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Kenshin
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Créditos : 26
KenshinDesenvolvedor
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Relembrando a primeira mensagem :

1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Diego Kaminari , Chloe Kaminari , Mané , Kuro Tempest e SIlver D Saru. A qual não possui narrador definido.

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 8 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Diego Kaminari
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Créditos : 00
Localização : Rio de Janeiro
Diego KaminariEstagiário
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Desça dai, seu corno, desça
dai...





Consegui, minhas palavras e logica fizeram com que Elma concordasse com meu desafio. Queria arrebentar ela num futuro próximo? Claro que sim! Se bobear arrebentar nos dois sentidos, no entanto, segui meus planos de ataque. Elma permaneceu parada com sua postura de inabalável, mas aquela montanha iria conhecer o chão e com isso em mente me coloquei a correr. Meu plano deu certo, quer dizer, ao menos a parte de tirar a atenção dela, o rebote fez com que minha arma ficasse fincada a parede, mas de qualquer forma aquilo era irrelevante já que contava com aquele acontecido. No entanto, de resto... Deu errado, não consegui sequer desviar de seu chute que me arremessou a janela. Antes mesmo de levantar sua próxima investida estava a caminho, era o mesmo golpe que me dera a alguns instantes, será que ela so sabia bater assim? Todavia ser acertado com o mesmo golpe duas vezes era sacanagem e burrice por minha parte, por isso consegui no último instante desviar do pesado bastão.

Mas agora? Aquela luta estava sendo complicada e isso era porque so tinha que abaixar a cabeça dela... Mas iria eu desistir? Jamais! Terei de enfrentar oponentes muito mais ameaçadores que essa mulher maluca e se não conseguir nem o básico como posso dizer a Chloe que protegerei nosso amor?! O desvio me proporcionou a possibilidade de pegar minha espada na parede e rapidamente saltei em ofensiva a ela, a mesma igualmente se preparou para um ataque, mas ao que tudo indicava não foi suficiente, pois a chapa de minha espada arriou sua cabeça ao chão com uma pancada digna de vingança.

Estava ofegante e a dor me percorria o corpo visto que a tensão da batalha havia cessado, percebia somente aquele momento que o suor pingava em meus olhos o que me deixou em dúvida se era isso ou a concussão em minha cabeça que estava a deixa minha visão turva. Além da certeza que venci o desafio também possuía a convicção que precisava de um tratamento médico. A imagem da linda garota de cabelos vermelhos ecoava pela minha mente. – Chloe... – Falava baixo para mim mesmo desejando repousar minha cabeça em suas pernas e esperar que ela cuidasse de meus ferimentos como fazia em tempos antigos. Entre tudo, ela estava ocupada e eu não era mais uma criança frágil... Jamais passaria essa imagem a mulher que jurei amar e proteger.

- Agora que abaixei sua cabeça, levante-a e a mantenha erguida, existe uma pessoa que merece e espera por isso. – Disse logo saindo cambaleando usando a espada de moleta, minha intenção era usar os conhecimentos do homenzinho que tratou o ferimento da jovem Terra. – Oh coisinha pequena que esqueci o nome, me ajuda aqui... Ao que tudo indica tá nascendo um chifre em mim, mas esse você pode tratar. – Sairia gritando até achar meu tratamento... Digo, meu companheiro, camarada, amigo inestimável, cunhado, que me trataria rapidamente e de graça.

No caso de conseguir tratar meus ferimentos poderia ir então para perto da pessoa que não saia da minha mente, minha irmã. Tentaria procurar ela, mas julgando pelo que conheço era so seguir para o local mais barulhento. Se por algum momento algum ateque viesse até mim, me manteria atento para desviar ou bloquear o que fosse necessario. Minha prioridade seria revida com minha espada num contra-ataque, visando pescoço ou pontos de equilibrio como joelhos e pés, de o ataque fosse a distância e eu percebesse iria desviar para alguma cobertura ou usar minha proprio espada para bloquear projeteis.



Histórico:

Resumo da Ficha:



Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )







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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 8 4nO1oWY
Chloe Kaminari
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Créditos : 03
Chloe KaminariEstagiário
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18º - Três zé mané... hora de brilhar como a Lua

Chloe Kaminari


Brigar não era meu ponto forte... Pelo menos não corpo a corpo. O puxão no cabelo ainda doía, a frase de brincadeira não havia sido levada a sério, mas aquele garoto havia feito algo que havia sido surpreendente e roubado todo o início do holofote.

A cabeça começava a doer por conta da força que era exercida em meus fios. Era como um cabo de guerra naquele momento; eu tentava puxar de um lado para me libertar daquilo e o homem do outro, porém a aproximação do garoto acabou fazendo o bandido perder o interesse e soltar meus fios. Por alguns segundos achei que o mesmo iria realmente pagar o bandido, mas suas mãos eram tão rápidas e habilidosas que quase não percebi o segundo golpe vindo e acertando o homem tirando-lhe completamente a atenção.

Com isso consegui atingir o homem novamente, deixando-o menos “armado”, porém agora haviam mais dois. Ao menos havia conseguido sair da casa, ganhando assim um maior espaço para que pudesse lutar, mas para meu desespero apenas três haviam saído… Os outros poderiam atrapalhar na luta de Diego contra Elma e isso seria imperdoável para mim.

— Três já é melhor do que nada — comentei com um sorriso estampado na face. Entretanto havia um puta problema, eram três contra um e dos três que ali haviam, dois carregavam armas de curto alcance, já o outro de pele negra tinha um arco e aquilo iria me ferrar um bocado. Mas vamos aos fatos, ainda tinha a corrente em mãos e deveria me proteger com a mesma.

— Olá garotos, Vamos dançar ? — brinquei olhando-os. Com o auxílio da destra começaria a girar a ponta da corrente de forma a mostrar que estava pronta para qualquer ataque vindo de um deles.

Agora vamos montar uma estratégia.

Tinha três inimigos, três situações diferentes de ataques que precisavam ser pensadas com  extremo cuidado para não perder um membro… ou até mesmo a vida.
Caso o homem da adaga ou até mesmo o da espada curta avançasse, iria pular para trás de forma a manter a distância longa entre meu corpinho maravilhoso e as lâminas afiadas. Com a distância iria aproveitar para chicotear a lateral do alvo mais próximo; poderia não ter muito conhecimento do corpo humano ainda, mas conseguia me defender com qualquer coisa que parecesse um chicote. Se por algum motivo eu não conseguisse pular para trás, iria me abaixar e usar a corrente para enrolar o calcanhar do mesmo e puxar. Caso a primeira situação , derrubando o inimigo, não fosse possível, iria desarmar o mesmo girando e golpeando entre suas pernas apenas para que os dois usuários de armas curtas fossem desarmados completamente.

Ainda havia o arqueiro que poderia atacar nesse meio tempo. Se o mesmo retesasse seu arco, iria elevar o braço de forma que pudesse apenas mover o pulso de forma defensiva para dificultar o tiro do homem e me distanciava ainda mais por conta dos dois de curta distância.




Histórico:
Ficha Resumida:
Objetivos:
Legendas:


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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 8 Bc5w0lykuse71

Kuro Tempest
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THE
LAST
SPARK OF HOPE
Minha mão apertava fortemente o cabo daquela espada, cuja lâmina se mantinha exposta à minha frente quase que apontada para o guarda que feriu Lúcio. Estava irritado, isso era visível em meu rosto, mas ao mesmo tempo sabia que uma luta naquelas condições seria arriscado. ”O que eu faço?” Certamente não tinha ideia, não queria que o mais velho acabasse morto por um novo mal entendido. ”Ok, deixe-me…” Antes que pudesse abrir minha boca novamente Ace voltou a falar. ”Que?” Não tinha como negar, ele era um pouco confuso em suas palavras, mas sua intenção era bastante visível. Esperava que o homem de batina não percebesse isso.

Aquele com vestimentas vermelhas gritou, deixando claro sua irritação para com o jovem que estava tentando se expressar. ”Ah droga, isso não é bom.” Não, não era mesmo. Ele os questionou, me deixando inquieto com sua expressão. Ele nos olhou mais um pouco, não deixando de fitar mais intensamente o garoto caído e ferido, que havia sido acertado por um golpe de Lúcio. Bem, explicar aquilo seria um pouco complicado, e poderia deixar tudo ainda pior. No entanto, ele não nos questionou sobre tal fato.

Por alguns segundos achei que ele fosse enfim nos atacar, mas com um sorriso malicioso ele simplesmente aceitou a proposta de Ace de seguir para o alto da montanha. Se era algo bom, eu esperava que no fim saíssemos vivos. ”Ele não percebeu.” Me senti aliviado, mas não tanto ao ver a lanças apontadas para nós novamente. Comecei a andar após o comando do homem, tendo a arma guardada para conseguir ajudar Lúcio a andar com seu ferimento.

Andamos por alguns minutos em meio às árvores, tendo certa dificuldade para passar por algumas partes devido a vegetação. Repentinamente nos deparamos com uma outra pessoa, cuja pareceu ser conhecida pelo homem de vermelho. ”Isso está ficando cada vez melhor.” O homem falou com o de vermelho como se já se conhecessem, e isso logo me alertou. Logo o vi começar a correr, tão rápido que certamente os guardas e o padre não conseguiriam acompanhá-lo.

HP: 3800/3800 | ST: 100/100

Considerações:

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 8 KTTKkRi

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Subaé
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Créditos : 05
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Narração, Post 18

Diego

Nenhum dos bandidos que assistiu aquele duelo sabia muito bem como se comportar diante do resultado. Obviamente aquela havia sido uma luta muito legal de se assistir e por isso muitos estavam tão empolgados que tinham vontade de berrar.

O problema todo é que quem perdeu foi Elma, e vibrar quando sua chefe perde um combate é um tanto quanto antiquado.Também não sabiam se deviam, ou não,  atacar o jovem espadachim. Afinal, se aquilo foi um duelo não havia porque.

Por isso, ficaram ali em silêncio e com cara de idiotas, incrédulos, esperando alguma reação de Elma Koppler. O único que teve iniciativa foi Occhio, que pegou a maleta de primeiros socorros e saiu correndo na direção de Elma e Diego. (Occhio core porque suas pernas são muito curtinhas)

Elma se levantou em silêncio, e ficou sentada no chão enquanto o sangue escorria por seu rosto.  Durante a corrida, Occhio desviou de Diego quando o mesmo foi até ele pedindo por tratamento e foi direto até sua chefe, mas Elma apenas estendeu a mão pedindo para que o homenzinho parasse ali.

-Eu estou bem, cuide dele primeiro.

-Tá bom chefinha - O homenzinho se dirigiu até diego e pediu para que ele se sentasse.

-Vem dih dih..- Era a voz de Terra - Você pode se sentar aqui em minha cama se quiser.

Occhio cuidou muito bem daquele corte. Passou uma pomada inflamatória e depois costurou, muito bem costuradinho. Depois enfaixou a cabeça do jovem. -Espere um pouco, rapaz - Falou antes de ir até a cozinha. Lá ele demorou um pouco, mas voltou com um pote cheio de folhas secas -Eu sei que parece sacanagem, mas não é. Coma estas folhas e se sentirá melhor- Tirou um punhado com quatro folhas secas e entregou para Diego.

A essa altura, os bandidos ja estavam mais aliviados e comentavam entre si, sobre o duelo, com muita empolgação.

Terra estava deitada e observava o rapaz com muita paixão. Mas quando olhou para sua chefe e companheira ficou um pouco triste por conta de toda a situação.
Terra sabia o quanto falar sobre o passado afetava Koppler, por isso se levantou (enrolada no lençol para não ficar nua) e foi até perto de sua amiga para consola-la.

-Não fique mal, Elminha. Todos nós tivemos problemas com nossas famílias reais… Lembra o que me disse quando meu pai me expulsou de Goa? “Nós estamos juntos para nos protegermos, pois somos uma família"... Eu sei que onde quer que seu irmão esteja, ele também está pensando em você.

Enquanto isso, Zeno estava sentado, com as pernas cruzadas, em um banquinho de madeira e observava toda aquela balbúrdia com desdém. Ele estava muito mais interessado em ler o conteúdo do diário ensanguentado.

Diego se levantou, pegou sua espada e foi para fora ver como sua irmã estava.
Seguiu os barulhos que ouvia do lado de fora e para sua surpresa (só que não)  avistou Chloe em um duelo complicado. Ninguém atacou Diego e por isso ele continuou ali parado.



Chloe

A situação não parecia estar muito legal para a ruiva, que se encontrava em um compate acirrado contra os três bandidos mais estranhos daquele chalé.

Enquanto girava sua corrente, Chloe provocou seus oponentes convidando-os para dançar.

O pé rapado soltou um grito e avançou contra a mulher  para esfaqueá-la com suas adagas, entretanto foi afoito demais e por isso Chloe conseguiu se antecipar e esquivou da investida do bandido.  

Depois, chicoteou a lateral de seu tronco com a corrente de ferro. Deixando o homem caido no chão, gemendo de dor.

Logo atrás do pé rapado vinha o homem magricela brandindo sua espada longa.
Ele balançou a espada verticalmente com intenção de decapitar a moça, mas Chloe foi astuta e se abaixou, conseguindo desviar do golpe.

Conseguiu também prender a corrente no calcanhar do espadachim para puxar e derrubá-lo.

Foi quando o Terceiro bandido atirou duas flechas contra a mulher que, por conta de estar abaixada e muito longe, não conseguiu impedir a ação do arqueiro.

Uma das flechas passou por perto do rosto da mulher e apenas cortou alguns fios de cabelo, entretanto a outra acertou o seu braço direito em cheio, derrubando-a de costas no chão.

De repente um bandido surgiu de dentro do mato, assustado, e correu para dentro do chalé gritanto:

-Alerta!! Alerta! Jacob fez o sinal de perigo!!! Tem invasores chegando!!! - Todos os bandidos no interior do chalé, inclusive Elma e Terra, foram para fora com suas armas em mãos para recepcionar os invasores.

O único que ficou dentro do chalé, super tranquilo, foi o velho marinheiro que estava lendo o diário.

Naquele momento, Chloe pôde ver Diego saindo do Chalé, assim como também viu o rapaz do truque com o dinheiro voltando, ele vinha de bem longe e parecia estar sendo seguido.



Kuro, Saru e Mané

O som som assobios de Jacob ecoavam pelo local… E os gritos do religioso também.

-NÃO DEIXEM ESSE MAGRELO MALDITO ESCAPAR!!! - O reverendo gritava, rouco -  ATRÁS DELEEE!!!

Metade dos soldados acataram a ordem e correram atrás de Mané, Os outros, assim como o reverendo, Continuaram caminhando no ritmo dos reféns

Mané deixou os guardas para trás e correu a toda velocidade na direção do chalé. Passou por Chloe, pelos bandidos que se encontravam na frente do chalé e pulou para dentro pela janela da cozinha. Lá dentro (na cozinha) tinha muitos armários grandes que serviriam bem como esconderijo, além do mais, não havia ninguém por lá. Foi quando mané encontrou uma pequena carteira de couro caída no chão cheia de dinheiro dando sopa. (Recompensa da vaquinha - 5.000.000 ฿S)

Fora do chalé, Lúcio se apoiava sob kuro para conseguir andar, assim como Jacob fazia com Saru (Jacob, entretanto se aproveitava da situação para ficar coladinho em Saru) e por isso todos andavam um pouco mais lentamente.

Seguiram à passos lentos até que chegaram no chalé enquanto Jacob continuava a assobiar. Saru pôde perceber que aqueles assobios eram os mesmos que ele ouviu com Chloe e seu avô quando caminhavam pela floresta mais cedo.

O primeiro encontro entre os religiosos e os bandidos foi desconfortável. Quando os dois grupos se encontraram, um silêncio perturbador se instaurou mas logo foi cortado pela voz do cara mais carismático daquela ilha, Saru. O rapaz arremessou os coelhos na direção do bandido com arco e flecha que estava lutando com Chloe.
O bandido não entendeu muito bem o porque daquilo, mas pegou os coelhos e jogou para a cozinha, janela adentro.

PS: Zeno não estava no lado de fora e por isso Saru não interagiu com ele.

-Quem são vocês e o que vocês querem?!? - Elma perguntou.

-Nós somos homens religiosos e buscamos progresso para a nobreza de nosso reino - Sheep caminhava para frente enquanto falava - Viemos parar aqui por que estamos buscando um caderno que foi roubado hoje de manhã por aquele bandido magricela!!

O reverendo acreditava que foi Mané era um dos bandidos e que ele era o responsável pelo roubo do caderno.

-Eu não sei de quem você está falando, mas não vamos te entregar o caderno!! - Elma avançou contra Sheep, realizando o mesmo golpe que feriu Diego anteriormente. Mas antes que ela alcançasse o reverendo, Sheep sacou uma pistola de sua bata e atirou na mulher que caiu bem na sua frente com a cara no chão.

Sheep chutou a mulher para o lado e deu mais dois passos a frente -Enxerguem o lugar que vocês ocupam na sociedade! Vocês são só bandidos, e eu matarei um por um se for preciso para ter o coração de Goa.

O primeiro a tomar a iniciativa para o combate foi o jovem Silver D Saru, que com um salto avançou contra o guarda mais próximo e desferiu-lhe um chute giratório ainda no ar.

O guarda até defendeu o chute usando a sua LANÇA, afinal eles NÃO têm escudos.
Em resposta, Saru girou seu corpo mais uma vez afastando com seu pé direito a lança para o lado, e com o pé direito chutou o peito de seu oponente fazendo o perder o equilíbrio e cair para trás


Todos

Kuro e Saru estão um pouco atrás de Sheep, cercados por cinco (5) guardas. Diego observava Chloe, que por sua vez está caída no chão ao lado dos bandidos que estavam lutando mais cedo com ela (Todos estão acordados e lúcidos, entretanto sua raiva agora estava focada nos religiosos que atiraram na sua chefe).

Já mané está escondido na cozinha do chalé. A construção está vazia por conta da batalha que está prestes a iniciar do lado de fora e por isso Mané poderá ter uma certa facilidade em movimentar-se ali. Talvez no outro quarto ele encontre outra janela…

Nada se sabe sobre Maka e Meia-Noite




Log de Combate:



Reverendo Sheep- Aparência
Zeno- Aparência
Terra- Aparência
Jacob - Aparência
Ochio - Aparência
Elma Kopler - Aparência

NPC RANDOM


Diego:
-Ganhos:
-Perdas: (sapato, camisa - Post 3)
-NPC:

Chloe:
-Ganhos: (Coentro indiano - Post 7) , (50.000 ฿ - Post Cool
-Perdas:
-NPC:

Mané:
-Ganhos: Carteira com 5.000.000 ฿S (prêmio Vakinha)
-Perdas:
-NPC: Meia noite (pet)

Saru:
-Ganhos:
-Perdas:
-NPC:

Kuro:
-Ganhos: (Espada Clássica - Post 4)
-Perdas: (250.000 ฿ - Post 4)
-NPC:
240/240100/10010/1015/15

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 8 Unknown

Tabela de preços:
ripper
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Créditos : 19
ripperCivil
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É hora do show!

1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 8 NBjhgry



Quando ouvi o barulho das armaduras se mexendo, já estava à muitas pernadas de distância do grupo. A vista da silhueta do chalé foi cortada por uma flecha, que passou há alguns metros de onde me encontrava, foi quando avistei a garota que tentei ajudar há pouco tempo, seu corpo tocava o chão ao tempo que um número enorme de pessoas saía de dentro da construção, com uma mulher em posse de um bastão liderando o grupo.

Sem tempo irmão. Logo os homens do homem de vestido chegariam e ainda não era a hora do meu protagonismo, mas certamente seria uma boa abertura.

Foi quando parei momentaneamente já dentro do chalé para recuperar o fôlego — Acho que já tá bom... — e meus olhos cruzaram com um pedaço gordo de couro, como se fosse uma pequena almofada — Mas que mer... — foi quando percebi, era uma carteira lotada de dinheiro — Mil... dois mil... dez... cem... um milhão... cinco... — e antes que pudesse entender o que estava acontecendo, o barulho de uma arma de fogo atingiu meus ouvidos.

Guardei a carteira como pude, de onde entrei, não podia ver ao certo o destino do disparo, mas todos lá fora pareciam, como esperado, mais agitados depois do barulho. Andei pelo ambiente, buscando uma forma de sair pela parte de trás do chalé.

Caso encontrasse uma passagem, fosse ela uma porta ou uma janela, passaria pela mesma. Meu objetivo seria subir no teto do chalé pelo lado oposto ao da batalha, para então caminhar sobre ele e avistar toda a situação, para isso, poderia tomar distância para com uma corrida e uma manobra acrobática, encurtar a distância até o telhado, se houvesse outra forma mais simples de subir, optaria por ela.

De cima do chalé, provavelmente avistaria Elma baleada no chão com o homem de vestido segurando a arma responsável e aquela cena certamente despertaria algo que constantemente atormentava minha cabeça. A imagem dos meus irmãos sendo mortos um após o outro, El Jefe sendo perfurado covardemente por um bando, os gritos, o desespero...
...
AAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!! — o grito tomaria conta de meus pulmões, o choro e a histeria eram espalhados pela potência de minha voz melodiosa.

Eu precisava colocar aquilo para fora e era na dor que a minha arte mais aflorava, estava na hora do meu espetáculo.

Pegando um milhão em notas da carteira que achei, separaria na metade, entre as duas mãos para então abrir um leque com elas, semelhante ao mágico que abre o baralho para o espectador escolher a carta.

Imagino que o fato de eu estar sendo procurado, somado ao meu grito e a quantidade de notas que havia em minhas mãos, traria toda a atenção para mim, eu estava pronto para performar.

O momento era perfeito para que eu reproduzisse uma dança que uma irmã minha de olhos puxados me ensinou há muito tempo no circo, ela dizia que seus pais eram do sul e que a dança era passada de geração em geração, chamada de Butche-Tchum.

Sempre devíamos dançar segurando leques, em movimentos prioritariamente giratórios e suaves, como se fossemos levados pela brisa que batia nos leques.

Comecei os movimentos enquanto cantava uma música que há tempos ouvia das mulheres de vestido branco.



A morte é mais leve, do que uma pluma...

Cuide da vida, pois dela há só uma...

E “ai!” do homem que mata os seus...

Pois este não entraaaam... no reinoooo... de Deeeeeeeeeeeeeeus! ♪



Meu objetivo era prender a atenção de todos por alguns momentos, quase como uma hipnose. Com os passos da dança, me afastaria da borda do telhado, criando distância suficiente para atingir velocidade máxima e quando julgasse o suficiente, terminaria os passos e dispararia na direção do homem de vestido.

Quando chegasse na beira do telhado, pularia o mais alto que pudesse para obter o maior tempo possível no ar, abrindo os braços como se eu fosse um pássaro e as notas, minhas plumas. Durante o voo, soltaria as notas aos poucos, fazendo literalmente chover dinheiro, meu objetivo com isso era deixar os indivíduos catatônicos com a minha ação, para que eu pudesse executar todo o movimento sem impedimentos.

Logo em seguida, daria um giro de 360° dentro do meu próprio eixo, e então terminaria esticando minhas duas pernas, onde eu miraria a sola de meus tamancos no rosto do homem de vestido, havia chegado a hora dele sofrer.


1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 8 Cena_m12








fala - #00FF00
pensamento




Informações Importantes:

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1° - Caminhos entrelaçados, o alvorecer da aventura! - Página 8 Daco_110
Kuro Tempest
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Créditos : 05
THE
LAST
SPARK OF HOPE
O homem de vermelho gritou para seus soldados correrem atrás do garoto que acabara de aparecer e desaparecer no mesmo momento. Pela reação do religioso, era nítido que aquele que fugiu era um dos procurados por ele. Metade dos homens que nos escoltava saíram correndo atrás do fugitivo, enquanto a outra metade continuou a nos levar montanha acima com suas lanças apontadas em nossas direções. Me mantinha preparado, pois não fazia ideia do que nos esperava mais a frente.

Levamos alguns minutos até chegar no que parecia ser um acampamento. Fiquei sem entender onde estávamos, mas não me pronunciei para não criar algum tipo de problema. Com isso, um silêncio aterrador se instaurou no ambiente, até Saru quebrá-lo ao começar a falar com um dos homens presentes naquele lugar.

Uma mulher logo apareceu, começando a nos questionar. Pela sua boa presença e forma de falar, dava a entender que era a responsável dali. O homem de vermelho respondeu o questionamento, dando uma breve explicação sobre o que estava acontecendo e o porquê de estarem ali. Já a mulher, ela não respondeu muito bem as palavras do religioso.

Ela avançou contra o mais velho, dando a entender que o atacaria rapidamente. Até pensei que ela o acertaria, mas logo percebi que tinha me enganado. Ele puxou uma arma de dentro de sua batina e atirou a queima roupa contra a mulher, a fazendo cair contra o chão e me deixando surpreso. ”Isso realmente é possível?” Para um religioso, aquele homem se mostrava bastante agressivo.

O outro garoto que estava conosco viu tudo aquilo e começou a agir, avançando contra um dos guardas que nos rodeava já iniciando seu ataque. Olhei brevemente para Lúcio, indicando que eu iria para o combate, o deixando sentado no chão antes de avançar com toda a minha velocidade já puxando a espada da bainha. Meu ataque seguiria contra o soldado mais próximo, utilizando da lâmina para desviar a lança caso ele me atacasse, continuando a seguir em sua direção para acertá-lo em cheio. Caso fosse preciso, usaria toda a minha velocidade para me esquivar de qualquer outra coisa.

HP: 3800/3800 | ST: 100/100

Considerações:

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Saru
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Créditos : 11


Meu chute teria derrubado um guarda, e o espadachim parecia seguir a cena e fazer seus movimentos de ataque, meu confronto e ataque teria feito com que 5 guardas nos rodeassem nos, Eu, kuro e lucio.
Não seria bom Lucio estar ali no meio ainda por mais ferido alem que aquela luta não teria nada a ver com ele, e mesmo que tivesse ele não iria ajudar muito naquele estado, em meio dos guardas eu ouvia Elma a falar e o padre tambem, tal como suspeitava o tal caderno deveria ser o diario que meu avo teria encontrado e perguntado a Terra sobre, enquanto estaria nos meus pensamentos um barulho de tiro me chamaria a atençao, olharia por entre os soldados e via a Elma a cair no chao, por um tiro vindo do padre.
Um tremor deu pelo meu corpo, parecia que alguem estaria no telhado da casa fazendo barulho e ao que parecia uma dança talvez não entendia bem mas poderia chamar a atençao provavelmente para distrair talvez fosse essa a atençao, parecia ser o tal rapaz que fugia do padre dava um leve sorriso – Aquele doido.
Olharia para os soldados talvez eles tivesse se distraido com o rapaz no telhado ou talvez não, de qualquer das forma eu iria abrir caminho.
-Oi Espadachim, vamos dividir dois pra cada, o primeiro que terminar acaba com o que sobrar.
Avançaria para a frente contra um dos soldados, seria possivel que ele por reaçao tentasse usar a sua lança em frente para tentar me acertar antes de eu chegar ate ele ate porque ele poderia ter vantagem de alcance, mas eu já estaria atento a isso e por isso mesmo que eu rodaria o meu corpo para um dos lados da lança e comforme rodava minha mao puxaria o cabo da lança para que o corpo do soldados desse um passo a mais em frente, e assim que estivesse ao meu alcance e daria um chute giratorio de baixo para cima na cabeça dele.
-Estas no caminho. Dizia ao chutar.
Um chute vindo assim de baixo, talvez levantasse ele do chao, pois eu não me limitaria em so chutar, mas sim impulsionei meu corpo, para que meu pe empurrase ele, para o lado que talvez acertasse nos soldados ao lado dele, isso era provavel que abrisse um caminho, para evitar que algum outro soldado tenta se me atacar, eu dava uns pulos para trás retomando ao sitio inicial na qual seria perto de Lucio, Kuro parecia fazer seu movimento contra os soldados, olharia para o Lucio e seguraria na camisa dele e jogaria ele pela abertura que possivelmente teria causado ou pelo meio dos soldados, não muito alto pois não queria que ele ficasse pior do que já estaria arremesava ele rasteiro ao chao no intuito de afastar ele dali.
-Sai daqui e esconde te atrás de uma arvore sai de perto deles nois cuidamos disto. Dizia enquanto arremesava ele.
Feito isso eu voltaria a focar nos soldados que restariam e ao mesmo tempo teria em mente o padre.



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Objetivos:

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Diego Kaminari
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Religião não se descuti, se extermina






A sensação era de empoderamento, não poderia sentir outra coisa quando vi Elma se sentar com rosto sangrando. Os bandidos a minha volta não sabia se me atacavam ou comemoravam, todavia, aquela mulher tinha honra e aquilo era um duelo justo, tinha certeza que ela jamais permitiria que algum deles me atacasse após sua derrota, não por medo ou temor, mas sim por respeito. O pequenino médico veio em minha direção após meu chamado, entre tudo passou direto... Que ousadia desse diminuto. No entanto, Elma acabou por dar a ordem para que meu tratamento viesse com prioridade, a voz de Terra me alcançou e imediatamente me acalmou, fui em sua direção e sentei ao seu lado na cama enquanto segurava sua mão, o pequeno cuidou muito bem de mim, doeu? Sim, mas sabia precisar daquilo ou estaria com problemas, ao final o mesmo pediu para esperar ali, eu estava ao lado da linda e bela Terra, não iria a lugar nenhum naquele momento. Após uma demora prolongada na cozinha Occhio volta com um pote de folhas secas e pelo que entendi deveria mastigar quatro delas... Ele tá achando que sou um coelho? Entre tudo eu aceitei e coloquei as mesmas a boca começando então a mastiga-las.


O momento era bonito e sentia a olhar apaixonado de Terra, mas outro olhar ali acabou por chamar não somente minha atenção, como também a da jovem a meu lado... Era Elma. Terra se levantou e se cobriu para não revelar sua nudez e uma vez próxima disse palavras tão meigas quanto ela, seu intuito era reconfortar a mulher. Ela realmente sentia falta do irmão e no fim se mostrou ser alguém de bom coração, apenas que perdeu algumas oportunidades da vida ou mesmo fez escolhas erradas quando as mesmas apareceram, no entanto, ela não merece ser julgada ou sofrer a vida toda por isso, sua história e tudo que os envolve estava começando a me comover assim como pegava simpatia por todo aquele pessoal. Ao final de tudo me levantei para ir em busca da minha mulher, seja lá onde estava, mas como havia pensado... Basta seguir o som da confusão. Dei um beijo rápido em terra antes de sair e logo segui meu caminho para o que parecia ser o exterior da construção.


Ao por o pé para o lado de fora da casa minha visão acabou por me surpreender, ou não... Chloe estava lutando, tecnicamente eu a mandei fazer isso, mas ela não aparentava estar enfrentando aqueles bandidos somente porque eu dei a ordem... Ela tem um prazer em quebrar faces, minhas costelas conheceram bem esse gosto. Ela até que lidou bem com a situação, mas um deles, um arqueiro, acabou por disparar duas flechas em direção a minha irmã que desviou de uma, no entanto, ferida pela segunda. Um ódio subiu minha cabeça, Chloe estava sangrando por conta de um bandidinho de merda!? Não... Não, NÃO! Isso não ficaria assim. Comecei a caminha em direção a ruiva, mas toda uma cena se deu início o que me tirou a atenção. Um homem saiu do mato anunciando que invasores se aproximavam, aquele lugar estava bem mais movimento do que pensei ser. Elma e os demais já estavam para fora da casa, até dava para assustar a velocidade de reação daquela galera. Saru vinha com um grupo estranho que continha entre eles o irmão de Terra.


- Que porra está acontecendo aqui? – Perguntei ao ver que parente do velho marinheiro arremessou um coelho, sim, não era uma faca, nem uma pedra, ele arremessou um coelho... Útil não foi, mas ao menos teve sua graça.


O líder do grupo invasor era um homem de bata que após o questionamento de Elma se revelou um religioso, todavia suas palavras tiveram mais conteúdo, tais quais despertaram em meu âmago um ódio pelo indivíduo, sim, pois não basta o desgraçado ser um religioso escroto, ele tem que servir a escória da nobreza de Goa. Elma partiu em direção ao homem para desferir outro de seu poderoso ataque, no entanto, para a surpresa de todos a grande mulher líder dos bandidos… Foi baleada. Aquele homem iria ver meu pior lado após tudo que bostejou pela boca, e principalmente por sua atitude… Bem, poderia eu até sentir ameaçado por ele, ao menos temos algo em comum, possuía o mesmo desejo de eliminar um por um.


- Enxergar meu lugar? Bandido? – Dizia enquanto ria e tentava caminhar em direção a Chloe e os bandidos que antes a atacaram. – Religiosos que buscam o avanço da nobreza de Goa, acho interessante como você consegue se asqueroso por dois motivos diferentes ao mesmo tempo. Mas sinceramente não importa quem você é... Pelo que vejo temos dois lados aqui e posso lhe garantir para qual deles apenas o sofrimento. – Diria ao estar bem próximo do arqueiro que atacou Chloe. E rapidamente levantaria minha espada a seu pescoço, não para cortar, apenas para ameaçar. – Menos você... Você vai sofrer de qualquer jeito. – Meu olhar era de verdadeiro psicopata que estava ansioso e muito alegre com os pensamentos mórbidos que invadem sua cabeça em sua extensa loucura.


- Chloe, cuide desse ferimento logo, preciso de você para luta, irmãzinha. – Minha expressão era seria enquanto me aproximava da mesma e extendia minha mão para ajudar a mesma a se levantar. – A proposito tenho alguém que quero te apresentar, aquele ali de bata e pistolinha, se chama reverendo cuzão. – Após essas palavras comecei a gritar, não queria em nenhum momento fazer com que o homem não me escutasse, minhas palavras a todo momento foram bem claras e altas para que o reverendo as compreendesse, apenas gritei para dar um efeito dramático. – Reverendo cuzão, essa e minha querida irmãzinha... – Me interrompi para puxar Chloe para perto de mim e então de desferir um beijo intenso enquanto minha outra mão descia e apartava sua bunda com a mesma intensidade e desejo nos atos. - ... Mas também e minha amada esposa.


A partir daquele momento iria deixar Chloe e me aproximar do reverendo ele seria o meu alvo, aquele que era o líder daquele maldito grupo e sinceramente espero que ele tenha ficado bem putinho com tudo que viu, sua expressão e minha recompensa. O homem usava uma arma de fogo o que notava que o melhor combate seria próximo, no entanto, tornava minha aproximação mais perigosa. Por isso correria em zigue-zague para dificultar sua mira, meu intuito era fazer um rolamento sempre que conseguisse perceber o tiro no mesmo, se possível fosse até bloquear o tiro com minha espada. No caso de eu conseguir me aproximar do mesmo, não desferiria golpes para mata-lo. Não, ainda não. Iria tentar lançar um movimento com intuito de decepar sua mão que segurava a arma, aproveitaria o impulso do peso da espada para girar e descer a mesma num novo golpe vidando a perna de meu inimigo com intuito de corta-la fora na altura da panturrilha se possível fosse.


No entanto, devo considerar que o homem também poderia ter uma arma corpo a corpo, no entanto, para que a mesma estivesse escondida não poderia ser uma espada, logo a minha arma teria um alcance maior o que seria uma vantagem. Manteria a distância suficiente para poder atacar ao mesmo tempo, ficar longe de possíveis golpes, ou ao menos com distância suficiente para poder ter uma reação. Em caso de golpes iria tentar desviar e como contra-ataque, fazer o mesmo que faria na mão da pistola, todavia com a mão da arma, outra diferença e que neste caso iria visar, no segundo ataque, o outro membro. Que irônico um padre que não poderá nem segurar seu livro sagrado!


Se no caminho para o padre outros homens do mesmo me atacassem iria focar na defesa até que Chloe pudesse me auxiliar, havia um ataque somente se eu visse que o mesmo seria de alguma maneira fatal ou incapacitante.


- Pode me ajudar um pouco aqui meu amor? – Falaria para a mesma no caso desta situação ocorrer.


Se tivesse ajuda e novamente livre voltaria a atenção ao reverendo seguindo os mesmos planos iniciais. No caso de alguma maneira eu for interceptado e todos meus planos falharem eu iria então me afastar tentando reduzir meus danos para reanalisar minha situação e planejar novos movimentos conforme a nova circunstância.



Histórico:

Resumo da Ficha:



Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )







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Chloe Kaminari
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19º - Hora de quebrar as regras... Porque é isso que piratas fazem

Chloe Kaminari


Em uma batalha existem duas coisas que jamais se pode deixar acontecer. A primeira delas e ser cercado por inimigos, pois a desvantagem numérica pode ser um enorme problema, a segunda e perder a calma, pois uma cabeça quente pode ser uma oficina de problemas e ideias ruins. E seria nisso que iria me apoiar enquanto lutava contra os três bandidos ali.

O primeiro viera tão afoito e aturdido por sua própria ira que senti calmamente a resistência da carne de seu tronco ceder contra a força exercida pela corrente. A deliciosa sinfonia que o ato produzia era um deleite psicótico para meus ouvidos. Seus gemidos dolorosos apenas deixavam a macabra melodia ainda mais vivida e deliciosa. A sinfonia seguinte não foi tão deliciosa quanto a primeira, visto que apenas desviei do magricela e o derrubei pelos calcanhares.

— Patético… Passos tão pífios não são dignos de uma dança. —

As provocações continuariam para os homens, mas talvez minha antecipada cantoria foi o início de minha ruína. Duas setas lançadas contra minha direção poderiam definir minha morte, mas a dama do destino ainda parecia estar do meu lado naquele pequeno embate. A primeira, por muita sorte, apenas passou ao lado da minha face, mas a segunda… Aguda foi a dor proeminente do golpe, o líquido vital vertia da pequena ferida.

— Seu estupido filha da puta! Tá querendo me matar! —

O ódio subiu completamente a cabeça, mas antes que sequer cogitasse me movimentar, outro dos bandidos alertava que Jacobi havia alertado de perigo. Aquilo acabou me fazendo engolir seco, teria sido eu a mandar o homem na direção errada? Ou o projeto de marinheiro levou ele para uma armadilha de propósito? As dúvidas surgiam aos montes, mas logo a figura de Diego saindo da casa as fez sumir por completo. Se ele estava ali… então haveria vencido Elma justamente; o alívio correu por meu corpo completamente. Tão rápido quanto o alerta foi dado, todos os bandidos, inclusive a piriguete sem tetas havia saído do chalé com armas em punho afim de recepcionar os intrusos, mas eu tinha problemas piores para lidar, certo?

Procurei um canto onde pudesse cuidar da ferida, com o conhecimento básico poderia ao menos estancar o sangramento, mas havia um problema que iria piorar ainda mais a dor. A flecha ainda se encontrava cravada na carne e quebrar aquilo sozinha seria um enorme problema, mas precisaria tentar ainda sim. Caso conseguisse chegar sem problemas perto da parede, apoiaria a ponta afiada da flecha de modo a fincar a mesma um pouco na parede e com a mão esquerda iria exercer força na outra ponta a fim de que a mesma se partisse ao meio e conseguisse puxar o restante pelo outro lado. Aquilo poderia e talvez iria provocar muita dor, mas era aquilo ou apenas enfaixar o braço com uma seta de madeira enorme, tão dura quanto o pau de um tarado após a bebedeira.

Caso bem sucedida em minha pequena tarefa, iria rasgar um pedaço de meu vestido e enrolaria na ferida a fim de ajudar a estancar o sangue, ao menos de maneira momentânea. — Essa merda vai ficar mais curta do que já é— Brigava baixo comigo mesma enquanto terminava os cuidados até que o barulho de tiro foi ouvido e me roubou a atenção.

A chegada daquele grupo de religiosos era um problema, mas atirar na mulher que apenas queria defender o que era dela, aquilo já era demais. A fúria novamente havia subido a face, Diego respondia ao homem que se apresentará como reverendo… um " agente em prol da realeza de Goa". A face agora enraivecida apenas fintava o homem mais velho. Diego me alertava sobre a ferida, apenas sorri em sua direção — Meu irmãozinho, você não vai me perder de novo, não se preocupa. — brinquei andando em direção ao mesmo que fazia menção de me apresentar o tal homem. — Reverendo cuzao? Ora, achei que era apenas um verme a ser pisado. — conforme falava forçava o pé direito contra o chão de forma a aparentar apertar algo que havia recém matado. Havia sido apresentada devidamente ao religioso, mas Diego parecia querer um show ainda maior do que o proporcionado outrora por ambas as lutas.

Conforme o puxão fosse dado, não o impediria de forma alguma, apenas deixei o corpo ser levado e fluir com o movimento. Seu toque quente fez com que minha pele se arrepiasse. Por muitos anos eu desejei aquela puxada tão galante, firme e fluida vinda de meu amado. O sabor de seus lábios eram tão doces que desejava apenas mais algum tempo em meio a todo aquele turbilhão, se iria chocar as pessoas novamente? Isso eu não sei, mas também não ligo para que porra eles falariam de minhas atitudes, apenas tomaria cuidado com o braço machucado pela flecha.

Corresponderia o beijo de forma tão apaixonada e voluptuosa quanto a dele, e caso não fosse interrompida por nenhum movimento hostil, encaixaria a perna direita sobre a cintura de Diego de forma a aproximar ainda mais nossos corpos e deixar o beijo ainda mais sensual e quente do que precisava. — Só um beijinho? O espetáculo poderia ser muito melhor — Desta vez a provocação iria para meu amado irmão, mas sabia que tamanha luxuria iria "macular" a "santidade" do tal Vermerendo… olha, uma palavra nova… verme mais reverendo… Vermerendo.

Precisava agora me concentrar em tantas coisas ao mesmo tempo que teria pouco tempo para tudo aquilo e com a dor desgraçada daquele golpe, tudo poderia ser muito pior do que parecia. Respirei fundo procurando primeiramente a imagem do bandido roxo, caso o mesmo ainda não estivesse dentro da cabana, tentaria o ajudar de forma rápida para que pudesse voltar para o lado de fora — Oh jacobinho, que encrenca horrível que eu fui meter você… me perdoa — falaria caso conseguisse chegar perto do homem.

Se por algum motivo alguém me interceptasse, iria parar momentaneamente e golpear o mais rápido possível de forma focal a boca do estômago a fim de fazer o alvo perder todo o ar e voltaria a ajudar o bandido roxo a entrar são e salvo dentro da residência — OH BAIXINHO! TEM UM FERIDO! JACOBI FOI ATINGIDO PELO PUTK DO REVERENDO!!! — gritaria assim que entrasse pela porta, caso o baixinho não tivesse ido para o lado de fora, caso o mesmo estivesse do lado de fora iria gritar e levar o bandido para dentro.

Agora, caso o bandido já tivesse sido levado para dentro por alguém, apenas ficaria minha atenção no Vermerendo e em seus soldadinhos de chumbo. Se por algum motivo um deles viesse em minha direção, iria de forma calma rodar a corrente e tentaria primeiramente enrolar e puxar sua arma a fim de desarmar o mesmo. Caso não conseguisse iria correr para próximo e usaria minha arma a curta distância de forma que pudesse golpear mais rapidamente e com mais velocidade e força no alvo.

Se por algum motivo fosse chamada por Diego, iria até o mesmo auxiliar no que fosse preciso. Caso fosse para segurar um dos guardas do Vermerendo, iria usar da primeira situação, focando primeiramente a boca do estômago, mas caso o golpe fosse letal em minha direção, iria pular caso o golpe viesse de baixo, desligaria para os lados caso o golpe fosse na horizontal ou apenas desviaria para trás caso o golpe fosse vertical ou uma estocada.

Se em algum dos momentos houvesse abertura por parte do inimigo, iria investir de forma que pudesse ficar próxima o suficiente para sair do alcance da arma de haste. Mas se mesmo assim o alvo tentasse usar A distância como aliada, tentaria dar um fim a arma de haste dando um golpe em seu cabo e a fragmentando até o máximo que conseguisse. Tomando cuidado óbvio com ataques sorrateiros de outras fontes e direções.


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Objetivos:
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Subaé
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Narração, Post 19

Diego & Chloe



A ruiva estava sentindo muita dor por conta da flechada, e até um pouco exaltada, afinal, alguns centímetros para o lado errado e agora ela poderia estar morta.
Mas o calor do momento não foi o suficiente para tirar a razão da cabeça dessa mulher, sendo assim ela foi até o canto do chalé e se aproveitou de uma das quinas para auxiliar o árduo e doloroso trabalho que é quebrar uma flecha cravada no próprio braço.
Felizmente ela possui conhecimentos básicos de primeiros socorros, por isso conseguiu executar a sua ação sem muitos problemas. Depois, rasgou um pedaço de seu vestido e improvisou uma atadura que estancasse seu ferimento

Naquele momento Diego já estava a discursar, chamando a atenção de todos no local. Caminhando em passos lentos até chegar perto o suficiente para ameaçar o homem com o arco e flecha.

-Me..me perdoe,senhor!! Eu só estava protegendo meus amigos....- Respondeu o homem, trêmulo.

Diego seguiu até sua irmã e a ajudou a se levantar. Então chamou, mais uma vez a atenção do reverendo, e, após apresentá-la formalmente como sua irmã, beijou-a da forma mais sensual que pôde.

O reverendo não se conteve diante de tamanha heresia
-Co..co...como pôdem? dois irmãos desfrutando de tamanha promiscuidade?!? PECADORES!!! TODOS VOCÊS SÃO PECADORES IMUNDOS QUEM MANCHAM A BELEZA DESTE REINO!!!

Um guardas religioso avançou contra a dupla de irmãos, entretanto, com um rápido movimento giratório de sua corrente, chloe atrapalhou o avanço do homem.
Uma forte correntada no rosto fez ele reduzir a velocidade de seus passos, mas foi o puxão da corrente que o desarmou de verdade.
Chloe aproximou-se e seguiu o combate, esfolando o soldado na base da correntada.

Já Diego, que não é besta, avançou ofensivamente contra o reverendo e balançou sua espada a fim de decepar a mão do religioso, mas o homem mesmo sendo velho era provido de reflexos extraordinários e por isso desviou facilmente da primeira ofensiva do espadachim.
inclinou o corpo para o lado para salvar a própria mão, e quando o corte foi mirado na panturrilha ele saltou.

Aquele homem, por mais velho que pareça, é um pistoleiro muito ágil, e por isso consegue se esquivar facilmente de ataques diretos.

Foi quando dois soldados vieram atacar Diego, que com o auxílio de sua espada conseguiu bloquear os ataques. Kaminari pediu a ajuda de sua irmã que logo veio ao seu auxílio e derrotaram os soldados sem muitos problemas.
Entretanto, nada puderam fazer com relação a cena que está por vir.



TODOS (incluindo Mané, no telhado) conseguirão ver esse cena:

Diante de toda aquela situação, por algum motivo, Lúcio parecia se corroer em raiva e preocupação.

Elma Estava no chão, sangrando e gemendo de dor por conta da bala, entretanto viva.
Em resposta, sem se importar em levar um tiro, Terra foi correndo até a mulher.

-Ei chefe, aguente!! Nós vamos dar um jeito nesse desgraçado!!!

Terra fitava o reverendo com um olhar jamais expressado pela mulher. Aquele olhar expressava ódio, raiva e rancor. Mas será que todos esses sentimentos vieram à tona só por ver Elma ser baleada?

O reverendo Sheep Olhou Fixamente para Terra, a expressao em seu rosto era de repulsa e desgosto.

-Você realmente não deixa de me decepcionar, Júlio! - O homem olhou terra de cima a baixo em tom de desaprovação e depois cuspiu em seu rosto - Pouca vergonha! Eu deveria ter te batido mais para que virasse um homem de verdade! Agora fica aí fingindo ser uma mulher....

Lágrimas brotaram nos olhos da mulher que gritou em resposta.
-Eu SOU e sempre fui uma MULHER!!

-Você é uma vergonha para a família Sheep, isso sim! Não basta se misturar com a escória,  você tinha que ser um pervertido…

-Eles não são escória! Pois eles conseguem me enxergar como eu realmente sou! - Retrucou - E eu quero mais é que a Família Sheep se foda!! OS BANDIDOS SÃO A MINHA VERDADEIRA FAMÍLIA!!!

Os lábios de Sheep se contorceram duramente quando apontou a arma na direção Terra
- Então sofra o castigo de Deus!
E então atirou, derrubando o corpo da mulher ao lado do corpo de Elma.

Aquele foi o estopim e agora TODOS os bandidos estavam com sangue nos olhos e avançaram contra os soldados que estavam perseguindo Mané.

Uma batalha intensa acabou de começar!



Saru & Kuro Vs 5 Soldados

Logo atrás do Reverendo estavam Saru e Kuro, junto de Jacob e Lúcio.
Saru já havia derrubado um dos soldados, entretanto os aventureiros ainda estavam sendo cercados por mais cinco.

Saru propôs uma competição amistosa com Kuro que o respondeu com um olhar singelo. Logo então, ambos iniciaram seus combates.

Saru avançou em direção ao soldado, que atacou ofensivamente usando a lança. Os movimentos de Saru foram bem efetivos, e, ao se desviar do ataque, puxou a lança para frente, desestabilizando a postura de seu oponente. Finalizou aquele duelo com um chute eficaz que desacordou o soldado.
O primeiro soldado caiu (1/5)

Com um chute rápido, Saru jogou o soldado desacordado contra seus companheiros, mas ao contrário dos planos do aspirante à pirata, os soldados conseguiram segurar o companheiro desacordado.

Foi quando um golpe acertou-lhe pelas costas. Um dos soldados se aproveitou da guarda aberta do lutador e balançou sua lança diagonalmente, desferindo um poderoso golpe que certamente seria fatal.

Felizmente Jacob e Lúcio, juntos, bloquearam parte do ataque, e por isso a lança “apenas” cortou profundamente o ombro de Saru.

-Fica tranquilo xuxu, a gente cuida desse aqui!!

Enquanto isso, um dos soldados avançou usando a sua lança contra Kuro, que com uma breve movimentação de sua Katana conseguiu desvencilhar a lança do atacante. Sua resposta, como esperado, foi veloz e efetiva. Avançou contra o soldado fazendo sua espada atravessar toda sua guarda exposta.
(2/5)

Por algum motivo, não me pergunte qual, Saru pegou Lúcio pelo colarinho e o arremessou para longe da batalha usando a brecha na forma chão da barreira que Kuro abriu.
Saru só queria ajudar o pobre homem ferido, mas ele não parece ter gostado muito.

-NÃO ME TRATE COMO UM INÚTIL SEU MOLEQUEEE!! - Gritou enquanto era arremessado.

Saru e Kuro ainda esão lutando contra três (3) soldados



Mané


De cima do telhado, Mané pode ver todo aquele pandemônio tomar forma. Todas as batalhas, todos os gritos de dor… Tudo era absolutamente bem visto lá de cima e em contrapartida, todos ali poderiam vê-lo muito bem também, se assim desejassem.

Uma pena que estaja acontecendo uma batalha entre bandidos, piratas e religiosos ne?
Mas espera um pouquinho… o que será que ele está fazendo?

Talvez Mané não seja tão mané assim, afinal ele soube encontrar a isca que atrairia todas aquelas figuras ali presentes. DINHEIRO!

Com dois punhados de notas em mãos, começou a cantar uma bela canção. Convenhamos que aquele tom de voz melódico conseguiu chamar a atenção de todos, e em conjunto com aquela dança fez com que todos cessassem a luta para admirar aquela performance tão inesperada.

Alguns bandidos até o reconheceram por conta do truque de mais cedo e o chamaram de “Belly-Sama” (Deus dos Bellys).

Mas o grande momento foi quando Mané saltou fazendo chover dinheiro.
Agora ninguém mais se importava com o caderno, com honra ou com pecados.
Soldados e bandidos agora se estapeavam pelas notas que caiam gradualmente sambando no ar.

Todos, exceto o Reverendo que olhava tudo aquilo muito furioso.

Sheep notou a intenção ofensiva de Mané e saltou para trás a fim de esquivar do chute aéreo, mas nesse exato momento Lúcio, que foi arremessado por Saru, vinha voando em sua direção e bateu com tudo em suas costas, fazendo-o dar dois passos para frente.
Inevitavelmente, a sola das duas sandálias de Mané pousaram com força na face do reverendo, que consequentemente caiu no chão sentindo muita dor por conta do nariz e dentes quebrados.


Log de Combate:


Historico:


Reverendo Sheep- Aparência
Lúcio- Aparência
Terra- Aparência
Jacob - Aparência


NPC RANDOM


240/240100/10010/1015/15

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Diego Kaminari
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Questões de Liberdade






Posso dizer que uma das melhores sensações que tive foi ver nosso querendo reverendo de merda surtando diante de meu amor pela minha irmã, me chama de herege, de pecador imundo… Mas que moral o homem tem de falar o que é certo ou errado? Priva as pessoas de viverem o que tem de mais puro, obriga as mesmas a renunciar a seus bens para enriquecimento próprio, me poupe... Não tenho que ouvir de uma privada que minha merda está fedida.


Aquilo foi um estopim para o início da batalha, dois homens religiosos vieram e meu encontro, todavia minha irmã deu um jeito de segura-los enquanto eu ia para o que interessa. O reverendo, por outro lado, era mais habilidoso do que eu realmente esperava, como pode um homem assim ser tão ágil? Todos os meus golpes foram esquivados, alguns combatentes vieram a mim, tentando nos deter, mas com auxílio de Chloe conseguimos derrotar facilmente, todavia aquela mini vitória serviu apenas de prelúdio para algo muito pior que viria a acontecer... Algo que decidiu o rumo daquela luta e o destino de alguns dos ali presentes.


As figuras ali presentes, muitas que não conheciam, reagiam diferente ao que estava acontecendo. No entanto, vi que Elma estava viva, não muito bem, mas viva. Saber daquilo me deixou menos preocupado e aflito, mas isso estava para mudar. Vi que Terra olhava para o chefe dos religiosos de maneira que eu nunca vi a mesma expressar, o que estava acontecendo ali? O homem retribuiu o olhar, no entanto, acrescentou uma expressão de repulsa como se tivesse comido uma carne há muito tempo estragada. O mesmo virou sua palavra e nela a chamou de Júlio... Júlio? Espera... As palavras que se seguiram confirmaram o que eu estava suspeitando, Terra havia nascido um homem! Naquele momento fiquei lembrando de todas as carícias e beijos, agora entendia o porque ela não me deixava chegar à parte de baixo de seu corpo que manteve sempre coberta. Terra gritou em alto e bom som que ela era uma mulher, todavia aquilo apenas irritou o religioso que cometeu o ato que o sentenciaria ao sofrimento... O reverendo Sheep atirou em Terra, sua própria filha. Será que devo voltar a falar sobre o conceito de liberdade? Aquele homem atirou no próprio filho que tinha seu direito de ser o que queria ser! Isso que a religião prega? A não aceitação? Matem quem é diferente, somente quem obedece, é correto e merece viver! Mesmo que isso signifique nunca ter vivido de verdade.


O corpo de Terra caiu ao chão no que para mim, parecia uma câmera lenta, e sabe o que senti quando lembrei que o tempo todo estava me relacionando com um “homem”? Orgulho! O quê? Estavam esperando que eu comicamente ficasse enojado e criasse repulsa? Não preciso ficar reafirmando minha masculinidade, sinto orgulho, pois o tempo todo estava me relacionando com uma mulher e não somente uma mulher... Era uma linda pra caralho! Não me arrependo do que fiz, não me arrependo de tê-la salvo e conquistado seu coração, não me arrependo de ir para a cama com ela, pois eu luto pela liberdade e inclui ser quem você quiser ser! O único motivo de eu ser consumido pelo ódio naquele momento é por estar presenciando tamanha injustiça e ainda não estar com a espada cravada nesse idiota.


O que rolou depois foi algo interessante para não dizer inesperado, uma figura começou a jogar dinheiro to telhado da casa. O ato fez com que a batalha parasse e a atenção podia-se dizer que aquele individuo conseguiu da maioria ali, dai do nada o cara começou a cantar belamente e fazer junto uma dança que encaixava na apresentação. Todavia o mesmo acabar por saltar em direção ao reverendo que apesar de tudo estava furioso e preparado para desviar, ele so não contava com a outra figura, arremessada por Saru, ter ido de encontro a suas costas. A esquiva do religioso foi cancelada e os pés do artista o acertaram fortemente no nariz, o homem foi ao chão com dor em sua face agora certamente quebrada. Entre tudo pensa que acabaria ali? Não, não. Agora era a minha vez.


Primeira coisa que faria era direcionar a voz para minha irmã sem tirar o olho do reverendo caído. – Chloe, lembra de quando roubávamos frutas das bancas o que fazíamos para escapar dos vendedores furiosos? – As lembranças me deixaram nostálgicos, foram dias horríveis nas quais a fome nos obrigou a fazer isso. Éramos duas crianças pequenas como poderíamos nos fugir dos grandes homens que sempre nos perseguiam? Nossa estratégia era simples, um iria à frente enquanto o outro bem atrás como sua sombra, o vendedor não conseguia ver o que estava atrás e quando estivessem bem próximos usávamos do elemento surpresa e este mesmo saltava por cima apoiando nas costas no da frente., a partir daí abria duas possibilidades: a primeira do inimigo focar em Chloe que passava por cima dele ao tempo que atacava suas costas, ao se defender ele se deixava aberto para mim que terminava o serviço nos dando tempo para fugir. A segunda opção pouco se mudava, mas se o vendedor continuasse focando em mim e meu ataque vindouro era Chloe que o pegava desprevenido. Era esse meu plano inicial que queria usar contra o reverendo, no entanto. Se o mesmo resolvesse desviar para um dos lados, usar de um giro impulsionado pelo impulso da própria espada para ir em direção ao religioso o atacando visando sempre pontos incapacitantes, não queria que ele morresse... Ainda.


No caso de o plano falhar e de alguma forma não tivesse o apoio de Chloe, iriam então tentar uma manobra ousada. Fincaria minha espada ao chão como em um golpe, o intuito ali era levantar poeira para debilitar a visão do reverendo mesmo que por algum instante, caso a poeira não fosse suficiente o mesmo movimento arremessaria terra em seus olhos visando ter o mesmo efeito. Logo usaria dos mesmos golpes da ação anterior, atacar os braços e pernas.


No entanto, teria de me preparar para o caso de receber golpes vindos de fora, nesse caso iria tentar desviar ou bloquear, revidando se fosse possível em casos de golpes corpo-a-corpo. Já se a situação fosse com atiradores me colocaria na frente do reverendo de maneira que se desviasse a linha de tiro fosse o mesmo, assim o faria e com sorte o próprio tiro do adversário sairia como minha arma. Se qualquer coisa fora do que planejei acontecesse iria focar na defesa usando de rolamento e saltos para me deixar numa situação confortável e replanejar meus movimentos, entre tudo, se meu plano desse certo ou ao menos o resultado da derrota do religioso fosse obtido, olharia em seus olhos com todo desprezo e nojo que pudesse demostrar.


- Não abra a boca pra falar dela. – Apontaria para Terra. - Pois ELA é mais mulher do que você jamais será como homem! – Diria e logo começaria a socar a cara do mesmo, chutar e pisar até que sua consciência se esvaísse e o chão estivesse enxarcado daquele sangue imundo, mas não morto... Tinha outros planos para ele.



Histórico:

Resumo da Ficha:



Objetivos
● Conseguir um navio (  )

● Conseguir uma tripulação (  )

● Tornar oficialmente um pirata (  )

● Conseguir dinheiro (  )







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Kuro Tempest
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THE
LAST
SPARK OF HOPE
A lança inimiga chocou-se com a lateral de minha lâmina, sendo desviada de forma fácil enquanto eu avançava contra o soldado que me atacara. Acertá-lo não foi a coisa mais difícil que já tinha feito em toda a minha vida, mas aquele não seria o primeiro a ter que derrubar naquele momento. Não houve escapatória por parte do inimigo, que sentiu o gosto da minha espada. ”Temos que acabar logo com isso!”

Afastei-me por dois passos antes de procurar pelo próximo alvo a ser acertado. Assim como o primeiro, inclinaria o meu corpo para a frente enquanto colocava a espada para o lado, impulsionando todo o meu corpo em sua direção esperando que me atacasse com sua lança. Haveria duas coisas que eu poderia fazer caso fosse atacado. Uma seria desviar a lança como tinha feito anteriormente, enquanto a outra seria me esquivar em toda velocidade para o lado e então pegar impulso para continuar.

Meus olhos atentos buscavam entender o padrão do novo inimigo, e agiria em defensiva quando visse o que ele faria para me atacar. Assim, tentava tirá-lo de cena, para que não nos desse trabalho enquanto Lúcio e o outro garoto que o mesmo feriu, estavam se desgastando para nos ajudar. Claro, o mais velho tinha sido lançado para longe de nós, mas isso não apagava a ajuda que ele tinha dado para Saru.

Acabado com o inimigo, caso conseguisse findar com ele, avançaria para um outro que estivesse perto de mim. Com tamanha agilidade, seguiria até ele para mais um ataque, fazendo o mesmo que fizera anteriormente, observando a forma como ele agia para usar uma das duas formas de defesa anteriores, para então atacá-lo com tudo o que eu tinha.

HP: 3800/3800 | ST: 100/100

Considerações:

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Saru
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Eu conseguiria ouvir o reverendo a falar as suas palavras, quase todo mundo ali iria conseguir ouvir tais palavras, ele falaria sobre os irmaos, ele não parecia nada contente perante as palavras de diego, os movimentos e reflexos do reverendo eram bons eu conseguiria notar isso mesmo que fosse por relance devido me focar nos guardas. “ Aquele maldito” enquanto eu estaria com Kuro nos focando nos guardas eu ouviria a voz da Terra que estaria indo ver da Elma era claro a discuçao entre ela e o reverendo as revelaçoes nos argumentos entre eles me deixaria meio confuso “…Julio?....” no meio dos debates eu ouvia outro tiro aquele som batia na minha cabeça quase como um tapa na nuca “Tch..de novo, covarde maldito” naquele mesmo momento eu teria acabado de derrubar e apagar um dos soldados meu chute teria lançado ele contra os outros que eles pegariam -Bem pegado. Mas era provavel que eles largariam ele no chao para me atacar mas entretando, eu sentiria uma golpeada por tras no ombro -Ahhh. Dava uns passos em frente olharia para tras e via Jacob e Lucio impedindo a lança -Jacob o que raios tu faz aqui de novo era pra tu estares na casa recuperando. Eu teria jogado lucio para fora dali apesar da ajuda dele eu teria que ajudar ele mais ainda para não se magoar mais, eu ouvia ele a gritar -Obrigado pela ajuda e me desculpe mas naoo é que tu seja inutil, apenas não é util aqui desse jeito nao é bom se for ferido de novo. Dizia em resposta que talvez ele ouvisse ou não, que por sorte eu teria jogado ele contra o reverendo permitindo que o mesmo tomase uma bicuda na cara. -Eheh desculpa titio parece que não foi tao inutil assim. Diego estaria lidando com reverendo e eu precisaria terminar os guardas para ajudar. Faltariam 3, um que me atacou outro que estaria talvez com o kuro e outro que sobrariam para quem seja que fosse pegar primeiro.
Pegaria no Jacob e puxaria ele para tras de maneira que ele ficasse um pouco mais atras de mim com uma distancia segura.
-Obrigado pela ajuda, mas fica quieto atras de mim tas um pouco ferido lembraste, alem disso este guarda ta com pouca sorte. Eu mexia um pouco o ombro onde estaria ferido o corte doia me, olharia para o soldado seriamente -Pelas costas hein? É assim que lutas pois bem…irei fazer esta luta ter 2 batidas. Eu ficaria preparado e dava um pequeno avanço contra o soldado, para que o mesmo tenta se outro ataque de volta talvez para me impedir de aproximar-me, assim que a lança dele viesse de frente contra mim eu dava um pequeno pulo pro lado esquerdo e ao mesmo tempo com meu pe direito eu chutaria a ponta da lança para baixo contra o chao de maneira que com o impulso do soldado e meu chute ela espetaria no chao e tomando partido disso e da abertura de guarda que isso causaria, me prepararia e ainda com minha perna direita se movendo eu percorria a extensão da lança passando por cima do cabo da lança e iria dar chute frontal bem na cabeça do soldado -1 Batida dou te eu, e a outra das tu no chao. Movendo minha perna para a frente no movimento do chute, o soldado iria ser atirado direto para o chao se arrastando apos o chute, caso ele não fosse derrubado eu daria um golpe na lança para que fica se inutilizada e daria espaço entre mim e ele para ser mais seguro me defender , mas se o chute desse certo e derrubase ele, feito isso mais 1 estaria derrubado e eu teria cobrado o golpe que o maluco me fez. Olharia para Kuro e se o mesmo tivesse já derrubado um soldado tambem, significaria que so sobraria mais 1 ou ele enfrentaria o Kuro ou me enfrentaria um dos dois ele teria que atacar. –Oi espadachim se conseguires podes cuidar dele é todo teu. Deixando o ultimo soldado para o Kuro, eu  pegaria na lança que possivelmente teria sido largada pelo soldado e olharia para o jacob, -Psiu, quero que faças tres coisas bem simples para mim, ta.. 1- Toma segura nesta lança. 2- Quando tiver livre tu vais la pegar na Terra e juntamente com os bandidos tentem levar ela e elma para dentro ou pelo menos perto de casa para ficarem seguras 3- Não morras, tive muito trabalho em trazer te de volta, okay agradecido. Se o mesmo tentasse perguntar para que a lança ou que ele iria fazer com ela, porque talvez ele não soubesse usar eu responderia. -Não sei faz o que quizeres com ela, se diverte brincando de lancinha, joga ela fora, sla, so segue as outras duas instruções. Dizia enquanto andaria eu tiraria minha tshirt e tentaria atar ela em volta do ombro -Hmm espero estar a fazer certo, pelo menos pra estancar um pouco, acho que meu avo tentou me falar algo sobre, mas eu devo ter viajado. Atando a tshirt no ombro eu ficaria meio que em tronco nu, meu bom fisico de anos de treino seria notado, eu caminharia em direçao a bagunça de diego/Chloe e reverendo -Apesarem de serem bandidos eles são mais honrados e limpos que tu…ficares com o coraçao de Goa isso nunca ira acontecer, nem coraçao nem Goa iram ser teus, acusas as pessoas de pecarem, o que elas fazem ou não fazem, o que elas são ou não são, mas nem sequer sabes o significado de familia ou das valor a tal palavra e tu cometeste o maior pecado, foi achares que Goa é teu territorio. Dizia para que o mesmo ouvisse independentemente se ele estaria lutando ou não, apanhando ou não, dava uma leve parada perto de Terra e Elma e olharia para elas e depois falaria -Meu corpo ta coçando para te bater, não me importa tas agir por deus ou outro ser celeste, mas eu vou te encher de porrada como fiz com os teus soldados, Goa é meu território e esta é minha ilha minha casa e tu estas a causar nela. Estaria assim meus dedos ao olhar para o causador de tudo e ficaria preparado para qualquer movimento contra mim perante os corpos caidos de Elma e Terra.




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ripper
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Acabando com isso

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Saí pela janela na parte de trás do Chalé e logo avistei uma estrutura semelhante a uma escada feita no exterior das paredes, parecia ser própria para subir. Quando alcancei o topo do telhado, avistei novamente aquele homem, agora em posse de uma pistola. Na sua frente, uma mulher tentava amparar aquela que parecia ser a vítima do disparo.

Então ela nasceu homem? — era  a primeira vez que aquele assunto tocava minha cabeça e de forma nenhuma aquilo pareceu estranho. As pessoas devem ser tratadas como elas quiserem ser tratadas — Que incrível...
Foi quando o homem de vestido disparou em sua filha. O combate começou e todas as memórias ruins começaram a surgir em minha cabeça, os gritos, o cheiro de sangue... eu parecia saber como transformar sofrimento em arte. Mesmo com as mãos trêmulas e a voz não tão perfeita por conta do meu trauma, todos pararam para ver a minha apresentação, pude ver toda a cena por cima, um casal que gritava bastante acabando com alguns guardas, um rapaz que gostava de chutar e arremessar pessoas e um notável espadachim que cortava com facilidade seus inimigos.

Foi olhar nos olhos do homem de vestido que me fizeram pular, quando saltei, pude ver um homem sendo arremessado, aquele homem acertou as costas do meu alvo, que ficou exatamente onde eu precisava.

TOMA SEU MERDA! MAAAAAAAAAAAHAHAHAHA! — o prazer percorria meu corpo, que sensação incrível.
Caí perto do casal, do Sheep e do homem que havia sido arremessado. Minhas mãos tremiam com as imagens do meu trauma passando em minha cabeça como um álbum de fotos, mas eu tentava me controlar, o homem de vestido era uma pessoa terrível e o culpado por aquilo tudo.

Eu pensava que só pirata era coisa ruim, mas tu é coisa ruim também e tu é da igreja, porra! — talvez eu não tivesse outra chance de acabar com aquilo tudo e eu já estava cansado de fugir.

Olhando em volta, procuraria uma espada para utilizar.

El Jefe sempre disse “é melhor saber e não precisar do que precisar e não saber”, agora eu preciso, obrigado Jefe...

O homem que havia sido arremessado possuía uma espada? Qual era o estado dele? Se fosse possível, pegaria a espada do homem o mais rápido possível e empunharia ela na minha mão direita.

Então, me voltaria ao Sheep.

Aí, seu merda... — engolindo seco — é agora que tu morre! — então dispararia na direção do homem de vestido. Eu queria chamar a atenção dele, estava enferrujado com a espada mas confiava muito em minhas pernas, mesmo que bambas. O casal parecia ter o mesmo objetivo que eu, bastava que um de nós acertasse os golpes.

Após minha corrida inicial, daria pequenos saltos para os lados, ainda avançando na direção dele. Meu objetivo era dificultar ainda mais seus disparos. Não esperaria chegar no alcance do corpo dele, provavelmente ele estaria com o braço da pistola esticado em minha direção e seria em sua mão que eu iria mirar. Assim que estivesse prestes a chegar em seu alcance, anteciparia meus passos com um pulo e tentaria cortar sua mão na altura dos dedos, era o que bastava.

Caso eu não obtivesse sucesso em obter a espada, meu pulo final seria em direção das pernas do padre, onde eu buscaria agarrar a barra de seu vestido e depois levantá-la, igual fiz na Igreja, afim de tirar a visão e a noção espacial do Sheep.







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pensamento




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Chloe Kaminari
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20º - A verdade descoberta... Terra... Júlio ?

Chloe Kaminari


As vezes um soco no peito pode ser doloroso, mas tratar as próprias feridas e flechadas pode ser ainda pior para o orgulho de uma pessoa. E naquele momento estávamos falando completamente do meu orgulho ferido. O curto segundo entre o respirar e um pequeno puxão foi o suficiente para tirar um grito dos lábios avermelhados que tinha, entretanto não seria aquele grito que desejava que meu irmão ouvisse, mas foi o que deu no momento.

O ardor dos anos aguardando pacientemente por estar novamente em seus braços pode ser transmitido de forma tão nítida que havia abalado completamente a estrutura do vermerendo em meio a suave cena que havíamos iniciado. Meus lábios se voltaram em um suave sorriso ante o desgosto do homem que apenas profanava o ouvido de todos com suas ladainhas —Manchamos a beleza deste reino? Ora verme, este reino está mais sujo do que a casa do caralho. — Era nítido o escarnio que esvaia de meus lábios conforme o homem parecia continuar seu monótono monólogo.

Nossos golpes contra os soldados religiosos foram tão efetivos que pareciam brincadeira de criança, entretanto a cena seguinte... a cena seguinte foi como um enorme estalo em minha mente, tudo o que eu mais odiava parecia se renovar e reinventar na minha frente. Terra havia ido de encontro a Elma, seus olhos pareciam preocupados com a chefe em um primeiro momento, na verdade não tive muito tempo para perceber qualquer coisa além do ÓDIO que aquele corpo esguio emanava pelo vermerendo, mas ainda sim o que houve não dava motivo para ele ter feito aquilo. Ouvi atenta a discussão entre os dois. Júlio? Aquilo fez minha mente ter um enorme clarão do porque aquela mulher não tinha seios como a grande maioria, o calor fazia com que meu ânimo ficasse ainda mais vivo e a enorme vontade de socar aquele homem crescia.

Reprovação... Discriminação... ameaça... e por fim um novo tiro.


—TERRA! — tudo aquilo acabou fazendo com que eu compadecesse da mulher, o grito saiu mais rápido do que pude perceber e com isso a destra se fechou ainda mais forte em torno da corrente que usava. Iria fazer aquele homem pagar por cada alma que havia machucado e maculado durante sua vida. O garoto que havia me ajudado mais cedo começava agora a brincar no telhado, dinheiro esvaia de seus bolsos tirando a atenção de muito ali, mas por mais que gostasse de dinheiro, tudo o que meu âmago desejava era fazer rastejar aquele reverendo de merda tirando cada suculenta gota de sangue de seu corpo.  A voz de Diego acabou por roubar minha atenção naquele momento, a pergunta fez com que nostálgicas memórias retornassem — Claro que me lembro. Adorava essa brincadeira. — O sadismo era perceptível, os dias em minha memória eram terríveis, mas não seria aquele o momento de tornar a lembrar o passado ruim.
A estratégia era simples, mas poderia não ser tão efetiva quanto precisávamos. Me colocaria a correr atrás de Diego e quando fosse possível usaria suas costas como uma espécie de trampolim a fim de acertar o velho por cima, mas haveriam algumas coisas que precisava pensar também. Se o homem desviasse do ataque, se ele investisse contra mim, ou ainda caso investisse contra Diego.

Na primeira das possibilidades iria apenas continuar o golpe até pousar novamente no chão a fim de voltar a correr e deixar que meu irmão fizesse o mesmo, assim poderíamos atacar juntos por ambos os flancos se fosse possível, caso o homem investisse em meio ao nosso ataque, tentaria diminuir seu contato com o chão o derrubando ou puxando seu corpo caso conseguisse usar de minha corrente para que enrolasse em um de seus calcanhares. Se ele apenas desviasse do ataque vindo pelos flancos, tentaria correr em sua direção, mas apenas passando direto para que pudesse o atingir em algum ponto cego. Se o mesmo virasse em minha direção, Diego poderia atacar algum ponto cego do homem ou até mesmo findar sua vida por completo.

Se em meio aos primeiros golpes o homem investisse enquanto tivesse no ar, usaria a ponta da corrente como escudo circular para o afastar de mim, se por ventura conseguisse notar que o mesmo estaria a puxar a arma, iria focar o golpe da corrente em sua mão, ou até mesmo usaria de um golpe circular repetidas vezes para tentar amenizar o estrago da bala ou até mesmo defletir a mesma, mesmo que pudesse ser algo impossível.

Ainda havia uma possibilidade, caso o reverendo investisse em direção a meu amado irmão em meio ao salto ou até mesmo a corrida, me colocaria na frente do homem a fim de proteger o mesmo com meu corpo se fosse preciso. Caso o salto fosse completado e o homem ainda sim investisse contra meu irmão, iria usar de minha corrente contra suas costas a fim de causar dor suficiente para que o mesmo parasse antes de chegar ao homem de cabelo albino.

Caso tudo isso não fosse o suficiente para deixar o reverendo desacordado, ainda poderia usar de outras estratégias. Se meu irmão não pudesse me ajudar em qualquer uma das possibilidades, usaria o chicote de forma que se tornasse uma arma um pouco menor para que utilizasse as duas mãos para atacar o homem o máximo de vezes que pudesse a fim de deixar o mesmo com o mínimo de tempo para recuar ou recuperar o folego e atacar qualquer pessoa ali presente, até mesmo aquelas que estavam em estado catastrófico.

Se qualquer um dos soldados que lutava contra um dos rapazes que estava ali ou até mesmo estava contra os ladrões, iria usar da distância para incapacitar o máximo de homens que fosse possível.

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