro? —

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 4 Bc5w0lykuse71

Saru
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Uns minutos depois ouvir o grito pelo meu nome do meu avo eu teria andado um pouco e distraido eu ouvia meu avo reclamando -Ahhhh como raios... Logo apos isso eu tomaria um socao que me fazia cair, eu me sentaria no chao coçando e passando a mao na cara.
-Isso doeu. Dizia reclamando.
Zeno logo reclamaria de novo, eu ficaria sentado no chao e falaria.
-Para que a minha ajuda, tu es bem capaz de virar a poha da montanha em ponta cabeça se quiseres ate es capaz de destruir ela.
Cruzava os meus braços e virava a cara para o lado -Me largaste na floresta sozinho por um tempo como treino, tou descansando de treino, nao vou me mexer.
Apos protestar eu sentia minha orelha sendo puxada-Aiii...aiiii, a minha orelha nao. e ia sendo arrastado um pouco pelo caminho, que nao demoraria ate chegarmos na floresta, eu ia sendo puxa pelo meu avo, de braços cruzados.
Na floresta uma voz seria ouvida, uma ruiva falando com o meu avó, eu ficaria olhando para ela como se tivesse um ar pensativo enquanto ouvia a falar.
"Hmm qual o nome dela,Cherry?..nao nao hmm acho que era Sera qualquer coisa, hmm belo corpo....oh é isso Seraphine"
Enquanto eu teria tido meu diálogo pensativo, eu olharia para ela de baixo para cima, apos ela falar em comida e pagar olharia para o meu avo, depois para ela depois pro meu avo e por final para ela e dizia.
-Era pra pagar??.
Talvez fosse um momento idiota, talvez os dois ficariam meio supresos pela pergunta.
Ela teria falado sobre o avo pagar, e falaria por fim se puderia ir junto que ela era nova na ilha e ta visitando, ao ouvir isso eu daria um pulo e me levantaria num instante.
-Mas é claro que podes,vamos eu te guio faço um tour pela vila, eu e meu avo tamos indo para as montanhas.. eu acho, embora sobre um certo protesto. Dizia olhando pro meu avo, e logo em seguida eu ia caminhando pela mesma direçao que o meu avo me puxaria.-Vamo velho, cochilou foi, ela quer conhecer os lugares, vamos logo pra eu ir depois com ela mostrar a ilha.
Dizia olhando para os dois



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ripper
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ripperCivil
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E agora?

1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 4 NBjhgry



A garotinha rapidamente havia ficado confortável comigo e Meia-noite. O truque com a moeda era infalível, eu perdi a conta de quantas vezes eu conquistei a atenção de uma criança que acabara por “obrigar” os pais a comprar ingressos para o circo. Meia também claramente já estava muito confortável com Maka o que era bastante incomum mesmo com a minha intervenção. A garota parecia controlar a situação com maestria, como se já houvesse feito aquilo tantas outras vezes.

Para alguém como eu, que havia experimentado alguns anos na rua, longe de uma família, era confuso alguém que fugia da sua. Mesmo a família que havia me escolhido, agora não estava mais aqui, será que a pequena sabia de seu privilégio?

Mas fugindo de casa? Por que alguém com uma casa iria querer fugir dela? — a partir deste ponto, minhas ações dependeriam da resposta de Maka. Eu não iria ajudar uma criança a fugir de casa se o seu motivo não fosse algo que me convencesse. Situações onde ela era maltratada ou se ela estivesse fazendo aquilo para um bem maior, seriam pontos que me convenceriam a ajuda-la. Mas se eu percebesse que aquilo era uma mera pirraça de uma criança, me recusaria a ir com ela a qualquer outra lugar que não fosse em busca de seus pais.

Caso fosse convencido, começaria a procurar uma rota de fuga em direção a floresta que passasse longe das ruas principais, onde os guardas patrulhavam. Se fosse possível suportar o peso da criança, carregaria ela em meus braços nas situações onde fosse possível pular por cima de obstáculos ou algo do tipo, senão, apenas ajudaria ela a passar por eles, “dando a mão” depois de passar pelo obstáculo em questão.

Caso não fosse convencido, seguraria a garota pela mão, levando-a em direção aos guardas. Assim que eles nos avistassem, soltaria sua mão e sairia correndo de volta ao beco onde me encontrava, para então buscar uma rota de fuga entre as vielas, utilizando a minha acrobacia sempre que fosse possível para ganhar vantagem. Meu objetivo seria me esconder na floresta citada pela garota, até a situação se acalmar e eu pudesse voltar a pensar em minha apresentação.


fala - #00FF00



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Última edição por ripper em Seg 31 Maio 2021, 18:42, editado 2 vez(es)

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 4 Daco_110
Subaé
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Localização : Nos bares de então
SubaéCriador de Conteúdo
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Narração, Post 8


Área florestal, FLoresta Midway

Chloe & Saru


Zeno continuava a puxar o neto pela floresta e conforme prosseguiam cruzaram o caminho com Chloe que estava a preparar armadilhas para conseguir uma boa caça.

Chloe aproximou-se de Saru e de seu avô a fim de alertar a dupla sobre as armadilhas no local.

-Agradeço a sua atenção! prestarei cuidado enquanto caminho para não estragar o seu trabalho - respondeu o velho gentilmente.

Foi quando Chloe explicou para Zeno o por que dela estar ali. Explicou sobre o teste gastronômico de mais cedo e Saru se assustou ao saber que devia ter pago pela refeição.

-Mas é claro que você tem que pagar pela comida! - Zeno deu um cascudo na cabeça do neto enquanto respondia em tom de bronca - Tá achando que o trabalho dela é cozinhar de graça pra você é?

Depois disso, se virou para Chloe e enfiou a mão no bolso, pegou uma nota de 50.000 B e entregou para Chloe - Olha, isso é o que tenho comigo agora, espero que isso possa pagar a refeição do moleque.

Chloe pediu para acompanhá-los, talvez encontrasse Diego por ali. Saru se empolgou com a companhia da jovem, sendo assim se propôs a levá-la por um tour pela vila, mas Zeno tomou a fala.

-Eu e o garoto estamos indo resolver uns assuntos da marinha e isso pode ser perigoso para uma cozinheira… - O velho olhou para o topo do Monte Colubo como de estivesse procurando algo - Nós estamos indo lá pra cima, se você quiser pode vir com a gente e nos conta a sua história mas se preferir eu libero o garoto para que ele te acompanhe em segurança de volta até Foosha.

Saru e Chloe vão seguir com Zeno ou voltarão para Foosha?




Área florestal, Monte Colubo

Diego

A mulher tremia de dor sempre que sua perna friccionava  ou tombava contra o corpo de Diego, mas mesmo assim ela não gritava nem reclamava, ao invés disso apenas sorria enquanto olhava para o rapaz que garantiu levá-la pra casa a salvo quando se apresentou.

-O meu n-nome é Terra..- A voz de Terra estava fraca. Na verdade, ela estava toda fraca pois perdeu muito sangue.

Conforme Diego seguia seu caminho o tempo passava depressa. A mulher em seu colo pegou no sono depois de alguns minutos de caminhada, Diego podia ouvir diversos assobios que vinham de diferentes lugares. Os assobios pareciam ser algum tipo de comunicação, mas não apareceu nenhum perigo pelo resto do caminho.

Ao final de uma hora de caminhada pela mata, a mulher já estava pálida e fria, Diego entretanto estava quase a chegar no topo do Monte Colubo quando viu um homem loiro de cabelos cacheados vindo correndo em sua direção. Ao lado do homem loiro havia um homem bem baixinho com um cavanhaque e uma cara de ventríloquo.

-Ai meu deus, é a Terrinha!! - Dizia o homem loiro com vestes roxas.

O homem baixinho encarava Diego para poder se curvar ao ponto de encostar a testa no chão - Obrigado por ajudá-la! Não tenho palavras para descrever a nossa gratidão!!

O loiro estava paralizado, olhando em choque para o estado deplorável de Terra quando o baixinho gritou - Não fique enrolando Jacob! Tá achando que isso é brincadeira? Traga ela para dentro logo, lá eu vou poder tratar desses ferimentos.

Jacob tirou Terra gentilmente dos braços de Diego e então a dupla partiu em disparada na direção de um belo chalé que estava mais a frente.

-Venha você também! Não fique aí na vista dos lobos!!




Goa, Cidade Alta

Mané

Mané não conseguia entender o motivo daquela menina querer fugir de casa, para alguém igual a ele que sempre quis uma família fugir de casa era algo impensável.Ainda assim, pode ser que existisse um bom motivo para tal façanha e por isso o rapaz queria se certificar das reais intenções de Maka.

-ME RECUSO A TE FALAR! - A menina cruzava os braços enquanto fazia biquinho de birra - Já te falei que é segredo. Homens tem que respeitar os segredos das damas, você sabia?

Maka, inutilmente, fazia uma pose para tentar ser sexy e tal cena fez Meia-Noite cair em gargalhadas junto da menina. Aquela menina tinha algo de especial, pois Meia-Noite estava totalmente confortável com ela.

Sendo assim, diante da birra infantil de Maka, Mané pegaria a menina pelas mãos para ir procurar seus pais.

Neste momento, um grupo de quatro guardas reais entrou no beco para fazer uma vistoria e se depararam com o trio que alí estava.

-Em nome da rainha Erica, fiquem parados aí! - um dos guardas gritou enquanto os outros avançavam para revistar Mané e Maka.

-Eita, agora foi que deu merda!!! - Maka falou - Bora correr menino!! - Dito isso ela soltaria a mão de mané e sairia correndo deixando o rapaz e o macaco, que tremia assustado, para trás.

Na frente de Mané estavam os quatro guardas, atrás estava o resto do beco que  depois de uns sete metros se bifurcava em dois caminhos, um para a direita e um para a esquerda.
No caminho haviam alguns caixotes, porém não existem janelas e nem portas  nas paredes do beco.

Maka estava correndo, mas ainda estava longe da bifurcação.




Vila Foosha

Kuro


Enquanto isso Em Foosha, Kuro estava em busca do tal “Bar da Ana”. O problema é que ele não sabia onde é que esse boteco ficava.
Saiu caminhando em busca do estabelecimento e quando se deu conta já estava na frente da loja de armas de novo.

Caminhou mais um pouco e em certo momento percebeu uma barulheira que vinha de algum lugar, mas não era uma barulheira qualquer, aquilo era som de festa.

Kuro seguiu o barulho e, para a sua alegria, deu de cara com uma bela construção de madeira pintada de branco e azul celeste com a placa “Bar da Ana”.



Off - @kuro:


Maka- Aparência
Zeno- Aparência
Terra- Aparência
Jacob - Vou ficar devendo a aparência, proximo post vai ter desenho
Homem baixinho - Esse tbm

Diego:
-Ganhos:
-Perdas: (sapato, camisa - Post 3)
-NPC:

Chloe:
-Ganhos: (Coentro indiano - Post 7) , (50.000 ฿ - Post 8 )
-Perdas:
-NPC:

Mané:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC: Meia noite (pet)

Saru:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC:

Kuro:
-Ganhos: (Espada Clássica - Post 4)
-Perdas: (250.000 ฿ - Post 4)
-NPC:
240/240100/10010/1015/15

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 4 Unknown

Tabela de preços:
ripper
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Sebo nas canelas!!

1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 4 NBjhgry



Eu já começava a achar que me entregar e lidar com os guardas não seria tão difícil quanto entender aquela pequena criança, que começava a mostrar sinais de “pirraça”.

Uma dama? Mas você é uma criança... — respondi, abrindo os braços, surpresos com as palavras que acabara de ouvir. Mas antes que eu pudesse completar, ela havia começado a contorcer-se como se estivesse passando mal — Vamos encontrar logo seus pais antes que você vomite ou faça alguma coisa do tipo... — terminei, enquanto segurava sua mão embalado pelos risos de Meia-noite.

Mas antes que pudéssemos voltar as ruas, quatro brutamontes entraram pelo beco. Eles gritaram e partiram em minha direção, minha alma gelou por um momento até que eu senti Maka soltando de minha mão, quando me dei conta já estava encarando as costas da pequena, enquanto sentia o bafo dos guardas alcançarem o meu cangote.

Assim, começaria a correr em direção a Maka, sem antes estender um dos braços para que Meia-noite subisse em meu corpo. Havia muitas caixas no caminho, então certamente as aproveitaria para ganhar algum tempo, pedindo a ajuda de Meia para isso.

Meia-noite, me ajude a derrubar os caixotes no caminho deles!! — Eu e Meia tínhamos uma sincronia de uma vida inteira juntos. Usaria os meus braços para derrubar os caixotes, enquanto com meus outros membros, mudando a direção da corrida ou posicionando-os de forma inteligente, assim, Meia noite teria suporte e me ajudaria a derrubar caixotes mais distantes ou que eu não pudesse dar conta no momento. Minha prioridade era não deixar que Meia-noite caísse, para depois derrubar os caixotes. Inclusive, se fosse necessário abdicaria de derrubar um caixote para auxiliar meu companheiro na tarefa.

Eu imaginava que iria alcançar a criança, na época do circo, eu nunca perdia uma corrida e não seria ali que isso iria acontecer. Quando ela estivesse próxima o suficiente, a pegaria em meus braços para que pudéssemos utilizar de minha velocidade, mas caso eu sentisse que não era possível carregar a criança, seguraria sua mão, indo na frente e fazendo ela imprimir uma velocidade maior que o normal.

Com isso, iria pelo caminho da esquerda na bifurcação, procurando possibilidades de escape dos guardas que vinham logo atrás. Utilizaria minhas habilidades acrobáticas sempre que fosse possível, levando em conta que poderia estar carregando a criança junto comigo, eu não iria parar de correr até que julgasse que os guardas não mais me alcançariam.

fala - #00FF00



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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 4 Daco_110
Kuro Tempest
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THE
LAST
SPARK OF HOPE
Caminhei, tanto que nem mesmo sabia onde havia parado após um certo momento. Pensei em parar para falar com alguém, mas logo percebi que tinha andado em círculo. —‌ Eu voltei até a loja de armas? ‌— Um suspiro partiu dos lábios enquanto a insatisfação aparecia em minha face. —‌ Acho que vou ter que falar com o dono da loja, mais uma vez. ‌— Sim, era a melhor forma para não acabar parando ali mais uma vez.

Quando dei mais alguns passos rumo à construção uma barulheira chamou minha atenção, fazendo-me parar na mesma hora. —‌ O que é isso? ‌— Era um som de muitas vozes, tão alto que dava para ouvir de longe. Não entendia o que todos falavam, mas o tom de suas conversas deixava claro a felicidade que sentiam.

—‌ Será que é lá? ‌— Um lugar movimentado cuja festa era abundante. Sim, para mim havia finalmente achado o tal bar que procurava. —‌ Espero que seja. ‌— Voltei a andar, com tanta cautela que poderiam pensar que estava me espreitando pelas ruas. —‌ Achei. ‌— Sussurrei, parando diante de uma bela construção.

Segui vagarosamente até a entrada, empurrando suas portas até parar dentro do estabelecimento observando todos aqueles que estavam em seu interior. O barulho ali era bem mais alto do que do lado de fora, e minha aparição certamente seria camuflada pelo barulho, ou eu esperava que fosse.

Sem falar com ninguém atentei-me aos rostos de todos, mantendo-me na entrada à procura do tal homem com cicatriz. O problema, era que tinha tanta gente que não conseguia ver muitas das pessoas ali presente.

Um novo suspiro escapou e me vi obrigado a seguir até o balcão, tomando cuidado para não esbarrar em ninguém para que não se iniciasse uma briga desnecessária. —‌ Olá, tudo bem? ‌— Cumprimentei a pessoa atrás do balcão a princípio, me apresentando logo em seguida. —‌ Me chamo Kuro, e eu cheguei a pouco tempo na ilha. Estou a serviço do dono da loja de armas, e procuro por uma pessoa para lhe entregar uma mensagem. ‌— Pausei minhas palavras por alguns instantes, observando a expressão de quem me ouvia. —‌ Sabe me dizer se Lúcio se encontra por aqui? Ele tem uma cicatriz no rosto. ‌—

Com a quantidade de pessoas naquele lugar era bem provável que a resposta fosse um sonoro, não faço ideia. Já estava esperando por isso. Assim, sendo a resposta um não sei, voltaria a minha atenção para o resto do bar mais uma vez, procurando novamente o homem com cicatriz em seu rosto. Se seria simples? Não, por isso perguntaria para outras pessoas também, as que menos demonstrassem embriaguez, caso de fato não conseguisse a resposta do atendente ou encontrasse observando o local.

HP: 3800/3800 | ST: 100/100

Considerações:

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Diego Kaminari
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Por Favor, Fique Bem...






O nome dela era terra, tão bela quanto a mãe natureza... Majestosa quanto as flores que nascem daquilo em que seu nome foi inspirado. Olhando para a jovem apenas gostaria de trata-la logo, tirar sua vida de perigo, assim poderia ver suas roupas caírem por “Terra” abaixo, com perdão da piadinha, estou ansioso... Não me culpem. Depois de alguns minutos de correria a jovem acabou por ceder ao sono, no entanto, eu acreditava que para alguém que tinha tamanha perda de sangue, dormir não seria uma boa ideia.


Ouvia assobios pela floresta, não pareciam ser de nenhum animal, estava mais próximo de uma comunicação rudimentar. Todavia não surgiram mais perigos diante de nosso caminho, depois de uma hora pude sentir que o calor da menina estava se esvaindo e que sua pele antes vivida jazia pálida, aquilo não era um bom sinal. Para minha sorte estava chegando ao topo eu sinceramente esperava que tivesse alguém lá que cuidasse da mesma. Logo que cheguei, pude notar que duas figuras se aproximando, não com intenções agressivas, mas sim com intuito de ajudar a garota em meus braços.


O loiro tinha um modo de falar bem estranho, entre tudo parecia bem preocupado. O outro homem mais baixo mostrou ser quem iria cuidar daquele ferimento, sua pressa me deixava preocupado e com cuidado entreguei a garota para Jacobi. Mas iria ficar ali fora? De maneira alguma, minha prioridade era deixar ela bem por isso logo iria acompanhar os indivíduos que carregam a jovem Terra.


- Eu a encontrei assim, não sei quem fez, mas quando eu descobrir... Garanto que ficará pior que ela. Mas no momento so quero que ela fique bem, posso ajudar em algo? – Falei expressando com toda sinceridade minha preocupação. Faria o que me fosse indicado fazer, observaria os arredores para entender onde estava, mas sem maldade, minha prioridade era estabilizar e ver a cor voltar a pele da garota.



Histórico:

Resumo da Ficha:



Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )







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9º - Minha história...

Chloe Kaminari


— O senhor não precisa agradecer. Não me sentiria bem se alguém se machucasse por minha culpa — A fala era calma e gentil para o homem de meia idade que acompanhava o garoto de cabelos brancos, seu espanto era tamanho para com a indicação do pagamento seguido pela bronca do mais velhos acabou me arrancando um riso baixo e suave. Peguei a nota do mais velho enquanto continuava a resposta para o garoto de nome Saru — Ordens da Ana. Se ela mandou que eu cobrasse os 300.00 Berries de totais, eu irei cobrar sem pensar duas vezes —

— Tenho que concordar com o senhor. Eu jamais trabalharia de graça. — O sorriso que seguia a fala era tão brilhante que poderia ser comparado com o mais puro ouro do mundo. Era fato que eu queria conhecer mais e mais aquele lugar até poder finalmente ter todo o dinheiro para partir em busca de pistas que me levem até meu irmão, mas se precisaria passar um tempo ali, era bom fazer amizade com todos.

Mesmo soando gentil a fala do homem me deixou furiosa —Não sou apenas uma cozinheira, meu senhor, sou alguém muito capaz de se proteger. — mesmo melodiosa, a fala sairia um pouco mais alta que o normal. Era quase como se um lobo rosnasse em meio a comunicação com seu semelhante — Fui separada do meu irmão, tive que viver sozinha e aprender sozinha a me defender, cozinhar e trabalhar desde a infância. Era isso ou morrer nas ruas como um pequeno pedaço de lixo! — a nítida fúria podia ser sentida, mas eu não deixaria qualquer um me menosprezar apenas por conta da minha amada profissão.

— Eu vou com vocês, até porque contando minha história vocês poderiam me ajudar...—

Caso o homem começasse a andar, o seguiria contando pouco a pouco minha história — Apesar de ter falado um nome antes, apenas uso um nome falso para minha... proteção — olharia para os dois esperando alguma reação e logo continuaria — Meu nome verdadeiro é Chloe Kaminari, mas quando eu estiver no bar da Ana me chame de Seraphine. — olhei principalmente para o garoto de cabelos brancos — A alguns anos atrás houve um incêndio no orfanato em que eu morava e com isso muitas crianças acabaram perecendo — pararia um pouco que ambos assimilassem as informações e daria seguimento a história — Estava na cozinha preparando a comida junto as outras mais velhas do local, não tive tempo de reagir ao ataque por um dos focos de explosão ser justamente onde eu estava. Com isso acabei me separando de meu irmão gêmeo. E agora eu to aqui... procurando-o. — caminharia por um tempo em silêncio e logo continuaria — Eu preciso achar meu irmão... O nome dele é Diego. Não sei se ele está nessa ilha ou não, mas se não estiver, eu preciso ter qualquer pista sobre o paradeiro dele. —






Histórico:
Ficha Resumida:
Objetivos:
Legendas:



Última edição por Chloe Kaminari em Qui 03 Jun 2021, 18:13, editado 1 vez(es)

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Saru
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Eu antes teria recebido um cascudo e uma bronca por nao pagar coçava, a ruiva recebia dinheiro e palavras do meu avo, ela falaria sobre ordens da ana e eu logo falaria.
-Eu nao tenho a culpa eu nao sabia que era para pagar, Ana sempre oferecia comida para mim quando passo por la.
A Ruiva começaria a falar sobre seu irmao, e sua historia, enquanto ela ficaria contando a historia eu ficaria distraido olhando para ela de todos os lados enquando ela falava, mexia no cabelo, cutucava no ombro, na bochecha e ate ficaria vendo a diferença de altura entre nois.
Depois disso eu caminharia um pouco entre eles ouvia meu avo a falar sobre me liberar se ela quizer para eu faser uma tour da cidade, eu logo comemorava.
-Yayyy. Olharia para a ruiva com olho que nem gato faz quando quer algo.
Mas ela logo falaria que ia com conosco, parecia que algo tinha caido em mim me deixando ruim.
-Naooo, mas porquee. Ficaria no chao um pouco desiludido com a deciçao.
Mas eles provavelmente iriam andar, e eu logo me levantaria -Hey espera ai velho.
Enquanto caminhavamos a ruiva falaria sobre seu nome verdadeiro, seu nome era Chloe Kaminari, eu estaria olhando para o corpo dela enquanto caminhavamos para ver os detalhes da sua roupa, mas a mesma ao revelar sobre o nome olharia para mim e eu rapidamente viraria a cara para outro lado.
-Sei de nada, fiz nada. Falaria baixo.
Ela falaria sobre sua infancia eu ouvia a historia e depois coçaria o meu ouvido com o dedo e falaria baixinho.
-Por onde e que estaria a marinha quando era preciso nao é mesmo. Dizia olhando de lado para o meu avo.
Apos ela terminar de falar sobre seu irmao e falaria.
-Ahh seu irmao, deve ser maior que tu, talvez bem vestido. Enquanto falaria chutando aparencias ou looks aleatorios acenando com as maos.
Pararia e dizia -Ahh sim com certeza..... nao conheço.
Ainda olhando para ela eu falaria. -Mas eu posso contar algo, por alguma razao uma nobre causou problema supostamente raptada por bandidos das montanhas e a marinha ta chata pediu ajuda ao meu avo que por sua vez ele me arrastou pela poha da cidade ate aqui a floresta pra eu supostamente ajudar num problema da marinha, e por sua vez tu vens junto... bom acho que é tudo, so para saberes onde tamos a ir e o que fazer.
Olharia para o meu avo para finalizar.
-Pelo menos deviar ter contado logo para ela o que vamos fazer.
Bom nao teria mais jeito eu teria que ir junto com meu avo e a Chloe ate ao monte para procurar os bandidos.



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Subaé
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Narração, Post 9


Vila Foosha

Kuro


Kuro havia se perdido no pequeno vilarejo, mas não podemos julgá-lo, afinal, quem nunca se perdeu em um local desconhecido? O que importa é que depois de seguir a barulheira causada por uma festança o rapaz conseguiu encontrar o bar da Ana.

Adentrou no bar e viu mais de vinte pessoas que bebiam felizes enquanto cantavam e festejavam. Tinha até um homem bem gordo que acariciava a barriga enquanto suspirava sorrindo. "Que comida gostosa! ainda bem que eu comi uns três pratos” ele dizia quase sem forças (de tão empanturrado que estava), conversando com uma mulher ruiva e um homem negro com dreads.

Kuro observava os rostos dos que ali estavam presentes, mas nem todos tinham o rosto visível. Algumas pessoas se beijavam, outras dormiam de tão bêbados com a cara enfiada na mesa (alguns dormiam com a cara enfiada no balcão também), e alguns simplesmente estavam com a cabeça enfiada em algum balde para poder vomitar.

Sendo assim seguiu até o balcão e se apresentou para Ana, talvez a atendente pudesse ajudá-lo, sendo assim perguntou sobre o homem com cicatriz no rosto.

-Olá Kuro, seja bem vindo a Foosha! Você está procurando o Sr. Lúcio? Que sorte a sua! Ele é esse homem que está do seu lado.

Do lado de kuro havia um homem sentado fedendo a sakê, Seu rosto não era visível pois estava com a cara enfiada no balcão enquanto resmungava para si mesmo.

-Moleque metido... Como assim eu não sou interessante?... Eu já até quase entrei na grande rota… Eu sou interessante sim… Eu sou o grande capitão Lúcio….




Floresta Midway

Chloe & Saru


Chloe recolheu a nota de 50.000  que o avô de Saru lhe entregou, depois disso a mulher se propôs seguir caminhando com Saru e Zeno.

—Não sou apenas uma cozinheira, meu senhor, sou alguém muito capaz de me proteger.- Dizia um pouco chateada por conta do comentário do marinheiro aposentado.

-Me perdoe madame -Zeno sorria olhando para Chloe - Eu não tive a intenção de subestimar a sua força. Sendo assim, você será uma boa ajuda caso as coisas saiam do controle.

-Por onde e que estaria a marinha quando era preciso nao é mesmo? - Dizia Saru em tom de deboche, o que lhe rendeu mais um cascudo na cabeça desferido por seu avô.

-Respeite a marilha seu moleque ingrato! Quem você acha que bancou suas despesas até hoje?

A mulher contou a sua história enquanto o trio recém formado seguia pela trilha.
Zeno ouvia tudo atentamente, já Saru estava inquieto e sequer parou para se importar com a história contada, em vez disso estava a analisar Chloe entre olhadas e cutucadas.

Após um quarto de hora, o trio já estava no meio de uma mata densa repleta de diversos sons de animais e alguns assobios estranhos seguidos de barulhos de folhas que denunciavam movimentos bruscos. Haviam por ali algumas árvores frutíferas carregadas de maçãs (macieiras), mamões (mamoeiros) e bananas(bananeiras).

Chloe terminou de contar a sua história e para o seu espanto Zeno estava segurando as lágrimas para não chorar. O velho estava buscando as melhores palavras para dizer à Chloe quando Saru começou a opinar sobre a aparência do irmão desaparecido, só pra no fim dizer que não conhecia ninguém assim.

-Se não vai ajudar cale a boca!!! Não faça piada da tristeza dessa dama!!

Seguiram a caminhada, mas dessa vez quem começou a falar foi Saru. Ele explicou para a moça tudo o que estava acontecendo e por que eles estavam indo para o Monte Colubo.
Zeno olhou para o neto com uma cara torta, não gostou muito de ver o neto contando para uma desconhecida sobre os detalhes da missão, mas ao final soltou um pequeno suspiro.

-É, talvez seja melhor que ela saiba onde está se metendo…

Seguiram para o Monte Colubo subindo a trilha sem parar.





Goa,Cidade baixa

Mané


Mané deu meia volta e partiu em disparada na direção de Maka, entretanto, só correr não seria de grande ajuda diante de tal situação. Sendo assim decidiu utilizar das caixas amontoadas no local para atrapalhar o progresso de seus perseguidores.

enquanto corria, arremessava algumas das caixas para trás (só algumas, pois haviam algumas que eram pesadas demais para que o rapaz pudesse movê-las.

Meia-Noite fez o máximo que conseguia para ajudar o companheiro humano, mas as caixas eram pesadas demais para a força do pequeno macaco. Depois de tanto se esforçar em vão, Meia-noite desistiu de tentar empurrar as caixas, correu pelo chão recolhendo o máximo de pedrinhas que conseguiu carregar com um braço.

Feito isso, subiu em Mané, se posicionou no topo da cabeça do rapaz e começou atirar as pedrinhas nos guardas reais. A estratégia de Mané e Neia-Noite funcionou e isso fez os guardas ficarem cada vez mais distantes.

Em certo momento da perseguição o rapaz alcançou a menina e a carregou para que pudesse fugir sem mais problemas, afinal as pernas longas e o preparo do artista eram bem mais eficientes do que as pequenas e curtas pernas da menininha.

Seguiram pelo caminho da esquerda e continuaram correndo até saírem daquele beco.
Depararam- se com uma rua cheia de comércios, pessoas e mais guardas. Foi quando Maka apontou para uma grande escadaria que se encontrava a alguns metros à direita de onde eles estavam.

-Precisamos seguir por ali se quisermos dar o fora dessa cidade!! - A menina já estava se sentindo tão à vontade no colo de Mané que já o tratava como uma “montaria” - Bora logo moço, se não eles vão roubar o tesouro… - Ao falar isso, Maka calou-se abruptamente e levou as mãos à boca. seus olhos agora demonstravam um medo que Mané não saberia explicar.

-Esqueça o que eu falei, só bora descer essas escadas logo pra que os guardas não nos peguem!!! VAI!!

Atrás de Mané, os guardas que o perseguiam estavam chegando cada vez mais perto.




Área florestal, Monte Colubo

Diego


Diego estava deveras preocupado com Terra e se prontificou a ajudar no que fosse nevessário

- Eu a encontrei assim, não sei quem fez, mas quando eu descobrir... Garanto que ficará pior que ela. Mas no momento só quero que ela fique bem, posso ajudar em algo?

Enquanto isso, os amigos da mulher corriam para tratar de seu ferimento.

-Não se preocupe com vingança agora, xuxu- Dizia Jacob - O importante agora é cuidar da saúde da Terrinha!

Adentraram no chalé e levaram-na para o quarto onde ela poderia receber um tratamento com melhores condições. Lá, Diego pôde ver que Terra, Jacob e o homem baixinho eram apenas alguns dos que lá viviam. Para falar a verdade, a julgar pela quantidade de camas, devem ter pelo menos umas quinze pessoas vivendo naquele local.

Na porta do quarto havia uma multidão de pessoas curiosas que observavam o que se passava lá dentro.

O homenzinho começou a tratar da ferida na perna de Terra, vez ou outra pedia algum material médico para Diego ou Jacob e estes iam buscar sem demora.
Finalmente, depois de meia hora, os primeiros socorros já haviam sido feitos e a mulher adormecida já não estava mais em perigo.

-Muito obrigado por ajudar a minha irmã - Falou Jacob -Eu estou em dívida com você. Você deve estar bem cansadinho, o que acha de eu te fazer uma massagem especial?… Se é que você me entende…. - Finalizou a fala soltando uma piscadela sensual para o espadachim.

-Deixe de indecência Jacob! Seu tarado! - Falou o homem baixinho - Agradeço demais por salvar a vida de nossa irmã. Eu me chamo Ochio e esse gay depravado é meu irmão Jacob. Prazer!

1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 4 Dupla10

-Quem você chamou de depravado? Seu piratinha de aquário!!!

-Quem você chamou de piratinha de aquário? SUA BIBA!!!

Os irmãos se estapearam por alguns minutos, mas logo pararam de brigar tão rápido quanto começaram.

-Enfim, nós somos bandidos da montanha, mas pelo visto até as montanhas podem ser mortais para a gente se não andarmos atentos não é mesmo? QUO-QUO-QUAAAA!!! - Dizia em gargalhadas.

-Você tem interesse em se juntar com a gente? Se quiser eu posso falar com a senhorita Kopler.

Neste momento um grito masculino ecoou advertindo o perigo - Entrem em formação, tem marinheiros vindo para o nosso chalé!!!

Em menos de dois minutos todos os bandidos da montanha estavam armados na frente do chalé, aguardando a chegada dos marinheiros.

Chloe, Saru e Zeno caminhavam tranquilamente pela trilha até que finalmente avistaram o chalé dos bandidos.

-Oque é que você quer aqui ZENO??? - entre os bandidos havia uma mulher alta com cabelos negros lisos, suas vestes de couro talhado indicavam sua alta patente entre os bandidos e na mão direita segurava um taco de baseball cheio de pregos e arame. Esta é Elma Kopler, a líder dos bandidos - Eu pensei que o nosso trato ainda estava de pé… Espero que tenha um bom motivo para aparecer aqui com esses seus subordinados de merda!




Ana- Aparência
Gordo- Aparência
Lúcio- Aparência
Maka- Aparência
Zeno- Aparência
Jacob - Aparência
Ochio - Aparência
Elma Kopler - Aparência

Diego:
-Ganhos:
-Perdas: (sapato, camisa - Post 3)
-NPC:

Chloe:
-Ganhos: (Coentro indiano - Post 7) , (50.000 ฿ - Post Cool
-Perdas:
-NPC:

Mané:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC: Meia noite (pet)

Saru:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC:

Kuro:
-Ganhos: (Espada Clássica - Post 4)
-Perdas: (250.000 ฿ - Post 4)
-NPC:
240/240100/10010/1015/15

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Tabela de preços:
Diego Kaminari
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Como Se Aqui Estivesse






Ouvir as palavras do que seria o irmão de terra não me deixaram mais calmos, no entanto, fiquei conscientizado, a vingança poderia vir depois de a jovem estar bem ou minimamente estabilizada. Adentramos o chale e uma vez dentro vi ser tudo muito rustico, no entanto, o fato que pude constatar era que a jovem não morava apenas com aqueles dois irmãos, pois mais pessoas usavam aquelas demais camas, ou eles estavam esperando por muitas visitas. Logo minha primeira opção se mostrou correta, na porta uma multidão de aninhava no pouco espaço quela tinha de maneira a ver algo, ao que tudo indicava não era apenas aqueles dois, ou melhor, nos três que nutriam preocupação pela jovem. O pequeno homem logo começou a tratar da ferida na moça, vez ou outra o auxiliei buscando algum item que o mesmo precisava. Após meia hora meu alívio veio com o minuto seguinte, com os socorros aplicados a jovem repousava com um anjo querubim já fora de perigo... Estava realmente feliz por não a ter que ver morrendo, e rapidamente vi que outra pessoa estava igualmente feliz, mas de outra forma.


- Penso que podemos arrumar outra forma de pagar essa dívida, neste caso da massagem... Prefiro que a própria Terra a faça. – Diria para o afeminado ao tempo que tornava meu olhar para os lábios da jovem que estava louco para beijar.


Não teria muito tempo de resposta, visto que seu irmão logo se intrometeu com suas devidas apresentações, Ochio e Jacobi. Foi um tanto cômica a cena que se seguiu, os dois começaram a brigar muito parecido com as vezes que arrumava problemas somente para que minha irmã fosse enviada... Não tínhamos tantas oportunidades de ficarmos juntos dado que ela começou a ajudar a senhora Kinds, eu somente queria passar um tempo com ela... Foi tudo que podia fazer e não me arrependo de nada... Minha Chloe... As vezes até parece que posso escutar sua voz do lado de fora, como se estivesse tão próxima de mim, como se bastasse eu apenas sair lá fora e vê-la... Meus pensamentos foram afastados pela imagem da jovem diante de mim que fizeram-me lembrar da realidade, triste, mas ainda sim, realidade. Minha irmã estava morta e eu tinha que seguir minha vida de alguma forma, sei que seu espirito nunca me deixou é deseja que eu seja feliz. Também me foi informado que eles eram bandidos da montanha e até mesmo ganhei um convite para me unir a eles. Todavia antes que pudesse responder algo um grito informou que os vermes... Quer dizer, marinheiros, estavam se aproximando.


- Bem... Suponho que conseguem resolver isso sozinhos. – Disse então me aproximando de Terra que repousava na cama, dormindo. Pensava no esforço que foi chegar até aquele local e ainda mais a tempo de salvar a garota. – Foi por pouco lindinha, se eu tivesse me atrasado um pouco mais... Se eu não tivesse escolhido passar pela floresta, você poderia estar morta agora. Mas eu não deixei que algo te incomode em seu descanso. – Disse então tentando me aproximar e tocar os lábios da menina com os meus num beijo delicado. Seguraria sua mão até que a situação se resolvesse ou piorasse, minha prioridade era a menina e se alguma luta que pudesse a afetar acontecesse, não me importa quem diabos fosse... Eu iria me meter.



Histórico:

Resumo da Ficha:



Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )







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ripper
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Que merda! Eu já estava em uma situação de bosta antes, aí essa garota me pede ajuda para fugir de casa, mesmo se eu entregar ela agora ninguém vai acreditar em mim, a confusão na Igreja já acabou comigo.

Consegui pegar a garota e o Meia-noite, sorte que ela não era tão pesada. Mal conseguia ver os guardas tropeçando nos caixotes, mas pelo barulho que fazia sabia que estava funcionando, se mexer naquela armadura deve ser terrível! Não demorou muito para que chegássemos a uma rua cheia de gente, quando eu avistei as capas brancas, sabia que era pra sair dali e àquela altura Maka já apontava para uma enorme escadaria.

Disparei em direção as escadas enquanto a pequena falava alguma coisa sobre roubar um tesouro, não consegui me importar muito, só queria sair daquele local antes que algum guarda pusesse a mão em mim.

O meu foco seria o mesmo, preservar os dois pequenos que estavam comigo ao passo de que tentava fugir dos guardas, para isso, desceria as escadas o mais rápido que fosse possível mantendo o meu equilibro e a segurança dos que eu carregava. Quando acabassem as escadas, continuaria correndo para o mais longe possível, entrando nas árvores da tal floresta caso fosse necessário.


fala - #00FF00



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Chloe Kaminari
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10º - Marinheira? Mas nem fodendo

Chloe Kaminari


Porque contar minha história para aqueles desconhecidos? Talvez seja essa a pergunta que você está se fazendo nesse momento, ora, não existe outra resposta obvia do que eles são moradores daquele lugar.  O garoto era conhecido de Ana pela forma que se tratavam, o que remetia a um conhecimento de longa data.
Não precisa ser um detetive para perceber isso.  Conforme a história era contada, o homem mais velho parecia se emocionar, não haviam lágrimas aparentes, entretanto o suave marejar dos olhos e a força que fazia para manter sua pose de machão frente a uma desconhecida era um tanto obvia demais, porém... mesmo em meio a palavras tristes o garoto de cabelos brancos começou a brincar de forma estranha, cutucões, medindo nossas alturas... aquilo me irritou um bocado.  O marinheiro parecia arrependido pela forma que me tratara, ao fim de toda a história olhei um tanto irritadiça para o jovem .   — Pelo jeito nunca viu uma mulher ou sequer sabe como tratar uma dama. E se me cutucar mais uma vez eu te garanto que vou pegar o seu dedo e enfiar tão fundo no seu rabo que o próximo que tirar ele de lá vai ser coroado rei! —

Não, eu não estava de TPM, apenas odiava ser tratada como um animal acorrentado a qual você pode fazer o que quer sem receber uma ou duas mordidas em troca.   — Me perdoe pelo que o senhor ouviu, mas esse seu ... filho talvez? Enfim, ele parece uma criança que não teve a atenção devida. —

O restante do tempo me mantive calada, a caminhada foi um tanto  calma e até mesmo proveitosa, por mais que tentasse, o garoto não sabia a hora de calar a boca. Olhei para o mais velho apenas negando para o mesmo, já estava acostumada ao preconceito por conta das roupas simples que costumava usar. Em meio a floresta, pude notar as mais variadas frutas, tentaria marcar qual parte do caminho se encontravam para então voltar e recolher as mesmas e pagar minha dívida com Ana.
O garoto contava do que se tratava aquela caminhada, uma nobre sendo raptada? Um tanto estranho, nem sabia que haviam nobres naquele lugar. — Nossa, espero que consigam achar logo essa pessoa. — soltei sem animo algum, talvez a caminhada estivesse tirando minhas forças naquele momento, mas ainda precisaria reabastecer o que tinha gasto até o dia seguinte.

A caminhada longa aos poucos parecia ter seu fim, uma espécie de construção no meio da floresta já podia ser vista e de lá pessoas um tanto quanto agitadas pareciam vir para fora nos receber.  Trajando couro e com cabelos tão negros quanto a veste, uma mulher se pronunciava em meio aos demais, talvez a líder deles. Eu não ia me meter até que a frase dela fez meu sangue ferver de uma forma, que perdi completamente a postura frente a todos. — Primeiro sequer fala bom dia e ainda ofende as pessoas?  Oh moça, olha só, você pode até me chamar de merda, mas não me chama de marinheira ok? — dava uma pausa dramática esperando a reação da mesma ou até dos outros. — Se bem que os dois são a mesma coisa, mas ao menos a merda não queima o orfanato onde eu morava nem me separa do meu irmão. —

Olhei para o homem que havia subido comigo e com o garoto. —Não sei quem foi o filha da puta que me separou do meu irmão Diego, mas eu juro pelos sete mares que quem mandou queimar o orfanato da senhorita Kinds vai comer capim pela raiz. —

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Kuro Tempest
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THE
LAST
SPARK OF HOPE
A bela moça se mostrou bastante simpática a princípio. Cumprimentou-me com educação e me deu as boas vindas ao vilarejo. Não era a primeira pessoa a me mostrar tal recepção, mesmo que alguns ainda fossem um tanto quanto, estranhos por assim dizer. —‌ Obrig... ‌—‌ Meu rosto ficou vermelho quando a mulher sinalizou que aquele quem procurava se encontrava ao meu lado. —‌ Ah, sim, muito obrigado. ‌—‌ Essa sensação se esvaiu quando me voltei para o homem, e o vi com a cara enfiada no balcão bastante bêbado.

Não imaginava que o encontraria naquele estado, mesmo que tivessem me indicado aquele bar, onde todos bebiam bastante. —‌ Creio que será um pouco difícil conversar com ele. ‌—‌ Olhei sem jeito para a mulher do outro lado do balcão, soltando um leve suspiro enquanto tentava pensar em algo que pudesse me ajudar naquela situação.

—‌ Hey. ‌—‌ Ouvindo o que o mais velho acabara de dizer me surpreendia. Não tinha noção de que ele era um capitão, mas me perguntava se ele era da marinha ou apenas um pirata. —‌ Humm. ‌—‌ Suspirei mais uma vez, voltando minha atenção para Ana na tentativa de conseguir uma ajuda. —‌ Então, tem algo que eu possa dar a ele para que acorde? Um remédio, uma bebida, qualquer coisa. ‌—‌ Naquele momento não estava lembrando que havia dado todo o meu dinheiro pela arma que carregava.

Se conseguiria falar com o homem? Naquele estado, certamente não. Me sentia um pouco incomodado naquele ambiente, onde não tinha costume de frequentar. Caso a única opção fosse esperar, pedia um copo d'água, por não ter mais dinheiro, e então ficaria sentado ao lado do homem esperando-o acordar.

HP: 3800/3800 | ST: 100/100

Considerações:

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Saru
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Mais uma vez eu recebia um cascudo do meu avo, pelo meu comentario sobre a marinha, eu coçaria a minha cabeça.
-Aiiii, so comentei.
Chloe tambem reclamaria ou melhor ameaçava de eu cutucar parecia ter ficado nervosa, ao ouvir a ameaça dela, eu dava um passo para tras meio que de susto e ficaria espantado com a reaçao.
-Eu sei muito bem tratar uma dama, so tava a analisar sua postura. Logo de imediato eu ouvia o meu avo onde o mesmo me reprendia de novo sobre eu falar que nao conhecia o irmao de Choe.
-Se não vai ajudar cale a boca!!! Não faça piada da tristeza dessa dama!!
Colocava as maos atras de cabeça e olharia para o lado em quanto andava e falaria  baixinho.
-Nem estou tentando, so falei que nao conhecia.
Nesse mesmo momento que olhava para o lado eu via arvores com diversas frutas, maças, mamōes e ate bananas, arvores frutiforas, cada uma de frutas diferentes, eu ouvia uns barulhos estranhos que nao pareciam ser de folhas, mas talvez seja animais a andar, enquanto meu avo comentava sobre eu ter revelado os detalhes para ela, eu na verdade teria me distraido com as arvores de frutas..... "  3 sons de bater e um ai no final" seriam notados porem meio distantes pois Zeno e Chloe teriam continuado a caminhar sem notar de eu ter parado, para pegar umas frutas, chutando as arvores, embora a do mamao teria so caido uma e teria sido na minha cabeça, eu teria pegado algumas frutas das que cairam e logo acalçaria eles sem eles perceberem.
Chegando finalmente ao final da trilha nois teriamos chegado ja perto da chale dos bandidos, e parecia que de algum jeito ja estariam a espera de nois , e no meio da recepçao daria pra ver uma mulher vestindo roupa de couro e na mao um taco de baseball com prego e arames, ela chamaria meu avo e falaria de um acordo parece que os dois se conheciam, eu olharia para ela notando os detalhes "Hmm roupa justa, bandida interessante", eu via a Chloe na qual rapidamente reclamaria com a Mulher de couro sobre ela falar sobre supordinados aparentemente Chloe nao gostou disso, e a mesma falaria nao so apenas sobre isso como tambem sobre a marinha, dando um pouco a entender que a marinha teria feito algo ao orfanato a mesma falaria sobre sete mares... apos a fala da Chloe uma voz soando como se tivesse a boca cheia seria ouvida -Sete? Achei que eram 4, deves ter me ensinado mal velho.
Eu olharia para meu avo e falaria meio mastigando.
-Hm conheces ela avó? Me apresenta, ela parece interessante.
Se meu avo ou Chloe ou ate mesmo a lider olhassem para mim, eu estaria com um pouco de fruta sobre um braço contra o meu peito, duas maças, um cacho de bananas  faltando duas e um mamao e comendo uma maça.
Olharia para ambos como se nao fosse nada enquanto comia.
"Mastigando"-Alguem quer uma maça ou uma banana?Peguei frutas das arvores...Chutei elas um pouco, e humm sao boas. "Mastigando




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