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All Blue

É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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Prólogo - O Demônio da Alegria se apresenta

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Prólogo - O Demônio da Alegria se apresenta


Lobo Bandito [Agente]

Não possui narrador definido.
Aberta

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Ato 1: Quebrando conchas

Fala ~~ Pensamento

Saltaria para fora da cama a todo vapor, colocaria minhas roupas habituais de trabalho e saíria saltitando e assobiando rumo ao arsenal. Aquele era um dia de maldade, era dia de trocar a caneta do QG por uma caneta estourada, dia de pintar os uniformes dos agentes de rosa choque, era dia de trocar o Sal por Açúcar, mas antes de começar a brincar, agora era hora de, tan tan tan TAAAAAN, pegar uma arma nova no arsenal do QG e obviamente iria ser algo divertido e inusitado. Continuaria andando silenciosamente aos saltitos até o ponto em questão, neste instante usaria minha memória do dia anterior para chegar até o lugar, afinal, já estava naquele QG há algum tempo e no dia passado tinha visitado o Arsenal.

Quando meus passos alcançassem a localização em questão saltaria para dentro, tossindo muito. - Droga, eu to morrendo! Droga eu to. Cof, Cof, Cof! Preciso de ajuda, preciso de um estilingue para curar a minha doença. Cof, cof, cof - Se alguém se aproximasse tossiria ainda mais alto fazendo um mesclada-lo. - Me dá a arma logo! Sou o Lolo Bandito, Lolo para os mais íntimos, e Beija-flor Verde Musgo para os ainda mais íntimos! - Gargalharia agora me levantando do chão como se nada tivesse acontecido. - Agora é sério, quero um estilingue e munição, muita munição! Preciso acabar com uns malfeitores!Fazer eles sofrerem um pouco para minha diversão e para o bem da sociedade. - Desta vez a risada seria mais macabra e o sorriso em meu rosto se deliciaria só de imaginar o sofrimento dos meus inimigos, com toda a certeza seria algo prazeroso.

Assim que pegasse o estilingue e a munição, pegaria a mesma e miraria na pessoa que me deu sem a munição e esticaria o máximo possível antes de soltar. - Parece que vai dar para o gasto, esse lixo de estilingue! Que porcaria, velha! Tem que pedir um carregamento novo, e melhor lá da base central! - Demonstraria uma expressão bravo, quase irritado como se não quisesse o estilingue, mas mesmo assim colocaria ele e a munição na cintura. - Por hoje é só! Adeus! - Saltaria para fora do arsenal agora rumando em direção ao lendário território do chefe da base, para conseguir conquistar minha primeira missão como agente. - Olá, BUENOS DIAS! Estoy aqui para pegar una missãozita! - Me curvaria para quem estivesse recepcionando. - Eu quero algo divertido! Tipo, super divertido! - Mostraria um sorriso mostrando meus dentinhos felinos.


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Prólogo - O Demônio da Alegria se apresenta
Shells Town - Dia - 32°C - Quartel da Marinha


O sol tocava toda a ilha quando a hora do galo era dada. No quartel general da Marinha não era diferente. Marinheiros e agentes se despertavam para mais um dia de trabalho. Enquanto uns voltavam para o dormitório após o turno da noite, outros saiam de seus quartos, esperançosos por um bom café da manhã. Passos e  conversas por todo o dormitório fizeram o pequeno Mink felino despertar mais animado de seu sono profundo após horas e horas a fio.

Ele pulou da cama se sentindo revigorado e não queria perder tempo com ladainhas de cumprimentar seus outros colegas de quarto que olhavam para ele com certa curiosidade e alguns até com repulsa, mas, quem contestaria um agente do Governo certo? Vestindo o terno negro e a gravata apertada o pequeno mink sentia seus pelos começarem a suar, estava quente e aquela roupa não lhe era tão agradável quanto ele gostaria.

Sua mente trabalhava a mil enquanto seus pequenos passos saltitantes se dirigiam até a sala de armas do quartel. Chegando à porta, ele fez um show de encenação na frente dos marinheiros e agentes que estavam ali se armando.

- Hahaha olha lá! - Disse um marinheiro apontando para Lolo enquanto os outros riram. Não demorou muito para o sargento Responsável pelas Armas ir até a porta e encarar o Mink. - Um estilingue? Quem usa esse tipo de arma hoje em dia? - Ele perguntou enquanto enrolava o indicador em seu comprido bigode.

-Me chame de Sargento Louis, e venha, vamos ver se encontro algo para você. - Disse o homem enquanto os outros marinheiros e agentes saiam do local, já armados e preparados para suas missões por toda a cidade. Louis foi até as prateleiras mais altas e procurava por algo que parecia um estilingue, ele procurou, procurou e procurou até achar um velho estilingue e uma pequena bolsinha com munições para o mesmo beeem no fundo de uma das prateleiras. Ele discretamente tirou um pouco do pó que estava acumulado ali e logo se aproximou de Lolo, entregando-lhe a arma. - Está um pouco velho, a muito tempo já não usamos tais coisas, mas acho que da pro gasto. - Ele disse antes de se voltar as outras armas.

Lolo esticou o estilingue, testando-o e chegou a conclusão que era uma porcaria, bem, ele não estava errado, por ser uma arma velha, ela não era a das melhores, mas era o que se tinha para hoje. O sargento deu de ombros quando Lolo falou que eles deveriam pedir novos equipamentos como aquele, mas como era de uso totalmente esporádico, ele nem se preocupava com tal coisa.

Com o estilingue na cintura o pequeno Lolo pode ir até seu superior para pegar sua nova missão, o que ele não esperava era que quando ele chegava em frente a porta do capitão, a mesma estava com um aviso: ‘’Hora do café é sagrado’'.



Adendo:

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Ato 1: Quebrando conchas

Fala ~~ Pensamento

O tal sargento Louis parecia ser legal, não a pessoa mais legal do mundo, afinal eu era a pessoa mais legal do mundo! Com todinha certezinha absoluta que um gatinho pode ter! Fiz beicinho para as palavras do Sargento, afinal eu  usava um estilingue. Mas claro, uma hora ou outra eu iria me vingar dele fazendo-o chorar por ter  feito isso comigo. Dei uma bela olhada no estilingue e vi que o coitadinho estava só o pó da rabiola, mas dava para o gasto, afinal ainda sim era uma arma letal.

Caminhei aos saltitos até a tal área de missões, depois claro de me despedir com o braço chacoalhando ao lado da minha cabeça para os marinheiros dentro da sala de armas. O  comandantes ou sei lá o que que ia me dar missões tinha saído, mas que *****! Eu queria brincar logo e dentro das bases da marinha, tinha que pegar leve nas minhas brincadeiras ou pelo menos foi o que o chefe disse. - Você não pode desestabilizar a ordem dentro do QG- Imitei o velhote com aquela voz grossa e um pouco arranhada de baixo desafinado.

Colocaria as mãos atrás da cabeça e andaria despreocupadamente  para o refeitório. Observando sempre quem passava por mim e o que faziam. Não que isso me interessasse, mas queria saber exatamente por onde as pessoas passavam no QG para que eu pudesse pregar peças e também o que elas costumavam fazer de manhã.

Uma vez que chegasse até o refeitório  iria direto pegar o café da manhã. Procuraria por uma garrafa de leite, afinal eu adoro leite quentinho de manhã. Também buscaria por algumas fatias de pão e se possível alguma fruta, caso não tivesse nada disso, pegaria o que quer que fosse o café da manhã e iria até um lugar que pudesse comer em paz, vagarosamente  comeria  meu café da manhã, aproveitando cada mordidinha na comida, afinal isso era uma das pequenas felicidades da vida, poder comer em paz em um lugar  tranquilo e não em uma cela escura cheia de ratos.

Depois de comer me voltaria até o cozinheiro, com um sorrisão na boca. - Oi! A comida estava delicinha! Obrigado! Aliás, depois eu posso passar aqui para aprender com você? Tipo, sua comida tava "UAU"!- Entrelaçaria as mãos a frente do rosto e me mexeria de um lado para o outro como uma gelatina.


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Após agradecer o cozinheiro, partiria mais uma vez rumo a sala de recebimento de missões, a pequenos saltitos. Chegando lá estaria bravo, não irritado, mas sim bravo porque ela tinha estado fechada antes e isso estragou meus planos. - Oláaa! Passei aqui mais cedo e tinha uma placa de que você estava no banheiro... Desculpe a intromissão, mas o senhor sofre de algum problema intestinal? Meu falecido paizinho sempre dizia que comer pétalas de rosa ajudava nisso, mas eu não tenho certeza se ele falou a verdade ou não. - Levaria mão direita até o queixo em um tom pensativo.

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Prólogo - O Demônio da Alegria se apresenta
Shells Town - Dia - 32°C - Quartel da Marinha

A frustração de encontrar a placa sobre a porta só não era maior que a pancinha do mink ronronando de fome. Ele estava disposto a levar seu tempo fazendo uma bela refeição matinal. O refeitório estava cheio de marinheiros, os mesmos comiam, riam e brincavam antes de irem para seus postos, mas Lolo logo se pôs em direção a fila do bandejão. Aos passos que ele dava, notava uma gama diferente de comida. Pão, bolos, frutas e até ovos com bacon! Shells Town não estava para brincadeira quando o assunto era comida.

Logo quando ele pegou sua bandeja, viu uma simpática senhorinha servindo comida aos marinheiros. Ela sorria e conversava um pouco com cada um. Quando chegou a vez de Lolo, ela abriu um sorriso curioso e muito amável. - Oh olha só, um lindo gatinho, como é fofo! - Ela disse antes de servir para Lolo a comida que ele queria. Uma garrafinha de leite morno, um pão com bacon e ovos, cinco bolachas, uma maçã e uma banana. Um café reforçadíssimo para o agente que não sentiria fome por um certo tempo com ele.

O mesmo procurou um local tranquilo para seu desjejum e conseguiu um perto da janela. O refeitório todo era meio barulhento, mas ali pelo menos era possível ver e ouvir o som do mar e da brisa da manhã. Ele conseguiu comer com certa paz e após terminar sua refeição, andou empolgado até a cozinha. Ele havia amado a comida, o que fez a senhorinha abrir um grande sorriso. - Oh que bom que gostou! Eu sou a cozinheira chefe, me chamo Dona Rosa. Quando tudo está pronto adoro conversar com os marinheiros e servir a comida a eles. - Ela disse acenando com a cabeça antes de ajeitar os óculos sobre o rosto. - Mas é claro pequeno, venha quando quiser, talvez na hora do almoço você queira voltar aqui, ai posso te dar as minhas dicas. - Ela disse de maneira contente antes de estender a destra sobre a cabeça de Lolo, fazendo um pequeno cafuné nas orelhas dele. Incomum, mas que pessoalmente mostrava a afeição da senhora com felinos.

Após o afago e a barriguinha cheia, Lolo voltou até a sala do comandante, que desta vez estava aberta sem aviso na porta. O mesmo entrou no recinto e deu de cara com um homem alto, forte e já em sua meia idade, o Comandante Melbour, apelidado, carinhosamente ou sarcasticamente de ‘’Mel’’ por muitos marinheiros. O homem fumava um cigarro quando viu Lolo entrando e se aproximando dele. Ele piscou os olhos rapidamente, tentando entender o que o gato falante queria dizer e refletindo se ele se importava com aquilo, até se ajoelhar e soltar uma baforada de cigarro na cara do mink. - Então você é o novo agente, puta merda os caras realmente estão sem pessoal. - Ele disse enquanto esboçava uma cara de desprezo para com o felino, diferente da cozinheira que o achava fofo, o Comandante sentia e expressava repulsa em sua fala e maneira de agir.

- A missão de hoje é simples, mas talvez possa ser trabalhosa para alguém como você. - Ele disse enquanto fechava a porta da sala e se dirigia para a mesa de escritório de madeira maciça, pegando uma carta dali e abrindo-a.

‘’ Prezado Comandante.

Recebemos a informação de que um marinheiro de carreira foi comprometido através de um espião revolucionário, sua tarefa é encontrar o marinheiro comprometido e para quem ele cede informações da antiga base de Shells Town. Temos a suspeita de que o Exército Revolucionário está usando esse espião para coletar dados de todas as bases da Marinha nos Blue’s.

Atenciosamente.’’

Mel terminou de ler a carta para Lolo. - Seu trabalho é encontrar quem é o marinheiro traidor e nos levar até o espião. - Ele puxou uma tragada de seu cigarro. - Como você vai fazer isso, não me interessa, só não saia por aí explodindo coisas ou causando confusão e levantando suspeitas, isso aqui não é um parque de diversões e essa missão é sigilosa. - Ele deu de costas para o mink. - Está dispensado. - Foram suas últimas palavras.

Lolo agora tinha uma missão, e tinha a liberdade de seguir como ele quisesse.

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Ato 1: Quebrando conchas

Fala ~~ Pensamento

A Dona Rosa era um amorzinho, uma Senhorinha bem gentil e amigável que me lembrava minha finada vózinha, que os deuses felinos a tenham. Me sentia bem confortável na presença dela. - Obrigado, Dona Rosa, assim que possível eu volto aqui! Você é uma mocinha bem fofinha, sabia? - Disse isso alegremente, de certa forma ver ela me lembrou dias tranquilos e os momentos de paz que eu quero proteger. Com toda a certeza voltaria ali durante o horário do almoço, ou… Quando me fosse possível aprender mais sobre culinária.

Uma vez dentro da sala do comandante, percebi que ele não dava a mínima para minhas brincadeiras e ainda soltou fumaça na minha cara. - Calma, lá, Chaminé! - Falei tossindo e abanando a frente do meu rosto por conta da fumaça que quase me fez sufocar com meus pequenos pulmões. Continuei ouvindo toda aquela baboseira de espião e marinheiro comprometido, então já sabia que estava sendo encaminhado para pregar uma boa peça nesse idiota, e bem… Nele eu pregaria a melhor peça de todas. Com toda a certeza ele iria morrer de rir.

- Então, o meu trabalho é esse? - Faria uma pausinha, para analisar todas as informações e percebendo que eu não tinha qualquer noção do que fazer, falei. - Pode deixar comigo, eu vou pegar esse cara! Mesmo que eu tenha que colocar o QG inteiro abaixo. - Sairia da sala a passos largos, quase que correndo, porque não tinha ideia do que fazer e precisava pensar logo.

Uma vez do lado de fora do QG, ou em um lugar mais isolado, passaria a pensar ativamente no assunto. “Certo, como vou fazer para pegar este malandro ? Ou melhor, como vou descobrir quem é?” Faria uma pequena pausa, para então olhar para cima esperando algum tipo de sinal divino, talvez fosse uma boa idéia ligar para o Chefe para pedir algumas dicas, mas o velhote com toda a certeza devia estar em um dia folga por causa das malditas cartas dele.

Continuaria andando de um lado para o outro observando tudo que pudesse para tentar ter alguma idéia. “Se o tal marinheiro está vazando as informações ele deve ter um ponto de encontro, né? Mas sem saber quem é fica meio difícil sabe onde é o ponto de encontro… E se eu fosse atrás de cada marinheiro procurasse ver o que eles fazem no dia a dia? Bem… Provável que essa porcaria fosse muito suspeita." Faria uma pequena pausa enchendo meus pulmões de ar para então voltar a pensar. “Primeiramente, como descobriram isso? É muito fácil falar que estão vazando informações ou que tem um marinheiro fazendo algo de errado sem falar nada demais, podem existir inúmeros marinheiros fazendo isso.” Assenti com a cabeça confirmando meu próprio pensamento.“ Vou precisar de mais informações dos dados que foram vazados, acho que se eu tiver essas infos, vou ter uma noção melhor de quem pode ser o criminoso. Acho que essa é a única forma de prosseguir nesse negócio de investigação.“

Após pensar por um tempo, voltaria para a sala do comandante e teria certeza que ele estivesse sozinho para então falar com ele. Claro que fecharia a porta para que ninguém bisbilhotasse por ali. - Comandante Mel! Eu fiquei pensando por um tempo e cheguei a uma conclusão… - Faria essa pausa dramática para então retomar a fala com um sorriso brincalhão no rosto. - Que informações foram comprometidas? Ou melhor… Como descobriram as informações comprometedoras? porque. - Daria uma pequena gargalhada por causa da barba do homem que parecia estranhamente engraçada. - Fica meio dificil sabe o que fazer com todo mundo sendo suspeito, acho que se e u conseguir saber o que eu estou procurando o u quem pode ter vazado as informaçaões eu consigo encontrar esse idiota! -



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Prólogo - O Demônio da Alegria se apresenta
Shells Town - Dia - 32°C - Quartel da Marinha

Os dois extremos eram conhecidos, de um lado, a doçura de uma senhora com o felino e do outro um baita babaca, bom, a vida de agentes era repleta desse tipo de desafios mas Lolo sabia que algo não parecia certo. A missão que lhe fora dada estava muito ‘’vaga’’ e seus pequenos miolos de felino trabalhavam a todo vapor enquanto andava de um lado para o outro na frente do QG. Sua conclusão é que não havia escolha, deveria perguntar novamente ao comandante o que era tudo aquilo.

Ao chegar ao local ele encontrou o Comandante sentado em sua cadeira, tomando um bom cafézinho enquanto escrevia sobre alguns papéis. Ele ignorou Lolo de inicio, mas o mink não parou de falar por isso, ele tinha um raciocínio coerente para a situação, o que fez o comandante arquear uma sobrancelha, ele prestava atenção no que o mink dissera após ver que o mesmo não era tão burro quanto ele queria. - Interessante, você realmente desenvolveu um raciocínio lógico em cima daquela carta e chegou na conclusão dela bem rapidamente. - Ele terminava de escrever sobre os papéis para pegar seu cigarro, dando uma imensa tragada nele. - Não existe suspeito porque eu criei o suspeito. - Ele em seguida pegou dois papéis, uma era a carta que ele havia lido, a outra era um texto que ele acabara de escrever. As letras eram idênticas.

- Não importa se seu superior é um grande cuzão com você, missões reais tem instruções claras, não vai querer ser enganado por algum espião mais astuto que você garoto, isso, não se aprende no centro de treinamento. -

Ele parecia orgulhoso pelo trote que derá no mink e soltou uma gargalhada estranha, digna de um fumante de longa data. Independente da reação de Lolo, após alguns minutos a porta da sala iria ser batia e aberta novamente, desta vez por uma mulher alta de cabelos curtos e olhos de Jade.

Ela olhou para Lolo e deu um sorriso tímido antes de entrar. - Comandante, estou aqui para direcionar o novo recruta. - Ela parecia séria mas ao mesmo tempo gentil. O Comandante logo se levantou na presença dela e apontou Lolo. - Ele é todo seu, minha querida Maria. Eu só estava ensinando algo novo a ele. - Ele disse enquanto empurrava Lolo para perto da mulher.
- Ensinando? Não sabia que o senhor agora ensinava agentes, esse é o meu trabalho. - Ela disse enquanto sua expressão fechava ao olhar para o homem. - Ou você gostaria de ficar com o meu trabalho, comandante? -

- Não mesmo minha querida, pode ficar, ele é todo seu. - Ele disse antes de se sentar. Maria foi logo para fora da sala, levando Lolo consigo. Ela olhou para ele com um sorriso. - Desculpe por ele, é isso o que acontece com um marinheiro que fica muito tempo em terra firme, perde a noção das coisas. - Ela riu baixinho. - Meu nome é Maria e serei a sua instrutora e supervisora aqui em Shells Town. Se tiver alguma pergunta não exite em fazê-la.-  Ela dizia enquanto os dois caminhavam lado a lado.

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Ato 1: Quebrando conchas

Fala ~~ Pensamento

Aparentemente agora eu estava servindo como bobo da corte para o comandante da base, afinal ele estava rindo de mim, e com isso eu também soltei uma gargalhada, mesmo que a situação tenha seguido um caminho totalmente diferente e agora eu quem era aquele a ser feito de bobo sabia muito bem aproveitar algo engraçado. - Essa foi muito boa comandante! Hahahahahaha. - Continuei rindo até que alguém se apresentou dentro da sala, era uma mulher.

Quando ela deu uma espécie de sermão no comandante eu comecei a rir descontroladamente, ver aquele homem ser humilhado por aquela mulher me fez realmente gostar dela. - Nossa, essa foi muito boa!! - Soltei mais umas risadinhas as quais cobri com a palma da mão direita, era bem engraçado ver algum superior ficar sem jeito frente algum subalterno.

Não demorou muito e a tal Maria me levou para fora da sala. Algo que ficou na minha cabeça foi a risadinha que ela deu para mim assim que entrou na sala, aquilo foi muito suspeito. A mulher parecia estar me analisando do lado de fora, os olhos cor de jade me instigaram ao respeito dela e também me levantavam um alerta, o que o comandante disse fazia muito sentido.

- Olha, Senhorita Mari, não tenho nenhuma pergunta muito anormal. Apenas quero saber, o que faremos? Porque tipo assim, o Chefe me deixou aqui e falou para ir atrás de missões e depois partiu para uma missão na Grand Line ou algo assim! - Olharia atenciosamente a reação no rosto dela enquanto continuaria a divagar. - Também tem esse negócio do Comandante fazendo pegadinhas. Claro que eu nunca trabalhei como agente na minha vida, lá na minha terra natal eu era um tipo de policial até ser preso. - Levei a minha mãozinha até o queixo e começou a alisar ele pensando se o que fiz tinha sido uma boa ideia, afinal falar sobre o que se sucedeu no meu passado poderia ser estranho. - Enfim, o que vamos fazer hoje? Temos que capturar algum criminoso? Ou vamos destruir alguma base revolucionária? Ou mesmo atacar algum barão maligno que quer dominar o mundo? -



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As gargalhadas de Lolo preenchiam a sala, era alta e divertida, se não fosse a situação dos seus superiores naquela hora, provavelmente eles também se divertissem ao ver tão engraçada risada. Passada a situação dentro da sala e estando já fora das vistas do comandante, Maria questionava sobre as dúvidas do pequeno felino, mais como uma forma agradável de ver se o pequeno estava necessitado de algo.

A mulher deu um pequeno sorriso de canto de boca antes de levar a destra a cintura, quase fazendo pose enquanto estava parada a frente de Lolo. - Seu mestre? Quem? Talvez eu o conheça se for algum agente. - Ele ouvia o restante das perguntas dele, parada quase que como um belo manequim. - O Comandante é um homem entediado e às vezes gosta de importunar os novos agentes já que os marinheiros geralmente morrem de medo dele. - Ela disse dando um leve suspiro cansado, aquela situação parecia ser mais corriqueira do que o normal por conta de sua reação.  Ela piscou algumas vezes quando o pequeno disse que já havia sido preso antes, talvez isso fosse levar a mesma a procurar o histórico dele mais tarde.

A postura de Maria só mudou após Lolo perguntar sobre sua nova missão. O entusiasmo dele era contagiante e seus sonhos de grandeza eram coerentes com um novo recruta cheio de energia. Ela deu uma leve risada genuína e logo chacoalhou a cabeça de maneira negativa.  -  Vejo que seu desejo de fazer justiça é bem nobre, a prisão corrigiu você neste aspecto? A propósito, porque lhe prenderam?- Ela perguntou antes de responder. - Hoje iremos ver o que os Agentes precisam fazer para manter a estrutura do Governo um local saudável. -

Ela começou a andar e chamou Lolo para acompanhá-la, seus passos eram elegantes e guiaram ambos até a parte mais baixa do quartel, passando por corredores compridos com pequenas salinhas onde alguns agentes trabalhavam em duplas. Alguns usando instrumentos que Lolo provavelmente nunca havia visto na vida como um detector de mentiras, mas outros poderiam lhe ser familiar como um pequeno den den mushi. Os agentes davam pequenos acenos de bom dia para Maria quando ela passava e também para Lolo.

Maria parou em frente a uma dessas salas fechadas e destrancou a porta. Lolo poderia ver uma sala bem desorganizada com papéis para todos os lados, fotos, livros e até algumas embalagens antigas de salgadinhos e várias bitucas de cigarro em um cinzeiro bem cheio. A sala tinha um cheiro peculiar de tabaco misturado com um perfume masculino bem forte. A expressão da mulher ao adentrar o recinto não era de nojo, espanto ou de repulsa e sim, tristeza.

- Essa será a sua primeira tarefa enquanto estiver aqui em Shells, me ajudar a  organizar o máximo possível desses documentos e livros que puder. Precisamos também fazer uma boa faxina, mas só conseguiremos pegar o grosso disso após separarmos o que é e o que não é importante dessa sala… -

Ela continuava meio cabisbaixa antes de pegar algumas caixas de papelão abertas e sacos de lixo vazios que estavam já ali dentro. - Vamos separar documentos a serem arquivados, documentos a serem descartados, notas fiscais de pagamento de impostos e objetos pessoais. - Além da bagunça de papelada, aquela sala tinha vários objetos peculiares, artesanatos que pareciam ter vindo de várias partes do mundo, o que poderia atiçar a curiosidade do felino em saber quem era dono daquele local.

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Ato 1: Quebrando conchas

Fala ~~ Pensamento

Aquela mulher era até divertida e bem intrigante, seria divertido brincar com ela, com toda a certeza. Meu intuito antes de fazer ela cair em uma pegadinha era ganhar a confiança dela, por isso daria a ela algumas informações verdadeiras, para tentar torná-la mais próxima. - Meu mestre? O nome dele é Rider Smith, ele me deixou aqui e foi para a Grand Line. - Olharia a mulher atentamente para saber se eu havia dito algo estranho ou não é essa atenção prosseguiria enquanto comentaria sobre meus anos na cadeia. - Hahahhaha, corrigir o que? Fui preso injustamente! Hahahhaha. - Estaria alegre com um longo sorriso divertido no rosto, então este sorriso se tornaria em um sorriso vilanesco e cruel, até mesmo um pouco sádico. - - Eu matei os desgraçados que estavam atacando a minha vila, mas eles eram pessoas importantes dentro do governo da minha ilha, hahahaha -

Fomos descendo Quartel a baixo, e vi coisas intrigantes, que nunca tinha visto antes e que não entendia muito bem. Meu trabalho até então tinha sido de caçar criminosos e auxiliar na sua captura, nunca fiz um serviço como o que aqueles agentes estavam fazendo. - Que porcaria é essa? - Falei baixinho realmente curioso, com os olhos semicerrados para olhar melhor.

Por fim alcançamos nosso lugar de trabalho e ao ouvir com atenção as palavras da agente Maria, soltei um suspiro de tédio e revirei os olhos, aquele trabalho parecia ser uma chatice completa e o lugar também parecia um ninho de rato, todo fedido e bagunçado. Com toda a certeza o dono merecia uma punição, e ele iria recebê-la com toda a certeza, a Punição do Bandito! Soltei uma risadinha mostrando um sorrisinho maligno no meu rosto. - Considere suas ordens cumpridas, Senhorita Maria! - Me curvei para fazer uma reverência a Maria de um jeito um pouco cavalheiro.

Agora o ponto principal era, começar a arrumar as coisas. Pegaria um documento aleatório e olharia o que é estava escrito nele, atenciosamente, afinal precisava saber se o documento era um arquivo ou não, tudo que fosse para ser arquivado colocaria em uma pilha no canto da sala. Já os documentos a serem descartados colocaria em algum saco vazio que tivesse na sala ou se não, na lixeira se tivesse alguma , em todo caso se faltasse ambos falaria para Maria. - Mari! Preciso de um saco para colocar essa tranqueira! - Apontaria para os documentos que precisavam ser jogados fora. E uma vez em posse começaria a enche-lo com as tranqueiras.

As notas fiscais levariam para um canto totalmente diferente amontoaria elas e os objetos pessoais colocaria diretamente ao lado das notas fiscais e dos impostos, como se fossem uma divisão, prosseguiria assim até terminar de organizar tudo. Contudo, uma coisa que pegaria seriam os salgadinhos que estavam velhos, pegaria o que estava mais podre , daria um nó no saquinho do salgadinho para que ele parasse de feder e guardaria diretamente ao lado da minha sacola de munições, aquilo com toda a certeza seria útil mais tarde para trazer a desgraça a algum idiota. Daria uma gargalhadinha ao pensar em jogar aquele negócio velho e sujo na comida de alguém ou mesmo atirar aquilo diretamente na boca dum marinheiro que estivesse cochilando.

Durante a faxina começaria a falar com a minha superior tentando entender quem era aquela sala. - Imagino que essa sala seja do comandante, né? Ou pelo menos parece ser dele, até o presente momento ele é a única pessoa que parece ser capaz de fazer uma bagunça dessas. - Soltaria um olhar indiscreto para a mulher, sondando que tipo de relação ela tinha com o velho lá de cima. - Você costuma cuidar bastante dele, né? - Assim que terminasse de organizar começaria a me preparar para a faxina que seria feita a seguir.


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Prólogo - O Demônio da Alegria se apresenta
Shells Town - Dia - 32°C - Quartel da Marinha

Pó para lá, pó para cá, pó para todo o lado. À medida que os documentos antigos eram revirados, Lolo sentia seu pequeno nariz queimar de aflição com tanta poeira, provocando-lhe pequenos espirros por conta da coceira nas narinas. Junto a sua supervisora, o trabalho inicial de organização era feito, as pilhas de papel que pareciam montanhas de celulose iam para seus cantos, separadas de acordo com seus temas.

Maria recolhia alguns documentos que Lolo separava e checava se o trabalho dele estava sendo bem feito. -  Olha, esse aqui, é um comprovante de pagamento de impostos, pode parecer lixo mas precisamos dele para registrar no livro de contabilidade depois ok? - Ela sorria antes de voltar a organizar o local.

Os sacos de salgadinho que o pequeno mink trazia para si não tinham nada de interessante, todos estavam vazios ou somente com pequenos farelos irrisórios, sendo assim, não lhes eram úteis para pregar alguma peça em um marinheiro desavisado, porém um pouco de poeira que havia no local poderia fornecer bons espirros, como ele mesmo havia sentido anteriormente.

A sala ia ficando mais arrumada à medida que muitos sacos de lixo e caixas iam sendo lotadas. O carpete velho abaixo dos papéis parecia até limpo comparado com o restante, mostrando a sua real cor antes de toda aquela poeira. Lolo ficava ainda mais curioso para saber de quem era aquela sala, sua suspeita era que o Comandante seria seu dono. Maria olhou para baixo, e com um pequeno sorriso de canto respondeu ao mink. - O Comandante não conseguiria fazer tal coisa, eu não o deixaria chegar a tal ponto. - Ela deu um leve sorriso para ele antes de sua expressão se fechar novamente. - Eu e Comandante treinamos juntos muitos recrutas aqui em Shells, mas nossa relação é apenas de trabalho, eu cuido do necessário para evitar problemas, só isso. - A voz dela era firme mas podia notar-se um tom diferente, aquela frase tinha gosto de mentira para os ouvidos do felino.

Com a organização avançando e os papéis aos poucos diminuindo, Lolo poderia ver mais objetos pessoas sobre a mesa da pessoa que trabalhou ali. Um retrato com uma foto da sua supervisora e um homem já idoso ao seu lado, uma figura que Lolo não reconheceu de cara. Uma caneta toda entalhada e mais um cinzeiro de cigarros, a pessoa era sim fumante compulsiva. Mais ao lado do cinzeiro, outro retrato, agora com um adulto e duas crianças, uma mais novinha no entorno de seus 7 anos e outro um adolescente na faixa dos 17. Lolo notaria que aquelas duas figuras lhe eram pouco familiares, mas teria certeza que o adulto da foto era o senhor de idade ao lado de Maria.


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Ato 1: Quebrando conchas

Fala ~~ Pensamento

A história se desenrolou de uma forma interessante e engraçada, fui repreendido, espirrei por causa daquela poeira horrível. , Depois dos espirros até revirei os olhos, até a cela em Funnyland era mais limpa. Aqueles espirros lentamente me deixaram com raiva, com muita raiva e estive a ponto de dar um soco em algo, mas não o fiz, pois, as palavras da mulher acabaram por me deixar interessado.

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Ouvindo as palavras dela abri um sorrisinho malicioso em meu rosto, os olhos ficavam de canto olhando para ela, afinal era óbvio que ela queria algo mais com o comandante, mas o que será que não impedia ela de ter essa relação desejada? Com essa frase dela, já imaginava milhares de formas de deixá-la sem jeito na frente do comandante.

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Continuei a arrumação e notei coisas deveras interessantes, fotos que revelavam talvez um passado dela. - Você treinou com o comandante, e esse homem da foto é o mestre de vocês? Essa é a sala desse Homão da foto, né? - Fiz um beicinho e cobri o queixo com meu punho. Desta vez terminando de amontoar as pilhas, começaria a empilhá-las na ordem certa, faria de questão de empilhá-las em ordem decrescente fosse alfabética ou numérica, entretanto pensando em sacanear a pessoa que usaria esses documentos, misturaria alguns documentos colocando alguns documentos que parecessem importantes fora de ordem. Para evitar que  Maria se focasse demais no que e u estava fazendo, diria para ela. - Você pareceu meio distante falando sobre o Comandante… Fico pensando que tipo de relação você está procurando com ele, mocinha! - Meus olhos se voltariam para ela, enquanto meu indicador deslizaria pela minha face.

 - Olha, vou te dar uma dica que o meu pai me deu, antes de eu entrar para o exército… Talvez já seja algo que você saiba, mas nunca se deu conta. - Faria uma pausinha dramática. -Quem quer, faz! E o amor é tipo uma guerra, se você quiser algo, tem que tomar o que deseja! Nas Guerras não tem esse papinho de “golpe baixo”, se você não avançar, alguém vai! - Assim que terminasse de empilhar começaria a varrer a sala.


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Prólogo - O Demônio da Alegria se apresenta
Shells Town - Dia - 32°C - Quartel da Marinha

Maria estava focada em seus documentos e só pareceu se distanciar após as falas de Lolo. A  sobrancelha direita dela arqueava de uma maneira incrédula, não entendendo ou não querendo entender o que ele dizia. Não demorou para que ela soltasse um suspiro, deixando os documentos de lado. - O homem da foto se chama Sr. Walter, ele era um agente do Governo, como eu e você. - Ela disse antes de pegar o retrato sobre a mesa. - Ele era meu sensei e pai do Comandante, mas infelizmente, ele veio a falecer. - Ela disse em um tom triste, o homem parecia importante para ela. - Ele me criou quase como uma filha, e esta sala era dele antes, sinto falta dele. - Ela deixou o porta retrato sobre a mesa novamente antes de se voltar a terminar de arrumar os documentos. - Mas são águas que devem passar, fico feliz que pelo menos, ele se foi sem sofrimento. - Ela logo pegou um espanador para finalmente terminar a limpeza.

Os dois podiam não ser os melhores em questão de faxina, mas Lolo fazia um trabalho decente em ajudar a sua superiora, por ser mais baixinho, o mink tinha facilidade de varrer os cantinhos menos acessíveis. Ao todo, algumas horas haviam se passado e logo a sala já estava completamente arrumada. - Ahh que canseira! - Disse Maria após olhar o resultado da limpeza em dupla. - Está quase na hora do almoço. - Ela olhava no relógio de pulso. - Falta bem pouco agora, mas consigo terminar sozinha. - Ela acenou com a cabeça - Obrigada Agente Lolo, agora esta sala poderá ser usada por outra pessoa em segurança. Você está liberado pelo resto da tarde, descanse, pois amanhã teremos mais serviços a cumprir por aqui. - Ela disse antes de voltar aos objetos pessoais do Sr. Walter.

Lolo agora estava livre para fazer o que bem queria, com a hora próxima do almoço, poderia voltar a cozinha se quisesse ou para qualquer outra parte da base se assim desejasse.


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Ato 1: Quebrando conchas

Fala ~~ Pensamento


Vixe, tinha ficado mó climão na sala depois que falei besteira sobre a minha superiora e o comandante. A Maria descarregou então um monte de pesos que ela carregava em sua consciência em cima de mim, fiquei parado ouvindo atentamente tudo que ela dizia, cada uma das palavras, no final eu comprimi meus lábios em um a expressão de insatisfação comigo mesmo. - Meus pêsames… - Falei em respeito a perda dela, já que ela parecia se preocupar tanto e ser um tema bem difícil para a mulher. Com a liberação dela para que eu fosse almoçar e para que fossem concluídas as atividades, me curvei lentamente em uma reverência a ela. - Vou sair então, vou ver se almoço e me preparo para amanhã! -

Depois de toda aquela limpeza estava cansado e entediado, aquela coisa de ficar olhando documentos, de separar certinho e limpar, que negócio irritante! Mas bem, agora estava livre até o dia seguinte e a primeira coisa que faria, antes mesmo de almoçar era tomar um banho. Procuraria um chuveiro e então limparia todo meu corpo para então trocar de roupa, caso não encontrasse roupas novas usaria a mesma roupa de antes, muitas pessoas poderiam dizer que isso era uma “porquisse”, mas francamente? Eu não estaria nem aí para o que eles pensassem.

Uma vez com o banho tomado iria até a cozinha começar meu almoço, comeria cada pedacinho de comida degustando as bocadas, por fim beberia água para me hidratar e iria até a vovó que tinha visto de manhã na cozinha. - Vovó! Vim aqui te ajudar na cozinha! - Sorriria mostrando todos os meus dentinhos e fechando meus olhinhos em uma expressão de pura alegria.


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Com a missão cumprida, Lolo agora podia ter mais liberdade para fazer o que queria. Seus pêlos fofos de Mink estavam empoeirados e um banho foi a melhor opção, até porque, embora fosse um felino, sair lambendo seus braços e pernas não seria nem um pouco agradável… Os passos de Lolo exibiam o seu tédio, talvez a vida de um Agente do Governo fosse restrita demais para as mãos e as traquinagens do pequeno Mink, que teria de aprender que a disciplina exige muita compostura. Ele andou até o vestiário, que para a sua sorte estava relativamente vazio de olhares dos outros marinheiros.

Tirando o uniforme, aproveitou bem as águas para deixar seu pêlo bem limpinho. Infelizmente, uma nova muda de roupa não estava disponível, mas ele podia dar uma boa ajeitada em suas peças se quisesse, elas não estavam em um estado tão deplorável a ponto de uma troca.  Após o banho, o mink seguiu saltitante para o refeitório, visando ter uma boa refeição primeiramente. O local estava relativamente vazio, era por volta das 11:30 da manhã ainda. O cardápio era uma macarronada com almôndegas ao molho, frango assado e havia alguns legumes diversos em um antepasto. Lolo se serviu do que mais gostava e comeu com a satisfação dos reis, Dona Rosa não era brincadeira na cozinha!

Satisfeito e com sua barriguinha cheia, o mink se voltou a senhorinha, dizendo a ela que a ajudaria na cozinha. - Oh pequeno! Que bom que veio! Precisamos de muita ajuda! - Ela disse acenando com a cabeça enquanto segurava uma panelinha com mais almôndegas dentro. - O horário de almoço ainda mal começou, temos muito pela frente. - Ela disse antes de se voltar para o fogo alto que saia daqueles fogões industriais.


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