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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
Se divirta nessa nova aventura e se torne o novo rei pirata... Se puder!

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Marines&Agiotas, não são o mesmo?

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Kenshin
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Kenshin
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Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qui Maio 13, 2021 1:10 am
Relembrando a primeira mensagem :

Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Takamoto Lisandro e Joseph Proudguard. A qual não possui narrador definido.

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Gyatho
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Sab Jun 19, 2021 1:42 pm

Prova de combate!



Com a conclusão da limpeza, podia ter um breve momento para estudar a natureza do combate e como eu adaptaria aquilo para as minhas experiencias... no caso, eram nenhuma. Podia observar a base e as posturas que os lutadores corpo a corpo mantinham, isso me dava algumas ideias para utilizar na luta “ Entendo. Eles posicionam os pés desta forma para criar um equilíbrio tanto em relação aos golpes que eles tomam quanto para beneficiar os seus próprios golpes. Porém ainda estou confuso quanto aos braços... alguns os mantem ligeiramente mais abertos outros mais centrados, cada um tem um propósito ao que parece, um estilo por assim dizer. Alguns para golpes fracos, porem contínuos e rápidos, outros para golpes fortes porem desgastantes, outros para agarrões e etc...” Parava para embrulhar aquele pacote de novas informações enquanto continuava a absorver mais e mais com os olhos.

Observava brevemente Lisandro que havia terminado a tarefa antes de mim, e mentalizava lutar com o mesmo por algum tempo “ Ele é mais baixo e bem mais esguio, se lutássemos ele provavelmente usaria da sua agilidade e altura para desferir golpes rápidos e me derrubar com o tempo... Já eu teria que uma grande vantagem em tamanho, peso e provavelmente em força bruta, já que no teste de força eu me saí melhor...hm.... Eu poderia finalizar o combate o mais rápido possível com poucos socos focalizados ou garantir que eu o agarrasse para lança-lo de um lado para o outro, contra isso aqui que seu corpo menor não teria tanta durabilidade quanto o meu...hmm... Acredito que um estilo veloz não faça o meu tipo, vou me focar em golpes concentrados e agarrões, deve bastar para conter inimigos” Finalizava a reflexão, me levantando para trocar de roupa.

Nesse meio tempo perdido no meu pensamento, os outros restantes da prova terminavam a limpeza e logo o instrutor começava a atribuir os oponentes de cada um. Não me importava muito com o adversário dos outros, já que aquela etapa deveria ser passada sozinho. Pude então ouvir quem lutaria comigo, um praticante de Taekwondo que estava num canto desferindo golpes no ar. Podia notar em sua vestimenta uma faixa preta na cintura “ Hum?! Eu vou lutar com ele? “ Pensei um pouco espantado “ Se eu não me engano, essa faixa preta indica um alto grau de habilidade de combate na hierarquia desses combatentes...” A preocupação não ia embora e a ansiedade tomava conta da minha mente brevemente “ Calma, calma... Ele tem muito mais experiencia de combate, e provavelmente não irá pegar leve já que é um teste e não uma aula...” Respirava profundo e soltava para desacelerar a tensão no corpo “ Okay, vamos lá. Como ele é bem mais experiente, eu preciso terminar isso o mais rápido possível, ele vai explorar esse meu ponto fraco e abusar até ganhar de mim, por isso o tempo aqui é de uma bomba. Bom, ele deve usar bastante as suas pernas, o que torna o combate mais acelerado, já que ele as usa tanto para atacar quanto para se mover, não se preocupando necessariamente com o posicionamento para os braços, como eu, já que ele pode me usar de chão e passar por cima... Porém esse estilo tem um problema. Se eu neutralizar uma das pernas, fica comprometido tanto a habilidade de luta quanto a de locomoção, invalidando dois fatores com um tiro só... Certo, é isso que eu vou usar!” Finalizava minha estratégia previamente ao entrar no campo para lutar.

No campo assumiria minha postura para aquele combate. Corpo na lateral, mostrando minha frente para o lado da perna mais atrás do oponente. Pés firmes ao chão, pois precisava manter uma base solida para defender um golpe forte. Mão dianteira na diagonal, indo do meu cotovelo encontrando minha costela com um pouco mais de espaço, subindo e cruzando meu peito até parar no meu maxilar oposto a mão de escolha, mantendo-a semi aberta para aparar e agarrar possíveis golpes. Já a mão traseira se manteria abaixada num sentido horizontal, seguiria a linha da minha cintura com a calça, também semi aberta. Cada uma das mãos tinha um propósito especifico naquela luta contra aquele oponente em especifico. Como um lutador com as pernas não pode dar um ‘golpe de estocada’ com a perna em um nível superior ao tronco, mirando a cabeça por um exemplo, não havia necessidade para manter a guarda no rosto a frente, porem sim na lateral, onde a maioria dos golpes poderiam vir. Da mesma forma a mão traseira ficaria num nível abaixo, protegendo de possíveis golpes direcionados ao abdômen. O único ponto fraco em tese seriam minhas costas, porém era para isso que eu havia mantido minha posição espelhada com a perna traseira dele. Já que anatomicamente ele não poderia torcer sua perna para contornar o seu próprio corpo e acertar minhas costas, ele teria que vir pela minha frente, onde eu já havia minha linha de defesa preparada.

Para golpes do tipo estocada, tentaria desviar para os lados, visto que estes são problemáticos demais para defender com uma mão apenas. Para chutes horizontais ou diagonais, eu bloquearia com as duas mãos, e seguraria a perna, andando para trás a passos firmes para desequilibrar o oponente. Para uma rasteira ele teria que mover todo o seu corpo um nível abaixo, isso seria uma oportunidade para por o meu tamanho e peso como vantagem. Me atiraria para cima do mesmo com os braços abertos para agarrar qualquer parte de seu corpo ou vestimenta, assim que ele abaixasse para desferir a rasteira.

Para um caso pouco provável onde ele não tomasse a iniciativa, teria que faze-la eu mesmo. Avançaria devagar até um ponto de ação de suas pernas, dai em diante, daria passos ligeiros para encurtar a distancia e diminuir a efetividade das pernas. Com a mão traseira mais distante, desferiria um golpe potente no abdômen do adversário. Seguiria com a trocar de mão e desferiria outro golpe na mesma região e finalizaria com uma tentaria de agarra-lo em algum local. Os golpes no abdômen serviriam para limitar sua estamina, já que aquela era uma região importante para quem usa do ar frequentemente, fora que tinham uma certa responsabilidade para com as pernas, se aquela região fosse danificada, golpes mais estravagantes ou movimentações mais complexas estariam comprometidas para ele. Independente do momento em que conseguisse, ao agarra-lo, faria questão de segurar com as duas mãos no mesmo ponto e usando minha força, o rodaria e lançaria o mais longe possível, tentando no processo faze-lo perder controle do centro de gravidade e não conseguir ter um pouso agradável. Caso nenhum de meus golpes encaixasse, recuaria rapidamente sem dar brechar para uma punição.

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Takamoto Lisandro
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Seg Jun 21, 2021 7:32 pm

Marines&Agiotas, não são o mesmo?
 

Enfim um embate, não haveria derramamento de sangue desnecessário, era somente o último teste para efetivar minha pessoa como um marinheiro, um passo para derrotar o rei dos piratas e cumprir meu papel como o homem mais forte do mundo. Meu adversário? Um homem tão grande quanto um pequeno navio, era desprovido de fios de cabelo, porém demonstrava ter um corpo tão esbelto quanto meus cachos vermelhos, formei um sorriso no rosto indo cumprimentar aquele que seria derrotado, não havia vergonha em perder para mim, quem no mundo poderia ganhar do homem mais forte do mundo? - Será um prazer enfrentá-lo, sou Takamoto Lisandro. - Colocando o fio da espada de madeira no ombro com a destra, estirei a canhota para cumprimentar aquele homem e concluir minha apresentação. - O homem mais forte do mundo!

A surpresa iria vim, muitos não conheciam a mim, apesar de ser o homem mais forte do mundo, não sou o mais famoso. - Utilizarei apenas esta espada de madeira e nada mais para nossa luta. - Não queria desonrar o sujeito, mas não poderia dar tudo de mim sem meus equipamentos, lutar com o meu estilo único não era uma possibilidade, teria que arrumar algum tempo para montar minhas ferramentas de combate.

Seria o primeiro a entrar no campo de batalha, uma pequena arena dado ao coliseu que batalhei durante minhas viagens pelas terras de Pimtombeira. - Quando estiver pronto. - Falaria esperando alguma reação, não poderia receber o luxo de levar o primeiro golpe achando que não faria nada contra mim, o sujeito deveria me jogar para fora com a capacidade muscular do seu corpo na primeira lapada. Seguraria a espada de madeira com força, era hora de fabricar o caminho para a vitória, se ele fosse audaz o suficiente para vim a mim, teria de passar por seu ataque, devo lembrar de quem aqui tinha o maior alcance. - Vamos lá! - Também correria na direção dele, ficaria a esquerda do sujeito para a espada ter o maior alcance possível erguendo meu braço deixando a mesma na altura da minha cintura, seria perspicaz, assim que entrasse no meu alcance, não iria para um confronto direto, fingiria espancá-lo em um corte em seu peito, porém desde o início queria cometer um deslize abaixando meu corpo e deslizando no chão para acerta-lo nas pernas.

Mesmo a maior das árvores deve cair se sua raiz for destruída, ele poderia não cair, mas ao menos o faria tropeçar e perder seu equilíbrio, retomaria a minha base ficando de pé e observando a dimensão do dano. - Não acho que vou poder usar disso de novo. - Queria estudar meu oponente, devo mantê-lo longe e analisar. Era a hora de investir em punhaladas em sua direção deixando que ele se aproximasse ao poucos casp montasse uma defesa, não sabia se ele havia tinha uma velocidade explosiva, porém deveria ter um avanço rápido, ficaria atento para desviar de golpes e reconhecer meu oponente.

Não continuaria com meras estocadas, faria minha guarda antes de cansar e usaria a lâmina para aparar golpes buscando uma esquiva efetiva, poderia somente desviar, porém aparar os golpes seria melhor para minha compreensão de Simon. - Pode vim!


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Última edição por Takamoto Lisandro em Ter Jun 22, 2021 5:35 pm, editado 1 vez(es)

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Blum
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Seg Jun 21, 2021 8:02 pm

I - Aventura
Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Botando pra lascar!

- Pegar leve? Não vá se arrepender depois… - Seria isso um milagre? Era tanta felicidade que não conseguia me conter, toda essa raiva que habitava dentro de mim poderia finalmente botar para fora, além disso, o otário da vez seria aquele marinheiro bunda mole, o qual encheu meu saco a tarde inteira. Meus olhos se afiavam como um leão olhando para sua presa.

Estalando os dedos das mãos, diria. - Não vá cair no primeiro soco, desgraçado. - O infeliz que estava a minha frente, aparentemente não usava nenhum tipo de arma, isso fazia-me deduzir que era também um lutador. Devia ser muito macho mesmo para encarar a força dos meus punhos, fortalecidos pelas ruas e por um árduo treinamento dos infernos. - Vou deitar esse cara na porrada.

AAAAAAHHHH! - Gritaria avançando contra aquele marujo imbecil, assim já o assustando, e o deixando em choque. Que foi? Achou que ia ter uma estratégia bonitinha, nos Yakuza nós movemos pela força do coração e cada sentido do meu corpo dizia-me para mandar esse maluco para contar carneirinhos.

Manteria os punhos fechados, e a mão direita acima da cabeça para juntar aquela força colossal, quando tivesse a 1 metro de distância do lutador, saltaria e daria um soco. - Aqui vaaaiii o leendáaariooooo… - Porém todo mágico tem seus truques e para um ex-fora da lei isso não seria diferente. Na verdade, minha intenção desde o início não era socá-lo, mas sim, usar a impulsão da soco para virar meu corpo no ar, de modo que minhas costas ficassem viradas para o oponente. - COOOIICEEE DE JUUUUULMEEEEENTOOOOOOO!!! - Flexionando os joelhos, daria um chute com as duas pernas no desgraçado, tentaria mirar nas parte inferior do infeliz, assim, inibindo que o mesmo desviasse para baixo. Arriscado? Talvez, mas um Yakuza sempre vive a vida se arriscando, se lembre disso.

Errando ou acertando, tentaria me recompor e sair à procura da presa. Chegando próximo o suficiente dela, efetuaria um soco com o braço direito em direção ao seu rosto. - Saiindoo do fornoooo... - Acertando ou não, aqui vinha mais uma de minhas artimanhas. - SUUUVAACAAADAAA DOOO MAAACAAACOOOO! - Meu objetivo real era dobrar o cotovelo e efetuar uma cotovelada em direção ao oponente, inclinando todo meu centro de gravidade para o golpe e sendo uma cotovelada poderia facilmente ir na direção na qual o inimigo se desviou. Ah, agora você me pergunta por que sovacada, bem, se tivesse êxito em desferir o golpe com o cotovelo, aproveitaria a movimentação para passar o suor do meu sovaco no infeliz. - Isso é por me fazer ficar queimando no sol, otário!

Para minha defesa, tentaria prestar atenção de onde viria o golpe para bloquear com os meus antebraços, na hipótese de um chute, usaria posicionaria meus braços em forma de cruz para uma maior proteção. Caso sentisse que poderia desviar, tentaria dar pequenos saltos para o lado, enquanto empurraria o golpe ao lado, se ele tivesse com muita sede de sangue, aproveitaria para dar um chute em suas pernas a fim de derrubá-lo. Para chutes baixos, pularia e rodaria no ar para manter distância e chutes altos, dobraria meus joelhos e inclinaria minha coluna na tentativa de desviar do ataque.

Histórico:

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Eae, qual foi?

#cc99ff - Pensamento
#ffffff - Fala

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Estagiário
Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Seg Jun 21, 2021 11:37 pm

Eu me mantinha em silêncio. Finalmente haveria um pouco de diversão, mas não era o tipo de diversão moralmente correta que eu esperava da marinha. Surrar um maluco daqueles não me parecia ser a coisa certa a fazer. Talvez fosse um teste, mas mesmo que fosse, eu não me importo. Por mais que eu estivesse contida, também estava um pouco frustrada com toda aquela palhaçada de mais cedo, e se algum tipo de culpa cair sobre mim, eu posso apenas dizer que foi o instrutor que mandou.

De qualquer forma, eu não sei qual é a daquele cara, então temos que agir com cautela. Se ali não fosse o local da batalha, caminharia lentamente até a arena. De lá, eu sacaria a espada com minha mão não dominante, e apenas observaria o homem. Para estudá-lo, precisaria que ele tomasse a iniciativa, então eu me manteria calma e com a postura ereta enquanto ele não caísse em meu truque. Tentar assumir uma postura muito cedo seria problemático, já que ele aparentava ser um artista marcial muito bem treinado, então subestimá-lo não era algo muito inteligente a se fazer.

A minha estratégia seria bem simples e direto ao ponto: Já que eu não possuo uma defesa adequada para lidar com alguém bem treinado, tentaria atacar antes que ele preparasse seu ataque, mas não o atacaria da forma que ele esperasse. Tentaria manter uma distância considerável entre nós. Se a arena em que nós estivéssemos tivesse cordas ou algo do gênero e eu ficasse de costas para elas, eu a utilizaria para pegar impulso e saltar para o outro lado da arena, tentando escapar do encurralamento, caso contrário, eu rolaria. Caso executasse a manobra com sucesso, manteria os olhos e a distância para recuperar a energia usada.

Se em algum momento ele viesse correndo em minha direção, eu jogaria meu braço não dominante para trás, como quem fosse preparar um ataque com a espada e observaria brevemente o ataque. Se fosse um golpe muito aberto, onde o membro ficasse bastante esticado, eu saltaria para perto dele, me agachando durante a aproximação e ficando colada ao seu corpo, entrando na zona onde a golpes abertos como aquele não seriam efetivos. Em seguida, sem muita demora, eu o atingiria com um gancho com a minha mão livre, vindo de baixo, bem em seu queixo, para atordoa-lo. - Gazelle Punchi! - Gritaria para dar uma dramatizada. - Ooooooooohh! Gostei! - Obrigado, Agnis. Por último, mas não menos importante, eu montaria em seus ombros e envolveria sua cabeça em uma chave bem apertada. Largaria a espada e o acertaria bem sua face com uma sequência de socos rápidos utilizando as duas mãos, e faria isto até que esgotasse todas minhas forças, mesmo que ele se rendesse antes, mesmo que ele desmaiasse ou até mesmo que todos me pedissem para parar, afinal de contas, essa era a MINHA diversão.

Caso seu ataque fosse um ataque rápido e que não abrisse o espaço para eu me aproximar, eu o ameaçaria utilizando o alcance extra da espada, mas sem atacar, é claro. Não quero dar o disfarce logo de cara. Manteria minha distancia e o de sempre, enxágue e repita.

Espero que o rumo da batalha vá bem pra mim, pois se eu demorar muito, posso acabar trocando de lugar de novo com a Agnis, e ela não sabe lidar muito bem com esse tipo de oponente. - EI!
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Kylo
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Kylo
Associado
Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Ter Jun 22, 2021 6:09 am
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Marines&Agiotas, não são o mesmo?



Finalmente uma luta! Àquela altura, a vitória era a única coisa que importava para que ele se certificasse de que estaria pronto para a Marinha. E então, antes que desse o seu próximo passo para o ringue, quase como se um relâmpago se desdobrasse dos céus, a rouca voz do seu mestre veio à tona pela força de um estrépito que o petrificou enquanto aquelas palavras ecoavam na sua cabeça. - Não tente! Faça... ou não faça. Não existe tentativa. - Disse a voz carregada por um ar de altivez e imponência. Nesse momento, mais do que nunca, ele entendeu o que era necessário ser alcançado — a vitória, e nada mais além dela.

Apresentou-se no tablado à frente com um aprazível sorriso no rosto, carregado por um êxtase e uma euforia que eram intrínsecos a sua vontade de enfrentar  a sua oponente. - Kat, né? Meu nome é Kylo! Espero que nós possamos satisfazer um ao outro! - Sorriu de maneira infante, entrelaçando os dedos por detrás da nuca ao apropinquar-se da marinheira. - Espera! Antes que eu me esqueça! Não preciso nem falar que é pra você vir com tudo, né? - Palreou enquanto revestia suas mãos com as luvas que encontrara momentos atrás, esboçando, como de praxe, seu semblante meninil com requintes de displicência para a adversária. Ele era, de fato, alguém que esbanjava carisma e afabilidade para com os outros mas, ainda assim, haviam dogmáticas seguidas por ele que não poderiam ser esquecidas. Qual é a graça de dar tudo de si se o seu adversário não fizer o mesmo? Exatamente! Nenhuma. Não sabia exatamente o porquê, mas sentia que a sua adversária era alguém à sua altura e por isso se prontificou a não abaixar a sua guarda em nenhum momento, sobretudo por ter se atentando naquele seu semblante despretensioso e desinteressado, o deixando em um estado de alerta. Ele havia acabado de convidá-la para vir com tudo, então a cautela era necessária e muito bem-vinda. Antes do início do confronto o pequeno enrijeceu os seus músculos inferiores — a égide do seu equilíbrio —, aumentando a sua estabilidade para deixá-lo em prontidão para executar quaisquer movimentos posteriores, sejam eles ofensivos ou defensivos. Não existe tentativa. Lembrou-se mais uma vez das palavras de Magna, acalorando os seus punhos.

Suas íris cerúleas, então, fixaram-se na sua oponente em sua frente. Agora, de carranca fechada e postura fleumática, sua expressão denotava um semblante taciturno, mais fechado, expressando, talvez, um aspecto até mais temível. Sua nova postura era completamente antagônica a sua de costume, pueril e inconsequente. Dessa vez, ele ao menos não externava mais uma postura oriunda da sua pouquíssima idade e falta de vivência, não, dessa ele estava encarando as coisas de maneira diferente. Está na hora de superar os meus limites, aqui e agora. Sua mão direita estaria na altura do seu queixo, o fornecendo a proteção necessária para deixar a mão esquerda flutuando, em adjacência ao seu rosto, desprendida para que pudesse golpeá-la. Assim sendo, avançaria em constante velocidade e em guarda alta para que se reduzisse a distância entre eles, mas não engajaria o combate. A estratégia seria explorar as brechas expostas pelas ofensivas da marinheira. No entanto, se quisesse que a plenitude do método fosse conquistada, além de ter que se manter uma curta distância entre eles para que fossem efetuados rápidos e efetivos contragolpes, ele havia de se arriscar ao fornecer falsas aberturas para que a adversária explorasse. Sua exímia velocidade, agregada ao seu rápido poder de reação, estorvariam quaisquer ataques de risco ao efetuar saltos para trás ou ao rolar na direção contrária dos golpes proferidos — concedendo espaço para a adversária e afastando-se. Entretanto, assim que enxergasse uma abertura deixada pela marinheira, que seria quando ela estivesse a não mais de um metro de distância, avançaria à frente com o corpo flectido e de pés entesados ao chão, dando-lhe equilíbrio necessário para apanhá-la em velocidade.

Neste momento, o pequeno girava o seu eixo para a direita, em sentido horário, efetuando um passo para trás para que a marinheira atingisse o vácuo enquanto ele se afastava pela esquerda. Agora, adjunto à esquiva, o pugilista preparava-se para o contragolpe; em período síncrono, ameaçou um jab de esquerda para que avançasse com a direita, mas não, socaria com a esquerda, depois com a esquerda de novo; atingindo-a no rosto como um trovão, enganando-a com o jab-duplo. Logo após, ao atentar-se no provável desnorteamento da marinheira, afetuaria apenas mais dois rápidos e incisivos movimentos, o primeiro de baixo para cima, contra o seu pé de apoio, utilizando o seu pé esquerdo para que ela caísse de joelhos por perder o equilíbrio de um dos seus alicerces corporais. Já na ação postrema, o pequeno projetaria um gancho em abóbada, em movimento lateral, com um braço curvado direcionado ao máxilar da adversária para nocauteá-la. Ainda assim, se manteria em movimentação constante, afastando-se com saltos para trás e ganhando distância para que pudesse estudá-la com os olhos, na vicissitude que ela ainda mantivesse-se de pé.

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Koji
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Koji
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Sex Jun 25, 2021 6:12 pm


Marines & agiotas, não são o mesmo? - 07
15:30 / Shells Town



Todos

A última fase dos testes iria começar, finalmente, para a alegria daqueles - muitos - entediados. Blum e Agnis faziam parte desse grupo que não estavam tão satisfeitos até agora, principalmente pela falta de adrenalina que isso dera para eles até agora, sem contar, é claro, as atividades que não haviam nada em comum com uma vida de ação perseguindo o crime e a injustiça. Isso finalmente acabaria. O instrutor combinava cada um com seus pares de luta, revelando no final que ele seria o par de Nakamura, como uma forma de ensinar uma lição ao homem. Isso, de forma alguma, o intimidou. Muito pelo contrário, se você perguntasse a qualquer um que visse a expressão do ex-yakuza naquela hora.

Por outro lado, Joseph Proudgard aproveitava esse momento para analisar maneiras de luta e maneirismos de seu oponente. Sua mente crítica e avaliativa não saía do homem de negócios mesmo nesse ambiente peculiar e nem um pouco propenso a tais atividades. Ele analisava precisamente cada ponto que julgava ser necessário, e adaptava seu estilo de luta praticamente inexistente para ser efetivo contra aquele, e talvez outros, oponentes. Assim como cada um dos outros fazia, o homem subia até sua respectiva arena, e finalmente se encontrava com sua prova final. Os olhos atentos do amigo do instrutor que os avaliaria, finalmente se desprendiam daquele jornal, o fechando e se prendendo completamente às lutas. O seu jornal era colocado de lado na arquibancada, com um título chamativo noticiando um grupo pirata em uma ilha vizinha.

Takamoto


Um embate simples, sem derramar sangue desnecessário e uma chance de provar a própria força para aqueles presentes. Takamoto era o primeiro a entrar em seu campo de batalha. Era relativamente pequeno se comparado com aquela arena que ele era acostumado em sua terra de origem, mas isso não impedia de maneira alguma, o homem mais forte do mundo. Ele caminhava com sua espada de madeira apoiada entre o ombro e o trapézio, enquanto se aproximava de seu "Golias". Aquele homem parecia ser rude, xucro, mas mostrava certa hospitalidade ao ser abordado pelo seu oponente.

— Sou Simon, prazer. — ele respondia, ficando visivelmente intrigado ao ouvir as palavras do auto intitulado "homem mais forte do mundo". Suas sobrancelhas arqueavam em um movimento único, e o aperto de mão do homem se intensificava, até a expressão desvanecer de sua face. Ele agora apenas acenava para a frase de Takamoto, ele iria dar início ao embate.

Ambos se colocavam em posições de combate, enquanto o grandalhão rapidamente avançava como um touro. Sua técnica poderia parecer desajeitada no começo, mas era visível a proficiência em combate daquele homem. O homem de cabelos rubros não ficava para trás, e sabia que não deveria subestimar aquele oponente. Iniciando sua corrida também, ele já preparava seu primeiro golpe. Com a espada em mãos firmes, ele fingia acertá-lo no tórax, o que levou a uma reação imediata do homem a levantar suas mãos e antebraços protegendo a sua área superior. Lisandro, porém, desde o início procurava acertar o que ele chamava de "raiz". Deslizando pelo chão do pequeno campo, ele atingia, em cheio, a canela do musculoso, que soltava um pequeno grunhido de dor enquanto era ultrapassado pelo corpo de Taka.

O vencedor do primeiro embate era o espadachim, mas a luta não havia acabado ainda. Ele entrava em posição de guarda e começava a analisar as reações de Simon, vendo, também, o tamanho do impacto que seu golpe dera. Ele não ficava surpreso ao ver que não havia sido muito, afinal, não se pode esperar tanto de uma arma de madeira. O segundo round se iniciava então, em uma tensão que era construído com o passar do tempo. O homem mais forte do mundo investia em estocadas na direção do oponente, que na maioria das vezes inclinava seu tronco em todas as direções possíveis, enquanto rapidamente se aproximava de seu adversário. Seus movimentos eram precisos e rápidos, não refletindo seu tamanho imenso.

Quando o homem se encontrava em uma distância favorável para um golpe infalível, ele assim o fazia. O ruivo montava sua guarda, não se limitando aos seus ataques anteriores, ele agora passava a defletir os socos desferidos fervorosamente. Um vinha pela direita, sendo aparado pela esgrima esplêndida de Takamoto, enquanto outro, sem descanso algum, estourava pela esquerda, desviando com uma esquiva com o auxílio de sua espada. Barulhos do choque entre os dois se espalhavam por aquela área rapidamente, atraindo a atenção de alguns. Nesse momento, Simon mostrava um sorriso de satisfação enquanto pressionava o outro lutador, agora, ele mostraria sua mente crítica no campo de batalha.

Desferindo um soco planejado contra o espadachim, ele utilizava esse movimento como isca. Assim que a espada chegava para aparar o golpe, ele mudava a trajetória de seu punho esquerdo, empurrando a "lâmina" para fora daquela troca. Rapidamente, aproveitando a abertura criada por si mesmo, ele avançava com seu corpo inteiro para impulsionar seu punho direito contra o peito de Takamoto. Seu corpo era propulsionado para trás, caindo de bundo no chão enquanto seu oponente avançava seu remorso.

Joseph


Joseph não perdia sequer um segundo do seu tempo. Aproveitando-o bem, ele foi capaz de analisar os estilos de combate de cada um dos lutadores corpo-a-corpo do local, especialmente o de seu oponente. Ele não sabia lutar como aquelas pessoas, mas sua mente analítica era sua grande arma, e com ela, o homem rapidamente criava estratégias para enfrentar seu adversário e passar naquele teste final. Ele sabia que não seria fácil, e que se desse espaço para o outro seria seu provável fim, mas nada disso o amedrontava. Sua promessa com sua esposa seria seu combustível locomotor durante essa jornada árdua.

Ele então entrava no campo de batalha, e prontamente organizava sua posição de combate, o fazendo parecer nem um pouco como o amador que ele era. Ela o oferecia uma base estável, enquanto o protegia de todos os casos que ele mentalizava em sua poderosa mente, passando a impressão que ele realmente era um lutador experiente. Em resposta a isso, o taekwondoca não demorava, e arqueava sua coluna em um ângulo de 60 graus, saudando seu oponente de forma devida. Ele fazia o mesmo que Proudgard, e ajeitava sua postura. Uma perna recuada, enquanto outra se esticava bem para a frente. Mãos posicionadas na altura da cintura, e a outra acima da cabeça, em uma posição que talvez lembrasse uma cobra.

A luta então não demorava para ter início e o oponente tomava a iniciativa. Indo diretamente para Joseph, ele preparava um golpe digno dos anos de treinamento que ele tivera até chegar na faixa preta. Utilizando o peso de seu corpo de forma a intensificar o poder de seu chute, ele realizava a investida direcionada diagonalmente para o queixo de Joseph. A força aplicada nesse movimento era imensa, já que utilizava da própria massa corporal do artista marcial, o fazendo acreditar que nada pararia aquilo. Ele ficava admirado, porém, ao ver Proudgard não apenas segurar seu poderoso golpe com sua mão ao lado do pescoço, como também habilmente se movimentar para trás com o objetivo de desequilibrá-lo.

Nesse momento, o taekwondoca mostrava o verdadeiro poder da experiência em combate. Sem se deixar levar pela súbita pegada de Joseph, ele então realizava uma finta antes de mesmo de perder o chão. Com a perna restante, ele saltava e a prendia no pescoço do aspirante a marinheiro, rotacionando sua cintura e tronco, para que com a força, o homem fosse à lona. Sem deixar o fogo da luta apagar, o mesmo ainda realizava uma imobilização para impedir que Proudgard se movesse, e assim, caso o homem desistisse, acabar com a luta.

O destino dela estava nas mãos daquele homem de negócios que possuía uma promessa para cumprir. Será que ele aceitaria o resultado do pequeno embate, ou continuaria lutando pela aprovação?

Blum


Aquele homem já estava cansado do instrutor e suas ordens sem sentido. Sua raiva interna era abastecida de minuto em minuto, e nesse momento, ele finalmente poderia liberá-la. Ele até mesmo ironizava a fala do marinheiro, que em sua inocência, diminuía o ex-yakuza e todo seu treinamento árduo naquela organização. O sentimento de felicidade de Nakamura vinha junto desse combo, uma vez que poderia, sem restrições, retribuir tudo o que passara a tarde toda.

E assim ele começava. Sua análise sobre o estilo de luta do oponente era precisa, e isso lhe trazia uma certa vantagem de início. Começando então uma investida, em toda velocidade ele se aproximava daquele marinheiro, erguendo seu punho para preparar um soco. No último segundo ele saltava e desferia o golpe carregado, que era apenas evitado com uma esquiva simples para o lado efetuada pelo instrutor. Porém, ele se enganava ao achar que aquilo era tudo, e retornava para posição inicial. Blum, nesse momento, colocava em prática sua finta, ao utilizar a força do soco ao seu favor e virar no meio do ar, chutando com duas pernas o peito do homem da lei.

Seu corpo era expelido para trás, enquanto Nakamura apenas se recompunha daquele movimento elaborado. A vítima dele ficava com o rosto enfurecido e vermelho como pimenta, talvez por ser acertado, ou ser acertado com um golpe com aquele nome. O fato era que seu humor não era dos melhores, e ele logo se preparava para mais um embate, o qual ele tinha certeza que sairia vencedor. Nesse momento, vários olhos se prendiam naquela luta, exclusivamente pelo movimento extravagante de Blumayden, que deixou todos estupefatos.

O yakuza, porém, não dava descanso para sua presa, como assim pensava, e logo ia ao seu encontro. Utilizando seu cotovelo dobrado em 90º, o rapaz tentava desferir um golpe contra seu rosto. No último segundo, porém, o instrutor se mostrava ágil e agachava, evitando o contato. Sem perder tempo, ele, como um touro, abraçava a cintura de Nakamura com um agarrão e o levantava, jogando-o no chão logo após. Ele aproveitava a posição que garantia sua vantagem para desferir um soco potente contra o adversário, que levantava sua guarda e se protegia com o antebraço. Não satisfeito com isso, o marinheiro juntava as duas mãos e as levantava para cima da cabeça, como se formasse uma bola de demolição prestes a atingir Blumayden de forma certeira, a não ser que o ex criminoso agisse antes.

Kylo


O garoto de cabelos albugíneas sabia que nada deveria ser uma tentativa, mas sim uma ação concreta. Tal ensinamento fora cortesia de seu mestre, Magna, e hoje ele utilizaria isso. Seu combate seria contra uma moça, a qual o menino esperava reciprocidade no quesito "ir com tudo". Ele não mediria esforços na luta contra ela, e, baseado na própria análise, nem ela. Ele via a apatia da mulher como uma forma de perigo, o deixando em alerta. Talvez estivesse certo, mas isso nada mudaria agora que ele pisava no tablado, e sentia o ringue chamando para uma luta.

Antes de mais nada, ele abordava a moça, que em primeiro momento estranhava, mas ia de acordo com o garoto.

— Claro, eu não vou me segurar. — a mulher finalmente esbanjava um tipo de emoção, parecendo ter gostado da atitude do garoto, sinalizando para ele com a cabeça, de cima para baixo, que estava de acordo com a assertiva. Ele prontamente mudava sua expressão para algo fleumático e enigmático; enrijecia seus músculos, fortalecendo sua base, para então realmente iniciar o embate que ele esperara o dia todo.

Seu primeiro movimento era simples: diminuir a distância. Ele fazia isso, porém, de maneira calculada e digna de um mestre das lutas. O menino procurava uma abertura na postura da mulher, que por incrível que pareça, não mostrava alguma. Sua base era sólida como ferro e seus pés estavam enraizados no chão. Seus braços protegiam suas partes essenciais do corpo, ao mesmo tempo em que deixava aberturas para um contra-ataque, se mostrando extremamente eficiente.

O garoto, porém, não se deixava levar pela imponência. Não era assim que ele fora ensinado, e muito menos passaria a fazer isso agora. Ele deixava aberturas talvez óbvias em sua postura, também, mas essas eram iscas para estudar a oponente, que não parecia nem um pouco fácil. Ela não ficava para trás e ia também em sua direção. Seus passos eram certeiros e nem um pouco hesitantes, não demorando muito para um choque iminente entre os dois. Com o seu braço direito, a mulher demonstrava experiência em combate, e utilizando seu tronco para impulsionar seus pulsos, direcionava um golpe rápido e direto para a face do moleque.

Ele, obviamente, não ficaria parado diante de tamanho perigo, e logo saltava para trás. A mulher, porém, mostrava suas verdadeiras intenções ao prontamente ler seu adversário e saltar em direção ao mesmo. A oponente novamente preparava um soco temível, que agora utilizaria a gravidade como um intensificador para levá-lo ao chão. Kylo não estava em devaneios, muito menos distraído, e com seu ótimo tempo de reação, conseguia deixar a mulher no vácuo onde seu corpo estava há segundos. Ele se deslocava para a esquerda e logo preparava um jab, o qual a mulher, mesmo que visse a ameaça, poderia reagir. Ele então, naquele blefe inútil, acertava um esquerdo na mulher, que logo se virava para evitar um segundo.

Utilizando seu antebraço, ela quebrava o combo, e aparava o segundo jab do menino, o deixando sem alternativas para reação. Ela então liberava um poderoso soco que vinha de baixo para cima, ainda diagonalmente, acertando a boca do seu estômago e o jogando para trás. O ar havia escapado de seus pulmões pelo golpe certeiro no diafragma, e não perdendo essa oportunidade, a mulher novamente investia contra o menino. Suas palavras novamente o motivariam, ou ela conseguiria acertar o golpe finalizador no garoto agora no chão?

Agnis


A garota, que agora havia trocado de personalidade após o grandioso almoço, parecia agitada com a luta. Ela não esperava esse tipo de coisa da marinha, porém, não condenava a hipótese, muito pelo contrário. A violência era intrínseca a ela, principalmente agora que a mulher estava indignada com as ordens estranhas que recebera mais cedo. Ela precisava descontar aquela raiva em alguém, assim como Blum, e essa, segundo ela, seria sua diversão. Agnis já não se importava mais se passasse dos limites, afinal, poderia passar a culpa para o instrutor, portanto, nenhuma amarra segurava essa onça.

Ela então caminhava até a arena. A espada, inútil em suas mãos, ainda fazia parte de seu plano para confundir seu adversário, portanto ela atuava de tal maneira. A mulher poderia não ser a melhor das atrizes, mas mesmo se fosse, não seria capaz de enganar alguém movido apenas pelos sentidos, desprovido de visão. Assim era seu adversário, portanto, seu blefe de nada serviria nesse campo de batalha.

No momento que a luta começava, o adversário sabia de sua desvantagem visual, portanto, partia para o ataque. Ele desejava que Agnis pudesse entregar a sua posição através dos seus movimentos corporais e barulhos assim que estivesse em combate, dessa forma ele poderia lutar com sua força total. O homem então, como um touro, se aproximava em velocidade de Agnis. Seu ataque era mais fechado e rápido, assim como sua postura era firme como rocha. A oponente, sem reação, escolhia ameaçar atacá-lo com a espada, mas isso não o impedia, já que mesmo ouvindo a lâmina sendo desembainhada, ele percebia a posição de esgrima amadora. Percebendo ser um blefe, um breve sorriso se formava em sua expressão majoritariamente apática, e sua moral subia mais ainda.

Nenhuma escolha restava a ela senão manter a distância do homem, que a seguia diligentemente sempre que Agnis escapava. Essa estratégia, porém, ia se tornar perigosa logo, já que sua estamina seria rapidamente gasta. Nesse momento, o atacante iria partir para cima sem dó, e isso se tornaria o fim da luta. Outro fator decisivo seria a troca de personalidades, uma vez que, segundo Agnis 2, a outra metade de seu ser não saberia lidar com esses inimigos.

O embate, no momento, se mostrava um tanto tedioso, parecendo um jogo de gato e rato. O corpo atlético e sarado do homem não se cansava tão fácil, e isso poderia ser logo uma maldição para a fugitiva. Nesse momento, então, as coisas pareciam virar. Ele já estava cansado de apenas correr atrás, portanto, planejava uma estratégia para pegar a corredora. O adversário lentamente ia levando-a para as diagonais da arena, fazendo com que ela ficasse encurralada entre duas paredes, impotente para escapar de algo naquela posição.

Percebendo a eficácia de seu pensamento crítico, ele levantava seu punho para acima de sua cabeça e puxava seu tronco para trás como se fosse atirar um estilingue, e quando estava pronto, movimento tudo em um movimento só, adicionando força àquele ataque. A mulher, não sendo besta, rolava para encontrar a proteção, apenas para ser novamente abordada pelo homem que sentia tudo com seus sentidos aguçados. Ele pulava em sua direção com seus pés, pronto para acertar uma voadora no tórax de sua oponente, acertando-a logo em seguida, e a jogando por alguns metros de distância.

O artista marcial novamente entrava em posição de combate daquela posição. Ele não corria atrás de sua oponente já no chão, pois acreditava na honra em lutas, portanto a dava espaço para se levantar e continuar aquela luta desinteressante para ele, ou desistir do embate e aceitar a derrota. Tudo dependeria dela.


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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Seg Jun 28, 2021 9:22 pm

I - Aventura
Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Sobre pressão!

- AAAAAAHHH!!! Maldito marinheiro! Droga, eu odeio admitir isso, mas ele tem força, o coice de jumento não fez nenhum efeito nesse desgraçado! - Minhas costas estavam doloridas e não tinha muito tempo para escapar do ataque do lutador, havia sido pego de surpresa ao realizar meu golpe, agora estava em apuros…

O poderosíssimo soco cheio de fúria vinha na minha direção, a sua sede por sangue era notável e não havia muito tempo. Tinha que desviar para algum local e rápido, porém não daria tempo, a derrota seria eminente.

Faz tanto tempo que eu não sinto essa adrenalina de está por um fio, de que estava tudo acabado e não tinha mais nenhum canto para fugir. São nessas horas no qual define se você é ou não um Yakuza de verdade, utilizar o seu corpo ao limite para sair de uma enrascada é a principal característica de quem é dessa organização.

- Que droga é essa?! Eu já estou desistindo? Um Yakuza nunca volta atrás, sempre segue em frente! - Nesse momento o mais propício era atacar, pois o oponente não esperaria por um contra ataque, então, desviando o olhar e, meio por acidente, deparava-me com o ponto fraco do infeliz. - TOMAA ESSSAAA OMELEEEEETEEEEEEEEEEE… - Empurrando os braços contra o chão e impulsionando o meu corpo a frente, executaria o chute mais forte em direção ao seu saco - IIIIINFEEEEEERNAAAAL!!! - Uma batalha de determinação e coragem. Céu ou inferno, o primeiro que acertasse o golpe com certeza seria o vencedor dessa batalha.

Caso não conseguisse acertar o chute ou sentisse que o ataque do marujo seria mais rápido que o meu, tentaria rodar para o lado a fim de esquivar-me do ataque, após isto, recuperaria a postura e daria seguimento ao meu novo avanço. - Esse cara está bem mais atento, o que eu posso fazer pra acabar com a raça desse cretino?  Acho que tá na hora de usar esse golpe que estava guardando na manga…

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Fechando os olhos, controlando minha respiração e juntando toda aquela energia que habitava naquele local, faria movimentos giratórios em busca de manter uma harmonia entre meu corpo e todas as coisas vivas. - Aqui vem! - Juntaria toda aquele poder nas palmas das minhas mãos, e depois juntaria as duas. - HADOOOUUKEEEEN!!! - Abriria as mãos e lançaria o poder canalizado na direção do oponente. - Veeelhooooooo maaalditooooooooooooo! Que raios de poder esse que não funciona?! Hãn?!

- Fiquei puto agora! - Sairia correndo em direção ao cretino, perto suficiente dele daria um pulo em sua direção com um gancho em direção a sua cara, é claro que não teria só isso, aproveitaria um impulso e executaria uma joelhada em direção dele, em outras palavras, era um golpe misto que utilizava tanto um chute como uma joelhada. Mesmo ele esquivando para algum local, usaria meu centro de gravidade para ir em sua direção e esticaria a perna flexionada para atacar o infeliz.

Usaria a mesma estratégia para bloquear algum golpe, que era utilizar meus braços fechados, é claro, se fosse possível, tentaria efetuar um contra ataque em direção ao pé do infeliz, efetuando um chute rápido e limpo a fim de desequilibra-lo e caso conseguisse, um soco na cara do espertalhão. Para desviar, pularia de um lado para outro, prestando também atenção em rasteira e chutes altos.

Não era idiota de cair no truquezinho desse infeliz duas vezes, era notório a força do oponente, era fácil para ele agarrar uma das partes do meu corpo. Sendo assim, estava pensando em alguns truques para livrar-me. Se meu pé ou mão fosse agarrado(durante o ar ou não), inclinaria e todo meu corpo para frente usando toda a força do meu corpo e efetuaria. - MARRETADAAAAA DO GORILAAA! - Daria uma cabeçada bem no meio de sua testa maldita.


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Eae, qual foi?

#cc99ff - Pensamento
#ffffff - Fala

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Takamoto Lisandro
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Ter Jun 29, 2021 10:23 pm

Marines&Agiotas, não são o mesmo?
 

Seus olhos eram azuis como o céu aberto, afiados e quietos, apesar de sua musculatura enrijecida e volumosa, sua personalidade era tímida e atenta, me senti encarando um lobo branco perspicaz que reconhecia suas presas e tinha confiança em sua força. Não me dava por vencido, estaria ele enfrentando o homem mais forte do mundo, meu anúncio lhe serviu de aviso e que não poderia maneirar durante o combate, seu aperto de mão configurava sua garra e demonstra seus sentimentos. - Uma luta entre homens.

O que seria melhor para intensificar uma amizade do que uma luta entre ambos, o combate mal havia começado e suas narinas expulsaram o ar violentamente em uma bufada, era um touro vindo em minha direção, não havia chifres pontiagudos, mas sua carapaça era o bastante para me incapacitar. - Hum! - As nossas velocidades eram similares, porém eu sempre fui mais sutil, alcançando o objetivo da finta, o primeiro golpe era meu. Seu calcanhar tinha sido atingido, não foi o bastante para cortar uma árvore fortificada e densa de trabalho duro, seus socos não eram velozes, mas cada um fazia minhas mãos tremerem e a espada se agitava.

Bloquear totalmente os punhos de Simon era uma tarefa quase impossível, seus ataques eram incessantes quase levando todo meu vigor, ele não queria desacelerar e cada choque ecoava em minha mente. - Droga.. - Rosnei sorrindo e Simon retrucou da mesma forma, sua expressão revelava que estava tramando alguma coisa, reagindo ao seu golpe, ele efetuava uma finta indo em direção ao punho da espada jogando meu braço para cima junto com minha guarda, o maldito aproveitava para desferir um soco capaz de me lançar para trás.

Sentia o impacto enquanto caia no chão, havia soltado minha espada por estes milésimos, instintivamente tentei juntar ar nos meus pulmões, olhando para frente, o lutador não parava e se continuava como um touro indo para cima chamado por meus cachos vermelhos. Se eu entrasse novamente em sua zona de alcance, como espadachim não haveria volta, não tinha tanto tempo para pensar, se ao menos tivesse ficado de pé poderia saltar para o lado desviando do combatente, porém o encarar de frente era a resposta por agora. Levantando rapidamente fincava minha base flexionando os joelhos para efetuar um golpe de mão única vindo da canhota, mas não deixaria ele saber até que estivesse quase no meu alcance, colocaria a espada em minha costas escondendo as duas mãos, seguraria a lâmina de madeira com minha canhota.

Tive que sacrificar minha guarda para alcançar o ápice do meu truque, lançaria uma espadada ascendente vindo da esquerda em direção ao rosto de Simon, se eu quisesse nocauteá-lo antes de sua chegada teria que acertar ao menos sua cabeça. Muitos já me perguntaram se para ser o homem mais forte do mundo precisa ser somente forte, se fosse somente isto, talvez eu não fosse adequado para tamanho título. No entanto, eu, Takamoto Lisandro, sou o homem mais forte do mundo!

Não faria o movimento completo do golpe, não largaria minha base, soltaria a espada em pleno ar, a jogando em direção a destra com sua ponta para baixo, o movimento teria que ser rápido, mesmo se ele não tivesse caído na finta, seria tarde, joguei fora minha defesa para propulsionar meu ataque, segurando a espada com firmeza encarando o gigante a minha frente, por minha vez abaixaria o tronco beirando a insanidade ficando bem próximo do sujeito, se lançasse um ataque, teria de retribuir com outro, jogando meu corpo para cima como uma proporção ao estender meus joelhos em conjunto com meu torso, com o punho da espada invertida teria espaço para efetuar o golpe horizontal para cima como se estivesse empunhando uma pequena adaga, mesmo após um truque, o ataque continuaria sendo o mesmo, um golpe em direção ao queixo, vou desestabilizar Simon e mostrar a todos minha vitória.


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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Sab Jul 03, 2021 5:28 pm

Um turno complicado


Minha estratégia parecia satisfatória e com uma margem boa para o sucesso, mas meu erro foi desrespeitar a experiencia. Realizava a pegada e puxava sua perna para desequilibra-lo, mas isso não o abalou, visto que usava aquilo para realizar um movimento rápido e ágil e me levando ao chão. Sem demora ele me prendia em seu golpe, e aquilo parecia o meu fim. Imobilizado, não tinha muitas opções a não ser me render. Tinha que bolar algo rápido antes que meu corpo cedesse a força daquele lutador.

Em primeiro, deveria sair daquela chave que me prendia. Desferiria alguns golpes em pontos sensíveis de seu corpo para ver se sua força diminuía no momento. Rolaria rápido pelo chão para tentar causar a mesma consequência. Por fim, se nenhuma das opções parecesse funcionar, tentaria levanta-lo na base da força e cair com ele ao chão, usando de ambos os pesos contra ele. Esperaria me libertar de alguma forma, e jamais desistiria, não importasse  o que fosse.

Caso solto, tentaria montar no adversário, se este ainda estivesse no chão, e desferir diversos socos em sua parte superior. Caso ele voltasse a sua instancia em pé, retornaria a minha posição inicial, já que ela era efetiva para golpes ‘não acrobáticos’. A estratégia de me defender dos tipos variáveis de chutes era a mesma, porem minhas intenções seriam outras. Deveria forçar o oponente a uma posição que ele não aguentaria por muito tempo, e como podia ver, o ponto forte dele eram suas fintas e acrobacias que levavam ao chão com algum golpe finalizante, que era bastante efetivo por sinal. Em vez de segurar um possível golpe, eu o repeliria com as duas mãos, fazendo com que ele precise se equilibrar com a outra perna e  que não tenha força ou aceleração para se esquivar. Continuaria com um avanço e desferiria dois socos, um cruzado e outro direto na região de sua garganta, e finalizaria com um gancho em seu abdômen. Recuaria rápido antes que ele pudesse agir caso minha sequencia fosse executada, ou se em algum momento, ele esquivasse de um golpe.


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Estagiário
Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Seg Jul 05, 2021 1:08 am

Estava na cara que aquele maluco estava me subestimando. Só que ele não sabe com quem está lidando. Por mais que ele tivesse conseguido me derrubar, aquilo não significava muito, pois isso simplesmente faz parte do meu plano. - Okay, Agnis, poderia  parar de massagear seu ego e voltar pra luta. - Não! - Não?! Então você vai desistir?! - Também não. - Então o que a gente vai fazer? - Esperar. - Ah… Mas que chato… - Vamos aproveitar da boa vontade dele e ficaríamos aqui no chão, descansando. O segredo é que, mesmo depois que estivesse recuperada, continuaria deitada, e caso ele se mostrasse incomodado, eu fingiria estar dormindo, para incomodá-lo ainda mais. O meu plano agora seria tirá-lo do sério. Se eu não consigo cansar-lo, terei que apelar para seu psicológico. Esperava que com aquilo, ou ele se tocasse que eu estava zoando com sua cara e tentasse me atacar, ou ele ficaria lá de pé, frustrado, enquanto aguarda. Caso ele fosse com a primeira opção, eu rolaria e me colocaria de pé rapidamente, do contrário, eu apenas ficaria lá deitada por um bom tempo, para logo em seguida me espreguiçar e coçar meus olhos, como se eu realmente tivesse acabado de acordar. Em ambos os casos, eu diria: - Ah, foi mal. É que esse seu chute foi tão patético que fiquei com sono só de pensar em continuar essa luta. Você perdeu sua chance de vencer, meu chapa. - Eu daria um sorriso de canto de boca bem presunçoso.

A estratégia de agora é a mesma de antes. Eu me manteria afastada dele e tentaria esquivar de seus golpes, buscando uma abertura para o soco no queixo, pular nos ombros e blá blá blá. Só que dessa vez, durante a perseguição, eu buscaria atingi-lo com breves bofetadas em seu rosto, caso ele se aproximasse demais e deixasse sua guarda aberta. Além disso, eu controlaria meu fôlego, e interromperia minha corrida bem antes de estar realmente cansada, arfando e me movendo bem mais devagar, para ver se ele cometeria o erro de usar o mesmo golpe duas vezes. Se ele tentasse aquela voadora, eu desfaria a farsa assim que ele deixasse o chão e buscaria atingi-lo em cheio com um Lariat bem dado.

Depois, sem muita demora, eu o colocaria em um mata leão, e se tivesse sucesso, antes que ele perdesse a consciência, eu atingiria seu belo rostinho zonzo com soco, soco, soco, soco, soco. Você sabe… Pra não perder o costume.

Bom, acho que é isso, agora seja o que deus quiser.
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Koji
Avaliador
Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Qui Jul 08, 2021 2:14 pm


Marines & agiotas, não são o mesmo? - 08
16:01 / Shells Town



Blum

A luta que Blum tão esperava começava, e seu desenrolar jamais combinaria com o esperado por ele. Seus golpes foram, de maneira sucedida, utilizados para que seu inimigo se sobressaísse no combate que determinaria a honra do instrutor, assim como a de Nakamura, o ex-yakuza que agora, a pedido de seu aniki, tentava mudar de vida. Na fase final de sua jornada para algo novo, a barreira se mostrava grande, e com toda sua experiência, ele tentaria sobrepujar a represália.  

O soco poderoso e cheio de júbilo viajava em alta velocidade até o corpo de Blum, que sabia da necessidade de não ficar parado em uma situação daquelas. O seu próprio movimento determinaria o rumo das coisas, portanto, se tratava de algo delicado. Por mais que ele não parecesse sério, no interior, tudo aquilo estava sendo cuidadosamente pensado, e assim sucedia os eventos. Ele não desistia, vendo um raio de esperança brilhar, e se lembrando de quem ele era, e quem ele foi. No meio de tudo isso, o homem juntava forças, e esbravejava um de seus cômicos ataques: o Omelete Infernal. Impulsionando seus dois braços no chão, e jogando suas pernas no inimigo em uma tentativa de chute, ele acabava por acertar a parte fraca de todo homem: seu saco.  

A dor sentida pelo instrutor arrogante, que cantava vitória antes mesmo de nocautear seu oponente, era imensurável, podendo ser sentida por vários homens em um raio próximo. Seu equilíbrio, cuidadosamente construído em meio ao ataque, era reduzido a cinzas, e seu corpo desistia da postura, indo ao chão, diretamente para onde Nakamura estava. Os punhos ainda fechados do homem, mesmo que não intencionalmente, viajavam novamente em direção ao corpo do aspirante a marinheiro, que não ficava parado diante a pequena ameaça e rolava seu corpo para o lado, evitando assim complicações. Ele não perdia tempo, e imediatamente recuperava sua postura, assim como seu adversário, que pouco a pouco transformava a dor em mais raiva canalizada.  

Nesse momento, Nakamura sabia que deveria acabar com aquilo de uma vez por todas, e para tal, utilizaria uma das suas incontáveis cartas na manga. Juntando sua energia vital e local ao redor de seus braços dançantes, o homem assimilava corpo, natureza e espírito em um só. O instrutor instintivamente podia sentir que aquilo era perigoso, e pela primeira vez, se mostrava atento, seus instintos o mandando fugir. Apesar de tudo, ele não o fazia, observando os movimentos misteriosos do garoto, até que em um passo final, tudo chegava ao fim.    

Nada... era o que resumia toda aquela preparação tola. De um lado, um rosto repleto de dúvidas, e de outro, uma face que ardia em raiva por inventar um golpe que não funcionava. A teoria era extremamente bem praticada, porém, o fruto das fantasias de Blumayden não se transformava em realidade, e com ela, se ia a chance de vitória. Ele ardia de raiva pelo fracasso, mas não baqueava. Ambos recuperavam suas composturas antes de novamente irem ao embate que determinaria tudo. Os homens diminuíam a distância entre eles mesmos em uma corrida, e ao momento correto, Blum dava início a ofensiva, restando apenas defesa para o oponente.

Seu gancho voador seria efetivo, se não fosse o sentido aguçado do instrutor, que pegava seus planos - ou o que ele pensava ser o plano - e defletia os punhos e antebraços de seu adversário. Sua outra mão se preparava para um poderoso jab direto, mas este nunca vinha. Os joelhos flexionados do ex-yakuza vinham ao encontro do abdômen do marinheiro, que cambaleava para trás, mas em um ímpeto de velocidade e destreza, agarrava ambos os membros de Nakamura. Seu olhar nesse momento novamente cantava vitória, mas mal sabia ele que seu oponente estava esperto quanto a essas fintas.  

Assim que o agarrão se sucedia, Nakamura inclinava o próprio corpo para trás, e em um único movimento, avançava para frente como um foguete em alta velocidade. Sua testa encontrava em cheio o nariz do instrutor, que fraturava e se quebrava com o forte impacto sofrido. Ele caía no chão, e sua pegada nos membros do homem de penteado estranho lentamente se enfraquecia, até que se soltava totalmente, configurando sua derrota por nocaute, desacordado, sangrando pelas cavidades nasais, e com a sua honra perdida.  

Takamoto


O homem mais forte do mundo enfrentava mais um adversário formidável, dentre tantos outros que conhecera. Ele admirava a resiliência e força que o homem esbanjava, consciente de sua presa, mas não estupidamente confiante. O sentimento de ambos se colidia junto de seus corpos físicos, e ambos se realizavam, estando em um combate entre homens, dignos de respeito e de toda força que se pudesse utilizar. O primeiro embate entre os dois mostrava técnica e força aliados, formando uma dupla poderosa no campo de batalha, e mortal para o garoto de cabelos ruivos.  

Apesar do começo certamente com o pé esquerdo, o jovem não desapegava de suas esperanças e forças, pois ele sabia que seu adversário lutava contra o homem mais forte do mundo, e qual é a arma mais forte do homem, se não, a confiança moderada? Diante desses fatos martelando na sua cabeça, a análise crítica começava. O jovem sabia que lutar de frente contra aquele touro era suicídio, porém, por conta de sua queda desajeitada, não havia outro jeito. Ele estufava seu peito e encarava o homem que rapidamente diminuía a distância entre eles, preparando uma finta que poderia lhe garantir uma vantagem farta.  

Quando o momento chegava, Takamoto não hesitava em finalmente desferir seu ataque. Com a canhota, ele ascendia com a espada maciça de madeira, que ia diretamente ao encontro do maxilar do homem. Com o choque, sua cabeça virava levemente de ângulo, e todo o seu equilíbrio ia embora, desacelerando sua investida. O rapaz ficava atordoado por poucos segundos, mas esses eram o suficiente para Lisandro tirar total proveito. Não completando o movimento, ele jogava sua arma da canhota para a destra, com a "lâmina" virada para baixo, como se empunhasse uma adaga. Com esse posicionamento, mais um feroz ataque surgia.

Novamente em um golpe ascendente, ele mirava no queixo de Simon, que tentava lutar contra, mas não conseguia pelo seu estado. A pequena espada de madeira, embora leve e sem corte, se mostrava dura e rígida, não inútil em um combate, ao, de novo, atordoar o Golias de Takamoto. Seu grande e robusto corpo cambaleava, agora possuindo sérios hematomas na região de sua face. Não demorava muito para o homem recuperar sua postura, e colocar um majestoso sorriso de aproveitamento no rosto. Quer ele vença ou perca, o homem estaria satisfeito pela luta incrível que se desenrolava até agora.  

Nesse momento, ele chacoalhava a cabeça um pouco, e assumiu uma posição de combate mais retraída, livre de furos para serem aproveitados. Seus braços cobriam seu tórax e estava livre para uma defesa no pescoço e cabeça, enquanto suas pernas se fincavam ao chão em uma disposição que o fazia duro como pedra, configurando uma base quase perfeita. Esse tempo de adaptação era o suficiente para Lisandro fazer o mesmo, e talvez até mesmo pensar sobre seus próximos passos, pois uma coisa era certa: Simon havia considerado os futuros casos de combate.  

Joseph


A possível primeira batalha de sua vida ia como esperado, talvez. Ele acabava por subestimar aquilo que lhe faltava: experiência. Com ela, todos possuem uma força considerável, e sem ela, muitos se afundam no campo de batalha. Joseph parecia ser vítima desse conceito, porém, ele não se deixava abalar. A última coisa que o homem faria seria desistir, não por si mesmo, mas pelo sangue do seu sangue, sua filha, e pela promessa que havia feito para sua esposa. Tudo dependia disso, e não era agora, nesse estágio curto da jornada, que ele falharia sem dar tudo de si.

Com seu braço livre, o homem tentava de tudo para acertar os pontos fracos do lutador, somados a tentativas de rolar pelo campo de batalha, para assim diminuir a força da imobilização. No final das contas, os acertos na costela do homem, dados anteriormente naquele momento que beirava o desespero, surtiam mais efeito do que o contorcionismo. Pouco a pouco, a força ia se esvaindo dos músculos acostumados, mas não profundamente treinados, do taekwondoca. Proudgard aproveitava da situação para virar o jogo ao seu favor. Com a garra mais solta, ele tentava utilizar de toda sua força para levantar, recrutando seus músculos mais importantes no processo. Cada um deles gritava de dor pela atividade intensa e inesperada, mas agiam da mesma maneira.

O adversário, conforme o aspirante à marinheiro se levantava lentamente, não largava de seu apego, tentado utilizar o peso do próprio corpo para causa algum efeito ao seu favor. Nesse momento, Joseph caía de joelhos, mas não demorava para se levantar novamente e lutar pela vitória. Seu corpo, após um tempo de agonia, ficava ereto no campo de batalha, segurando o peso de dois indivíduos. Isso não duraria por muito tempo, pois, logo após a atividade que exauria sua estamina, ele jogava o artista marcial no chão, junto de seu peso. O choque com as costas para o chão o fazia perder o fôlego rapidamente, além da dor que sentia com o choque. Da sua boca saíam grunhidos, mas não gritos, pois para ele, isso significaria a derrota.    

O ex homem de negócios não perdia a oportunidade que criara para si mesmo, e mesmo cansado, se jogava para cima de seu oponente na tentativa de causar mais dano. Este, porém, se mostrava atento e rolava pelo ringue antes de ser atingido, tentando ainda recuperar o fôlego. Seus movimentos ágeis rapidamente o faziam subir de novo em sua posição ereta, e isso alertava os instintos de Joseph, que prontamente se colocava na sua posição inicial. Ele sabia que aquela funcionaria bem contra seu oponente, mas dessa vez, o homem não seguraria os chutes, mas os repeliria.  

Estando então ambos de pé, o segundo round daquele combate se iniciava, e com ele, todas as esperanças que o homem carregava nas costas. O artista marcial iniciava as ofensivas com um chute alto giratório, que como planejado por Joseph, era repelido pelas duas mãos. O rapaz, já em condições não muito boas, perdia seu equilíbrio fino, deixando diversas aberturas para o adversário, que impiedosamente fazia uso deles magistralmente. Se aproximando de seu alvo, Proudgard desferia dois socos, um cruzado que acertava o maxilar do jovem lutador, o atordoando profundamente, e outro que acertava em sua garganta, inibindo parcialmente sua respiração. Ambas as mãos do lutador acompanhavam para proteger o ponto vital que acabara de ser acertado, mas o atacante não parava por aí, e nesse momento de fragilidade, aproveitava para desferir um gancho contra o abdômen do rapaz, acertando a boca do estômago, tirando forçadamente o ar dos pulmões daquele lutador.  

O alvo de toda essa barragem de golpes caía no chão, atônito pela súbita virada dos acontecimentos, e batia com a palma de sua mão no ringue em um sinal de desistência. Seu orgulho estava destruído, mas ele preservava seu corpo, o qual tinha como templo da vida. A luta havia acabado, e o vencedor: Joseph. O homem mal poderia ficar em pé em comemoração, pois com o fim do embate, a adrenalina esvaía do corpo, inibindo a dor e o cansaço extremo, seguido pela fadiga muscular proporcionada pelo movimento arriscado no meio do combate.  

Agnis


Troca de personalidade:

Quantidade de posts:
 

Agnis iniciava a luta que mais parecia um jogo de gato e rato, até seu oponente perder a paciência com o decorrer daquilo tudo. Na primeira oportunidade de muitas que ele via, o homem desferia uma poderosa voadora que arremessava a mulher ao chão, e seguia para a mesma, mesmo naquela posição. Seu pavio era curto, e ele já havia se esgotado, principalmente para as brincadeiras bestas da adversária que não levava aquilo à sério. Esbanjando uma face medonha, característica de raiva ou ódio, ele apenas observava enquanto ela, para não ter o ego abalado, fingia que descansava em um sono. Seus olhos estavam abertos, já que isso o inimigo não podia checar, e contrário à algumas crenças, ela estava esperta com o decorrer de tudo aquilo.

O cego, porém, não ficava preso em rodeios, e logo desferia um pisão mirado na barriga de Agnis. Este ataque poderoso poderia significar um outro rumo para a batalha, se a mulher não rolasse no último segundo para o lado. Seguido de sua esquiva que a levava diretamente para as costas do rapaz, ela prontamente se punha de pé, e fazendo isso, caía direitinho nas mãos do inimigo, que gostaria que tudo aquilo acabasse rapidamente. Assim que se levantava, os sentidos aguçados do oponente deduravam a posição da moça, e sabendo dessa informação, o homem não demorava para realizar um ataque surpresa e poderoso.  

Virando seu tronco em toda sua extensão possível, ele esticava seu braço e seus pesados punhos, que com a energia garantida pelo quadril e seu movimento, acertava em cheio a cara de Agnis. Seu maxilar virava e voltava com a ação natural do corpo, e seus sentidos, por um momento, pareciam inconfiáveis, enquanto ela ficava envolta por vertigem decorrente do atordoamento. O cego não terminava seu serviço aí. Vendo que a oponente se mostrava acobertada por uma poderosa tontura, ele se virava, e agora, inclinava seu tronco para trás e o impulsionava para frente, junto com seus punhos novamente. Esse golpe direto visava o rosto da mulher, que estava desprotegido.  

O acerto em cheio se mostrava eficaz, e pegava no nariz da mulher. A cabeça ia violentamente para trás, enquanto o corpo caía quase que em câmera lenta após a poderosa investida. Sangue proveniente do soco cirúrgico voava e era espalhado pelo campo de batalha, manchando com a cor rubra e familiar para todos ali - menos para o causador de tal estrago. Com um baque, o corpo de Agnis acertava o chão, ainda acordado, tentando se recuperar daquele choque. Seu inimigo se aproximava lentamente, pronto para novamente não deixar a oponente desdenhosa realizar seus planos.    

Apesar de tudo, ela parecia ter mais uma chance, pois seu corpo não desistia. Os próximos acontecimentos dependeriam exclusivamente dela, e sabendo disso, o próprio atacante proferia algumas palavras.  

— Se você não for capaz de reconhecer seus oponentes, então você não é capaz de vencer qualquer batalha. — ele liberava sua frustração de anteriormente através das palavras duras e curtas, não demorando para novamente se colocar em posição de combate, à espera de sua adversária.


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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Seg Jul 19, 2021 3:53 pm

K O


Minha primeira luta. Apesar de dominar a arte dos negócios empresariais, nenhuma troca profissional de ações podia ser mais calorosa e estressante como uma luta de verdade.

Parecia tudo perdido para mim, naquela situação desgastante. Imobilizado pelo artista marcial, tentava desesperadamente me soltar com diversas ideia que me viam a cabeça num momento desesperador. Golpes com meu braço livre acumulavam o desgaste necessário para o processo. Um movimento de queda era minha meta naquele momento, já que era algo simples e que haviam altas chances de sucesso. Com todas as forças, erguia ambos os nossos corpos a uma altura razoável e caia ao chão novamente. Podia sentir um ardor agonizante, quase incapacitante, mas ainda havia força em mim para continuar naquela luta.

Soltos em fim, nós nos pusemos em pé para continuar nossa luta dinâmica. O lutador experiente se colocava na mesma postura, e eu aderia a minha anterior como resposta a dele. Usando a mesma logica da estratégia anterior, sabia que determinados movimentos abriam espaços para punições, e que eu deveria aproveita-las, já que cria-las com minha experiencia atual era praticamente impossível. O taekwondoca realizava um chute alto giratório que era repelido pelas minhas mãos sem nenhum problema. O problema desse estilo com pernas era que ele utiliza os mesmos membros para funções diferentes, colapsando quando ambas funções são emergentes. Atacar e desviar exigem atenção, controle e força a todo o momento para se executar com maestria, e o que houve, foi uma tragédia total. Seu golpe não conectava, e sua mobilidade era comprometida, essa era a hora, a hora de acabar com aquele teste.

Desferia um soco que acertava seu maxilar e o fazia perder mais do equilíbrio que lutava para manter. Um outro soco que acertava sua garganta, cortando acesso ao oxigênio e, basicamente, estressando qualquer pensamento que havia na mente dele. E por fim, um gancho na barriga. O golpe era critico, acertava em cheio seu estomago e aquilo parecia a ultima gota. No chão, o lutador desistia, com leves tapinhas ao solo.

Ao fim, eu era o vencedor, e aquele sentimento de cumprir com a tarefa preenchia o meu coração com energia... Mas infelizmente levava embora meus outros hormônios que seguraram as pontas até o momento. A dor vinha como o frio subia a espinha num dia nevado, rápido e eficaz, ela me paralisava quase que completo. Juntaria o que me restava para ir me arrastando para fora da arena. Passaria alguns minutos tentando me recuperar e administrar todas as sensações que me ocorriam no momento. Apreciaria as lutas dos outros aspirantes, e, neste meio tempo, procuraria por alguma fonte de água para me reabastecer e ajudar na recuperação. Tudo o que me restava fazer era esperar e melhorar, e também, absorver tudo o que aquela luta havia para me ensinar.


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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Seg Jul 19, 2021 10:10 pm

I - Aventura
Marines&Agiotas, não são o mesmo?

Cagando o pau!

- BUSHIIIIBABABABABABAAAA! GANHEEEEEIIIIIII, VEEELHOOOTEEEE! - Gargalharia, espalhando toda essa minha felicidade. Odeio admitir, mas aquele miserável até que era resistente, que pena ele não estava preparado para minha marretada. Enfim, nunca subestime um Yakuza seu maldito, falei que iria levar o troco e com juros. - Ptsu! - Cuspiria no chão. - Não sabia que a marinha tinha um bocado de mariquinhas que não se garante na porrada! BUUSHIBABABABABA! - Esse era meu momento de glória e devia passar na cara desses comédias quem era que mandava no pedaço, enquanto ainda estava bem na fita.

Após isto, olharia para a luta dos outros marmanjos que estavam realizando o exame. - Bora ver o nível dessa, galera. - Percebia que a menina que havia falado comigo anteriormente estava levando um sacode. - Será que ela precisa de uma ajudinha do pedaço de mal caminho aqui? - Daria uma ajeitada no meu cabelo, pois provavelmente estaria desarrumado por conta dessa batalha frenética.

E por acaso meus olhos se deparavam por um rosto possivelmente reconhecível. - HÃÃÃÃANNN…? - Era inconfundível, podia avistar um dos miseráveis que fez eu esperar no sol infernal da tarde. Ahhh, infeliz pensou que eu iria esquecer? Nada disso, estava hora de colocar as contas em dia. Estralando o pescoço e esticando as pernas, estaria pronto para minha vingança. Sem não dar a minha para nada, sairia correndo em disparada contra o homem de cabelo longo avermelhado. - TOMA ESSSA!!! - Saltaria e faria uma voadora na direção daquele otário.

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Eae, qual foi?

#cc99ff - Pensamento
#ffffff - Fala

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Estagiário
Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Ter Jul 20, 2021 1:32 am

É ISSO! QUE SE FODA, AGNIS! QUE SE FODA PLANOS, QUE SE FODA TUDO! EU VOU SÒ MATAR ESSE FILHO DE UMA PUTA! - Calma ai garota… Cê tá perdendo a cabeça atoa. - Não! EU VOU SÓ VOAR NO PESCOÇO DELE! - Tá legal, ser a louca desarranjada é meu trabalho, por isso abaixa a bola um pouco ai e deixa eu tomar conta. - Agora eu to no comando! - Mas que merda, Agnis!  - Você tentou, agora é minha vez. Eu tenho um plano! - Não Agnis. - Sim Agnis! Você não lembra do discurso que tu deu pra anãzinha minutos atrás? Esse cara não passa de uma pedra em nosso caminho. Quando chegar lá na frente, tudo isso aqui vai ser apenas uma memória distante. - Mas você não se atreva ! Manchar a nossa imagem por conta de um merda desses é inaceitável! - Relaxa, Agnis. Vou tentar ir direto ao ponto, pra isso não se tornar insuportável de assistir.

Bem bem, aproveitando meu momento, eu me levantaria, limparia meu nariz, e mesmo que ele não pudesse ver, daria um sorrisinho de canto de boca, pra mostrar pra esse bosta quem manda. - Awww… Eu já sabia que você é delicado desse jeito, não precisava disso. - Eu diria, seguindo a deixa da Agnis de deixar ele mais puto. O que nos falta agora e ele entrar na área efetiva de nosso super poderoso ataque. Se ele seguisse vindo pra cima de nós, eu, assim como a outra Agnis, começaria a correr. Só que a partir do momento que ele iniciasse seu ataque, eu encheria os meus pulmões de ar e prenderia a respiração. Você deve estar se perguntando o que cacete eu to fazendo, e se esse for o caso, lhe informo que estou utilizando é um truque que desenvolvi nos meus treinamentos. Ao prender a respiração, você consegue um impulso extra antes de perder o fôlego. Bom, com isso em prática, eu contra atacaria, não focando em acerta-lo, mas sim em criar uma brecha. Se essa brecha fosse encontrada, eu pisaria em seu pé para que ele não pudesse correr, e liberaria todo o ar dos pulmões em um poderoso grito ao pé de seus ouvidos. Em seguida, eu o atingiria com uma joelhada nas suas bolas, e pra terminar, eu lhe atingiria com um murro, usando toda minhas forças, pra afundar aquela cabeçorra no chão.

Havia uma chance dele simplesmente se negar a correr até mim, então faríamos o seguinte: Eu abriria os meus braços e os ergueria sobre minha cabeça, me inclinando um pouco com minhas pernas bem abertas e espaçadas. Uma posição de combate incomum, eu sei, mas a ideia é justamente confundir o nosso oponente, pois eu me aproximaria, pouco a pouco nessa posição, observando bem o nosso amigo cegueta, até que ele estivesse no alcance para o meu ataque supremo. Assim que ele tivesse perto o bastante, eu juntaria todas as forças do meu ser e executaria uma brutal, destruidora, arrasadora! Palma! Não seria tão efetiva quanto o grito, mas ela serviria muito bem como uma boa distração. Enfim, se desse certo, eu prenderia a respiração novamente, como indicado anteriormente, e correria pra cima dele aproveitando a brecha. Dessa vez, eu agarraria bem sua cabeça e daria um berro com tudo em seu ouvido, para provavelmente destruir um de seus tímpanos. Logo depois, eu o atingiria com uma joelhada no rosto, outra no saco para não perder o costume, e como antes, finalizaria com um grande murro na cabeçona dele pra afundar a cara desse maldito no chão.

Não é o plano de ação com mais classe, mas se der certo ,vai valer a pena.
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Re: Marines&Agiotas, não são o mesmo? Ter Jul 20, 2021 6:32 pm

Marines&Agiotas, não são o mesmo?
 

“Pessoas são mais fortes do que você pensa, não se pode subestimar a engenhosidade dos seres humanos, ampliando suas capacidades ao máximo, se tornando superior em todos os seus sentidos. Somente assim, você pode alcançar o título de o homem mais forte do mundo.” Recordo brevemente algumas palavras de meu professor, estou diante de um oponente empenhado em ganhar o duelo, como o homem mais forte do mundo, devo ser o maior desafio que o lutador teve em sua vida, os golpes trocados não foram suficiente para incapacitá-lo, se fosse uma espada de verdade, ele já estaria no chão a muito tempo, porém deve haver vezes que marinheiros precisam acabar com seus inimigos sem tirar suas vidas.

Simon ainda estava pé querendo mostrar ao mundo para o que veio, ele tinha provado para mim, ele era um grande lutador, não um dos melhores, mas certamente tinha garra. - Devo acabar com isto? - Indaguei formando uma base alta com a espada, elevei a lâmina de madeira ao lado de minha cabeça, observei os próximos passos de Simon, sua cara me dizia que tramava bem seus próximos movimentos. Ignorar este fato, só ditaria minha derrota, se tivesse que finalizar a luta seria o colocando em um impasse capaz de admitir que perdeu.

Faria com que minha espada apontasse para seu pescoço, não o atingiria, a ameaça por ela mesma seria a chave da vitória. Ficaria parado esperando o confronto, sua aproximação seria bem mais cautelosa devido ao meu primeiro ataque, ficaria ligado aos seus passos para não cair em suas fintas, afinal de contas, tudo seria decidido em um único movimento. Seria rápido, quando se aproximasse, não dispararia um golpe falso, apenas mudaria a base rapidamente colocando a espada em minha cintura, como em um samurai de Wano, seria um rápido saque em direção a garganta de Simon, simplesmente o mais rápido ganharia.

Mesmo sendo o homem mais forte do mundo, sei muito bem que não era o mais veloz, reconhecer suas qualidades e defeitos era o que me fazia ser o que sou, colocaria toda minha energia restante maximizando minhas chances. - Acabou! - Ganhando ou vencendo, sabia que não tinha utilizado o real potencial de minhas habilidades, agradeceria pela oportunidade de não recorrer ao estilo de combate do homem mais forte do mundo


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