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Kenshin
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Mazushi: Por um punhado de berries Qui Maio 13, 2021 7:01 am
Relembrando a primeira mensagem :

Mazushi: Por um punhado de berries

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Civis Yu Wei, Ren & Izzy. A qual não possui narrador definido.

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Mazushi: Por um punhado de berries - Página 5 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Deep
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~Narração~

Conforme os dois trocavam palavras, um por voz e outro por um caderninho de notas com a caneta que ele mesmo lavou, a tarde ia se arrastando, o vento ressoando do lado de fora e a temperatura começando a cair devido ao tempo sem sol por causa da chuva.

Yohan via cadáveres em pé do lado de fora da casa, cadáveres os quais ele estava acostumado a ver, eles sorriam de forma debochada para ele, como se rissem do banho fecal que ele recebeu. Em certo momento um dos cadáveres estendia a mão em sua direção e voava através de uma janela, a janela se quebrou enquanto um trovão ressoou ao fundo, mas logo o jovem poderia perceber um tijolo enrolado por uma sacola aos seus pés, provavelmente o que quebrou a janela.

Se os rapazes pegassem o tijolo, dentro da sacola havia um bilhete escrito em sangue, com os dizeres “Eu também sei caçar… Boa noite…”. Se olhassem para fora seria muito difícil ver algo, as nuvens e a água escureciam e turvavam a visão de forma grotesca, a distorção gerada pela água em grande volume nos vidros, também não ajudava.

Era em torno de quatro da tarde, a chuva não aparentava dar tréguas e eles tinham uma ameaça em mãos, um trovão vinha e com uma falha de alguns cliques, a energia morria, deixando a casa quase em breu, assim como do lado de fora.

Não abra:
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Mazushi
Por um punhado de Berries




A temperatura caia, a dupla ficava lá na casa, o ritmo havia caído depois da “falha” em sair do esgoto mais cedo. Uma das janelas se quebrava, o trovão ressoava e o mudo ia ver o que havia sido jogado, um tijolo enrolado numa sacola. Draken pegava a sacola, deixando o tijolo separado e de dentro dela, pegava um papel com palavras escritas em sangue, o que já era de se esperar. Ao ler a carta, entregava o papel para Yohan. – Foi o que eu falei. Mostrava o que havia escrito no papel que o próprio Yohan havia entregue para o mudo e então, guardava o papel e a caneta, pegava o tijolo com a mão direita e ficava na divisão entre o lado de fora e o lado de dentro da casa, buscando escutar algo com sua audição aguçada, já que o tempo e o clima não ajudava o jovem a ver alguma coisa direito. Caso ficasse se molhando por estar na divisão, Nostrade daria dois passos para trás, para sair da área da chuva. Caso com sua audição, escutasse barulho de arma de fogo ou branca, pegaria cobertura e chamaria a atenção de Yohan para então, fazer uma mímica. Se fosse arma de fogo, faria com a mão esquerda. Se escutasse som de tilintar ou algo que sugerisse que tivesse alguém com arma branca, faria a mímica básica, como se estivesse sacando uma espada. Mas, caso fosse difícil dele entender, escreveria no papel a situação, se fosse arma de fogo, escreveria: – Arma de fogo. Se fosse uma arma branca, escreveria: – Arma branca. Caso não fosse nenhum dos dois, mas escutasse um puxar de corda ou um estalar, escreveria: – Arco e flecha ou um chicote ? E então, guardaria mais uma vez e ficaria empunhando o tijolo com a mão direita.







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Apesar de um início conturbado, para não dizer péssimo, Yohan sentia que o dia estava melhorando aos poucos para ele, mesmo que o tempo lá fora parecesse ominoso. Achou a birita que queria, o violão velho, e uma gororoba encheu sua barriga. Em sua confiança que Raven retornaria com boas notícias, estava começando a se animar mais uma vez com a ideia de ser um caçador, isso é, até um dos membros mortos do seu clã quebrar uma janela ao saltar por ela.

- Kyahhhhhh!! Mas que porra!?! - Soltando um gritinho nada másculo, saltando para longe por instinto e erguendo os braços, o musico olhava com espanto. Seus fantasmas nunca tiveram a capacidade de interagir fisicamente com o mundo, só ele era capaz de vê-los e ouvi-los, mas nunca havia sido mais nada além disso. Como agora um conseguira quebrar a janela? A resposta logo se formou na forma de um tijolo, o que o fez colocar uma mão no peito e suspirar em alivio. Não que ter alguém jogando um tijolo na sua casa e quebrando a janela fosse algo legal, mas certamente era melhor que um fantasma quebrando ela, ao menos isso foi o que ele sentiu naquele momento.

Ao pegar o objeto e ver o bilhete que estava anexado com letras em sangue, ergueu a sobrancelha e um leve sorriso de lado se formou em seu rosto, cheio de malicia. - Ohh, interessante. Muito interessante, kiiiishishishi! - A ideia de que aquele sangue fosse de Raven não passou por sua mente. Ele confiava demais nas habilidades dela para achar que poderia ter sido capturada. E além do mais, ele achava que ela era pequena demais para produzir sangue suficiente para uma frase daquelas ser escrita. Passou o bilhete para o mudo e ajeitou as armas que tinha consigo, em seguida tentando observar o lado de fora sem sucesso.

- Ele jogou isso ou para nos atrair para fora, e atirar em quem passar pela porta, ou para nos deixar tensos, aterrorizados, na expectativa de um ataque. Mas não acho que vá se arriscar em entrar depois desse aviso amigável. - Comentou com o outro rapaz que estava no cômodo, e se esse indicasse ter ouvido o som de alguma arma sendo empunhada, meramente acenaria, apreciando a capacidade auditiva do outro.

Com a casa envolta em sombras, Yohan sairia da sala silenciosamente, indo até uma outra janela  em outro cômodo por onde pudesse passar, e a abriria tomando cuidado para não ficar na linha de tiro de alguém. Mesmo na chuva e escuridão, tentaria identificar se havia alguém do lado de fora, usando os relâmpagos como ajuda para sua visibilidade, e após um deles, no momento de maior escuridão, pularia pela janela para o lado de fora e se esconderia atrás de algum objeto ou de alguma sombra, sem ligar para o aguaceiro que caía sobre si.

Tentaria então ir para parte da frente da casa usando sombras, escuridão e objetos para se manter escondido, ao mesmo tempo em que tentava identificar alguém. Se conseguisse, tentaria se aproximar de tal forma, furtivamente, da pessoa em questão, e ver se era Luke. Se fosse, uma vez que estivesse próximo o suficiente, se posicionaria de forma a tê-lo em mira, e então atiraria no mesmo. Uma, duas, três vezes. E se o homem não morresse, mas corresse, daria perseguição, atirando sempre que possível.

Já se por algum motivo fosse atacado em algum momento, tentaria se proteger dos possíveis disparos atrás de objetos e quinas de paredes, saltando para os lados ou chão quando preciso. Se o ataque fosse a curta distância, sacaria com a mão esquerda a espada recém obtida para tentar interceptar o golpe e defleti-lo, e com a mão direita segurando a pistola ao lado da cintura, como um cowboy, aproveitaria a distância para atirar a queima roupa.

Procurando em torno da casa, e até mesmo pelo quarteirão se chegasse a esse ponto, Yohan torcia para que o homem ainda estivesse por ali e que um embate ocorresse. O tijolo não o deixara temeroso ou raivoso, apenas empolgado e cheio de expectativa. Pelo banho de esgoto, pelo banho de chuva agora, pelos berries, pela própria satisfação pessoal do musico. O sangue de Luke precisava ser derramado.





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~Narração~

Os rapazes conversavam sobre a situação, ou melhor, o mudo ouvia e depois escrevia o que pensava para o outro ler.

O mudo então pegava o tijolo e se coloca na porta para tentar ver ou ouvir alguém, enquanto Yohan saía de fininho da casa por uma janela de um cômodo ao fundo e rodeava a casa furtivamente pelas laterais. O jovem se molhava rapidamente no pesado temporal, mas tudo que via ao dar  a volta na casa, era o mudo parado na porta, sem ver nada estando perto da casa, o rapaz começava a se distanciar da mesma para verificar o quarteirão, a chuva era intensa, ele não mais via sua casa e a noite cada vez mais próxima, trazia uma escuridão crescente com ela.

Draken na porta, começava a se molhar devido a água que o vento trazia pela porta, ele não conseguia discernir muitos sons menores da chuva que caía pesadamente, mas pode ver Yohan passando por ele se distanciando da casa em meio a água e saindo de sua visão.

O mudo dava um passo para trás para evitar se molhar e então ouvia uma risada ressoando nos cômodos escuros atrás de si.

-Shihehehehe…

Ele não conseguia ouvir nada além da risada e olhando para trás não conseguia discernir nada da escuridão, um vento trouxe um arrepio a sua coluna quando a porta atrás dele bateu, um relâmpago caiu na hora que olhou para a porta e ele pode ver o homem que ele perseguiu segurando o ferrolho. Draken estava pronto para ouvir o seu algoz de longe, mas não para o ver tão de perto, o escuro engolia o homem novamente e era como se nunca ele tivesse estado ali… Um novo relâmpago e Draken podia ver que realmente ele não estava… O homem estava brincando com sua presa e pelo som de trinco da porta que Draken pode ouvir, a mesma estaria trancada agora, enquanto Yoha estava ainda verificando o quarteirão.

E a risada voltava a ecoar no vazio escuro, vindo de todos os lados e de nenhum ao mesmo tempo.

-Shihehehe…
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Narração.
"Pensamentos".
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Procurando, procurando, e nada encontrando. Naquele temporal, parecia que Yohan era a única alma viva. – Tsc. – Resmungando em irritação, se voltaria em direção à própria casa, começando a caminhar até ela uma vez que estivesse convencido que o homem não estava nas redondezas. Quer fosse na perseguição de mais cedo, ou na investigação de agora, ele nem sequer vira a face do oponente. Quer fosse graças ao banho de esgoto ou o de chuva atual, uma gripe provavelmente o abateria nos dias vindouros e tal noção começava a irrita-lo já que a recompensa almejada não caía em suas mãos, fazendo de toda aquela empreitada algo inútil.

Os fantasmas ao seu redor começavam a cantar uma música que só ele podia ouvir e que ia de encontro com a melancolia que começava a germinar nele, o que fazia com que o musico desse um risinho de lado e os olhasse com certa apreciação. Parando por um instante, fechou os olhos e jogou a cabeça para trás deixando com que os pingos atingissem duramente sua face. Já que uma gripe era provável e o puto do Luke não havia armado uma emboscada como ele esperava, podia muito bem aproveitar o momento. “Já que ele não armou uma emboscada, a outra opção mais provável é que ele meteu o pé após jogar o tijolo e tava tentando só aterrorizar e tirar nosso sono.” Pensou ele resignado, mas logo outro pensamento surgiu, completando a linha de raciocínio. “Mas eu posso estar errado e ele realmente invadiu a casa, e jogar o tijolo foi motivado por algum traço de personalidade? As vezes ele gosta de deixar seus alvos com medo e ansiedade... se esse for o caso, não significaria que ele entrou na casa quando eu saí?” A noção fez com que ele arregalasse os olhos e virasse o rosto de supetão na direção da sua moradia.

Será que ao retornar encontraria o corpo do mudo lá? Isso não seria muito legal. Apertando o passo, acelerou um pouco, mas ainda se esforçou para se manter escondido, usando a chuva, a escuridão e os objetos na rua para tal. Ao se aproximar da casa, tentaria não ficar na vista de ninguém que lá dentro estivesse, e prestaria atenção para ver se conseguia notar alguma movimentação local. Daria a volta até a janela que usara para sair, sempre tentando permanecer escondido, sem fazer barulho. Tirando as botas para que essas não fizessem barulho quando ele pulasse pela janela e adentrasse a residência, ele buscaria um local para se esconder assim que entrasse. E prestaria atenção.

Se escutasse som de combate, se aproximaria com cuidado para não dar na telha e espiaria para ver a situação. Se conseguisse identificar Luke e tivesse uma boa mira dele, atiraria quantas vezes pudesse, visando matar. Coração, cabeça, pernas para reduzir a capacidade de movimentação. Neste momento se revelaria.

Caso em algum momento ele próprio fosse atacado, Yohan tentaria se esquivar dos golpes usando uma mistura de jogo de pés, saltos, cambalhotas e piruetas. Sempre prestando atenção no ambiente ao seu redor para não ficar encurralado, e tentando usar as paredes e objetos ao seu favor para torna-los em obstáculos para os ataques dos inimigos, ao ser atacado frontalmente giraria para o lado buscando sair da reta do golpe e se posicionar atrás do inimigo. Um golpe lateral, como um corte de espada ou chute? Ou então um soco, chute ou estocada na diagonal?  Andaria ou pularia para trás saindo do alcance. Um disparo? Saltaria para os lados indo para trás de um objeto e então voltando a disparar. Com a arma posicionada ao lado da cintura, como um cowboy, após cada esquiva bem-sucedida, tentaria realizar um disparo contra o inimigo.

Se fosse atingido em algum momento, tentaria se recuperar e continuar sua estratégia de combate, e se recebesse um golpe forte o suficiente para lança-lo longe, tomaria proveito para fazer um rolamento no chão e se erguer atirando. Sempre que possível, desde que não o atrapalhasse, recarregaria a arma.





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Yohan sumia, deixando apenas o mudo no local, Draken não pretendia sair de lá, seu objetivo era apenas analisar quem estava do lado de fora. Graças ao vento, o mudo começava a se molhar pela água da chuva e por conta daquela chuva forte, não conseguia discernir muita coisa e com um passo para trás, para não continuar se molhando e então, dos cômodos escuros atrás do aventureiro, escutava uma risada. Yohan não era, deveria ser um invasor ou então, o próprio Luke, o aventureiro numero dois havia saído e esquecido de fechar por onde saiu? Mesmo olhando para trás, nada podia ser visto, teria que contar com sua intuição e audição para lutar contra ele naquela situação. O único momento que havia visto momentaneamente Luke, foi quando o relâmpago caia e ele estava na porta, segurando a tranca da mesma, num segundo relâmpago, ele não estava mais lá. *Preciso de claridade ou algo que faça perceptível a movimentação dele, ele se parece um com a escuridão. Intuição, audição e golpes ao esmo vão ter que ser executados.*

O barulho da porta sendo trancada era escutado pelo mudo, agora era só ele e o pirata. Largaria o tijolo no chão e ficaria numa posição defensiva. Precisaria pensar em algo durante o calor da batalha, mas no momento, utilizar-se-ia de sua audição para tentar detectar a posição de Luke. Detectando ou não, procuraria dar um giro completo, mas ergueria sua perna direita na direção da cabeça de Luke, visto que o mudo sabia a altura do procurado. O pirata era alguém sorrateiro, provavelmente poderia surgir por trás e por isso, sua perna levantada só seria executada quando começasse a girar. Caso não conseguisse distinguir nada, suas defesas apenas seriam consistidas de movimentações constantes após aquele giro completo com a perna elevada após o início, não sabia aonde Luke estava, apenas podia contar com a audição, a intuição e quando caísse outro relâmpago.






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Re: Mazushi: Por um punhado de berries Dom Fev 20, 2022 12:49 am




~Narração~

O mudo perante a situação começa a correr pelo térreo da casa, talvez em desespero perante as táticas do seu oponente, mas de qualquer forma ele ainda corria e chutava o ar sem ver ou ouvir nada além de chuva e sombras.

Ele esbarrava em mesas, cadeiras e outras mobílias da residência, ainda assim ele apenas ouvia uma risada intermitente que parecia ressoar por todos os lados sem uma direção clara.

Yohan chegava nesse momento e era incapaz de entrar devido a porta da frente trancada por dentro, ele observava pela janela e não conseguia ver muita coisa, apenas ouvia muita movimentação como se corressem e chutassem lá dentro.

Ele precisava voltar pelo mesmo lugar que saiu para entrar na casa e assim o fazia, assim que chegava perto dos sons de luta, um relâmpago clareava o local e ele podia ver… O mudo brigando com o ar como se sua vida valesse disso, talvez ele tivesse lutando com alguns fantasmas próprios?

A noite se iniciava e tirando o mudo lutador UFAOC(Ultima Fighting Air Oponent Championship) não havia sinal de invasão ou luta.

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Chutes vazios, mas com intenções assassinas, nada acertava Luke, isto é, se realmente fosse o pirata, mas porque não seria? Se movimentava pelo local, tocava em móveis da casa de Yohan, mas nada de acertar o procurado. *Ele não é literalmente a sombra, ele pode é ser muito esguio e estar evitando meus chutes, quanto ele pode ter saído do local e vazado e aqui estou eu, chutando o ar.* Ponderava sobre a situação. Sem muitas escolhas, o mudo continuaria com as suas ações ofensivas e defensivas, chutando aonde poderia estar Luke ou não. Não tinha voz para falar nada e sua audição aguçada não era útil, pois estava caindo uma chuva pesada com relâmpagos, o máximo que podia usufruir de algum sentido, era da visão, mas tal só podia ser feito quando caia um relâmpago e o mesmo iluminava por alguns instantes o ambiente.






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Arregalando os olhos, Yohan teve que segurar o riso ao ver o mudo brigando com o ar. Será que estava com tanto medo que começara a reagir aos mais leves rangeres gerados pela pocilga que o musico chamava de casa? A situação ficava ainda mais cômica quando uma musica que só o artista podia escutar começava a surgir em seus ouvidos, e a familia macabra se punha em torno do mudo cantando e tocando.

"Quando não tem mais ninguém à vista
Na solitária noite cheia de pessoas
Bem, eu esperei tanto tempo
Por minha vibração de amor
E estou dançando comigo mesmo

Oh, oh, oh dançando comigo mesmo
Oh, oh, oh dançando comigo mesmo
Bem, não há nada a perder
E não há nada a provar
E estou dançando comigo mesmo"


Apesar da graça na situação, o artista não podia relaxar ainda, e pelo contrario, redobraria a atenção. E se aquela "dança solitária" do mudo fosse causada por um invasor realmente? Por um Luke que era tão furtivo quanto si mesmo e que estava atacando das sombras? Desgastando o outro?

Moveria-se lentamente, buscando não fazer barulho nem ser visto, tanto pelo mudo quanto por qualquer outro observador. Não apenas isso, buscaria encontrar o potencial inimigo. Não haviam tantos lugares, quinas e sombras na casa assim onde um homem adulto pudesse se esconder, e ninguém conhecia o lugar melhor que o próprio dono da casa. Faria o possível para não se mostrar. Queria ser como o corrupião na história do louva a deus e da cigarra.

“O louva-a-deus persegue a cigarra sem saber do corrupião atrás.”

Com a kukri segurada de forma invertida na mão direita, subindo rente ao antebraço, e a pistola na mão esquerda, se o musico avistasse Luke atacando o mudo, miraria com calma e faria o possível para não perder o homem de vista, e então, atiraria contra uma das pernas do homem, na altura do joelho. Seu objetivo não era matar a pessoa, não imediatamente, mas sim remover sua capacidade de locomoção. Ajustando a mira se preciso, atiraria por uma segunda vez também nas pernas, e após, se fosse o caso, daria perseguição, atirando mais uma vez, agora nas costas, já que acertar as pernas de um alvo em movimento quando ele próprio também estava correndo seria mais difícil.

Se o oponente não fugisse, mas ao invés tentasse ataca-lo, Yohan tentaria se esquivar dos golpes usando uma mistura de jogo de pés, saltos, cambalhotas e piruetas. Sempre prestando atenção no ambiente ao seu redor para não ficar encurralado, e tentando usar as paredes e objetos ao seu favor para torna-los em obstáculos para os ataques dos inimigos, ao ser atacado frontalmente giraria para o lado buscando sair da reta do golpe e se posicionar atrás do inimigo. Um golpe lateral, como um corte de espada ou chute? Ou então um soco, chute ou estocada na diagonal?  Andaria ou pularia para trás saindo do alcance. Um disparo? Saltaria para os lados indo para trás de um objeto e então voltando a disparar.

Quando não fosse possível esquivar, quer fosse por falta de espaço ou tempo, usaria a kukri que segurava para tentar bloquear o ataque, brandindo-a de um lado ao outro ou de cima para baixo dependendo do ataque. Com a arma de fogo posicionada ao lado da cintura, como um cowboy, após cada esquiva ou bloqueio bem-sucedido, tentaria realizar um disparo contra o inimigo.

Se fosse atingido em algum momento, tentaria se recuperar e continuar sua estratégia de combate, e se recebesse um golpe forte o suficiente para lança-lo longe, tomaria proveito para fazer um rolamento no chão e se erguer atirando. Sempre que possível, desde que não o atrapalhasse, recarregaria a arma.

Já se nada ocorresse por mais uns quinze minutos, finalmente pararia de se esconder e começaria a rir do mudo que ficara tanto tempo lutando contra inimigos invisíveis. - Kiiiiishishishishi. Cara, o que que cê ta fazendo? Kiiiiishishishishi. - Mesmo enquanto gargalhava, as mãos ainda empunhariam as armas e estaria atento a qualquer ataque que pudesse surgir naquele instante, pronto para tentar se defender e contra atacar.






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Van
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VanPirata
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NARRAÇÃO

Esgoto, sujeira, lama e muita confusão. As coisas não estavam nada bem para a dupla de procurados pelo submundo. Ambos possuíam organizações buscando por suas cabeças e essa característica em comum formam um laço natural baseado na necessidade de sobrevivência, estado este que é considerado um excludente de ilicitude, veja só. Diante dessa situação, a lei os ampara caso tentem permanecer vivos. Entretanto, naquele casebre, não havia lei para ajudá-los, apenas um pequeno ser com coração gigante. A pequena Tontatta surgiu no meio da noite enquanto Yohan assistia Draken lutar contra si mesmo. O mudo passou por uma situação complicada e não se sabe ao certo o que de fato estava acontecendo e dificilmente seria capaz de explicar devido a ausência de mecanismos facilitadores de linguagem.

- Yohan, que bom que você está bem… Digo, cof, é bom não morrer!

A pequena tentava disfarçar o rosto corado, porém, a ausência de luz no cômodo impedia uma visão mais detalhada de suas feições, tornando sua preocupação desnecessária. O espadachim ainda tinha uma lâmina, mas o companheiro estava totalmente desarmado, inclusive sem o seu bloco de notas onde poderia se comunicar. Mas como um anjo em meio a escuridão, Raven trazia consigo boas novas.

-rararara, olha o que eu achei lá fora…

Ela puxou de suas costas um revolver antigo capaz de disparar duas vezes. Ele estava carregado e apesar de não ser a melhor das armas, era boa o bastante para intimidar e se proteger momentaneamente. Caso Yohan queira, poderia deixar com o amigo ou simplesmente ter mais uma no seu arsenal, posto que a Tontatta jamais daria para o mudo, então a decisão cabia exclusivamente ao esquizofrênico.

- Yohan, eu estava seguindo uma menina, digo, aquele inimigo e enquanto eu estava escondida, ouvi ele falar algo… Ele estava chorando e murmurando… Mas eu não ouvi isso porque eu achei que era uma mulher que Yohan estaria interessado, não!

Ela estava com um semblante raivoso, provavelmente envergonhada de si mesma, mas cabia ao nakama perceber isso. O trio agora estava reunido e poderia traçar os próximos passos. Não havia perigo iminente e a anãzinha parecia saber muita coisa por uma grande coincidência pregada pelo destino. Se olhassem ao redor, veriam que não tinha chuveiro, mas havia uma torneira na pia e roupas empoeiradas no armário. Na cozinha, dentre os talheres, facas poderiam ser usadas como armas, mas também não estavam muito afiadas.

Rag:

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No escuro, observando o mudo que lutava com o nada, buscando pelo inimigo, sentindo a roupa molhada pela tempestade que o encharcara do lado de fora, concentração total. Espada na mão direita, pistola na esquerda. E então uma voz que surgia em seu ouvido, dizendo que estava feliz por vê-lo bem. - Uuuuuuaaaahhh!!! - Mediante a aparição repentina próxima a si, o susto que o musico levava era tão grande que o fazia pular e dar um grito. Olhando para quem falara consigo, ele conseguia ver Raven, e suspirava aliviado, abaixando a pistola que apontara.

- Cê tá louca mulher? Quer me matar de susto?! - Exclamou após guardar as armas, e de forma teatral, colocar a mão no peito, como se estivesse sentindo o coração batendo acelerado. Apesar da fala, ficou feliz em vê-la e lá no fundinho, aliviado também. A confiança depositada nas capacidades dela não o falhara. Após ela rir, e desviar do assunto lhe entregando uma pistola que ele tratou de guardar consigo, a menina comentou o que fizera, mas a explicação foi um pouco... confusa, para dizer o mínimo.

- Hein? Menina? Que menina? - Questionou ele, virando a cabeça levemente de lado tentando compreender. - Você não seguiu o Luke após sair pelo bueiro como combinado? - Raven tinha consigo o cartaz do procurado, e estivera na “caçada” desde o início, de que mulher ela estava falando? Enquanto ele esperava por uma explicação melhor, uma ideia passou por sua mente e ele cerrou levemente os olhos para ela. - Raveeen... cê tá tentando me distrair do fato que cê jogou um tijolo pela janela com uma ameaça, cortou a luz da casa, e apavorou nosso colega ali ao ponto que ele ficou daquele jeito? Hein? Hein? - Com o  dedo indicador, daria leves cutucadas nela enquanto a questionava.

Por mais inteligente, companheira, e implacável que ela pudesse ser, a pequenina também tinha seu lado infantil e adorava pregar peças nos outros, vide quando o acordara com agua na cara mais cedo naquele dia. Tá certo que nem todas eram de bom gosto, mas no fim ninguém era perfeito. Ele era alcoólatra, galinha, e via a família morta o tempo todo. Ela pregava peças e era ciumenta. Sem contar que ambos feriam e matavam por prazer.

Se ela assumisse ter feito aquilo, ele acabaria por gargalhar após reclamar um pouco. - Ora sua... olha meu estado por sua culpa! Tô encharcado! Mas... pensando em como ele ficou... kiiiiiishishishishi!! Muito boa! Kiiiishishishishi! - Apontando para o mudo, que devido a comoção provavelmente já teria se aproximado, e rindo mais um pouco, completaria para o homem. - Cara, espero que perdoe ela, é só que ela ama esse tipo de coisa, não leva pro pessoal e fica atento que vai dar tudo certo. -

Indo até o local onde haviam algumas roupas secas, começaria a se trocar. - Mas e então, o que descobriu? -

---

Já se ela não admitisse ter feito aquilo, o rumo da conversa seria diferente. Além de voltar a prestar atenção ao seu redor, pronto para se defender e atacar quando preciso, perguntaria. - Tem certeza que não foi você? Porque se não foi significa que foi o inimigo. Você viu o que houve? Me conta o que aconteceu depois que nos separamos. -

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Se realmente sofressem algum ataque, qualquer que fosse a situação, Yohan tentaria se esquivar dos golpes usando uma mistura de jogo de pés, saltos, cambalhotas e piruetas. Sempre prestando atenção no ambiente ao seu redor para não ficar encurralado, e tentando usar as paredes e objetos ao seu favor para torna-los em obstáculos para os ataques dos inimigos, ao ser atacado frontalmente giraria para o lado buscando sair da reta do golpe e se posicionar atrás do inimigo. Um golpe lateral, como um corte de espada ou chute? Ou então um soco, chute ou estocada na diagonal?  Andaria ou pularia para trás saindo do alcance. Um disparo? Saltaria para os lados indo para trás de um objeto e então voltando a disparar.

Quando não fosse possível esquivar, quer fosse por falta de espaço ou tempo, usaria a kukri que segurava para tentar bloquear o ataque, brandindo-a de um lado ao outro ou de cima para baixo dependendo do ataque. Com a arma de fogo posicionada ao lado da cintura, como um cowboy, após cada esquiva ou bloqueio bem-sucedido, tentaria realizar um disparo contra o inimigo.

Se fosse atingido em algum momento, tentaria se recuperar e continuar sua estratégia de combate, e se recebesse um golpe forte o suficiente para lança-lo longe, tomaria proveito para fazer um rolamento no chão e se erguer atirando. Sempre que possível, desde que não o atrapalhasse, recarregaria a arma.





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Re: Mazushi: Por um punhado de berries Dom Fev 27, 2022 12:34 pm
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Havia agora parado de brigar com o imaginário, o grito de Yohan era escutado graças a audição aguçada do mudo, fazendo o aventureiro virar o rosto para aquela direção. Parecia que a anã de Yohan havia retornado e eles dialogavam, Nostrade escutava com um de seus sentidos aguçados, mas não sabia como levar aquelas informações dita por Raven, se levava a sério ou não, menina? Mas o alvo a ser perseguido era um homem, cujo o nome era Luke. Se tudo o que havia ocorrido naquela casa, tivesse sido obra da anã e Yohan falasse com o mudo. – Cara, espero que perdoe ela, é só que ela ama esse tipo de coisa, não leva pro pessoal e fica atento que vai dar tudo certo. Pegaria o papel e a caneta que estava consigo e escreveria: – Só que não faz muito sentido, quando você saiu, vi a silhueta de um homem trancando a porta por dentro, quando o relâmpago caiu. Bem que ela poderia lavar nossas roupas sujas pelo esgoto, não? Após escrever, mostraria para Yohan, ignorando qualquer represália dele ou da anã. Após a ida do rapaz ao local da casa que ele tinha roupas secas, escreveria mais uma vez no papel e esperaria seu retorno. – Precisamos acabar com isso, preciso do dinheiro para repor o que foi inutilizado pelo esgoto. Se referindo ao cigarro, fósforo, caderno. Tinha também suas roupas sujas, que precisaria encontrar uma lavanderia. Além de comprar uma arma, pois preferia lutar de longa distância.

Caso não tivesse sido ela que tivesse feito tudo aquilo, realmente, Luke estava no recinto. – Ele deve ter saído, assim como ele entrou. Creio eu que ele não ficaria por aqui com três pessoas em alerta, visto que ele esperou você sair para entrar na casa e trancar a porta. Mostraria o papel para os dois e então, escreveria a mesma frase do caso de ter sido Raven que fez tudo aquilo. A última frase daquele caso. Não voltaria a chutar o ar, aquilo já não tinha mais sentido, o trio não tinha mais a noção se Luke estava ainda no recinto, ou não.






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NARRAÇÃO


Após se ajeitarem e tirarem um breve momento de relaxamento, o trio estava pronto para o próximo passo. Ainda ansiosos e preocupados, mantinham-se alerta para com possíveis ameaças. Entretanto, a alma que bateu à porta não aparentava ser inimiga. Vestia branco e azul, além de estar acompanhado por outros portando a mesma vestimenta.

-Caçadores? - Chamou um homem com semblante ardiloso e bigodes finos e longos como os de um rato. Ele apresentou-se como Cabo Di'Mouse e seu sorriso confiante era bastante chamativo. -Conseguiram capturar Luke? - Indagou deixando transparecer sua preocupação e ansiedade com a resposta. Mas ao notar com sua boa visão a ausência do criminoso, o semblante mudou para algo frio e arrogante. -Pois bem, temos uma possível localização deste criminoso. Fica no beco Aley Pop na parte baixa da ilha. Aqui está o mapa. Sejam rápidos ou mandarei outros caçadores coletarem essa recompensa. Shishishishi

Ele saiu rindo maliciosamente enquanto seus dedos se tocavam à frente do próprio rosto. Os soldados que o acompanhavam não demonstravam emoções e pareciam até preocupados, destoando totalmente do superior.

- A Marinha tá com mais ratazanas do que essa casa…

Disse Raven parecendo saber algo. Qual o próximo passo do trio agora?

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Narração.
"Pensamentos".
-Falas.







A pequena não negava nem assumia as acusações de Yohan, o que levava o musico a acreditar que estava certo, e frente à opinião de Nostrade de que ela deveria lavar as roupas sujas de esgoto como punição, o homem confirmava com a cabeça. - Concordo. Quando isso acabar, as roupas são suas pra lavar baixinha. Kiiiishishishishi!! -

No fim das contas, pelo que o aspirante à caçador entendera, além de ver Luke chorando em algum ponto, Raven havia perdido o rastro dele e retornado. A trilha parecia ter esfriado, e Yohan percebia quão mais difícil era ir atrás de um homem procurado do que dos inocentes que ele estava acostumado. Estranhamente, a noção não o desanimava, mas trazia um senso de antecipação. - Após todo o revés sofrido até aqui, quando eu finalmente cortar a cabeça dele, quão prazeroso isso vai ser? -

Os pensamentos sombrios, que eram acompanhados por um par de olhos brilhantes e um sorriso de lado perigoso, eram interrompidos por batidas na porta. Com uma pistola em mãos, o homem olhou furtivamente pela janela quebrada e verificou que pareciam ser marinheiros. Estreitando as pálpebras, guardou a arma e armou um sorriso largo antes de abrir a porta. - Olá? - O comprimento em forma de pergunta expunha a dúvida que tinha do motivo dos marines estarem ali, mas logo a resposta chegava.

- Luke? Não, o puto é mais escorregadio do que sabão. Cês tem alguma informação nova? - Apesar de considerar a situação um pouco estranha, ainda mais considerando a ansiedade aparente do cara de rato, e da preocupação estampada no rosto dos outros marines, Yohan respondeu com naturalidade. Após ouvir as notícias e pegar o mapa, apenas respondeu com um simples - Okay. antes de fechar a porta.

- Três considerações. - Comentou ao escutar a fala de Raven. - Se eles sabem onde Luke está, porque perguntariam se tínhamos capturado ele? Na melhor das opções é porque não têm certeza que ele realmente tá lá, na pior, é porque eles não têm boas intenções e querem nos levar para algum tipo de armadilha. Além disso, considerando como cercaram o hotel mais cedo, mostra que se tivessem uma pista realmente, mandariam os próprios homens e não deixariam o prêmio cair nas nossas mãos. E terceiro, somos iniciantes, se eles realmente fossem chamar algum caçador para ajudar, seriam os mais experientes. - Erguendo um dedo de cada vez, ao fim, ofereceu uma proposta louca. - Acho que eles são suspeitos, deveríamos seguir eles primeiro ao invés de ir pro local informado. O que vocês pensam? -

A resposta escrita do mudo deixava claro que ele preferia ir ao local indicado pelos marines para investigar a situação. Se Raven também achasse que era a melhor opção, Yohan não insistiria na proposta feita e iria junto até o beco, mas sendo cauteloso e tentando ser o mais furtivo possível, buscando por possíveis sinais de armadilhas. Não entraria no beco de imediato se chegasse lá sem problemas, mas se esconderia nas sombras, ou atrás de algum objeto para observar a situação.

Já se a tontatta achasse que o que ele dissera fazia sentido, e concordasse em seguir os marines, após avisar que encontraria com o mudo no beco se a perseguição não rendesse frutos, ele sairia de imediato da casa e iria na direção em que os cães do governo partiram, tentando alcança-los. Claro, que nesse caso, faria o possível também para não se mostrar, usando sombras, edifícios, esquinas, objetos, e até mesmo pessoas para tentar se esconder enquanto observaria as ações do cara de rato e seus homens.

Qualquer que fosse o caso, jogaria a arma encontrada por Raven na direção de Nostrade já que ele pedira por ela. Kishishishsihishi...





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Última edição por Wild Ragnar em Qui Mar 03, 2022 6:36 pm, editado 1 vez(es)
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Uma batida na porta, quem será que era agora? Foi então que as cores azul e branco surgiam, a cor padrão da marinha. Não tinha apenas um marinheiro lá, mas vários, mas porque eles estavam lá?  Quem chamava a atenção era um homem com um bigode fino e longos, como de um rato. Primeiro, ele questionava se eles eram caçadores, o mesmo homem se apresentava como “Di’Mouse” e a patente era de Cabo, mas ainda não fazia sentido a presença daqueles oficiais na casa e a dúvida só aumentava, quando o mesmo questionava para eles se havíamos conseguido capturar Luke, mas como ele sabia que éramos nós caçando-o e aonde nós estávamos?  O sorriso dele era chamativo e transmitia confiança, mas depois de um tempo, provavelmente ao notar que nós não estávamos com Luke, seu semblante mudava para o de alguém frio e arrogante. - Pois bem, temos uma possível localização deste criminoso. Fica no beco Aley Pop na parte baixa da ilha. Aqui está o mapa. Sejam rápidos ou mandarei outros caçadores coletarem essa recompensa. Shishishishi

Aquela frase final do cabo antes de sair, deixava tudo mais suspeito, deixou que Yohan cuidasse do diálogo, visto que o aventureiro era mudo e conversava escrevendo e pelo último marinheiro que havia encontrado, poderiam achar que era um pedido de autógrafo. Após escutar as palavras da anã, o mudo já estava a postos para escrever, mas acabara por esperar o outro rapaz falar e concluir o raciocínio. Algumas coisas que Yohan levantava, realmente batiam com as de Nostrade. – Porque o marinheiro surgiu aqui do nada com outros? A anã ali informou ele? Antes de continuar, mostraria o papel para Raven e Yohan, para então, logo em seguida, continuar a escrever: – Concordo com o Yohan, porque ele veio aqui, sabendo a possível localização de Luke? Somos caçadores iniciantes, porque confiar tal informação para a gente, sendo que tem mais caçadores por aí? Assim como eles fizeram no hotel, eles poderiam fazer de novo nessa localização. Por fim, eles devem querer nos usar de isca para atrai-lo ou então, desgasta-lo o máximo possível para então, efetuar a captura ou mata-lo e quem sabe, nos calar. Mostraria para os dois e então, concluiria: – Como é em um beco, se não tiver dois buracos em lados opostos, que sirvam como entrada e saída, e tenha apenas um, a pessoa ficaria encurralada caso alguém surgisse e como Luke é muito esguio, precisaríamos adentrar o beco e se for mentira, não duvidaria desse cabo surgir, tampando nosso meio de saída e nos executar. Ou então, Luke, porque não se esqueçam que é um beco, provavelmente o espaço não é grande e o criminoso é bem rápido. Mostraria a conclusão dos pensamentos para Yohan e Raven e então, se levantaria e faria um aquecimento.

– Não sei vocês, mas eu pretendo checar esse beco “Aley Pop”, para ver se não é uma armadilha. Caminharia até o rapaz e pegaria o mapa, entregue por “Di’Mouse” aonde abriria e procuraria traçar uma rota até o local, mas de forma que não surgisse de cara para o beco, mas sim, pelas redondezas. Devolveria então o mapa para Yohan e então, escreveria, pela última vez, antes de sair naquela chuva. – Se você tiver mais alguma arma de fogo consigo, me empresta. Seu comentário era referente ao saque da pistola na batida daquele cabo. Guardaria então a caneta e o papel e se Yohan tivesse uma arma de fogo de sobra e lhe entregasse, Draken pegaria a mesma e desacoplaria o cartucho para fazer a contagem de balas no pente, para então, acoplar de volta e travar a arma, guardando a mesma presa na cintura na parte de trás, com o cabo para o lado direito, assim, se precisasse puxar a arma com a mão direita, ficaria fácil.

Com uma arma de fogo entregue por Yohan, ou não, com o rapaz seguindo o mudo, ou não, Draken sairia daquela casa e iria de maneira furtiva para o "Beco Aley Pop", aonde buscaria analisar e observar a rua que levava á localização e as adjacentes, não poderia ir de cabeça ao que aquele marinheiro havia informado, tudo aquilo estava muito estranho e poderia ser uma cilada. Furtivamente, andaria pelas ruas, procurando por pessoas suspeitas e por ligações entre ruas. Aquele beco era apenas uma entrada sendo a mesma entrada, a forma de sair? Duas formas de entrar e duas saídas? Aonde cada entrada se ligava? Precisava saber destas informações, antes de averiguar o beco em si, além de procurar por pessoas que estivessem se comportando estranhamente, seria furtivo e ainda sim, teria etiqueta para que conseguisse se comportar com o ambiente daquele local, se não conseguisse ser furtivo.





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