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Kenshin
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Mazushi: Por um punhado de berries Qui Maio 13, 2021 7:01 am
Relembrando a primeira mensagem :

Mazushi: Por um punhado de berries

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Yu Wei, Ren & Izzy. A qual não possui narrador definido.

_________________

Mazushi: Por um punhado de berries - Página 6 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Van
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NARRAÇÃO

A visita da Marinha deixou o trio de hóspedes preocupado. Eles tinham questionamentos pontuais sobre o que poderiam estar sofrendo e suas mentes convergiam na avaliação dos possíveis cenários. A pequena simplesmente fazia cara de paisagem ao ver a capacidade analítica da dupla e acenava positivamente com a cabeça tentando fingir ter entendido tudo o que diziam. Já o mudo e o louco entravam em acordo sobre a próxima ação.

- Vamos à caça!

Disse Raven com maldade na voz achando que a dupla iria atrás de Luke, interpretando erradamente a situação, posto que ambos haviam optado por fazer o reconhecimento antes de sair invadindo sem maiores informações. Não confiavam naquele marinheiro e provavelmente estavam certos, afinal o mundo era cheio de incertezas, contudo, ele ainda assim era um oficial da lei, portanto, era de se esperar algum nível de confiança em suas palavras.

Yohan repassou a arma para Draken e agora estavam devidamente equipados. Ajeitaram-se e partiram em direção ao endereço tentando ser furtivos e avaliar o ambiente. A dupla era hábil e conseguiu encontrar o local sem dificuldades. Diferente do esperado, não havia armadilhas visíveis, talvez pudessem ter passado por algumas, mas não possuíam habilidades suficientes para encontrá-las. Não demorou até o trio encontrar os marinheiros de antes, dessa vez sem o Cabo. Eles conversavam entre si falando sobre coisas caras, mulheres e luxo, mas não tinha como saber o contexto.

Eles estavam observando pela janela em uma taverna de nível médio. Não era chique para pessoas com dinheiro, mas também não era frequentada por criminosos e pobres. Se a dupla desejar, pode continuar a ouvir a conversa e talvez obter maiores informações, entretanto, quanto mais tempo passarem ali, maiores as chances de chamarem a atenção para si. Coincidentemente, o local mencionado pelo marinheiro Di”mouse não ficava muito longe dali e poucos minutos de caminhada seriam o bastante para chegar até o local. O que eles farão?

Rag:

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Ganhos:
Perdas: - 1 fósforo, - 1 cigarro, - 1 fósforo, - 1 fósforo, caixa de fósforo [10 uso]
Vício: 10/15
Proficiência: Ameaça, Furtividade, Etiqueta, Arrombamento, Atletismo
Qualidade: Ambidestro, Audição Aguçada, Hipoalgia, Prodígio, Impassível
Defeito: Mudo, Inimigos[Organização], Compulsivo, Frígido, Dependente[Cigarro]
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Bolso esquerdo interno do terno: Caneta e caderno
Wild Ragnar
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Legenda


Narração.
"Pensamentos".
-Falas.







As escolhas distintas de Yohan e Nostrade coincidentemente os levavam para o mesmo caminho. Seguir os marines significava se aproximar do beco onde Luke supostamente poderia estar. A conversa escutada pela janela não trazia informações novas além de que os caras gostavam de grana e mulheres, o que por sua vez trazia a tona uma nova apresentação das almas penadas que seguiam o musico. Em um espaço aberto, não muito distante dele, o clã Mikaratsu tocava e cantava apaixonadamente, o distraindo momentaneamente. Abrindo a garrafa de bebida que tinha consigo, tomava um gole enquanto assistia brevemente o show macabro.

"...
Dinheiro, é demais
Agarre essa grana com as mãos e esconda-a
Carro novo, caviar, quatro estrelas, sonhe acordado
..."


O que trouxe sua atenção de volta à situação foi a nota do mudo que desejava entrar para comprar um cigarro. Será que era a decisão mais inteligente? Dar as caras ali? Yohan não achava. Mas no fim, desde quando ele só tomava as decisões mais inteligentes? Dando de ombros, caminhou em direção a porta. - Vamo lá então. Aproveito e tomo uma dose de algo diferente kishsihsihi. -

Ao entrar pela taverna, apesar de manter os marines em vista, iria primeiro até o balcão. -Uma dose de algo forte e um cigarro. - Com um sorriso simpático no rosto, pegaria a grana e colocaria no balcão, antes de completar - Com um grupo de marinheiros bebendo aqui esse lugar é bem seguro. Eles vêm sempre aqui? - A resposta podia ajudá-lo a entender melhor a situação, ou não. O fato é que se Luke estivesse por perto, os marines estariam de prontidão, ou fuçando aqui e ali, e não agindo como se estivessem de folga. A não ser que...

Após virar o shot, o musico caminharia até o grupo suspeito com um sorriso ainda mais largo na face. - Ora, ora. Mas que coincidência meus amigos! - Se houvesse uma cadeira livre, sentaria se mostrando confortável. - Fico muito feliz em saber que vocês estão por perto prontos para prestar suporte se precisarmos! Afinal de contas, Luke é um cara bem perigoso. - As palavras ditas, se houvessem mais civis na taverna, seriam ditas em voz alta o suficiente para chamar atenção destes.

Yohan não estaria falando de forma irônica ou provocativa, apesar dessa também ser a intenção, mas sim de forma espalhafatosa. Um cara barulhento e simpático conversando com um grupo de conhecidos. Mas deixando todos na taverna saberem que ele estava ali caçando alguém perigoso. - E o cabo Di’Mouse, onde está? - Para completar, deixaria o nome do cabo correr pelo salão. Não sabia se havia necessidade real, ou se tudo isso realmente ajudaria a prevenir o que quer que os marinheiros estivessem tramando, mas muito ao menos, garantiria que haviam testemunhas de que ele, Yohan, não tinha hostilidade para com a marinha, e de que ele estava na cola de alguém enquanto os marines estavam ali bebendo.

Se nenhum problema acontecesse, sairia da taverna e com o mesmo cuidado anterior, buscando ser tão furtivo quanto possível, iria até o beco para checar a situação e ver se conseguia encontrar Luke.

---

Se sofressem algum ataque, qualquer que fosse a situação, Yohan tentaria se esquivar dos golpes usando uma mistura de jogo de pés, saltos, cambalhotas e piruetas. Sempre prestando atenção no ambiente ao seu redor para não ficar encurralado, e tentando usar as paredes e objetos ao seu favor para torna-los em obstáculos para os ataques dos inimigos, ao ser atacado frontalmente giraria para o lado buscando sair da reta do golpe e se posicionar atrás do inimigo. Um golpe lateral, como um corte de espada ou chute? Ou então um soco, chute ou estocada na diagonal?  Andaria ou pularia para trás saindo do alcance. Um disparo? Saltaria para os lados indo para trás de um objeto e então voltando a disparar.

Quando não fosse possível esquivar, quer fosse por falta de espaço ou tempo, usaria a kukri que segurava para tentar bloquear o ataque, brandindo-a de um lado ao outro ou de cima para baixo dependendo do ataque. Com a arma de fogo posicionada ao lado da cintura, como um cowboy, após cada esquiva ou bloqueio bem-sucedido, tentaria realizar um disparo contra o inimigo.

Se fosse atingido em algum momento, tentaria se recuperar e continuar sua estratégia de combate, e se recebesse um golpe forte o suficiente para lança-lo longe, tomaria proveito para fazer um rolamento no chão e se erguer atirando. Sempre que possível, desde que não o atrapalhasse, recarregaria a arma.





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Mazushi
Por um punhado de Berries




No cartucho da arma que Yohan havia entregue para o mudo, apenas havia duas balas, consigo não havia mais munição e por isso, precisaria escolher com sabedoria o momento que iria disparar. A dupla andava furtivamente, nada impedia eles, nenhuma armadilha era vista ou ativada, pelo menos, não que eles soubessem disso. Estávamos próximo, quando o aventureiro notava os mesmos marinheiros numa janela em um bar que não era nem de alta classe e nem de baixa classe. O papo que eles batiam sem o cabo não era muito entendível, apenas escutava sobre “Mulheres, luxo e coisas caras”. Ansiava por um trago. – Preciso comprar cigarro. Vamos entrar, estou sem grana para o maço, apenas para o fósforo. Escreveria no papel com a caneta e chamaria a atenção de Yohan com a nota. A sua dupla concordava com aquilo, enquanto o mudo queria fumar, o maluco queria beber algo diferente. Se os marinheiros fossem corruptos, a entrada da dupla que aspirava ser caçador de recompensas, naquele bar, poderia não ter um desfecho bom dependendo das reações.

Seguia Yohan até o balcão, o mudo não precisava escrever no papel, o louco fazia o trabalho por ele. Yohan tentava fisgar algo do bartender sobre aqueles marinheiros, mas será que realmente ele soltaria alguma informação valiosa para a dupla? Bem, quando o barman entregasse o maço, o mudo retiraria um cigarro e o colocaria na boca, enquanto com a outra mão, guardaria o maço. Agora, precisaria encontrar uma “boa alma” que pudesse acender um fósforo ou causar a ignição de um isqueiro, para que Nostrade pudesse acender seu cigarro. Enquanto Yohan ia dialogar com os marinheiros, o mudo atento na conversa com a sua audição aguçada, iria procurar por alguém que tivesse isqueiro ou fósforo e ao encontrar alguém, escreveria no papel com antecedência. – Olá, poderia me emprestar por alguns segundos o seu isqueiro/caixa de fósforo? Se a resposta fosse um sim e fosse um isqueiro, o mudo aproximaria a ponta do cigarro na chama do isqueiro até que fosse acesso e então, assentaria com a cabeça, como uma forma de agradecimento. Se a pessoa entregasse o isqueiro para que o próprio mudo acendesse o cigarro, faria o mesmo gesto de agradecimento após acender e devolver o isqueiro.

Mazushi: Por um punhado de berries - Página 6 Be7c21c3ab4abe630953241617413abc

Se fosse uma caixa de fósforo, executaria as mesmas coisas, mas se fosse entregue para o mudo, pegaria um e causaria atrito na cabeça do fósforo para que o mesmo pegasse fogo e aproximaria do cigarro, fazendo uma cabaninha se precisasse e então, devolveria a caixa de fósforo e assentaria com a cabeça. Caso não conseguisse uma boa alma para que pudesse acender o cigarro sem ter que comprar a caixa de fósforo, o mudo iria ao balcão e procuraria o barman, aonde com uma mímica, procuraria imitar um isqueiro para que o cigarro fosse aceso. Se o bartender insistisse que ele precisava comprar o item, tiraria do bolso a quantia necessária para uma caixa de fósforo. – Me vê então uma caixa de fósforo. Com o novo item então comprado, faria as mesmas ações supracitadas.

Com o cigarro aceso, independente do método, Draken daria uma tragada, agora se aproximando de Yohan que estava buscando uma conversa lucrativa com aqueles marinheiros. Antes de estar próximo de Yohan, retiraria o cigarro da boca e expelia a fumaça por ela, retornando o vício para a boca de novo. A nicotina vinha para o corpo do mudo com a tragada, seu vício estava sendo saciado. Deixaria todo o diálogo para a sua dupla, o mudo apenas ficaria focado em escutar o murmúrio que aquilo tudo poderia causar naquele bar e, se tudo ocorresse tranquilamente, sairia do local logo atrás de Yohan e antes de entrar no modo furtivo, soltaria o cigarro da boca e quando caísse no chão, pisaria no mesmo. Agora, seguia a sua dupla, ambos furtivamente, como haviam chegado.





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Re: Mazushi: Por um punhado de berries Qua Mar 09, 2022 10:02 pm

NARRAÇÃO


O trio permanecia junto do lado de fora do bar e ao escutarem algumas informações cortadas, escolheram - ou foram levados compulsoriamente pela impulsividade de um dos integrantes - entrar no estabelecimento e chamar a atenção para o que acontecia. Yohan puxou a dianteira e foi até o balcão onde jogou umas palavras para o atendente que coçou a cabeça enquanto a balançava negativamente.

- Com um grupo de marinheiros bebendo aqui esse lugar é bem seguro. Eles vêm sempre aqui?

- Seguro, é?! Se isso é possível dizer… Se na merda nasce flor, o contrário também deve acontecer, certo?

O barman deixou uma caneca de rum e pegou 20 mil berries pela bebida. Já Mazushi entregou um bilhete ao funcionário que leu e apontou para uma vela no canto balcão. O mudo tragou o cigarro com vontade, sentindo a nicotina adentrar seu corpo e preencher o pulmão rapidamente. Devidamente satisfeito, ele pôde acompanhar o louco que estava agora na mesa dos marinheiros.

Os 3 soldados pareciam incomodados com a presença do Caçador que por si só não exalava carisma, digamos assim. Eles se entreolhavam e cortavam o assunto, claramente desconfiados com o que viam. Entretanto, até o mais distraído poderia notar que o semblante de todos mudou ao ouvirem o nome do Cabo, passando para um semblante pesado, uma mistura de indignação, raiva e tristeza - aquele famoso rosto com os olhos pretos olhando para baixo.

Sem reação por parte dos marinheiros, a dupla saiu e durante a interação forçada no estabelecimento, não perceberam que Raven havia sumido. Furtivamente, a dupla foi até o endereço apontado pelo Di’Mouse e puderam encontrar uma janela aberta no segundo andar. Era algum tipo de motel antigo com apenas 4 quartos, todos no segundo andar. Havia a entrada principal e uma no segundo andar com todas as outras janelas fechadas. O tempo passava e a noite atingia o seu pico. A rua estava aparentemente deserta, algo comum em um local não muito amigável. O que eles farão agora?
-
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Re: Mazushi: Por um punhado de berries Dom Mar 20, 2022 11:02 pm
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Seu vício era saciado graças ao dinheiro de Yohan, se não fosse pelo esgoto, nada daquilo teria acontecido. O Barman e Yohan trocavam algumas palavras, o mudo apenas escutava aquilo. *Porque marinheiros estariam aqui, quando deveriam estar patrulhando ou fazendo coisas de marinheiro?* O louco ia até a mesa deles e tentava puxar alguma coisa, mas o assunto era cortado e quando o nome de Mouse era citado, as expressões dele mudavam. *Morto?* Draken não conseguia entender o que estava acontecendo, os marinheiros eram muito suspeitos desde o início, principalmente o Cabo, suas ações eram bem questionáveis. Sem conseguir retirar algo deles, Nostrade saia do bar com Yohan, indo até o local apontado pelo estranho Cabo Di’Mouse e chegando lá, o aventureiro encontrava no segundo andar, uma janela aberta, o local era tão velho que parecia ter apenas quartos no segundo andar e apenas aquela janela estava aberta, o tempo passava e aquela rua ficava ainda mais deserta. *Bem capaz de ser uma armadilha..*

O mudo então cutucava Yohan e apontava para a única janela aberta e então, com a caneta e o papel, escrevia: – Parece bem estranho aquele quarto com a janela aberta. Vamos acabar logo com isso. Mostraria o papel para Yohan e após ele ler, guardaria a caneta e o papel, a arma de fogo ainda ficaria escondida, apenas havia duas balas e não podia desperdiçar a chance de atirar e não podia mostrar á Luke, que o aventureiro tinha uma arma de fogo, precisava deixar que o criminoso achasse que o mudo estava desarmado. Draken então caminharia com passos silenciosos e pelos cantos, seu objetivo era adentrar o motel e chegar no segundo andar sem ser notado, principalmente por Luke e talvez, Mouse, o Cabo suspeito. Ao chegar no térreo, o assassino ficaria escorado numa parede do canto, buscando se ocultar no ambiente para então, analisar o ambiente com sua visão e também, com sua audição aguçada.

Caso tudo estivesse tranquilo no que poderia ser chamado de saguão, Nostrade caminharia até as escadarias para o segundo andar, aonde iria se agachar e andar agachado pelas beiradas, procurando subir até lá sem ser detectado ou notado. Iria então até o quarto de onde aquela janela estava aberta, mas não adentraria, utilizar-se-ia de sua audição aguçada para sondar aquele andar e principalmente, aquele quarto. É, eu não sou um morcego, mas com a audição aguçada, daria para captar algo melhor. Próximo do quarto almejado, Draken se encostaria na parede para observar o que tinha lá dentro, sem ter que pisar no quarto e ser pego de surpresa. Para qualquer ofensiva, o mudo procuraria utilizar-se de sua esquiva. Se fosse com armas contundentes ou brancas, seria saltos para trás e alternando para saltos para trás e na diagonal. Caso fosse arma de fogo, o mudo ficaria se esquivando fazendo um ziguezague, nunca se esquivando para o mesmo local em seguida e se conseguisse, procuraria um abrigo aonde pudesse ter visão do atirador. Se atacassem o mudo com golpes corporais, procuraria se esquivar dando saltos para trás, mas ao mesmo tempo, procuraria colocar seus braços na frente para que, se fosse atingido, amortecessem o impacto.




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NARRAÇÃO


O cenário no bar não foi dos mais reveladores para Mazushi. O mudo não obteve as respostas que desejava. Tsc, pelo contrário, possuía mais dúvidas ainda. Ainda assim, seguiu o planejado pois tinha mais coisas em jogo. No local indicado, viu a estrutura posicionada de modo suspeito, mas continuou em frente, mostrando que era um homem corajoso. Usou e abusou de sua furtividade para adentrar no hotel e sem pressa alcançou o segundo andar.

- Esse inferno tem que acabar…

Graças a sua audição aguçada pôde ouvir um homem dentro do quarto murmurar. Ele parecia angustiado e até desesperado. Ao chegar mais perto, o caçador viu sua presa no interior do quarto deitado na cama olhando para o teto. Ele estava sem camisa e só de calça. Da posição em que estava, só conseguia ver seu corpo do peito para baixo e seus braços estavam acima dos ombros, sendo impossível identificar se ele estava portando algo ou não.

Se o prodígio olhasse um pouco mais ao seu redor, veria a companheira anã desmaiada no chão do quarto. A porta ainda estava fechada, mas por ser antiga, a brecha nas laterais dava uma boa visão. Quanto mais tempo passasse ali, mais chamaria a atenção, pois as pessoas poderiam entrar ou sair de seus quartos a qualquer momento e ele estava no corredor. O que Mazushi fará agora?

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Yohan Mikaratsu:

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Re: Mazushi: Por um punhado de berries Dom Abr 03, 2022 11:12 pm
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Acabei por subir sozinho, mas nas sombras, Yohan sumia e quando Nostrade chegava no andar, por conta de seu sentido aguçado, conseguia escutar uma voz, muito capaz que fosse de Luke dizendo algo como: – Esse inferno tem que acabar... Do que ele estaria se referindo? *O que ele quer dizer com isso? Está se referindo a perseguição que está sofrendo por mim? Mas se bem que, quando esbarrei com ele no hotel, ele já estava ferido, mas por quem e porquê? O problema vai ser perguntar, no final das contas, isso nunca vai ser respondido..* Pela fresta daquela porta de madeira, podia ver o seu alvo deitado na cama, com sua atenção em algum local, o procurado estava sem camisa e da minha posição, só dava para ver bem da cintura para baixo, os braços acima dos ombros e assim, impossibilitando a percepção de Draken parra ver se Luke estava portando algo, visto que da ultima vez, ele tinha uma Kukri.

Antes de entrar, o mudo precisava analisar o seu ao redor e por enquanto, estava tranquilo, não via nada de errado ou estranho, apenas aquela anã caída no chão do quarto, pelo que aparentava, Raven havia tomado a iniciativa e acabara por se dar mal. Precisava pensar, não iria entrar para salvar a anã, mas se ficasse na porta por muito tempo, clientes ou funcionários poderiam alertar Luke sobre o que o mudo estava fazendo. - A anã está caída no chão do quarto. Escreveria para Yohan e então, guardaria a caneta e o papel. O jovem Nostrade então via pelas brechas, mas precisava entrar e tal movimento iria alertar o procurado, mas pela posição do mesmo, levaria alguns segundos para ele reagir, só que Nostrade tinha apenas duas balas naquele revólver, não podia desperdiçar, pelo menos uma delas precisaria ser a que iria finalizar ele ou pelo menos, agravar a situação de Luke. Antes de qualquer coisa, escreveria no papel com a caneta: – Sou um caçador e o procurado Luke estava aqui. E então, guardaria o papel e a caneta, a escrita era apenas uma precaução caso houvesse comoção e precisasse se explicar e se fosse o caso, Luke provavelmente usaria a oportunidade para escapar.

O caçador então abriria a porta normalmente e daria alguns passos, para mostrar sua presença ao procurado, o que Luke poderia fazer era fugir pulando pela janela ou então, tentar um embate com o mudo e na primeira oportunidade, fugir ou então, usar a anã como refém, mas Raven era pequena demais, o corpo de Luke ficaria totalmente exposto se ele usasse ela como refém. Caso Luke optasse por uma fuga pela janela, assim que o pirata estivesse próximo da sua rota de fuga, Draken puxaria rapidamente sua arma de fogo com a mão direita e quase como em sincronia com os dois dedos, puxaria o cão e depois o gatilho. O mudo estaria mirando no joelho de Luke, o que estivesse mais próximo no momento do saque. Porque o joelho? Bem, se o projétil acertasse aquele lugar, o alvo não conseguiria pousar muito bem no chão e isso debilitaria a movimentação dele e se Luke caísse errado, facilitaria ainda mais a perseguição do mudo. Caso percebesse que não conseguiria sacar a arma de fogo e disparar antes do salto pela janela dele, o assassino puxaria mesmo assim a arma, mas correria para a rua que dava para aquela janela, buscaria correr com tudo, visando sair do motel rapidamente e perseguir Luke antes que o procurado sumisse da visão dele.

Caso o procurado não fosse pela rota de fuga da janela, mas tentasse uma ofensiva contra o caçador, seja para se livrar do mesmo ou então, apenas para abrir uma brecha para ele fugir, o mudo ficaria na defensiva, esperando o melhor momento para um contra-ataque. Para qualquer ofensiva, Draken procuraria utilizar-se de sua agilidade. Se Luke tentasse com armas contundentes ou brancas, seria saltos para trás e alternando para saltos para trás e na diagonal, isto é, se encontrasse espaço para tal, pois o mudo estava impedindo que ele saísse pela porta. Se atacasse o mudo com golpes corporais, procuraria se esquivar dando saltos para trás, mas ao mesmo tempo, procuraria colocar seus braços na frente para que, se fosse atingido, amortecessem o impacto. Seja lá qual fosse o caso de ofensiva do pirata, quando encontrasse uma abertura, procuraria desferir um soco direto com seu braço direito, visando o meio do rosto de Luke e se o pirata se esquivasse ou bloqueasse, o mudo ficaria numa posição defensiva, esperando a reação do procurado.



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Última edição por OverLord em Ter Abr 05, 2022 8:40 pm, editado 2 vez(es)

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Legenda


Narração.
"Pensamentos".
-Falas.







Chegando em frente ao que parecia ser um pequeno hotel antigo, Yohan ainda tinha em mente as expressões que os marinheiros fizeram na taberna ao ouvi-lo citando Di’Mouse. Ele esperara obter alguma informação extra, mas saíra apenas com mais perguntas. Era impressão dele ou os marines pareciam indignados com o cabo? Estavam sendo forçados a fazer algo? Não importava o quanto tentasse montar o quebra cabeça, haviam muitas peças faltando para que ele pudesse ter uma visão clara do quadro geral.

Lendo o que o mudo escrevera, ele acenava positivamente e comentava baixinho. -Certo. Você vai na frente e te damos cobertura. - Assim como fizera mais cedo naquele dia, o musico deixava ao outro o papel de “tankar”, a única diferença é que agora o homem estaria ciente. Olhando em volta para confirmar com Raven, não a encontrava. - Droga, que inveja eu tenho desse tamanho dela. - Comentou ainda, acreditando que a ausência da parceira se devia ao fato dela estar bem escondida, pretendendo usar não apenas o mudo, mas também Yohan como atacantes primários. Típico.

Seguiria seu aliado, imitando suas ações, a uns cinco passos atrás, para subir ao segundo andar se não houvessem problemas. E atrás do musico silencioso, a uns cinco passos de distancia, a banda fantasmagórica seguia cantando uma nova musica, que começara no momento em que o esquizofrênico pisou no hotel.

- E nos aposentos do mestre,
Eles se reuniram para a festa
Eles o esfaqueiam com suas facas de aço,
Mas eles simplesmente não podem matar a fera... -


"Bem auspiciosa. Obrigado pessoal." Pensou ironicamente o musico já com a pistola na mão direita e a Kukri na esquerda. Fazendo esforço para se concentrar na missão e não na musica, ficaria atento também às portas dos outros três quartos. Se visse alguma delas se abrindo antes deles terem a oportunidade de checar o quarto que tinha a janela aberta, e se preciso adentra-lo, Yohan apontaria a pistola na direção da porta que estava a se abrir, e usaria a mesma mão com que segurava a Kukri para erguer um dedo e leva-lo diante a boca, fazendo sinal de silencio.

A situação no corredor deixava óbvia que a intenção dos dois homens era outro quarto. Logo, se a pessoa em questão fosse agressiva e avançasse contra ele, confirmando o medo de que tudo aquilo era algum tipo de armadilha bem elaborada, não hesitaria em dar um tiro mirando o coração. Desde que Luke estivesse ali, qualquer dano colateral seria jogado nas costas dele, ao menos na mente do musico. O problema era que o tiro poderia alertar o procurado, forçando Nostrade a arrombar a porta com velocidade.

Já se não houvesse problemas do tipo, ao ler a mensagem do mudo de que Raven estava desmaiada dentro do quarto, a mente do musico daria um nó, sem entender como ela foi parar ali. Ir na frente e enfrentar sozinha o inimigo sem avisar nada era fora do caráter dela. Teria sido ela capturada em algum momento do caminho sem que ele percebesse? Ainda mais improvável. Não fazia sentido. Nenhum. Se tivesse mais tempo, talvez pudesse se recordar quando foi a última vez que a vira, e ponderado quais foram os momentos em que tal coisa pudesse ter acontecido. Mas com o mudo entrando no quarto, e o próprio Yohan sentindo pela primeira vez naquele dia, medo, o musico adentraria o quarto logo em seguida, dando dois disparos rápidos, mirando a cabeça e o peito de Luke.

A não ser que Di’Mouse ou mais alguém aparecesse. Sem pensar muito, atiraria primeiro nos que não foram convidados para a festa, mirando os mesmos lugares. Enquanto atirava, em quem quer que fosse, avançaria na direção de Raven, se agachando ao seu lado e disparando agora em qualquer inimigo que tentasse se aproximar. Se fosse possível, colocaria a kukri momentaneamente no chão, pegaria a anã e a colocaria no bolso do sobretudo, e depois pegaria a pequena espada curva novamente. Se Luke escapasse pela janela e Yohan não estivesse ocupado, ameaçado por outros oponentes, o aspirante a caçador iria até a janela e miraria ainda o coração e a cabeça do alvo após respirar fundo, para então disparar quantas vezes pudesse.

Se preciso, mudaria as armas de mão e subiria no parapeito da janela, usando a mão que estivesse com a kukri para apoiar na parte interna superior da janela, e se inclinar para fora para obter uma boa mira, disparando assim. Após, apenas se Raven já estivesse consigo, e ele visse que poderia pular e não se machucar, ou a ela, ao realizar um rolamento, é que o faria, antes de correr atrás do homem. Do contrario, sairia pela escada às pressas.

De resto, se alguma situação o levasse a sofrer algum ataque, Yohan tentaria se esquivar dos golpes usando uma mistura de jogo de pés, saltos, cambalhotas e piruetas. Sempre prestando atenção no ambiente ao seu redor para não ficar encurralado, e tentando usar as paredes e objetos ao seu favor para torna-los em obstáculos para os ataques dos inimigos, ao ser atacado frontalmente giraria para o lado buscando sair da reta do golpe e se posicionar atrás do inimigo. Um golpe lateral, como um corte de espada ou chute? Ou então um soco, chute ou estocada na diagonal?  Andaria ou pularia para trás saindo do alcance. Um disparo? Saltaria para os lados indo para trás de um objeto e então voltando a disparar.

Quando não fosse possível esquivar, quer fosse por falta de espaço ou tempo, usaria a kukri que segurava para tentar bloquear o ataque, brandindo-a de um lado ao outro ou de cima para baixo dependendo do ataque. Com a arma de fogo posicionada ao lado da cintura, como um cowboy, após cada esquiva ou bloqueio bem-sucedido, tentaria realizar um disparo contra o inimigo.

Se fosse atingido em algum momento, tentaria se recuperar e continuar sua estratégia de combate, e se recebesse um golpe forte o suficiente para lança-lo longe, tomaria proveito para fazer um rolamento no chão e se erguer atirando. Sempre que possível, desde que não o atrapalhasse, recarregaria a arma.












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NARRAÇÃO


Ser um Caçador de Recompensas era exercer uma função terceirizada para a Marinha. Por mais que o Governo Mundial fosse bastante influente, não havia material humano ou bélico para lidar com o súbito aumento no número de piratas e criminosos, por isso, bons samaritanos de olho em uma fonte de renda extra começaram a pegar os cartazes de procurados e faturar um berri extra. Se há profundidade ou outros fatores, não cabe ao narrador julgar, pois o trabalho continuava sendo o mesmo: Neutralizar ameaças e coletar recompensas!

A dupla de heróis fazia exatamente isso e independente do motivo, eles davam o seu melhor. Caçar um procurado não era diferente de caçar um animal. Havia preparo, ferramentas específicas, perseguição e por fim o bote. Yohan era mais cuidadoso e vinha por último enquanto Mazushi ia na frente preenchendo bilhetes para deixar seu companheiro ciente. Mikaratsu não precisou fazer algo contra terceiros naquele corredor, por sorte, conseguiram invadir o quarto e pegar Luke desprevenido.

- Não, ESPE…

Bang, Bang, Bang… Um disparo no joelho, um no peito e um na testa. O procurado não teve a menor chance. O barulho dos projéteis ecoaram pela vila e não demorou até os marinheiros que estavam no bar anteriormente surgirem correndo. Em questão de minutos, já estavam entrando no hotel e indo até o quarto. O que a dupla fará agora?

-
Yohan Mikaratsu:

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Por algum motivo, quando adentramos no quarto, Luke iniciava algumas palavras com a dupla, mas nem tinha tempo para terminar ou se expressar, um tiro de Draken e outros de Yohan, agora ele estava morto. *”Não, espe”, não era para atirar porquê? Queria ganhar tempo para criar uma distração e fugir? Ou ele poderia ter revelado algo? * Agora, seu revólver só possuía uma bala carregada, corpo de Luke no chão e por conta do som dos tiros, a marinha poderia vir, o que poderia significar a chegada de Mouse e dos marinheiros, era uma má ideia esperar, visto que o cabo era muito suspeito na visão dos dois. – Droga, os tiros atraíram os marinheiros. Mal tinha tempo de fugir do motel, seu revólver estava escondido mais uma vez e agora colocaria o corpo do criminoso em seu ombro. Quando os marinheiros chegassem, visto que já podia escutar seus passos subindo as escadas, retiraria do bolso com a mão esquerda, o papel e mostraria o que havia escrito antes daquilo tudo. – Sou um caçador e o procurado Luke estava aqui.

Os marinheiros que iriam surgir provavelmente eram aqueles do bar, mas mesmo assim, mostraria o papel e esperava que pudesse prosseguir viagem, com o corpo de Luke nos ombros, se pudesse, iria andar normalmente até o quartel general da marinha, aonde uma vez lá dentro, iria até o mural e pegaria o cartaz de Luke e com o papel de procurado em mãos, iria até a atendente de antes e colocaria o cartaz na mesa e com a mão livre, puxaria o cabelo do corpo, para ela confirmar para então, ganhar a quantia que a cabeça dele valia. Yohan havia auxiliado na caçada e por isso, precisaria entregar uma parte para o mesmo, mas a anã ainda precisaria lavar as roupas sujas da dupla para que o mudo decidisse entregar uma parte. Se tudo ocorresse bem naquele encontro com os marinheiros no quarto do motel e a dupla chegasse no quartel e o dinheiro fosse entregue, escreveria no papel, mais uma vez: – Agora, Yohan, vamos voltar para a sua casa para que Raven possa lavar as nossas roupas sujas.. E então, guardaria o dinheiro consigo.

Antes de sair do quartel, iria até a atendente, precisaria saber a localização de uma lavanderia, caso fosse preciso. – Com licença, gostaria de saber se a ilha tem uma lavanderia, se sim, gostaria de direções, assim como lojas que vendam bloco de notas e outras coisas.. Mostraria o papel para ela e aguardaria respostas, até anotaria as direções, para caso se esquecesse e então, agradeceria com um aceno de cabeça. Voltaria para Yohan e Raven, esperando que o rapaz os levasse para a casa do mesmo, visto que era dele a casa, não do assassino. Caso ele pedisse ou perguntasse da recompensa de Luke, escreveria: – Dividirei na sua casa, quando as condições forem cumpridas. Depois da caçada, precisaria se vestir adequadamente, com suas próprias roupas para então, voltar para seus objetivos que no caso, seria comprar o bloco de notas, mais munição e aprender algumas coisas.


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Legenda


Narração.
"Pensamentos".
-Falas.







A caçada havia começado como uma forma de permitir a Yohan e Raven satisfazerem seus desejos sombrios na luz do dia, e ainda serem pagos para isso. O êxtase, a felicidade, a satisfação. Tudo que deveria ter vindo de forma inebriante, como sempre, dessa vez não surgiu. Após meter uma bala na cabeça de Luke, que o fizera tomar um banho de esgoto e escapara por grande parte do dia, Yohan não sentiu nada além de preocupação. Preocupação com a parceira.

Nada mais importava. Apenas a pequena. Em suas mãos, Yohan tentaria checar se ela ainda estava viva, colocando um dedo mindinho frente às narinas da mesma para checar se respirava, em cima do coração para tentar sentir o batimento de seu coraçãozinho, cutucaria a parceira enquanto chamava por seu nome. – Raven? Raven? Consegue me ouvir? O que aconteceu com você? Porque está aqui? Raven? – Inicialmente com leveza, se ela não desse sinais de vida, aos poucos a voz tomaria um tom desesperado, com as ações e frases se repetindo sem parar.

A chegada dos marinheiros mal entraria em seu campo de percepção, a não ser que o interrompessem fisicamente, e nesse caso, ele pegaria sua pistola e apontaria de supetão para as partes intimas da pessoa em questão, encostando o cano da arma no, bem, cano da pessoa... – Cê tá louco?! Ta querendo morrer?!? – Gritaria com os olhos esbugalhados, como um animal ferido à beira de perder o controle.

---

Já se o musico verificasse que a companheira estava apenas desacordada, suspiraria em alivio, mas ainda tentaria acorda-la, ao menos até ouvir o barulho da aproximação dos marinheiros. Colocando-a na segurança de um dos bolsos, teria as armas em mãos e já que o mudo parecia estar tomando a frente da situação, segurando o corpo e se comunicando com os marines com seu papel, o musico observaria, e se a situação se resolvesse, seguiria as ações do outro caçador, indo coletar o dinheiro no quartel e pegando sua parte no momento da entrega.

Ao contrário do normal, estaria calado. Sem saber ou entender ao certo a situação da anã, a levaria até um hospital caso a mesma não acordasse mesmo após a coleta da recompensa, para ver se tinha algo de errado com a mesma. Só quando a pequena voltasse, e iluminasse o mundo sombrio do alcoólatra, é que ele poderia retornar ao normal. No fim das contas, era ela quem evitava que ele perdesse o controle. – Minha amiga desmaiou, não consigo acorda-la. - Explicaria ao chegar no local. No entanto, se a mesma acordasse, e tudo desse certo, Yohan ouviria as respostas dela e então iria para casa.

---

Se o mudo quisesse impedi-lo de pegar sua parte devida da grana, não hesitaria de colocar a pistola contra sua cabeça. – Não to com paciência. O morto do dia me trouxe nenhuma satisfação. Talvez se você for o segundo, as coisas melhorem. – E então, com a outra mão, pegaria a parte que lhe era devido, prestando atenção ao mínimo movimento do homem. Se ele tentasse reagir, Yohan atiraria. Se não reagisse, Yohan sairia andando.

---

Se alguém o atacasse, se defenderia e contra atacaria de forma letal, sem se importar com as consequências. Primeiro Yohan tentaria se esquivar dos golpes usando uma mistura de jogo de pés, saltos, cambalhotas e piruetas. Sempre prestando atenção no ambiente ao seu redor para não ficar encurralado, e tentando usar as paredes e objetos ao seu favor para torna-los em obstáculos para os ataques dos inimigos, ao ser atacado frontalmente giraria para o lado buscando sair da reta do golpe e se posicionar atrás do inimigo. Um golpe lateral, como um corte de espada ou chute? Ou então um soco, chute ou estocada na diagonal?  Andaria ou pularia para trás saindo do alcance. Um disparo? Saltaria para os lados indo para trás de um objeto e então voltando a disparar.

Quando não fosse possível esquivar, quer fosse por falta de espaço ou tempo, usaria a kukri que segurava para tentar bloquear o ataque, brandindo-a de um lado ao outro ou de cima para baixo dependendo do ataque. Com a arma de fogo posicionada ao lado da cintura, como um cowboy, após cada esquiva ou bloqueio bem-sucedido, tentaria realizar um disparo contra o inimigo.

Se fosse atingido em algum momento, tentaria se recuperar e continuar sua estratégia de combate, e se recebesse um golpe forte o suficiente para lança-lo longe, tomaria proveito para fazer um rolamento no chão e se erguer atirando. Sempre que possível, desde que não o atrapalhasse, recarregaria a arma.






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Bang bang… My love just shot me down… Como uma antiga canção triste estava o quarto daquele hotel. O procurado foi neutralizado sem pena pelos caçadores cujo único objetivo era adquirir recurso e fazer malote com a tropa. Após o assassinato, Draken assumiu a liderança da ocorrência enquanto o companheiro foi até sua nakama e verificou do seu jeito bruto se ela estava bem, mas a pequena não tinha feridas aparentes embora não tenha acordado com os cutuques.

- Olha… Eles terminaram o serviço!

Disse um dos marinheiros parecendo aliviado enquanto os outros se entreolhavam misteriosamente. Ao receberem o bilhete, concordaram com a proposta e deixaram o caçador carregar o corpo - menos trabalho para eles - e apenas acompanharam como se estivessem escoltando o grupo. Yohan colocou a pequena Raven em seu bolso e assim foram sem dificuldades até o Quartel.

No QG-71, uma antiga mansão, o trio foi recebido por ninguém mesmo que o Cabo Di’Mouse. Ele estava com seu sorriso maléfico de antes e sua voz arrogante dava boas vindas aos caçadores. - Parabéns, meus cães… O dinheiro da recompensa está aqui… Espero que aproveitem! - E numa atitude prepotente, ele jogou 8 maços de berri na direção dos caçadores, os quais bateram em seus corpos e caíram no chão.

Quando Mikaratsu se abaixou para pegar, recebeu um bilhete de Nostrade informando que ele ficaria com tudo até que Raven limpasse suas roupas ou encontrassem alguma lavanderia. Incrédulo, o Sádico mostrou sua verdadeira faceta diante do colega.
Não to com paciência. O morto do dia me trouxe nenhuma satisfação. Talvez se você for o segundo, as coisas melhorem.

E meteu a mão no dinheiro à força pegando parte de que tinha direito, ignorando o desejo de seu nakama. O que Draken fará agora que seus planos foram interrompidos?

Bang bang… My love just shot me down…

Yohan Mikaratsu:

Draken Nostrade:

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Re: Mazushi: Por um punhado de berries Dom Abr 17, 2022 12:30 am
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Os peões do cabo não faziam nada de suspeito, como o mudo estava esperando, talvez fosse apenas o jeito de Mouse que exalava desconfiança. Enquanto Yohan pegava a anã, o aventureiro carregava o corpo de Luke, tirando algum trabalho dos marinheiros que não se importavam e então, a dupla saia do motel, escoltados por aqueles marinheiros, como se fossem alguém importante. O grupo chegava numa antiga mansão, quem os recebia era o próprio cabo, a voz daquele sujeito transmitia arrogância, chamando-os de “cães”, o que não estava errado, visto que caçadores de recompensa eram os cachorros do governo, indo atrás de procurados em troca de dinheiro para sobreviver. Ao invés de entregar a quantia normalmente, o cabo arremessava oito maços de dinheiro, que batia no corpo de Nostrade e de Yohan para logo em seguida, cair no chão.

Draken então jogava o corpo do pirata morto no chão, uma faísca então se iniciava com a dupla recém formada, provavelmente Yohan não havia gostado do jeito que o mudo queria tratar as coisas e apenas dava de ombros. – Vou dar uma volta por aí, vejo você mais tarde lá na sua casa. Mostraria a nota para Yohan e então, pegava a sua parte da recompensa e saia daquela antiga mansão, sem antes, abordar um marinheiro que estivesse próximo. – Procuro por três coisas. Biblioteca, uma loja e uma lavanderia, sabe me dizer a localização? Mostraria o papel para o marinheiro. Caso ele soubesse a localização dos três locais e a lavanderia fosse a mais próxima dali o caçador novato iria então até lá, com passos silenciosos e assim que chegasse no estabelecimento, procuraria um atendente e escreveria o seguinte: – Olá, quanto custa os seus serviços? Preciso lavar minhas roupas. Luke custava cinco milhões, por entrega-lo morto, havia recebido apenas setenta e cinco porcento do valor e como tinha Yohan, consigo apenas tinha 1.875.000 com o acréscimo do que já tinha anteriormente, 100.200, somando então um total de 1.975.200.

Com toda essa quantia, precisava administra-la corretamente e suas prioridades eram: Lavar as roupas, comprar um bloco de notas para os diálogos e o restante, seria usado para comprar armas, munições e cigarros para saciar o vício. Se o serviço fosse barato, o mudo daria meia volta e retornaria para a casa de Yohan, aonde pegaria seu conjunto de roupa e retornaria para o estabelecimento, aonde entregaria suas roupas para o atendente e lá, esperaria sua roupa ser lavada e secada apropriadamente. Uma vez terminado, pagaria pelo serviço e retornaria para a casa de Yohan aonde lá, iria até o banheiro e faria a troca de roupas, removeria as que o rapaz havia lhe emprestado e finalmente, vestiria as suas próprias, de novo. Depois daquilo, iria para a biblioteca, se aquele marinheiro tivesse também fornecido tal informação. Uma vez lá, procuraria pelas prateleiras por certos livros de aprendizado, pois o mudo era um prodígio e poderia aprender apenas lendo. Um dos livros seria sobre a anatomia humana, saber algo a mais seria muito bom nas caçadas e em assassinatos, já o segundo livro que procurava, era algo sobre a criação de projéteis, o rapaz era um atirador, seja de armas arremessáveis ou de munição, algo diferenciado poderia ser vantajoso em combates. Após pegar tais livros, procuraria uma mesa vazia para que pudesse estudar tranquilamente.



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NARRAÇÃO


Quando um não quer, dois não brigam!

Draken possuía algumas deficiências, mas nenhuma delas o impedia de agir racionalmente. Não havia motivos para forçar um desentendimento e diferente de seu companheiro, ele não era louco. Pois só possuindo algum tipo de retardo mental para colocar em risco uma parceria por poucos berris, principalmente quando tal união mostra-se lucrativa. Mostrando ser a parte pensante e responsável, o mudo ignorou a atitude de Yohan e simplesmente seguiu seu rumo após notificar o sádico de sua futura localização.

Partiu em seguida com o bloco na mão já escrevendo pedindo auxílio aos marinheiros que ali estavam de guarda. Um deles leu em voz alta e os soldados se entreolharam demorando a entender a situação. Um homem mudo usando texto para se expressar era algo incomum para dizer o mínimo. Passaram alguns segundos até que um deles tomou a dianteira e tentou ajudar com o pouco que sabia.

- Então, caçador… Biblioteca tem a da Universidade Nista. Tem também uma loja de livros descendo duas ruas, mas acho que é pago… Lavanderia é difícil, mas se você seguir para a direita, passando o porto, tem umas moças que trabalham vendendo roupas, elas também pintam e costuram… Loja… Não sei que loja você quer, mas vai no porto que opção não vai te faltar.

Os companheiros não pareciam ter algo mais a acrescentar e voltaram a conversar entre si, ignorando a presença do caçador de recompensas. Sem mais a perguntar, Nostrade priorizou suas roupas e andou algum tempo até passar pelo porto e ver de longe duas mulheres limpando roupas em um rio que terminava no mar. – Olá, quanto custa os seus serviços? Preciso lavar minhas roupas. – Uma bela jovem com um lenço branco prendendo os cabelos o atendeu e fez sinais com as mãos, falando em seguida “finti mi beli”. Sua voz era esquisita, parecia fanha, diferente do habitual. A outra moça, esta de mais idade, juntou-se e completou.

Minha filha não ouve e nem fala direito. Mas a limpeza custa vinte mil berris.

O rapaz pagou e esperou pelas roupas, partindo para a casa de antes. Chegando lá, usou o banheiro para trocar de roupa e estranhamente Yohan ainda não havia chegado. A noite já havia tomado conta totalmente e as ruas estavam vazias, mas curiosamente a biblioteca estava aberta e até movimentada. Pelo visto os alunos da universidade eram bem aplicados. Não havia segurança no local, muito possivelmente pelo fato de ladrões não enxergarem valor em livros. A variedade de informações era gigantesca e o que Draken quisesse, conseguiria obter.


Yohan Mikaratsu:

Draken Nostrade:

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Qual seria a serventia para se comunicar com as mãos? Quem entenderia? No final das contas, escrever num papel era mais entendível do que ficar fazendo sinais com a mão e as pessoas ficarem apenas olhando, como idiotas, igual os marinheiros daquele local. Levou-se alguns segundos após a leitura em voz alta, para que um deles respondesse à pergunta do mudo. O problema da biblioteca era solucionado, “Universidade Nista”, era lá que o caçador iria, mas antes, acabava por escutar as respostas para as outras perguntas. Após as falas, o grupo de marinheiros acabavam por ignorar Nostrade e voltavam a conversar, o jovem então saia do QG e buscava as suas roupas sujas e ia até o local indicado pelo marinheiro, aonde no porto, encontrava duas mulheres limpando roupas no rio que terminava no mar, seria para elas que o mudo pediria os serviços. Uma delas era uma jovem bela com um lenço branco que prendia o seu cabelo, ela fazia alguns sinais com as mãos, provavelmente uma linguagem de sinais, mas o rapaz não tinha conhecimento daquilo e apenas pareceu gestos.

O jeito que a garota falava, era estranho, não conseguia entender o que ela quis dizer, mas a segunda mulher surgia naquele momento, mais velha do que a primeira, se revelando ser a mãe da garota e clareando as dúvidas. Ela era surda e não conseguia falar direito, mas o serviço era vinte mil. Sem problema, Draken pagava a quantia necessária e aguardava o serviço ser finalizado para então, retornar ao cafofo de Yohan, aonde lá dentro, no banheiro, mudaria de roupas. *Finalmente, posso vestir elas novamente.* E então, o maço de cigarro era colocado no bolso interno do lado direito do terno, o papel e a caneta no lado esquerdo, seu revólver com apenas uma única munição, na parte de trás da cintura, com o cabo apontado para a direita e por debaixo da camisa e do terno. Agora, saia da casa, fechando a porta, a noite havia surgido e as ruas vazias, mas a “Biblioteca Nista”, ainda estava aberta e com movimento do que poderia supor que fosse os alunos da universidade local e o local não possuía segurança, qualquer um podia entrar e sair que nada iria acontecer. O jovem Nostrade então caminhava pelos corredores daquela biblioteca, a mesma tinha uma vastidão de conhecimento, mas naquele momento, buscaria algo sobre a Anatomia e após encontrar o livro, caminharia para uma mesa de canto, aonde pudesse obter um bom campo de visão, já era de noite e não havia segurança, qualquer coisa poderia ocorrer lá dentro.

~Início do Aprendizado de Anatomia ~

Conhecer o corpo humano melhor era uma ideia estupenda, era um assassino e com o conhecimento sobre a anatomia, poderia causar mais dor no seu alvo e não apenas mirar na cabeça e coração, para matar direto. Abriria então o livro, era um Prodígio, não precisava de alguém lhe ensinando, um instrutor, podia aprender as coisas apenas na teoria e sozinho. *Tem algumas palavras que já escutei anteriormente, na minha ilha natal.* Pontos de pressão também era útil, podia usar para aliviar dores dentre outras coisas. Tinha três tipos: Ponto de toque, aonde eram ativados com um simples “toque”, só que executando uma certa pressão. O segundo tipo era o Ponto de Esfregar, parecido com o anterior, só que com uma ação diferente. E por fim, o Ponto de ataque, que era para ser usado para autodefesa, mas sabendo disso e aplicando numa ofensiva, poderia ser bem útil. Era um atirador, mas de vez em quando, poderia partir para uma luta corporal e tal conhecimento seria útil. No livro também lia sobre as veias, músculos, artéria e os órgãos. *Agora, preciso ir atrás de algum criminoso para aplicar estas informações, mas já captei tudo, agora preciso de cobaias..* Dizia enquanto fechava aquele livro, o aprendizado havia sido finalizado.

~Fim do Aprendizado de Anatomia~

Quanto tempo havia se passado desde que havia entrado na biblioteca? Se perguntava enquanto se levantava da cadeira com aquele livro em mãos e agora, retornaria o mesmo para a estante que havia retirado mais cedo. O que faria agora? Procuraria um segundo livro, desta vez, algo sobre criação de projéteis.




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