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É com muito prazer que lhes damos os comprimentos ao nosso RPG. All Blue se trata de um RPG narrativo com o ambiente principal centrado em One Piece, obra de Eiichiro Oda.
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I - Florescer improvável

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Kenshin
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Kenshin
Desenvolvedor
I - Florescer improvável Qui Maio 13, 2021 1:02 am
Relembrando a primeira mensagem :

I - Florescer improvável

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Civil Dante di Tresigallo. A qual não possui narrador definido.

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"Ah, mas eu não quero ter dois caminhos ou ah, mas eu não quero ter caminho nenhum. Ué, você já pode porra, a única coisa que te impede de fazer isso é ser zé metinha e querer ficar comparando o tamanho do pau com o coleguinha pra compensar o ego frustrado." - Luquinhas, 2022

Hoyu
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Hoyu
Narrador
Re: I - Florescer improvável Sab Jan 15, 2022 10:58 pm

I - FLORESCER IMPROVÁVEL



O hotel barato começava a tremer e rachar por toda parte, começando o processo para desabar. Nitidamente não era uma demolição profissional, em que todo o edifício implodia instantaneamente, o que era compreensível, afinal para algo assim seria necessário uma boa quantidade de explosivos posicionados em lugares óbvios, o que deixaria clara a intenção da armadilha. Apesar de tudo, as bombas discretas posicionadas por Romualdo estavam fazendo o serviço, enquanto aos poucos o hotel ia para o chão, mas ao menos dava a Dante e Cheng a chance de tentarem fugir. - PUTA MERDA, A GENTE VAI MORRER! - O celestial começava a entrar em pânico, ainda com o gravados na mão, e Dante o segurava com força, fazendo-o voltar a realidade, para que ambos pudessem sair correndo porta afora. Antes de sairem, foi até um canto do quarto e pegou rapidamente um travesseiro que havia tirado de cima da cama, mas não encontrou nenhum lençol, pois os usou para que Lorenzo ficasse preso à cama. - EI! VOLTA! ME TIRA DAQUI! NÃO ME DEIXA AQUI! - Lorenzo, logo ao seu lado, começava a se debater, tentando se libertar das amarras dos lençóis que Dante havia feito, mas sem sucesso, enquanto gritava desesperado para alguém o salvar. Mesmo que Dante não quisesse o matar daquela forma, não havia tempo de o desamarrar da cama, cada segundo era precioso, e o sangue de Lorenzo estava em suas mãos.

No primeiro andar, Tanky começava a se desesperar após o barulho alto quase o deixar surdo, ainda ouvindo um apito em seu ouvido. Felizmente, uma das saídas do lugar estava logo atrás de si, e pode correr para o lado de fora. No beco, pode ver muitas rachadura surgindo em toda a estrutura do hotel, espalhando-se e fazendo alguns pedaços grandes de concreto caírem no chão. Pensando no que poderia fazer para ajudar, já que entrar lá dentro não era uma opção, correu até a parte da frente do hotel, onde haviam algumas janelas, e pode ver várias pessoas saindo correndo do lado de dentro, aparentemente os "reféns" que Anya estava de olho, entre eles a própria mulher-peixe, que sabia pela porta de entrar totalmente horrorizada. - O que ta rolando? Eu sei que ameacei derrubar esse lugar, mas era só uma ameaça, não era literal! - Mas Tanky estava focado, olhando as janelas dos andares superiores buscando seus companheiros.

Lá dentro, Dante e Cheng corriam por suas vidas, descendo as escadas para o segundo andar enquanto os degraus de pedras se rompiam debaixo de seus pés, rachando e quebrando. Uma gigantesca rachadura havia surgido no meu do corredor, e sem ver nenhuma janela pelo lado de fora dos quartos, entrou no primeiro apartamento aberto que encontrou, de algum dos residentes que haviam saído durante a comoção de pouco tempo atrás. Lá dentro pode ver um enorme buraco no meio do chão, onde a cama havia caído para os andares abaixo. - Eu não quero morrer, eu não quero morrer, eu não quero morrer... - Cheng já estava chorando, enquanto repetia um pedido a tudo que havia de mais sagrado, correndo logo atrás de Dante na esperança de que ele tivesse algum plano que os tirasse dali antes de serem soterrados. Passando ao lado do grande buraco no chão, vários pedaços do teto começaram a cair ao redor, levantando pequenas nuvens de poeira enquanto toda a estrutura rangia e tremia. Chegando na janela, pegou sua espada e bateu com força com o cabo, fazendo o vidro estraçalhar para o lado de fora.

Do térreo, Tanky pode ver o vidro de uma das janelas do segundo andar quebrar, e Dante espiar o lado de fora. Lá de cima, o ruivo viu o touro logo abaixo de onde estavam, e começou a se preparar para jogar a almoçada para amortecer sua queda, mas as rachaduras no chão do quarto começaram a aumentar, prestes a desabar, e Cheng não foi tão paciente. - PULA LOGO! - Sem esperar seu companheiro, correu e saltou pela janela, sem nem checar se conseguiria amortecer sua queda daquela altura, tamanho era seu desespero. com Dante ainda apoiado na janela, foi lançado junto ao ar livre pelo corpo que se chocou contra o seu, e os dois se viram em queda livre assim que o chão do andar de rompeu, e o andar superior implodiu no quarto em que estavam. Mas Tanky estava de olho, e deu um poderoso salto usando suas musculosas pernas de coelho, cobrindo vários metros em instantes, e alcançando-os na metade do caminho da queda, agarrando cada um deles com um braço. Cheng o abraçou com força, sujando seu braço de lágrimas e catarro enquanto chorava desesperado, e logo caíram ao chão, agarrados no mink enquanto ele aterrissava. Logo em frente, o hotel terminava de cair, implodindo totalmente e levantando uma grande nuvem de fumaça.

- Vocês estão bem? Cadê o Lorenzo? - Anya perguntava, enquanto a nuvem de poeira começava enfraquecer. - EU TO VIVOOOOO! - Cheng dava um grito de alívio entre lagrimas, e com um papel em mãos, assoava com força o nariz, até perceber o que estava fazendo. - Ah, eu acabei agarrando isso quando a gente saiu correndo. Espero que o catarro não atrapalhe. - Ele estendeu o papel meio com nojo, para Dante, segurando só a pontinha. - A gente vê isso depois. É melhor sairmos daqui antes que a marinha dê as caras. Isso deve ter chamado muita atenção.

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Reepz
Pirata
Re: I - Florescer improvável Dom Jan 16, 2022 12:02 pm
De volta à ação
*Sirarossa - West Blue*
~ Post 21 ~
*Dante di Tresigallo


Já era a segunda vez no dia em que Dante era salvo pelo mink, o que o fazia pensar em realmente recrutar o touro para as próximas aventuras, afinal é sempre bom ter um “anjo da guarda” por perto. Mesmo após ter visto a morte de perto, não poderia perder a oportunidade de brincar com o seu salvador:

- É Franky, essa é a segunda vez em um só dia que você me pega no colo pra me salvar de uma enrascada - seguiria dizendo com as duas mãos unidas em uma pose meiga - Você tá querendo ser meu príncipe encantado? hahahahahahaha

Apesar de ser uma pessoa corajosa que anseia pela fama e glória, era evidente que ter escapado de duas explosões gigantescas em um curto período de tempo abalava um pouco o ruivo. Colocar-se-ia de pé, batendo com a palma da mão na roupa para expulsar a tão odiosa poeira de sua veste. Aproveitaria, em seguida, para checar o brinco de Brian, não saberia o que fazer caso o tivesse perdido no meio da explosão. Também passaria os dedos no brinco, isso sempre o acalmava, era como tocar a própria mão de Madame Brian. Enfim, já é tempo de voltar à realidade, então a primeira coisa a se fazer seria responder a pergunta de Anya:

- Lorenzo? Bom, parece que o destino cuidou dele pra gente… Pode procurar ele alí se você quiser checar hahahaha - apontaria para os destroços da pensão - Será que alguém nos viu aqui? Não adianta nada a gente ter vivido tanta coisa legal sem alguém pra contar nossas histórias - pode parecer controverso, mas apesar de ser um ladrão sorrateiro, Dante sonha em ser famoso e apesar de não ter causado a explosão do hotel, ele definitivamente não se importaria de levar a culpa por tudo aquilo.

Enquanto Dante se recompunha, Cheng botava os bofes pra fora. Era possível ver que além de melecar todo o braço de Franky, o atirador também havia melecado um papel, que naquela altura poderia ser a única pista para irem atrás de Romualdo. Dante não poderia segurar a cara de nojo e contrairia todos os músculos possíveis da face para demonstrar seu descontentamento:

- Eu não vou pegar nisso nem que me paguem! Guarda no seu bolso e depois olhamos isso, antes vamos dar o fora daqui!

Dante tomaria a frente e guiaria o grupo pelas vielas. Procuraria pelos becos mais escuros possíveis, já que o ruivo podia enxergar na escuridão total, usaria a falta de luz em sua vantagem para encontrar um local escondido e de difícil acesso, onde dificilmente os marinheiros procurariam. Se o restante do grupo tivesse dificuldade para andar nos becos escuros, daria a mão para eles, assim poderiam usar Dante como um “fio guia”. Quando encontrasse um lugar bem escondido e deserto, pararia o grupo e diria:

- Aqui deve bastar… Cheng, tira esse papel do bolso e segura ele bem aberto pra eu ler… tomara que isso seja útil, senão estamos fudidos huh - leria para todo o grupo o que estivesse escrito na frente e no verso da folha para que pudessem escolher juntos a próxima ação a ser seguida.



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Re: I - Florescer improvável Dom Jan 16, 2022 2:23 pm
Nem um passo para trás

Fala ~~ Pensamento


Mais uma vez havia salvado os dois rapazes e as duas vezes haviam sido de uma explosão… Não vou mentir que dessa vez estava com raiva, o desgraçado do Cheng havia melecado todo o meu braço e aquilo me deixava enojado por um momento. - Credo, isso é sério? - Balançaria meu braço para tirar um pouco da sujeira, depois pegaria a puxaria o garoto pela camisa e usaria a camisa dele para limpar o meu braço o melhor possível. - Agora é sério, mas se você fizer isso de novo eu vou te enterrar em um monte de esterco. - Dessa vez estava um tanto bravo, entendia que ele podia chorar por causa da situação, mas me pelo menos suja se a camiseta ou algo do tipo, nos braços já de mais.

Ouviria a piada de Dante e iria alto. - Muuuuuuhaahahaha, acho que você não iria aguentar não… - Faria aquela piada de caráter duvidoso antes de prosseguir, agora quase esbravejando, mas com um tom cômico. - E também, príncipe encantado é uma ova! Eu vou é cobrar da próxima vez que precisar te salvar de uma explosão. - Riria mais uma vez antes para então prestar atenção no que Dante diria. - Bem… Acho que quem vai levar toda a culpa é a Anya, afinal ela disse para o dono da hospedagem que estava atrás deles… - A voz morreria assim que me desse conta. - Anya… Você desamarrou o dono da hospedagem e ele fugiu? Por que ele meio que estava amarrado né? E se você não desamarrou ele, ele… - Olharia para a pilha de escombros com pesar pela morte do homem. - Bem… Acho que não faz muita diferença né? Vamos embora antes que a marinha venha, um homem morto… Digo, dois homens mortos não vão servir de nada. - Infelizmente agora ele é uma das pedras na história da criação do meu país, então não tinha muito mais o que fazer por ele.

Seguiria o guia para um possível esconderijo da marinha. Me manteria atento com a audição sempre a postos, pois se em porque em algum momento poderia ouvir um batalhão vindo em nossa direção, nesse caso alertaria todos dizendo - Tem um batalhão vindo nessa direção, precisamos correr daqui! - Diria o mais baixo possível, mas em volume suficiente para que todos ouvissem, e então sairia em disparada, até mesmo carregaria os dois baixinhos de novo se fosse necessário para que fugíssemos na mais alta velocidade.

Se andássemos por caminhos escuros, usaria minha audição para ouvir por onde o guia estivesse indo e também tatearia nos arredores para não acabar esbarrando em algo. Se por fim, alguém me oferecesse uma mão, eu aceitaria sem pensar muito.


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Hoyu
Narrador
Re: I - Florescer improvável Qua Jan 19, 2022 10:13 pm

I - FLORESCER IMPROVÁVEL



Dante pode ver sua vida diante dos seus olhos ao pular pela janela junto de Cheng, fugindo do edifício que começava a colapsar. O menor erro poderia custar suas vidas, mas no momento de maior desespero, Franky surgiu em meio ao ar, agarrando ambos e os levando são a salvo para o chão, enquanto tudo desabava logo atrás. Irritado com a choradeira do atirador, que estava sujando seu braço de catarro, logo puxou o celestial para usar a camisa do próprio para se limpar, sem que ele questionasse muito, aparentemente agradecido depois por estar vivo para reclamar de algo assim. Diante da pergunta da mulher-peixe, Dante revelou que Lorenzo havia ficado para trás, sendo soterrado pelos destroços, arrancando um suspiro de Anya. - Espero que isso seja o suficiente. No final, os marinheiros devem ter que fazer uma busca de qualquer forma. - Já limpo do catarro, Cheng apoio o braço ao redor do ombro dela, recebendo um olhar furioso antes de tirar o braço assustado. - Não fica assim. Ta todo mundo vivo, e é isso que importa. - Vendo aquele monte de destroços que o hotel barato havia se tornado, não podiam deixar de pensar em quem iria tomar a culpa por aquilo, ainda mais depois de toda a confusão que arrumaram. - Eu e todo mundo que tava comigo, né. Não que já não tivéssemos pego esse serviço sabendo que ficaríamos com o nome sujo, né.

Com aquele assunto, Tanky de lembrava repentinamente do dono do hotel, recebendo um balanço negativo de cabeça de Anya. - Tava tudo desabando, só deu tempo de sair correndo. Não iria arriscar minha vida pra salvar aquele cara, e pela forma que os hospedes também correram desesperados paara fora, duvido qque o tenham feito. - Decidiam então ver o papel catarrado que Cheng havia conseguido em outro lugar, e quando o mink touro ouviu o sol de vários passos firmes, como a marcha de um batalhão da marinha, tomaram aquilo como o sinal para a escapada, seguindo Dante por becos e ruelas escuras até estarem bem mais afastados, quando chegaram em uma região mais afastada e deserta da cidade. - Acho que aqui vamos estar seguros. - Mas Cheng não parecia convencido, espiando o caminho que haviam tomado para chegar ali. - T-tem certeza? Tanky, se ouvir alguma coisa, avisa a gente. - Sem formas de detectar a aproximação da marinha, confiava na audição do mink para servir de alarme. Agora em um momento mais calmo, finalmente chegava a hora de checarem o pedaço de papel, que Cheng tirava do bolso e balançava um pouco para tirar excesso de meleca, que caia no chão com um som gosmento. - Errr... Foi mal por isso. - Abrindo o papel de frente para Dante, parecia uma carta, provavelmente deixada em meio aos papeis de proposito.

Carta escreveu:Sr. Colombo. Se você estiver lendo isso, tive que tomar certas precauções. Não tenho esperança de que tenha saído vivo, mas se tiver tido essa sorte, já sabe o que fazer. Nos vemos ao crepúsculo.

Não parecia muito esclarecedora, apenas uma carta de instruções. Aparentemente Romualdo estava preparado para o caso de Giani ter saído vencedor, sabendo que ele não reviraria seus documentos, então não detonaria sua armadilha, mas a mensagem era estranhamente vaga, sem ponto de encontro, sem instruções nem nada do tipo. Como se estivesse escondendo o jogo para o caso da "ponta solta" acabar conseguindo se safar. Mesmo assim, era estranho ele dizer para se encontrarem no crepúsculo, afinal ele significava tanto amanhecer quando entardecer, um duplo sentido que poderia ser um erro fatal de comunicação para alguém minucioso como Romualdo. Aquela carta era a única esperança de pista do grupo, e precisavam pensar logo no que fazer, do contrário se veriam de mãos atadas, sem ter como completar o serviço.

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Reepz
Pirata
Re: I - Florescer improvável Sab Jan 22, 2022 4:50 pm
De volta à ação
*Sirarossa - West Blue*
~ Post 22 ~
*Dante di Tresigallo


Dante não entendia como alguns de seus companheiros pareciam incomodados com o fato de ficarem conhecidos pela Marinha. “Nome sujo? Nah, não existe isso, ou você é famoso ou um zé ninguém e nada mais”, pensava excitado com a possibilidade de ter seu nome ainda mais conhecido em Sirarossa, passando de um mero delinquente, para um segurança de bordel e agora um criminoso a ser temido. Também sentia-se pleno de saber que o recepcionista do hotel teve o destino que merecia. Talvez a morte fosse demais, mas Dante não derramaria uma lágrima por ele. Enfim, o grupo finalmente se afastou do local para conseguirem ler o papel salvo por Cheng. Assim que terminasse de ler o conteúdo para o grupo, refletiria:

- Argh, eu me considero um gênio, mas decifrar códigos e pistas não é comigo… - olharia para o restante do grupo dando de ombros, com olhos pedindo por ajuda. - “Crepúsculo” pode ser uma palavra que só eles entendem, se for esse o caso, estamos fudidos…

Refletiria um pouco sozinho, puxando na memória os tempos em que costumava ser um pequeno meliante nos canais de Sirarossa. Lembrava do dialeto dos ladrões de cabo a rabo, mas “crepúsculo” com certeza não fazia parte desse vocabulário. Começou a pensar, então, no que essa palavra podia representar. Crepúsculo é um período de um dia, isso não dizia muita coisa em si. Entretanto, fez Dante lembrar de quando ele costumava furtar casais que paravam no porto para observar o amanhecer ou o pôr do sol, estes eram os alvos mais fáceis de todos. É como dizem, o amor cega e lá estava Dante para se aproveitar dessa cegueira e levar uns brindes para casa. E como um “clique”, tudo começou a fazer mais sentido na cabeça do ruivo. Ele poderia estar completamente enganado, mas pensou em algo que para ele fazia sentido, e então falaria para o restante do grupo:

- Eu pensei em algo… Tem um porto bem famoso em que as pessoas costumam ir para observar o crepúsculo, lembro de já ter roubado muita gente distraída por lá… pode ser que Romualdo esteja tentando escapar por lá… É um chute, mas é melhor do que voltarmos de mãos vazias para o Senhor Nava… E aí, vamos lá?

Caso todos concordassem em seguir o palpite de Dante, seria o momento de definir o que eles fariam. Como veio fazendo durante o dia, o ruivo tentaria tomar a iniciativa e definir um plano básico para como encontrariam o Romualdo, já que até agora só sabiam como era a sua voz e que ele era um homem de aparência cansada. Então antes de mais nada, seria essencial apresentar a voz do Romualdo para o Franky, que parece um cão de rastreio auditivo. Sacaria o gravador do bolso e lançaria em direção à mão de Franky:

- Pega aí camarada, esse gravador tem a voz do Romualdo, escuta bem ela e se você ouvir uma voz parecida no porto, avisa a gente - olharia para Cheng e diria - Cheng, quando chegarmos no Porto, eu acho melhor você procurar uma superfície elevada e nos dar suporte lá de cima, confio em você - voltaria a olhar para o Franky e Anya - Vocês dois vão chamar muita atenção, então acho melhor você Anya carregar o Franky pela água até ele conseguir ouvir as vozes do porto mas de modo que permaneça escondido… e eu… bem, eu vou atrás da última capanga que restou, a Franciele, afinal não podemos ser pegos de surpresa por ela né hehehe - sorriria maliciosamente.

Com tudo pronto, andaria a passos rápidos em direção ao Porto famoso onde costumava roubar casais apaixonados. Andaria prioritariamente por vielas e ruas pouco movimentadas, afinal um encontro com a Marinha era a última coisa que precisava agora. Considerando que chegasse ao porto, misturar-se-ia à multidão, sempre andando próximo a grupos de pessoas ou parando em bancas e lojas como se estivesse olhando produtos. Andaria por toda a extensão do Porto, procurando por uma mulher de cabelo preto e curto com um rosto sem muita expressão, assim como procuraria por um homem com o cabelo curto e desgrenhado de aparência exausta. Também ficaria atento a qualquer sinal que seus companheiros pudessem fazer, para isso olharia periodicamente para a água a fim de avistar Anya e para onde Cheng pudesse estar.

Caso encontrasse uma mulher com essas características, seria o momento de testá-la para ver se realmente era Franciele. “Bom, ela trabalha para um criminoso louco o bastante para atacar o Nava, então ela deve ser bem ligeira… Se eu encontrar uma mulher com a descrição dela, vou tentar furtar algo. Se ela não reagir ao furto deve ser apenas uma civil, mas se reagir, provavelmente encontrei o meu alvo…”. Era um plano perigoso, mas para alguém que quase morreu duas vezes em menos de 24 horas, era um risco razoável a ser enfrentado. Assim sendo, aproximar-se-ia a passos leves de qualquer mulher com a descrição de Franciele, quando deslizaria a mão para dentro de bolsos ou bolsas e arrancaria qualquer coisa rapidamente e se afastaria do alvo. Guardaria qualquer coisa de valor que encontrasse, caso contrário descartaria no lixo ou no chão mesmo o produto de seu roubo. Se não fosse abordado após o roubo, seguiria sua busca, mas se o fosse, prontamente faria uma reverência e se apresentaria:

- Você deve ser Franciele, é um prazer te conhecer - se fosse mesmo quem procurava, seguiria dizendo - Por que você não me entrega logo o Romualdo em, não é óbvio que ele tá ferrado? Você não precisa ter o mesmo destino que ele - aguardaria a resposta da mulher.

Na hipótese de encontrar um homem com as características de Romualdo, teria que ter outra abordagem, afinal ele poderia ter seguranças escondidos, então chegar muito próximo seria muito arriscado. Assim sendo, ouvindo uma voz parecida com a do gravador ou observando um homem com aparência semelhante à descrita por Lorenzo, também chegaria por trás do mesmo à uma distância de poucos metros e chamaria pelo seu nome, esperando que ele virasse caso se tratasse de Romualdo:

- Bom dia Romualdo, como vai o senhor?



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Re: I - Florescer improvável Dom Jan 23, 2022 4:33 pm
Nem um passo para trás

Fala ~~ Pensamento


Estávamos distantes de tudo que pudesse nos infligir dano, ou pelo menos era o que eu acreditava. Reunidos, buscamos entender o que havia naquele bilhete que Cheng havia melecado com seu nariz. Só de imaginar aquilo já me dava nojo. As palavras marcadas ali não me faziam muito sentido, ainda que sentisse uma pulga atrás da orelha.

- Crepúsculo? Hmm… Tem alguma coisa nessa palavra que está me chamando a atenção… Acho que ela deve ser bem importante - Levei minha mão até meu queixo e alisei-o com o dedo indicador, tentando acelerar meu pensamento. Meu cérebro estava a mil, tentando encaixar qualquer mínimo pedaço de lógica naquela palavra, não conseguia entender ao certo porque crepúsculo, o que aquela palavra tinha de especial.

Depois de minha cabeça pegar fogo com o aquilo diria. - Não sei ao certo o que isso significa, mas tenho certeza que se alguém fosse fugir de uma ilha que é dominada por uma máfia que ela cometeu um atentado, com toda a certeza ela teria que ir para um porto, muito provavelmente esse tal de Romualdo vai estar lá. - Diria isso com a maior certeza do mundo, esperando que isso fosse útil de alguma forma.

Esperaria para ver o que eles achavam sobre o que eu havia falado. Aguardar para ver o que Dante diria, afinal ele parecia ser o que tinha uma capacidade cerebral mais elevada e também a Anya que parecia ser bem esperta… Quem eu quero enganar, só não queria ter que olhar para a cara daquele melequento de novo, ainda estava irritado por ele ter usado meu braço de lenço.

Quando Dante me desse o gravador para ouvir, me focaria totalmente em analisar a voz que estava contida nele, prestaria a atenção até nos mínimos detalhes daquela voz, como seu timbre e tom, afinal tinha que ter certeza de estar pegando a pessoa certa. Após memorizar a voz acenaria com a cabeça para o ruivinho. - Bem, meu chefe, está tudo aqui dentro. Apontaria para a minha cabeça. - Vou conseguir encontrar ele, caso diga algo! - Então sorriria orgulhoso de mim mesmo.

Ouviria o plano de Dante e o seguiria caso Anya estivesse de acordo. A água me deixava nervoso por só saber me virar um pouco quando o assunto é nado, se por acaso ficasse à deriva por conta de alguma onda forte só poderia me debater um pouco para me manter em cima da água antes de me afogar. Com aquela ansiedade correndo em minhas veias diria. - E então Anya, o que você prefere? Quer me carregar igual a um nenezão? Ou prefere me pegar por trás com bastante força? Eu até prefiro que me pegue por trás, eu me sinto mais seguro. - Daria uma pequena gargalhada logo depois da piada.

Apesar de falar aquilo, faria exatamente o que a Anya dissesse, afinal ela provavelmente era mais experiente em nadar do que eu, então ela saberia o melhor para que eu não afogasse.

Agora no mar, faria o possível para escutar as vozes nos navios, encostar a orelha contra o casco do navio para ouvir atentamente o que estivesse se passando ali dentro, se não ouvisse nada deixaria para lá e tentaria ouvir as vozes que estivesse no convés, procuraria uma voz que se parecesse com a voz de Romualdo. Manteria esse processo até checarmos todos os navios. Se encontrasse em qual navio estava o homem faria um sinal com a cabeça para Anya apontando que tinha descoberto a voz dele.

Se por algum motivo Anya me soltasse ou algo desse tipo acontecesse, tentaria me agarrar no casco de um navio ou tentaria nadar um pouquinho que fosse para não me afogar ali. Quando ela voltasse, muito nervoso de ansiedade diria a ela. - Quer me matar do coração menina? Eu sou um touro e não sei nadar direito! Me segura que eu to morrendo de medo disso aqui! - Então a agarraria muito forte com muito medo.

Por fim, se descobrisse em qual navio o desgraçado estava, avisaria a Dante da forma mais discreta possível, para que ele pudesse bolar algum plano rapidamente.

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Hoyu
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Re: I - Florescer improvável Qua Jan 26, 2022 10:47 pm

I - FLORESCER IMPROVÁVEL



Após fugirem do hotel que desabou para não darem de cara com a marinha, que parecia já estar a caminho, finalmente tiveram tempo para respirar e reorganizar os pensamentos. As únicas duas pistas que possuíam para prosseguir com a missão repassada por Salvatore Nava eram um gravador com a voz de Romualdo e um pequeno bilhete de sentido duvidoso, mas precisavam dar um jeito de descobrir o próximo passo a dar com apenas aquelas informações. Após o bilhete ser lido em voz alta, Cheng deu uma olhada nele, com cara de nojo devido a alguns restos de catarro que ainda estavam no papel. - Eu certamente já sei a resposta, mas serei humilde e permitirei vocês darem seus próprios palpites. Não seria bondoso da minha parte roubar os holofotes todas as vezes. - O celestial mais uma vez tentava se gabar, e os outros simplesmente o ignoravam, enquanto Dante parecia ter uma possível solução para aquele enigma. - Porto... Crepúsculo... Realmente, é um ótimo palpite. Resolveria o sentido vago da mensagem. - Anya também pensava com calma naquela resposta, assim como Tanky fazia um comentário que reforçava que o porto deveria ser o local correto. - Ah... É, hahaha. É-é claro que estava pensado no porto, vocês também foram bem sagazes.

Restava apenas decidirem a abordagem, e o ruivo parecia ter um plano bem claro em sua mente: usar o mink como seu cão farejador. Apesar de que, nesse caso, seria a audição, não o olfato. Precisavam fazer uma busca completa pela área do porto, então se dividiriam para realizar a tarefa. - Por mais que eu não goste de servir de burro de carga, acho que se não quisermos chamar atenção, não tenho muita opção. - Apesar de meio inconformada, Anya concordava com o plano. - Mas se virem qualquer coisa, avisem. - Cheng, por outro lado, parecia totalmente a favor do plano, talvez por ficar fora de perigo enquanto seguisse ele. - Pode deixar. Meus olhos serão como os de uma águia, nada vai escapar minha vigia! - Com tudo definido, o grupo seguiu em direção ao grande porto de Sirarossa, mas logo antes de chegarem, Anya e Tanky se separaram dos outros, indo até um canal que dava no mar. O mink parecia receoso quanto a entrar na água, mas a mulher-peixe foi curta e grossa. - Sobe logo nas minhas costas e segura firme. Não quero ficar com meus braços ocupados te carregando.

Assim, de mochilinha na esverdeada, os dois foram seguido com apenas a cabeça para fora da água. Anya era forte, conseguindo carregar Tanky sem problema na água, o que não deveria ser surpresa, afinal homens-peixe tinha a água como seu habitat natural. Enquanto Dante e Cheng seguiram para a região das docas, a dupla foi seguindo perto dos navios, furtivamente para não serem percebidos, enquanto Tanky se concentrava para tentar identificar a voz de Romualdo em meio as várias que ouvia, mas parecia não estar tendo tanto sucesso, escutando apenas vozes de marujos comuns em suas atividades corriqueiras. - E ai? Algo de útil? - Depois de várias tentativas fracassadas, mesmo sem ouvir exatamente o que estava esperando, em dado momento o mink ouviu algo peculiar. - ...ais quanto tempo vamos ter que ficar aqui esperando? - Disse a primeira voz. - Só mais meia hora. Aquele cara disse que estava só esperando uma confirmação, não deve demorar. Daqui a pouco aqueles dois devem estar chegando. - Mesmo assim, a primeira voz parecia apreensiva. - É só que... Com todo aquele dinheiro, não consigo deixar de pensar em que furada estamos nos metendo.

Da região mais perto das docas, Dante e Cheng seguiam juntos até o momento que Cheng encontrasse um ponto bom e alto para ficar de olho, enquanto Tresigallo procuraria a mulher que ajudava Romualdo com toda aquela operação. Após uma curta caminhada, finalmente chegaram nos galpões, as construções mais altas nas proximidades do porto, e o atirador deu dois tapinhas nas costas do parceiro. - Parece que é aqui que a gente se despede. Vou subir ali pra ficar de olho, qualquer coisa da um grito que eu dou cobertura. - De forma meio desengonçada, Cheng começou a escalar como podia a construção, visando chegar no topo para se posicionar, mas antes que Dante pudesse se afastar muito, o medroso se jogou no chão de forma desesperada, olhando para Dante e sussurrado. - Puta merda, tem uma mulher com uma sniper em um galpão ali na frente. Se eu não estivesse de olho nos melhores pontos pra me posicionar eu teria ido pro beleleu. Se abaixa, rápido! Antes que ela te veja!

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Re: I - Florescer improvável Sab Jan 29, 2022 2:09 pm
De volta à ação
*Sirarossa - West Blue*
~ Post 23 ~
*Dante di Tresigallo


O porto de Sirarossa fazia pipocar diversas memórias de Dante, desde o tempo em que era um trombadinha até os bons momentos quando curtia um romance à luz do crepúsculo. Sua vontade era encontrar uma boa companhia, furtar um bom vinho e “cair” noite adentro. Entretanto, Cheng se borrando com medo de levar um tiro acabou por despertar o ruivo de seus sonhos. Instintivamente sorriria de orelha a orelha com a cena e diria:

- Pelo menos sabemos que estamos no lugar certo né, você deve ter visto a Franciele… diz pra mim, ela é bonita? - olharia para o horizonte tentando montar o rosto da atiradora em sua mente - Enfim, você tá se tremendo todo, toma jeito! - puxaria Cheng pela gola da camiseta e daria leves tapas no rosto dele como se tivesse tentando acordá-lo - Eu vou ir até onde a atiradora está, enquanto isso você volta lá pra cima e fica escondido até surgir uma oportunidade de atirar… não hesite e mire bem na cabeça de qualquer inimigo - estenderia a mão fechada para cumprimentar Cheng com o punho e partiria em direção ao galpão em que a sniper estava posicionada.

Havia a possibilidade da atiradora não estar sozinha, então Dante movimentar-se-ia sempre colado a uma parede e sob a sombra para evitar ser visto, jogando-se atrás de arbustos e objetos caso fosse necessário para não ser visto. Contornaria rapidamente o lugar onde estava para se aproximar pelo ponto cego da atiradora. Quando chegasse pelo lado de trás do galpão, contornaria o mesmo para verificar a existência de alguma escada externa ou algum meio de chegar ao topo. Então subiria a construção bem devagar, apoiando cada membro de uma vez para evitar fazer qualquer barulho de tal forma que nem mesmo Franky o escutaria. Caso não existisse a possibilidade de escalar a construção por fora, buscaria por uma maneira de entrar nela para verificar a existência de uma escada interna. Usaria a gazua caso fosse necessário para abrir alguma porta. Sempre faria tudo bem devagar a fim de evitar ruídos que alertassem a atiradora.

Se no meio do caminho encontrasse alguém ao redor do galpão, Dante o trataria como inimigo, já que não havia tempo para checar quem de fato está envolvido com a atiradora. Aproximar-se-ia a passos leves pelas costas do inimigo e seguraria sua boca com a mão esquerda enquanto usaria a mão direita para manusear a espada e perfurar o peito com uma apunhalada partindo das costas. Repousaria o corpo atrás ou dentro de qualquer objeto que fosse grande o suficiente para isso. Caso não fosse possível, apenas largaria o corpo em algum lugar com sombra próximo à parede. Também checaria os bolsos dos possíveis inimigos em busca de algo que pudesse ser útil, como armas, dinheiro, chaves ou documentos. Também limparia o sangue da espada na roupa da vítima antes de prosseguir.

Uma vez próximo ao topo do galpão, exporia apenas os olhos a fim de verificar a posição da atiradora e caso a estivesse vendo por trás, finalmente subiria completamente no telhado. Retiraria a camiseta e a manteria aberta na mão esquerda. Caminharia com as pernas levemente flexionadas em direção à atiradora e já ficaria com a espada na mão direita, pronto para reagir. Andaria contra o sol para que a sombra não denunciasse a sua chegada e, quando finalmente estivesse próximo o bastante de sua vítima, seguraria firmemente o cabo da espada e cravaria a lâmina no pescoço da atiradora e logo em seguida a retiraria para que a mulher sufocasse em sangue.

Na hipótese de ter sido avistado em algum momento pela atiradora, jogaria a camiseta na direção da mesma, tentando cobrir parte da sua visão e ao mesmo tempo correria o mais rápido possível para próximo dela na diagonal, fugindo da linha de fogo da arma. Se conseguisse chegar próximo o suficiente, tentaria desarmá-la batendo com a espada no rifle assim como havia feito mais cedo contra Giani. Em seguida partiria para cima dela em um movimento de estocada mirando o sua barriga. No momento que fosse avistado, também gritaria o mais alto possível para pedir ajuda de Cheng que nesse momento teria de ser o anjo da guarda do ruivo:

- CHEEEEEEEEEEEEENG !!!!

A pior das hipóteses seria após ser avistado e ter jogado a camiseta, não conseguir se aproximar o suficiente para desarmar a atiradora. Nessa circunstância, tentaria um movimento desesperado de lançar a espada na direção da mulher, visando dificultar a sua mira e assim tentar uma última aproximação. Caso conseguisse, se jogaria sem cima da mesma, mordendo seu pescoço com toda a força e tentaria enfiar os dedos nos olhos dela, na pior baixaria da luta de rua. Entraria em luta corpórea e tentaria segurá-la para o alto ou ao menos a afastaria o suficiente para que Cheng pudesse atirar sem acertar o seu companheiro ladrão.

Se tudo desse errado, não teria alternativa a não ser levantar as mãos e falar completamente desconcertado:

- Éé.. podemos conversar?                    

     
   
   
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Última edição por Reepz em Sab Jan 29, 2022 10:10 pm, editado 1 vez(es) (Motivo da edição : adequando o histórico)

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Re: I - Florescer improvável Sab Jan 29, 2022 4:25 pm
Nem um passo para trás

Fala ~~ Pensamento


Naquela água gelada, agarrado nas costas da Anya, consegui ouvir algo realmente muito interessante. Aparentemente um navio ali era um tanto suspeito. Não era possível saber se o cara que estavam esperando subir a bordo era o mesmo que nós procurávamos, mas, era a única pista que tínhamos depois de procurar por todos os navios e não íamos poder deixá-la para lá.

Aproximaria meus lábios bem próximos aos ouvidos da tritã. - Esse navio tá um tanto suspeito. Aparentemente eles estão esperando alguém chegar nele, e é o único navio que parece ter algo de diferente rolando. - Sussurraria para ela, em um tom sério. - Acho que o ideal agora é tentarmos tomar esse navio de assalto, acabar com todo mundo que está lá dentro, porque , pelo que entendi só temos mais meia hora até que o Romualdo chegue, claro, se for o Romualdo a pessoa que eles estão esperando. - Esperaria um pouco olhando para os arredores e tentando formular a melhor continuação para minha frase. - Acho que poderíamos esperar do lado de fora pelo Romualdo, mas se esses caras estiverem ligados a ele de alguma forma, é bem provável que eles tentem protegê-lo, acho que é melhor emboscarmos ele dentro do navio! - Após aquelas palavras, esperaria pela resposta da Anya, antes de tomar qualquer iniciativa.

Se ela estivesse de acordo em tomarmos o navio, então centraria minhas atenções em subir no navio. Possuia treinamento e capacidades para escalar aquele barco até o topo, então me agarraria em alguma parte que servisse de apoio antes de falar com Anya de novo. - Você me carregou, peixinha, agora é minha vez de te carregar! - Deixaria minhas costas abertas para que ela pudesse se agarrar nela. Então escalaria o navio pela lateral, ouvindo onde havia mais inimigos para evitar aquela posição e subir por onde estivesse vazio.

Uma vez no convés, não poderia perder tempo algum, afinal tínhamos cerca de 30 minutos, isso se o homem a bordo sabia do que estava falando e não tinha tirado esse número de alguma estimativa aleatória.

Acima do convés , procuraria com os olhos e com os ouvidos, onde estava o inimigo mais próximo, para então começar o combate, me curvaria, colocando meus dois enormes pés contra o chão e minha cabeça paralela ao chão, momento antes de dar um impulso em direção ao inimigo mais próximo. Durante esse movimento, usaria minhas mãos como apoio para me mover como um verdadeiro touro e então chocar meu crânio duro contra o crânio do meu alvo, porque queria que ele caísse duro na hora sem chance de revidar.

Olharia ao redor para ver se encontraria algo, qualquer coisa por ali, pois o que quer que encontrasse serviria de arma, a qual agarraria com uma das mãos caso não fosse muito pesada e acertaria o homem que tinha acabado de acertar caso ele ainda estivesse consciente, do contrário, usaria a minha arma temporária para acertar outro inimigo, dessa vez com um lançamento , com um intuito de atordoá-lo, momentos antes de me investir contra ele da mesma forma que já havia pensado anteriormente.

Se os inimigos no convés tivessem acabado, gritaria para a Anya. - Vamos tubarona, agora é hora de dar um mergulho para os deques inferiores. Hora de ver se esses humanos aguentam o tranco. - Minha voz grave ecoaria pelas escadas e então, daria uma gargalhada logo após dizer aquilo.

Em algum momento, alguém poderia me atacar e nesse instante, agarraria a primeira coisa que encontrasse para levar em direção ao ataque e impedi-lo de me atingir com força total. Não importa se fosse um uma tábua ou um corpo de um inimigo, desde que não fosse a Anya.



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Re: I - Florescer improvável Sab Fev 05, 2022 5:04 pm

I - FLORESCER IMPROVÁVEL



Cada vez mais o grupo sentia que estava chegando no fim de toda aquela missão. Finalmente pareciam ter encontrado os responsáveis pelo ataque no museu Nava, e podiam quase ver suas recompensas bem diante dos seus olhos. Haviam batalhado bastante para chegar naquele ponto, mas finalmente aquele grande espetáculo estava chegando ao fim. Dante, na área dos galpões viu Cheng se jogando ao chão, desesperado, enquanto dizia algo sobre uma sniper, que o ruivo assumia que fosse Franciele, e mandava o atirador voltar lá para cima para ficar de olho nela e lhe dar cobertura. - Bonita é uma palavra forte para alguém com uma arma apontada para minha cabeça e pronta pra me matar. - As pernas de Cheng tremiam forte enquanto Dante o levantava e dava tapas em seu rosto para que ele despertasse. - L-lá pra cima!? S-s-s-se eu morrer eu vou voltar pra te assombrar e p-puxar seu pé. - Mesmo apavorado, Cheng voltava com cuidado lá para cima, enquanto Tresigallo seguiam cautelosamente por entre os galpões. O local estava bem vazio, com o sol da tarde já próximo de se por, e com as várias sombras Dante pode ir se afastando mais da posição do atirador sem chamar atenção. Ele não sabia ao certo onde a mulher estava, mas isso logo mudou quando ouviu o estampido de um disparo, vindo mais da frente, provavelmente ela abrindo fogo contra Cheng.

Logo o celestial revidou, e entre cada disparo, haviam alguns instantes de calmaria quando se escondiam para não ficarem desprotegidos ante ao atirador inimigo, e o ruivo foi se aproveitando da distração e do som alto dos disparos para chegar até o galpão em que ela estava. Logo atrás haviam uma pilha de caixotes que permitia chegar no telhado sem problemas, e vendo uma mulher de cabelos curtos vestindo uma roupa preta que cobria quase seu corpo todo, e com um rifle em mãos. Ela estava tirando contra um ponto mais afastado, e repentinamente se virou para se proteger dos tiros, dando de cara com Dante, que já estava ali em cima olhando para ela. Em um movimento rápido, ela apontou o rifle contra o ruivo, mas Dante já havia pensado nessa possibilidade, jogando a camisa contra ela para tampar sua visão, o que fez o disparo atravessar o tecido, fazendo um buraco, mas sem acertar o próprio, que teve tempo de se aproximar da mulher e bater com força contra o rifle usando sua espada, fazendo-a largar a arma, que caiu pesadamente para fora do telhado do galpão, se chocando contra o chão. Mais ao longe, podia ver Cheng pronto para dar fogo de suporte e o ajudar no combate, mas repentinamente um som alto chamou sua atenção: portas de ferro se abrindo. Da frente do galpão, pode ver um homem correndo com grande velocidade, mas Franciele entrou em sua frente, não parecendo disposta a deixar que o perseguissem. - Vocês não vão dar nem um passo sequer na direção dele.

Franky e Anya, por outro lado, flutuavam na costa da ilha, próximos de um navio atracado que parecia bastante suspeito devido à conversa que o mink havia escutado. - Tá legal, vamos botar esses caras para dormir. Mas tenta ser discreto, não vai adiantar nada se esse cara perceber e nem der a caras no fim das contas. - Juntos, seguiram até o casco do navio, que Tanky parecia pronto para escalar, mas fez um comentário que aborreceu Anya. - Sabe que chamar a gente de peixe é preconceituoso, né? E eu não sou de qualquer espécie, sou uma carpa-capim. - Mesmo assim, se agarrou nas costas do Mink, que a carregou até chegarem no convés do navio. Assim que colocaram os pés lá, os dois homens que conversavam logo os viram ficando assustados. - Q-quem são vocês? - Sem dar tempo para uma resposta, o touro avançou contra um deles, acertando-lhe uma cabeçada certeira que o levou ao chão, desmaiado, enquanto Anya pulou contra o outro, acertando um golpe no peito com seu martelo que o desmaiou também. Em um instante os dois homens estavam desacordados no chão.

- Tá, agora vamos esconder esses dois. - Dizendo isso, a mulher-peixe já estava puxando um deles para o meio de alguns caixotes quando ambos ouviram um disparo vindo do porto, seguido de outros disparos. Anya se levantou rapidamente, olhando naquela direção, até que alguns instantes depois puderam ver dois indivíduos em cima de um dos galpões, aparentemente brigando, e um outro correndo com grande velocidade. Tentar se esconder rapidamente seria uma opção, se não fossem os corpos no convés, e não teriam tempo de esconder eles e depois se esconder, o elemento surpresa havia ido ralo abaixo, e logo o homem alcançou o navio, subindo até ele e parando de repente ao ver o mink e a mulher-peixe. - Droga, aqui também? - Não precisou de mais do que isso para Tanky reconhecer a voz que estava ouvindo. Aquele era definitivamente Romualdo.

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Re: I - Florescer improvável Sab Fev 05, 2022 10:41 pm
Fim da Linha
*Sirarossa - West Blue*
~ Post 24 ~
*Dante di Tresigallo


Nessas horas, os anos passados no prostíbulo sem treinar exaustivamente ou sem aprender novas técnicas como acrobacia faziam falta, senão seria possível pular aquela mulher sem maiores problemas e correr atrás daquele homem fujão que provavelmente era Romualdo. Falando na atiradora, ela era uma decepção para o bon vivant di Tresigallo que não gostava daquele estilo apático como se estivesse em um funeral. E seu humor também não estava dos melhores, era a segunda roupa de seda que ele perdia em um intervalo de poucas horas. Pelo menos ainda podia contar com seu perfume.

- Você tem ideia do que fez? Tem ideia do buraco em que você se meteu?! - diria raivosamente enquanto apontava a espada em direção à mulher - Nava? Não! Você estragou a minha roupa! A roupa de Dante di Tresigallo e isso é imperdoável - não havia tempo nem clima para uma negociação, e naquele momento o ruivo apenas pensava em acabar logo com aquela briga e ir direto pegar sua recompensa. Assim sendo, se Cheng ainda não tivesse alvejado a inimiga, o ladrão gritaria impaciente - TÁ ESPERANDO O QUE CHENG?! ACABA LOGO COM ELA!!

Diferentemente de quando foi enfrentar Giani, agora nosso controverso herói não possui nenhuma informação da adversária em sua frente, dessa forma pensava que não havia motivo para se expor ao perigo. Sua estratégia de luta seria mantê-la afastada a uma distância segura para que Cheng pudesse acertá-la, entretanto, ao mesmo tempo precisava garantir que ela não pudesse fugir. Dessa maneira, posicionar-se-ia sempre diametralmente oposto a ela, ficando de costas para a borda do telhado.

Seguraria a espada em pé e para frente com ambas as mãos no cabo. Não partiria para cima dela, afinal se ela ficasse parada levaria um tiro, então a necessidade de se movimentar seria da inimiga. A preocupação do ruivo seria apenas com os contra-ataques para mantê-la longe. Portanto, caso ela avançasse para atacar, soltaria a mão esquerda da espada e com a direita realizaria um movimento amplo de corte na diagonal de cima para baixo. Se ela tentasse desviar abaixando ou deslizando por baixo do golpe, ou ainda saltando para trás, Dante responderia avançando e pisando no pé da mulher, para em seguida puxar seu cabelo ou sua roupa com a mão esquerda e acertá-la com uma cabeçada no nariz. Esperava que isso fosse o suficiente para atordoá-la e para que o atirador de olhos puxados finalizasse o serviço.

Se Dante notasse uma arma de fogo escondida com ela, avançaria correndo contra a mesma para não dá-la a chance de atirar. Ou ainda se a mulher conseguisse encurtar a distância para uma luta corpo-a-corpo, a primeira preocupação de Dante seria evitar que ela pegasse a espada ou a arma escondida. Assim faria o que fosse necessário para tirar a atenção dela, agarrando-a no maior estilo luta de rua possível. Envolvê-la-ia com os braços e com as pernas. Em seguida, morderia com toda força o pescoço, arrancando-lhe a carne e a cuspindo na cara da mesma caso conseguisse. Aproveitaria o momento para pegar a espada e finalizar cortando-lhe o pescoço.

Não sabia o que esperar dos ataques da mulher. Então preparar-se-ia para alguns ataques “genéricos”. Movimentos que se assemelhassem a estocadas seriam respondidos com um giro para o lado usando a perna de pivô, seguido por um corte vertical de espada na primeira parte do corpo que alcançasse. Pararia movimentos como rasteiras colocando a sola do pé contra o ataque com o objetivo de travá-lo e, em sequência, com ambas as mãos desceria a espada verticalmente com toda a força em direção à perna da mulher. Golpes altos seriam contra-atacados posicionando a espada firmemente no sentido oposto e dando-lhe uma "ombrada" seguida de um corte horizontal.

Na hipótese de conseguir vencer a batalha, um pensamento ocorreria a Dante - Puta merda, nem confirmei se ela era a Franciele, mas de qualquer forma ela mereceu - e se colocaria a procurar nos seus bolsos algum documento que identificasse a mulher. Claro que aproveitaria para pegar itens de valor como dinheiro e munições. Então gritaria para o seu parceiro - CHENG, VAMOS EMBORA ATRÁS DO FUJÃO!! - Vestiria a camisa furada e desceria do telhado por onde havia subido o mais rápido possível, mas antes de partir atrás do homem que saira correndo, obviamente pegaria o rifle da atiradora, afinal uma arma de fogo nova serviria muito bem.



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Re: I - Florescer improvável Sab Fev 05, 2022 10:50 pm
Levantar Âncora

Fala ~~ Pensamento


Bem, derrotamos o pessoal do Convés com certa facilidade, Anya tratou de me ajudar, mas não conseguia tirar as palavras dela da minha cabeça… Bem, talvez tivesse pegado um pouco pesado nas piadas, e como ela se sentiu ofendida, precisava com urgência me desculpar, mas antes tinha algo mais importante para resolvermos.

Na nossa frente estava alguém cujo a voz me era muito familiar. - Então é você!  - Falaria alto o suficiente para Anya ouvir . Meus olhos estariam vidrados no homem de cabelos pretos. - Bem, não acho que você seja o que eu estava esperando pela voz… Mas vai servir, não é? - Faria aquela piada rapidamente, ao passo que tentaria encontrar algo para agarrar com minha mão, fosse uma caixa ou um corpo, assim que tocasse  algo, quase instantaneamente o lançaria em direção ao  dono da voz que acreditava ser Romualdo.

Não poderia me dar ao luxo de deixar aquele homem escapar, então se tivesse errado ele, ou o impacto do objeto não fosse o suficiente, ou mesmo se não tivesse encontrado objeto nenhum, agachar-me-ia apoiando todo o meu peso nas minhas pernas, apontar-me-ia em direção ao homem para então correr em alta velocidade, não para acertá-lo, mas para tomar a dianteira e conseguir ficar a frente dele. Se por acaso o caminho em que ele estivesse fosse muito  estreito para eu passar a frente dele, saltaria por cima e logo antes de alcançá-lo, daria um salto com uma Pirueta no ar para cair a sua frente o encarando. - Você parece meio apressado, tem um encontro? - Levaria a mão ao queixo enquanto faria aquela piada, como se estivesse pensando , mas nunca tiraria os olhos dele, para que ele não tentasse fugir ou me atacar.

Estando a frente dele,  impedi-lo-ia de fugir, usando meu grande tamanho, e meu escudo o qual a cada avanço do meu alvo,  usaria o mesmo para dar um empurrão nele, com toda a minha força, tentando lançá-lo ao navio, acreditando que Anya também o atacaria após isso. Uma vez que ele estivesse dentro do navio, avançaria contra o mesmo com o objetivo de lhe acertar um soco com a mão que não empunhava o escudo, focaria diretamente o seu peito tentando, lança-lo mais para trás, talvez até arremessando-o ao mar, onde a Anya teria muito mais vantagem que ele.

Poderia ocorrer  do tal do Romualdo conseguir fugir, nesse caso, teria que correr atrás dele tentando sempre colocar minha enorme mão sobre sua cabeça e o pressioná-lo para baixo, com o intuito de prendê-lo no chão com minha força.


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Re: I - Florescer improvável Qua Fev 09, 2022 9:30 pm

I - FLORESCER IMPROVÁVEL



Frente a frente com a mulher, Dante acreditava que se tratasse de Franciele, afinal todos os indícios apontavam para isso, até mesmo batendo com a descrição feita por Lorenzo, mas não tinha como confirmar. Infelizmente para ele, a expressão sem vida dela não lhe era atrativa, precisando então se limitar ao combate e ao serviço que deveria finalizar. Franciele, por outro lado, se mantinha resoluta, parada na mesma posição para garantir que Dante não correria atrás do homem que provavelmente era Romualdo, restando-lhes apenas o combate um contra o outro. Mas Dante possuia um aliado: Cheng, que estava a distância dando tiros de suporte para acabar com Franciele. Com todas essas variáveis em mente, o ruivo expressou sua raiva, gritando em seguida para o celestial finalmente abrir disparo, provavelmente tão distraído que esqueceu de voltar a atirar, mas seu grito também alertou a mulher, que conseguiu saltar para o lado e evitar uma bala mirada contra seu peito. - Tsc. Dois empecilhos. - Como Dante imaginava, Franciele tomou a iniciativa, não podendo se dar ao luxo de ficar parada e ser um alvo estático para Cheng, mas surpreendentemente avançou contra o ruivo com as mãos nuas. Preparado, Dante estava com a espada erguida, e assim que ela se aproximou o suficiente, desceu a espada em sua direção.

Por um fio de cabelo Franciele foi capaz de evitar ser fatiada, mas Dante não quis lhe dar espaço e pisou em seu pé para impedir que fugisse, pronto para emendar seu movimento com uma cabeçada no nariz, mas a mulher foi mais rápida. Com aparente treinamento em combate corpo a corpo que o ruivo não possuía, ela o agarrou pela calça na cintura e pela gola, lançando-o pelo ar por cima do seu corpo em um movimento de judô que o fez cair de costas com tudo contra o teto de metal do deposito, e antes que di Tresigallo pudesse se levantar, pisou com força em seu pescoço, ferindo sua traqueia e o fazendo cuspir sangue. - Não vai passar mensagens para o seu amiguinho. - Outro tiro voou pelo ar, forçando-a a recuar para não ser atingida, afastando-se do ruivo caído, que pode se levantar, mesmo que com a garganta doendo bastante. Mas Franciele não tinha intenção de deixar o homem se recuperar, avançando com um rápido jogo de pés para lhe desferir um soco frontal contra o peito, que o ruivo conseguiu desviar por pouco, jogando seu corpo para o lado. Vendo ali sua oportunidade, desceu a espada mais uma vez, e a mulher estava a ponto de evitar também esse golpe, se um tiro de Cheng acertando sua perna não tivesse a feito vacilar por um momento, permitindo que a lâmina da espada fizesse um corte contra seu ombro esquerdo. Com o dano que havia tomado, Franciele recuou novamente, ficando mais uma vez entre Dante e a rua que o homem havia fugido, mas com a mão direita sobre seu ferimento, encarando fundo nos olhos de Dante.

Mais afastado dali, Romualdo se encontrava bem na entrada do navio, olhando para Tanky e Anya. Ele parecia surpreso com o que estava vendo, e seu olhar disparava pelos arredores como se analisando a situação para saber o que havia acontecido e como deveria prosseguir. O mink sabia que que podia deixar aquele homem fugir, por isso estendeu sua mão, agarrando um dos barris que havia no convés, e o jogou com tudo contra o homem. Não havia como se esquivar de um barril daquele jeito no espaço em que estava, restando-lhe apenas cruzar seus braços e se preparar para o impacto, que o jogou para o chão. Logo em seguida Franky avançou contra Romualdo, que precisou rolar para o lado para não ser atingido, permitindo que o touro se posicionasse na única saída do navio, conseguindo fazer o que buscava: bloquear as rotas de fuga de Romualdo. Sem poder correr de volta pela prancha que levava ao porto, a única opção que restava a ele era pular no mar, o que era uma péssima ideia com uma mulher-peixe presente.

- Vocês são obstinados, mas isso não vai ser o suficiente para me parar. Estava preparado para lidar com o caos quando decidi acabar com aquele homem. - Pondo-se de pé, Romualdo sacou uma longa katana, enquanto Anya se aproximou de Tanky, tirando a rampa e a jogando no mar. - Prontinho, agora vamos acabar com esse cara. - Já com o escudo em mãos, Tanky estava protegido contra ataques amplos como os de uma espada, e avançou para executar uma escudada, que foi evitada pelo homem com um pulo para trás. em sequencia, desferiu um soco em sua direção, o qual ele evadiu com um passo para o lado, desferindo um corte contra o braço atacante, mas antes que pudesse continuar a sequencia de ataques, Anya deu uma ombrada nele que o jogou para trás, rolando pelo chão antes de conseguiu se estabilizar e se levantar. As posições havia se invertido, a dupla estava mais perto da saida do navio, que agora estava sem a rampa, e Romualdo se localizada mais para dentro, com a espada em mãos pronto para atacar.

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Pirata
Re: I - Florescer improvável Sex Fev 11, 2022 5:32 pm
Fim da Linha
*Sirarossa - West Blue*
~ Post 25 ~
*Dante di Tresigallo



Apesar da aparência e postura cinzas, aquela mulher era impressionante. Dante não conseguia lembrar a última vez que havia sido tão surrado por um oponente, que ainda estava lutando na desvantagem numérica. Enquanto desviava de um tiro e outro, arrumou tempo para esmurrar e jogar o ruivo ao chão, pisando em seu pescoço. “Argh… como vou ganhar de alguém mais forte, mais rápido e melhor lutadora do que eu?”, pensava angustiado enquanto sentia o sangue tomar conta de sua boca. Levantaria ainda engasgado e com a mão na garganta, como se pudesse mexer na traqueia para ajustá-la no lugar correto, então reuniria fôlego suficiente para avaliar a situação em que se encontrava.

“Ela também está bem avariada viu… esse tiro na perna vai prejudicar a movimentação dela.. com certeza vai! Vou tirar proveito disso”. Quando estivesse em pé, seria muito difícil não notar o olhar profundo que lhe era direcionado pela mulher em sua frente. Dante esboçaria um pequeno sorriso sarcástico e diria logo após cuspir qualquer resquício de sangue que ainda pudesse estar em sua boca:

- Eu sei que… argh… que sou um cara atraente, mas se ficar me encarando, vai levar um tiro do meu parceiro hehehe argh - enquanto falasse com ela, desviaria o olhar entre os olhos dela e a rua pela qual o homem de antes havia fugido, fingindo indicar que correria atrás do homem assim que fosse possível. Como Dante havia notado que a mulher reiteradamente se posicionava entre ele e a rua, era evidente que proteger aquele homem era muito importante para ela. Assim sendo, esperava plantar uma dúvida na mente da adversária, tirando o seu foco em se proteger dos ataques para focar em bloquear a rua, dessa forma o ruivo planejava conseguir uma brecha em sua defesa - Você... você é a Franciele, né? Por que está defendendo aquele bundão do Romualdo? - a resposta pouco importava naquele momento, afinal a luta que já estava em andamento precisava acabar o mais breve possível.

Seguraria a espada firmemente e começaria a correr em um trajeto curvo para circundar a adversária e conseguir passar em direção à rua pela qual o homem fugiria. Correria esse trajeto pelo lado da perna que Cheng havia alvejado, para que a mobilidade da mulher fosse reduzida. Confiava que ela o seguiria, já que se ficasse parada poderia ser atingida por Cheng e Dante escaparia. Então manteria determinadamente a sua corrida, atentando-se a acompanhar a localização da lutadora com os olhos ou ouvindo os seus passos. Considerando que ela o seguisse, Dante pararia de correr subitamente de correr, girando o corpo para realizar uma rápida estocada em direção à barriga da mulher, deslizando a lâmina entre seus músculos até o máximo de profundidade e a retirando logo em seguida para que ela sangrasse. Como o ruivo só havia tentado ataques amplos e lentos, talvez a pegasse de surpresa com uma estocada simples e rápida. O momento de interromper a corrida para atacar seria de preferência logo após um tiro de Cheng, visando combinar ambos os ataques para aumentar a chance de acerto, ou quando a mulher estivesse próxima o bastante a ponto de alcançar o controverso espadachim.

Após ter sucedido ou não no primeiro ataque, continuaria com múltiplas estocadas rápidas e baixas, segurando a espada com a mão direita e mirando na cintura e na perna que não havia sido atingida. Usaria todo o fôlego e destreza para atacar da maneira mais rápida e eficiente possível a fim de encurralar a adversária e evitar um combate corpo a corpo. O braço esquerdo estaria sempre flexionado com a mão esquerda aberta em frente ao queixo, pronto para rechaçar qualquer soco ou aproximação da mulher com um tapa ou empurrão. Se mesmo assim ela conseguisse se aproximar, pisaria novamente no pé dela, convidando-a a repetir o golpe de quando lançou o ruivo contra o chão, mas dessa vez ele estaria preparado para contra-atacar rotacionando o ombro direito para girar a espada em 180° levando a ponta da lâmina do céu ao chão, decepando ou apenas cortando a mão que ela tentasse usar para agarrar o corpo do ruivo.

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Prosseguiria com essa postura de batalha até notar alguma abertura. Isto é o momento em que ela ficasse mais lenta apresentando cansaço, vacilasse em algum movimento ou ainda tentasse contratar de maneira imprudente expondo seu tronco. Nesse momento, Dante interromperia o padrão do ataque para novamente tentar um corte horizontal e amplo na altura do pescoço, finalizando o combate de uma vez por todas. E se esse fosse o caso, suspiraria e alongaria os braços e o pescoço:

- Porra, tomara que você seja a Franciele, não quero ter mais o trabalho de luta, por hoje chega! - diria ao agachar ao lado da mulher, procurando em seus bolsos algo de valor, munições ou algum documento que a identificasse.

Assim que a situação estivesse concluída, assobiaria para Cheng e faria um sinal com a mão para que ele descesse do galpão para ambos se encontrarem. Como o homem de mais cedo havia fugido para o porto, o movimento mais natural seria seguí-lo até lá. Mas antes disso, Dante vestiria sua camiseta mesmo que furada e procuraria pelo rifle que a atiradora estava utilizando, pois ele seria uma bela recompensa pelo seu árduo dia até aqui. Caso não conseguisse encontrar a arma, teria que partir mesmo assim ao porto, afinal não havia tempo a perder.                              

     
 
 
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Vrowk
Estagiário
Re: I - Florescer improvável Sab Fev 12, 2022 3:13 pm
Levantar âncora

Fala ~~ Pensamento



O barulho do mar tomava meus ouvidos de assalto, sob meus pés a madeira de uma passarela, a minha frente o meu objetivo, ou algo do tipo… Agora aquela luta era entre nós três e o homem da gravação estava em desvantagem. Posicionei o escudo na altura do meu peito e apertei meus dedos a empunhadura.

Aquele homem provavelmente era Romualdo, ele era o culpado por de trás de todos os problemas e ele também sabia onde a mulher e esposa do artista estavam sendo mantidas, por isso teria que dar uma chance de resolvermos as coisas pacificamente, antes de eu acabar com ele. - Romualdo, certo? A situação está bem feia para você, você literalmente não tem para onde fugir, se for tentar lutar com nós dois é bem provável que você morra e no máximo um de nós acabe ferido… Se bem que não… A probabilidade é de que você morra de uma forma horrível sem ferir nenhum de nós dois, afinal, olha como você é pequeninho e mirrado. - Apesar das minhas falas cruéis sobre ele, sorriria gentilmente, enquanto alisaria meus cabelos.

- Então… Que tal você vir com a gente? E não ter nenhum osso quebrado, o que você acha? - Mesmo falando isso, só tinha um objetivo com ele e nem tentaria escondê-lo, queria chegar ao fim daquele assunto e ser pago, meu trabalho ali era eliminar quem quer que tivesse planejado o atentado, apesar de não gostar de ver ninguém morrendo, aquilo era um degrau para o meu grande objetivo, então não me importaria em cometer aquele crime.

Após falar, esperaria por qualquer mínimo movimento dele, para correr em sua direção, levando o escudo para golpeá-lo frontalmente. Não tinha a menor expectativa de acertar esse golpe nele, meu objetivo na verdade era pegar algo durante a caminhada com minha outra mão, para assim que ele tentasse se esquivar do golpe, levar o objeto diretamente contra seu corpo em um golpe lateral. Mas se não encontrasse nada, apenas daria um soco nele ao invés de usar o objetivo para bater no Romualdo. - ANYA, ME COBRE, NÃO DEIXA QUE ELE TENTE FUGIR! - Gritaria logo após dar a investida nele.

Se o visse em uma posição adequada, empurraria ele com uma cabeçada para fora do navio se possível, se não tentaria empurrá-lo o mais próximo possível da borda do navio. Meu objetivo com os meus ataques era jogá-lo para fora do navio, onde ele não teria a menor chance de enfrentar a Anya.


Feito por Vrowk/Mando Smile


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