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Kenshin
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KenshinDesenvolvedor
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Mazushi: Por um punhado de berries Qui 13 Maio 2021 - 7:01
Relembrando a primeira mensagem :

Mazushi: Por um punhado de berries

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Yu Wei, Ren & Izzy. A qual não possui narrador definido.

_________________

Mazushi: Por um punhado de berries - Página 3 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Rangi
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Legenda


Narração.
"Pensamentos".
-Falas.


Post - 05



Angelo Nista, nunca ouvi falar - Uau, alguém da mansão Nava. Deve ser alguém forte, isso é perfeito. - e ainda é explosivo, vai ser fácil manipular alguém assim - Tudo bem, de manhã vamos visita… argh - uma dor imensa surge em meu peito. Sentia a falta de ar e tonturas mais uma vez. Inevitavelmente, sangue escorria como lágrimas nos meus olhos.

Não vai dar, preciso comprar esses remédios logo - Pessoal, preciso comprar alguns medicamentos. Tenho uma condição de saúde frágil e vai ser impossível continuar sem um pouco de morfina ou remédios - não entraria em detalhes, depois explico melhor - Podem ir na frente. Nós encontramos na mansão. -. Sairia correndo em busca de uma farmácia ou boticário.

Se encontrasse uma aberta, entraria ainda um pouco ofegante, cumprimentaria o atendente e compraria um frasco inteiro de remédios. Não queria saber de descontos, só me livrar dos sintomas. Dada a dor que estou sentido, a doença progrediu, estou em estado terminal. Isso não me incomoda, sabia que isso ia acontecer, já alcancei meus 20 anos e é quando as coisas pioram.

Se conseguisse comprar, tomaria uma cápsula ali mesmo. - Obrigado  - agradecia todos os pesquisadores que morreram para descobrir que se remédio simples, ou nem tanto, serve como paliativo. Sentaria encostado em um muro para esperar as dores sumirem, mal consigo andar. Enquanto isso, relembraria os bons momentos em Whitespear observando as estrelas e brincando com a fumaça da respiração nesse frio. Sirarossa pode ter um submundo de merda, mas o frio e as luzes da cidade conquistaram meu coração.

Caso esteja fechada, apenas ficaria no muro aguardando o dia amanhecer.





Histórico:

Objetivos:

Milabbh
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Localização : Ilhas Organ - East Blue
MilabbhCivil
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Narração - Por Um Punhado de Berries
Localização: Sirarossa
Período do dia: Noite

O grupo decidia que o melhor no momento era se separar para resolverem algumas pendências. Eles só não contavam, porém, que aquela seria a última vez que se veriam.

Ren & Izzy


As irmãs mink andavam cabisbaixas pelas ruas, não por algum sentimento ou coisa do tipo, e sim para não encararem a lua e liberar sua forma bestial. Ainda assim, reconheciam tranquilamente cada esquina que viravam.

Seu objetivo? Um beco conhecido por tramites ilegais. Não demorava muito até que elas alcançassem o local, e lá já avistavam um homem mal encarado vendendo armas em um preço mais acessível. Ou era o que esperavam.

Claro que a feição dele faria qualquer um se encolher, no entanto, pelo menos Ren já estava acostumada a lidar com aqueles malfeitores. Suas falas, porém, faziam com que o homem sorrisse de forma maliciosa para ela e, encarando-a, dizia.

- Uma gatinha indefesa chamada Ren... Parece que é meu dia de sorte. - Sem nem dar chance para que elas revidassem, ele lançava uma bomba de fumaça no chão. À princípio o gás roxo só as deixava cegas, no entanto, em pouco tempo se sentiam sonolentas. Nem mesmo Thor escapava do ataque.

Seus corpos caíam desacordados no piso de ladrilhos. Alguns ratos corriam com o impacto, e as pessoas que faziam negócios apenas olhavam indiferentes. O homem que atacou, por sua vez, erguia Ren e cobria sua cabeça com um tecido escuro qualquer. Em seguida, a jogava por cima de seu ombro, carregando-a para longe.

A alva não sabia disso, mas escondido no bolso do paletó surrado de seu inimigo, jazia um broche com o emblema dos Barzini. Toda a movimentação fazia com que o tal enfeite de roupa caísse no chão perto de Izzy, que era deixada para trás junto com seu felino.

O efeito durava aproximadamente 30 minutos, e a tontura seria a primeira sensação que a gata remanescente experimentaria, bem como a falta de sua irmã, que havia sumido no mapa. A única pista era o tal broche da família mafiosa, que refletia a luz pálida da lua.

Yohan


Ao finalizar sua apresentação noturna de sempre, o músico rumava até o bar, onde era recepcionado por uma belíssima bartender. Seu ímpeto era o de flertar com ela, no entanto, a memória de Raven e cortes na garganta o impediam. Talvez fosse melhor assim.

A tontatta, por sua vez, estava sentada no balcão mesmo, escorada em um copo vazio e bebericando em um tampa de garrafa. - Novidade? Sei lá, aqueles seus amigos que parecem saber dessas coisas, a gente só fica enfurnado aqui dentro.

A bartender ria da pequena e depois se retirava para atender clientes que estavam sentados mais distantes. Aproveitando o momento a sós, Yohan puxava um assunto mais sério com sua amante proibida.

- É... Assaltar um banco chama muita atenção. - Ela tomava um gole de sua bebida, e ao fim, passava as costas da mão sobre a boca, limpando-se. - Pera lá. Já sei! Um dia desses um bêbado estava se gabando de ter prendido um procurado aí. Ele jurou que conseguiu 10.000.000 Berries! - Seu rosto se iluminava com animação, e então continuava. - Tá, não é muito, mas já quebra um galho né. O que acha?

A moça encarava o músico com expectativa, esperando uma resposta. E ela vinha, mas não na forma que ela esperava. Primeiro um pensamento em voz alta e, logo em seguida, um questionamente. A voz distante e olhar entristecido de Yohan diziam tudo o que a tontatta precisava saber.

- Você tem alguma dúvida? Não vai se livrar de mim assim tão fácil... Afinal, sem mim sua música fica meio insossa. - Ela colocava sua pequena mão sobre o dedo do homem. Tecia um sorriso em seu rosto, que ostentava um misto de melancolia e conforto. - Mas antes, precisamos de dinheiro. E agora é sério, o que acha? - Seus olhos novamente pareciam brilhar com certa animação.

Solomon


Ouvindo a fala de Izzy, ele se sentia mais determinado em seguir com o plano, no entanto, sua dor era tamanha que nem mesmo conseguia se concentrar. O líquido carmesim novamente escorria por seu rosto, manchando a pele morena. Aquela era a deixa que precisava.

Se distanciando, ele exclamava o que faria, também achando, de forma errada, que se encontraria com seus companheiros na mansão. Ele andava sem rumo pelas ruas da cidade até achar uma loja repleta de plantas, que emanava um cheiro agradável e estranho ao mesmo tempo. Na plaquinha de madeira, que rangia com o balançar do vento, lia-se: Botica.

Sem pensar duas vezes, Solomon entrava no estabelecimento e já ia pedindo o que precisava, ofegando enquanto tentava se comunicar. O atendente o olhava surpreso, talvez pelo fato de ter o rosto manchado de sangue, mas nada dizia.

Pegando o medicamento em questão, entregava para o cliente e, em seguida, recebia o pagamento. O valor de 300.000 Berries era trocado, e o jovem tomava o remédio ali mesmo, sentindo o alívio imediato que a droga causava em seu organismo.

Saindo ainda cambaleando da botica, ele se encostava na amurada de uma escada. Seu rosto se erguia para encarar a lua gigante no céu, que só sumia por conta de algumas nuvens que insistiam em entrar na sua frente.

Ainda assim, era uma bela cena que via por trás da cortina de vapor da sua respiração. As dores aos poucos se esvaiam enquanto ele lembrava de sua cidade natal e, assim, sem mais nem menos, adormecia ao relento.

Wei & Seis


A dupla dinâmica era a única que ficava para trás, ainda parada na praça perto do cabaré de madame morgana. Como era de se imaginar, a conversa não fluía tanto, e mesmo que sim, não era barulhenta. No entanto, nada falavam.

Wei permanecia absorto em seus pensamento, talvez lembrando de sua terra natal, seu antigo mestre e a coincidência de ter encontrado um outro aluno dele por aqui. Enfim, nunca saberemos.

Enquanto isso, Seis tinha mais uma de suas acaloradas discussões consigo mesmo, causando estranheza nos transeuntes. Não tinham muito o que fazer, a não ser esperar pelo retorno de seus companheiros. Mas a pergunta que ficava era: E se não voltassem? O que fariam?

ControlePosts: 05

Yohan
Ferimentos:
Ganhos:
Perdas:

Considerações
Madame Morgana
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Raven
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OFFA aventura seguirá apenas com o Rag, fiz essa finalização só para não ficar um buraco no plot, mas assim que a avaliação sair posto por aqui para vocês.


emme


Wild Ragnar
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Créditos : 05





Legenda


Narração.
"Pensamentos".
-Falas.







Quando Yohan ouviu a resposta da tontatta, qualquer vestígio de tristeza e relutância em seu rosto desapareceu dando espaço para uma expressão alegre. - Mas ora! A ousadia dessa piveta! - Exclamou ele com raiva fingida, tentando usar o dedo indicador para espremer de levinho o corpo da companheira contra o copo em que ela estivera escorada antes de colocar a mãozinha sobre a dele. - A música de quem é insossa hein? A música de quem?! - Bradou fazendo um estardalhaço enquanto “lutava” com ela usando o dedo, querendo força-la a desmentir o que dissera. Conseguindo, ou não, após acabar de brincar com ela e afastar o dedo, estaria com um sorriso largo nos lábios.

- Caçar um procurado é? - Questionou retoricamente frente à última pergunta feita pela tontatta. A mente logo começou a analisar a possibilidade e a dar uma viajada, na qual visões de sangue, navios em chamas, dinheiro e glória se misturaram. Aos poucos ele começou a acenar com a cabeça, vendo na proposta um apelo cada vez maior. - Apesar de poder ser meio trabalhoso, acho que nós conseguiríamos... e fora a recompensa, creio que ninguém ligaria sobre como trataríamos o alvo desde que entreguemos uma cabeça intacta à marinha. - Comentou por fim, deixando um pouco de sadismo transparecer no sorriso.

Ele honestamente não entendia como os dois nunca haviam pensado nisso antes. Se havia um alvo perfeito para as atividades “extracurriculares” da dupla, certamente seria um pirata com recompensa sobre a cabeça. - Desse jeito podemos traçar um caminho para a Grand Line caçando nos mares e nos apresentando nas ilhas. Essa também seria uma vida bem boa, não é mesmo? - Questionou com empolgação.

Mas empolgação somente não era suficiente para tornar algo realidade. Era preciso também planejar e então agir. - Creio que primeiro temos que ir no QG ver se algum procurado foi avistado na ilha e também aqueles que atuam entre aqui e Kano. Se tiver algum por aqui podemos tentar caça-lo nós mesmos e ganhar algum renome. Depois temos que ver se é possível nos juntarmos a algum tipo de grupo de caça para ir aos mares. Se não tiver nenhum procurado por aqui, vamos direto à procura de um grupo de caça. O que acha? - O plano dele não era lá muito complexo, já que não conhecia muito sobre o mundo dos caçadores de recompensa, mas era um início.

- Independentemente, é melhor esperar amanhecer para irmos ao QG. Passa no meu lugar amanhã para me chamar na hora que quiser ir? - Finalizaria ele o assunto, e quando a refeição chegasse, comeria e tomaria sua cerveja conversando sobre outras coisas com a tontatta, se despedindo da mesma uma vez que acabasse. - Vou lá pegar minha parte do pagamento. Té amanhã então pequena. -

Indo até o escritório da Madame Morgana, após bater três vezes na porta fazendo um toc toc toc, entraria quando fosse liberado, já dizendo de forma floreada. - Luz dos olhos meus, venho após o fim de mais uma noite de sucesso receber o que me é devido. - Com a mão estendida e um sorriso galanteador, receberia o pagamento pela noite de trabalho sem mencionar nada sobre a bebida que tomara ao chegar. Se ela descontasse, bem, se não descontasse, amém.

Também não mencionaria nada sobre seus planos de ir para a Grand Line ou começar no ramo de caçar piratas. Tudo ainda estava no campo das ideias, e não era preciso alarmar ninguém. O que faria, ao invés, apenas se estivesse fora da vista de Raven, seria olhar o corpo da Madame de cima a baixo, deixando que ela percebesse a luxuria contida em tal olhar. - Talvez eu possa ser de mais alguma serventia nesse fim de noite? Posso ser uma boa companhia... - Comentaria ainda, e apesar das palavras indiretas, o que ele pretendia estaria claro para a mulher.

Se fosse recusado, fecharia os olhos, suspiraria, e balançaria a cabeça como quem tentava afastar uma ideia, ou imagem. As coisas que uma mulher como ela sabia fazer entre quatro paredes, pelo visto teriam que ficar apenas nas suas memórias para não serem revividas. Dando um singelo - Boa noite. - se retiraria em seguida do cômodo e contaria o dinheiro recebido, separando uma porção para o café da manhã e almoço do dia seguinte, para então analisar o que poderia fazer com a porção restante. Desde que tivesse suficiente para comprar uma espada, se conteria e iria embora para casa, mas se a porção que restava não fosse o suficiente, usaria o dinheiro para comprar uma garrafa de rum barato que levaria consigo.

Uma vez em casa, tomaria algumas doses se tivesse comprado a garrafa, procuraria um cantil para colocar o resto da bebida, dedilharia em um violão velho, tomaria um banho, e daria boa noite para sua família macabra que nesse ponto já começara a tocar uma música de ninar. No dia seguinte, se fosse acordado por Raven, seguiria com a mesma até o QG.

---

Já se não fosse recusado pela Madame Morgana, fecharia a porta do escritório e passaria a chave, começando a desabotoar a camisa e andar tranquilamente até ela com um sorriso cheio de travessura e safadeza. No fim, a noite não seria tão tranquila quanto ele pensara que seria após ter resolvido ir ao QG no dia seguinte. Apenas horas depois é que ele sairia dali e retomaria os passos para casa, sentindo os joelhos ainda moles e uma satisfação difícil de descrever.





Histórico:
Objetivos:

Milabbh
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MilabbhCivil
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Narração - Por Um Punhado de Berries
Localização: QG G-71
Período do dia: Manhã

Os sorrisos da tontatta e de seu companheiro enchiam o salão ja barulhento, e os dois pareciam se divertir bastante. Raven, se dando por vencida, afastava o dedo de Yohan e limpava as lágrimas que escorreram, provenientes da risada intensa.

- Tá, Tá... Talvez ela seja boazinha. - A moça ajeitava suas vestes, agora completamente bagunçadas, e prestava atenção no balançar afirmativo de cabeça do amigo, seguido de sua fala.

- Pois é, bater em uns malvadões, causar um pouco de caos, ganhar dinheiro e viver viajando... Não me parece má ideia de jeito nenhum. - Com a pequena mão no queixo, a tontatta encarava o teto, como se vislumbrasse seus devaneios com o futuro. - Hmmm, faz sentido procurarmos lá no QG, inclusive, não tem um por aqui?! Sendo sincera, nunca prestei atenção, mas já vi algumas notícias sobre ele. Mas enfim, não custa tentar, se der errado fazemos isso aí que falou.

Raven enchia novamente sua tampinha de garrafa, ao mergulhá-la no copo de Yohan com cuidado e, em seguida, engolia tudo de uma vez, apertando os olhinhos e soltando um "ahhh" refrescante. Ainda que estivesse ocupada se embriagando, porém, ouvia a despedida do amigo. - Passo sim, te acordo com um balde de água fria. - Um sorriso brincalhão surgia em seu rosto bem na hora que a comida chegava, e eles comiam e bebiam até a hora de irem embora.

Raven o fazia, enquanto Yohan, por sua vez, decidia passar no escritório de madame Morgana para receber o salário da noite. A mulher falava em tom sereno e quase cantado para que ele entrasse, erguendo o olhar ao perceber sua presença.

- Para isso o senhor não se atrasa, não é? - Um sorriso surgia em seus lábios enquanto ela mexia em uma gaveta ao lado. - Aqui está, faça bom uso. - Erguendo a mão, ela ostentava um envelope, que continha 500.000 Berries

Não satisfeito com o dinheiro, o músico ainda tentava seduzir a mulher. Onde já se viu tamanha ousadia? Um mero gafanhoto querendo passar a perna na professora. E como se pensasse exatamente isso, Morgana se limitava apenas a lançar-lhe um olhar de deboche. - Boa noite, Yohan. - Com isso, voltava a escrever, dando como finalizada aquela conversa.

Ao sair do escritório, ele contava seu dinheiro e percebia que havia o suficiente para a arma, por isso, lutava contra o ímpeto de comprar a bebida e rumava diretamente para casa, onde dormia embalado pela bizarra música de sua família.

Só acordava ao sentir os raios solares incomodarem seus olhos, mesmo atráves das palpebras. Mas não era só isso que o despertava. havia também algo gelado em sua testa, um gotejar lento e irritante. Ao abrir os olhos, poderia se deparar com uma Raven sorridente escorada na cebeceira da cama, com um pano molhado em mãos.

- Promessa é dívida. - Ela esperava que Yohan se arrumasse e, enfim, seguiam para o QG da ilha. Após alguns minutos andando sem rumo, finalmente avistavam algo que poderia ser o o prédio em questão, ainda que não aparentasse.

Sua arquitetura não parecia muito com a de um típico quartel que já tinham visto em jornais, na verdade, mais lembrava uma mansão pomposa, exceto pelo fato de ser tão segura quanto qualquer construção da marinha, e possuir suas cores emblemáticas.

Entrar não era difícil, uma vez que ficava aberto ao público, e lá dentro era tão chique quanto poderiam imaginar. Um enorme lustre de cristal pendia do centro da sala, iluminando todo o ambiente, e refletindo alguns pequenos prismas de luz. A mobília era toda em tons brancos e douradados, e mais pareciam pertencentes a um castelo.

Erguido logo na entrada, jazia um mural mármore alvo onde se encontravam colados vários cartazes de procurados. Alguns tinham recompensas exorbitantes de 50.000.000 Berries, mas nem mesmo sabiam o paradeiro de tal melfeitor. Já outros, eram mais modestos e, portanto, mais fáceis de lidar.

2 deles se destacavam aos olhos dos aspirantes a caçadores, e poderiam escolher qualquer um para começar sua jornada. - O que você acha? - Raven perguntava enquanto olhava compenetrada os cartazes.

Procurados:

ControlePosts: 06

Yohan
Ferimentos:
Ganhos:
- 500.000 Berries (Salário do bar)
Perdas:

Considerações
Madame Morgana
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Raven
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emme


Wild Ragnar
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Créditos : 05





Legenda


Narração.
"Pensamentos".
-Falas.







- Uuunnngh. - Murmurou Yohan virando a cabeça para o lado na tentativa de esconder o rosto dos raios de sol e da sensação estranha que o incomodava, mas de pouco adiantou. A fonte do que lhe provocava irritação, mesmo em sono, parecia acompanhar o movimento do seu corpo, permanecendo certeira em seu intuito. Sendo tragado para fora dos doces sonhos que tinha, o musico franziu a testa, e ao sentir o rosto molhado, passou a mão nele enquanto abria os olhos. - Mas que por... - Começou ele a praguejar, apenas para parar no meio ao ver a tontatta na cabeceira da cama segurando um pano úmido.

- Ahhh, Raven!! Pô... - Reclamou de imediato ao entender a situação, pegando o travesseiro e jogando nela ao ouvir sua resposta, sem realmente ligar para o resultado, mas ao se sentar na cama ainda com a cabeça abaixada, seus cabelos longos escondiam o leve sorriso em seu rosto. Harmonizando com o traço de felicidade no coração dele, uma música leve começava a ecoar em seus ouvidos, o que fez com que ele olhasse para o outro lado do quarto, onde os corpos queimados da sua família tocavam e cantavam, balançando os esqueletos. A visão pútrida ameaçou azedar o humor do homem, mas ele logo desviou o olhar e se levantou, indo buscar uma camisa limpa e colocar as botas enquanto começava a cantarolar ele próprio, focando na música em si, e não naqueles que a produziam.

- Lá vem o Sol
Lá vem o Sol
E eu digo
Está tudo bem

Queridinha
Tem sido um inverno longo, frio e solitário
Queridinha
Parece que faz anos... -


Ao saírem do casebre ele comentou brincando - E então, empolgada? Hoje pode ser o primeiro dia do resto das nossas vidas. - querendo relacionar a ida ao QG a uma ida à igreja, e o início da caçada ao início de um casamento. Talvez Raven não entendesse a brincadeira. Talvez entendesse. Mas de toda forma, ele próprio riu de leve antes de dar uma última espreguiçada, seguir andando e trocar de assunto. - Você já comeu algo? - Haviam alguns dias que ele não acordava sem estar de ressaca, e o estomago comprovava o estado do seu corpo ao fazê-lo sentir fome.

No caminho para o QG, se passassem por alguma vendinha, carrinho de comida ou padaria, ele daria uma pausa para comer, pagando o que fosse preciso para tomar um café da manhã. Hora conversando com Raven sobre coisas aleatórias, hora cantarolando mais um pouco, uma vez que entrasse no edifício almejado, daria uma leve assobiada de apreciação. - Eu já passei em frente várias vezes mas nunca tinha entrado aqui, é realmente... opulento... - Sussurrou para ela sem perceber que estava falando mais baixo que o normal.

Com o olhar sendo atraído à um mural que estava logo na entrada, os olhos do musico brilharam como diamantes ao ver a recompensa de cinquenta milhões de berries de um dos procurados. "Isso... isso não é o correspondente a cem dias de trabalho meu no cabaré?". Usando os dedos para contar rapidamente, um sorriso se abriu em seu rosto, mas ao procurar por mais informações sobre as pessoas em questão, o sorriso logo se apagou. Não havia informação alguma sobre onde encontrar aqueles piratas. Ainda assim, observou atentamente cada cartaz em questão. Quem sabe um dia não encontraria um deles.

Felizmente outros dois cartazes, com recompensas muito mais modestas, mas que ainda assim valiam a pena, indicavam que os procurados haviam sido avistados nas redondezas. Ao ouvir o questionamento de Raven, Yohan deu de ombros e respondeu com um certo sangue nos olhos. - Deveríamos tentar os dois. Ou melhor dizendo, três. Talvez começar pelo tal Luke. A recompensa é maior, mas ele é só um e teríamos alguma vantagem, ainda mais se você atacar de surpresa. Além disso, as gêmeas são bonitinhas e eu ficaria com pena. Não seria mais interessante conhece-las melhor por outros métodos além do de infligir dor? Uma perda pro mundo a morte delas seria. -

E antes mesmo que a pequenina pudesse reagir ao comentário, ele completaria - Hey, brincadeira! Brincadeira! Se encontrássemos elas antes, também não teria problema. Seria um belo início kiiishishishishi. - Apesar do trocadilho tosco, a realidade é que quando ele olhava para as gêmeas, ele só via berries e a possibilidade de infligir dor em alguém que a marinha não ligaria, e assim aliviar aquela sensação indescritível que vinha da sua alma.

Indo até a recepção, ele iria direto ao ponto, mas claro que com um sorriso resplandecente no rosto, buscando parecer o mais agradável e carismático possível. - Bom dia, estou interessado em obter as recompensas das gêmeas Ying e Yang, e do Luke. Eles realmente foram avistados aqui na ilha? - Apontando em direção ao mural de cartazes, escutaria a resposta antes de prosseguir. - Em que área da ilha exatamente? Sabe dizer se tem mais algum caçador atrás deles? -

Yohan não sabia muito bem como proceder a partir dali para encontrar os alvos, e estava perguntando o que lhe vinha à mente. Ren era a que tinha contatos no submundo e talvez pudesse ajuda-lo com isso, mas a menina estava com problemas próprios e o musico não queria acrescentar a eles. Talvez se eles se encontrassem mais tarde no cabaré e houvesse uma oportunidade, ele pudesse comentar algo sobre. Se lembrando dela, e do grupo que ela estava envolta, torceu para que tudo desse certo para eles. "Bom, deixei claro que se ela precisar da minha ajuda, é só me procurar.". Pensou ainda, aliviando a própria consciência do fato que ele não tinha ideia do que ocorrera com as irmãs mink nas últimas horas.

- Juro que essa é a última. Minha espada quebrou recentemente e estou um pouco apertado, sabe onde posso comprar uma nova descente por um preço legal? - Perguntou por fim antes de agradecer com um - Muito obrigado! - e se afastar.

- Preciso de uma espada nova antes de ir checar os locais. - Comentou ele com a tontatta, sem mencionar como perdera a última em uma bebedeira. Seguindo para um local que pudesse adquirir a arma nova, ao chegar lá observaria os produtos oferecidos e escolheria uma espada que estivesse dentro do orçamento que ele tinha, sem dar muita atenção às armas mais caras. Para ele uma espada era apenas um instrumento tão útil quanto a pessoa que a empunhava, qualquer fosse sua qualidade.

- Olá, deixe-me testar essa, essa, e essa, sim? - Diria ele ao checar as espadas que estivessem dentro do preço caso chegasse no local, buscando por uma que encaixasse bem na sua mão, que tivesse uma boa lamina, que enfim, fosse confortável de manusear e parecesse confiável.  Após escolher uma e pagar, olharia para Raven com um sorriso de lado no rosto. - E então, vamos? - E se nada os impedisse, a dupla partiria rumo à primeira pista que tivessem.





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Yami
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Localização : Alabasta - 7ª Rota
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Mazushi: Por um punhado de berries



O novo dia iniciava-se de uma maneira incomum. A falta de sensibilidade à luz solar e de dores de cabeça já indicavam a peculiaridade daquele dia tão diferente. Raven olhava para Yohan com uma expressão travessa, jogando a toalha que carregava em troca do travesseiro que lhe era arremessado. — Ah, pode ter certeza. Hoje o dia vai ser daqueles. — Ela se levantava, enfim, olhando por toda a bagunça que era o quarto de seu parceiro. — Só espero que esse plano te faça arranjar lugares mais arrumados que este. — Diria alfinetando, apenas como provocação.

Com um aceno positivo quanto a ideia de um café da manhã, a dupla seguia para o Quartel General parando no caminho para desfrutar de um desjejum. No caminho, seria possível notar toda a atividade da ilha ainda em velocidade total, afinal um lugar como Sirarossa nunca parava, o que era um local perfeito para aspiradores a caçadores de recompensa. O café da manhã havia sido bem servido, com torradas, ovos e sucos, o que caía bem após uma noite agitada como a anterior. — Aaaah, agora está perfeito. Se formos bem no trabalho, ainda teremos tempo para aproveitar o jantar. — Comentava, ajudando no pagamento da refeição para saírem dali o quanto antes. Dava para ver a animação da Tontatta com a novidade, tendo ela vez ou outra mostrado uma letra de uma música que estava compondo para a nova experiência que os aguardava.

Quanto ao momento após a chegada no Quartel, os olhos de Yohan e Raven poderiam ser comparados com diamantes brilhantes. Todo aquele valor em troca de aprisionar ou matar alguém? Era o paraíso para pessoas com a experiência e excepcionalidade da dupla de músicos. Entretanto, o olhar de Raven se desviava e seus olhos reviraram, indicando repulsa quando seu parceiro demonstrou interesse em tratar as mulheres de forma diferente. — Se for pra começar essa vida sendo mole assim, melhor nem começarmos! — Ela resmungava, pegando os cartazes e os enrolando enquanto Yohan se justificava. Após dobrá-los, ela acabaria enfiando os mesmos em um dos bolsos de Yohan, de modo a terem formas de consultá-los a qualquer instante durante a caça.

E uma recepcionista seria a responsável por instruí-los, ou melhor, encaminhá-los. No momento em que a dupla surgisse solicitando informações, ela os olharia de cima a baixo, como se tentasse identificar algum distintivo ou identificação oficial. — O Tenente Drake deve estar em na sala dele. Ele poderá dar os detalhes. Segundo corredor a direita. — Ela apontava para uma sessão livre logo após o balcão de informações, não tendo sequer tido o trabalho de ouvir direito a pergunta da dupla. Sua falta de entusiasmo não expressando a recepcionista nenhuma emoção além de tédio.

Entretanto, se viesse a ser do interesse de Yohan seguir em busca de uma nova lâmina, Raven teria um belo local para indicar. — Não é muito longe daqui. Apesar de muitas armas serem reformadas das que são descartadas pela Marinha, ainda assim tem muita coisa útil também. — Ela diria como experiência própria, devendo o comprador saber buscar bem em meio a tanta coisa para filtrar uma boa pechincha.

Yohan Mikaratsu:

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Legenda


Narração.
"Pensamentos".
-Falas.







Assim como esperado Raven se eriçava todo com o comentário do parceiro sobre as gêmeas, que por sua vez após revelar que era apenas brincadeira, continuava a rir um pouco até se aproximar da recepcionista. Pelo visto senso de humor dele não era lá dos melhores. Assim que Yohan ouvia a resposta da mulher para a primeira pergunta que ele fazia, via sua expressão vazia, o olhar de alma morta, o musico erguia uma sobrancelha e respondia educadamente - Ok, obrigado. - antes de começar a andar na direção indicada, mas sem conseguir se conter, dava mais uma olhadela para a mulher e começava a cantarolar numa voz que ela certamente poderia ouvir.

- Poupe seu fôlego
Eu estou quase
Morto de tédio
E com as forças sumindo rapidamente
A vida é curta demais para durar muito tempo... -


E pegando a deixa do único membro da família que ainda estava vivo, as verdadeiras almas mortas que só ele conseguia ver e ouvir começavam a acompanhar e tocar uma versão completa da música. Olhando de esguelha para eles, Yohan notava que eles estavam virados para a moça, como em uma apresentação particular. ”Se ela pudesse vê-los, aposto que perderia esse olhar de mosca morta e os olhos dela pulariam para fora do corpo kiiiishishishisi!!” Pensou ele com um pouco de maldade, mas bem no fundinho desejando que aqueles espíritos parassem de assombra-lo e escolhessem um novo alvo. Quão bom seria se eles realmente passassem a acompanhar aquela recepcionista ao invés de si? Mas ele sabia melhor, e assim que a mulher sumiu de vista, os fantasmas reapareceram ao seu redor, continuando a canção até o fim dela.

E exatamente por isso, que ao se aproximar do escritório do tenente Drake, ele não bateria imediatamente na porta, mas esperaria o fim da música, já que o barulho dela poderia atrapalhar um pouco a comunicação. Se Raven perguntasse o que ele estava esperando, uma desculpa teria que ser dada. - Eu fiquei inspirado, ouça. - E assim continuaria a cantar o resto da canção que seu clã estava tocando, falando um pouco sobre o arranjo instrumental também. Já que ele estava no inferno, era melhor abraçar o diabo. Estaria a todo tempo controlando a voz para não gritar sobre a música ou falar mais alto que o ideal, o que era um pouco cansativo, mas ele sabia que era o único que estava ouvindo aquela canção nas alturas.

Quando finalmente chegasse ao fim, a vontade do musico era de perguntar ao grupo de fantasmas se já tinham acabado, mas com temor que aquilo não apenas o fizesse parecer insano, mas também que provocasse o clã a iniciar mais uma canção em um momento inadequado, preferiu se calar. - E então, o que acha? - Questionou a ela, e depois de ouvir a resposta, finalmente bateria na porta da sala, ou se aproximaria o suficiente para ser visto se esta estivesse aberta. De toda forma, quando tivesse permissão para entrar, recomeçaria com as perguntas, mas dessa vez faria algumas extras.

- Bom dia, me chamo Yohan e esta é Raven, estamos interessados em obter as recompensas das gêmeas Ying e Yang, e do pirata Luke. Eles realmente foram avistados aqui na ilha? - E após ouvir as respostas, continuaria. - Em que área da ilha exatamente? Eles fazem parte de alguma tripulação de piratas? Quantos inimigos aproximadamente teríamos que enfrentar para captura-los? -

Sabendo que essas perguntas poderiam denunciar suas identidades como iniciantes, o rapaz não tentaria esconder isso. - Como deve ter percebido essa é a nossa primeira caçada, existe algum tipo de documento ou permissão que precisamos receber? Uma vez que eliminarmos os alvos como devemos proceder? Qual grau de liberdade temos em relação a aqueles que tentarem ajuda-los ou nos atacarem? - Essas eram perguntas essenciais, já que ele não queria acabar matando alguém que não poderia, ser descoberto, e passar ele próprio a ser procurado. Nada contra matar inocentes, claro, mas só na encolha. Saber exatamente quais limites iria ajudar.

Era irônico como ele e Raven, dois ladrões e assassinos, haviam adentrado o lar da justiça e pedido ajuda dela. Isso não passou despercebido por ele. ”Que mundo louco kiiishishishi.” Prestando atenção nas informações, ainda questionaria mais um pouco. - Sabe dizer se existem outros caçadores por aqui? Alguma forma que eu possa contatá-los? - Isso também era importante, tanto para saber sobre possíveis aliados, competidores e quem sabe uma forma de sair dessa ilha para a próxima.








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No fim, estava em um grupo com a mulher irritada e um outro cara, Maka conversava com o homem, descobrindo apenas naquele momento que seu nome era “Lee”. O hotel Belucci era um hotel famoso, portanto, caro e o mudo não tinha dinheiro para permanecer lá e ainda precisava comprar arma e um isqueiro para acender o cigarro, seu vício. Para resolver os dois problemas, Nostrade sabia o que tinha que fazer: Caçar procurados. Estava em um grupo com duas pessoas, uma mulher que parecia sempre irritada e um outro cara, eram amigos de Arthur, mas não do rapaz Nostrade. Com uma abertura, o mudo utilizaria de sua furtividade para se mascarar no hotel luxuoso para então, voltar ao bar do hotel e então, retiraria a caneta e o caderno do bolso interno do terno e escreveria: - Você teria uma caixa de fósforo? E então, mostraria o caderno para o bartender de antes, mostrando o que havia escrito. Se tivesse, pagaria a quantia necessária e guardaria a caixa no bolso interno do lado direito, junto com o maço. Agradeceria o bartender com um movimento de cabeça e guardaria também o caderno e a caneta de volta no bolso interno esquerdo. Ainda furtivo, procuraria sair sorrateiramente do hotel Belucci, pois ficar ali ou com aquela dupla apenas iria atrasa-lo e com isso, já nas ruas de Sirarossa, retiraria de seu bolso da calça, o mapa da ilha, o mapa de Sirarossa que havia pego anteriormente.

Com o mapa em mãos, Draken iria abri-lo para então, procurar por um QG próximo ao hotel luxuoso daquela ilha e botando seus olhos na localização do local, fecharia o mapa e guardaria de volta no bolso e caminharia então com passos silenciosos até o QG de Sirarossa. Caso conseguisse encontrar o QG com a ajuda do mapa, procuraria adentrar no recinto e iria até um balcão de recepção ou algo do gênero aonde pudesse formular o seu pedido. Encontrando, iria até lá e ignoraria qualquer pergunta momentaneamente para retirar um caderno e uma caneta. – Bom dia, gostaria de saber sobre os cartazes de procurados da ilha. E então, mostraria o caderno com o que havia escrito para a pessoa, se fosse de dia, estaria escrito Bom dia, de tarde estaria Boa Tarde e assim por diante. Se a pessoa apontasse para algum mural, o assassino iria escrever de novo: – Estão atualizados? E mostraria mais uma vez para a pessoa.









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~ Yohan

O olhar da recepcionista era impagável. Ela olhava para a dupla por cima de seus óculos de leitura e sacudia a cabeça negativamente em desaprovação. Parecia que sua alma tão gélida havia sido consumida há muito tempo e nem mesmo a melhor música poderia tirá-la do vazio. Ainda assim, os fantasmas carbonizados do clã Mikaratsu tentavam da melhor maneira que podiam, acompanhando a melodia de seu descendente ainda com vida. O cantarolar ia sendo feito no trajeto e, como uma boa companheira de música que era, Raven começava a assobiar e estalar os dedos no ritmo da melodia, já elaborando um dueto improvisado da música mais improvisada ainda. — Hey, tá perdendo o ritmo. Distraído demais com os cartazes das gêmeas ainda? — Dizia a tontatta, indicando que aquele assunto ainda duraria por vários dias.

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Mesmo que a música fosse criação de Yohan, ele sabia que não seria muito bom contestar o gosto musical de Raven. Era o momento final e, enquanto aguardava a crítica construtiva de sua parceira sobre a canção na porta do Tenente, ela acabava se abrindo revelando a face de um homem de cabelos rosa, os encarando com uma expressão cansada. — Vieram apenas incomodar meu escritório ou pretendem falar comigo? — Sua expressão era de irritação, assim como a recepcionista estava. Será que todos os marinheiros do lugar eram assim? De qualquer maneira, ele dava espaço para entrarem em seus aposentos, onde poderiam ver um local extremamente organizado.

Diversos troféus e souveniers estavam espalhados por um grande móvel onde deveriam estar armazenados livros. Haviam algumas espadas, fotos, pistolas e até mesmo algo que parecia ser um crânio de uma criatura marinha pendurada numa parede. — Ah, sim. Os três foram vistos nesta semana ainda na ilha. Não tivemos nenhuma notícia de que saíram até então. — Ele se sentava, dando espaço para que a dupla também se acomodasse em duas cadeiras em frente de sua mesa de trabalho. — As gêmeas são nativas daqui, inclusive. Filhas de um antigo soldado que partiu para a Grand Line, mas resolveram começar a praticar assaltos pela ilha. Musicistas muito talentosas, inclusive. — Ele buscava alguns papéis em uma pasta dentro de sua gaveta, tirando algo como que parecia ser um processo referente à dupla. — Tivemos notícias de que estavam trabalhando no cassino de Cesare. Como tudo o que envolve ele e seu grupinho, acabamos precisando passar por muita burocracia para agir, por isso elas ainda não foram capturadas. — Então empurrava de volta o cartazes para a dupla, com um suspiro implícito de “boa sorte”.

E então ele olhava para o outro rapaz, vasculhando seus arquivos e não encontrando muito. Ele tirava boa parte da memória, afinal a pasta dele só havia uma única folha com uma foto e anotações. — Luke é um pouco mais complexo… Ouvimos falar que ele chegou na ilha para se aliar a uma das famílias que comandam as coisas por aqui, mas não sabemos se ele conseguiu alguma coisa. Ele é meio elusivo, sabe? Único lugar que consigo imaginar que possa estar se escondendo assim seria no hotel Belucci Sprezzatura — Ele dizia, anotando em um papel para que a dupla tivesse a pronúncia exata do lugar.

Ele então se reclinava em sua cadeira, observando a dupla de iniciantes que ainda tinham certas hesitações quanto ao trabalho. Ao menos, o Tenente demonstrava uma expressão mais simpática agora, talvez gostando de ver jovens animados com um serviço daqueles. — Normalmente os Quarteis Generais possuem registro sobre caçadores, mas não é nada oficial. Existem também em diversos locais guildas de caçadores, que se reúnem e fazem a coisa toda ser mais hierárquica, como uma espécie de sindicato. E, contanto que estejam caçando Piratas ou Revolucionários, sintam-se livres para agir da maneira que quiserem. Claro, isso não lhes darão passe livre para todo o tipo de conduta, então tentem pensar como um marinheiro em serviço. — Ele se levantava, olhando agora pela janela e se aproximando da porta ao mesmo tempo, como se estivesse prestes a dispensar a dupla.

Se vocês trouxerem os procurados vivos, receberão a integralidade da recompensa. Caso esteja morto, haverá uma redução. Quando finalizarem seus serviços, basta entregá-los às autoridades que irão receber devidamente pelo serviços prestado. Quanto aos outros caçadores… Difícil dizer, eles vêm e vão a todo momento, mas aqui é um lugar promissor para eles trabalharem, então não me surpreenderia se encontrasse algum pela ilha. — Com a porta aberta, ele agora se despedia dos músicos, indicando que haveria trabalho a ser feito e não poderia tomar muito mais tempo ali. — E aproveitem a liberdade de não precisarem reportar a ninguém. Uma vida de caçador pode ser ingrata, mas deve ser muito gratificante também. — Ele dizia com um certo pesar em sua voz, como se aquele cargo de Tenente não fosse exatamente tudo o que o homem havia desejado.

Com a saída, seria hora de encarar novamente aquela figura tão simpática que era a recepcionista. Entretanto, a dupla notava que ela não estava sozinha, mas sim lendo o caderno de um rapaz esguio, que lhe apontava um caderno de anotações e seguia para o mural onde os cartazes estavam localizados, encarando também a imagem do pirata Luke.

~ Draken

Os tons amarelados provenientes das lâmpadas nos tetos davam um estilo noir ao elegante hotel Belucci. O cheiro de tabaco com whisky preenchiam os corredores muito bem arrumados já próximos do grande salão de festas. Draken se movia furtivamente por lá, escapando da peculiar dupla que havia sido sua companhia até então. Desapego era uma virtude em situações como aquelas, coisa que Draken possuía de sobra. Seu caminho ia se dirigindo até o bar do local, onde podia ver diversas pessoas com os ternos bem cortados sentados em poltronas de couro vermelhas. De frente ao balcão, Draken solicitava a caixa de fósforos, sendo atendido por um senhor de pele escura e bigode bem aparado. — Pois não, senhor. — Ele acabava lhe entregando um pequeno pedaço de papel dobrado que imitava uma caixa de fósforos. Dentro, haviam cerca de dez palitos de fósforos intactos, presos numa base próxima da área onde seria necessário riscar para produzir o fogo. Na parte da frente da caixa, havia a logo do hotel, indicando que era algo utilizado como cortesia.

Quando estava prestes a sair, um outro rapaz igualmente esguio e discreto como Draken passava por ele, deixando para trás um aroma metálico de sangue. Ao observá-lo melhor, Draken poderia notar que o rapaz estava com alguns ferimentos em seu corpo e mancava e, apesar de parecer deslocado naquele meio tão refinado, ele se sentava próximo de alguns outros homens que fumavam cachimbo, começando a tratar de assuntos diversos com eles.

Deixando isso de lado, o garoto acabava partindo do local e seguindo numa viagem diretamente ao Quartel General da ilha. No caminho, pôde ter a oportunidade de vislumbrar a atividade naquela tarde na ilha, tendo a clareza em perceber que a cidade nunca parava e sempre estava muito agitada. Com pessoas tão bem vestidas, Draken conseguia passar com muita discrição pelo lugar, que parecia reunir todo o tipo de gente que se podia imaginar.

O QG era diferente do que se poderia imaginar, sendo o local todo construído nas ruínas de uma antiga mansão, mas ainda mantendo os padrões de cores de azul e branco. Ao entrar no local, notava uma movimentação frequente de soldados e outros funcionários do local, que iam e vinham conversando que sequer notavam a presença do jovem rapaz de vestes negras. A recepcionista acabava demorando um pouco para percebê-lo e, ao olhar para frente e se deparar com o caderno de anotações, ela ajeitava os óculos em seu rosto. — Os cartazes estão no mural logo ali, rapaz. Se tiver alguma dúvida, o Tenente Drake está na sala dele. Segundo corredor a direita, mas há outros caçadores lá com ele agora. — Draken conseguia notar não muito longe dali um grande mural, onde não apenas cartazes de procurados estavam destacados, mas também serviços que outras pessoas solicitavam, como encontrar algum item perdido ou até mesmo de ajuda com escolta. Cartazes de desaparecidos também podiam ser encontrados por ali, mas o que havia chamado a atenção de Draken eram dois cartazes um ao lado do outro. Um deles era de duas gêmeas com cabelos ruivos, mas o que travava a visão do aspirante a Caçador era de um rapaz chamado Luke. Seria ele o homem ensanguentado que havia encontrado no hotel?

Yohan Mikaratsu:

Draken Nostrade:



Avaliação Ren, Solomon e Seis:

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Antes de sair do hotel mais famoso de Sirarossa, conseguia uma caixa de fósforo, com dez palitos dentro dele e nem havia precisado pagar por tal, era algo como um brinde, cortesia da casa. Estava caminhando para a saída do hotel quando um sujeito esguio e discreto, como o mudo, o familiar aroma do sangue chegava nas narinas do assassino, olhando para o homem, Draken conseguia ver que o mesmo estava com ferimentos no corpo e com algum problema na perna, pois o mesmo mancava, mas nenhum alarde era feito naquele hotel, pois o sujeito se sentava próximo de alguns caras que fumavam cachimbo e então, Nostrade saia do hotel. Com passos discretos, o aspirante a caçador caminhava pela ilha, tinha consigo o mapa de Sirarossa, logo, não se perderia facilmente.

Com a caminhada, o jovem Nostrade via que aquela ilha nunca parava, sempre movimentada e com pessoas bem vestidas e que reunia todo o tipo de pessoa que poderia imaginar. Enfim, o mudo chegava no QG da ilha, o ambiente era diferente do que imaginava, mas o padrão de cores ainda era o mesmo: Azul e branco. No local, o mudo via uma movimentação frequente dos soldados e de outros funcionários, mas ninguém reparava na chegada do caçador, uma chegada silenciosa. Uma vez próximo do balcão, a recepcionista levava um tempo para notar a presença de Draken, visto que o próprio era mudo e quando ela reparava, o caderno já estava na posição para ser lido. A moça então ajeitava o óculos e respondia o que o rapaz havia perguntado, dando a direção do mural dos cartazes e se tivesse alguma dúvida, ela dava a direção da sala do “Tenente Drake”. O caçador então ia até o mural e lá, notava que não havia apenas procurados, mas diversos pedidos distintos como encontrar itens, pessoas desaparecidas, escolta, mas não interessava para o assassino.

Dentre os cartazes, Nostrade não tirava os olhos de dois deles, uma era de gêmeas ruivas, o segundo era de alguém chamado “Luke”, mas o mais interessante era que a figura remetia as lembranças recentes do aspirante, havia topado com Luke na saída do “Hotel Belucci”. Draken então pegava aquele cartaz e caminhava mais uma vez na direção da recepcionista, colocando o cartaz na mesa dela e do bolso interno do lado esquerdo do terno, um caderno e caneta. – Você teria alguma informação sobre o Luke? Após escrever em seu caderno, o mudo mostraria o que havia escrito para a moça e aguardaria uma resposta em retorno.









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~Narração~

Draken pegava o cartaz de Luke e seguia para pedir informações, a mulher para quem ele perguntou as mesmas respondeu com uma cara de muito entusiasmo com o que estava fazendo, mas ao mesmo tempo um pouco de desapontamento.

-Desculpe não temos muitas informações, tudo que sabemos que ele aparentemente tem alguma aptidão com facas e faz trabalhos de assassinato por aluguel, a gente acredita que ele está nessa ilha ainda, mas não temos muitas informações além disso…

Um marine de meia idade e tapa-olho estava vendo a situação e ergueu sua voz.

-Ele é um cara que trabalha nas sombras dessa cidade, esguio com mortes limpas, mas que obviamente ele tomou seu tempo para as fazer, sua capacidade de combate não é muito conhecida, mas ele é muito bom em se esgueirar, se esconder e pegar desprevenido, já tivemos que limpar o cadáver de dois que foram atrás dele no último mês, é um alvo complicado…

O homem falava isso e olhava para Draken de cima a baixo, como se o medisse, como se o avaliasse, parecia ser um homem meticuloso, mas não parecia ter intenção de oferecer ajuda, afinal ele era um marine, não teria obrigação de ajudar um civil, talvez estivesse apenas medindo se o cadáver do rapaz seria pesado de se carregar.
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Com o cartaz em mãos, o mudo ia questionar a mulher sobre o procurado, mas ela estava com uma expressão mista, parecia entusiasmada com o que estava fazendo, mas ao mesmo tempo, um pouco desapontada, mas com o que? Bem, ela respondia o que o aspirante a caçador perguntava, Luke segundo ela, tinha uma aptidão com facas, então ele seria um lutador corpo a corpo usando facas? Ou seria um atirador, arremessando-as? Além disso, ela dizia que Luke era um assassino de aluguel, ao contrário dela, Draken sabia que o pirata estava na ilha e que havia entrado numa luta, pois havia esbarrado com ele no hotel famoso da ilha e ele estava sangrando. Estava para escrever algo em seu caderno, quando escutava uma voz masculina, fazendo o mudo se virar, era um marinheiro de meia idade e tapa-olho, ele passava mais algumas informações.

Segundo ele, Luke é alguém que trabalha nas sombras, um sujeito que se esgueira por aí, um assassino por assim dizer, assim como o mudo, por isso que as capacidades de luta do pirata não eram conhecidas, ele pegava suas vitimas de surpresa e não dava chance alguma delas se defenderem e contra-atacarem, ou fugirem. O jovem Nostrade então escrevia em seu caderno: – Obrigado. Mostrava para a mulher e então, continuava a escrever: – Parece que Luke encontrou alguém que possa reagir, encontrei ele no Belucci, sangrando e ferido, provavelmente o contratante estava hospedado lá. Mostrava então para o caolho a mesma coisa que havia mostrado para ela mais a nova informação. E então, guardava o caderno e a caneta de volta no bolso interno do terno, o do lado esquerdo. Durante a caminhada para fora do QG, retirava do bolso direito interno a caixa de fósforo e um cigarro, o cigarro era segurado com a boca, enquanto buscava causar atrito entre a cabeça do fosforo e a lateral da caixa.

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*Não acho que Luke ainda esteja conversando em Belucci, mas preciso conferir.* Pensava, enquanto erguia o fosforo até o cigarro para acende-lo, fazendo uma cabana, para facilitar sua ação.
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Guardava então a caixa de fósforo de volta no lugar e jogava o fósforo usado em um canto apropriado, segurava então o cigarro com a mão direita e dava um trago. Retirava o vício da boca e expelia a fumaça para cima. *Não se passou muito tempo, ele ainda deve estar ferido..* Enrolava o cartaz e colocava em seu bolso esquerdo da calça, enquanto caminhava com passos silenciosos como sua voz, ia em direção ao hotel famoso de Sirarossa, Hotel Belucci. Uma vez chegando lá, fingiria estar fumando o cigarro para depois entrar, mas na verdade, Nostrade avaliava o saguão com seus olhos em busca de Luke ou de alguma pista que pudesse levar o mudo até ele.




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~Narração~

Draken acendia um cigarro após avisar da presença do Luke no hotel, o mudo saía então rumo ao local que viu seu alvo, mas ao chegar lá, junto com ele chegaram alguns marinheiros, aparentemente enviados para verificar a denúncia do próprio mudo. Eles já chegavam revistando clientes e fechando a entrada e saída no hotel, um grupo de marinheiros chegava para os ajudar a fechar o local e fazer uma busca.
Talvez ter dado essa informação à marinha tenha sido uma ideia não muito boa, já que agora eles acabariam por atrapalhar sua caçada, pois estavam impedindo a entrada de todos no prédio.
OFF”:
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Mazushi
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Era para ser algo simples, mas ironicamente, por sua “boca grande”, após chegar próximo do hotel, um grupo de marinheiros também chegavam, provavelmente estavam lá após a denúncia feita pelo próprio aspirante a caçador, aqueles marinheiros chegavam já revistando os clientes, fechando as entradas e saídas do famoso hotel, um novo grupo também chegava para auxilia-los e também, para fazer buscas, tudo aquilo era como usar uma roupa neon num local escuro e querer ser discreto, o tumulto causado pelos marinheiros iria prejudicar a caça. Soltava então a fumaça para cima e jogava o cigarro no chão, pisando nele para apaga-lo e após saciar o vício, o mudo procuraria por um marinheiro, o de meia idade e tapa olho, isto é, se ele estivesse lá. Se sim, caminharia até ele com passos silenciosos, durante a caminhada retiraria seu caderno e a caneta, próximo do sujeito, chamaria a atenção dele, cutucando-o com a caneta tampada e após a devida atenção dele ser chamada, escreveria em seu caderno. – O que vocês estão fazendo? Esse tanto de marinheiro é como se vocês estivessem gritando que estão aqui para pega-lo. Só estão atrapalhando minha caça. E então, mostraria para ele e depois, guardaria o caderno e a caneta de volta no lugar. Caso aquele marinheiro em específico não estivesse lá, procuraria por outro que demonstrasse ser o líder deles e repetiria as mesmas ações.

Entrar no hotel e conseguir o que queria seria difícil agora com toda aquela movimentação dos marinheiros e por isso, iria procurar por Luke pelos arredores do hotel, caminharia com seus passos típicos e com uma performance de etiqueta, como se fosse alguém com dinheiro, visto como se vestia, mas era apenas uma isca para atrair Luke ou outra pessoa que pudesse lhe falar sobre o procurado. Sabia que o pirata era um sujeito que agia nas sombras e por isso, caminhava pelos arredores do hotel famoso de Sirarossa procurando por ele ou pistas que levassem a ele, mas sempre tomando cuidado com as costas. Por isso, caso avistasse ele, pararia de agir feito alguém com dinheiro e sim como um qualquer. Procuraria ficar numa distância segura do procurado para que não fosse pego e seguiria ele. Caso fosse visto e Luke corresse, o aspirante a caçador utilizaria de sua velocidade e atletismo para correr e perseguir o procurado. Se alguém viesse para cima do mudo, Nostrade procuraria se esquivar deslizando para o lado e se agachando e então, procuraria executar um chute alto, que atingisse a lateral da cabeça daquela pessoa, se a mesma bloqueasse ou se esquivasse, o mudo se afastaria da pessoa e ficaria numa posição de luta.





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~Narração~

O mudo se dirigia para um marinheiro que parecia estar comandando a equipe e escrevia uma mensagem no caderninho, mas quando ia a mostrar, recebia uma resposta nada amigável.

-Sai para lá rapaz, não darei autógrafo, estou trabalhando…


O homem não era o mesmo que havia conversado com ele antes e esse parecia ser muito mais impulsivo, pois achou que o papel era para pedir autógrafos e não para comunicação.

Draken então tentou circundar o hotel, mas era difícil o fazer, pois todas as vielas próximas estavam repletas de marinheiros interditando o local, porém ele fez da melhor forma possível, andando alguma ruelas para baixo, tão perto do hotel quanto era permitido.

O mudo caminhava ao lado de um canal com um cheiro nada bom quando viu alguns metros à sua frente, uma figura coberta por um sobretudo e com a cara sob uma máscara, a figura pulou de cima do teto de uma casa para a rua e pegou uma canoa vazia para começar a remar canal abaixo.

OFF”:
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Resumo:




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