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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura!

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
Relembrando a primeira mensagem :

1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Diego Kaminari , Chloe Kaminari , Mané , Kuro Tempest e SIlver D Saru. A qual não possui narrador definido.

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 8 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

ripper
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ripper
Civil
Não era o que a gente esperava?!

1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 8 NBjhgry



Maka me respondia dizendo que a dupla que cruzou nosso caminho não era a responsável por suas lágrimas, na verdade, aquele lugar parecia ser o responsável. Antes que pudesse pronunciar mais palavras a garota de cabelo avermelhado invadiu o ambiente como um furacão e causou estranheza em minha companheira.

Meu nom... — e antes que pudesse terminar as palavras, Maka interrompeu-me perguntando quem era ela, como esperasse encontrar outras pessoas naquele chalé.

E toda aquela situação fora interrompida por um grande barulho vindo da porta onde os homens se amontavam, ao mesmo tempo em que o brutamontes que havia me cobrado dinheiro, respondia a garota puxando seu cabelo e desferindo uma joelhada em sua barriga, a situação começava a ficar caótica, quando Maka desesperou-se  mostrando que ali não estavam as pessoas que ela esperava, ao tempo em que disparava em direção a floresta.

Eu precisava tomar uma decisão, deveria ir atrás de Maka ou ajudar a pequena garota com o brutamontes, e meu plano me obrigaria me separar de meu maior companheiro, mas talvez fosse o único jeito.

Meia-noite, vai lá atrás da Maka, vai... e fique com ela... — diria enquanto virava calmamente para a a cozinheira e seu inimigo.

Coé! Trezento mil que tu quer né? Toma... — sim, eu não tenho o dinheiro. Mas tinha algumas habilidades que o circo havia me dado, eu sabia que dentro do meu bolso havia aproximadamente cinquenta mil berries e o brutamonte queria trezentos. A quantidade era o suficiente para que pudesse fazer uma brincadeira muito comum entre as crianças do circo, nós simulávamos que em um bolso havia infinitas moedas, com apenas duas, enquanto tirávamos uma do bolso, colocávamos de volta a anterior, sem que o observador percebesse, na visão dele, parecia que eu estava passando as moedas de meu bolso para a minha mão. Um truque clássico.

O meu objetivo era ajudar a garota que havia tomado a joelhada, eu não sou forte, então acho que uma pancada não ajudaria muito, mas sou bom para chamar a atenção, se eu conseguisse distrair ele, talvez abrisse uma brecha para que a garota escapasse, acho que ela só precisava de uma fagulha para pegar fogo e essa fagulha era meu truque.

Antes que o bandido pudesse chegar perto demais ou entendesse meu truque, eu já contaria que a pequena pudesse se livrar dele, então eu me viraria em direção a saída do chalé, para tentar alcançar Maka, compensando o tempo que demorei, com a minha velocidade.

MAKAAAA!!! MEIA-NOITEEEE!!! — gritaria, caso não os visse.

Assim que os encontrasse, tentaria acalmar a pequena.

Maka, fica calma pô, não tem porque ficar assim, que que  tá rolando?!






fala - #00FF00



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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário


17º - Agora o pau vai torar!

Chloe Kaminari


Sabe aqueles momentos que sua mente está em um lugar e acaba não percebendo tudo o que aconteceu em seu redor? Bem, isso aconteceu pela segunda vez na minha vida e olha... isso doe bastante. Por mais que minha mente estivera focada naquele quarto, eu havia me preocupado com o rapaz que havia entrado. Já havia passado fome e aquilo era ruim em um nível que ninguém deveria sentir nunca na vida.

Conforme havia decidido sair da cozinha para melhor recepcionar o recém chegado, foi quando uma enorme “bola de Neve “explodiu na cara de todos, e quando digo todos, queria incluir apenas a mim e meu irmão naquele dado momento. Não havia conseguido chegar com precisão ao quarto onde estavam, já que havia uma enorme barreira viva travando a porta e desta barreira o som da fúria poderia se fazer mais presente do que precisávamos naquele dado momento. Elma estava furiosa, mas era tão teimosa e burra que sequer aceitava a ajuda e pra piorar havia ignorado completamente minha frase. Como eu percebi isso? Bem a velha não me respondeu, então pela lógica era isso. Certo? Certo!

Antes que o pensamento de uma nova forma de chamar a atenção da velha se formasse, o puxão dolorido de meus fios rubros acabou tirando um grito, um misto de susto com a dor do momento derradeiro.  O “pé rapado” não havia gostado muito de ser chamado daquela forma e acabou vindo tirar satisfações — Que foi... ai... A verdade dói? — perguntei enquanto tentava me desvencilhar do homem — Não gostou? ... Me processa fo.... — Meus amigos... meu erro foi não prestar a atenção naquele bando de gato escaldado e me proteger antes do tempo.

Tudo aconteceu tão rápido que mal tive tempo de perceber de onde veio o golpe, o choro, os gritos.  Tão certeiro quanto uma picada de abelha, o chute no estômago quase fez com que eu vomitasse todo o café da manhã daquele dia, e vamos combinar que não seria uma cena muito bonita de se ver, principalmente para uma criança em meio à multidão de estranhos ali.

Agora precisava de um plano. O garoto parecia querer ajudar em distração, mas não sabia se o mesmo carregava alguma arma em meio as vestes, por outro lado eu tinha a corrente de ferro em minha cintura e ambas as mãos livres naquele momento para poder me defender.

Caso o bandido ainda se encontrasse próximo o suficiente e com o abdome “a mostra” tentaria desferir uma cabeçada contra o mesmo, e caso o primeiro golpe falhasse, iria mirar em suas costelas com as mãos livres para diminuir a quantidade de folego do mesmo para facilitar assim um combate mais humanizado.

Se tal coisa ainda assim não fosse possível, precisaria me prevenir de ataques vindos de baixo, por parte de suas pernas. Caso um novo chute fosse desferido em direção a meu estômago, iria defender com a mão esquerda, independente da direção e com a destra iria desferir um golpe a fim de desarmar completamente o homem. O alvo? Bem sua virilha mirando principalmente o saco escrotal. Agora se o golpe fosse dado um pouco mais alto, mirando meus seios ou pescoço a fim de me derrubar por completo, usaria de minha força para empurrar o homem e me desvencilhar completamente do mesmo.

Mas além daquele, tinha mais dezenove problemas naquele campo de batalha apertado. Se conseguisse me desvencilhar do primeiro bandido em algum momento,  acataria o pedido de Diego que já estava em uma complicada batalha, usaria da surpresa para tentar derrubar o máximo de homens possível com o uso da corrente de ferro. Não iria mirar completamente o golpe em arco, mas se conseguisse a chance de uma mira precisa, usaria suas costas daqueles homens como alvo para roubar a atenção deles para minha direção.

Se em meio a isso fosse feita uma investida para cima de mim, utilizaria do local a meu auxilio, correndo para fora do local buscando uma janela ou até mesmo a porta para aumentar o local de embate, isso poderia me atrapalhar visto o tamanho de minha arma, mas naquele momento esperava apenas pela ajuda do neto de marinheiro para que pudesse minimizar os estragos que sofreria.


Histórico:
Ficha Resumida:
Objetivos:
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Subaé
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Nos bares de então
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Subaé
Criador de Conteúdo

Narração, Post 17

Mané & Chloe

Meia noite pulou para fora do chalé assim que a ordem foi dada e sumiu na mata atrás da menina.

Enquanto isso, Chloe estava quase botando o café da manhã para fora por causa do chute no estômago. A mão firme do bandido continuou a segurar forte os cabelos de Chloe, ele ergueu a cabeça da moça para olhar sua face e disse - Te processar? GaGaGaGa! Você não está em Goa!  

Que situação! Briga, choro, gritos e…- Espera aí, tu vai pagar mesmo é?  GaGaGaGah- Falou o homem que não conseguia acreditar  no que estava a ver quando Mané se dirigiu tranquilamente até o bandido que estava segurando a mulher. Mané chamou a atenção do homem, aceitou sua oferta e fez seu truque com tanta maestria que deslumbrou não só aquele bandido, mas também tantos outros que viram o truque e já começaram a se martirizar por não terem sido eles que foram lá passar a perna.

O pé rapado não pensou duas vezes, estava tão ansioso para pegar os seus trezentos mil bellys que soltou os cabelos de Chloe para pegar a grana. Uma pena para ele, pois ao invés de entregar o dinheiro Mané se picou da situação, foi embora gritando o nome da garota. Além disso, sua oponente já não estava mais sob o seu domínio.

Se vocês não sentiram pena de ninguém até agora nesta história, sintam pena desse pé rapado, pois além de ter sido ludibriado por Mané, ele abriu a guarda para a ruiva desferir em seu peito uma cabeçada seguida de um golpe em suas costelas. Infelizmente a mulher não tem as habilidades básicas de combate corpo a corpo, por isso os golpes não lhe causaram danos significativos. Pelo menos ela agora estava livre.

A mulher sacou a sua corrente para se preparar para o combate inevitável, foi quando o pé rapado avançou contra ela. Chloe saltou por cima da mesa de jantar que havia perto da janela, depois saltou pela janela para fora do chalé onde poderia lutar melhor.

-Me ajudem a cuidar dessa maldita!- Gritou o pé rapado antes de vir para fora com duas adagas na mão e acompanhado de mais dois companheiros. O primeiro era baixinho e magricela e carregava uma espada fina que tinha quase o seu tamanho, o outro era negro e tinha consigo um arco.



Diego vs Elma

Diego se pôs em pé, mesmo sentindo uma dor extrema o rapaz fez o possível para não demonstrar fraquezas. Suas pernas trepidaram por um momento enquanto seu sangue escorria rosto abaixo. Parecer fraco não faz o estilo dos Kaminari.

Em seu estado, era evidente para qualquer um perceber que seu corpo havia recebido um golpe bem mais forte do que aguenta, entretanto, a determinação daquele homem não se abalou nem um pouco diante a discrepância de forças entre ele e a líder dos bandidos .
As suas palavras evidenciam sua determinação inabalável.

A verdade é que aquelas palavras atravessaram Elma de forma intensa, pois no fundo, ela se culpava por não poder ter feito mais pela sua família.

A mulher observou o Kaminari, depois ergueu o bastão fazendo uma pose igual jogadores de baseball se preparando para fazer um homerun -Você é um teimoso insolente mas sua proposta faz sentido pois se você não conseguir nem abaixar minha cabeça não vai me servir de nada! Fu fu fu! Eu aceito o seu desafio.

Elma ficou ali parada , afinal ela só precisaria resistir. Kaminari iniciou sua investida arremessando a espada na mulher para desviar a sua atenção. É importante lembrar-vos que ainda que a determinação do jovem Kaminari seja inabalável, seu corpo ainda sente o atordoamento por conta do golpe em sua cabeça.

Elma respondeu com o bastão que se moveu de forma limpa e contínua, rebatendo a espada ao golpeá-la. Fazendo-a voar  aos giros e por fim ficar cravada na parede, ao lado da janela.

Diego se aproveitou da guarda aberta da mulher para se aproximar pelo lado oposto desferindo uma rasteira - Muito lento! - Elma debochou ao chutar o rapaz antes mesmo que ele pudesse de esquivar girando para o lado, arremessando-o para perto da janela.

Diego nem sequer havia conseguido se levantar ainda quando ouviu - Agora eu vou acabar de vez com essa palhaçada! - Era Elma, avançando contra ele para desferir outro golpe com tudo (igual o do último post). Ela avançou e girou o bastão, mas desta vez Diego conseguiu se desviar, girando para o lado no exato momento em que seria golpeado pela segunda vez pelo bastão.

Aquele breve momento proporcionado pelo desvio deu à Diego a oportunidade de pegar a sua espada que estava cravada na parede, ao seu lado. No momento em que o jovem de cabelos brancos pegou a espada saltou ofensivamente na direção de sua oponente, ao mesmo tempo, Elma se virou ao seu encontro com o bastão erguido.

Ela estava pronta para descer o bastão com força total e estava tão próxima de Diego que se aquele ataque acertasse causaria danos extremos. Neste exato momento o grito de Mané ecoou da sala e chegou aos ouvidos de Elma “MAKAA!!!” Ouvir aquele nome fez a mulher travar.

Porém Diego não travou. O seu salto fez com que ultrapassasse a altura do bastão da mulher e com um movimento preciso, desceu a espada, golpeando o lado sem lâmina no topo da cabeça de elma, que desceu até o chão junto com a lâmina até que por fim um baque foi ouvido.


PAWW!


Aquele era o som do queixo de Ela Kopler, a lider dos bandidos da montanha, batendo com tudo no chão.  



Saru & Kuro

Dono de uma prontidão invejável, Kuro golpeou sua nova lâmina contra a lança do guarda religioso que feriu Lúcio, se posicionando entre o guarda e seu companheiro mais velho.
A tensão se fez presente tornando a situação ainda mais desconfortável. Entretanto, como nenhum ataque foi desferido pelo aventureiro, nenhum guarda atacou também.

Quando reverendo Sheep perguntou sobre seus alvos, Kuro respondeu de forma clara e objetiva ao contrário de Saru que, depois de suspirar e trocar algumas palavras com Jacob, praticamente começou um discurso para tentar contornar tal situação.

Durante o falatório, Saru apontava de um lado para o outro enquanto falava das várias trilhas, do som de choro de menina e sobre o real motivo dele estar lá; Os seguranças escutavam tudo e olhavam para o garoto enquanto tentavam entender sobre o que realmente ele estava falando.

-CALE-SE! CALE-SE! CALE-SE! QUE VOCÊ ME DEIXA LOUCO!!! - Sheep gritou enfurecido pedindo um pouco de silêncio para poder raciocinar.

O reverendo analisou a trilha que levava ao Chalé dos bandidos enquanto coçava o queixo ao pensar - Quer dizer, então, que vocês só estão aqui para pegar comida? -

O homem analisou o quarteto que estava cercado e chegou a se questionar sobre o motivo de já haver um homem ferido ali (Jacob) quando eles chegaram, mas nada comentou sobre o pensamento.

Sheep aproximou-se de um dos guardas e perguntou algo tão baixo que chegava a ser inaudível, sua mão sobre a boca também  impedia que alguém do pequeno grupo pudesse ler seus lábios finos. O guarda, entretanto, respondeu em alto e bom som - Isso, é lá mesmo senhor!

Os lábios finos de Sheep dobraram-se, exibindo um sorriso ganancioso e sádico.
-Muito bem, então - Falou ao estalar os dedos - Vou aceitar o seu convite, me leve até lá!

Ao estalar de dedos, todos os quinze seguranças ergueram suas lanças ofensivamente diante do quarteto.

Três dos seguranças saíram de seus lugares se movendo igual uma porta, transformando o cerco, que antes era circular, em formato de “U” e liberando a passagem para que pudessem seguir o caminho da trilha de volta para o chalé.

-Não tentem nenhuma gracinha, ou os meus homens vão transformar vocês em espetinho… agora todos os quatro, comecem andar agora!

As lanças agora cutucavam levemente as costas de Kuro, Saru e os outros dois. Aquilo não machucou e nem feriu, foi só para que os mesmos começassem a andar, porém, ao sentir a ponta da lança, os rapazes perceberam que com um pouquinho mais de força aquela arma poderia atravessá-los facilmente.

Jacob se levantou com um certo esforço e se apoiou no ombro de Saru, apenas para manter o equilíbrio - Eu consigo me manter de pé… pode ficar tranquilo - Falou - Quanto aos sistemas de alarme, não temos nenhum. Mas pode ficar tranquilo porque a montanha é dos bandidos- Depois, o rapaz narigudo seguiu andando apoiado em Saru pela trilha do chalé -Vamos… - Durante a caminhada, Jacob assoprava assobios estranhos. Aquilo não parecia uma música, e se era uma música ele não sabia assobiar-lá direito.



Maka & Meia-Noite


- BUAAAAAAAA!

As lágrimas salgadas salpicavam o chão a cada passo da corrida que a menina dava.
Seu choro? Não é por motivos banais, ou sequer por pura birra!
O problema é que aquela menina sonhou com aquele momento por tempo demais.

Enquanto corria, lembranças felizes invadiam-lhe a mente. Lembrou-se dos jantares em família regados à boa música que aconteciam no chalé quando ela ali vivia. Lembrou-se de seu pai rindo junto de sua falecida mãe, lembrou também da sua tia Elma, foi quando sentiu um grande aperto no peito.

Ela passou muito tempo sonhando em voltar para aquele chalé, mas quando voltou não viu nenhum rosto conhecido, apenas bandidos maldosos e violentos.

Naquele momento, as esperanças da pobre menina começaram a se dissipar igual uma fumaça fina ao imaginar que o reencontro que tanto sonhou poderia jamais acontecer.

Meia-Noite, naquele momento, não sabia como agir diante de tal situação. Olhava para trás em busca de Mané com um certo ar de preocupação (Igual a crianças pequenas que se perdem dos pais no supermercado), mas como confiava em seu companheiro humano, preocupava-se de verdade apenas com a menina.

-Uh uh ih êh uuh! - O macaco dizia tentando consolar em vão a menina que corria aos prantos em direção ao único lugar que ela tinha certeza que ainda estava como ela deixou anos atrás.



Saru, Kuro & Mané


Mané seguiu correndo pelo matagal em busca de seus companheiros. Infelizmente não encontrou nenhum sinal de Maka ou Meia-Noite por onde passou, apenas ouviu alguns assobios, sendo assim continuou a procurar.

De repente, à uns cinco metros de distância,um grupo grande de quase vinte pessoas apareceu por entre as árvores, trombando no caminho do homem alto e esguio.
O grupo era formado por quinze homens com lanças e vestes iguais as que os guardas de Goa usavam, Haviam também quatro rapazes aparentemente comuns e um homem que Mané poderia reconhecer muito bem…

-Até que enfim eu te encontrei, seu magricela! Onde estão a menina e o macaco?

E agora? o que sera que vai acontecer?



Log de Combate:



Reverendo Sheep- Aparência
Lúcio- Aparência
Maka- Aparência
Jacob - Aparência
Elma Kopler - Aparência
Pé Rapado- Aparência

NPC RANDOM


Diego:
-Ganhos:
-Perdas: (sapato, camisa - Post 3)
-NPC:

Chloe:
-Ganhos: (Coentro indiano - Post 7) , (50.000 ฿ - Post Cool
-Perdas:
-NPC:

Mané:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC: Meia noite (pet)

Saru:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC:

Kuro:
-Ganhos: (Espada Clássica - Post 4)
-Perdas: (250.000 ฿ - Post 4)
-NPC:
240/240100/10010/1015/15

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Ah shit, here we go again.

1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 8 NBjhgry



Uma vai e a outra vem, uma vai e a outra vem...

Repetia em minha mente as palavras de forma ritmada, que me ajudavam a controlar o tempo da minha brincadeira. Não só aquele bandido, mas também todos os outros pareciam ter a atenção chamada para os meus bolsos, como mosquitos atraídos pela luz. Foi quando o pé rapado soltou a garota, que aplicou uma sequência de golpes no homem, ela parecia ter experiência, e eu... corri.

Avancei pela clareira enquanto gritava o nome dos pequenos, uma espécie de assobio podia ser escutada, mas não saberia identificar a fonte do som, não sou um homem acostumado as florestas e tirando as possibilidades de acrobacias que infestavam minha cabeça ao ver aqueles galhos, nada mais poderia aproveitar do ambiente.

Foi quando diante de meus olhos surgiu um grupo de aproximadamente vinte pessoas, em sua maioria com um uniforme inesquecível, aquelas capas brancas sobre as armaduras vermelhas, eram os guardas reais. No meio deles, quatro homens e mais ao longe, aquele que havia virado o meu dia de cabeça para baixo, o homem de vestido.

Eai cara de vestido! Tu não desiste mesmo né?! — ele buscava saber onde estava Maka e Meia noite, coisa que nem mesmo eu saberia, a única coisa que eu sabia era aonde eles não estavam, no chalé e eu ia fazer esses soldadinhos encontrarem aqueles brutamontes cobiçosos.

Então já que é assim, se tu quer saber a resposta, tenta me pega, pô! — viraria novamente na direção do chalé e correria na minha velocidade máxima. Não acreditava que alguém pudesse me alcançar, mas poderiam efetuar ataques a distância, para isso, eu olharia constates vezes para trás, afim de ter visão de quaisquer ataques que pudesse vir em minha direção, para então pular lateralmente e desviar.

Ao chegar em meu objetivo, entraria direto pela porta da frente da construção, indo em direção a cozinha que eu havia visto a garota de cabelos avermelhados, pulando pela janela do ambiente, afinal, sempre tem uma janela na cozinha. Caso o chalé estivesse fechado, optaria por escalar suas paredes, passando por cima da construção.

A todo momento, utilizaria minhas habilidades acrobáticas para passar mais rápido por qualquer obstáculo que possa aparecer.
Eu não sabia ao certo o que poderia acontecer quando os dois grandes grupos se encontrassem, provavelmente o caos e essa seria a situação perfeita. Tentaria pegar uma posição privilegiada para me proteger do combate que poderia começar, um lugar que eu pudesse fazer facilmente aquilo que era minha especialidade, caso precisasse, fugir.







fala - #00FF00



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O padre parecia um doido a gritar sozinho, e ao mesmo tempo a sussurrar com seus guardas.
“Sera que ele tem se medicado?”
Meu argumento era bom, e sendo assim eu teria seguido caminho, sentia algumas picadas das lanças, por minha supresa Jacob conseguia andar, apesar de eu ter tentado pegar ele no braço.
-Sempre conseguias andar?. Enquanto andavamos Jacob ia assobiando ele teria dito pra ficar descansado que a montanha era dos bandidos, eu dava um leve sorriso, porque apesar da montanha ser dos bandidos, a floresta era me familiar de mais único problema era jacob ferido.
Enquanto caminhávamos pelo caminho eu notaria alguém alto a surgir pelo caminho, na qual parecia ser familiar para o padre, pois o mesmo apos falar com o padre ele teria logo metido o pe, subindo de volta o caminho.
-Ohh era amigo seu? Acho que ele não ficou tao contente. Talvez o padre tenha ficado um tanto barulhento apos o cara ter fugido, mas pelo menos iriamos para o mesmo lugar, na minha cabeça so pensaria, que ele deve ter deixado a menina na chale, sendo assim estaria em segurança  “Bem pensado correr de volta para a chale".
Sem parar eu seguia subindo o caminho de volta ate a chale, ao notar que o caminho ficava cada vez mais curto perto da casa, Jacob notaria meu corpo com uma tremida como se eu tivesse um pouco ansioso por algo, caso não chegassemos eu continuria andando para não me cutucarem com a lança nas costas.
Mas se por fim nois chegassemos ate ao cimo do caminho onde claramente daria para ver a casa eu logo falaria um pouco alto.
-Pessoal podem acabar com a briga que eu trago comida, mentira tou brincando so achei dois coelhos e 2 mas noticias.
Eu notaria que teria uma galera fora de casa uns quantos bandidos, olharia para a chale com uma janela quebrada, e a Chloe na rua dois ou tres bandidos caminhando ate a Chloe e não pareciam que estivem so conversando.
-Pera tavam brigando mesmo?. Olharia para o Chloe e para os bandidos -Oiii voces ai, fiquem sussegados nao é hora de brigar temos dois problemas aqui bom na verdade 15. Dizia apontando para tras.
Andaria com o Jacob e atiraria os dois coelhos contra dois dos bandidos que iam na direçao da Chloe. -Fiquem quietos ai, senao vou meter a porrada em voces tres, e se voces tentarem reclamar tentem reclamar para o Jacob ferido aqui e dizer a ele porque vao reclamar com quem impediu dele se ferir mais eu trouxe ele de volta o caminho todo pra não morrer entao se ele ta vivo… de nada, e ai vao falar algo? Dizia olhando serio, se possivel eu me aproximaria um pouco mais da Chloe e deixaria o Jacob sentado no chao, se alguem me perguntase o que teria acontecido seja Chloe, Elma ou um dos bandidos, eu logo apontaria para tras para o padre.
-Ele aconteceu, culpa dele, ele não so ta invadindo a vossa montanha como feriu o Jacob e o tiozao la.
Deixando o Jacob no chao perto da casa e da Chloe, olharia para a porta de casa -Oii velho, fica ai dentro, deixa que eu cuido disto ca fora. Em de seguida olharia para Chloe e os bandidos -Poderiam cuidar dele, ele precisa de tratamento tambem. Dando todos os recados, viraria minha atençao para o padre e os soldados, dando leves passos para ficar um pouco longe do Jacob.
-Muito bem, agora que estou mais leve e mais descansado, esta na hora de nois termos uma pequena conversa, não sei o que fazes aqui ou o quem procuras, mas seja quem for não vais levar ninguem, estas a pregar a missa no lugar errado e ainda por mais a missa errada. Dizia estalando o dedo das maos, viraria meu olhar para Kuro, esperando que ele entendesse o que iria acontecer, dava um leve sorriso como se fosse afirmar algo para ele.
Começaria a alongar uma perna depois outra enquanto olharia para os soldados.
-1.2.3….10…15. Tirando o padre que fica pra ultimo, consegues lidar com alguns deles, ou precisas de alguma distraçao. Dizia meio pro ar como se parecesse que estaria a falar sozinho, esperando que a pessoa entendesse, dito isso eu correria em direçao aos soldados, os mesmos teriam lanças mas eles também teriam escudos, e talvez seria nisso que eles iriam contar ao eu avançar nele, coisa boa em ser neto de um vetereno Marinheiro é saber o basico de certas forças da lei, primeiro iriam defender meu ataque e depois iriam tentar me atacar.
Correndo rapidamente contra um dos soldados, que provavel que eles fossem tentar defender o padre ou eu passaria pelo padre caso não avançassem pois meu foco seria os soldados, eu daria um pulo meio que rodando contra o escudo de um deles, desviaria para o lado o cabo da lança com a perna esquerda caso ele tenta-se colocar ela em frente, desviando ela para o lado ao mesmo tempo que desviaria eu seguraria o cabo com a mao para que ele não tentase mover a lança e eu chutaria o escudo dele de frente com força, que com o meu embalo e força seria possivel que ele caisse para tras apos o chute. Caso ele caisse para tras, eu deslizaria um pouco em cima dele e tiraria a lança dele e apoiaria a lamina no chao ao lado do corpo dele.
-Bom que tal isto como distraçao.. espadachim, 1 caido, ponto para mim.
Independentemente do que Kuro fizesse ou como os soldados agiriam, o que seria provavel que tentassem me atacar, se um deles tenta se me atacar com sua lança eu desviaria pulando para tras e usaria a lança que teria pego para desviar a lança do inimigo para o lado caso ele tentase me alcança ou chutaria com o meu pé o cabo da lança caso necessario.
-Lutar contra animais selvagens e bater em arvores ate mesmo enfrentar meu avo, voces nao sao quase nada comparado a isso.









Histórico:
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Resumo da Ficha:


Última edição por Saru em Sex Set 24, 2021 9:13 pm, editado 1 vez(es)
Diego Kaminari
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Diego Kaminari
Estagiário




Desça dai, seu corno, desça
dai...





Consegui, minhas palavras e logica fizeram com que Elma concordasse com meu desafio. Queria arrebentar ela num futuro próximo? Claro que sim! Se bobear arrebentar nos dois sentidos, no entanto, segui meus planos de ataque. Elma permaneceu parada com sua postura de inabalável, mas aquela montanha iria conhecer o chão e com isso em mente me coloquei a correr. Meu plano deu certo, quer dizer, ao menos a parte de tirar a atenção dela, o rebote fez com que minha arma ficasse fincada a parede, mas de qualquer forma aquilo era irrelevante já que contava com aquele acontecido. No entanto, de resto... Deu errado, não consegui sequer desviar de seu chute que me arremessou a janela. Antes mesmo de levantar sua próxima investida estava a caminho, era o mesmo golpe que me dera a alguns instantes, será que ela so sabia bater assim? Todavia ser acertado com o mesmo golpe duas vezes era sacanagem e burrice por minha parte, por isso consegui no último instante desviar do pesado bastão.

Mas agora? Aquela luta estava sendo complicada e isso era porque so tinha que abaixar a cabeça dela... Mas iria eu desistir? Jamais! Terei de enfrentar oponentes muito mais ameaçadores que essa mulher maluca e se não conseguir nem o básico como posso dizer a Chloe que protegerei nosso amor?! O desvio me proporcionou a possibilidade de pegar minha espada na parede e rapidamente saltei em ofensiva a ela, a mesma igualmente se preparou para um ataque, mas ao que tudo indicava não foi suficiente, pois a chapa de minha espada arriou sua cabeça ao chão com uma pancada digna de vingança.

Estava ofegante e a dor me percorria o corpo visto que a tensão da batalha havia cessado, percebia somente aquele momento que o suor pingava em meus olhos o que me deixou em dúvida se era isso ou a concussão em minha cabeça que estava a deixa minha visão turva. Além da certeza que venci o desafio também possuía a convicção que precisava de um tratamento médico. A imagem da linda garota de cabelos vermelhos ecoava pela minha mente. – Chloe... – Falava baixo para mim mesmo desejando repousar minha cabeça em suas pernas e esperar que ela cuidasse de meus ferimentos como fazia em tempos antigos. Entre tudo, ela estava ocupada e eu não era mais uma criança frágil... Jamais passaria essa imagem a mulher que jurei amar e proteger.

- Agora que abaixei sua cabeça, levante-a e a mantenha erguida, existe uma pessoa que merece e espera por isso. – Disse logo saindo cambaleando usando a espada de moleta, minha intenção era usar os conhecimentos do homenzinho que tratou o ferimento da jovem Terra. – Oh coisinha pequena que esqueci o nome, me ajuda aqui... Ao que tudo indica tá nascendo um chifre em mim, mas esse você pode tratar. – Sairia gritando até achar meu tratamento... Digo, meu companheiro, camarada, amigo inestimável, cunhado, que me trataria rapidamente e de graça.

No caso de conseguir tratar meus ferimentos poderia ir então para perto da pessoa que não saia da minha mente, minha irmã. Tentaria procurar ela, mas julgando pelo que conheço era so seguir para o local mais barulhento. Se por algum momento algum ateque viesse até mim, me manteria atento para desviar ou bloquear o que fosse necessario. Minha prioridade seria revida com minha espada num contra-ataque, visando pescoço ou pontos de equilibrio como joelhos e pés, de o ataque fosse a distância e eu percebesse iria desviar para alguma cobertura ou usar minha proprio espada para bloquear projeteis.



Histórico:

Resumo da Ficha:



Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )







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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário


18º - Três zé mané... hora de brilhar como a Lua

Chloe Kaminari


Brigar não era meu ponto forte... Pelo menos não corpo a corpo. O puxão no cabelo ainda doía, a frase de brincadeira não havia sido levada a sério, mas aquele garoto havia feito algo que havia sido surpreendente e roubado todo o início do holofote.

A cabeça começava a doer por conta da força que era exercida em meus fios. Era como um cabo de guerra naquele momento; eu tentava puxar de um lado para me libertar daquilo e o homem do outro, porém a aproximação do garoto acabou fazendo o bandido perder o interesse e soltar meus fios. Por alguns segundos achei que o mesmo iria realmente pagar o bandido, mas suas mãos eram tão rápidas e habilidosas que quase não percebi o segundo golpe vindo e acertando o homem tirando-lhe completamente a atenção.

Com isso consegui atingir o homem novamente, deixando-o menos “armado”, porém agora haviam mais dois. Ao menos havia conseguido sair da casa, ganhando assim um maior espaço para que pudesse lutar, mas para meu desespero apenas três haviam saído… Os outros poderiam atrapalhar na luta de Diego contra Elma e isso seria imperdoável para mim.

— Três já é melhor do que nada — comentei com um sorriso estampado na face. Entretanto havia um puta problema, eram três contra um e dos três que ali haviam, dois carregavam armas de curto alcance, já o outro de pele negra tinha um arco e aquilo iria me ferrar um bocado. Mas vamos aos fatos, ainda tinha a corrente em mãos e deveria me proteger com a mesma.

— Olá garotos, Vamos dançar ? — brinquei olhando-os. Com o auxílio da destra começaria a girar a ponta da corrente de forma a mostrar que estava pronta para qualquer ataque vindo de um deles.

Agora vamos montar uma estratégia.

Tinha três inimigos, três situações diferentes de ataques que precisavam ser pensadas com  extremo cuidado para não perder um membro… ou até mesmo a vida.
Caso o homem da adaga ou até mesmo o da espada curta avançasse, iria pular para trás de forma a manter a distância longa entre meu corpinho maravilhoso e as lâminas afiadas. Com a distância iria aproveitar para chicotear a lateral do alvo mais próximo; poderia não ter muito conhecimento do corpo humano ainda, mas conseguia me defender com qualquer coisa que parecesse um chicote. Se por algum motivo eu não conseguisse pular para trás, iria me abaixar e usar a corrente para enrolar o calcanhar do mesmo e puxar. Caso a primeira situação , derrubando o inimigo, não fosse possível, iria desarmar o mesmo girando e golpeando entre suas pernas apenas para que os dois usuários de armas curtas fossem desarmados completamente.

Ainda havia o arqueiro que poderia atacar nesse meio tempo. Se o mesmo retesasse seu arco, iria elevar o braço de forma que pudesse apenas mover o pulso de forma defensiva para dificultar o tiro do homem e me distanciava ainda mais por conta dos dois de curta distância.




Histórico:
Ficha Resumida:
Objetivos:
Legendas:


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Kuro Tempest
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Minha mão apertava fortemente o cabo daquela espada, cuja lâmina se mantinha exposta à minha frente quase que apontada para o guarda que feriu Lúcio. Estava irritado, isso era visível em meu rosto, mas ao mesmo tempo sabia que uma luta naquelas condições seria arriscado. ”O que eu faço?” Certamente não tinha ideia, não queria que o mais velho acabasse morto por um novo mal entendido. ”Ok, deixe-me…” Antes que pudesse abrir minha boca novamente Ace voltou a falar. ”Que?” Não tinha como negar, ele era um pouco confuso em suas palavras, mas sua intenção era bastante visível. Esperava que o homem de batina não percebesse isso.

Aquele com vestimentas vermelhas gritou, deixando claro sua irritação para com o jovem que estava tentando se expressar. ”Ah droga, isso não é bom.” Não, não era mesmo. Ele os questionou, me deixando inquieto com sua expressão. Ele nos olhou mais um pouco, não deixando de fitar mais intensamente o garoto caído e ferido, que havia sido acertado por um golpe de Lúcio. Bem, explicar aquilo seria um pouco complicado, e poderia deixar tudo ainda pior. No entanto, ele não nos questionou sobre tal fato.

Por alguns segundos achei que ele fosse enfim nos atacar, mas com um sorriso malicioso ele simplesmente aceitou a proposta de Ace de seguir para o alto da montanha. Se era algo bom, eu esperava que no fim saíssemos vivos. ”Ele não percebeu.” Me senti aliviado, mas não tanto ao ver a lanças apontadas para nós novamente. Comecei a andar após o comando do homem, tendo a arma guardada para conseguir ajudar Lúcio a andar com seu ferimento.

Andamos por alguns minutos em meio às árvores, tendo certa dificuldade para passar por algumas partes devido a vegetação. Repentinamente nos deparamos com uma outra pessoa, cuja pareceu ser conhecida pelo homem de vermelho. ”Isso está ficando cada vez melhor.” O homem falou com o de vermelho como se já se conhecessem, e isso logo me alertou. Logo o vi começar a correr, tão rápido que certamente os guardas e o padre não conseguiriam acompanhá-lo.

HP: 3800/3800 | ST: 100/100

Considerações:

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Subaé
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Narração, Post 18

Diego

Nenhum dos bandidos que assistiu aquele duelo sabia muito bem como se comportar diante do resultado. Obviamente aquela havia sido uma luta muito legal de se assistir e por isso muitos estavam tão empolgados que tinham vontade de berrar.

O problema todo é que quem perdeu foi Elma, e vibrar quando sua chefe perde um combate é um tanto quanto antiquado.Também não sabiam se deviam, ou não,  atacar o jovem espadachim. Afinal, se aquilo foi um duelo não havia porque.

Por isso, ficaram ali em silêncio e com cara de idiotas, incrédulos, esperando alguma reação de Elma Koppler. O único que teve iniciativa foi Occhio, que pegou a maleta de primeiros socorros e saiu correndo na direção de Elma e Diego. (Occhio core porque suas pernas são muito curtinhas)

Elma se levantou em silêncio, e ficou sentada no chão enquanto o sangue escorria por seu rosto.  Durante a corrida, Occhio desviou de Diego quando o mesmo foi até ele pedindo por tratamento e foi direto até sua chefe, mas Elma apenas estendeu a mão pedindo para que o homenzinho parasse ali.

-Eu estou bem, cuide dele primeiro.

-Tá bom chefinha - O homenzinho se dirigiu até diego e pediu para que ele se sentasse.

-Vem dih dih..- Era a voz de Terra - Você pode se sentar aqui em minha cama se quiser.

Occhio cuidou muito bem daquele corte. Passou uma pomada inflamatória e depois costurou, muito bem costuradinho. Depois enfaixou a cabeça do jovem. -Espere um pouco, rapaz - Falou antes de ir até a cozinha. Lá ele demorou um pouco, mas voltou com um pote cheio de folhas secas -Eu sei que parece sacanagem, mas não é. Coma estas folhas e se sentirá melhor- Tirou um punhado com quatro folhas secas e entregou para Diego.

A essa altura, os bandidos ja estavam mais aliviados e comentavam entre si, sobre o duelo, com muita empolgação.

Terra estava deitada e observava o rapaz com muita paixão. Mas quando olhou para sua chefe e companheira ficou um pouco triste por conta de toda a situação.
Terra sabia o quanto falar sobre o passado afetava Koppler, por isso se levantou (enrolada no lençol para não ficar nua) e foi até perto de sua amiga para consola-la.

-Não fique mal, Elminha. Todos nós tivemos problemas com nossas famílias reais… Lembra o que me disse quando meu pai me expulsou de Goa? “Nós estamos juntos para nos protegermos, pois somos uma família"... Eu sei que onde quer que seu irmão esteja, ele também está pensando em você.

Enquanto isso, Zeno estava sentado, com as pernas cruzadas, em um banquinho de madeira e observava toda aquela balbúrdia com desdém. Ele estava muito mais interessado em ler o conteúdo do diário ensanguentado.

Diego se levantou, pegou sua espada e foi para fora ver como sua irmã estava.
Seguiu os barulhos que ouvia do lado de fora e para sua surpresa (só que não)  avistou Chloe em um duelo complicado. Ninguém atacou Diego e por isso ele continuou ali parado.



Chloe

A situação não parecia estar muito legal para a ruiva, que se encontrava em um compate acirrado contra os três bandidos mais estranhos daquele chalé.

Enquanto girava sua corrente, Chloe provocou seus oponentes convidando-os para dançar.

O pé rapado soltou um grito e avançou contra a mulher  para esfaqueá-la com suas adagas, entretanto foi afoito demais e por isso Chloe conseguiu se antecipar e esquivou da investida do bandido.  

Depois, chicoteou a lateral de seu tronco com a corrente de ferro. Deixando o homem caido no chão, gemendo de dor.

Logo atrás do pé rapado vinha o homem magricela brandindo sua espada longa.
Ele balançou a espada verticalmente com intenção de decapitar a moça, mas Chloe foi astuta e se abaixou, conseguindo desviar do golpe.

Conseguiu também prender a corrente no calcanhar do espadachim para puxar e derrubá-lo.

Foi quando o Terceiro bandido atirou duas flechas contra a mulher que, por conta de estar abaixada e muito longe, não conseguiu impedir a ação do arqueiro.

Uma das flechas passou por perto do rosto da mulher e apenas cortou alguns fios de cabelo, entretanto a outra acertou o seu braço direito em cheio, derrubando-a de costas no chão.

De repente um bandido surgiu de dentro do mato, assustado, e correu para dentro do chalé gritanto:

-Alerta!! Alerta! Jacob fez o sinal de perigo!!! Tem invasores chegando!!! - Todos os bandidos no interior do chalé, inclusive Elma e Terra, foram para fora com suas armas em mãos para recepcionar os invasores.

O único que ficou dentro do chalé, super tranquilo, foi o velho marinheiro que estava lendo o diário.

Naquele momento, Chloe pôde ver Diego saindo do Chalé, assim como também viu o rapaz do truque com o dinheiro voltando, ele vinha de bem longe e parecia estar sendo seguido.



Kuro, Saru e Mané

O som som assobios de Jacob ecoavam pelo local… E os gritos do religioso também.

-NÃO DEIXEM ESSE MAGRELO MALDITO ESCAPAR!!! - O reverendo gritava, rouco -  ATRÁS DELEEE!!!

Metade dos soldados acataram a ordem e correram atrás de Mané, Os outros, assim como o reverendo, Continuaram caminhando no ritmo dos reféns

Mané deixou os guardas para trás e correu a toda velocidade na direção do chalé. Passou por Chloe, pelos bandidos que se encontravam na frente do chalé e pulou para dentro pela janela da cozinha. Lá dentro (na cozinha) tinha muitos armários grandes que serviriam bem como esconderijo, além do mais, não havia ninguém por lá. Foi quando mané encontrou uma pequena carteira de couro caída no chão cheia de dinheiro dando sopa. (Recompensa da vaquinha - 5.000.000 ฿S)

Fora do chalé, Lúcio se apoiava sob kuro para conseguir andar, assim como Jacob fazia com Saru (Jacob, entretanto se aproveitava da situação para ficar coladinho em Saru) e por isso todos andavam um pouco mais lentamente.

Seguiram à passos lentos até que chegaram no chalé enquanto Jacob continuava a assobiar. Saru pôde perceber que aqueles assobios eram os mesmos que ele ouviu com Chloe e seu avô quando caminhavam pela floresta mais cedo.

O primeiro encontro entre os religiosos e os bandidos foi desconfortável. Quando os dois grupos se encontraram, um silêncio perturbador se instaurou mas logo foi cortado pela voz do cara mais carismático daquela ilha, Saru. O rapaz arremessou os coelhos na direção do bandido com arco e flecha que estava lutando com Chloe.
O bandido não entendeu muito bem o porque daquilo, mas pegou os coelhos e jogou para a cozinha, janela adentro.

PS: Zeno não estava no lado de fora e por isso Saru não interagiu com ele.

-Quem são vocês e o que vocês querem?!? - Elma perguntou.

-Nós somos homens religiosos e buscamos progresso para a nobreza de nosso reino - Sheep caminhava para frente enquanto falava - Viemos parar aqui por que estamos buscando um caderno que foi roubado hoje de manhã por aquele bandido magricela!!

O reverendo acreditava que foi Mané era um dos bandidos e que ele era o responsável pelo roubo do caderno.

-Eu não sei de quem você está falando, mas não vamos te entregar o caderno!! - Elma avançou contra Sheep, realizando o mesmo golpe que feriu Diego anteriormente. Mas antes que ela alcançasse o reverendo, Sheep sacou uma pistola de sua bata e atirou na mulher que caiu bem na sua frente com a cara no chão.

Sheep chutou a mulher para o lado e deu mais dois passos a frente -Enxerguem o lugar que vocês ocupam na sociedade! Vocês são só bandidos, e eu matarei um por um se for preciso para ter o coração de Goa.

O primeiro a tomar a iniciativa para o combate foi o jovem Silver D Saru, que com um salto avançou contra o guarda mais próximo e desferiu-lhe um chute giratório ainda no ar.

O guarda até defendeu o chute usando a sua LANÇA, afinal eles NÃO têm escudos.
Em resposta, Saru girou seu corpo mais uma vez afastando com seu pé direito a lança para o lado, e com o pé direito chutou o peito de seu oponente fazendo o perder o equilíbrio e cair para trás


Todos

Kuro e Saru estão um pouco atrás de Sheep, cercados por cinco (5) guardas. Diego observava Chloe, que por sua vez está caída no chão ao lado dos bandidos que estavam lutando mais cedo com ela (Todos estão acordados e lúcidos, entretanto sua raiva agora estava focada nos religiosos que atiraram na sua chefe).

Já mané está escondido na cozinha do chalé. A construção está vazia por conta da batalha que está prestes a iniciar do lado de fora e por isso Mané poderá ter uma certa facilidade em movimentar-se ali. Talvez no outro quarto ele encontre outra janela…

Nada se sabe sobre Maka e Meia-Noite




Log de Combate:



Reverendo Sheep- Aparência
Zeno- Aparência
Terra- Aparência
Jacob - Aparência
Ochio - Aparência
Elma Kopler - Aparência

NPC RANDOM


Diego:
-Ganhos:
-Perdas: (sapato, camisa - Post 3)
-NPC:

Chloe:
-Ganhos: (Coentro indiano - Post 7) , (50.000 ฿ - Post Cool
-Perdas:
-NPC:

Mané:
-Ganhos: Carteira com 5.000.000 ฿S (prêmio Vakinha)
-Perdas:
-NPC: Meia noite (pet)

Saru:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC:

Kuro:
-Ganhos: (Espada Clássica - Post 4)
-Perdas: (250.000 ฿ - Post 4)
-NPC:
240/240100/10010/1015/15

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Civil
É hora do show!

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Quando ouvi o barulho das armaduras se mexendo, já estava à muitas pernadas de distância do grupo. A vista da silhueta do chalé foi cortada por uma flecha, que passou há alguns metros de onde me encontrava, foi quando avistei a garota que tentei ajudar há pouco tempo, seu corpo tocava o chão ao tempo que um número enorme de pessoas saía de dentro da construção, com uma mulher em posse de um bastão liderando o grupo.

Sem tempo irmão. Logo os homens do homem de vestido chegariam e ainda não era a hora do meu protagonismo, mas certamente seria uma boa abertura.

Foi quando parei momentaneamente já dentro do chalé para recuperar o fôlego — Acho que já tá bom... — e meus olhos cruzaram com um pedaço gordo de couro, como se fosse uma pequena almofada — Mas que mer... — foi quando percebi, era uma carteira lotada de dinheiro — Mil... dois mil... dez... cem... um milhão... cinco... — e antes que pudesse entender o que estava acontecendo, o barulho de uma arma de fogo atingiu meus ouvidos.

Guardei a carteira como pude, de onde entrei, não podia ver ao certo o destino do disparo, mas todos lá fora pareciam, como esperado, mais agitados depois do barulho. Andei pelo ambiente, buscando uma forma de sair pela parte de trás do chalé.

Caso encontrasse uma passagem, fosse ela uma porta ou uma janela, passaria pela mesma. Meu objetivo seria subir no teto do chalé pelo lado oposto ao da batalha, para então caminhar sobre ele e avistar toda a situação, para isso, poderia tomar distância para com uma corrida e uma manobra acrobática, encurtar a distância até o telhado, se houvesse outra forma mais simples de subir, optaria por ela.

De cima do chalé, provavelmente avistaria Elma baleada no chão com o homem de vestido segurando a arma responsável e aquela cena certamente despertaria algo que constantemente atormentava minha cabeça. A imagem dos meus irmãos sendo mortos um após o outro, El Jefe sendo perfurado covardemente por um bando, os gritos, o desespero...
...
AAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!! — o grito tomaria conta de meus pulmões, o choro e a histeria eram espalhados pela potência de minha voz melodiosa.

Eu precisava colocar aquilo para fora e era na dor que a minha arte mais aflorava, estava na hora do meu espetáculo.

Pegando um milhão em notas da carteira que achei, separaria na metade, entre as duas mãos para então abrir um leque com elas, semelhante ao mágico que abre o baralho para o espectador escolher a carta.

Imagino que o fato de eu estar sendo procurado, somado ao meu grito e a quantidade de notas que havia em minhas mãos, traria toda a atenção para mim, eu estava pronto para performar.

O momento era perfeito para que eu reproduzisse uma dança que uma irmã minha de olhos puxados me ensinou há muito tempo no circo, ela dizia que seus pais eram do sul e que a dança era passada de geração em geração, chamada de Butche-Tchum.

Sempre devíamos dançar segurando leques, em movimentos prioritariamente giratórios e suaves, como se fossemos levados pela brisa que batia nos leques.

Comecei os movimentos enquanto cantava uma música que há tempos ouvia das mulheres de vestido branco.



A morte é mais leve, do que uma pluma...

Cuide da vida, pois dela há só uma...

E “ai!” do homem que mata os seus...

Pois este não entraaaam... no reinoooo... de Deeeeeeeeeeeeeeus! ♪



Meu objetivo era prender a atenção de todos por alguns momentos, quase como uma hipnose. Com os passos da dança, me afastaria da borda do telhado, criando distância suficiente para atingir velocidade máxima e quando julgasse o suficiente, terminaria os passos e dispararia na direção do homem de vestido.

Quando chegasse na beira do telhado, pularia o mais alto que pudesse para obter o maior tempo possível no ar, abrindo os braços como se eu fosse um pássaro e as notas, minhas plumas. Durante o voo, soltaria as notas aos poucos, fazendo literalmente chover dinheiro, meu objetivo com isso era deixar os indivíduos catatônicos com a minha ação, para que eu pudesse executar todo o movimento sem impedimentos.

Logo em seguida, daria um giro de 360° dentro do meu próprio eixo, e então terminaria esticando minhas duas pernas, onde eu miraria a sola de meus tamancos no rosto do homem de vestido, havia chegado a hora dele sofrer.


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fala - #00FF00
pensamento




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Kuro Tempest
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O homem de vermelho gritou para seus soldados correrem atrás do garoto que acabara de aparecer e desaparecer no mesmo momento. Pela reação do religioso, era nítido que aquele que fugiu era um dos procurados por ele. Metade dos homens que nos escoltava saíram correndo atrás do fugitivo, enquanto a outra metade continuou a nos levar montanha acima com suas lanças apontadas em nossas direções. Me mantinha preparado, pois não fazia ideia do que nos esperava mais a frente.

Levamos alguns minutos até chegar no que parecia ser um acampamento. Fiquei sem entender onde estávamos, mas não me pronunciei para não criar algum tipo de problema. Com isso, um silêncio aterrador se instaurou no ambiente, até Saru quebrá-lo ao começar a falar com um dos homens presentes naquele lugar.

Uma mulher logo apareceu, começando a nos questionar. Pela sua boa presença e forma de falar, dava a entender que era a responsável dali. O homem de vermelho respondeu o questionamento, dando uma breve explicação sobre o que estava acontecendo e o porquê de estarem ali. Já a mulher, ela não respondeu muito bem as palavras do religioso.

Ela avançou contra o mais velho, dando a entender que o atacaria rapidamente. Até pensei que ela o acertaria, mas logo percebi que tinha me enganado. Ele puxou uma arma de dentro de sua batina e atirou a queima roupa contra a mulher, a fazendo cair contra o chão e me deixando surpreso. ”Isso realmente é possível?” Para um religioso, aquele homem se mostrava bastante agressivo.

O outro garoto que estava conosco viu tudo aquilo e começou a agir, avançando contra um dos guardas que nos rodeava já iniciando seu ataque. Olhei brevemente para Lúcio, indicando que eu iria para o combate, o deixando sentado no chão antes de avançar com toda a minha velocidade já puxando a espada da bainha. Meu ataque seguiria contra o soldado mais próximo, utilizando da lâmina para desviar a lança caso ele me atacasse, continuando a seguir em sua direção para acertá-lo em cheio. Caso fosse preciso, usaria toda a minha velocidade para me esquivar de qualquer outra coisa.

HP: 3800/3800 | ST: 100/100

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Saru
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Meu chute teria derrubado um guarda, e o espadachim parecia seguir a cena e fazer seus movimentos de ataque, meu confronto e ataque teria feito com que 5 guardas nos rodeassem nos, Eu, kuro e lucio.
Não seria bom Lucio estar ali no meio ainda por mais ferido alem que aquela luta não teria nada a ver com ele, e mesmo que tivesse ele não iria ajudar muito naquele estado, em meio dos guardas eu ouvia Elma a falar e o padre tambem, tal como suspeitava o tal caderno deveria ser o diario que meu avo teria encontrado e perguntado a Terra sobre, enquanto estaria nos meus pensamentos um barulho de tiro me chamaria a atençao, olharia por entre os soldados e via a Elma a cair no chao, por um tiro vindo do padre.
Um tremor deu pelo meu corpo, parecia que alguem estaria no telhado da casa fazendo barulho e ao que parecia uma dança talvez não entendia bem mas poderia chamar a atençao provavelmente para distrair talvez fosse essa a atençao, parecia ser o tal rapaz que fugia do padre dava um leve sorriso – Aquele doido.
Olharia para os soldados talvez eles tivesse se distraido com o rapaz no telhado ou talvez não, de qualquer das forma eu iria abrir caminho.
-Oi Espadachim, vamos dividir dois pra cada, o primeiro que terminar acaba com o que sobrar.
Avançaria para a frente contra um dos soldados, seria possivel que ele por reaçao tentasse usar a sua lança em frente para tentar me acertar antes de eu chegar ate ele ate porque ele poderia ter vantagem de alcance, mas eu já estaria atento a isso e por isso mesmo que eu rodaria o meu corpo para um dos lados da lança e comforme rodava minha mao puxaria o cabo da lança para que o corpo do soldados desse um passo a mais em frente, e assim que estivesse ao meu alcance e daria um chute giratorio de baixo para cima na cabeça dele.
-Estas no caminho. Dizia ao chutar.
Um chute vindo assim de baixo, talvez levantasse ele do chao, pois eu não me limitaria em so chutar, mas sim impulsionei meu corpo, para que meu pe empurrase ele, para o lado que talvez acertasse nos soldados ao lado dele, isso era provavel que abrisse um caminho, para evitar que algum outro soldado tenta se me atacar, eu dava uns pulos para trás retomando ao sitio inicial na qual seria perto de Lucio, Kuro parecia fazer seu movimento contra os soldados, olharia para o Lucio e seguraria na camisa dele e jogaria ele pela abertura que possivelmente teria causado ou pelo meio dos soldados, não muito alto pois não queria que ele ficasse pior do que já estaria arremesava ele rasteiro ao chao no intuito de afastar ele dali.
-Sai daqui e esconde te atrás de uma arvore sai de perto deles nois cuidamos disto. Dizia enquanto arremesava ele.
Feito isso eu voltaria a focar nos soldados que restariam e ao mesmo tempo teria em mente o padre.



Histórico:
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Diego Kaminari
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Diego Kaminari
Estagiário




Religião não se descuti, se extermina






A sensação era de empoderamento, não poderia sentir outra coisa quando vi Elma se sentar com rosto sangrando. Os bandidos a minha volta não sabia se me atacavam ou comemoravam, todavia, aquela mulher tinha honra e aquilo era um duelo justo, tinha certeza que ela jamais permitiria que algum deles me atacasse após sua derrota, não por medo ou temor, mas sim por respeito. O pequenino médico veio em minha direção após meu chamado, entre tudo passou direto... Que ousadia desse diminuto. No entanto, Elma acabou por dar a ordem para que meu tratamento viesse com prioridade, a voz de Terra me alcançou e imediatamente me acalmou, fui em sua direção e sentei ao seu lado na cama enquanto segurava sua mão, o pequeno cuidou muito bem de mim, doeu? Sim, mas sabia precisar daquilo ou estaria com problemas, ao final o mesmo pediu para esperar ali, eu estava ao lado da linda e bela Terra, não iria a lugar nenhum naquele momento. Após uma demora prolongada na cozinha Occhio volta com um pote de folhas secas e pelo que entendi deveria mastigar quatro delas... Ele tá achando que sou um coelho? Entre tudo eu aceitei e coloquei as mesmas a boca começando então a mastiga-las.


O momento era bonito e sentia a olhar apaixonado de Terra, mas outro olhar ali acabou por chamar não somente minha atenção, como também a da jovem a meu lado... Era Elma. Terra se levantou e se cobriu para não revelar sua nudez e uma vez próxima disse palavras tão meigas quanto ela, seu intuito era reconfortar a mulher. Ela realmente sentia falta do irmão e no fim se mostrou ser alguém de bom coração, apenas que perdeu algumas oportunidades da vida ou mesmo fez escolhas erradas quando as mesmas apareceram, no entanto, ela não merece ser julgada ou sofrer a vida toda por isso, sua história e tudo que os envolve estava começando a me comover assim como pegava simpatia por todo aquele pessoal. Ao final de tudo me levantei para ir em busca da minha mulher, seja lá onde estava, mas como havia pensado... Basta seguir o som da confusão. Dei um beijo rápido em terra antes de sair e logo segui meu caminho para o que parecia ser o exterior da construção.


Ao por o pé para o lado de fora da casa minha visão acabou por me surpreender, ou não... Chloe estava lutando, tecnicamente eu a mandei fazer isso, mas ela não aparentava estar enfrentando aqueles bandidos somente porque eu dei a ordem... Ela tem um prazer em quebrar faces, minhas costelas conheceram bem esse gosto. Ela até que lidou bem com a situação, mas um deles, um arqueiro, acabou por disparar duas flechas em direção a minha irmã que desviou de uma, no entanto, ferida pela segunda. Um ódio subiu minha cabeça, Chloe estava sangrando por conta de um bandidinho de merda!? Não... Não, NÃO! Isso não ficaria assim. Comecei a caminha em direção a ruiva, mas toda uma cena se deu início o que me tirou a atenção. Um homem saiu do mato anunciando que invasores se aproximavam, aquele lugar estava bem mais movimento do que pensei ser. Elma e os demais já estavam para fora da casa, até dava para assustar a velocidade de reação daquela galera. Saru vinha com um grupo estranho que continha entre eles o irmão de Terra.


- Que porra está acontecendo aqui? – Perguntei ao ver que parente do velho marinheiro arremessou um coelho, sim, não era uma faca, nem uma pedra, ele arremessou um coelho... Útil não foi, mas ao menos teve sua graça.


O líder do grupo invasor era um homem de bata que após o questionamento de Elma se revelou um religioso, todavia suas palavras tiveram mais conteúdo, tais quais despertaram em meu âmago um ódio pelo indivíduo, sim, pois não basta o desgraçado ser um religioso escroto, ele tem que servir a escória da nobreza de Goa. Elma partiu em direção ao homem para desferir outro de seu poderoso ataque, no entanto, para a surpresa de todos a grande mulher líder dos bandidos… Foi baleada. Aquele homem iria ver meu pior lado após tudo que bostejou pela boca, e principalmente por sua atitude… Bem, poderia eu até sentir ameaçado por ele, ao menos temos algo em comum, possuía o mesmo desejo de eliminar um por um.


- Enxergar meu lugar? Bandido? – Dizia enquanto ria e tentava caminhar em direção a Chloe e os bandidos que antes a atacaram. – Religiosos que buscam o avanço da nobreza de Goa, acho interessante como você consegue se asqueroso por dois motivos diferentes ao mesmo tempo. Mas sinceramente não importa quem você é... Pelo que vejo temos dois lados aqui e posso lhe garantir para qual deles apenas o sofrimento. – Diria ao estar bem próximo do arqueiro que atacou Chloe. E rapidamente levantaria minha espada a seu pescoço, não para cortar, apenas para ameaçar. – Menos você... Você vai sofrer de qualquer jeito. – Meu olhar era de verdadeiro psicopata que estava ansioso e muito alegre com os pensamentos mórbidos que invadem sua cabeça em sua extensa loucura.


- Chloe, cuide desse ferimento logo, preciso de você para luta, irmãzinha. – Minha expressão era seria enquanto me aproximava da mesma e extendia minha mão para ajudar a mesma a se levantar. – A proposito tenho alguém que quero te apresentar, aquele ali de bata e pistolinha, se chama reverendo cuzão. – Após essas palavras comecei a gritar, não queria em nenhum momento fazer com que o homem não me escutasse, minhas palavras a todo momento foram bem claras e altas para que o reverendo as compreendesse, apenas gritei para dar um efeito dramático. – Reverendo cuzão, essa e minha querida irmãzinha... – Me interrompi para puxar Chloe para perto de mim e então de desferir um beijo intenso enquanto minha outra mão descia e apartava sua bunda com a mesma intensidade e desejo nos atos. - ... Mas também e minha amada esposa.


A partir daquele momento iria deixar Chloe e me aproximar do reverendo ele seria o meu alvo, aquele que era o líder daquele maldito grupo e sinceramente espero que ele tenha ficado bem putinho com tudo que viu, sua expressão e minha recompensa. O homem usava uma arma de fogo o que notava que o melhor combate seria próximo, no entanto, tornava minha aproximação mais perigosa. Por isso correria em zigue-zague para dificultar sua mira, meu intuito era fazer um rolamento sempre que conseguisse perceber o tiro no mesmo, se possível fosse até bloquear o tiro com minha espada. No caso de eu conseguir me aproximar do mesmo, não desferiria golpes para mata-lo. Não, ainda não. Iria tentar lançar um movimento com intuito de decepar sua mão que segurava a arma, aproveitaria o impulso do peso da espada para girar e descer a mesma num novo golpe vidando a perna de meu inimigo com intuito de corta-la fora na altura da panturrilha se possível fosse.


No entanto, devo considerar que o homem também poderia ter uma arma corpo a corpo, no entanto, para que a mesma estivesse escondida não poderia ser uma espada, logo a minha arma teria um alcance maior o que seria uma vantagem. Manteria a distância suficiente para poder atacar ao mesmo tempo, ficar longe de possíveis golpes, ou ao menos com distância suficiente para poder ter uma reação. Em caso de golpes iria tentar desviar e como contra-ataque, fazer o mesmo que faria na mão da pistola, todavia com a mão da arma, outra diferença e que neste caso iria visar, no segundo ataque, o outro membro. Que irônico um padre que não poderá nem segurar seu livro sagrado!


Se no caminho para o padre outros homens do mesmo me atacassem iria focar na defesa até que Chloe pudesse me auxiliar, havia um ataque somente se eu visse que o mesmo seria de alguma maneira fatal ou incapacitante.


- Pode me ajudar um pouco aqui meu amor? – Falaria para a mesma no caso desta situação ocorrer.


Se tivesse ajuda e novamente livre voltaria a atenção ao reverendo seguindo os mesmos planos iniciais. No caso de alguma maneira eu for interceptado e todos meus planos falharem eu iria então me afastar tentando reduzir meus danos para reanalisar minha situação e planejar novos movimentos conforme a nova circunstância.



Histórico:

Resumo da Ficha:



Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )







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Chloe Kaminari
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Chloe Kaminari
Estagiário


19º - Hora de quebrar as regras... Porque é isso que piratas fazem

Chloe Kaminari


Em uma batalha existem duas coisas que jamais se pode deixar acontecer. A primeira delas e ser cercado por inimigos, pois a desvantagem numérica pode ser um enorme problema, a segunda e perder a calma, pois uma cabeça quente pode ser uma oficina de problemas e ideias ruins. E seria nisso que iria me apoiar enquanto lutava contra os três bandidos ali.

O primeiro viera tão afoito e aturdido por sua própria ira que senti calmamente a resistência da carne de seu tronco ceder contra a força exercida pela corrente. A deliciosa sinfonia que o ato produzia era um deleite psicótico para meus ouvidos. Seus gemidos dolorosos apenas deixavam a macabra melodia ainda mais vivida e deliciosa. A sinfonia seguinte não foi tão deliciosa quanto a primeira, visto que apenas desviei do magricela e o derrubei pelos calcanhares.

— Patético… Passos tão pífios não são dignos de uma dança. —

As provocações continuariam para os homens, mas talvez minha antecipada cantoria foi o início de minha ruína. Duas setas lançadas contra minha direção poderiam definir minha morte, mas a dama do destino ainda parecia estar do meu lado naquele pequeno embate. A primeira, por muita sorte, apenas passou ao lado da minha face, mas a segunda… Aguda foi a dor proeminente do golpe, o líquido vital vertia da pequena ferida.

— Seu estupido filha da puta! Tá querendo me matar! —

O ódio subiu completamente a cabeça, mas antes que sequer cogitasse me movimentar, outro dos bandidos alertava que Jacobi havia alertado de perigo. Aquilo acabou me fazendo engolir seco, teria sido eu a mandar o homem na direção errada? Ou o projeto de marinheiro levou ele para uma armadilha de propósito? As dúvidas surgiam aos montes, mas logo a figura de Diego saindo da casa as fez sumir por completo. Se ele estava ali… então haveria vencido Elma justamente; o alívio correu por meu corpo completamente. Tão rápido quanto o alerta foi dado, todos os bandidos, inclusive a piriguete sem tetas havia saído do chalé com armas em punho afim de recepcionar os intrusos, mas eu tinha problemas piores para lidar, certo?

Procurei um canto onde pudesse cuidar da ferida, com o conhecimento básico poderia ao menos estancar o sangramento, mas havia um problema que iria piorar ainda mais a dor. A flecha ainda se encontrava cravada na carne e quebrar aquilo sozinha seria um enorme problema, mas precisaria tentar ainda sim. Caso conseguisse chegar sem problemas perto da parede, apoiaria a ponta afiada da flecha de modo a fincar a mesma um pouco na parede e com a mão esquerda iria exercer força na outra ponta a fim de que a mesma se partisse ao meio e conseguisse puxar o restante pelo outro lado. Aquilo poderia e talvez iria provocar muita dor, mas era aquilo ou apenas enfaixar o braço com uma seta de madeira enorme, tão dura quanto o pau de um tarado após a bebedeira.

Caso bem sucedida em minha pequena tarefa, iria rasgar um pedaço de meu vestido e enrolaria na ferida a fim de ajudar a estancar o sangue, ao menos de maneira momentânea. — Essa merda vai ficar mais curta do que já é— Brigava baixo comigo mesma enquanto terminava os cuidados até que o barulho de tiro foi ouvido e me roubou a atenção.

A chegada daquele grupo de religiosos era um problema, mas atirar na mulher que apenas queria defender o que era dela, aquilo já era demais. A fúria novamente havia subido a face, Diego respondia ao homem que se apresentará como reverendo… um " agente em prol da realeza de Goa". A face agora enraivecida apenas fintava o homem mais velho. Diego me alertava sobre a ferida, apenas sorri em sua direção — Meu irmãozinho, você não vai me perder de novo, não se preocupa. — brinquei andando em direção ao mesmo que fazia menção de me apresentar o tal homem. — Reverendo cuzao? Ora, achei que era apenas um verme a ser pisado. — conforme falava forçava o pé direito contra o chão de forma a aparentar apertar algo que havia recém matado. Havia sido apresentada devidamente ao religioso, mas Diego parecia querer um show ainda maior do que o proporcionado outrora por ambas as lutas.

Conforme o puxão fosse dado, não o impediria de forma alguma, apenas deixei o corpo ser levado e fluir com o movimento. Seu toque quente fez com que minha pele se arrepiasse. Por muitos anos eu desejei aquela puxada tão galante, firme e fluida vinda de meu amado. O sabor de seus lábios eram tão doces que desejava apenas mais algum tempo em meio a todo aquele turbilhão, se iria chocar as pessoas novamente? Isso eu não sei, mas também não ligo para que porra eles falariam de minhas atitudes, apenas tomaria cuidado com o braço machucado pela flecha.

Corresponderia o beijo de forma tão apaixonada e voluptuosa quanto a dele, e caso não fosse interrompida por nenhum movimento hostil, encaixaria a perna direita sobre a cintura de Diego de forma a aproximar ainda mais nossos corpos e deixar o beijo ainda mais sensual e quente do que precisava. — Só um beijinho? O espetáculo poderia ser muito melhor — Desta vez a provocação iria para meu amado irmão, mas sabia que tamanha luxuria iria "macular" a "santidade" do tal Vermerendo… olha, uma palavra nova… verme mais reverendo… Vermerendo.

Precisava agora me concentrar em tantas coisas ao mesmo tempo que teria pouco tempo para tudo aquilo e com a dor desgraçada daquele golpe, tudo poderia ser muito pior do que parecia. Respirei fundo procurando primeiramente a imagem do bandido roxo, caso o mesmo ainda não estivesse dentro da cabana, tentaria o ajudar de forma rápida para que pudesse voltar para o lado de fora — Oh jacobinho, que encrenca horrível que eu fui meter você… me perdoa — falaria caso conseguisse chegar perto do homem.

Se por algum motivo alguém me interceptasse, iria parar momentaneamente e golpear o mais rápido possível de forma focal a boca do estômago a fim de fazer o alvo perder todo o ar e voltaria a ajudar o bandido roxo a entrar são e salvo dentro da residência — OH BAIXINHO! TEM UM FERIDO! JACOBI FOI ATINGIDO PELO PUTK DO REVERENDO!!! — gritaria assim que entrasse pela porta, caso o baixinho não tivesse ido para o lado de fora, caso o mesmo estivesse do lado de fora iria gritar e levar o bandido para dentro.

Agora, caso o bandido já tivesse sido levado para dentro por alguém, apenas ficaria minha atenção no Vermerendo e em seus soldadinhos de chumbo. Se por algum motivo um deles viesse em minha direção, iria de forma calma rodar a corrente e tentaria primeiramente enrolar e puxar sua arma a fim de desarmar o mesmo. Caso não conseguisse iria correr para próximo e usaria minha arma a curta distância de forma que pudesse golpear mais rapidamente e com mais velocidade e força no alvo.

Se por algum motivo fosse chamada por Diego, iria até o mesmo auxiliar no que fosse preciso. Caso fosse para segurar um dos guardas do Vermerendo, iria usar da primeira situação, focando primeiramente a boca do estômago, mas caso o golpe fosse letal em minha direção, iria pular caso o golpe viesse de baixo, desligaria para os lados caso o golpe fosse na horizontal ou apenas desviaria para trás caso o golpe fosse vertical ou uma estocada.

Se em algum dos momentos houvesse abertura por parte do inimigo, iria investir de forma que pudesse ficar próxima o suficiente para sair do alcance da arma de haste. Mas se mesmo assim o alvo tentasse usar A distância como aliada, tentaria dar um fim a arma de haste dando um golpe em seu cabo e a fragmentando até o máximo que conseguisse. Tomando cuidado óbvio com ataques sorrateiros de outras fontes e direções.


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Objetivos:
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Subaé
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Narração, Post 19

Diego & Chloe



A ruiva estava sentindo muita dor por conta da flechada, e até um pouco exaltada, afinal, alguns centímetros para o lado errado e agora ela poderia estar morta.
Mas o calor do momento não foi o suficiente para tirar a razão da cabeça dessa mulher, sendo assim ela foi até o canto do chalé e se aproveitou de uma das quinas para auxiliar o árduo e doloroso trabalho que é quebrar uma flecha cravada no próprio braço.
Felizmente ela possui conhecimentos básicos de primeiros socorros, por isso conseguiu executar a sua ação sem muitos problemas. Depois, rasgou um pedaço de seu vestido e improvisou uma atadura que estancasse seu ferimento

Naquele momento Diego já estava a discursar, chamando a atenção de todos no local. Caminhando em passos lentos até chegar perto o suficiente para ameaçar o homem com o arco e flecha.

-Me..me perdoe,senhor!! Eu só estava protegendo meus amigos....- Respondeu o homem, trêmulo.

Diego seguiu até sua irmã e a ajudou a se levantar. Então chamou, mais uma vez a atenção do reverendo, e, após apresentá-la formalmente como sua irmã, beijou-a da forma mais sensual que pôde.

O reverendo não se conteve diante de tamanha heresia
-Co..co...como pôdem? dois irmãos desfrutando de tamanha promiscuidade?!? PECADORES!!! TODOS VOCÊS SÃO PECADORES IMUNDOS QUEM MANCHAM A BELEZA DESTE REINO!!!

Um guardas religioso avançou contra a dupla de irmãos, entretanto, com um rápido movimento giratório de sua corrente, chloe atrapalhou o avanço do homem.
Uma forte correntada no rosto fez ele reduzir a velocidade de seus passos, mas foi o puxão da corrente que o desarmou de verdade.
Chloe aproximou-se e seguiu o combate, esfolando o soldado na base da correntada.

Já Diego, que não é besta, avançou ofensivamente contra o reverendo e balançou sua espada a fim de decepar a mão do religioso, mas o homem mesmo sendo velho era provido de reflexos extraordinários e por isso desviou facilmente da primeira ofensiva do espadachim.
inclinou o corpo para o lado para salvar a própria mão, e quando o corte foi mirado na panturrilha ele saltou.

Aquele homem, por mais velho que pareça, é um pistoleiro muito ágil, e por isso consegue se esquivar facilmente de ataques diretos.

Foi quando dois soldados vieram atacar Diego, que com o auxílio de sua espada conseguiu bloquear os ataques. Kaminari pediu a ajuda de sua irmã que logo veio ao seu auxílio e derrotaram os soldados sem muitos problemas.
Entretanto, nada puderam fazer com relação a cena que está por vir.



TODOS (incluindo Mané, no telhado) conseguirão ver esse cena:

Diante de toda aquela situação, por algum motivo, Lúcio parecia se corroer em raiva e preocupação.

Elma Estava no chão, sangrando e gemendo de dor por conta da bala, entretanto viva.
Em resposta, sem se importar em levar um tiro, Terra foi correndo até a mulher.

-Ei chefe, aguente!! Nós vamos dar um jeito nesse desgraçado!!!

Terra fitava o reverendo com um olhar jamais expressado pela mulher. Aquele olhar expressava ódio, raiva e rancor. Mas será que todos esses sentimentos vieram à tona só por ver Elma ser baleada?

O reverendo Sheep Olhou Fixamente para Terra, a expressao em seu rosto era de repulsa e desgosto.

-Você realmente não deixa de me decepcionar, Júlio! - O homem olhou terra de cima a baixo em tom de desaprovação e depois cuspiu em seu rosto - Pouca vergonha! Eu deveria ter te batido mais para que virasse um homem de verdade! Agora fica aí fingindo ser uma mulher....

Lágrimas brotaram nos olhos da mulher que gritou em resposta.
-Eu SOU e sempre fui uma MULHER!!

-Você é uma vergonha para a família Sheep, isso sim! Não basta se misturar com a escória,  você tinha que ser um pervertido…

-Eles não são escória! Pois eles conseguem me enxergar como eu realmente sou! - Retrucou - E eu quero mais é que a Família Sheep se foda!! OS BANDIDOS SÃO A MINHA VERDADEIRA FAMÍLIA!!!

Os lábios de Sheep se contorceram duramente quando apontou a arma na direção Terra
- Então sofra o castigo de Deus!
E então atirou, derrubando o corpo da mulher ao lado do corpo de Elma.

Aquele foi o estopim e agora TODOS os bandidos estavam com sangue nos olhos e avançaram contra os soldados que estavam perseguindo Mané.

Uma batalha intensa acabou de começar!



Saru & Kuro Vs 5 Soldados

Logo atrás do Reverendo estavam Saru e Kuro, junto de Jacob e Lúcio.
Saru já havia derrubado um dos soldados, entretanto os aventureiros ainda estavam sendo cercados por mais cinco.

Saru propôs uma competição amistosa com Kuro que o respondeu com um olhar singelo. Logo então, ambos iniciaram seus combates.

Saru avançou em direção ao soldado, que atacou ofensivamente usando a lança. Os movimentos de Saru foram bem efetivos, e, ao se desviar do ataque, puxou a lança para frente, desestabilizando a postura de seu oponente. Finalizou aquele duelo com um chute eficaz que desacordou o soldado.
O primeiro soldado caiu (1/5)

Com um chute rápido, Saru jogou o soldado desacordado contra seus companheiros, mas ao contrário dos planos do aspirante à pirata, os soldados conseguiram segurar o companheiro desacordado.

Foi quando um golpe acertou-lhe pelas costas. Um dos soldados se aproveitou da guarda aberta do lutador e balançou sua lança diagonalmente, desferindo um poderoso golpe que certamente seria fatal.

Felizmente Jacob e Lúcio, juntos, bloquearam parte do ataque, e por isso a lança “apenas” cortou profundamente o ombro de Saru.

-Fica tranquilo xuxu, a gente cuida desse aqui!!

Enquanto isso, um dos soldados avançou usando a sua lança contra Kuro, que com uma breve movimentação de sua Katana conseguiu desvencilhar a lança do atacante. Sua resposta, como esperado, foi veloz e efetiva. Avançou contra o soldado fazendo sua espada atravessar toda sua guarda exposta.
(2/5)

Por algum motivo, não me pergunte qual, Saru pegou Lúcio pelo colarinho e o arremessou para longe da batalha usando a brecha na forma chão da barreira que Kuro abriu.
Saru só queria ajudar o pobre homem ferido, mas ele não parece ter gostado muito.

-NÃO ME TRATE COMO UM INÚTIL SEU MOLEQUEEE!! - Gritou enquanto era arremessado.

Saru e Kuro ainda esão lutando contra três (3) soldados



Mané


De cima do telhado, Mané pode ver todo aquele pandemônio tomar forma. Todas as batalhas, todos os gritos de dor… Tudo era absolutamente bem visto lá de cima e em contrapartida, todos ali poderiam vê-lo muito bem também, se assim desejassem.

Uma pena que estaja acontecendo uma batalha entre bandidos, piratas e religiosos ne?
Mas espera um pouquinho… o que será que ele está fazendo?

Talvez Mané não seja tão mané assim, afinal ele soube encontrar a isca que atrairia todas aquelas figuras ali presentes. DINHEIRO!

Com dois punhados de notas em mãos, começou a cantar uma bela canção. Convenhamos que aquele tom de voz melódico conseguiu chamar a atenção de todos, e em conjunto com aquela dança fez com que todos cessassem a luta para admirar aquela performance tão inesperada.

Alguns bandidos até o reconheceram por conta do truque de mais cedo e o chamaram de “Belly-Sama” (Deus dos Bellys).

Mas o grande momento foi quando Mané saltou fazendo chover dinheiro.
Agora ninguém mais se importava com o caderno, com honra ou com pecados.
Soldados e bandidos agora se estapeavam pelas notas que caiam gradualmente sambando no ar.

Todos, exceto o Reverendo que olhava tudo aquilo muito furioso.

Sheep notou a intenção ofensiva de Mané e saltou para trás a fim de esquivar do chute aéreo, mas nesse exato momento Lúcio, que foi arremessado por Saru, vinha voando em sua direção e bateu com tudo em suas costas, fazendo-o dar dois passos para frente.
Inevitavelmente, a sola das duas sandálias de Mané pousaram com força na face do reverendo, que consequentemente caiu no chão sentindo muita dor por conta do nariz e dentes quebrados.


Log de Combate:


Historico:


Reverendo Sheep- Aparência
Lúcio- Aparência
Terra- Aparência
Jacob - Aparência


NPC RANDOM


240/240100/10010/1015/15

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