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I - Florescer improvável Qui Maio 13, 2021 1:02 am
Relembrando a primeira mensagem :

I - Florescer improvável

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Dante di Tresigallo. A qual não possui narrador definido.

_________________

I - Florescer improvável - Página 9 J09J2lK

"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

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Re: I - Florescer improvável Sab Abr 09, 2022 1:07 pm

Acordos Selados

- Lindas mulheres… - Observei Dante falando, pasmo com suas palavras. - Cara isso é um bando pirata, não uma banda! Temos um boi e uma mulher que fede a peixe! - Apontei para Anya, para depois a encarar. - Com todo o respeito. - Então voltaria a olhar para Dante. - Que tal os Meninos da Rua de Trás? Soa bem para nós como não-terroristas não-criminosos nada-violentos de Sirarossa! - Diria, ainda preocupado com o que a tripulação anfitriã no navio poderia achar. - Tantos anos naquela cidade e não imagina que seus feitos irão influenciar na sua fama? Acredite, eu sei muito bem como que é isso. - Segurei meu crucifixo com alguma tristeza, enquanto ouvia justamente Dante falar sobre como sou conhecido na cidade que abandonamos, e por isso não querer firmar qualquer trato comigo por enquanto.

- Ding Ding… E a história se repete… Muito bem Tresigallo, você foi previsível… Então escuta só: Eu tenho zero motivos para querer ganhar qualquer tipo de aprovação sua. Vamos chegar à Kano e você pode ficar com seus laços estreitos pra si. - Responderia em tom sério e firme, já que toda essa história de confiança tem sido um problema pra mim desde que me lembro. Não consigo a confiança das pessoas, e nem elas confiam em mim numa reciprocidade absoluta. E todas as vezes que tento algo para mudar isso, tenho que lidar com rejeição. A fama do Dante em Sirarossa também não é das melhores, mas eu não vou usar desse argumento merda que absolutamente todos usam comigo como muleta.

Por fim, observaria todos na tripulação. No momento em que Franky estiver sozinho, iria me aproximar e sentar ao lado dele. - Diz aí grandão… Quais os planos agora que não temos um bando ou liderança? - Aos poucos fui me acalmando, depois da explosão com Dante. - Vai caçar os caras… Quem eram mesmo? Sargon…- Questionaria, interessado na história de Franky e principalmente tentando esquecer o babaca do Dante. - Sabe, eu sempre estive em Sirarossa desde que me lembro. E mesmo nos piores lugares da cidade, não lembro de ninguém mencionar esse nome, mas minha memória é fraca. Eles são algum tipo de exército? Como os revolucionários? - Malditos revolucionários. Anarquistas hipócritas. Após as falas de Franky, daria de ombros. - Boa sorte com eles. Já eu tenho que encontrar uma pessoa. A minha irmã, que todos enchem a boca pra falar que eu vendi. As coisas não ficaram esclarecidas, e sinto que preciso conversar com ela. Ela é a única pessoa com quem me importo, e a única que já se importou comigo.

Terminada a conversa, iria tentar ajudar em algo no navio. Se houvesse alguém treinando, tentaria me aproximar para aprender algo novo. Seja acrobacia, corridas, ou qualquer coisa para melhorar meu lado físico. - Olá tripulante! Me chamo Jules e tô vendo que está fazendo um bom trabalho aí. Pode me ensinar isso? - Perguntaria, confiante de que poderia aprender o que quer que fosse. Algo novo para aprimorar minhas habilidades em combate.



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Re: I - Florescer improvável Seg Abr 11, 2022 11:05 am



Algo a se temer

Fala ~~ Pensamento


Após passar um bom tempo com o sapo, tomamos uns goles, e apesar de odiar álcool e achar aquilo um desperdício de dinheiro, gostei daquele  carpinteiro. E então ele falou algo sobre experimentos e eu ri por um instante, ri de nervoso. - Experimentos? Como assim? Fizeram experimentos com você? - Ficaria parado por um instante tentando juntar as  partes , Anya havia dito que aqueles  animais não eram como a gente e realmente não eram, vivi muito tempo pela Grand Line para saber que havia algo muito estranho ali.

- Eu sempre fui um touro… Na verdade eu sou um Mink. - Sussurraria com os olhos apertados tentando entender a situação, colocaria a mão no queixo e prosseguiria. - Bem, eu sofri experimentos quando criança, mas isso não influenciou na minha… - Um relâmpago de lucidez me acertaria , aquele animal com quem eu estava falando não era um animal mesmo, ele provavelmente era um humano ou algo do tipo que sofreu experimentos e o fato dele tentar falar mais baixo é porque quem havia feito os experimentos nele estava no navio.

Me moveria para perto das outras pessoas que haviam embarcado comigo, quando ouvi o nome do bando eu ri. - Esse nome é muito bom! Eu adorei! - Continuaria gargalhando por ter gostado do nome ao mesmo tempo de ser meio tosco, era perfeito. - ORDEM DO PAVOR! - Estendi as mãos na frente  do corpo como se colocasse uma faixa com o nome  nela. Continuaria rindo com as falas de Dante e Jules, eles eram gênios da comédia, inclusive com a briga dos dois, quando eles parassem de brigar diria em tom conciliador. - Vocês levam as coisas muito a sério, para mim um nome como Meninos da Rua de Trás seria incrível… Bem, eu não me importo muito com lindas mulheres ou coisas do tipo…. -

Olharia para o ruivinho com um sorriso malicioso. - Sendo sincero, você ta parecendo um taradão com esse papo. - Gargalharia sonoramente, e mais uma vez em um lampejo minha cabeça me lembraria do que estava pensando anteriormente por isso falaria sussurrando para que todos ouvissem, mas totalmente em contraste com  a minha expressão anterior meus olhos estariam sérios e vidrados. - Tem alguma coisa muito estranha nesse navio, tomem cuidado. -

Quando Dante falasse sobre as coisas sinistras do navio, isso só levantaria ainda mais o alerta vermelho na minha cabeça, e apesar de que teria uma brecha para fazer uma piada, não me sentiria muito confortável apesar de ter acabado de rir instantes atrás.

E então quando Jules me chamasse iria em direção a ele para ouvir o que ele tinha  a dizer, então comecei a ouvi-lo e de alguma forma ele parecia triste e suas palavras pareciam verdadeiras e ao mesmo tempo cheias de sofrimento por isso começaria a falar com ele sobre o que aconteceu comigo. - A vida é uma coisa louca, sabe? Existem pessoas que nascem com tudo e não sabem aproveitar, tem também quem não tenha nada e é  feliz como se fosse dono do mundo… - Faria uma breve pausa  refletindo sobre como as minhas palavras pareciam profundas.

- Bem… Vou resumir para você pelo que passei até aqui…  e também sobre o Sargon… mataram meus pais quando eu era uma criança e venderam como escravo… Fizeram experimentos comigo. Fugi e então vivi como um  ladrão em Shabondy com outras crianças que eram escravas, até o dia que Sargon chegou e matou praticamente todos nós só deixando a mim vivo… Ele me capturou e me fez trabalhar como soldado dele por muito tempo e agora eu tô é fugindo dele… Mas caçar ele pode ser uma boa idéia hein… Ao invés de esperar que ele venha atrás de mim, ele nunca iria esperar que eu estivesse indo atrás dele! - Daria um tapinha nas costas de Jules. - Posso te falar algo? - Faria uma breve pausa mas não deixaria que ele continuasse. - Você é uma pessoa legal, apesar de  ser muito misterioso e  um tanto sinistro. Acho que se você tentasse se explicar e também… Se perdoar, você conseguiria ir muito mais longe… Na verdade, acho que você deveria começar a pensar nisso, não só por você mas também pela sua irmã… -


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Re: I - Florescer improvável Ter Abr 12, 2022 7:46 pm

FLORESCER IMPROVÁVEL




Narração - 37

Quem avisa amigo é

Franky Tanky, um touro rosa com pernas de coelho, estava tomando drinques com Willy, um Sapão de pele avermelhada que usava roupas Kanênses…Que situação estranha não é mesmo?

A verdade é que o touro também desconfiou que havia algo estranho em toda essa história, então perguntou para Willy se ele também era uma cobaia.

-Você realmente acha que eu nasci assim igual um sapo? - o carpinteiro respondeu sussurrando - Talvez você não acredite, mas eu já fui um grande nobre e tive muitas riquezas e terras… Mas hoje eu vivo preso nessa maldição que eu mesmo financiei!

Franky também contou um pouco de sua história e depois se despediram já que Willy estava indo tirar uma soneca. Franky então foi se juntar com Dante, Jules e Anya.

Uma breve reunião

O grupo então se reuniu no convés e começaram a discutir sobre o nome e o rumo da tripulação recém formada. Franky ria diante das sugestões feitas pelo mendigo enquanto Dante e Jules de desentendiam, exaltando um pouco o teor da conversa.

Anya ficou com uma cara de cu enquanto observava a discussão, não gostará nem um pouco de ter ouvido que fedia a peixe e por isso já estava com ranço do rapaz moreno - Quer saber, vocês que se entendam! vou ver o que tem pra comer na cozinha!! - e então foi embora, rumo ao interior do navio.

Dante também se despediu dos companheiros e foi em busca do tal consultório da Dra Wiss, afinal, tem coisa melhor de se fazer em um navio do que ir atrás da única mulher a bordo? A pergunta foi retórica, então vamos seguir a nossa história.

Dra Wiss & Pedigrew

O garanhão de Sirarossa adentrou pela porta e foi para o interior do navio. Estava em um largo corredor escuro, iluminado apenas por as poucas lamparinas que estavam penduradas na parede, cada uma ao lado de uma das portas. A penúltima porta da direita tinha uma grande cruz rosa neon estampada e uma fumaça clara com cheiro de patchouli passava por debaixo da porta, pelo vão.

Mas a promiscuidade falava mais alto do que a ponderação, e sem se importar com os avisos do capitão, foi lá e bateu na porta enquanto gritava à doutora.Não demorou muito até que a porta se abrisse. Mas para o infortúnio de Dante, quem atendeu a porta não foi a doutora, mas sim um cientista alto e parrudo com voz de idiota.

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-Olá! Eu sou Pedigrew, o assistente da Dra. Wiss - o homem pegou Dante pelos braços e puxou-o para dentro da ala-médica - Entre e me diga o que é que você está sentindo!!

O aposento estava todo esfumaçado por conta dos frascos cheios de “alguma coisa” nas prateleiras que ficavam penduradas nas paredes. Se olhasse com atenção, Dante poderia perceber que cada frasco tinha um animal diferente desenhado em seu rótulo, e não eram poucos… Havia milhares  de centenas de frascos espalhados por toda extensão das paredes do laboratório, que também tinha máquinas científicas, uma mesa cheia de potes com fetos e pedaços de animais diferentes, ao lado da mesa estavam duas macas e uma jaula com quatro algemas.

Tresigallo preparava-se para explicar a sua doença de mentirinha, mas antes mesmo que pudesse falar qualquer coisa a silhueta de uma mulher madura surgiu por entre a fumaça densa do fundo da sala.

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- O que é que você quer aqui? - os lábios finos da Dra Wiss se torceram em reprovação ao ver Dante em sua frente, ela inclinou o queixo e falou olhando-o por cima – Vamos logo, desembucha!

Não sei dizer se foi o clima tenso do lugar ou se foi só a feiura da velha Wiss, mas o fato é que Dante “ficou bom” rapidinho e deu o pé sem nem perder muito tempo com explicações.

Um polvinho acrobata

No convés, enquanto Dante estava tentando tirar a sorte grande, Jules foi até Franky e se sentou ao lado de seu novo companheiro. Lá eles tiveram uma boa conversa, dessas que fazem os laços se estreitarem. Queiram eles ou não, esse é o primeiro passo de uma amizade.

Depois de conversarem por um bom tempo, Jules foi caminhar pelo navio em busca de alguma coisa para fazer, foi quando viu o homenzinho vermelho de mais cedo. Ele estava sem as roupas e para o espanto do jovem ele realmente não era apenas um tritão assim como Anya havia dito. Ele era um polvo por completo!

Ele estava arrumando as cordas e ajustando as velas de uma maneira muito peculiar, usava os seus tentáculos para escalar o mastro, e lá de cima saltava de um lado para o outro, ajustando o que quer que fosse preciso.

O polvo só percebeu a presença do jovem quando Jules se apresentou. Ele tomou um susto, deu um salto pra trás e se encolheu todo aparentando estar muito envergonhado

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- E..ei… eu não sou um polvo… Não espalhe por aí o que você vi…Oh, o'que? Você quer aprender a fazer esses saltos acrobáticos?

Tanto Franky quanto Dante, que estava voltando ao convés, puderam avistar essa interação de longe.
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Re: I - Florescer improvável Qui Abr 14, 2022 2:40 pm



Acendendo a faísca do caos

Fala ~~ Pensamento


Passei um momento com Jules que me permitiu entender um pouco melhor a mente dele e, apesar da minha paranoia momentânea, sentia de alguma forma que ele era uma boa pessoa. Afastei-me do rapaz, ou melhor, ele se afastou de mim e aquela história toda sobre experimentos ainda me deixava pensativo…

O sapo era o culpado por tudo que estava acontecendo ali, mas ele aparentemente não havia pedido para ser um sapo e isso foi algo muito errado de se fazer, mas quem eram os responsáveis? Com toda a certeza o capitão era um deles, mas será que o homem que cuidava do navio era o mesmo que havia sido pago para fazer os experimentos? Eram questões que precisavam de respostas e estava disposto a consegui-las de um jeito ou de outro.

Caminharia decidido rumo a sala do capitão, bateria na porta mas sem nem dar tempo do homem falar algo, entraria na sala dele. - Foi mal… Entrar assim do nada, mas preciso saber. O que tá acontecendo aqui nesse navio? - Olharia para os arredores da sala tentando notar se tinha alguma coisa estranha por ali. - Porque esses animais tão falando? Eles não são Minks como eu, eles são realmente animais falantes, o que ta acontecendo? -

Se o capitão começasse a se aproximar de mim, ergueria meus punhos na direção dele e esbravejaria com um olhar penetrante. - Não dê mais nenhum passo, eu não tô pra brincadeira. - Rapidamente sacaria o escudo e colocaria entre eu e ele. - Não quero brigar, só quero explicações bem racionais! Essas criaturas, o crocodilo falante, o sapo, tá tudo muito estranho! - Deixaria o homem se explicar, mas ficaria atento nele a todo instante.

Se por algum motivo o capitão ou outro tentasse me atacar, levaria o escudo na direção do ataque para parar o movimento ofensivo antes que me alcançasse.


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Re: I - Florescer improvável Sex Abr 15, 2022 11:02 pm
Viagem Esquisita
*Sirarossa - West Blue*
~ Post 38 ~
*Dante di Tresigallo


“PUTA QUE PARTIU”, o espanto de Dante não poderia ser outro ao encontrar o cadáver ambulante que chamavam de doutora Wiss. Ainda havia um homem esquisito que falava esquisito “Pedigrew? Isso parece nome de cachorro”. Sem falar no ambiente completamente macabro, que tinha desde potes com fetos e pedaços de animais até uma “névoa” típica de um prostíbulo. Capitão Morgan estava certo, se havia um lugar para manter distância, este era a suposta ala médica.

Voltando para o convés, Dante chegou a tempo de presenciar um salto mirabolante do pequeno homem polvo, que também se propunha a ensinar alguns saltos acrobáticos a Jules. “Aquele bipolar maluco se deu bem! Não posso ficar fora disso, vai ser uma boa oportunidade de ficar ainda mais forte”. O ruivo se aproximaria dos dois:

- Ei! Você pode me ensinar também? - diria entusiasmado, ignorando a presença do mendigo sem educação.

~ Início da Aprendizagem: Acrobacia ~


Aquele mini polvo carismático olhou para os dois aspirantes a acrobatas e se divertiu com o pedido. Ele logo saltou mais duas vezes para trás, parando em cima da amurada do navio e de lá mesmo fez o seu anúncio:

- Mas é claro! O primeiro passo para aprender acrobacia é conhecer o próprio corpo e ter equilíbrio! - apontou um dos tentáculos para o mastro principal do navio - Vocês vão subir na vela e atravessar ela de um lado ao outro, pulando pouco a pouco e se equilibrando - Dante destemido como era, olhava a vela ansioso para terminar mais esse desafio - Ah! Se amarrem com uma corda antes, não quero ter que limpar o resto de vocês no convés hahahaha.

O ruivo passou à frente do mendigo, o empurrando para trás e pegando uma corda para ser o primeiro a chegar no topo da vela - Não vai se borrar lá em cima em hahahahaha - ria enquanto subia o mastro pela clássica escada feita de corda. Chegando em seu destino, Dante primeiro amarrou uma extremidade da corda no mastro e depois amarrou o restante na própria cintura, o suficiente para que pudesse atravessar a vela de ponta a ponta. Não havia medo no coração dele, no máximo um “frio” na barriga, que só servia para deixar Dante ainda mais entusiasmado. Então, finalmente iniciou o desafio. Lembrando das prazerosas aulas de dança com Rossio, o ruivo sabia que o primeiro passo para qualquer movimento é ter os pés firmes. Assim sendo, posicionou um pé à frente do outro na estreita faixa de madeira que servia de suporte para a vela. Estava tudo pronto, bastava saltar e cair em pé como um gatão

- Huuuuuuummmmmm - foi o gemido de Dante após espremer seus futuros filhos contra a madeira. O ruivo mordia o lábio para não gritar de dor e dar esse gostinho ao seu mais novo rival, Jules. Ainda se recompondo da dor, Dante se levantou para mais uma tentativa de saltar e cair em pé, mas agora suas pernas tremiam pela dor. Saltou mesmo assim. E o resultado não poderia ser diferente: tropeçou. Pelo menos estava com a corda, que o ficou pendulando de um lado para o outro como em um relógio. Lá de cima era possível ver os tripulantes rindo da situação no convés, o que motivou ainda mais o pobre coitado que acabara de passar por uma “quase castração”. Após muitas tentativas, Dante finalmente conseguiu saltar e pousar perfeitamente sem nem cambalear, mesmo com o vento do alto mar, que bagunçava os os fios rubros em sua cabeça.

- Isso aí! Agora que você já sabe se equilibrar, é só adicionar mais arte ao seu pulo - dizia orgulhoso o polvo, enquanto mostrava diversos saltos e posições acrobáticas no convés. Para um prodígio como Dante, aquelas rápidas demonstrações eram o suficiente para o aprendizado. O ruivo, portanto, começou a imitar o polvo, realizando saltos cada vez mais difíceis, sempre mantendo o equilíbrio no alto da vela. Também percebia o seu corpo ficando cada vez mais flexível, era como se todo o esforço para aprender a dançar e se equilibrar começasse a render frutos. E logo Dante conseguiu executar piruetas, equilibrar-se com uma só perna. Até mesmo ficou pendurado na corda, utilizando-a como uma espécie de tecido para simular movimentos complexos antes de reproduzi-los no chão.

~ Fim da Aprendizagem ~  
 
 
- Valeu! Eu já me sinto mais forte hehehe - agradeceria ao polvo enquanto alongava as pernas após um exercício extenuante - Agora vou lá pra dentro me refrescar um pouco, porque eu mereço né - limparia o suor da testa antes de entrar no interior do navio, procurando por uma cozinha ou algum depósito com bebidas frescas e algumas frutas para repor a energia. Se encontrasse um lugar assim, entraria e começaria a se servir, mas sem gula, apenas o suficiente para repor a força - Estou aqui a pedido do Senhor Nava, pode colocar na conta dele hahahahah - responderia caso fosse cobrado por alguém o valor dos bens consumidos.                                              
 
 
~ Informações ~

 
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Re: I - Florescer improvável Sab Abr 16, 2022 12:13 pm

Competindo!

A conversa com o Franky acabou sendo positiva, e ele finalmente conseguiu me explicar todo aquele papo de Sargon. A história dele é pesada, envolvendo escravidão e sofrimento, o que me faz refletir se as minhas escolhas com relação à Leslie foram as melhores. Como será que ela está se saindo? Um dia ainda vou descobrir. Na sequência de acontecimentos, consegui um professor polvo para me ajudar com acrobacias. Durante a conversa, Dante surgiu do nada e se intrometeu querendo treinar também. - Que sujeito insuportável!

Início da aprendizagem: Acrobacia

O Zé Polvinho aceitou facilmente nos mostrar como fazer suas acrobacias, logo depois de saltar habilmente para cima da amurada. - Mas é claro! O primeiro passo para aprender acrobacia é conhecer o próprio corpo e ter equilíbrio! - Então indicou um dos mastros que sustentava a vela no navio. - Vocês vão subir na vela e atravessar ela de um lado ao outro, pulando pouco a pouco e se equilibrando - Parecia ser um desafio e tanto, mas apesar dos riscos nosso instrutor tinha um plano de segurança. - Ah! Se amarrem com uma corda antes, não quero ter que limpar o resto de vocês no convés hahahaha. - Olhei com desgosto o que parecia ser uma péssima ideia. Para a minha sorte, eu adoro péssimas ideias.

Dante passou logo à frente e pegou uma das cordas primeiro, o que me fez também fazê-lo logo de imediato. Não seria superado nem um instante. - Fica vendo. - Respondi às provocação concentrado. Subimos até o topo do mastro e amarramos as cordas em nossas cinturas em na peça de madeira, formando um cinto de segurança. - Damas primeiro! - Disse com um sorriso canalha, quando Tresigallo avançava pelo caminho perigoso. O ladrão escorregou e caiu aterrissando com o saco naquela trave. - HAHAHAHAHAHAHAHA! OOOOO! - Foi minha reação, mas também acabei me desequilibrando e caindo. Por falta de atenção, havia amarrado uma corda longa na cintura, e quando a mesma esticou por completo, a dor do aperto foi imensa e eu bati levemente a cabeça no convés. Precisei de um bom tempo para me recuperar, engatinhar e voltar a escalar a escada de cordas enquanto todos riam. - F-Foi só o aquecimento! - Retruquei, com a cara fechada.

As horas seguintes foram de muitas tentativas até conseguir o equilíbrio perfeito, para então seguir com o treinamento. Precisou imitar os movimentos do polvo em saltos muitas vezes falhos, que resultaram em quedas de todo o tipo. Tresigallo parecia ter facilidade pra aprender, enquanto eu tive que me machucar várias vezes para acertar os saltos. Sempre me superando, suportando a dor e os olhares do restante da tripulação. Quando enfim o treinamento terminou, eu estava exausto mas finalmente tinha descoberto como fazer aquelas acrobacias. Meu corpo apesar de dolorido, agora tem a capacidade para executar movimentos difíceis com precisão.

- Muito obrigado senhor não-polvo. Foi um grande treinamento!- Agradeci, quando deixei meu corpo cair ao chão, sentado. A fadiga nos braços e pernas eram o meu maior problema por agora, além dos hematomas causados pelas quedas. O melhor a fazer seria descansar, até quem sabe a chegada no país de Kano.

Fim do aprendizado

Observando o mar, descansaria por ali mesmo enquanto estivesse esperando pelo destino que certamente estaria se aproximando. Se encontrasse o sujeito que pilota a embarcação, puxaria papo. - E então… O que sabe sobre o país de Kano? Soube que eles tem um rei por lá… - Aparentemente para o nosso grupo, a ilha é um mistério por completo. Quem sabe consigo alguma informação prévia do que está por vir.

- Tem marinheiros na ilha? Sabe…Pra nos manter bem seguros quanto à bandidagem… - Indagaria cossando o queixo.



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Re: I - Florescer improvável Seg Abr 18, 2022 10:01 pm

FLORESCER IMPROVÁVEL




Narração - 38

Treitem marujos, treinem!

No convés do Cambalacho, bem abaixo do céu noturno, Jules e Dante preparavam-se para treinar as acrobacias básicas que qualquer marujo precisa saber. Pittemburg (o polvo) instruiu-os com muita atenção e palavras motivadoras enquanto os dois sirarossianos competiam entre si.

Franky Tanky, entretanto, não conseguia relaxar no meio de toda aquela situação esquisita que estava acontecendo naquele navio. Por fim, decidiu ir ao encontro com o capitão, virou as costas para o oceano e foi para o interior do Cambalacho.

Depois de dar todas as lições que tinha de dar, Pittemburg desceu do mastro e foi até o pedestal do leme onde começou voltou toda a sua atenção para a pilotar a embarcação.

Mais alguns minutos se passaram e então os jovens terminaram os seus treinos para irem cada um para um lado diferente. E agora os membros daquele projeto de tripulação estavam todos separados.

Uma conversa à céu aberto

Depois de terminar o treino, Jules foi até o polvo navegador e puxou assunto sobre Kano

-O que eu sei sobre Kano? Eu sei que parece loucura, mas eu nasci lá! E em terra firme, dá pra acreditar? Kukukukuku - O polvo conversava abertamente com o jovem, mas sem olhar em seus olhos pois estava atento demais às estrelas - Temos sim uma figura no poder que se assemelha à um rei, as pessoas de lá o chamam de shogun! Além dele existem alguns senhores feudais muito ricos e poderosos que são chamados de Daimyos…

A explicação foi interrompida por mais uma pergunta, desta vez o jovem queria saber sobre a presença da marinha no local.

-Aqueles desgraçados estão em todo canto, e você ainda me pergunta uma coisa dessas? É claro que lá tem marinheiros. Lá é um lugar muito importante então é cheio de gente fodona…
~GYAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!~



Comer, comer, para poder crescer

Depois de se alongar, Dante foi para dentro em busca de um bom descanso e alguma coisa com sustância que lhe enchesse a barriga.

Passou então pela porta que dava acesso ao mesmo corredor de antes, mas desta vez ao invés de seguir até o final entrou no primeiro aposento cujo não havia uma porta, aquela era a cozinha do navio..

O lugar era úmido e tinha um péssimo cheiro de madeira velha que era acobertado pelo aroma do ensopado de mexilhões que estava pronto em cima da mesa onde estavam Willy, o sapo; e Pedigrew.

-Oh, e ai Dante, tudo bom? - falou o humano - Eu fiz esse ensopado com os mexilhões velhos que estavam na despensa, veja como está delicioso!

Willy estava na mesa mas ainda não havia nem sequer encostado no seu prato, ao invés disso apenas olhava para Dante com uma feição preocupada em seu rosto -Ei jovem, onde estão os seus amigos?

O humano olhou torto para o sapo, pegou uma caneca cheia de ensopado e levou a mesma até Tresigallo -Vamos, não me faça essa desfeita, coma um pouco!! - Pedigrew insistiu.

Foi quando um som agourento ecoou pelo corredor.
~GYAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!~

...


De Jacaré para Touro

Franky estava tão atônito com suas teorias que nem percebeu que já havia subido as escadas que levavam até a cabine do capitão e agora já estava de frente para a porta do mesmo. Bateu na porta para anunciar a sua entrada mas não esperou uma resposta.

Quando entrou no recinto avistou um enorme jacaré em pé sobre as duas patas traseiras, o animal estava de frente para o espelho, e pasmem, ele estava vestindo algumas das roupas luxuosas do capitão enquanto admirava o seu reflexo. Mas quando notou a presença de Franky, o jacaré deu um pulo e se esbarrou na mobília. Derrubou o espelho e rasgou as roupas que agora eram um simples pano rasgado.

O jacaré estendia as mãos para cima tentando em vão segurar a própria cabeça enquanto se balançava de um lado para o outro de tanta preocupação -Ai meu Deus!! Ferrou!! Agora lascou!!! O capitão Morgan vai arrancar o meu courinho e fazer um par de botas com o meu focinho!!! - Então ele olhou para Franky e ficou furioso - A culpa é sua!! Você me assustou e eu achei que era o capitão…

Mas quando o touro fez a sua pergunta sobre os animais, a raiva do jacaré se dissipou e ele fez uma cara de bobo.

-Mink? o que é isso aí? é marca de leite?Ah.. você tá falando da gente? A gente é humano… bom, pelo menos éramos até aquela velha coroca, o cachorrinho dela e o capitão entrarem nesse navio…Agora somos só um monte de seres estranhos sem lugar no mundo…Agora vai embora antes que o capitão volte, se reúna com seus amigos e não fiquem à toa por aí!

Mas antes mesmo de Franky poder responder o jacaré, um grito ecoou do andar de baixo. Aquele era um grito de extrema dor e desconforto, e aquela voz Franky poderia reconhecer muito bem…

~GYAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!~

Aquela era a voz de Anya.
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Re: I - Florescer improvável Sex Abr 22, 2022 12:21 pm



Acendendo a faísca do caos

Fala ~~ Pensamento


Ver o jacaré se fingindo de humano com as roupas de um homem, foi um tanto inusitado e me fez soltar uma pequena risada, de todas as cenas aquela era uma das que não esperava ver. O bicho ficou irritado comigo, mas em parte a culpa era dele, afinal ele que tinha se vestido com a roupa do capitão da embarcação e rasgado sem motivo algum. O verdinho ainda ficou falando, nem tive tempo para respondê-lo, pois ao mesmo tempo em que ele estava preocupado também parecia apressado.

O alerta do crocodilo foi cortado pelo grito de Anya, que estava no andar de baixo. Seu grito era de alguém que estava com dor e desconforto. Meus olhos se fecharam e os lábios se comprimiam. Por um instante tudo se apagou para se iluminar de novo quando abri meus olhos. Uma expressão determinada e raivosa estava em meus olhos, não podia deixar toda aquela loucura desmedida passar barato, estava muito preocupado com Anya, mas no momento tinha algo muito mais importante para fazer.

Respiraria fundo pelas narinas, conseguiria sentir cada sensação gelada penetrando meu nariz, sentindo o ar tomando os meus pulmões, para então se tornar em um rugido estrondoso com o intuito de tomar toda a embarcação. Aquele não seria um grito normal de um humano, faria ressoar uma voz feral e aterradora, semelhante ao rugido de um minotauro, de uma vaca monstruosa e gigante. Depois disso, agarraria o crocodilo pela boca e o levaria comigo para o convés, tentaria evitar seus ataques ou o que quer que ele fizesse para tentar me ferir.
- Dante! Jules! Eles estão atacando a Anya, no andar Inferior! Esse lugar é perigoso! - Rugiria o aviso para que aqueles que embarcaram comigo conseguissem entender o que estava se passando.

Já no convés o jogaria para minha frente, como alguém que trás uma caça recém abatida, mas com carinho para que ele não se machucasse antes de bramir minhas próximas palavras. - Então é isso? É assim que vocês vão viver? Sendo mascotes de um homem qualquer? Usados como experimentos por um babaca? - Pararia por um momento, não era nem um pouco com as palavras então tudo aquilo que estaria falando seria do fundo do meu coração e não algo planejado. - Vão simplesmente abandonar toda a vida de vocês, por culpa de alguém? - Respiraria fundo para tomar mais ar para poder gritar ainda mais alto. - Eu já estive na posição de vocês! vivi a merda da minha vida inteira como um escravo! Fizeram experimentos em mim, fui obrigado a navegar contra minha vontade! Me tornei um pirata porque alguém mais forte me obrigou! -

Faria uma pausa para me mover em direção a aqueles que estivessem na minha frente, ou se não, em linha reta. - Me deram a oportunidade de retomar meu destino em minhas mãos e agora é a vez de vocês! Vou dar essa oportunidade para vocês! Desta vez gritaria mais forte do que antes. - Capitão Morgan! Venha até o convés, vamos resolver essa disputa, aqui e agora! Não se esconda e venha provar se é o homem que acha que é! -

Retiraria o escudo de minhas costas e o ergueria em frente ao meu peito, esperando que o homem viesse. Se em algum momento alguém tentasse me atacar por qualquer direção que fosse, usaria minhas longas pernas para saltar para cima em uma esquiva, ao mesmo tempo que levaria o escudo em direção ao golpe para reduzir o impacto. Estaria atento para ataques de todas as direções, usando meus ouvidos para detectar qualquer movimento estranho ou suspeito.

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Re: I - Florescer improvável Sex Abr 22, 2022 1:12 pm
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A refeição após todo aquele esforço físico não estava à altura da expectativa de Dante. Mexilhões velhos servidos em um ambiente fedorento e úmido só faziam embrulhar o estômago de Dante, que não aguentava ficar naquela “cozinha” nem mais um segundo. Só de imaginar aquele cheiro grotesco impregnando na pele, o ruivo sentia a pele arrepiar e o conteúdo estomacal subir à garganta:

- Éhr… deixa pra lá, melhor eu tomar um banho antes de comer né? he he - tentava recusar educadamente a comida de Pedigrew. O sapo de mais cedo também não havia tocado na comida e, além disso, parecia preocupado com o ruivo e seus amigos - Onde eles estão? Não faço a mínima ideia… Franky deve estar procurando alguma alfafa para comer hahahahaha - gargalhava antes de Pedigrew entregar uma caneca daquele mexilhão nojento e rapidamente alterar a feição do ruivo para uma expressão de asco.

De repente aquela situação desconfortável de negar a comida era interrompida por um grito de arrepiar a espinha - O que foi isso? Estamos sendo atacados? - Dante se levantaria e sacaria ambas as espadas, ora olhando para o sapo e Pedigrew, ora olhando para o corredor, pensando no que fazer - Eu vou ver o que foi isso!

Dante, então, sairia da espelunca chamada de cozinha mesmo que o sapo ou o Pedigrew dissessem coisas para desencorajá-lo. Como o som parecia ter ecoado pelo corredor, seria lógico primeiro verificar cada cabine a fim de encontrar algum inimigo escondido. Portanto, caminharia lentamente até o final do corredor, pois começaria sua busca pelo macabro setor médico. Só de pensar em voltar para aquele lugar cheio de fetos fazia o mais novo pirata engolir seco.

Se escutasse Franky gritando ou notasse alguma coisa de anormal, como ser atacado por um tripulante do navio ou ver algum companheiro sendo atacado, Dante seria tomado por fúria e deduziria a situação em que se encontrava. “Nava desgraçado, ele mandou a gente para morrer nesse navio? Assim não seremos uma ponta solta!”. Pensar em ser traído por Nava, pensar na segurança de Rossio, pensar em seus novos amigos em perigo, tudo isso fazia o sangue borbulhar e a fúria subir à cabeça.

- DESGRAÇADOS! - gritaria enfurecido. Dante só pensava no pior. E se um companheiro houvesse sido preso, ele precisaria de um refém para tentar no mínimo uma troca. Assim sendo, quem melhor do que aquela médica, afinal ela parecia ser bem importante para o navio. Além disso, o seu assistente estava na cozinha, então provavelmente ela estaria sozinha, portanto Dante teria um espaço de tempo, ainda que pequeno, para derrubar um dos oponentes sem ter que lutar em menor número. Para aumentar ainda mais sua chance de vitória, o ruivo destruiria todas as lamparinas do corredor usando a espada como um porrete. Afinal, Dante estava acostumado à escuridão total, usaria isso ao seu favor.

O ruivo não teria tempo para abrir a porta da ala médica com uma gazua, então caso ela estivesse trancada, desistiria momentaneamente do plano para voltar à cozinha e surrar o Pedigrew. Porém, caso a porta estivesse aberta, entraria no “consultório do mal” e bloquearia a porta com uma cadeira embaixo da maçaneta ou movendo um móvel até ela. Uma vez dentro da sala, Dante bateria uma espada na outra fazendo o som do metal ecoar antes de dizer:

- Doutura Wiss? Eu vim para te enterrar, seu cadáver ambulante! - Dante posicionaria ambas as espadas a frente do seu corpo, formando um “X”, pronto para defender qualquer tentativa de ataque. Andaria pelo laboratório até encontrar a médica e finalmente iniciar a luta.

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Re: I - Florescer improvável Dom Abr 24, 2022 5:31 am

Busco confusão

Agora eu tinha algumas poucas informações sobre Kano, fornecidas pelo meu novo amigo polvo navegador.  Kano tem um governante central, aparentemente um nobre rodeado de marinheiros lambendo suas botas.  É sempre assim. Nossa conversa foi interrompida por um grito que vibrou pelo navio, me fazendo sacar a espingarda instintivamente e de imediato e apontar para a cabeça do polvo.  - Tentáculos no volante ou eu explodo essa sua cabeça molenga.  Que merda foi essa? - Diria em tom ameaçador enquanto tento observar meus arredores.  Tentaria contato visual com os membros do meu grupo, imediatamente. - Olho no horizonte, marujo.  O que vocês são além de aberrações? Piratas? Caçadores? - Uma péssima hora para um interrogatório? Se conseguir ouvir os avisos de Franky, pressionados o cano da espingarda ainda mais contra a cabeça do polvo.

Escutaria todo o discurso de Franky, prestando atenção a todos os possíveis inimigos ao redor.  - Quanto ao Morgan, eu não sei o que vão fazer… Mas aqui está a Betsy, sua nova capitã.- Diria engatilhando a espingarda.  Nunca fui um bom atirador, mas o importante é que eles não sabem disso. - E a Betsy aqui quer que você jogue o navio na primeira praia de Kano, sem portos, sem decks e sem surpresas, ou eu vou descobrir quants cérebros tem um polvo. - Até onde vai a emboscada? Nava está envolvido?

Se o polvo estiver disposto a cooperar, manteria ele na mira enquanto observo o desafio de Tanky no convés.  Ele queria iniciar um motim, aparentemente, o que é algo perigoso já que mal conhecemos a tripulação. No entanto, ele parece entender um pouco melhor a situação dos marujos no navio.  Se o polvo se expressar como um amotinado, perguntaria. - Muito bem então… Quem deve cair? - Na tentativa de tentar descobrir as lideranças do bando, além do tal Capitão Morgan.

Conseguindo alguma resposta ou não, o deixaria de lado e correria para procurar Anya.  Ela parece ser o estopim para o que quer que seja que vá acontecer aqui.  Seja o que for que a estiver atacando, eu iniciaria uma ofensiva com um gancho de direita bem na direção do maxilar inimigo, usando de velocidade e impulsão para ampliar a força do golpe.  - O que que tá rolando por aqui? - Atire primeiro, pergunte depois.   Tentaria analisar o cenário, mantendo a Anya às minhas costas. - Olho vivo mulher peixe… Um motim está estourando… - Diria, se as palavras do Franky tiverem dado algum resultado.

Se houver algum ataque em direção ao meu rosto, bloquearia com minhas mãos fechadas atingindo a lateral da arma/membro do adversário, de modo a afastar o golpe.  Em seguida após a guarda inimiga estar aberta, aplicaria uma sequência de três socos visando cabeça e pescoço.  Em caso de um ataque em direção ao meu tronco, giraria em meu próprio eixo para a direção mais apropriada de forma a evitar a trajetória direta do golpe, para então acertar um soco de mão trocada na nuca do oponente.  Enquanto isso, deixaria o pé posicionado para que o mesmo tropece e talvez vá ao chão.  Preciso ter cuidado em não deixar ninguém passar, para não atingir Anya que vigia a minha retaguarda.

- Vamos até ver até onde vocês aguentam!!! Vocês mexeram com a ORDEM DO PAVOR!! - Diria em tom intimidador, batendo as luvas uma na outra.



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Última edição por Shogo em Sab Abr 30, 2022 6:27 pm, editado 1 vez(es)
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Re: I - Florescer improvável Dom Abr 24, 2022 3:17 pm

FLORESCER IMPROVÁVEL




Narração - 39

Escute!

Jules enfiou o cano da espingarda na cabeça do polvo Pittenburg, que continuou velejando com 4 dos tentáculos, já os 2 que sobraram ele ergueu demonstrando rendição.

-i…isso foi só um gritinho… na…não foi nada demais.. - A voz trêmula do polvo mal conseguia sair de sua boca por conta do medo de ter os miolos estourados -PIRATAS!! a gente é pirata… bom… éramos…agora somos mercadorias… Por favor amigo, não me mate…

Jules entrou na mente de Pittenburg e com poucas palavras fazia o mesmo estremecer mais ainda.

-ma..mas ainda faltam dias de viagem…Ainda estamos mais perto de Sirarossa do que de Kano…MAS NÃO ME MATA, POR FAVOR!! EU VOU NOS LEVAR PRA LÁ!!!

Então a porta da cabine do segundo andar se abriu e por ela o touro rosa passou aos berros puxando o pobre jacaré chorão pela boca.

Franky arremessou o réptil no convés e gritou a sua verdade para que todos pudessem ouvir. Então, por fim, chamou o temido capitão Morgan para um embate.

Um grito que vem de lá

Aquele ambiente comum entre os piratas causava uma imensa repulsa para o ruivo, que não via a hora de dar o fora daquela cozinha nojenta. Inventou desculpas em vão, pois naquela altura um banho lhe apetecia muito mais do que aquele ensopado de mexilhões, mas Pedigrew tomava a frente de seu caminho, insistindo em dar-lhe a caneca cheia de ensopado.

Foi quando o grito da mulher-peixe ecoou como um agouro por todo o navio.

Willy, o sapo, levou as mãos até os ouvidos e afundou a sua testa na mesa como se desejasse mais do que tudo não estar ali. Tresigallo sacou suas duas espadas e olhou para o carpinteiro, mas quando se voltou para o corredor sentiu uma mão pesada agarrar a sua camisa impedindo-o de prosseguir o seu caminho - Não estamos sendo atacados! então abaixa a bola ai rapaz!! - A enorme mão de Pedigrew puxou Dante para trás com força o suficiente para desestabilizar o equilíbrio do ruivo, erguê-lo do chão e arremessá-lo contra a mesa e derrubando toda a panela de ensopado - Veja o desastre que você fez!!!! - falou o cozinheiro antes de beber o resto do ensopado que ainda estava na caneca.

Assim que bebeu a receita de mexilhões, Pedigrew começou a se contorcer involuntariamente, seus músculos aumentaram exponencialmente, pelos brancos e espessos começaram a surgir por todo o seu corpo e pouco a pouco aquele homem com cara de bobo se transformou em uma enorme besta caprina.

I - Florescer improvável - Página 9 1481

-Você não vai pra lugar nenhum!

- Desculpe…me desculpe meu jovem….- O sapo tremia em posição fetal enquanto ofegava sons de choro…Algo incomodava muito aquele sapo estranho…

Então um urro feroz ecoou pelo navio, seguido de um discurso motivacional cheio de indignação…Aquela era a voz de Franky que clamava pela justiça e liberdade que sempre havia sonhado em conquistar.

Tressigallo sabia que precisava chegar ao laboratório da Dra.Wiss, mas entre o ruivo e o corredor estava Pedigrew, imponente e furioso, portanto, precisaria derrotar o cozinheiro se quisesse chegar até a doutora.

Antes de fazer qualquer coisa, Dante pôde ver o capitão Morgan passando por trás de Pedigrew, indo na direção do convés com uma longa espada em mãos.

Do fundo de seus corações

As lágrimas escorriam sem parar pelos rostos do polvo e do jacaré. As palavras de Franky haviam tocado o íntimo de duas almas e agora eles não tinham mais reação alguma a não ser chorar igual bebês. Inclusive, Pittenburg se esqueceu do cano da espingarda em sua cabeça, largou o leme e começou a esfregar os olhos molhados.

Enquanto isso, Morgan seguiu pelo corredor escuro, passou pela frente da cozinha e foi direto até o convés, onde avançou contra o touro sem dizer nenhuma palavra. O homem passou pela porta como um raio e inclinou a sua espada com tanta maestria que se não fosse pelo reflexo do touro (e pelo escudo, obviamente) certamente teria matado o mink.

Jules aproveitou o momento de colisão, e quando o golpe de Morgan se chocou contra o escudo de Franky, o mendigo contornou os combatentes e adentrou pela porta que estava aberta, e então seguiu pelo corredor até a porta do laboratório que é de onde os gritos de Anya vieram.

O impacto do golpe fez Franky Tanky cambalear dando alguns passos para trás, enquanto Morgan permaneceu tranquilamente no mesmo lugar.

I - Florescer improvável - Página 9 Capitao_Gancho__disney_villains_captain_hook_by_booom

-Estou aqui, marruá! Vou te ensinar a ter um pouco mais de respeito por seus superiores!

[…]

Ao chegar no laboratório, Jules avistou Anya dentro de uma pequena jaula, a mulher estava ensanguentada e tinha suas mãos e pés algemados.

-Sai daqui!! - Anya falou ao ver o jovem mendigo - Se eles te pagarem já era!! me esqueçam e fujam desse barco…

Mas antes de que Jules pudesse fazer algo, um frasco cheio de um líquido rosa voou na sua direção , Jules ergueu os braços em defesa, mas assim que o frasco de vidro se quebrou, explodiu igual a uma bomba. A velha doutora surgiu por entre a fumaça densa que havia naquele cômodo.

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-Ele não vai sair daqui… e nem você…Vou transformá-los em mercadorias caras e vamos vendê-los no leilão de Kano!
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Re: I - Florescer improvável Seg Abr 25, 2022 1:13 am
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Se antes Dante tinha alguma dúvida sobre ter caído em uma enrascada, agora tinha a certeza. Ainda mais após a reação desesperada do sapo carpinteiro e o puxão nada amigável de Pedigrew, que fez o ruivo voar contra a mesa e derrubar todo aquele ensopado nojento no chão. A raiva que borbulhava o sangue de Tresigallo alcançou níveis nunca antes vistos. Tê-lo sujado com aquele ensopado colocou o Pedigrew quase no mesmo patamar de ódio que Macdu. E, após ter ouvido o discurso de Franky e visto o capitão Morgan passando, era evidente que Dante não poderia perder a classe. Precisava se recompor logo e partir para a ação: estava na hora de brilhar mais uma vez:

- Tsc tsc tsc tsc… - balançava a cabeça de um lado para o outro ao se levantar do chão - Você não deveria ter me sujado com essa merda nem encostado em mim com essa sua mão podre hehehe - sorriria como um psicopata enquanto pegaria a panela de ensopado pela alça com a ponta da espada, deixando-a pendurada e pendulando lentamente de um lado para o outro - O que foi, sapinho? - apoiaria o pé esquerdo na borda da mesa, pronto para empurrá-la em direção ao inimigo - Anime-se, teremos carne de cabra para o jantar! - diria ao carpinteiro sem desviar o olhar de Pedigrew por nem mesmo um instante.

Após sua fala, Dante lançaria a panela em direção ao rosto de Pedigrew com o claro intuito de tirar sua atenção, embora não esperasse que um golpe tão baixo funcionasse contra ele. O que talvez funcionasse seria o próximo movimento de Dante: assim que o “monstrengo” reagisse à panela, o ruivo, com a perna esquerda, empurraria a mesa na direção das pernas do homem-cabra a fim de forçá-lo a desviar ou a defender o ataque. Em seguida, subiria em cima da mesa e pegaria um impulso para deslizar nela até a outra extremidade, como se estivesse aplicando uma “voadora”. Se o adversário estivesse esperando no final da mesa ou próximo a ela, Dante firmaria um dos pés para usá-lo como um pivô antes de chegar à borda, então giraria como em uma dança, usando o pé de eixo e abrindo ambos os braços para realizar um movimento de corte em 360 graus com ambas as espadas na altura do peito, mas em sentidos opostos. Caso o adversário tivesse desviado para longe da mesa, apenas desceria da mesma e avançaria em direção a ele para ganhar alcance.

Seguiria a batalha tentando empurrar Pedigrew para um dos cantos da sala. Portanto, com a rapieira na canhota, desferiria diversos estocadas rápidas mirando a barriga do alvo. Ficaria com a espada da mão direita apoiada no ombro, pronta para repelir com cortes amplos qualquer chute, soco ou cabeçada que o adversário pudesse usar para contra-atacar. Caso ele tentasse lançar algo, o ruivo saltaria para trás usando uma espada para bloquear o lançamento e a outra para realizar um corte amplo na diagonal a fim de mantê-lo a uma distância mínima. Na hipótese de ser agarrado, Dante cuspiria no rosto do inimigo e tentaria acertá-lo com um chute ou uma joelhada bem nos testículos, para em seguida usar ambas as espadas e abrir um “X” em sua barriga.

Na hipótese de ser atacado com uma rasteira ou golpes amplos, Dante tentaria ser astuto e utilizar ao extremo sua destreza e velocidade. Ele posicionaria a espada direita na vertical com o fio da lâmina apontada para o membro que o adversário utilizasse para atacar, dessa forma usaria a própria força do oponente para cortá-lo como se a espada fosse uma serra automática. Para dar mais firmeza à espada, apoiaria a perna ao lado não cortante da lâmina caso fosse uma rasteira, ou a apoiaria no próprio tronco para golpes mais altos.

Se conseguisse forçar o homem-cabra contra uma parede, prosseguiria para o ataque principal, visando acabar com a luta o mais rápido possível. Com a espada na mão direita, cortaria na horizontal de cima para baixo, mirando o pescoço inimigo e girando com o tronco para a esquerda, a fim de dar mais força ao movimento e esconder o ataque que viria a seguir. Enquanto estivesse realizando o movimento anterior, Dante puxaria o braço esquerdo para trás, segurando a rapieira de forma que ficasse em pé atrás das costas do ruivo e longe da visão de Pedigrew. Quando terminasse o movimento, giraria a rapieira em sua mão até que ficasse apontada em direção ao inimigo e então a usaria para castrar aquela cabra. Sim, estocaria um um dos principais órgãos masculinos e deslizaria a espada até o lado oposto, terminando o processo de castração em ambos os lados. Caso fosse sucedido, saltaria para trás e debocharia:

- Heh, isso foi por ter encostado em mim, agora ainda falta você pagar por ter me sujado… Ei Willy, já quer ir adiantando a janta? Temos dois ovinhos bem aqui HAHAHAHAHAHA - evidentemente manteria os olhos bem atentos em Pedigrew, afinal ele provavelmente estaria enfurecido agora.

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Re: I - Florescer improvável Seg Abr 25, 2022 6:39 am



Do circo ou de um conto de fadas?

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Falei do fundo do meu coração para os “animais” ali presentes, aquilo era o que eu sentia e achava certo, mas alguém não gostou do que falei. O golpe foi rápido, não posso negar, por pouco não havia morrido, entretanto, havia me preparado para me defender de golpes tão abruptos e repentinos. Mas o poder era tamanho daquele ataque que me fez até andar alguns passos para trás, e à minha frente estava um inimigo poderoso, alguém digno de ser chamado de capitão, um adversário à altura na minha frente estava…

Ao notar o homem à minha frente, com sua voz de guerreiro do mar, suas roupas, seu gancho e sua espada, estranhei por um instante, arregalei os olhos e comecei a rir. Não conseguia segurar a risada frente a algo tão estúpido e engraçado. Era simplesmente impossível, aquele sujeito vestido daquele jeito, com um bigodinho de vilão , uma roupa tão chamativa e um gancho no lugar da mão, aquilo não poderia ser real.

- Cara, sério! Na boa, tinha colocado muita expectativa em você, eu te juro! Seu golpe foi muito forte, você chegou todo imponente aqui… Mas aí então… Eu te vi e… - Voltaria a gargalhar estrondosamente. - Você parece um palhaço! Não tem como te levar a sério! - Faria uma pequena pausa antes de retomar as minhas piadas. - Você saiu de que conto de fadas? Com essa roupinha de circo já colocou medo em alguém? E esse ganchinho? Para ser sincero, você está até que fofinho com esse visual, parece que embarcou para uma festa a fantasia no navio. - Estaria ao mesmo tempo receoso com a situação, mas não deixaria transparecer isso, tinha colocado a confiança daqueles homens nas minhas costas, apesar de não me importar muito com eles. Queria ao menos fazer por eles o que fizeram um dia por mim.

Aquele era um inimigo poderoso e por isso não poderia vacilar nem por um instante. A cada momento me manteria completamente atento a situação dos arredores, se em algum instante precisasse bloquear um ataque do homem levaria meu escudo diretamente na direção do golpe, me atentando para possíveis fintas ou golpes traiçoeiros, nesse caso, usaria todo o meu corpo durante o bloqueio para executar um ataque me lançando na direção dele com o escudo na sua direção, como uma parede de metal.

Queria evitar que o capitão Morgan tivesse a dianteira no combate, por esse motivo, iniciaria um avanço na direção dele, com meus chifres muito bem posicionados rumo ao seu corpo, mas ao invés de seguir até o final com o golpe, no instante em que me aproximasse o suficiente executaria um salto com minha perna de coelho para passar por cima dele, ao mesmo tempo em que usaria minha longa perna para pisar no seu rosto com o intuito de lhe causar dano com todo o meu peso e força e depois executar um salto acrobático, caindo na frente dele o encarando.

Se o ganchudo estivesse em uma área onde houvessem itens soltos por aqui e por ali, em um momento de distração, ou até para causar uma distração para um dos meus ataques, lançaria um dos objetos, instantes antes de dar uma investida para aplicar um poderoso golpe com o escudo em direção ao tronco dele.

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Re: I - Florescer improvável Seg Abr 25, 2022 8:24 pm

Ela é má

Finalmente encontrei Anya, ensanguentada e acorrentada enquanto parecia sangrar. Ela tentou me avisar para sair dali e fugir do barco, mas era tarde demais e além disso, no meio do mar não temos qualquer lugar para ir. Péssima ideia, mas um senso de auto sacrifício notório com toda a certeza. Antes que eu pudesse pensar em uma resposta, uma mulher magrela me atacou jogando um frasco com algum tipo de produto químico, do qual pude me defender com facilidade. No entanto, ele explodiu como uma bomba de fumaça que parecia perigosa para se respirar.

- É sério que você perdeu pra uma senhora idosa? - Ri com desdém, enquanto observava aquela velha logo após suas explicações sobre um plano. - Olha só dona, no momento em que você prendeu a Aninha aqui, definiu a própria sentença. Pode apostar que a gente não vai a lugar algum… - Diria enquanto deixo a espingarda pendurada pela bandoleira, e calço as luvas dadas pelo Nava. - Já vocês… Vão passar o resto da eternidade no fundo do mar. - Tentaria dizer isso sem respirar muito daquele gás. Obviamente precisaria usar aquilo a meu favor, mas como?

Primeiramente observaria a cela de Anya. Se for possível de alguma forma entregar a espingarda à ela, e com algum apoio ela talvez consiga fazer um disparo, assim eu faria. Mas antes me movimentaria de tal forma a virar alvo da cientista, ao passo que ela jogue outros frascos em minha direção. Tudo isso para que eu os bloqueie agora com as luvas, direcionando-os para o chão de forma a criar uma nuvem de fumaça. Se obtiver sucesso com isso, entregaria a arma da melhor forma para Anya em meio a fumaça e tentando não respirar aquilo. Em seguida, saltaria para fora da nuvem em busca da maluca, para também recuperar o fôlego.

- Vamos lá titia… - Se a encontrasse, partiria em sua direção com jabs. Ela não parece ser do tipo que bloqueia, então usaria de meus golpes para que ela se movimente pela sala sem deixar tempo para que ela saque mais algum frasco. O objetivo seria acertar, é claro, mas sempre deixando um lado pra que ela esquive apenas para uma direção. Se ela se esquivar do jab, giraria sobre meu próprio eixo para tentar bater com a parte inferior do punho bem em seu nariz. Toda essa movimentação para que ela ficasse bem perto da cela de Anya, e a tritã mandasse a desgraçada direto para o inferno.

Se ela não seguisse a minha dança, iria partir para cima dela com os braços abertos, para um abraço apertado. - Te peguei… - Com o impulso e usando o peso do meu corpo, giraria no ar de forma a cair por baixo deixando-a por cima, de forma que ela ficasse exposta para o golpe de misericórdia da prisioneira fedorenta. - Você perdeu… - Diria, provavelmente antes de ficar coberto de sangue. - Blergh! - Então jogaria o corpo desfalecido para o lado, enquanto cuspo aquele sangue sexagenário. - Tem que admitir Anya… Isso foi lindo… Pode me agradecer vai… Eu deixo. - Diria enquanto tento me limpar de alguma forma, e procuro alguma chave para libertar a tritã. Procuraria pelo cadáver, armários e gavetas, para imediatamente abrir a cela e quem sabe as correntes.

Se nada do meu plano der certo, tentaria bloquear os frascos de modo a pegá-los e girando atira-los na direção da inimiga. Com a fumaça causando uma distração, partiria para cima saltando e usando toda a minha impulsão para aplicar um foguete mirando seu nariz.

Como um troféu, se o óculos não estiver destruído, o pegaria para mim e o colocaria no rosto, para depois olhar para Anya. - O que achou? Fiquei estiloso? - Sorriria mesmo com a cara vermelha de sangue e apontaria para ela, fazendo arminha com a mão desenluvada.



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Re: I - Florescer improvável Qui Abr 28, 2022 7:02 pm

FLORESCER IMPROVÁVEL




Narração - 40

Franky Vs Morgan

A rapieira do capitão chocou-se contra o escudo do touro fazendo com que faíscas salpicassem pelos ares. O som de baque metálico ecoou por entre o som das ondas e então, logo após o som estrondoso que até pareceu um trovão deu para se ouvir uma risada sarcástica que irritou o capitão. Franky não havia se aguentado diante da aparência excêntrica de Morgan e agora estava a caçoar do mesmo.

-Você acha que tem moral pra rir da minha aparência? - o capitão respondeu enfurecido - VOCÊ É A PORRA DE UM TOURO ROSA COM PERNAS DE COELHO!!! SEM SOMBRAS DE DÚVIDAS, O MAIS ESTRANHO AQUI É VOCÊ!!!

Então Morgan avançou contra Franky desferindo tantos golpes velozes com a sua rapieira que o touro nem sequer conseguiu ter alguma reação. Franky apenas ergueu o escudo e se protegeu da forma que conseguia enquanto era pressionado pelo capitão, andando para trás um passo de cada vez.

Ao notar que Franky estava atento demais ao bloqueio, Morgan jogou-se para o chão e girou o corpo com a perna esticada, realizando uma rasteira que fez Franky Tanky tombar fortemente com as costas no chão do convés. E então o touro sentiu a ponta da rapieira do capitão encostar em seu pescoço.

-Já chega de baderna, não tolerarei um motim em meu navio!

Franky poderia sentir que a derrota era certa, a ponta da repieira afundava lentamente na carne de seu pescoço fazendo o sangue escorrer pelo piso de madeira - Você seria uma ótima mercadoria, mas não vale o risco de motim…Agora morr…- Antes que o Capitão Morgan terminasse a sua frase, um barometro passou voando por cima do touro rosa e quebrou ao se chocar contra o rosto do capitão Morgan, que fechou os olhos e se afastou por conta da dor.

-Que insubordinação é essa? - o capitão falou ao massagear o nariz com a parte curva de seu gancho.

Logo atrás de Franky; Pittenburg e o jacaré estavam enfurecidos, de pé, e com os braços cheios de pequenos objetos que utilizavam para arremessar contra o capitão.

-A gente já cansou dessa história!!! - Pittenburg falou antes de arremessar mais uma bússola na face do capitão.

-Insubordinação não, capitão…Isso é um ponto final! - completou o Jacaré.

Então, sem parar, os animais continuaram a atirar os pequenos objetos contra o humano que pouco a pouco se afastava do touro por conta das pancadas que recebia dos objetos arremessados.

-Vamos touro, se recomponha!!!

Franky aproveitou a deixa criada pelos outros animais, se levantou e posicionou-se para realizar a sua finta. Ergueu o seu escudo e avançou contra o homem, chocando-se contra o mesmo e apertando-o entre a parede, seu escudo e seus chifres que afundaram no peitoral de Morgan.

O sangue do Capitão escorreu pela parede e formou uma poça de cor rubra no chão que conforme ficava maior, diminuía o brilho dos olhos do capitão.

Dante Vs Pedigrew

A panela girava na ponta da rapieira do ruivo safo que com um largo sorriso desdenhava de seu oponente

-A cabra é quem cozinha, seu franguinho! Depois de levar uma surra você vai comer tudo sem dizer um “pi…

PLOW

O panelão amassou ao acertar a cabeça da cabra, interrompendo a sua fala, mas o animal não sentiu dor nenhuma, apenas se enfureceu ainda mais. Tresigallo empurrou a mesa contra a enorme cabra peluda que socou o móvel e o obliterou em pedacinhos. Pedigrew havia ficado realmente enorme e soco daquela mãozona acertou Dante com tudo, mas o ruivo, astuto como sempre, apoiou o lado não cortante da espada em seu tronco para se proteger.

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O socão da cabra causou sim danos ao pobre ruivo, que saiu voando mais uma vez, e agora até rachou a parede da cozinha. Poderia sentir uma leve tontura, e talvez algum osso estivesse fora do lugar. Mas o que poso dizer sobre a cabra é que ela foi quem se fud… nessa história, pois quando o soco acertou a espada, metade de seu casco foi decepado.

-AAAAAAAAAAAA!!!! MINHA MÃO DE COZINHAR!! - Pedigrew urrava de dor enquanto se debatia descontroladamente, causando a destruição de boa parte da cozinha.

O carpinteiro Willy correu até Dante e ajudou-o a se levantar.

-Me desculpe por ter sido tão misterioso…Eu vou explicar tudo mas agora precisamos vencer! - Então o sapo pulou até um armário e retirou uma espada. Depois voltou para perto de Dante e reverenciou-o - Você e seus amigos me deram um resquício de esperança…sendo assim, eu prefiro morrer do que abaixar a cabeça pra esse verme mais uma vez! Conte comigo para o que precisar!

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Dante então partiu para a sua última investida, saltou contra a enorme cabra e afundou a espada em seu pescoço fazendo-a afundar na diagonal até a terceira costela do animal. Impulsionado pelo peso contra a cabra, o ruivo deu uma pirueta sobre as costas de Pedigrew. A pobre cabra ainda teve o desprazer de sentir as suas bolas serem castradas antes de morrer…trágico, trágico…

Jules Vs Wiss

-EU NÃO PERDI PRA SÓ PRA ESSA VELHA!! - falou anya - ERAM TRÊS CONTRA UM!!

A velha impaciente atirou mais um franco contra a dupla, só que dessa vez o frasco apenas acertou uma parede - Vermes, intrusos, não passam de cobaias!!- falou ao atirar mais frascos.

Conforme as explosões eram direcionadas para o chão, mais fumaça era exalada, Jules então entregou a espingarda para Anya, e, em pouco tempo já não dava mais pra ver nada do que aconteceu lá… sendo assim, peço que relevem a falta de informações a seguir…

Enquanto Jules prosseguia por entre a fumaça densa, podia ouvir as explosões que sucediam o barulho fino dos frascos que passavam perto de sua cabeça. O boxeador avançou e desferiu um jab que acertou diretamente alguma coisa mole e velha mas o segundo golpe acertou apenas o vento, e logo em seguida sentiu um frasco que quebrar ao acertar o seu quadril.

BOOM

Dessa vez a explosão acertou o rapaz que foi arremessado contra a jaula de Anya. Ele sabia disso por conta dos resmungos da mulher-peixe - Ei, mendigo! Você está bem?

-Uuui… essa doeu, seu fedelho! Mas não pense que vai vencer de mim!

Jules avançou para mais uma investida, desta vez abriu os braços para tentar agarrar a velha, e para a sua surpresa, conseguiu.

-Ei, desgraçado!! Me solte!!! - Wiss gritou quando imobilizada sob o seu oponente.

-Eu não consigo ver nada, não posso atirar! - Disse Anya - E se eu te acertar?

A mulher peixe não atirou, e isso deu uma brecha para a Dra. Wiss pegar o resto dos frascos que haviam em sua mão e enfiou todos na boca, depois mordeu os frascos de vidro e o seu sangue começou a escorrer por seu rosto enquanto se misturava com todas aquelas outras substâncias químicas.

Uma luz forte se fez presente no local enquanto os móveis, frascos e tudo mais começou a ser movido como se um grande vendaval estivesse ocorrendo dentro daquele laboratório. Já não existia mais fumaça e tudo estava claramente iluminado pelo raio de luz que emanada da cientista que pouco a pouco crescia mais e mais, deixando o seu aspecto humano e dando forma a uma monstruosidade inenarrável.

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Como a transformação terminou por destruir todos os cômodos superiores, agora a cozinha já não tinha mais teto, e a cabine do capitão então, nem se fala. Aquela besta era imensa e tinha cauda de cobra, duas cabeças répteis e uma felina, além disso, tinha asas de morcego e patas de onça. Wiss agarrou Jules com a boca felina e abriu as asas para alçar voo.

A criatura monstruosa sobrevoou o Cambalacho com Jules na boca, rodopiou três vezes e então pousou bem atrás de Franky e os outros animais, no convés soltou o jovem que estava ensanguentado por conta da mordida, e então rugiu com as três cabeças.
I - Florescer improvável - Página 9 Quimera2Blegal

Historico:









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