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Kenshin
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I - Florescer improvável Qui Maio 13, 2021 1:02 am
Relembrando a primeira mensagem :

I - Florescer improvável

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Dante di Tresigallo. A qual não possui narrador definido.

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I - Florescer improvável - Página 2 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Hoyu
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Re: I - Florescer improvável Sab Maio 29, 2021 12:13 am

I – FLORESCER IMPROVÁVEL


Após o trio de reunir à Faustino, que saia do museu para discutir negócios mais abertamente, seguiam caminhando ao lado de um rio, como em quase todo lugar de Sirarossa, enquanto o mafioso repassava por cima o que aqueles acontecimentos significavam, e os instruindo de onde deveriam ir. Com as informações importantes repassadas, restava a eles apenas seguir para o restaurante, mas antes de irem Tanky decidiu tirar a limpo a história que o homem de olhos puxados havia inventado. - E-ei, calma grandão. Não precisa ficar ressentido, só achei que teria mais credibilidade se ele me visse com você. - Mesmo assim, o mink continuou com um semblante agressivo, tentando assusta-lo. Para Dante, que observava todo ao lado, o touro não parecia lá muito assustador, mas para aquele homem nitidamente medroso, as palavras do peludo fizeram suas pernas tremerem de medo involuntariamente enquanto tentava manter a pose antes da gargalhada de Tanky. Sem saber como reagir, o medroso deu umas risadas confusas e forçadas em resposta.

Após acalmar o homem de olhos puxados, Tany se virou novamente para Dante, repetindo a história sobre problemas na cabeça e tomar os remédios, mas foi logo corrigido pelo ruivo, apesar de não passar tanta credibilidade em sua explicação sobre empolgação e sobre a futura amante. Com a pergunta sobre o nome dos outros, o medroso novamente se recompôs, estufando o peito orgulhosamente antes de responder. - Cheng Wei, mestre navegador e melhor atirador do West Blue! Consigo até acertar alguém que esteja em outra ilha, sério! - Chamando uma barca, como recomendado por Faustino, mas não sem antes botar medo em Cheng quanto a possibilidade de irritar o touro, logo um barqueiro parou no canal ao lado deles, com uma barca grande o suficiente para os três. - Barca do Matteo, passeio pra família por toda Sirarossa. 150.000 berries por passageiro. - Sem pensar muito, Dante já foi colocando a mão na carteira pra pegar o dinheiro, mas acabou esquecendo que havia acabado de comprar uma arma, e só tinha os B$50.000 de seu último furto na carteira. Tanky e Cheng também parecia estarem quebrados, e após alguns instantes sem receber o dinheiro, o barqueiro foi embora com cara emburrada. - Malditos pobretões, ficam chamando e depois...

Sem muitas opções, o trio continuou seguindo a pé o caminho em direção ao restaurante, enquanto o ruivo decidiu puxar assunto com Cheng durante o trajeto. - Ah, sim. Eu vim de Kano sim. É um lugar bonito, mas... - A pergunta parecia ter deixado o atirador meio triste, como se relembrasse lembranças ruins. - Foi mal, não to confortável pra falar sobre isso. Mas vim nesse serviço mais ou menos por isso, quero recursos para voltar para lá resolver assuntos inacabados, e imagino que o tal Nava consiga arranjar isso pra mim se me sair bem. - Abandonando a melancolia, ele novamente endireita a postura para parecer mais alto e confiante. - Se formos juntos, pode deixar que eu te protejo! - Após uma caminhada cansativa, logo chegaram no restaurante, que era bem maior e mais chique do que eles esperavam, do tipo que cada refeição custaria-lhes o salário de um mês inteiro.

Entrando no local, puderam ver logo a frente uma recepção, e do lado esquerdo uma pequena passagem que dava para um grande salão cheio de mesas refinadas, com pessoas bem vestidas comendo suas refeições ao som de uma música de violino no fundo. Se aproximando da atendente, Tanky foi o primeiro que tentou o diálogo, mas ficava meio travado, como se não soubesse como proceder, e assim que comentou que vieram almoçar foi prontamente cortado pela mulher de cabelos castanhos e olhos verdes. - Têm uma reserva? Nossa agenda está lotada pelos próximos 2 meses, então não esperem conseguir uma mesa sobrando. - Sem paciência, Dante tomou então a dianteira, pegando-a de surpresa ao perguntar seu nome. - Err... Sou Rosalina. - Em meio ao seu galanteio, a frase orientada por Faustino foi dita, e logo ela parecia entender o que estava acontecendo. - Ah, claro, claro. Os três estão juntos? Sigam para o salão e subam as escadas à direita para o segundo andar.

Sem mais orientações, o grupo decidiu fazer o que lhes foi dito, passando pela área lotada de pessoas de alta classe, que mal olhavam para eles, talvez achando que não passavam de funcionários, enquanto subiam para o segundo andar. Chegando no topo das escadas, puderam ver um local menor do que o primeiro andar, com bem menos cadeiras e consideravelmente mais vazio, com apenas algumas poucas pessoas espalhadas pelas mesas, todas de terno, e bem no fundo um senhor de chapéu fedora comendo um belo prato de macarronada, sentado ao lado de uma mulher de pele verde. Assim que foram avistados, vários dos homens de terno se levantaram rapidamente, colocando as mãos dentro dos ternos como se fossem puxar armas, mas o senhor logo levantou a mão, ordenando que todos parassem. - Não sejam rudes, eles são nossos convidados. - Imediatamente todos ali relaxaram se sua posição ofensiva, sentando-se novamente em suas mesas e abrindo caminho para que o grupo se aproximasse. - Alguém peça para trazerem mais três pratos para mais amigos aqui, não se trata de negócios de barriga vazia. Arabella sabe de qual eu gosto, sei que vão gostar também. E tragam mais 3 taças. - Um dos homens logo se levantou para cumprir os pedidos, enquanto o trio se sentava junto do homem.

Sentados de frente para o sr. Nava, ele os olhou de cima para baixo, enquanto garçons trouxeram mais 3 taças e serviram os recém chegados com uma garrafa de vinho que estava na mesa. - Então não vou nessa sozinha? - A mulher parecia ter características bem distintas dos humanos, o que dava a entender que poderia ser de outra raça, assim como o touro, apesar de não ter nenhum pelo. - Sendo justo, os três mostraram interesse no serviço antes de você, queria ao menos ter a chance de falar com eles e colocar tudo em ordem. - Colocando os talheres na mesa e limpando a boca, Nava olhou para o trio de forma séria. - Sendo direto, eu sofri um ataque à minha reputação. Faustino pode ter dado tempo para eu tentar amenizar o problema, mas esse ataque vai acabar chamando atenção. Felizmente ninguém acabou morto, mas está mais do que claro que isso teve como objetivo de prejudicar a minha imagem, e por mais razoável que eu seja, não posso deixar qualquer um fazer o que quiser dessa forma na minha cidade. Em situações assim, é necessário que se faça alguém de exemplo, mas não posso deixar que meu trabalho seja público, se é que me entendem, então sujar a mão dos meus homens de sangue assim me poria em uma situação complicada. E é aí que vocês entram. Vocês fazem o serviço, sem qualquer tipo de vinculação a mim, e se acabarem recebendo uma recompensa pela sua cabeça, minhas mãos continuam limpas, e facilito as coisas pra vocês até saírem de Sirarossa.

Logo chegaram 3 pratos de um apetitoso spaghetti, que foi posto na frente dos três homens. Tanto o vinho como a massa que lhes foi oferecida era profundamente deliciosa, mostranso grande maestria de quem as produziu. - Claro que não imagino que fossem aceitar um serviço que mancharia suas reputações sem um preço, então é hora dos negócios. Também estaria disposto a ouvir caso queiram recusar o serviço e trabalhar oficialmente para mim, mas nesse caso vou ser um pouco mais exigente. - Terminou então com um sorriso, e mesmo com o que falava, possuía uma aura carismática que fazia o assunto parecer corriqueiro e sem tensão nenhuma.

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Re: I - Florescer improvável Sab Maio 29, 2021 4:20 pm
Em contato com a máfia
*Sirarossa - West Blue*
~ Post 06 ~
*Dante di Tresigallo


Após o “bullying” que o mink fez com o covarde, este finalmente se apresentou. Cheng Wei é o nome dele, um mestre navegador e melhor atirador do West Blue, embora essa última afirmação seja no mínimo questionável. De qualquer forma, o homem atraiu a atenção de Dante, pois para viajar pelos mares seria preciso de conhecimentos de navegação, coisa que o ruivo é completamente desprovido. Falando em navegação, uma barca de passeio chegou para levar o trio.

- CENTO E CINQUENTA MIL POR UMA CARONA?! - Deixaria escapar em tom de revolta - Ainda me chamam de arruaceiro… esse “Matteo” que é um ladrão! - murmurou em tom desgosto.

Tiveram que ir andando até o famoso restaurante. Pelo menos Dante conseguiu conversar com Cheng e entender mais sobre o atirador, que aparentemente possui um trauma com sua terra natal. “Na verdade, ele até parece comigo, nós dois temos assuntos inacabados e também decidimos procurar o senhor Nava para juntar recursos…”. De repente, Dante enxergou uma oportunidade, afinal, os dois realizariam um serviço um juntos e também compartilhavam de um desejo de ir até o País de Kano. Além disso, o ruivo sabia que para derrotar o Sargento Macdu, seria necessário juntar forças, já que o marinheiro provavelmente estaria mais forte agora e também possuiria aliados. Portanto, parecia muito lógico propor uma aliança para Cheng.

- Assuntos inacabados é? Sei bem como é… Também tenho assuntos inacabados aqui em Sirarossa - falaria em um tom meio melancólico e meio raivoso, ao mesmo tempo em que apontaria para as cicatrizes de sua cabeça - O que você acha de uma aliança? Você me ajuda com o meu assunto e depois eu te ajudo com o seu, você tem a minha palavra - terminaria estendendo a mão para cumprimentar Cheng - E você, grandão? Por que está se envolvendo com a máfia? Um cara forte como você também me seria útil, qual é o seu preço para me ajudar? - questionaria a Franky.

Finalmente chegaram até o restaurante majestoso. A ralé como Dante jamais pisaria em um lugar daquele como cliente, mas ele estava lá sob outras circunstâncias. Após um diálogo interessante com a atendente Rosalina, o trio passou pelos clientes ricos que estavam no restaurante. A única coisa que passava pela cabeça do ruivo era quanto ele poderia ganhar pegando as carteiras de todos presentes. Entretanto, o momento não era adequado, visto que o “chefão” lhe aguardava. Sinceramente, o ruivo esperava uma recepção mais ameaçadora. Era difícil acreditar que o homem à sua frente era o chefe do submundo e da cidade, mas ao mesmo tempo se portava de uma maneira um tanto agradável e carismática. Não podia dizer o mesmo dos outros homens de terno, que se levantaram em tom intimidador assim que o trio entrou no salão. Além disso, uma mulher de pele verde estava na sala, algo diferente de tudo que Dante havia visto. Não sabia se era melhor flertar com ela ou não, portanto, decidiu apenas aguardar e ver como ela se portaria na reunião. Enfim, todos sentaram e começaram a tratar dos negócios. Após a breve explicação do Sr. Nava, responderia:

- Eu me chamo Dante di Tresigallo, é um prazer - faria uma reverência com a mão e jogaria o cabelo para o lado direito - Embora eu me dê melhor em ataques furtivos, pode contar comigo… Bom, é claro que uma recompensa não seria nada mal - aproximar-me-ia do senhor Nava, apoiando os braços na mesa - O senhor parece um homem coerente, então acho que pagará uma quantia razoável em berries, mas… O que eu mais quero são informações de um determinado homem, quero que o senhor o rastreie para mim, o nome dele é Macdu, um sargento da Marinha.

Agradeceria a comida e faria uma pausa para comê-la enquanto Cheng e Franky se apresentassem, afinal, não é todo dia em que se pode almoçar no grande Mozzafiato. Também tomaria uma taça de vinho, apenas o suficiente para não afetar os seus reflexos. Claro, antes de comer, amarraria um lenço ou guardanapo em sua roupa para que nenhum molho de tomate sujasse a sua roupa. Após terminar de comer, responderia a segunda parte da proposta de Nava:

- Com todo o respeito, mas ficar vestido de terno em um lugar chic não faz o meu estilo hahaha - sorriria apontando com o polegar direito para os mafiosos na sala - Vou ficar com o serviço e depois uma saída segura para fora de Sirarossa - aguardaria os seus colegas expressarem suas vontades e pontos de vista, em seguida, voltaria a dizer - Então… qual é o serviço?

Como não sabia para onde seria enviado, Dante tentaria saber o máximo de informações possíveis. Questionando quem são os suspeitos pelo ataque, o que precisaria ser feito e, além disso, também se prepararia bem para qualquer intercorrência. Nessa preparação, solicitaria um revólver para o senhor Nava, visto que além de um espadachim, Dante também é um exímio atirador.

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Re: I - Florescer improvável Ter Jun 01, 2021 11:33 am
Ficar quieto é as vezes a melhor resposta

Fala ~~ Pensamento


O tal do Cheng Wei, agiu praticamente como eu imaginei que ele agiria, o que foi bem engraçado, mas ao mesmo tempo me acendeu um sinal de alerta… Era muito provável que no primeiro problema que surgisse, ele fugisse e me abandonasse para a morte. O tal Matteo foi muito mal educado, a verdade é que eu não estava nem aí para o preço, eu iria acabar entrando na barca dele se ele não tivesse saído tão rápido, no fim apenas gargalhei da situação. Se ouvisse alguém murmurando algo, sobre o tal Matteo diria, como se tivesse ouvido em alto e bom tom. - Acho que nós deviamos simplesmente ter entrado e ido de barca até lá. - Falaria aquilo tranquilamente, afinal para mim era normal fazer algo desse tipo.Enquanto andávamos para o tal Mazzafiato, Cheng contou sua história e ficou sem jeito, no fim ele tratou de matar o assunto que lhe deixara desconfortável.

Se Dante me perguntasse algo sobre os motivos de eu estar ali, diria em um tom atônito, arregalando os olhos e cobrindo minha boca com a mão, pasmo pela descoberta. - Mafia? Eu não sabia disso não… Mas eu não me importo se é a máfia ou não. Eu estou em uma missão, preciso de poder, uma ilha grande e uma população para começar a construir minha nação… Para conseguir isso, eu pouco me importo se é a mafia, a marinha ou... - Faria uma breve pausa para engolir em seco e lembrar do Tenryubito que havia me prendido. - Claro, tem gente para quem eu não trabalho… Mas enfim, vou construir minha nação e preciso de poder e um exército para conseguir proteger minha futura nação. É esse o motivo, meu companheiro! - Diria aquilo da forma mais tranquila e natural, praticamente como se estivesse falando que iria construir um castelinho de areia na praia.

No restaurante que havíamos chegado eu tentei fazer o que o tal do Faustino havia dito. A primeira coisa que senti foi fome, mas precisávamos rapidamente avançar para o interior, por isso tentei falar algo que combinasse com a frase secreta.  No fim acabei me embananando e quem me socorreu foi o ruivo, mas tudo bem, o importante é conseguir avançar.

Seguimos por aquele lugar chic, não dei muita atenção já que estava determinado a seguir adiante o quanto mais rápido possível. Quando os passos do meu trio terminaram no andar superior, fomos hostilizados por um grupo que pareciam ser os seguranças, eu instintivamente enrijeci os músculos e tateei o escudo, se fosse morrer que morresse lutando. Mas o Senhor Nava acabou impedindo que todo mundo ali, incluindo eu, morresse.

Me apresentaria ao homem ali, caso mais alguém o fisesse. - Me chamo Franky Tanky e... - Pensaria um pouco mais para saber se tinha mais algo para falar de mim mesmo, mas no fim saberia que não teria nada muito relevante. - É isso aí, estou pronto para qualquer coisa! - Diria sorrindo. A mulher verde me chamara um tanto de atenção, mas não poderia deixar aquilo me desconcentrar no momento, pois precisava tratar com o tal Nava.

Se por acaso me servissem comida e ela estivesse em um tamanho para pessoas normais, comeria e beberia tudo rapidamente e depois falaria de forma amigável e descontraída. - O aperitivo estava muito bom, mas… Cadê o prato principal? - Sorriria e gargalharia com aquela semi-piada, afinal, eu estava realmente com vontade de comer. Se todos levassem aquilo como uma piada e não me dessem mais comida diria em tom de suplica, entrelaçando as mãos à frente do rosto. - Não.. É sério! Eu quero mais alguma coisa para comer! - Aceitaria qualquer comida que não aparentasse estar podre e parecesse apetitosa e assim que alcançasse minhas mãos, comeria sem muita cerimônia.

Em algum momento, o tal Sr. Nava poderia falar algo sobre pagamento e nesse momento,  responderia a ele, sem tentar parecer pretensioso. - Preciso de… Hmm… Não sei… Eu não acho que dinheiro seja importante para nada, mas parece que todo mundo se importa com ele, então acho que dinheiro e uma carona vai ser algo bom pra mim, não posso ficar perdendo muito tempo em uma única ilha.- Pensaria mais um pouco e de solavanco me lembraria de algo que recém acontecera. - Verdade, eu também gostaria de algumas manoplas de boa qualidade! - Falaria enquanto com a mão direita apontaria para o meu punho esquerdo fechado bem a minha frente.

Feito por Vrowk/Mando Smile


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Hoyu
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Re: I - Florescer improvável Sab Jun 05, 2021 9:21 pm

I – FLORESCER IMPROVÁVEL


Enquanto seguiam em direção ao restaurante que o chefe do submundo de Sirarossa se encontrava, o trio acabava batendo papo e se conhecendo melhor, seja em tentativas de assustador o medroso Cheng ou ao som de xingamentos de um barqueiro cabeça quente. Em certo momento, após ouvir por cima os objetivos do medroso, uma proposta de parceria foi feita, deixando-o pensativo. - É, pode ser. Conseguir ajuda deve ser uma boa coisa. Digo, quer dizer, não que eu precise de ajuda, claro! Hahaha! - Chegando no Mozzafiato e finalmente encontrando-se com Salvatore Nava, que já compartilhava uma pacifica refeição com uma mulher grande e musculosa de pele verde, tiveram a surpresa de perceber o quão carismática a pessoa que controlava todo o crime da ilha era, até mesmo lhes oferecendo um prato de comida e uma taça de vinho, ambos muito bem feitos e deliciosos.

A proposta do serviço foi feito, chegando o momento dos 4 dizerem seus preços, enquanto Salvatore ouvia atentamente, se deliciando com seu próprio prato de macarronada, mas com extrema etiqueta, sem deixar o molho sujar seu rosto ou suas roupas finas. Assim que teve a oportunidade de falar, entretanto, em vez de comentar sobre o serviço, Tanky perguntou quando chegaria o prato principal, arrancando uma gargalhada de Nava. - Sabia que iriam gostar, é meu prato favorito daqui. Mas bem, pelo seu tamanho o estomago deve ser maior também. - Salvatore já levantava o dedo, chamando silenciosamente um garçom para o atender, mas antes que chegassem para atende-lo, a mulher verde entregou seu prato intocado. - Pode ficar com o meu, não to com fome. Sobre o que eu quero, é só dinheiro e passagem para a última ilha. - Logo em seguida, ao ouvir o pedido da mulher, Chang se manifestou também. - O mesmo para mim, tenho assuntos inacabados em Kano. - Com o pedido do homem de olhos puxados, a mulher de pele verde o encarou de cima para baixo, como se o analisasse. - Tem certeza que eles vão conseguir fazer algo? Esses ai parecem mais 3 patetas. - Arrancando outra gargalhada de Nava.

- Bom ver que já estão se dando bem. Consigo o que precisam sim, e vocês dois? - Virando-se para o mink e para o ruivo, ouviu o pedido de ambos. - Macdu... Macdu... Certo, consigo as informações que você quer. Sobre a manopla, posso ir atrás de alguns contatos meus para conseguir algo de qualidade. Estamos de acordo, então? Mas preciso deixar uma coisa bem clara: posso estar do lado de vocês, mas não vou me envolver, pelo menos não diretamente. Se vocês acabarem falhado e não cumprirem a parte de vocês do combinado, não esperem que eu vá ao resgate de vocês. Tendo isso em mente. - Puxando um den den mushi com um charuto na boca, óculos escuros e um fedora branco do canto da mesa, Salvatore o colocou no centro da mesa e digitou um número, mas deixou o fone por cima da mesa, para que todos pudessem ouvir a chamada. Após alguns instantes Faustino atendeu. - Boa tarde, senhor. Como foram as negociações? - Em sua voz vinha um tom de profundo respeito pelo chefe do submundo. - Boas. Conseguiu algo?

- Consegui sim, senhor. Pelo que pude ver o atentado foi realizado com um pequeno explosivo escondido dentro de uma das esculturas da exibição, chamada Rei da Selva, aquela do leão que você comentou comigo. Parece ter sido feita recentemente, durante o transporte da obras, então duvido que Montecarlo tenha a ver com isso, ainda mais que ele mesmo teve bastante prejuízo. Não sei ao certo se o objetivo deles era apenas de causar confusão, mas creio que quem quer que tenha feito isso, usou a maior bomba que poderia usar sem que fosse percebida, pois se fosse uma maior o processo de abertura e fechamento da escultura ficaria óbvio. E foi uma bomba HN-76, automática de timer, de acordo com nosso especialista. Um modelo antigo e barato no mercado, ativado com uma senha de 5 dígitos. Odeio ter que admitir isso, mas quem quer que tenha feito esse atentado deve ter se infiltrado entre nossos homens durante a preparação de exibição, iria rever todos os nossos passos mais uma vez. - Faustino finalmente terminou seu relatório, esperando o pronunciamento de Nava.

- Ótimo. Faça isso. - Em seguida colocou o fone no gancho e o caramujo fechou os olhos de novo. - Como podem ver, atualmente não temos muita ideia de quem possa ser o louco que fez esse ataque, então vou precisar que ajudem nisso. Com a pista da bomba, quero que vão até o Cassino Omerta, lá vão encontrar um informante meu que acompanha todas as transações secretas da ilha para mim, se chama Patrizio DiMonti. Expliquem para ele a situação e digam que eu os mandei. - ele entrega um cartão preto com uma gondola branca para Dante. - Os homens de Cesare vão te levar até ele se mostrarem esse cartão. Se alguém souber sobre essa bomba, vai ser Patrizio. A partir daí vocês decidem como vão agir, se conseguir algo novo eu contato Anya. - As ordens foram repassadas, e só restava ao grupo partir para o próximo passo.

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Re: I - Florescer improvável Ter Jun 08, 2021 4:42 pm
Em contato com a máfia
*Sirarossa - West Blue*
~ Post 07 ~
*Dante di Tresigallo


Ainda que fosse muito medroso, Cheng mostrou ter muita confiança em suas habilidades. Certamente seria bom tê-lo como companheiro de aventura. Infelizmente não podia dizer o mesmo daquela mulher de pele verde. Ela agiu com um pouco de arrogância e ainda menosprezou as habilidades do trio sem nem mesmo conhecê-los. Dante não confiava nela, mas aparentemente o senhor Nava confiava e, no momento, isto basta. A propósito, Nava fez questão de deixar claro que o quarteto estaria por conta própria, o que era muito óbvio para falar a verdade, afinal, este era o motivo para terem sido contratados: não envolver o “chefão” na briga. Finalmente seguiram para o encerramento das negociações, agora era o momento de falar dos detalhes, portanto, o mafioso colocou um den den mushi na mesa, pelo qual Dante reconheceu a voz de Faustino.

Faustino falava e falava sobre bombas, mas tudo aquilo era como um enigma para o ruivo, que sabia tanto sobre artefatos explosivos quanto sabia como voar. Entretanto, uma frase rapidamente capturou a atenção de Dante, que instintivamente pousava a mão sobre o bolso da calça. “Um código de 5 dígitos? Eu lembro de ter pego um papel com algo escrito, A5F… algo assim! Merda, estaria aquele ruivo envolvido com o ataque? Melhor guardar essa informação pra mim no momento, seria complicado explicar como eu tenho esse código em mãos …”. Tentaria conter o espanto enquanto ouvisse atentamente o restante das instruções. Agora deveriam partir para o Cassino Ormeta, onde encontrariam o informante Patrizio DiMonti. Também recebeu um cartão preto, o qual seria guardado no bolso esquerdo da calça. Antes de partir, levantaria da mesa e diria em bom tom ao senhor Nava:

- Bom, considere o serviço feito. A macarronada estava ótima - limparia a boca com o guardanapo e se voltaria ao restante do grupo - Vamos! - Não esperaria a resposta e apenas sairia do local esperando que os outros o seguissem. Quando estivessem fora do restaurante, retiraria o cartão do bolso, expondo-o para o grupo - Acho que está claro que eu vou liderar o trabalho, já que eu recebi o cartão hehehe - esperava uma reação agressiva, principalmente da mulher, mas antes que os ânimos ficassem muito aflorados, voltaria a dizer - Brincadeira, brincadeira… mas têm duas coisas que eu gostaria de dizer - levantaria o indicador direito - Primeiro, eu conheço muitos criminosos nessa cidade, então tenho uma suspeita de quem estamos procurando… fiquem atentos a qualquer ruivo com o cabelo na altura do ombro, ele tem pele clara como a minha e pode estar vestindo um óculos e cachecol… se o virem, me avisem - levantaria o dedo médio - Segundo, deixem que eu fale com o Patrizio, vocês não tem a malemolência necessária hahahaha - riria em tom amigável, dando tapinhas no ombro de Franky.

Finalmente começaria a caminhar em direção ao Cassino Omerta. Era curioso como um rato de rua, no mesmo dia, já havia visitado três dos mais renomados estabelecimentos de toda a Sirarossa. Seria esse um bom sinal? Talvez ter saído do bordel de Madame Brian realmente foi a melhor escolha. Mas algo incomodava Dante, pois tudo está muito belo e acontecendo sem problemas, seria essa a calmaria que precede a tempestade? Enfim, o ruivo esperava não ter problemas para encontrar o Cassino, já que conhecia a cidade como ninguém. Quando chegasse até o estabelecimento, procuraria diretamente algum segurança ou funcionário para lhe mostrar o cartão preto, exibindo-o e depois o guardando novamente no bolso. Se fosse levado até o Patrizio ou algum subordinado direto, falaria em bom tom:

- Sou Dante e fomos enviados pelo senhor Nava para tratar de uma questão… O que você pode nos dizer sobre uma tal de bomba HN-76 automática com timer? Você negociou algo do tipo ou conhece alguém que possua um artefato desses? Qualquer pista será muito útil… - levaria a mão à barba, como se aquilo ajudasse Dante a absorver melhor toda a informação que pudesse ser útil na condução do trabalho.



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Re: I - Florescer improvável Ter Jun 08, 2021 5:21 pm
Ficar quieto é as vezes a melhor resposta

Fala ~~ Pensamento


Eu estava bem alimentado e o clima era agradável e alegre, a responsável por isso era uma mulher-peixe de pele esverdeada, até mesmo consegui rir com a piada da ruiva. Aquilo que o tal Nava falou não precisava nem precisava ficar mais claro, ele queria discrição e uma execução. O caramujo muito bem trajado, nos anunciou o que se havia descoberto da primeira investigação, haviam pouquíssimas informações, pelo menos podíamos recorrer ao tal informante de Nava… Mas quem seria a tal Anya? Será que esse era o nome da Mulher-Peixe? Naquele momento desviei o olhar para ela rapidamente e voltei a olhar para o velho.

Com as informações finais, estaríamos prontos para partir, o primeiro passo não era algo lá muito difícil, tínhamos que meramente conseguir algumas pistas que nos levassem até aquele que fez o atentado na exposição. Me levantaria da mesa, e faria um pequena menção com a cabeça. -Obrigado pela comida, ela estava realmente muito boa. - Mostraria um sorriso agradecido ao meu contratante. -Vamos resolver o seu problema! - Me moveria à frente dos outros e seguiria para fora do estabelecimento o mais rápido possível, por que afinal, a cada instante aqueles que atentaram no museu.

Se por acaso o ruivo me mostrasse o cartão quando saíssemos do estabelecimento o olharia bem para ver sobre o que se tratava. -Certo, esse pequeno cartão é nossa passagem para encontrar os nossos alvos, tome cuidado para não te roubarem, baixinho.- Ouviria atentamente qualquer informação adicional que o ruivo ou qualquer um ali decidisse falar. Se alguém fizesse alguma piada, acabaria rindo junto, já que achava graça em praticamente qualquer piada.

Aquele incidente contra Nava havia sido algo extremamente estranho, ainda mais pelo fato de terem explodido o lugar sem terem atacado ninguém. Os eventos que se precederam foram um alerta, um aviso prévio do que estaria prestes a acontecer, já que pelo que parecia o Sr. Nava era alguém extremamente importante, então, aqueles que o atacaram não tinham medo de enfrentá-lo, por esse motivo, estaria com as orelhas bem atentas a qualquer barulho suspeito, para não ser pego desprevenido.

Durante a caminhada, acabaria por puxar assunto com a mulher-peixe. -Obrigado pelo macarrão! - Mostraria um sorriso agradecido a ela, já que estava realmente grato por poder comer bem. -Mas me conta aí baixinha, o que você tá fazendo fora da água? - Faria aquela piada para a mulher-peixe dando uma pequena gargalhada antes de continuar -Sério, a ilha dos tritões fica meio longe daqui não? Quase meio mundo de distância, não? - Estaria curioso para saber o que trazia uma tritã tão longe da ilha dos homens peixe.

Quando chegássemos ao cassino, ficaria perto do ruivo ou da ruiva já que parecia que ambos pareciam saber algo sobre o trabalho, por isso deixaria que eles cuidassem dos próximos passos.


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Re: I - Florescer improvável Qua Jun 09, 2021 10:15 pm

I – FLORESCER IMPROVÁVEL


As negociações finalmente se encerravam, com os quatro contratados combinado o preço pelo seu serviço com o contratante. Com tudo definido, o primeiro passo do serviço foi dado, e Dante recebeu um cartão um cartão para fazer valer a vontade de Nava, restando apenas seguirem para o destino seguinte: o Cassino Omerta. Já fora do restaurante, de barriga cheia, Dante logo se apressou em tentar garantir a liderança da operação, sendo logo repreendido pela tritã. - Esse cartão não significa nada, não espere ficar me dando ordens por ai. - Ela parecia sem paciência, mas não chegava a brigar com o ruivo, apenas deixar ele ciente, recebendo logo em seguida a informação de que não passava de uma brincadeira. - Hahaha. Mas bem, se fossemos ter um líder é bem claro quem seria a melhor opção, não é? - Cheng respondia, obviamente falando de si mesmo, e com o indicador e polegar da mão direita em forma de v em seu queixo como que para se exibir.

Logo em seguida Dantes se adiantava também, realmente tomando as rédeas da operação e dando uma informação nova para o grupo, na forma de uma suspeita pessoal sobre o culpado. - Belo chute, hein. - A tritã ria, como se levasse o comentário de Dante como uma piada, mas Cheng parecia admirado. - Nossa, você entende mesmo dessas coisas. - Sendo o único que sabia o caminho até o cassino, Dante seguia a frente, dando a chance de Tanky se aproximar da tritã para conversar. - Zou é ainda mais longe, e aqui está você. Essas coisas são pessoais, e não sei se vocês são pessoas confiáveis ainda, sem ressentimentos. Claro, se o chefe mandou a gente trabalhar junto eu vou proteger vocês, mas preciso saber ainda se posso confiar minhas costas a vocês. Mas tenho mais esperanças em você do que no exibido com as canelas tremendo. - Apontando para frente, onde Cheng estava ao lado de Dante, Tanky podia ver o homem de olhos puxados andando apressado e olhando ao redor com medo de serem atacados, enquanto as canelas tremiam levemente.

Após um tempo de caminhada, finalmente o grupo chegou no cassino, um enorme edifício de mais de 10 andares, pintado por fora de vermelho para ser muito chamativo aos turistas que passavam, quase como um farol para chamar suas atenções. Seu interior era quase tão deslumbrante quanto, com arquitetura de primeira em um grande salão de recepção, com uma mulher no balcão entre dois elevadores, recebendo quem chegava. - Bom dia, senhores, sejam bem vindos ao Cassino Omerta, como posso lhes ajudar? - Logo Dante entregava o cartão de Nava, que a mulher, que olhou para ele por alguns instantes e pegou um den den mushi. - Senhor, homens do sr. Nava estão aqui. Certo. Do que precisam? - Após a pergunta da recepcionista, a tritã se adiantou em responder. - Estamos procurando Patrizio DiMonti. Fomos informados que ele estaria aqui. - Em seguida a recepcionista voltou a falar no caracol. - Estão procurando Senhor das Armas. Entendido, senhor. - E colocou o fone de volta no caracol, que fechou os olhos. - Cesare Costa da boas-vindas a vocês. Patrizio está no... - Ela checa uma pilha de papeis na recepção até encontrar o que precisava. - Decimo terceiro andar. Podem pegar um elevador, deixarei uma pessoa avisada lá em cima para levá-los até ele e preparar uma sala para conversarem.

Pegando o elevador, que possuía botões para nove andares, um senhorzinho sentado em frente aos botões aperta o botão com o número 13 e as portas se fecham, abrindo-se novamente pouco depois, permitindo que o grupo visse um amplo salão com muitas pessoas bem vestidas e vários garçons andando de um lado para o outro, servindo aperitivos e bebidas para muitas pessoas jogando todo tipo de jogos de azar diferentes, e um homem com a mesma roupa dos garçons os recebe em frente ao elevador. - Por aqui, senhores. - Seguindo o homem, ele passa por muitas mesas de jogos, onde milhões e milhões de berries estavam em aposta. Pessoas perdiam fortunas, enquanto outras ganhavam fortunas, até finalmente chegarem em uma mesa de poker onde viram um homem de cabelo arrepiado. - All-in. - Ele falou para os outros jogadores, enquanto o grupo se aproximava, fazendo 2 dos participantes desistirem da mão, ficando apenas contra um outro indivíduo. Ele abaixou sua mão primeiro, revelando suas cartas como K ♠ 6 ♠ Q ♠ 3 ♠ 2 ♠. O homem de cabelos espetados sorriu e abaixou 9 ♠ 9 ♦ 9 ♥ 9 ♣ 5 ♣, fazendo o seu adversário grunhir de raiva.

- Mais sorte da próxima vez. Isso é, se tiver próxima vez. - A banca passou todas as fichas em jogo para ele, que parecia pronto para jogar outra, mas se virou ao perceber a aproximação do grupo, ouvindo com atenção a informação que o funcionário sussurrou em seu ouvido. - Cuidem das fichas para mim, preciso resolver negócios. - Levantando-se, o homem que aparentemente era Patrizio DiMonti encarou o grupo e verificou que a banca estava guardando suas fichas para. - A sala 13-2 está preparada para vocês. - O funcionário avisou, e ele foi na frente em direção a uma sala no canto do grande salão, sendo seguido pelos quatro. A sala era espaçosa, com dois longos sofás acolchoados um de frente para o outro e uma mesinha de madeira no centro com um vaso de plantas. - Certo, homens do Nava, não é? Do que precisam? - Como havia pedido, Dante tratou dos negócios, avisando o motivo do encontro enquanto Patrizio ajeitava o cabelo. - Bomba HN-76? Oh, parece que a chefia teve problemas. - Mesmo falando isso, Patrizio parecia se divertir com o comentário.

Abrindo seu terno, todos puderam ver vários bolsos internos, no qual o Senhor das Armas abriu um e pegou um bloquinho de notas e o folheou em uma velocidade impressionante, quase tão rápido quanto uma animação de flipbook, guardando novamente o bloquinho em seguida e repetindo o processo com outro. No total o homem checou um total de 10 bloquinhos, e deixou 3 deles em cima da mesa após verificar, sem guarda-los novamente. - Certo. No último mês apenas 3 pessoas compraram essa bomba. - Pegando o primeiro bloquinho, ele mostrou a pequena pagina com anotações sobre uma compra e uma foto 3x4. - Rocco Bellini, funcionário de uma agência de advocacia, é um advogado de defesa conhecido que ajudar Angelo Nista com as questões legais. Pelo que pude apurar, seus motivos foram para simular um acidente para se vingar do amante da sua esposa. A compra foi feito 2 semanas atrás. - Colocando o bloquinho de volta na mesa, ele pega um segundo, com outra foto 3x4. - Giani Colombo, ladrão de rua, comprou a bomba para simular sua morte e despistas os marinheiros. Comprou um total de 5 bombas, 4 dias atrás.

Pela segunda vez colocou o bloquinho de volta no lugar e estendeu o terceiro, com uma terceira foto 3x4. - Por último, Lorenzo Giordano, funcionário da Allora Transportes. Comprou as bombas para demolir uma parede da sua casa e abrir espaço. Comprou um total de 4 bombas, 1 semana atrás. - Por fim, colocou o bloquinho de novo sobre a mesa. - Vão conseguir encontrar Rocco em seu apartamento, na rua Montalcino nº36, ou na sede de advogados ao lado do Hospital Costa. Giani não tem casa fixa, então encontrar ele pode ser mais difícil, mas ele costuma sempre dar as caras na lanchonete Cezare para comer, lá na rua Leopardi, vai ser a melhor chance para vocês. Por fim, Lorenzo mora na rua Roccamare nº12, mas podem encontrá-lo também na sede da Allora. Essas informações são o suficientes ou precisam de mais algo?

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Re: I - Florescer improvável Dom Jun 13, 2021 9:18 am
Como caçar um rato de rua
*Sirarossa - West Blue*
~ Post 08 ~
*Dante di Tresigallo


Como esperado, aquela mulher-peixe não foi muito receptiva à brincadeira. O ruivo tinha dificuldade de criar um laço com ela, uma vez que as personalidades de ambos eram completamente opostas. O que já era diferente com Cheng e Franky. Os dois despertavam curiosidade e exalavam certo carisma que cativava. Se Dante pensava em um dia ser famoso e se lançar ao mar, aqueles dois seriam ótimas adições à “trupe”. Nesse sentido, responderia ao colocamento da mulher-peixe com uma boa risada. Riria mesmo sabendo que ela desconfiava das habilidades do ruivo. “Se bem me lembro, minha mãe falou sobre peixes que pareciam humanos na Grand Line.. e se ainda me recordo, eles têm problemas com os humanos, seria esse o motivo para seu mau humor?”, pensava durante o caminho até o cassino.

Ver aquele Cassino despertou o mesmo sentimento de admiração que Dante havia sentido quando o viu na infância. Era realmente uma obra-prima da arquitetura. Não é coincidência que muitos turistas vão para lá perder montanhas de dinheiro. “Não sei ainda quem estou procurando, mas uma coisa eu sei: esses caras têm coragem! hahahahah quem em sã consciência arrumaria briga com o dono de um lugar como esse? Tem que ter muita autoconfiança”. Logo após entrarem no Cassino, foram rapidamente atendidos e encaminhados para encontrar o “homem dos negócios”. No caminho, Dante pôde ver o quanto de dinheiro era gasto em jogos naquele estabelecimento. Teve que serrar os punhos para conter a ânsia de furtar carteira por carteira dos clientes. Com certeza seria uma quantia suficiente para comprar até mesmo o próprio navio. Entretanto, não seria muito sábio. Como um bom ladrão, Dante sabe que um roubo tem hora e lugar correto para acontecer e, com certeza, este não era um bom momento. Talvez mais tarde...

Após subir o elevador, chegaram até o andar mais exclusivo do estabelecimento. Foi fácil reconhecer quem era o contato que procuravam: um homem bem vestido e de cabelo espetado. O grupo seguiu para uma sala reservada a eles, onde Dante se sentaria no sofá para ficar à vontade ao tratar de negócios. Patrizio trazia à mesa três bloquinhos com três possíveis suspeitos para ter feito o atentado. Para Dante era óbvio quem era o principal suspeito: o mesmo homem de cabelo ruivo de mais cedo. Entretanto, aquele Patrizio era alguém que se vendia por dinheiro, e Dante não julgava isso. Porém, o que garantiria que ele também não avisaria o seu cliente que um grupo de 4 desajeitados estariam atrás dele? Na cabeça do protagonista, era essencial desviar a atenção do homem de cabelo espetado, portanto faria perguntas sobre todos os três homens, ainda que em sua mente o culpado fosse muito claro. Levaria a mão direita à barba, alisando-a como se estivesse pensativo, e colocaria o indicador esquerdo em cima do segundo bloquinho.

- Imagino que você tenha ouvido sobre minha reputação, senhor Patrizio… - sorriria de canto de boca - Mas mesmo alguém como eu, nunca ouvi falar desse tal de Giani Colombo - retiraria o dedo do bloquinho para cruzar as mãos na altura da coxa - Qual tipo de arma ele utiliza? Também seria bom saber se ele age sozinho ou recebe serviços de um mediador do submundo… - assim que Patrizio respondesse, levaria a mão direita ao bigode, deslizando os dedos sobre ele. Faria um “V” com a mão esquerda, apontando os dois dedos levantados para os bloquinhos restantes - Bom, Giani deve ser quem procuramos… mas de qualquer forma, eu gostaria de mais detalhes sobre esses dois - repousaria o braço esquerdo em cima do encosto do sofá, mostrando estar à vontade - Como é a moradia de ambos? Eles moram sozinhos? Se possível, poderia fazer um mapa que mostre como chegar até a residência deles e que também mostre um pouco da área onde moram? Não precisa ser algo muito bonito, um esboço vai servir hahaha - guardaria os mapas no bolso da calça, caso fossem feitos.

Para Dante, aquelas perguntas já eram o suficiente, mas pode ser que seus companheiros tivessem algo mais para questionar. Nesse sentido, estenderia a mão direita ao lado com a palma virada para cima, convidando quem estivesse à sua direita a falar. Assim que todos terminassem de fazer suas perguntas, Dante se levantaria do sofá, ajeitando a roupa que pudesse estar amassada. Em seguida, levantaria o indicador direito e diria entusiasmado:

- Ah! Como pude me esquecer? Eu vou precisar de um kit para desbloquear fechaduras… algumas gazuas devem bastar, acredito que você consegue arrumar isso pra mim, pode colocar na conta do chefe! Hahahahaha - Ora, o sr. Nava não ficaria bravo de usar o nome dele para conseguir uma simples gazua, não é? Mas se mesmo assim Patrizio insistisse em um pagamento, Dante colocaria sobre a mesa o fruto de seu último furto. Ele torcia para aquele dinheiro ser o suficiente. Se o homem de cabelo espetado não tivesse uma gazua para vender, responderia - É sério? Você vende bombas mas não pode vender uma gazua? Hahahahahah - independentemente da situação, caminharia para fora da sala, despedindo-se de Patrizio - Bom, isso é tudo o que precisamos, obrigado.

Ao sair da sala, piscaria para o funcionário que os trouxe até ali, para que ele os levasse até a saída do Cassino. Quando estivessem fora do estabelecimento, faria um sinal com a cabeça para que o grupo o seguisse. Andaria até alguma viela discreta e sem ninguém por perto. Apoiaria as costas na parede ou muro, cruzaria os braços e começaria a falar com seus companheiros:

- Vocês viram aquele ruivo? Lorenzo Giordano, é o homem que procuramos - caso fosse questionado sobre ter tanta certeza acerca do suspeito, pegaria o papel com o código que havia furtado mais cedo - Está vendo? Eu roubei esse cara mais cedo, pode ser apenas uma coincidência, mas nesse papel está escrito um código de 5 dígitos como é necessário para armar a bomba… além disso, ele parecia ser muito suspeito e falava em um den den mushi com um “chefe”... - guardaria novamente o papel no bolso da calça - Bom, há muitas maneiras de resolver uma situação como essa, eu prefiro ir atacar das sombras, não dando chances para o inimigo reagir - abriria o mapa da residência de Lorenzo, caso Patrizio tivesse feito - Atacá-lo na sede da empresa é suicídio, eu proponho esperarmos ele em casa… podemos fazer uma armadilha e capturar o pilantra - apontaria com o dedo no mapa, ou apenas falaria - Estamos em Sirarossa, deve ter um canal passando em frente à casa dele. Você poderia ficar escondida no canal para barrar as rotas de fuga dele ou surpreender possíveis reforços que aparecessem para nos atrapalhar - diria olhando para Anya - Você, grandão, pode escalar a casa ou algum estabelecimento próximo para também dar cobertura e impedir a fuga dele. Isso não deve ser problema para você hahahahha - riria cutucando o bíceps de Fraky - Por fim, eu vou destrancar a porta da casa e entrarei lá com o Cheng para conversar com o tal “Lorenzo”, se ele não estiver lá dentro, vamos apenas esperar sua chegada. Mas se ele já estiver e a coisa esquentar, vamos gritar por ajuda. Mas acho que o Cheng aqui vai ser forte o suficiente para derrotar qualquer um que aparecer, não é Hashahahahah - gargalharia dando tapas nas costas de Cheng - Agora temos que pensar em que horas agir… eu voto para irmos à noite, já que de dia chamaríamos muita atenção. Vocês têm alguma outra ideia?



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Re: I - Florescer improvável Dom Jun 13, 2021 10:35 am
Ficar quieto é as vezes a melhor resposta

Fala ~~ Pensamento


Aquela mulher-peixe era realmente hilária, aparentemente era alguém de pouca paciência e parecia não aturar muita coisa. Os três ali, pareciam realmente engraçados, mas o mais importante, claro, poderiam me ajudar a construir minha nação? Isso é o que eu iria descobrir quando colocasse suas forças a prova e se se mostrassem valorosos, faria de tudo para tê-los ao meu lado, se não se mostrassem, eles teriam que se virar.  O ruivo pelo menos parecia ser bem inteligente, isso com certeza me seria útil, o que menos me cativava era o baixinho medroso… Ele era engraçado, então por isso eu permitiria que ele se tornasse o mascote.

Ouvir a mulher falar de Zou e depois ser agressiva me arrancou uma gargalhada. - Boa resposta, peixinha! - Falaria para ela. - Acho que você tem um bom ponto! Zou é bem longe mesmo, aliás eu nunca estive lá. - Diria deixando que aquela parte do assunto morresse, para então responde-la em um tom mais sério. - Você está falando isso do garoto, mas já parou para refletir que ele, por mais medroso que seja, está indo na frente e se colocando como escudo, enquanto você está aqui atrás? - Alfinetaria a tritã, antes de dar uma risadinha maliciosa. - Ele é até muito corajoso, pensando que mesmo tremendo de medo se colocou na frente de todo mundo. - Enalteceria o covarde que se punha a nossa frente.

No cassino, Dante e a Tritã pareciam ter tudo sobre controle, então decidi não intervir e ficar apenas observando o desenrolar. Enquanto isso deixei que aquele colírio para olhos que era o cassino me deleitasse com suas cores e formas, ele era simplesmente magnífico. Seguimos nosso caminho até encontrar o homem ao qual buscamos, o mesmo parecia ser alguém habilidoso no carteado, com toda a certeza não gostaria de apostar contra ele. Na sala da reunião, o dito cujo nos deu as informações que buscávamos e agora poderia seguir.

-Obrigado pelas informações, Patrizio! - Diria com os olhos vidrados no homem e um sorriso simpático no rosto.  “Certo! Três homens e os três parecem ser minimamente problemáticos, com toda a certeza vamos ter algum trabalho e vai ser demorado irmos atrás de cada um deles… Nos dividir parece ser uma idéia sensata…” Olharia para os outros três companheiros. “Seria sensata se eu pudesse confiar nas capacidades deles… Depois de conversarmos com o primeiro, ai eu vejo se devemos nos dividir ou não.”

Se alguém apontasse com muita enfase quem era o nosso alvo, ficaria curioso e preocupado ao mesmo tempo, afinal, como alguém sabia quem era o nosso alvo? Poderia essa pessoa estar envolvida com o atentado? Ficaria mais atento ao meu companheiro de equipe a partir dali, mas mesmo assim, deixaria  que essa pessoa tomasse as rédeas da situação, se ela estivesse envolvida, eu iria leva-la até o Sr. Nava depois de acabar com ela.

Por fim seguiria os outros e prestaria atenção em qualquer possível plano. Do lado de fora, questionaria a pessoa que teve tanta confiança em apontar o alvo. - Como você pode ter tanta certeza? - Se me mostrassem alguma prova ou algo do tipo diria. - Isso pode ser uma prova de qualquer coisa, pode ser a senha de um cofre ou… Sei lá, qualquer coisa... - Estaria mais tranquilo em saber que o aliado provavelmente não estava envolvido com o problema.

Ouviria atentamente as palavras do ruivo, já que ele parecia ser alguém esperto. Se o ouvisse falando sobre atacar de forma furtiva, diria. - Isso parece um tanto covarde, não?  - O encararia com um certo ar de desconfiança. - Mas se é como você disse, deve ser o unico jeito de pegarmos ele sem mata-lo. - Assentiria para mim mesmo.

Se ele falasse para mim escalar, eu assentiria. - Eu sou um ótimo escalador, mas o que vai me ajudar a escalar não é os meus amados biceps. - Flexionaria ele para mostra-los mais densos e resistentes. - Quem vai me ajudar são minhas pernas.  - Alisaria elas para mostrar como elas eram diferentes e se assemelhavam às de um  coelho. Ao ouvi-lo falando que destrancaria a porta, diria animadamente. - Só não vai se esquecer de trancar de novo meu amigo. - Riria um pouco antes de continuar. - Quanto a saber se ele está lá ou não, deixa que eu cuido disso! Eu consigo ouvir muito bem! Só vou precisar de uns momentinhos e vou conseguir saber se ele está lá! -

Se alguém sugerisse para irmos a noite, eu daria uma grande gargalhada. - Se você quiser morrer, acho que é uma boa irmos a noite! - Com um sorriso ainda nos lábios, falaria animadamente, enquanto ergueria minhas mãos como se fossem garras, balançaria minhas belas madeixas deixando-as um pouco mais selvagens e mostraria os dentes em um sorriso macabro e ao mesmo tempo para em seguida me virar par Cheng. - De noite eu me transformo em um monstro e saio por ai caçando quem tem medo! - Estufaria o peito, como se estivesse me gabando daquela piada com meio litro de verdade. - Se eu me transformar, tenho certeza que seu plano vai por água abaixo! - Terminaria de falar dando espaço para algum outro o fazer, enquanto voltaria arrumar meus cabelos no penteado anterior.

Feito por Vrowk/Mando :)


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Re: I - Florescer improvável Dom Jun 13, 2021 10:17 pm

I – FLORESCER IMPROVÁVEL

 
Após uma rápida conversa para se conhecerem melhor, o grupo seguiu para o grande cassino, com a tritã ficando afastada do mink, irritada com seu comentário, mas logo chegaram no destino, e foram levados até uma sala particular para poderem conversar com Patrizio. Três suspeitos foram apresentados, mas Dante já tinha seus olhos em mim e, como havia pedido, os outros três ficaram quietos deixando-o lidar com a situação. - Conhecer você? - Ele fica meio pensativo por alguns instantes, tentando puxar algo da memória. - Dante... Dante... O tal trombadinha? Olha, isso pode até botar medo nos civis e deixar os marinheiros em alerta, mas no submundo você é mais uma piada do que qualquer outra coisa, sem ofensas. - Como se não tivesse falado nada demais, Patrizio segue naturalmente para o próximo assunto. - Não precisam se preocupar com outras pessoas ajudando Giani, ele sempre agiu sozinho. Além, ele tem uma recompensa pela cabeça, então nós não arriscamos trabalhar com ele, chama muita atenção. A única relação que ele tem com o submundo é como cliente. E se planejam lutar contra ele, toem cuidado com a foice dele, é a arma que mais usa.

Após dar destaque para o criminoso, Dante sutilmente voltou a tentar conseguir informações sobre os outros dois. - Rocco não mora sozinho, ele tem esposa. Já Lorenzo creio que mora sozinho sim. Claro, ele pode até acabar levando alguém com quem esteja se encontrando para casa, mas só ele vive lá. - Com o pedido de um desenho, Patrizio arranca uma folha vazia de um bloquinho e faz um traçado do caminho até as duas casas. Era pequeno e não era lá muito bem feito, então dificilmente substituiria um mapa de verdade, mas parecia servir pelo menos para encontrar as duas casas. Lorenzo morava relativamente perto do cassino, já Rocco morava mais longe. Com isso, já tinham tudo que precisavam, mas logo que se levantava o ruivo fez um pedido ao Senhor das Armas. - Acho que você entendeu uma coisa errado. Eu não vendo nada, apenas mantenho registro de todas as transações na ilha a mando de Salvatore. Como todas as vendas clandestinas daqui são sob a supervisão dele, sou eu quem faz o trabalho. Se quiser comprar algo, procure alguma loja. Além do mais, mesmo que eu vendesse, estou no meio de um cassino em um momento de lazer, faça-me o favor. - Sem dizer mais nada, Patrizio sai da sala, voltando para sua mesa de poker.

Saindo do cassino, Anya não tirava os olhos Dante, e foram para um beco vazio para conversarem, onde o ruivo disse sobre a sua suspeita sobre o alvo. - Tenho que admitir, você tem, jeito com as palavras, mas... - Se suas costas, a tritã tirou um grande martelo de duas mãos, apontando ele para o ruivo. - Isso não explica como você sabia exatamente sobre o Lorenzo antes de sabermos qualquer coisa. Tem algo para se defender ou vai admitir que está com eles? - Até Tanky ficava com suspeitas ao ouvir aquilo, mas Cheng, após dar um passa para trás ao ver o martelo, começa a balançar os braços de um lado para o outro em desespero. - O-ow, c-calma ai! T-tenho certeza de que tem uma boa explicação pra isso, né, Dante? - O homem de olhos puxados olha com desespero para o ruivo, como se pedisse desesperado por uma explicação, com medo de atacar sobrando pra ele também. As suspeitas de Dante se provaram verdadeiras com a reação de todos, e logo se apressou para esclarecer o ocorrido, o que mesmo assim não foi o suficiente para tirar completamente as suspeitas de Tanky. - Eu to com o mink nessa. Esse código pode ser qualquer coisa, pode até mesmo ter preparado para justificar quando questionássemos. E você pareceu ter certeza do que isso era antes mesmo de sabermos que o Lorenzo comprou a bomba. - Mesmo assim, ela foi guardando o martelo, sem tirar os olhos de Dante.

- Vou ficar de olho em você, e se eu perceber que esteve nos enganando esse tempo todo, vai virar papinha. - Cheng suspira aliviado. - Pronto, todo mundo calmo, tudo certo. Vamos atrás desse Lorenzo, então? - Ainda com um clima tenso no ar, Dante começa a dar suas ideias sobre como prosseguir. - Concordo que ir na Allura não é uma boa ideia, até porque é do nosso contratante, né? Não acho que ele ia gostar de destruirmos o lugar para capturar o cara que destruiu o museu. - Dante prosseguia, dando suas ideias para a função de cada um, sendo rebatido mais uma vez por Anya. - Não gosto da ideia de você entrar lá junto do tremelique. Não confio em você ainda, e pode aproveitar para se juntar com o tal Lorenzo e fugirem. Espero que você grite também se ele fizer qualquer coisa estranha. - Anua dizia, olhando para Cheng. - Minha espec... Digo, não precisa se preocupar. Mesmo se ele seja um traíra, com certeza conseguiria acabar com isso sozinho! Uma mera desvantagem numérica não é o suficiente para derrotar o melhor atirados do West Blue! - Cheng tentava fazer uma pose épica para se gabar, mas no meio do beco vazio e pouco iluminado não dava tão certo.

- E não acho uma boa irmos de noite, não só pelo que Tanky falou, mas porque dá tempo para ele sair. Podemos até seguir com o seu plano, mas é melhor fazermos isso o quanto antes. Se ele estiver em casa é só encurralar ele, e se não estiver é só esperar ele. Esperar ficar de noite só nos atrapalha. - Do lado, Cheng parecia decepcionado por ter sido completamente ignorado. - Ei, eu estava em um momento épico, podia pelo menos bater umas palmas!

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Re: I - Florescer improvável Seg Jun 14, 2021 12:57 am
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“Trombadinha? Uma piada? Ah mas isso vai ter volta, com certeza vai ter volta, desgraçado nojento engomadinho!”. Apesar de Patrizio não ter mentido, aquilo feria o ego de Dante. Não pelo fato do ladrão ser alguém muito orgulhoso, mas pelo fato de Patrizio ter cuspido na história do ruivo. Uma história que contou com diversos momentos de perdas e superação. A zombaria não podia passar impune. Felizmente, o protagonista é controlado o suficiente para não sair atacando em qualquer hora, como uma serpente, esperaria pelo melhor momento para revidar. “Quebrar o nariz desse merdinha já vai ser o suficiente para me acalmar”. No momento, a única coisa que poderia fazer é engolir a raiva garganta abaixo. O que não seria fácil, ainda mais após o homem dizer que não vendia nada. Pode até ser verdade, mas que ele tinha má vontade era um fato. Impossível ninguém ter uma gazua em um lugar como aquele. Enfim, não importa. Só precisaria fazer um pequeno desvio em uma loja antes. Preferiu focar na informação mais importante: Lorenzo mora sozinho, o que facilitaria muito as coisas.

Já fora do cassino, foi questionado mais incisivamente por Anya. Dante deixaria aquilo passar se ela não tivesse sacado a arma. Aquilo foi uma afronta direta e, segundo a filosofia do ruivo, quem saca uma arma deve estar pronto para o pior. Aguardaria calado até que todos falassem, inclusive a parte que o mink falou sobre virar uma besta ensandecida. Quando ficassem todos em silêncio, Dante tossiria rapidamente duas vezes para chamar a atenção e diria olhando nos olhos de Anya:

- Você pode me xingar o quanto quiser, mas na próxima vez que você apontar uma arma para mim, você não viverá para ver o sol nascer de novo - falaria em um tom determinado e ameaçador, contraindo as sobrancelhas contra a glabela. Também colocaria a mão sobre o cabo da espada, caso fosse preciso sacá-la rapidamente para se proteger - Hahahaha mas não vai chegar nesse ponto - riria mudando rapidamente para um tom descontraído - Ora, se eu estivesse envolvido na explosão, vocês não acham que eu ficaria em silêncio? Por que eu chamaria a atenção desnecessariamente? Essa suspeita não faz sentido hahahaha - colocaria a mão esquerda aberta sobre o peito e discursaria - Vocês são amadores no submundo, eu posso ver isso. Mas eu sou um ladrão experiente e tem algo que chamamos de instinto! Eu coincidentemente encontrei esse “Lorenzo” mais cedo, é apenas um palpite, mas eu sinto nas minhas entranhas que ele é o culpado - daria de ombros e finalizaria dizendo - Enfim, eu não queria ir de manhã porque nós parecemos um circo itinerante andando por aí, nada contra, mas vamos chamar muita atenção hahahah Bom, eu vou passar em um lugar antes, preciso comprar umas ferramentas, se quiserem podem vir comigo, ou não, façam o que quiserem.

Saindo do beco, andaria pelas ruas até encontrar uma loja de ferramentas ou uma loja de utilidades, onde provavelmente poderia encontrar uma gazua. Se estivesse sendo acompanhado por Cheng, faria uma brincadeira com o medroso. Seguraria o cabo da espada e a retiraria um pouco da bainha, dizendo em seguida com o mesmo olhar penetrante que fez para Anya:

- Cheng… eu ouvi bem ou você disse que conseguiria me derrotar mesmo em desvantagem numérica? - antes que o homem pudesse reagir mal, guardaria a espada de volta na bainha e começaria a rir - Hahahahah é brincadeira, eu gostei de você. Não sei o que você precisa resolver em Kano, mas pode contar comigo - finalizaria com um joinha. Assim que encontrasse uma loja apropriada, entraria e procuraria o atendente.

- Oi, eu preciso de uma gazua, quanto custa? - pagaria o quanto fosse requisitado e guardaria a ferramenta no bolso. Caso fosse reconhecido por sua infâmia e fosse tratado mal, responderia - Que bom que você sabe quem sou eu, agora é melhor me dar logo o que eu quero e não me irritar! - bateria com o punho no balcão, se houvesse algum. Caso o dinheiro não fosse suficiente para comprar a Gazua, não gostaria de se meter em confusão agora. Portanto, sairia da loja apenas com a frustração em mão.

O próximo passo era óbvio. Pegaria o “mapa”, se é que se pode chamá-lo assim, e verificaria como chegar até a casa de Lorenzo. Passaria em frente à casa, olhando para todos os detalhes possíveis, como número de portas, janelas, se havia alguma viela ou beco próximo, estabelecimentos próximos, enfim, qualquer coisa que pudesse ser útil. Passaria direto pela casa e só pararia de andar quando estivesse a uma distância boa o suficiente para vigiar a casa e não levantar suspeitas. Apoiar-se-ia em alguma parede ou muro para fingir que estaria olhando para o canal ou para a rua, mas, na realidade seus olhos estariam atentos à movimentação da rua, esperando por um momento oportuno em que houvesse poucas pessoas na rua. Tentaria agir como se estivesse sozinho, evitando contato visual com o restante do grupo.


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Re: I - Florescer improvável Seg Jun 14, 2021 7:51 am
É mais difícil parar uma briga do que começar uma

Fala ~~ Pensamento


A discussão se desenrolou com Dante no centro dos holofotes, Anya parecia estar realmente perturbada com a situação, enquanto isso Cheng fazia algumas piadas que me arrancavam algumas pequenas risadas. Patrizio não havia nos fornecido os itens que precisávamos, por isso agora, teríamos que contar apenas com nós mesmo. Ao ouvir o que Cheng havia dito, bateria algumas palmas para dar palco para maluco, mas por fim ficaria quieto.

Ouviria as ameaças que Dante lançaria para a mulher-peixe. - Não é para tanto, também. - Me moveria colocando meus braços entre os dois para que eles não voltassem a brigar. - Nós estamos aqui para fazer um trabalho, cada um tem algo que quer… Se o Dante for um inimigo, duvido muito que ele vá conseguir lidar com nós três… Talvez com o baixinho, mas para me matar ele precisa comer muito arroz e feijão ainda. - Riria um pouco. - E peixinha, você parecer ser bem durona também, acho que você não devia ficar se preocupando com o Dante. - Suspiraria para continuar. - Enfim, Dante. Você tem que admitir que isso é muito suspeito… Como você estava no museu na hora do atentado e podia ter se ferido também, eu duvido muito que você esteja envolvido… Mas se você estiver envolvido, eu não vou me importar de matar você. - Ergueria as mãos em palma aberta, na altura do rosto em direção de Dante como que para me proteger de algum ataque. - Não estou te ameaçando, eu estou apenas colocando um ponto aqui. Vou te dar o beneficio da dúvida, porque ao meu ver você não parece estar envolvido com isso. - Diria sensatamente.

Se Dante dissesse algo para nos separarmos, eu colocaria meu ponto na mesa. - Vá lá conseguir as ferramentas, eu vou ir até a casa do nosso alvo, se ele estiver lá, não quero que ele saia e desapareça. - Assentiria com a cabeça. - Não vou tomar nenhuma atitude até você chegar, camarada. - Diria para o ruivo com um pequeno sorriso nos lábios, ao mesmo tempo que faria um sinal para que Dante esperasse um pouco. - Peixinha, sabe onde fica a casa do Lorenzo?  - Questionaria Anya, e se a resposta fosse positiva, me moveria tendo ela como guia. Mas se a resposta fosse negativa, suspiraria e diria para todos. - Acho que o plano foi por água a baixa, vou ficar aqui e aguardar você. -

Fosse no caminho para a casa de Lorenzo ou no beco vazio, puxaria assunto com Anya se ela estivesse junto de mim.  - Se o Lorenzo escapar, talvez seja melhor nós não pegarmos eles de uma vez... Seguindo ele, é provável que encontremos o tal “chefe” - Faria aspas comas as mãos. - Isso se ele existir... - Soltaria outro suspiro. - Aquilo com o Dante foi muito suspeito, mas não sei… Vamos ter que dar uma chance para o baixinho, se ele estiver envolvido com algo, vai acabar tornando nosso trabalho mais fácil também… Só vamos precisar pegar ele e tirar as informações! - Pararia por um momento para pensar e relembrar o que aconteceu no museu.

Se chegássemos até a casa de Lorenzo, tentaria passar por ali sem dar muito na cara o que queríamos. Deixaria os ouvidos atentos para tentar ouvir se havia alguem na casa, se fosse necessário, iria em um lugar com pouquíssimo movimento e colocaria meu ouvido contra a parede da casa para tentar ouvir alguém lá dentro. Conseguindo ouvir passos lá dentro, diria a Anya baixinho. - Tem alguém lá dentro, acho melhor nós cercarmos a casa e esperarmos pelos outros! - Me moveria o mais sorrateiramente para algum ponto que pudesse ser usado de rota de fuga.

Feito por Vrowk/Mando :)


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Re: I - Florescer improvável Qua Jun 16, 2021 9:57 pm

I – FLORESCER IMPROVÁVEL


Do lado de fora do cassino, em um beco vazio, o grupo tinha desavenças causadas por certas revelações que vieram à tona, e apesar da animosidade gerada entre o ruivo e a mulher-peixe, pareciam ter chegado em um acordo de paz armada. Entretanto, o ruivo não parecia querer deixar aquilo terminar daquele jeito, fazendo um último comentário ameaçador para Anya, que se manteve o encarando sem se deixar abalar. - Quero ver você tentar. - Mas logo Dante mudou de assunto, com uma risada como se nada daquilo fosse importante. O importante era que os outros haviam decidido lhe dar o benefício da dúvida, mesmo que ficassem de olho. - Para o seu bem, é melhor estar falando a verdade. Vamos capturar esse Lorenzo logo e tirar essa história a limpo. - Precisando arrumas gazuas, o ruivo anunciou que precisaria comprar algumas coisas, mas Anya não parecia confortável em ver ele andando por aí sozinho, dirigindo então um olhar para Cheng. - Ow, tá me olhando por que? To com sujeira no den... Ah! E-eu vou com você, Dante, não vou deixar meu amigão sozinho. - Lançando um último olhar para os outros dois que ficariam para trás, Dante e Cheng se afastaram pela rua.

Avançando pelas margens do canal, Dante sabia que não conseguiria encontrar gazuas a venda em qualquer lugar, já que eram itens usados em furtos, então precisaria encontrar a loja certa, e por sorte ele tinha conhecimento para reconhecer essas lojas. Enquanto passava seus olhos pelos estabelecimentos nas margens do canal, decidiu fazer uma brincadeira com Cheng, dando um susto no medroso com um comentário que fez antes, fazendo-o dar um passo para trás assustado. - F-foi uma brincadeira, p-po. Isso, uma b-brincadeira! - Quando ouviu a risada de Dante em resposta, Cheng ficou confuso, sem saber ao certo como reagir à afirmação da parceria logo após ser ameaçado. - Ah, é... Hahaha... - Era nítido que ele havia ficado nervoso, mas antes que a interação pudesse seguir, Dante avistou a loja que procurava: uma loja de materiais, mas no beco ao lado, além das caçambas de lixo haviam um símbolo pichado discretamente na parede lateral, marca que alguém sem conhecimento acharia ser só um picho qualquer em um beco sujo, mas que o ruivo sabia o que significava. Entrando na loja, um atendente bigodudo e sorridente o atendeu. - Como posso ajudá-lo, senhor? - Ao ouvir o pedido, o sorriso sumiu do rosto do bigodudo, que olhou para a porta com cautela, verificando que não havia ninguém por ali, e puxou uma caixinha debaixo do balcão com alguns pacotes de gazuas. - 5 são 50.000 e 10 são 100.000 - Com o dinheiro exato para o pacote de 5, o ruivo efetuou a compra, entregando o dinheiro, e o homem guardou a caixa apressadamente. - Volte sempre!

Mais atrás, Tanky e Anya decidiam como prosseguir, com a ideia do mink de ir na frente em direção à casa do suspeito. - Você não olhou o mapinha que Patrizio desenhou? - Soltando um suspiro, ela começou a seguir pela rua. - Vem, eu guio o caminho. É até bom a gente ir antes, melhor do que o Dante ter a chance de falar com Lorenzo sem que saibamos. - A mulher-peixe parecia concentrada, olhando pra frente, como se pensasse em algo com seriedade, quando o touro deu a ideia de deixar Lorenzo os guiar até onde queriam ir. - Concordo, duvido que esse cara seja o cabeça disso tudo, e nosso trabalho é acabar com o mandante também. No pior dos casos, só precisamos recapturar ele depois. - A menção a Dante deixou sua expressão novamente rígida. - Sim, é suspeito. Eu fico pensando no que Salvatore estava me falando antes de vocês chegarem, sobre a situação do museu. Não foi uma bomba usada para causar destruição, só quebrou esculturas e causou tumulto, provavelmente já devem ter arrumado tudo a essa hora. E ainda por cima disse que vocês se prontificaram de imediato a ajudar. Já parou para pensar que Dante poderia estar ali por que sabia que que a bomba iria explodir, ficou a uma distância segura e, quando aconteceu, fez questão de fazer parte do grupo para nos atrapalhar? Quem quer que tenha feito isso, duvido que seja idiota, e uma garantia assim faria muito sentindo ao enfrentar Nava...

Os dois seguiam pensativos, até finalmente chegarem na casa de Lorenzo, que a princípio parecia silenciosa e vazia. Haviam poucas pessoas na rua, e enquanto Anya pulou no canal para se esconder, Tanky se esgueirou até a casa e colocou o ouvido na parede perto de uma janela, ouvindo uma conversa no interior. - ... Medo. Eu tava confiante, mas agora não sei mais. E se tiverem me descoberto? E se alguém encontrar minha carteira? Eu sei, não significam nada, mas... Arg, não consigo tirar isso da cabeça. Acho que não vou conseguir me manter calmo aqui em casa. Eu sei, eu sei. Claro. - Ele conversava com alguém pelo telefone, e parecia dar indicativos de que sairia dali, além de sons de objetos sendo jogados em uma superfície macia, como se tivesse jogando seus pertences na cama para fazer uma mala. Enquanto escutava a conversa, Dante e Cheng chegaram, vendo apenas o mink por ali, com o ouvido colado discretamente na parede da casa, e enquanto Dante memoriou as entradas e saídas da casa, que possuía apenas uma porta da frente e 3 janelas, duas na frente e uma na lateral, Cheng ficou andando de um lado para o outro, assobiando de forma nada discreta. Os 4 esperavam, e sabiam que algo estava para acontecer, só precisavam da chance perfeita de capturar seu alvo.

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Re: I - Florescer improvável Qui Jun 17, 2021 6:52 pm
Como caçar um rato de rua
*Sirarossa - West Blue*
~ Post 10 ~
*Dante di Tresigallo


Felizmente a situação com Anya havia sido controlada sem maiores danos. Seria muito complicado explicar ao senhor Nava o motivo de matar a mulher, caso assim o fizesse. Melhor ainda para Dante, a mulher-peixe ficou junto com o mink touro, enquanto Cheng, uma companhia mil vezes melhor, acompanhou o ruivo até uma loja para comprar uma gazua. Cinco gazuas seriam o bastante para entrar na casa do suspeito e até roubar algum cofre dele, quem sabe. Após a compra, ambos os homens seguiram até a casa de Lorenzo. Cheng agia como um estúpido e Franky estava lá parado com a orelha na parede da casa. “Puta que pariu, a discrição já era, que merda! Vou fazer isso o mais rápido possível então, antes que alguém apareça”, pensava irritado com a situação, visto que o ruivo preferia uma abordagem mais discreta e certeira, o que o seu grupo não parecia concordar. Pelo menos a rua não estava muito movimentada. Aproximar-se-ia de Franky, virando os olhos duas vezes para a casa, um sinal para que o mink sussurrasse o que estava acontecendo lá dentro.

Quando Franky desse um sinal que era seguro invadir, Dante tentaria abrir a porta sutilmente com toda a furtividade acumulada em anos de furto. Giraria a maçaneta delicadamente para verificar se a porta da frente se encontrava trancada. Caso estivesse, ajoelhar-se-ia e começaria o trabalho com a gazua. Enfiaria a ferramenta na fechadura, com um giro aqui e outro ali, esperava não encontrar dificuldade em destrancar a porta. Caso não conseguisse destrancá-la, contornaria a casa para espiar a janela lateral e, em seguida, tentaria arrombá-la. Usaria as gazuas caso houvesse uma fechadura, ou tentaria passar a espada pela fresta debaixo da janela, caso ela tivesse o tipo de tranca de alavanca. Se mesmo assim não conseguisse entrar na casa, a alternativa seria “botar pra quebrar”. Sussurraria bem baixinho ao ouvido de Franky, já que o mink disse ser capaz de ouvir muito bem: é parceiro, o método furtivo não deu certo… vamos arrombar logo essa porta!

Antes de entrar, se Franky apresentasse alguma ideia de cercar a casa ou algo do tipo, consentiria com a cabeça e também faria um sinal para Cheng se aproximar, para que o homem de olhos puxados e Dante entrassem juntos na casa. Considerando que conseguisse entrar na residência, a primeira coisa que faria seria sacar a espada com a mão direita e apontar em direção a qualquer pessoa que pudesse estar ali. Em seguida, se fosse possível, fecharia a entrada por onde passou, seja porta ou janela, pois não queria chamar atenção desnecessária. Ao mesmo tempo começaria a falar, caso o Lorenzo estivesse alí:

- Caro Lorenzo, se você não reagir, vai ficar tudo bem - diria com um sorriso gentil no rosto, enquanto se aproximasse lentamente do homem, como se estivesse o emboscando - Vire de costas e tire a camiseta, depois se sente na cadeira, jogue no chão qualquer arma que vc tiver e a empurre para mim com os pés, devagar.. - caso o homem não obedecesse, insistiria de uma maneira mais incisiva - Eu já falei que não vou te machucar, tem minha palavra, mas se você não me obedecer, vou te fazer cicatrizes como as minhas! Então faça logo o que estou mandando, porra! - assim que o homem cumprisse todas as exigências, seguiria perguntando - Tem mais alguém na casa? Com quem você estava falando? Tem alguém aguardando por você? - assim que ele respondesse às perguntas, Dante o contornaria até ficar posicionado atrás do homem - Ótimo, vamos te levar para um colega e você vai falar tudo o que sabe sobre a bomba HN-76 - antes que ele pudesse responder, Dante golpearia sua cabeça por trás com o pomo da espada, usaria apenas a força necessária para ele desmaiar. Caso esse golpe não fosse o suficiente, mais uma cabeçada no queixo deveria ser o suficiente. Em seguida, falaria com Cheng caso ele estivesse na residência - Rápido, me ajude a enrolar esse cara em um cobertor ou pano, vamos levá-lo até o Faustino, ele saberá como conduzir um interrogatório!

Procuraria nas mobílias da casa por um cobertor ou pano suficientemente grande para cobrir Lorenzo e o enrolaria nele. Se encontrasse uma corda, o amarraria para ter ainda mais firmeza. Antes de partir, reviraria malas, baús e mobílias em busca de documentos, fotos, artefatos explosivos ou qualquer outra coisa que pudesse associar Lorenzo ao atentado. Claro, se encontrasse algo de valor, não resistiria em guardar para si nos bolsos da calça. Na hipótese de encontrar algo comprometedor de Lorenzo, pediria para que Cheng guardasse em sua mochila ou roupa. Em seguida, faria um sinal para Cheng segurar uma ponta enquanto Dante seguraria a outra ponta do corpo enrolado no cobertor. Seguraria de costas para que não precisasse “andar de ré”. Finalmente sairia da casa e chamaria o Franky:

- Ei, vamos levar esse aqui para o Faustino, ele vai saber como conduzir um interrogatório… vamos até o museu… caso alguém pergunte, estamos levando materiais de construção para reparar o museu - andaria em direção ao museu na esperança de encontrar Faustino ou aquela bela moça de cabelo vermelho. Talvez eles soubessem para onde levar o pilantra do Lorenzo.

Entretanto, na hipótese de entrar na casa e não encontrar Lorenzo, mas outra pessoa, seguiria o mesmo procedimento de fechar a saída se possível, sacar a espada e começar a falar:

- Quem é você e onde está o Lorenzo?! - se o indivíduo se negasse a responder, insistiria da mesma maneira - Se você não quiser ganhar umas cicatrizes como essas, é melhor me responder agora! - apontaria com o dedo esquerdo para as cicatrizes.




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Re: I - Florescer improvável Sex Jun 18, 2021 10:14 am
Um tapa na gostosa

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A cada palavra a mais que eu ouvia Anya falar, começava a me questionar ainda mais… Por que agora que ouvia em voz alta, parecia fazer um pouco menos de sentido, afinal, que vantagem o ruivo teria em atrapalhar a investigação? A não ser que ele quisesse subir na concepção do Sr. Nava, para acabar matando-o, mas nesse caso, ele já havia chegado muito perto e ainda carregando uma arma… Teria mais tempo para pensar nisso depois.

Com os ouvidos na casa, eu consegui ouvir o que se passava lá dentro e realmente o tal Lorenzo era muito suspeito, ele conversava com alguém, com medo que descobrissem algo. Se visse alguém do meu grupo fazendo algum sinal para que eu revelasse o que estava acontecendo ali dentro eu diria baixinho. - Está falando no telefone. - Então voltaria a ouvir. Esperaria ali, ouvindo o máximo possível da conversa para saber o que estava acontecendo e sobre o que se tratava aquela ligação, mas assim que percebesse que tudo estava ficando quieto demais, assentiria para avisar que já poderia começar a invasão.

Dante havia falado para escalar a casa, mas muito provavelmente aquilo alardaria toda a vizinhança e também o morador, porque modéstia à parte, eu era feito de puro músculo e pesava algo em torno de 400 KG, não seria muito silencioso subir até o topo da casa, muito menos pular até lá. “Acho que é melhor eu ficar aqui, na janela e se ele tentar fugir… Eu pego ele!” Olharia para a janela e depois olharia para minha mão. “Se bem que se ele tentar sair por aqui eu vou simplesmente dar um tapa nele para ele voltar para dentro!” Pensaria naquele plano, quebrando o que eu havia dito antes para Anya, por que agora eu tinha ouvido a conversa de Lorenzo e ele com certeza nos revelaria bastante coisa sobre o que aconteceu.

Se visse o ruivo pedindo a minha ajuda para abrir a porta ou algo assim, iria o mais silenciosamente possível para lá e me afastaria um pouco, para então correr em direção a porta  jogando meu corpo de ombro contra a mesma para que ela se rompesse com a força do meu corpo junto o peso e depois correria para a janela lateral onde eu estava.

Na janela da casa, ficaria com a palma da mão esticada  e mirando na janela, caso visse o Lorenzo tentando fugir, daria um tapa com certa força para que ele voltasse para dentro. Mas se por algum motivo ele conseguisse fugir e começasse a correr, partiria em sua direção, usando minha aptidão para corridas curtas e minhas pernas compridas para correr o mais rápido possível e usar minhas grandes mãos eu meu peso para pressioná-lo contra o chão, com força para não esmagá-lo mas também, sem deixar ele escapar. Nesse caso, esperaria até que os outros aparecessem para que o levassem para dentro e para que o pessoal pudesse interrogá-lo.

Ficaria do lado de fora enquanto o pessoal fizesse seu trabalho, mas usaria meus ouvidos tanto para ouvir o que se passava ali dentro da casa como tudo ao redor para que nada suspeito me passasse despercebido. Por fim, se saíssem com algo da casa, iria até bem perto e pegaria, carregaria com uma mão se possível fazendo o mínimo de força para não quebrar mas o suficiente para não escapar e os seguiria rumo ao nosso objetivo. Mas se os ouvisse falando algo sobre levar para o Nava ou outra pessoa, sussurraria para que ninguém indesejado ouvisse. - Não era para não ligarmos o patrão a esse assunto? - Diria de forma cautelosa.

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