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I - Florescer improvável Qui Maio 13, 2021 1:02 am
Relembrando a primeira mensagem :

I - Florescer improvável

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Dante di Tresigallo. A qual não possui narrador definido.

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Reepz
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Re: I - Florescer improvável Seg Maio 24, 2021 1:02 am
Em contato com a máfia
*Sirarossa - West Blue*
~ Post 04 ~
*Dante di Tresigallo


Tudo bem, Dante sabia que poderia ser rejeitado, afinal a moça é muito bonita e com certeza já possui muitos pretendentes. Ademais estava ocupada com os afazeres no museu. Porém, a rejeição doía mesmo assim. O ruivo tomou aquilo como pessoal, não desistiria tão facilmente, pois quanto mais pisado por alguém, mais interessado fica o galanteador. Entretanto, por hora é melhor recuar. E assim o fez. Passou pelos belíssimos corredores e salas do museu até encontrar aquele homem do palanque, com quem prontamente trocou algumas palavras.

Com certeza a conversa seria produtiva, não fosse por aquela maldito som de explosão e cheiro de fumaça. “Ora ora… parece que teremos um pouco de ação por aqui”, um sorriso de empolgação surgiria em seu rosto. Dante não ficaria ali parado e obviamente seguiria atrás do homem para ver o que estava acontecendo. “Nossa que bagunça e que tristeza! Ver toda essa destruição em um museu é um absurdo! O Museu é um lugar para a arte ser cultivada, imagina perder uma obra por causa de uma explosão?! É uma ofensa à humanidade, ora, a obra seria muito melhor aproveitada se fosse roubada intacta para ser vendida… francamente…”, revoltar-se-ia ao ver as marcas da explosão e destruição decorrente de um provável artefato explosivo. Ao chegar na ala atingida, Dante tentaria usar a situação para se aproximar mais do mafioso, dirigindo-se a ele quando falasse:

- Isso é o que chamam de performance de arte?! Hahahahahaha - gargalharia já levando a mão esquerda ao cabo da espada - Senhor Faustino, eu queria oferecer meus serviços… e acho que essa é uma ótima oportunidade, é só me dizer o que fazer - ainda com a mão esquerda na bainha da espada, levaria a mão direita à barba, alisando-a como na clássica pose de pensativo.

Dante seguiria qualquer ordem que fosse dada. Se o Faustino pedisse auxílio em batalha ou algo do tipo, o ruivo retiraria a espada da bainha, segurando-a com ambas as mãos e apontada para frente, a fim de evitar ser surpreendido. O protagonista ladrão não poderia deixar de pensar no que estava acontecendo. Quem ousaria atacar a família Nava? Sinceramente, Dante não conseguia pensar em ninguém, mas de uma coisa ele tinha certeza: os possíveis inimigos com certeza seriam perigosos.

OFF:
Um post mais curtinho pra te ajudar nesse período de trabalhos hahahah



~ Informações ~


Histórico:
Nome: Dante di Tresigallo
Posts: 04
Ganhos:
+ Espada Clássica
+ B$ 50.000
+ Barra de Chocolate
Perdas:
- B$ 250.000
Players conhecidos: N/A
NPC's: N/A
Extras: N/A

Resumo da ficha:
Nome: Dante di Tresigallo
Idade: 28 anos
Altura: 1,83 m
Qualidades: Ambidestro; Destemido; Prodígio; Visão nas trevas; Afinidade com haki
Defeitos: Infame; Ambição; Apegado (brinco); Devasso; Vaidoso
Proficiências: Arrombamento; Briga; Furto; Furtividade; Sedução
Profissão: Ladrão
EDC: Espadachim e Atirador

Objetivos:
• Encontrar e estabelecer um laço com o Franky Tanky (Vrowk)
• Encontrar e estabelecer um laço com minha futura NPC acompanhante (será uma navegadora, passo os detalhes no privado)
• Entrar em contato com o submundo e cumprir um ou dois serviços para eles em troca de dinheiro e informações
• Conseguir informações do “Sargento Macdu” e enfrentar o bastardo (faz parte da lore do meu personagem)




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Ficha
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Re: I - Florescer improvável Ter Maio 25, 2021 11:22 am
O pessoal da manutenção vai ficar com raiva

Fala ~~ Pensamento


A conversa com aquele ruivo havia sido extremamente maluca, mas acabei por esquecer aquilo já que eu tinha um objetivo muito importante para alcançar. Voltei minha atenção inteiramente ao meu objetivo e enquanto admirava muitas obras de arte, todas realmente encantadoras e algumas intrigantes Na exposição de Montecarlo, duas daquelas pequenas estátuas me chamaram mais a atenção, uma por me relembrar de Sargon o Leão e a intitulada de “Sonhando Acordado" por me inspirar a alcançar meus objetivos, já que de dentro da cabeça da mulher, um reino inteiro surgia. Por fim, consegui concluir meu objetivo e já sabia o que fazer dali em diante.

De repente minha atenção foi chamada por um sujeito que nunca vira antes, aparentemente naquele museu as pessoas eram atraídas por grandes touros de puro músculo. - Oi, nanic... - Estava prestes a puxar assunto como homem de olhos puxados, mas antes de pudesse continuar ouvi um estalo estranho vindo de algum lugar, em seguida um estrondo. O cheiro de fumaça penetrou meu focinho e o sujeito que antes me chamava a atenção, agora se escondia.

- Que isso amigo, não tomou coragem no café da manhã não? - Falaria em tom de zombaria. - Vai se esconder, no banheiro vai... - Faria um movimento com a mão pra ele se afastar. - Isso ta com cheiro de briga feia -
Prontamente sacaria meu escudo das costas e o posicionaria na altura do meu peito e então me moveria de antemão para o lugar do estrondo. Encararia a situação de olhos cerrados e lábios pressionados quase comprimidos. Olharia para as pessoas caídas ali e me manteria atento ao buraco pintado de preto pela explosão. - Não sabia que tinha uma demolição marcada para hoje. - Diria com um pequeno sorriso estampado no rosto.

Vagarosamente e mantendo o escudo sempre na altura do peito, andaria rumo ao buraco da explosão para que pudesse espiar o que havia feito. Enquanto estivesse indo naquela direção, daria pequenos toques para ver se alguma daquelas pessoas caídas estava viva, mais por curiosidade do que por qualquer outra coisa.

Se alguma coisa me surpreendesse com algum ataque, tentaria o mais rápido possível levar meu escudo em direção ao ataque para intercepta-lo antes de sofrer algum dano.

Feito por Vrowk/Mando Smile


Histórico:
Nome: Franky Tanky
Posts: 04
Ganhos: Escudo Clássico
Perdas: 250.000 B
Players conhecidos: N/A
NPC's: N/A
Extras: N/A
Resumo: Acordei, estava sem inspiração para pensar em um plano para criar uma nação, então eu decidi ir no museu de Nava, no caminho parei em uma ferraria e comprei um escudo. Fui até o museu para ver a exposição especial e me deparei com um ruivo maluco. Entrei na exposição e refleti sobre o meu plano até conseguir ter um bom plano, após isso encontrei um rapaz medroso que se escondeu atrás de mim quando eu ouvi uma explosão no museu.

Resumo da ficha:
Nome: Franky Tanky
Idade: 30 Anos
Altura: 3,1 m
Peso: 400KG
Qualidades: Prontidão; Mutação Aberrante(Pernas Longas de Coelho); Audição Aguçada; Ambidestro; Chifres; Cabeça Dura(Cranio Duro); Electro; Idioma Silvrestre
Defeitos: Infame(Shabondy) Ambição(Criar uma nação); Inimigo(Piratas do Eclipse); Apegado(Colar); Preconceito; Atípico; Sensível ao Calor; Forma Sulong;
Proficiências: Briga; Escudista; Forja; Costura; Mineração
Profissão: N/A
EDC: Pugilista

Objetivos:

• Me encontrar com o garotão chamado Dante
• Conseguir um escudo.
• Conseguir uma manopla.
• Iniciar as interações com NPC Acompanhante
• Conseguir uma grana bacana.
• Conseguir informações sobre Sargon(Plot do Personagem)
• Aprender a perícia Acrobacia
• Roubar um barco por que eu sou doido e não tenho medo do perigo
Hoyu
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Re: I - Florescer improvável Ter Maio 25, 2021 10:28 pm

I – FLORESCER IMPROVÁVEL


Tanky e Dante aproveitavam o museu, observando as obras dispostas em suas galerias, mesmo que para o ruivo a dona do museu parece uma obra de arte muito mais bela e digna de ser apreciada do que os quadros e esculturas expostos. O mink seguia olhando as obras, vendo como elas ressoavam consigo e lhe davam inspiração, enquanto Dante seguiu apressado para falar com Faustino, mas a monotonia dos dois homens foi interrompida subitamente ao som de uma explosão, como o sinal para tudo começar a se mover. As pessoas ao redor começaram a olhar ao redor assustadas com o barulho, enquanto os dois seguiram na direção dele, com o mink sendo seguido logo atrás por um sujeito medroso que parecia usar o corpo musculoso do mesmo como escudo. A visão da galeria onde a suposta bomba havia explodido era surpreendente, por mais que não houvesse tanta destruição quanto se esperasse. A maioria das esculturas daquela sala, a primeira da exibição de Montecarlo, estavam destruídas, incluindo a estátua de leão que lembrava de Sargon, mas as paredes e o chão não estavam destruídos de fato, apenas com uma mancha negra de fuligem na parede e chão, em forma circular.

Se aproximando das pessoas caídas, Tanky viu que já começavam a se levantar com dificuldade, com exceção de uma que parecia estar com um ferimento na perna pelo impacto de um pedaço de mármore. Logo ao lado, Faustino começava a falar por um den den mushi enquanto funcionários do museu começavam a chegar para ajudar os caídos. - Avistaram algo do lado de fora? Tem certeza? Preciso que venham arrumar essa confusão. - Logo a ruiva que estava no palanque chegou também, assustada, seguida por muitos olhares curiosos, que olhavam assustados. Faustino sussurrou algo em seu ouvido, e ela logo se virou para os visitantes assustados. - Não precisam se preocupar, trata-se apenas de um acidente. Derrubaram café quente em uma fiação exposta, que causou um curto, nada com que precisem se preocupar. Só evitem essa galeria pelo risco de um novo curto. - Com um sorriso, ela foi afastando os curiosos, enquanto os funcionários iam isolando a área. Faustino, de relance, olhou para o trio, como que esperando que saíssem dali, e quando Dante se aproximou com a mão na arma, todos puderam sentir uma aura assustadora vinda do homem, até que o ruivo explicasse a aproximação e ela sumisse, enquanto Faustino o encarava, pensativo.

Tanky, que antes havia pensado em procurar pessoas poderosas na ilha, parecia ter acabado de encontrar uma, pois o olhar ameaçador momentâneo que demonstrou, somado com a prontidão do ruivo estranho que havia conhecido em trabalhar para ele, parecia mostrar que ele tinha influencia na ilha, ou pelo menos trabalhava para alguém que tinha. Mesmo com seu escudo em punhos, também não parecia ver mais nenhum sinal de perigo, enquanto os funcionários do museu trabalhavam e afastavam os visitantes, dando a impressão de que, tão rápido quanto o perigo havia surgido, também havia ido embora. Após alguns instantes pensando em silêncio na proposta do ruivo, Faustino finalmente falava. - Os dois ali estão com você? - Apontando para trás, Dante poderia ver o mink touro que havia visto antes, e atras dele um homem de olhos puxados se escondendo, mas que logo saia de trás do grandalhão, estufando o peito como que para se mostrar. - Opa, então você é o Faustino que ouvi falar? Não sei quem é esse cara aí, mas o touro tá comigo, e to com interesse no serviço também.

Sem resposta do touro, enquanto o medroso fazia joinha para ele, Faustino suspirou. - Venham comigo. - Saindo do museu, Dante e o medroso acompanhavam o mafioso, e dependeria do mink decidir se o seguiria também ou não. Do lado de fora, após cochichar rapidamente com um homem que havia vindo falar com ele, Faustino acendeu um cigarro enquanto caminhava, olhando para os homens que haviam se oferecido para o serviço. - Normalmente nosso pessoal não recorreria a qualquer um dessa forma, lidar com nossos próprios homens é muito mais seguro, mas esse caso é diferente. Por mais que não tenha ferido gravemente ninguém e quem foi atingido já esteja sendo levado para o hospital, aquilo foi um ataque direto à luz do dia, um sinal de guerra. O sr. Nava vai saber explicar melhor o que isso significa. - Faustino andava de forma apressada, acompanhando um canal ao lado da passarela, onde várias barcas passavam. Pensando em voz baixa, o homem murmurou algumas coisas que apenas Tanky, se tivesse decidido ir com o grupo, seria capaz de ouvir. - Meio dia e meia... A essa hora ele deve estar... - E pegou o den den mushi novamente.

- Sr. Nava? No lugar de sempre? Temos problemas, um atentado com explosivo na exposição de Montecarlo. Não, nenhum morto, pareceu apenas um aviso, mas estou para averiguar. Entendo, senhor. Um grupo de indivíduos demonstraram interesse no serviço, devo envia-los para tratarem da retaliação? Nenhuma chance, senhor. Deseja que eu contate ela também? Entendido. - Encerrando a ligação, Faustino se virou novamente para o grupo. - Salvatore Nava espera os senhores no Mozzafiato. Sigam reto aqui e virem à direita na quarta esquina. É uma caminhada longa, então recomendo pegarem a barca se puderem. Quando chegarem na recepção, iniciem uma conversa com a atendente, e encaixem a frase “O mundo é quieto aqui” no meio da conversa. Boa sorte. - Sem dizer mais nenhuma palavra nem responder nenhuma pergunta, Faustino começa a voltar pelo caminho que veio, retornando para o museu de onde veio, deixando o grupo para ir até seu novo destino.

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-B$ 50.000
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-B$ 250.000

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Re: I - Florescer improvável Qua Maio 26, 2021 10:14 am
O mundo é tão quieto aqui

Fala ~~ Pensamento


A confusão logo se esvaiu, aquele incidente pareceu ter acabado. Aparentemente o tal Montecarlo tinha tudo sobre controle, os funcionários do museu. A ruiva do evento de abertura também havia se apresentado ali, muito provavelmente ela era irmã daquele outro ruivo. Ouvi o que ela tinha a dizer apesar de já saber que aquilo não era verdade, nenhuma fiação faz “Tique” e depois explode e do jeito que o tal Montecarlo falou com o caramujo mostrou que algo não estava certo. As falas dela para com o restante do público, o jeito que a ruiva se portou me confirmou que ela era alguém realmente importante ali.

A sensação que Montecarlo passou ali, não era normal, instintivamente apertei meu punho na alça do escudo e fixei meus olhos naquele homem. O clima logo ficou mais tranquilo, aparentemente aquele ruivo insano já havia encontrado sua irmã e estava menos insano, a conversa se desenrolou com o rapaz medroso falando que estava comigo, fiquei de olho nele por que o maldito me parecia muito desaforado para alguém que estava quase se molhando de medo.

Acabei seguindo as ordens do tal Faustino que outrora havia sido chamado de Montecarlo, não por causa daqueles dois nanicos, mas porque eu tinha ficado realmente interessado nele e na sua força, queria que ele se tornasse meu companheiro.

O homem deu algumas poucas informações do que aconteceu no museu e também do que estaria por vir, isso enquanto passávamos por um canal com alguns barquinhos navegando. O nosso guia acabou pensando em voz alta, mas não tão alta assim, sendo assim acabei ouvindo o que ele havia dito, não que isso parecesse minimamente importante… Mas… Pensando no horário, isso dizia que o tal Nava estava almoçando, ou fazendo algo que fosse de sua rotina. Por fim, a conversa dele com o tal Sr. Nava parecia ter corrido bem já que logo em seguida ele havia nos enviado para tratar com este em um lugar chamado Mazzafiato.

Assim que o tal Faustino tivesse saído eu voltaria minha atenção para o rapaz covarde. - E aí, garoto, que idéia foi essa sua de falar que eu estou com você? - Minha expressão ficaria séria e meus olhos se fixariam diretamente no rosto daquele baixinho. - Você deu sorte que eu estou de bom humor por que do contrário... - Ergueria o punho para ele, mantendo o rosto sério e furioso por um instante, imaginando que ele ficaria com medo, mas logo desataria a rir. - Calma ae, não vou fazer nada. - Estaria guardando o escudo nas costas. - Desde que você não pise na bola comigo. - Daria uns leves tapinhas na cabeça dele para acalma-lo.

- Vi que você não está tão maluco quanto antes… Aquela ruiva é sua irmã? Ela deve ter te dado algum remédio, né? - Falaria direcionado ao ruivo, de forma amigável. - Tente não esquecer de tomar seu remédio de novo… Se você se metesse com alguém perigoso, podia ter acabado morto. - Diria isso, enquanto ao mesmo tempo notaria que o rapaz estava armado. - O caminho deve ser longo, vocês vão pegar a barca?  - Esperaria para ver o que eles diriam, praticamente tomaria a mesma decisão que eles, já que os dois pareciam ser bem fraquinhos e problemáticos e muito provavelmente precisavam de alguém para evitar que eles morressem por nada.

Se por acaso algum deles se apresentasse para mim, ou fizessem isso entre si eu me apresentaria também. - Me chamo Franky Tanky, é um prazer em conhece-los, baixinhos! - Sorriria amigavelmente para eles.

Chegando ao tal Mazzafiato, observaria o lugar de cima a baixo segundos antes de entrar no mesmo, me curvando um pouco para não bater meus chifres no teto. - Agora… Temos que falar com a atendente... - Sussurraria a eles com um tom tranquilo. Procuraria quem estivesse atendendo para falar com a pessoa. - Oi! Eu me chamo Franky Tanky e esses são... - Apontaria a mão para eles e faria um pequeno sinal para que falassem algo.

- Nós viemos… Hmm… - Olharia o lugar para pensar em algo criativo para dizer. - Er… Viemos almoçar? É viemos almoçar e aproveitar para descansar porque o mundo é quieto aqui! - Diria isso de forma nem um pouco pretensiosa esperando que alguma instrução especial fosse passada para nós a qual eu seguiria se não fosse nada anormal e se fosse possível.


Feito por Vrowk/Mando :)


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Resumo: Acordei, estava sem inspiração para pensar em um plano para criar uma nação, então eu decidi ir no museu de Nava, no caminho parei em uma ferraria e comprei um escudo. Fui até o museu para ver a exposição especial e me deparei com um ruivo maluco. Entrei na exposição e refleti sobre o meu plano até conseguir ter um bom plano, após isso encontrei um rapaz medroso que se escondeu atrás de mim quando eu ouvi uma explosão no museu.

Resumo da ficha:
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Altura: 3,1 m
Peso: 400KG
Qualidades: Prontidão; Mutação Aberrante(Pernas Longas de Coelho); Audição Aguçada; Ambidestro; Chifres; Cabeça Dura(Cranio Duro); Electro; Idioma Silvrestre
Defeitos: Infame(Shabondy) Ambição(Criar uma nação); Inimigo(Piratas do Eclipse); Apegado(Colar); Preconceito; Atípico; Sensível ao Calor; Forma Sulong;
Proficiências: Briga; Escudista; Forja; Costura; Mineração
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Última edição por Vrowk em Qui Maio 27, 2021 1:51 pm, editado 1 vez(es) (Motivo da edição : Adicionar apresentação do personagem)
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Re: I - Florescer improvável Qui Maio 27, 2021 1:40 pm
Em contato com a máfia
*Sirarossa - West Blue*
~ Post 05 ~
*Dante di Tresigallo


Apesar de o museu não estar destruído, pode-se dizer que ele estava uma verdadeira zona. Dante só poderia respirar aliviado de não ter sido atingido. Não tinha medo de ser ferido, mas, se aquela fuligem sequer tocasse a roupa de seda do ruivo… Alguém teria que pagar caro. Após Faustino falar alguma coisa no den den mushi, aquela ruiva apareceu e controlou a situação. “Olha como essa mulher manipula e mente para acalmar as pessoas… meu deus do mar, é a mulher perfeita para mim!”. O entusiasmo era tão grande que Dante nem mesmo notou a presença do touro e de um outro esquisito no local. Porém, rapidamente o clima mudou. Talvez pela aproximação do ruivo, Faustino “lançou” uma aura opressora no local, deixando todos tensos. De qualquer forma, a situação voltou a se controlar após o mafioso entender o motivo do trio estar no museu.

Um homem com traços que lembravam Lihua tomou a iniciativa de falar com o mafioso, e logo estavam os 3 homens, ou melhor, os dois homens e o touro a seguir o Faustino. Dante ouvira em silêncio a análise sobre o “sinal de guerra” para enfim responder o “chefão”:

- Uma guerra? Aff, prefiro resolver as coisas em uma boa festa com bastante pecado hahahahaha - gargalhava a fim de deixar o clima mais leve.

Faustino aparentemente atendeu o homem que Dante procurava: o senhor Nava, o chefe dos chefes. Após passar as instruções necessárias, Faustino deixou o local às pressas e, de repente, Dante se viu sozinho com os dois estranhos. Primeiramente apenas observaria em silêncio, mas com um sorriso no rosto como se estivesse se divertindo ao olhar aquelas duas pessoas, principalmente se o touro começasse a ameaçar o homem de olhos puxados. Caso o mink falasse com Dante sobre ele estar maluco ou ter uma irmã, responderia:

- Maluco? Eu? Só estava empolgado hahahahah Nunca vi alguém como você na minha vida… E olha que eu já vi muita gente estranha, afinal eu gerenciava um bordel - seguiria dizendo após ajeitar o cabelo com as mãos - Irmã? Não! Eu não tenho família hahahahah Aquela na verdade é minha futura amante, eu senti que temos um clima, só preciso trabalhar um pouco mais nisso - faria uma pose de exibido com um sorriso de dentes a mostra e a mão destra abaixo do queixo em formato de “arminha” - Eu acabar morto? Hahahahahah - gargalharia - Sabe, touro, eu diria que sou difícil de matar… A propósito, eu sou Dante di Tresigallo e vocês? - finalizaria apontando com o dedo para as duas cicatrizes que possui na cabeça, dessa vez em um tom mais sério.

A conversa estava boa, mas Dante não queria tagarelar mais, era hora de encontrar o grande chefão. Assim sendo, levantaria o braço esquerdo para sinalizar a um barco de passeio que estivesse passando pelo rio. Enquanto esperasse um barco se aproximar, virar-se-ia para os dois indivíduos:

- É o seguinte touro, você tem o que? Uma tonelada? Eu não vou no mesmo bote que você nem que me paguem - desviaria o olhar para o medroso que estava com o mink - Você pode vir comigo, ou pode ficar com o touro, só cuidado para não irritá-lo, ou… - encerraria com um sorriso maldoso.

Se uma barca grande o suficiente para os três se aproximasse, Dante não teria problema em seguir com o grupo. Caso fosse uma barca pequena de passeio, abordaria o condutor do barco perguntando quanto custa a condução para uma pessoa até o Mozzafiato, pagando-lhe o que fosse solicitado. Acomodar-se-ia em um lugar disponível e aproveitaria o caminho para aproveitar a paisagem e comer o chocolate que havia roubado, descartando a embalagem em qualquer lugar da embarcação. Caso estivesse acompanhando do homem medroso, iniciaria uma conversa:

- Você por acaso seria do País de Kano? Seus olhos são parecidos com uma mulher que eu conheci, ela vem de Kano - se o homem confirmasse, seguiria perguntando - Interessante… você pode me falar mais desse lugar? Acredito que esse será meu próximo destino hehehe

Chegando até o Mozzafiato, Dante esperaria pelo outros dois homens. Não esperaria por eles serem seus companheiros ou algo do tipo, mas seria bom entrar acompanhando no antro da máfia. Claro, se algo ocorresse fora do planejado, poderia ser desastroso estar sozinho. Enfim, entrando no local, aparentemente o mink tomaria a iniciativa de falar com a atendente, porém, o touro não tinha tato algum para lidar com a máfia nem com a bela atendente. Portanto, Dante teria que intervir, colocando a mão direita sobre o peito do mink, empurrando-o levemente para trás e tomando à frente do diálogo.

- Boa tarde, bela dama, desculpe-me pela ignorância do touro - estenderia a mão para beijar o dorso da mão da atendente - Sou Dante di Tresigallo, você seria... ? - aguardaria ela dizer o nome - Devo dizer que o mundo é quieto aqui sem você, gostaria de animá-lo comigo mais tarde? - sorriria como um galanteador, fazendo um olhar sugestivo cheio de malícia.

Dante não sabia o que viria a seguir, mas seguiria qualquer instrução coerente que a atendente falasse. Em seguida, olharia para o grupo e piscaria uma vez com o olho direito, convidando-os para fazer o mesmo.

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Re: I - Florescer improvável Sab Maio 29, 2021 12:13 am

I – FLORESCER IMPROVÁVEL


Após o trio de reunir à Faustino, que saia do museu para discutir negócios mais abertamente, seguiam caminhando ao lado de um rio, como em quase todo lugar de Sirarossa, enquanto o mafioso repassava por cima o que aqueles acontecimentos significavam, e os instruindo de onde deveriam ir. Com as informações importantes repassadas, restava a eles apenas seguir para o restaurante, mas antes de irem Tanky decidiu tirar a limpo a história que o homem de olhos puxados havia inventado. - E-ei, calma grandão. Não precisa ficar ressentido, só achei que teria mais credibilidade se ele me visse com você. - Mesmo assim, o mink continuou com um semblante agressivo, tentando assusta-lo. Para Dante, que observava todo ao lado, o touro não parecia lá muito assustador, mas para aquele homem nitidamente medroso, as palavras do peludo fizeram suas pernas tremerem de medo involuntariamente enquanto tentava manter a pose antes da gargalhada de Tanky. Sem saber como reagir, o medroso deu umas risadas confusas e forçadas em resposta.

Após acalmar o homem de olhos puxados, Tany se virou novamente para Dante, repetindo a história sobre problemas na cabeça e tomar os remédios, mas foi logo corrigido pelo ruivo, apesar de não passar tanta credibilidade em sua explicação sobre empolgação e sobre a futura amante. Com a pergunta sobre o nome dos outros, o medroso novamente se recompôs, estufando o peito orgulhosamente antes de responder. - Cheng Wei, mestre navegador e melhor atirador do West Blue! Consigo até acertar alguém que esteja em outra ilha, sério! - Chamando uma barca, como recomendado por Faustino, mas não sem antes botar medo em Cheng quanto a possibilidade de irritar o touro, logo um barqueiro parou no canal ao lado deles, com uma barca grande o suficiente para os três. - Barca do Matteo, passeio pra família por toda Sirarossa. 150.000 berries por passageiro. - Sem pensar muito, Dante já foi colocando a mão na carteira pra pegar o dinheiro, mas acabou esquecendo que havia acabado de comprar uma arma, e só tinha os B$50.000 de seu último furto na carteira. Tanky e Cheng também parecia estarem quebrados, e após alguns instantes sem receber o dinheiro, o barqueiro foi embora com cara emburrada. - Malditos pobretões, ficam chamando e depois...

Sem muitas opções, o trio continuou seguindo a pé o caminho em direção ao restaurante, enquanto o ruivo decidiu puxar assunto com Cheng durante o trajeto. - Ah, sim. Eu vim de Kano sim. É um lugar bonito, mas... - A pergunta parecia ter deixado o atirador meio triste, como se relembrasse lembranças ruins. - Foi mal, não to confortável pra falar sobre isso. Mas vim nesse serviço mais ou menos por isso, quero recursos para voltar para lá resolver assuntos inacabados, e imagino que o tal Nava consiga arranjar isso pra mim se me sair bem. - Abandonando a melancolia, ele novamente endireita a postura para parecer mais alto e confiante. - Se formos juntos, pode deixar que eu te protejo! - Após uma caminhada cansativa, logo chegaram no restaurante, que era bem maior e mais chique do que eles esperavam, do tipo que cada refeição custaria-lhes o salário de um mês inteiro.

Entrando no local, puderam ver logo a frente uma recepção, e do lado esquerdo uma pequena passagem que dava para um grande salão cheio de mesas refinadas, com pessoas bem vestidas comendo suas refeições ao som de uma música de violino no fundo. Se aproximando da atendente, Tanky foi o primeiro que tentou o diálogo, mas ficava meio travado, como se não soubesse como proceder, e assim que comentou que vieram almoçar foi prontamente cortado pela mulher de cabelos castanhos e olhos verdes. - Têm uma reserva? Nossa agenda está lotada pelos próximos 2 meses, então não esperem conseguir uma mesa sobrando. - Sem paciência, Dante tomou então a dianteira, pegando-a de surpresa ao perguntar seu nome. - Err... Sou Rosalina. - Em meio ao seu galanteio, a frase orientada por Faustino foi dita, e logo ela parecia entender o que estava acontecendo. - Ah, claro, claro. Os três estão juntos? Sigam para o salão e subam as escadas à direita para o segundo andar.

Sem mais orientações, o grupo decidiu fazer o que lhes foi dito, passando pela área lotada de pessoas de alta classe, que mal olhavam para eles, talvez achando que não passavam de funcionários, enquanto subiam para o segundo andar. Chegando no topo das escadas, puderam ver um local menor do que o primeiro andar, com bem menos cadeiras e consideravelmente mais vazio, com apenas algumas poucas pessoas espalhadas pelas mesas, todas de terno, e bem no fundo um senhor de chapéu fedora comendo um belo prato de macarronada, sentado ao lado de uma mulher de pele verde. Assim que foram avistados, vários dos homens de terno se levantaram rapidamente, colocando as mãos dentro dos ternos como se fossem puxar armas, mas o senhor logo levantou a mão, ordenando que todos parassem. - Não sejam rudes, eles são nossos convidados. - Imediatamente todos ali relaxaram se sua posição ofensiva, sentando-se novamente em suas mesas e abrindo caminho para que o grupo se aproximasse. - Alguém peça para trazerem mais três pratos para mais amigos aqui, não se trata de negócios de barriga vazia. Arabella sabe de qual eu gosto, sei que vão gostar também. E tragam mais 3 taças. - Um dos homens logo se levantou para cumprir os pedidos, enquanto o trio se sentava junto do homem.

Sentados de frente para o sr. Nava, ele os olhou de cima para baixo, enquanto garçons trouxeram mais 3 taças e serviram os recém chegados com uma garrafa de vinho que estava na mesa. - Então não vou nessa sozinha? - A mulher parecia ter características bem distintas dos humanos, o que dava a entender que poderia ser de outra raça, assim como o touro, apesar de não ter nenhum pelo. - Sendo justo, os três mostraram interesse no serviço antes de você, queria ao menos ter a chance de falar com eles e colocar tudo em ordem. - Colocando os talheres na mesa e limpando a boca, Nava olhou para o trio de forma séria. - Sendo direto, eu sofri um ataque à minha reputação. Faustino pode ter dado tempo para eu tentar amenizar o problema, mas esse ataque vai acabar chamando atenção. Felizmente ninguém acabou morto, mas está mais do que claro que isso teve como objetivo de prejudicar a minha imagem, e por mais razoável que eu seja, não posso deixar qualquer um fazer o que quiser dessa forma na minha cidade. Em situações assim, é necessário que se faça alguém de exemplo, mas não posso deixar que meu trabalho seja público, se é que me entendem, então sujar a mão dos meus homens de sangue assim me poria em uma situação complicada. E é aí que vocês entram. Vocês fazem o serviço, sem qualquer tipo de vinculação a mim, e se acabarem recebendo uma recompensa pela sua cabeça, minhas mãos continuam limpas, e facilito as coisas pra vocês até saírem de Sirarossa.

Logo chegaram 3 pratos de um apetitoso spaghetti, que foi posto na frente dos três homens. Tanto o vinho como a massa que lhes foi oferecida era profundamente deliciosa, mostranso grande maestria de quem as produziu. - Claro que não imagino que fossem aceitar um serviço que mancharia suas reputações sem um preço, então é hora dos negócios. Também estaria disposto a ouvir caso queiram recusar o serviço e trabalhar oficialmente para mim, mas nesse caso vou ser um pouco mais exigente. - Terminou então com um sorriso, e mesmo com o que falava, possuía uma aura carismática que fazia o assunto parecer corriqueiro e sem tensão nenhuma.

Histórico:
Nome: Dante di Tresigallo
Posts: 05

Ganhos:
-Espada Clássica
-B$ 50.000

Perdas:
-B$ 250.000

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Nome: Franky Tanky
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Ganhos:
-Escudo clássico

Perdas:
-B$250.000

Reepz
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Re: I - Florescer improvável Sab Maio 29, 2021 4:20 pm
Em contato com a máfia
*Sirarossa - West Blue*
~ Post 06 ~
*Dante di Tresigallo


Após o “bullying” que o mink fez com o covarde, este finalmente se apresentou. Cheng Wei é o nome dele, um mestre navegador e melhor atirador do West Blue, embora essa última afirmação seja no mínimo questionável. De qualquer forma, o homem atraiu a atenção de Dante, pois para viajar pelos mares seria preciso de conhecimentos de navegação, coisa que o ruivo é completamente desprovido. Falando em navegação, uma barca de passeio chegou para levar o trio.

- CENTO E CINQUENTA MIL POR UMA CARONA?! - Deixaria escapar em tom de revolta - Ainda me chamam de arruaceiro… esse “Matteo” que é um ladrão! - murmurou em tom desgosto.

Tiveram que ir andando até o famoso restaurante. Pelo menos Dante conseguiu conversar com Cheng e entender mais sobre o atirador, que aparentemente possui um trauma com sua terra natal. “Na verdade, ele até parece comigo, nós dois temos assuntos inacabados e também decidimos procurar o senhor Nava para juntar recursos…”. De repente, Dante enxergou uma oportunidade, afinal, os dois realizariam um serviço um juntos e também compartilhavam de um desejo de ir até o País de Kano. Além disso, o ruivo sabia que para derrotar o Sargento Macdu, seria necessário juntar forças, já que o marinheiro provavelmente estaria mais forte agora e também possuiria aliados. Portanto, parecia muito lógico propor uma aliança para Cheng.

- Assuntos inacabados é? Sei bem como é… Também tenho assuntos inacabados aqui em Sirarossa - falaria em um tom meio melancólico e meio raivoso, ao mesmo tempo em que apontaria para as cicatrizes de sua cabeça - O que você acha de uma aliança? Você me ajuda com o meu assunto e depois eu te ajudo com o seu, você tem a minha palavra - terminaria estendendo a mão para cumprimentar Cheng - E você, grandão? Por que está se envolvendo com a máfia? Um cara forte como você também me seria útil, qual é o seu preço para me ajudar? - questionaria a Franky.

Finalmente chegaram até o restaurante majestoso. A ralé como Dante jamais pisaria em um lugar daquele como cliente, mas ele estava lá sob outras circunstâncias. Após um diálogo interessante com a atendente Rosalina, o trio passou pelos clientes ricos que estavam no restaurante. A única coisa que passava pela cabeça do ruivo era quanto ele poderia ganhar pegando as carteiras de todos presentes. Entretanto, o momento não era adequado, visto que o “chefão” lhe aguardava. Sinceramente, o ruivo esperava uma recepção mais ameaçadora. Era difícil acreditar que o homem à sua frente era o chefe do submundo e da cidade, mas ao mesmo tempo se portava de uma maneira um tanto agradável e carismática. Não podia dizer o mesmo dos outros homens de terno, que se levantaram em tom intimidador assim que o trio entrou no salão. Além disso, uma mulher de pele verde estava na sala, algo diferente de tudo que Dante havia visto. Não sabia se era melhor flertar com ela ou não, portanto, decidiu apenas aguardar e ver como ela se portaria na reunião. Enfim, todos sentaram e começaram a tratar dos negócios. Após a breve explicação do Sr. Nava, responderia:

- Eu me chamo Dante di Tresigallo, é um prazer - faria uma reverência com a mão e jogaria o cabelo para o lado direito - Embora eu me dê melhor em ataques furtivos, pode contar comigo… Bom, é claro que uma recompensa não seria nada mal - aproximar-me-ia do senhor Nava, apoiando os braços na mesa - O senhor parece um homem coerente, então acho que pagará uma quantia razoável em berries, mas… O que eu mais quero são informações de um determinado homem, quero que o senhor o rastreie para mim, o nome dele é Macdu, um sargento da Marinha.

Agradeceria a comida e faria uma pausa para comê-la enquanto Cheng e Franky se apresentassem, afinal, não é todo dia em que se pode almoçar no grande Mozzafiato. Também tomaria uma taça de vinho, apenas o suficiente para não afetar os seus reflexos. Claro, antes de comer, amarraria um lenço ou guardanapo em sua roupa para que nenhum molho de tomate sujasse a sua roupa. Após terminar de comer, responderia a segunda parte da proposta de Nava:

- Com todo o respeito, mas ficar vestido de terno em um lugar chic não faz o meu estilo hahaha - sorriria apontando com o polegar direito para os mafiosos na sala - Vou ficar com o serviço e depois uma saída segura para fora de Sirarossa - aguardaria os seus colegas expressarem suas vontades e pontos de vista, em seguida, voltaria a dizer - Então… qual é o serviço?

Como não sabia para onde seria enviado, Dante tentaria saber o máximo de informações possíveis. Questionando quem são os suspeitos pelo ataque, o que precisaria ser feito e, além disso, também se prepararia bem para qualquer intercorrência. Nessa preparação, solicitaria um revólver para o senhor Nava, visto que além de um espadachim, Dante também é um exímio atirador.

OFF:
Eu acrescentei as perícias que gostaria de aprender na aba de objetivos

   
   
~ Informações ~

   
 
Histórico:
Nome: Dante di Tresigallo
Posts: 06
Ganhos:
+ Espada Clássica
+ B$ 50.000
Perdas:
- B$ 250.000
Players conhecidos: N/A
NPC's: N/A
Extras: N/A

Resumo da ficha:
Nome: Dante di Tresigallo
Idade: 28 anos
Altura: 1,83 m
Qualidades: Ambidestro; Destemido; Prodígio; Visão nas trevas; Afinidade com haki
Defeitos: Infame; Ambição; Apegado (brinco); Devasso; Vaidoso
Proficiências: Arrombamento; Briga; Furto; Furtividade; Sedução
Profissão: Ladrão
EDC: Espadachim e Atirador

Objetivos:
• Encontrar e estabelecer um laço com o Franky Tanky (Vrowk)
• Encontrar e estabelecer um laço com meu futuro NPC acompanhante (será um navegador, passo os detalhes no privado)
• Entrar em contato com o submundo e cumprir um ou dois serviços para eles em troca de dinheiro e informações
• Conseguir informações do “Sargento Macdu” e enfrentar o bastardo (faz parte da lore do meu personagem)
• Aprender as proficiências “armadilha” e “acrobacia”
• Conseguir uma espada e um revólver

         


Última edição por Reepz em Ter Jun 01, 2021 12:11 pm, editado 1 vez(es)

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Ficha
Vrowk
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Re: I - Florescer improvável Ter Jun 01, 2021 11:33 am
Ficar quieto é as vezes a melhor resposta

Fala ~~ Pensamento


O tal do Cheng Wei, agiu praticamente como eu imaginei que ele agiria, o que foi bem engraçado, mas ao mesmo tempo me acendeu um sinal de alerta… Era muito provável que no primeiro problema que surgisse, ele fugisse e me abandonasse para a morte. O tal Matteo foi muito mal educado, a verdade é que eu não estava nem aí para o preço, eu iria acabar entrando na barca dele se ele não tivesse saído tão rápido, no fim apenas gargalhei da situação. Se ouvisse alguém murmurando algo, sobre o tal Matteo diria, como se tivesse ouvido em alto e bom tom. - Acho que nós deviamos simplesmente ter entrado e ido de barca até lá. - Falaria aquilo tranquilamente, afinal para mim era normal fazer algo desse tipo.Enquanto andávamos para o tal Mazzafiato, Cheng contou sua história e ficou sem jeito, no fim ele tratou de matar o assunto que lhe deixara desconfortável.

Se Dante me perguntasse algo sobre os motivos de eu estar ali, diria em um tom atônito, arregalando os olhos e cobrindo minha boca com a mão, pasmo pela descoberta. - Mafia? Eu não sabia disso não… Mas eu não me importo se é a máfia ou não. Eu estou em uma missão, preciso de poder, uma ilha grande e uma população para começar a construir minha nação… Para conseguir isso, eu pouco me importo se é a mafia, a marinha ou... - Faria uma breve pausa para engolir em seco e lembrar do Tenryubito que havia me prendido. - Claro, tem gente para quem eu não trabalho… Mas enfim, vou construir minha nação e preciso de poder e um exército para conseguir proteger minha futura nação. É esse o motivo, meu companheiro! - Diria aquilo da forma mais tranquila e natural, praticamente como se estivesse falando que iria construir um castelinho de areia na praia.

No restaurante que havíamos chegado eu tentei fazer o que o tal do Faustino havia dito. A primeira coisa que senti foi fome, mas precisávamos rapidamente avançar para o interior, por isso tentei falar algo que combinasse com a frase secreta.  No fim acabei me embananando e quem me socorreu foi o ruivo, mas tudo bem, o importante é conseguir avançar.

Seguimos por aquele lugar chic, não dei muita atenção já que estava determinado a seguir adiante o quanto mais rápido possível. Quando os passos do meu trio terminaram no andar superior, fomos hostilizados por um grupo que pareciam ser os seguranças, eu instintivamente enrijeci os músculos e tateei o escudo, se fosse morrer que morresse lutando. Mas o Senhor Nava acabou impedindo que todo mundo ali, incluindo eu, morresse.

Me apresentaria ao homem ali, caso mais alguém o fisesse. - Me chamo Franky Tanky e... - Pensaria um pouco mais para saber se tinha mais algo para falar de mim mesmo, mas no fim saberia que não teria nada muito relevante. - É isso aí, estou pronto para qualquer coisa! - Diria sorrindo. A mulher verde me chamara um tanto de atenção, mas não poderia deixar aquilo me desconcentrar no momento, pois precisava tratar com o tal Nava.

Se por acaso me servissem comida e ela estivesse em um tamanho para pessoas normais, comeria e beberia tudo rapidamente e depois falaria de forma amigável e descontraída. - O aperitivo estava muito bom, mas… Cadê o prato principal? - Sorriria e gargalharia com aquela semi-piada, afinal, eu estava realmente com vontade de comer. Se todos levassem aquilo como uma piada e não me dessem mais comida diria em tom de suplica, entrelaçando as mãos à frente do rosto. - Não.. É sério! Eu quero mais alguma coisa para comer! - Aceitaria qualquer comida que não aparentasse estar podre e parecesse apetitosa e assim que alcançasse minhas mãos, comeria sem muita cerimônia.

Em algum momento, o tal Sr. Nava poderia falar algo sobre pagamento e nesse momento,  responderia a ele, sem tentar parecer pretensioso. - Preciso de… Hmm… Não sei… Eu não acho que dinheiro seja importante para nada, mas parece que todo mundo se importa com ele, então acho que dinheiro e uma carona vai ser algo bom pra mim, não posso ficar perdendo muito tempo em uma única ilha.- Pensaria mais um pouco e de solavanco me lembraria de algo que recém acontecera. - Verdade, eu também gostaria de algumas manoplas de boa qualidade! - Falaria enquanto com a mão direita apontaria para o meu punho esquerdo fechado bem a minha frente.

Feito por Vrowk/Mando Smile


OFF:

Atualizei os objetivos =]

Histórico:
Nome: Franky Tanky
Posts: 06
Ganhos: Escudo Clássico
Perdas: 250.000 B
Players conhecidos: N/A
NPC's: N/A
Extras: N/A
Resumo: Acordei, estava sem inspiração para pensar em um plano para criar uma nação, então eu decidi ir no museu de Nava, no caminho parei em uma ferraria e comprei um escudo. Fui até o museu para ver a exposição especial e me deparei com um ruivo maluco. Entrei na exposição e refleti sobre o meu plano até conseguir ter um bom plano, após isso encontrei um rapaz medroso que se escondeu atrás de mim quando eu ouvi uma explosão no museu.

Resumo da ficha:
Nome: Franky Tanky
Idade: 30 Anos
Altura: 3,1 m
Peso: 400KG
Qualidades: Prontidão; Mutação Aberrante(Pernas Longas de Coelho); Audição Aguçada; Ambidestro; Chifres; Cabeça Dura(Cranio Duro); Electro; Idioma Silvrestre
Defeitos: Infame(Shabondy) Ambição(Criar uma nação); Inimigo(Piratas do Eclipse); Apegado(Colar); Preconceito; Atípico; Sensível ao Calor; Forma Sulong;
Proficiências: Briga; Escudista; Forja; Costura; Mineração
Profissão: N/A
EDC: Pugilista

Objetivos:

• Me encontrar com o garotão chamado Dante
• Conseguir um escudo.
• Conseguir uma manopla.
• Iniciar as interações com NPC Acompanhante
• Conseguir dinheiro.
• Conseguir informações sobre Sargon(Plot do Personagem)
• Aprender a perícia Acrobacia
Hoyu
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Créditos : 12
HoyuEstagiário
https://www.allbluerpg.com/t378-leonheart-valentine https://www.allbluerpg.com/t419-here-comes-the-sun
Re: I - Florescer improvável Sab Jun 05, 2021 9:21 pm

I – FLORESCER IMPROVÁVEL


Enquanto seguiam em direção ao restaurante que o chefe do submundo de Sirarossa se encontrava, o trio acabava batendo papo e se conhecendo melhor, seja em tentativas de assustador o medroso Cheng ou ao som de xingamentos de um barqueiro cabeça quente. Em certo momento, após ouvir por cima os objetivos do medroso, uma proposta de parceria foi feita, deixando-o pensativo. - É, pode ser. Conseguir ajuda deve ser uma boa coisa. Digo, quer dizer, não que eu precise de ajuda, claro! Hahaha! - Chegando no Mozzafiato e finalmente encontrando-se com Salvatore Nava, que já compartilhava uma pacifica refeição com uma mulher grande e musculosa de pele verde, tiveram a surpresa de perceber o quão carismática a pessoa que controlava todo o crime da ilha era, até mesmo lhes oferecendo um prato de comida e uma taça de vinho, ambos muito bem feitos e deliciosos.

A proposta do serviço foi feito, chegando o momento dos 4 dizerem seus preços, enquanto Salvatore ouvia atentamente, se deliciando com seu próprio prato de macarronada, mas com extrema etiqueta, sem deixar o molho sujar seu rosto ou suas roupas finas. Assim que teve a oportunidade de falar, entretanto, em vez de comentar sobre o serviço, Tanky perguntou quando chegaria o prato principal, arrancando uma gargalhada de Nava. - Sabia que iriam gostar, é meu prato favorito daqui. Mas bem, pelo seu tamanho o estomago deve ser maior também. - Salvatore já levantava o dedo, chamando silenciosamente um garçom para o atender, mas antes que chegassem para atende-lo, a mulher verde entregou seu prato intocado. - Pode ficar com o meu, não to com fome. Sobre o que eu quero, é só dinheiro e passagem para a última ilha. - Logo em seguida, ao ouvir o pedido da mulher, Chang se manifestou também. - O mesmo para mim, tenho assuntos inacabados em Kano. - Com o pedido do homem de olhos puxados, a mulher de pele verde o encarou de cima para baixo, como se o analisasse. - Tem certeza que eles vão conseguir fazer algo? Esses ai parecem mais 3 patetas. - Arrancando outra gargalhada de Nava.

- Bom ver que já estão se dando bem. Consigo o que precisam sim, e vocês dois? - Virando-se para o mink e para o ruivo, ouviu o pedido de ambos. - Macdu... Macdu... Certo, consigo as informações que você quer. Sobre a manopla, posso ir atrás de alguns contatos meus para conseguir algo de qualidade. Estamos de acordo, então? Mas preciso deixar uma coisa bem clara: posso estar do lado de vocês, mas não vou me envolver, pelo menos não diretamente. Se vocês acabarem falhado e não cumprirem a parte de vocês do combinado, não esperem que eu vá ao resgate de vocês. Tendo isso em mente. - Puxando um den den mushi com um charuto na boca, óculos escuros e um fedora branco do canto da mesa, Salvatore o colocou no centro da mesa e digitou um número, mas deixou o fone por cima da mesa, para que todos pudessem ouvir a chamada. Após alguns instantes Faustino atendeu. - Boa tarde, senhor. Como foram as negociações? - Em sua voz vinha um tom de profundo respeito pelo chefe do submundo. - Boas. Conseguiu algo?

- Consegui sim, senhor. Pelo que pude ver o atentado foi realizado com um pequeno explosivo escondido dentro de uma das esculturas da exibição, chamada Rei da Selva, aquela do leão que você comentou comigo. Parece ter sido feita recentemente, durante o transporte da obras, então duvido que Montecarlo tenha a ver com isso, ainda mais que ele mesmo teve bastante prejuízo. Não sei ao certo se o objetivo deles era apenas de causar confusão, mas creio que quem quer que tenha feito isso, usou a maior bomba que poderia usar sem que fosse percebida, pois se fosse uma maior o processo de abertura e fechamento da escultura ficaria óbvio. E foi uma bomba HN-76, automática de timer, de acordo com nosso especialista. Um modelo antigo e barato no mercado, ativado com uma senha de 5 dígitos. Odeio ter que admitir isso, mas quem quer que tenha feito esse atentado deve ter se infiltrado entre nossos homens durante a preparação de exibição, iria rever todos os nossos passos mais uma vez. - Faustino finalmente terminou seu relatório, esperando o pronunciamento de Nava.

- Ótimo. Faça isso. - Em seguida colocou o fone no gancho e o caramujo fechou os olhos de novo. - Como podem ver, atualmente não temos muita ideia de quem possa ser o louco que fez esse ataque, então vou precisar que ajudem nisso. Com a pista da bomba, quero que vão até o Cassino Omerta, lá vão encontrar um informante meu que acompanha todas as transações secretas da ilha para mim, se chama Patrizio DiMonti. Expliquem para ele a situação e digam que eu os mandei. - ele entrega um cartão preto com uma gondola branca para Dante. - Os homens de Cesare vão te levar até ele se mostrarem esse cartão. Se alguém souber sobre essa bomba, vai ser Patrizio. A partir daí vocês decidem como vão agir, se conseguir algo novo eu contato Anya. - As ordens foram repassadas, e só restava ao grupo partir para o próximo passo.

Histórico:
Nome: Dante di Tresigallo

Posts: 06

Ganhos:
-Espada Clássica
-B$ 50.000
-Barra de Chocolat

Perdas:
-B$ 250.000

Histórico:
Nome: Franky Tanky
Posts: 06

Ganhos:
-Escudo clássico

Perdas:
-B$250.000


Reepz
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Créditos : 00
ReepzEstagiário
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Re: I - Florescer improvável Ter Jun 08, 2021 4:42 pm
Em contato com a máfia
*Sirarossa - West Blue*
~ Post 07 ~
*Dante di Tresigallo


Ainda que fosse muito medroso, Cheng mostrou ter muita confiança em suas habilidades. Certamente seria bom tê-lo como companheiro de aventura. Infelizmente não podia dizer o mesmo daquela mulher de pele verde. Ela agiu com um pouco de arrogância e ainda menosprezou as habilidades do trio sem nem mesmo conhecê-los. Dante não confiava nela, mas aparentemente o senhor Nava confiava e, no momento, isto basta. A propósito, Nava fez questão de deixar claro que o quarteto estaria por conta própria, o que era muito óbvio para falar a verdade, afinal, este era o motivo para terem sido contratados: não envolver o “chefão” na briga. Finalmente seguiram para o encerramento das negociações, agora era o momento de falar dos detalhes, portanto, o mafioso colocou um den den mushi na mesa, pelo qual Dante reconheceu a voz de Faustino.

Faustino falava e falava sobre bombas, mas tudo aquilo era como um enigma para o ruivo, que sabia tanto sobre artefatos explosivos quanto sabia como voar. Entretanto, uma frase rapidamente capturou a atenção de Dante, que instintivamente pousava a mão sobre o bolso da calça. “Um código de 5 dígitos? Eu lembro de ter pego um papel com algo escrito, A5F… algo assim! Merda, estaria aquele ruivo envolvido com o ataque? Melhor guardar essa informação pra mim no momento, seria complicado explicar como eu tenho esse código em mãos …”. Tentaria conter o espanto enquanto ouvisse atentamente o restante das instruções. Agora deveriam partir para o Cassino Ormeta, onde encontrariam o informante Patrizio DiMonti. Também recebeu um cartão preto, o qual seria guardado no bolso esquerdo da calça. Antes de partir, levantaria da mesa e diria em bom tom ao senhor Nava:

- Bom, considere o serviço feito. A macarronada estava ótima - limparia a boca com o guardanapo e se voltaria ao restante do grupo - Vamos! - Não esperaria a resposta e apenas sairia do local esperando que os outros o seguissem. Quando estivessem fora do restaurante, retiraria o cartão do bolso, expondo-o para o grupo - Acho que está claro que eu vou liderar o trabalho, já que eu recebi o cartão hehehe - esperava uma reação agressiva, principalmente da mulher, mas antes que os ânimos ficassem muito aflorados, voltaria a dizer - Brincadeira, brincadeira… mas têm duas coisas que eu gostaria de dizer - levantaria o indicador direito - Primeiro, eu conheço muitos criminosos nessa cidade, então tenho uma suspeita de quem estamos procurando… fiquem atentos a qualquer ruivo com o cabelo na altura do ombro, ele tem pele clara como a minha e pode estar vestindo um óculos e cachecol… se o virem, me avisem - levantaria o dedo médio - Segundo, deixem que eu fale com o Patrizio, vocês não tem a malemolência necessária hahahaha - riria em tom amigável, dando tapinhas no ombro de Franky.

Finalmente começaria a caminhar em direção ao Cassino Omerta. Era curioso como um rato de rua, no mesmo dia, já havia visitado três dos mais renomados estabelecimentos de toda a Sirarossa. Seria esse um bom sinal? Talvez ter saído do bordel de Madame Brian realmente foi a melhor escolha. Mas algo incomodava Dante, pois tudo está muito belo e acontecendo sem problemas, seria essa a calmaria que precede a tempestade? Enfim, o ruivo esperava não ter problemas para encontrar o Cassino, já que conhecia a cidade como ninguém. Quando chegasse até o estabelecimento, procuraria diretamente algum segurança ou funcionário para lhe mostrar o cartão preto, exibindo-o e depois o guardando novamente no bolso. Se fosse levado até o Patrizio ou algum subordinado direto, falaria em bom tom:

- Sou Dante e fomos enviados pelo senhor Nava para tratar de uma questão… O que você pode nos dizer sobre uma tal de bomba HN-76 automática com timer? Você negociou algo do tipo ou conhece alguém que possua um artefato desses? Qualquer pista será muito útil… - levaria a mão à barba, como se aquilo ajudasse Dante a absorver melhor toda a informação que pudesse ser útil na condução do trabalho.



~ Informações ~


Histórico:
Nome: Dante di Tresigallo
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Ganhos:
+ Espada Clássica
+ B$ 50.000
Perdas:
- B$ 250.000
Players conhecidos: N/A
NPC's: N/A
Extras: N/A

Resumo da ficha:
Nome: Dante di Tresigallo
Idade: 28 anos
Altura: 1,83 m
Qualidades: Ambidestro; Destemido; Prodígio; Visão nas trevas; Afinidade com haki
Defeitos: Infame; Ambição; Apegado (brinco); Devasso; Vaidoso
Proficiências: Arrombamento; Briga; Furto; Furtividade; Sedução
Profissão: Ladrão
EDC: Espadachim e Atirador

Objetivos:
• Encontrar e estabelecer um laço com o Franky Tanky (Vrowk)
• Encontrar e estabelecer um laço com meu futuro NPC acompanhante (será um navegador, passo os detalhes no privado)
• Entrar em contato com o submundo e cumprir um ou dois serviços para eles em troca de dinheiro e informações
• Conseguir informações do “Sargento Macdu” e enfrentar o bastardo (faz parte da lore do meu personagem)
• Aprender as proficiências “armadilha” e “acrobacia”.




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